Categoria: Economia

  • Produtores são premiados pelos melhores cafés depositados na Cocatrel, na safra 2019/2020

    Produtores são premiados pelos melhores cafés depositados na Cocatrel, na safra 2019/2020

    Cooperativa inova ao criar sistema que liga o consumidor diretamente ao produtor e que ainda poderá gratificá-lo financeiramente.

    Na tarde de terça-feira, 30 de outubro, a Cooperativa dos cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel) realizou a premiação dos Melhores Cafés da safra 2019/2020, na Pousada Travessia. A décima edição do evento coroou a dedicação e o emprenho dos produtores que tiveram os 12 melhores lotes de cafés dentre as mais de 1.330 milhão de sacas recebidas pela cooperativa.

    “2019 foi um ano difícil, de preços baixos para o café e atípico em relação à qualidade, mas são nesses momentos que a cooperativa precisa atuar, prestando serviços eficientes e buscando alternativas para remunerar melhor os cooperados. Estamos extremamente orgulhosos por realizar esse evento e premiar esses 12 produtores, que produziram excelentes cafés, resultado de muito esforço, trabalho e, principalmente muito amor pela cultura do grão”, afirma Marco Valério Brito, presidente da Cocatrel.

    Diretoria Cocatrel

    A Cocatrel possui um setor exclusivo para exportação de cafés finos e especiais, o Cocatrel Direct Trade (CDT), que tem como objetivo orientar o produtor, identificar e promover seus cafés ao redor do mundo. Gabriel Miari, coordenador do CDT, mostrou o crescimento das exportações e os expressivos números em relação aos cafés especiais. “A Cocatrel tem buscado consistência nos negócios e investido no relacionamento com seus clientes, que estão localizados nos principais países importadores do mundo. Esse bom relacionamento, a segurança, a eficiência e a pontualidade nos embarques e nas entregas, têm conquistado a confiança de importantes empresas, como as japonesas, que costumam pagar bons preços pelos nossos cafés”, explica.

    Promoção e inovação

    A Cocatrel separou algumas sacas dos cafés premiados para fazer a promoção dos produtores e também desses cafés, que serão comercializados em embalagens personalizadas, constando nome e origem de cada um.

    A cooperativa inova ao trazer na caixinha dos cafés, um QR code que, quando lido, levará o consumidor a uma página contendo toda a história do produtor e também a rastreabilidade dos cafés. A Cocatrel fará o lançamento e promoção de dois dos melhores cafés por mês, que estarão disponíveis na loja online da cooperativa e também na Cafeteria Cocatrel. Cada produtor terá participação de R$10 reais na venda de cada embalagem contendo seu próprio café.

    Valorize o produtor

    A grande inovação da Cocatrel chega através de um sistema de gratificação em dinheiro, do consumidor ao produtor. Além de fazer a ligação entre as duas pontas da cadeia do café, as pessoas que experimentarem e gostarem daquele café, poderá entrar na página dele, clicar no botão valorize o produtor e gratifica-lo com qualquer quantia em dinheiro, que será depositada diretamente em sua conta.

    “Quando fazemos um trabalho dedicado, cuidando da colheita do café, desejamos ter um café bom, mas eu não esperava que chegaria a tanto. Estou extremamente feliz, orgulhoso e agradecido por meu café ter sido tão bem comercializado pela Cocatrel”, diz Denilson Antônio Costa, de Ilicínea, que teve seu café vendido ao mercado japonês por R$1.773 reais a saca.


    Importante frisar que, através da Universidade Cocatrel e também do Cocatrel Direct Trade, a cooperativa vem fazendo um trabalho expressivo de capacitação de produtores, com cursos de cafés especiais, visitas às propriedades e todo auxílio necessário, principalmente relativo à pós colheita.

    Segundo Marco Valério, “essa premiação vem para fechar com chave de ouro o ciclo da safra, evidenciando o trabalho da cooperativa e também do produtor, para mostrar que é possível produzir cafés de altíssima qualidade e ainda conectar o nosso cooperado ao mercado externo, remunerando-o cada vez melhor. Esse é o papel da Cocatrel”.

