Categoria: Economia

  • Milhões de internautas assinam petição contra aumento para o STF

    Milhões de internautas assinam petição contra aumento para o STF

    A aprovação de um aumento de 16,38% para os salários de ministros do Supremo Tribunal Federal e do procurador-geral da República — com efeito cascata que poderá gerar gastos superiores a R$ 5 bilhões — revoltou milhões de brasileiros.

    A votação do texto no Senado foi contrária à austeridade fiscal defendida pelas equipes econômicas do governo de Michel Temer (MDB) e do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

    Um abaixo-assinado online, criado pelo partido Novo logo após a aprovação pelo Senado, no dia 7, pede que o presidente Temer vete o aumento. A petição teve uma média de 223 mil subscrições por dia, atingindo 2,663 milhões neste domingo (18).

    Se sancionado por Temer, o salário dos magistrados irá dos atuais R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil mensais. O valor é o mesmo pago a deputados e senadores.

    “O plano dos parlamentares é aumentar o salário dos ministros do STF para ampliar o teto constitucional, assim conseguem aumentar os próprios salários e os de outras funções públicas. Isso causa um efeito cascata e retroativo que o Brasil não suporta mais, com graves consequências posteriores para estados e municípios, muitos já em situação de calamidade financeira”, escreveu o partido Novo na petição, que tem efeito legal ou prático.

    Nenhum representante do Novo foi localizado para comentar o abaixo-assinado.

    Temer aguarda um parecer técnico do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, que deverá servir de embasamento para a decisão sobre o aumento. Mesmo que derrubado pelo presidente, o veto volta para o Congresso, onde os parlamentares poderão votar por manter o reajuste.

    Uma sondagem feita pelo Paraná Pesquisas na semana passada mostrou que nove em cada dez brasileiros acham o aumento injusto.

    A “moeda de troca” do Judiciário, proposta pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, foi abrir mão do auxílio-moradia pago aos magistrados: R$ 4.377,73 mensais (o custo total desse benefício pode chegar a R$ 900 milhões neste ano).

    Para o fundador e secretário-geral da Associação Contas Abertas, Francisco Gil Castello Branco Neto, “é lamentável essa ideia de uma barganha”.

    “Trocar um absurdo antigo por um absurdo novo. Absurdo antigo é o auxílio-moradia da forma como foi concedido, beneficiando juízes e procuradores mesmo quando eles têm imóveis próprios nas cidades onde residem e trabalham. O segundo absurdo é o aumento é irresponsável sob o ponto de vista fiscal, quando o país tem um déficit previsto para o ano que vem de R$ 139 bilhões”, diz.

    O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), defendeu a aprovação do texto, no dia da votação.

    “Essa matéria não aumenta despesa. O próprio presidente da Suprema Corte [ministro Dias Toffoli], assim como a procuradora-geral [Raquel Dodge], ligou para mim dizendo que eu ficasse despreocupado ao votar essa matéria porque há um teto de gastos e que não ultrapassariam em um centavo sequer o teto de gastos das suas instituições.”

    O fundador da Contas Abertas discorda. “Talvez no STF, por serem 11 ministros, e no Ministério Público Federal eles consigam respeitar o teto de gastos. Mas não há como desconsiderar o efeito brutal que isso pode ter nos Estados. Inclusive, 14 Estados já extrapolaram o limite de 60% da receita corrente líquida em gastos com pessoal.”

    A Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado estima que só a União gastaria R$ 1,7 bilhão por ano com o reajuste.

    Nos Estados, o órgão parlamentar estima um custo adicional de R$ 3,6 bilhões, ressalvando, no entanto, que o impacto pode “ser significativamente mais elevado” do que este cálculo.

    Folha de pagamento é a maior despesa

    A principal despesa do Judiciário é com pessoal (ativos e inativos): R$ 18,5 bilhões em 2017 (44% do total), no caso dos tribunais ligados à União. Somente o Supremo desembolsou R$ 417,7 milhões no ano passado para pagar salário de servidores.

    Para efeito de comparação, a Suprema Corte dos Estados Unidos gastou o equivalente a R$ 299,6 milhões (US$ 79,2 milhões) com salários no ano fiscal de 2017 (out/2016 a set/2017).

    O salário dos ministros da Suprema Corte americana aumentou 19,3% em oito anos: de US$ 213,9 mil para US$ 255,3 mil por ano.

    A inflação acumulada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) entre dezembro de 2009 e outubro de 2018 é de 69,75%. Com base nisso, o salário de um ministro do Supremo teria que ser de R$ 46.165,75 se fosse reposta toda a perda monetária do período.

    Gil Castello Branco acrescenta que o argumento da correção salarial é incoerente do ponto de vista social.

    “Isso teria algum sentido se todas as categorias profissionais do Brasil tivessem conseguido uma reposição de perda salarial decorrente da corrosão inflacionária. Estamos elevando os maiores salários do país com 13 milhões de desempregados.”

    Entre os 16 senadores que votaram contra o texto — foram 41 votos favoráveis —, está Cristovam Buarque (PPS-DF). O parlamentar afirmou que “não é hora de dar aumento no teto”.

    “Alguns dizem, eles [ministros do STF] são tão pouquinhos que no conjunto da dívida pública brasileira isso não vai pesar. É simbólico, além do que custa quando se espalhar para todos. É uma vergonha, é uma desmoralização das contas públicas que alguns de nós sempre lutamos para que fossem zeladas.”

    Outro voto contrário foi do senador Reguffe (sem partido-DF). Ele disse que o Executivo, o Legislativo e também o Judiciário já têm “privilégios e mordomias inaceitáveis”.

    “Esse aumento é, na minha opinião, uma verdadeira excrescência, um desrespeito ao contribuinte deste país”, acrescentou.

