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Antecipando a semana de atividades do Congresso, no dia 21 de abril, no Via Café Garden Shopping, alunos de Medicina Veterinária em parceria com a Purina estiveram orientando a comunidade quanto aos cuidados que devem ser tomados com animais domésticos, além de terem oferecido brindes e a oportunidade de tirar fotos personalizadas com o seu bichinho.
Apresentações Musicais
Até o dia 27 de abril o Conservatório Estadual de Música de Varginha realizará apresentações musicais diárias, marcando o início das atividades do Congresso. E tem mais música! Além de apresentações do Coro Cênico do Grupo Unis, bandas regionais têm sacudido o evento explorando os mais variados gêneros musicais. Acompanhe a programação de hoje:
Gastronomia
Na quarta edição do Congresso a praça de alimentação buscou explorar mais as opções gastronômicas que podemos encontrar em nossa própria região, apoiando e divulgando a qualidade dos serviços estão presentes em nossa cidade. Todos os dias a praça de alimentação conta com stands do Nakazza Temakeria, Vida Viva, Codeva, Art Burguer e Vimi Café.
Seguindo o ideal da internacionalização constantemente reforçado pelo Grupo Unis como instrumento de crescimento e aprendizado, o Congresso traz mais uma edição da tradicional Feira das Nações. Os estudantes apresentam a cultura, economia, curiosidades e culinária de vários países como Espanha, Argentina, Portugal, Bolívia, Itália, México, Uruguai, Brasil, etc. Em cada stand é possível experimentar comidas típicas de cada país. Os alunos intercambistas também participam do projeto, expondo através de stands as particularidades e costumes das regiões do Brasil.
Entretenimento
Em se tratando de entretenimento e cultura o Congresso também não deixa a desejar. Atividades como rodas de capoeira, tiro ao alvo, arco e flecha e sorteios de brindes estarão acontecendo durante todos os dias do evento. Além disso, ao lado do local de credenciamento do Congresso serão arrecadadas rações caninas em prol do sítio da Dona Maria José Semionato, que hoje abriga 200 animais abandonados. Toda a ração arrecadada será encaminhada pela Associação 3A (Associação de Amigos de Animais de Varginha).
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A contraindicação da vacina é para quem tem alergia severa a ovo.
A vacina desse ano tem a possibilidade de proteger contra três tipos de vírus da gripe: o Influenza A, nas variações H1N1 e H3N2 e influenza B. Para o ministério, o acréscimo da proteção contra o H3N2 acontece após a infecção de 47 mil pessoas no hemisfério norte, em janeiro, mas no Brasil, segundo Carla Domingues, coordenadora-geral do programa de imunização do ministério, “não há nenhuma evidência que teremos uma circulação forte do H3N2”.
O Ministério da Saúde confirmou também que o Dia D será no próximo dia 12 de maio, quando ocorre a mobilização nacional. No dia, os 65 mil postos de vacinação do país estarão em funcionamento. A meta, segundo o ministro Gilberto Occhi, é distribuir 100% das doses para todo o público-alvo e, se eventualmente houver uma sobra de vacina, as demais pessoas serão imunizadas.
O Ministério da Saúde adquiriu 60 milhões de doses da vacina que serão entregues em etapas aos estados. A previsão do governo é de 25 milhões delas já estariam à disposição no início da campanha.
A Região Centro-Oeste receberia 60% das doses de vacina. No mesmo período, a previsão é de que a Região Sul teria 54% do total. A Região Norte deve receber 50% do número de doses. Já no Sudeste e Nordeste a porcentagem prevista de entrega das doses é de 36% e 35%, respectivamente.
No ano passado, o país confirmou 394 casos confirmados de contaminação por uma das três variações da influenza. Ao todo, segundo a Saúde, 66 pessoas morreram.
Já em 2018, dos 392 casos de influenza registrados em todo país, 62 resultaram em óbitos. Do total, 190 casos e 33 mortes foram por H1N1. Em relação ao vírus H3N2 foram 93 casos e 15 mortes.
