Categoria: Economia

  • Governador pede ao Ministério de Minas e Energia suspensão da Bandeira Vermelha na conta de luz dos mineiros

    Governador pede ao Ministério de Minas e Energia suspensão da Bandeira Vermelha na conta de luz dos mineiros

    Chuvas que castigam o estado provocaram perdas para população e municípios e elevaram os níveis dos reservatórios

    O governador Romeu Zema enviou, na quinta-feira (13/1), ofício ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, solicitando a suspensão da “Bandeira Vermelha de Escassez Hídrica” nas contas de energia elétrica em Minas Gerais devido às fortes chuvas nas últimas semanas.

    “Quando a economia mineira ainda tentava se recuperar dos nefastos efeitos da pandemia de covid-19, agravada pela severa crise fiscal que se abate sobre as finanças estaduais, fomos atingidos pela catástrofe causada pela chuva desproporcional dos últimos dias. A solidariedade com os mineiros é emergencial”, afirmou.

    Zema lembrou que, até o momento, já foram contabilizados a decretação da situação de emergência em 374 municípios, 26.492 desalojados, 4.047 desabrigados, 25 mortes diretamente relacionadas às chuvas, além de milhares de pessoas atingidas direta ou indiretamente pelas inundações.

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    O governador reconhece as características do Sistema Interligado Nacional (SIN) e sua governança. No entanto, para o chefe do Executivo, a manutenção da cobrança da aludida bandeira dos consumidores de Minas Gerais, neste momento, “significa subjugá-los a mais um sacrifício insuportável e desproporcional, quando colocado em perspectiva à realidade do restante do país”.

    Bem-estar social

    No documento Romeu Zema lembrou o ministro que, nas últimas décadas, o Estado de Minas Gerais esteve sujeito aos interesses da União em função dos reservatórios aqui localizados para atendimento a usinas e hidrovias localizadas em outras unidades da Federação, em detrimento do bem-estar social, econômico e ambiental local.

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    “Ainda assim, apesar da equivocada gestão de recursos hídricos da qual Minas Gerais foi vítima, recentemente, sua população ainda se viu sujeita a arcar com a ‘Bandeira de Escassez Hídrica’ determinada pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg) e levada a cabo pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)”, explicou.

    Zema reforçou que a imediata suspensão da exigência, além de ser medida de justiça social e econômica, possui natureza humanitária e da qual a União não pode se desincumbir. “Temos milhares de pessoas desabrigadas e desalojadas nas regiões atingidas pelas chuvas que perderam suas casas e pertences. O momento é muito difícil”, afirmou o governador.

    Fonte Agência Minas

     

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    Roger Campos

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  • Vendas no Natal crescem 11,1%, de acordo com índice de varejo

    Vendas no Natal crescem 11,1%, de acordo com índice de varejo

    O setor de Turismo e Transporte registrou aumento de 73% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado

    Em meio a pandemia da Covid-19, as vendas de Natal no Brasil cresceram 11,1% em 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).

    O período avaliado foi a semana entre 19 e 25 de dezembro. Dentre os destaques, o e-commerce registrou alta de 38,6%, enquanto as vendas físicas aumentaram em 8,8%.

    Santa Catarina foi o estado que mais aumentou suas vendas, com um faturamento 14,4% maior do que o mesmo período no ano passado, seguido por Rio de Janeiro (13,3%) e Minas Gerais (9,3%).

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    O ICVA também avaliou quais as categorias tiveram maior movimentação nos lucros. O setor de Turismo e Transporte lidera o índice em disparada, com aumento de 73% da receita.

    Logo atrás estão itens de Livrarias, Papelarias e Afins, com 15,9% de aumento nas vendas este Natal. Outras áreas como vestuário, artigos de esportes, joalherias também tiveram aumento considerável.

    O menor índice de vendas ficou com o varejo alimentício especializado, como lojas de chocolates, bebidas e doces que aumentaram suas vendas em apenas 1,9%.

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    De maneira geral, Pedro Lippi, Head de Inteligência da Cielo, avalia que o faturamento do Varejo no Natal teve comportamento superior ao observado na Black Friday em novembro.

    Ele explica que o grande destaque do e-commerce foi impulsionado pelas vendas do setor de Turismo e Transporte. “Sem esse setor, o e-commerce teria um crescimento de 23,2%”, afirma.

