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  • CONEXÃO ESPECIAL MULHER: Elas vencem barreiras e ocupam profissões tipicamente masculinas

    CONEXÃO ESPECIAL MULHER: Elas vencem barreiras e ocupam profissões tipicamente masculinas

    As mulheres têm conquistado seu espaço no mercado de trabalho. Mas um espaço entre profissões antes dominadas apenas por homens. Existem profissionais como mecânica, açougueira, motorista de ônibus, segurança patrimonial ganhando espaço em todo Brasil. Elas possuem nome, rosto e uma trajetória marcada pela superação do preconceito, da desvalorização e até do assédio sexual.

    Elza Oliveira Guimarães, 50 anos, é uma dessas mulheres que escolheu uma profissão do padrão tipicamente masculina. Mas nada nem ninguém a fez mudar de ideia. Ela trabalha há 10 anos com balanceamento, troca de pneus e outros serviços mecânicos, e conserta cerca de 20 carros por dia. A conquistense tem formação em magistério e trabalhou em uma escola municipal da cidade, porém o seu sonho sempre foi ser mecânica. “Quando eu cheguei aqui, fazia outra atividade, mas sempre ficava observando os meninos trabalharem. Eles tiveram muita resistência em me aceitar, até brigaram. Alguns foram embora e falaram que aqui, na oficina, não era lugar pra mulher, e sim para homem. Eu respondia de imediato para eles, ‘não tem isso não, mulher também pode”.

    O caminho até a realização do seu sonho foi cheio de obstáculos e cercado por preconceito. Além das piadas diárias dos clientes, Elza se deparava ainda com atitudes machistas dos próprios colegas de trabalho. “Uma das coisas que me marcou foi eles querendo me ensinar errado só para eu não conseguir, e se faziam de desentendidos para não me explicar. Mas não deixei eles me vencerem não, continuei a observar e anotava tudo. E com pouco tempo aqui, já estava vendo os erros que eles cometiam, ia falar e eles achavam ruim”, relembra a mecânica.

    Outra historia de mulher desbravadora é a Flavia Andrade, 41 anos, motorista de transporte coletivo há oito anos. Bem humorada, ela não se vê em outro trabalho. “Ah, eu adoro isso aqui. Eu não me vejo fazendo outra coisa a não ser dirigindo um ônibus. Gosto de fazer minhas coisas em casa, porém não me vejo em outra profissão a não ser de motorista. Se precisar dirijo o dia inteiro, me sinto como se tivesse algum poder. Adoooooro (risos)”.

    Ela foi uma das primeiras mulheres a dirigir ônibus de transporte coletivo, e por ser mulher enfrentou diversos obstáculos. “O pessoal já se acostumou. Mas antes, no começo, falavam que por eu ser mulher não iria saber dirigir, que não ia conseguir. Duvidavam da minha capacidade, faziam descaso. Foram tantas coisas… Mas nunca desanimei do meu desejo, fiquei cinco anos sofrendo sozinha, só eu de mulher. Me sinto orgulhosa de ter começado a abrir a porta para outras mulheres que hoje são minhas colegas de trabalho”, relembra Flávia. Atualmente, das duas empresas de transporte coletivo que operam na sua cidade, Vitória da Conquista – BA, somente a empresa Vitória emprega mulheres como motoristas. O número aumentou desde a entrada de Flávia, subindo para três, mas, ainda assim, elas são uma minoria.

    As historias de Elza e Flávia, apesar de inspiradoras, são exceções, não é regra geral que uma mulher pode ser aquilo que quiser. Fatores históricos e culturais contribuem para essas diferenças entre os gêneros feminino e masculino. O trabalho laboral, que exige o raciocínio rápido, preciso e a força física, permanece atrelado ao homem, enquanto áreas ligadas ao “cuidar” continuam sendo ocupados pelas mulheres.