    Fonte R7

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    Roger Campos

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  • COCATREL PREMIA “MELHORES CAFÉS”

    COCATREL PREMIA “MELHORES CAFÉS”

     

    A Cocatrel, uma das maiores cooperativas de café do mundo, realizou na tarde desta terça-feira (20) um importante evento na Pousada Travessia, contando com as presenças de sua diretoria e funcionários, cooperados, autoridades e demais convidados. O objetivo foi premiar os produtores com os “Melhores Cafés” depositados na cooperativa, na safra 2018/2019.

    O presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito, abriu o evento após um café. Ele destacou a importância de se premiar aqueles que lutam pela qualidade, pela excelência na produção dos cafés especiais.

    Marco Valério Brito, presidente da Cocatrel.

    “2018 foi um ano muito importante para a Cocatrel e que precisa ser celebrado. A confiança depositada pelos cooperados, na cooperativa, um trabalho de preparação para a safra, muito bem feito, a aproximação da Cocatrel com seus cooperados, abrindo 10 pontos de recebimento, em Três Pontas e nas filiais, gerando segurança, agilidade e eficiência para todos, resultaram na quebra de um recorde histórico de recebimento de café.

    O que nos deixa muito felizes é que muito além da quantidade, 2018 foi um ano de cafés de ótima qualidade. Das mais de 44 mil amostras previamente analisadas pelo laboratório central, cerca de 15 mil foram consideradas com potencial e enviadas ao laboratório de cafés especiais da Cocatrel. Dentre todas essas, as 13 melhores, de 13 merecedores produtores, serão hoje aqui premiadas”, destacou.

    Entrega dos Prêmios

    Cada premiado levou para casa além de um troféu, 20 kg do café, torrado e moído, embalados em caixas personalizadas com o nome de cada um. A entrega coube ao superintendente da Cocatrel, Manoel Rabelo Piedade.

    Veja os vencedores:

    Categoria Cereja Descascado

    _ HELCIO ANTONIO CHAGAS REIS, da Fazenda Santo Antônio, em Carmo da Cachoeira. Seu lote dos cafés premiados foi pontuado com 85,5 pontos e possui notas de CARAMELO, Frutas AMARELAS, Frutas CITRICAS e LIMÃO.

    _ JOSÉ CARLOS DOS REIS, da Fazenda Rancho Grande/Pitangueiras, de Três Pontas. A produção de café começou na Fazenda Rancho Grande em 1933, quando o Sr. Aneite Reis herdou 5 hectares de lavouras. A fazenda desenvolveu e aprimorou suas técnicas de produção ao longo do tempo, por meio de muito esforço e dedicação de seus gerentes. Hoje a fazenda é administrada por José Carlos dos Reis e seu filho Flávio Reis. A missão da fazenda é produzir café da mais alta qualidade, sem negligenciar a importância de proteger o meio ambiente e cuidar do bem-estar de seus funcionários. Seu objetivo final é continuar melhorando a qualidade do café visando a satisfação do consumidor.

    O lote dos cafés premiados do José Carlos foi pontuado com 85,5 pontos e possui notas de FRUTAS CÍTRICAS, UVA VERDE, VINHOSO.

    Categoria Natural

    _ AGOSTINHO DE FATIMA MARCELINO – Fazenda Curralinho – Três Pontas. Quando criança, o Sr. Agostinho ajudou seus pais nas lavouras de café da fazenda onde trabalhavam. Desde a tenra idade, ele é apaixonado por café e, quando se casou, decidiu comprar uma pequena fazenda e cultivar café. Ele realmente gosta de trabalhar em seus micro-lotes, pós-colheita, usando vários métodos de preparação. Ele também cria vacas leiteiras com a ajuda de sua família. A Fazenda do Agostinho tem 1,8 hectares.

    O lote dos cafés premiados do Agostinho, foi pontuado com 86 pontos e possui notas de FRUTAS CÍTRICAS, FLORAL, LIMÃO.

    _ ANTENOR DE OLIVEIRA LIMA, da Fazenda Santo Antônio do Monte Alto, de Nepomuceno. Antenor vem de uma família tradicional, de Nepomuceno. É Engenheiro e trabalhou na Petrobras e Eletrobras, aposentando-se na CEMIG, em 1954. Hoje, reside em Belo Horizonte e trabalha como consultor.

    Sua história com os cafés começa em 1982, quando sua mãe faleceu e ele decidiu que precisava criar raízes em Nepomuceno. Decidiu, então, comprar algumas terras e a partir daí, de maneira prazerosa, produzir os cafés de qualidade da Fazenda Santo Antônio do Monte Alto, que fica na divisa de Nepomuceno e Coqueiral. Antenor tem 5 netos, que curtem muito a fazenda, que também é espaço de reunião e lazer da família. Antenor afirma que a premiação é consequência de sua dedicação com muito esmero e paciência.

    O lote dos cafés premiados do Antenor foi pontuado com 86 pontos e possui notas FLORAL de FRUTAS VERMELHAS, CHOCOLATE e DOCE.

    _ CARLOS CESAR COUGO FILHO – Sítio Nossa Senhora Aparecida III – Carmo da Cachoeira. O lote dos cafés premiados do Carlos Cesar foi pontuado com 86 pontos e possui notas de FRUTAS VERMELHAS, DOCE, FRUTADO, VINHOSO.

    _ CARLOS HENRIQUE TEODORO – Fazenda Serrano – Ilicínea. O lote dos cafés premiados do Carlos Henrique foi pontuado com 86 pontos e possui notas de FLORAL, FRUTADO e LIMÃO.

    _ FRANCIS FIGUEIREDO OLIVEIRA – Fazenda Santa Margarida – Três Pontas. Francis Figueiredo Oliveira é casado com Juliana e tem 2 filhos, Elisa e Fábio. Ele é Engenheiro agrônomo, formado pela Universidade Federal de Lavras, em 1993. Desde então dedica-se à Fazenda Santa Margarida, em Três Pontas. A Propriedade foi herdada de seus avós maternos, Urbano Garcia de Figueiredo Neto e Juvendyra Correa de Figueiredo. Há 25 anos Francis dedica-se à renovação de plantações antigas e formação e plantio de novas áreas. Seu objetivo é a produção de Café Natural, procurando agregar qualidade em todas as etapas, até o produto final.

