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  • BOA NOTÍCIA: Médias móveis de casos e mortes por Covid-19 regridem aos níveis de julho no Sul de Minas

    BOA NOTÍCIA: Médias móveis de casos e mortes por Covid-19 regridem aos níveis de julho no Sul de Minas

    Campo Belo, Pouso Alegre, Santa Rita do Sapucaí, Extrema e Passos estão entre as cidades que tiveram redução de casos da doença em outubro.

    A pandemia do novo coronavírus continuou a desacelerar na maioria das cidades do Sul de Minas nas duas últimas semanas de Outubro. O número de novos casos de Covid-19 registrados caiu em 97 das 164 cidades que fazem parte da área de cobertura da EPTV Sul de Minas, Afiliada Rede GloboAs médias de casos e mortes pela doença nos últimos 15 dias são as menores em três meses, desde a segunda semana de julho na região.

    Alfenas, Pouso Alegre, Extrema, Santa Rita do Sapucaí e Campo Belo estão entre as cidades que fecharam outubro com redução de casos da doença. Já Três Corações, Campestre, Santo Antônio do Amparo, Itamonte e Estiva vivem situação oposta e viram os casos de Covid-19 aumentarem no fim de outubro.

    O destaque negativo fica por conta de Três Corações. A cidade registrou 158 novos casos da doença nas duas últimas semanas de Outubro, conforme números divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde. O número é quase três vezes maior que segunda cidade que teve maior crescimento no período, Campestre, que registrou 53 casos.

    Conforme o levantamento do G1, com base nos dados oficiais divulgados nos últimos 15 dias:

    • 97 cidades, que correspondem a 59,1% de todos os municípios, registraram queda em novos casos
    • 47 cidades, que correspondem a 28,6% de todos os municípios, apresentaram alta de novos casos na última quinzena
    • 20 cidades mantiveram o mesmo número da quinzena anterior

    Média móvel de casos e mortes

    Os dados da SES-MG apontam que a média de casos de Covid-19 teve uma queda de 28,3% em relação aos últimos 15 dias no Sul de Minas. Hoje a média diária de registros é de 208,2 casos por dia contra 290,7 da 1º quinzena de Outubro. Esses números são os menores no Sul de Minas em três meses.

    Já a média de mortes caiu 31,4% e hoje é de 6,1 mortes por dia contra 8,9 do começo de outubro.

    Conforme o último boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde, o Sul de Minas tem 35.786 casos confirmados do novo coronavírus, com 952 mortes.

    Nos últimos 15 dias, a região registrou 1.737 casos a menos da doença em relação ao mesmo período anterior. O número de mortes também caiu. Foram 86 nos últimos 15 dias, contra 143 do mesmo período anterior.

    Sinal de alerta

    Das cidades que tiveram aumento em novos casos, Três Corações é a que chama maior atenção. A cidade registrou 158 novos casos da doença nos últimos 15 dias, 85 a mais do que havia sido registrado na primeira quinzena de Outubro. Este foi o maior número quinzenal de casos registrado no município desde o início da pandemia.

    A segunda cidade com maior alta de casos no período foi Campestre. O município registrou 53 novos casos da doença nos últimos 15 dias, contra 17 do mesmo período anterior. Santo Antônio do Amparo também teve alta. Registrou 22 novos casos nos últimos 15 dias contra nenhum da 1ª quinzena de Outubro.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • Urologia hoje: Riscos urológicos do uso de anabolizantes – Dr. Fernando Gouvêa

    Urologia hoje: Riscos urológicos do uso de anabolizantes – Dr. Fernando Gouvêa

     “Mesmo com a interrupção do uso dos anabolizantes, uma vez que não há mais ordem da hipófise, os testículos podem continuar sem trabalhar, levando o homem à disfunção erétil e infertilidade”

    Os esteroides androgênicos anabólicos, mais conhecidos como anabolizantes, são compostos geralmente derivados do principal hormônio sexual masculino: a testosterona. Esse hormônio é produzido pelos testículos e tem diversas funções no corpo como desenvolvimento muscular e ósseo, apetite sexual, aparecimento das características masculinas (voz grossa, crescimento de pelos), entre outros.

    Desde o aparecimento no mercado farmacêutico dos compostos sintéticos com base na testosterona ou que induzem aumento da testosterona (os anabolizantes), muitos homens e até mulheres passaram a fazer uso desses produtos com finalidades diversas como halterofilismo, aumento do rendimento esportivo e fins estéticos. Tais produtos podem ser administrados de forma injetável intramuscular, via oral e através de gel transdérmico.

    “O Novembro Azul é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades no mês de novembro dirigida à sociedade e, em especial, aos homens, para conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.”.

    Acredita-se que um número crescente de jovens tenha feito uso de anabolizantes. Segundo levantamento realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), cerca de 1,4% dos estudantes brasileiros com até 18 anos de idade já fizeram uso dessas substâncias. Entre os estudantes acima de 19 anos matriculados em universidades, esse numero é ainda maior: 3,5%. Estudo recente aponta que a estimativa de abuso de anabolizantes na população mundial seja de 3,3%, com uma prevalência quatro vezes maior em homens (6,4%) em comparação com mulheres (1,6%).

    Diferente da forma prescrita pela comunidade médica, muitas vezes esses atletas (profissionais ou não) utilizam doses exageradas dos esteroides com intervalos também muito curtos, os chamados “ciclos”. Tal sobrecarga pode aumentar a chance dos efeitos adversos dos anabolizantes.

