Categoria: Economia

  • Programa Avança Café promoverá formação de startups e o desenvolvimento de tecnologias

    Programa Avança Café promoverá formação de startups e o desenvolvimento de tecnologias

    A Embrapa Café estabeleceu parceria, no âmbito do Consórcio Pesquisa Café, com a Universidade Federal de Lavras – UFLA e a Universidade Federal de Viçosa – UFV, instituições fundadoras do Consórcio, para realizar um projeto piloto, a ser realizado em Minas Gerais, de pré-aceleração de startups, intitulado Avança Café. A adoção desse modelo de inovação aberta tem por objetivo oferecer soluções tecnológicas de vanguarda, em tempo real, que promovam a acessibilidade dos agentes do setor cafeeiro a informações que contribuam para incrementar sua competitividade e, assim, manter a liderança dos Cafés do Brasil em nível mundial.

    Esse projeto piloto do Avança Café compreenderá duas etapas para o programa, sendo a primeira de ‘sensibilização e prospecção’ e a segunda de ‘pré-aceleração’. A primeira etapa consiste na divulgação do programa e na realização, já no primeiro semestre de 2019, de maratonas de desenvolvimento de aplicativos com base em tecnologia da informação (TI), conhecidas como hackathons, que devem estimular a formação de equipes competidoras para atuar na cadeia produtiva do café.

    Na sequência, a segunda etapa do programa, destinada às equipes selecionadas por meio dos hackathons, será a pré-aceleração, que terá duração de 12 semanas. Essa etapa fornecerá subsídios para formação das startups, cujas equipes receberão treinamento, por processo imersivo, nos seguintes temas: Formação de Equipe, Validação de Dor de Mercado, Mínimo Produto Viável (MVP), Pitch, Desenvolvimento de Produto, Mercado, Financeiro, Vendas, Marketing e Planejamento Estratégico.

    Assim, de acordo com o diretor da Agência de Inovação do Café – InovaCafé/UFLA, Luiz Gonzaga de Castro Junior, “A intenção é de que as startups participantes tenham, ao final da etapa, condições de darem prosseguimento à sua trajetória empreendedora, oferecendo soluções tecnológicas e inovadoras para o mercado do café”. Mais informações sobre esta primeira edição do Avança Café serão disponibilizadas pelas páginas https://www.facebook.com/avancacafelavras/ e https://www.facebook.com/acvicosa/.

    Para participar – Interessados em participar do Avança Café devem entrar em contato com a InovaCafé/UFLA e com a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica – IEBT-CenTev/UFV pelos e-mails [email protected] e [email protected], respectivamente.

     *Notícias Agrícolas
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    Roger Campos

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  • Governo de Minas anuncia escala de pagamento de servidores referente a dezembro de 2018

    Governo de Minas anuncia escala de pagamento de servidores referente a dezembro de 2018

    O governador Romeu Zema (Novo) anunciou, nesta terça-feira (8), a escala de pagamento de servidores de Minas Gerais referente a dezembro de 2018.

    Veja a escala

    • 14/01 –até R$ 2 mil, para ativos e aposentados/pensionistas
    • 21/01 – R$ 1 mil para servidores da Saúde e Segurança Pública que recebam acima de R$ 2 mil
    • 28/01 – quitado restante do salário para todas as carreiras

    O anúncio foi feito pelo oficial do governador nas redes sociais. No vídeo, gravado ao lado do secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa, Zema falou um pouco sobre as finanças do estado.

    “Ainda estamos tomando pé da situação financeira do estado, mas já temos condição de passar o cronograma do pagamento do salário de dezembro”, disse.

    Os salários do funcionalismo vêm sendo pago de forma escalonada desde fevereiro de 2016 e, ainda assim, ocorreram atrasos. Em dezembro do mesmo ano foi decretada situação de calamidade financeira. Ela permite ao estado manter os serviços públicos essenciais à população.

