Categoria: Esporte

  • ESPORTE: Secretário João Batista rebate matéria de blog e anuncia novidades

    ESPORTE: Secretário João Batista rebate matéria de blog e anuncia novidades

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    O Secretário Municipal de Esportes João Batista Rabello, que exerce a função pela terceira vez (primeiro com Adriene Barbosa, depois com Luciana Mendonça e agora com Luiz Roberto), é tido por muitos trespontanos como um dos políticos mais queridos da cidade. Mas recentemente uma reportagem veiculada no blog Equipe Positiva lhe causou perplexidade, já que foi acusado de fechar as portas para o TAC, de cancelar homenagens a figuras trespontanas, dentre outros temas. No intuito de “corrigir o que chama de distorção”, João batista procurou o Conexão para falar do que realmente está por vir na pasta do Esporte em Três Pontas:

    Conexão – Algumas acusações foram publicadas por um órgão de imprensa contra você. João, com relação a essa história do TAC, o Conexão recebeu algumas denuncias, e foi até o local, fizemos várias fotos. O TAC se encontra em completo abandono. Quando você assumiu, no primeiro contato com o Estádio Ítalo Tomagnini, você se assustou, assim como nós nos assustamos?

    João Batista – Infelizmente fomos pegos de surpresa duas vezes, porque o contato com o presidente do TAC, queria que fosse da forma mais amigável possível, e clara, para que não ficasse pendencias e arestas a serem aparadas futuramente, e o que me causou mais surpresa, na conversa entre eu e o Ney Antônio, é que tudo que foi tratado de forma cordial e muito clara, as coisas que foram vinculadas a posterior, diferem do que conversamos. O que me deixa muito triste, pois tenho um apresso muito grande pela pessoa dele, e não gostaria de estar dando essas explicações nesse momento. O espaço físico do Estádio Ítalo Tomagnini estava cedido a administração do TAC, para que eles explorassem da forma que achassem interessante. Foi visto por você em loco como estava sendo a administração.

    Mas também não foi isso que nos levou a chamar o Ney pra conversar. Como estava mudando a administração, algumas coisas se modificam, o perfil, a vontade de realizar algo diferente, difere de uma e de outra administração. Em momento algum foi colocado que o TAC seria execrado. O que foi colocado é que a forma que estava sendo feita e que teria que ser revista. E o convidei várias vezes e fica mais uma vez o convite, que depois que a Secretaria, o Município se inteirar das questões de todo Esporte, nós gostaríamos ainda de tê-los como parceiros. Não estamos decretando a morte do TAC. Estamos pedindo uma nova forma de manutenção. E felizmente estivemos agora novamente com o Ney, depois da reportagem que você fez Roger, e as coisas estão caminhando favoravelmente.

