Categoria: Economia

  • Minas Gerais inicia 2022 com novo recorde nas exportações do agronegócio

    Minas Gerais inicia 2022 com novo recorde nas exportações do agronegócio

    Impulsionados por demanda aquecida e valorização das commodities, embarques alcançaram US$ 870 milhões, o maior valor para janeiro desde 1997

    As exportações mineiras do agronegócio somaram US$ 870 milhões em janeiro, crescimento de 49,9% em relação ao mesmo período de 2021. O valor é recorde de performance do mês na série histórica, iniciada em 1997. Em relação ao volume, foram embarcadas 602 mil toneladas, aumento de 12,2%, em relação a janeiro do ano passado. Minas Gerais respondeu por 10% das exportações nacionais de produtos agropecuários.

    Na avaliação da secretária de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Valentini, a manutenção da demanda aquecida está contribuindo para o cenário positivo das exportações do estado. “O preço médio da tonelada dos nossos principais produtos apresentou alta de 33%. Mantido esse cenário, as exportações continuarão favorecidas e poderemos estimar bons resultados para o agronegócio de Minas ao longo do ano”, afirma.

    Em janeiro, os produtos do agro foram enviados para 121 países. Os principais destinos foram Estados Unidos (US$ 137 milhões), Alemanha (US$ 134 milhões), China (US$ 119 milhões), Bélgica (US$ 60 milhões) e Itália (US$ 43 milhões).

    Café 

    Principal produto da pauta de exportações do agro mineiro, o café representou 61% do valor total comercializado, em janeiro. O volume exportado foi de 2,4 milhões de sacas, que totalizaram US$ 532 milhões. O café mineiro foi enviado para 67 países, tendo a Alemanha como a principal porta de entrada no exterior.

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    Carnes 

    As carnes mantiveram boa performance com o registro de US$ 103 milhões e 28 mil toneladas comercializadas. Todas as proteínas (bovina, frango e suíno) apresentaram crescimento em valor (+44,6%) e volume (+22,7%), na comparação com o mesmo período do ano passado.

    O setor bovino liderou as exportações do segmento, impulsionado pela demanda da China, que aumentou as compras em 31% na comparação com o mês de janeiro de 2021.

    Complexo soja 

    As exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) totalizaram US$ 80,4 milhões e 133 mil toneladas embarcadas,  com destaque para o desempenho dos grãos, com US$ 57 milhões e 110 mil toneladas. A demanda chinesa foi importante para o resultado e é sustentada pela necessidade do país em disponibilizar alimentos para a população, além de investir na recuperação do seu rebanho suíno, dizimado pela peste suína africana.

    Produtos florestais 

    A ampliação das vendas de celulose, madeira e papel levaram o segmento a ocupar o 4º lugar da pauta exportadora do agro mineiro, tradicionalmente ocupado pelo complexo sucroalcooleiro. A receita obtida foi de US$ 57 milhões decorrentes das 124 mil toneladas embarcadas.

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    Complexo sucroalcooleiro

    O grupo composto por vendas de açúcar de cana, álcool e demais açúcares obteve US$ 55 milhões e 150 mil toneladas. O arrefecimento nas vendas de açúcar está atrelado ao volume reduzido e diminuição do preço médio da commodity no mercado internacional.

    Principais produtos exportados (janeiro 2022)

    Café – Valor: US$ 532 milhões / Volume: 2,4 milhões de sacas

    Carnes – Valor: US$ 103 milhões / Volume: 28 mil toneladas

    Complexo soja – Valor: US$ 80,4 milhões / Volume: 133 mil toneladas

    Produtos florestais – Valor: US$ 57 milhões/ Volume: 124 mil toneladas

    Complexo sucroalcooleiro – Valor: US$ 55 milhões / Volume: 150 mil toneladas

    Fonte Agência Minas

     

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    Roger Campos

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  • ORGULHO PARA TRÊS PONTAS: Vanusia Nogueira é a nova diretora executiva da OIC

    ORGULHO PARA TRÊS PONTAS: Vanusia Nogueira é a nova diretora executiva da OIC

    Trespontana, Diretora da BSCA, foi eleita pelos países-membros da Organização durante a 131ª Sessão do Conselho Internacional do Café

    A trespontana Vanusia Nogueira se consolida como uma das maiores autoridades em café em todo mundo. Ela foi eleita para assumir importante cargo como diretora executiva da Organização Internacional do Café (OIC), que é o principal organismo da cafeicultura em todo planeta. A escolha aconteceu entre ontem, dia 9 e hoje dia 10 de fevereiro durante a 131ª sessão do Conselho Internacional do Café.

    A trespontana Vanusia Nogueira, teve a sua candidatura embasada e apoiada pelos setores público e privado do Brasil, contando inclusive com apoio da diplomacia nacional. Sendo assim, a ‘filha da terra do café’ passa a assumir o principal cargo da cafeicultura mundial, o topo da pirâmide. Vanusia tem um legado de importantes serviços prestados como diretora da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), além da participação em diversos fóruns internacionais.

    “Foi uma honra ver o reconhecimento do nosso trabalho e ter a minha candidatura referenciada, tanto pelo poder privado, quanto pelos órgãos do governo brasileiro. Tenho ciência do grande desafio que assumo a partir de agora, na condução e reestruturação, bem como na modernização da Organização Internacional do Café”, ponderou a trespontana.

    Um dos seus grandes feitos, nos 15 anos como diretora da BSCA, foi a promoção dos cafés do Brasil tanto no mercado interno quanto no exterior, dando destaque para a sua qualidade e a sustentabilidade da produção, trazendo severa contribuição para a consolidação do produto brasileiro em parceiros já tradicionais, além da abertura de novos mercados ao ‘ouro verde’, provocando expansão e encantamento junto aos novos compradores com bastante diversidade e excelência.