    O lote dos cafés premiados do Carlos Cesar foi pontuado com 85,5 pontos e possui notas de CHOCOLATE, DOCE, FRUTADO, UVA, VINHOSO.

    _ GILBERTO AUGUSTO CAINELLI – Fazenda Zaroca – Três Pontas. A fazenda Zaroca no ano de 1915 era conhecida como fazenda Jararaca e pertencia à dona Maria Brito, avó de Gilberto. Naquela época a produção de café era muito baixa, devido à grande dificuldade das máquinas agrícolas caminhar nas plantações de café da montanha. Após a morte de Dona Maria, a fazenda foi abandonada por algum tempo e, em 2015, Gilberto decidiu voltar à fazenda e iniciar uma nova gestão. Quando assumiu a fazenda, ficou conhecida como Zaroca. Gilberto começou a plantar novas lavouras, com melhores variedades para a produção de cafés especiais. Ele plantou muitas árvores, recuperou a fonte de água e investiu em infraestrutura e novas máquinas agrícolas. Atualmente, Gilberto busca excelência na produção de cafés especiais.

    O lote dos cafés premiados do Gilberto foi pontuado com 88 pontos e possui notas BASTANTE DOCE, FLORAL, FRUTADO, Frutas CITRICAS e CANA DE AÇUCAR.

    _ GLAUCO BEGGIATO CARVALHO – Fazenda São Joaquim – Três Pontas. O lote dos cafés premiados do Glauco, foi pontuado com 86,5 pontos e possui notas de FRUTAS VERMELHAS, MORANGO e FUMO DE ROLO.

    _ GLEISER BOTREL ROSA – Sítio São Sebastião/Barreirinha – Três Pontas. Gleiser Botrel Rosa é um pequeno produtor de café com muita disposição e vontade de crescer. Casado com Regina Célia, eles possuem uma filha, a Vitória. Sua trajetória começa ainda pequeno, quando acompanhava seu pai, Sebastião Vitor Rosa, na fazenda da família. Com o falecimento do pai e do Tio Carlos decidiu arrendar a Barreirinha e fazer o melhor para dar continuidade a tudo o que eles começaram por ali. Na Barreirinha a história dos cafés especiais aconteceu de repente, em 2014. Desde então, Gleizer melhorou sua estrutura e agora seca e beneficia o café no próprio sítio, conta com a ajuda de dois colaboradores e faz todo planejamento necessário para a colheita dos cafés especiais. Gleizer também ficou entre os 10 melhores cafés depositados na cooperativa, na safra 2014/2015. O sítio Barreirinha tem 70 hectares.

    O lote dos cafés premiados do Gleiser, foi pontuado com 86,75 pontos e possui notas de AMORA, FRUTAS VERMELHAS e UVA PASSA.

    _ JOSIAS CARDOSO DE OLIVEIRA – Fazenda Urtiga – Ilicínea. Josias começou a trabalhar com café na pequena propriedade de seus pais em 1987, seu pai era caminhoneiro e ele é quem cuidava de tudo. Ele teve que trabalhar também com caminhão porque seu pai teve um AVC, em 1994. Junto com seus irmãos, adquiriu a propriedade Urtiga. Em 2008 largou o caminhão e passou a dedicar-se somente ao café, procurando sempre aprimorar os conhecimentos para tentar r o melhor café, com a maior qualidade possível. Possui a certificação Fairtrade, está sempre preocupado com a preservação ambiental, e pretende melhorar ainda mais a qualidade de seus cafés.

    O lote dos cafés premiados do Josias, foi pontuado com 86,5 pontos e possui notas de BASTANTE DOCE, FLORAL e CANA DE AÇUCAR.

    Representantes da Cocatrel acompanharam o evento.

    _ OSWALDO GOMES PINTO – Sítio Quatis – Três Pontas. Osvaldo Gomes Pinto e Maria Aparecida Oliveira Pinto são os nomes que representam o sítio Quatis, comprado na década de 80, localizado próximo a serra de Três Pontas, na região de Potreiros, com aproximadamente 20 alqueires. A lavoura foi totalmente formada e cuidada pela família. Todo o cuidado com as plantações, colheita, limpa e secagem do café tem os olhos e diretrizes da família. Seu Osvaldo ficou à frente das atividades até 2005, quando foi acometido por um AVC, após esta data sua esposa e seu filho mais velho, Warley Oliveira Gomes, tornaram-se responsáveis pela manutenção e condução dos trabalhos. Na época da colheita, o casal se muda para o sítio para se dedicarem e focarem exclusivamente na qualidade do café produzido. O sítio representa a união de toda família e esta premiação vem coroar o fruto de toda esta dedicação.

    O lote dos cafés premiados do Osvaldo, foi pontuado com 85,75 pontos e possui notas de FRUTADO, CHOCOLATE e CARAMELO.

    _ VALDECI DOMINGOS NASCIMENTO – Fazenda Alto da Serra – Ilicínea. Durante sua infância, Hudson Vilela trabalhava nas lavouras de café com seu pai. Mais tarde, ele desistiu de seu trabalho como enfermeiro para assumir uma fazenda, em parceria com seu sogro, Valdeci, eles cultivam café nas montanhas de Ilicínea. Na época da colheita, eles precisam da ajuda de alguns colaboradores. A colheita ocorre tardiamente devido à grande altitude. Eles têm um pequeno pátio de secagem e uma caixa estática para preparar os grãos, para que possam fazer micro lotes com muito mais precisão. Sua bela fazenda tem uma excelente vista de todos os penhascos de Ilicínea. Eles estão procurando melhorar a qualidade de seus equipamentos de pós-colheita, para que possam cultivar cafés de melhor qualidade. Área cultivada da fazenda é de 8 hectares.

