Categoria: Economia

  • DINHEIRO: Mega-Sena acumula novamente e pode pagar R$ 50 milhões no próximo sorteio

    DINHEIRO: Mega-Sena acumula novamente e pode pagar R$ 50 milhões no próximo sorteio

    Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.807 da Mega-Sena, sorteadas na noite deste sábado (9), em São Domingos (SC).  Veja os números sorteados: 01 – 15 – 16 – 22 – 25 – 43

    Segundo a Caixa Econômica Federal, o prêmio principal, agora acumulado há cinco concursos, pode chegar a R$ 50 milhões na quarta-feira (13).

    A quina teve 94 acertadores, que receberão, cada um, R$ 41.428,63. Na quadra, foram 7.609 os que acertaram quatro números – cada um receberá R$ 731,14. A últimas vez que alguma aposta teve as seis dezenas foi no concurso 1.800.

     A aposta mínima na Mega-Sena é de R$ 3,50 e pode ser feita até uma hora antes do sorteio, nas mais de 13 mil casas lotéricas do país. A chance de acertar a Mega é de uma em 50 milhões.

    (Com informações do Bol)

  • DINHEIRO: Salário médio cai 7,5% em um ano, para R$ 2.227,50; Salvador lidera queda

    DINHEIRO: Salário médio cai 7,5% em um ano, para R$ 2.227,50; Salvador lidera queda

    Descontando o efeito da inflação, o resultado representa uma queda de R$ 180,03 (-7,5%) em relação a fevereiro do ano passado (R$ 2.407,53). Na comparação com janeiro (R$ 2.262,51), a queda foi de R$ 35,01 (-1,5%). Esses são números médios e podem variar.
     
    Os dados são da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) e foram divulgados nesta quarta-feira (23) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A mesma pesquisa também indicou que o desemprego no país foi de 8,2% em fevereiro, o maior para o mês desde 2009.
    O salário médio dos brasileiros caiu nas seis regiões pesquisadas pelo IBGE de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016. A maior queda foi notada em Salvador, onde a renda média caiu para R$ 1.653,60 em fevereiro –R$ 236,45 a menos (-12,5%) que no ano anterior.
     
    Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:
     
    Salvador: de R$ 1.890,05 para R$ 1.653,60 (R$ 236,45 a menos, ou -12,5%);
    Recife: de R$ 1.839,43 para R$ 1.647,80 (R$ 191,63 a menos, ou -10,4%).
    Rio de Janeiro: de R$ 2.662,80 para R$ 2.434,90 (R$ 227,9 a menos, ou -8,6%);
    Belo Horizonte: de R$ 2.223,65 para R$ 2.073,40 (R$ 150,25 a menos, ou -6,8%);
    São Paulo: de R$ 2.486,99 para R$ 2.324,10 (R$ 162,89 a menos, ou -6,6%);
    Porto Alegre: de R$ 2.406,81 para R$ 2.278,80 (R$ 128,01 a menos, ou -5,3%);
     
    Construção tem maior queda
    A queda nos salários em um ano foi sentida pelos trabalhadores de todos os setores da economia analisados pela pesquisa. A maior perda percentual foi registrada pela construção: -12,8%. Em números absolutos, também foram os funcionários da construção que mais perderam dinheiro: R$ 289,50 a menos que em fevereiro de 2015.
     
    Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:
     
    Construção: de R$ 2.256,10 para R$ 1.966,60 (R$ 289,50 a menos, ou -12,8%);
    Comércio: de R$ 1.956,33 para R$ 1.768,80 (R$ 187,53 a menos, ou -9,6%);
    Indústria: de R$ 2.451,35 para R$ 2.236,40 (R$ 214,95 a menos, ou -8,8%);
    Outros serviços: de 2.100,67 para R$ 1.943,60 (R$ 157,07 a menos, ou -7,5%);
    Educação, saúde e administração pública: de R$ 3.349,20 para R$ 3.131,10 (R$ 218,10 a menos, ou -6,5%);
    Serviços prestados às empresas: de R$ 2.858,28 para R$ 2.716,80 (R$ 141,48 a menos, ou -4,9%);
    Serviços domésticos: de R$ 1.061,04 para R$ 1.014,90 (R$ 46,14 a menos, ou -4,3%).
     
    Empregados com carteira perderam R$ 141,12
     
    A maior perda percentual em um ano foi registrada entre os funcionários com carteira assinada: -6,4%. Eles também foram os que mais saíram perdendo em números absolutos.
    Veja quanto caiu a renda média de fevereiro de 2015 para fevereiro de 2016:
     
    Empregados com carteira assinada: de R$ 2.196,52 para R$ 2.055,40 (R$ 141,12 a menos, ou -6,4%);
    Empregados sem carteira assinada: de R$ 1.722,69 para R$ 1.631,90 (R$ 90,79 a menos, ou -5,3%);
    Trabalhadores por conta própria: de R$ 2.061,73 para R$ 1.985,30 (R$ 76,43 a menos, ou -3,7).
    Militares e funcionários públicos: de R$ 4.029,71 para R$ 3.889,80 (R$ 139,91 a menos, ou -3,5%);
    Com informações do BOL
  • CONTA DE LUZ: taxa extra diminui neste mês e deixa de ser cobrada em abril

    CONTA DE LUZ: taxa extra diminui neste mês e deixa de ser cobrada em abril

    A conta de luz dos brasileiros deve ficar cerca de 3% mais barata neste mês, com a mudança na cobrança extra. Em abril, deve cair ainda mais. Desde janeiro de 2015, as contas passaram a ter uma cobrança extra, chamada de bandeira vermelha, para compensar gastos mais altos para gerar energia. Nos últimos meses, essa bandeira foi mudando de cor.