    Fonte CNN

     

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  • Conheça os direitos do consumidor para a troca de presentes de Natal

    Conheça os direitos do consumidor para a troca de presentes de Natal

    Há situações em que a troca é obrigatória; em outras depende da loja

    Presente é sinônimo de satisfação garantida? Depende. Às vezes somos presenteados com um livro repetido ou uma roupa em tamanho que não serve. E o que fazer nessas situações? A resposta varia conforme o motivo da troca, as regras da loja onde o item foi adquirido e também do que prevê o Código de Defesa do Consumidor. Existem situações em que a troca é obrigatória e em outras, depende da loja onde o produto foi comprado.

    A troca de produtos que não apresentam defeitos depende da política de cada estabelecimento. Por isso, vale conversar com a pessoa que comprou o presente para saber se o vendedor se comprometeu a fazer a troca. O Código de Defesa do Consumidor diz que o estabelecimento que tenha uma política de troca tem a obrigação de substituir o produto adquirido. Grandes redes de roupas e livros, por exemplo, tendem a trocar os itens desde que mantida a etiqueta e em prazo preestabelecido.

    Em ambas as situações, a troca deve respeitar o valor pago pelo produto, mesmo que haja liquidações ou aumento de preço. Em caso de troca pelo mesmo produto, a loja não pode exigir complemento de valor. O consumidor também não pode pedir abatimento do preço caso haja mudança entre o que foi pago e o valor no dia da troca.

    “Sendo assim, cada loja pode ter uma política de troca diferente, e o consumidor deve estar atento a essas regras: prazo, cupom fiscal, etiqueta, dentre outras. Sempre que possível, o consumidor deve solicitar essas regras de troca por escrito para, em caso de problema, registrar sua reclamação no Procon”, informou o Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF).

    Os órgãos de defesa do consumidor recomendam ainda que a nota fiscal seja guardada para uma eventual troca. Para roupas e sapatos, por exemplo, a etiqueta deve ser mantida na peça e só retirada quando houver a certeza de que o produto não precisará ser trocado.

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    Vício ou defeito

    O código diz que a troca só será obrigatória nos casos em que o produto apresentar vício ou defeito. Nesses casos, fica garantido ao consumidor, por exemplo, trocar uma roupa com problemas de confecção ou um brinquedo que saiu quebrado da loja. Entretanto, se o produto já tiver sido adquirido com defeito e o consumidor foi avisado disso no momento da compra, então ele não terá direito à troca.

    Se o defeito for aparente, a legislação determina o prazo de 30 dias para que o consumidor possa pedir a troca, caso o produto seja um bem não durável, como alimentos, produtos de beleza. Se for um bem durável, como um eletrodoméstico, um eletroeletrônico, uma roupa, um sapato, então o prazo é de 90 dias.

    O código diz ainda que se não for possível o conserto do produto no prazo de até 30 dias, o consumidor poderá optar pela troca do produto, pela devolução do dinheiro ou pelo abatimento proporcional do preço

    É importante observar que o código diz que esse prazo não será aplicado nos casos em que o defeito seja em um produto essencial – como alimentos, medicamentos, equipamentos de auxílio à locomoção, à comunicação, à audição ou à visão, devendo a devolução da quantia paga ou troca do produto ser feita de imediato.

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    Compras na internet

    Caso o presente tenha sido comprado pela internet, a legislação garante ao consumidor o direito de arrependimento no prazo de até sete dias, a contar da data do recebimento.

    Além disso, há a possibilidade de o produto chegar danificado ou não corresponder ao pedido feito. A devolução, nesses casos, pode ser feita e o dinheiro pago deve ser restituído – inclusive o frete.

    Por isso é importante guardar uma cópia dos contatos de e-mail e protocolos de ligações telefônicas, possibilitando a resolução de demandas.

    Se o consumidor não conseguir resolver o problema, a recomendação é que ele procure o Procon do seu estado. Também é possível registrar uma reclamação por meio da plataforma online de reclamações do governo federal.

    A iniciativa, lançada em 2014, permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução alternativa de conflitos de consumo pela internet. Na plataforma, o consumidor manda a reclamação diretamente com as empresas participantes, que se comprometem a receber, analisar e responder as reclamações de seus consumidores em até dez dias.

    Em seguida, o consumidor tem até 20 dias para comentar e avaliar a resposta da empresa, informando se sua reclamação foi Resolvida ou Não Resolvida, e ainda indicar seu nível de satisfação com o atendimento recebido.

    Fonte Agência Brasil

     

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    Roger Campos

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  • IBGE: Desemprego cai 1,6 ponto percentual e chega a 12,1%

    IBGE: Desemprego cai 1,6 ponto percentual e chega a 12,1%

    Queda foi registrada no trimestre de agosto a outubro deste ano

    O desemprego no Brasil atingiu 12,1% no trimestre móvel de agosto a outubro de 2021, o que representa queda de 1,6 ponto percentual (p.p.) na comparação com o trimestre de maio a julho de 2021, quando ficou em 13,7%. Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2020 (14,6%), o recuo é de 2,5 pontos percentuais.

