Categoria: Cultura

  • BEATIFICAÇÃO: Autoridades se reúnem para definir evento do Padre Victor que pode receber mais de 100 mil pessoas

    BEATIFICAÇÃO: Autoridades se reúnem para definir evento do Padre Victor que pode receber mais de 100 mil pessoas

    Diversas autoridades se reuniram na manhã desta segunda-feira (5) na sede da Associação Padre Vitor para discutir os andamentos da cerimônia de beatificação do Venerável Padre Victor. Já está tudo praticamente definido para o evento que deve receber mais de 100 mil pessoas no aeroporto municipal.

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    Dentre os participantes estavam o Prefeito Paulo Luís Rabelo, o Secretário de Estado do Turismo Deputado Mário Henrique Silva (Caixa), membros do setor de Eventos do Governo de Minas Gerais, o Coronel Hudson do 24º Batalhão da Polícia Militar de Varginha, o Major Geovane do Corpo de Bombeiros de Varginha acompanhado por outros oficiais, o Tenente Bruno Neves da Polícia Militar de Três Pontas, representantes da Polícia Rodoviária de Varginha, o Pároco da Matriz Nossa Senhora d’Ajuda Padre Ednaldo Barbosa, o Padre Matheus Arantes, membros da Associação Padre Victor e a imprensa local.

    Diversos assuntos importantes referentes a organização da cerimônia de beatificação foram discutidos, dentre eles as questões de segurança, montagem do palco, espaço para religiosos e autoridades, acesso ao local, estacionamento de ônibus de romeiros, trânsito de uma forma geral, entre outros.

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    Ficou definido o local do palco que será montado próximo à cabeceira da pista. Ele terá um tamanho de 30 x 20 metros, um pouco menor que o utilizado na beatificação de Nhá Chica, em Baependi.

    Projeto do palco para a beatificação do Padre Victor

    Representantes do Corpo de Bombeiros relataram que houve falhas na elaboração das questões de segurança por conta de uma empresa contratada que acabou não dando conta. Major Geovani lembrou que um grande plano de Prevenção e Combate a Incêndios está sendo traçado.

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    Por conta do calor na cerimônia de Nhá Chica várias pessoas passaram mal e por isso é necessária toda uma estrutura de ambulâncias, médicos, enfermeiros, etc. O Prefeito Paulo Luís disse que a cidade não será fechada, como ocorreu erroneamente em Baependi. Que será destinado um estacionamento para abrigar 500 ônibus de romeiros nas proximidades do aeroporto.

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    A Polícia Rodoviária e demais autoridades definiram que nas vias de acesso a Três Pontas o trânsito será feito apenas em uma mão, para a chegada ao Município. Haverá uma grande fiscalização e policiamento preventivo para evitar acidentes e manter a ordem do trânsito, principalmente para veículos oficiais e de emergência.

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    Uma grande preocupação é que o evento será às 16 horas e como estaremos em horário de verão será com sol das três horas da tarde. Por isso há uma grande preocupação com a questão da saúde e com a necessidade de fornecimento de água. O Prefeito Paulo Luís disse que o SAAE irá disponibilizar água a vontade para os visitantes. Padre Mateus disse que não haveria como realizar mais cedo por conta da passagem de som, montagem e toda a parte estrutural.

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    Já o Secretário do Turismo Mário Henrique Caixa questionou o porquê de não se fazer o evento a noite. A Polícia Rodoviária respondeu que não é viável por conta do grande fluxo de veículos e, principalmente, de ônibus, o que torna o trânsito muito perigoso, ainda mais numa via (MG 167) que já registra acidentes frequentes.

    A estimativa é de que as pessoas devam começar a chegar na cidade por volta das 12 horas e que, inicialmente, devem se dirigir até a Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda.

    Vale lembrar que o trânsito na cidade estará praticamente paralisado, com circulação restrita. Por isso é necessária a compreensão e colaboração por parte dos trespontanos. Ninguém conseguirá, com exceção de autoridades, chegar de carro no entorno do aeroporto.

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    Assim que definiram as diretrizes finais do evento, as autoridades foram até o aeroporto municipal para conferir em loco o local do palco e a estrutura de que deverá ser oferecida, além de entradas e saídas de pessoas, e outros pontos importantes.

    Foi confirmada a presença do Governador Fernando Pimentel. Já sobre rumores da visita da Presidenta Dilma Housseff não houve nenhuma confirmação e disseram desconhecer a notícia.

