Categoria: Educação

  • DESTAQUE: Estudante trespontano apresenta projeto no Japão

    DESTAQUE: Estudante trespontano apresenta projeto no Japão

    Dois alunos do campus Varginha do CEFET, dentre eles um trespontano, participaram da 3ª edição da Conferência Water is Life nas cidades de Tóquio e Chiba, no Japão. Pedro Montuani (à direita) é trespontano, filho da agente de viagens da Silveiratur, Thais Montuani. Ele cursa o 3º ano de Informática. Ao lado de Guilherme Prado, aluno do 3º ano de Mecatrônica, apresentam pesquisas ligadas a importância de valorização dos recursos hídricos e sustentabilidade.

    Os estudantes estão, desde o último dia 23, acompanhados pela professora Cristina Roscoe, apresentam trabalhos desenvolvidos no campus relacionados à sustentabilidade e ao uso de recursos hídricos. Eles ficam no Japão até o próximo domingo.

    As pesquisas “Práticas sustentáveis: alternativas para um problema complexo” e “Impacto da precipitação ácida no desenvolvimento de plantas para consumo humano” foram selecionadas após análise de resumos e artigos previamente submetidos. As apresentações dos alunos do CEFET-MG são feitas oralmente e na sessão de pôsteres.

    Para o trespontano Pedro Montuani, a participação em um evento desse porte se apresenta como uma oportunidade de divulgação dos projetos, além de desenvolver uma visão mais ampla de sustentabilidade em meio aos participantes. “As pesquisas possuem grande pertinência quanto a resolução de problemas relacionados, diretamente ou não, aos recursos hídricos que possuímos na região e que também se apresentam em diversas outras partes do mundo. As dificuldades que enfrentamos com o solo do cerrado, por exemplo, são muito similares com as que são observadas no solo das savanas africanas para a produção agrícola”, correlaciona.

    Guilherme acredita que a troca de conhecimento entre os participantes e a possibilidade de divulgar a pesquisa em um evento internacional fazem com que as expectativas sejam as melhores possíveis. “Esperamos uma recepção muito boa e que nossos projetos sejam destaque durante as avaliações e premiações, assim, poderemos passar todo nosso conhecimento de uma forma bem didática e explicativa”, disse antes da viagem.

    Guilherme e a professora Cristina são da cidade de Varginha.

    Water is Life

    A conferência Water is Life busca criar uma consciência profunda e urgente em relação à segurança e à sustentabilidade da água. Entre os objetivos do evento estão o desenvolvimento e o compartilhamento de inovação científica em tecnologias de água; a formação de redes colaborativas para projetos de intercâmbio e pesquisa; e o desenvolvimento de habilidades de liderança e diplomáticas nos participantes.

    A programação inclui palestras e apresentações de estudantes. Cristina explica que “a conferência, além de ser um simpósio científico, é uma competição acadêmica que busca criar redes de cooperação internacional para desenvolvimento de projetos e intercâmbios científicos culturais e a conscientização de jovens sobre o gerenciamento sustentável dos recursos hídricos”.

    Estudante trespontano de 18 anos, Pedro Montuani.

    PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS: ALTERNATIVAS PARA UM PROBLEMA COMPLEXO – Apresentada por Pedro Montuani

    A pesquisa visa à recuperação do solo degradado do cerrado, em especial o da região onde o campus Varginha foi construído, utilizando as práticas sustentáveis de desenvolvimento de composteiras de baixo custo, com minhocas vermelhas e resíduos orgânicos domésticos para a produção de adubo e biofertilizante; e de plantação de 14 variedades de feijão inoculadas com bactérias fixadoras de nitrogênio no solo (diazotróficas).

    Por meio da pesquisa foi possível comprovar a eficácia da utilização do húmus para a recuperação de solos ácidos e pobres de nutrientes, assim como a substituição de fertilizantes químicos pelos biofertilizantes na agricultura. O foco a partir de agora é avaliar os resultados da junção dessas práticas com o plantio de leguminosas associadas a bactérias fixadoras de nitrogênio.