    Quanto às homenagens que foram feitas dentro do Ginásio Poliesportivo, que fica aqui de prova os meus parabéns a visão, a escolha dos homenageados, porque são merecedores de todas as homenagens possíveis, entre essas e outras que poderão vir. O que foi dito a ele, é que o ano esportivo estaria reiniciando, ele reiniciando haveria novos campeonatos, eventos, e novos homenageados seriam propostos. Isso nos deu uma ideia muito boa, nós queremos criar um espaço no Ginásio pra Galeria das Personalidades, que fazem parte do esporte. Três Pontas já foi campeão do Jimi na modalidade vôlei feminino, Jimi na modalidade futsal feminino, vice campeão da taça EPTV por duas vezes, terceiro colocado por várias vezes. Esse campeonato que foi conseguido pelo TAC disputando a taça alterosa é o terceiro campeonato que Três Pontas conquistou. Então nós não teríamos espaço dentro do Ginásio, mesmo que elas sejam merecedoras. Temos menino que ganhou campeonato mundial de bicicross, temos o Tunico que foi um grande vencedor de moto. Temos inúmeras personalidades que se destacaram no esporte em várias modalidades. O que ficou claro é que nossa administração tem uma visão macro, nós não queríamos destinar o pouco recurso que temos para administrar o esporte, dividindo o povo de Três Pontas. Queremos somar! Realizando campeonato municipal, estaduais, campeonato rural, copa do trabalhador, apoiar as modalidades de voleibol, basquetebol, natação, atletismo, as lutas marciais que sempre precisam. Tem projetos sociais envolvidos. Essa foi a conversa que teríamos que ampliar o recurso a mais pessoas. Porque o recurso estava muito concentrado a poucas pessoas. O povo de Três Pontas gosta do TAC, e nós também gostamos. Esperamos que haja uma reflexão e que se chegue a um bom termo, para que o esporte de Três Pontas não sofra com isso. Espero encarecidamente que isso não seja uma bandeira politica, porque estamos aqui para defender os interesses de crianças que estão sendo abordadas por bandidos, entrando no caminho da droga e do roubo por falta de incentivo, seja no esporte, na cultura. Em todos os lugares. Mas nós temos que fazer nossa parte. Fica aqui meu pedido de compreensão, e não está decretado o final do TAC. É preciso que seja feita uma nova parceria, e espero tê-los como parceiros.

    Conexão – João ainda em relação a essa questão do esporte e do campo do TAC especificamente, como é que fica a situação dos anjos socorristas que lá ocupam uma faixa de espaço, e também as auto escolas que também acabam prestando um trabalho na formação de condutores em Três Pontas?

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    João Batista – Ninguém será prejudicado e retirado de lá. Apenas precisamos nos inteirar do assunto, da forma como tudo está sendo feito e repito que ninguém será prejudicado.

    E aos socorristas, principalmente, já fica de imediato, eles são voluntários , então aquele local está disponível a eles. Não vai haver nenhuma alteração sobre isso. E se acharmos um local melhor entre os patrimônios da Prefeitura, será oferecido a eles. É um grupo que tem que ser ajudado, e não atrapalhado.

    Conexão – João, circularam também na internet, vários comentários sobre um possível fim da parte social das artes marciais. Algumas pessoas com medo de que rumores de um possível fim desses trabalhos sociais, do Judô, do Karatê, se tornem verdade. Existe algum fundo de verdade nisso? Alguma ideia de se acabar com os trabalhos sociais?

    João Batista – Claro que não, pelo amor de Deus! Inclusive já recebemos o Professor Tiãozinho aqui e nós na verdade queremos é ampliar. Fazer parcerias com escolas e atender muito mais gente. Como foi nas minhas outras duas passagens pela Secretaria de Esporte. Quem acompanhou o nosso trabalho, Deus está me dando o privilegio de estar na Secretária pela terceira vez. Sabem que isso é mentira, que sempre procuramos apoiar, ajudar, estar junto com o máximo de modalidades possíveis, e principalmente com as artes marciais, e com o professor que prestava esse serviço lá no Ginásio, eu tenho uma excelente convivência. Espero que logo o seu contrato seja renovado. Para que de sequência ao excelente trabalho que ele vinha fazendo. Atletismo, voley, artes marciais e até escolinhas de futebol no TAC estão na nossa pauta. Quem sabe os meninos que aprenderem futebol no TAC possam no futuro se tornar jogadores do clube? É um sonho que vamos buscar.

    Conexão – Com relação às academias, ao ar livre, um trabalho da Secretaria de Esportes, junto com a Secretaria de Obras e Transportes no sentido de reformar aquilo que está danificado e de, continuar dando apoio a essas academias que foram colocadas nas praças está sendo feito. Qual sua visão sobre isso?