    Até janeiro deste ano, a bandeira era vermelha e a taxa extra era de R$ 4,50 para cada R$ 100 kW/h consumidos;

    Em fevereiro, passou para bandeira “rosa” e a taxa caiu para R$ 3 para cada R$ 100 kW/h;

    Agora em março, a bandeira muda para amarela e a taxa cai para R$ 1,50 a cada 100 kW/h;

    Em abril, entra em vigor a bandeira verde e a taxa extra deixa de ser cobrada.

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    Pouca chuva, conta mais cara

    Quando há pouca chuva, o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas cai, o que diminui a produção de energia. Para compensar essa queda, o governo manda acionar usinas termelétricas, a carvão, que são mais caras. Foi o que aconteceu no país desde 2013.

    Foi criada, então, a bandeira vermelha, essa cobrança extra na conta de luz para bancar esses custos maiores na produção de energia. Neste ano, a situação melhorou: choveu mais e subiu o volume dos reservatórios das hidrelétricas. Além disso, o consumo das famílias e indústrias caiu, e novas usinas começaram a funcionar.

    Mesmo assim, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pede que os consumidores façam o uso eficiente de energia elétrica e combatam os desperdícios.

    (Com informações do Bol)

  • ECONOMIA: Classe C devolve aos bancos o carro tão sonhado

    ECONOMIA: Classe C devolve aos bancos o carro tão sonhado

    É o fim do sonho do primeiro automóvel da “classe média emergente”, a conhecida por “classe C”. Muitos têm sido obrigados a devolver aos bancos o carro financiado ou deixa-los parados. Além das prestações intermináveis, os compradores de carros na classe C já não suportam o custo do combustível. O governo reduziu o IPI para melhorar as vendas e agora sufoca o comprador com os preços da gasolina e do álcool.

    Para muitos economistas, o governo Dilma fez o Brasil regredir 13 anos: a produção de automóveis, em janeiro de 2016, foi igual a de janeiro de 2003.

    “O objetivo do governo petista não era viabilizar carro novo para a nova classe C, mas ajudar a indústria automobilística a aquecer as vendas”, diz o jornalista Cláudio Humberto.

    Do final do governo Lula à era Dilma, as montadoras de automóveis foram beneficiadas por 22 medidas, sobretudo de renúncia fiscal.

  • EXCLUSIVO: Demissões e endividamento marcam economia trespontana nos primeiros meses do ano.

    EXCLUSIVO: Demissões e endividamento marcam economia trespontana nos primeiros meses do ano.

    Cheques sem fundos atingem recorde para meses de janeiro em todo Brasil, mostra Serasa.

    A proporção de cheques devolvidos por falta de fundos no país, em janeiro, atingiu 2,41%, segundo o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Essa foi a maior taxa já registrada para esse mês, nos últimos 24 anos.

    A série histórica começou em 1991 e, até agora, o índice mais elevado em janeiro havia sido registrado 2,29%, em 2009. Em igual período do ano passado, a devolução atingiu 2,06% do total de emissões e, em dezembro, a taxa ficou em 2,42%. Na análise dos economistas da Serasa Experian, esse resultado “é consequência direta do aprofundamento da recessão econômica, do aumento do desemprego e da queda do poder de compra da população”.

    Em Três Pontas, a economia sofreu retração forte nos primeiros dois meses de 2016, que só foi amenizada pela cafeicultura, que continua tendo papel vital. O Presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, falou ao Conexão sobre as dificuldades de janeiro e fevereiro e o que vem por aí a partir de março.

    “A inadimplência cresceu no Brasil. Até novembro tínhamos uma situação confortável aqui em Três Pontas por causa do dinheiro do café. De dezembro para cá, com as vendas de natal menores, houve retração da economia, crescentes demissões em janeiro e fevereiro, fazendo que que a inadimplência crescesse. Percentuais, números de demissões, da inadimplência só em abril, por causa do levantamento do primeiro trimestre de 2016”, disse o líder do setor comercial.

    Para Michel, cheques sem fundo não tem crescido substancialmente em Três Pontas porque o cartão de credito vem tomando espaço, sendo cada vez mais utilizado. A inadimplência no cartão é maior do que a crescente devolução dos cheques.