    Foi dito que a estrutura está sendo montada e planejada para 100 mil pessoas. Se houver um número maior, que pode chegar a 200 mil, todo o planejamento deverá ser alterado. Em Baependi foram 55 mil pessoas presentes na beatificação e Nhá Chica.

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    Mapa do projeto no aeroporto municipal para o dia 14 de novembro

    O local contará, além do palco, com duas baias para abrigar as autoridades, sendo uma para aproximadamente 350 padres e outra para os demais convidados, totalizando 1.000 lugares reservados. Também haverá um espaço destinado à imprensa.  Haverá ainda uma praça de alimentação no entorno do aeroporto.

    Vale lembrar que NÃO HAVERÁ COMÉRCIO AMBULANTE NO LOCAL! Foi repassado que haverá apenas uma praça de alimentação administrada pela Associação Padre Victor. O evento é religioso e não terá cunho comercial.

     

  • TEATRO Peça sobre a vida de Padre Victor será reapresentada no Centro Cultural

    TEATRO Peça sobre a vida de Padre Victor será reapresentada no Centro Cultural

    No dia 03 de outubro (sábado), às 20 horas, o Grupo de Teatro Caminhos da Juventude apresentará a peça de teatro Padre Victor – Um cidadão do Infinito. A história já foi apresentada nas comemorações do Dia do Padre Victor (23 de setembro), mas será reapresentada para a população no Centro Cultural Milton Nascimento.

    A história começa na cidade de Campanha em 1827, quando nasce o filho da escrava Lourença Maria de Jesus – Francisco de Paula Victor ou como conhecemos hoje, o Padre Victor. A encenação também passa pela chegada difícil ao Seminário de Mariana, e as diversas dificuldades que ele venceu para se tornar sacerdote.

    Em 1852 ele é nomeado como Vigário Encomendado, na cidade de Três Pontas, onde começou seu caminho iluminado, de constante ajuda ao próximo. Nunca quis dinheiro, recebia ajuda de fazendeiros, mas sem mesmo saber a quantia doava aos mais pobres. Por vezes, esquecia de si mesmo, e tirava da sua boca para sustentar os outros. Sua vida em Três Pontas durou 53 anos, e sua morte em 23 de setembro de 1905, abalou a cidade e toda a região que o procurava, em busca de um alento, uma proteção, uma palavra amiga, de Deus.

    A peça foi escrita e dirigida pelo servidor público Francisco de Paula Vitor Gomes, que também narra a história. Ao todo são 40 pessoas participam da encenação, incluindo aqueles que ajudaram no cenário. A entrada para a apresentação será 1 kg de alimento não perecível, e a troca será feita duas horas antes do espetáculo, no Centro Cultural Milton Nascimento.

     

    Com informações da Assessoria de Imprensa – Prefeitura Municipal de Três Pontas

  • BAILAR DAS ÁGUAS: Fonte Luminosa é reinaugurada em grande estilo em Três Pontas

    BAILAR DAS ÁGUAS: Fonte Luminosa é reinaugurada em grande estilo em Três Pontas

    O Prefeito Municipal de Três Pontas, Paulo Luís Rabello participou, juntamente de outras autoridades locais, da reinauguração da Fonte Luminosa da Praça Tristão Nogueira, na última terça-feira (22). A fonte é um dos símbolos da cidade de Três Pontas e tradicional a cerca de meio século. Há tempos ela estava desativada. A população que compareceu em peso aplaudiu a revitalização, com os novos vidros decorativos e o bailar das águas que ganharam um toque especial com os fogos de artifício que anunciaram o descerramento da placa.

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    Sob a regência do maestro Wander Scalioni, a Corporação Musical Luís Antônio Ribeiro apresentou grandes clássicos da música. A Secretaria Municipal de Cultura aproveitou a oportunidade para fazer, pela primeira vez, fora de sua sede, o Sarau no Quintal, evento que sempre reúne e prestigia o talento de artistas trespontanos.

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    Diversos símbolos da cidade de Três Pontas foram revitalizados recentemente pelo atual governo municipal. Mas a cereja do bolo certamente foi a Fonte Luminosa, erguida na época do saudoso prefeito Paulo de Paiva Loures.

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    Hoje, praticamente todos os monumentos da cidade de Três Pontas estão revitalizados e bem cuidados, o que alegra e obtém aprovação da população trespontana.