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    João Batista – Nós precisamos, além de reformar e de cuidar dessas academias e encontrar formas de ter pessoas preparadas para acompanhar os usuários. Sabemos que manter professores é muito caro, mas precisamos encontrar alguma saída para isso e estamos dispostos a melhorar a qualidade desse trabalho oferecido nas praças. É preciso que haja orientação. Mas nós pegamos uma Secretaria com um orçamento enxuto, não deixaram muitas opções da gente desenvolver nesse primeiro ano um trabalho de eficácia e eficiência que é nosso proposito, em todas as áreas. Como secretário de Esporte e o prefeito Dr. Luiz Roberto, não tenho compromisso com o erro, então ele quer o melhor para o Município, então nós teremos que nos desdobrar, ser criativos, buscar soluções e atender esse povo que precisa.

    Conexão – Nesse primeiro ano algum evento como item principal? Por exemplo, teremos esse ano uma grande Copa do Trabalhador?

    João Batista – Faremos tudo, e com certeza teremos. A gente quer revitalizar a Copa, queremos os campeonatos municipais, rurais, e de veteranos, e se possível participarmos até de campeonatos como EPTV, Alterosa, Joju, Jemg, tudo que for possível estaremos.

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

     

     

     

     

  • DENÚNCIA: Estádio do TAC se encontra em completo abandono.

    DENÚNCIA: Estádio do TAC se encontra em completo abandono.

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    Direção do time recebeu subvenções de até 40 mil reais da Prefeitura, mas o descaso com o Estádio Ítalo Tomagnini é visível.

    O time do TAC, Três Pontas Atlético Clube, uma grandes paixões dos trespontanos, já viveu dias de glória. Disputou o Campeonato Mineiro de Futebol e ainda enquanto se chamava Trespontano Olímpico Clube era acompanhado por uma torcida fiel e apaixonada. Jogadores eram contratados e vinham de fora para reforçar o elenco. Uma animada bateria e o grito de “Vai Rasgando Tacão” ecoavam por todo sul de Minas. Mas aos poucos a realidade foi mudando. A equipe praticamente acabou e precisou voltar com outro nome. Chegou a conquistar a Copa Alterosa de Futsal, mas muito longe daquele passado brilhante. E nesta semana parece que a situação chegou no fundo do poço. Nossa reportagem recebeu uma denúncia de que que o Estádio Ítalo Tomagnini, localizado no centro de Três Pontas encontra-se em completo estado de abandono, apesar das subvenções recebidas da Prefeitura nos últimos anos.

    Uma denúncia levou nossa reportagem até o Estádio Ítalo Tomagnini. Lá, o que vimos, é desolador. Uma situação de completo abandono. Alambrado caindo ou destruído, arquibancada com mato ou servindo de criadouro para o mosquito da dengue devido ao acúmulo de água parada, mato crescendo tanto no gramado quando nos arredores, banheiros imundos e estragados, locais servindo de depósitos de entulhos, vestiários com fiação elétrica exposta e completa sujeira, pedaços de calçamento caindo e de forma perigosa, cabine de transmissão sem porta, banheiros sem porta, luzes faltantes nas torres de iluminação, entre outros.

    O alambrado que separa as torcidas adversárias está completamente destruído. Vejam algumas fotos:

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    Vários entulhos estão amontoados nos fundos do campo.
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    Lateral da arquibancada está com acúmulo de água parada e pode servir de criadouro de mosquitos da dengue.
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    Alambrado próximo a entrada está caindo.
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    Banheiros se encontram sujos e em completo abandono. O cheiro é horrível.
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    Alambrado que separa as torcidas adversárias se encontra destruído.
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    Parte do calçamento está ruindo e de forma perigosa, podendo causar acidentes.
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    Vestiários sujos.
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    Mato toma conta do Estádio.
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    Fiação elétrica a mostra de forma perigosa.
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    Portas destruídas.
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    Cabine de transmissão de emissoras de rádio faltando porta.
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    Acúmulo de lixo serve como criadouro do mosquito da dengue. Larvas já foram encontradas.
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    Banheiro servindo de depósito de entulhos.

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    Imundice nos banheiros alastra mal cheiro.

