Categoria: Economia

  • NATAL: COMÉRCIO MOVIMENTADO AGORA EM TRÊS PONTAS.

    NATAL: COMÉRCIO MOVIMENTADO AGORA EM TRÊS PONTAS.

    LOJAS APOSTARAM NAS PROMOÇÕES COM ESTOQUES RENOVADOS E ATRAEM OS CONSUMIDORES

    Ainda é cedo para comemorar. Porém, é notório que o movimento no comércio de Três Pontas tem sido grande desde a última semana. E hoje, 24 de dezembro, véspera de Natal, as lojas estão cheias e os empresários com quem o Conexão conversou na manhã de hoje se mostraram empolgados e satisfeitos com o volume de vendas que, embora até aqui não tenha sofrido grande elevação, já são um bom sinalizador de crescimento.

    O comerciante Jessé, que abriu uma loja de roupas, calçados, bonés e acessórios masculinos há poucos meses, destacou que as vendas estão acima do esperado. “Realmente esse Natal está muito bom! Acreditava num movimento maior do que nos dias normais, mas confesso que foi além das expectativas”, pontuou.

    Comerciante Jessé animado com as vendas em Três Pontas

    Inegavelmente a mentalidade do comércio trespontano está mudando e isso se deve ao trabalho destacável da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas. Desde a gestão do então presidente Michel Renan Simão Castro as políticas adotadas de envolvimento do comércio às novas tendências e necessidades de mercado fizeram com que a adesão junto a entidade aumentasse e consequentemente se refletisse em melhores planejamentos, um acompanhamento profissional e a oferta de uma gama de serviços que a AcaiTP dispõe. Com o atual presidente Bruno Dixini Carvalho, discípulo de Renan e um grande empreendedor, apesar de jovem, a valorização do setor comercial de Três Pontas continua sendo a principal bandeira.

    Presidente da AcaiTP, Bruno Dixini Carvalho

    Tudo isso se refletiu numa consciência de que compensa comprar em Três Pontas, que o comércio local, hoje procurado por clientes de várias cidades da região, oferece excelentes oportunidades de compra, com bons preços, confortáveis condições de pagamento e muita variedade.

    Túlio César Alves, que reside em Boa Esperança, disse que comprava com frequência no comércio de Varginha. Hoje também dá preferência à Três Pontas e só não é mais assíduo devido aos custos dos combustíveis, que acaba onerando o bolso dos motoristas.

    “Eu comprava muito no centro de Varginha e ainda compro. Mas depois que descobri como é forte e variado o comércio de Três Pontas também decidi comprar aqui. Não venho todo mês por causa do preço da gasolina. Mas quando deixo pra fazer compras maiores, de vários produtos de uma vez, aí sim eu venho em Três Pontas pois acaba compensando. Os preços estão bons e aqui eu já acho tudo que encontro em Varginha, por exemplo”, afirmou ele, que foi flagrado por nossa reportagem com sua esposa e 3 filhas comprando numa loja da Rua Frei Caneca, no centro de Três Pontas.

    Uma pesquisa feita pelo Conexão Três Pontas entre os dias 18 e 21 de dezembro no centro de Varginha, no Via Café Garden Shopping, da mesma cidade, e o comércio trespontano, comprovou que, de fato, muitos produtos podem ser encontrados por preços menores em Três Pontas. Além de apostar no comércio trespontano por questões econômicas, é preciso lembrar que o comércio local gera centenas de empregos diretos e indiretos e contribui preponderantemente para a arrecadação de impostos do Município.

    Hoje, 24 de dezembro, o comércio, ainda muito movimentado e com tendência de mais procura nas próximas três horas, ficará aberto até às 18 horas. Aposte em nosso comércio e boas compras!!!

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    Roger Campos

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  • NOVO MOACYR SUPERMERCADO SERÁ INAUGURADO NO PRÓXIMO MÊS.

    NOVO MOACYR SUPERMERCADO SERÁ INAUGURADO NO PRÓXIMO MÊS.

    EMPRESA VAI EMPREGAR MAIS 100 PESSOAS E ESTÁ RECEBENDO CURRÍCULOS.

    O Moacyr Supermercado inaugurará sua nova unidade no bairro Catumbi. Seus diretores confirmaram ao Conexão recentemente a geração de mais 100 empregos diretos. De acordo com Denílson Lamaita Miranda, a inauguração está prevista para o fim de janeiro ou começo de fevereiro.

    Ele disse que cerca de uma centena de postos de trabalho será aberta, inclusive para aqueles que nunca trabalharam, entre 16 e 18 anos, dentro do programa Primeiro Emprego. Portadores de deficiência física também serão contratados.

    A nova unidade do Moacyr Supermercado está em fase final de construção. Nossa reportagem fotografou na manhã desta segunda-feira.

    “É uma loja que trará muito conforto para os nossos clientes, pois terá 1.500 metros quadrados de área de vendas. Contará com dois amplos estacionamentos cobertos e a exemplo do que acontece na nossa sede principal, contará com todos os setores que temos na Rua Nossa Senhora d’Ajuda, com exceção de vestuário”, explicou Denilson Miranda.

    A unidade terá padaria, açougue, setor de frios, hortifrúti e produtos das mais variadas marcas e seguimentos com preços acessíveis.

    CURRÍCULOS

    Quem estiver interessado em trabalhar na unidade 2 do Moacyr Supermercado pode encaminhar seu currículo diretamente na sua matriz.

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    Roger Campos

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: NATAL COM HORÁRIO ESTENDIDO NO COMÉRCIO DE TRÊS PONTAS.

    REPORTAGEM ESPECIAL: NATAL COM HORÁRIO ESTENDIDO NO COMÉRCIO DE TRÊS PONTAS.

     Brasileiros pretendem desembolsar, em média, R$ 116 por presente.

    Pensando em aquecer as vendas, a Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, em acordo com lojistas e funcionários representados, ampliou o horário de funcionamento do comércio. Com muitas ofertas, novidades chegando e reabastecendo as lojas todos os dias praticamente, além de oferecer preços chamativos, os empresários estão otimistas com as vendas no Município.

    Os comerciantes de Três Pontas esperam um aumento considerável nas vendas de Natal ainda nesta semana. Além da geração de centenas de empregos diretos e arrecadação de impostos para a cidade, contribuindo assim efetivamente para o seu desenvolvimento, o setor comercial trespontano já consegue oferecer muitos produtos de qualidade com os mesmos valores encontrados em outros centros, como Varginha, por exemplo. Inclusive a prática de preços menores, como pesquisou nossa reportagem.

