O Poder Legislativo Municipal realizou nesta noite desta segunda-feira (04) a solenidade de outorga de Título de Cidadania Honorária Trespontana, aprovado em Plenário por autoria dos parlamentares a renomada banda mineira 14 Bis. Uma noite de muita música, homenagens e emoção.
Estes títulos materializam o reconhecimento público àqueles que prestaram e ainda prestam relevantes serviços à comunidade e pessoas que com notoriedade atuam em nosso município, tanto no serviço público quanto na cultura, na música ou no social.
Os integrantes da banda 14 Bis: Cláudio Venturini, Sérgio Souza Medeiros (Magrão), José Geraldo Moreira (Vermelho) e Hely Rodrigues foram os agraciados, além do irmão de Cláudio Venturini, o também músico Flávio Venturini, ex-integrante da banda e agora em carreira solo.
Várias apresentações musicais aconteceram, através de professores e músicos trespontanos, entoando sucessos do 14 Bis. Os artistas famosos ficaram visivelmente emocionados. Dentre os músicos locais estavam Wander Scalioni Chagas, Beto Maciel, Helbert Gama, Adriano Kamy, Natasha Maria, Gabriel Marques, Alex Tiso, Marly e o filho Matheus Tiso.
Foi lida a biografia de cada integrante. Ao final, o músico Vermelho, representando os demais, falou da emoção de estar sempre em Três Pontas, das amizades com Milton Nascimento e Wagner Tiso, das idas no Pontalete e no bar do Raul para comer peixe e das muitas apresentações que aqui ocorreram, como a última deste final e semana que contagiou o público presente no Parque Multiuso na Mina do Padre Victor.
Ao final posaram junto dos vereadores, dos membros de seu fã clube, e do público presente. Uma noite realmente especial e repleta de talento, que mostra uma das principais características de Três Pontas.
A Câmara Municipal de Três Pontas realiza no início da noite desta segunda-feira (04) a entrega de Título de Cidadania Honorária Trespontana aos integrantes da banda “14 Bis”, em reconhecimento ao carinho e comprometimento que estes músicos cultivam pelo município de Três Pontas, terra da música, se fazendo sempre presentes nos grandes eventos culturais da cidade.
A homenagem que contará com o plenário lotado, principalmente de músicos locais, acontecerá às 19 horas, logo após a reunião ordinária do Legislativo.
O Plenário da Câmara está localizado na Praça Prefeito Francisco José de Brito, 82, no Centro de Três Pontas.
!4 Bis
Eles estão há mais de três décadas na sua vida, numa trajetória caracterizada pela reinvenção e ampliação de um público fiel. E estão comemorando nos palcos, com a nova turnê ‘14 Bis – 35 Anos‘, que reúne os clássicos da carreira do grupo mineiro, assim como outros sucessos, da música nacional e internacional. Surpresas escolhidas a partir de coisas que ouviram nesses 35 anos, com um pé até na modernidade, podendo ir dos Beatles a Renato Russo. É um novo 14 Bis que está no ar, mas sem deixar, é claro, sua característica sonoridade, uma mistura única de rock com Clube da Esquina, música clássica, progressivo, do country norte-americano ao regional brasileiro, e o que mais pintar no caldeirão de Cláudio Venturini (guitarra e voz), Sérgio Magrão (baixo e voz, único carioca do grupo), Vermelho (teclados e voz) e Hely Rodrigues (bateria).
Esses caras levam a sério o que cantam, como o verso da ‘Canção da América‘, “amigo é coisa pra se guardar” (do primeiro disco, presente inédito de dois amigões, o já saudoso Fernando Brant e Milton Nascimento, também produtor da estreia fonográfica da banda). Porque é exatamente o que eles são, quatro amigos que amam o que fazem: tocar, cantar e compor. E o grande momento é quando dividem isso com uma turma cada vez maior de admiradores, como confirmam as plateias de seus shows, sempre repletas de fãs de carteirinha, para quem bastam alguns compassos da introdução de ‘Planeta Sonho‘ para rejuvenescer seus sentidos, e de uma linda juventude que não devia ter sequer 10 anos quando o grupo estourou, há 35 anos, ainda com Flávio Venturini na formação – o irmão mais velho de Cláudio saiu em 1987, mas sempre, quando há uma brecha nas agendas, pode ser visto de volta ao palco com eles.
E até hoje, ‘Todo Azul do Mar‘ após ‘Caçador de Mim‘, ‘Natural‘ após ‘Mesmo de Brincadeira‘, ‘Nova Manhã‘ após ‘Mais Uma Vez‘, cada canção, com vocais e instrumental incríveis, letras e melodias irresistíveis, é a prova da mágica atemporal do 14 Bis. Seus shows são daqueles que proporcionam o prazer de se ouvir da primeira à última música, como nos bons tempos, que voltam, sim, e o 14 Bis está aí para resgatar tal sensação. A nave vai, pioneira como o protótipo visionário de Santos Dumont que deu nome ao grupo, 35 anos de carreira e continua, sonhando o futuro.
Eles estiveram neste domingo (03) aniversário de Três Pontas se apresentando no palco montado da Mina do Padre Victor.
Moacyr Supermercado promove eleição e todos os funcionários se vestem a caráter
Oferecimento:
Quando chega o mês de junho os brasileiros já entram no clima das festas juninas, aquelas com direito a canjicada, quentão, caldo de feijão e trajes caipiras. Uma forma de homenagear os santos católicos São Pedro, São João e Santo Antônio. O Moacyr Supermercado literalmente vestiu a camisa “xadrez” e todos os funcionários a caráter participaram da escolha do homem e da mulher mais caipira.
