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  • EM BUSCA DE UM ANJO por Nilson Lattari

    EM BUSCA DE UM ANJO por Nilson Lattari

    Algumas pessoas creem na existência de anjos que nos protegem, individualmente, tendo cada um de nós um anjo para chamar de seu.

    Depois que Deus entregou a uma força do mal um dos seus mais crentes, Jó, permitindo que se fizesse tudo a ele, a não ser sua morte, foi estabelecido que Deus estava certo em acreditar na força do seu poder, ancorado na força de Jó em acreditar Nele.

    Qual seria, então, a formalização que Deus estabeleceu para os seus anjos quando deu a eles a incumbência para serem nossos protetores? É certo que à força do mal foi dada total liberdade. E nossos anjos teriam essa liberdade?

    Jó se perguntava por que Deus permitiu que ele sofresse tanto. E nós, sofremos? Ou a presença dos anjos seria apenas para nos guiar, desde que estejamos dentro das regras do jogo? Não há nenhuma garantia sobre nada disso. Seja a existência dos anjos, seja a missão que lhes tenha sido dada.

    Quando estamos mal das pernas na vida, pedimos a Deus, ou ao nosso anjo, uma saída, uma porta por onde possamos seguir e passar por cima das nossas adversidades. Nem sempre somos atendidos, talvez porque a porta de saída esteja ao nosso alcance, e não há necessidade de Deus, ou algum anjo, nos mostrar, apenas não queremos enxergar ou aceitá-la. E o que um anjo poderia fazer então?

    Até porque quando construímos nossos problemas, entramos de cabeça neles, não estabelecemos uma porta de saída, e, nesse caso, cabe a quem pariu o problema que o embale.

    Mas, têm horas em que algumas coincidências acontecem, como se alguém mexesse no tabuleiro de xadrez das nossas vidas, e na de outros, que as coisas parecem se encaixar. Alguns atribuem às obras do acaso, à sorte, a um milagre, enfim, há sempre alguma explicação. E, até mesmo, não sentimos nossa força própria de alcançar a saída, aquela que menosprezamos, não imaginando a nossa capacidade de reação.

    Mas, têm outras. Aquelas que vêm do nada, do nada mesmo, que a gente duvida dessas coisas, porque é coincidência demais. E são coisas que acontecem uma vez na vida. E, nessa hora, precisamos de uma reflexão: Devemos menosprezar um presente que, literalmente, cai do céu? E devemos nos perguntar, também, se aprendemos a lição?

    Pois é. Anjos talvez sejam professores que dão uma mãozinha, mas exigem um aluno aplicado e interessado. Errar uma vez, vá lá. Duas? Nem pensar. Aí, não há anjo que dê jeito.

    Podemos imaginar anjos nas nossas vidas, e isso é muito bom! Que haja seres divinos encarregados de nos proteger! Sobrecarregá-los, outro tanto, já se torna uma tarefa ingrata, até mesmo para os anjos.

    A decisão é pensar duas vezes antes de fazer. Não dar trabalho para eles, nossos professores. Tirando a hora final, mas em um sofrimento qualquer, que as mãos deles nos afaguem, porque não são capazes de milagres, creio eu. E se a coisa for coincidência demais, dessas que nem você acredita, pense bem: Deve ser um anjo, e parece que você não deu muito trabalho a ele, na sua vida, e tem alguém lá em cima que gosta de você.

     Nilson Lattari é Escritor

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  • Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    A Secretaria Municipal de Saúde e a direção da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, bem como do Pronto Atendimento Municipal, participaram recentemente de uma entrevista ao vivo no programa Sentinela Informações, onde apresentaram  a situação atual das internações por conta do coronavirus no município. A situação infelizmente é caótica, com a superlotação tanto no PAM quanto no Hospital. E infelizmente a tendência ainda é de piora, por conta do feriado do Dia das Mães e das aglomerações que aconteceram na data. Alguns pacientes já precisaram ser transferidos para outras cidades, que também estão superlotadas. O Conexão Três Pontas traz os principais relatos daqueles que estão, heroicamente, coordenando as ações e enfrentando a pandemia no fronte. A cada dia um relato importante e impressionante. Hoje, fechando a série, quem aborda o tema é o Dr. Eduardo Vasconcelos Camargo, diretor clínico da Santa Casa de Três Pontas:

    “O nosso Hospital está no limite. Sobrecarregou, não tem mais nenhuma vaga! Algumas pessoas acham que simplesmente deveríamos contratar mais profissionais e abrir mais leitos. Mas não é simples assim. Não estamos conseguindo contratar profissionais, não temos condição de abrir mais vagas. Fizemos algumas chamadas tentando contratar novos profissionais e esses cargos não preenchem. Os medicamentos para serem usados na UTI estão muito difíceis de serem conseguidos, os profissionais estão sobrecarregados, estamos lutando muito.