    IMPACTO DA PRECIPITAÇÃO ÁCIDA NO DESENVOLVIMENTO DE PLANTAS PARA CONSUMO HUMANO – Apresentada por Guilherme Prado

    O trabalho mostra como as chuvas ácidas podem influenciar na produtividade do plantio de milho, feijão e ervilha, amplamente produzidos no Sul de Minas e com grande importância econômica para a região.

    A chuva ácida é um fenômeno ocasionado pela emissão de gases poluentes, principalmente nos países com processo de desenvolvimento desordenado das indústrias. A pesquisa constatou que a irrigação ácida prejudica o crescimento e a produtividade das plantas da ervilha, por exemplo.

    Fonte VOL
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    Roger Campos

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  • PROFESSORES REVOLTADOS: Governo de MG derruba liminar que obrigava a pagar salário no 5º dia útil

    PROFESSORES REVOLTADOS: Governo de MG derruba liminar que obrigava a pagar salário no 5º dia útil

    Na decisão, o ministro Dias Toffoli considerou que o estado conseguiu comprovar sua ‘penúria financeira’

    O governador Fernando Pimentel (PT) conseguiu reverter, no Supremo Tribunal Federal, a liminar obtida pelos profissionais da educação que obrigaria o estado a voltar a pagar os salários integralmente no 5º dia útil de cada mês. Professores estão revoltados!

    A decisão foi proferida na noite dessa quarta-feira (25) pelo ministro Dias Toffoli, que alegou que a suspensão do escalonamento estabelecido pelo governo de Minas “pode comprometer o tênue equilíbrio orçamentário obtido pelo estado” e por em risco o pagamento do funcionalismo no futuro.

    A Advocacia Geral do Estado ingressou com um pedido de suspensão de tutela provisória no STF para reverter a decisão obtida pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-Ute) na semana passada.

    A liminar concedida pela desembargadora Maria das Graças Silva Albergaria dos Santos Costa, da 3ª Câmara Cível de Belo Horizonte sujeitava o estado a multa de R$ 30 mil diários, chegando a até R$ 3 milhões, caso o estado não pagasse os profissionais da educação até o 5º dia útil de cada mês.

    Tal decisão excluía os servidores da educação do parcelamento dos salários praticado pelo governo desde fevereiro de 2016. O estado está pagando os servidores em até três vezes e, a partir deste mês, anunciou que a primeira e a segunda parcelas, que eram de R$ 3 mil, passam a ser R$ 1,5 mil para a maior parte dos funcionários. O valor de R$ 3 mil por vez foi mantido somente para a segurança e a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig).

    Toffoli mandou suspender a liminar até o trânsito em julgado da ação civil pública que tramita na 2ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte (MG).

    Penúria

    Segundo o ministro do STF, os documentos apresentados em notas técnicas da Secretaria do Tesouro do Estado “demonstram a penúria financeira por que passa o Estado de Minas Gerais, devida notadamente à queda das expectativas de arrecadação, que não permitem que sequer se faça frente às despesas correntes da administração”.

    O ministro citou jurisprudência do STJ e, em especial, uma decisão da presidente da Corte Cármen Lúcia em relação a um pedido semelhante do Amapá. “Reiteradas decisões deste Supremo Tribunal Federal têm reconhecido que a situação de agravamento da crise econômica que atravessam os diversos entes da Federação, bem como a União”. Segundo ele, o momento “autoriza a tomada de medidas excepcionais, para a superação desse quadro adverso, dentre as quais avultam o escalonamento no pagamento dos salários dos servidores públicos, tal como efetuado, no caso”.

    O advogado-geral do estado, Onofre Batista, afirmou que a decisão já era esperada. “Sentença não cria dinheiro, o STF é sempre sensível a isso”, afirmou.

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  • Desistências e desligamentos aumentam nas universidades brasileiras

    Desistências e desligamentos aumentam nas universidades brasileiras

     

    Apesar dos avanços nos últimos anos, os números não deixam mentir. O acesso ao ensino superior no Brasil, bem como a permanência dos estudantes nas faculdades, ainda são desafio. Ano passado, 2,9 milhões de brasileiros entraram para a faculdade, o equivalente a 1,9% do total da população do país com idade superior a 18 anos – 154 milhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em meio a uma disponibilidade limitada de cadeiras, chama a atenção o volume de estudantes matriculados que deixam seus cursos para trás. Nos últimos cinco anos, a quantidade de vagas ociosas cresceu 36%. A cada 10 estudantes que se matricularam, cerca de três desistiram (27,6%). Em Minas Gerais, a proporção é de dois a cada 10 alunos, de acordo com dados do Censo da Educação Superior.