    Além dos efeitos colaterais relacionados ao sistema cardiovascular, como infarto cardíaco e acidente vascular cerebral, existem riscos urológicos associados ao uso inapropriado de anabolizantes, principalmente infertilidade, disfunção erétil, aumento das mamas e diminuição dos testículos. Esses efeitos geralmente são transitórios (geralmente 6 a 18 meses), mas podem demorar  até anos e existem relatos de efeito permanente.

    O mecanismo que leva à disfunção erétil e infertilidade pelo uso de anabolizantes é basicamente o mesmo. Para produzir a testosterona e fabricar os espermatozoides, os testículos recebem uma “ordem” através dos hormônios produzidos pela glândula-mestra localizada no cérebro (a hipófise). Acontece que, ao receber a testosterona externa (os anabolizantes), a nossa hipófise passa a entender que não precisa mais mandar os sinais de ordem para os testículos produzirem testosterona e espermatozoides.

    Mesmo com a interrupção do uso dos anabolizantes, uma vez que não há mais ordem da hipófise, os testículos continuam sem trabalhar, levando o homem a disfunção erétil e infertilidade. Com o passar dos meses, esse processo pode ir se revertendo de forma espontânea ou com a ajuda de medicações prescritas pelo médico.

     

    Em relação à próstata, acredita-se que, uma vez que a mesma sofre ações da testosterona, poderia haver algum acometimento desse órgão com o uso de anabolizantes. Postula-se, por exemplo, que poderia haver aumento do volume desse órgão com piora ou aparecimento de sintomas relacionados à micção como jato urinário fraco e cortado, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e aumento da frequência urinária. Apesar de não estar provado que os anabolizantes causam câncer de próstata, homens portadores da doença e não tratados adequadamente poderiam, em alguns casos, ter progressão do tumor com o uso dos anabolizantes.

    Fonte Portal da Urologia

    Dr. Fernando Gouvea – Médico Urologista

     

     

     

     

     

     

     

     

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  • Três Pontas tem hoje 65 pessoas com covid-19; Total de casos é de 747, com 668 curados e 14 óbitos

    Três Pontas tem hoje 65 pessoas com covid-19; Total de casos é de 747, com 668 curados e 14 óbitos

    Apesar dos abusos de parte da população (aglomerações) a tendência é de desaceleração do número de casos a exemplo do que ocorre no Sul de Minas.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta terça-feira (03) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o de curados. O número de óbitos permanece em 14.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, que ocorreu no dia 17 de abril, a cidade já contabiliza 747 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 668 já se recuperaram e, infelizmente, 14 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (03 de novembro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 65 pessoas estão com o vírus.

    *No boletim do dia 22 de outubro foi registrado o maior índice de contaminação num período de 24 horas, desde que a Secretaria Municipal de Saúde iniciou as divulgações via Boletim Epidemiológico na página oficial da Prefeitura. Foram 22 novos casos num único dia.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal é de 4.806.

    Duas pessoas seguem internadas com covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outra está com suspeita da doença na unidade de saúde. Há 63 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 201 dias. Isso dá uma média de 3,71 novos casos a cada 24 horas.

    14 mortes

    O Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na manhã da segunda-feira (19) que o décimo terceiro óbito causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima uma mulher de 84 anos. Não foi informado se a vítima tinha comorbidades. Já a décima quarta morte é de um homem de 67 anos. Como comorbidades ele apresentava obesidade, insuficiência renal crônica e imunodeficiência/imunodepressão.

    “Dos 14 óbitos por coronavírus em Três Pontas 9 tinham Diabetes!”

    Cuidados

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Mortes por Covid-19 vão a 952 no Sul de Minas; casos passam dos 35,7 mil, aponta Estado

    Mortes por Covid-19 vão a 952 no Sul de Minas; casos passam dos 35,7 mil, aponta Estado

    Mais 11 mortes e outros 362 novos casos de Covid-19 foram confirmados nesta terça-feira (3) na região.

    Mais 11 mortes e outros 362 novos casos de Covid-19 foram confirmados nesta terça-feira (3) no Sul de Minas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG). Os dados são referentes aos últimos quatro dias do feriado prolongado.

    Com os novos dados, a região chega a 35.786 casos confirmados da doença, com 952 mortes.

    Estes dados são referentes ao balanço publicado pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais e podem apresentar divergências com os já divulgados por prefeituras, devido a períodos diferentes de fechamento. O G1 Sul de Minas informa diariamente por volta de 11h os dados do Estado e ao final do dia, novos casos divulgados em boletins municipais.