    O governador, que assumiu o Poder Executivo do estado no dia 1º de janeiro, disse ao Bom Dia Minas, no dia seguinte à posse, que o 13º salário dos servidores de 2018 não será pago “tão cedo”.

    *G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

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  • Bolsonaro assina decreto que fixa salário mínimo em R$ 998 em 2019

    Bolsonaro assina decreto que fixa salário mínimo em R$ 998 em 2019

    Decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado nesta terça-feira (1º) em edição extra do “Diário Oficial da União” fixou o salário mínimo em R$ 998 neste ano, segundo o G1. O valor atual é de R$ 954.

    Com isso, o valor ficou abaixo da estimativa que constava do orçamento da União, de R$ 1.006. O orçamento foi enviado em agosto do ano passado pelo governo Michel Temer ao Congresso.

    O salário mínimo é usado como referência para os benefícios assistenciais e previdenciários. Pela regra atual, o mínimo deve ser corrigido pela inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) dos dois anos anteriores.

    Os ministérios da Fazenda e do Planejamento informaram que o valor do mínimo foi revisado para cima porque a estimativa de inflação pelo INPC em 2018 passou de 3,3% para 4,2%. O INPC mede a variação de preços das famílias mais pobres, com renda mensal de um a cinco salários mínimos. Alguns Estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, têm valores diferenciados para o salário mínimo, acima do piso nacional.

    *IstoÉ
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    Roger Campos

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  • Apostas da Mega da Virada podem ser feitas até as 16 horas em todo Brasil.

    Apostas da Mega da Virada podem ser feitas até as 16 horas em todo Brasil.

    EM TRÊS PONTAS O PRAZO SE ENCERRA  ÀS 12 HORAS.

    Hoje (31) à noite, a Caixa Econômica Federal vai pagar um prêmio estimado de R$ 280 milhões. O valor vai para o apostador que acertar todas as dezenas da 10ª edição da Mega da Virada. O sorteio acontece às 20h e as apostas vão até as 16h em qualquer lotérica do país ou no Portal Loterias Online.

    De acordo com a Caixa, caso apenas um ganhador leve o prêmio e aplique todo o valor na poupança, receberá mais de R$ 1 milhão em rendimentos mensais, valor suficiente para comprar um carro popular por dia. Ou, se preferir, pode comprar 140 apartamentos de R$ 2 milhões cada, ou ainda uma frota de mais de 37 helicópteros.

    A Mega da Virada não acumula. Se não houver ganhador na faixa principal, de seis números, o prêmio será dividido entre quem acertar cinco números, e assim sucessivamente.

    Pela internet, o valor mínimo exigido para apostas por dia é R$ 30 e o máximo de R$ 500. Titulares de conta corrente na Caixa podem fazer jogos pelo computador, tablet ou smartphone utilizando o Internet Banking.

    A aposta simples custa R$ 3,50. De acordo com a Caixa, responsável pela loteria, a probabilidade de acerto da aposta simples de seis números é uma em 50 milhões. Já no caso da aposta de 10 números, aumenta para uma em 238 mil.

    Como sacar

    É preciso também ficar atento aos prazos para resgate do prêmio. O apostador tem até 90 dias corridos a partir da data do sorteio para sacar o valor, tanto em agências bancárias quanto nas casas lotéricas. O início do prazo é contado a partir do dia seguinte da realização do sorteio.

    De acordo com a Caixa, passado o prazo prescricional, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Em 2018, R$ 266,6 milhões deixaram de ser sacados e foram revertidos para o programa.

    Para prêmios de menor valor, até R$ 1.903,98, o ganhador tem a opção de sacar o valor tanto nas lotéricas quanto nas agências da Caixa. Acima desse valor, o prêmio só pode ser retirado nas agências.

     

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  • Governo de Minas anuncia que servidores não receberão o 13º neste ano.

    Governo de Minas anuncia que servidores não receberão o 13º neste ano.

    TRABALHADORES CONTINUAM DE “PIRES NAS MÃOS” E PIMENTEL “JOGA A BOMBA” PARA ZEMA.