Com o objetivo de provocar uma maior integração entre os funcionários e ainda deixar o ambiente de trabalho mais agradável e bem humorado, os proprietários do Moacyr Supermercado apoiaram a iniciativa de se fazer uma festa junina no interior do estabelecimento e ainda uma escolha de funcionário e da funcionária “mais caipiras”. Todos aderiram e se vestiram com camisas xadrez e calças remendadas, chapéus e até maquiagem forte na última sexta e sábado (24 e 25 de junho).
Até o empresário Delson Lamaita Miranda e sua mãe, Dona Maria do Carmo Mesquita Lamaita, se produziram com estilo para brincar a festa junina.
Depois de muita dificuldade, já que todos capricharam foram revelados os vencedores do Arraiá dos Moa. São eles: Warley e Joelma. Parabéns a todos pela iniciativa. Os clientes adoraram e se divertiram muito. Aprovação total!
Confira mais fotos dos “caipiras” do Moacyr Supermercado:
O cantor Wilson Sideral se apresenta na festa de comemoração de 159 anos de Três Pontas, no conhecido Festival Dia D, e promete agitar os fãs com os maiores sucessos da carreira. O evento acontece neste sábado, 2 de julho, a partir das 20h.
Conhecida como capital da música, a cidade trará várias atrações neste ano. O encontro que acontecerá no Parque Multiuso da Mina do Padre Victor contará com a presença de Paulinho Moska, Leoni, 14 BIS e Wilson Sideral se apresentando com bandas da cidade que se destacam pela qualidade musical que vem apresentando.
Mineiro de Alfenas, Sideral mistura elementos de rock, soul, mpb e blues em sua música. Com cinco álbuns de estúdio lançados e um EP o cantor possui ‘hits’ para artistas consagrados da música ‘pop brazuca’, e já se apresentou em grandes festivais de música, como Rock in Rio, Planeta Atlântida, Pop Rock Brasil, Triângulo Music Festival e Planeta Brasil.
Neste evento, Sideral se apresenta com a banda Kamy, que tem influências do Clube da Esquina e do rock inglês e está lançando o novo CD, intitulado “Tudo ao Redor”. O encontro promete muita animação e qualidade musical aos fãs. Para encerrar a noite o Dj Rhapa Castelly, Dj oficial dos eventos do Carnalfenas, apresentará seu set.
Apesar do pouco tempo de formação, a banda Weasel conta com músicos experientes do cenário de BH, Campinas e Curitiba. Os integrantes, que costumavam se dedicar ao rock, tiveram o desejo de elaborar um som que fosse mais abrangente, que atingisse um público mais diversificado, tocando música pop, fazendo uso de elementos eletrônicos dançantes, sem abrir mão da qualidade técnica e do bom groove de um som ao vivo. E com esta proposta que a Weasel faz leituras de mega-hits mundiais, como Katy Perry, Lady Gaga, Bruno Mars, Maroon 5, David Guetta, Demi Lovato, The Killers, The Strokes, Ricky Martin etc.
A banda procura sempre inovar, levando para o palco uma grande dose de alegria e humor associada a competência, tornando cada show uma experiência única. Com essa proposta a Weasel vem se mostrando cada vez mais sólida e pronta para fazer o público dançar e se divertir em qualquer tipo de evento.
O Show
A Weasel irá se apresentar pela primeira vez na Cidade de Três Pontas no dia 11 de Junho (sábado) na casa de show London Pub, localizada na Rua Francisco Garcia Junior nº39. O Inicio do Show está previsto para as 23:00 horas e a entrada é no valor de R$15,00. Ao falar do show, os músicos se mostraram bastante animados e esperam que o público se divirta e dance a noite inteira.
“Pra gente que gosta bastante de estrada e musica, é sempre uma honra tocar na região mais acolhedora e simpática de Minas Gerais, que é o Sul de Minas. Conhecemos algumas pessoas de Varginha, três corações e também de Três Pontas. Gostaríamos de rever esse pessoal nesse sábado curtindo com a gente esse dia que ficará marcado na historia da Weasel. Será uma noite inesquecível”, disse a vocalista Luana.
Formação da Banda
Guill – Guitarra; Jack – Baixo / Backing Vocal; Nathan – Bateria; Luana – Vocal; Matheus – Teclado
Apesar de poucos adultos conhecerem, saberem de quem se trata, inclusive nós do Conexão Três Pontas, o ator Felipe Neto, que se especializou como blogueiro (Youtuber), criando vídeos no You Tube e que tem milhares de seguidores, levou as fãs mirins, crianças e adolescentes ao delírio em show em Varginha. Nossa reportagem acompanhou com exclusividade e falou com o artista.
Tido como um fenômeno da internet Felipe Neto apresentou seu espetáculo “MINHA VIDA NÃO FAZ SENTIDO!”, onde exercitou seu lado contador de histórias. Depois de uma breve e engraçada apresentação, Felipe encarnou o mesmo personagem resmungão, que com seus “indefectíveis’ óculos escuros atirou e destilou hilárias pérolas na internet.
Muitos pais, que não conhecem Felipe, deixaram seus filhos na porta do teatro capitólio e voltaram para busca-los e tiveram que esperar, porque além do show se estender, também teve uma grande sessão de fotos em grupo, já que a produção não permite selfies e fotos exclusivas com o artista.