    Numa loja de Varginha, uma calça jeans de uma marca famosa custa R$179,00. Naquela cidade, no Via Café Garden Shopping, o mesmo produto custa R$ 229,00. Aqui em Três Pontas encontramos por R$130,00, uma economia de R$49,00 em relação à primeira loja varginhense, sem contar os gastos com combustíveis, que, como sabemos, estão bem caros.

    Um boneco Incrível Hulk, de plástico, tamanho médio, numa loja no centro de Varginha custa R$69,00. No shopping da mesma cidade custa, numa rede de lojas, R$59,00. Aqui em Três Pontas encontramos por R$48,00, uma economia de R$11,00 em comparação com o Via Café Garden Shopping.

    Veja o horário do funcionamento do comércio para as vendas de Natal:

    EXPECTATIVAS DE CRESCIMENTO MODERADO NO BRASIL

    Apesar da lenta recuperação da economia no País e do ambiente de incertezas, a maior parte dos brasileiros pretende manter a tradição e manter as vendas do Natal aquecidas neste ano. É o que revela pesquisa realizada em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). As projeções permanecem no mesmo patamar do último ano e indicam uma injeção de aproximadamente R$ 53,5 bilhões na economia.

    Além disso, espera-se que mais de 110,1 milhões de consumidores presenteiem alguém no Natal de 2018. Em termos percentuais, 72% dos brasileiros planejam comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado principalmente nas classes A e B (83%). Apenas 9% disseram que não vão presentear — 26% porque não gostam ou não têm o costume, 23% por estarem desempregados e 17% por não ter dinheiro — enquanto 19% ainda não se decidiram.

    Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia durante das vendas no Natal reforça o porquê a data é a mais aguardada do ano para consumidores e comerciantes. “Embora o cenário econômico atual não esteja tão favorável, a expectativa positiva para o Natal dá indícios sobre a disposição dos brasileiros em consumir”, afirma.

    Tíquete médio

    Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa que avalia as vendas no Natal devem comprar entre quatro e cinco presentes. O valor médio com cada item será de R$ 115,90, sendo maior entre os homens (R$ 136,51). O levantamento também revela que o número dos que pretendem desembolsar entre R$ 101 e R$ 200 com presentes cresceu na comparação com 2017, passando de 10% para 16%. Esse percentual chega a mais de um terço (33%) na faixa acima de 55 anos. Há, contudo, uma parcela considerável de consumidores (33%) que ainda não decidiu qual ao valor a ser desembolsado.

    Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal é que quase um terço (27%) dos entrevistados que compraram presentes em 2017 irá gastar um valor superior este ano — alta de oito pontos percentuais na comparação com o último Natal. Outros 30% planejam gastar a mesma quantia e 22% menos. Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2018, 29% afirmam que vão adquirir um presente melhor, enquanto 25% reclamam do aumento dos preços, principalmente as classes A e B (41%). Há ainda, 22% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos, em especial as mulheres (33%).

    De olho nos preços

    Os reflexos da crise continuam sendo sentidos no bolso do consumidor, que enfrenta orçamento mais apertado e renda que não acompanhou ajustes de preço dos produtos. Tanto que a maioria dos consumidores ouvidos (56%) disseram que os presentes de Natal estão mais caros em 2018 do que no ano passado. Para 28%, os produtos estão na mesma faixa de preço, enquanto apenas 6% disseram que os preços estão menores.

    Produtos em destaque

    Por mais um ano, as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (55%). Calçados (32%), perfumes e cosméticos (31%), brinquedos (30%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (19%), completam a lista de produtos mais procurados para a data.

    Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é a qualidade do item adquirido (21%). A pesquisa aponta que dois aspectos chamam a atenção este ano e ganharam importância frente a 2017, tanto as promoções ou descontos oferecidos pelas lojas (20%, contra 13% no último ano) quanto o preço dos presentes (17%, contra 9% no ano passado).

    Formas de pagamento

    De acordo com o levantamento que avalia as vendas no Natal, a maioria dos entrevistados (57%) vai optar por uma modalidade de pagamento à vista — percentual que sobe para 61% nas classes C, D e E. Os que vão utilizar alguma modalidade de crédito somam 40% dos compradores, dos quais 26% vão recorrer ao cartão de crédito parcelado, 10% preferem pagar no cartão em parcela única e apenas 2% devem usar o cartão de lojas.

     

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    Roger Campos

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  • Aumento da indústria de torrefação pode ampliar exportações de café brasileiro

    Aumento da indústria de torrefação pode ampliar exportações de café brasileiro

    A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) promove até amanhã (29) o 26º Encontro Nacional das Indústrias de Café (26º Encafé), em Punta Del Este, no Uruguai. Segundo o diretor executivo Nathan Herszkowicz, o aumento da indústria de torrefação nos últimos anos, com a construção de fábricas pelas principais empresas do setor, como Nespresso, 3corações e Melitta, deve garantir uma produção adicional para expandir as exportações brasileiras de café torrado e moído.

    “O mercado de torrefação é muito concentrado, não só no Brasil. É mais rápido e fácil fazer acordos entre empresas privadas do que uma empresa brasileira ir para o exterior com sua marca e tentar desenvolvê-la, mas isso não é barato”, explicou Herszkowicz. O crescimento no mercado brasileiro, assim como eventual interesse de investidores privados em obter ganhos com o setor do café, pode viabilizar a aquisição de participações em empresas estrangeiras. “Até 2020 devemos ver notícias de aumento da participação das exportações brasileiras (de café torrado e moído) no mercado externo”, acredita.

    O crescimento do consumo interno de cafés no Brasil, inclusive de cafés de alta qualidade, deve garantir continuidade ao movimento de fusões e aquisições no segmento de torrefadoras ao longo de 2019, de acordo com o executivo. “Existe ainda um número substancial de empresas de valor médio que geram interesse para grandes empresas do setor que buscam conquistar participação em mercados regionais do Brasil”, explicou Herszkowicz.

    As informações são da Agência Estado

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    Roger Campos

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  • Empresária trespontana investe R$ 1 milhão para criar conceito e promover expansão da marca Kapeh Cosméticos.

    Empresária trespontana investe R$ 1 milhão para criar conceito e promover expansão da marca Kapeh Cosméticos.

     Vanessa Vilela abre para franquia loja ‘dois em um’ com foco no café.

    Para muitos empreendedores, abrir a marca para franquia é uma maneira de ganhar espaço em outras localidades com um modelo de expansão baseado no capital de terceiros. É o caso da proprietária e idealizadora da Kapeh Cosméticos, cafeteria e marca de produtos de beleza à base de café, Vanessa Vilela. Ela, que criou a Kapeh em 2007, em Três Pontas, diz que o interesse do público de outras regiões foi um dos principais motivos para investir no franchising.

