Categoria: Economia

  • BOA NOTÍCIA: Plano Safra 2021/2022 anuncia R$ 251 bilhões para produtores rurais

    BOA NOTÍCIA: Plano Safra 2021/2022 anuncia R$ 251 bilhões para produtores rurais

    Volume representa R$ 14,9 bilhões a mais em relação ao plano anterior

    O governo federal lançou nesta terça-feira (22), no Palácio do Planalto, o Plano Safra 2021-2022, que contará com R$ 251,2 bilhões em crédito para apoiar a produção agropecuária nacional. O volume representa R$ 14,9 bilhões a mais em relação ao plano anterior (R$ 236,3 bilhões), um aumento de 6%. Os financiamentos podem ser contratados de de julho deste ano até o final de junho de 2022.

    “Novamente, nós priorizamos a agricultura familiar e os investimentos, em especial na agricultura de baixo carbono, que aumentou em mais de 100% neste plano. Então, este é um plano que já vem muito pincelado de verde”, afirmou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, durante o anúncio.

    Do total de crédito disponibilizado, cerca de R$ 39,3 bilhões serão exclusivos para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), um incremento de 19% em relação ao ano passado. Os demais públicos ficam com R$ 211,9 bilhões (4% a mais do que em 2020), sendo R$ 34 bilhões destinados aos médios produtores, por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). Dos R$ 251,2 bilhões do Plano Safra, um total de R$ 177,8 bilhões serão para custeio e comercialização e outros R$ 73,4 bilhões serão para investimentos. Neste último caso, o aumento da disponibilidade foi de 29%.

    As taxas de juros dos financiamentos tiveram aumento médio de 10% para os pequenos e médios produtores, na comparação com os juros praticados nos financiamentos do Plano Safra anterior. No caso do Pronaf, os juros passam de 2,75% ao ano para 3% a.a, para a produção de bens alimentícios; e de 4% a.a para 4,5% a.a para os demais produtos. Já para o Pronamp, que reúne os médios produtores, os juros serão de 5,5% a.a para custeio e 6,5% a.a para investimento. Os grandes produtores poderão contratar financiamentos com juros de 7,5% a.a para custeio e 8,5% a.a para financiamento de máquinas. Os financiamentos via cooperativas para investimento, crédito industrial e capital de giro será de 8% a.a.

    Para os investimentos considerados prioritários pelo governo, de promoção da sustentabilidade, o valor dos juros será de 5,5% ao ano. A taxa se refere à projetos de recomposição de reservas legais e áreas de preservação permanentes (APPs). Para financiamento de integração lavoura-pecuária, recuperação de pastagens, irrigação e construção de armazéns, os juros serão de 7% a.a.

    “[Foi] inevitável uma elevação da taxa de juros, por tudo que vocês têm acompanhado. A gente conseguiu que não fosse uma elevação tão acentuada”, afirmou Wilson Vaz de Araújo, diretor de financiamento e informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

    A subvenção ao prêmio do seguro rural ficou em R$ 1 bilhão. O valor deve possibilitar a contratação de 158,5 mil apólices, num montante segurado da ordem de R$ 55,4 bilhões e cobertura de 10,7 milhões de hectares.

    Projetos sustentáveis

    Para o próximo ciclo, o Plano Safra fortaleceu o Programa para Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC), que é a principal linha para financiamento de técnicas sustentáveis na agropecuária. Neste caso, a disponibilidade de crédito foi ampliada em 101% em relação aos recursos do plano anterior. A linha terá R$ 5,05 bilhões em recursos com taxa de juros de 5,5% e 7% ao ano, carência de até oito anos e prazo máximo de pagamento de 12 anos.

    O Plano Safra 2021/2022 prevê o financiamento para aquisição e construção de instalações para a implantação ou ampliação de unidades de produção de bioinsumos e biofertilizantes na propriedade rural, para uso próprio. Também serão financiados projetos de implantação, melhoramento e manutenção de sistemas para a geração de energia renovável. O limite de crédito coletivo para projetos de geração de energia elétrica a partir de biogás e biometano será de até R$ 20 milhões.

    O Proirriga, programa destinado ao financiamento da agricultura irrigada, terá R$ 1,35 bilhão, com juros de 7,5% ao ano. Já o Inovagro, voltado para o financiamento de inovações tecnológicas nas propriedades rurais, ficou com R$ 2,6 bilhões, e taxas de juros de 7% ao ano.

    Armazéns

    Os recursos para a construção de armazéns nas propriedades rurais também ganhou ampliação expressiva neste Plano Safra. Ao todo, serão destinados R$ 4,12 bilhões, um acréscimo de 84%. Para o financiamento de armazéns com capacidade de até 6 mil toneladas nas propriedades, a taxa de juros é de 5,5% ao ano e para maior capacidade, a taxa é de 7% ao ano, com carência de três anos e prazo máximo de 12 anos. O valor disponibilizado é suficiente para aumentar em até 5 milhões de toneladas a capacidade instalada com a construção de cerca de 500 novas plantas.

    Custos

    Os custos aos cofres públicos para a subvenção dos financiamentos pelo governo federal será de R$ 13 bilhões. Deste total, R$ 6,4 bilhões são para o Pronaf e R$ 6,6 bilhões para a agricultura empresarial.

    Fonte Agência Brasil

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  • SUCESSO: Cocatrel acumula resultados positivos nas duas feiras realizadas em 2021

    SUCESSO: Cocatrel acumula resultados positivos nas duas feiras realizadas em 2021

    As Feiras Cocatrel de Negócios alcançaram o montante de R$76 milhões em negociações

    Neste ano, as feiras realizadas pela Cocatrel, de maneira virtual, mantiveram a animação dos cooperados em conseguir bons negócios durante os eventos. A mais recente, a Expocafé, que aconteceu entre os dias 18 e 21 de maio, incluiu palestras, debates, dicas técnicas, apresentação de novas tecnologias e estandes virtuais para exposições e comercializações de equipamentos e insumos para a cafeicultura. A Cocatrel finalizou a feira com o expressivo resultado de R$50 milhões em negócios.

    Além disso, o grupo Cafeína Cocatrel teve destaque no evento Expocafé Mulheres, que foi um quadro da feira que trouxe em debate o tema “Rumo a equidade no mercado de café” e reuniu profissionais que se tornaram lideranças no segmento para falarem para as cafeicultoras de todo o país.

    “É um orgulho muito grande saber o quanto a cooperativa vem contribuindo para a evolução da cafeicultura na região, principalmente através de eventos como as nossas feiras, que sempre trazem as principais novidades em maquinários, pesquisas e tecnologias, fazendo com que os produtores tornem-se cada vez mais profissionais e tecnificados,”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    Mesmo com a pandemia que ainda atinge o país, o setor agrícola não parou suas atividades e a Cocatrel manteve seu cronograma anual de eventos, garantindo a participação ativa dos cooperados. As Feiras Cocatrel de Negócios são programadas para acontecerem em períodos chave para o produtor, que é sempre o maior beneficiado, pois consegue comprar bem os produtos necessários para a sua produção e ainda tem a garantia de poder utilizá-los na hora certa em suas lavouras. Além disso, através do barter ele pode pagar por estes insumos na sua moeda, o café.

    Em 2021 a Cocatrel intensificou o barter para maquinários e implementos agrícolas, possibilitando ao cooperado, principalmente através das feiras, o contato com diversas marcas e produtos, o que dá a ele a opção de pesquisar, cotar e decidir a mais adequada para sua necessidade no dia-a-dia da fazenda.

    “Entendemos que os momentos de feira são essenciais para os produtores, que também já se adaptaram a eles e estão cada vez mais participativos e demonstrando fidelidade com a cooperativa. Na realidade, quanto mais os cooperados compram na Cocatrel, mais volume negociamos junto às empresas e conseguimos melhores preços. Isso é o cooperativismo na prática e estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos nas Feiras Cocatrel de Negócios e, por isso mesmo, em nenhum momento pensamos na hipótese de deixar os cooperados desamparados. Fomos inovadores, resilientes e as feiras digitais nos trazem grandes resultados também”, pondera Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    Importante ressaltar que, somando as duas Feiras Cocatrel de Negócios realizadas em 2021, a cooperativa chega ao montante de R$76 milhões comercializados entre insumos e maquinários agrícolas. A participação da Cocatrel é decisiva para garantir aos cooperados as melhores condições para negociação e aquisição dos produtos necessários à atividade no campo, pois além de obter preços mais baixos, ainda baliza o mercado.

    Ainda não é possível afirmar se digital ou presencialmente, mas a próxima Feira Cocatrel de Negócios será realizada na primeira semana de setembro.