O blog perfil WE comentou o show de Felipe Neto, que foi recheado de palavrões, comentários sobre sexo, mesmo para um público adolescente.
“O Theatro Capitólio em Varginha recebeu o espetáculo Minha Vida Não Faz Sentido. O novo projeto pertence ao ator, vloger, comediante, escritor e empresário Felipe Neto. Fenômeno na internet, o artista mexe com o público graças a sua ousada irreverência e foi essa peculiaridade que lotou as cadeiras do teatro.
Felipe Neto transita sem travas na língua na tênue linha entre o universo pop e mundo erudito sem hesitar em demolir ícones, cutucar onças célebres ou arranhar consensos. Tudo isso em um ritmo alucinante e numa linguagem direta e reta.
Um dos primeiros vlogers de sucesso no Brasil, Felipe renovou a criatividade nos meios de comunicação. Seus roteiros captam com espontaneidade os acontecimentos banais do cotidiano, transformando-os em diversão para o público.
Seu canal no Youtube “Não Faz Sentido!” conta com cerca de 4,5 milhões de seguidores, e seus vídeos já ultrapassaram as 400 milhões de visualizações. É dono também do canal Parafernalha, uma das maiores empresas de entretenimento do Brasil, com aproximadamente 1 bilhão de visualizações e 8 milhões de assinantes.
Em Varginha, o público recebeu o vloger com entusiasmo. Com uma plateia diversificada em faixas etárias, Felipe Neto mostrou que o seu jeito de fazer humor leva a todos momentos de descontração e boas risadas”, pontuou.
Felipe Neto disse ao Conexão que adorou conhecer o público do sul de Minas e que pretende em breve fazer show em Três Pontas, pela importância cultural da cidade.
Produtora que organiza Festival Música do Mundo fala da lei Rouanet
O Ministério da Cultura, MinC, como era conhecido, era o órgão do governo federal responsável por planejar, coordenar e supervisionar atividades culturais pelo país, além de proteger o patrimônio histórico brasileiro. Um ministério pode criar estratégias, regras e prioridades na aplicação de recursos públicos, e acompanha e avaliar programas federais. Isso era feito por meio do Plano Nacional de Cultura, um conjunto de objetivos, diretrizes e estratégias para os próximos dez anos, e leis de incentivo e fomento cultural, como é o caso da Lei Rouanet e da Lei de Incentivo Audiovisual. A primeira vez que houve um Ministério da Cultura independente foi no governo de José Sarney, em 1985. Depois da posse de Michel Temer como presidente interino, o Minc foi extinto e incorporado a um novo ministério, chamado Ministério da Educação e Cultura, sob o comando do deputado federal Mendonça Filho. Deixou de ser um ministério autônomo para virar uma secretaria.
Para o presidente em exercício Michel Temer, é necessário cortar gastos. Uma das maneiras de fazer isso seria acabando com o “excesso” de ministérios no governo. Mas essa medida (decisão) talvez não tenha um impacto tão grande, já que o orçamento do MinC é responsável por apenas 6% dos gastos do governo.
Artistas protestam por todo Brasil, já que deverão ter menos recursos. Há quem diga que a “mamata” irá acabar para a categoria.
O Conexão Três Pontas abordou o tema em uma enquete nas redes sociais e o assunto bombou. Opiniões distintas e o clima ferveu. A grande maioria se mostrou favorável ao fim ou a mudança para secretaria. Veja algumas opiniões dadas sobre a questão que trouxe a seguinte pergunta:
VOCÊ É A FAVOR OU CONTRA O FIM DO MINISTÉRIO DA CULTURA, COM A OBJETIVO, SEGUNDO O PRESIDENTE TEMER, DE REDUZIR GASTOS?
Leila Cogo
Corretíssimo!
Thyago Gudao Andrade
Estava na hora de dar uma espalhada na corja de vagabundos…
Adenilson Veríssimo
Com certeza, corretíssimo. Hospitais, creches, escolas, segurança são muito mais importantes que isso.
Willian Mendonça
Corretíssimo!
Lais Souza
Até que enfim uma atitude correta vinda de políticos, corretíssimo.
Renata R Campos
Com certeza. Esse País precisa de ORDEM. Chega de tanta omissão! É preciso cuidar da Saúde em especial, Educação, dentre tantas outras com maior prioridade. Querem trabalhar? Doem o dinheiro que embolsaram enquanto podiam, ou doem o tempo como voluntários. Seria um “papel” mais digno para esses sugadores.
Aryanne Ferreira
Até quem enfim.
Gilcéia Carvalho Santomero
Corretíssimo!
Kelle Bella
Muito boa ação… Enfim. Esperamos que seja a primeira de muitas outras..
Gllauciia Flauzina
Corretissimo, tá de parabéns!!!
Maura Correia
Corretíssimo. Devia acabar também com os cargos de vereador. Eles não fazem nada mesmo.
Claudia Mendes
Correto.
Ana Paula Silva
Corretíssimo!
Claudio de Paula
Certo. Precisa corta mais gasto.
Alessandra Paula
Tá certinho. Tem muitas prioridades mais necessárias!
Carlos Lima
Correto… Em um país onde um cantor como o tal Safadão faz sucesso pra que investir em cultura…?
Dênis Sacho
Certíssimo. E é só o começo.