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    Vanuzia também é responsável pela condução dos trabalhos de implementação do projeto setorial ‘Brazil The Coffee Nation’, desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), no ano de 2008, tendo como foco principal a promoção comercial do café brasileiro em terras locais.

    O prefeito de Três Pontas e presidente do ConCafé, Marcelo Chaves Garcia e a nova diretora executiva da OIC, Vanusia Nogueira.

    A trespontana acredita que toda a expertise absorvida tanto na sua vida pessoal quanto profissional em torno do café, principalmente nas mais de 2 décadas lidando com os cafés especiais, será fundamental para a apresentação de um novo direcionamento de toda a cafeicultura global, principalmente agora estando a frente do principal órgão no mundo do café.

    “Uma de nossas metas é a coordenação de trabalhos em questões prioritárias, como renda próspera e de bem-estar para cobrir os custos e possibilitar uma vida mais decente aos produtores, além da ampliação e transparência de mercado, proposição e implantação de políticas e mecanismos de financiamento globais, além de gerar foco em produção e abastecimento sustentáveis, bem como no consumo responsável”, conclui.

    Vanusia Nogueira, acompanhada do Deputado Evair de Melo (ao centro) e do presidente do CNC, Silas Brasileiro (à esquerda)

    QUEM É VANUSIA

    Filha e neta de produtores e comerciantes de café, Vanusia Nogueira é Doutora em Administração, com ênfase em Marketing, pela Universidade Nacional de Rosario (Argentina). Formada em Tecnologia da Informação (TI) e Gestão pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), possui mestrados em Gestão e em Gestão Avançada de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), além de inúmeros cursos internacionais de especialização em Finanças, Gestão de Relacionamentos (CRM), TI, entre outros, concluídos nos Estados Unidos, Alemanha e Brasil.

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    A OIC

    A Organização Internacional do Café foi estabelecida, em Londres, em 1963, sob recomendação das Nações Unidas, devido à grande importância econômica da commodity. A entidade administra o Acordo Internacional do Café, cuja última atualização está em vigor desde 2 de fevereiro de 2011. É o principal organismo intergovernamental para o setor e reúne governos de nações exportadoras e importadoras para enfrentar os desafios da cafeicultura global, por meio de cooperação internacional. Seus países-membros representam 98% da produção e 67% do consumo mundial do produto.

    Três Pontas no Topo

    O que Três Pontas ganha com isso? Ganha muito! Sempre é fundamental que alguém (legítimos filhos da ‘terra do café’) tenha assento garantido nas principais mesas de debate e decisões da cafeicultura global. Nosso café sempre foi brilhantemente representado pelo saudoso Gilson Ximenes Abreu, um símbolo de conhecimento e gerenciamento em prol do setor.

    Saudoso Gilson Ximenes Abreu, produtor e ex-presidente do CNC.

    E agora vê a sua cooperativa, a Cocatrel, em franca expansão, alcançando mercados internacionais e sob uma gestão histórica, de excelência, através de seu presidente Marco Valério Araújo Brito e diretoria. Também celebra o destaque da cafeicultora e empresária rural Carmem Lucia Chaves de Brito, a “Ucha”, representante das fazendas Caxambu e Aracaçu, em Três Pontas e que já assumiu a presidência da BSCA. Além do atual prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia, que é o presidente do ConCafé, Consórcio Público para o Desenvolvimento do Café no Sul e Sudoeste de Minas. Essas pessoas e empresas, entidades e cooperativas, que levam e elevam o nome de Três Pontas mundo afora, não apenas lutam e defendem o café, mas lutam e defendem o desenvolvimento de Três Pontas, que continua tendo o ‘ouro verde’ como uma de suas principais riquezas!

    Café 4×4: ‘Ucha’, Marco Valério, Marcelo Chaves e Vanusia Nogueira, que promovem, juntamente a outros nomes, o café de Três Pontas para o mundo!

    Tudo isso é motivo de orgulho, esse destaque de vários profissionais em funções de comando na cafeicultura, sobretudo agora com Vanusia Nogueira como diretora executiva da OIC, mantém Três Pontas não apenas no mapa ou na rota, mas no topo da cafeicultura global. Parabéns!

    *Com algumas informações do Notícias Agrícolas

     

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  • Governo de Minas mantém ICMS do diesel a 14% por mais 60 dias

    Governo de Minas mantém ICMS do diesel a 14% por mais 60 dias

    Decreto foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira

    Após liderar o movimento que resultou na prorrogação por 60 dias do congelamento da base de cálculo do ICMS dos combustíveis em todos os estados e no Distrito Federal, o Governo de Minas publicou no Diário Oficial desta terça-feira (1/2) o Decreto Nº 48.358, que estende até 31/3/2022 a redução da alíquota do ICMS do diesel no estado de 15% para 14%.

    “Estamos fazendo tudo que está ao alcance do Governo de Minas para amenizar o impacto da inflação ao cidadão. Essa é mais uma medida nesse sentido e que impacta  não só o preço do diesel, mas pode influenciar o preço dos demais produtos em função do custo do transporte”, destaca o governador Romeu Zema.

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    Com a iniciativa, R$ 164,1 milhões deixam de entrar no caixa do Tesouro Estadual, sendo R$ 98,46 milhões entre novembro e janeiro, e R$ 65,64 milhões entre fevereiro e março. Mas, apesar da perda na arrecadação, o governo entende a prorrogação como necessária.

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    “A medida tem como objetivo principal mitigar os impactos dos sucessivos aumentos dos valores dos combustíveis resultantes da política de preços adotada pela Petrobras”, avalia o secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa.