  • DEU NO CONEXÃO: Deputado Caixa anuncia construção de imagem de 7 metros na Mina do Padre Victor

    DEU NO CONEXÃO: Deputado Caixa anuncia construção de imagem de 7 metros na Mina do Padre Victor

    Centro Cultural Milton Nascimento também será totalmente revitalizado

    Durante a cerimônia de reinauguração do Ginásio Coberto de Três Pontas e abertura da Copa do Trabalhador de Futsal, o deputado licenciado e atual Secretário de Estado do Turismo, Mário Henrique Silva (Caixa), em seu breve discurso, anunciou mais duas benfeitorias em favor de sua cidade natal e do povo de Três Pontas.

    A Primeira se refere à construção de uma imagem grande do Venerável Padre Victor, o Anjo Tutelar de Três Pontas que teve um milagre reconhecido pelo Vaticano e a consequente autorização de beatificação assinada pelo Papa Francisco. O deputado licenciado Caixa disse que a imagem será erguida nos moldes do Padre Cícero, porém não tão grande.

    O monumento em homenagem ao Padre Cícero Romão Batista foi inaugurado no dia 1º de novembro de 1969, no alto da Serra do Catolé ou, como é mais conhecida, Colina do Horto, pelo então prefeito Mauro Sampaio. A estátua conta com 27 metros de altura, e se constitui na terceira maior do mundo em concreto, esculpida por Armando Lacerda em um local que era sempre escolhido pelo sacerdote para os seus retiros espirituais. Existe uma estimativa que aponta a visitação ao monumento na ordem de 2,5 milhões de pessoas por ano.

    Além da nova imagem de Padre Victor, que terá 7 metros, Caixa, atual representante do Turismo em Minas Gerais, garantiu uma grande reforma no Centro Cultural Milton Nascimento e falou com exclusividade ao Conexão:

    “Nós já temos os recursos assegurados para a construção desse grande monumento do Padre Victor. Será uma estátua bem maior localizada na Mina do Padre Victor. Também anuncio aos leitores do Conexão Três Pontas, que faz um brilhante trabalho, que também já temos assegurados recursos para uma grande reforma, como nunca foi feita, do Centro Cultural Milton Nascimento, onde será tudo revitalizado, inclusive cortinas, cadeiras, etc.”, disse.

    O Secretário de Estado do Turismo, Mário Henrique Silva disse ainda à nossa reportagem que a expectativa é que as obras do Centro Cultural sejam iniciadas ainda este ano e que a construção e inauguração da nova imagem de Padre Victor seja finalizada e entregue em novembro, durante a cerimônia de beatificação. Caixa, que nitidamente tem alocado muitos recursos para Três Pontas, reforçou que continuará trabalhando por sua terra natal.

    “Enquanto muitos reclamam, nós estamos trabalhando e ajudando o Hospital São Francisco de Assis, a Vila Vicentina, entidades de apoio aos usuários de drogas e inúmeras conquistas, verbas que eu sempre destino a Três Pontas, através de emendas parlamentares. Não adianta somente falar de crise, é preciso trabalhar e eu tenho feito isso com muito amor. O Prefeito Paulo Luís é um grande parceiro, sério, tem feito um grande trabalho e o que conta é lutar por Três Pontas”, ressaltou.

    Perguntado sobre o seu futuro político e uma possível candidatura, Caixa, após um sorriso maroto (que pode indicar sim sua candidatura à Prefeitura de BH), adotou um tom mais cauteloso: “Ainda é cedo. Gosto muito de trabalhar por Três Pontas. Até as eleições do ano que vem tem muita coisa pra acontecer e… Vamos com calma, cada coisa no seu tempo…”, finalizou.

  • ENGRAÇADÍSSIMO: Giovani Braz volta a Três Pontas e apresenta mais um grande show de humor

    ENGRAÇADÍSSIMO: Giovani Braz volta a Três Pontas e apresenta mais um grande show de humor

    Um dos grandes ícones do humor brasileiro volta a Três Pontas! O comediante Giovani Braz, conhecido pelo ‘bêbado da Praça é Nossa’, estará no dia 20 de setembro (domingo), para apresentar a nova temporada do seu show de humor. O encontro será às 20h30min, no Centro Cultural Milton Nascimento.

    Giovani Braz é considerado uma revelação e um dos melhores humoristas brasileiros da atualidade, estando no elenco fixo do programa “A Praça é Nossa” da rede de televisão SBT desde o ano de 2003.