Aletuza Regina Bonini
Certinho… E que corte mais gastos indevidos…
Wagner Marx
Muuuuuiiito correto… Demorou pra acabar…
José Luis P. Rivero
Claro que fez o correto.
Pablo Braga
Apenas gostaria de saber aos colegas o porque de ser o correto da extinção? Outra coisa: como funciona a Rouanet?
Talles Numismática
Isso mesmo, certinho mesmo, ate que enfim parece que um tá fazendo o que um monte não fez.
Julssara Vinhas Vinhas
Errado, cultura é fundamental.
Valdilene Nepomuceno
Certo! Tomara que com esta economia, pois não serão dois ministérios, mas apenas um agora, se economize mais. Vai sobrar Dindin, logo este possa ser usado onde realmente precisa então!
Marcelo França Pereira
O Brasil não era a favor do golpe. Agora tem que aguentar.
José Mendes Goes
Na verdade o orçamento desse Ministério era ínfimo. Seu corte não fará nenhuma influência no rombo das Pedaladas.Teve incentivos muito bons, e o País precisa de Cultura, sim. Mas, não deveria privilegiar só os Globais de sempre.
Afonso Vitor
Muito correto!!! Muito dinheiro nas mãos de meia dúzia de baba-ovo da Dilma, isso sem falar que era um dinheirão mal empregado, sem qualquer retorno prático pra sociedade!!!
Rose Soares
Corretíssimo.
Valdir Martins
Como já diz alguns amigos meus, manda esses artistas pegar uma enxada e ir procurar um lote pra capinar.
Jose Expedito Dos Reis
Ótimo, merece aplausos.
Cleiton Luiz
Acho que não pois a Lei Rouanet não favorece só os artistas, esse Temer é uma piada.
Malu Siqueira
Com certeza! Tô aplaudindo de pé.
Douglas Rosendo
É… Além de pobres, burros seremos sem cultura! Ou vocês acham que ele vai usar esse dinheiro em hospitais ou Creches? KkkkKkkk. Vai vendo! É mais um corrupto tapando o sol cm a peneira!
Oswaldo Duarte
Nada a declarar!!! Afinal o país não precisa de cultura mesmo né ? Mas é deprimente ler estes comentários!!! SOU ARTISTA e essa lei paga projetos sociais importantíssimos para a sociedade!!! Gostaria muito que estas pessoas que dizem acima que somos corja de vagabundos e desocupados, estudasse um terço do que estudamos e trabalhasse um dia como eu!!! Dou aulas das 7 da manhã às 10 da noite e fins de semana faço show pra escutar isso? Sinto muito se o trabalho de quem fala assim e árduo e desgostoso!!! Estudei e batalhei muito pra trabalhar em algo q tenho prazer.
Julssara Vinhas Vinhas
É isso aí amigo, o povo nem conhece a lei e fala sem saber, escutam algo aqui, algo ali e não se interessam em ler sobre o assunto daí acabam falando asneiras.
Oswaldo Duarte
Ao invés de cortar incentivos culturais parem de roubar!!! E tenho certeza que todos que criticam já compareceram a eventos custeados por leis de incentivo!!! Hipocrisia é a palavra a ser dita neste momento!!!
Art-Belle Lembranças
Uma cidade cheia de artista bons como a nossa, é uma pena as pessoas enxerga-los como vagabundos, dá até vergonha.
Cleiton Luiz
O Festival Música do mundo é realizado em cima da lei Rouanet e agora como vai ficar?
Marolo Maroleiro
Sim Cleiton. O Festival Música do Mundo é realizado via Lei Rouanet, sempre com muita dificuldade e luta. Para quem não sabe, o governo não dá um dinheiro pela Lei Rouanet. Ele aprova o projeto e isso permite o artista ou produtor cultural ralar atrás de empresas para convencer alguma a patrocinar o projeto. Depois a empresa terá no futuro uma isenção fiscal. E no caso do Festival nem é 100% de isenção. Ou seja, se um patrocínio de 10 mil reais significa que a empresa poderá descontar 3 mil no futuro. Os outros 7 mil a empresa tem que pagar do próprio bolso. Ou seja, é muito difícil. Não estamos entrando no mérito político. Nossa posição enquanto uma produtora cultural é que sempre é necessário trabalhar com o governo que estiver no poder. Seja a nível federal, estadual ou municipal. Não podemos parar de produzir cultura ou produzir mais ou menos por causa de quem está ou não no poder. Cada um deve fazer sua parte, sempre e esperar o mínimo dos outros. É assim que trabalhamos na Marolo e é assim que temos conseguido fazer o Festival Música do Mundo.
Roberto Martins
Na minha opinião foi correto tinha tanta gente mamado, com esse crise tanta gente desempregada, agora vai começar a choradeira, a torneira secou, o país não estava tudo certo, mais agora parece que de uns dias pra cá tudo desandou, porque será…? Quando descobrirem que o estrago foi maior q tão falando…
Taisa Rezende
Errado. É fundamental a cultura no País. O Brasileiro necessita também de cultura….