    Fonte Assessoria de Imprensa Cocatrel

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  • Consumidores da Cemig não terão reajuste na conta de luz em 2021, decide Aneel

    Consumidores da Cemig não terão reajuste na conta de luz em 2021, decide Aneel

    Decisão vale para consumidores residenciais. Créditos tributários pagos a mais pelos consumidores permitirão congelamento da tarifa.

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu, nesta terça-feira (25), pelo segundo ano consecutivo, manter a conta de luz sem reajuste em Minas Gerais. A medida irá valer para os 7,2 milhões de consumidores residenciais atendidos pela empresa.

    Com unanimidade dos votos, a agência autorizou a utilização de R$ 1,5 bilhão em créditos tributários do PIS/Confis cobrados indevidamente nos últimos anos pela Cemig para não haver reajuste na tarifa em 2021. Para os demais usuários, a partir da próxima sexta-feira (28), o aumento médio será de 1,28%, sendo que para os consumidores conectados a alta tensão, o efeito médio será de 2,14%, já para os de baixa tensão, o impacto médio será de 0,89%.

    “Será a maior devolução de um tributo cobrado indevidamente na conta de luz da história do setor elétrico”, explicou o relator do processo, Efrain Pereira da Cruz. Segundo ele, no ano passado, a companhia foi a primeira a ter os créditos usados para conter as altas nas tarifas.

    Para este ano, o reajuste previsto pela estatal seria de 10,56% para os consumidores residenciais.

    Entenda

    Nesta segunda (24), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se reuniu com representantes da Aneel para pedir que não houvesse reajuste. O pedido foi feito com base em um crédito que a Cemig tem junto ao governo federal. Em 2019, a justiça considerou que os consumidores mineiros pagaram ICMS a mais na conta de luz entre 2008 e 2011 devido a uma inclusão indevida do imposto na base de cálculo do PIS/Cofins. Com isso, foi gerado um crédito de R$ 6 bilhões para a Cemig abater nos impostos federais a pagar.

    Segundo Pacheco, a quantia é suficiente para cobrir um período de quatro anos sem nenhum reajuste nas tarifas de conta de luz. Em 2020, a empresa estatal havia anunciado que, para os primeiros doze meses, R$ 714 milhões seriam devolvidos por meio de descontos nas tarifas. Como o atual pedido de Pacheco foi acatado, a quantia deste ano, a ser abatida, será em torno de R$ 1,57 bilhão.

    “Como senador da República, defendendo os consumidores de energia elétrica, especialmente aquelas pessoas mais carentes, os consumidores residenciais, que vivem um momento muito singular de dificuldade em razão da pandemia, que possam se valer desses créditos. Que a Aneel tenha essa sensibilidade política e jurídica”, argumentou o senador em um vídeo exibido durante a reunião da diretoria nesta terça-feira ao defender que os recursos pertencem aos consumidores e não à empresa. O deputado federal Weliton Prado (PROS-MG) e o deputado estadual Elismar Prado (PROS-MG) também se manifestaram a favor do congelamento.

    Conta de Energia no campo vai Ficar mais cara

    Com a nova decisão tarifária, a energia ficará mais cara para os produtores rurais. Para os consumidores classificados como B2, atendidos em baixa tensão, haverá alta de 7,30% na tarifa.

    Segundo a gerente Técnica do Sistema Faemg, Aline Veloso, a entidade já notificou a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) para que o reajuste seja revogado. “A Aneel deveria implementar mais ações para atenuar os efeitos da escalada de custos na aquisição de energia, importante insumo para o nosso setor. Defendemos que a agropecuária é essencial para a segurança alimentar do país e precisa de política pública condizente com sua importância”, avalia.

    Tarifa vermelha

    A partir deste mês, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) acionou a bandeira vermelha 1 na conta de luz. Isso significa que está sendo cobrado uma taxa adicional mais alta, de R$ 4,169 para cada 100 kWh.

    Segundo a Aneel, o “agravamento” da bandeira tem relação com a época do ano, já que o mês de maio marca o início da estação seca em boa parte do país. Atualmente, de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema (ONS), os reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste estão com apenas 33,47% da capacidade de armazenamento de energia, o menor nível desde 2015.

    Fonte: O TEMPO

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  • Cidades na onda vermelha passam a ter mais restrições no combate à pandemia de Covid-19

    Cidades na onda vermelha passam a ter mais restrições no combate à pandemia de Covid-19

    Entre as medidas recomendadas estão o fechamento de academias, clubes e restrição de horários de bares e restaurantes.

    O Sul de Minas terá mais restrições na onda vermelha do Programa Minas Consciente. Conforme recomendação do Comitê Extraordinário Covid-19, divulgada nesta quinta-feira (3), as macrorregiões do Triângulo do Sul, Sul, Oeste, Leste do Sul e Centro Sul foram consideradas em cenários epidemiológico e assistencial desfavoráveis, o que aponta para um momento crítico da pandemia.

    Conforme a decisão do comitê, essas regiões devem a partir de agora, adotar as seguintes medidas:

    • Proibição de eventos, de atrativos culturais e naturais;
    • Proibição de academias, clubes e salões de beleza;
    • Alimentação em Bares e Restaurantes – limitados até 19h; após este horário, apenas delivery, sem retirada em balcão.

    Apesar de ser a recomendação do estado, cabe aos municípios que fazem parte do Programa Minas Consciente decidirem se adotam ou não as medidas.

    Ondas

    O estado tem, atualmente, 11 macrorregiões na onda vermelha e três na amarela, fase intermediária do Minas Consciente, plano criado para a retomada gradual e segura das atividades econômicas.

    Segundo dados extraídos desta quinta-feira, extraídos às 7h50, 250 pacientes suspeitos ou confirmados para covid-19 aguardam por internação em leitos de UTI, em Minas Gerais.

    Há mais de 15 dias, o Sul de Minas tem registrado médias superiores a 10 mil novos casos de Covid-19 por semana. Conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), a região tem hoje uma taxa de 90,38% de ocupação dos leitos de UTI disponíveis, sendo que os destinados para o tratamento da Covid-19 estão com ocupação de 91,93%.

    Por causa disso, nos últimos dias várias cidades da região publicaram novos decretos com fechamento de serviços e funcionamento de serviços essenciais apenas por delivery.

    Confira os municípios atingidos pelas novas regras:

    Triângulo do Sul
    Água Comprida
    Campo Florido
    Campos Altos
    Carneirinho
    Comendador Gomes
    Conceição das Alagoas
    Conquista
    Delta
    Fronteira
    Frutal
    Ibiá
    Itapagipe
    Iturama
    Limeira do Oeste
    Pedrinópolis
    Perdizes
    Pirajuba
    Planura
    Pratinha
    Sacramento
    Santa Juliana
    São Francisco de Sales
    Tapira
    Uberaba
    União de Minas
    Veríssimo

    Sul
    Aiuruoca
    Alagoa
    Albertina
    Alfenas
    Alpinópolis
    Alterosa
    Andradas
    Arceburgo
    Areado
    Baependi
    Bandeira do Sul
    Boa Esperança
    Bom Jesus da Penha
    Bom Repouso
    Borda da Mata
    Botelhos
    Brazópolis
    Bueno Brandão
    Cabo Verde
    Cachoeira de Minas
    Caldas
    Camanducaia
    Cambuí
    Cambuquira
    Campanha
    Campestre
    Campo do Meio
    Campos Gerais
    Capetinga
    Capitólio
    Careaçu
    Carmo da Cachoeira
    Carmo de Minas
    Carmo do Rio Claro
    Carrancas
    Carvalhópolis
    Carvalhos
    Cássia
    Caxambu
    Claraval
    Conceição da Aparecida
    Conceição das Pedras
    Conceição do Rio Verde
    Conceição dos Ouros
    Congonhal
    Consolação
    Coqueiral
    Cordislândia
    Córrego do Bom Jesus
    Cristina
    Cruzília
    Delfim Moreira
    Delfinópolis
    Divisa Nova
    Dom Viçoso
    Doresópolis
    Elói Mendes
    Espírito Santo do Dourado
    Estiva
    Extrema
    Fama
    Fortaleza de Minas
    Gonçalves
    Guapé
    Guaranésia
    Guaxupé
    Heliodora
    Ibiraci
    Ibitiúra de Minas
    Ijaci
    Ilicínea
    Inconfidentes
    Ingaí
    Ipuiúna
    Itajubá
    Itamogi
    Itamonte
    Itanhandu
    Itapeva
    Itaú de Minas
    Itumirim
    Itutinga
    Jacuí
    Jacutinga
    Jesuânia
    Juruaia
    Lambari
    Lavras
    Luminárias
    Machado
    Maria da Fé
    Marmelópolis
    Minduri
    Monsenhor Paulo
    Monte Belo
    Monte Santo de Minas
    Monte Sião
    Munhoz
    Muzambinho
    Natércia
    Nepomuceno
    Nova Resende
    Olímpio Noronha
    Ouro Fino
    Paraguaçu
    Paraisópolis
    Passa Quatro
    Passos
    Pedralva
    Perdões
    Piranguçu
    Piranguinho
    Piumhi
    Poço Fundo
    Poços de Caldas
    Pouso Alegre
    Pouso Alto
    Pratápolis
    Ribeirão Vermelho
    Santa Rita de Caldas
    Santa Rita do Sapucaí
    Santana da Vargem
    São Bento Abade
    São Gonçalo do Sapucaí
    São João Batista do Glória
    São João da Mata
    São José da Barra
    São José do Alegre
    São Lourenço
    São Pedro da União
    São Roque de Minas
    São Sebastião da Bela Vista
    São Sebastião do Paraíso
    São Sebastião do Rio Verde
    São Thomé das Letras
    São Tomás de Aquino
    Sapucaí-Mirim
    Senador Amaral
    Senador José Bento
    Seritinga
    Serrania
    Serranos
    Silvianópolis
    Soledade de Minas
    Tocos do Moji
    Toledo
    Três Corações
    Três Pontas

