Foi com o sono dispersivo da manhã que me interliguei na primeira conexão do dia e li em letras ainda difusas as palavras: “Fernando Brant” e “ Luto”…Um choque me espalhou pela mente e diria que entrei em curto-circuito. Com inquieta incredulidade, fixei ao máximo a atenção na manchete do Jornal “O Tempo” e li: “Tristeza e luto geral, o genial Fernando Brant nos deixou!!!
O que dizer?! “Quando você foi embora, fez-se noite em meu viver, forte eu sou, mas não tem jeito, hoje eu tenho que chorar ”…
O gênio de Brant nos deixa um legado de riquezas diversas, porque seus versos traduziram como ninguém as Marias, as Minas e seus amores gerais, a amizade que irá nos valer, no corpo e na cidade, os nossos corações americanos… Saí dentro de um vazio que não se preenche, ruas e avenidas, becos , lugares e pessoas…tudo se tornou mais pobre, mais pequeno e difícil de preencher.
Fernando Brant, conjuntamente com o mais que ilustre parceiro de canções e de vida Milton Nascimento, nos presenteou com inúmeras canções inesquecíveis que irão se repetir e ainda embalar muitos futuros corações civis e atentos. Difícil não cantarolar alguma canção mais popular de Milton, que não remeta a alguma parceira com Fernando: “Travessia”, ”Maria- Maria”, “Canção da América”, Bola de Meia -Bola de Gude” , “Bailes da Vida”,”Veveco, Panelas e Canelas”, ”Conversando no Bar”, ”Milagre dos Peixes”, “Ponta de Areia”, ”San Vicente”, além de outras muitas pérolas do cancioneiro de Minas Gerais.
Da esquerda para direita: Toninho Horta, Nelson Ângelo, Fernando Brant, Márcio Borges, Murilo Antunes, e Beto Guedes.
Poeta de essência lírica, mas bom mineiro que sempre foi, com os pés fincados no chão, atento às questões políticas e sociais do seu país, em letras de canções como “Coração Civil”, “Notícias do Brasil”.
Ao lado de Márcio Borges e Ronaldo Bastos, formou a trindade lírica germinal do lendário Clube da Esquina, também com outros ilustres integrantes como Beto Guedes, Lô Borges, Toninho Horta ,Tavinho Moura. Escreveu outras tantas preciosidades como : “O Medo de Amar é o Medo de ser Livre”, “Paisagem da Janela”, ”Manuel o Audaz”, “Paixão e Fé”
Fica uma partida que deixa lacunas profundas, como as deixadas por um poeta genial, como Carlos Drummond de Andrade, ou a recente partida de Ruben Alves. Suas letras vivem tão intensamente vibrantes e independentes, como as próprias melodias para que foram criadas. Fernando Brant foi dos melhores “tradutores” do canto sublime, enigmático e poderoso de Milton Nascimento. Suas palavras casaram-se perfeitamente com as melodias ascendentes e descendentes, dos sinuosos mares das montanhas das terras Gerais.
Ficará eternizado na nossa memória o seu jeito simples, amigo e mineiro de ser. O seu jeito de falar de mineiridades, de sonhos, de vida, de amor, de amizade. Fica no peito essa dor, essa saudade, de alguém que falou e cantou tanto essa “Travessia”…
De forma imparcial, isenta e procurando mostrar para a população trespontana muitas opções para o comando da cidade nas próximas eleições que, apesar de acontecerem apenas em 2016, já batem à nossa porta o Conexão Três Pontas saiu na frente, mais uma vez, e criou uma série de reportagens especiais. Serão diversas, com os nomes mais ventilados nos diversos setores da política e economia trespontana. Pessoas que já militam na política há tempos e que podem se lançar candidatas a prefeito ou novatos, sangue novo, pessoas com ideias novas com disposição para somar ou mudar esse cenário. É uma série imperdível para você ler, conhecer e arquivar os pensamentos e afirmações de cada um dos entrevistados que, querendo ou não, têm seus nomes especulados e que em breve poderão ser os legítimos representantes na política trespontana.
O Conexão Três Pontas não tem qualquer vínculo político partidário com quem quer que seja. Perguntas duras serão feitas, questionamentos semelhantes a cada entrevistado. Dando-lhes o livre direito da expressão.
Hoje, o entrevistado é o empresário Sebastião de Fátima Cardoso, mais conhecido por Tiãozinho Vermelho, proprietário das lojas e shopping que levam o seu nome.
Sebastião de Fátima Cardoso, Tiãozinho Vermelho, é trespontano, tem 61 anos. É filho de Joaquim Cardoso e Alcina de Oliveira Marioto Cardoso. Foi casado com Lúcia Mesquita Pieve Cardoso, teve 4 filhos. Do atual relacionamento com Vanilda de Fátima Silva tem outros dois herdeiros. É empresário há 40 anos, possui o Centro Comercial Tiãozinho Vermelho, lojas em Três Pontas e Santana da Vargem e ainda um Parque Itinerante que roda as cidades circunvizinhas. Gera cerca de 50 empregos.
Entrevista
Xtp – Em primeiro lugar, como você analisa o atual momento da política brasileira e trespontana?
Tiãozinho Vermelho – Hoje é tão difícil analisar qualquer cenário político. Temos tantos assuntos e a maioria nos dá muita vergonha. São assuntos diferentes, escândalos diferentes e pouca ação. Hoje a pessoa tem que ter muita coragem para entrar na política. É difícil pessoas honestas que demonstram interesse em participar ativamente da política. Vamos vendo tantas coisas ruins que nos desmotivam a buscar esse caminho. Mas as pessoas de bom caráter precisam estar presente no cenário político.
Xtp – De que forma esse cenário tem refletido no comércio?
Tiãozinho Vermelho – Tem influenciado bastante. Hoje você analisa a economia brasileira e não temos estabilidade, segurança, confiança. É a taxa de juros que não pára de subir e facilidades nenhuma para o comerciante. O dólar está muito alto e temos muitos gastos para manter uma empresa aberta.
Xtp – Que analise você faz do cenário político em Três Pontas?