Heder Naves
Se unir Ministérios fosse a solução para a crise econômica seria fácil resolver. Mas não é. E usar a Lei Rouanet (criada em 1991) para justificar ou se indignar com o Minc, sem ao menor conhecer todos os benefícios que a mesma trouxe para a propagação da cultura no país é acreditar em “milagres”. Se existiu e existe corrupção e favorecimento para a captação dos recursos, cabe as autoridades competentes investigar e punir os possíveis culpados. É só olharmos com um pouco mais de atenção que veremos que existem muitas outras possibilidades de cortes para começar a equilibrar as contas públicas (reforma política, diminuição de cadeiras da câmara dos deputados e do senado, diminuição no valor dos altos salários dos políticos, cortes nas “ajudas de custos” milionárias que eles ganham, exigência de transparência nas contas públicas e investimentos dos governos municipais e estaduais e não apenas no aparelhamento federal, exclusão de siglas políticas…). Enfim, não se trata de ser a favor ou contra o “rebaixamento” do Ministério da Cultura: trata-se de questionar os reais motivos de buscar uma economia financeira tão pequena quando seria o momento de fazer profundas reformas as quais, parece, que continua não sendo interesse dos políticos. Quem realmente mama nas tetas do governo? Os artistas ou os políticos e seus favorecidos? Quais gastos devemos cortar? (lembrando que da mesma forma que existem artistas que buscam favorecimento próprio, também existem políticos honestos).
Luiz Antonio Teixeira
Questão de economia? Na verdade é vontade de detonar aquilo que está dando certo, decisão é mesma em relação ao corte do mais médicos, corte de construção de mais de 32 mil casas, cobrança em faculdades públicas e vai por ai afora!
Casemiro Alves Zaca
Artistas fracos ganhando milhões de reais e servidores, professores, médicos do estado e outros profissionais à mercê de ter seus salários congelados por três anos. Teve um MC que ganhou mais de R$500.0000,00 em patrocínio com o dinheiro do povo para lançar seu disquinho.
Luciano Vitor Ferreira
Luciano Vitor Ferreira Penso que ninguém em sã consciência é contra a cultura, mas, se houve boa intenção do governo Sarney em criar o Ministério, para os mal intencionados, caiu como uma luva, ficando mais fácil a utilização da máquina, pois já existia o MEC – Ministério da da Educação E CULTURA, porém, atrelado à educação, o que dificultaria as coisas, afinal, pega mal um ministério ligado a educação doar por exemplo, R$ 1.500.000,00 para a atriz Letícia Sabatela realizar o desejo de gravar um CD, dentre outros absurdos, vários produtores estão se queixado da dificuldade em conseguir verba para realizarem projetos sócio-culturais, enquanto que para os “famosos”, valores milionários são obtidos pelo visto com certa facilidade, em um país sem educação, saúde, segurança, etc, aplicar mal a verba da cultura é outro fato a se lamentar.
Monique Sacca
Lei de incentivo tem que ser pra quem não tem dinheiro pra promover a sua arte e eventos ligados a prefeitura como festivais, orquestras e afins e pelo que eu entendi, essas verbas estão garantidas agora dinheiro pra quem pode promover seu trabalho e uma afronta mesmo. A cultura nunca vai acabar por que ela é um dom nato da humanidade. A briga não e por isso. O que mais for supérfluo e entidades que possam ser taxadas que o sejam o quanto antes. Com justiça é claro, reforma política, tributária etc… Claro que não vai ser de uma hora pra outra e vamos ter que cobrar muito por isso. Vamos aguardar…
Mauro Marques
Acho paradoxal. Luta pela conquista e guerra contra a ganância vão sempre ser assunto pra discussão. Eu concordo: sim e não. Quem quiser questionar comigo pode mas pelo face não dá. É argumentativo demais. Estamos no olho do furacão. Mas ele passa
MAROLO PRODUÇÕES QUE ORGANIZA FESTIVAL MÚSICA DO MUNDO ENVIOU COMUNICADO AO CONEXÃO
Maria Dolores, da Marolo Produções
“Marolo Produções
Também somos à favor de enxugar a máquina pública, pois ela é inflada e os recursos são direcionados de forma equivocada. Apenas gostaria de ressaltar que existe uma falta de entendimento por parte do público leigo sobre a Lei Rouanet. O Festival Música do Mundo é realizado via Lei Rouanet, sempre com muita dificuldade e luta. Para quem não sabe, o governo não dá um dinheiro pela Lei Rouanet. Ele aprova o projeto e isso permite o artista ou produtor cultural ralar atrás de empresas para convencer alguma a patrocinar o projeto. Depois a empresa terá no futuro uma isenção fiscal. E no caso do Festival nem é 100% de isenção. Ou seja, se um patrocínio de 10 mil reais significa que a empresa poderá descontar 3 mil no futuro. Os outros 7 mil a empresa tem que pagar do próprio bolso. Ou seja, é muito difícil. Você é um grande apoiador do Festival e dos projetos que realizamos e agradeço sempre muito por isso. Só gostaria de ressaltar que a Lei Rouanet não é como as pessoas pensam, e não beneficia só grandes artistas.
Um abraço,
Maria Dolores”
E você? Qual sua opinião? Tire suas conclusões e assim ajudará a construir uma país mais democrático de fato e de direito…
Há alguns anos a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda realiza uma grande festa em homenagem a santa que leva o nome da Igreja Matriz de Três Pontas. Este ano as comemorações se iniciaram no último dia 15 com início da Novena, que se encerra no dia 24, data em que se celebra o Dia de Nossa Senhora d’Ajuda. O tema deste ano é “Salve Rainha. Nossa Senhora d’Ajuda, Mãe de Misericórdia”. E na noite desta sexta-feira (20) teve início a popular quermesse, com barracas típicas, show de prêmios, leilão e muitas atividades, iniciadas sempre após a Santa Missa das 19 horas.