    “Além disso, o mercado de café cresce cada vez mais, assim como o segmento de saúde, beleza e bem-estar, que também apresenta números positivos”, argumenta.

    O modelo de franquias foi lançado em outubro deste ano e Vanessa investiu R$ 1 milhão para realizar o projeto. <IP10>O resultado foi o valor de R$ 490 mil para os interessados em ter uma unidade, que inclui estoque, capital de giro e instalação da loja.

    “Os franqueados precisam passar por um treinamento completo para compreender o conceito da marca, além de aprenderem detalhes do café com o qual irão trabalhar”, completa Vanessa.

    Com 140 produtos cosméticos e serviço de cafeteria com grãos especiais e quitutes que combinam com a bebida, como pão de queijo e bolos, a loja se configura como dois estabelecimentos em um. Essa característica, de acordo com Vanessa, é um diferencial para o franqueado, principalmente pelo lado financeiro. “O serviço de cafeteria traz fluxo para a loja e assim a venda dos cosméticos aumenta”, acredita.

    Vanessa Vilela, fundadora da marca mineira Kapeh Cosméticos. Foto: Thais Magalhães.

    Para o coordenador de projetos do centro de empreendedorismo da FGV-SP, Marcus Salusse, o modelo de franquia é uma tendência positiva, que, no caso da Kapeh, é impulsionado pelo formato “dois em um”.

    “É um método interessante de crescimento do negócio, que também cria experiência para o cliente”, diz Salusse.

    Tendência. Assim como a Kapeh oferece dois serviços em um, outros empreendedores também têm investido no conceito, unindo barbearia e mecânica, livraria e bar, salão de beleza e restaurante, por exemplo. De acordo com Salusse, o formato é uma tendência e ajuda no crescimento das vendas.

    “O que eu percebo é que existe esse movimento para aumentar o tíquete médio na empresa. O estabelecimento cria uma experiência para o consumidor, com um elemento de relaxamento e ainda incentiva as compras”, pontua.

    No entanto, o especialista alerta para o cuidado do empresário com questões legais e tributárias, principalmente. “As atividades precisam ser cobradas da maneira correta. O serviço no serviço e o produto no produto. Não se pode esquecer dessas questões, pois elas podem prejudicar o empreendimento no futuro”, analisa o especialista em empreendedorismo.

    Fonte Estadão
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    Roger Campos

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  • Procafé: Evolução da produção brasileira de café

    Procafé: Evolução da produção brasileira de café

    Muito se fala, hoje, de safras altas de café no Brasil, nesses últimos anos. Porém, pra chegar até aqui foram períodos longos e sujeitos a percalços, com influência climática e de condições de preços do produto.

    A análise das safras brasileiras de café, a partir de 1960, mostra a ocorrência de grandes variações ao longo do período, conforme os dados representados na figura 1. Podem ser observados níveis de safras em 6 intervalos de ocorrência –  abaixo de 10 milhões de sacas/ano foram verificadas somente 2 safras (1965 e 1976) função da seca e da geada; entre 10 e 20 milhões de sacas ocorreram 10 safras; entre 20 e 30 milhões foi observado o maior nº de safras (22); entre 30 e 40 milhões somente 9 safras ;  entre 40 e 50 milhões 12 safras e acima de 50 milhões  apenas 2 safras, sendo estes níveis maiores concentrados nesses  8 últimos anos. Verifica-se um crescimento constante a partir dos anos 2000.

    A média dos períodos decenais foi a seguinte:

    1961 – 70      =   22,9  milhões de sacas

    1971 – 80      =   19,5  milhões de sacas

    1981 – 90      =   26,6  milhões de sacas

    1991 – 2000  =   26,0  milhões de sacas

    2001 – 2010  =   39,0  milhões de sacas

    2011 – 2018  =  48,5  milhões de sacas

    A observação dos dados da figura 1 evidencia, ainda, 3 fenômenos importantes na definição das safras:

    1º) O ciclo bienal das produções, uma alta seguindo a baixa, característico do nosso tipo de lavoura a pleno sol, que se esgota após uma safra alta, passa o ano seguinte recuperando sua ramagem e nesse ano resulta uma safra baixa, voltando a produzir bem, novamente, após 2 anos. Com a variação climática entre as regiões, com o aumento de podas e com entrada sucessiva de novos cafeeiros em produção, nas últimas safras o diferencial de ciclo de altas e baixas safras ficou reduzido.

    2º) Os fenômenos climáticos, inicialmente com maior relevância para as geadas e hoje em dia também as estiagens, que afetam drasticamente as safras de café no mesmo ano, pelo chochamento e má granação dos frutos e no ano seguinte, pela redução no crescimento da ramagem.

    3º) A conjuntura de preços do café, a qual pode estimular ou desestimular os tratos nas lavouras e os novos plantios.

    No momento atual o setor da produção cafeeira – a lavoura de café – ainda se encontra em um ciclo de expansão, no qual houve muita renovação de áreas e melhoria nos tratos, com aumento de produtividade. Para que essa fase se mantenha é preciso que a combinação dos 3 fenômenos citados ocorra de forma adequada. Vislumbra-se, já, para 2019, uma safra em ciclo bienal de baixa, diante da alta safra observada em 2018. O clima, por enquanto, vem bem, embora um período critico, de stress hídrico, na granação dos frutos, ainda possa ocorrer. Os preços atuais do café  não estão estimulantes, situação agravada pelo aumento verificado nos custos dos insumos para a produção.

    Fonte Notícias Agrícolas

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    Roger Campos

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  • Milhões de internautas assinam petição contra aumento para o STF

    Milhões de internautas assinam petição contra aumento para o STF

    A aprovação de um aumento de 16,38% para os salários de ministros do Supremo Tribunal Federal e do procurador-geral da República — com efeito cascata que poderá gerar gastos superiores a R$ 5 bilhões — revoltou milhões de brasileiros.

    A votação do texto no Senado foi contrária à austeridade fiscal defendida pelas equipes econômicas do governo de Michel Temer (MDB) e do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

    Um abaixo-assinado online, criado pelo partido Novo logo após a aprovação pelo Senado, no dia 7, pede que o presidente Temer vete o aumento. A petição teve uma média de 223 mil subscrições por dia, atingindo 2,663 milhões neste domingo (18).

    Se sancionado por Temer, o salário dos magistrados irá dos atuais R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil mensais. O valor é o mesmo pago a deputados e senadores.