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    Nossa reportagem teve acesso a alguns documentos que comprovam que a diretoria do TAC recebeu nos últimos anos verbas oriundas de subvenção da Prefeitura Municipal de Três Pontas. Em um único ano, por exemplo, a doação chegou aos R$40.00,00 (Quarenta Mil Reais). Veja alguns demonstrativos:

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    O Três Pontas Atlético Clube (TAC), desde o dia 03 de dezembro de 2015, data da última eleição, é presidido por Ney Antônio de Mendonça, e a atual gestão é para o biênio 2016/2017. Nossa reportagem entrou em contato com Ney Antônio de Mendonça. Questionado sobre essa situação e os pagamentos de subvenções, como o dinheiro é utilizado, ele respondeu:

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    “Em primeiro lugar, gostaria de esclarecer que a manutenção do Estádio Ítalo Tomagnini, que realmente se encontra em situação deplorável, não cabe a diretoria do TAC e sim à Prefeitura Municipal de Três Pontas. Tanto é verdade que a Prefeitura desloca todos os dias dois funcionários para cuidar da manutenção do estádio. Nós não temos responsabilidade sobre isso.

    Já com relação aos demonstrativos, a subvenção anual que recebemos, ela é utilizada para cobrir as despesas das equipes, tanto a de campo quanto a de futsal. E temos toda prestação de contas dessas subvenções aprovadas na Prefeitura. Eu mesmo cheguei, do meu bolso, a comprar material de limpeza para o TAC. E nós do TAC também compramos uma máquina de cortar grama. Tudo por nossa conta. Nós conseguimos recursos através das placas, da venda de espaços de publicidade de empresas.  E também com o dinheiro que recebemos mensalmente das auto escolas (que é legal, porque é feito junto ao TAC e não com a Prefeitura) nós promovemos a pintura externa do TAC.

    A situação, repito, como você viu, é realmente ruim. Eu procurei a administração passada do prefeito Paulo Luís para cobrar as melhorias. Mas como a diretoria do TAC conseguiu uma verba de R$ 250.000,00 (Duzentos e Cinquenta Mil Reais) junto ao deputado Dimas Fabiano, a Prefeitura disse na época que não compensaria fazer nada lá porque iria gastar dinheiro sem necessidade, já que essa verba grande foi aprovada e o convênio já foi celebrado junto a Caixa Econômica Federal. E quero lembrar que vou cobrar a realização disso pela atual gestão municipal, haja vista que o dinheiro está na conta e tem que ser feito ainda em janeiro, senão será uma verba perdida”, disse Ney Antônio.

    O atual presidente do TAC, que assumiu o cargo pela primeira vez em 2011, disse estar muito cansado e que no final do ano termina seu segundo mandato. Mas que publicará um edital de novas eleições já nos próximos meses.

    “Nós conseguimos muita coisa para o TAC e sempre há polêmica e isso cansa a gente. Por isso vou abrir mão. Se não houver uma outra chapa que se candidate e queira dirigir o TAC eu entregarei a documentação, que será arquivada e eu saio assim mesmo”, concluiu.

    Ney Antônio, a frente do TAC, conquistou para a cidade o título de Campeão da Copa Alterosa de Futsal, vice-campeão da Taça EPTV (futsal) e foi semifinalista da Copa Record no futebol de campo.

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    Roger Campos

    Jornalista

    (MTB 09816)

     

  • DENUNCIA DE PIRATARIA: Camisa número 3 do Atlético, fabricada em Três Pontas, é retirada da loja do clube

    DENUNCIA DE PIRATARIA: Camisa número 3 do Atlético, fabricada em Três Pontas, é retirada da loja do clube

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    No dia em que anunciou o fim da parceria com a Dryworld e a assinatura do contrato com a Topper, que será a fornecedora de uniformes do clube a partir de 2017, o Atlético esteve em meio a um imbróglio judicial. Oficiais de justiça estiveram na Loja do Galo, que fica no bairro de Lourdes, para recolher todas as camisas número 3 do Alvinegro, lançadas em novembro. A acusação é de pirataria.