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É com a simpática presença de Savana, a cachorra de estimação de um amigo, que um músico mineiro começa seu novo clipe com um pedido especial. Adriano Kamy, de 35 anos, é de Três Pontas (MG) e sonha em cantar sua música com o rei Roberto Carlos, ídolo desde a infância. Feito em plano sequência, sem corte entre as cenas, o clipe segue pelos cômodos da casa de Kamy. Em recados sutis, seja com a imagem do rei em uma televisão, ou a mensagem “Canta Rei” escrita na bateria, o músico apresenta seu sonho e pede ajuda de amigos nas redes sociais.
“Tivemos essa ideia louca de juntar muitas pessoas, com a Savana, a cachorra de um amigo, e meu sonho antigo. A ideia foi fazer alguma coisa diferente, que chamasse atenção. Misturamos o pedido de cantar com o rei com um clipe cheio de surpresas”.
Parte do terceiro álbum de Kamy, a letra de “Pra Sempre” foi inspirada na canção “Chegaste”, sucesso de Roberto Carlos em parceria com Jennifer Lopez. Foi em um final de semana em um sítio com um amigo que veio a inspiração.
“É uma composição minha com o Heitor Branquinho, outro músico de Três Pontas. Eu ouvi essa música no rádio, achei ela linda. Então a gente teve essa inspiração e começou a escrever ‘Pra Sempre’. O nome, inclusive, é o mesmo de um disco do Roberto”. O álbum foi lançado por Roberto Carlos em 2003 e vendeu mais de 1,5 milhões de cópias.
Boas parcerias já marcaram a carreira do músico mineiro, que lançou o primeiro álbum em 2010. Logo no primeiro trabalho, cantou ao lado de Milton Nascimento e Wagner Tiso. Também fez uma turnê ao lado do compositor Wilson Sideral em 2014.
Com influências que vão do Clube da Esquina ao rock inglês, Adriano Kamy já teve destaque em programas nacionais e festivais de música.
Não faltou ajuda de amigos que embarcaram no sonho de Kamy. Seja nas 63 pessoas envolvidas na produção do clipe, ou nas mais de 250 mil visualizações do vídeo, Kamy encontrou apoio de toda parte para o sonho que começou ainda criança.
“A primeira música que me lembro de ouvir no violão foi do Roberto, aos 6 ou 7 anos. Um amigo da minha família tocou essa música e eu fiquei louco com ela. Foi o que me incentivou até a começar a carreira musical. Acho que era Calhambeque”.
Para fazer o clipe chegar até o rei, Adriano corre por dois caminhos. O primeiro é o contato com amigos e pessoas próximas ao cantor. Mas a grande aposta fica nos pedidos do público nas redes sociais, que já compartilhou o vídeo mais de 3 mil vezes, sem contar em grupos de mensagens.
O músico se mostra positivo na resposta do rei. “Já tenho alguns feedbacks positivos que em dias ou semanas o clipe vai chegar até ele de uma maneira legal”.
Seja em um palco ou em um simples encontro, Kamy espera que o rei tenha um olhar especial e aceite cantar sua música. “A ideia é de cantar essa música com ele, que fiz especialmente pra ele. Tudo é pra mostrar o quanto me influencia. Vem desde a infância e virou repertório com várias músicas nos meus shows, faz parte da minha vida. Mas seja lá o que o rei decidir, é ele quem manda. Só de conhecer meu trabalho já é muito importante pra mim”.
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O atleta trespontano Mauro Cunha, muito conhecido por todas as cidades da região pelo seu Levantamento Terra e seu Agachamento, brilhou neste último final de semana em São Paulo. De 20 a 22 de abril foi realizada a maior competição do mundo fitness no Transamérica Expo Center, o Arnold Classic South America, que reúne competições de diversas modalidades, palestras e expositores de suplementos e produtos para musculação.