    “O plano dos parlamentares é aumentar o salário dos ministros do STF para ampliar o teto constitucional, assim conseguem aumentar os próprios salários e os de outras funções públicas. Isso causa um efeito cascata e retroativo que o Brasil não suporta mais, com graves consequências posteriores para estados e municípios, muitos já em situação de calamidade financeira”, escreveu o partido Novo na petição, que tem efeito legal ou prático.

    Nenhum representante do Novo foi localizado para comentar o abaixo-assinado.

    Temer aguarda um parecer técnico do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, que deverá servir de embasamento para a decisão sobre o aumento. Mesmo que derrubado pelo presidente, o veto volta para o Congresso, onde os parlamentares poderão votar por manter o reajuste.

    Uma sondagem feita pelo Paraná Pesquisas na semana passada mostrou que nove em cada dez brasileiros acham o aumento injusto.

    A “moeda de troca” do Judiciário, proposta pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, foi abrir mão do auxílio-moradia pago aos magistrados: R$ 4.377,73 mensais (o custo total desse benefício pode chegar a R$ 900 milhões neste ano).

    Para o fundador e secretário-geral da Associação Contas Abertas, Francisco Gil Castello Branco Neto, “é lamentável essa ideia de uma barganha”.

    “Trocar um absurdo antigo por um absurdo novo. Absurdo antigo é o auxílio-moradia da forma como foi concedido, beneficiando juízes e procuradores mesmo quando eles têm imóveis próprios nas cidades onde residem e trabalham. O segundo absurdo é o aumento é irresponsável sob o ponto de vista fiscal, quando o país tem um déficit previsto para o ano que vem de R$ 139 bilhões”, diz.

    O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), defendeu a aprovação do texto, no dia da votação.

    “Essa matéria não aumenta despesa. O próprio presidente da Suprema Corte [ministro Dias Toffoli], assim como a procuradora-geral [Raquel Dodge], ligou para mim dizendo que eu ficasse despreocupado ao votar essa matéria porque há um teto de gastos e que não ultrapassariam em um centavo sequer o teto de gastos das suas instituições.”

    O fundador da Contas Abertas discorda. “Talvez no STF, por serem 11 ministros, e no Ministério Público Federal eles consigam respeitar o teto de gastos. Mas não há como desconsiderar o efeito brutal que isso pode ter nos Estados. Inclusive, 14 Estados já extrapolaram o limite de 60% da receita corrente líquida em gastos com pessoal.”

    A Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado estima que só a União gastaria R$ 1,7 bilhão por ano com o reajuste.

    Nos Estados, o órgão parlamentar estima um custo adicional de R$ 3,6 bilhões, ressalvando, no entanto, que o impacto pode “ser significativamente mais elevado” do que este cálculo.

    Folha de pagamento é a maior despesa

    A principal despesa do Judiciário é com pessoal (ativos e inativos): R$ 18,5 bilhões em 2017 (44% do total), no caso dos tribunais ligados à União. Somente o Supremo desembolsou R$ 417,7 milhões no ano passado para pagar salário de servidores.

    Para efeito de comparação, a Suprema Corte dos Estados Unidos gastou o equivalente a R$ 299,6 milhões (US$ 79,2 milhões) com salários no ano fiscal de 2017 (out/2016 a set/2017).

    O salário dos ministros da Suprema Corte americana aumentou 19,3% em oito anos: de US$ 213,9 mil para US$ 255,3 mil por ano.

    A inflação acumulada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) entre dezembro de 2009 e outubro de 2018 é de 69,75%. Com base nisso, o salário de um ministro do Supremo teria que ser de R$ 46.165,75 se fosse reposta toda a perda monetária do período.

    Gil Castello Branco acrescenta que o argumento da correção salarial é incoerente do ponto de vista social.

    “Isso teria algum sentido se todas as categorias profissionais do Brasil tivessem conseguido uma reposição de perda salarial decorrente da corrosão inflacionária. Estamos elevando os maiores salários do país com 13 milhões de desempregados.”

    Entre os 16 senadores que votaram contra o texto — foram 41 votos favoráveis —, está Cristovam Buarque (PPS-DF). O parlamentar afirmou que “não é hora de dar aumento no teto”.

    “Alguns dizem, eles [ministros do STF] são tão pouquinhos que no conjunto da dívida pública brasileira isso não vai pesar. É simbólico, além do que custa quando se espalhar para todos. É uma vergonha, é uma desmoralização das contas públicas que alguns de nós sempre lutamos para que fossem zeladas.”

    Outro voto contrário foi do senador Reguffe (sem partido-DF). Ele disse que o Executivo, o Legislativo e também o Judiciário já têm “privilégios e mordomias inaceitáveis”.

    “Esse aumento é, na minha opinião, uma verdadeira excrescência, um desrespeito ao contribuinte deste país”, acrescentou.

    Fonte R7

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  • COCATREL PREMIA “MELHORES CAFÉS”

    COCATREL PREMIA “MELHORES CAFÉS”

     

    A Cocatrel, uma das maiores cooperativas de café do mundo, realizou na tarde desta terça-feira (20) um importante evento na Pousada Travessia, contando com as presenças de sua diretoria e funcionários, cooperados, autoridades e demais convidados. O objetivo foi premiar os produtores com os “Melhores Cafés” depositados na cooperativa, na safra 2018/2019.

    O presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito, abriu o evento após um café. Ele destacou a importância de se premiar aqueles que lutam pela qualidade, pela excelência na produção dos cafés especiais.

    Marco Valério Brito, presidente da Cocatrel.

    “2018 foi um ano muito importante para a Cocatrel e que precisa ser celebrado. A confiança depositada pelos cooperados, na cooperativa, um trabalho de preparação para a safra, muito bem feito, a aproximação da Cocatrel com seus cooperados, abrindo 10 pontos de recebimento, em Três Pontas e nas filiais, gerando segurança, agilidade e eficiência para todos, resultaram na quebra de um recorde histórico de recebimento de café.

    O que nos deixa muito felizes é que muito além da quantidade, 2018 foi um ano de cafés de ótima qualidade. Das mais de 44 mil amostras previamente analisadas pelo laboratório central, cerca de 15 mil foram consideradas com potencial e enviadas ao laboratório de cafés especiais da Cocatrel. Dentre todas essas, as 13 melhores, de 13 merecedores produtores, serão hoje aqui premiadas”, destacou.

    Entrega dos Prêmios

    Cada premiado levou para casa além de um troféu, 20 kg do café, torrado e moído, embalados em caixas personalizadas com o nome de cada um. A entrega coube ao superintendente da Cocatrel, Manoel Rabelo Piedade.