    Conheça os 12 premiados:

    – Afonso Pinto- Fazenda Olhos d’Água- Nepomuceno – MG
    – Agostinho de Fátima Marcelino- Fazenda Curralinho- Três Pontas – MG
    – Carlos Henrique Teodoro- Fazenda Serrano- Ilicínea – MG
    – Denilson Antônio Costa- Fazenda Furnas- Ilicínea – MG
    – Eduardo Henrique Barbosa- Fazenda Serra Nova- Ilicínea – MG
    – Fábio Araújo Reis- Fazenda do Salto- Carmo da Cachoeira – MG
    – Francis Figueiredo Oliveira – Fazenda Santa Margarida – Três Pontas- MG
    – Gilberto Augusto Basílio- Fazenda Zaroca- Três Pontas- MG
    – João Paulo França- Sítio Danta – Ilicínea- MG
    – José Carlos dos Reis- Fazendinha Nossa Sra. Aparecida- Três Pontas- MG
    – Lucas Natanael Moreira – Fazenda Estreito – Ilicínea – MG
    – Pedro Luiz Damasceno- Sítio Três Irmãos – Ilicínea – MG

    Fonte Ascom Cocatrel

     

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  • Prefeitura de Três Pontas pagará restante do 13º de forma antecipada

    Prefeitura de Três Pontas pagará restante do 13º de forma antecipada

    Segunda parcela será depositada no dia 06 de dezembro; Prefeito explica o adiantamento.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas informou que irá pagar de forma adiantada a segunda parcela do 13º salário dos servidores públicos municipais. A data será 06 de dezembro.

    De acordo com a Assessoria de Imprensa do Executivo Municipal, no próximo dia 06 de dezembro os aproximadamente 1600 servidores públicos municipais já terão creditadas em suas contas bancárias a segunda parcela (50% restante) do 13º salário.

    O prefeito Marcelo Chaves Garcia disse que isso é fruto de um grande esforço da Prefeitura, em especial da Secretaria de fazenda através do secretário Aguinaldo e de toda equipe. “Nós estamos ajustando as coisas, realizando muitas obras importantes por toda cidade, buscando empresas, gerando empregos, cuidando da saúde, da segurança e da edução. Também estamos diminuindo despesas, cortando aluguéis e outros gastos para reverter isso em favor da população. Quanto aos servidores, esses guerreiros que cuidam do bom andamento da Prefeitura, nada mais justo que nós tentarmos adiantar esse pagamento da segunda parcela para que eles possam planejar suas compras de fim de ano, saldar seus compromissos e, enfim, utilizar da melhor forma”, relevou.

    Conexão solicitou um levantamento do valor que será gasto com o pagamento da segunda parcela do 13º Salário dos servidores. Conforme o Executivo Municipal o valor líquido desses pagamentos ficará em torno de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais), podendo ter uma elevação de até 20% desse montante.

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  • Cafeína Cocatrel: cafeicultura feminina do Sul de Minas para o mundo

    Cafeína Cocatrel: cafeicultura feminina do Sul de Minas para o mundo

    Primeiro container exclusivo dos cafés produzidos pelas integrantes do grupo Cafeína é exportado para a Alemanha.

    Em março de 2019, em comemoração ao mês das mulheres, a Cocatrel lançou o grupo Cafeína com o objetivo de reunir mulheres cooperadas, que atualmente fazem da Cocatrel a cooperativa de cafeicultores com o maior número de mulheres do país, somando mais de 21% do seu quadro social, para troca de informações, conhecimento e maior aproximação da gestão da Cocatrel.

    Ao longo do ano aconteceram encontros, com trocas de boas práticas e muita capacitação para as mulheres que produzem, que se entregaram de corpo e alma ao projeto, com reciprocidade, engajamento e disseminação do conhecimento adquirido.

    A Cocatrel realmente abraçou o grupo, que ganhou visibilidade e outros rumos. O que era empoderamento através da informação e conhecimento, chegou ao mercado e aos importadores de café como mais uma boa oportunidade de negócio.

    Na quarta-feira, 16 de setembro, a Cocatrel, através do departamento de exportação de cafés finos e especiais, Cocatrel Direct Trade, fechou a exportação do primeiro container exclusivo de cafés produzidos pelas mulheres do Cafeína.

    “Desde a criação e a consequente promoção do Cafeína Cocatrel, tenho percebido o interesse do mercado externo para os cafés dessas mulheres. Ficamos muito felizes em fechar esse primeiro container de cafés finos, sendo vendidos com ágios muito representativos, simplesmente por serem produzidos pelas integrantes do Cafeína”, explica Gabriel Miari, coordenador do Cocatrel Direct Trade.
    Os cafés estão indo para a Alemanha e a tendência é que outros bons negócios sejam fechados a partir desse lote.


    “A iniciativa do Cafeína Cocatrel mostrou um outro lado da cooperativa, incentivando a participação ativa das mulheres em tudo o que a Cocatrel realiza e promove. Estou muito feliz com a repercussão do grupo não só aqui no Brasil, como internacionalmente, e com a concretização desse primeiro negócio realizado. Tenho certeza que será só o primeiro”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    Cafeína Cocatrel, de onde veio o nome do grupo?