    Segundo professora do Curso de Ciências Econômicas da UESB e Integrante do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho, Política e Sociedade (NETPS/UESB), Andréa Braz da Costa,  a “divisão sexual do trabalho baseia-se na divisão de funções diferentes para homens e mulheres, em que situa na esfera da produção o lugar do homem e na esfera da reprodução o lugar da mulher”. Segundo ela, “nessa lógica também se pode identificar uma hierarquização no qual o trabalho do homem se constitui o mais importante, subordinando, dessa forma, o trabalho feminino.”

    No mercado de trabalho também estão mulheres em áreas ditas masculinas por necessidade. É o caso de Esmeraldina Dias Machado, que foi a obrigada a entrar em um novo ramo profissional. Com apenas 23 anos, ela se tornou uma açougueira. “Na verdade, não fui eu quem quis, foi uma necessidade.” Hoje em dia está muito difícil arrumar emprego e o que eu arrumei nessa fase da minha vida foi o açougue, e o meu aprendizado foi na prática. Quando comecei, não conhecia nada, mas aí através do meu patrão fui apreendendo”, explica comenta.

    O trabalho dela é valorizado pelo patrão, já a clientela do açougue formada por homens costuma fazer piadas machistas. “Isso é comum por que eles acham que é uma profissão para os homens, e falam: ‘ah, ela é mulher não sabe de nada. Vai cortar a carne errada’. Mas acho que mesmo assim, nós, mulheres, devemos persistir porque eu vou muito por aquele ditado: a mulher deve estar onde ela quer estar”, afirma Esmeraldina confiante.

    Já Analice Teles desde criança admirou profissões que estiverem relacionadas à segurança. Almejando encontrar trabalhos que fossem dessa área, ela fez um curso básico de segurança e, hoje, conta com orgulho as vitórias. “Fui a primeira segurança patrimonial a ser convocada pelo concurso municipal. De 40 pessoas, fui a única mulher, e depois de alguns meses, convocaram outras. Há pouca participação das mulheres nos cursos e na área de atuação.”

    Como as demais mulheres Analice também já foi muito questionada sobre a escolha da profissão e o seu talento para a profissão. “No início, alguns falaram que a é mulher sexo frágil, que não tem capacidade para defender o patrimônio, perguntavam como eu tinha coragem de exercer essa profissão masculina, e ainda diziam que eu iria perder a minha feminilidade. Só que eu consegui surpreender a todos eles. Hoje, sou admirada pela minha coragem de estar exercendo um papel que é desenvolvido mais pelos homens”.

    Mesmo presente em espaços profissionais tipicamente masculinos, ainda, é visível a desvalorização da atividade desempenhada pela mulher em comparação ao homem. “Evidentemente, as conquistas dos trabalhadores ocorrem ao longo de tempo (de séculos), mas não de modo completo e homogêneo no mundo, e nessa trajetória, seguramente, embora tenha obtido conquistas, não podemos falar de igualdade no mercado de trabalho entre homens e mulheres”, analisa a professora Andrea.

    Além da capacidade profissional posta à prova em ambientes predominantemente masculinos, muitas trabalhadoras ainda têm que lidar com o assédio dos homens. Aline do Nascimento Santos, frentista em um posto de gasolina, relata que a função que desempenha não é difícil, o complicado mesmo é lidar com o assédio sexual diário. “Todo dia, toda hora, sofro com o assédio. Me pedem o whatsapp, o número do telefone, fazem piadinhas, oferecem carona, me dão dinheiro. Acho que eles deviam respeitar mais o meu trabalho. Isso é o que me chateia hoje no meu trabalho. Meus colegas me respeitam e até me defendem desses abusos dos clientes”.

    Pedreira viraliza na internet

    Inspirada pelo pai, Jéssica Mayra Barbosa dos Santos, 23 anos, que mora na cidade de São Paulo, começou a aprender os ofícios da profissão de pedreiro muito nova, aos 13 anos. Interessada em arranjar dinheiro para um novo par de tênis, ela conseguiu o seu primeiro trabalho como pedreira. A partir daí, ela não parou mais. “As pessoas sempre falam porque eu não procuro um serviço mais leve. Mas eu gosto de trabalhar como pedreira, é uma coisa que me relaxa e que eu gosto de me envolver”.