    Veja os vencedores:

    Categoria Cereja Descascado

    _ HELCIO ANTONIO CHAGAS REIS, da Fazenda Santo Antônio, em Carmo da Cachoeira. Seu lote dos cafés premiados foi pontuado com 85,5 pontos e possui notas de CARAMELO, Frutas AMARELAS, Frutas CITRICAS e LIMÃO.

    _ JOSÉ CARLOS DOS REIS, da Fazenda Rancho Grande/Pitangueiras, de Três Pontas. A produção de café começou na Fazenda Rancho Grande em 1933, quando o Sr. Aneite Reis herdou 5 hectares de lavouras. A fazenda desenvolveu e aprimorou suas técnicas de produção ao longo do tempo, por meio de muito esforço e dedicação de seus gerentes. Hoje a fazenda é administrada por José Carlos dos Reis e seu filho Flávio Reis. A missão da fazenda é produzir café da mais alta qualidade, sem negligenciar a importância de proteger o meio ambiente e cuidar do bem-estar de seus funcionários. Seu objetivo final é continuar melhorando a qualidade do café visando a satisfação do consumidor.

    O lote dos cafés premiados do José Carlos foi pontuado com 85,5 pontos e possui notas de FRUTAS CÍTRICAS, UVA VERDE, VINHOSO.

    Categoria Natural

    _ AGOSTINHO DE FATIMA MARCELINO – Fazenda Curralinho – Três Pontas. Quando criança, o Sr. Agostinho ajudou seus pais nas lavouras de café da fazenda onde trabalhavam. Desde a tenra idade, ele é apaixonado por café e, quando se casou, decidiu comprar uma pequena fazenda e cultivar café. Ele realmente gosta de trabalhar em seus micro-lotes, pós-colheita, usando vários métodos de preparação. Ele também cria vacas leiteiras com a ajuda de sua família. A Fazenda do Agostinho tem 1,8 hectares.

    O lote dos cafés premiados do Agostinho, foi pontuado com 86 pontos e possui notas de FRUTAS CÍTRICAS, FLORAL, LIMÃO.

    _ ANTENOR DE OLIVEIRA LIMA, da Fazenda Santo Antônio do Monte Alto, de Nepomuceno. Antenor vem de uma família tradicional, de Nepomuceno. É Engenheiro e trabalhou na Petrobras e Eletrobras, aposentando-se na CEMIG, em 1954. Hoje, reside em Belo Horizonte e trabalha como consultor.

    Sua história com os cafés começa em 1982, quando sua mãe faleceu e ele decidiu que precisava criar raízes em Nepomuceno. Decidiu, então, comprar algumas terras e a partir daí, de maneira prazerosa, produzir os cafés de qualidade da Fazenda Santo Antônio do Monte Alto, que fica na divisa de Nepomuceno e Coqueiral. Antenor tem 5 netos, que curtem muito a fazenda, que também é espaço de reunião e lazer da família. Antenor afirma que a premiação é consequência de sua dedicação com muito esmero e paciência.

    O lote dos cafés premiados do Antenor foi pontuado com 86 pontos e possui notas FLORAL de FRUTAS VERMELHAS, CHOCOLATE e DOCE.

    _ CARLOS CESAR COUGO FILHO – Sítio Nossa Senhora Aparecida III – Carmo da Cachoeira. O lote dos cafés premiados do Carlos Cesar foi pontuado com 86 pontos e possui notas de FRUTAS VERMELHAS, DOCE, FRUTADO, VINHOSO.

    _ CARLOS HENRIQUE TEODORO – Fazenda Serrano – Ilicínea. O lote dos cafés premiados do Carlos Henrique foi pontuado com 86 pontos e possui notas de FLORAL, FRUTADO e LIMÃO.

    _ FRANCIS FIGUEIREDO OLIVEIRA – Fazenda Santa Margarida – Três Pontas. Francis Figueiredo Oliveira é casado com Juliana e tem 2 filhos, Elisa e Fábio. Ele é Engenheiro agrônomo, formado pela Universidade Federal de Lavras, em 1993. Desde então dedica-se à Fazenda Santa Margarida, em Três Pontas. A Propriedade foi herdada de seus avós maternos, Urbano Garcia de Figueiredo Neto e Juvendyra Correa de Figueiredo. Há 25 anos Francis dedica-se à renovação de plantações antigas e formação e plantio de novas áreas. Seu objetivo é a produção de Café Natural, procurando agregar qualidade em todas as etapas, até o produto final.

    O lote dos cafés premiados do Carlos Cesar foi pontuado com 85,5 pontos e possui notas de CHOCOLATE, DOCE, FRUTADO, UVA, VINHOSO.

    _ GILBERTO AUGUSTO CAINELLI – Fazenda Zaroca – Três Pontas. A fazenda Zaroca no ano de 1915 era conhecida como fazenda Jararaca e pertencia à dona Maria Brito, avó de Gilberto. Naquela época a produção de café era muito baixa, devido à grande dificuldade das máquinas agrícolas caminhar nas plantações de café da montanha. Após a morte de Dona Maria, a fazenda foi abandonada por algum tempo e, em 2015, Gilberto decidiu voltar à fazenda e iniciar uma nova gestão. Quando assumiu a fazenda, ficou conhecida como Zaroca. Gilberto começou a plantar novas lavouras, com melhores variedades para a produção de cafés especiais. Ele plantou muitas árvores, recuperou a fonte de água e investiu em infraestrutura e novas máquinas agrícolas. Atualmente, Gilberto busca excelência na produção de cafés especiais.

    O lote dos cafés premiados do Gilberto foi pontuado com 88 pontos e possui notas BASTANTE DOCE, FLORAL, FRUTADO, Frutas CITRICAS e CANA DE AÇUCAR.

    _ GLAUCO BEGGIATO CARVALHO – Fazenda São Joaquim – Três Pontas. O lote dos cafés premiados do Glauco, foi pontuado com 86,5 pontos e possui notas de FRUTAS VERMELHAS, MORANGO e FUMO DE ROLO.

    _ GLEISER BOTREL ROSA – Sítio São Sebastião/Barreirinha – Três Pontas. Gleiser Botrel Rosa é um pequeno produtor de café com muita disposição e vontade de crescer. Casado com Regina Célia, eles possuem uma filha, a Vitória. Sua trajetória começa ainda pequeno, quando acompanhava seu pai, Sebastião Vitor Rosa, na fazenda da família. Com o falecimento do pai e do Tio Carlos decidiu arrendar a Barreirinha e fazer o melhor para dar continuidade a tudo o que eles começaram por ali. Na Barreirinha a história dos cafés especiais aconteceu de repente, em 2014. Desde então, Gleizer melhorou sua estrutura e agora seca e beneficia o café no próprio sítio, conta com a ajuda de dois colaboradores e faz todo planejamento necessário para a colheita dos cafés especiais. Gleizer também ficou entre os 10 melhores cafés depositados na cooperativa, na safra 2014/2015. O sítio Barreirinha tem 70 hectares.