    O nome Cafeína, além de ser ligado ao café, partiu do princípio de que as mulheres do campo são fortes e com muita energia para transformar suas realidades.
    Assim como a cafeína, composto químico que traz muitos benefícios à saúde, como disposição, foco, concentração, melhor desempenho físico e melhora do humor, as mulheres do Cafeína também têm energia de sobra para trabalhar, gerir e produzir cafés de muita qualidade.
    O nome Cafeína também é uma brincadeira com a junção de expressões como: cafeicultura femininacafé de menina, cafés de Minas, tudo dá Cafeína.


    Ascom Cocatrel
    (35) 3266-8280
    Mais informações: www.cocatrel.com.br

     

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  • Exportação de café solúvel bate recorde nos primeiros nove meses de 2019

    Exportação de café solúvel bate recorde nos primeiros nove meses de 2019

    Cafés do Brasil totalizam 30,4 milhões de sacas e café solúvel 3 milhões vendidas ao exterior de janeiro a setembro deste ano.

    As exportações brasileiras de café, no período de janeiro a setembro de 2019, totalizaram 30,38 milhões de sacas de 60kg, das quais 27,37 milhões foram de café verde, sendo 24,41 milhões de café arábica e 2,96 milhões de café robusta. Nesse total, inclui-se ainda 3,01 milhões de sacas de café industrializado, das quais 16,15 mil sacas são de café torrado e moído, e volume equivalente a 2,99 milhões de sacas de café solúvel, que correspondem a 9,9% do total exportado.

    Com base nesses dados, vale ressaltar que as exportações no período analisado, de janeiro a setembro, nos últimos cinco anos, tanto das exportações totais de café, como do café solúvel, atingiram os maiores desempenhos neste ano de 2019.

    A base dos dados estatísticos que permite realizar esta análise da performance das exportações dos Cafés do Brasil, em nível mundial, foi extraída do Relatório mensal setembro 2019, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, cujas edições, desde março de 2015, estão disponíveis na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

    Fonte Notícias Agrícolas

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  • Pelo terceiro ano consecutivo, Cocatrel patrocina a Semana Internacional do Café.

    Pelo terceiro ano consecutivo, Cocatrel patrocina a Semana Internacional do Café.

    O evento, que acontece entre os dias 20 e 22 de novembro, é o próximo grande momento de feira da cooperativa.

    A Semana Internacional do Café é um importante evento brasileiro voltado para cafeicultura, que reúne produtores, torrefadores, importadores e consumidores do mundo todo, em torno do café.

    “Assim como as feiras do exterior, das quais a Cocatrel participa, a SIC é também um grande evento para a promoção dos cafés do Brasil. A Cocatrel desde o princípio acreditou que a Semana Internacional do Café poderia se tornar uma das principais feiras do setor, no mundo. Fomos a primeira cooperativa a apostar na SIC, investindo, patrocinando e utilizando-a como uma plataforma para exposição e venda de nossos produtos. Acreditamos que, dessa maneira, além do desenvolvimento da feira,  contribuímos para o fortalecimento do movimento cooperativista e abrimos as portas para que mais cooperativas fizessem o mesmo”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    Há três anos patrocinando a Semana Internacional do Café, a cooperativa mostra sua solidez e credibilidade, com a concretização de grandes negócios e o fortalecimento da marca Cocatrel no cenário global, na constate promoção dos cafés dos seus cooperados. O evento tornou-se importante vitrine e ótimo momento para o relacionamento com os principais traders do mundo.

    Para 2019, a Cocatrel chega com novidades. Uma delas será a realização da Hackathon, evento realizado com grande sucesso durante a Expocafé, além do lançamento de novos produtos e grandes surpresas, como vem acontecido nas edições anteriores onde foram lançadas as linhas de cafés especiais Reserva Cocatrel e Montrês, além da linha completa de presentes.

    Por acreditar que o primeiro beneficiado deve ser o cooperado, a Cocatrel ainda aproveita o evento para realizar uma extensão da Feira Cocatrel de Negócios que, neste ano, já comercializou o montante de R$120 milhões. Os produtores terão, portanto, mais uma oportunidade para adquirirem defensivos, fertilizantes e sementes, em todas as filiais da cooperativa, com ótimos preços e ainda utilizando o café como moeda de troca, através do barter.

    SOBRE A SEMANA INTERNACIONAL DO CAFÉ

    A Semana Internacional do Café (SIC) é uma iniciativa do Sistema FAEMG, Café Editora, Sebrae, Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Minas Gerais (Seapa) e Codemge. Reunirá de 20 a 22 de novembro de 2019, no Expominas, em Belo Horizonte, Minas Gerais, toda a cadeia produtiva do setor cafeeiro nacional e internacional, em prol do crescimento social e economicamente sustentável do produto brasileiro. Durante os três dias são realizados mais de 25 eventos simultâneos focados nas áreas de Mercado & Consumo, Conhecimento & Inovação e Negócios & Empreendedorismo.