    A população desocupada chegou a 12,9 milhões de pessoas, uma redução de 10,4% ou menos 1,5 milhão, se comparado ao trimestre encerrado em julho, quando eram 14,4 milhões de pessoas. Frente ao mesmo trimestre móvel de 2020 (14,6 milhões de desocupados), caiu 11,3% ou menos 1,7 milhão.

    Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Ocupação

    De acordo com a pesquisa, a população ocupada atingiu 94,0 milhões de pessoas, com crescimento de 3,6% ou 3,3 milhões de pessoas ante o trimestre anterior e avançou 10,2% ou 8,7 milhões de pessoas, em relação ao mesmo trimestre de 2020.

    O nível da ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 54,6%, segundo o IBGE, o maior desde o trimestre encerrado em abril do ano passado. O resultado representa também uma alta de 1,8 p.p. na comparação com o trimestre de maio a julho de 2021. Lá eram 52,8% e de 4,6 p.p. ante o mesmo período do ano anterior (50,0%).

    Crescimento da ocupação

    Para a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, a queda na taxa de desocupação está relacionada ao crescimento da ocupação, como já vinha acontecendo nos meses anteriores. “O aumento no número de ocupados ocorreu em seis dos dez grupamentos de atividades, a exemplo do comércio, da indústria e dos serviços de alojamento e alimentação”, observou.

    De acordo com o IBGE, o aumento na ocupação teve influência do número de empregados com carteira de trabalho no setor privado, que alcançou 33,9 milhões, um avanço de 4,1% se comparado ao trimestre anterior. O percentual equivale a 1,3 milhão de pessoas a mais.

    “Do aumento de 3,3 milhões de pessoas na ocupação, 40% são trabalhadores com carteira assinada no setor privado. Essa recuperação do trabalho formal já vem ocorrendo nos meses anteriores, desde o trimestre encerrado em julho. Então, embora o emprego com carteira no setor privado ainda esteja em um nível abaixo do que era antes da pandemia, vem traçando uma trajetória de crescimento”, apontou a coordenadora.

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    Ainda no setor privado, o total de empregados sem carteira cresceu 9,5% ou 1,0 milhão de pessoas. No trimestre encerrado em outubro, a categoria somava 12 milhões de trabalhadores. Em igual período, o número de trabalhadores domésticos sem carteira cresceu 8,0%, e o de empregadores sem Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) aumentou 7,4%. Com isso, a taxa de informalidade atingiu 40,7%, o que significa 38,2 milhões de trabalhadores informais no país.

    O crescimento da ocupação influenciado pelo trabalho informal, resultou na queda de 4,6% no rendimento real habitual e atingiu R$ 2.449. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o recuo é de 11,1%. Já a massa de rendimento, com R$ 225 bilhões, permaneceu estável frente aos dois trimestres.

    “Apesar de haver um crescimento significativo da ocupação, a massa de rendimento permanece estável. Isso acontece porque o rendimento do trabalhador tem sido cada vez menor, seja porque a expansão do trabalho ocorre em ocupações de menor rendimento, seja pelo avanço da inflação nos últimos meses”, comentou Adriana.

    Conta própria

    O contingente de trabalhadores por conta própria subiu 2,6%, somando 25,6 milhões. Conforme a pesquisa, são 638 mil pessoas a mais nesta categoria. O aumento dos trabalhadores domésticos ficou em 7,8% também na comparação com o trimestre terminado em julho, o que representa mais 400 mil pessoas. A maior parte desse aumento também veio do trabalho informal. Foram contratadas 308 mil sem carteira de trabalho assinada.

    A população fora da força de trabalho registrou queda de 2,1% em relação ao último trimestre. Essas pessoas que não estavam nem ocupadas nem desocupadas na semana de referência somaram 65,2 milhões de pessoas no trimestre encerrado em outubro. Se comparado ao mesmo período do ano anterior, apresentou recuo de 5,4 milhões de pessoas.

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    Potencial

    Segundo a pesquisa, ante o último trimestre, 436 mil pessoas saíram da força de trabalho potencial. Aí estão as pessoas em idade de trabalhar, nem ocupadas, nem desocupadas, mas que tinham potencial para estar na força de trabalho. O IBGE estimou o contingente em 9,3 milhões de pessoas. Fazem parte do grupo os desalentados, que são pessoas que não buscaram trabalho, mas que gostariam de conseguir uma vaga e estavam disponíveis para trabalhar. Esse grupo caiu 3,8% e foi estimado em 5,1 milhões de pessoas. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando eram Brasil 5,8 milhões de pessoas desalentadas no Brasil, houve queda de 11,9%.