    Agência Minas

     

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  • Chuvas provocam perdas de 119 mil hectares de lavouras de Minas Gerais

    Chuvas provocam perdas de 119 mil hectares de lavouras de Minas Gerais

    Balanço foi feito pela Emater-MG

    As chuvas que caíram em Minas Gerais nas últimas semanas deixaram prejuízo nas plantações. Segundo balanço da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), 119 mil hectares de lavouras foram perdidos. A maior parte do prejuízo foi na produção de grãos (74,5 mil hectares) e hortaliças (3,4 mil hectares).

    Milho, feijão e hortaliças foram as culturas mais afetadas pelo excesso de chuvas no estado. Cerca de 37,5 mil hectares de plantação de milho foram perdidos, o equivalente a 4% de toda a área cultivada no estado, estimada em 851,5 mil hectares. A cultura do feijão sofreu uma perda de 20,5 mil hectares. A área equivale a 15% do total plantado em Minas Gerais, de 133,2 mil hectares.

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    As maiores perdas ocorreram na região central e no norte do estado. E foi isso que reduziu o prejuízo no setor, visto que as principais regiões produtoras de milho e feijão, como o Noroeste, Triângulo Mineiro e Sul de Minas não sofreram tanto com as chuvas.

    As plantações de hortaliças também foram afetadas. A chuva causou prejuízos principalmente na produção da região metropolitana de Belo Horizonte, além das regiões Norte, Central e Leste de Minas. As culturas com a maior área perdida foram a de alface (416 hectares), tomate (365 hectares) e quiabo (236 hectares).

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    A redução da oferta de hortaliças, típica nos períodos chuvosos, provocou aumento de preços. Na primeira quinzena de janeiro deste ano, houve no atacado um aumento nos preços das hortaliças de 21,2% e frutas de 4,4%, na comparação com o mesmo período de 2021.

    “O importante para o consumidor agora, é não cair na especulação e pesquisar os preços no mercado varejista, aproveitando as promoções e valores mais competitivos. Além disso, existem alterações de preços que são comuns nesta época, por casa da sazonalidade de alguns produtos”, orientou o presidente da Emater-MG, Otávio Maia.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Materiais escolares podem ficar até 30% mais caros em 2022

    Materiais escolares podem ficar até 30% mais caros em 2022

    Saiba como economizar na hora da compra do material

    Daqui a poucos dias 2022 inicia e com ele todas as despesas de começo do ano. E quem tem filhos na escola tem uma conta a mais: a compra do material escolar, que vai acompanhar a inflação e a alta do dólar. Segundo a Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (ABFIAE), o aumento pode chegar a 30%.

    “Para 2022, temos reajustes elevados em todas as categorias de materiais escolares, variando de 15% a 30%, em média”, afirmou o o presidente executivo da ABFIAE, Sidnei Bergamaschi.

    De acordo com entidade, as indústrias e os importadores estão sofrendo esse ano um grande aumento de custos. “São aumentos elevados e frequentes nas diversas matérias-primas como, por exemplo, papel, papelão, plástico, químicos, embalagem, etc. Para os produtos importados, os principais impactos são a variação do dólar no Brasil, os aumentos de custos na Ásia e a elevação dos preços de fretes internacionais, decorrente da falta de containers. Além disso, as medidas antidumping para importações de lápis da China, adotadas pelo governo brasileiro este ano, aumentaram os custos na categoria de lápis”, observou Bergamaschi.

    O executivo afirmou que nenhum produto escapará da alta de preços.  “Provavelmente todas as categorias de produtos sofrerão aumentos de preços”. E mesmo os produtos nacionais não terão tanta procura, por falta de opções. “Pode ocorrer alguma migração de volume de produtos importados para nacionais, mas em pequena escala. Para a maioria dos produtos atualmente importados, as opções de fornecimento nacional são pequenas”.

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    Este ano foi marcado por aulas híbridas em diversos estados, e com isso muitos estudantes reaproveitaram materiais escolares de 2020. Com o avanço da vacinação e a volta às aulas totalmente presencial, pelo menos na Educação Básica, a expectativa da entidade para 2022 é cautela.

    “Acreditamos que a retomada das aulas presenciais na maioria dos locais no final de 2021 movimentou o setor, mas sem atingir os patamares pré-pandemia. Nosso mercado foi um dos mais atingido durante a pandemia, com escolas e comércio fechados, com uma queda no varejo de papelaria superior a 37%. Apesar de existir uma boa expectativa com o retorno das aulas presenciais em 2022, os comerciantes do setor de papelaria estão cautelosos, pois sofreram muito em 2021, quando não teve volta às aulas, muitas empresas estão em dificuldades financeiras e outras encerraram as suas atividades. Além disso, a degradação dos índices econômicos – dólar elevado, inflação em alta, desemprego e baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), põe em risco os resultados para nosso segmento”, avalia o executivo.

    Alternativas

    E se os preços estarão nas alturas, o jeito é buscar alternativas para economizar, explica o economista Sérgio Tavares. “Em primeiro lugar, é importante pesquisar bastante os preços, seja em lojas de rua, nos shopping centers e lojas online. Os preços costumam oscilar muito e dado o volume de itens a serem comprados, a economia pode ser boa para quem tem organização e disciplina neste sentido”.

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    Para quem se organizou, pagar à vista, em dinheiro, pode render um bom desconto. “Uma segunda abordagem é a tentativa de desconto para pagamento à vista ou em dinheiro, por exemplo, caso a compra tenha valor relevante. O valor à vista nunca pode ser o mesmo do valor total parcelado. O cliente deve perguntar antes se o preço à vista e o mesmo do preço parcelado, o  estabelecimento tem o dever de dar desconto para pagamento à vista”, orienta o diretor da STavares Consultoria Financeira.