Tiãozinho Vermelho – É difícil falar de uma administração pública local. Eu estive presente na secretaria de Indústria e Comércio em 2010 e hoje em dia eu acho muito difícil você julgar um político. Qualquer cidade do tamanho da nossa, ou até menor, dificilmente ele conseguirá fazer alguma coisa pela cidade se não tiver uma abertura no cenário nacional. Precisa ter deputados que vêm de fora. Os repasses estão caindo sempre e são muito bem divididos, ou seja, não dá pra fazer milagre. Se não houver influência, se o administrador apenas ficar sentado naquela cadeira, esperando as coisas acontecerem, esquece, porque nada será feito. Mesmo que você tenha uma certa influência o momento atual de crise não permite que se faça nada. Não há dinheiro. Muda-se o partido mas o cenário é sempre o mesmo.
Xtp – Você acha que está na hora de acontecer uma renovação na Política trespontana? Você pensa em se candidatar a prefeito, já que seu nome sempre é ventilado?
Tiãozinho Vermelho – Eu sou totalmente a favor da mudança e penso que nem deveria haver reeleição. Passados os quatros anos de mandato, chega, a pessoa tinha que sair. Nesse período dá pra tentar fazer alguma coisa e na reeleição sempre o segundo mandato é pior. Se promete muita coisa, falam tantas coisas e enganam as pessoas. Mesmo as pessoas com sangue novo precisam parar de prometer, prometer e prometer. E no final ninguém faz nada. Vamos trabalhar com coerência, fazer e fazer aquilo que realmente é possível. Esse é o primeiro passo e a primeira grande mudança. Meu nome já foi ventilado várias vezes em outras oportunidades e essa série de reportagens confirma isso agora. Eu não vou dizer não para você, mas ainda acho um pouco cedo. Tem muitos nomes fortes, pessoas que podem fazer um grande trabalho. Se o meu nome for citado mais pra frente eu poderei ajudar sim. Agradeço a todos que citaram meu nome e eu acredito no meu trabalho. Lá na Prefeitura não pode entrar qualquer um e eu não estou fechado a convites. Estou aberto a convites, caso chequem até mim.
Xtp – Caso você não venha a lançar seu nome como candidato, há outros nomes que você acha interessante numa disputa para prefeito?
Tiãozinho Vermelho – Eu prefiro aguardar. No ano passado eu apoiei o Dr. Luiz Roberto e se eu não for candidato a nada continuarei apoiando ele. Em cidade pequena, ainda mais sendo comerciante, a gente não pode abrir muita coisa, antes da hora, para não virar alvo. Mas eu sou filiado ao PMDB e sempre penso nas questões políticas sim e poder ajudar de uma forma maior a minha cidade.
* Fique atento! A qualquer momento uma nova entrevista dentro do Especial Eleições para Prefeito – 2016. A melhor arma contra a incompetência e a estagnação é o conhecimento e a mobilização popular.
A dupla sertaneja Zezé di Camargo & Luciano recebeu a reportagem do Conexão Três Pontas para uma entrevista rápida, pouco antes do grandioso e esperado show realizado no domingo (31 de maio) em Três Pontas. Foi um reencontro entre o repórter Roger Campos e os músicos idolatrados por todo Brasil, 15 após a primeira entrevista, ainda quando o jornalista trabalhava na extinta e saudosa TV Cidade.
Matéria elogiada e exibida na página oficial da dupla Zezé di Camargo & Luciano nas redes sociais.
E essa entrevista acabou agradando a dupla que postou em sua página oficial no facebook o link que leva direto para a página no site Conexão Três Pontas. Até o fechamento desta reportagem, cerca de 12.640 pessoas haviam curtido a entrevista. Ao todo, o material foi exibido para mais de 8 milhões e 800 mil pessoas, total de amigos na página da dupla.
Bem animados Zezé di Camargo & Luciano, em camarins separados, falaram da carreira e comentaram, ou melhor “cornetaram” uma foto da primeira entrevista concedida a Roger Campos. Todos, por fim, acharam que estão muito melhores hoje em dia.
A entrevista e o show aconteceram dentro da programação do Concertos IHARA, com apoio da Prefeitura Municipal de Três Pontas. A Marolo Produções realizou, no Parque Multiuso (Parque da Mina do Padre Victor), o projeto, com shows gratuitos de orquestra e grandes atrações como Zezé Di Camargo & Luciano e Sá & Guarabyra, além de atrações locais, como a dupla Bruno & Diogo.
As mulheres estão revolucionando os negócios no Brasil. Com talento, garra e competência, elas mudam conceitos e escrevem um novo capítulo na história do empreendedorismo do país.
E para mostrar em detalhes a importância desse momento, a edição de junho de Pequenas Empresas & Grandes Negócios revela como pensam e lideram 70 empreendedoras bem-sucedidas. Na reportagem, elas explicam o caminho para montar negócios de sucesso, criar produtos e serviços inovadores e, claro, superar preconceitos e desafios na condução de empresas de vários tamanhos.
Capa da revista PEQN traz Vanessa Vilela em sua capa eletrônica.
Para saber mais sobre mulheres inspiradoras como Vanessa Vilela, 37 anos, dona da Kapeh, a revista de circulação nacional e uma das principais do país entrevistou a trespontana especializada no ramo de cosméticos. Vanessa Vilela já foi destaque em outras mídias nacionais e seu talento e consequente sucesso é reverenciado por todos, principalmente pela fusão do café, produto que representa Três Pontas dignamente, com os produtos de beleza.
TRAJETÓRIA
A Kapeh iniciou suas atividades em 02/04/2007 e contava apenas com 7 produtos comercializados em 5 pontos de venda multimarcas. Atualmente a Kapeh está presente em 18 estados brasileiros, com quase 300 pontos de venda multimarcas que contam com um mix de mais de 100 itens em linha. Em 2009 iniciou a exportação de seus produtos, com o registro da marca Kapeh junto ao instituto OHIM nos 27 países da Comunidade Europeia. Em 2010 lançamos a nossa loja virtual, iniciando a venda online de nossos produtos no segmento de e-commerce que cresce mais de 40% ao ano. No final de 2011, a Kapeh inaugurou suas primeiras lojas exclusivas e o desdobramento do projeto de franchising da marca, que culminou com a abertura de sua primeira franquia em 2013.
Em função da proposta inovadora da empresa, a marca vem alcançando destaque em feiras e eventos das quais participa e tem sido presença constante na mídia nacional e até mesmo internacional, com matérias nas principais revistas, jornais e programas do país
A EMPRESA KAPEH
Em uma das regiões mais acolhedoras do sudeste brasileiro, mais especificamente o sul de Minas Gerais, nasceu a Kapeh, fruto da paixão e determinação da farmacêutica e bioquímica Vanessa Vilela. Desde cedo trilhando seus passos nesta direção, Vanessa cursou a faculdade de Farmácia e Bioquímica, trabalhou por quase 7 anos com manipulação farmacêutica, se especializou nesta área e hoje está a frente da empresa que é destaque mundial.