    Apesar da realização profissional ao exercer a profissão escolhida, Jéssica diz que sofre questionamentos e dúvidas frequentes sobre a qualidade do seu trabalho. “Têm pessoas que acham diferente e querem conhecer mais, outras, ficam olhando você trabalhar para ver se vai fazer certinho.”

    Para além dos comentários acerca de sua escolha profissional, após divulgar um vídeo na internet no qual ultrapassou a marca de 45 milhões de visualizações, a pedreira passou a enfrentar situações desagradáveis em sua rede social. “Depois que o meu vídeo viralizou, um ou dois caras tentaram desvalorizar meu trabalho falando que eu queria fama. Porém, eu só coloquei o vídeo trabalhando, não procurei nada demais”.

    A pedreira ressalta como é importante essa transformação no campo profissional e de como a divulgação do seu trabalho pode ajudar outras mulheres. “Acho legal que o cenário está mudando, porque aí quebra esse tabu de que mulher não pode trabalhar com isso, ou de homens que têm preconceito. Antes tinham profissões que a mulher não se encaixavam e, hoje, se encaixam. Então, com meu vídeo, muitas mulheres se identificaram e buscaram força para trabalhar com isso. É uma profissão como qualquer outra, como tem policial homem tem policial mulher, jogador e jogadora.  Então é legal todo mundo ter essa noção das coisas e do trabalho, e de que você também pode ser uma pedreira.”

    Para Jessica: “o importante na vida profissional é o trabalho ser digno, e você estar se sentindo bem. Não adianta eu trabalhar em um escritório, no shopping, se eu não me sentir bem, eu trabalho com isso porque eu gosto. Erga a cabeça e não ligue para o preconceito, o importante é saber quem você é e onde quer chegar”.

    Elza, Jéssica, Flávia, Esmeraldina, Aline e tantas outras espalhadas pelo Brasil servem de motivação para outras mulheres que querem trabalhar em áreas em que há predominância masculina. A desconstrução do preconceito, da diferenciação de gênero e salário exige persistência e a luta constante das mulheres para vencer essas barreiras no mercado de trabalho, algo que já uma realidade, como demonstraram as entrevistadas da reportagem.

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • SEM PAI: Mãe de filho de Renato desabafa ao Conexão. Acusado continua foragido.

    SEM PAI: Mãe de filho de Renato desabafa ao Conexão. Acusado continua foragido.

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    “Enquanto o assassino está foragido meu filho chora a falta do pai.”

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    Nove meses praticamente se passaram. Novas vidas enfeitaram os lares trespontanos. Mas nesse tempo a dor de uma mãe que viu seu filho ser covardemente assassinado continua sangrando. Renato Batista foi morto com um tiro na nuca por Alessandro Pereira dos Reis, que segue foragido. Uma criança, Davi, filho de Renato com Eliane Castelari, que tinha seis meses quando o crime ocorreu, sofre e chora a falta do pai. E é sobre esse enfoque que o Conexão volta ao caso.

    Nossa reportagem conversou com Eliane Castelari, que viveu um rápido relacionamento com Renato Batista e que acabou engravidando. Ela falou de tudo que vem ocorrendo nesses 9 meses de dor, saudade e impunidade:

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    Conexão – Como tem sido a sua vida, criando o filho do Renato sozinha? Como a criança reagiu a isso tudo, a falta do pai?

    Eliane – Nada fácil, minha vida  mudou muito, eu não tenho mais ajuda e nem o apoio do Renato para me ajudar na criação do Davi. Meu filho sente a falta do papai dele. Tadinho, ele não pode ver uma moto, um capacete, um boné, que acha que o pai dele tá chegando. As lembranças que ele tem do Renato são coisas que me deixam muito triste.