    Turvolândia
    Vargem Bonita
    Varginha
    Virgínia
    Wenceslau Braz

    Oeste
    Aguanil
    Araújos
    Arcos
    Bambuí
    Bom Despacho
    Camacho
    Campo Belo
    Cana Verde
    Candeias
    Carmo da Mata
    Carmo do Cajuru
    Carmópolis de Minas
    Cláudio
    Conceição do Pará
    Córrego Danta
    Córrego Fundo
    Cristais
    Divinópolis
    Dores do Indaiá
    Estrela do Indaiá
    Formiga
    Igaratinga
    Iguatama
    Itaguara
    Itapecerica
    Itatiaiuçu
    Itaúna
    Japaraíba
    Lagoa da Prata
    Leandro Ferreira
    Luz
    Martinho Campos
    Medeiros
    Moema
    Nova Serrana
    Oliveira
    Onça de Pitangui
    Pains
    Pará de Minas
    Passa Tempo
    Pedra do Indaiá
    Perdigão
    Pimenta
    Piracema
    Pitangui
    Santana do Jacaré
    Santo Antônio do Amparo
    Santo Antônio do Monte
    São Francisco de Paula
    São Gonçalo do Pará
    São José da Varginha
    São Sebastião do Oeste
    Serra da Saudade
    Tapiraí

    Leste do Sul 
    Abre Campo
    Acaiaca
    Alto Caparaó
    Alto Jequitibá
    Alvinópolis
    Amparo do Serra
    Araponga
    Barra Longa
    Cajuri
    Canaã
    Caputira
    Chalé
    Conceição de Ipanema
    Diogo de Vasconcelos
    Dom Silvério
    Durandé
    Guaraciaba
    Ipanema
    Jequeri
    Lajinha
    Luisburgo
    Manhuaçu
    Manhumirim
    Martins Soares
    Matipó
    Mutum
    Oratórios
    Paula Cândido
    Pedra do Anta
    Piedade de Ponte Nova
    Pocrane
    Ponte Nova
    Porto Firme
    Raul Soares
    Reduto
    Rio Casca
    Rio Doce
    Santa Cruz do Escalvado
    Santa Margarida
    Santana do Manhuaçu
    Santo Antônio do Grama
    São João do Manhuaçu
    São José do Goiabal
    São José do Mantimento
    São Miguel do Anta
    São Pedro dos Ferros
    Sem-Peixe
    Sericita
    Simonésia
    Taparuba
    Teixeiras
    Urucânia
    Viçosa

    Centro Sul
    Alfredo Vasconcelos
    Alto Rio Doce
    Antônio Carlos
    Barbacena
    Barroso
    Bom Sucesso
    Capela Nova
    Caranaíba
    Carandaí
    Casa Grande
    Catas Altas da Noruega
    Cipotânea
    Conceição da Barra de Minas
    Congonhas
    Conselheiro Lafaiete
    Coronel Xavier Chaves
    Cristiano Otoni
    Desterro de Entre Rios
    Desterro do Melo
    Dores de Campos
    Entre Rios de Minas
    Ibertioga
    Ibituruna
    Itaverava
    Jeceaba
    Lagoa Dourada
    Lamim
    Madre de Deus de Minas
    Nazareno
    Ouro Branco
    Paiva
    Piedade do Rio Grande
    Piranga
    Prados
    Queluzito
    Resende Costa
    Ressaquinha
    Rio Espera
    Ritápolis
    Santa Bárbara do Tugúrio
    Santa Cruz de Minas
    Santa Rita de Ibitipoca
    Santana do Garambéu
    Santana dos Montes
    São Brás do Suaçuí
    São João del Rei
    São Tiago
    São Vicente de Minas
    Senhora de Oliveira
    Senhora dos Remédios
    Tiradentes

    Fonte G1 Sul de Minas / O Tempo

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  • Borra de café é usada na produção de xícaras e copos reutilizáveis de… café!

    Borra de café é usada na produção de xícaras e copos reutilizáveis de… café!

    Não é só no Brasil que o café é uma paixão nacional. Dois bilhões de xícaras são tomadas, por dia, globalmente. O café só perde para a água, no ranking mundial de bebidas: ele é a segunda mais consumida no planeta.

    E nada mais conveniente do que passar rapidamente na loja de rua e comprar um café para ir tomando pelo caminho. As redes de cafeteria tiveram um boom nas últimas décadas e viraram mania nas grandes cidades. Entretanto, com elas, surgiu um novo problema ambiental: o descarte inadequado de seus copos.

    Estima-se que, todos os anos, 58 bilhões de copos vendidos nestes locais sejam jogados fora. Feitos de uma mistura de plástico e papel, geralmente são usados uma única vez e por aproximadamente, 30 minutos.

    Para fabricá-los, milhões de árvores são derrubadas. Sozinha, a rede americana Starbucks, que nos últimos 30 anos, abriu duas lojas a cada dia no mundo, utiliza 4 bilhões de copos por ano.

    Incomodado com esses números e sabendo que assim como ele, muita gente adora um cafezinho, o designer alemão Julian Lechner encontrou no próprio café a solução para o problema: fabricar copos e xícaras com borra de café, resíduo orgânico e compostável, proveniente da produção da bebida e que invariavelmente é jogado no lixo.

    Pois na startup Kaffeeform, em Berlim, isso não acontece. A borra de café se transforma em matéria-prima. Lechner fez parceria com diversas cafeterias da capital alemã e coleta os resíduos que seriam descartados.

    Em 2018, a Kaffeeform foi vencedora do prêmio internacional Red Dot Design na categoria Inovação de Produto.

    Borra de café: mil e uma utilidades

    A utilização da borra de café na economia circular não é novidade.  No ano passado falamos sobre a Recoffee, marca brasileira que usa o resíduo na fabricação de biojoias e objetos de decoração.

    Então, da próxima vez que você tomar seu cafezinho, lembre-se que o lugar da borra não é no lixo. Se você não é um designer criativo, use-a, pelo menos, na compostagem.

    Fonte: Conexão Planeta
    https://conexaoplaneta.com.br/blog/borra-de-cafe-e-usada-na-producao-de-xicaras-e-copos-reutilizaveis-de-cafe/?fbclid=IwAR3qVylxsRbd_QHrV_0aGREYZyADUZQlRy7bW3lC_x0CQWcdkY6B9dsvUfk#fechar)

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    Roger Campos

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  • Consumo de cerveja ‘migra’ para dentro de casa e volume de vendas no Brasil é o maior desde 2014

    Consumo de cerveja ‘migra’ para dentro de casa e volume de vendas no Brasil é o maior desde 2014

    Vendas da bebida no país cresceram 5,3% em 2020, na comparação com 2019, na contramão da economia e do mercado global, segundo levantamento da Euromonitor. Percentual de brasileiros com mais de 18 anos que consumiu cerveja em casa atingiu marca recorde de 68,6%, de acordo com dados da Kantar.

    A pandemia tem feito o brasileiro beber mais cerveja. Com as restrições de funcionamento de bares e o medo de contágio da Covid-19, o consumo migrou para dentro de casa e o volume total de vendas no país atingiu um nível que não era visto há anos, de acordo com dados de empresas que monitoram o mercado.

    Levantamento inédito da Euromonitor, mostra que o volume de vendas de cerveja no Brasil em 2020 foi o maior dos últimos 6 anos, atingindo 13,3 bilhões de litros, perdendo só para 2014, ano em que o país sediou a Copa do Mundo.

    Já dados da Kantar revelam que o consumo nas residências bateu um recorde histórico. O percentual de brasileiros com mais de 18 anos que bebeu cerveja dentro de casa saltou para 68,6% em 2020, ante 64,6% em 2019.