O Arnold Classic South America tem a assinatura do astro mundial do cinema e ex-governador americano Arnold Schwarzenegger. Pelo segundo ano consecutivo é realizado na capital paulista, já que em anos anteriores acontecia no Rio de Janeiro. Musas e astros do mundo fitness sempre marcam presença, como Gracyanne Barbosa, Bruno Moraes, Juju Salimeni e o próprio “Exterminador do Futuro”. Na edição deste ano o trespontano Mauro Cunha colocou seu nome na história da competição elevando o nome da cidade de Três Pontas. Mauro Cunha sagrou-se Campeão Brasileiro no maior evento fitness do mundo.
TRAJETÓRIA
Mauro Cunha começou a participar dos campeonatos no ano de 2016 em Carmo da Cachoeira na Studio Fitness, conseguindo a primeira colocação no agachamento com 90 kg de cada lado. Em maio de 2017, no segundo campeonato sul mineiro de peso extremo, destacou-se fazendo um levantamento terra, oficialmente conhecido por deadlifting, com peso de 280 kg usando cinta de apoio na barra e conquistando o segundo lugar no agachamento com 200 kg. Em julho de 2017, na academia Mega Shape em Três Pontas, sua primeira apresentação em casa, sagrou-se campeão geral masculino no leg press com 100 kg, executou 240 repetições e pela primeira vez no supino, conquistou o segundo lugar, executando um movimento com 65 kg de cada lado. Em agosto de 2017, já se preparando para o Campeonato Mineiro de Powerlifting e Deadlifting, voltou em Carmo da Cachoeira no terceiro campeonato de supino e agachamento da Studio Fitness e conquistou o segundo lugar no agachamento com 190 kg e o segundo lugar no supino com 160 kg no total.
Mauro Cunha começou a praticar a musculação há dois anos quando pesava 70 kg, a partir de uma aposta familiar de brincadeira de quem quer mudar, muda! Passou a praticar os exercícios com apenas cinco faltas em dois anos, Mauro procurou um grande amigo e parceiro, vice-campeão panamericano de fisioculturismo, Flávio Vitor, para ser seu treinador. Hoje treinam todos os dias das 6 às 8 horas, no centro de treinamento para atletas Matrix Hardcore Training.
Mauro Cunha também filiou-se na Associação Mineira de Levantamentos Básicos, filiada à Confederação Brasileira de Levantamentos Básicos com sede em Pouso Alegre, Minas Gerais, tendo como presidente Edson Carlos de Paula. Como atleta federado Mauro Cunha participou também do Campeonato Mineiro de Powerlifting e Deadlifting na cidade de Pouso Alegre, sua primeira experiência em um campeonato oficial, valendo vaga para o Campeonato Brasileiro, enfrentando atletas de alto nível estadual nas modalidades e até um campeão brasileiro de 2015, Thiago Miranda Rodrigues.
Por ter participado do Campeonato Mineiro 2017 a Federação Mineira de Levantamentos Básicos convidou o trespontano para participar do Arnold Classic 2018 no Campeonato Brasileiro de Powerlifiting Equipado (onde competiu sem equipamentos, no estilo RAW), competindo contra atletas de MG, SP, PR e SC.
Na categoria novos 40 a 49 com peso corporal até 105 kg sagrou-se Campeão Brasileiro 2018 com a marca de 590 kg dividido em três modalidades: agachamento, supino e levantamento terra.
Mauro Cunha compete na categoria open até 105 kg. Ele faz questão de agradecer todas as pessoas que fazem parte dessa grande mudança que ele chama de equipe, pois, não teria chegado tão longe, elevando o nome de Três Pontas para o mundo sem eles.
“Como prometido fiz meu melhor, 200 kg no agachamento, 130 kg no supino, e 260 kg no deadlifiting, melhor atleta Wilks da categoria, Campeão Brasileiro 2018 categoria Novos até 105 kg de peso corporal. Três Pontas pode brilhar sim! Eu provei isso e tantos outros grandes atletas de ontem, de hoje e do amanhã. Muito obrigado família, amigos, técnicos Eduardo kramm, Flavio Vitor Matrix e a empresa que mais acredita na capacidade dos trespontanos e se preocupam com o futuro da cultura de nossa cidade: MUNDIAL TINTAS E FERRAMENTAS”, disse Mauro Cunha.