    O lote dos cafés premiados do Gleiser, foi pontuado com 86,75 pontos e possui notas de AMORA, FRUTAS VERMELHAS e UVA PASSA.

    _ JOSIAS CARDOSO DE OLIVEIRA – Fazenda Urtiga – Ilicínea. Josias começou a trabalhar com café na pequena propriedade de seus pais em 1987, seu pai era caminhoneiro e ele é quem cuidava de tudo. Ele teve que trabalhar também com caminhão porque seu pai teve um AVC, em 1994. Junto com seus irmãos, adquiriu a propriedade Urtiga. Em 2008 largou o caminhão e passou a dedicar-se somente ao café, procurando sempre aprimorar os conhecimentos para tentar r o melhor café, com a maior qualidade possível. Possui a certificação Fairtrade, está sempre preocupado com a preservação ambiental, e pretende melhorar ainda mais a qualidade de seus cafés.

    O lote dos cafés premiados do Josias, foi pontuado com 86,5 pontos e possui notas de BASTANTE DOCE, FLORAL e CANA DE AÇUCAR.

    Representantes da Cocatrel acompanharam o evento.

    _ OSWALDO GOMES PINTO – Sítio Quatis – Três Pontas. Osvaldo Gomes Pinto e Maria Aparecida Oliveira Pinto são os nomes que representam o sítio Quatis, comprado na década de 80, localizado próximo a serra de Três Pontas, na região de Potreiros, com aproximadamente 20 alqueires. A lavoura foi totalmente formada e cuidada pela família. Todo o cuidado com as plantações, colheita, limpa e secagem do café tem os olhos e diretrizes da família. Seu Osvaldo ficou à frente das atividades até 2005, quando foi acometido por um AVC, após esta data sua esposa e seu filho mais velho, Warley Oliveira Gomes, tornaram-se responsáveis pela manutenção e condução dos trabalhos. Na época da colheita, o casal se muda para o sítio para se dedicarem e focarem exclusivamente na qualidade do café produzido. O sítio representa a união de toda família e esta premiação vem coroar o fruto de toda esta dedicação.

    O lote dos cafés premiados do Osvaldo, foi pontuado com 85,75 pontos e possui notas de FRUTADO, CHOCOLATE e CARAMELO.

    _ VALDECI DOMINGOS NASCIMENTO – Fazenda Alto da Serra – Ilicínea. Durante sua infância, Hudson Vilela trabalhava nas lavouras de café com seu pai. Mais tarde, ele desistiu de seu trabalho como enfermeiro para assumir uma fazenda, em parceria com seu sogro, Valdeci, eles cultivam café nas montanhas de Ilicínea. Na época da colheita, eles precisam da ajuda de alguns colaboradores. A colheita ocorre tardiamente devido à grande altitude. Eles têm um pequeno pátio de secagem e uma caixa estática para preparar os grãos, para que possam fazer micro lotes com muito mais precisão. Sua bela fazenda tem uma excelente vista de todos os penhascos de Ilicínea. Eles estão procurando melhorar a qualidade de seus equipamentos de pós-colheita, para que possam cultivar cafés de melhor qualidade. Área cultivada da fazenda é de 8 hectares.

    O lote dos cafés premiados do Valdeci e do Hudson, foi pontuado com 88 pontos e possui notas LICOROSO, VINHOS, UVA e BASTANTE DOCE.

    Algumas empresas que são parceiras da Cocatrel também foram homenageadas. O Superintendente da Cocatrel, Manoel Rabelo Piedade, fez a entrega dos troféus às empresas que adquiriram lotes dos melhores cafés da cooperativa, na safra 2018/2019.

    Empresas Parceiras

    _ Louis Dreyfus

    _ Sagrados Corações

    _ Unicafé CIA de Comércio Exterior

    _ Valorização

    _ 3 Corações

    _ Stokler

    _ Volcafé

    Confira a galeria de fotos do evento produzida pelo Conexão Três Pontas:

    *Não perca a entrevista completa e exclusiva produzida pelo Conexão com o presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito. 

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    Roger Campos

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  • ZUMBI: 20 de Novembro é o dia da Consciência Negra e feriado em algumas cidades

    ZUMBI: 20 de Novembro é o dia da Consciência Negra e feriado em algumas cidades

    Comemorado em 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra marca o dia da morte de Zumbi dos Palmares, ocorrida em 1695, após anos defendendo o Quilombo de Palmares de expedições que pretendiam escravizar, novamente, os negros que conseguiram fugir. Desde 2003, com a aprovação da Lei 10.639, que instituiu o ensino da História e Cultura Afro-Brasileiras nas escolas, a data foi incluída no calendário escolar como o Dia Nacional da Consciência Negra. Em Três Pontas não foi adotado o 20 de Novembro como feriado.

    Atualmente o Projeto de Lei 296/15, do deputado Valmir Assunção (PT-BA), está em tramitação para transformar a data em feriado nacional. Aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, o projeto segue para análise do Plenário da Câmara. Adotado em diversas cidades espalhadas pelo país, o feriado do Dia da Consciência Negra divide opiniões quando o assunto é torná-lo uma data “não útil”, como por exemplo, o 12 de outubro.

    “O feriado é importante”, afirma a professora Jeruse Romão, presidente do Fórum Estadual de Educação das Relações Étnico-Raciais. Posição que  vai ao encontro, justamente, da discussão feita em torno da necessidade de tornar a data um feriado nacional, o que implicaria, possivelmente, no fechamento do comércio. “Eu ainda vejo como um debate entre a Casa Grande e a senzala. É como se estivessem nos dizendo: como vocês ousam querer um feriado?”, afirma.

    De acordo com ela, o Brasil precisa pensar em atitudes reparatórias e “assumir o seu racismo”, deixando “de lado o discurso de democracia racial” que, para ela, não se sustenta quando, por exemplo, a maioria das vítimas de homicídio é negra ou quando entidades representativas de setores comerciais e industriais se organizam para derrubar um feriado que lembra a luta da população negra no país.

    “A Consciência Negra não é dizer que os negros contribuíram para a formação e desenvolvimento do país, é ter consciência de que os negros foram os primeiros trabalhadores do Brasil, que foram os negros que construíram o país”, diz.