    Os servidores públicos de Minas Gerais terminarão o ano sem receber o 13º salário. Em nota divulgada nesta sexta-feira, o governo informou que lamenta o não cumprimento do abono de Natal, “apesar de todos os esforços financeiros realizados, não conseguiu viabilizar o seu pagamento no exercício de 2018”.

    “Foi aguardado até o último momento um crédito de R$ 200 milhões, por parte do governo federal, referente à ‘compensação financeira em função da perda de receita decorrente da desoneração de ICMS sobre exportações de bens e da concessão de créditos nas operações anteriores’, aprovada no Congresso Nacional (PLP 511/2018). O Governo Federal informou que este crédito só será repassado em 2019”, diz a nota.

    Ainda de acordo com o texto, outra importante perda de recursos ocorreu com o leilão da securitização das dívidas; Como não houve oferta com o desconto permitido, o estado deixou de arrecadar R$ 200 milhões. Os valores, segundo o governo, seriam suficientes para quitar o décimo-terceiro de todos os servidores ativos e inativos do Executivo.

    O pagamento da segunda parcela da folha de novembro foi quitado nesta sexta-feira para todos os servidores. A primeira parcela foi paga no dia 13.

    Reação 

    Em nota divulgada à imprensa, o deputado estadual Rogério Correia (PT) e a deputada estadual eleita Beatriz Cerqueira – que já presidiu o Sindicato Único dos Trabalhadores na Educação em Minas Gerais (SindUte) – criticaram o não pagamento do abono de Natal para os servidores.

    Fonte EM

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  • VEREADORES DEVOLVEM 720 MIL AO EXECUTIVO MUNICIPAL.

    VEREADORES DEVOLVEM 720 MIL AO EXECUTIVO MUNICIPAL.

    PRESIDENTE DA CÂMARA ABORDOU TEMAS IMPORTANTES NO CONEXÃO ESTÚDIO AO VIVO.

    A Câmara Municipal de Três Pontas repassou para a Prefeitura Municipal no ano de 2018 R$ 720.000,00 (Setecentos e vinte mil reais). Na última quinta-feira (27) um cheque no valor de R$ 583.198,62 (Quinhentos e oitenta e três mil reais, cento e noventa e oito reais e sessenta e dois centavos) foi entregue pelos vereadores Luis Carlos da Silva, Maycon Machado e Marlene Lima, junto da contadora da Câmara, Mariléia Andrade, ao prefeito Marcelo Chaves Garcia, que estava acompanhado do secretário de Fazenda, Aguinaldo Corrêa.

    Do total de 720 mil estão os 100 mil que foram antecipados e repassados à Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, por ocasião do fechamento da Maternidade Nossa Senhora de Fátima e do setor de Pediatria, em julho deste ano.

    De acordo com o atual presidente da Câmara, vereador Luis Carlos da Silva, que concedeu entrevista exclusiva, ao vivo, na manhã desta sexta-feira (28) ao Conexão Estúdio ao Vivo, apesar de toda crise que o Município enfrenta, principalmente por conta da falta de repasses do Governo do Estado de Minas Gerais, o Poder Legislativo Municipal conseguiu economizar, cortou gastos e, desta forma, devolveu essa quantia vultuosa ao Executivo Municipal.

    “Nós trabalhamos para diminuir gastos. Ao invés de comprar coisas, até supérfluas, decidimos economizar e devolvemos esses recursos à Prefeitura Municipal. Fizemos a reforma necessária na Câmara, que estava literalmente, com as paredes correndo risco de cair. E mesmo assim sobrou dinheiro que poderá ser usado pelo Prefeito em áreas importantes ou mesmo em favor de alguma entidade”, revelou.