    Além de participar deste programa humorístico na TV, o comediante realiza shows por todo o país, inclusive shows corporativos personalizados, festas de Prefeituras, exposições, levando alegria, muita diversão e entretenimento de qualidade ao seu público através de diversos personagens e situações cômicas que compõem seu repertório.

    O comediante já esteve em Três Pontas em 2013 com o seu show ‘O Caixeiro do Riso’, quando centenas de pessoas lotaram o Centro Cultural. Com o humor inteligente, Giovani Braz surpreende pela agilidade e talento de mudar radicalmente de expressão e voz. Este espetáculo contagiou o público e os levou ao delírio de tantas gargalhadas.

    Os ingressos estão disponíveis na Speciale Panetteria por R$ 25,00.

    PROMOÇÃO CONEXÃO

    Curta as postagens com o banner do show e concorra a ingressos para o engraçadíssimo espetáculo. Você vai de graça. Entra rindo e sai soluçando de tanto dar risada de um dos maiores humoristas do Brasil.

     

  • RESPEITÁVEL PÚBLICO: Circo SESI chega a Três Pontas com o espetáculo “A Saga do Sertão: A força de quem faz”

    RESPEITÁVEL PÚBLICO: Circo SESI chega a Três Pontas com o espetáculo “A Saga do Sertão: A força de quem faz”

    Tema é uma homenagem à obra “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos e tem entrada gratuita

    Depois de se apresentar em mais de 120 cidades mineiras e encantar 145 mil pessoas, o Circo SESI chega a Três Pontas na próxima sexta-feira (11 de setembro), com o espetáculo A Saga do Sertão: A força de quem faz. A apresentação será na Praça Cônego Victor (Praça da Matriz), a partir das 19h30min, e tem entrada gratuita.

    A passagem pelo Sul de Minas marca o encerramento da turnê deste espetáculo que viajou durante os últimos três meses por 16 cidades mineiras e foi assistido por 23 mil pessoas. Em seu terceiro ano de atuação, o projeto, iniciativa do SESI/FIEMG, realiza além do grande espetáculo, três intervenções artísticas que circulam paralelamente por Minas Gerais.

    Em cena, 09 atores, 06 artistas circenses, 03 músicos e bonecos atuam, cantam, fazem acrobacias e malabarismos para contar a história da chegada de uma indústria na pequena cidade em que vivem Fabiano, sua família e a cachorrinha Baleia. Homenageando a obra literária Vidas Secas, de Graciliano Ramos, A Saga do Sertão: A força de quem faz evoca a dura realidade dos personagens, mas com uma abordagem lúdica. Terceira grande produção do Circo SESI, o espetáculo coloca em foco a família e sua relação com o ambiente industrial. O texto destaca a importância de o industriário incorporar também em casa os cuidados adotados no ambiente de trabalho para evitar acidentes.

    Composta exclusivamente pelo músico Kiko Klaus, a execução musical acompanha toda a apresentação ao vivo, e ainda conta com a presença de recursos como o teatro de sombras e a manipulação de bonecos, que fascinam os espectadores e conquistam o público. Com coordenação artística de Samira Ávila, a montagem traz a tríade de diretores Fernando Bustamante (direção geral), Kiko Klaus (direção musical) e Gustavo Machado (direção coreográfica e diretor assistente) e atuação do humorista, ator e músico Tino Gomes. Tino é velho conhecido do público mineiro por seus “causos” no teatro e participações em novelas, minisséries e filmes. A ficha técnica conta ainda com os premiados Ed Andrade, na cenografia, Wanda Sgarbi, nos figurinos e o bonequeiro Eduardo Félix.

    O Circo SESI

    Em seu terceiro ano de atuação, o Circo SESI, idealizado pelo SESI/FIEMG, já foi apresentado em mais de 275 espaços, entre escolas, teatros, praças e demais locais públicos além de mais de 360 indústrias por toda Minas Gerais, sempre de forma gratuita. Em sua primeira edição, o projeto estreou o grande espetáculo Tempos de Transformação (2013), que contou um pouco sobre a história da indústria. No ano passado, o universo industrial ganhou abordagem mítica com Ai Meu Zeus! Os deuses na indústria (2014).

    Além do Grande Espetáculo, o projeto circula, paralelamente, com três intervenções: Indústria e Mercado de Trabalho, SST (Segurança e Saúde no Trabalho) e Escola Móvel. Em todas as suas ações a linguagem circense, o teatro e a música são caminhos para entreter e informar conceitos relacionados à saúde, segurança, valorização da indústria e capacitação profissional.