    A denúncia foi feita pela Rocamp, empresa que produzia os uniformes da Dryworld. De acordo com o dono Edson Campagnolo, a fábrica paranaense é a única no Brasil que tem os direitos de produzir camisas da empresa canadense. A acusação de pirataria é feita contra uma empresa de confecção, da cidade de Três Pontas, que se tornou parceira do Atlético e confeccionou o uniforme número 3 do Galo.

    “A gente entrou com uma ação buscando os nossos direitos na Justiça. Uma empresa de Minas Gerais, encomendada pelo Atlético, acabou produzindo uma camisa oficial da Dryworld. No entanto, só a gente pode produzir camisas da Dryworld no Brasil. Notificamos que isso não poderia acontecer, que isso é pirataria. Embasamos com contratos mostrando toda a parceria e exclusividade”, disse Edson, em entrevista ao Superesportes.

    Além da denúncia de pirataria, a Rocamp acusa a empresa de estelionato, já que a empresa de Três Pontas colocou, na gola da camisa número 3 do Atlético, o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da fábrica paranaense.

    “Além de fabricar sem autorização, a empresa de Três Pontas utilizou o CNPJ de nossa empresa na gola da camisa. Isso é crime de estelionato”, disse Campagnolo.

    Além de retirar as camisas da Loja do Galo, a Rocamp vai retirar de todo o mercado as camisas número 3 do Atlético. “A gente vai continuar fazendo busca e apreensão. Nossos advogados estão na busca para tirar todas do mercado, não apenas das lojas do Atlético”, concluiu.

    Atlético diz que processo não afeta o clube

    A reportagem entrou em contato com Lásaro Cunha, diretor jurídico do Atlético, que afirmou que a denúncia não afeta em nada o clube.

    “Isso não afeta o Atlético. O problema é entre as duas fábricas. Podemos ir a juízo apenas para defender os lojistas que venderam o ‘produto pirata’”, disse.

    *Extraído na íntegra do Portal Superesporte

    http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/atletico-mg/2016/12/13/noticia_atletico_mg,371096/com-denuncia-de-pirataria-camisa-numero-3-do-atletico-e-retirada-da-l.shtml

    A decisão de ocultar o nome da empresa, até que tenhamos a resposta da empresa acusada, foi do Conexão Três Pontas

    CONEXÃO PROCURA PELA EMPRESA ACUSADA

    Nossa reportagem entrou em contato na tarde desta quarta-feira (14) com a empresa citada na reportagem original do site Superesporte, em Três Pontas, para dar-lhe e garantido e devido Direito de Resposta. De acordo uma de suas coordenadoras, de nome Adriana, a empresa se pronunciará através de seus advogados na próxima sexta-feira ou no máximo na segunda-feira, dia 19. Conforme a responsável, houve na verdade “um grande equívoco, que será devidamente esclarecido”.

    Nos colocamos à disposição desta importante empresa e aguardamos nas datas combinadas a devida resposta.

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    Roger Campos

    Jornalista Conexão Três Pontas

    (MTB 09816)

  • EDITORIAL: VIDA, POEIRA DE ESTRELAS por Roger Campos

    EDITORIAL: VIDA, POEIRA DE ESTRELAS por Roger Campos

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    O que é a vida? Como vivê-la? O que tirar de proveito? O que aprender, o que guardar, o que repassar o que esquecer?

    A vida é rasa, é curta, breve, passageira. No meu entendimento: única! Por isso deve ser vivida ao extremo, aproveitando cada segundo, acordando todas as manhãs e agradecendo a Deus pela janela que se abre, pelos olhos que enxergam aquele lindo sol brilhando e iluminando nossos dias. Devemos abraçar nossos filhos enquanto os temos diante de nossa companhia, debaixo de nossas asas. Beijar e pedir “a bênção” aos nossos pais, envelhecidos pela dureza e ensinamentos do tempo. Devemos colecionar amigos, bons amigos. Semear o amor e a solidariedade. Ajudar a quem precisa. Deitar e antes de dormir rezar ou orar para agradecer todas as dádivas dadas pelo Senhor.