    Fonte: Ascom Cocatrel

     

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  • PEC autoriza repasse direto de recursos para municípios

    PEC autoriza repasse direto de recursos para municípios

    Proposta que dispensa intermediação de convênios para transferência de recursos de emendas parlamentares passa na CCJ.

    Proposta de Emenda à Constituição 35/19, que altera o artigo 160 da Constituição do Estado para autorizar a transferência direta de recursos estaduais aos municípios, recebeu parecer pela constitucionalidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), nesta terça-feira (1/10/19).

    De autoria do deputado Raul Belém (PSC), com relatoria do deputado Guilherme da Cunha (Novo), a PEC dispensa a intermediação de convênios no repasse desses recursos por meio de emendas parlamentares.

    Para isso, a proposição acrescenta os incisos I a VI ao parágrafo 4º do artigo 160 da Carta Estadual, estabelecendo, nos dois primeiros dispositivos, que as emendas individuais apresentadas ao projeto de Lei do Orçamento Anual (LOA) poderão alocar recursos para transferência aos municípios a título de doação ou com finalidade de despesa definida na lei, hipótese em que os recursos serão repassados diretamente, independentemente da celebração de convênios ou instrumento congênere.

    O inciso III prevê que os recursos decorrentes de indicações de emendas individuais a título de doação ou com finalidade de despesa definidas não poderão ser empregados no pagamento de despesas com pessoal ativo, inativo e pensionistas.

    A proposta prevê ainda que a fiscalização e a prestação de contas da aplicação dos recursos transferidos será feita em conformidade com os procedimentos adotados pelos entes governamentais, sob as suas respectivas jurisdições e pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais.

    Três Pontas é uma das cidades que aguarda com dificuldade o repasse de verbas milionárias.

    Fonte ALMG

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  • Observadores Sociais de Três Pontas tomarão posse no dia 07 de Outubro.

    Observadores Sociais de Três Pontas tomarão posse no dia 07 de Outubro.

    Objetivo do trabalho é fiscalizar gastos e aprimorar a Gestão Pública.

    Acontecerá na próxima segunda-feira, 7 de outubro, a partir das 19 horas, no Auditório Moacyr Pieve Miranda, a cerimônia de posse dos membros do Observatório Social de Três Pontas (OSTP). Esses membros realizarão um trabalho voluntário (sem remuneração), através de diversas ações que visem garantir uma Gestão Pública eficiente e transparente.

    O QUE É UM OBSERVATÓRIO SOCIAL DO BRASIL (OSB)?

    É um espaço para o exercício da cidadania, que deve ser democrático e apartidário e reunir o maior número possível de entidades representativas da sociedade civil com o objetivo de contribuir para a melhoria da gestão pública.

    As unidades dos OSB (municipais e estaduais) são organizadas em rede, coordenada pelo Observatório Social do Brasil (OSB) – instituição não governamental, sem fins lucrativos, disseminadora de uma metodologia padronizada.

    O OSB promove a capacitação e oferece suporte técnico aos OS, além de estabelecer as parcerias estaduais e nacionais para o melhor desempenho das ações locais. Os observatórios sociais chancelados pelo OSB já estão presentes em 140 cidades de 16 Estados brasileiros.

    Tais Marcela Bonde (coordenadora do OSTP), Helio de Carvalho Junior (gerente de Negócios da Acai), Paulo Henrique (diretor executivo do OS de Sete Lagoas) e Bruno Dixini Carvalho (presidente da Acai-TP)

    COMO FUNCIONA?

    Atuando como pessoa jurídica, em forma de associação, um Observatório Social do Brasil prima pelo trabalho técnico, fazendo uso de uma metodologia de monitoramento das compras públicas em nível municipal, desde a publicação do edital de licitação até o acompanhamento da entrega do produto ou serviço, de modo a agir preventivamente no controle social dos gastos públicos. Além disso, os Observatórios Sociais do Brasil atuam em outras frentes, como:

    • a educação fiscal, demonstrando a importância social e econômica dos tributos e a necessidade do cidadão acompanhara aplicação dos recursos públicos gerados pelos impostos.
    • a inserção da micro e pequena empresa nos processos licitatórios, contribuindo para geração de emprego e redução da informalidade, bem como aumentando a concorrência e melhorando qualidade e preço nas compras públicas.
    • a construção de Indicadores da Gestão Pública, com base na execução orçamentária e nos indicadores sociais do município, fazendo o comparativo com outras cidades de mesmo porte.