    Perguntado sobre as perspectivas para o ano de 2016, a partir do m~es de março, o Presidente da Acai-TP comentou:

    “Vai ser um mês de março bem retraído. Existem compras a serem pagas. A colheita vai começar mais cedo e vai dar um folego, um alivio na economia local. Sem contar que os preços do café estão mais elevados, em torno de 450 ou 500 reais a saca.  No ano passado o café já ajudou muito e foi um quadro favorável. Sobre a questão de emprego, houve muita procura no balcão de empregos da Associação Comercial em em todos os segmentos. Setores de prestação de serviço, comércio, indústria e agronegócios foram demissionários de dezembro de 2015 a fevereiro de 2016”.

    Foto Arquivo Xtp

    Sobre a geração de empregos no Município, Michel Renan disse que o empregador está mais seletivo, exige mais pré requisitos para contratar. “Há uma enorme rotatividade nas empresas e quem mudou muito de emprego nos últimos 2 ou 3 anos acaba não sendo contratado, porque o empregador entende que é caro especializar alguém e depois ter que repetir isso com outro trabalhador por conta da rotatividade. É o maior impeditivo hoje em dia. O empregador que percebe que o empregado não permanece muito tempo no trabalho, não contrata e assim o trabalhador terá dificuldade para arrumar vaga”, concluiu.

    Por outro lado, para a Acai-TP, a mão de obra de Três Pontas melhorou muito em relação a anos anteriores, o que pode representar uma maior facilidade na entrada ou volta ao mercado de trabalho.

  • PRA ALEGRIA DE MUITOS: Horário de verão termina no próximo domingo

    PRA ALEGRIA DE MUITOS: Horário de verão termina no próximo domingo

    Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem atrasar o relógio em uma hora.

    O horário de verão acaba no dia 21 de fevereiro de 2016. À 0h (meia-noite) de sábado para domingo, os moradores de 10 estados, além do Distrito Federal, terão que atrasar os relógios em uma hora.

    O Ministério de Minas e Energia informou no final de 2015 que a versão 2015/2016 do horário de verão seguiria as regras estipuladas no decreto 6.558, de 2008, revisado em 2013, que fixa a duração de quatro meses, entre o terceiro domingo de outubro de cada ano e o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.

    Pela legislação, o horário de verão vigora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.

    Esta é a 40ª edição do horário de verão no país. A primeira vez ocorreu no verão de 1931/1932. O objetivo é estimular o uso racional e adequado da energia elétrica.

    “A estimativa de ganhos com a adoção do horário de verão supera o patamar de R$ 4 bilhões por ano, que representa o valor do custo evitado em investimentos no sistema elétrico para atender a uma demanda adicional prevista, de aproximadamente 2.250 MW no parque gerador nacional, um valor certamente muito expressivo”, informou o Ministério de Minas e Energia em outubro de 2015.

    Segundo o ministério, nos últimos dez anos, o horário diferenciado em parte do país durante o verão tem possibilitado uma redução média de 4,6% na demanda por energia no horário de pico.

     

    (Com informações do G1 Economia)

  • CARNAVAL: Prefeito garante folia até o dia 30 de janeiro. Festa dependerá do caixa do Executivo

    CARNAVAL: Prefeito garante folia até o dia 30 de janeiro. Festa dependerá do caixa do Executivo

    O carnaval é uma das maiores festas populares do Brasil e em Três Pontas não é diferente. Historicamente a festa do Rei Momo sempre atraiu visitantes de toda região, devido ao luxo, glamour, beleza e alegria. Tanto nos desfiles das escolas de samba quanto nos bailes de salão, Três Pontas era invadida por uma multidão de foliões, gente que vinha até de outros estados.

    Mas de um tempo para cá, com a crise financeira e as grandes festas carnavalescas em cidades vizinhas, o carnaval de Três Pontas parece ter perdido um, pouco do brilho. Soma-se a isso a morte dos carnavalescos Jaime Abreu e Haroldo de Souza Júnior.

    Mas ainda há muitos que querem curtir o carnaval em Três Pontas. Com o fechamento do Clube Trespontano o que resta realmente é a folia de rua. O arrocho financeiro é uma sombra para esses planos. Por enquanto a chamada festa profana está garantida. Mas o prefeito Paulo Luís Rabello fez um alerta em entrevista concedida ao Conexão Três Pontas:

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    “Pretendo que tenha o carnaval. Até o dia 30 de janeiro estou mantendo o carnaval. Não sei se conseguirei manter no dia 1º de fevereiro em diante. Tudo dependerá da situação do caixa da Prefeitura. Eu pretendo sim realizar o carnaval e por enquanto ele está de pé”, ressaltou.

    Muitos trespontanos já compraram passagens, reservaram hotéis e programas em outras cidades. Comerciantes locais também contam com a realização e êxito da festa para aproveitar pra ganhar um dinheiro extra.

    Carnaval de 2014 em Três Pontas.

    Os blocos caricatos conseguiram através da Câmara Municipal a aprovação e um projeto do executivo para receberem uma ajuda de custo para os desfiles.