    As novas mortes confirmadas pela SES-MG ocorreram em:

    • 53ª e 54ª de Alfenas
    • 5ª e 6ª de Campos Gerais
    • 5ª e 6ª de Monte Santo de Minas
    • 28ª de São Sebastião do Paraíso
    • 6ª de Santa Rita de Caldas
    • 5ª de Baependi
    • 3ª de Areado
    • 1ª de Bocaina de Minas

    Já os novos casos confirmados foram registrados em 66 cidades:

    • +33 São Sebastião do Paraíso
    • +24 Alfenas
    • +23 Três Pontas

    • +18 Pouso Alegre
    • +14 Passos
    • +13 Varginha
    • +12 Monte Sião
    • +11 Cruzília e Poços de Caldas
    • +10 Botelhos, Jacuí, São Lourenço e Três Corações
    • +9 Andradas, Campo Belo, Extrema e Guaxupé
    • +8 Itamonte e Lavras
    • +7 Campestre e Caxambu
    • +6 Campos Gerais
    • +5 Carmo de Minas e Elói Mendes
    • +4 Arceburgo, Borda da Mata, Itanhandu, Nepomuceno
    • +3 Monte Santo de Minas, Campo do Meio, Capetinga, Carmo da Cachoeira, Itajubá, Itaú de Minas, Juruaia, Muzambinho e Pouso Alto
    • +2 Bom Repouso, Carvalhos, Ijaci, Jacutinga, Munhoz, Nova Resende, Paraguaçu, Santo Antônio do Amparo e Soledade de Minas
    • +1 Santa Rita de Caldas, Alpinópolis, Alterosa, Boa Esperança, Brazópolis, Bueno Brandão, Cabo Verde, Caldas, Cambuquira, Claraval, Divisa Nova, Estiva, Guapé, Guaranésia, Jesuânia, Maria da Fé, Monte Belo, Ouro Fino, São João da Mata e Turvolândia

    Conforme os dados do Estado, Pouso Alegre segue liderando a lista de casos na região com 3.272 registros, sendo 74 mortes. Extrema tem 2.606 casos, com 28 mortes. Alfenas tem 1.989, com 54 mortes e Itajubá tem 1.584, com 59 mortes.

    Conforme a SES-MG, Minas Gerais tem 361.159 casos confirmados do novo coronavírus, com 9.050 mortes. Ao todo, 330.915 pessoas estão recuperadas da doença.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • POR QUE OS CASOS DE COVID-19 EM PACIENTES DIABÉTICOS PODEM SER MAIS GRAVES?

    POR QUE OS CASOS DE COVID-19 EM PACIENTES DIABÉTICOS PODEM SER MAIS GRAVES?

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares. Conexão tira as dúvidas nesta reportagem, com a participação do o médico endocrinologista do Hospital Santa Lúcia, Fernando Martins Alves, que atua na Emergência na área de Clínica Médica e no acompanhamento endocrinológico de pacientes.

    1 – Que relação já foi cientificamente apontada entre a diabetes e maior risco de letalidade por conta do Covid-19?

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    2 – O que pacientes diabéticos devem fazer caso suspeitem de infecção pelo coronavírus?

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    3 – Os efeitos mais intensos da Covid-19 também são sentidos por quem tem diabetes controlada?

    Qualquer pessoa pode apresentar os efeitos mais intensos da contaminação pelo coronavírus. Todavia, quem tem diabetes controlado corre o mesmo risco das pessoas sem diabetes.

    4 –O Santa Lúcia está preparado para atender a esse perfil de pacientes?

    Com certeza o Santa Lúcia está preparado. Temos o melhor corpo clínico e a melhor estrutura do Centro-Oeste e, mesmo antes da confirmação dos primeiros casos no Distrito Federal, o Hospital já tinha uma área com mais de 20 leitos com médicos específicos e equipe de enfermagem somente para esse tipo de pacientes. Além disso, se for necessário, a infraestrutura do Santa Lúcia permite que mais leitos de UTI sejam constituídos.

    5 – Ao que a população precisa estar mais atenta?

    Estamos em uma crise sem precedentes e precisamos ter todo o cuidado. Está na hora de ficarmos em casa. O número de casos já está aumentando e ainda estamos no início. Temos uma guerra pela frente e temos que estar preparados para ela.

    A Covid-19 está provando ser uma doença mais séria do que a gripe sazonal em todos, incluindo pessoas com diabetes. As precauções de segurança recomendadas são as mesmas da gripe, como lavar as mãos com frequência e cobrir tosses e espirros com um lenço de papel ou com o cotovelo. Não é recomendado o uso de máscaras faciais por pessoas que não estão infectadas.

    6 – O que fazer para cuidar de um membro da família infectado?

    Para pessoas com condições de saúde subjacentes, incluindo diabetes, os membros saudáveis ​​da família devem se comportar como se representassem um risco significativo para eles. Por exemplo, devem lavar as mãos antes de alimentá-las ou cuidar delas. Se possível, deve ser disponibilizado um espaço protegido para os membros vulneráveis ​​da família e todos os utensílios e superfícies devem ser limpos regularmente.

    Se um membro da sua família estiver doente, dê-lhes o próprio quarto, se possível, e mantenha a porta fechada. Tenha apenas uma pessoa cuidando deles e considere fornecer proteções adicionais ou mais cuidados intensivos para aqueles acima de 65 anos ou com condições de saúde subjacentes.

    7 – Quais os sinais de alerta de emergência?

    Se você desenvolver sinais de alerta de emergência para Covid-19, procure atendimento médico imediatamente. Nos adultos, eles incluem:

    • Dificuldade para respirar ou falta de ar;
    • Dor ou pressão persistente no peito;
    • Confusão ou incapacidade de despertar;
    • Lábios ou rosto azulados.