    Comércio

    O número de ocupados no comércio subiu 6,4%, isso equivale a 1,1 milhão de pessoas a mais trabalhando no setor. Na indústria a alta ficou em 4,6%, ou mais 535 mil pessoas. Conforme a pesquisa, em igual período, mais 500 mil pessoas passaram a trabalhar no segmento de alojamento e alimentação (11,0%). Na construção, foi registrada uma elevação de 6,5% na ocupação ou 456 mil pessoas.

    Adriana Beringuy informou que na comparação com o trimestre anterior, dos dez grupamentos de atividades, seis tiveram crescimento na ocupação e os demais ficaram estáveis. “Quando comparamos com o mesmo trimestre do ano anterior, nove apontaram crescimento significativo. Isso indica que a conjuntura econômica do trimestre encerrado em outubro é muito diferente do mesmo período do ano passado. A recuperação já mostra um cenário muito mais favorável para a ocupação”, completou.

    Pesquisa

    A Pnad Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. Segundo o IBGE, a amostra da pesquisa por trimestre no Brasil é realizada em 211 mil domicílios com cerca de dois mil entrevistadores, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do órgão.

    Por causa da pandemia de covid-19, o IBGE adotou a coleta de informações da pesquisa por telefone desde 17 de março de 2020. “É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante”, indicou o IBGE.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Após as compras de Natal começa o período das Liquidações!

    Após as compras de Natal começa o período das Liquidações!

    Em Três Pontas, por exemplo, lojas já oferecem descontos consideráveis para girar as mercadorias e renovar os estoques.

    As vendas de Natal representam, historicamente, a principal data de cada ano em termos de venda. É a cereja do bolo para os comerciantes. E em 2021, mesmo ainda vivendo a pandemia do coronavírus, as vendas de Natal representaram um aquecimento de 11%. E agora os lojistas já trabalham com uma nova realidade: as aguardadas liquidações!

    A economia não pode parar e todas as mercadorias precisam girar. Aquilo que não foi vendido no Natal acaba sofrendo, muitas vezes, uma repaginação nos preços para baixo, com anúncios de produtos mais convidativos a espera dos consumidores que ainda têm alguma reserva financeira depois do Natal para gastar.

    Para alguns especialistas em mercado, ouvidos pelo Conexão Três Pontas nesta terça-feira (28), as vendas do pós-Natal são excelentes oportunidades para o bota-fora do estoque, renovando-o para o próximo ano.

    Muitos brasileiros fazem muitas compras até o Natal já que uma parte considerável dos consumidores viaja para praia. Também há o outro lado, os turistas que não resistem as promoções, sendo elas um excelente chamariz.

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    E outro detalhe importante lembrado pelos especialistas é que tanto o cliente que faz a primeira compra nessa época de liquidações quando aquele que vai fazer alguma troca, de alguma compra de Natal, podem acabar se tornando um cliente fiel de determinada loja, por exemplo.

    Assim, muitas lojas já começam a preparar as fachadas, as vitrines, com muitos adesivos, cores e números em tamanhos garrafais anunciando os descontos.

    Para os especialistas, a vitrine agora precisa ser ainda mais agressiva para atrair tanto quem está passando em frente ao estabelecimento comercial quanto aqueles que estão no interior da loja mas que ainda não se decidiram por uma determinada compra. Mostrar que a empresa está oferecendo produtos com valores diferenciados é o grande segredo do pós-Natal.

     

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    Os consumidores estão cada vez mais atentos e conscientes na hora da compra. Tanto que na maioria dos shoppings centers de todo o Brasil o movimento foi considerado grande nesta segunda-feira, dia 27 de dezembro. Além do grande movimento nos corredores, o interior de algumas lojas também ficou cheio, com muitas pessoas fazendo compras, algumas pensando no look para o réveillon e outras já buscando as liquidações, lembrando que ainda vivemos uma pandemia e que todo cuidado com a prevenção, com uso de máscara, álcool em gel e distanciamento, são necessários e fundamentais.

    Em Três Pontas, onde o comércio também foi aquecido durante o Natal, afinal de contas temos um setor forte, de opções variadas, oferecendo muito daquilo que se encontra nos grandes centros com preços bastante convidativos, as expectativas do pós-Natal são boas. As vitrines das lojas em Três Pontas também já começam a serem moldadas dando ênfase às liquidações de fim de ano.