    O lote dos cafés premiados do Valdeci e do Hudson, foi pontuado com 88 pontos e possui notas LICOROSO, VINHOS, UVA e BASTANTE DOCE.

    Algumas empresas que são parceiras da Cocatrel também foram homenageadas. O Superintendente da Cocatrel, Manoel Rabelo Piedade, fez a entrega dos troféus às empresas que adquiriram lotes dos melhores cafés da cooperativa, na safra 2018/2019.

    Empresas Parceiras

    _ Louis Dreyfus

    _ Sagrados Corações

    _ Unicafé CIA de Comércio Exterior

    _ Valorização

    _ 3 Corações

    _ Stokler

    _ Volcafé

    Confira a galeria de fotos do evento produzida pelo Conexão Três Pontas:

    *Não perca a entrevista completa e exclusiva produzida pelo Conexão com o presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito. 

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    Roger Campos

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  • ZUMBI: 20 de Novembro é o dia da Consciência Negra e feriado em algumas cidades

    ZUMBI: 20 de Novembro é o dia da Consciência Negra e feriado em algumas cidades

    Comemorado em 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra marca o dia da morte de Zumbi dos Palmares, ocorrida em 1695, após anos defendendo o Quilombo de Palmares de expedições que pretendiam escravizar, novamente, os negros que conseguiram fugir. Desde 2003, com a aprovação da Lei 10.639, que instituiu o ensino da História e Cultura Afro-Brasileiras nas escolas, a data foi incluída no calendário escolar como o Dia Nacional da Consciência Negra. Em Três Pontas não foi adotado o 20 de Novembro como feriado.

    Atualmente o Projeto de Lei 296/15, do deputado Valmir Assunção (PT-BA), está em tramitação para transformar a data em feriado nacional. Aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, o projeto segue para análise do Plenário da Câmara. Adotado em diversas cidades espalhadas pelo país, o feriado do Dia da Consciência Negra divide opiniões quando o assunto é torná-lo uma data “não útil”, como por exemplo, o 12 de outubro.

    “O feriado é importante”, afirma a professora Jeruse Romão, presidente do Fórum Estadual de Educação das Relações Étnico-Raciais. Posição que  vai ao encontro, justamente, da discussão feita em torno da necessidade de tornar a data um feriado nacional, o que implicaria, possivelmente, no fechamento do comércio. “Eu ainda vejo como um debate entre a Casa Grande e a senzala. É como se estivessem nos dizendo: como vocês ousam querer um feriado?”, afirma.

    De acordo com ela, o Brasil precisa pensar em atitudes reparatórias e “assumir o seu racismo”, deixando “de lado o discurso de democracia racial” que, para ela, não se sustenta quando, por exemplo, a maioria das vítimas de homicídio é negra ou quando entidades representativas de setores comerciais e industriais se organizam para derrubar um feriado que lembra a luta da população negra no país.

    “A Consciência Negra não é dizer que os negros contribuíram para a formação e desenvolvimento do país, é ter consciência de que os negros foram os primeiros trabalhadores do Brasil, que foram os negros que construíram o país”, diz.

    Prejuízos no comércio

    Marco Antônio Guimarães, gerente executivo jurídico de riscos e compliance do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Paraná), concorda que a data em que se celebra a participação da população negra na construção da sociedade brasileira precisa ser lembrada e propagada. Para ele, o Dia da Consciência Negra é necessário e precisa figurar entre as datas comemorativas do Brasil. O que não seria interessante e viável, na visão dele, é transformar o 20 de novembro em um feriado nacional.

    Criação ou extinção de feriados depende de lei

    Em 2017, foram 16 os feriados registrados no Brasil, o que o coloca em uma posição confortável se comparado a outros países. O ranking é liderado por Bangladesh, que supera os 30 dias de feriado no ano, enquanto o Brasil ocupa a 46ª posição.

    O trâmite legal para tornar uma data comemorativa é bastante simples. O caminho começa nas comissões, passa pela CCJ e se encerra no Plenário — onde o PL que torna o Dia da Consciência Negra feriado encontra-se no momento, aguardando para ser analisado.  A partir do momento que um projeto passa a ser considerado lei, ou seja, é aprovado e torna, efetivamente, a data em feriado, aquele dia passa a ser considerado um dia de descanso remunerado, tendo o mesmo efeito que o domingo.

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    Roger Campos

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  • CAFÉ: Robôs prometem agilizar processos de plantio e secagem em terreiros em MG

    CAFÉ: Robôs prometem agilizar processos de plantio e secagem em terreiros em MG

    Dois protótipos desenvolvidos por alunos de instituições de Santa Rita do Sapucaí (MG) prometem agilizar os processos de plantio e secagem do café em terreiros. O “Robocoffee” ou “Robô do Café” e o robô plantador ainda estão em estágio inicial, mas prometem mudar em breve a vida de produtores rurais.

    Do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), vem o projeto do Robocoffee ou Robô do Café. Por enquanto, ele é apenas um protótipo feito de MDF. Mas pelo pouco do que foi mostrado na prática a nova “tecnologia” promete facilitar e dar maior qualidade de vida a quem depende do trabalho no campo.

    “O robô do café ajuda o lavrador tanto no manejo do café, quanto na locação da mão de obra no terreiro. Enquanto no terreiro você precisa de duas, três pessoas para fazer o movimento do café, o robô faz todo o trabalho sozinho e precisa apenas de uma pessoa para controlar à distância. Além de não fazer todo o trabalho braçal, ele vai estar imune à exposição direta aos raios solares”, explica o estudante Lucas Pereira Santos, um dos idealizadores do projeto.

    O protótipo, construído por alunos do 1º período, foi apresentado recentemente na Feira Tecnológica do Inatel, a Fetin, que aconteceu em setembro. O robô é guiado por um controle remoto que tem alcance de até 100 metros.