    Pelo que se vê, apesar da crise, do marasmo e de um certo pessimismo, tudo parece caminhar com tranquilidade para um carnaval simples, porém de muita alegria, afinal de contas o ser humano precisa de pão e circo e o show não pode parar, independente de quem seja a banda…

  • VOLTA ÀS AULAS: Procons encontram irregularidades em várias lojas de material escolar

    VOLTA ÀS AULAS: Procons encontram irregularidades em várias lojas de material escolar

    Quase 900 empresas foram autuadas pelos Procons, na operação Volta às Aulas, em várias cidades brasileiras. Foram fiscalizados, ao todo, cerca de 3.330 estabelecimentos que vendem material escolar. O objetivo da ação foi evitar práticas que possam prejudicar o consumidor.

    A maior parte das irregularidades encontradas estava relacionada à forma como os preços eram informados ao cliente. Algumas lojas, por exemplo, indicam apenas o valor das parcelas, no caso das vendas a prazo. Ou seja, sem informar a taxa de juros e o valor total da compra.

    Teve loja que indicava o preço apenas por código de barras, outras que não tinham os produtos anunciados em folhetos e até casos em que as mercadorias estavam sem preço. A fiscalização ainda encontrou vários itens com a validade vencida e todas as empresas autuadas podem ser multadas.

    Fique atento ao comprar seu material escolar em Três Pontas. Conheça e exija seus direitos. E a pesquisa de preço é sempre fundamental.

  • ECONOMIA: Cobrança extra na conta de energia deve cair a partir de fevereiro

    ECONOMIA: Cobrança extra na conta de energia deve cair a partir de fevereiro

    Aneel aprovou mudanças no sistema de bandeiras tarifárias. Cor vermelha passa a ter 2 patamares: R$ 3 e R$ 4,50 para cada 100 kWh.

    A decisão deve levar a um barateamento das contas de luz a partir de 1º de fevereiro. Isso porque o valor da tarifa extra a ser paga pelos consumidores (bandeira vermelha) deve cair dos atuais R$ 4,50 para R$ 3,00 a cada 100 killowatts-hora (kWh) de energia consumidos.

    O que muda?
    A Aneel decidiu nesta terça que, a partir de fevereiro, a bandeira vermelha passará a ser dividida em dois patamares: um mais barato, com cobrança extra de R$ 3,00 para cada 100 kWh, e outro mais caro, que mantém o valor de R$ 4,50 por 100 kWh consumidos.

    O sistema hoje tem três patamares, representados pelas bandeiras verde, amarela e vermelha.

    Na verde, não há custo adicional e, portanto, os consumidores não pagam nada a mais.

    A amarela significa que houve algum aumento no custo para gerar energia e, a vermelha, que esse custo de produção está muito alto.

    Na decisão desta terça, a Aneel também decidiu reduzir, em 40%, o valor da tarifa adicional da bandeira amarela: de R$ 2,50 para R$ 1,50.

    Por que a cobrança deverá cair em fevereiro?
    O que define quando uma ou outra entra em vigor é o custo da energia produzida pelas termelétricas (usinas movidas a combustível) em operação no país. O patamar mais caro da bandeira vermelha (R$ 4,50) será aplicado se esse custo for igual ou superior a R$ 610 para cada megawatt-hora (MWh) produzido.

    De acordo com o relator do processo na Aneel, diretor André Pepitone, hoje a termelétrica mais cara em operação tem custo de R$ 600 para cada MWh produzido. Se essa situação continuar assim, a partir de fevereiro a taxa extra a ser aplicada nas contas de luz dos brasileiros será a do primeiro patamar da bandeira vermelha, ou seja, R$ 3 para cada 100 kWh.

    Como hoje estão sendo cobrados R$ 4,50, haveria uma redução de 33% desconto do custo extra representado pelo acionamento da bandeira vermelha máxima nas tarifas de energia.

    A definição da bandeira que vigorará em fevereiro no país deverá ser anunciada oficialmente pela Aneel nos próximos dias.

    Bandeira amarela
    Pela nova regra definida pela Aneel, a bandeira amarela entrará em vigor caso as termelétricas em operação no país tenham custo de produção entre R$ 211,28 e R$ 422,56 para cada megawatt-hora.

    A bandeira amarela ainda não vigorou no país desde o início do regime de bandeiras.

    Se continuar chovendo forte – e nível dos reservatórios das principais hidrelétricas do país continuar a subir -, existe a possibilidade que a bandeira das contas de luz fique amarela ainda neste ano.

    Chuvas e termelétricas
    Pepitone disse que as alterações no sistema de bandeiras se devem à melhora no cenário do setor elétrico brasileiro, principalmente devido ao aumento das chuvas nos últimos meses e que vem garantindo a recuperação dos reservatórios das principais hidrelétricas do país.

    Entre 2012 e meados de 2015, a falta de chuvas levou a uma forte redução no armazenamento dessas represas. E, para poupar água das hidrelétricas, todas as termelétricas disponíveis passaram a gerar energia.