    Vendas crescem no Brasil e caem no mundo

    Segundo a Euromonitor, o volume de vendas de cerveja no país teve um crescimento anual de 5,3% em 2020, vindo de um avanço de 3,5% em 2019. O avanço ocorreu em um ano em que o PIB tombou 4,1% e que as famílias tiveram que consumir menos por conta da crise e da queda da renda.

    Em termos de faturamento, o crescimento foi ainda maior – de 9,9% na comparação com 2019 – com as vendas de cerveja no varejo totalizando um mercado de R$ 184,5 bilhões, impulsionado pela maior penetração das chamadas cervejas premium, mais caras.

    O maior consumo de cerveja pelos brasileiros em meio à pandemia elimina quase por completo uma trajetória de queda que vinha sendo observada desde a recessão dos anos 2015-2016, e vai na contramão de tendência global de menor consumo de bebidas alcóolicas e de busca por hábitos mais saudáveis.

    A cerveja foi, de longe, a bebida alcóolica com maior volume de vendas no Brasil no ano passado, seguida por cachaça (398,8 milhões de litros) e vinho (380 milhões de litros).

    O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de cervejas, atrás somente da China e Estados Unidos. Nos Estados Unidos, porém, houve queda de 3,4% nas vendas em 2020 em termos de volume. Já na China o volume foi 7% menor na comparação com o ano anterior, de acordo com a consultoria.

    O que explica o crescimento

    O crescimento em 2020 foi impulsionado principalmente pela migração do consumo para dentro de casa. Segundo a Euromonitor, a volume de vendas nos bares de restaurantes caiu 2,2%, mas foi mais do que compensando pelo salto 17,6% nas vendas do chamado “off-trade”, que inclui supermercados e comércio eletrônico.

    O analista da Euromonitor Rodrigo Mattos explica que houve um crescimento das vendas das bebidas alcóolicas de uma maneira geral no país, em meio a um comportamento de busca por relaxamento e algum tipo de prazer, como também de maior indulgência do consumidor. Ou seja, de abstenção da culpa.

    “Às vezes não parece ser uma coisa muito óbvia associar bem-estar com bebida, mas o brasileiro acabou tendo essa solução”, acrescenta.

    Considerando todas as bebidas alcóolicas, o volume total de vendas no país teve crescimento de 4,1% em 2020, segundo a Euromonitor, atingindo 14,4 bilhões de litros – também a maior marca desde 2014, quanto o total chegou a 15 bilhões.

    Número maior de compradores

    Por conta das medidas de distanciamento social e restrições no funcionamento de bares e restaurantes, a penetração de cerveja nos lares atingiu em 2020 um recorde histórico, segundo a Kantar, com avanço em todas as classes sociais.

    “Cerveja já era uma categoria que vinha se consolidando no carrinho de compras dos brasileiros, mas em 2020 ganhou mais de 2,2 milhões de novos compradores”, afirma Luisa Uehara, coordenadora de marketing da Kantar.

    Os dados da consultoria mostram que a pandemia também fez aumentar o tabagismo no país. A Kantar apontou um crescimento de 12,3% no consumo de cigarros em 2020, na comparação com o ano anterior, com alta de 0,9 ponto percentual no número de fumantes maiores de 18 anos.

    Marcas mais consumidas

    Brahma e Skol permaneceram na liderança das marcas com maior volume de vendas no país em 2020.

    Os dados do primeiro trimestre surpreenderam. Mesmo sem Carnaval, o primeiro trimestre de 2021 já mostrou um resultado superior ao do primeiro ano da pandemia. Na Ambev, que responde por cerca de 60% do mercado de cervejas no país, o volume de vendas da bebida cresceu 16% no 1º trimestre na comparação anual, com a marca Becks crescendo três dígitos e a Corona com avanço de quase 50%.

    Para o resultado de 2021, a previsão é que o consumo de cerveja continuará a crescer, mas em ritmo menor em razão das incertezas em relação ao controle da pandemia, avanço da vacinação contra o coronavírus e ritmo de recuperação da economia. A Euromonitor projeta por ora uma alta de 2,7%, para um total de 13,7 bilhões de litros – número ainda abaixo do recorde de 2014.

    Fonte G1

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    Roger Campos

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  • AGRONEGÓCIO: Cocatrel marca presença na assembleia do ConCafé em Três Pontas

    AGRONEGÓCIO: Cocatrel marca presença na assembleia do ConCafé em Três Pontas

    Na última terça-feira (18/05) Três Pontas foi sede, pela primeira vez, da assembleia do Consórcio Público Para o Desenvolvimento do Café – ConCafé. O prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves, é o atual presidente do consórcio, que busca integrar, desenvolver e valorizar a cafeicultura da região Sul e Sudoeste do estado de Minas Gerais. O evento contou com a presença de prefeitos das cidades associadas, deputados federais e estaduais, e da Cocatrel, representada pelo Presidente Marco Valério Araújo Brito. A principal temática abordada foi a discussão das perspectivas futuras para o mercado de café. O evento também marcou o início da Expocafé 2021, a principal feira da cafeicultura no Brasil.

    O consórcio que une os municípios da região Sul e Sudoeste busca dar mais voz aos produtores de café, para que suas demandas possam ser atendidas pelas autoridades legislativas federais. O presidente da Cocatrel, Marco Valério, destacou a importância da iniciativa do ConCafé, “estamos num mundo de muita divisão e esse encontro é um exemplo da união do técnico com o político e é o que faz a diferença para que o produtor tenha incentivo para investir cada vez mais no aprimoramento do café produzido. De forma remota, o presidente do Senado brasileiro, Rodrigo Pacheco (DEM), reafirmou o seu compromisso em levar para apreciação da casa projetos que visam beneficiar os agricultores.

    A assembleia teve participação da atual diretora da Associação Brasileira de Cafés Especiais – BSCA, Vanusia Nogueira, que destacou pontos importantes para o futuro do mercado cafeeiro mundial. Para ela o consumo de café mudou de forma sensível durante a pandemia essa tendência pode ser duradoura. “A prática do home office, o fechamento de cafeterias e restaurantes aumentou ainda mais o consumo de café nos ambientes domésticos, o que elevou a qualidade e um boom de venda de cápsulas de café, que garantem consistência e padrão na bebida”. Outro apelo feito por Vanusia foi sobre a necessidade de educação dos cafeicultores principalmente na gestão das fazendas, “da mesma forma em que o produtor se preocupa com a qualidade final do café, ele deve priorizar uma gestão eficiente de seus recursos, o que garantiria, por exemplo, a rastreabilidade do café, agregando ainda mais valor ao grão.”

    A Cocatrel também desempenha o importante papel de orientar os produtores em relação à gestão de seus negócios. Durante o evento, Marco Valério destacou que “a Cocatrel vem cumprindo sua missão de proporcionar soluções que tornem os cooperados cada vez mais competitivos, isso inclui os cursos de gestão e qualidade, as soluções financeiras, as orientações sobre o mercado de café e as cafeterias, que além de locais agradáveis, conectam produtores e consumidores, e os estimulas a conhecerem e o consumirem cafés de qualidade.”

    As participações dos Deputados Federais Diego Andrade (PSD) e Emidinho Madeira (PSB) e do Deputado Estadual Mário Henrique Caixa reafirmaram o compromisso dos parlamentares em dar atenção às pautas do ConCafé nos níveis federal e estadual. Para o presidente da Cocatrel, Marco Valério, a presença dos deputados teve grande importância  para o evento. ”A capacidade do produtor aliada com a capacidade de ser representado no congresso só é possível graças à união e participação destes parlamentares em eventos como esse do ConCafé, o principal benefício é que a voz do produtor reverbere em Brasília e seja atendida.”

    Fonte Cocatrel

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    Roger Campos

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  • Expocafé 2021 começa amanhã

    Expocafé 2021 começa amanhã

    Evento, totalmente on-line, contará com programação técnica diversificada e exposição de máquinas

    A Expocafé 2021 começa na próxima terça-feira, 18 de maio. O evento, que pela segunda vez será em formato totalmente on-line, contará com palestras, debates, dicas técnicas, apresentação de novas tecnologias e estandes virtuais para exposição e negociação de equipamentos e insumos para a cafeicultura. A programação, destinada a produtores, técnicos, acadêmicos, pesquisadores e profissionais que atuam em diversos segmentos da cadeia produtiva, poderá ser acompanhada pelo site www.expocafeoficial.com.br.