    Outros temas importantes foram abordados na entrevista ao vivo. Acompanhe abaixo:

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/608628756260651/?__xts__%5B0%5D=68.ARB_7M6jRrZQlcSLWHxhHknxid39M9Kb7w-a9gF3itPLmzTcDUaMLCKC_1m8gVvvCphttfGN2yl8HMradti73bokcXD1UgaWb8iW5bRLf7AW1Pm80BjwhQXVcVkq0sc3pjiGKmnS6J-qwDmHM6e4uLbDShp97HvX7jbBfeBCTL-1UkA-iTCk-gjzcCHRcByVU1oIQ96HsWjck4K7s8jsaVI3agGR9iWUz80FUeqtAKVIxfkGdpmS0qA0rHhXH6UtWWgoiI2LHj83WwhbNxOgciYrrYjBR94v2oP_Z0xsq6NxxYmbJwKbV4TCFmH8_JWzFf_0kXAQ2WJxZIMEWaaw8Z-A4npGOCwTO6eOvQ&__tn__=-R

     

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    Roger Campos

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  • NATAL: COMÉRCIO MOVIMENTADO AGORA EM TRÊS PONTAS.

    NATAL: COMÉRCIO MOVIMENTADO AGORA EM TRÊS PONTAS.

    LOJAS APOSTARAM NAS PROMOÇÕES COM ESTOQUES RENOVADOS E ATRAEM OS CONSUMIDORES

    Ainda é cedo para comemorar. Porém, é notório que o movimento no comércio de Três Pontas tem sido grande desde a última semana. E hoje, 24 de dezembro, véspera de Natal, as lojas estão cheias e os empresários com quem o Conexão conversou na manhã de hoje se mostraram empolgados e satisfeitos com o volume de vendas que, embora até aqui não tenha sofrido grande elevação, já são um bom sinalizador de crescimento.

    O comerciante Jessé, que abriu uma loja de roupas, calçados, bonés e acessórios masculinos há poucos meses, destacou que as vendas estão acima do esperado. “Realmente esse Natal está muito bom! Acreditava num movimento maior do que nos dias normais, mas confesso que foi além das expectativas”, pontuou.

    Comerciante Jessé animado com as vendas em Três Pontas

    Inegavelmente a mentalidade do comércio trespontano está mudando e isso se deve ao trabalho destacável da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas. Desde a gestão do então presidente Michel Renan Simão Castro as políticas adotadas de envolvimento do comércio às novas tendências e necessidades de mercado fizeram com que a adesão junto a entidade aumentasse e consequentemente se refletisse em melhores planejamentos, um acompanhamento profissional e a oferta de uma gama de serviços que a AcaiTP dispõe. Com o atual presidente Bruno Dixini Carvalho, discípulo de Renan e um grande empreendedor, apesar de jovem, a valorização do setor comercial de Três Pontas continua sendo a principal bandeira.

    Presidente da AcaiTP, Bruno Dixini Carvalho

    Tudo isso se refletiu numa consciência de que compensa comprar em Três Pontas, que o comércio local, hoje procurado por clientes de várias cidades da região, oferece excelentes oportunidades de compra, com bons preços, confortáveis condições de pagamento e muita variedade.

    Túlio César Alves, que reside em Boa Esperança, disse que comprava com frequência no comércio de Varginha. Hoje também dá preferência à Três Pontas e só não é mais assíduo devido aos custos dos combustíveis, que acaba onerando o bolso dos motoristas.

    “Eu comprava muito no centro de Varginha e ainda compro. Mas depois que descobri como é forte e variado o comércio de Três Pontas também decidi comprar aqui. Não venho todo mês por causa do preço da gasolina. Mas quando deixo pra fazer compras maiores, de vários produtos de uma vez, aí sim eu venho em Três Pontas pois acaba compensando. Os preços estão bons e aqui eu já acho tudo que encontro em Varginha, por exemplo”, afirmou ele, que foi flagrado por nossa reportagem com sua esposa e 3 filhas comprando numa loja da Rua Frei Caneca, no centro de Três Pontas.