    Entre 2012 e 2016, foram efetivadas 52.823.094 matrículas no país, das quais 14.575.418 foram deixadas de lado. Em Minas, foram 5.0254.881, das quais 1.119.866 se tornaram ociosas. A quantidade de vagas que foram dispensadas cresceu ano a ano em números absolutos, chegando a 3.392.025 no ano passado. Os motivos são os mais diversos: matrículas trancadas, desvinculadas, transferência para outro curso na mesma instituição e alunos que faleceram.

    As matrículas desvinculadas respondem pela maior parte desse bolo. Elas dizem respeito a estudantes desistentes e desligados, ou seja, alunos que por iniciativa da instituição tiveram a vaga cancelada – por abandono, descumprimento de alguma condição ou desligamento voluntário (quando o aluno sai da faculdade, mas não formaliza o cancelamento). E, nesse cenário de abandono, o baque maior é nas instituições privadas.

    Embora altos, os números permaneceram estáveis até 2013. Em 2014, houve aumento considerável de vagas ociosas (na casa de 400 mil) e, em 2015, explodiu, ultrapassando os 3 milhões. O período coincidiu com o fim do apogeu dos programas de sustentação do acesso e permanência no ensino superior e com o início de problemas envolvendo, principalmente, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

    ONDA DE PROBLEMAS

    No fim de 2014, ainda na gestão Dilma Rousseff (PT), instituições privadas ficaram sem receber o pagamento do governo federal, o que obrigou, no início do ano seguinte, faculdades e universidades a se mexerem para não entrar em colapso, por causa de mudanças no repasse do dinheiro devido pela União. Além dos problemas administrativos, milhões de alunos que dependiam do crédito passaram a ficar à mercê de uma onda de financiamentos incertos, contratos não renovados e, mais tarde, da limitação das vagas nos semestres seguintes devido a novas regras.

    O reflexo, somado à crise econômica, foi a dificuldade para adesão e cumprimento dos critérios de acesso por parte dos alunos, segundo o diretor-executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), Sólon Caldas. “No que tange à permanência no ensino superior, as mudanças ocorridas também deixaram de permitir que o aluno com dificuldades financeiras pudesse recorrer ao financiamento, o que fez com que a evasão aumentasse e esses alunos ficassem de fora do sistema”, diz.

    Ele lembra também os números do Censo segundo os quais houve queda também nas matrículas de novos ingressantes de 2014 para 2015 e mais ainda de 2015 para 2016. O freio no acesso ao ensino superior brasileiro, que vinha crescendo desde 2009, foi sentido pela primeira vez em 2015. A redução de ingressantes foi de 6,1%. Naquele ano, o país perdeu 190.626 novos alunos em relação ao ano anterior – a rede privada foi a mais afetada, com uma perda de 176.445 universitários. Nos cursos presenciais, as novas matrículas somaram 2.142.463 no ano passado. Em 2015, eram 2.225.663 (redução de 3,7%). “Em 2016, tivemos um crescimento negativo no ensino presencial em decorrência da falta de financiamento para os alunos que não têm condições de arcar com o investimento em educação”, afirma Sólon Caldas.

    Segundo ele, para 2018, o cenário ainda é mais pessimista. “Ao aprovar a Medida Provisória 785/2017, no fim de outubro, a Câmara dos Deputados acabou de sepultar o programa de financiamento e o sonho de muitos brasileiros. A MP trouxe várias modificações que dificultam sobremaneira o acesso por parte dos alunos e a oferta de vagas no programa por parte das instituições de ensino superior.”