    Outra forma de economizar é conversar com outros pais, seja através de grupos e fazer compras conjuntas em livrarias, editoras e no atacado. Isso aumenta a probabilidade de conseguir preços menores.

    “Uma última alternativa é comprar diretamente da escola, desde que a comodidade não represente maior preço em relação às lojas. Mas, o que é primordial é pesquisar bastante item a item em maior número de estabelecimentos possível, listando os descontos e facilitadores na forma de pagamento para a tomada de decisão. Dependendo do resultado da pesquisa, pode haver casos em que é mais lucrativo dividir a compra dos itens em vários estabelecimentos”, finaliza o economista.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • BOA NOTÍCIA: Safra de café deve registrar aumento de 16,8% em 2022, diz Conab

    BOA NOTÍCIA: Safra de café deve registrar aumento de 16,8% em 2022, diz Conab

    Em 2021, o volume total produzido foi de 47,7 milhões de sacas

    Após queda na produção no ano passado, a primeira estimativa da safra de café em 2022 aponta que a colheita do grão deve ter um aumento de 16,8% em relação ao ano passado, ficando em 55,7 milhões de sacas de 60 quilos (kg). Em 2021, o volume total de café produzido foi 47,7 milhões de sacas. Os números foram divulgados hoje (18) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O resultado previsto, entretanto, ainda está abaixo do que foi colhido em 2020, quando a safra recorde foi 63,08 milhões de sacas de 60 kg.

    De acordo com a companhia, o volume de 2022 não deve superar o de 2020 em razão de condições climáticas, como a estiagem e as geadas registradas principalmente entre os meses de julho e agosto de 2021 e que afetaram principalmente os cafezais dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná.

    Essas condições climáticas adversas afetaram mais a espécie arábica, que não deve manifestar seu pleno potencial produtivo. Ainda assim, a Conab informou que a produção para esta variedade de café deverá ser acrescida em 23,4% em relação à safra anterior, sendo estimada em 38,7 milhões sacas.

    Nesta safra, a área cultivada com café arábica no país está estimada em 1.809,98 mil hectares corresponde a quase 80% da área total destinada à cafeicultura nacional. Minas Gerais concentra a maior área com a espécie, 1.316,59 mil hectares, correspondendo, a cerca de 70% da área ocupada no país.

    “Quando houve a geada estive in loco, tanto em Minas Gerais, quanto no interior de São Paulo. Em Franca pudemos identificar que para a safra de 2021 não teria nenhum problema, mas iria afetar esses números agora na safra 2022”, disse o diretor-presidente da Conab, Guilherme Ribeiro. “No nosso segundo levantamento, que será realizado em maio, esses números podem sofrer alguma alteração se ocorrer alguma coisa com o clima”, acrescentou.

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    Já para a variedade do café conilon, a expectativa é novo recorde com a colheita podendo chegar próxima a 17 milhões sacas, aumento de 4,1% em relação à safra anterior. O resultado combina a elevação da área plantada estimada em 3%, passando de 375,2 mil hectares (ha) para 389,1 mil (ha), e uma ligeira melhora na produtividade de 0,4%, saindo de 43,4 sacas colhidas por hectare cultivado (sc/ha) para 43,6 sc/ha.

    O destaque é para o Espírito Santo onde está a maior área destinada à espécie no país. O estado produz mais de 60% do volume total do país. A estimativa da Conab é que as plantações ocupem cerca de 285,4 mil hectares no estado, seguido por Rondônia, com 71,7 mil hectares e Bahia, com 42,6 mil hectares.

    A Conab informou que houve aumento de 2,23 milhões de hectares na área destinada à cafeicultura, quando consideradas as duas variedades, representando acréscimo de 1,7% sobre o ciclo anterior. O aumento também é reflexo das condições climáticas adversas registradas no ano passado, uma vez que as baixas temperaturas exigem um manejo de poda mais intenso.

    O boletim da companhia destaca que a safra atual deve ser marcada pela presença do efeito da bienalidade positiva, especialmente no café arábica, em muitas regiões produtoras do país. O ciclo bienal é uma característica do cultura e consiste na alternância de um ano com grande florada seguido por outro com florada menos intensa.

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    “Considerando apenas as lavouras em produção, o índice fica próximo da estabilidade e soma 1,824 milhão de hectares, em relação ao período anterior. Em contrapartida, a área de formação deverá ter acréscimo de 6,4%, alcançando 416,7 mil hectares. Se compararmos com 2020, último ano de bienalidade positiva, o crescimento para as áreas que não registram produção chega a ser de 50%”, disse a Conab.

    Mesmo com o aumento da safra no país, a companhia disse que o cenário neste início de ano é de restrição da oferta de café no mercado interno, influenciado pela redução na produção em 2021, demanda exportadora aquecida e pelo período de entressafra.

    Em 2021, o Brasil exportou cerca de 42,4 milhões de sacas de 60 quilos de café verde, o que representa um recuo de 3,3% em relação ao volume exportado no ano anterior, mas equivale um aumento na receita de 15,3%, chegando a US$ 6,4 bilhões.

    “A tendência é que os preços do produto se mantenham pressionados, uma vez que é esperada uma redução nos estoques mundiais de café para o ciclo 2021/22. Este panorama de preços elevados estimula as vendas externas”, explicou a Conab.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Governador pede ao Ministério de Minas e Energia suspensão da Bandeira Vermelha na conta de luz dos mineiros

    Governador pede ao Ministério de Minas e Energia suspensão da Bandeira Vermelha na conta de luz dos mineiros

    Chuvas que castigam o estado provocaram perdas para população e municípios e elevaram os níveis dos reservatórios

    O governador Romeu Zema enviou, na quinta-feira (13/1), ofício ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, solicitando a suspensão da “Bandeira Vermelha de Escassez Hídrica” nas contas de energia elétrica em Minas Gerais devido às fortes chuvas nas últimas semanas.