O pároco da Matriz, Padre Ednaldo Barbosa falou sobre essa comemoração ao Conexão:
“A festa da Padroeira Nossa Senhora D’Ajuda, vem acontecendo diretamente na Praça da Matriz depois de muito tempo que essa tradição foi deixada de lado. Ela foi acontecendo a partir do ano de 2012. Embora por longos anos houve um grande trabalho de recuperação de devoção a Nossa Senhora D’Ajuda, quando a imagem, por um período grande, visitou as famílias, nas missas nas casas. E foi um período muito rico de espiritualidade para o povo de Três Pontas, não apenas para a Paróquia D’Ajuda. Com a criação da Paróquia Cristo Redentor, a cidade passou a ter três paróquias. O trabalho de peregrinação foi ficando mais reduzido. Em 2012 nós começamos novamente com as quermesses, que não são uma invenção nova. No passado muitas pessoas que já têm uma caminhada longa nas nossas paróquias têm recordações de grandes festas da Padroeira. Quermesses, leilões de gado, shows de prêmios e assim por diante. Em 2012 nós fizemos apenas três dias de quermesse, a novena começando no dia 14 e terminando no dia 23, a festa dela como sempre foi no dia 24 de maio. E no ano de 2013 pra cá a festa tomou a proporção de dez dias. Alguns anos começando no dia 15 terminando no dia 24”, explicou.
E este ano a Paróquia d’Ajuda optou por fazer a novena normal começando no dia 15 e a quermesse no dia 20 até dia 29, sendo dez dias para que a população aproveite o feriado de Corpus Christi. E a novena da padroeira tem como objetivo colocar os fiéis diante o altar de Deus, na Santa Eucaristia, mas lembrando daquela que é invocada como padroeira do município, a Senhora D’Ajuda.
“Neste ano estamos trabalhando a oração da Salve Rainha, pois a novena trás como tema: Salve Rainha, Senhora d’Ajuda, Mãe de Misericórdia. Tendo em vista o Ano do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, decretado pelo Papa Francisco. A festa muito além da questão financeira, tem como objetivo fazer com que as pastorais, os movimentos e os ministérios sejam capazes de conviver e superar limitações. Uma festa como essa envolve pessoas de todas as realidades, e não só pessoas da Paróquia d’Ajuda, mas de toda a cidade de Três Pontas vão ser envolvidas nas mais diversas frentes de trabalho. Porem nós temos também uma arrecadação financeira, e ao longo desses anos as festas nunca foram direcionadas para isso ou para aquilo. A arrecadação financeira é sempre colocada no caixa da Paróquia, para todas as suas inúmeras obras e ações ao longo do ano. A Paróquia não vive da Festa da Padroeira, seria estranho dizer uma coisa desse tipo, pois nós temos um dizimo e as doações de coletas, ofertas, que os fiéis doam todos os meses. É o dizimo, principalmente, o responsável para que a Paróquia cresça”, ressaltou Padre Ednaldo.
Ainda conforme o sacerdote, os desafios são muito grandes.
“Nós temos inúmeros desafios e inúmeros trabalhos a serem feitos, e ao longo desses últimos quatro anos, nós nunca paramos obra, temos pedreiro e servente registrado na Paróquia, obras a passos lentos, mas que estão sendo mantidas gradativamente. E a Festa da Padroeira vem ser um suporte. Quando nós temos os meses das doações que não atingem o que precisamos a Festa da Padroeira é o socorro e ajuda a manter. Quando se fala em questões financeiras de uma Paróquia, ela não vive de obras, e sua parte financeira não é apenas para obra, pois temos que manter pastorais e isso gera custos, um trabalho em uma pastoral carcerária, formação de liderança, cursos, tudo isso demanda a parte financeira para arcar com viagem, custo de alimentação e outras coisas mais, material para evangelização, a própria manutenção ela é feita com o dinheiro que se arrecada ao longo do tempo e também com a arrecadação da Festa da Padroeira”, destacou.
A Festa da Padroeira entra no clima de uma festa junina, com canjicada, churrasco de bovino, suíno, frango empanado, pastel, doces, brincadeiras para as crianças, quentão, chopp, show de prêmios ao longo das noites, bem como os leilões de prêmios, que são doados pela comunidade. Cerca de 150 a 200 pessoas, que são coordenadores responsáveis de montar a sua equipe, estão trabalhando e ao todo são cerca de 1.000 pessoas envolvidas.
“Quando chega o final da festa é que nós temos os relatórios de cada equipe, de todas as pessoas que foram cadastradas para o trabalho ser realizado. Então os que trabalham nas festas não são só gente das pastorais e movimentos, gente que muitas vezes nem veem a igreja direto, mas por causa da quermesse aprendem a ter um gosto a mais pelo trabalho a paróquia”, concluiu.
Todas as pessoas que quiserem se envolver nos trabalhos da quermesse, basta chegar ao longo da festa nas barracas, todo mundo tem seu crachá, e falar com o coordenador e estar se inscrevendo para estar ajudando alguma equipe.
A Festa conta com equipe de segurança particular, tem o apoio da Guarda Municipal e Policia Militar.
*Fotos desta sexta-feira tiradas com exclusividade e postadas em primeira mão pelo Conexão.
O Festival de Cannes acontece anualmente no balneário francês de Cannes, localizado na Côte d’Azur, a Riviera Francesa.
A colunista internacional do Conexão Três Pontas, Françoise Recco, em Cannes, ao lado do famoso blogueiro brasileiro Paulo Pereira.