    Novas faixas no Fies

    Depois de aprovadas no Senado na quarta-feira passada, as mudanças no Fies agora dependem apenas da canetada do presidente Michel Temer. Entre as principais alterações estão as formas de pagamento da dívida e das taxas de juros do financiamento. O novo Fies vai gerar 310 mil vagas e será composto por três faixas. Na primeira, serão oferecidas 100 mil vagas a juro real zero para estudantes com renda familiar per capita mensal de até três salários mínimos. Os recursos deste financiamento serão provenientes da União. Já as modalidades dois e três estão destinadas a estudantes com renda per capita mensal de até cinco salários mínimos. Terão como fonte de financiamento recursos de fundos regionais no Nordeste, Centro-Oeste e Norte, no caso da modalidade dois, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na modalidade três. Pelas regras atuais, depois de formado, o estudante tem prazo de até 18 meses para começar a pagar as parcelas. As normas que entrarão em vigor no início do ano que vem acabam com o período de carência e exigem que o pagamento seja feito no primeiro mês depois da conclusão do curso. Agora, o estudante poderá consignar a dívida à folha de pagamento, caso esteja empregado.

    Exercícios para ocupar cadeiras

    Cadeiras vazias nas faculdades Brasil afora se tornam sinônimo de desperdício. De um lado, nas instituições públicas, representam milhões de estudantes que ficaram de fora do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e outros processos seletivos. De outro, nas particulares, um rombo em vagas de programas essenciais para a permanência de quem não tem condições de pagar mensalidade – as bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

    De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a ocupação das bolsas na fase de inscrição dos candidatos chega a 100%. Mas, durante o processo que envolve o aluno e a instituição privada, o jogo vira por diversas razões, ainda segundo a pasta: alunos que passaram em alguma instituição pública, mudaram de cidade, divergência na comprovação documental, simples desistência, entre outros. Este ano, foram ofertadas 361.925 vagas e ocupadas 239.386. Ou seja, um terço delas se esvaiu. Para diminuir essa lacuna, o MEC anunciou mês passado, dentro da Política Nacional de Formação de Professores, a intenção de permitir a professores já graduados serem beneficiados com bolsas do Prouni para fazer novos cursos de licenciatura. As bolsas ofertadas seriam justamente as que não foram preenchidas do processo aberto aos alunos.

    No Fies, segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), gestor do programa, no primeiro semestre do ano passado foram 250 mil vagas ofertadas e preenchimento de pouco mais da metade (148.051) – 41% das vagas não foram preenchidas. Para diminuir o prejuízo, optou-se por abrir processos de vagas remanescentes. No primeiro deles, no segundo semestre, houve 75 mil vagas e 55.570 contratos firmados. O percentual de ociosidade foi reduzido para 26%. No primeiro semestre deste ano, foram 150 mil vagas ofertadas e 117.970 contratos firmados – 21,4% não foram ocupadas. O MEC informou que os números do segundo semestre ainda não estão concluídos, pois o processo de vagas remanescentes ainda está em andamento.

    As vagas não preenchidas no Fies nas primeiras chamadas também são redistribuídas e podem ir para outros estados, por isso o ministério não divulga os números por estado. No Prouni, que tem dois processos seletivos durante o ano, também é previsto um cronograma para o processo de ocupação para as vagas remanescentes. As vagas não preenchidas não são ofertadas novamente no semestre seguinte.

    O diretor-executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), Sólon Caldas, ressalta que, para driblar a crise, várias instituições de ensino superior fizeram parcerias com instituições financeiras privadas para subsidiar juros e tornar mais acessível o financiamento aos alunos. Também ofertaram credito próprio, onde o aluno pagava parte da mensalidade enquanto estudava e outra parte, sem juros, depois de formado. O problema, diz ele, é que essa medida não atinge todos os alunos que precisam de uma política de governo: “De um lado, não conseguem atender a todas as exigências dos bancos, e de outro, não conseguem arcar com parte da mensalidade enquanto estudam”.

     

    Fonte EM 

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    Roger Campos

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  • Duas professoras do sul de Minas ficam entre os 50 maiores educadores do Brasil

    Duas professoras do sul de Minas ficam entre os 50 maiores educadores do Brasil

    Um projeto da professora de química Juliana Santiago, que leciona na Escola Estadual Firmino Costa, em Lavras, a colocou entre os 50 maiores educadores do Brasil. Outro destaque foi da professora Elenir Novaes, da cidade de São Sebastião do Paraíso. Ela apresentou um projeto na disciplina de matemática intitulado “De cor e salteado” na Escola Municipal Campos do Amaral. Essas duas educadoras do sul de Minas ganharam notoriedade em todo país.