    As termelétricas, porém, produzem energia mais cara, pois funcionam por meio da queima de combustíveis como óleo, gás e biomassa.

    Sistema de bandeiras
    Em janeiro de 2015, entrou em vigor o sistema de bandeiras. Além de sinalizar ao consumidor qual o custo de produção da energia, ele permite a cobrança automática de recursos para cobrir o aumento desses custos, por meio de um adicional na tarifa.

    Desde então, sempre vigorou a bandeira vermelha. A partir de janeiro de 2015, ela gerou uma cobrança extra de R$ 3. Mas logo em março a Aneel reajustou o valor para R$ 5,50, devido ao aumento dos custos no setor elétrico.

    Em agosto, a bandeira vermelha caiu para R$ 4,50, já refletindo a melhora das chuvas e da situação nos reservatórios das hidrelétricas. É esse valor que vigora atualmente.

     (Com informações do G1 Sul de Minas)

     

  • ECONOMIA: Reaproveitar o material escolar é uma alternativa econômica e sustentável

    ECONOMIA: Reaproveitar o material escolar é uma alternativa econômica e sustentável

    As férias ajudam a recarregar a bateria para o ano seguinte, e podem ser úteis também para repor aquela caneta ou lápis que não funcionam mais. No entanto, é importante ficar atento aos preços. De acordo com a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), o custo dos itens pode variar até 450% de uma loja para outra. Pesquisar os melhores preços, fazer compras em conjunto com outros pais e reaproveitar o material do ano anterior são alternativas cada vez mais adotadas pelas famílias para fugir dos gastos excessivos. De quebra, os jovens aprendem na prática o que é consumo consciente.

    Economizar material e reaproveitar o que sobrou do ano anterior é uma atitude mais sustentável também. Com isso economizamos matéria-prima e geramos menos lixo.

    O Brasil ainda tem uma cultura do desperdício, mas isso, felizmente, está mudando. O material escolar é um dos principais itens de consumo das crianças e ficou estabelecido que os produtos devem ser novos. Na verdade, o que  importa é o aluno ter material para colorir, seja ele novo ou usado, o mesmo valendo para os livros. Já temos notícias de escolas e pais que se mobilizam em prol da cultura do compartilhamento e da troca, e é importante que isso seja discutido com as crianças, para que elas aprendam a ter um consumo consciente para a vida.

    Confira a seguir dicas de economia e reaproveitamento de material escolar: 

    – As escolas não podem exigir que os pais comprem o material no  próprio estabelecimento. Elas têm obrigação de fornecer a lista de produtos para que as famílias decidam onde adquiri-los;

    – O ideal é comparar os preços dos produtos em várias lojas. Comprando em grande volume, junto com outros pais, por exemplo, é possível conseguir bons descontos;

    – Encapar os cadernos e livros ajuda a conservar os produtos por mais tempo;

    – Atualmente, existem produtos que podem ser reutilizados com a troca de refil. Além da economia na compra, já que eles costumam custar mais barato, há também economia de matéria-prima;

    – A borracha usada ganha um novo aspecto se for limpa com álcool;

    – Adesivos podem esconder marcas de uso em lápis e réguas descascadas, o mesmo valendo para os cadernos, que podem ser personalizados e renovados;

    – É possível arrancar as folhas não utilizadas dos cadernos, juntando tudo em uma nova encadernação, utilizando uma espiral;

    – Apontadores e tesouras podem ser reutilizados se ainda têm corte.

  • VENDAS: Empresário trespontano analisa o ano de 2015 e projeta 2016 para o setor supermercadista

    VENDAS: Empresário trespontano analisa o ano de 2015 e projeta 2016 para o setor supermercadista

    O ano de 2015 ficou marcado no Brasil pelos constantes escândalos de corrupção e também por uma palavra que foi ouvida, ecoada de norte a sul do país: crise. Mas enquanto muitos preferiram sucumbir ou não conseguiram fugir dela outros usaram a criatividade, uma espécie de antídoto eficaz para os momentos de recessão. Para analisar o ano de 2015 e também projetar o que nos espera neste ano, conversamos com o empresário Denilson Lamaita Miranda, um dos maiores geradores de empregos do município:

    Conexão – Como foi o ano de 2015 não só pro Supermercado Moacyr, mas para o setor de Supermercados da qual a Unissul faz parte?

    Denilson – Não teve crescimento, e também não teve muita queda, um ano difícil, mas estável.

    Conexão – A política nacional interferiu diretamente nisso?

    Denilson – Interferiu sim, o câmbio, o desemprego, realmente interferiram nas vendas. Porque a mercadoria encareceu, teve muita gente que ficou desempregada, então isso realmente teve um reflexo nas vendas.

    Conexão – Aquilo que você se programou no começo do ano passado se cumpriu? E de que forma?

    Denilson – Se cumpriu abaixo daquilo que esperávamos, porque em mercado não tem como fugir muito de certas compras, mas poderia ter sido melhor.