O portal Conexão Três Pontas, através de sua colunista internacional, Françoise Recco, que é francesa e que reside em Paris e também no Rio de Janeiro, está em Cannes para cobrir um dos maiores eventos do cinema mundial.
Em 1939, revoltada com a corrupção política na cultura europeia, a França decidiu criar, com o apoio de britânicos e americanos, a sua própria premiação. O Festival International du Film, porém, foi cancelado após a exibição de um único longa, O Corcunda de Notre Dame, de William Dieterle. A Alemanha invadira a Polônia e a França entrara para a Segunda Guerra Mundial.
Passada a guerra, o festival retornou ao balneário de Cannes em 1946 e deu início à tradição que hoje completa 70 anos. São quase duas semanas de celebração do cinema, mas também de negócios, glamour e polêmicas.
“O filme AQUARIUS de Kleber Mendonça Filho, com Sônia Braga, foi um escândalo. Todo mundo com cartaz proclamando “golpe no Brasil”. Muita gente saindo do cinema, Sônia Braga sem maquiagem, mal vestida… Foi uma vergonha”, disse Françoise.
O Festival du film de Cannes fez sua estreia oficial em 20 de setembro de 1946. O historiador Georges Huisman presidia um eclético júri, que dividiu o Grande Prêmio entre 11 filmes (escolhidos entre os 44 longas em competição). Entre os premiados estavam Desencanto, de David Lean, A Última Porta, de Leopold Lindtberg, Farrapo Humano, de Billy Wilder, María Candelaria, de Emilio Fernández, A Sinfonia Pastoral, de Jean Delannoy, e Roma, Cidade Aberta, de Roberto Rossellini. Para a sua segunda edição, em setembro de 1947, a organização fez modificações na sua estrutura de avaliação e premiação. O júri, ainda presidido por Huisman, era formado apenas por franceses e os prêmios foram distribuídos por gêneros: Melhor Comédia Musical (o filme coletivo Ziegfeld Follies), Melhor Romance ou Filme Psicológico (Antonio e Antonieta, de Jacques Becker), Melhor Animação (Dumbo), Melhor Filme Social (Rancor, de Edward Dmytryk) e Melhor Filme de Crime ou de Aventura (Les Maudits, de René Clémena).
Essas indefinições iniciais mostram um pouco da capacidade do festival de se transformar. Ao longo dos anos, diversas mudanças foram feitas, do número de inscritos, aos prêmios e à criação de mostras paralelas, buscando sempre aumentar o alcance do Festival de Cannes para influenciar o público e a indústria cinematográfica no reconhecimento do “melhor” da sétima arte.
PALMA DE OURO
A edição de 1949 inaugurou o Grande Prêmio do Festival, entregue a O 3º Homem, de Carol Reed. O festival de 1951, que dividiu o grande prêmio entre Senhorita Júlia, de Alf Sjöberg, e Milagre em Milão, de Vittorio De Sica, deu origem ao Prêmio Especial do Júri, que ficou com A Malvada, de Joseph L. Mankiewicz. Em 1952, Due Soldi di Speranza, de Renato Castellani, e Othello, de Orson Welles, dividiram a então graça máxima de Cannes, que também premiou a atuação de Marlon Brando em Viva Zapata!. Na edição de 1953, o júri do presidente Jean Cocteau premiou O Salário do Medo, de Henri-Georges Clouzot, e entregou o Prêmio do Júri a Walt Disney, por sua contribuição na divulgação do festival. No mesmo ano, voltaram categorias de gênero, como adições inusitadas como Melhor Conto de Fadas (Valkoinen peura, de Erik Blomberg) e Melhor Filme de Entretenimento (Lili, de Charles Walters). Em 1954, a premiação honrou Jigokumon, de Teinosuke Kinugasa, com o Grande Prêmio e escolheu, entre outros, o Melhor Curta de Fantoches (O Sklenicku Vic, de Břetislav Pojar) e o Melhor Filme Poético (The Pleasure Garden, de James Broughton).
É em 1955, porém, que o Festival de Cannes encontra o seu prêmio definitivo: a Palma de Ouro. O visual é inspirado na folha que orna o brasão da cidade de Cannes e foi desenhada originalmente pelo joalheiro Lucienne Lazon. O júri, então presidido pelo cineasta francês Marcel Pagnol, entregou a honra máxima para Marty, filme de Delbert Mann, estrelado por Ernest Borgnine. O troféu permaneceria no topo até 1963 – sento entregre a The Silent World, de Jacques-Yves Cousteau e Louis Malle, em 1956; Sublime Tentação, de William Wyler, em 1957; Quando Voam as Cegonhas, de Mikhail Kalatozov, em 1958; Orfeu do Carnaval, de Marcel Camus, em 1959; A Doce Vida, de Federico Fellini, em 1960; Uma Tão Longa Ausência, de Henri Colpi; e Viridiana, de Luis Buñuel, em 1961; o brasileiro O Pagador de Promessas, de Alselmo Duarte, em 1962; e O Leopardo, de Luchino Visconti, em 1963 – e foi substituído em função de direitos autorais pelo Grande Prêmio, entregue em 1964 a Os Guarda-Chuvas do Amor, de Jacques Demy. O prêmio foi reintroduzido em 1975, entregue a Chronique des Années de Braise, de Mohammed Lakhdar-Hamina, e se consagrou como um dos mais prestigiados, e ecléticos, troféus do cinema.