    O importante, de um lado, é o lojista abusar da sua criatividade e investir em divulgação, já que “quem não é visto não é lembrado”. Do outro lado, o consumidor deve pesquisar e pechinchar, afinal de contas, neste momento, os descontos podem ser ainda maiores do que os anunciados após uma negociação, reforçando aquele ditado de que “quem não chora, não mama.”

     

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  • BOA NOTÍCIA: VEREADORES DEVOLVEM “DINHEIRO DO POVO” AO EXECUTIVO MUNICIPAL

    BOA NOTÍCIA: VEREADORES DEVOLVEM “DINHEIRO DO POVO” AO EXECUTIVO MUNICIPAL

    Alguns vereadores, dentre eles o presidente da Câmara Municipal, Vereador Maycon Douglas Machado, estiveram na manhã de hoje, 30 de dezembro, no Gabinete da Prefeitura Municipal de Três Pontas, para fazer a devolução da sobra do orçamento do Legislativo referente ao ano de 2021.

    Dentre os vereadores estavam presentes Sérgio Eugênio Silva, Luciano Reis Diniz, Flavão, Professor Popó e Luan do Quilombo. O Chefe do Legislativo, Maycon Machado, entregou o documento ao Prefeito Marcelo Chaves Garcia, referente a devolução dos valores que não foram gastos e que passam do montante de um milhão e trezentos mil reais.

    Ao Conexão Três Pontas, Maycon Douglas Machado, falou sobre o trabalho do Legislativo e a preocupação com o dinheiro público:

    “Todos os anos a gente tem um orçamento previsto, que é uma parte do orçamento geral do município. É um repasse feito para a Câmara para a manutenção das atividades legislativas. E este ano, nós conseguimos fazer uma devolução de parte desse repasse, um valor recorde. Estamos hoje devolvendo aos cofres da Prefeitura R$ 1.343.999,00 (Um milhão, trezentos e quarenta e três mil, novecentos e noventa e nove reais). Isso é fruto de uma boa gestão, de um trabalho em equipe, de um trabalho democrático entre os vereadores e mais do que isso, levando a sério, tendo responsabilidade com o dinheiro que não é nosso. Esse dinheiro é público, esse dinheiro é do povo! Pelo terceiro ano consecutivo nós estamos fazendo devolução de valores para a Prefeitura. A cada ano estamos devolvendo um valor maior do que o outro. E o prefeito, com a sua forma de administrar, juntamente com sua equipe, saberá aplicar muito bem esses recursos em favor da população de Três Pontas”, disse o vereador e presidente da Câmara.

    O Presidente da Câmara, Maycon Machado e o Prefeito Marcelo Chaves Garcia.

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    Também esteve presente o vereador Sérgio Eugênio Silva, sendo ele um dos mais experientes, vivendo a sua 5ª legislatura:

    “O interessante é que deve ser dito é que todas as câmaras, normalmente, disponibilizam assessores para cada vereador. E no nosso caso nós temos assessores comunitários, para todos. E dessa forma conseguimos economizar. Eu tenho experiência de várias legislaturas e posso dizer que chega a ser comum a devolução das sobras dos recursos. Reforço que a câmara atual é composta por vereadores que não têm vaidade, interesse pessoal e trabalham de forma conjunta para o bem do município. E também podem observar que não há nenhuma denúncia contra os vereadores. Ou seja, o trabalho segue sendo muito bem feito“, destacou Serjão, como é popularmente conhecido.

    Outro que falou com o Conexão Três Pontas foi o vereador Luciano Reis Diniz:

    “Nós vivemos o 2021 mais uma vez de forma atípica. A Câmara Municipal não é um lugar para se ficar gastando dinheiro. O compromisso da Câmara é manter a sua estrutura, executar os trabalhos aos quais é destinada, defendendo os interesses da população e ajudar no desenvolvimento do município. A devolução dos recursos para a Prefeitura mostra que todos os vereadores seguem preocupados em realizar um bom trabalho e acima de tudo com economia e respeito com o dinheiro público”, pontuou.

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    Quem também falou com nossa reportagem sobre a devolução dos recursos aos cofres do executivo municipal foi o Prefeito Municipal Marcelo Chaves Garcia:

    “É importante esclarecer para a população trespontana, para aqueles que não sabem que a Prefeitura tem a obrigação de repassar 6% do que arrecada para a Câmara Municipal. E como o município está arrecadando mais a tendência é que a Câmara sempre devolva um valor maior. Isso é importante, é muito bom e mostra que o município está se desenvolvendo, aumentando a sua arrecadação. Normalmente a Câmara não gasta esses 6%, sendo considerado um percentual médio algo em torno dos 4%. Três Pontas tem um bom orçamento. Destaca-se sim o mérito da Câmara Municipal em realizar um trabalho enxuto, bem administrada e com servidores competentes. Maycon Machado tem feito um grande trabalho à frente do Legislativo e os vereadores também não deixam por menos. Nós sabemos que existe muita demanda reprimida, ou seja, por mais que façamos e temos a consciência de que estamos fazendo bastante, a população, principalmente as pessoas mais carentes, continua necessitando de muita atenção e investimentos”, ponderou o Prefeito de Três Pontas.