    O Prêmio Educador Nota 10 foi criado em 1998, para reconhecer boas práticas educacionais e incentivar professores da educação infantil ao ensino médio de escolas públicas e privadas de todo o Brasil, ele é uma iniciativa da Editora Abril Cultural e da Rede Globo de Televisão e uma realização da Fundação Victor Civita em parceria com a Fundação Roberto Marinho.

    Este ano, os projetos das professoras Juliana, de Lavras, e Elenir, de São Sebastião do Paraíso, depois de passarem pela primeira fase, foram selecionados e ficaram entre os 50 finalistas do Prêmio Educador do Ano, reconhecido em evento de premiação em outubro, em São Paulo. Dos 50, foram escolhidos, no dia 13 deste mês, os dez finalistas no Programa Fátima Bernardes e desses sairá o Educador do Ano 2018.

    Professora Juliana

    Percebendo a dificuldade dos alunos em aprender ciência, ela desenvolveu, junto com o subgrupo Pibid (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) e em parceria com outros professores, uma sequência didática interdisciplinar para a abordagem do tema “Energia”, enfatizando conteúdos sobre “Eletroquímica”, para alunos do 2º ano do Ensino Médio daquela escola. Com esse projeto e sua proatividade, a professora se destacou no “Prêmio Educador Nota Dez de 2018”.

    No projeto apresentado pela educadora do sul de Minas, foram utilizadas distintas metodologias:

    _ Experimentação investigativa

    _ Rodas de conversa

    _ Aulas teóricas

    _ Análise dos conhecimentos prévios dos alunos utilizando o jogo de cartas “Química e Ação”

    _ Apresentações teatrais.

    Segundo a professora Juliana, “após a realização do projeto, percebeu-se que os alunos sentiram-se mais motivados a participar das aulas; além de aprenderem conceitos científicos e práticos, tornaram-se mais conscientes sobre o descarte de pilhas e baterias, repensando suas práticas”.

    Professora Eleni

    Lecionando para a turma do Ensino Fundamental I, a matéria de matemática, a professora Eleni Novaes desenvolveu w aplicou com sucesso o projeto “De cor e salteado”, na Escola Municipal Campos do Amaral, em São Sebastião do Paraíso.

    No início do ano letivo, Elenir achava difícil imaginar seus alunos do 3º ano resolvendo contas de cabeça. Eles não abriam mão da conta armada e se confundiam durante o processo de resolução. Além disso, mesmo alcançando resultados sem sentido, não percebiam seus erros: estavam presos a um fazer mecânico.

    Diante desse cenário, a professora resolveu trabalhou propriedades das operações e regularidades do sistema de numeração decimal, dando voz às crianças para que explicassem o que haviam pensado para alcançar o resultado. Elenir também trabalhou com a memorização de resultados. Dessa maneira, a turma passou a confiar mais nas próprias possibilidades de resolução e passou a resolver as propostas de forma que compreendesse o que estava fazendo. Agora, todos lançam mão de outras estratégias, como a decomposição e a sobrecontagem.

    Parabéns para essas duas professoras, destaques entre os 50 melhores educadores do país!

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  • PREFEITO ANUNCIA CHEGADA DE MAIS UM ÔNIBUS ESCOLAR E AGRADECE AO DEPUTADO TRESPONTANO MÁRIO HENRIQUE “CAIXA”

    PREFEITO ANUNCIA CHEGADA DE MAIS UM ÔNIBUS ESCOLAR E AGRADECE AO DEPUTADO TRESPONTANO MÁRIO HENRIQUE “CAIXA”

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através de sua Assessoria de Imprensa, enviou ao Conexão um vídeo onde o prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia, aparece confirmando a chegada de mais um ônibus escolar para incrementar a frota da Secretaria Municipal de Educação.
    Deputado Caixa.
     
    No vídeo de menos de um minuto, o Prefeito agradece ao deputado estadual Mario Henrique Silva, o Caixa, como é conhecido popularmente. O parlamentar é trespontano de nascimento e já demonstrou sua vontade de ser prefeito da capital mineira, Belo Horizonte.
     