Festival de Cannes 2016: Candidato à Palma de Ouro ou decepção? Crítica diverge sobre a comédia Toni Erdmann
O Festival de Cannes chegou à sua metade e, ao menos por enquanto, não há um franco favorito à Palma de Ouro. Quer dizer, mais ou menos.
A comédia alemã Toni Erdmann, dirigida por Maren Ade, conquistou o coração de muita gente e lidera os painéis de notas das revistas Screen e Le Film Français. Ou seja, é um bom candidato ao prêmio máximo do festival. Só que está longe de ser unanimidade, como demonstra a crítica do portal AdoroCinema.
Em Cannes, muita gente justifica a preferência por Toni Erdmann pelo fato de “ser um filme leve em meio a tantos violentos”. Mesmo se não ganhar a Palma de Ouro, o longa ainda pode ser lembrado pelo trabalho de seus atores principais, Peter Simonischek e Sandra Hüller.
A colunista Françoise Recco em visita a Três Pontas, ao lado do jornalista Roger Campos.
Em comemoração aos seus quatro anos de existência, o Sarau no Quintal que acontecerá nesta quinta-feira dia 19, a partir das 19hs30min, terá dois convidados especialíssimos: Cláudio Venturini e Sérgio Magrão, músicos de uma das bandas mais importantes da Música Popular Brasileira: 14 Bis.
O Sarau no Quintal é sempre realizado, uma vez por mês, no quintal da Casa de Cultura Alfredo Benassi. Sempre com temas importantes e exclusivos. O local se tornou uma referência e por lá vários artistas trespontanos e de toda Minas Gerais já se apresentaram. O público comparece em peso e se emociona muito com as músicas, as variadas expressões artísticas cheias de muito talento.
14 BIS
14 Bis é uma banda brasileira que surgiu em Minas Gerais no início dos anos 80, criada por Flávio Venturini (teclado e vocal), Cláudio Venturini (guitarra e vocal), Hely Rodrigues (bateria e vocal), Vermelho (teclado e vocal) e Sérgio Magrão (baixo e vocal). Sua música traz o casamento entre referências do rock, em especial de Beatles e do rock progressivo, e a escola mineira de música da época, conhecida como Clube da Esquina.
Tiveram diversos sucessos, como Linda Juventude, Planeta Sonho, Natural, Uma Velha Canção Rock’n Roll e, mais recentemente, Mais uma Vez, em parceria com Renato Russo (letrista e vocalista da Legião Urbana). Seu trabalho de estréia (14 Bis-1979) foi produzido por Milton Nascimento, “padrinho” da banda.
Apesar da saída de Flávio Venturini, o grupo continua em atividade até os dias atuais. Em julho de 2007 eles lançam o seu primeiro DVD, acompanhado de um CD. Neste há participações especiais de outros nomes da música mineira como Beto Guedes e Rogério Flausino, além do ex-membro Flávio Venturini.
No último domingo, 01º de Maio, Dia Mundial do Trabalho, aconteceu no Sambódromo Jaime Abreu, na Avenida Oswaldo Cruz, centro de Três Pontas, um grande show com a banda Zullubaba. O encontro organizado pela Prefeitura Municipal de Três Pontas foi uma homenagem aos trabalhadores do município.
Apesar do frio, o público compareceu e se divertiu muito ao som dos principais hits da Bahia e da Música Popular Brasileira. O Prefeito Paulo Luís esteve presente e acompanhou de perto, no antigo Trem Bão, sede da Guarda Civil Municipal.
Centenas de pessoas compareceram na inauguração da nova Praça Josiane de Paula Victor Castro em Três Pontas na tarde deste domingo (20). Além da cerimônia, o encontro contou com diversas apresentações musicais que encantaram os presentes.
Localizada no final da Rua Paes Lemes, a praça encerrou sua construção em outubro/2015, e foi como uma conquista dos moradores do bairro Alcides Mesquita. O que antes era um terreno baldio e sujo, agora se tornou um local de lazer, para a prática de esportes, e também para projetos culturais, como foi o caso de ontem.
Após a cerimônia diversas apresentações musicais tomaram conta da praça. O garoto Caio Arcanjo foi quem abriu as apresentações, após ele o grupo formado por Gabriel, Bia, Tácio e Bruno, deram um show. O músico Wallace Naves também subiu no palco, primeiro com Danilo Santos e depois com Atos Franklin.
A banda Do Outro Lado da Esquina, formada pelos músicos Natasha Maria e Adriano Kamy, foi a mais esperada. Era quase 19h quando eles começaram a apresentação, e encerraram com chave de ouro esse dia especial. Essa galera talentosa que apresentou na praça, faz parte de uma nova geração de músicos da cidade, foi um dia incrível para quem gosta de música.
A construção da praça ficou a cargo da empresa VTCR Engenharia e Construções LTDA, vencedora do processo licitatório nº 1299/2014. A obra foi finalizada Outubro, e representou um investimento de R$ 124.703,00 de recursos próprios do Município de Três Pontas.
O nome dado à praça homenageia Josiane de Paula Victor Castro, uma Educadora do Magistério que adorava crianças e a sua profissão. Quando criança, ela brincava nas mediações do local que foi construído a praça. Conhecida como Josi, a professora travou uma luta incessante contra um tipo raro de doença, faleceu em 23 de abril de 2007, deixando seu esposo Carlos Henrique da Silva Castro e seu filho Henrique Vitor Castro; e demais familiares.