    Ele sente muito a falta do pai. O Davi tinha contato todos os dias com o pai dele. Eu falo que o papai dele foi morar com o Papai do Céu, porque ele ainda não entende as cousas.

    Conexão – Como você cria o Davi?

    Elaine – Sozinha, não tenho ajuda de ninguém, nem da família e nem dos amigos que me disseram que nunca iam deixar faltar nada para o Davi.

    Conexão – O autor do crime, Alessandro Reis, ainda não foi preso. Como você vê isso?

    Elaine – Acho muita injustiça tudo isso, um absurdo! Esse monstro ainda está solto e ainda tem pessoas que me falam que ele está lá na própria casa dele, escondido. Cadê as autoridades que não podem ir lá e dar uma busca na casa ou seguir a mulher dele, os parentes ou fazer rastreamento dos telefones?

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    Conexão – Você tem acompanhado o caso e cobrado providências por parte da polícia?

    Elaine – Tenho sim, eu vou até na promotoria, sempre cobro. A morte dele não pode ficar em vão. Fui na polícia várias vezes  para  saber como está o caso. Eles me disseram que quando eu souber o endereço que o assassino está que é para eu ligar e informar que eles vão prendê-lo. Isso é um absurdo.

    Conexão – Quais as novidades do caso?

    Elaine – Tudo está do mesmo jeito, como se nada estivesse acontecimento.

    Conexão – A motivação do crime foi absolutamente banal: som alto. O que você pensa sobre isso?

    Elaine – Não gosto nem de ouvir som mais. Fiquei com trauma, acho que todos deveriam se respeitar, mas não chega e tira a vida de uma pessoa por causa de som não. Meu Deus, onde estamos? Isso é uma monstruosidade, um absurdo.

    Conexão – O que você diria ao assassino do pai do seu filho, caso ficasse frente a frente com ele?

    Elaine – Nossa, eu acho que a única coisa que eu faria era mostrar meu filho, o filho do Renato para esse assassino. Que direito você teve de tirar a vida de um pai que tinha o sonho de ver o filho crescer? Perguntaria isso a ele.

    O Crime

    Um crime brutal foi registrado pela Polícia Militar de Três Pontas no início da madrugada da quarta-feira, 27 de julho de 2016. Renato Batista, de 28 anos de idade, foi assassinado com um tiro na cabeça na entrada de sua casa, no bairro Bom Pastor, em frente a Maçonaria, atrás do Cemitério Municipal. O acusado é Alessandro Pereira dos Reis, um comerciante de 44 anos que teria envolvimento com o jogo do bicho, segundo a Polícia Militar.

    O crime aconteceu por volta das 00:30. Tudo teria acontecido porque Alessandro, residente na Rua José Gonçalves da Costa nº 93, que já teria um histórico de desentendimento com o vizinho Renato, residente ao lado, no número 103, estaria incomodado com o som alto vindo da casa debaixo.

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    Alessandro, transtornado, saiu de sua casa e teria ido até a casa de Renato. Teria se deparado com a mãe da vítima, pedindo para chamá-lo. Foi quando Renato apareceu na entrada de sua casa e ao perceber que Alessandro estava armado se virou para retornar ao interior da casa, sendo alvejado friamente com um tiro na nuca, ao lado de sua mãe. Alessandro fugiu e Renato acabou sendo socorrido, mas já teria chegado ao Pronto Atendimento Municipal sem vida.

    A entrada da casa ficou cheia de sangue. Renato ainda teria pedido para que o socorressem e não o deixassem morrer.

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    Sangue de Renato derramado na entrada de sua casa.

    “O assassino não teve amor por um ser humano. Ele deu um tiro na nuca do Renato que estava ao lado da mãe dele.”