A Kapeh, cujo nome significa café, no dialeto Maia, é hoje a única marca de cosméticos feitos exclusivamente à base de café e procura divulgar toda a potencialidade deste fruto para a cosmética, de modo a agregar valor ao nosso café, unindo tecnologia e qualidade em nossas formulações.
PREMIAÇÕES E RECONHECIMENTO
Em 2015:
– Vanessa Vilela é destacada na capa online da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, em matéria que mostra o perfil de 70 mulheres brasileiras empreendedoras que estão mudando a história do empreendedorismo no País.
Em 2014:
– Vanessa Vilela foi nomeada Rising Talent (Talento em Ascenção) pelo Women’s Forum for The Economy & Society.
Em 2013:
– Vanessa Vilela recebeu o Prêmio Jovem Mulher Notável de Minas Gerais, promovido pelo Conselho da Mulher Empreendedora da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais (ACMinas).
– Vanessa Vilela recebeu o Prêmio Empreendedor Ozires Silva, que leva o nome de um dos maiores empreendedores brasileiros de todos os tempos, o fundador da Embraer.
Em 2012:
– Vanessa Vilela foi nomeada Young Global Leader (YGL), pelo World Economic Forum, que reconheceu os mais distintos jovens líderes globais.
Em 2011:
– A Kapeh venceu o Prêmio Nacional de Inovação, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Movimento Brasil Competitivo (MBC) em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia e a FINEP, na categoria competitividade.
– A Kapeh venceu o Prêmio José Costa, realizado pela Fundação Dom Cabral e o Diário do Comércio, que prêmio empresas minieiras que contribuem para o desenvolvimento sustentável do estado de MG.
– Vanessa Vilela foi finalista do Prêmio Top 10 Business and Potential Women Of Latin America, realizado pela rede de Mujeres Empresariais e Poder & Negócios, sendo uma das 10 mulheres mais empreendedoras da América Latina.
– Vanessa Vilela foi eleita pela Revista Época como um dos 40 jovens com menos de 40 anos que representam o futuro do nosso país.
Em 2010:
– Vanessa Vilela foi finalista do Empretec Women in Business Award (ONU), ficando entre as 10 melhores empreendedoras do mundo.
– Vanessa Vilela foi destaque na capa da Revista Veja, maior revista da América Latina, em reportagem sobre dicas de empresas promissoras.
O atleta Matheus Prósperi Reis, de 10 anos, conquistou o 1º lugar na 2ª etapa do Campeonato Brasileiro de Bicicross 2015.
A disputa aconteceu entre os dias 13 e 14 de maio na cidade de Jarinu – SP. A cidade conta com umas das melhores pistas de BMX do Brasil, e por isso foi palco do Campeonato Brasileiro de Bicicross organizado pela CBBX – Confederação Brasileira de Bicicross, e contou com a presença de atletas de todo o país.
Matheus treina pela equipe de São José dos Campos – SP. Ele é filho de Andréia Prósperi Reis e Agilson da Silva Reis. Conta com o apoio de algumas empresas trespontanas: Purimel, Icbeu, Empreendimentos Novo Horizonte, Restaurante Casa Velha, Moacyr Supermercado e Tomaberi (Consevas). O jovem campeão conta com total apoio nos treinamentos do também campeoníssimo Gustavo Mesquita.
Em breve ele participará de competição no Rio Grande do Sul.
O atleta Matheus também está em 1º lugar no quadro geral do Campeonato Mineiro de Bicicross, e em 2º lugar na disputa geral do Campeonato Paulista de Bicicross.
Uma reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou que veículos escolares sejam obrigados a transportar crianças de até 7 anos e meio em cadeirinhas. Esses dispositivos são exigidos em carros de passeio desde 2010, quando foi aprovada uma lei que estipula que bebês de até 1 ano sejam transportados em bebê-conforto, crianças de 1 a 4 anos em cadeirinhas e de 4 a 7 anos e meio em boosters, aqueles assentos que ajudam a criança a ficar mais alta no banco. Mesmo que depois de 7 anos e meio a criança não precise mais dos dispositivos de segurança, até os 10 anos ela só pode ser transportada no banco traseiro, com cinto de segurança.
No primeiro ano após a lei da cadeirinha ter entrado em vigor, uma pesquisa do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, constatou que houve uma redução de 23% nas mortes de crianças menores de 10 anos em acidentes de carro. Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado no periódico Pediatrics constatou que o uso do bebê-conforto reduziu em 71% o número de mortes de crianças menores de 1 ano e o da cadeirinha diminuiu em 54% óbitos de crianças de 1 a 4 anos em acidentes de trânsito.
Hoje, a multa para quem descumpre a lei é de R$ 194,54. A resolução, que determina a partir de quando essa nova regra começa a valer, deverá ser publicada nos próximos dias.
Foi encerrado na última sexta-feira (19) o período para realização do Cadastramento Escolar. Os pais ou responsáveis que desejavam garantir vaga para seu filho e jovens tiveram que se movimentar.
Puderam se Cadastrar:
– Crianças com 4 (quatro) anos completos ou que irão completar até 30/06/2016;
– Crianças com 6 (seis) anos completos ou que irão completar até 30/06/2016;
– Alunos que estão se transferindo de outras localidades ou vindos de escolas particulares;
– Candidatos que desejam retornar aos estudos.
Para fazer o cadastro foi necessário procurar um posto de cadastramento e levar Certidão de Nascimento da criança (original e cópia), conta de luz recente (original e cópia), comprovante de escolaridade para alunos de escolas particulares ou candidatos que estão retornando aos estudos.
O cadastramento foi feito nas Escolas e Centros Municipais de Educação Infantil, onde as crianças estão frequentando e ainda na Secretaria Municipal de Educação.
Lembrando que os alunos matriculados no 5º Ano nas Escolas Estaduais e Municipais não precisaram fazer cadastramento para o 6º Ano. Eles serão encaminhados para matrícula pela Comissão de Cadastro, segundo o Zoneamento Escolar.