    “Se ele (o produtor) quiser ele pode ficar sentado na sombra que o carrinho faz todo o processo. À medida que o carrinho vai passando em cima do café, uma haste vai dando o movimento do café no terreiro, fazendo com que o café gire constantemente, várias vezes ao dia, para o sol bater por completo no grão, fazendo a secagem inteira e não de uma parte só”, explica o estudante Igor Honorato Martins.

    Os inventores do Robocoffe também garantem que a nova tecnologia é mais sustentável, pois preserva o meio ambiente.

    “Hoje em dia é comum o uso da moto no terreiro. E a moto, como ela é movida a combustível, ela polui tanto o meio ambiente quanto o próprio grão de café, quando ela solta resíduos. Esse carrinho não causa nenhum dano ao meio ambiente e a gente pensa em aprimorar o sistema com placas solares, que vão ajudar a alimentar a bateria”, conta Igor.

    Para quem vive na roça, a chegada de um “robô” para fazer o trabalho rural causa estranheza em um primeiro momento, mas ajuda a abrir uma boa perspectiva de futuro.

    “O Robocoffé tem muito a oferecer para o trabalhador, porque a tecnologia vem ajudar não a tirar o serviço de uma pessoa, mas tirar um serviço braçal repetitivo e você economiza tempo e dinheiro para fazer outras atividades que vão agregar mais para o cafeicultor”, reforça o supervisor do Laboratório de Inovação FabLab, do Inatel, Juliano Ubiraci dos Santos.

    Segundo os alunos, o próximo passo agora é modernizar o protótipo, para que ele auxilie o produtor a monitorar a qualidade do café.

    “A gente tem a ideia de melhorar a mecânica do projeto e também inserir certos sensores que medem alguns parâmetros que são essenciais para o produtor conseguir acompanhar a qualidade do café”, conta Lucas Pereira Santos.

    Ainda não há uma data prevista para quando o Robocoffee possa estar disponível ao mercado.

    Robô plantador

    Um outro projeto que promete melhorar a produtividade na agricultura e que também está em desenvolvimento em Santa Rita do Sapucaí, mas na ETE FMC, a Escola Técnica de Eletrônica, é o robô plantador. A máquina pretende auxiliar o agricultor no plantio não só do café, mas de várias outras culturas.

    “Ele é um robô que foi criado para automatização dos processos agrícolas de plantação de sementes variadas. Existem máquinas que atuam nesse segmento, mas hoje elas precisam de uma pessoa para manusear. A ideia foi construir algo mais automatizado, que é comandado através de um aplicativo. Qualquer pessoa, independente de idade e até mesmo de localização, pois não precisa estar na fazenda, pode acompanhar os resultados da máquina. Além disso você pode ganhar em produtividade, porque ela pode trabalhar à noite, em diversos horários”, explica a professora de sistemas digitais da ETE FMC, Marília Martins Bontempo.

    A ideia para construção do equipamento partiu de alunos do 1º ano do Ensino Médio, de 14 a 15 anos, a partir da experiência de um deles, que via a dificuldade do trabalho do avô na roça.

    O projeto foi apresentado em outubro durante a Feira de Projetos Tecnológicos da ETE, a Projete. Agora o foco é implementar melhorias no equipamento para quem saiba no futuro ele possa estar disponível ao mercado.

    Fonte G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

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  • CAFÉ: Brasil bate recorde mensal e exporta 3,74 milhões de sacas em outubro

    CAFÉ: Brasil bate recorde mensal e exporta 3,74 milhões de sacas em outubro

    Considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído, o Brasil exportou 3,74 milhões de sacas de café em outubro, estabelecendo um novo recorde mensal. O volume foi 29,1% superior ao total de sacas exportado no mesmo mês de 2017, quando o país exportou 2,9 milhões de sacas. Já em relação a setembro deste ano, quando o Brasil exportou 3,12 milhões de sacas de café, o aumento foi de 20,1%.

    A receita cambial em outubro chegou a US$ 490 milhões, variação positiva de 0,7% em relação ao mês de outubro do ano passado e de 15,3% na comparação com setembro deste ano.

    Com relação às variedades embarcadas, o café arábica representou 82,5% do volume total de café exportado no mês, com mais de 3 milhões de sacas, crescimento de 20,2% na comparação com outubro de 2017.

    O café robusta representou 9,7% das exportações de café em outubro, com 364,7 mil sacas exportadas, aumento de 1.797% em relação com ano passado. Já o café solúvel, por sua vez, representou 7,7% do volume total exportado em outubro, com 288,9 mil sacas. Em relação a outubro de 2017, houve queda de 6,8% na exportação dessa variedade.

    No acumulado do ano civil, o Brasil já registrou um total de 27,5 milhões de sacas exportadas, crescimento de 10,3% na comparação com igual período do ano passado. A receita cambial nessa comparação apresentou queda de 4,9%, alcançando US$ 4 bilhões.

    No período, o café robusta segue chamando a atenção pelo crescimento nas exportações. Até o momento, foram embarcadas 2 milhões de sacas de robusta, crescimento de 874,5% em comparação com os dez primeiros meses do ano passado, quando a estiagem ocorrida no Espírito Santo em 2015/16 havia prejudicado a produção da variedade.

    “Os volumes de exportação de café foram muito positivos o mês de outubro, registrando um novo recorde de volume mensal atingido. Continuamos com os problemas de rolagem dos embarques nos navios, caso contrário, poderíamos ter atingido o patamar de 4 milhões de sacas.  Os dados indicam uma performance positiva para os próximos meses, encerrando o ano civil com bons resultados e consolidando cada vez mais a liderança do Brasil em volumes exportados e o compromisso com a qualidade e a sustentabilidade”, declara Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé.