Parabéns ao nosso mais novo campeão, o primeiro trespontano a brilhar no topo do Arnold Classic South América, evento que há três anos tem a cobertura presencial do Conexão Três Pontas.
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O destino do ex-governador de Minas Eduardo Azeredo (PSDB) será decidido hoje pelos cinco desembargadores da 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJMG), que julgam os embargos infringentes apresentados pela defesa. O político foi condenado a 20 anos e um mês de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro e, se confirmada a decisão de segunda instância, a pena pode começar a ser executada ainda nesta semana. Ontem o ex-governador disse esperar ser inocentado. “Que a justiça seja feita reconhecendo a minha inocência.”
O resultado do julgamento dos embargos, que são os últimos recursos no TJMG, será conhecido 11 anos depois de a primeira denúncia ser feita ao Supremo Tribunal Federal (STF). A acusação da Procuradoria-Geral da República foi aceita em 2009, quando Azeredo era senador por Minas Gerais. Em fevereiro de 2014, quando era deputado federal, o tucano renunciou ao mandato, após a PGR entregar as alegações finais do processo ao STF. Sem o foro privilegiado, Azeredo teve seu caso enviado para o Tribunal de Justiça mineiro, onde recomeçou. Na ocasião, ele disse, em carta, considerar injustas e agressivas as acusações.
O ex-governador é acusado de ter desviado R$ 3,5 milhões em recursos de três estatais mineiras para sua campanha à reeleição em 1998. Ele teve a condenação confirmada pela 5ª Câmara Criminal do TJ em agosto de 2017. Na ocasião, com dois votos pela condenação e um pela absolvição, os desembargadores reduziram em nove meses a pena da primeira instância.
No recurso interposto por Azeredo, a defesa requer a absolvição do tucano e, se isso não ocorrer, a revisão da dosimetria das penas para o mínimo legal. Também pede que a Justiça reconsidere a expedição de mandado de prisão contra o político. “A defesa espera que amanhã (hoje) os desembargadores entendam pela prevalência do voto do desembargador Alexandre Carvalho, dando provimento aos embargos infringentes, com a consequente absolvição do ex-governador”, disse o advogado Castellar Modesto Guimarães Neto. Ele afastou a hipótese de o tucano ser preso ainda nesta semana. “Não trabalhamos com essa possibilidade porque temos convicção na reforma da decisão.”
O Ministério Público de Minas Gerais pede a aplicação imediata da prisão, após o esgotamento dos recursos no TJMG. Em parecer, o MP opina pelo conhecimento do recurso de Azeredo, mas pela não aceitação da rediscussão da pena e da aplicação da prisão em segunda instância. Assinado pelo procurador de Justiça Antônio de Padova Marchi Júnior, o parecer é pela condenação do tucano três vezes pela pena de peculato e seis vezes como incurso em lavagem de dinheiro. A dosimetria também é definida levando em conta a “continuidade delitiva” dos crimes de peculato.
DENÚNCIA
No caso que ficou conhecido como o mensalão mineiro, o MP denunciou Azeredo como principal beneficiário do desvio de recursos do governo do estado. O esquema, operado pelo publicitário Marcos Valério, segundo o MP, foi executado por meio de contratos superfaturados. Segundo as investigações, foram desviados R$ 1,5 milhão de duas estatais.
A decisão do STF que levou à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no início de abril reafirmou o entendimento de que a execução provisória da pena, quando ainda não houve o trânsito em julgado do processo, é válida.
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Paladas de Alexandria disse que “Muita coisa acontece entre o cálice e o lábio”. Com esse pensamento a primeira coisa que me ocorreu foi o universo poético entre o cálice e o lábio: a chegada de um vidro fino, o toque, a vinda não de um copo, mas, de um cálice, que conserva na sua palavra algo doce, fino, elegante, e que pode transportar desde a bebida mais simples, ao amargo do veneno, ou ser o calar de uma boca.