    Fonte Hospital Santa Lúcia

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  • Annita pode reduzir carga viral da COVID na fase inicial

    Annita pode reduzir carga viral da COVID na fase inicial

    O estudo foi liderado pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. ‘Temos um medicamento que é, comprovado cientificamente, capaz de reduzir a carga viral’, disse o ministro.

    governo federal fez uma apresentação no começo desta semana, no Palácio do Planalto dizendo ter comprovação científica sobre o uso do medicamento nitazoxanida para reduzir a carga viral em pacientes na fase precoce da covid-19. O estudo completo, no entanto, não foi apresentado e ainda não há qualquer publicação mais completa sobre a investigação.

    A coordenadora do estudo, Patrícia Rocco, professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, disse que o estudo ainda será publicado em uma revista científica. “Infelizmente, nesse momento não poderei relatar mais detalhe sobre o estudo já que ele foi submetido à uma revista internacional e isso faria com que perdêssemos o ineditismo, limitando a publicação. Entretanto, no Brasil continuam morrendo em torno de 500 indivíduos por dia”, disse.

    Rocco afirmou que a pesquisa foi submetida à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e também aos conselhos de ética de cada unidade hospitalar onde o estudo foi feito.

    Segundo Rocco, foram 1.575 voluntários. Foram admitidos os que tinham até três dias de sintomas da covid-19. Parte dos pacientes recebeu doses de 500 miligramas do medicamento, três vezes ao dia, por cinco dias. Outro grupo recebeu placebos – um “falso remédio” sem qualquer efeito.

    Segundo o governo, o estudo foi conduzido em centros de saúde de sete cidades, São Caetano (SP), Barueri (SP), Sorocaba (SP), Bauru (SP), Guarulhos (SP), Brasília (DF) e Juiz de Fora (MG).

    O ministro disse que o medicamento Annita não pode ser usado de forma profilática, ou seja, para prevenir a doença. “Estamos anunciando algo que vai começar a mudar a história da pandemia”, disse.

    Pontes afirmou ainda que ele mesmo foi voluntário nos testes. O ministro divulgou ter contraído a covid-19 no final de julho.

    Fonte Estado de Minas

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  • As ‘comorbidades silenciosas’ que podem levar pacientes com covid-19 à morte

    As ‘comorbidades silenciosas’ que podem levar pacientes com covid-19 à morte

    Em meio ao crescimento exponencial de infecções e mortes por covid-19 no Brasil, uma característica presente em diversos casos mais graves preocupa os profissionais de saúde: as comorbidades desconhecidas pelos pacientes.

    Segundo médicos ouvidos pela BBC News Brasil, são comuns casos de pacientes com doenças pré-existentes como diabetes, hipertensão e tuberculose que desconhecem tais comorbidades até serem internados com covid-19. Outra preocupação também é com aqueles que sabem da enfermidade, mas não fazem o tratamento adequado.

    Para os profissionais da área, a situação representa um retrato da saúde dos brasileiros e traz à tona questões culturais nas quais a atenção primária não recebe o devido cuidado. Para muitos pacientes, médicos e unidades de saúde devem ser procurados apenas em casos de doença.

    No contexto da covid-19, comorbidades como diabetes, obesidade, hipertensão, tuberculose, entre outros, aumentam o risco de agravamento do quadro do paciente. Para aqueles que não tratavam as enfermidades previamente, a evolução da doença causada pelo novo coronavírus pode ser ainda pior. Segundo especialistas, muitos desses casos poderiam não ter uma evolução tão grave se a pessoa fizesse o tratamento adequado da doença pré-existente.

    “A covid-19 se tornou um novo momento para muitos pacientes descobrirem questões ocultas sobre a própria saúde, principalmente aqueles que não se cuidavam ou não tinham acesso ao serviço de saúde”, declara a médica Denize Ornelas, diretora de comunicação da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.

    Ornelas frisa que um paciente com uma doença pré-existente que está controlada, por meio de tratamento, pode apresentar uma resposta melhor à covid-19. Ela pontua que, em casos de pessoas que não têm a comorbidade controlada, muitas vezes o médico precisa aliar o tratamento contra a covid-19 com medicamentos para a doença pré-existente. “Nesse caso, a atenção precisa ser ainda maior”, ressalta.

    Uma das principais formas de atenção primária no Brasil é o programa Saúde da Família, criado nos anos 90 por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa atinge cerca de 65% da população. O projeto, porém, enfrenta dificuldades como a sobrecarga de equipes em algumas regiões e a falta de hábito entre os brasileiros, que nem sempre compreendem a importância das medidas preventivas relacionadas à saúde.

    Doenças pré-existentes

    O infectologista Alexandre Naime, chefe de Infectologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu (SP), tem presenciado casos de pacientes com a covid-19 que desconheciam as próprias comorbidades. Ele revela que é comum acompanhar pessoas com sobrepeso, mas que não acreditavam que faziam parte do grupo de risco.

    “Infelizmente, temos notado muitos pacientes com a covid-19 que têm um IMC (Índice de Massa Corporal) que se enquadra na obesidade, mas não percebiam. Isso é preocupante. Estamos identificando muitas doenças, até então desconhecidas pelos pacientes, nas internações, como hipertensão e diabetes. São mazelas motivadas por hábitos ruins ou questões genéticas. Elas fazem com o que o paciente esteja no grupo de riscos da covid-19”, diz Naime.

    “Muitos não costumam buscar ou não conseguem acompanhamento médico antes da doença. Essas pessoas, normalmente, têm baixa percepção dos riscos de suas doenças, que incidem na população em geral. Nunca fizeram avaliação preventiva, nunca se preocuparam com o peso”, acrescenta o infectologista.