    No total o projeto já percorreu 120 diferentes cidades mineiras e atingiu 145 mil pessoas!

     

    Fonte Assessoria de Imprensa – Circo SESI

  • FALTOU DIÁLOGO? Comerciantes reclamam do fechamento antecipado do trânsito na Praça Cônego Vítor por conta de eventos

    FALTOU DIÁLOGO? Comerciantes reclamam do fechamento antecipado do trânsito na Praça Cônego Vítor por conta de eventos

    Três Pontas sediará neste final de semana, mais precisamente nesta sexta (28) e sábado (29), mais uma edição do maior festival de música do Brasil: O Festival Nacional da Canção, inicialmente conhecido como o festival de Boa Esperança e que com o passar dos anos ganhou uma projeção muito maior.

    A estrutura para o evento começou a ser montada na manhã desta quarta-feira (26), fazendo com que o fluxo de veículos no entorno da Praça Cônego Vítor fosse interrompido ou desviado, como em frente às agências bancárias e também em frente ao Coreto Municipal. E esse fechamento “adiantado” do trânsito acabou desagradando mais uma vez os comerciantes que, apesar se serem favoráveis à realização de eventos, cobram mais organização no sentido de amenizar as perdas para o setor. Nossa reportagem foi procurada pelo comerciante e empresário Sebastião de Fátima Cardoso. Ele falou sobre o assunto:

    “Quero inicialmente dizer que não somos contra a realização de eventos aqui na Praça Cônego Vítor. Mas o que acontece é que por conta da falta de planejamento e de diálogo com os comerciantes nossa classe acaba sendo sempre prejudicada. Sou católico, respeito os eventos aqui, mas da forma como as coisas são conduzidas está errado. Falta respeito com o comerciante. Quem gera empregos e paga impostos somos nós. Aí vem agora mais um evento que, repito, não sou contra, que será realizado na sexta a noite e no sábado. E na quarta-feira já fecham o trânsito, interditam tudo? Tá errado, muitos reclamando sobre isso.

    Porque não montou no dia? Porque só o comerciante leva o prejuízo? E também quero saber porque esses eventos não são realizados nos locais que foram criados para eventos, como o Centro de Eventos Wagner Tiso, a Mina do Padre Victor ou até o Campo do TAC? Porque tem que ser na Praça Cônego Vítor? Os comerciantes me procuraram e estão indignados. Espero que as autoridades olhem isso com mais carinho e respeito, já que o cidadão tem o direito de ir e vir. O consumidor quando não encontra vaga de estacionamento ele procura outros lugares para comprar e como não tem como parar aqui na Praça Cônego Vítor estamos realmente sendo prejudicados. Dono de restaurante, dono de padaria, dono de loja, enfim, todos estão sentindo isso”, pontuou.

    Nós conversamos com o presidente da Associação Comercial, Michel Renan Simão Castro, que deu o posicionamento da entidade frente a essa questão:

    “Três Pontas tem muitos lugares que poderiam ser destinados para esses eventos. Insistem em realiza-los na Praça Cônego Vítor e isso provoca uma série de prejuízos para comerciantes e pessoas que ali residem. Esses eventos deveriam acontecer em locais destinados para isso. Tudo é a maneira de abordagem de se discutir, de como o trâmite foi feito. Se tivesse sido dada publicidade antecipada, informando tudo, quando seria fechado, quando seria aberto, enfim, se houvesse conversa com os comerciantes, minimizaria o mal-estar.

    O dialogo é a maneira mais correta para se evitar problemas e esses empresários não foram ouvidos e eles reivindicam um direito que é deles”, declarou.

  • FENAC 2015: Últimas cinco vagas serão disputadas em Três Pontas neste final de semana

    FENAC 2015: Últimas cinco vagas serão disputadas em Três Pontas neste final de semana

    É na terra de Milton Nascimento e Wagner Tiso que terminam as etapas classificatórias do 45° Festival Nacional da Canção.

    O município sediará a sexta fase seletiva do maior festival de música do Brasil nos dias 28 e 29/8, na Praça da Matriz, a partir das 21h.

    Mais 26 canções de vários estados foram selecionadas e concorrem as últimas cinco vagas nas semifinais que acontecem em Boa Esperança.