Esse espaço pode ser o início da celebração de uma alegria, de uma vitória, de uma data, um evento qualquer que traga alegria àquele que vai começar a beber. Pode também traduzir o infortúnio, a desgraça, o desafogo de esperanças, a perda de um amor, irremediavelmente. Pode ser o veneno que vai dar fim a uma vida inteira, repleta de desilusões para consigo mesma e parar com o mundo. A bebida e o cálice são do alcoólatra, do suicida, do refinado, sem distinção.
Esse espaço poético é grandioso e ao mesmo tempo assustador. Da sua imagem somente o contorno do cálice e a boca se abrindo para receber o seu líquido. Como uma dupla inseparável, pronta para lutar, ambos, pelo seu espaço na poesia. Ao cálice, a tarefa de erguer um brinde, de ser beijado pela boca seca e ardente do beberrão, do alpinista social, ou simplesmente de alguém de bem com a vida e mais nada a desejar deste mundo, confortavelmente sentado em frente a uma lareira, um alpendre, a deixar a imaginação viajar pelo nada.
Também este cálice esteve a serviço do Mestre. Envolto, simbolicamente, na atitude e na dúvida do Filho de Deus diante da missão a ser cumprida. Em um último apelo Ele pede que aquele cálice se afaste da Sua boca e Ele possa evitar a Sua entrega em nome de outros, recusando-se a manter o Seu destino e, em determinado momento, se revoltar diante dele.
A Este lábio se juntou um cálice, um calar-se, como um grito de dor e de angústia, quando vivemos as duras penas de um regime militar, que o cantor eternizou em sua letra, pedindo ao mesmo Pai que Ele afastasse dali aquele medonho compromisso de lutar pela liberdade civil de muitos, de beber a bebida amarga do infortúnio.
Enfim, muitas coisas acontecem no pequeno espaço que se espreme entre o cálice e o lábio. Poeticamente perfeito, por menor que seja, encerra uma musicalidade insuperável.
Aos poetas é dado beber de um cálice, onde se inspiram para as realizações. Ao criador de histórias, um cálice vale mais do que muitas fortunas. É bebendo um líquido afogueado, ou adocicado de um belo vinho, que a inspiração finalmente venha até os lábios e se transforme, pelas mãos do artista, evoluindo de um calar-se para um falar interminável.
Nilson Lattari
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A faixa mais rica da população brasileira, correspondente a 1% do total, ganhou 36,1 vezes mais do que a metade com menos dinheiro, faturando, em média, R$ 27,2 mil por mês, enquanto o rendimento mensal dos mais pobres foi de R$ 754, cerca de 0,7% da renda total. De acordo com o instituto, o valor, apesar de alto, é menor do que o obtido em 2016: na época, era 36,3 vezes maior.
A renda média per capita foi reduzida em 2017, passando de R$ 1.285 em 2016 para R$ 1.271, uma queda de 1,09%. O IBGE aponta que se a distribuição de renda no país fosse igualitária, cada pessoa receberia por mês cerca de R$ 2,1 mil.
Em todas as regiões do país, com exceção do Sudeste, que registrou uma ligeira queda na concentração de renda, houve aumento na desigualdade social.
Para analisar a desigualdade nas regiões do Brasil o IBGE considerou o Índice de Gini, um indicador que vai de 0 a 1, sendo que 0 significa uma distribuição perfeita de dinheiro e 1 a pior possível. A região Sudeste teve nota 0,529, enquanto a região Nordeste ficou em 0,567, Norte com 0,544, Sul com 0,477 e Centro-Oeste com 0,523.