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    Três Pontas não registrava homicídio por arma de fogo desde 2010

    Três Pontas estava entre as 10 cidades brasileiras com mais de 40 mil habitantes que não registrava uma única morte por arma de fogo desde 2010. Mas essa estatística foi quebrada no início da madrugada de uma quarta-feira (27 de julho de 2016), quando Renato Batista de 28 anos acabou sendo assassinado com um tiro na cabeça dado pelo vizinho Alessandro Pereira dos Reis.

    No ano passado, o Conexão conversou com o Tenente Bruno Neves que explicou essa boa estatística de, até então, 5 anos sem um homicídio sequer por arma de fogo em Três Pontas:

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    “Saiu uma reportagem na site da Revista Exame abordando sobre estas cidades, com mais de quarenta mil habitantes, que não registraram nenhum homicídio com arma de fogo nos últimos anos. Destas cidades a única mineira é Três Pontas e no Brasil são dez. Na minha opinião isso é uma questão cultural, também a localização que a cidade se encontra, da tranqüilidade, e também do trabalho constante que a polícia faz, principalmente no acompanhamento criminal, na área de geoprocessamento, área de referenciamento, da inteligência de segurança pública aplicada diretamente na questão de polícia preventiva, porque o fato de não ter homicídio com arma de fogo, não quer dizer, que isso é aleatório, isso é em virtude do trabalho da Polícia Militar, pela quantidade de armas que são apreendidas, a quantidade de problemas envolvendo a criminalidade, principalmente o trafico de drogas”, explicou.

    Mas infelizmente isso agora é passado e mais uma vida se foi por causa de discussão banal e um homem armado, com arma de fogo, que preferiu resolver na bala sua diferença.

    ONDE ESTÁ O ACUSADO DE ASSASSINATO?

    Nossa reportagem conversou com pessoas próximas ao acusado de ter matado Renato. essas pessoas comentaram que havia a possibilidade de Alessandro Reis se entregar no início deste ano, o que acabou não ocorrendo.

    De acordo com informações apuradas junto a Polícia Civil várias denúncias sobre o paradeiro de Alessandro Reis chegaram até a sede de Delegacia da Polícia Civil. Elas teriam sido checadas, mas Alessandro continua foragido.

    A última informação levantada é de que Alessandro estaria escondido numa propriedade rural ou fora do estado de Minas Gerais.

    Esse caso não pode ficar impune e o Conexão Três Pontas continuará cobrando! Quem ver esse homem DENUNCIE! Ligue para o 190. Não é preciso se identificar.

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

  • A QUEDA DAS TORRES GÊMEAS: Obama e famílias de vítimas lembram os 14 anos do 11 de Setembro

    A QUEDA DAS TORRES GÊMEAS: Obama e famílias de vítimas lembram os 14 anos do 11 de Setembro

    Presidente americano fez um minuto de silêncio no jardim da Casa Branca. Familiares terão cerimônia no memorial do World Trade Center.

    As quase 3 mil pessoas mortas nos ataques de 11 de setembro de 2001 são homenageadas nesta sexta-feira (11) em cerimônias em Nova York, Pensilvânia e Washington para marcar os 14 anos dos ataques com aviões sequestrados por militantes da Al Qaeda.

    Em Washington, o presidente Barack Obama participou de um minuto de silêncio na Casa Branca. Obama também irá participar de um encontro com membros do serviço militar em Fort Meade, base militar em Maryland.

    A cerimônia em Nova York irá seguir um molde já utilizado. Os nomes dos mortos serão lidos em voz alta no local onde as torres gêmeas do World Trade Center foram derrubadas por dois aviões naquela manhã de 2001. A cerimônia será marcada por minutos de silêncio para lembrar os momentos em que os aviões bateram e as torres caíram.

    “Não vamos fugir de como foi feito no passado. Vamos começar às 8h46 e a leitura dos nomes de membros das famílias provavelmente demorará algumas horas”, disse Michael Frazier, porta-voz do Memorial do 11/09 em Nova York, sobre a cerimônia desta sexta-feira.

     

    Fonte G1