    Especialistas ouvidos pela reportagem apontam que obesidade, hipertensão e diabetes são as comorbidades desconhecidas, ou sem tratamento adequado, mais comuns entre pacientes com quadro grave de covid-19 — elas também são as doenças crônicas mais comuns entre os brasileiros em geral, conforme o Ministério da Saúde.

    Ainda segundo os especialistas, outras enfermidades como tuberculose, doença pulmonar obstrutiva crônica e problemas cardíacos também podem estar entre as mazelas desconhecidas por pacientes infectados pelo Sars-Cov-2, nome oficial do novo coronavírus, que são internados em estado grave.

    As doenças pré-existentes costumam ser descobertas em meio aos diversos exames feitos em pacientes internados com a covid-19.

    Para os médicos ouvidos pela BBC News Brasil, um dos principais motivos para que essas comorbidades não tenham sido descobertas previamente em diversos casos é porque são silenciosas. Desta forma, como muitos deixam de fazer exames preventivos, acabam descobrindo a mazela apenas quando sentem alguma dificuldade.

    “Nem todos têm acesso à atenção primária com facilidade no Brasil ou se preocupam em se prevenir. Por isso, é comum que descubram a doença apenas quando já está em estágio avançado, quando a saúde está descompensada. Isso tudo traz uma série de consequências, porque a pessoa não se cuida desde o princípio e isso pode aumentar riscos de infartos, derrames ou insuficiência cardíaca”, aponta o médico intensivista José Albani de Carvalho.

    Albani, que também está na linha de frente dos casos do novo coronavírus, trabalha em diferentes unidades de terapia intensiva (UTI) de São Paulo. Ele acompanhou casos de pacientes graves com o novo coronavírus que descobriram que possuíam comorbidades durante a internação.

    “Na realidade, a covid-19 só torna essa situação (da falta de diagnósticos para doenças pré-existentes) mais evidente. Isso é uma situação crônica, principalmente nas classes de menor poder econômico. Países pobres ou em desenvolvimento costumam sofrer com essa baixa prevenção”, afirma Albani.

    Em decorrência da pandemia do novo coronavírus, atendimentos considerados não essenciais estão sendo desmarcados nas unidades básicas de saúde. A atenção primária tem feito poucos procedimentos preventivos, pois o principal foco é o enfrentamento à covid-19.

    Em nota à BBC News Brasil, o Ministério da Saúde afirma que tem orientado os gestores locais de saúde que os atendimentos essenciais sejam mantidos e que os procedimentos eletivos, que não precisam de urgência, sejam adiados. A pasta pontua que uma das opções para continuidade dos atendimentos nas unidades básicas é a telemedicina, visitas domiciliares ou outras formas, desde que sejam adotadas as medidas de precaução adequadas.

    Fonte BBC Brasil

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  • Menos roubos e mais feminicídios: como a pandemia influenciou a violência no Brasil

    Menos roubos e mais feminicídios: como a pandemia influenciou a violência no Brasil

    O levantamento Anuário de Segurança Pública mostra mudanças nos dados da violência no Brasil no contexto da pandemia de COVID-19: crimes contra o patrimônio diminuíram, mas os assassinatos voltaram a subir.

    Uma mala e outras pequenas bolsas ficaram sobre a cama. Para a polícia, o quarto desarrumado era um indício de que Rosana* estava de saída. Mas não deu tempo. Seu marido invadiu a casa antes, quebrando o cadeado da porta. O boletim de ocorrência (BO), produzido pela Polícia Civil de Mato Grosso, narra que Rosana, de 46 anos, ainda tentou se trancar no quarto. Mas o marido, de espingarda, disparou contra a esposa, atingindo-a no lado esquerdo do peito. Ela ainda se sentou na cama, colocando a mão no local do tiro. Segundo vizinhos, em meio aos tiros, o suspeito ainda gritou: “É, Rosana, eu já te amei…”

    Esse feminicídio ocorreu em agosto deste ano, durante a pandemia de COVID-19, em uma cidade do interior de Mato Grosso. O principal suspeito do crime, segundo a investigação, é o marido da vítima, que fugiu. Ironicamente, o assassinato aconteceu no mesmo mês em que a polícia, coletivos e conselhos de direitos humanos faziam campanha para diminuir a violência doméstica no contexto do isolamento social, no chamado Agosto Lilás.

    No primeiro semestre deste ano, os feminicídios aumentaram 2% no país em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O relatório é produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública a partir de dados fornecidos por secretarias estaduais.

    De janeiro a julho, 648 mulheres foram assassinadas no Brasil em episódios classificados como feminicídio — quando o crime é motivado por violência doméstica ou discriminação por gênero.

    Para especialistas e profissionais que atuam no combate a esse tipo de crime, o isolamento social fez aumentar os delitos cometidos dentro de casa, como agressões, abusos e assassinatos. Isso teria ocorrido por causa de uma maior proximidade entre vítimas e agressores, além de uma maior dificuldade de realizar denúncias.

    Mas outros tipos de crimes também foram influenciados pela pandemia, segundo o relatório. Alguns deles, como roubos, diminuíram consideravelmente. Já outros, como homicídios, voltaram a crescer depois de um período em queda.A BBC News Brasil listou alguns desses delitos. Confira abaixo.