    Uma pesquisa feita pelo Conexão Três Pontas entre os dias 18 e 21 de dezembro no centro de Varginha, no Via Café Garden Shopping, da mesma cidade, e o comércio trespontano, comprovou que, de fato, muitos produtos podem ser encontrados por preços menores em Três Pontas. Além de apostar no comércio trespontano por questões econômicas, é preciso lembrar que o comércio local gera centenas de empregos diretos e indiretos e contribui preponderantemente para a arrecadação de impostos do Município.

    Hoje, 24 de dezembro, o comércio, ainda muito movimentado e com tendência de mais procura nas próximas três horas, ficará aberto até às 18 horas. Aposte em nosso comércio e boas compras!!!

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    Roger Campos

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  • NOVO MOACYR SUPERMERCADO SERÁ INAUGURADO NO PRÓXIMO MÊS.

    NOVO MOACYR SUPERMERCADO SERÁ INAUGURADO NO PRÓXIMO MÊS.

    EMPRESA VAI EMPREGAR MAIS 100 PESSOAS E ESTÁ RECEBENDO CURRÍCULOS.

    O Moacyr Supermercado inaugurará sua nova unidade no bairro Catumbi. Seus diretores confirmaram ao Conexão recentemente a geração de mais 100 empregos diretos. De acordo com Denílson Lamaita Miranda, a inauguração está prevista para o fim de janeiro ou começo de fevereiro.

    Ele disse que cerca de uma centena de postos de trabalho será aberta, inclusive para aqueles que nunca trabalharam, entre 16 e 18 anos, dentro do programa Primeiro Emprego. Portadores de deficiência física também serão contratados.

    A nova unidade do Moacyr Supermercado está em fase final de construção. Nossa reportagem fotografou na manhã desta segunda-feira.

    “É uma loja que trará muito conforto para os nossos clientes, pois terá 1.500 metros quadrados de área de vendas. Contará com dois amplos estacionamentos cobertos e a exemplo do que acontece na nossa sede principal, contará com todos os setores que temos na Rua Nossa Senhora d’Ajuda, com exceção de vestuário”, explicou Denilson Miranda.

    A unidade terá padaria, açougue, setor de frios, hortifrúti e produtos das mais variadas marcas e seguimentos com preços acessíveis.

    CURRÍCULOS

    Quem estiver interessado em trabalhar na unidade 2 do Moacyr Supermercado pode encaminhar seu currículo diretamente na sua matriz.

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    Roger Campos

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: NATAL COM HORÁRIO ESTENDIDO NO COMÉRCIO DE TRÊS PONTAS.

    REPORTAGEM ESPECIAL: NATAL COM HORÁRIO ESTENDIDO NO COMÉRCIO DE TRÊS PONTAS.

     Brasileiros pretendem desembolsar, em média, R$ 116 por presente.

    Pensando em aquecer as vendas, a Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, em acordo com lojistas e funcionários representados, ampliou o horário de funcionamento do comércio. Com muitas ofertas, novidades chegando e reabastecendo as lojas todos os dias praticamente, além de oferecer preços chamativos, os empresários estão otimistas com as vendas no Município.

    Os comerciantes de Três Pontas esperam um aumento considerável nas vendas de Natal ainda nesta semana. Além da geração de centenas de empregos diretos e arrecadação de impostos para a cidade, contribuindo assim efetivamente para o seu desenvolvimento, o setor comercial trespontano já consegue oferecer muitos produtos de qualidade com os mesmos valores encontrados em outros centros, como Varginha, por exemplo. Inclusive a prática de preços menores, como pesquisou nossa reportagem.

    Numa loja de Varginha, uma calça jeans de uma marca famosa custa R$179,00. Naquela cidade, no Via Café Garden Shopping, o mesmo produto custa R$ 229,00. Aqui em Três Pontas encontramos por R$130,00, uma economia de R$49,00 em relação à primeira loja varginhense, sem contar os gastos com combustíveis, que, como sabemos, estão bem caros.