    Trespontano

    Em sua página oficial no facebook o trespontano Sid Rodrigues, que teve uma composição classificada e que irá se apresentar em sua terra natal, falou da emoção e da expectativa: “Neste sábado dia 29/08 terei o prazer de estar mais uma vez no palco do Maior Festival de Música do país, mostrando um pouco do meu trabalho autoral e representando a nossa querida Três Pontas! Desde já conto com a presença e as boas energias de todos”, pontuou.

    Veja a lista de músicas classificadas para a etapa de Três Pontas:

  • OUVIDO DE DENTRO – Por Clayton Prósperi de Paula: O Músico é o equilibrista.

    OUVIDO DE DENTRO – Por Clayton Prósperi de Paula: O Músico é o equilibrista.

    Como o saudoso Fernando Brant já dizia na célebre canção: … “todo artista tem de ir a onde o povo está”… Nós, cansados, subjugados e descontentes artistas, compositores e músicos, procuramos nosso trabalho e sustento em diversos e diferentes lugares, para mostrar o que sabemos realmente fazer que é música. Mas aí vem o choque de realidade, e com ele a pergunta: Onde estará esse povo? Em shows? Cada vez mais carentes de pessoas, quem dirá de platéia. Teatros? Rarissimamente e com público escasso.  Nos bares? Igualmente esquecidos da boa boemia musical dos tempos de outrora.

    A relação artista- público nunca esteve em vias tão distintas. “O que será, que será?” O que esse povo anda fazendo? Que não saindo de suas casas e permanecendo em suas “fortalezas” virtuais? Na falsa sensação existencial, que seus espíritos presos nem sequer presumem. “É a crise” dizem uns, “é o tempo frio” dizem outros, ou até pode-se ouvir o famoso ditado: “santo de casa não faz milagre”.

    Outro dia ouvi músicos comentando que têm que parar com sua música a pedido do proprietário, ou muitas vezes dos próprios frequentadores das casas em que se apresentam, para exibição de lutas na TV. Como assim?! Tudo bem que nem todos os músicos são suficientemente bons ou agradáveis. Mas o que me deixa intrigado é o fato dessas pessoas saírem de suas casas, e se dirigirem para um lugar que sabem notoriamente que está havendo música ao vivo, para simplesmente assistirem aos shows de barbárie explícita na televisão( o que poderia ser assistido nos seus próprios e confortáveis lares, ou melhor ringues particulares).Para onde foi o respeito ao artista e antes de tudo pelo profissional que se apresenta ali?

    A verdade é que a arte musical sempre esteve (com raras e notáveis exceções) na contramão dos povos e das grandes massas. Mas nunca, e tão ameaçadoramente como agora.

    A meu ver esse vazio terá suas raízes naquilo que sempre foi discutido e dito como solução, não para esse único problema, mas para a maioria das máculas sociais e culturais desse nosso vasto país: a EDUCAÇÃO.

    Não sei se é impressão, mas na nova propaganda midiática do governo federal, em que se utiliza um “funk”, com muitos jovens “cantando” e dançando, para convocar os alunos a retornarem as salas de aula, depois das curtas férias de julho, soa mais como um apelo suplicante, que contradiz aquilo que seu próprio sistema falho e em colapso já vinha causando há muito tempo, a apatia e a falta de interesse no conhecimento e na  informação.

    Com a cultura não poderia ser diferente. O vazio das casas noturnas, teatros, casas de espetáculo, escancara a alienação desse tempo e a indiferença a aquilo que seriam os últimos redutos da boa e velha música de sempre.

    Você aí, que prefere ficar no” conforto” de seu computador micro ou macro, gastando seu precioso tempo de vida, e achando que vai encontrar tudo o que sonha e procura na tela e nos pixels que enxerga, sem perceber, deposita uma moeda no baú que isola, tranca e apaga toda uma história e evolução cultural conquistada (por pessoas reais e não “perfis” ou ”curtidas”) até o nosso presente. Eu mesmo, nesse exato momento em que escrevo, me utilizo desse meio que falo tanto (e não me abstenho também da culpa) para chegar até você, leitor.

    Alguns vão dizer que isso será uma evolução natural causada pela modernidade. E o que ela traz consigo, será naturalmente entendido e compreendido no” futuro”.

    Afinal, pra que sair de casa pra tomar uma cerveja, bater um bom papo com os amigos e ouvir boa música? Posso ter tudo isso aqui no conforto do meu celular, da minha poltrona. Talvez em um futuro não muito distante, as máquinas farão também o trabalho de músicos, artistas e até compositores. Aliás, pasmem, isso já esta seguindo lenta e veladamente seu caminho.