    Conexão – O Supermercado Moacyr é uma das empresas que mais gera emprego e paga tributo em Três Pontas. Quantos empregos foram gerados esse ano para sua empresa, se está dentro do que você esperava, e se há riscos de demissão se continuar essa crise?

    Denilson – O Supermercado Moacyr gera 179 empregos precisamente. Riscos sempre há, porque se as vendas não se mantém, a gente têm riscos de desemprego. Mas por enquanto estamos mantendo dentro do previsto.

    Conexão – Como foram as vendas desse final de ano?

    Denilson – Uma venda tímida, não gastando além do que se podia pagar, uma venda estável, mas tímida. Tivemos uma queda de cerca de cinco a dez por cento em relação ao mesmo período do ano passado.

  • CAFEICULTURA: Especialista fala sobre o ano de 2016 para a riqueza maior de Três Pontas

    CAFEICULTURA: Especialista fala sobre o ano de 2016 para a riqueza maior de Três Pontas

    Eduardo Chaves afirma vinda de indústria para o Município. “Praticamente fechado!”

    A cafeicultura continua sendo a base da economia trespontana. Mesmo diante da crescente mecanização, continua empregando milhares de pessoas e tem influencia direta na economia da cidade. Nós estivemos na sede da empresa Geagro, conversando com o Diretor Comercial Eduardo Chaves, um dos maiores especialistas sobre cafeicultura no sul de Minas. Ele falou de como foi o ano de 2015 para o ouro verde, o que vem por aí neste ano e ainda deu uma grande notícia com exclusividade: a vinda de uma indústria para Três Pontas.

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    Conexão – O que representou o ano de 2015 para a cafeicultura trespontana?

    Eduardo Chaves – O ano de 2015 para a cafeicultura seguiu muito do cenário mundial, um ano de grandes emoções. O café sai de uma seca muito grande de dois anos, isso impactou muito na safra, nós tivemos a safra com baixo rendimento, peneiras miúdas, isso afetou drasticamente o resultado final das fazendas. Por outro lado, o café é um produto dolarizado e a sua subida, a desvalorização do Real, contribuiu para manter preços razoáveis. O produtor de café em 2015 trabalhou muito, e passou por momentos de grandes preocupações, mas por outro lado a gente percebeu que temos um setor muito tecnificado, de excelente qualidade, lavouras renovadas, grande uso de tecnologia, e isso ajudou a gente a sentir um pouco menos essa crise que afeta o mundo inteiro. A cafeicultura Brasileira está de parabéns, enfrentou bravamente a seca, teve a safra da sua produção com o resultado diminuído, mas o produtor não deixou de investir, de dar emprego, de gerar renda. A gente tem que agradecer porque sabemos que a crise é grande, as pessoas da nossa região estão sentindo, mas o agronegócio continua ainda amenizando essas crises aí, tornando a nossa vida um pouco melhor. Eu concordo que é um momento de preocupação, de desemprego, mas percebemos que as regiões do agronegócio instalado é forte, e estão se reinventando e conseguindo amenizar o problema. Mas entramos 2016 com perspectivas melhores, chuvas regularizadas, uma perspectiva de safra não tão grande, mas pode ser uma safra com bom rendimento. Então o agronegócio em 2015 foi um ano de muito trabalho, de muita precaução, mas foi um ano que consolidamos o negócio na nossa região e a gente consegue enxergar que mesmo com crise, com dificuldades o agronegócio é importante para os municípios como fonte de renda, mantém uma qualidade de vida melhor. Lembrando que eu estava com o Prefeito Paulo Luís esses dias, e recebemos na sala dele uma comunicação de uma grande revista (Época) de que Três Pontas está entre os dez municípios que ficaram mais de três anos sem morte por tiro, então mostra que nossa região é diferenciada, e acho que isso é um trabalho conjunto, e um pouco disso vem do ensinamento do agronegócio que distribui renda, que não concentra, que dá emprego, que se reinventa a cada momento. Eu fico satisfeito de morar numa cidade que trabalharam num setor tão importante para o Brasil e que em momentos de crise abrem as portas pra nós.

    Conexão – 2016 é um ano de eleições, e um ano que se fala muito dessa instabilidade política, que vai descendo ladeira, prefeituras abaixo. Isso tem alguma influência direta na cafeicultura?