    As atividades ocorrem até a sexta-feira, 21 de maio. Entre as atrações, está o 2º Encontro Técnico da Expocafé que contará com painéis temáticos sobre Inteligência Artificial, Tecnologias para a Cafeicultura Familiar, e Gestão da atividade. Os debates acontecem entre os dias 18 e 20 de maio, com mediação de pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), vinculada à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). A participação se dará mediante inscrições prévias, que já podem ser feitas pelo site.

    O painel “Inteligência Artificial na Cafeicultura” abre a programação do Encontro Técnico, no dia 18, às 17h30. Os convidados serão o professor da Universidade Federal de Lavras (Ufla), Danton Ferreira, que abordará o tema “O papel da Inteligência Artificial no agro 4.0”; o professor do Departamento de Engenharia Rural da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Rouverson Pereira, que falará sobre “Inovações tecnológicas para a inserção da cafeicultura na agricultura digital”, e o representante da Gonzaga Treinamento e Consultoria Agrícola, Luiz Gonzaga Ferreira Júnior, que apresentará o tema “Uso do aprendizado de máquinas na colheita mecanizada do café”. A moderação será feita pela pesquisadora Vânia Silva.

    Na quarta-feira,19, também às 17h30, será realizado o painel “Tecnologia para a cafeicultura familiar”, que terá como mediador o pesquisador César Botelho. Os temas abordados serão “Tecnologias desenvolvidas pela Epamig com aplicação na agricultura familiar”, apresentado pelo coordenador do Programa Estadual de Pesquisa em Cafeicultura da Empresa, Rogério Silva; “Assistência técnica e extensão rural para a cafeicultura familiar”, ministrado pelo coordenador técnico estadual de cafeicultura da Emater-MG, Bernardino Cangussu; e “Benefícios do ATeG na cafeicultura mineira”, com o supervisor de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar no Sul de Minas, Rodrigo Elias Almeida Dias.

    A programação do Encontro Técnico será encerrada no dia 20 de maio, com o painel “Gestão na Cafeicultura”, que terá início às 17h30. O moderador será o pesquisador Gladyston Carvalho e os convidados serão o engenheiro agrônomo Rodrigo Ticle Ferreira; o consultor Milton Verdade Costa; e o diretor da Sancoffee, Fabrício Andrade. Os temas tratados serão, respectivamente, “Projeto Educampo” (Sebrae), “Como fazer a gestão de uma fazenda” e “Gestão da comercialização do Café”.

    O público poderá interagir com os palestrantes e debatedores, por meio do chat ao vivo.

    Dinâmica de Máquinas

    Parte da programação presencial da Expocafé, as Dinâmicas de Máquinas serão destaque também no formato virtual. Assim como na edição de 2020, o conteúdo será disponibilizado em parceira com a Rede Social do Café Peabirus. Serão 19 estações virtuais, nas quais o público terá a oportunidade de acompanhar vídeos que demonstram, em campo, o funcionamento de máquinas e produtos para a lavoura cafeeira.

    As estações institucionais serão conduzidas por pesquisadores e técnicos da Epamig, da Ufla e da Emater-MG que apresentarão, na prática, tecnologias de cultivo e manejo. Além disso, fabricantes e representantes, demonstrarão, nas estações empresariais, a aplicação e funcionamento de produtos e equipamentos para a lavoura.

    A Epamig será responsável pela condução de três estações: “Unidades demonstrativas de café arábica para a região do Cerrado Mineiro”, conduzida pelo pesquisador Gladyston Carvalho; “Unidades demonstrativas de café arábica para o Sul de Minas”, ministrada pelo pesquisador César Botelho; e “Manejo do Mato x Cultivo de Brachiaria nas Entrelinhas de Cafeeiros”, apresentada pelo pesquisador Elifas Nunes Alcântara.

    As dinâmicas de máquinas estarão disponíveis no espaço Café Play, no qual o público poderá assistir também vídeos com dicas de pesquisadores e relatos de mulheres na cafeicultura. O acesso ao espaço é gratuito e não demanda inscrições prévias.

    Estandes virtuais

    Mais uma vez, empresas de máquinas, insumos e serviços para a cafeicultura contarão com estandes virtuais para a apresentação de produtos e negociações com possíveis clientes. A SWZ Máquinas, que desde 2008, oferece equipamentos que auxiliam na pós-colheita do café, apresentará a linha que inclui varredoura, recolhedoras e o secador estático. Dentre os destaques, a varredoura aranha, que consegue realizar até três operações (arruação, enleiramento e esparramação de ciscos), e que terá o funcionamento demonstrado nas Dinâmicas de Máquinas.

    A Adubos Real S.A vai lançar a linha Real Adjuvantes com o objetivo de aumentar a eficácia da aplicação e da absorção dos ingredientes ativos presentes na solução de pulverização agrícola. A linha conta com quatro produtos que auxiliam no condicionamento da solução (Multiherb, Multicopa e Multioil) e na limpeza e descontaminação dos tanques e equipamentos de pulverização (Multilimp).

    Os estandes virtuais estarão disponíveis para a visitação a partir da terça-feira, 18 de maio, às 8h.

    O evento

    A Expocafé contará também com quadros especiais como a Expocafé Mulheres e o Hub Conecta Café. O evento é organizado pela Epamig, pela Secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pelo Governo de Minas Gerais, com apoio institucional da Prefeitura de Três Pontas, da Cocatrel, da Ufla, da Emater-MG e do Consórcio de Pesquisa Café.

    Fonte: Ascom/Epamig

    Foto: Erasmo Pereira/Epamig

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  • Cocatrel oferece condições especiais para compras de insumos na Expocafé

    Cocatrel oferece condições especiais para compras de insumos na Expocafé

    EDIÇÃO 2021 COMEÇA AMANHÃ! FIQUE ATENTO E PARTICIPE!!!

    Em 2021, a Expocafé acontece entre os dias 18 a 21 de maio, e pelo segundo ano consecutivo a feira será virtual devido às condições ainda impostas pela pandemia do coronavírus. Por meio do site www.expocafeoficial.com.br, o público pode acompanhar uma programação técnica variada, que inclui painéis temáticos ao vivo. Mesmo com as limitações, a feira não deixará de apresentar aos cafeicultores os avanços tecnológicos no setor agrícola, além da oportunidade de realização de compras de insumos e maquinário agrícola com condições exclusivas da feira oferecida pela Cocatrel.

    Através da união dos esforços da Cocatrel, do Governo de Minas,  da Epamig, da EmaterUniversidade Federal de Lavras (UFLA) e da Prefeitura de Três Pontas a Expocafé se mantém, há 24 anos, como a maior feira de café do mundo, a vitrine ideal para que as empresas do setor agrícola tenham contato direto com o produtor rural.

    “A Cocatrel faz parte do comitê gestor da Expocafé desde a primeira edição da feira. É um orgulho muito grande saber o quanto a cooperativa, junto com os outros parceiros e realizadores do evento contribuiu para a evolução da cafeicultura na região, que se tornou mais profissional e tecnológica, além de trazer aos cafeicultores informação, capacitação, pesquisas relevantes e o que há de mais moderno em maquinários e insumos para a produção de café”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    Nesta edição, a Cocatrel marcará presença com o estande virtual para negociação de máquinas, equipamentos e insumos agrícolas, que poderão ser negociados através do barter, utilizando o café como moeda de pagamento. A equipe técnica estará pronta para atender os cooperados tanto remotamente, por telefone e whatsapp, ou presencialmente, nas lojas da Cocatrel. Os principais parceiros da cooperativa (BasfBayerSyngentaGiro AgroAgroCPSantasafra e UPL) também estarão presentes no estande com ofertas especiais para o produtor.

    A Cocatrel, representada pelo projeto Cafeína Cocatrel, também estará presente nos painéis temáticos da Expocafé Mulheres, que abordarão temas relacionados à participação e empoderamento feminino no setor agrícola, ainda majoritariamente ocupado por homens. Serão três dias de palestras e workshops direcionadas especificamente às mulheres, que contarão com a transmissão de vídeos destacando o grupo Cafeína Cocatrel.

    Durante o período da Expocafé, as ofertas disponibilizadas virtualmente também poderão ser encontradas nas lojas Cocatrel, seguindo todos os protocolos exigidos pelas autoridades de saúde, para a não proliferação do coronavírus. Para mais informações sobre as ofertas e atendimento entre em contato pelo telefone / whatsapp: (35) 3266-8200.

    Fonte Cocatrel

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  • ENTREVISTA: Diretor da MakPlast fala sobre a situação das empresas do “setor do plástico” em Três Pontas

    ENTREVISTA: Diretor da MakPlast fala sobre a situação das empresas do “setor do plástico” em Três Pontas

    A onda roxa está indo embora, mas deixa um rastro de crise severa na economia mineira

    Seguindo a série de entrevistas especiais sobre os efeitos causados pela pandemia de coronavírus à economia de Três Pontas, especialmente durante a chamada onda roxa, implementada pelo governo do estado de Minas Gerais em praticamente todas as regiões desde o dia 17 de março e que chegará ao fim neste sábado (17 de Abril), após duas prorrogações.