Cerca de 60% da população brasileira teve, em 2017, algum tipo de fonte de renda. O número de pessoas que teve rendimentos vindos do trabalho caiu, passando de 42,4% para 41,9%, enquanto a parcela que teve acesso ao dinheiro vindo da aposentadoria cresceu, saindo de 13,9% para 14,1%. A pensão alimentícia, a mesada e a doação não registraram aumento, ficando em 2,4%. Os alugueis tiveram um pequeno aumento em relação a 2016, saindo de 1,8% para 1,9% no ano passado.
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Além do reajuste anual, o processo de revisão, previsto nos contratos de concessão, é promovido de cinco em cinco anos. O objetivo seria obter o equilíbrio das tarifas com base na remuneração dos investimentos das empresas de distribuição e a cobertura de despesas efetivamente reconhecidas pela Aneel. O presidente do Conselho Nacional dos Consumidores de Energia Elétrica (Conacen), José Luiz Nobre Ribeiro, explicou que essa medida é adotada para evitar que as empresas tenham prejuízos, ou seja, que não gastem com a compra da energia mais que o valor recebido para distribuí-la.
Ribeiro afirma que o modelo de exploração energética adotado no Brasil prevê três dimensões: geração, transmissão e distribuição. Ele esclarece que o aumento a ser implementado pela revisão tarifária diz respeito à distribuição de energia no Estado e não à sua geração. Para ele, o acréscimo de 22,63% para os consumidores residenciais; de, em média, 22,73% para as empresas de baixa tensão, e de, em média, 34,41% para as de alta tensão; “provocará, com o perdão do trocadilho, um curto-circuito no bolso dos contribuintes”.
Esses percentuais, de acordo com o presidente do Conacen, são baseados na metodologia de cálculo adotada pela agência reguladora e que está prevista nos contratos de concessão. Ele explicou que, diferente do reajuste anual, que leva em conta a inflação e o chamado fator de qualidade, a revisão possui outros componentes que oneram os valores finais. Ribeiro afirma que não foram encontrados erros nos cálculos realizados, mas que a metodologia pode ser considerada perversa.
O deputado Elismar Prado, que solicitou a audiência juntamente com os parlamentes Felipe Attiê (PTB) e João Leite (PSDB), disse que os cálculos são feitos “friamente”, sem ponderar o atual contexto de desemprego e crise no país. Ele informou ainda que participou de audiência com a Aneel, em 28 de março deste ano, quando apresentou documento para questionar o aumento “abusivo” que está em pauta.
O parlamentar afirmou que são levados em conta, de fato, critérios técnicos como os custos de aquisição da energia e as perdas de acionistas, mas que deveriam ser consideradas também as condições dos mineiros de pagar essa conta. Ele argumentou ainda que a Cemig vem acumulando lucros bilionários e que a divisão de ganhos deveria ser feita também com os consumidores.
Outro questionamento diz respeito ao sistema de bandeiras tarifárias, em que é cobrado um valor adicional na conta de energia por períodos específicos. O deputado explicou que, entre janeiro de 2015 e junho de 2017, foram arrecadados dos consumidores R$ 20,5 bilhões, sendo que o ônus das empresas concessionárias foi de apenas R$ 12,6 milhões.
Elismar Prado ressalta que as bandeiras tarifárias já são alvo de processo no Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo ele, essa é apenas uma forma de antecipar receitas para as empresas, sem representar qualquer benefício para os contribuintes.
Os deputados Elismar Prado, Felipe Attiê e João Leite pretendem aprovar novo requerimento e realizar outra audiência pública. Eles lamentaram a ausência de representantes da Aneel e, sobretudo, da Cemig. Desta vez, eles farão uma convocação do presidente da empresa ou de um dos seus diretores.
Para os parlamentares, a Cemig precisa prestar os esclarecimentos necessários à população do Estado. João Leite afirmou que o Executivo tem adotado essa mesma postura em outras reuniões realizadas, por exemplo, no âmbito da Comissão de Segurança Pública. Foi aventada até mesmo a possibilidade de se instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), caso a Cemig não envie representantes para a próxima reunião.