    Principais destinos

    EUA, Alemanha e Itália seguem sendo os três principais destinos do café brasileiro no ano civil de 2018. Os EUA importaram 4,8 milhões de sacas de café de janeiro a outubro (17,5% do volume total exportado no período); a Alemanha importou 4,27 milhões (15,5%); e a Itália, 2,6 milhões (9,4%).

    Na sequência estão: Bélgica, com 6,9% (1,9 milhão de sacas); Japão, com 6,6% (1,8 milhão de sacas); Reino Unido, com 4% (1,1 milhão de sacas); Turquia, com 2,9% (805 mil sacas); Federação Russa, com 2,7% (746 mil sacas); Canadá, com 2,4% (662 mil sacas) e França, com 2,3% (635 mil sacas).

    Entre os principais destinos, quase todos – exceto EUA, Alemanha e Federação Russa, – compraram mais café brasileiro no ano civil de 2018, comparando com o ano passado. O Reino Unido se destaca com aumento de importação em 124,57% em relação a 2017, seguida da Bélgica, com 34,03%; Itália, com 11,71%; Japão, 5,17%; França, 5,74%; Canadá, 4,57%; e Turquia, 3,23% a mais de importação de café do Brasil, respectivamente.

    Diferenciados

    Em relação aos cafés diferenciados, no ano civil, o Brasil exportou 4,9 milhões sacas, uma participação de 18,1% no volume total do café exportado, e 22,1% da receita cambial. Em relação ao mesmo período de 2017, o volume representou um crescimento de 27,3%.

    Os principais destinos no período foram: Estados Unidos, responsável por 20% (1,01 milhões de sacas); seguido pela Alemanha, com 13,4% (668 mil sacas); Bélgica, com 12,2% (604 mil sacas); Itália, com 8,9% (441 mil sacas); Japão, com 8,7% (431 mil sacas); Reino Unido, com 5,6% (278 mil sacas) e Holanda, com 3,1% (151 mil sacas).

    Preços

    Em outubro, o preço médio da saca de café foi de US$ 130,86/saca, queda de 22% na comparação com outubro de 2017, quando a média era de US$ 167,75/saca.

    Portos

    O Porto de Santos segue na liderança da maior parte das exportações no ano civil, com 81,2% (22,3 milhões de sacas), enquanto que o Porto do Rio de Janeiro aparece na sequência, com 12,1% dos embarques (3,3 milhões de sacas).

    Fonte Notícias Agrícolas

     

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  • A TODO VAPOR: UNIDADE 2 DO MOACYR SUPERMERCADO ESTÁ QUASE PRONTA!

    A TODO VAPOR: UNIDADE 2 DO MOACYR SUPERMERCADO ESTÁ QUASE PRONTA!

    MAIS DE CEM EMPREGOS DIRETOS SERÃO GERADOS!

    O Moacyr Supermercado inaugurará sua nova unidade no bairro Catumbi e seus diretores confirmaram ao Conexão recentemente a geração de mais 100 empregos diretos. De acordo com Denílson Lamaita Miranda, a inauguração está prevista para os meses de janeiro ou fevereiro de 2019.

    Ele disse que cerca de uma centena de postos de trabalho será aberta, inclusive para aqueles que nunca trabalharam, entre 16 e 18 anos, dentro do programa Primeiro Emprego.

    Essa nova loja estará funcionando no bairro Catumbi, com estimativa de mais 100 empregos diretos. É uma loja que trará muito conforto para os nossos clientes, pois terá 1.500 metros quadrados de área de vendas. “Contará com dois amplos estacionamentos cobertos e a exemplo do que acontece na nossa sede principal, contará com todos os setores que temos na Rua Nossa Senhora d’Ajuda, com exceção de vestuário”, explicou o empresário.

    A unidade terá padaria, açougue, setor de frios, hortifrúti e produtos das mais variadas marcas e seguimentos com preços acessíveis.

    O Moacyr Supermercado é uma das empresas que mais gera emprego em Três Pontas. Atualmente são 180 no supermercado e outros 19 no Moacyr Express. Somando os novos 100 empregos, serão quase 300 famílias beneficiadas através dessa estrutura que vem de longa data, sendo sinônimo de tradição, qualidade, eficiência, preço justo e bom atendimento.

    “Os interessados em trabalhar conosco na nova unidade do Moacyr podem trazer seus currículos diretamente aqui no supermercado na Rua Nossa Senhora d’Ajuda. Basta nos procurar aqui no escritório, podendo ser entregue aos nossos funcionários do setor. Diariamente recebemos muitos currículos e estamos de portas abertas para, dentro das possibilidades, atender aqueles que querem trabalhar”, pontuou Denílson Lamaita.

     

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  • IPVA: Minas dará desconto extra a quem pagou em dia nos últimos 2 anos

    IPVA: Minas dará desconto extra a quem pagou em dia nos últimos 2 anos

    Proprietários de automóveis que pagaram o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e a Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículos (TRLAV), de 2017 e 2018, rigorosamente em dia terão desconto de 3% sobre o IPVA que será cobrado em 2019. A informação foi divulgada pelo governo de Minas Gerais e detalha que a aplicação do desconto valerá para quem também quitou em dia outros débitos, como multas e seguro Dpvat.

    Esse tipo de abatimento do imposto é cumulativo para quem realiza o pagamento do IPVA em parcela única, que já tem desconto de 3%. Ou seja, quem pagou os tributos anteriores em dia e quitar de uma só vez o IPVA em 2019 terá um desconto total de 6%.

    O governo esclarece ainda que o programa não tem prazo de validade. Isso significa que o proprietário de veículo que, porventura, não esteja apto a receber o desconto em 2019, poderá requerê-lo no futuro – desde que regularize a situação por dois anos consecutivos.

    O desconto é dado pelo número do Renavam, ou seja, acompanha cada veículo, e não o proprietário. Isso quer dizer que quem comprar um automóvel cujo dono anterior manteve-se em dia com o Estado poderá usufruir do benefício.