    Nossa reportagem conversou com o diretor da empresa MakPlast,  Wilson Ferreira Júnior, também responsável por outras empresas do mesmo segmento na vizinha Cidade de Varginha. Ele fala sobre todos os danos severos que vêm sendo provocados ao setor industrial desde o início da pandemia.

    Conexão – A MakPlast é uma das empresas mais tradicionais do setor de plásticos do Sul de Minas. De que forma ela foi afetada pela pandemia de coronavírus?

    Wilson Jr. – É um prazer falar com o Conexão Três Pontas,  embora o tema não seja nada agradável. Essa pandemia tem trazido uma série de problemas para o setor industrial, bem como na cadeia do plástico E tem feito com que cada empresário repense os seus negócios. foi preciso sair da mesmice, sair de cima do muro e tomar algumas decisões que para muitos não são nada agradáveis. A pandemia trouxe muitas dificuldades de acesso às matérias-primas. Como a cadeira plástica tem praticamente um único fornecedor e ainda, com o dólar alto, as petroquímicas estão preferindo exportar seus negócios do que comercializá-los dentro do país para que tenham um lucro maior. Então a matéria-prima está mais escassa no mercado interno. Daria para exportar esse material?  Sim. Mas com o preço que está o dólar é totalmente inviável. A própria matéria-prima está muito mais cara, o grão de plástico no Brasil subiu muito de preço.  Nós até estávamos conseguindo comprar dos Estados Unidos a um preço razoável, mas com a nevasca que passou por lá também ficou inviável.

    Então, o setor do plástico está sendo sim muito prejudicado com a falta de matéria-prima. Acha-se a matéria-prima no Brasil? Sim, acha! Mas aí temos que pagar o preço que é pedido. Existe muita especulação de preço na matéria-prima e na mercadoria em todo o Brasil. Outro fator dificultador é a própria doença, é o coronavirus. Já tivemos 10, 20 ou até 30 colaboradores afastados por conta da covid-19. Às vezes muitos desses nem estão positivados com o vírus, mas conviveram com pessoas que confirmaram a doença e procuramos tomar todos os cuidados pensando sempre no bem-estar de todas as pessoas.

    Há casos em que um único colaborador fica afastado em um ou dois momentos e isso acaba prejudicando muito o andamento da empresa. A logística, o andamento da fábrica fica totalmente prejudicado. Por tudo isso que falei realmente o empresário brasileiro e até o empresário mundial estão tendo que ter muita criatividade e otimismo para enfrentar este momento.

    Conexão – Você acredita que as empresas do setor do plástico já estão tendo que demitir por conta da pandemia aqui em Três Pontas? Se ainda não começaram, é uma realidade que assusta e ameaça daqui para frente?

    Wilson Jr. – Até o final do ano passado não estava havendo demissões porque ainda encontrávamos a matéria-prima no mercado. Mesmo que custando mais caro a gente conseguia encontrar, embora com uma certa dificuldade. Hoje, só encontramos matéria-prima com os preços muito elevados, até 120% mais cara e infelizmente todo esse cenário de especulações fará com que as demissões ocorram. O mês de março foi o pior mês desde o início da pandemia, a fábrica chegou a parar em alguns momentos por causa de falta de matéria-prima, dificuldades com o papelão, muito grandes, já que a reciclagem do papelão foi muito prejudicada. Como o governo soltou o auxílio emergencial, como uma importante ajuda para o trabalhador brasileiro, muitos acabaram deixando de lado o recolhimento de materiais recicláveis, como por exemplo o papelão. Há uma dificuldade enorme de se encontrar o papelão no mercado ou mesmo os seus derivados.

    O meu maior temor é que a situação tem se agravado dia após dia. Nossa fábrica já está com vários funcionários de férias. Antes de precisar demitir estamos dando férias. E o próximo passo, infelizmente, é que algumas demissões ocorram, não em massa, mas que realmente aconteçam. Eu ainda acredito que as demissões não ocorram na MakPlast, mas no setor de plásticos, de uma forma geral, as demissões já estão ocorrendo sim.

    Conexão – A MakPlast emprega quantas pessoas hoje em dia?

    Wilson Jr. – A MakPlast, a Alfa, o grupo de empresas da qual representamos, aqui em Três Pontas e em Varginha, emprega hoje em dia cerca de 180 a 200 colaboradores. O setor de plástico emprega muito em Três Pontas. Só a ArtVac deve ter hoje cerca de 800 colaboradores ou mais. A Tega não é bem uma empresa do plástico, mas atua com materiais parecidos. Temos ainda a Politubos, Lassane, Estrela e a TPplast. Todas juntas devem gerar entre 2000 a 3000 empregos diretos. Fora os empregos indiretos.

    Eu tenho conversado com empresários do setor aqui em Três Pontas, como a Estrela e a Politubos, por exemplo, e eles também têm se queixado bastante da falta de matéria-prima no mercado.

    Conexão – Pelo que você tem conversado com colegas empresários do mesmo setor, ainda é cedo para se cogitar fechamento de alguma empresa?

    Wilson Jr. – Sim. Fechamento ainda é cedo para se falar. Isso justamente pelo fato da matéria-prima, embora muito mais cara, ainda continuar sendo encontrada, apesar das dificuldades. O setor de plástico é muito grande em Três Pontas, tem uma grande força e representatividade e por enquanto eu não acredito em nenhum fechamento, mas que a diminuição de colaboradores é uma realidade, infelizmente não há como fugir disso. A perda de faturamento é muito significativa neste momento.

    Conexão – Em média, quantos currículos a MakPlast e as empresas do seu grupo recebem por dia ou por semana? Você nota uma crescente procura por vagas de emprego?

    Wilson Jr. – Eu não sei te precisar esse número, mas como os currículos que chegam até a MakPlast são entregues diretamente na recepção, e eu vejo muitas pessoas entregando o currículos diariamente, posso te assegurar que a procura por emprego é bastante grande na cidade. Somente enquanto você estava aguardando para que gravássemos esta entrevista, vi de duas a três pessoas entregando currículos na recepção. Mas eu não percebi um crescimento na procura de trabalho por conta da pandemia. Já tínhamos um volume alto de busca por trabalho antes da chegada do coronavirus. E também acontece um outro fato importante: às vezes temos 30 vagas de emprego, mas às vezes a função tem que rodar turno, trabalhar às vezes de manhã, de noite, aos finais de semana não tem a folga que espera e, por conta disso, se tínhamos por exemplo 30 currículos, os interessados caem para 10. Infelizmente não são todos que procuram emprego que realmente estão preocupados, querendo realmente a vaga.

    A cidade carece de algumas especializações, de mão-de-obra mais qualificada, como por exemplo uma escola técnica de tornearia, de solda, de eletricista, de encanador, entre outras profissões. Hoje em dia, por exemplo, é praticamente impossível encontrar na cidade um técnico, uma pessoa qualificada que faça instalação de aparelhos de ar-condicionado ou que limpe o ar condicionado. Geralmente temos que buscar esse profissional fora. Aqui na MakPlast por exemplo, o que temos feito é contratar as pessoas e dar todo treinamento para que elas possam ocupar determinadas funções.

    Conexão – Olhando pelo lado empresarial, como você avalia tudo o que aconteceu por conta da onda roxa do governo de Minas Gerais? Olhando pela questão econômica, quais os efeitos dessa fase mais restritiva (que chega ao final neste sábado) para um dono de empresa, alguém com muitos funcionários contratados?

    Wilson Jr. – Vou te falar o que eu penso e às vezes aquilo que pensamos acaba não agradando a todos: Eu vejo essa questão de onda roxa apenas como uma questão política. O Partido Novo, no qual o governador Romeu Zema é filiado, rompeu recentemente com o presidente Jair Bolsonaro. Eu também ocupei a função de vice-provedor da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis e acompanhava de perto as questões ligadas à pandemia, como as internações. E não vi um crescimento tão expressivo que obrigasse a uma restrição tão severa, a esse tipo de lookdown no estado inteiro. Realmente há regiões com agravamento maior e outras nem tanto. E acho que Três Pontas mais uma vez, é uma cidade privilegiada nesse ponto.