    Eduardo Chaves – Tem! O agronegócio depende muito de financiamentos governamentais. Nós trabalhamos numa atividade que a gente fala que é uma fabrica a céu aberto. Chuvas em excesso, sol em excesso, então temos alguns pontos que necessitam de um atendimento com um olhar diferente do governo. O pais só tem sua tranquilidade quando a sua população tem comida, residência, casa moradia, e saúde. Então o agronegócio trabalha em duas dessas partes que são a saúde e alimentação, somos um setor estratégico para o país, por isso precisamos de uma atenção maior do governo. Em algum momento a gente percebe uma redução desse dinheiro disponível no mercado e isso pode fazer com que um produtor ou agricultor na hora de um investimento tenha dificuldade. Então é um ano que, dependendo do caminhar da eleição, nós podemos ter a dificuldade no plantio, na hora de tomar uma decisão, e isso seria muito ruim pro pais, o agronegócio é uma fortaleza no Brasil, trás dólar, trás dinheiro, gera emprego. Ontem mesmo vi a Presidente Dilma, falando sobre um pacote pra gerar empregos o mais rápido possível, e eu rezo pro Padre Victor ilumina-la para que ela olhe para o nosso agronegócio, para que ela crie mais oportunidades para gerarmos mais empregos, mais rendas, mais impostos pros municípios para que também nossos municípios possam distribuir um pouco melhor essa renda, continuar o investimento em moradia, postos de saúde. Então é um ano de atenção que temos que usar toda nossa influência para que o governo olhe com atenção para o agronegócio, pro interior do Brasil, que sabemos que ele vai ter que fazer cortes, mas que essas mudanças sejam feitas na maior normalidade possível, respeitando a nossa democracia e eu vou estar torcendo aqui, buscando e brigando pelo agronegócio.

    Conexão – Eduardo, no ano passado se falou muito sobre a necessidade da Presidente Dilma criar um preço mínimo do café. Bateu-se muito em cima disso. Se esperou algumas providencias que não vieram em 2015. Como está essa situação?

    Eduardo Chaves – A estratégia de preço mínimo é uma proteção para que o produtor plante, e quando vender garante pelo menos o seu investimento. É uma politica estratégica, que mantém o agronegócio calmo, ela trás uma tranquilidade. Eu acho que pouco vai se encaminhar nessa linha. O que eu faço aqui é trazer um pouco mais de conhecimento para meus clientes para que eles tomem uma decisão em momento de plantio, se plantam mais milho, mais soja, se investe em feijão, se renova a lavoura de café, e o produtor hoje tem mecanismos extremamente interessantes, que ele pode antes de plantar, negociar a sua safra. Acho que ele deveria usar com prudência esse mecanismo, onde você negocia já uma parte da sua safra, com isso você garante uma parte do seu custo. Então existem mecanismos independentes onde você pode se proteger um pouco melhor, que são essas vendas futuras. Aqui em Três Pontas a gente já conhece muitos produtores que fazem seguro das suas lavouras. Acho que ele deveria dar uma atenção maior para fazer o seguro contra chuva de pedra, contra geada, contra seca. Com uma politica do governo do plano safra de 2016, eu acho que o agronegócio fecha 2016 ainda sendo um diferencial do Brasil. E eu tenho certeza que Três Pontas, Varginha a região, continuam fortes. Aqui é diferencial na questão do café. Somos referencias, Varginha hoje é o maior centro de comercialização de café do país. Santos era o centro, hoje Varginha é muito mais importante que Santos.

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    Estoques de café da Cocatrel.

    Conexão – Você tem uma grande notícia para Três Pontas. Fale sobre isso.

    Eduardo Chaves – O Porto Seco fica do lado de Três Pontas e isso deu uma agilidade, e eu uso muito o Porto Seco de Varginha, porque a gente traz o equipamento da empresa Penagos para Varginha, e o que eu vejo aqui em Três Pontas crescendo além do agronegócio, que é o plantio de café e o plantio de soja, a indústria começa a ser extremamente importante, nós temos grandes industrias aqui em Três Pontas como a TDI, RodoMoto, em Varginha temos a VN Máquinas, e acredito que em 2016 nós vamos ter uma grande marca porque nós já estamos negociando para que a Penagus monte a parte industrial dela em Três Pontas. Então o agronegócio começa a dar várias alternativas pra nós, não só o plantio e a colheita, mas como a comercialização, o centro de comercio de café em Varginha, que gera muito dinheiro, e a parte de oficina, indústrias aqui em Três Pontas que gera emprego e renda. Nós temos que fazer isso, fazer com que o agronegócio se desdobre em várias atividades dentro do município que gerem valor. Então o fortalecimento industrial de Três Pontas é extremamente importante e eu estou vendo que as pessoas estão caminhando para isso. Vamos ter num futuro muito próximo um setor agrícola e um setor industrial também, trabalhando próximo do cafeicultor, do plantador de soja, e isso vai trazer muito mais renda para a nossa região.