Quem não fez o cadastramento até a última sexta-feira precisa se informa junto a secretaria Municipal de Educação se ainda haverá alguma possibilidade de conseguir vaga para o ano de 2016.
Na quarta-feira (17), durante todo o dia, diversos profissionais de saúde de Três Pontas participaram de uma capacitação para o Humaniza SUS. O objetivo é desenvolver ações de melhor atendimento e tratamento à população que utiliza o Sistema Único de Saúde.
Instituída em 2003, a Política Nacional de Humanização (PNH), ou HumanizaSUS, propõe uma nova relação entre o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) e o profissional que o atenderá.
Ela estimula as práticas de humanização e a troca solidária de contribuições entre gestores, profissionais de saúde e usuários.
O HumanizaSUS também oferece cursos, promove oficinas e certifica experiências de humanização bem-sucedidas. A ideia é trabalhar em parceria para que o SUS seja mais acolhedor, ágil e com locais de prestação de serviço mais confortáveis.
No próximo sábado (27), a Miss Três Pontas 2015, Adrielle Castro, marcará presença em um dos maiores eventos de beleza do estado, o concurso Miss Minas Gerais Universo 2015, realizado pela Band.
A modelo está se preparando há 6 meses para a etapa seletiva do dia 27, e exigirá mais dedicação e mais torcida para a grande final, que acontecerá no dia 15 de Julho, em Belo Horizonte.
Recentemente, Adrielle foi eleita a Rainha da Expocafé de 2015. A jovem Adrielle Castro, de 19 anos, conseguiu a preferência dos jurados e foi eleita a vencedora do concurso durante o evento realizado na noite da sexta-feira (29 de maio) no Centro Cultural Milton Nascimento, em Três Pontas. A vencedora recebeu como prêmio uma TV Led 42 polegadas e mais R$ 2 mil em dinheiro.
Vencedora do Miss Minas levará R$ 60 mil
O concurso Miss Minas Gerais 2015, realizado pela TV Bandeirantes, em mais um ano escolhe candidatas para ganhar a coroa. Em escolha rigorosa, a candidata ao título de mulher mais bonita do estado, além de beleza, deve apresentar características como simpatia, personalidade, empatia com o público, a cidade a qual representa e vontade para trabalhar em causas sociais. A seletiva presencial para a disputa será no dia 27/06, e o evento acontece no dia 15/07. As inscrições gratuitas podem ser feitas até 21/06 pelo site oficial.
O Miss Minas Gerais garante vaga no Miss Brasil 2015 e é o único caminho para o Miss Universo. Neste ano, a vencedora receberá R$ 10 mil em dinheiro e uma joia no valor de R$ 50 mil. A segunda colocada receberá R$ 5 mil.
Para animar ainda mais a festa que ocorrerá no dia 15 de julho no espaço Domus, à partir das 20h, o evento contará com as atrações: Double You; Ester Campos e Dj Mythos.
A coordenação técnica do GRUPO CP AGRICOLA, realizou nos dias 25, 26 e 27 de maio o 1º Circuito Nutricional Multfértil, com o objetivo de mostrar os resultados obtidos com a utilização do fertilizante Organomineral MULTFÉRTIL, produzido em nossa cidade. O evento contou com a presença de varias lideranças técnicas do café, profissionais da área, consultores, engenheiros agrônomos, professores. Com duração de 3 dias, os participantes puderam presenciar em campo os resultados das aplicações do MULTIFERTIL, em propriedades rurais do município de Três Pontas, Campos Gerais ,Nova Resende e Cabo Verde, no último dia do evento as palestras técnicas ocorreram no anfiteatro do antigo IBC, contou com a participação de Pedro Rezende Schiavon Carneiro – Engenheiro Agrônomo formado em 2004 pela faculdade José Rosário Velano, por 8 anos responsável técnico na Fertpar sudeste, atualmente responsável técnico da Multfertil,
Eduardo Lima Graduação em Agronomia pela Escola Superior de Agronomia de Lavras em 27/07/1985, MBA em Agribusiness pela Fundação Getúlio Vargas de Campinas em 2002, especialização em Genética e melhoramentos do café no Instituto Agronômico de Campinas em 1989 e 1990,especialização em manejo e fertilidade de solo pela Luiz de Queiroz de Piracicaba em 1999 e 2000,especialização em Fisiologia Vegetal pela Luiz de Queiroz de Piracicaba em 2001,experiência de 24 anos no processo de compostagem; experiência de 10 anos na tecnologia de fertilizantes organominerais;
Eduardo Sampaio, Engenheiro Agrônomo – ESALQ 1987 Representante certificação UTZ no Brasil, cafeicultor/ consultor, Professor Carlos Alberto Doutor em Ciência do Solo, Prof. Associado do Depto. de Ci. do Solo da UFLA desde 2002, Pesquisador da Embrapa de 1995-2002, Pesquisador do CNPq , enriqueceu ainda mais os participantes com informações e discussões, troca de conhecimento com um bate papo.
O GRUPO CP AGRICOLA agradece as cooperativas, participantes que disponibilizaram seus técnicos para participação no evento, Cooxupé, Cocatrel, Capebe, MinasSul, Cooperativa de Jacutinga , as revendas da região do Sul de Minas, Zona da Mata, Leste de Minas , Bahia e São Paulo, além da participação dos parceiros do Conilon, dos estados do, Espirito Santo e Sul da Bahia, aproveitamos a oportunidade para convidarmos a visitar nosso stand na EXPOCAFÉ 2015.
Na entrevista, Conexão aborda temas polêmicos, como a relação do atual Chefe do Executivo com o ex-Senador Clésio Andrade
Nos últimos dias, o Conexão Três Pontas publicou algumas entrevistas que vêm gerando grande repercussão, opiniões divergentes e sequentes pedidos de direitos de resposta. Após a entrevista com o Deputado Diego Andrade, o Prefeito Paulo Luís, citado pelo legislador federal, rebateu algumas afirmações. E desta vez foi o ex-Vereador e Professor João Victor Mendes de Gomes e Mendonça quem solicitou nosso espaço para se pronunciar, embora o Chefe do Executivo não o tenha citado nominalmente, deixando nas entrelinhas dizeres (aparentemente) contra João Victor. Revelações polêmicas, questionamentos até então não abordados. Mais uma relevante que merece a atenção dos trespontanos:
“Volto a dizer, 16 Milhões de reais perdidos por picuinha política do Sr. Prefeito, assim como deixou perder 50 mil reais que foi conseguido pelo deputado Duarte Bechir através do vereador Paulo Vitor da Silva para o Esporte. É assim que ele age, infelizmente é desta forma. Então a questão da ETE é essa. E eu desafio o Prefeito, se ele sabe de alguma coisa que ele afirma aqui, ele tem o dever de denunciar ao Ministério Publico.”