    Cada Observatório Social é integrado por cidadãos brasileiros que transformaram o seu direito de indignar-se em atitude: em favor da transparência e da qualidade na aplicação dos recursos públicos. São empresários, profissionais, professores, estudantes, funcionários públicos (exceto os que integrem a esfera de atuação do observatório específico) e outros cidadãos que, voluntariamente, entregam-se à causa da justiça social.

    RESULTADOS DA ATUAÇÃO DOS OSB

    São mais de 3.500 voluntários trabalhando pela causa da justiça social nos Observatórios Sociais pelo Brasil afora.

    Estima-se que entre 2013 e 2017, com a contribuição desses voluntários, houve uma economia superior a R$ 3 bilhões para os cofres municipais. E a cada ano milhões do dinheiro público deixam de ser desviados ou desperdiçados nos municípios onde o OSB está presente.

    O mais importante não são os números! É a nova cultura que está se formando: da participação do cidadão de olho no dinheiro público. (dados de dezembro de 2018)

    OBSERVATÓRIO SOCIAL EM TRÊS PONTAS

    A ideia de Três Pontas ter seu próprio OSTP surgiu em 2016, quando a Associação Comercial era presidida pelo empresário Michel Renan Simão Castro.

    Um dos principais objetivos do Observatório em Três Pontas, conforme o presidente da Associação Comercial e Agroindustrial, Bruno Dixini Carvalho, será acompanhar as compras realizadas pela Prefeitura Municipal em todas as suas etapas, ou seja, desde o lançamento do edital até a entrega do produto. Com isso se espera, como em todas as outras unidades do OSB, evitar desperdícios, desvios e outras irregularidades. Com isso se estará zelando pelo cumprimento da lei e pelo bom gerenciamento e trato do dinheiro público.

    Também estão na pauta as ações de acompanhamento mais de perto do trabalho dos 11 vereadores trespontanos, verificando a relação custo/benefício de cada legislador, ou seja, até que ponto cada um tem feito valer cada real recebido de salário.

    De olhos bem abertos o Observatório Social de Três Pontas também irá monitorar obras públicas, incentivar uma educação fiscal e propor leis que otimizem a máquina pública.

    Diretor executivo do OS de Sete Lagoas, Paulo Henrique, durante palestra em Três Pontas.

    Na manhã do último sábado, dia 28, a Comissão Organizadora realizou uma palestra ministrada pelo diretor executivo do Observatório Social de Sete Lagoas, Paulo Henrique Rocha Leão. Desde então o Observatório local passou a integrar oficialmente o Observatório Social do Brasil. Antes, porém, a imprensa se reuniu com representantes da Associação Comercial (Acai-TP) para conhecer melhor todo esse trabalho.

    Três Pontas é a segunda cidade do Sul de Minas Gerais a ter seu OSB aprovado. Apenas Machado tinha esse trabalho sendo realizado na região. Em Minas o Observatório está presente em Pará de Minas, Paracatu, Piumhi, Divinópolis, Itabira, Uberlândia e Sete Lagoas.

    Durante a palestra do último sábado, Paulo Henrique Leão destacou que em Sete Lagoas, o Observatório Social já conseguiu economizar milhões de reais em apenas dois anos. “É fundamental que a pessoa aprenda que só reclamar não resolve. É preciso deixar o mero conformismo e partir para a ação eficaz, organizada e respaldada. Tenho certeza que aqui em Três Pontas, com o perfil dos profissionais que enxergo, o OS também será um grande sucesso e ajudará a cidade a gerir melhor suas contas públicas.”

    PARA FAZER PARTE DO OSB

    Para filiar-se ao OSTP é necessário cumprir uma metodologia padronizada pelo Observatório Social do Brasil que inicialmente oferece uma capacitação dos membros, que devem seguir alguns requisitos:

    _ Ser uma pessoa idônea;

    _ Ser apartidário e imparcial sobre a política local;

    _ Não ser fornecedor ou servidor do Município, evitando assim possíveis conflitos de interesses.

    Toda solicitação feita pelo OSTP não se dá de forma particular (em nome de algum membro (pessoa física) apenas). E deve ser feita mediante encaminhamento de ofício.

    O Observatório Social de Três Pontas tem 11 membros voluntários e destes apenas a coordenadora, Taís Marcela Bonde, que se dedicará em tempo integral, será remunerada. Os conselheiros terão dois anos de mandato.

    “É preciso deixar claro que o Observatório Social não é um espaço de denúncia. O trabalho vai muito além disso, passando pela educação, pelo trabalho preventivo e pelo monitoramento da Administração Pública, a forma como vem efetuando seus gastos, como por exemplo na construção de uma creche. Faremos o acompanhamento de perto, cobrando eficiência, transparência e economia para os cofres públicos”, disse Bruno Dixini Carvalho.

    A cada 4 meses o OSTP publicará em seu site oficial uma prestação de contas dos trabalhos realizados.