    Conexão – Sua mensagem para encerrarmos…

    Wilson Jr. – Infelizmente vemos muitas festas na cidade, Avenida Osvaldo Cruz frequentemente cheia. A direção da Santa Casa tem feito um grande trabalho de combate ao coronavírus. É preciso que todos tomem consciência e tomem cuidado, que façam a sua parte.  Aqui na empresa nós tomamos todos os cuidados.  A MakPlast tem uma grande facilidade porque é um local bastante arejado, cada máquina está com mais de 1,5 m de distância de uma para outra. Há álcool em gel em todas as máquinas, para cada colaborador. Na área de impressão também há toda essa preocupação. Fazemos palestras, fazemos a aferição de temperatura diariamente em todos os colaboradores. O nosso departamento de RH também conversa bastante com cada funcionário. Enfim, temos uma grande preocupação e executamos os cuidados e a prevenção diariamente.

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    Roger Campos

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  • ENTREVISTA: Presidente da AcaiTP fala sobre a situação do comércio local diante da pandemia

    ENTREVISTA: Presidente da AcaiTP fala sobre a situação do comércio local diante da pandemia

    Bruno Carvalho fala sobre a importância de “deixar o dinheiro na cidade” e aborda a “briga” no setor de farmácias em busca de igualdade

    O governo do estado de Minas Gerais segue com a sua política de combate a pandemia de coronavírus tendo como principal ferramenta as polêmicas ondas, cada uma com uma cor e suas demandas e restrições, dentro do programa Minas Consciente. E praticamente todas as cidades hoje ainda seguem na chamada onda roxa, a mais restritiva de todas elas. Isso inclui a cidade de Três Pontas. Apesar de uma leve melhora na ocupação dos leitos de UTI em alguns municípios, o resultado está longe de ser expressivo para a saúde e, ao mesmo tempo tem prejudicado e muito a economia mineira, tanto o setor industrial quanto o comercial. Muitas empresas fechando, demissões em massa e um cenário que parece estar longe de sofrer um revés. Para falar um pouco mais sobre isso, conversamos com o presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas,  Bruno Dixini  Carvalho, reeleito recentemente para o seu segundo mandato.

    Conexão – Um ano de pandemia atingindo também o setor comercial de Três Pontas. Quais os reflexos dessa realidade que afeta o Brasil e o mundo todo para as empresas do nosso município?

    Bruno – Falando especificamente da onda roxa, a gente tá vivendo um ano de pandemia e isso representa uma tremenda dificuldade para o comércio local. Isso representa a perda de clientes pelos comerciantes e o poder de compra do cliente também vem sendo muito afetado por conta da inflação. Temos vários aumentos de preço e a cadeia produtiva vem enfrentando problemas até hoje. E isso tudo encareceu muito os produtos que são consumidos. A movimentação do produto está mais cara e a escassez também gera aumento de preço. O cliente está com poder de compra bem defasado e com medo de comprar. Há uma queda muito grande no consumo. 

    Há muito medo por conta da perda de empregos, da diminuição dos postos de trabalho. As pessoas estão diminuindo o consumo e de fato não estão tendo dinheiro. Além disso, existe uma crise de pessimismo no momento em que a gente vive, há uma insegurança jurídica vendo essas coisas no STF, uma insegurança política vendo por aí prefeitos, governadores e o presidente falando coisas que não batem um com o outro. 

    Também há uma crise de saúde que não se conseguiu evoluir muito, nem em leitos de hospital no Brasil inteiro, a vacina ainda chega devagar e com informações muito truncadas. Também há a crise econômica. Então infelizmente temos todos os motivos para estar com a cabeça bagunçada, um ambiente de incerteza e falta de sonhos. A pessoa não tem perspectiva mais! Há o medo de realizar um investimento grande, de trocar de carro ou comer um produto de valor agregado maior. Ela tenta guardar dinheiro, pois não sabe o que vem pela frente. Isso, de um ano para cá, representou muitas perdas. 

    Conexão – Além disso tudo que você falou, há o fechamento de várias empresas, do comércio em Três Pontas? 

    Bruno – Três Pontas vive um momento interessante porque desde a época do surgimento da covid-19 o município gerou 468 empregos, segundo uma pesquisa do Sebrae. Em Varginha, com o triplo da nossa população, foram gerados 211 vagas. Em Três Corações, também com população maior que a nossa, houve perda de 290 postos de trabalho. Aqui eu não lembro de ver empresas conhecidas fechando as portas. Mas está havendo uma dança de cadeiras. Inclusive um restaurante que aparentemente fechou, mas que vendeu para outra pessoa que segue com o mesmo negócio. Não houve muitos fechamentos, mas houve mutações. 

    Minha irmã, por exemplo, tinha uma loja no centro e agora está com a loja em casa. Nesse cenário muitas empresas estão agindo assim, trocando aluguéis, muitas vezes, mais caros por outros mais baratos. Os trespontanos, assim como o empresário de modo geral em todo Brasil e em todo mundo, se viu com a necessidade de diminuir as despesas para conseguir manter pelo menos a empresa viva em relação a postos de trabalho.

    Conexão – Você notou se ainda, de uma forma linear, os empregos estão sendo mantidos ou se houve um pequeno agravamento na manutenção dos empregos?

    Bruno – Sim. O que tem acontecido agora do começo do ano para cá, a gente vê nossas empresas mais enxutas, já que o movimento caiu e os comerciantes também estão preocupados neste momento de economia em crise, eles acabam cortando um colaborador ou mais, infelizmente. 

    O auxílio emergencial não estava sendo liberado e agora ele tem previsão de começar a cair na conta de muitos brasileiros, porém em valor muito menor. Tanto o consumidor como o empresário estão sonhando pouco, há muita preocupação com o futuro. Essa onda de pessimismo acaba retraindo um pouco a economia e a admissão de novos colaboradores.

    Conexão – A Associação Comercial tem uma gama de serviços que oferece aos comerciantes credenciados. E também tem o serviço de recebimento de currículos. A procura por emprego vem aumentando na AcaiTP?

    Bruno – Em relação a demanda de currículos de fato é um número que diariamente chega na Associação. Mas penso que nesse aspecto ainda estamos numa escala normal. Desde o ano passado mesmo isso vem ocorrendo. É muito concorrido o mercado, há muita gente boa e a gente enxerga muito campo para as pessoas se qualificarem. É necessário haver qualificação. E nesse aspecto a Associação Comercial tem cursos online através da plataforma Cresça Mais. A gente tem caminhos aí para capacitar de forma online, já que a capacitação presencial não pode ser feita neste momento. Mas mesmo assim, no ano passado, a gente conseguiu realizar dois ou três eventos com total proteção para as pessoas, mantendo distanciamento. Eram poucas pessoas mas que saíram com boas informações. A nova diretoria está muito empolgada, a gente tá revendo nosso portfólio todo. Fazemos isso de 3 em 3 anos, quando uma diretora inicia. Então nós temos trabalhado muito nesse sentido. Mas o momento é desafiador e então a gente tem buscado trazer melhorias para nossos associados, mesmo diante desse cenário de pandemia.

    Conexão – Quantos comércios existem hoje em Três Pontas? O número de associados hoje da AcaiTP, no seu entendimento, poderia ser bem maior para que esse próprio comerciante pudesse ter acesso a tantos benefícios, ainda mais num momento de tanta dificuldade?

    Bruno – A associação briga pelo empresário durante todo tempo e principalmente em épocas complicadas como a que estamos enfrentando. É uma representatividade que oferecemos, uma defesa de cada comércio. A associação tem hoje 366 associados. Empresas que são MEI, empresas de médio e grande porte, que deve ser em torno de 10% a 15% do volume do comércio em Três Pontas. Mas ainda é um número muito abaixo do potencial que temos diante da qualidade e da variedade de serviços que a Associação Comercial oferece. O comerciante às vezes fica sozinho, não tem muita informação, não busca informação, justamente por não estar associado. Isso acontece sim. A Associação tem muito a oferecer aos nossos associados.

    É importante que outras empresas se alertem e venham se filiar, até para dar mais peso quando a gente vai buscar algum benefício. Quanto mais empresas estiverem nessa corrente, mais forte fica a associação. Temos produtos consagrados, diversas consultas, também tem a questão da Unimed e seus benefícios. Cada empresa tem uma necessidade particular e temos muitos serviços para o microempresário, temos um banco de informações para ele, vantagens junto ao Sebrae, etc. A Associação segue apoiando iniciativas e vem mostrando, oferecendo cursos, fortalecendo o comércio online, já que nós reformulamos totalmente a página da associação. Temos agora a ferramenta “Compre no Comércio de Três Pontas”, com um catálogo por segmento de todas as empresas que possuem Instagram, WhatsApp ou Facebook e lá, nesse espaço, colocamos um link para essas redes sociais das empresas credenciadas e isso facilita ao máximo a conexão do consumidor com a empresa associada. 

    Conexão – Três Pontas é um comércio de excelente qualidade, muita variedade e bom atendimento, além de preços competitivos. Mas ainda muitos consumidores preferem comprar fora. O que pode ser feito para que o dinheiro fique em Três Pontas?