    1 – Feminicídio em alta, registros de violência doméstica em queda

    Os dados de violência doméstica parecem contraditórios. Enquanto os feminicídios aumentaram 2% e as chamadas de emergência subiram 3,8%, os registros de agressões feitos em delegacias diminuíram 10% no primeiro semestre deste ano.

    “É preciso tomar muito cuidado ao analisar esses dados, porque eles indicam claramente que houve um aumento da violência doméstica durante a pandemia, mas também um crescimento da subnotificação”, explica Silvia Chakian, promotora de Justiça na área de violência doméstica contra mulher do Ministério Público de São Paulo.

    Segundo ela, a alta de assassinatos de mulheres e ligações de emergência à polícia indicam uma intensificação das agressões. “Normalmente, a vítima ou alguma testemunha liga para a polícia quando a situação fica violenta. No caso do feminicídio, é mais difícil haver subnotificação, embora em alguns lugares a polícia ainda tenha dificuldade para classificar esse crime”, diz.

    Por outro lado, a queda dos boletins de ocorrência apontam uma dificuldade maior das vítimas em conseguir formalizar uma denúncia à polícia, segundo Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Antes da pandemia, as ocorrências só eram produzidas pessoalmente, na delegacia. Em alguns Estados, isso continua.

    “Com as medidas de isolamento social, as mulheres em situação de violência ficaram confinadas com os agressores, sem possibilidade de sair de casa, e de circular para ir até uma delegacia. Além disso, a pandemia afetou também a polícia, com inúmeros casos de agentes afastados por doença, gerando uma alteração no atendimento das delegacias”, diz.

    Para Silvia Chakian, medidas como boletins de ocorrência produzidos pela internet facilitam as denúncias. “Na pandemia, o Estado de São Paulo abriu a possibilidade de BO online, mas essa não é uma realidade no país inteiro. As pessoas não conseguem denunciar. É preciso fortalecer esses canais para facilitar que mulheres em situação de violência possam pedir ajuda”, diz.

    2 – Homicídios voltaram a crescer

    Nos últimos dois anos, o número de crimes contra a vida no Brasil estava em queda. As mortes violentas intencionais (MVI), por exemplo, tinham caído 17,7% no ano passado, em comparação com 2018 — no total, 47.773 pessoas foram assassinadas no país em 2019.

    Mas agora o cenário se inverteu. Esse tipo de crime cresceu 7,1% nos primeiros seis meses de 2020, quando 25.712 pessoas foram vítimas de mortes violentas intencionais — uma morte a cada 10 minutos.

    Em parte, o crescimento foi puxado pelo Ceará, que registrou 96,6% de alta em relação ao ano anterior. O Estado viveu, no início do ano, uma grave crise de segurança pública, quando policiais militares ficaram em greve por 13 dias.

    Para Luiz Fábio Paiva, professor de Sociologia e pesquisador do Laboratório de Estudos da Violência da Universidade Federal do Ceará, a pandemia também teve uma influência na produção de homicídios.

    “Em relação ao Ceará, a pandemia chegou num momento em que havia uma reorganização do crime e um reajuste da relação de forças entre as facções criminosas. A pandemia mudou a dinâmica econômica dos mercados ilegais. Os grupos armados tiveram que fazer ajustes em sua atuação, inclusive para sobreviver durante a pandemia, o que pode ter gerado tensões e incremento de conflitos”, explica.

    Samira Bueno concorda que a alta de homicídios pode ter a ver com mudanças provocadas pela covid-19. “A pandemia mexeu com os negócios ilícitos, como o tráfico de drogas, que precisou se adaptar. É possível que o tráfico tenha tido mais dificuldade para se reabastecer, ou novas disputas tenham ocorrido. Algo pode estar acontecendo nesses mercados, e é provável que só saibamos o que ocorreu no futuro”, explica.

    Por outro lado, as mortes em decorrência de operações policiais também cresceram — 6% nos primeiros seis meses do ano, com 3.181 vítimas. Os policiais também morreram mais neste período — foram 110 novas mortes, alta de 19,6%.

    3 – Menos assaltos a casas e comércio

    Já os crimes contra o patrimônio tiveram uma queda considerável no primeiro semestre deste ano.

    Roubos a pedestres, por exemplo, diminuíram 34%, segundo o Anuário da Segurança Pública. Assaltos a carros caíram 22,5%, e roubos de cargas, 25,7%.

    Já os assaltos a residências registraram uma queda de 16%, enquanto houve 18,8% menos roubos ao comércio.

    “A diminuição dos crimes contra o patrimônio é uma clara influência da pandemia. Como o comércio estava fechado e havia menos pessoas circulando nas ruas durante a fase mais restrita da quarentena, os criminoso tiveram menos oportunidades para agir. O isolamento dificultou a ação de pessoas que atuam nessa área”, explica a pesquisadora Samira Bueno.

    4 – Polícia rodoviária apreendeu mais drogas

    Outra estatística possivelmente afetada pela pandemia de covid-19 foi a apreensão de drogas ilegais.

    A Polícia Federal (PF), que fiscaliza aeroportos, fez menos apreensões de drogas, provavelmente por causa da diminuição do número de voos. Porém, o volume de maconha apreendido quase dobrou em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 217 toneladas. Em relação à cocaína, houve uma queda de 2,3%.

    Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atua em estradas e rodovias, aumentou bastante suas apreensões. No primeiro semestre, o volume de cocaína apreendida pela PRF cresceu 56,7%, atingindo 14 toneladas. Já a quantidade maconha presa pelo órgão aumentou 128%, chegando a 316 toneladas.

    Para Samira Bueno, um fluxo menor na quantidade de carros e caminhões nas estradas pode ter influenciado o incremento das apreensões.

    “Com isolamento social e rodovias mais vazias, a PRF conseguiu ser mais efetiva na fiscalização. Uma hipótese que trabalhamos também é que, com menos voos, houve uma diminuição do tráfico por esse meio, e um aumento do transporte de drogas por vias terrestres”, afirma.

    Para Marcelo Campos, professor da UFGD e do Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos, da Universidade Federal Fluminense, o aumento das apreensões não significa que o uso de drogas ilegais tenha caído.

    “Esse aumento de apreensões ocorre há certo tempo, mas não há uma correlação de que apreender mais diminua o uso, como mostrou a guerra às drogas nos Estados Unidos. Um horizonte de mudança na política de drogas e no proibicionismo, como vem ocorrendo em vários locais dos Estados Unidos, é o que nos faz ter esperança (de diminuição da violência), e não o aumento de apreensões”, afirma.

    Fonte G1

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  • COMENTANDO: MAIS UM ACIDENTE NA “ARMADILHA” DO TREVO PADRE VICTOR E AGORA COM MORTE. SERÁ QUE AGORA VÃO “ARRUMAR AQUELA VERGONHA”?

    COMENTANDO: MAIS UM ACIDENTE NA “ARMADILHA” DO TREVO PADRE VICTOR E AGORA COM MORTE. SERÁ QUE AGORA VÃO “ARRUMAR AQUELA VERGONHA”?

    Já perdi as contas de quantos acidentes aconteceram naquele trecho extremamente mal projetado no Trevo Padre Victor, uma das principais vias de acesso e de entrada para a nossa cidade. Eu mesmo já registrei jornalisticamente mais de 20 acidentes. Recentemente havia sido um caminhão carregado de cimento.

    O que eu quero entender é por que até agora não foram tomadas as providências necessárias? E não é questão de apontar ou culpar prefeito A ou B ou outros órgãos. Até porque ali é jurisdição do Governo do Estado de Minas Gerais. E certamente o DER possa solucionar a questão.

    Se eles enrolarem pra fazer, como de costume, penso que o Município poderia, através de seus deputados, cobrar uma ação junto ao Governador Romeu Zema. Não dá pra esperar mais. Uma vergonha para a nossa cidade, na “cozinha da nossa casa”.

    Muitos passaram pelo cargo de prefeito e o problema não foi solucionado junto ao Estado. Será que agora vão resolver? Tomara que sim! O atual gestor municipal é um cara bem intencionado e espero que não faça vistas grossas. Que ele cobre junto aos órgãos competentes os reparos devidos no local. E se o Estado não quiser fazer, que o Município pegue uma autorização e faça ele mesmo!

    Antes muitos cobravam: “vão esperar morrer alguém para que se faça algo?” E agora que uma mulher morreu? E de uma maneira absurda, ridícula e que poderia ser totalmente evitada? Certamente os familiares entrarão com pedido de indenização. Embora a indenização não traga a pessoa amada de volta.

    O Acidente Fatal

    Janice Maria Nogueira, de 56 anos (cheia de vida, residente em Boa Esperança) estava no banco de trás de um carro que seguia de Varginha para Boa Esperança no último domingo, quando o automóvel, ao fazer o contorno do Trevo Padre Victor, saiu da pista de rolamento e caiu numa vala.

    É fato que muitos motoristas entram no trecho de forma imprudente e acelerando, ou já imprimindo alta velocidade. E foi o que ocorreu nesse caso. O motorista de 29 anos de idade fez, segundo a Polícia Rodoviária Estadual, teste do bafómetro que deu negativo.

    Além do condutor estavam três mulheres no veículo. Duas sofreram ferimentos leves, mas Janice não resistiu e, depois de ser encaminhada ao Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas, pelo SAMU, acabou falecendo.

    As ocorrências que ali se consumam são conduzidas pela PRE que, por se tratar de uma rodovia estadual, tem jurisdição sobre a via. O problema já deveria ter sido resolvido há tempos, antes de uma morte ser consumada.

    Muitas pessoas se mostraram indignadas com o ocorrido, dentre elas um comerciante de gás da cidade. Ele lamentou a tragédia, disse que um grande manifesto deveria ocorrer ali e que, inclusive, colocaria seus caminhões para apoiar o protesto. “Aquilo ali é um absurdo, uma vergonha, e o que aconteceu agora é inadmissível. Uma armadilha para matar gente inocente, isso é triste demais e me revolta muito”, disse ele.

    Será que agora, depois do leite derramado, ou pior, do sangue derramado, de uma morte confirmada, vão resolver o problema? Problema que parece ser de fácil solução, segundo alguns especialistas. Cadê o Governo de Minas?

    Por que ninguém resolveu esse problema há 15, 10, 5 anos ou depois que aquele caminhão tombou nos últimos dias?

    A terceira pista entre Três Pontas e Varginha virou uma arma eleitoreira e nunca se concretizou. Ninguém acredita mais. Será que o mesmo ocorrerá no Trevo Padre Victor?