    Fotos Arlene Brito / Sintonize Aqui

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  • AGRICULTURA: LABORATÓRIO DA AGRO CP ESTÁ ENTRE OS MELHORES E BUSCA EXPANSÃO

    AGRICULTURA: LABORATÓRIO DA AGRO CP ESTÁ ENTRE OS MELHORES E BUSCA EXPANSÃO

    A empresa com sede em Três Pontas, Agro CP, continua investindo pesado em qualidade. P`restes a completar seis meses de funcionamento, seu Laboratório de Análises Químicas e físicas continua ganhando elogios e apresentando ótimos resultados.

    De acordo com a Agro CP o laboratório visa um maior controle de qualidade. O ambiente foi totalmente equipado com aparelhos de ultima geração, automatizados e informatizados com o intuito de sempre levar aos seus clientes os melhores produtos para que tragam os melhores resultados.E é o que está acontecendo.

    De acordo com a Química Industrial responsável Rosane Boaretto Trevisani, “o foco inicial é manter a qualidade dos produtos acabados bem como das matérias primas recebidas. Acompanhar de perto toda produção, e dando todo apoio em melhorias de processos. Além disso, investir nas pesquisas e desenvolvimentos de novos produtos, que em breve chegarão ao mercado”.

    Anteriormente, todas as análises eram terceirizadas por um laboratório parceiro, o que levava certo tempo em obter os resultados. Agora com o laboratório próprio, análises de umidade, granulometria, teores e garantias estão disponíveis em menos de 24 horas.

    E o projeto de expansão do laboratório é uma realidade, visando utilizar os serviços para análises de solo e folhas.

    Fonte: Agro CP – Inovação que gera Resultados

     

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  • Receita bruta da lavoura cafeeira de Minas Gerais atinge R$ 10,76 bi e equivale a 55% do faturamento das lavouras dos Cafés do Brasil.

    Receita bruta da lavoura cafeeira de Minas Gerais atinge R$ 10,76 bi e equivale a 55% do faturamento das lavouras dos Cafés do Brasil.

    Percentual do faturamento da cafeicultura em relação ao total das lavouras é de 76,5% no Espírito Santo, 28% em Minas Gerais, 24,8% em Rondônia, 4,32% na Bahia, 3,82% em São Paulo e 0,97% no Paraná.

    O valor bruto da produção das lavouras brasileiras foi estimado para 2019 em R$ 399,02 bilhões, tendo como base principal o volume da safra anual e os preços médios recebidos pelos produtores agrícolas de dezessete culturas que foram objeto desta pesquisa, no período de janeiro a julho deste ano.

    Um ranking das seis principais culturas em termos de arrecadação indica que a soja figura em primeiro lugar e deverá faturar R$ 129,13 bilhões, depois vem o milho, com R$ 60,45 bilhões, seguido da cana-de-açúcar, em terceiro, com R$ 58,29 bilhões.  Na sequência, em quarto lugar, destaca-se o algodão herbáceo com o faturamento estimado em R$ 41,35 bilhões, depois vem o café, em quinto, com R$ 19,60 bilhões, e, em sexto, a laranja com a receita bruta calculada em R$14,08 bilhões. Nesse mesmo contexto, devido à sua proeminência, vale destacar ainda que o faturamento bruto da cafeicultura de Minas Gerais representa 54,9% do faturamento nacional da lavoura cafeeira.

    Com relação exclusivamente às lavouras dos Cafés do Brasil, se for estabelecido uma correlação do Valor Bruto da Produção (VBP) de todas as lavouras pesquisadas com a receita da produção de café, nos seis principais estados da Federação produtores dessa cultura, constata-se que Minas Gerais, maior produtor de cafés do País, tem um faturamento estimado para essa cultura de R$ 10,76 bilhões, o qual corresponde a 28% do VBP total das suas lavouras, que é de R$ 38,05 bilhões. A seguir vem o Espírito Santo, segundo maior produtor de café, com uma receita bruta estimada para os cafés de R$ 4,31 bilhões, montante que corresponde a 76,5% do total arrecadado de suas lavouras.

    Na sequência, figura o estado de São Paulo, que é o terceiro maior produtor de cafés, cujo faturamento dessa cultura está calculado em R$ 1,96 bilhão, cifra que equivale a 3,82% do seu VBP da produção de lavouras. O quarto colocado na produção de cafés no País é o estado da Bahia, que tem uma receita bruta estimada em R$ 1,05 bilhão, a qual corresponde a 4,32% das lavouras. Em quinto colocado, está Rondônia, que deverá faturar em 2019 a cifra de R$ 729,21 milhões com a cultura do café, receita bruta equivalente a 24,8% do VBP das suas lavouras. Por fim, em sexto lugar, vem o estado do Paraná na produção de cafés, com uma receita calculada em R$ 393,5l milhões, montante que corresponde a 0,97% do total a ser arrecadado com as suas lavouras.