    Cerca de 80% das pessoas com coronavirus são casos leves, 15% são moderados e 5% são graves. Não podemos sobrecarregar mais o sistema. Temos um cuidado e um carinho especial com cada paciente e seguimos todos os critérios necessários. Quem determina o que será feito, o procedimento a ser adotado, é o médico. Buscamos a evolução de cada paciente a todo momento, almejando a melhor solução para sua recuperação e também para abertura de novas vagas.

    Infelizmente vemos muita gente desafiando o vírus. Falta educação ao povo. Governos passados não investiram em educação e a realidade é esta. Na Suécia, por exemplo, um país que investe muito em educação, o cenário do coronavirus é bem diferente, o país está aberto. Países com a população educada estão mais preparados para enfrentar a pandemia.

    Tudo agora está no limite! Isso vai passar, tudo tem a sua história e o seu curso natural. O que realmente importa é que todos nós busquemos o menor número de danos e de perdas possíveis.”

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    Roger Campos

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  • RESUMÃO – SEMANA 5 DA LIBERTADORES por Gabriel Lemos

    RESUMÃO – SEMANA 5 DA LIBERTADORES por Gabriel Lemos

    Inter e Galo vencem, Flamengo empata, Palmeiras, São Paulo e Flu perdem no Brasil e Santos fora

    Na terça-feira, os brasileiros perderam. O Defensa y Justicia venceu o Palmeiras no Brasil por 4 a 3. Também em território nacional, o Fluminense perdeu para o Junior de Barranquilla e o São Paulo para o Racing. Na Bolívia, o Santos foi derrotado pelo The Strongest por 2 a 1.

    A quarta-feira foi com vitória do Atlético-MG no Paraguai. Venceu o Cerro Porteño por 1 a 0. No Brasil, o Flamengo empatou em 2 a 2 com a LUD. Para fechar a semana, o Inter visitou o Olimpia e fez 1 a 0.

    Demais resultados: 

    Nacional (URU) 1×0 Universidad Católica (CHI)

    Universitario (PER) 3×2 Independiente del Valle (EQU)

    Sporting Cristal (PER) 2×0 Rentistas (URU)

    Vélez Sarsfield (ARG) 2×1 Unión La Calera (CHI)

    River Plate (ARG) 2×1 Santa Fe (COL)

    América de Cali (COL) 3×1 La Guaira (VEN)

    Deportivo Táchira (VEN) 7×2 Always Ready (BOL)

    Argentinos Juniors (ARG) 1×0 Atlético Nacional (COL)

    Boca Juniors (ARG) 0x0 Barcelona (EQU)

    Os grupos (pontuação): 

    GRUPO A – Palmeiras (12), Defensa y Justicia (8), Ind. del Valle (4) e Universitario (4);

    GRUPO B – Inter (9), Deportivo Táchira (9), Always Ready (6) e Olimpia (6);

    GRUPO C – Barcelona (10), Boca Juniors (7), Santos (6) e The Strongest (6);

    GRUPO D – River Plate (9), Fluminense (8), Junior de Barranquilla (6) e Santa Fe (2);

    GRUPO E – Racing (11), São Paulo (8), Sporting Cristal (4) e Rentistas (3);

    GRUPO F – Argentinos Juniors (12), Universidad Católica (6), Atl. Nacional (5) e Nacional (5);

    GRUPO G – Flamengo (11), Vélez Sarsfield (9), LDU (5) e Unión La Calera (2);

    GRUPO H – Atlético-MG (13), Cerro Porteño (7), América de Cali (4) e La Guaira (3).

     

     

     

     

     

     

     

     

    GABRIEL LEMOS é graduando em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pelo Grupo UNIS e Colunista Esportivo.