    Com a palavra aqueles que são responsáveis pela vida, ou melhor, pela “vala”…

    Que Padre Victor interceda por nós!

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  • Bombeiros são acionados para resgate de vítima de afogamento no Pontalete

    Bombeiros são acionados para resgate de vítima de afogamento no Pontalete

    Bombeiros foram acionados na tarde desta quarta-feira (27) para resgate de uma vítima que teria se afogado na região do Pontalete. De acordo com as primeiras informações um rapaz estava nadando num determinado ponto da represa de Furnas quando teria imergido.

    Equipes dos bombeiros militares estiveram no local. Mergulhadores de Varginha fazem buscas. A identidade da pessoa não foi divulgada nem pelos bombeiros nem pela Polícia Militar.

    Uma moradora da região relatou ao Conexão que a vítima era seu conhecido. “Realmente teve um afogamento. O moço deixou a moto no porto de Eloi Mendes, nadou até a ilha e quando estava quase chegando na ponte mais próxima ele afundou. Um amigo ainda tentou salvá-lo mas não deu. Os bombeiros estão do outro lado fazendo a busca”, relatou a mulher durante a operação desencadeada pelo Corpo de Bombeiros.

    Em contato com o Corpo de Bombeiros, foi passado para nossa reportagem, pelo Segundo Sargento Macedo, que de fato dois amigos sairam para nadar na Represa de Furnas. “Eles tentaram atravessar de um determinado lado até outro. E chegando na margem, a cerca de 50 metros, um deles começou a se sentir mal, dizendo que estava muito cansado e que não iria conseguir nadar mais. O amigo tentou segurá-lo pelo braço e não conseguindo acabou indo até a margem e pegando um pedaço de pau no intuito de resgatá-lo. O amigo fez o que podia fazer, mas não evitou que o amigo afundasse e se afogasse, temendo também pela própria vida. Ele então saiu para buscar ajuda”, revelou o Sgt. Macedo.

    Além dos homens dos Bombeiros por terra, uma aeronave ajudou nas buscas (5 militares ao todo). Foram utilizados diversos equipamentos de mergulho, como máscaras e roupões. Ainda conforme o chefe da operação de resgate o corpo de Renato Reis Oliveira, natural de Elói Mendes, 26 anos de idade, foi encontrado e resgatado. “Ele estava há apenas 7 metros de distância da margem e há cerca de 2 metros e meio de profundidade. Infelizmente mais uma vida perdida”, concluiu o bombeiro militar.

    O serviço de perícia foi acionado e posteriormente o corpo foi liberado para a funerária.

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  • Motorista morre em capotamento na zona rural de Três Pontas

    Motorista morre em capotamento na zona rural de Três Pontas

    Um grave acidente de trânsito foi registrado pela Polícia Militar de Três Pontas na noite da última segunda-feira (26) na região da Fazenda Pinheiros, zona rural da cidade. De acordo com as informações dos profissionais de resgate um veículo Voyage, com placas de Campos Gerais, acabou capotando e tirando a vida de seu condutor.

    José Afonso Mesquita, de 58 anos de idade, estava sozinho no veículo e não utilizava o cinto de segurança. Com o capotamento seu corpo foi parcialmente arremessado para fora, sendo comprimido pelo automóvel.

    Ainda segundo o resgate a vítima teria sofrido esmagamento do crânio e também do pescoço.

    O SAMU e os Anjos da Vida Socorristas Voluntários estiveram no local. Profissionais da Polícia Civil realizaram o serviço de perícia.

    As causas do acidente serão investigadas.

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  • NO SUL DE MINAS: Jovem é atingido por raio ao tentar empurrar carro que tinha acabado a gasolina

    NO SUL DE MINAS: Jovem é atingido por raio ao tentar empurrar carro que tinha acabado a gasolina

    Bruno Wellerson Goulart dos Santos estava acompanhado de três adultos e duas crianças de colo; vítima foi socorrida por populares

    Um jovem de 22 anos está em estado grave após ter sido atingido por um raio na tarde deste domingo (25), em Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas. O caso aconteceu quando Bruno Wellerson Goulart dos Santos estava tentando empurrar o veículo, que tinha acabado a gasolina. A vítima foi socorrida por populares e levada para o hospital da cidade.

    De acordo com a polícia, Bruno estava acompanhado de três adultos e duas crianças de colo. O carro estava na Rua Pedro Faria. “O veículo que a vítima estava teria apresentado problemas e no momento em que ele desceu do carro foi atingido por uma descarga elétrica produzida por um raio”, diz Clemente Alves, tenente da Polícia Militar.

    O áudio de um dos homens, que passava pelo local, circulou nas redes sociais. “Quando saímos da pousada, estava chovendo muito e houve um estrondo muito forte. Mas continuamos o caminho, no sentido da rodovia. Logo à frente, um pessoal estava fazendo sinal para parar e pedia por socorro. Quando chegamos perto, tinha uma pessoa em estado grave. Tinha acabado a gasolina do carro e dois jovens estavam empurrando o carro. O raio atingiu um desses jovens”, explica a testemunha.

    A vítima foi socorrida por populares e levada para o Hospital São Vicente de Paulo. “Nós colocamos ele na caminhonete e levamos para o hospital. Ele já estava ficando roxo. Foi um desespero”, completa.

    Ainda de acordo com a polícia, o jovem foi transferido para a Santa Casa de Passos.

    Fonte Estado de Minas

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