    E o que precisamos pensar nesse futuro junto da Associação Comercial, junto da Prefeitura, da Cocatrel, é começar a trazer outras indústrias, outros setores que gerem emprego junto com o café, aquela história que só os cafeicultores vão poder gerar renda, não é verdade, esses cafeicultores consomem muita coisa, eles demandam muita tecnologia, eles são extremamente tecnificados, e isso faz com que a cidade tenha de se movimentar. Precisamos ter boas lojas, bons supermercados, bons restaurantes e precisamos ter um apoio a essas pequenas oficinas, como aqui na Avenida Osvaldo Cruz, na Saída para Campos Gerais, Córrego do Ouro. Toda ruazinha que você vai tem uma pequena oficina, e nessa pequena oficina tem muita tecnologia, equipamentos que são controlados por computadores. Esses dias mesmo estávamos precisando de uma pintura eletrostática que é a mesma pintura usada para forno micro-ondas, e eu não imaginava que Três Pontas tivesse um fornecedor, e acabamos naturalmente procurando em outras regiões, quando fui perguntar na Associação Comercial, nós conseguimos dois fornecedores em Três Pontas, inclusive fizemos testes de avaliação da qualidade e eles tiveram nota máxima, então hoje é a pintura de mais sofisticação e temos aqui em Três Pontas, e essa tecnologia será usada em equipamentos produzidos aqui, e quando trabalharmos essa parte na indústria que apoia o agronegócio e você vai enxergar uma Três Pontas mais forte, e essa é sem duvida a regra do jogo para frente. Nós não vamos ter mais áreas para plantar, as áreas já estão plantadas, Três Pontas é uma região que aproveita muito o espaço que ela tem, e vamos continuar tendo essas grandes lavouras de café, e junto com elas uma quantidade de empresas suportando e criando tecnologia, gerando emprego.

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    Conexão – Falando mais sobre a vinda da indústria.  Você falou da Penagos. Pode se dizer que 2016 será um ano de geração de emprego na cafeicultura em Três Pontas? Em que pé está essa negociação com a Penagos?

    Eduardo Chaves – Tem noventa por cento de chances da Penagos vir para Três Pontas, se a Penagos vir para Três Pontas, estamos trabalhando para outras empresas virem junto, vamos usar essa parte de pintura eletrostática que já tem aqui, estamos precisando de usinagem e estamos tentando convencer um parceiro nosso de vir para Três Pontas, já tivemos reunião com a Prefeitura, com a Associação Comercial, vou fazer com a Cocatrel, já estivemos na antiga Usina Boa Vista olhando barracões. Esse projeto é que vamos ter em torno de 10 a 15 empregos, e acredito que podemos fechar o ano gerando mais de trinta empregos num setor que paga acima de um salário mínimo, que usa equipamento acima de 1 milhão de dólares, e que em volta cria outras oportunidades. Isso junto com a Expocafé, tudo começa a se encaixar. Nós temos uma cooperativa forte, uma associação forte, um prefeito que é cafeicultor, temos grandes revendas aqui em Três Pontas, temos uma revenda forte de trator, temos a Expocafé, e precisamos fazer com que essas peças comecem a trabalhar junto, porque ai você gera um polo, gerando um polo você tem produção mais barata, consegue ser competitivo e vender. Eu enxergo Três Pontas com um cenário que começa a se desenhar muito forte. A Expocafé é uma vitrine, é a maior feira de maquinas agrícolas de café do país e não tenho medo de falar que é a maior do mundo, tendo esse evento aqui, a vantagem é que qualquer coisa que você fabrica, pode testar no seu vizinho, esse trabalho que vai fazer com que no futuro colhamos bons frutos. E eu te ressalto que esses setores estão funcionando muito bem, e que precisam independente de politica, de quem esteja lá, ou de quem assuma, que a pessoa enxergue esse seguimento e traga o pessoal pra trabalhar junto.

    Conexão – Números da safra nacional pra esse ano, números possíveis para Três Pontas e saber se Três Pontas continua sendo a maior produtora de café do mundo, se continua entre as maiores ou se Colômbia e Vietnã passaram a muito tempo. Explique isso.

    Eduardo Chaves – Para 2016 ainda não temos uma decisão, o que a gente ouve ai é que não será uma safra muito grande, uma safra de 45 milhões sacas de café, alguma coisa pra mais ou pra menos, e isso a gente vai acompanhando durante o ano. Temos a Cocatrel nós informando sempre e questionando quando alguma informação não é verdadeira. O Brasil é o maior produtor de café, vai continuar sendo, é o segundo maior consumidor, tende a encostar muito perto do Estados Unidos que é o maior consumidor. Nós temos uma particularidade muito importante, produzimos e consumimos, temos um mercado interno muito forte, e é um ponto que todo cafeicultor tem que analisar, então você produz e consome dentro do seu país e além disso tem um mercado muito grande. Três Pontas tem um destaque muito grande, ela sempre apareceu como um ponto de apoio, como uma referência em épocas e valorização do café e em épocas de dificuldades, Três Pontas nunca abandonou a cafeicultura. Em termos de ser a maior ou não a maior produtora é logico que nós estamos sempre entre as três maiores e na maioria das vezes sendo a primeira.

    Conexão – Dividindo com quem?

    Eduardo Chaves – Araguari, Patrocínio, tem algumas cidades ai que comentam sobre isso, e também os cafeicultores de Três Pontas tem muitas fazendas fora de Três Pontas, muita gente em Carmo da Cachoeira, em Coqueiral, em Santana da Vargem, então a cultura de Três Pontas está sendo espalhada por outras cidades. E isso faz com que a gente se lembre do município sempre que se fala em café. Temos boas perspectivas.