    Finalmente, cabe ainda destacar que a participação percentual do faturamento bruto da cafeicultura em relação ao VBP de todas as lavouras permite estabelecer o seguinte ranking em termos de importância do café nesses seis estados, ora em destaque. Assim, o Espírito Santo destaca-se em primeiro lugar com o café representando 76,5% do faturamento das suas lavouras, em segundo Minas Gerais com 28%, em terceiro Rondônia com 24,8%, em quarto, Bahia (4,32%), em quinto São Paulo (3,82%) e, Paraná, que figura em sexto lugar nesse ranking, com 0,97%.

    A fonte dos dados e números estatísticos que permitiram realizar esta análise da performance do faturamento bruto dos Cafés do Brasil foram obtidos da edição de julho  de 2019 do Valor Bruto da Produção, o qual é elaborado e divulgado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola – SPA, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa. Referido VBP está disponível na íntegra no Observatório do Café, coordenado pela Embrapa Café.

    Observatório do Café – desenvolvido pela Embrapa Café, a partir de 2013, no contexto do Agropensa da Embrapa e tem como objetivos principais coletar, analisar e disseminar, de forma sistemática, dados estatísticos, informações sobre tendências de produção e consumo, oportunidades e ameaças dos mercados e identificar possíveis trajetórias do processo de inovação.

    Fonte Embrapa Café (apud Notícias Agrícolas)

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  • Produção de café estimada pela Conab é de 48,99 milhões de sacas com redução de 20,5%

    Produção de café estimada pela Conab é de 48,99 milhões de sacas com redução de 20,5%

    A safra do café produzido no Brasil este ano é influenciada pela bienalidade negativa e afetada pelas más condições climáticas, o que levou a uma queda de mais de 20 % em relação a 2018, com uma produção total estimada em 48,99 milhões de sacas beneficiadas. Os números estão no 3º levantamento da safra de café, divulgado nesta terça-feira (17) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    De acordo com a pesquisa, o fenômeno atinge de forma mais intensa a espécie arábica. Os cafezais sofreram ainda a incidência de altas temperaturas, ao mesmo tempo em que o ciclo vegetativo sentiu a falta de chuvas em um período importante do desenvolvimento da cultura, o que fez com as estimativas de rendimento médio fossem ainda menores.

    Quanto à área em produção, os números esperados seguem inferiores aos do ano passado, com diminuição de 2,8% e alcance de 1,8 milhão de hectares. O estudo atribui este fato também à bienalidade negativa, já que os produtores aproveitam este período para realizar tratos culturais nas lavouras e, desta forma, reduzem a área em produção.

    A informação quanto ao arábica revela a produção de 34,47 milhões de sacas, uma redução de 27,4% em comparação com a safra de 2018. Já o conilon deve chegar a 14,52 milhões de sacas, mas com aumento de 2,5% frente ao mesmo período.

    Os baixos números da safra tiveram reflexo inclusive nas exportações brasileiras, que também retraíram. Em agosto, atingiram cerca de 3,2 milhões de sacas de 60 kg, o que representa redução de 9,5% em relação ao mesmo período no ano passado.

    Produção nos estados – Maior produtor de café no país, o estado de Minas Gerais deve colher uma safra menor este ano, de 24,52 milhões de sacas, com redução de 26,5%. Isso é reflexo da diminuição da área em produção e menor rendimento médio da cultura em todas as áreas produtivas. Já o Espírito Santo, que tem a maior produção de conilon, deverá ter um crescimento de 14,8% na produção da espécie, influenciado por melhores condições climáticas e aumento de área produtiva. Por outro lado, a produção de arábica, que corresponde a 23% da produção capixaba, terá quebra de 33,6%, o que puxa o volume produzido de café no estado em 2%, quando comparado à safra passada.

    Os demais estados produtores, da mesma forma, projetam o efeito negativo do fenômeno da bienalidade, com queda de produção frente ao alcançado na safra passada, com exceção de Goiás e Mato Grosso que obtiveram crescimento de produção de cerca de 21% e 16% respectivamente. Na sequência de maior produção de sacas beneficiadas, vêm São Paulo (4,37 milhões), Bahia (2,80 milhões), Rondônia (2,10 milhões), Paraná (950 mil), Rio de Janeiro (276 mil), Goiás (236 mil) e Mato Grosso (121 mil).