    Então lhe pergunto caro leitor: Existirá um aplicativo para felicidade? Existirá um download para a emoção? Um link para o sentimento? Um reiniciador para a realidade? Uma formatação para a alma?

    Pode até ser que um dia isso aconteça, mas receio, não terá metade da humanidade e do espírito, contidos em uma poesia declamada, em uma melodia bem tocada, em uma canção encantada e ao vivo.

    O músico, assim como o artista, se nutre do calor das pessoas, do público, dos fãs, dos ouvintes. E esse alimento anda cada vez mais escasso. As pessoas distanciam-se cada vez mais de sua essência humana.

    É gente fugindo de gente, pra se comunicar com seres e coisas ausentes. Será esse o futuro que nos espera? A irrealidade existencial? Isso com certeza vai trazer uma mudança radical em tudo e também na forma como artista e público se interagem. Se será benéfica ou não, a realidade que nos apresenta até o momento são casas de shows, teatros, centros de cultura e bares vazios de gente, de música, de arte, de vida. Por favor, o último a sair, apague a luz para a economia da máquina.

  • CULTURA & GASTRONOMIA: Começa hoje o Batuque na Cozinha

    CULTURA & GASTRONOMIA: Começa hoje o Batuque na Cozinha

    Com o apoio da Prefeitura Municipal de Três Pontas, o 3º Concurso de Tira Gosto e Atendimento de Três Pontas, Batuque na Cozinha, começa hoje (12), e o primeiro bar a apresentar seu prato será o bicampeão Quilombo.

    O encontro começa às 20hs00 e se encerra às 00hs00, com direito à música ao vivo. O preço do prato está fixado em R$ 34,90, e deve render para duas pessoas. Após provar o tira-gosto do bar, o cliente poderá dar sua nota para o sabor e para a apresentação do prato, além de avaliar também o atendimento do local.

    Confira os participantes do concurso:
    12/08 – Quilombo
    13/08 – Gaúcho
    19/08 – Bar da Mina
    20/08 – Esquina da Pizza
    26/08 – Pizza Fone
    27/08 – Bar do Raúl
    02/09 – Quirinos
    03/09 – Cheiro Verde

    As notas serão somadas às dos jurados do concurso, que já foram convidados. A apuração e entrega dos prêmios serão realizadas na Casa da Cultura Alfredo Benassi, na quarta-feira (9/9) e poderão ser acompanhadas pela comunidade.

    Fonte: Ascom PMTP

  • CULTURALIS Por Paula Beckher – Sobre Aprender…

    CULTURALIS Por Paula Beckher – Sobre Aprender…

    Olá gente! Que saudade… Estou feliz por poder estar de volta a esse espaço para batermos mais um papo sobre tudo o que se vê por essa vida afora.  Sou educadora e essa opção está longe de ter sido feita por falta de oportunidades; essas, graças a Deus e a minha família, pude ter. Formei-me em Letras – Inglês, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e foi na universidade que descobri o encanto do processo do aprender. Sou encantada pelas possibilidades infinitas que nos são descortinadas pelo conhecimento. No entanto, hoje sei que liberdade de conhecer implica em responsabilidade de ação ética, pois somos frutos de nossas escolhas.

    É sobre isso que venho aqui lhes falar hoje: sobre as escolhas que podem ser tomadas para que a nossa qualidade de vida seja melhor, para que sejamos pessoas felizes, realizadas, positivas, saudáveis e que estejam em paz e harmonia com o mundo ao redor. Nós podemos (e devemos!) fazer a nossa parte para fazer do mundo um lugar melhor. Mas também é preciso que selecionemos bem as nossas amizades e companhias para que façamos parte de um grupo, de uma família, de uma escola, de uma equipe profissional que esteja afinada com o mesmo objetivo. Afinal de contas, o bem é uma construção que precisa ver seus frutos na comunidade para que seja efetivo.

    O diálogo, o respeito às diferenças e o amor se revelam, nesse ponto, indispensáveis. Não adianta ter o bem em nós se não o colocamos em ação para promover o bem da comunidade que nos cerca. Se assim o for, acabaremos nos frustrando. Dons e talentos pessoais têm real sentido e valor somente quando são colocados a serviço dos outros: para que o bem atue para além dos limites do eu. Felicidade vivida é felicidade partilhada!