    “Quando a economia mineira ainda tentava se recuperar dos nefastos efeitos da pandemia de covid-19, agravada pela severa crise fiscal que se abate sobre as finanças estaduais, fomos atingidos pela catástrofe causada pela chuva desproporcional dos últimos dias. A solidariedade com os mineiros é emergencial”, afirmou.

    Zema lembrou que, até o momento, já foram contabilizados a decretação da situação de emergência em 374 municípios, 26.492 desalojados, 4.047 desabrigados, 25 mortes diretamente relacionadas às chuvas, além de milhares de pessoas atingidas direta ou indiretamente pelas inundações.

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    O governador reconhece as características do Sistema Interligado Nacional (SIN) e sua governança. No entanto, para o chefe do Executivo, a manutenção da cobrança da aludida bandeira dos consumidores de Minas Gerais, neste momento, “significa subjugá-los a mais um sacrifício insuportável e desproporcional, quando colocado em perspectiva à realidade do restante do país”.

    Bem-estar social

    No documento Romeu Zema lembrou o ministro que, nas últimas décadas, o Estado de Minas Gerais esteve sujeito aos interesses da União em função dos reservatórios aqui localizados para atendimento a usinas e hidrovias localizadas em outras unidades da Federação, em detrimento do bem-estar social, econômico e ambiental local.

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    “Ainda assim, apesar da equivocada gestão de recursos hídricos da qual Minas Gerais foi vítima, recentemente, sua população ainda se viu sujeita a arcar com a ‘Bandeira de Escassez Hídrica’ determinada pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg) e levada a cabo pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)”, explicou.

    Zema reforçou que a imediata suspensão da exigência, além de ser medida de justiça social e econômica, possui natureza humanitária e da qual a União não pode se desincumbir. “Temos milhares de pessoas desabrigadas e desalojadas nas regiões atingidas pelas chuvas que perderam suas casas e pertences. O momento é muito difícil”, afirmou o governador.

    Fonte Agência Minas

     

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  • Vendas no Natal crescem 11,1%, de acordo com índice de varejo

    Vendas no Natal crescem 11,1%, de acordo com índice de varejo

    O setor de Turismo e Transporte registrou aumento de 73% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado

    Em meio a pandemia da Covid-19, as vendas de Natal no Brasil cresceram 11,1% em 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).

    O período avaliado foi a semana entre 19 e 25 de dezembro. Dentre os destaques, o e-commerce registrou alta de 38,6%, enquanto as vendas físicas aumentaram em 8,8%.

    Santa Catarina foi o estado que mais aumentou suas vendas, com um faturamento 14,4% maior do que o mesmo período no ano passado, seguido por Rio de Janeiro (13,3%) e Minas Gerais (9,3%).

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    O ICVA também avaliou quais as categorias tiveram maior movimentação nos lucros. O setor de Turismo e Transporte lidera o índice em disparada, com aumento de 73% da receita.

    Logo atrás estão itens de Livrarias, Papelarias e Afins, com 15,9% de aumento nas vendas este Natal. Outras áreas como vestuário, artigos de esportes, joalherias também tiveram aumento considerável.

    O menor índice de vendas ficou com o varejo alimentício especializado, como lojas de chocolates, bebidas e doces que aumentaram suas vendas em apenas 1,9%.

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    De maneira geral, Pedro Lippi, Head de Inteligência da Cielo, avalia que o faturamento do Varejo no Natal teve comportamento superior ao observado na Black Friday em novembro.

    Ele explica que o grande destaque do e-commerce foi impulsionado pelas vendas do setor de Turismo e Transporte. “Sem esse setor, o e-commerce teria um crescimento de 23,2%”, afirma.

    Fonte CNN

     

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    Roger Campos

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  • Conheça os direitos do consumidor para a troca de presentes de Natal

    Conheça os direitos do consumidor para a troca de presentes de Natal

    Há situações em que a troca é obrigatória; em outras depende da loja

    Presente é sinônimo de satisfação garantida? Depende. Às vezes somos presenteados com um livro repetido ou uma roupa em tamanho que não serve. E o que fazer nessas situações? A resposta varia conforme o motivo da troca, as regras da loja onde o item foi adquirido e também do que prevê o Código de Defesa do Consumidor. Existem situações em que a troca é obrigatória e em outras, depende da loja onde o produto foi comprado.

    A troca de produtos que não apresentam defeitos depende da política de cada estabelecimento. Por isso, vale conversar com a pessoa que comprou o presente para saber se o vendedor se comprometeu a fazer a troca. O Código de Defesa do Consumidor diz que o estabelecimento que tenha uma política de troca tem a obrigação de substituir o produto adquirido. Grandes redes de roupas e livros, por exemplo, tendem a trocar os itens desde que mantida a etiqueta e em prazo preestabelecido.

    Em ambas as situações, a troca deve respeitar o valor pago pelo produto, mesmo que haja liquidações ou aumento de preço. Em caso de troca pelo mesmo produto, a loja não pode exigir complemento de valor. O consumidor também não pode pedir abatimento do preço caso haja mudança entre o que foi pago e o valor no dia da troca.

    “Sendo assim, cada loja pode ter uma política de troca diferente, e o consumidor deve estar atento a essas regras: prazo, cupom fiscal, etiqueta, dentre outras. Sempre que possível, o consumidor deve solicitar essas regras de troca por escrito para, em caso de problema, registrar sua reclamação no Procon”, informou o Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF).

    Os órgãos de defesa do consumidor recomendam ainda que a nota fiscal seja guardada para uma eventual troca. Para roupas e sapatos, por exemplo, a etiqueta deve ser mantida na peça e só retirada quando houver a certeza de que o produto não precisará ser trocado.