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  • Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    A Secretaria Municipal de Saúde e a direção da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, bem como do Pronto Atendimento Municipal, participaram recentemente de uma entrevista ao vivo no programa Sentinela Informações, onde apresentaram  a situação atual das internações por conta do coronavirus no município. A situação infelizmente é caótica, com a superlotação tanto no PAM quanto no Hospital. E infelizmente a tendência ainda é de piora, por conta do feriado do Dia das Mães e das aglomerações que aconteceram na data. Alguns pacientes já precisaram ser transferidos para outras cidades, que também estão superlotadas. O Conexão Três Pontas traz os principais relatos daqueles que estão, heroicamente, coordenando as ações e enfrentando a pandemia no fronte. A cada dia um relato importante e impressionante. Hoje quem aborda o tema é o Dr. Geovanni Barros Pereira, diretor técnico da Santa Casa de Três Pontas

    “É preciso que todos entendam que só teremos um efeito realmente considerado bom quando muitas pessoas estiverem vacinadas, o que ainda está um pouco longe de ocorrer. Uma questão que nos preocupa muito é que os pacientes que estão sendo internados são de idades cada vez menores. O pico agora é entre pacientes de 50 e 60 anos, mas com casos de pessoas mais jovens também. Tanto o Pronto Atendimento Municipal quanto o Hospital já estão trabalhando no seu limite.

    Infelizmente a vacina trouxe uma falsa impressão de que agora está tudo bem e com isso está havendo uma exposição desnecessária e que deve urgentemente ser evitada por parte de muitas pessoas. Eu particularmente sou contra o lockdown, não acho que ele traga efeitos positivos. Mas o nosso sistema já está sobrecarregado. Em alguns momentos nessa pandemia temos um pouco mais de alívio, mas nunca de tranquilidade. A situação infelizmente agora é crítica!

    Ainda não há estudos, mas é quase certeza que a variante P1 já esteja circulando na cidade de Três Pontas. Ela é bem mais agressiva, uma mutação mais grave.”

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    Roger Campos

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  • Com chegada do inverno, doenças respiratórias em pets aparecem com maior frequência e exigem muita atenção dos tutores 

    Com chegada do inverno, doenças respiratórias em pets aparecem com maior frequência e exigem muita atenção dos tutores 

    No verão, muita gente se preocupa em tosar e encontrar outras maneiras de refrescar o pet. Já no inverno, muitos acreditam que a pelagem é suficiente para manter o pet aquecido, não sendo necessária nenhuma outra medida a fim de proteger o cachorro no frio. Mas não é bem assim!

    Tosse, dificuldade par respirar, descarga nasal, secreção ocular purulenta, febre e apatia são sintomas comuns que cães e gatos podem apresentar em caso de infecção respiratória na época mais fria do ano. “Diversos tipos de infecções podem afetar os pets: desde as mais brandas até as potencialmente fatais. Além disso, elas podem envolver todos os sistemas do corpo do animal. Por essa complexidade, os tutores precisam estar atentos para que um problema de saúde em fase inicial não se torne uma pneumonia ou algo ainda mais grave”, alerta a médica veterinária Patricia Guimarães, analista técnica de marketing da Syntec do Brasil.

    Embora algumas raças de fato tenham o organismo preparado para enfrentar invernos rigorosos — como São Bernardo, Samoieda, Husky siberiano, entre outras raças de clima frio —, a maior parte das raças mais populares no Brasil se adapta melhor a temperaturas mais amenas.

    Seja como for, é importante adotar algumas medidas especiais durante o inverno. Além de evitar que o pet sinta frio, elas ainda ajudam a prevenir doenças, como gripe e dermatite.

    As infecções nos pets podem ser causadas por microrganismos, como bactérias, fungos, leveduras, vírus e parasitas. Com a chegada dos meses mais frios, é preciso ainda mais cuidado pois as infecções respiratórias podem ter diversos tipos e causas, “desde a colonização de uma bactéria , fungo até a instalação de parasitas no pulmão, provocando graves alterações na saúde do pet”, explica a especialista.

    Outros tipos de infecções que podem causar danos aos pets são as gastrointestinais, no trato geniturinário e as dermatites. “As infecções afetam pets de todas as raças e idades, proporcionando danos à sua saúde e, até, em casos extremos, culminando em óbito caso não tratadas rápida e corretamente”, conclui Patricia Guimarães.

    Dicas para seu pet no Inverno:

    1. Considere vaciná-lo contra a gripe

    Assim como acontece com a gripe em humanos, o vírus da gripe canina circula durante o ano todo, mas é fato que a doença se torna mais frequente durante o inverno.

    Sendo assim, ao contrário do que muitos pensam, não é que o vírus se torne mais ativo e perigoso em baixas temperaturas. Ocorre que, com a queda da temperatura, a tendência é fecharmos as janelas, diminuindo a circulação do ar dos ambientes.

    Ou seja, se algum pet estiver doente, o vírus espalhado por ele permanecerá mais concentrado e por mais tempo em determinado local, facilitando a transmissão para outros pets.

    Portanto, se seu amigo costuma frequentar locais com aglomerações de cachorros, como hoteizinhos e daycares, converse com um veterinário sobre a vacina contra a gripe.