    O ônibus deverá ser utilizado no transporte escolar dos estudantes da zona rural de Três Pontas.
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  • PROFESSORES fazem protesto durante aniversário de Três Pontas contra o descaso do Governo de Minas com a Educação

    PROFESSORES fazem protesto durante aniversário de Três Pontas contra o descaso do Governo de Minas com a Educação

    Os professores da Rede Estadual de ensino, ativos e aposentados, fizeram uma manifestação pacífica durante o desfile cívico do aniversário da cidade de Três Pontas, transcorrido na manhã desta terça-feira (03). Com uma faixa com os dizeres “luto pela educação”, eles caminharam em silêncio demonstrando a toda comunidade trespontana a sua indignação com a situação em que se encontram.

    Os educadores pediram que fosse lido um texto falando da atual conjuntura dos servidores da educação do estado de Minas Gerais. Sem saber o motivo e o porquê, segundo os educadores que ali protestavam, o texto foi censurado. Mesmo assim os professores deram uma aula de cidadania na luta em prol da educação e de seus direitos.

    O movimento aconteceu na Praça Cônego Vítor. Segundo os professores a situação da categoria, que já era ruim, fico ainda pior com o que chamam de “descaso” do Governador Fernando Pimentel (PT) no que se refere ao pagamento dos salários dos educadores.

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  • ETEC: CONCURSO PÚBLICO DO CORPO DE BOMBEIROS-MG; SE PREPARE!!!

    ETEC: CONCURSO PÚBLICO DO CORPO DE BOMBEIROS-MG; SE PREPARE!!!

    Foi publicado no dia 8 de Junho de 2018, no Boletim Geral do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (BGBM n°22), a autorização para a realização de um novo Concurso para o Curso de Formação de Soldados Combatentes, para o preenchimento de 500 vagas. Pensando na sua aprovação, a ETEC lança o Curso Preparatório para o Concurso dos Bombeiros MG, abrangendo toda a matéria do Edital, com plantão de dúvidas, aulas nos finais de semana e os melhores professores do ramo: Paulo Vinício, Popó, Piter, Vanessa, Dorotéia, entre outros!

    O vencimento inicial do Soldado após formado é de R$ 4.098, 42, mais vantagens do cargo. As vagas destinam-se tanto para homens como para mulheres. O cargo exige do candidato o nível médio e idade entre 18 e 30 anos de idade. O Curso de Formação de Soldados ocorrerá já em 2019 segundo o órgão.

    Não perca tempo, saia na frente! Invista em você!

    Informações e matrículas:  9 9931-3710 (Vivo e WhatsApp) ou 9 8879-1621 (Oi).


    VAGAS LIMITADAS!
    ETEC Novo Horizonte
    Quer passar? Passe aqui!
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  • CADASTRAMENTO ESCOLAR para Educação Infantil começa nesta segunda-feira em Três Pontas

    CADASTRAMENTO ESCOLAR para Educação Infantil começa nesta segunda-feira em Três Pontas

     

    Começa nesta segunda-feira dia 25 de junho e vai até o dia 31 de julho o Cadastramento Escolar para Educação Infantil (4 e 5 anos) em Três Pontas.

    De acordo com a Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Educação, as inscrições poderão ser feitas através do site da Prefeitura Municipal: www.trespontas.mg.gov.br, não sendo necessário se dirigir até a sede da secretaria.

    Veja mais informações na imagem abaixo:

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  • Curso de Direito da FATEPS é o melhor do Sul de Minas em Exame da OAB

    Curso de Direito da FATEPS é o melhor do Sul de Minas em Exame da OAB

    O Grupo Unis sai na frente mais uma vez. O curso de Direito da Fateps, Faculdade Três Pontas, alcançou uma das primeiras colocações em aprovação no Sul de Minas no exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

    Na 24ª edição, a Fateps teve 46,15% de aprovação. Entre as Instituições privadas da região, a segunda colocada obteve êxito em pouco mais de 34% dos exames realizados. O curso, que faz parte das graduações do Grupo Unis há pouco mais de 10 anos, tem saído na frente de graduações bem mais antigas no cenário educacional sul mineiro. E essa não é a primeira vez. Reconhecido oficialmente pelo MEC, o curso de Direito da FATEPS figura entre os melhores do país de acordo com a Guia do Estudantes Melhores Universidades da Editora Abril, além de já ter alcançado boas notas em exames da OAB anteriores. Tantos resultados evidenciam o crescimento da FATEPS e a projeção de Três Pontas como referência no cenário jurídico regional.