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    Vício ou defeito

    O código diz que a troca só será obrigatória nos casos em que o produto apresentar vício ou defeito. Nesses casos, fica garantido ao consumidor, por exemplo, trocar uma roupa com problemas de confecção ou um brinquedo que saiu quebrado da loja. Entretanto, se o produto já tiver sido adquirido com defeito e o consumidor foi avisado disso no momento da compra, então ele não terá direito à troca.

    Se o defeito for aparente, a legislação determina o prazo de 30 dias para que o consumidor possa pedir a troca, caso o produto seja um bem não durável, como alimentos, produtos de beleza. Se for um bem durável, como um eletrodoméstico, um eletroeletrônico, uma roupa, um sapato, então o prazo é de 90 dias.

    O código diz ainda que se não for possível o conserto do produto no prazo de até 30 dias, o consumidor poderá optar pela troca do produto, pela devolução do dinheiro ou pelo abatimento proporcional do preço

    É importante observar que o código diz que esse prazo não será aplicado nos casos em que o defeito seja em um produto essencial – como alimentos, medicamentos, equipamentos de auxílio à locomoção, à comunicação, à audição ou à visão, devendo a devolução da quantia paga ou troca do produto ser feita de imediato.

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    Compras na internet

    Caso o presente tenha sido comprado pela internet, a legislação garante ao consumidor o direito de arrependimento no prazo de até sete dias, a contar da data do recebimento.

    Além disso, há a possibilidade de o produto chegar danificado ou não corresponder ao pedido feito. A devolução, nesses casos, pode ser feita e o dinheiro pago deve ser restituído – inclusive o frete.

    Por isso é importante guardar uma cópia dos contatos de e-mail e protocolos de ligações telefônicas, possibilitando a resolução de demandas.

    Se o consumidor não conseguir resolver o problema, a recomendação é que ele procure o Procon do seu estado. Também é possível registrar uma reclamação por meio da plataforma online de reclamações do governo federal.

    A iniciativa, lançada em 2014, permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução alternativa de conflitos de consumo pela internet. Na plataforma, o consumidor manda a reclamação diretamente com as empresas participantes, que se comprometem a receber, analisar e responder as reclamações de seus consumidores em até dez dias.

    Em seguida, o consumidor tem até 20 dias para comentar e avaliar a resposta da empresa, informando se sua reclamação foi Resolvida ou Não Resolvida, e ainda indicar seu nível de satisfação com o atendimento recebido.

    Fonte Agência Brasil

     

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    Roger Campos

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  • IBGE: Desemprego cai 1,6 ponto percentual e chega a 12,1%

    IBGE: Desemprego cai 1,6 ponto percentual e chega a 12,1%

    Queda foi registrada no trimestre de agosto a outubro deste ano

    O desemprego no Brasil atingiu 12,1% no trimestre móvel de agosto a outubro de 2021, o que representa queda de 1,6 ponto percentual (p.p.) na comparação com o trimestre de maio a julho de 2021, quando ficou em 13,7%. Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2020 (14,6%), o recuo é de 2,5 pontos percentuais.

    A população desocupada chegou a 12,9 milhões de pessoas, uma redução de 10,4% ou menos 1,5 milhão, se comparado ao trimestre encerrado em julho, quando eram 14,4 milhões de pessoas. Frente ao mesmo trimestre móvel de 2020 (14,6 milhões de desocupados), caiu 11,3% ou menos 1,7 milhão.

    Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Ocupação

    De acordo com a pesquisa, a população ocupada atingiu 94,0 milhões de pessoas, com crescimento de 3,6% ou 3,3 milhões de pessoas ante o trimestre anterior e avançou 10,2% ou 8,7 milhões de pessoas, em relação ao mesmo trimestre de 2020.

    O nível da ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 54,6%, segundo o IBGE, o maior desde o trimestre encerrado em abril do ano passado. O resultado representa também uma alta de 1,8 p.p. na comparação com o trimestre de maio a julho de 2021. Lá eram 52,8% e de 4,6 p.p. ante o mesmo período do ano anterior (50,0%).

    Crescimento da ocupação

    Para a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, a queda na taxa de desocupação está relacionada ao crescimento da ocupação, como já vinha acontecendo nos meses anteriores. “O aumento no número de ocupados ocorreu em seis dos dez grupamentos de atividades, a exemplo do comércio, da indústria e dos serviços de alojamento e alimentação”, observou.

    De acordo com o IBGE, o aumento na ocupação teve influência do número de empregados com carteira de trabalho no setor privado, que alcançou 33,9 milhões, um avanço de 4,1% se comparado ao trimestre anterior. O percentual equivale a 1,3 milhão de pessoas a mais.

    “Do aumento de 3,3 milhões de pessoas na ocupação, 40% são trabalhadores com carteira assinada no setor privado. Essa recuperação do trabalho formal já vem ocorrendo nos meses anteriores, desde o trimestre encerrado em julho. Então, embora o emprego com carteira no setor privado ainda esteja em um nível abaixo do que era antes da pandemia, vem traçando uma trajetória de crescimento”, apontou a coordenadora.

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    Ainda no setor privado, o total de empregados sem carteira cresceu 9,5% ou 1,0 milhão de pessoas. No trimestre encerrado em outubro, a categoria somava 12 milhões de trabalhadores. Em igual período, o número de trabalhadores domésticos sem carteira cresceu 8,0%, e o de empregadores sem Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) aumentou 7,4%. Com isso, a taxa de informalidade atingiu 40,7%, o que significa 38,2 milhões de trabalhadores informais no país.

    O crescimento da ocupação influenciado pelo trabalho informal, resultou na queda de 4,6% no rendimento real habitual e atingiu R$ 2.449. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, o recuo é de 11,1%. Já a massa de rendimento, com R$ 225 bilhões, permaneceu estável frente aos dois trimestres.