    2. Mantenha o pet agasalhado

    Não, as roupinhas não servem apenas para deixar seu amigo mais fofo. Elas também são recomendadas por veterinários para deixar o pet mais quentinho nos dias frios.

    Para isso, no entanto, é preciso escolher a roupa de frio para cachorro com cuidado. Nesse sentido, evite roupinhas que limitam o movimento do cachorro e que possuam penduricalhos. Estes podem acabar sendo ingeridos, provocando obstrução intestinal.

    Quanto ao tamanho, a recomendação é que você consiga passar com um dedo entre a roupa e a pele. Lembrando que é importante lavar a roupinha com frequência para evitar a proliferação de micro-organismos.

    3. Proporcione uma cama ou casa quentinha

    Graças a seu organismo adaptado, com pelagem dupla, algumas raças não precisam de roupinha para se manterem aquecidas. Mesmo assim, é fundamental que o cão tenha um abrigo aconchegante, onde possa se proteger do frio. Para isso, garanta que ele tenha uma caminha confortável, reforçada com cobertores no inverno.

    Para saber se o cachorro sente muito frio durante a noite, fique atento à maneira como ele dorme. Se ele ficar encolhido, enroladinho no próprio corpo, é sinal de que está tentando se aquecer.

    Nesse caso, considere deixar o ambiente mais aquecido ou renovar o cobertor. Vale destacar que a posição também pode estar relacionada à preferência do cachorro. Quando ele estiver dormindo, procure não incomodar.

    4. Evite passear nos horários mais frios

    Não é nada agradável caminhar por aí sentindo frio e rajadas cortantes de vento no rosto. E como o cachorro sente frio, o passeio em dias muito gelados pode se tornar desconfortável.

    Sem contar que o vento também pode estar associado ao surgimento de otites. Por isso, quando o cachorro sente frio no inverno, é importante passear em horários com temperaturas mais amenas.

    5. Fique atento aos sinais de hipotermia

    A exposição do cachorro no frio por tempo prolongado pode provocar hipotermia, especialmente em cães com mais dificuldade para fazer a termorregulação, como filhotes e idosos.

    Entre os sintomas do quadro estão: hipotensão, diminuição da frequência cardíaca, falta de oxigênio, tremores, perda de consciência e rigidez muscular. Ao perceber qualquer um desses sinais, procure aquecer o pet e leve-o o quanto antes ao veterinário.

    6. Capriche na secagem após o banho

    Uma secagem inadequada após o banho é perigosa em qualquer época do ano, já que a umidade deixa o cachorro mais exposto a problemas de pele, devido principalmente a proliferação de micro-organismos.

    A diferença é que, no inverno, fica ainda mais difícil para os pelos secar naturalmente. Não bastasse isso, a umidade contribui para o desconforto relativo ao frio.

    7. Estimule atividades dentro de casa

    Assim como nós, os cães também podem ficar mais dorminhocos e preguiçosos no inverno. Mesmo assim, é fundamental que mantenham uma rotina saudável, com atividades capazes de estimular os sentidos e a cognição do pet.

    Além dos passeios, que devem continuar sendo feitos no inverno, que tal apostar em brincadeiras para serem feitas dentro de casa, como esconde-esconde, pega-pega, comedouros-brinquedos, quebra-cabeças e mordedores?

    8. Aumente o intervalo entre as tosas

    A pelagem é, sim, uma barreira natural para o cachorro com frio. Tanto é que muitos cães inclusive passam por uma troca de pelos no outono, ganhando uma pelagem mais espessa.

    Por isso, se você tem um peludinho em casa, vale a pena esperar um pouco antes da próxima tosa. Lembrando que as tosas higiênicas devem ser mantidas, assim como é importante fazer a escovação de cães de pelo médio e longo, a fim de evitar a formação de nós.

    Fonte Blog Petz / Texto Comunicação Corporativa

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    Roger Campos

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  • NA VIDA, NÃO HÁ CAMPEÃO INVICTO por JUAREZ ALVARENGA

    NA VIDA, NÃO HÁ CAMPEÃO INVICTO por JUAREZ ALVARENGA

    Sabemos que a vida é um jogo, onde não devemos dar por fato consumado, nem  vitórias ou derrotas. Em toda vitória existem derrotas construtoras de êxitos pelo nosso aprendizado. As sensações das derrotas são  irreversíveis e nos levam ao fracasso absoluto.  

    Chegamos a acreditar em vitórias, perdendo de quatro a um, aos trinta e cinco minutos do segundo tempo. O otimismo, nos impulsiona a virada mirabolante, em nossa existência. A vitória, primeiro tem que ser desejada, com convicção para depois ser consumada.