    Condições

    Em relação a 2017, será considerado em situação de total adimplência o contribuinte que tenha quitado o IPVA e a TRLAV e teve seu veículo licenciado até 31 de outubro de 2017. Já relativamente ao ano de 2018, o contribuinte deve ter abatido sua dívida até o prazo estipulado pela Portaria 406/2018 do DETRAN/MG, que estabeleceu o cronograma de cobrança do documento de 2018.

    O desconto de 3% será concedido automaticamente. Por causa disso, não haverá necessidade de o proprietário fazer qualquer solicitação prévia.

    Fonte VOL

     

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  • COCATREL brilha na Semana Internacional do Café.

    COCATREL brilha na Semana Internacional do Café.

    Linha da cafés Montrês e de presentes marca inovação da cooperativa.

    A Cocatrel sempre presente nos principais eventos ligados à cafeicultura, no Brasil e no mundo, patrocinou novamente a Semana Internacional do Café, que aconteceu entre os dias 7 e 9 de novembro, em Belo Horizonte. O estande foi palco do lançamento da nova linha de cafés especiais da Cocatrel, a Montrês, além de espaço para reuniões com os principais importadores e torrefadores do mundo.

    A Semana Internacional do Café foi, também, o último momento de feira no ano, para os cooperados que ainda não conseguiram comprar defensivos e fertilizantes, inclusive através da troca por café, em todas as filiais da Cocatrel.

    As Novidades

    Esse ano a Cocatrel apresentou duas novidades no estande da SIC. A primeira é a nova linha de cafés Montrês, com notas e aromas únicos e especiais, em três opções:

    _Bordô – com notas de vinho, toque bem acentuado de uva e maçã e acidez brilhante.

    _Marsala – chega com notas de chocolate, avelã e amêndoas, além de um toque especial de frutas cítricas.

    _Carmim – tem notas de frutas vermelhas, morango e tutti-frutti. Toques de frutas bem maduras tornam seu corpo e doçura intensos.

    Produzidos no Sul de Minas Gerais, os cafés Montrês utilizam, como matéria-prima, os melhores grãos especiais de café 100% arábica, em um encontro de aromas e notas que irá surpreender. Cafés cuidadosamente selecionados, com atenção à produção desde a origem até a xícara, eles proporcionarão uma experiência única para os paladares mais exigentes.

    O mercado de cafés tem uma demanda cada vez mais crescente por cafés de qualidade, certificados, com produções sustentáveis.

    Reforçando a modernidade implementada pela atual diretoria, a Cocatrel também lançou uma linha de presentes para todos aqueles que gostam de café, que vivem com a energia que ele nos dá e as riquezas em nossa cidade através da pujante economia. “É pra presentear amigos, parentes ou até você mesmo. São lindas camisetas, canecas, chinelos, bonés e bolsa térmica personalizadas para você que ama café”, explicou a Cocatrel.

    Veja a galeria de fotos:

     

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  • GÁS DE COZINHA MAIS CARO a partir desta terça-feira (06/11), anuncia Petrobras

    GÁS DE COZINHA MAIS CARO a partir desta terça-feira (06/11), anuncia Petrobras

     

    O preço do gás de cozinha será reajustado pela Petrobras a partir desta terça-feira, 6 de novembro (06/11). O Sindigás, que representa as empresas distribuidoras, afirmou que os preços devem aumentar entre 8,2% a 9%, no caso do GLP para embalagens de até 13 kg.

    A revisão do preço para consumo residencial representa em valores R$ 25,07, um reajuste de R$ 1,97 por botijão. No ano, a alta acumulada é de 2,8%. Desde janeiro, a estatal reajusta o botijão de gás trimestralmente. Em janeiro e abril, os valores foram reduzidos e em julho, elevado.

    Desde o início do ano, revisões trimestrais são feitas. A estatal realiza o segundo aumento de preço seguido após dois trimestres de diminuição de preços.

    Apesar do aumento, o Sindigás estima que o preço ainda esteja 29% abaixo da média praticada no mercado internacional no caso dos botijões de até 13 kg.

    No caso do GLP empresarial, os preços no mercado aparecem 52,4% maior em comparação com o gás de cozinha.

    Fonte O Povo Online

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  • Horário de Verão já está valendo em 10 estados e no DF.

    Horário de Verão já está valendo em 10 estados e no DF.

    “ACERTE O SEU PELO MEU, RELÓGIO QUE ATRASA NÃO ADIANTA”.

    Esse bordão ficou muito conhecido na rádio do sul de Minas. É de autoria do mais importante radialista da história de Três Pontas, Rui Quintão, responsável, dentre outras coisas, pelo lançamento do cantor e compositor Milton Nascimento no cenário musical. E por conta da entrada em vigor do horário de verão, essa frase está atualíssima. Os relógios já foram adiantados em uma hora. Fique atento!

    Radialista Rui Quintão não deixava nenhum ouvinte “perder a hora”.

    O horário de verão de 2018 começou na primeira hora deste domingo (4). Desde meia-noite, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal foram orientados a adiantar o relógio em uma hora.

    O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) e irá vigorar até o terceiro domingo de fevereiro de 2019 (dia 17).

    Este ano, o horário de verão foi encurtado. Até o ano passado, ele se iniciava no terceiro domingo de outubro. Em dezembro de 2017, o presidente Michel Temer assinou decreto que encurtou a duração do horário de verão, atendendo a pedido do Tribunal Superior Eleitoral, para que o início do horário de verão não ocorresse entre o primeiro e o segundo turno da eleição.

    O Palácio do Planalto chegou a informar no início do mês que, a pedido do Ministério da Educação, a entrada em vigor do horário seria adiada para dia 18 de novembro, a fim de não prejudicar provas do Enem, mas acabou decidindo manter a data de 4 de novembro.