    Um boneco Incrível Hulk, de plástico, tamanho médio, numa loja no centro de Varginha custa R$69,00. No shopping da mesma cidade custa, numa rede de lojas, R$59,00. Aqui em Três Pontas encontramos por R$48,00, uma economia de R$11,00 em comparação com o Via Café Garden Shopping.

    Veja o horário do funcionamento do comércio para as vendas de Natal:

    EXPECTATIVAS DE CRESCIMENTO MODERADO NO BRASIL

    Apesar da lenta recuperação da economia no País e do ambiente de incertezas, a maior parte dos brasileiros pretende manter a tradição e manter as vendas do Natal aquecidas neste ano. É o que revela pesquisa realizada em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). As projeções permanecem no mesmo patamar do último ano e indicam uma injeção de aproximadamente R$ 53,5 bilhões na economia.

    Além disso, espera-se que mais de 110,1 milhões de consumidores presenteiem alguém no Natal de 2018. Em termos percentuais, 72% dos brasileiros planejam comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado principalmente nas classes A e B (83%). Apenas 9% disseram que não vão presentear — 26% porque não gostam ou não têm o costume, 23% por estarem desempregados e 17% por não ter dinheiro — enquanto 19% ainda não se decidiram.

    Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia durante das vendas no Natal reforça o porquê a data é a mais aguardada do ano para consumidores e comerciantes. “Embora o cenário econômico atual não esteja tão favorável, a expectativa positiva para o Natal dá indícios sobre a disposição dos brasileiros em consumir”, afirma.

    Tíquete médio

    Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa que avalia as vendas no Natal devem comprar entre quatro e cinco presentes. O valor médio com cada item será de R$ 115,90, sendo maior entre os homens (R$ 136,51). O levantamento também revela que o número dos que pretendem desembolsar entre R$ 101 e R$ 200 com presentes cresceu na comparação com 2017, passando de 10% para 16%. Esse percentual chega a mais de um terço (33%) na faixa acima de 55 anos. Há, contudo, uma parcela considerável de consumidores (33%) que ainda não decidiu qual ao valor a ser desembolsado.

    Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal é que quase um terço (27%) dos entrevistados que compraram presentes em 2017 irá gastar um valor superior este ano — alta de oito pontos percentuais na comparação com o último Natal. Outros 30% planejam gastar a mesma quantia e 22% menos. Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2018, 29% afirmam que vão adquirir um presente melhor, enquanto 25% reclamam do aumento dos preços, principalmente as classes A e B (41%). Há ainda, 22% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos, em especial as mulheres (33%).

    De olho nos preços

    Os reflexos da crise continuam sendo sentidos no bolso do consumidor, que enfrenta orçamento mais apertado e renda que não acompanhou ajustes de preço dos produtos. Tanto que a maioria dos consumidores ouvidos (56%) disseram que os presentes de Natal estão mais caros em 2018 do que no ano passado. Para 28%, os produtos estão na mesma faixa de preço, enquanto apenas 6% disseram que os preços estão menores.

    Produtos em destaque

    Por mais um ano, as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (55%). Calçados (32%), perfumes e cosméticos (31%), brinquedos (30%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (19%), completam a lista de produtos mais procurados para a data.

    Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é a qualidade do item adquirido (21%). A pesquisa aponta que dois aspectos chamam a atenção este ano e ganharam importância frente a 2017, tanto as promoções ou descontos oferecidos pelas lojas (20%, contra 13% no último ano) quanto o preço dos presentes (17%, contra 9% no ano passado).

    Formas de pagamento

    De acordo com o levantamento que avalia as vendas no Natal, a maioria dos entrevistados (57%) vai optar por uma modalidade de pagamento à vista — percentual que sobe para 61% nas classes C, D e E. Os que vão utilizar alguma modalidade de crédito somam 40% dos compradores, dos quais 26% vão recorrer ao cartão de crédito parcelado, 10% preferem pagar no cartão em parcela única e apenas 2% devem usar o cartão de lojas.