    Aprendi na minha vivência que  realização dos sonhos tem que ser com alarde, pois é impossível uma grande façanha, sem exposição ao ridículo, visto que todo começo de nossas grandes utopias são aventuras. Há alguém que acha que para sociedade só devemos apresentar resultados. Agir escondidamente. Esta receita só serve para sonhos modestos. Acho impossível não dar visibilidade ao nascer das grandes fantasias, pois suas implantações exigem, de nós ousadia e coragem, para jogar no sol do meio dia.

    A faraônica realização nasce solitariamente. A sociedade costuma não dar credibilidade à excepcionalidade. Se você, é realmente dono de seus sonhos, passará a ser escravo de sua execução. Se mantiver firme, nas adversidades, chegará ao fim vitoriosamente.

    Reconheça que não existe campeão invicto, e que   as derrotas impregnadas, nos êxitos, engrandecem as conquistas. Busque, dar passos firmes ,e, quando aparecem obstáculos, procure pular, e se as barreiras forem quase intransponíveis aí, é só com voo. A certeza da realização é capaz de ser desfeita pela grandeza das adversidades.

    Até no amor existem muitas derrotas, enquanto a vitória final não chega. O importante é estar calçado para enfrentar os espinhos encontrados caminhando sempre, pois o relacionamento campeão, é aquele que não determina obstáculos que a vida impõe, ou melhor, transpõe, com astúcia e bravura.

    Juarez Alvarenga é Advogado e Escritor

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

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  • E SE O NOVO CHEGAR? por Nilson Lattari

    E SE O NOVO CHEGAR? por Nilson Lattari

    Entrar em uma sala que você nunca viu, arriscar colocar uma cor na sua parede, tão confortável o branco era, imagine! Mudar de bairro, de cidade, de país! O novo é como entrar em uma floresta onde você nunca foi antes. Mas, o novo também é percorrer as areias de uma praia deserta onde somente seus pés possam identificar a presença humana, e o seu olhar procura por perigos que possam existir, receber o novo gadget, o eletrônico que precisa de manual, e que vai te surpreendendo com a capacidade dele, entrar em águas límpidas de um rio e sentir uma água transparente.

    O novo assusta por ter uma fronteira desconhecida, o velho, o habitual, é confortável.

    O novo também existe quando nossa mente se abre e deixa alguma nova experiência existir. São os labirintos do seu corpo a perceber novos cheiros, novos sabores, excitações.

    Experimentar o novo é aprender, é uma alfabetização de um outro mundo.

    Assim são, também, os projetos da humanidade. Grandes mudanças sociais existem para que experimentemos. Se a confusão pelo novo existe em pequenas coisas, e sem perceber ficamos confusos, existe um conforto porque podemos retroceder ao velho velho. Imagine percorrer os caminhos novos sem perspectiva de retorno. Determinados a viver em um outro planeta, a construí-lo, sem que se possa retornar à velha Terra azulada.

    As mudanças na sociedade são assim, conturbadas, confusas, experimentações, mas esperançosas. Para aqueles que se guardam nos chavões de que o correto, o mais seguro é o que está aí, são aqueles que têm muito mais a perder, porque no velho comandam, têm a perder o medo de mudar, e têm o medo de não poder mais conduzir o outro, aprisionam para continuar comandando.

    Pode-se se assegurar que aquele que mais tem medo é aquele que tem muito, sejam bens materiais ou poder, e a única arma é implantar a mentira, a bazófia e procurar cooptar e contaminar tudo. A lógica é perfeita quando alguém que tem um percentual grande da riqueza incentiva aos que não têm a lutar por ela. A pergunta é: De quem esse futuro vencedor vai tirar? Daquele que é igual, nunca daquele que está acima. E constroem mais seres medrosos, ou falsamente esperançosos.

    Por isso, sociedades que tentam uma mudança parecem confusas, os caminhos do novo são virgens, são originais, são nunca vistos. E para que eles não progridem é preciso sabotá-los, primeiro com mentiras, depois com a força.

    A presença das cinzas não abole a possibilidade de o fogo voltar.

     Nilson Lattari é Escritor

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  • A VIAGEM por Nilson Lattari

    A VIAGEM por Nilson Lattari

    E assim, quando eu adoecia, sua mão fria pousava na minha fronte aquecida e era como um bálsamo que me trazia o remédio que nenhum outro remédio podia acalentar.

    De outra vez, era você que estava na cama e, meio sem jeito, trazia fumegando uma sopa qualquer, e, doente, você ria diante dela, e minha mão sentia o flamejar da sua testa, e a sua febre de súbito desaparecia.