    Em relação ao estado de Minas, a Fateps aparece em 13º lugar num total de 177 Instituições. Além dos professores qualificados, O Grupo Unis tem trabalhado para superar o tradicionalismo dos cursos jurídicos.

    Prof. Ricardo Pereira, diretor da Fateps.

    “Nosso objetivo e formar profissionais capacitados e alinhados com as exigências do mercado de trabalho. O aluno de Direito da Fateps, durante a graduação, tem a oportunidade de exercer a prática da profissão em casos reais no Núcleo de Práticas Jurídicas, orientações à população e outras ações, todas com acompanhamento de perto por parte dos professores”, ressalta o Diretor da Fateps, Prof. Me. Ricardo Morais Pereira.

     

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  • Inflação da Cesta Básica em Varginha fica em 7,26%

    Inflação da Cesta Básica em Varginha fica em 7,26%

    O Grupo Unis e a ACIV (Associação Comercial, Industrial Agropecuária e Serviços de Varginha) realizaram a segunda pesquisa para apontar o valor da cesta básica de Varginha. “Nesse mês em que realizamos a segunda coleta de preços, foi possível determinar que o índice de inflação ficou em 7,26% entre os meses de maio e junho. A primeira coleta de preços ocorreu no dia 11/05 e a segunda no dia 08/06, adotando assim o padrão de coleta na segunda sexta-feira de cada mês ou o mais próximo desse dia”, explica um dos coordenadores da pesquisa, Prof. Pedro dos Santos Portugal Júnior.

    O CEPI, Centro de Empreendedorismo, Pesquisa e Inovação do Unis é quem realiza o estudo. O Índice de custos da cesta básica, denominado como ICB – CEPI/UNIS, segue a metodologia que o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) adota para a pesquisa nacional da cesta básica de alimentos. O índice é importante para permitir uma comparação entre os dados levantados em Varginha com os dados nacionais, bem como, servir como importante dado econômico para trabalhadores, empresas, entidades, academia e poder público.

    Os resultados apontam o valor da cesta básica nacional de alimentos para o sustento de uma pessoa adulta em Varginha. A pesquisa aponta o valor de R$377,12, o que representa 42,97% do salário mínimo líquido. “Nesse sentido, o trabalhador que recebe um salário mínimo precisa trabalhar 86 horas e 58 minutos por mês para adquirir essa cesta de alimentos para o seu sustento”, ressalta Prof. Pedro.

    Foram pesquisados os mesmos produtos que compõem a cesta nacional do DIEESE e nas quantidades indicadas para a Região 1, que inclui São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal. Itens como carne bovina, leite, feijão, arroz, farinha, batata, legumes, pão francês, café em pó, frutas, açúcar, óleo de soja e manteiga foram pesquisados.

    Grupo Unis

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  • Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal do Unis-MG está entre os cinco maiores do Brasil em número de atendimentos

    Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal do Unis-MG está entre os cinco maiores do Brasil em número de atendimentos

     

    Uma parceria inédita entre a Receita Federal e o Grupo Unis deu à luz o NAF, Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal. Instalado no Centro Universitário do Sul de Minas, o Núcleo ofereceu assistência tributária e fiscal à comunidade de Varginha e região.

    Agendamento online de atendimentos na Receita Federal, informações e auxílio na regularização de CPF, auxílio na elaboração e orientações sobre a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda simplificado foram alguns dos serviços realizados pelos alunos do curso de Ciências Contábeis do Unis-MG, que passaram por uma capacitação e receberam monitoria de professores do curso.

    Dentre os mais de 300 NAF’s espalhados pelo país, o Núcleo comandado pelos alunos e professores do Grupo Unis registrou um total de 844 atendimentos, sendo o quarto maior do Brasil, e o segundo maior de Minas Gerais.