Xtp – Com relação a essa entrevista que foi publicada pelo Conexão Três Pontas e também por outro veículo de comunicação. O que você achou? Nominalmente você não foi citado, mas todos os dizeres realmente levam a crer que se trata de você. Tanto é que você está solicitando esse direito de resposta. O que você achou dessa entrevista?
João Victor – Penso que o Prefeito mais uma vez falta com a memória e ele mesmo se contradiz com sua palavra. Eu não preciso levantar documentos, até tenho alguns. Mas a própria palavra dele desdiz o que ele tenta afirmar. E nós vamos demonstrar isso ao longo desta entrevista.
Xtp – Um dos trechos que mais chamou atenção na entrevista do Prefeito Paulo Luís foi quando ele disse que sabe de muita coisa e que, até para proteger algumas pessoas, prefere levar para o túmulo. Enquanto vereador, enquanto secretário de Educação, o que você fez de errado que possa manchar seu passado?
João Victor –Eu tive todas as contas aprovadas quando trabalhei na gestão junto com a ex-Prefeita Adriene, que me dá muito orgulho, e muitas das realizações dessa grande administração, que foi a da Adriene, quem participou sabe que tem as minhas mãos. Então eu não sei de nada que possa me manchar. O Prefeito também sabe que eu sei dos esforços que foram feitos, dos investimentos que foram feitos para o eleger no seu primeiro mandato. Foi com muita dificuldade que na época conseguimos vencer o então candidato Dr. Glimaldo Paiva. Então tudo que foi feito, foi feito as claras e deu a ele inclusive a vitória.
Xtp – Com relação ao tempo que você esteve como vereador, alguma mancha? Algum processo?
João Victor –Não tenho nenhum processo durante o exercício da vereança, não tenho nada que possa me manchar. Pelo contrário, a minha participação do período em que fui vereador, foi de 1993 a 1996, me honra muito. Porque eu pude participar além do processo legislativo, de várias conquistas, sobretudo no governo do ex-Prefeito Tadeu Mendonça. Quando passo, por exemplo, em frente ao CAIC eu me alegro muito, porque aquele projeto nós conseguimos viabilizar através do então deputado Sergio Naia, e nós montamos aquele projeto, aquela área de doação às 3 horas da madrugada. Eu me alegro muito quando passo enfrente ao Sesi porque também participei efetivamente como vereador na época para trazer uma sede para Três Pontas. Quando vejo que Três Pontas, Graças a Deus, com todos os problemas que teve com a falta d’água, não tem falta d’água efetiva pelo fato do projeto Sete Cachoeiras, eu também me alegro muito porque também tive participação efetiva nisso, junto com o ex-Prefeito Tadeu Mendonça, ele é testemunha, eu estava no BDMG no dia da assinatura e quando inclusive foi sugerido ao ex-Prefeito Tadeu Mendonça que mudasse o projeto, ao invés de água fazer asfalto. E ele foi taxativo, claro que ele queria trazer água, porque Três Pontas faltava água, ele queria industrializar Três Pontas. Quando passo hoje perto da sede da Tecnotextil, antiga Pênalti, eu também me alegro porque também participei para trazer a Pênalti na época. E assim por diante, nós podemos enumerar muitas coisas como vereador que eu fiz. Como secretário, que fui da ex-Prefeita Adriene, as obras estão ai pra qualquer um ver. Em todas elas teve minha participação efetiva porque eu gozava e gozo não só da simpatia mas da confiança da hoje minha amiga Adriene.
Xtp – Nessa época que você foi vereador, eu me recordo de uma desavença com o ex-Prefeito Carlos Mesquita. O que houve de verdade entre vocês?
João Victor –Na época foram questões meramente políticas, meramente questões administrativas. Mas infelizmente teve um problema de uma loteria que tentou-se colocar aqui em Três Pontas e que a Câmara teve que fazer seu papel. Infelizmente teve um processo e nós participamos daquele processo que chegou até a Câmara Municipal. Hoje, o Carlos é meu amigo. Inclusive teve com a gente nas eleições, companheiro inclusive político.
“Na minha época tínhamos que apresentar todos os comprovantes de cada gasto com as viagens. Hoje tem um regime que é legal e que é instituído de diárias. Você recebe as diárias e faz o que você entenda, se vai dormir no hotel caro, barato, etc. Eu particularmente acho o regime anterior, da minha época, que você prestava conta com notas fiscais de tudo que você gastava, desde um cafezinho, mais moral, mais transparente.”
Xtp – Não procedem rumores da época de que você só votava favorável a ele, enquanto Prefeito, quando queria garantir o emprego da sua esposa ou uma vantagem pessoal para você?
João Victor –Pelo contrario, nunca teve isso. A minha esposa realmente na época trabalhou, na época poderia ser contratada como professora, ela foi contratada, manteve o cargo pela sua competência, depois ela fez um concurso público, passou e hoje ela é concursada da Prefeitura Municipal de Três Pontas e passou no concurso estadual e é concursada pelo Estado de Minas Gerais.
Xtp – Voltando a algumas declarações do atual Prefeito. Com relação a ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) que foi perdida, enfim… Uma das grandes polêmicas e um dos grandes centros de discussão sempre alardeados, levantados pelo seu grupo, pelo grupo do Deputado Diego Andrade e do então Senador Clésio Andrade. Na entrevista o Prefeito diz inclusive que “graças a Deus na superintendência da Caixa Econômica Federal, alguém foi iluminado, um engenheiro foi iluminado para evitar que a ETE se tornasse, com as devidas proporções, uma nova Petrobrás”. Pergunto: Vocês iriam desviar dinheiro da ETE pra colocar no próprio bolso?