    Prejuízos no comércio

    Marco Antônio Guimarães, gerente executivo jurídico de riscos e compliance do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Paraná), concorda que a data em que se celebra a participação da população negra na construção da sociedade brasileira precisa ser lembrada e propagada. Para ele, o Dia da Consciência Negra é necessário e precisa figurar entre as datas comemorativas do Brasil. O que não seria interessante e viável, na visão dele, é transformar o 20 de novembro em um feriado nacional.

    Criação ou extinção de feriados depende de lei

    Em 2017, foram 16 os feriados registrados no Brasil, o que o coloca em uma posição confortável se comparado a outros países. O ranking é liderado por Bangladesh, que supera os 30 dias de feriado no ano, enquanto o Brasil ocupa a 46ª posição.

    O trâmite legal para tornar uma data comemorativa é bastante simples. O caminho começa nas comissões, passa pela CCJ e se encerra no Plenário — onde o PL que torna o Dia da Consciência Negra feriado encontra-se no momento, aguardando para ser analisado.  A partir do momento que um projeto passa a ser considerado lei, ou seja, é aprovado e torna, efetivamente, a data em feriado, aquele dia passa a ser considerado um dia de descanso remunerado, tendo o mesmo efeito que o domingo.

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    Roger Campos

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  • CAFÉ: Robôs prometem agilizar processos de plantio e secagem em terreiros em MG

    CAFÉ: Robôs prometem agilizar processos de plantio e secagem em terreiros em MG

    Dois protótipos desenvolvidos por alunos de instituições de Santa Rita do Sapucaí (MG) prometem agilizar os processos de plantio e secagem do café em terreiros. O “Robocoffee” ou “Robô do Café” e o robô plantador ainda estão em estágio inicial, mas prometem mudar em breve a vida de produtores rurais.

    Do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), vem o projeto do Robocoffee ou Robô do Café. Por enquanto, ele é apenas um protótipo feito de MDF. Mas pelo pouco do que foi mostrado na prática a nova “tecnologia” promete facilitar e dar maior qualidade de vida a quem depende do trabalho no campo.

    “O robô do café ajuda o lavrador tanto no manejo do café, quanto na locação da mão de obra no terreiro. Enquanto no terreiro você precisa de duas, três pessoas para fazer o movimento do café, o robô faz todo o trabalho sozinho e precisa apenas de uma pessoa para controlar à distância. Além de não fazer todo o trabalho braçal, ele vai estar imune à exposição direta aos raios solares”, explica o estudante Lucas Pereira Santos, um dos idealizadores do projeto.

    O protótipo, construído por alunos do 1º período, foi apresentado recentemente na Feira Tecnológica do Inatel, a Fetin, que aconteceu em setembro. O robô é guiado por um controle remoto que tem alcance de até 100 metros.

    “Se ele (o produtor) quiser ele pode ficar sentado na sombra que o carrinho faz todo o processo. À medida que o carrinho vai passando em cima do café, uma haste vai dando o movimento do café no terreiro, fazendo com que o café gire constantemente, várias vezes ao dia, para o sol bater por completo no grão, fazendo a secagem inteira e não de uma parte só”, explica o estudante Igor Honorato Martins.

    Os inventores do Robocoffe também garantem que a nova tecnologia é mais sustentável, pois preserva o meio ambiente.

    “Hoje em dia é comum o uso da moto no terreiro. E a moto, como ela é movida a combustível, ela polui tanto o meio ambiente quanto o próprio grão de café, quando ela solta resíduos. Esse carrinho não causa nenhum dano ao meio ambiente e a gente pensa em aprimorar o sistema com placas solares, que vão ajudar a alimentar a bateria”, conta Igor.

    Para quem vive na roça, a chegada de um “robô” para fazer o trabalho rural causa estranheza em um primeiro momento, mas ajuda a abrir uma boa perspectiva de futuro.

    “O Robocoffé tem muito a oferecer para o trabalhador, porque a tecnologia vem ajudar não a tirar o serviço de uma pessoa, mas tirar um serviço braçal repetitivo e você economiza tempo e dinheiro para fazer outras atividades que vão agregar mais para o cafeicultor”, reforça o supervisor do Laboratório de Inovação FabLab, do Inatel, Juliano Ubiraci dos Santos.

    Segundo os alunos, o próximo passo agora é modernizar o protótipo, para que ele auxilie o produtor a monitorar a qualidade do café.

    “A gente tem a ideia de melhorar a mecânica do projeto e também inserir certos sensores que medem alguns parâmetros que são essenciais para o produtor conseguir acompanhar a qualidade do café”, conta Lucas Pereira Santos.

    Ainda não há uma data prevista para quando o Robocoffee possa estar disponível ao mercado.

    Robô plantador

    Um outro projeto que promete melhorar a produtividade na agricultura e que também está em desenvolvimento em Santa Rita do Sapucaí, mas na ETE FMC, a Escola Técnica de Eletrônica, é o robô plantador. A máquina pretende auxiliar o agricultor no plantio não só do café, mas de várias outras culturas.

    “Ele é um robô que foi criado para automatização dos processos agrícolas de plantação de sementes variadas. Existem máquinas que atuam nesse segmento, mas hoje elas precisam de uma pessoa para manusear. A ideia foi construir algo mais automatizado, que é comandado através de um aplicativo. Qualquer pessoa, independente de idade e até mesmo de localização, pois não precisa estar na fazenda, pode acompanhar os resultados da máquina. Além disso você pode ganhar em produtividade, porque ela pode trabalhar à noite, em diversos horários”, explica a professora de sistemas digitais da ETE FMC, Marília Martins Bontempo.

    A ideia para construção do equipamento partiu de alunos do 1º ano do Ensino Médio, de 14 a 15 anos, a partir da experiência de um deles, que via a dificuldade do trabalho do avô na roça.

    O projeto foi apresentado em outubro durante a Feira de Projetos Tecnológicos da ETE, a Projete. Agora o foco é implementar melhorias no equipamento para quem saiba no futuro ele possa estar disponível ao mercado.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • CAFÉ: Brasil bate recorde mensal e exporta 3,74 milhões de sacas em outubro

    CAFÉ: Brasil bate recorde mensal e exporta 3,74 milhões de sacas em outubro

    Considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído, o Brasil exportou 3,74 milhões de sacas de café em outubro, estabelecendo um novo recorde mensal. O volume foi 29,1% superior ao total de sacas exportado no mesmo mês de 2017, quando o país exportou 2,9 milhões de sacas. Já em relação a setembro deste ano, quando o Brasil exportou 3,12 milhões de sacas de café, o aumento foi de 20,1%.