    “O NAF é um projeto que reflete nossa proposta pedagógica: o aprendizado ativo, significativo e voltado para a comunidade. Apenas sete meses de sua instalação, o NAF do Grupo Unis já é o quarto maior em atendimento, num ranking nacional, e isso reflete a excelência dos serviços prestados. A coordenação, professores e estudantes do curso de Ciências Contábeis estão de parabéns”, ressaltou a Gestora de Educação e Negócios, Profa. Ma. Alessandra Souza.

    Além de qualificar os profissionais, o NAF vem para desafogar o trabalho da Receita Federal, que hoje atende 113 cidades da região.

    “Recebemos esta notícia com muita alegria e satisfação, eis que o resultado obtido confirma o compromisso e dedicação dos alunos, professores e todos que, direta e indiretamente, contribuem com o projeto. Agora é voltar nossos esforços para novas etapas do NAF que não param por aqui. Ações voltadas ao Microempreendedor Individual (MEI) é apenas uma das previstas para o ano de 2018”, comentou o Coordenador do curso, Prof. Me. Dimas Reis.

    Grupo Unis

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  • POLICIA MILITAR PROMOVE FORMATURA DE ALUNOS DO PROERD EM TRÊS PONTAS

    POLICIA MILITAR PROMOVE FORMATURA DE ALUNOS DO PROERD EM TRÊS PONTAS

    Ocorreu na noite do dia 13 de junho, quarta-feira, no Ginásio Poliesportivo Aureliano Chaves em Três Pontas a cerimônia de formatura dos alunos do Proerd do 1º semestre de 2018.

    O Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência), tem como base o DRUG (Drug Abuse Resistance Education) foi criado pela Professoa Rutty Hellen em conjunto com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, em 1983. Chegou no Brasil em 1992 com a PM do Rio de Janeiro, sendo em desde 2002 se encontra em todos os estados brasileiros. Atualmente o programa está presente nos 50 estados americanos e em 58 países.

    O Proerd consiste num esforço cooperativo da Polícia Militar, Escola e Família, visando preparar as crianças e adolescente para fazerem escolhas seguras e responsáveis na autocondução de suas vidas, a partir de um modelo de tomada de decisão. Por meio de atividades educacionais em sala de aula, o Policial Militar, devidamente capacitado, fornece aos jovens as estratégias adequadas para tornarem-se bons cidadãos, resistir à oferta de drogas e ao apelo da violência.

    O ginásio esteve lotado, com mais de 1200 pessoas prestigiando a formatura de mais de 470 alunos das escolas da rede pública de ensino de Três Pontas/MG: E. M. Prof. Manoel Jacinto de Abreu; E. M. José Vieira de Mendonça; E. M. Profª Nilda Rabello Reis (CAIC); E. M. Prof. João de Abreu Salgado; E. M. Cônego Vitor; e E. E. Monsenhor João Batista da Silveira.

    Com ações direcionadas a toda a comunidade escolar e aos pais e responsáveis, o Proerd também promove a inclusão da família no processo educacional e de prevenção.

    Durante a solenidade, estiveram presentes, o Comandante da 151ª Cia PM – Capitão PM Bruno Neves Tavares; Presidente do Conselho Municipal de Segurança Pública – Paulo Eduardo Lang Fasano; Maísa Patrícia Veloso, representando o Prefeito Municipal; Vice-presidente da Câmara Municipal de Três Pontas – Vereador Donizetti Benício Baldansi; Secretário Municipal de Cultura Lazer e Turismo – Alex Tiso Chaves; Secretária Municipal de Educação – Roseanne Duarte Funchal Oliveira; e Tiago Miranda Figueiredo representando a presidência da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas.

    Durante a solenidade houve a distribuição dos prêmios das melhores redações, tendo como tema: “O que os alunos aprenderam com o Proerd”. A aluna Vitória de Jesus Valeriano, da E. M. Prof. João de Abreu Salgado, foi classificada em primeiro lugar.

    Para finalizar o cerimonial, os instrutores juntamente com o Daren (mascote do Proerd) e o PM Amigo Legal receberam os alunos do Proerd e outras crianças para proclamarem a canção Proerd e um grande festival de fotos, fazendo a alegria de todos.

    Fonte: Polícia Militar de Três Pontas

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    Roger Campos

    Jornalista

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