João Victor –São falácias, são mentiras. Jogatina de palavras que ele sabe fazer muito bem. Se assim o fosse, ele teria o dever de tomar as providências judiciais sob pena de crime de prevaricação, capitulado no Artigo 319 do Código Penal ou Artigo Primeiro do Decreto 201 da Lei de Improbidade. Porque ele não fez? Porque não existe. O que tinha, se houve alguma coisa, foi questão de duplicidade de itens. Numa licitação de quase 16 milhões e quem conhece o processo sabe que você licita, mas você não paga totalmente, paga pelos serviços prestados e se o serviço fosse realizado no governo dele. Se tivesse algum item em duplicidade certamente ele não pagaria. Outra coisa: Porque ele não convocou a segunda empresa colocada? Porque que ele não abriu processo contra a empresa? Porque que ele não denuncia claramente isso que ele afirma de maneira ardilosa, mentirosamente? Porque não existe. O que existiu está aqui no documento retirado do próprio site da Prefeitura Municipal de Três Pontas, da Transparência. Os recursos disponibilizados no Ministério das Cidades no valor, na época, de R$ 15.581.940,00 (Quinze Milhões, Quinhentos e Oitenta e Um Mil, Novecentos e Quarenta Reais.) Parte desse recurso já estava na conta da Prefeitura, todo mundo sabe que se faz o projeto, tem de um montante geral e na medida que vai fazendo a obra, vai prestando contas, vai liberando a segunda parcela, a terceira e assim sucessivamente. O que houve é que por picuinha política, ele deixou perder aproximadamente 16 milhões de reais. Outra coisa que ele fala, e aqui preciso refrescar a memória dele, quando diz que não teve a participação do Diego Andrade, que é uma verba do PAC 2, que o Diego não era deputado. Diego hoje é deputado pelo segundo mandato. Em 2011 ele era deputado no primeiro mandato. Ele participou efetivamente junto com o Senador Clésio Andrade pra viabilização desse recurso que não teria nem contrapartida, de maneira que esses recursos foram perdidos. Volto a dizer, 16 Milhões de reais perdidos por picuinha política do Sr. Prefeito, assim como deixou perder 50 mil reais que foi conseguido pelo deputado Duarte Bechir através do vereador Paulo Vitor da Silva para o Esporte. É assim que ele age, infelizmente é desta forma. Então a questão da ETE é essa. E eu desafio o Prefeito, se ele sabe de alguma coisa que ele afirma aqui, ele tem o dever de denunciar ao Ministério Publico.
Xtp – Ainda em relação a ETE, o Prefeito apresentou alguns documentos da Caixa que realmente mostrariam duplicidade de itens. Se houve duplicidade de itens isso não configuraria algum tipo de desvio, de má intenção? De corrupção?
João Victor –Em uma obra do vulto que é uma estação de tratamento de esgoto, pode haver sim uma ou outra duplicidade. Isso não é corrupção, isso não é algo que macula, porque não foi pago e não seria pago. Como eu disse na medição da obra os engenheiros da Caixa teriam que dar o aval, a Prefeitura teria que dar o aval, então não foi como alguns chegaram a afirmar no grupo do Prefeito, que houve superfaturamento. Não houve faturamento, não houve nem a obra. Como que teve superfaturamento? Então nesse caso sim cabe à Administração tomar todas as medidas, acompanhar a realização da obra e pagar por aquilo que efetivamente fora realizado, o que ele não fez e deixou perder os recursos.
Xtp – A Praça da Juventude também é sempre um outro tema abordado por vocês. Ele disse que o projeto inicial seria na Mina do Padre Victor, que não teria condições e que a Caixa não aprovou. Depois seria atrás da Oficina de Artes e Ofícios. A contrapartida que seria de 50 mil reais teria passado para 200 mil reais, ou seja, 1/3 da obra. Como você vê isso?
João Victor – Outro recurso que foi perdido pelo Sr. Prefeito. Está no site da Prefeitura, no item da Transparência, em Convênios federais. Tá escrito: Implantação da Praça da Juventude, primeira etapa, Eram três etapas. Foram conseguidos os recursos, parte desse recurso para a primeira etapa já estavam na conta da Prefeitura e foi devolvido sob essa alegação que você citou em sua pergunta. Pra quem quer fazer, tem que ajudar, tem que correr atrás. Caberia ao Prefeito, se houvesse erro de projeto, erro de local, buscar alternativas, acionar o deputado Diego Andrade para ajudar nisso, apresenta rum novo local. O que não se pode é simplesmente devolver a verba e isso aconteceu, mais uma vez por picuinha política. Perderam-se os recursos de um projeto maravilhoso. Seria uma obra de aproximadamente 2 milhões de reais, onde os recursos da primeira etapa já estavam na conta da Prefeitura.
“Quando ele fala agora de aproximação com o deputado Diego, ele se esquece que durante a campanha política ele falava de enxotar o Deputado Diego Andrade, o então Senador Clésio Andrade. O grupo do atual Prefeito falava isso. Até citavam o nome do Diego e do Clésio como uma doença.”
Xtp – Na sua época como vereador era normal um legislador fazer frequentes viagens e não apresentar as despesas, como de hotel, por exemplo? O Prefeito citou que está ocorrendo isso agora, afirmando que um vereador teria feito inúmeras viagens sem apresentar comprovação dos gastos, já que teria recebido essas diárias. Você acha isso correto?
João Victor – Isso é uma questão interna da Câmara. Na minha época tínhamos que apresentar todos os comprovantes de cada gasto com as viagens. Hoje tem um regime que é legal e que é instituído de diárias. Você recebe as diárias e faz o que você entenda, se vai dormir no hotel caro, barato, etc. Eu particularmente acho o regime anterior, da minha época, que você prestava conta com notas fiscais de tudo que você gastava, desde um cafezinho, mais moral, mais transparente. Existe uma lei municipal que instituiu o regime de diária e o agente político recebe essa diária e não presta contas item por item, como era no passado. Depois o tribunal de Contas analisa isso tudo e se houver alguma irregularidade será detectada.
Xtp – Quando se fala em política em Três Pontas, uma das coisas que mais cansa a população trespontana, que torra a paciência das pessoas, é essa interminável briga, rivalidade, disputa com muitas trocas de acusações entre o seu grupo (grupo do ex-Senador Clésio Andrade) e o grupo do Prefeito Paulo Luís. Percebe-se que esses embates só atrasam o desenvolvimento de Três Pontas. O Prefeito citou agora que gostaria de tomar um café com o Deputado Diego Andrade e que está aberto para uma aproximação. Paulo Luís disse também que muito dessa “briga” é inflamada pelos assessores do Deputado Diego Andrade, que ficam fazendo “birrinha”, blindando o Deputado. Vocês, de fato, blindam o Deputado Diego Andrade? Não concordam com uma aproximação entre ele e o Gestor Municipal?