    Fonte: Conab

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  • Feiras Cocatrel de Negócios já superam R$ 120 milhões comercializados neste ano

    Feiras Cocatrel de Negócios já superam R$ 120 milhões comercializados neste ano

    A Feira Cocatrel de Negócios de setembro terminou na última quinta-feira, dia 12/09, e mais uma vez superou expectativas, gerando um volume de negócios de mais de R$ 30 milhões. Somando as outras duas feiras que já aconteceram em 2019, o montante chega a R$ 120 milhões. Tanto em Três Pontas quanto nas filiais, os cooperados Cocatrel compareceram e realizaram excelentes negócios em fertilizantes e defensivos, utilizando o café como moeda de troca.

    “Estamos muito satisfeitos com os resultados das nossas feiras. São nesses eventos que a Cocatrel consegue negociar com as empresas de insumos e defensivos grandes volumes de produtos com preços diferenciados, que são repassados aos cooperados tornando os valores atraentes. Atingimos nosso grande objetivo que é proporcionar facilidades e bons preços especialmente aos pequenos e médios produtores, que têm comparecido às feiras e, cada vez mais, concretizado suas compras por meio do barter, que é a troca por café”, explica Francisco de Paula Vitor Miranda, diretor técnico-industrial da Cocatrel.

    A Cocatrel realiza quatro feiras ao longo do ano, nos momentos ideais para a aquisição de maquinários, insumos e defensivos para as culturas agrícolas existentes na região, como milho, soja, sorgo e, principalmente, café. As Feiras Cocatrel de Negócios, que acontecem em março e setembro, e a Expocafé, maior feira do agronegócio café do País, realizada em maio, já somaram, em 2019, volumes que atingiram cerca de R$ 120 milhões em comercializações.

    Marco Valério Araújo Brito, Presidente da Cocatrel

    “Nossos cooperados têm se mostrado cada vez mais fiéis. A Cocatrel apresenta números surpreendentes em 2019: ultrapassamos 1,3 milhão de sacas de café recebidas, em um ano de bienalidade baixa e quebra de produção; negociamos em torno de R$ 120 milhões em vendas de insumos e defensivos só nas feiras; e já movimentamos um volume de aproximadamente R$ 70 milhões nas lojas durante o ano – e o ano ainda não acabou. Esses valores mostram a solidez e credibilidade de uma cooperativa absolutamente segura para se fazer negócio. Agradecemos mais uma vez aos cooperados pela confiança depositada na Cocatrel, e mantemos o compromisso de praticar o cooperativismo com responsabilidade, desenvolvendo tanto a cooperativa quanto proporcionando ferramentas para o desenvolvimento e sustentabilidade dos cooperados”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    O próximo momento de feira da cooperativa será na Semana Internacional do Café, evento da qual a Cocatrel é patrocinadora, que acontece entre os dias 20 e 22 de novembro, em Belo Horizonte. Na ocasião, todas as lojas da Cocatrel realizarão grandes negociações em insumos e defensivos, trazendo mais uma oportunidade para o produtor que ainda não conseguiu comprar o que precisa para o ano agrícola.

    Fonte Cocatrel

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  • Caixa inicia pagamento de FGTS; saiba como sacar

    Caixa inicia pagamento de FGTS; saiba como sacar

    Os primeiros a receber até R$ 500 por conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) terão os valores depositados hoje (13). A Caixa Econômica Federal iniciou o depósito automático para quem tem conta poupança no banco, seguindo calendário de mês de nascimento.

    Quem nasceu em janeiro, fevereiro, março e abril recebe primeiro. Os próximos a ter acesso ao saque serão os nascidos em maio, junho, julho e agosto, no dia 27 deste mês. Em seguida, no dia 9 de outubro, recebem os nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro.

    Segundo a Caixa, cerca de 33 milhões de trabalhadores receberão o crédito automático na conta poupança. Os clientes do banco que não quiserem retirar o dinheiro têm até 30 de abril de 2020 para informar a decisão em um dos canais divulgados pela Caixa: site, Internet Banking ou aplicativo no celular.

    Para aqueles que não têm conta poupança na Caixa, aberta até o dia 24 de julho de 2019, o calendário começa no dia 18 de outubro, para os nascidos em janeiro, e vai até 6 de março de 2020, para os nascidos em dezembro.

    Sou obrigado a sacar esse dinheiro?

    Ninguém é obrigado a sacar. Mas, para quem tiver conta poupança Caixa, o depósito será feito automaticamente. Esses correntistas que não desejarem sacar os valores deverão informar ao banco, por meio dos canais disponíveis, até o dia 30 de abril de 2020, que preferem manter o dinheiro no Fundo de Garantia.

    Já os beneficiários que têm conta corrente na Caixa (não conta poupança) deverão autorizar o depósito do dinheiro.

    Os demais trabalhadores que não têm conta na Caixa não são obrigados a retirar o dinheiro e nem precisam comunicar o banco que não farão o saque.

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