    E fomos assim, com o passar do tempo, alimentando nossas alegrias, e sustentando nossas quedas, com o passar dos dias.

    Uma noite dessas, eu acordei e minha mão ao pousar no seu lado encontrou o vazio. Foi a primeira noite que dormi sem você ao lado. Era como voltar ao passado sem ninguém e acordasse novamente sozinho, depois de viajar por tanto tempo com você.

    Qualquer barulho que acontecia na casa, o bater do vento a porta teimosa em dançar sua dança muda, o latido do cachorro no quintal, como avisando a chegada de alguém, ou mesmo o pinga-pinga da bica que só agora eu percebia e me arrependia de nunca tê-la consertado, porque o seu barulho não me incomodava, você ocupava todo o resto, e só agora eu notava a solidão tomando conta do espaço antes ocupado. Levantava a cada um desses sons e andava pela casa tentando encontrar você, de seu espírito ainda zeloso, teimoso a tomar conta dos pratos sujos na pia, da roupa amarrotada e jogada sem qualquer jeito nas cadeiras.

    E então eu resolvi sair pela noite, pelo dia, à procura dos lugares onde frequentamos juntos, não mais caminhando rápido ao seu encontro, mas prorrogando a chegada, como se meus passos recuados pudessem dar tempo de você chegar.

    Quando amigos resolveram me levar para novamente viver a vida, no meio de dançarinas seminuas, como se meu conforto estivesse no viço de uma juventude qualquer, ou de um corpo oferecido em promoção, eu procurava no meio delas, descobrir você fantasiada de qualquer coisa que pudesse me enganar, e sairíamos dali correndo.

    Tudo em vão.

    Repasso as mãos nos seus retratos, vislumbro o sorriso branco, iluminado, como uma praia guardada no tempo. E depois, trazendo seus traços

    mais presentes, ainda o sorriso era a mesma praia, agora cercada pelas ondas que o rosto forma com o passar do tempo.

    E uma das noites eu acordei de repente, com um susto qualquer, e procurei pela casa, como um fantasma, rápido e fagueiro, com as pernas obedientes como antigamente. E vi você, finalmente, chegar com a roupa e o rosto de antes, me pegar pelo braço e me olhar sorridente, com o convite para uma nova viagem iniciar.

     Nilson Lattari é Escritor

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  • 100 vezes de Luto: Três Pontas passa de uma centena de mortos pela covid-19

    100 vezes de Luto: Três Pontas passa de uma centena de mortos pela covid-19

    Número total de casos é de 4.706 positivados. Curados já somam 3.526.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quinta-feira (20) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com as confirmações de novas mortes.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 4.706 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 3.526 já se recuperaram e, infelizmente, 101 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 1.079 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é maior, com 1.079 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 17.708.

    Três pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros vinte e seis casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 1.053 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 399 dias. Isso dá uma média de 11,79 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 52 Homens

    _ 49 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 27

    _ 60 a 79 anos – 51

    _ 80 anos ou mais – 22

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 36

    _ Hipertensão – 21

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 48

    _ Doença Renal Crônica – 08

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 05

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 05

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 02

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 02

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 01

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 47

    _ 8 a 15 dias – 34

    _ 16 a 21 dias – 08

    _ 22 ou mais – 10

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    Série Especial de Reportagens: Não Há vagas! Covid-19 superlota Pam e Santa Casa e traz caos para a Saúde de Três Pontas 

    A Secretaria Municipal de Saúde e a direção da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, bem como do Pronto Atendimento Municipal, participaram recentemente de uma entrevista ao vivo no programa Sentinela Informações, onde apresentaram  a situação atual das internações por conta do coronavirus no município. A situação infelizmente é caótica, com a superlotação tanto no PAM quanto no Hospital. E infelizmente a tendência ainda é de piora, por conta do feriado do Dia das Mães e das aglomerações que aconteceram na data. Alguns pacientes já precisaram ser transferidos para outras cidades, que também estão superlotadas. O Conexão Três Pontas traz os principais relatos daqueles que estão, heroicamente, coordenando as ações e enfrentando a pandemia no fronte. A cada dia um relato importante e impressionante. Hoje quem aborda o tema é a Secretaria Municipal de Saúde, Teresa Cristina Rabelo Corrêa.