    A receita cambial em outubro chegou a US$ 490 milhões, variação positiva de 0,7% em relação ao mês de outubro do ano passado e de 15,3% na comparação com setembro deste ano.

    Com relação às variedades embarcadas, o café arábica representou 82,5% do volume total de café exportado no mês, com mais de 3 milhões de sacas, crescimento de 20,2% na comparação com outubro de 2017.

    O café robusta representou 9,7% das exportações de café em outubro, com 364,7 mil sacas exportadas, aumento de 1.797% em relação com ano passado. Já o café solúvel, por sua vez, representou 7,7% do volume total exportado em outubro, com 288,9 mil sacas. Em relação a outubro de 2017, houve queda de 6,8% na exportação dessa variedade.

    No acumulado do ano civil, o Brasil já registrou um total de 27,5 milhões de sacas exportadas, crescimento de 10,3% na comparação com igual período do ano passado. A receita cambial nessa comparação apresentou queda de 4,9%, alcançando US$ 4 bilhões.

    No período, o café robusta segue chamando a atenção pelo crescimento nas exportações. Até o momento, foram embarcadas 2 milhões de sacas de robusta, crescimento de 874,5% em comparação com os dez primeiros meses do ano passado, quando a estiagem ocorrida no Espírito Santo em 2015/16 havia prejudicado a produção da variedade.

    “Os volumes de exportação de café foram muito positivos o mês de outubro, registrando um novo recorde de volume mensal atingido. Continuamos com os problemas de rolagem dos embarques nos navios, caso contrário, poderíamos ter atingido o patamar de 4 milhões de sacas.  Os dados indicam uma performance positiva para os próximos meses, encerrando o ano civil com bons resultados e consolidando cada vez mais a liderança do Brasil em volumes exportados e o compromisso com a qualidade e a sustentabilidade”, declara Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé.

    Principais destinos

    EUA, Alemanha e Itália seguem sendo os três principais destinos do café brasileiro no ano civil de 2018. Os EUA importaram 4,8 milhões de sacas de café de janeiro a outubro (17,5% do volume total exportado no período); a Alemanha importou 4,27 milhões (15,5%); e a Itália, 2,6 milhões (9,4%).

    Na sequência estão: Bélgica, com 6,9% (1,9 milhão de sacas); Japão, com 6,6% (1,8 milhão de sacas); Reino Unido, com 4% (1,1 milhão de sacas); Turquia, com 2,9% (805 mil sacas); Federação Russa, com 2,7% (746 mil sacas); Canadá, com 2,4% (662 mil sacas) e França, com 2,3% (635 mil sacas).

    Entre os principais destinos, quase todos – exceto EUA, Alemanha e Federação Russa, – compraram mais café brasileiro no ano civil de 2018, comparando com o ano passado. O Reino Unido se destaca com aumento de importação em 124,57% em relação a 2017, seguida da Bélgica, com 34,03%; Itália, com 11,71%; Japão, 5,17%; França, 5,74%; Canadá, 4,57%; e Turquia, 3,23% a mais de importação de café do Brasil, respectivamente.

    Diferenciados

    Em relação aos cafés diferenciados, no ano civil, o Brasil exportou 4,9 milhões sacas, uma participação de 18,1% no volume total do café exportado, e 22,1% da receita cambial. Em relação ao mesmo período de 2017, o volume representou um crescimento de 27,3%.

    Os principais destinos no período foram: Estados Unidos, responsável por 20% (1,01 milhões de sacas); seguido pela Alemanha, com 13,4% (668 mil sacas); Bélgica, com 12,2% (604 mil sacas); Itália, com 8,9% (441 mil sacas); Japão, com 8,7% (431 mil sacas); Reino Unido, com 5,6% (278 mil sacas) e Holanda, com 3,1% (151 mil sacas).

    Preços

    Em outubro, o preço médio da saca de café foi de US$ 130,86/saca, queda de 22% na comparação com outubro de 2017, quando a média era de US$ 167,75/saca.

    Portos

    O Porto de Santos segue na liderança da maior parte das exportações no ano civil, com 81,2% (22,3 milhões de sacas), enquanto que o Porto do Rio de Janeiro aparece na sequência, com 12,1% dos embarques (3,3 milhões de sacas).

    Fonte Notícias Agrícolas

     

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    Roger Campos

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  • A TODO VAPOR: UNIDADE 2 DO MOACYR SUPERMERCADO ESTÁ QUASE PRONTA!

    A TODO VAPOR: UNIDADE 2 DO MOACYR SUPERMERCADO ESTÁ QUASE PRONTA!

    MAIS DE CEM EMPREGOS DIRETOS SERÃO GERADOS!

    O Moacyr Supermercado inaugurará sua nova unidade no bairro Catumbi e seus diretores confirmaram ao Conexão recentemente a geração de mais 100 empregos diretos. De acordo com Denílson Lamaita Miranda, a inauguração está prevista para os meses de janeiro ou fevereiro de 2019.

    Ele disse que cerca de uma centena de postos de trabalho será aberta, inclusive para aqueles que nunca trabalharam, entre 16 e 18 anos, dentro do programa Primeiro Emprego.

    Essa nova loja estará funcionando no bairro Catumbi, com estimativa de mais 100 empregos diretos. É uma loja que trará muito conforto para os nossos clientes, pois terá 1.500 metros quadrados de área de vendas. “Contará com dois amplos estacionamentos cobertos e a exemplo do que acontece na nossa sede principal, contará com todos os setores que temos na Rua Nossa Senhora d’Ajuda, com exceção de vestuário”, explicou o empresário.

    A unidade terá padaria, açougue, setor de frios, hortifrúti e produtos das mais variadas marcas e seguimentos com preços acessíveis.

    O Moacyr Supermercado é uma das empresas que mais gera emprego em Três Pontas. Atualmente são 180 no supermercado e outros 19 no Moacyr Express. Somando os novos 100 empregos, serão quase 300 famílias beneficiadas através dessa estrutura que vem de longa data, sendo sinônimo de tradição, qualidade, eficiência, preço justo e bom atendimento.

    “Os interessados em trabalhar conosco na nova unidade do Moacyr podem trazer seus currículos diretamente aqui no supermercado na Rua Nossa Senhora d’Ajuda. Basta nos procurar aqui no escritório, podendo ser entregue aos nossos funcionários do setor. Diariamente recebemos muitos currículos e estamos de portas abertas para, dentro das possibilidades, atender aqueles que querem trabalhar”, pontuou Denílson Lamaita.

     

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    Roger Campos

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