    Vereadores, servidores do Legislativo e o Prefeito de Três Pontas.

     

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  • DINHEIRO: Apostador tem até sexta-feira para jogar na Mega da Virada

    DINHEIRO: Apostador tem até sexta-feira para jogar na Mega da Virada

    As apostas podem ser feitas até as 17h, no horário de Brasília

    Com um prêmio estimado em R$ 350 milhões, pela Caixa Econômica Federal, o apostador tem até as 17h (horário de Brasília) da próxima sexta-feira (31), dia do sorteio, para fazer o seu jogo nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

    Em sua 13ª edição, a Mega da Virada 2021, concurso nº 2.440 da Mega-Sena, terá o sorteio das seis dezenas realizado a partir das 20h (horário de Brasília). A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

    De acordo com a Caixa, Mega da Virada não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com o acerto de seis números, o prêmio será dividido entre os acertadores da segunda faixa (com o acerto de cinco números) e assim por diante, conforme as faixas de premiação.

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    Bolão

    Para fazer o bolão, basta juntar os amigos, colegas do trabalho ou parentes para formar um grupo, escolher os números da aposta, marcar a quantidade de cotas e registrar em qualquer uma das 13 mil lotéricas do país. Ao ser registrado no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante que, em caso de premiação, poderá resgatar o prêmio individual.

    O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendimento a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio. Nesse caso, poderá pagar uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.

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    Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 5. É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas. É permitida a fazer no máximo dez apostas por bolão. Em caso com mais de uma aposta, todas elas devem conter a mesma quantidade de números de prognósticos.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Presidente sanciona lei que destina R$ 300 milhões para o auxílio gás

    Presidente sanciona lei que destina R$ 300 milhões para o auxílio gás

    Recursos contemplarão famílias de baixa renda

    O presidente Jair Bolsonaro sancionou hoje (22) o projeto de lei que abre crédito especial de R$ 300 milhões para custear o auxílio gás.

    Os recursos vão ajudar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha com o equivalente a 40% do preço do botijão. A matéria foi aprovada no Congresso Nacional na semana passada.

    Segundo o governo federal, a previsão é que o benefício alcance mais de 5 milhões de famílias de baixa renda em todo o país.

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    Serão beneficiadas famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo, ou que morem na mesma casa de beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

    O auxílio será concedido preferencialmente às famílias com mulheres vítimas de violência doméstica sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência.

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    A preferência de pagamento será para a mulher responsável pela família. O auxílio do programa Gás dos Brasileiros deve ser concedido a cada bimestre.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • A “VERDINHA” DO PURO MALTE: Cidades do Sul de Minas entram em ‘disputa’ para instalação de nova unidade de cervejaria

    A “VERDINHA” DO PURO MALTE: Cidades do Sul de Minas entram em ‘disputa’ para instalação de nova unidade de cervejaria

    Passos, São Sebastião do Paraíso e Três Corações são algumas cidades na disputa por fábrica da Heineken.

    idades do Sul de Minas estão na expectativa de conseguirem atrair a nova fábrica da Cervejaria Heineken, que será construída no estado. Com a nova unidade, virá a chance de pelo menos novos 350 empregos diretos e investimentos de quase R$ 2 bilhões.

    Depois que a cervejaria oficializou que a nova fábrica não seria mais construída em Pedro Leopoldo, Região Metropolitana de Belo Horizonte, começou uma corrida na região para atrair o novo empreendimento. Passos (MG) é uma das cidades que declararam interesse em receber a fábrica.

    Em postagem nas redes sociais, o município garantiu muita água e área industrial ampla e se disse preparado para receber a unidade.

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    “Imagina só uma multinacional da envergadura da Heineken vindo pro município de Passos, sem dúvida nenhuma vai mudar toda a nossa história, enquanto cidade, porque vai atrair muita coisa. Uma empresa dessa não vem apenas com o distintivo, ela traz todo um conglomerado de outras empresas auxiliares que dão suporte, então para nós é fantástico isso”, disse o prefeito de Passos, Diego Oliveira (PSL).

    Outra postagem dizia que a cervejaria merecia mesmo era São Sebastião do Paraíso. A cidade, que também está de olho na possibilidade, ressaltou a presença de água de qualidade e infraestrutura.