    “Apesar de haver um crescimento significativo da ocupação, a massa de rendimento permanece estável. Isso acontece porque o rendimento do trabalhador tem sido cada vez menor, seja porque a expansão do trabalho ocorre em ocupações de menor rendimento, seja pelo avanço da inflação nos últimos meses”, comentou Adriana.

    Conta própria

    O contingente de trabalhadores por conta própria subiu 2,6%, somando 25,6 milhões. Conforme a pesquisa, são 638 mil pessoas a mais nesta categoria. O aumento dos trabalhadores domésticos ficou em 7,8% também na comparação com o trimestre terminado em julho, o que representa mais 400 mil pessoas. A maior parte desse aumento também veio do trabalho informal. Foram contratadas 308 mil sem carteira de trabalho assinada.

    A população fora da força de trabalho registrou queda de 2,1% em relação ao último trimestre. Essas pessoas que não estavam nem ocupadas nem desocupadas na semana de referência somaram 65,2 milhões de pessoas no trimestre encerrado em outubro. Se comparado ao mesmo período do ano anterior, apresentou recuo de 5,4 milhões de pessoas.

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    Potencial

    Segundo a pesquisa, ante o último trimestre, 436 mil pessoas saíram da força de trabalho potencial. Aí estão as pessoas em idade de trabalhar, nem ocupadas, nem desocupadas, mas que tinham potencial para estar na força de trabalho. O IBGE estimou o contingente em 9,3 milhões de pessoas. Fazem parte do grupo os desalentados, que são pessoas que não buscaram trabalho, mas que gostariam de conseguir uma vaga e estavam disponíveis para trabalhar. Esse grupo caiu 3,8% e foi estimado em 5,1 milhões de pessoas. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando eram Brasil 5,8 milhões de pessoas desalentadas no Brasil, houve queda de 11,9%.

    Comércio

    O número de ocupados no comércio subiu 6,4%, isso equivale a 1,1 milhão de pessoas a mais trabalhando no setor. Na indústria a alta ficou em 4,6%, ou mais 535 mil pessoas. Conforme a pesquisa, em igual período, mais 500 mil pessoas passaram a trabalhar no segmento de alojamento e alimentação (11,0%). Na construção, foi registrada uma elevação de 6,5% na ocupação ou 456 mil pessoas.

    Adriana Beringuy informou que na comparação com o trimestre anterior, dos dez grupamentos de atividades, seis tiveram crescimento na ocupação e os demais ficaram estáveis. “Quando comparamos com o mesmo trimestre do ano anterior, nove apontaram crescimento significativo. Isso indica que a conjuntura econômica do trimestre encerrado em outubro é muito diferente do mesmo período do ano passado. A recuperação já mostra um cenário muito mais favorável para a ocupação”, completou.

    Pesquisa

    A Pnad Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. Segundo o IBGE, a amostra da pesquisa por trimestre no Brasil é realizada em 211 mil domicílios com cerca de dois mil entrevistadores, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do órgão.

    Por causa da pandemia de covid-19, o IBGE adotou a coleta de informações da pesquisa por telefone desde 17 de março de 2020. “É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante”, indicou o IBGE.

    Fonte Agência Brasil

     

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    Roger Campos

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  • Após as compras de Natal começa o período das Liquidações!

    Após as compras de Natal começa o período das Liquidações!

    Em Três Pontas, por exemplo, lojas já oferecem descontos consideráveis para girar as mercadorias e renovar os estoques.

    As vendas de Natal representam, historicamente, a principal data de cada ano em termos de venda. É a cereja do bolo para os comerciantes. E em 2021, mesmo ainda vivendo a pandemia do coronavírus, as vendas de Natal representaram um aquecimento de 11%. E agora os lojistas já trabalham com uma nova realidade: as aguardadas liquidações!

    A economia não pode parar e todas as mercadorias precisam girar. Aquilo que não foi vendido no Natal acaba sofrendo, muitas vezes, uma repaginação nos preços para baixo, com anúncios de produtos mais convidativos a espera dos consumidores que ainda têm alguma reserva financeira depois do Natal para gastar.

    Para alguns especialistas em mercado, ouvidos pelo Conexão Três Pontas nesta terça-feira (28), as vendas do pós-Natal são excelentes oportunidades para o bota-fora do estoque, renovando-o para o próximo ano.

    Muitos brasileiros fazem muitas compras até o Natal já que uma parte considerável dos consumidores viaja para praia. Também há o outro lado, os turistas que não resistem as promoções, sendo elas um excelente chamariz.

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    E outro detalhe importante lembrado pelos especialistas é que tanto o cliente que faz a primeira compra nessa época de liquidações quando aquele que vai fazer alguma troca, de alguma compra de Natal, podem acabar se tornando um cliente fiel de determinada loja, por exemplo.

    Assim, muitas lojas já começam a preparar as fachadas, as vitrines, com muitos adesivos, cores e números em tamanhos garrafais anunciando os descontos.

    Para os especialistas, a vitrine agora precisa ser ainda mais agressiva para atrair tanto quem está passando em frente ao estabelecimento comercial quanto aqueles que estão no interior da loja mas que ainda não se decidiram por uma determinada compra. Mostrar que a empresa está oferecendo produtos com valores diferenciados é o grande segredo do pós-Natal.

     

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    Os consumidores estão cada vez mais atentos e conscientes na hora da compra. Tanto que na maioria dos shoppings centers de todo o Brasil o movimento foi considerado grande nesta segunda-feira, dia 27 de dezembro. Além do grande movimento nos corredores, o interior de algumas lojas também ficou cheio, com muitas pessoas fazendo compras, algumas pensando no look para o réveillon e outras já buscando as liquidações, lembrando que ainda vivemos uma pandemia e que todo cuidado com a prevenção, com uso de máscara, álcool em gel e distanciamento, são necessários e fundamentais.