    Bruno – A gente nota hoje em dia mais variedade e melhores preços. Mas se esse comércio local estivesse ainda mais antenado à necessidade de se filiar à Associação Comercial, em contrapartida recebendo mais informação, uma melhor estrutura, percebendo que não está sozinho, que pode caminhar com uma estrutura um pouco melhor, esse quadro seria mudado mais facilmente.

    Conexão – O que que é Associação Comercial tem feito para mostrar para o consumidor de Três Pontas que compensa comprar no comércio local?

    Bruno – Engraçado que essa sua pergunta realmente é muito interessante. Percebi que de um ano e meio para cá que vários segmentos aportaram aqui. Empresas que não são daqui e que agora estão vindo com mais frequência. Vemos isso no setor supermercadista e agora no de farmácia e realmente isso é preocupante porque essas empresas não são baseadas aqui, embora estejam aqui o dinheiro vai para o lugar que ela se originou. Então é preocupante para os empresários daqui. Por isso ele tem que fazer uma corrente, se fortalecer. 

    Quando o consumidor compra no comércio local o dinheiro fica aqui, é gasto ou investido aqui pelo empresário e movimenta a nossa economia. Então é muito importante que o cidadão tenha essa concepção de comprar aqui. Quando compramos fora ou de empresas de fora o nosso dinheiro vai embora, há uma evasão de dinheiro. Temos que fazer o movimento contrário. Deixar o dinheiro da cidade na cidade e investir para atrair clientes de outros municípios. 

    Claro que os comerciantes locais precisam atrair cada vez mais e melhor os seus clientes, com novidades, promoções e muita criatividade. O cliente, quando encontrar algum preço melhor fora, ou num concorrente local, pode falar para o empresário que achou condições melhores, que na loja dele não tem tal produto. Fazer com que o comerciante se movimente, que crie melhores condições de compra para seus clientes. Isso também precisa ocorrer. 

     

    Conexão – A Prefeitura não divulga mais os plantões de farmácia, já que algumas empresas locais deixaram os plantões por verem uma discrepância, situações distintas referentes ao funcionamento de farmácias vindas de fora, beneficiadas inclusive mediante liminar da Justiça. Como você avalia toda polêmica envolvendo o setor de farmácias na cidade?

    Bruno – Com relação às farmácias é uma situação muito desagradável. A Associação Comercial não foi envolvida em momento algum. Não nos procuraram. Nessa briga a gente não tem pleno conhecimento. 

    As farmácias locais estão sim se sentindo prejudicadas. De fato não têm divulgado frequentemente esses plantões, já que algumas deixaram de fazer parte. Há claramente um prejuízo diante do que acontece com algumas empresas de fora, que acabaram tendo uma liminar e funcionam de forma diferente. 

    Nossa intenção é proteger as farmácias locais e faremos de tudo que for preciso, que estiver ao nosso alcance para que elas não sejam prejudicadas. O consumidor está no papel dele, diante das novas empresas. Mas se a gente prestigiar o nosso colega aqui da cidade, o empresário daqui, deixaremos a cidade mais forte sempre. O nosso comerciante precisa se inovar, mostrar benefícios e vantagens para o consumidor. E lembrar que não existe mágica de preços. Não há diferenças gritantes entre as empresas de fora e as locais, muito pelo contrário, vemos condições muito boas e até melhores em alguns casos ofertadas pelos empresários trespontanos. 

    A prestação do serviço local é excelente, geralmente bem melhor que o serviço ofertado pelas empresas de fora. 

    Conexão – Para encerrar, uma mensagem que você deixaria de apoio nesse momento aos comerciantes que estão vendendo uma situação muito difícil.  

    Bruno – O empresário está com as portas abertas mas a gente sabe, claro, que a onda roxa vai interferir de uma forma fundamental, pesada, direto no seu faturamento. 

    A gente tem que ter perseverança! Quando a gente tá vivendo um problema geralmente a gente fica muito bitolado no problema. Lembrar que se o comerciante não pode receber o cliente dentro do comércio lojista, no caso dos comerciantes de calçados, de roupas, o que é muito ruim para esse empresário,  é necessário que ele busque alternativas, usando da criatividade. As vezes enviar para o cliente uma lista de produtos, de promoções pelas redes sociais, enviar um vendedor até a casa das pessoas para levar uma amostra, tentar fazer a venda pelo cartão, enfim, estender sua loja para outro universo, o universo online. Investir nessa questão.

    As empresas estando abertas é algo muito importante para o município, tanto na parte da geração de emprego quanto no investimento que as empresas fazem na cidade, elas fazem circular muito dinheiro na cidade. desde o início da pandemia, desde que o comércio passou a ser penalizado com fechamento, nós passamos a oficiar a Prefeitura pedindo a reabertura. Infelizmente parece que isso tudo se trata de movimento político por parte do governador de Minas que se descompatibilizou com o presidente Bolsonaro. Infelizmente parece que nos tornamos massa de manobra para esses políticos. Isso é devastador para as empresas e a gente sempre pediu, de imediato, que abrissem o comércio. Seguiremos lutando pelo nosso empresário, pelos nossos comerciantes.

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    Roger Campos

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  • ENTREVISTA: “CHOCOLATES MAIS AMARGOS PARA O BOLSO DOS BRASILEIROS NESTA PÁSCOA!”

    ENTREVISTA: “CHOCOLATES MAIS AMARGOS PARA O BOLSO DOS BRASILEIROS NESTA PÁSCOA!”

    Dono de supermercados em Três Pontas prevê queda de até 20% nas vendas com ovos de chocolate mais caros em meio à pandemia

    Não é por causa do baixo teor de açúcar que os produtos feitos à base de chocolate estão mais amargos para o bolso dos brasileiros na Páscoa de 2021. A pandemia do coronavírus vem causando forte retração na economia do Brasil e os ovos de Páscoa, assim como os combustíveis, o arroz, a carne e outros tantos produtos, tiveram aumentos consideráveis neste ano, o que deverá causar uma queda de até 20% nas vendas dos itens alusivos à data. É o que prevê o empresário Denilson Lamaita Miranda, um dos proprietários da rede Moacyr Supermercados. O Conexão Três Pontas conversou com ele sobre as expectativas para a Páscoa:

    “Infelizmente nós estamos enfrentando um momento muito difícil não apenas para a saúde mas também para a economia brasileira, assim como para diversos países mundo afora.  Sobre a Páscoa deste ano, as fábricas parece que não apostaram muito na data, justamente por conta da crise e do caos provocados pela pandemia e produziram menos ovos e demais produtos com grande apelo comercial nesta época do ano. E com a produção menor os ovos de Páscoa acabaram tendo um aumento que varia de 10% a 15%”, explicou.

    Ainda conforme Denilson a dificuldade de ganho por parte do trabalhador também deverá provocar uma retração nas vendas. “Nós estamos acreditando num volume de vendas de até 20% menor que em 2020. Muitos trabalhadores não estão conseguindo realizar as suas atividades profissionais e também por conta da diminuição do valor do Auxílio Emergencial, pago pelo governo, muitas famílias terão mais dificuldade de gastar, de adquirir os ovos de chocolate agora”, pontuou.

    Denilson Miranda ressaltou que muitas pessoas, para não deixar a data passar em branco, ainda diante de todas as dificuldades atuais, optam por ovos de Páscoa menores ou ainda pelas tradicionais caixas de bombons. Com relação ao bacalhau e outros pescados comuns nesta época do ano, o empresário também confirmou um aumento de preço considerável por conta da alta do dólar.

    “Os pescados sofreram uma elevação nos preços em torno de 30%. Os preços já vinham em elevação nos últimos anos e agora, com as constantes altas da moeda americana, o bacalhau e outros pescados estão ainda mais ‘salgados’, mais caros”, concluiu.

    Mesmo diante do atual cenário, a data deve movimentar no varejo do país R$ 1,62 bilhão, números bem menores que em anos anteriores.

    Os itens que devem ser mais procurados, apesar da alta nos preços, são: 

    _ Ovos de chocolate (59,4%)

    _ Bombons (51,8%) 

    _ Barras de chocolate (46,7%)

    _ Bichinhos de pelúcia (6,1%) 

    _ Cesta de Páscoa (5,1%) 

    _ Colomba pascal (4,6%) 

    Cada consumidor ou pai de família deve gastar, em média, menos de 100 reais, valor que se manterá praticamente estável se comparado a 2020, quando a Páscoa já estava “dentro da pandemia”.

    Questionados sobre onde farão suas compras, a maior parte dos consultados por órgãos de estatística e consumo, respondeu que se dividirá entre lojas físicas e online (60,4%), seguindo-se só loja física (26,4%) e só online (13,2%).

    (Fotos Arquivo Conexão)

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