    Três Corações também entrou na disputa. É o que diz a “hashtag” nas redes sociais da prefeitura, com destaque para a água, localização estratégica e disposição para o trabalho.

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    Mas instalar uma fábrica de cervejas em uma cidade não é algo tão simples, conforme explica o professor da Unifal-MG, Cláudio Roberto Caríssimo.

    “Geralmente os municípios oferecem como incentivo fiscal a isenção ou redução de tributos municipais. Vale lembrar que essa isenção tem que ser aprovada por lei, pela câmara municipal. Em alguns casos o município oferece uma terraplanagem, auxilia na infraestrutura da planta da fábrica, mas não é só isso. Outros pontos também têm grande relevância, como por exemplo, a questão logística, o acesso rodoviário, mão de obra especializada”, disse o professor.

    A assessoria do prefeito de Três Corações, Nadico Vilela (PSL), informou que o prefeito viajou na sexta-feira passada até a sede da cervejaria para o início das negociações. Já a empresa disse que, em breve, a companhia anunciará a nova área em que será instalada a cervejaria.

    Fonte G1 Sul de Minas

     

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  • ENTREVISTA: Três Pontas terá réveillon e carnaval? Prefeito responde!

    ENTREVISTA: Três Pontas terá réveillon e carnaval? Prefeito responde!

    Que critérios estão sendo observados para as prováveis realizações das duas festas populares no município, enquanto a pandemia volta com tudo na Europa? Saiba de tudo aqui!

    A reportagem do Conexão Três Pontas conversou há poucos instantes, no final da tarde desta terça-feira, dia 23, com o Prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia. Perguntado sobre a realização do carnaval no município, o gestor público municipal, que para boa parte da população trespontana vem realizando um excelente trabalho, mesmo diante de todas as dificuldades impostas pela maior pandemia de nossa história, disse que o assunto ainda está em estudo.

    “Nós ainda vamos nos reunir com todas as lideranças, com as pessoas e setores envolvidos, como por exemplo o Comitê Municipal de Saúde que trata da questão covid-19 em Três Pontas, a Secretaria Municipal de Saúde, a Santa Casa, a Unimed, Associação Médica, Associação Comercial, enfim, todos aqueles que estão conosco nesta luta de enfrentamento ao coronavirus. Vamos debater muito o tema e analisar os prós e os contras sobre uma possível realização ou não do carnaval”, comentou ele.

    Ainda segundo Marcelo Chaves Garcia, o réveillon em Três Pontas está confirmado, embora a Prefeitura se envolva em menor grau nessa celebração, partindo muito da iniciativa privada.

    “Não será um réveillon grandioso, com muitos eventos ou celebrações. Será menor, dentro de todos os critérios de segurança e ao mesmo tempo não deixando passar esse momento. O povo está muito sofrido e de alguma forma também precisa de um pouco de lazer, de alegria”, pontuou.

    Ainda sobre o carnaval, que vem sendo cancelado em muitas cidades do Brasil, inclusive aqui no Sul de Minas, o Prefeito de Três Pontas acrescentou que os estudos serão feitos e deve ser levado em conta o fato de se tratar de uma festa em local aberto, o que traria menos riscos.

    “Como te falei, ainda não temos uma definição. Faremos o que for melhor para nossa gente e para nossa cidade. As pessoas precisam de alegria, o comércio precisa sobreviver, os trabalhadores precisam ter o seu ganho, mas também não podemos abrir mão da Saúde. Então vamos analisar todos os fatores e chegar a uma definição mediante estudos, critérios e também sobre como estará a realidade da pandemia mais perto do carnaval”, acrescentou.

    A Europa está vivendo no momento o que alguns presidentes chamam de terceira, quarta ou até quinta onda, já considerando-a a pior desde o início da pandemia. Alguns países já estão com hospitais lotados e uma velocidade de contaminação absolutamente assustadora. É fato que nesses países há uma grande restrição diante da vacina por parte dos seus cidadãos. Muitos europeus não querem tomar a vacina! O Brasil já ultrapassou a marca de 300 milhões de doses aplicadas.

    Três Pontas, conforme revelou o prefeito Marcelo Chaves Garcia, já ultrapassou hoje a marca de 80% de toda a sua população vacinada contra o coronavirus.

    “Caso o carnaval aconteça, se tudo caminhar para a realização da folia de forma segura na questão da saúde e dos critérios sanitários, chegaremos lá com mais de 90% de toda nossa população vacinada. É isso deve ser destacado e comemorado”, concluiu.