    Mas nem tudo são flores. Um dos maiores inimigos de nosso crescimento e evolução é a acomodação e a nossa mania boba de dizer “eu sou assim e pronto”. Nós nos acostumamos muito facilmente a tudo: dia-a-dia, trabalho, família, relacionamentos, estudos… e até com nós mesmos! E também temos preconcepções que nos impedem de ver as coisas como se fosse a primeira vez. Tendemos a olhar para as coisas e pessoas com os olhos já embotados pelo que ouvimos do outro, ou pelo que somos e cremos. Isso é natural, mas pode fazer a gente perder a alegria.

    A natureza é pura alegria! Se não estamos vibrando em alegria com ela, é por termos os olhos impuros – alguns ciscos a retirar. Quando retiramos o que nos impede de ver a beleza que está em todo lugar – fora e dentro de nós – o resultado imediato é a presença radiante da alegria. Sem alegria, nada parece brilhar. Eu gosto da vida em alta definição e, por isso, olho frequentemente para o céu, para as flores, para as plantas, ambientes, animais e pessoas. Olho com olhos livres. E tudo o que vejo me encanta.

    Rubem Alves – escritor e educador mineiro (de Boa Esperança!) – era alguém que dizia da importância imensa de um educador ser um pouco de poeta, porque aprender é um processo que não pode acontecer sem o encanto. Se isso acontece, o resultado é o tédio. A tirinha abaixo retrata o dilema de muitos que se colocam na jornada da busca da construção de novos conhecimentos e encontram obstáculos de pessoas e situações que não favorecem a manutenção do encanto e do lúdico no aprender.

    Eu aprendi que o professor não é a escola – e tampouco pode ser, pois muitas de suas boas intenções podem nunca se realizar se os devidos recursos materiais e humanos não estiverem disponíveis. É preciso uma escola. Uma escola que seja o ambiente em que a aprendizagem aconteça: um ambiente pensado para ser o local em que se acolhem as pessoas que, mediadas por recursos materiais e por interações sociais, poderão se descobrir, se inspirar, se desafiar, se confrontar com os limites da realidade em que vivem, para que assim possam ser melhores. Quando nos melhoramos, o mundo melhora junto.

    Nenhum ser humano é uma ilha: somos seres sociais e nossa razão de ser se completa no outro. Creio que acabei me tornando professora de língua inglesa um pouco pelo encanto que tenho pela cultura da diversidade, em que o outro tem papel de destaque. Para aprender inglês é preciso falar, interagir, ter bom humor, alegria, expansividade, acolhimento ao outro, vontade de ouvir e conhecer o diferente, empatia com o humano, sorriso e olhos nos olhos. É também preciso ter um espírito incansável na busca pela superação de limites, pois o novo é um convite para deixarmos de lado nossas crenças, comportamentos e pensamentos habituais para experimentar outro jeito de ser e agir. Nessa empreitada tornamo-nos pessoas mais compreensivas e flexíveis – e nossos olhos verão além do obvio.

    Vamos exercitar o olhar? Faça um exercício consigo mesmo e refine seu olhar para as coisas – e pessoas! – de sempre. E recupere o encanto que você talvez possa ter perdido pelo caminho. Depois me conta no que deu.

    Até a próxima!

  • TALENTO: Nanai emociona tanto na música religiosa quanto no sertanejo

    TALENTO: Nanai emociona tanto na música religiosa quanto no sertanejo

    Elienai Teófilo, mais conhecido como Nanai, é um dos grandes talentos da música trespontana. Além da paixão pela música sertaneja, ele também dedica seu tempo à música religiosa, aos cantos litúrgicos durante as celebrações de Missas, principalmente na Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda.

    Conhecido pela inconfundível voz que emociona a todos, Elienai vem caminhando em busca do sucesso, do reconhecimento de seu trabalho na música secular, a música sertaneja, tanto a universitária quanto a de raiz.

    Ele criou o grupo Elienai Teófilo e Banda DW. Eles se apresentaram na festa do Dia do trabalhador (1º de maio) em Três Pontas, abrindo o show da dupla Regis e Raí.  E estão abertos a contatos, convites para outras apresentações.

    A banda existe há 3 anos e conta com Willian no contrabaixo, Plínio no violão, Nanai nos vocais e Willian Damasceno na sanfona, Edson Pelé no violão solo e Adriano Maciel na bateria. Inicialmente se apresentou em eventos beneficentes da igreja católica e agora abriu seu leque para outros eventos.

    Ensaio da banda.

    Quem quiser contratar Elienai Teófilo e Banda DW pode ligar para (35) 9731-5196.