João Victor – Essa sua pergunta é muito boa e mostra que o Prefeito sofre de lapsos de memória. Quando ele fala agora de aproximação com o deputado Diego, ele se esquece que durante a campanha política ele falava de enxotar o Deputado Diego Andrade, o então Senador Clésio Andrade. O grupo do atual Prefeito falava isso. Até citavam o nome do Diego e do Clésio como uma doença. Mas, que bom que ele agora mudou de ideia. Nós não temos nada contra o Prefeito se aproximar do deputado. O compromisso é com Três Pontas e nós queremos realizações. O Deputado Diego Andrade está pronto para isso. Mas quando se fala em realizações, acredito que o atual Prefeito terá que trabalhar muito para conseguir cumprir suas promessas de campanha. Vou pegar algumas coisas: Criação de um Centro de Fisioterapia; Conservação do PAM (não fez isso e deixou perder a verba da UPA); Construção de Piscinas Cobertas,; Entrega de Medicamentos; Criação de um Núcleo de Saúde chamado Saúde é Coisa Séria com agendamentos prévios por telefone ou internet para agilizar o processo de atendimento nos postos e laboratórios; uma entrevista que deu à EPTV logo depois de eleito afirmando que iria entregar medicamentos nas casas, etc. Ele terá que trabalhar muito para cumprir suas promessas, seu plano de governo. Nós queremos que ele apresente realizações, coisas que não estamos vendo. Não há blindagem do deputado. Diego não recebe demanda do prefeito. Não basta apenas falar, é preciso apresentar projetos, cadastrar esses projetos, acompanhar esses projetos para não perdê-los. Não admitimos o fato do Deputado Diego Andrade mandar os recursos, como para a ETE, de 16 milhões de reais, UPA, Praça da Juventude, e o Prefeito deixar perder. E quando se deixa perder, o Deputado perde as emendas e não consegue mandar nem para outras cidades. Que bom que o prefeito pensa em restabelecer um contato. É preciso que ele não apenas abra suas portas, mas seu coração também. Porque não adianta abrir as portas e não ter boa vontade para atender, sem dar andamento e sem ter a empatia para realizar.
Xtp – Uma dúvida minha, pessoal: O Prefeito Paulo Luís e o seu grupo estavam juntos na primeira eleição dele. Ele venceu as eleições com total apoio de todo seu grupo e do então Senador Clésio Andrade. Hoje são inimigos políticos. O que houve de verdade? Porque isso nunca foi esclarecido? Onde a parceria e a confiança se perderam? De quem é a culpa pelo rompimento?
“Muito daquilo que foi colocado contra mim na época foi fabricado. Eu seria o candidato a prefeito e depois mudaram e eu virei vice. Colocaram um estigma em cima de mim e isso foi muito amenizado hoje em dia. Com relação ao Erik, eu lamento que esteja ocorrendo, estar queimado. Acho que é o reflexo de suas escolhas, embora tenha muito respeito por ele.”
João Victor – Eu não tenho dados claros sobre isso. O que eu posso dizer é que a postura do Prefeito não é de agregar e de somar. A postura dele é de desagregar, de dividir. Uma postura de uma gestão autoritária, déspota, individualista. Infelizmente ou felizmente, quem conhece o então Senador Clésio Andrade, que trabalhou com ele, como eu, sabe que apesar de uma grande visão empresarial, é uma pessoa que trabalha em equipe, que soma, que divide responsabilidades e que cobra por isso. Essa incompatibilidade administrativa é que certamente causou o rompimento.
Xtp – Insistindo no assunto, não seria verdade que o atual Prefeito Paulo Luís teria rompido com o então Senador pelo fato de não aceitar “cabresto”, de não concordar com o fato ou suposto desejo de Clésio Andrade querer mandar na cidade e fazer do Prefeito apenas um fantoche? Isso não teria acontecido também com o saudoso Prefeito Glimaldo Paiva? Dizem que o médico estaria triste por não concordar com as interferências e desmandos do então Senador. Isso é verdade?
João Victor – De maneira nenhuma! Isso são questões apenas de imaginação. O Dr. Glimaldo veio a falecer com três meses de governo apenas. O então Senador Clésio Andrade nunca quis mandar na cidade. O que ele mandava eram recursos, equipamentos, emendas para Três Pontas. Clésio Andrade, sou testemunha, sempre respeitou, inclusive as ações da ex-Prefeita Luciana Mendonça. Ele dava seu ponto de vista mas destacava que era ela a prefeita. Não foi por isso que houve esse rompimento com o Paulo Luís e nem motivou uma tristeza e doença do Dr. Glimaldo Paiva.
Xtp – Na entrevista com o Prefeito Paulo Luís, sem citar seu nome, ele deu a entender que você acha a imprensa eletrônica, a imprensa on line de Três Pontas tendenciosa, manipuladora. Você realmente acha isso? Baseado em quê?
João Victor – Isso é falácia. Mentira do Prefeito. Ele coloca palavras na minha boca que não são verdades. O que houve é que eu conversava com um colega seu de profissão é que ele me mostrava que independente de qualquer pessoa que estivesse na Prefeitura, o espaço sempre seria dado. E eu respeito muito isso, porque sei a dificuldade que é se fazer jornalismo, ainda mais numa cidade de interior. Sei da força geradora de fatos que a Prefeitura gera e é normal, necessário que se cubra fatos da Prefeitura. Eu jamais disse que a imprensa é manipulada pela Prefeitura ou por quem quer que seja.
Xtp – Na última eleição muitas pessoas disseram que um dos motivos da derrota do médico Luiz Roberto seria a sua presença na chapa. Agora, algumas pessoas afirmam que, a exemplo de sua figura que estava muito queimada, hoje seria o Vice-Prefeito Erik Roberto o político mais queimado em Três Pontas. Você concorda com essas afirmações?
João Victor – Eu já falei pra você em outra oportunidade que eu fui vítima de algumas falácias. Na vida pública é sempre complicado, nos tornamos alvo. A história é senhora da razão. Muito daquilo que foi colocado contra mim na época foi fabricado. Eu seria o candidato a prefeito e depois mudaram e eu virei vice. Colocaram um estigma em cima de mim e isso foi muito amenizado hoje em dia. Com relação ao Erik, eu lamento que esteja ocorrendo, estar queimado. Acho que é o reflexo de suas escolhas, embora tenha muito respeito por ele. Mas há outras questões, que realmente estão queimadas na Prefeitura e o Erik não deve se deixar queimar também.