    Vacinação contra a covid-19 / Carnaval 2020 em Três Pontas

    *Foto de capa tirada antes da pandemia

     

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  • BOA NOTÍCIA: Famílias de baixa renda terão redução automática na conta de luz

    BOA NOTÍCIA: Famílias de baixa renda terão redução automática na conta de luz

    Mais de 11,5 milhões de famílias podem passar a receber o benefício

    Famílias de baixa renda inscritas em programas sociais do governo passarão a ser incluídas, automaticamente, como beneficiárias da Tarifa Social de Energia Elétrica. Com isso, mais de 11,5 milhões de famílias podem passar a receber o benefício, com descontos de até 65% na fatura mensal da conta de luz, somando-se aos 12,3 milhões de famílias de baixa renda que já usufruem da redução.

    O protocolo que permite o cadastramento automático dessas famílias foi assinado nesta terça-feira (30), na sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em Brasília, com a presença do presidente Jair Bolsonaro e de diversos ministros. Antes, era necessário que cada família beneficiária de programa governamental requeresse individualmente o benefício, o que retardava e dificultava o processo, pois a maior parte era humilde, muitas moradoras de regiões distantes.

    Para o presidente Bolsonaro, o benefício imediato é a desburocratização do processo, beneficiando o maior número de pessoas com iniciativas de repasse de renda.

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    “Basicamente, se resume na redução de burocracia, o que estamos fazendo desde quando assumimos em 2019. Essa medida veio a calhar. Estamos vivendo um período – peço a Deus – que seja pós-pandemia. Onde as consequências das medidas adotadas no passado, para combater o vírus, nos levaram a essa situação, de aumento de inflação. Essas medidas são aos mais humildes que atingem, ao informal, porque o Brasil, conosco, criou mais empregos de carteira assinada, mesmo durante o ano mais grave da pandemia. Então os mais vulneráveis e humildes são atingidos por esta medida, reduzindo a conta de luz”, disse o presidente.

    Bolsonaro destacou também o aumento no número de empregos que estão sendo criados, apesar do país recém começar a sair da crise econômica mundial resultante da pandemia.

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    “Lembro que nos anos de 2015 e 2016, sem pandemia, o Brasil perdeu 2,5 milhões de empregos. E o nosso governo, mesmo com a pandemia, já criou 2,5 milhões de empregos. Isto é trabalho de todos, não apenas meu, dos ministros, dos secretários, mas de todos os servidores públicos que colaboram conosco nesta empreitada. Temos tudo para sermos uma grande Nação e a seremos, se Deus quiser”, finalizou Bolsonaro.

    Os critérios para receber a tarifa social continuam os mesmos: têm direito a ela as famílias inscritas no Cadastro Único com renda mensal menor ou igual a meio salário-mínimo por pessoa, e também as famílias com portador de doença que precise de aparelho elétrico para o tratamento – nesse caso com renda mensal de até três salários-mínimos. Também têm direito as famílias com integrante que receba o Benefício de Prestação Continuada.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Saiba como receber o Auxílio Gás, sancionado pelo Governo Federal via Projeto de Lei

    Saiba como receber o Auxílio Gás, sancionado pelo Governo Federal via Projeto de Lei

    Benefício é voltado a famílias inscritas no Cadastro Único com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo e a famílias com integrantes do BPC. Texto prevê parcelas bimestrais de, no mínimo, 50% da média do preço do botijão de 13 kg

    O Presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou o Projeto de Lei n° 1.374, de 2021, que cria o auxílio gás, com objetivo de subsidiar o preço do gás de cozinha a famílias de baixa renda. O Vale Gás dos Brasileiros é destinado a famílias inscritas no Cadastro Único do Governo Federal, com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional, ou famílias que tenham entre seus integrantes quem receba o benefício de prestação continuada (BPC).

    Com o programa, cada família elegível recebe, a cada dois meses, um valor correspondente a uma parcela de, no mínimo, 50% da média do preço nacional de referência do botijão de 13 kg de GLP, estabelecido pelo Sistema de Levantamento de Preços (SLP) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), conforme regras a serem definidas em decreto.

    Para o mês de dezembro deste ano, o Ministério da Cidadania vai utilizar recursos próprios da pasta, no valor de R$ 300 milhões. Os valores de referência foram estabelecidos pelo Sistema de Levantamento de Preços (SLP) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com o levantamento, o valor médio do botijão em 2021 é de R$ 102,48 e a estimativa para o ano que vem é de R$ 112,48.

    O Governo Federal utilizará a estrutura do Auxílio Brasil a fim de operacionalizar os pagamentos dos benefícios. Segundo o texto, a previsão é de que a lei vigore por cinco anos.

    Fonte Secretaria-Geral da Presidência da República

     

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