    “Na verdade, infelizmente, boa parte da população relaxou em relação às normas de prevenção ao coronavírus desde março de 2020. Muitas medidas foram tomadas por nós, Estamos fazendo de tudo para vencer essa pandemia, mas infelizmente parece que a população ainda não entendeu a gravidade da situação. Bares, casas de piscina, familiares de outras cidades visitando os seus parentes. Isso tudo é muito preocupante. E o Dia das Mães nos preocupou muito mais. E 14 dias após a data a situação ainda será muito pior.

    Antes, na Santa Casa, em relação ao número de leitos, segundo o provedor Michel Renan, se trabalhava com uma margem de segurança. Hoje essa margem não existe mais! E agora, 14 dias após o Dia das Mães, muito possivelmente não haverá leito em nenhum lugar. Não há rodízio de leitos, não há medicamentos suficientes. Infelizmente a população joga tudo nas costas das autoridades de saúde e não faz a sua parte. Para se ter uma ideia, não temos oxigênio nas ambulâncias. Caso seja preciso transferir algum paciente.

    Quanto ao trabalho nas empresas e as possíveis aglomerações, recomendamos sempre que as empresas trabalhem com divisão de turnos. Não somos a favor de fechar as empresas. Lacrar não dá nenhum resultado.  Mas é importante que se cumpra todas as determinações e os cuidados de prevenção ao coronavirus.”

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  • Exclusivo: Três Pontas tem hoje mais pessoas com covid-19 (casos ativos) do que Varginha

    Exclusivo: Três Pontas tem hoje mais pessoas com covid-19 (casos ativos) do que Varginha

    Conexão compara boletins epidemiológicos desta quarta-feira entre as duas cidades vizinhas

    Muitas comparações parecem injustas diante de muitas disparidades entre as cidades de Varginha e Três Pontas. Mas quando o assunto é o número de pessoas com coronavírus nas duas cidades do Sul de Minas, a acareação entre os municípios se torna inevitável, já que a cidade com população menor, hoje, 19 de maio, segundo seus boletins epidemiológicos, divulgados por suas prefeituras, apresenta mais pessoas com o vírus do que a outra, com mais que o dobro de residentes. Três Pontas tem hoje 995 pessoas com o vírus, enquanto Varginha tem 563. Isso significa que são, no dia de hoje, 432 casos a mais entre os trespontanos.

    Varginha tem, segundo o IBGE, conforme o censo de 2020, uma área de 395.396 km², com uma população de 136.602 moradores. Já Três Pontas, segundo os mesmos estudos, tem uma área de 689.794 km² e uma população de 56.940 habitantes. Varginha tem uma população maior, mas uma área territorial menor. 

    Os Dados de Varginha hoje:

    _ Casos Confirmados: 9.864

    _ Pacientes Recuperados: 9.085

    _ Casos ativos de covid-19 em domicílio: 489

    _ Casos de Síndrome Gripal: 51.333

    _ Pessoas hospitalizadas: 74

    _ Óbitos confirmados: 220

    Os Dados de Três Pontas hoje:

    _ Casos Confirmados: 4.610

    _ Pacientes Recuperados: 3.516

    _ Casos ativos de covid-19 em domicílio: 970

    _ Casos de Síndrome Gripal: 17.521

    _ Pessoas hospitalizadas: 25

    _ Óbitos confirmados: 99

    Varginha tem, desde o início da pandemia, mais que o dobro de casos que Três Pontas. Isso também se reflete em relação ao índice de mortos. 

    Varginha tem quase o triplo de pessoas recuperadas. Três vezes maior é o número de casos de síndrome gripal e de pessoas hospitalizadas entre os varginhenses.

    O único índice que Três Pontas lidera é justamente o que demonstra o número de casos ativos, de pessoas com a doença no dia de hoje. 

    Pessoas ligadas à saúde e também às políticas de saúde com quem indagamos o fato de Três Pontas ter hoje quase 1.000 pessoas com covid-19, enquanto Varginha tem, no mesmo período, 563 casos, nos foi passado, quase que de forma unânime que “a falta de compreensão da gravidade da situação por uma parcela da população trespontana, o relaxamento na manutenção dos protocolos de prevenção, dentre eles aglomerações que seguem ocorrendo em diversas situações, muitas pessoas ainda sem usar a máscara (ou utilizando de forma errada – no queixo, por exemplo) e o não uso álcool em gel, podem traduzir a estatística de casos ativos bem maior em Três Pontas.”

    As autoridades de saúde reforçam a necessidade de manutenção dos cuidados de prevenção. Segundo elas, “vivemos o pior momento desde o início da pandemia, com um único hospital de Três Pontas, que recebe pacientes com coronavírus, completamente lotado, estendendo o caos inclusive para o Pronto Atendimento Municipal, também abarrotado de doentes com covid-19 que estão tendo que esperar até dois dias para conseguir uma vaga no HSFA ou outro hospital.” Varginha, que também vive uma realidade complicada em relação à taxa de ocupação de leitos hospitalares, conta com 4 hospitais.