    Em Três Pontas, onde o comércio também foi aquecido durante o Natal, afinal de contas temos um setor forte, de opções variadas, oferecendo muito daquilo que se encontra nos grandes centros com preços bastante convidativos, as expectativas do pós-Natal são boas. As vitrines das lojas em Três Pontas também já começam a serem moldadas dando ênfase às liquidações de fim de ano.

    O importante, de um lado, é o lojista abusar da sua criatividade e investir em divulgação, já que “quem não é visto não é lembrado”. Do outro lado, o consumidor deve pesquisar e pechinchar, afinal de contas, neste momento, os descontos podem ser ainda maiores do que os anunciados após uma negociação, reforçando aquele ditado de que “quem não chora, não mama.”

     

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: VEREADORES DEVOLVEM “DINHEIRO DO POVO” AO EXECUTIVO MUNICIPAL

    BOA NOTÍCIA: VEREADORES DEVOLVEM “DINHEIRO DO POVO” AO EXECUTIVO MUNICIPAL

    Alguns vereadores, dentre eles o presidente da Câmara Municipal, Vereador Maycon Douglas Machado, estiveram na manhã de hoje, 30 de dezembro, no Gabinete da Prefeitura Municipal de Três Pontas, para fazer a devolução da sobra do orçamento do Legislativo referente ao ano de 2021.

    Dentre os vereadores estavam presentes Sérgio Eugênio Silva, Luciano Reis Diniz, Flavão, Professor Popó e Luan do Quilombo. O Chefe do Legislativo, Maycon Machado, entregou o documento ao Prefeito Marcelo Chaves Garcia, referente a devolução dos valores que não foram gastos e que passam do montante de um milhão e trezentos mil reais.

    Ao Conexão Três Pontas, Maycon Douglas Machado, falou sobre o trabalho do Legislativo e a preocupação com o dinheiro público:

    “Todos os anos a gente tem um orçamento previsto, que é uma parte do orçamento geral do município. É um repasse feito para a Câmara para a manutenção das atividades legislativas. E este ano, nós conseguimos fazer uma devolução de parte desse repasse, um valor recorde. Estamos hoje devolvendo aos cofres da Prefeitura R$ 1.343.999,00 (Um milhão, trezentos e quarenta e três mil, novecentos e noventa e nove reais). Isso é fruto de uma boa gestão, de um trabalho em equipe, de um trabalho democrático entre os vereadores e mais do que isso, levando a sério, tendo responsabilidade com o dinheiro que não é nosso. Esse dinheiro é público, esse dinheiro é do povo! Pelo terceiro ano consecutivo nós estamos fazendo devolução de valores para a Prefeitura. A cada ano estamos devolvendo um valor maior do que o outro. E o prefeito, com a sua forma de administrar, juntamente com sua equipe, saberá aplicar muito bem esses recursos em favor da população de Três Pontas”, disse o vereador e presidente da Câmara.

    O Presidente da Câmara, Maycon Machado e o Prefeito Marcelo Chaves Garcia.

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    Também esteve presente o vereador Sérgio Eugênio Silva, sendo ele um dos mais experientes, vivendo a sua 5ª legislatura:

    “O interessante é que deve ser dito é que todas as câmaras, normalmente, disponibilizam assessores para cada vereador. E no nosso caso nós temos assessores comunitários, para todos. E dessa forma conseguimos economizar. Eu tenho experiência de várias legislaturas e posso dizer que chega a ser comum a devolução das sobras dos recursos. Reforço que a câmara atual é composta por vereadores que não têm vaidade, interesse pessoal e trabalham de forma conjunta para o bem do município. E também podem observar que não há nenhuma denúncia contra os vereadores. Ou seja, o trabalho segue sendo muito bem feito“, destacou Serjão, como é popularmente conhecido.

    Outro que falou com o Conexão Três Pontas foi o vereador Luciano Reis Diniz:

    “Nós vivemos o 2021 mais uma vez de forma atípica. A Câmara Municipal não é um lugar para se ficar gastando dinheiro. O compromisso da Câmara é manter a sua estrutura, executar os trabalhos aos quais é destinada, defendendo os interesses da população e ajudar no desenvolvimento do município. A devolução dos recursos para a Prefeitura mostra que todos os vereadores seguem preocupados em realizar um bom trabalho e acima de tudo com economia e respeito com o dinheiro público”, pontuou.

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    Quem também falou com nossa reportagem sobre a devolução dos recursos aos cofres do executivo municipal foi o Prefeito Municipal Marcelo Chaves Garcia:

    “É importante esclarecer para a população trespontana, para aqueles que não sabem que a Prefeitura tem a obrigação de repassar 6% do que arrecada para a Câmara Municipal. E como o município está arrecadando mais a tendência é que a Câmara sempre devolva um valor maior. Isso é importante, é muito bom e mostra que o município está se desenvolvendo, aumentando a sua arrecadação. Normalmente a Câmara não gasta esses 6%, sendo considerado um percentual médio algo em torno dos 4%. Três Pontas tem um bom orçamento. Destaca-se sim o mérito da Câmara Municipal em realizar um trabalho enxuto, bem administrada e com servidores competentes. Maycon Machado tem feito um grande trabalho à frente do Legislativo e os vereadores também não deixam por menos. Nós sabemos que existe muita demanda reprimida, ou seja, por mais que façamos e temos a consciência de que estamos fazendo bastante, a população, principalmente as pessoas mais carentes, continua necessitando de muita atenção e investimentos”, ponderou o Prefeito de Três Pontas.

    Vereadores, servidores do Legislativo e o Prefeito de Três Pontas.

     

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