     

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  • Aumento da indústria de torrefação pode ampliar exportações de café brasileiro

    Aumento da indústria de torrefação pode ampliar exportações de café brasileiro

    A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) promove até amanhã (29) o 26º Encontro Nacional das Indústrias de Café (26º Encafé), em Punta Del Este, no Uruguai. Segundo o diretor executivo Nathan Herszkowicz, o aumento da indústria de torrefação nos últimos anos, com a construção de fábricas pelas principais empresas do setor, como Nespresso, 3corações e Melitta, deve garantir uma produção adicional para expandir as exportações brasileiras de café torrado e moído.

    “O mercado de torrefação é muito concentrado, não só no Brasil. É mais rápido e fácil fazer acordos entre empresas privadas do que uma empresa brasileira ir para o exterior com sua marca e tentar desenvolvê-la, mas isso não é barato”, explicou Herszkowicz. O crescimento no mercado brasileiro, assim como eventual interesse de investidores privados em obter ganhos com o setor do café, pode viabilizar a aquisição de participações em empresas estrangeiras. “Até 2020 devemos ver notícias de aumento da participação das exportações brasileiras (de café torrado e moído) no mercado externo”, acredita.

    O crescimento do consumo interno de cafés no Brasil, inclusive de cafés de alta qualidade, deve garantir continuidade ao movimento de fusões e aquisições no segmento de torrefadoras ao longo de 2019, de acordo com o executivo. “Existe ainda um número substancial de empresas de valor médio que geram interesse para grandes empresas do setor que buscam conquistar participação em mercados regionais do Brasil”, explicou Herszkowicz.

    As informações são da Agência Estado

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  • Empresária trespontana investe R$ 1 milhão para criar conceito e promover expansão da marca Kapeh Cosméticos.

    Empresária trespontana investe R$ 1 milhão para criar conceito e promover expansão da marca Kapeh Cosméticos.

     Vanessa Vilela abre para franquia loja ‘dois em um’ com foco no café.

    Para muitos empreendedores, abrir a marca para franquia é uma maneira de ganhar espaço em outras localidades com um modelo de expansão baseado no capital de terceiros. É o caso da proprietária e idealizadora da Kapeh Cosméticos, cafeteria e marca de produtos de beleza à base de café, Vanessa Vilela. Ela, que criou a Kapeh em 2007, em Três Pontas, diz que o interesse do público de outras regiões foi um dos principais motivos para investir no franchising.

    “Além disso, o mercado de café cresce cada vez mais, assim como o segmento de saúde, beleza e bem-estar, que também apresenta números positivos”, argumenta.

    O modelo de franquias foi lançado em outubro deste ano e Vanessa investiu R$ 1 milhão para realizar o projeto. <IP10>O resultado foi o valor de R$ 490 mil para os interessados em ter uma unidade, que inclui estoque, capital de giro e instalação da loja.

    “Os franqueados precisam passar por um treinamento completo para compreender o conceito da marca, além de aprenderem detalhes do café com o qual irão trabalhar”, completa Vanessa.

    Com 140 produtos cosméticos e serviço de cafeteria com grãos especiais e quitutes que combinam com a bebida, como pão de queijo e bolos, a loja se configura como dois estabelecimentos em um. Essa característica, de acordo com Vanessa, é um diferencial para o franqueado, principalmente pelo lado financeiro. “O serviço de cafeteria traz fluxo para a loja e assim a venda dos cosméticos aumenta”, acredita.

    Vanessa Vilela, fundadora da marca mineira Kapeh Cosméticos. Foto: Thais Magalhães.

    Para o coordenador de projetos do centro de empreendedorismo da FGV-SP, Marcus Salusse, o modelo de franquia é uma tendência positiva, que, no caso da Kapeh, é impulsionado pelo formato “dois em um”.

    “É um método interessante de crescimento do negócio, que também cria experiência para o cliente”, diz Salusse.