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    Roger Campos

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  • COCATREL apresenta o 9º FESTIVAL CANTO ABERTO – 300 anos de Minas e 60 anos de Cocatrel

    COCATREL apresenta o 9º FESTIVAL CANTO ABERTO – 300 anos de Minas e 60 anos de Cocatrel

    A Prefeitura de Três Pontas / SECULT – Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Turismo está realizando mais uma edição do Festival Canto Aberto. A apresentação fica por conta da Cocatrel. São 300 anos de Minas e 60 anos de Cocatrel. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 25 de junho às 11 horas. O evento acontecerá entre os dias 01 a 03 de julho, dentro das comemorações do aniversário de Três Pontas.

    O FESTIVAL CANTO ABERTO

    Em 1982, o trespontano Marco Aurélio de Aquino, de família de músicos, com apoio do Rotary Club e poder público, fez surgir o I Festival Canto Aberto de Três Pontas que teve sua vertente iniciada com realizações de festivais pelo país.

    Três Pontas com sua forte e sempre presente cultura musical teve cinco edições deste festival realizado entre os anos de 1982 a 86.

    No ano de 2018 o Festival Canto Aberto foi reconstruído e retornou ao calendário de eventos municipal, promovendo o desenvolvimento e o crescimento social com intervenções nas escolas municipais, estaduais e privadas através da Semana Cultural realizada juntamente com o Festival.

    Em 2019, o Festival teve a maximização de sua importância sendo inventariado pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, como patrimônio cultural municipal. No corrente ano, foi registrado como patrimônio cultural trespontano e ainda, recebeu o prêmio: Cidades Inteligentes, sendo o 1° projeto aprovado e agraciado em relação ao empreendedorismo cultural e artístico. Devido a pandemia do COVID 19, seguindo as determinações da OMS, foi realizado o 8º Festival Canto Aberto Home Live, assistido por, aproximadamente, 40 mil pessoas em 14 estados brasileiros e com abrangência internacional nos países: França, Espanha e Portugal.

    Nas últimas três edições do Festival Canto Aberto (Anos: 2018, 2019 e 2020), foram inscritas uma média de 300 composições por festival , entre a fase local, “Da Casa” e a fase Nacional.

    O evento atraiu para Três Pontas, turistas de diversas localidades, fomentado a atividade turística (lotação de hotéis, movimentação de bares, restaurantes, cafeterias, lojas de artesanatos e em geral, e também, participação de entidades filantrópicas como: APAE, Santa Casa de Misericórdia de Três Pontas e Rotaract), gerando assim impacto sócio cultural no nosso município.

    O nosso amor pela música vai além do cenário artístico. Temos a música em Três Pontas como uma oração, uma religião e sendo assim, é necessário fomentar essa Cultura e levá-la para fora de nossas fronteiras, sempre com novos talentos advindos dessa manifestação maciça, promovendo através da Semana Canto Aberto  e tendo o seu encerramento, com o grande momento, o Festival da Canção de Três Pontas, o Festival Canto Aberto.

    Três Pontas é uma cidade com excelente potencial na área cultural por ser berço de grandes artistas, na área rural com seus cafés especiais e no turismo religioso motivado por Beato Padre Victor e a Serva de Deus Madre Tereza Margarida do Coração de Maria “Nossa Mãe”.

    Assim não poderia ser diferente… FESTIVAL CANTO ABERTO DE TRÊS PONTAS, bem inventariado pelo Patrimônio Histórico é uma realidade que agora vem para a sua 9ª edição.

    “Sonhar é uma parte de nós que não descansa; Sonhar é um alimento primordial tanto quanto o pão de cada dia; Sonhar é a luz que abre-se aos olhos do homem; Para o artista o sonho é a salvação da alma, a dependência química. E ver o sonho tomar corpo é como um sopro de vida a mais. Aqui o sonho se materializou com toda alquimia e forma que se pode esperar dele. E, de todas as formas da arte, o FESTIVAL CANTO ABERTO abre as portas de Três Pontas para respirar cultura em todos os níveis. Bem-vindos ao IX Festival Canto Aberto e IV Festival ‘Da Casa’”, disse a Prefeitura Municipal.

    Confira toda a programação do Festival Canto Aberto, no canal do Youtube, da Prefeitura Municipal de Três Pontas. Inscrições e informações no site: www.festivalcantoaberto.com.br 

    Fonte PMTP

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