    Relógios fora de hora

    As mudanças na data de início do horário de verão chegaram a causar confusão. No dia 15 de outubro, usuários de telefone celular reclamaram da mudança automática do horário em seus aparelhos para o horário de verão.

    No Twitter, muitos consumidores reclamaram ter perdido uma hora de sono em pleno retorno de feriado e cobraram explicações da TIM. A maioria relatou ter um iPhone, mas também houve queixas de donos de aparelhos com sistema Android.

    Na semana seguinte, mais clientes de operadoras de celular passaram pela mesma situação, em que os relógios de seus aparelhos foram adiantados de forma automática para o horário de verão. Em São Paulo, alguns relógios de rua também foram adiantados e mostravam horário de verão na manhã do domingo (21).

    O SindiTeleBrasil, sindicato responsável pelas operadoras de telefonia, afirmou que as empresas já programaram o início do horário de verão em suas redes e serviços.

    Apesar disso é preciso estar atento para que a função “data e hora” do celular esteja em modo de busca automática pelo horário da rede operadora, afirma o SindiTeleBrasil. Caso contrário o aparelho não fará a atualização automaticamente.

    Fim do horário de verão

    O fim do horário de verão chegou a ser analisado pelo governo.

    Um estudo do Ministério de Minas Energia apontou queda na efetividade da iniciativa, já que o perfil do consumo de eletricidade não estava mais ligado diretamente ao horário, mas sim à temperatura. Os picos de consumo foram registrados nas horas mais quentes do dia.

    O Horário Brasileiro de Verão foi instituído pelo então presidente Getúlio Vargas, pela primeira vez, entre 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. Sua adoção foi posteriormente revogada em 1933, tendo sido sucedida por períodos de alternância entre sua aplicação ou não, e também por alterações entre os Estados e as regiões que o adotaram ao longo do tempo.

    De acordo com o decreto nº 6.558, de 08 de setembro de 2008, modificado pelo decreto nº 9.242, de 15 de dezembro de 2017, a hora de verão fica instituída no Brasil da seguinte forma:

    “Fica instituída a hora de verão, a partir de zero do primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente, em parte do território nacional, adiantada em sessenta minutos em relação à hora legal. No ano em que houver coincidência entre o domingo previsto para o término da hora de verão e o domingo de carnaval, o encerramento da hora de verão dar-se-á no domingo seguinte. A hora de verão vigorará nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal”.

    O horário de verão também é adotado em países como Canadá, Austrália, Groelândia, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Por outro lado, Rússia, China e Japão, por exemplo, não implementam esta medida.

    O Ministério de Minas e Energia disponibiliza perguntas e respostas sobre o horário de verão.

    Fonte G1

     

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  • COCATREL: Grande número de floradas pode influenciar na qualidade do café

    COCATREL: Grande número de floradas pode influenciar na qualidade do café

    Na região Sul de Minas Gerais, a safra 2018 apresentou cargas altas, sendo muito satisfatória pelas condições climáticas, qualidade de bebida, entre outros aspectos. Assim, visando a recuperação das lavouras, grandes áreas cafeeiras foram submetidas ao esqueletamento e, portanto, não terão produção no ano de 2019. Focando na safra agrícola 2018/2019, a ocorrência de diversas floradas com início antecipado foi verificada na região, sendo a primeira delas em meados de agosto e a última, com abertura das flores, no dia 20 de outubro.

    Constatamos que lavouras vindas de esqueletamento e baixas produções no último ano, apresentaram uma boa florada. Em contrapartida, lavouras com produções médias, demonstraram-se irregulares, muitas vezes apresentando floradas somente de capote. Abortamento de florada e seca de ramos também vem sendo variáveis muito verificadas nos cafezais da região.

    Esse grande número de floradas, comentado anteriormente, pode trazer algumas consequências no manejo do cafeeiro e na colheita do próximo ano, assim gostaríamos de alertar todos os cooperados da COCATREL para esse fato. O primeiro ponto de atenção é em relação a broca-do-cafeeiro, devido aos diferentes estádios de granação dos frutos, ao inverno chuvoso e aos frutos remanescentes da colheita, a broca pode permanecer por um maior período nas lavouras causando maiores danos em relação a anos anteriores. Fato esse que vai demandar um monitoramento maior e constante por parte dos produtores em relação a praga afim de verificar o momento correto do controle.

    Outro ponto de atenção é em relação a colheita, que pode ser afetada em toda a sua extensão. A granação irregular do cafeeiro e desuniformidade de maturação dos frutos poderão dificultar o ponto ideal do início da colheita, visto que o cafeeiro apresentará grande número de frutos verdes. O final da colheita também pode sofrer interferência por frutos que podem vir a cair no chão, levando a uma maior quantidade de café de varrição. Com isso, verificamos que cada ano agrícola apresenta sua particularidade, sendo que neste ano observamos o início das chuvas mais cedo, contribuindo para início da vegetação do cafeeiro e grande número de floradas, os quais resultam em um maior manejo dos tratos culturais e fitossanitários do cafeeiro com o objetivo de evitar eventuais perdas qualitativas e quantitativas.

    Fonte Cocatrel

     

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  • ENTREVISTA: Pres. da Cocatrel faz balanço sobre o ano de 2018 para o café e de novidades para o próximo ciclo

    ENTREVISTA: Pres. da Cocatrel faz balanço sobre o ano de 2018 para o café e de novidades para o próximo ciclo

    Três Pontas continua sendo uma cidade extremamente dependente da cafeicultura. A base da economia da cidade de 56 mil habitantes vive um momento de crescimento. Para entender melhor essa fase, o ano de 2018 para o café e as projeções para o próximo ciclo, o Conexão conversou com uma das maiores autoridades em cafeicultura, o atual presidente da Cocatrel, Marco Valério Brito. Liderando uma das maiores cooperativas de café do mundo, ele também algumas novidades para o cooperado. Veja o vídeo:

     

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