Xtp – Em outro ponto polêmico da entrevista que fiz com o Prefeito Paulo Luís ele diz que há pessoas que vivem na barra da saia de políticos, que não têm competência ou que não deixaram e nem deixarão nenhum lastro de realizações na história justamente por viverem na dependência de políticos. Você vive na barra da saia do Deputado Diego Andrade?
João Victor – Eu não sou assessor do deputado Diego Andrade. Não tenho nomeação, não recebo nenhum recurso, como nunca recebi. Minha vida profissional consta na minha carteira de trabalho. Sou professor e advogado. Exerci várias funções que constam na minha carteira de trabalho. Eu não vivo de política, eu falo política! Quanto o prefeito afirma isso, digo que ele está com a memória defasada. Minhas rendas vêm de minhas atividades profissionais. Sou professor do Unis. Venho da zona rural, do chão de fábrica da Etel e você sabe disso Roger porque trabalhou lá. Tudo o que tenho se deve ao meu trabalho. Nunca vivi na barra da saia de ninguém, nem do deputado Diego Andrade e nem de outras pessoas. Nunca vivi através do poder público. Eu não tive a sorte que algumas pessoas tiveram de receber concessão pública e trabalhar nisso ganhando muito dinheiro. Eu nunca ganhei numa loteria. Vivo do meu trabalho. Sou apenas um correligionário e um amigo pessoal do Deputado Diego Andrade.
“Não gostaria de descer às questões particulares, privadas. A vida pessoal do Prefeito Paulo Luís não me interessa. E as minhas críticas são apenas ao administrador, nunca a pessoa dele. Eu até evito de dizer seu nome, pois critico apenas o gestor. Infelizmente a sua administração está muito em débito coma população de Três Pontas, sobretudo por conta de seu plano de governo e de tantas coisas que não realizou. “
Xtp – O que o saudoso ex-Deputado Sérgio Naya e o ex-Senador Clésio Andrade, tinham em comum na sua opinião?
João Victor – Sérgio Naya tinha suas particularidades. Ele era mais pessoal, não era assistencialista, mas ia direto ao eleitor, como a doação das casas, dos materiais de construção, etc. Já Clésio e Diego são de realizações mais abrangentes e coletivas. O Naya vinha no seu helicóptero, entregava balas para as crianças, fazia algo por cada pessoa. Você acompanhou isso de perto Roger. Ele deixou grandes obras como a Apae e o Caic. Teve grandes realizações e a Apae deve muito a ele. São pessoas diferentes. Mas que fizeram muito por Três Pontas.
Xtp – Suas considerações finais.
João Victor – O nosso objetivo é somar. É ver uma cidade próspera, progressista e justa. No próprio plano de governo do atual Prefeito ele cita isso: “capaz de construir uma cidade progressista e justa”. Desejo que isso se realize com trabalho, educação e saúde. Não gostaria de descer às questões particulares, privadas. A vida pessoal do Prefeito Paulo Luís não me interessa. E as minhas críticas são apenas ao administrador, nunca a pessoa dele. Eu até evito de dizer seu nome, pois critico apenas o gestor. Infelizmente a sua administração está muito em débito coma população de Três Pontas, sobretudo por conta de seu plano de governo e de tantas coisas que não realizou. Quando ele falta que o Deputado está em débito com Três Pontas ele deveria rememorar, pois o débito com Três Pontas não é do Deputado. Diego Andrade, quando teve as portas abertas realizou por Três Pontas, como o Sest/Senat, a empresa Thega que gera centenas de empregos, ampliação da Tecnotextil, creches nos bairros Santana e Antônio de Brito, postos de saúde que foram construídos e terminados agora, as primeiras 200 casas populares. Além disso deixou aberta mais 500 casas para Três Pontas, o Ciama também, o Ginásio Delvo Correa, o PSF do bairro Padre Victor, infraestrutura do Pontalete, Ginásio Coberto e Posto De Saúde no Quilombo Nossa Senhora do Rosário, o galpão da Atremar, recursos para o Hospital, ônibus, ambulâncias, etc… Tudo isso feito pelo deputado Diego Andrade. Se ele estivesse em débito não receberia mais de 16 mil votos. Ele quer realizar muito mais. Mas que não seja impedido de fazê-lo.
Sob protestos e um forte esquema de segurança, a comissão especial que analisa a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da maioridade penal aprovou, nesta quarta-feira (17), o parecer apresentado pelo relator, Laerte Bessa (PR-DF). O documento prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos de idade para crimes hediondos, homicídio doloso, roubo qualificado e lesão corporal grave seguida de morte. O relatório foi aprovado por 21 votos favoráveis e 6 contra. Agora, a PEC segue para o plenário da Câmara dos Deputados e deve ser votado, em primeiro turno, no próximo dia 30.
A sessão desta quarta-feira foi marcada pelo forte aparato de segurança montado pela Polícia Legislativa. Apenas parlamentares, assessores, jornalistas e convidados especiais puderam entrar na sala. Militantes de movimentos estudantis foram barrados, mas fizeram apitaço do lado de fora. Ao final da votação, Após a votação, deputados da “bancada da bala” provocaram os manifestantes cantando “eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor’. O grupo era encabeçado pelos deputados Major Olímpio (PDT-SP), Delegado Waldir (PSDB-GO) e Marco Feliciano (PSC-SP).
Os momentos finais da votação chegaram a ser acompanhados pelo líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT), e pelo ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB). O governo da presidente Dilma Rousseff (PT) é contra a redução.
Entre os convidados especiais estavam o autor da PEC, o ex-deputado federal Benedito Domingos e o vereador por São Paulo Ari Friedenbach (Pros-SP), pai da jovem Liana Friedenbach, estuprada e morta em 2003 pelo então menor de idade Roberto Alves Aparecido Cardoso, conhecido como Champinha. O relatório apresentado por Bessa nesta quarta-feira é resultado do acordo costurado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), publicamente a favor da medida.
Originalmente, o relatório pedia a redução da maioridade penal para todos os crimes. Onovo documento, no entanto, restringe a redução da maioridade penal aos crimes hediondos e outros crimes considerados de maior gravidade. O relatório também extingue a previsão de um referendo em 2016 durante as eleições municipais sobre o assunto.