    Tendência. Assim como a Kapeh oferece dois serviços em um, outros empreendedores também têm investido no conceito, unindo barbearia e mecânica, livraria e bar, salão de beleza e restaurante, por exemplo. De acordo com Salusse, o formato é uma tendência e ajuda no crescimento das vendas.

    “O que eu percebo é que existe esse movimento para aumentar o tíquete médio na empresa. O estabelecimento cria uma experiência para o consumidor, com um elemento de relaxamento e ainda incentiva as compras”, pontua.

    No entanto, o especialista alerta para o cuidado do empresário com questões legais e tributárias, principalmente. “As atividades precisam ser cobradas da maneira correta. O serviço no serviço e o produto no produto. Não se pode esquecer dessas questões, pois elas podem prejudicar o empreendimento no futuro”, analisa o especialista em empreendedorismo.

    Fonte Estadão
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    Roger Campos

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  • Procafé: Evolução da produção brasileira de café

    Procafé: Evolução da produção brasileira de café

    Muito se fala, hoje, de safras altas de café no Brasil, nesses últimos anos. Porém, pra chegar até aqui foram períodos longos e sujeitos a percalços, com influência climática e de condições de preços do produto.

    A análise das safras brasileiras de café, a partir de 1960, mostra a ocorrência de grandes variações ao longo do período, conforme os dados representados na figura 1. Podem ser observados níveis de safras em 6 intervalos de ocorrência –  abaixo de 10 milhões de sacas/ano foram verificadas somente 2 safras (1965 e 1976) função da seca e da geada; entre 10 e 20 milhões de sacas ocorreram 10 safras; entre 20 e 30 milhões foi observado o maior nº de safras (22); entre 30 e 40 milhões somente 9 safras ;  entre 40 e 50 milhões 12 safras e acima de 50 milhões  apenas 2 safras, sendo estes níveis maiores concentrados nesses  8 últimos anos. Verifica-se um crescimento constante a partir dos anos 2000.

    A média dos períodos decenais foi a seguinte:

    1961 – 70      =   22,9  milhões de sacas

    1971 – 80      =   19,5  milhões de sacas

    1981 – 90      =   26,6  milhões de sacas

    1991 – 2000  =   26,0  milhões de sacas

    2001 – 2010  =   39,0  milhões de sacas

    2011 – 2018  =  48,5  milhões de sacas

    A observação dos dados da figura 1 evidencia, ainda, 3 fenômenos importantes na definição das safras:

    1º) O ciclo bienal das produções, uma alta seguindo a baixa, característico do nosso tipo de lavoura a pleno sol, que se esgota após uma safra alta, passa o ano seguinte recuperando sua ramagem e nesse ano resulta uma safra baixa, voltando a produzir bem, novamente, após 2 anos. Com a variação climática entre as regiões, com o aumento de podas e com entrada sucessiva de novos cafeeiros em produção, nas últimas safras o diferencial de ciclo de altas e baixas safras ficou reduzido.

    2º) Os fenômenos climáticos, inicialmente com maior relevância para as geadas e hoje em dia também as estiagens, que afetam drasticamente as safras de café no mesmo ano, pelo chochamento e má granação dos frutos e no ano seguinte, pela redução no crescimento da ramagem.

    3º) A conjuntura de preços do café, a qual pode estimular ou desestimular os tratos nas lavouras e os novos plantios.

    No momento atual o setor da produção cafeeira – a lavoura de café – ainda se encontra em um ciclo de expansão, no qual houve muita renovação de áreas e melhoria nos tratos, com aumento de produtividade. Para que essa fase se mantenha é preciso que a combinação dos 3 fenômenos citados ocorra de forma adequada. Vislumbra-se, já, para 2019, uma safra em ciclo bienal de baixa, diante da alta safra observada em 2018. O clima, por enquanto, vem bem, embora um período critico, de stress hídrico, na granação dos frutos, ainda possa ocorrer. Os preços atuais do café  não estão estimulantes, situação agravada pelo aumento verificado nos custos dos insumos para a produção.

    Fonte Notícias Agrícolas

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