Impactos no mercado – Para Edilson Cruz, representante da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), o aumento médio de 25,87% para o comércio vai impor um acréscimo de até 2 % no custo final da mercadoria, o que pode parecer pouco, mas que dificultaria a concorrência com os produtos vendidos online. Já Mariel Orsi, da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomercio-MG), o micro e pequeno empresários serão os mais penalizados pelo “aumento desarrazoado”.
Fonte ALMG
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Muito tem se falado sobre a aprovação da Lei 13.467/2017, conhecida como Reforma Trabalhista. Foram trazidas pela Lei diversas e polêmicas alterações na Consolidação das Leis do Trabalho.
Uma das alterações trazidas pela Reforma Trabalhista foi a inclusão do artigo 855-B, que dispõe sobre o processo de homologação de acordo extrajudicial, que nada mais é que a possibilidade das partes (empregador e empregado), em comum acordo, provocarem o poder Judiciário para a homologação de um acordo realizado extrajudicialmente.
Para que o acordo seja homologado pelo Juiz as partes deverão cumprir os requisitos previstos no referido artigo, bem como em seus parágrafos, quais sejam: a) iniciar o processo de homologação de acordo extrajudicial por petição conjunta, sendo obrigatória a representação das partes por advogado; b) e que as partes não poderão ser representadas pelo mesmo advogado, sendo facultado ao trabalhador ser assistido pelo advogado do sindicato de sua categoria.
Conforme artigo 855-C da CLT, o processo de homologação do acordo não afasta a multa do artigo 477, parágrafo 8º da CLT, assim, o pagamento das verbas rescisórias deverá ser efetuado em até 10 dias contados a partir do encerramento do contrato, a fim de que não incida a referida multa.
Outro fato importante é a previsão do artigo 855-D da CLT, determinando que no prazo de 15 dias a contar da distribuição da petição, o Juiz analisará o acordo, podendo designar audiência se entender necessário, e, em seguida, proferirá a sentença. Inclusive, caberá recurso ordinário da sentença que rejeitar a homologação do acordo ou de parte dele.
Vale lembrar que com o protocolo da petição de acordo extrajudicial, ficará suspenso o prazo prescricional com relação aos direitos ali discriminados, sendo certo que o prazo só voltará a fluir após o trânsito em julgado da decisão que não homologar o acordo, sendo o previsto no artigo 855-E da CLT.
Registre-se que a criação do procedimento de Jurisdição Voluntária na Justiça do Trabalho trouxe segurança jurídica para as partes, tendo em vista que a transação será respeitada quando for devidamente homologada pelo Juízo. Além disso, evitará a propositura de reclamações trabalhistas que visam rediscutir créditos decorrentes da relação de emprego, pois, este era um dos fatores que contribuía para o grande volume de processos trabalhistas, vez que muitas das vezes os acordos realizados acabavam não refletindo a realidade dos fatos.
Por outro lado, destaca-se que o novo procedimento ao mesmo tempo em que veio para trazer segurança para as partes, trouxe também preocupação, principalmente quanto a sua forma de utilização, tendo em vista que o processo de homologação de acordo extrajudicial não pode ser utilizado para burlar a Lei e lesar os trabalhadores, e, portanto, não pode o empregador deixar de pagar os direitos trabalhistas do trabalhador, para depois buscar um acordo extrajudicial de tudo que não adimpliu durante o pacto laboral.
Sendo assim, esta nova previsão legal trouxe alternativas para solução dos impasses decorrentes da relação de trabalho, porém, frisa-se, que somente será válido quando resultar de verdadeira vontade das partes e com o equilíbrio que deve existir em qualquer transação.
Portanto, caberá ao Poder Judiciário adotar o seu procedimento quanto a homologação do acordo, devendo o Juízo proceder à análise de cada caso concreto, levando-se em conta, inclusive, o Princípio da Primazia da Realidade, cabendo, ainda, aos advogados e aos Sindicatos, a fiscalização para a correta utilização do Processo de Homologação de Acordo Extrajudicial.
Dra. Fernanda Marques – OAB MG nº 166.381
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Fonte Grupo Unis
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