    A vida é algo palpável ou absolutamente abstrato. A vida é chegada, não deve ser partida. A vida é encontro, não deve ser separação. A vida é sonho e realização, não pode ser derrota e lamentação.

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    Mas a vida é vizinha da morte, essas duas “senhoras” convivem lado a lado. E quando menos se espera a vida se esvazia e a morte toma o centro do palco e com ela vem a dor, a terrível dor da alma, funda, que abre uma cratera no peito e que nunca cicatriza, apenas estaciona com o passar dos meses, anos…

    Não dá pra explicar a vida, tão pouco decifrar a morte. Entendê-la é utopia plena. Ainda mais quando vem assim, como nessa tragédia do avião do Chapecoense e de tantos colegas jornalistas, de repente, de supetão, chutando a boca do estômago, atirando a esmo, sem nos preparar, sem pedir licença.

    Triste ver tantos jovens jogadores que viviam a maior glória profissional de suas vidas e que a eles faltava apenas aquela cereja do bolo. O último jogo, a última disputa, talvez o último gol, o apito final e a consagração mundial, embora naquela cidade de interior eles já eram mais que jogadores: eram heróis.

    Mas a história, o destino, a tragédia, a morte ou essa coisa arteira da vida brincar com a gente e da gente brincar com ela, nos causa perplexidade mais uma vez. Jogadores de um time pequeno em seu momento internacional inédito. Certamente muitos voltariam não com apenas a conquista de um troféu, mas também da afirmação profissional, da realização pessoal, de tornar real o desejo de menino de ter um carrão importado ou simplesmente de dar um teto para seus pais. Isso não vai mais acontecer. Vidas, sonhos e novas vidas dilaceradas, interrompidas nessa relação vida e morte que é o limiar, fio de uma navalha.

    Colegas jornalistas, Vinte e um deles se foram no exercício pleno da profissão. Como dói perder colegas que escolheram o mesmo caminho na vida que eu e outros tantos. Uns com o idealismo de contar histórias, outros de produzir grandes reportagens, outros de captar as melhores imagens.

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    Mas vale recordar as jogadas felizes, matar a saudade do peito e driblar a emoção. Impedidos para sempre, esse elenco parou. Como erguer os braços e correr pro gramado, fazendo tabela com os sonhos que não se realização? Apenas no videotape que a história gravou, não é mesmo Moacyr franco, em sua Balada nº 7.

    O jogo acabou! O campeonato se foi. Essas vidas não voltam. Se vão as pessoas, ficam a saudade e as memórias, a revolta da dor que queima o peito e que mais tarde virá entendimento e ainda mais fé nos desígnios de Deus.

    Infelizmente não haverá prorrogação. O narrador não vai encher o pulmão e soltar a voz num grito de gol da Chape. O grande Juiz (Maior de todos) pôs a bola debaixo do braço e encerrou o jogo.

    Não há cores mais, não há torcidas rivais, não há disputa. Hoje somos Jornalismo Futebol Clube e Associação Chapecoense de Futebol. Todos com o mesmo distintivo gravado no peito: o coração cheio de amor, saudade, aplausos e dor.

    Não há vitoriosos. Hoje, pelo menos, todos perderam… Mas para sempre balançará na rede dos nossos corações, das nossas lembranças, a narração daquele último gol…

    Fecham-se as cortinas e termina o jogo, a fase do sangue e suor. Restaram as lágrimas.

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    Roger Campos

    Jornalista Conexão Três Pontas

    (MTB 09816)

     

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  • LUTO NO MUNDO: Confira a lista de passageiros do avião que levava a Chapecoense

    LUTO NO MUNDO: Confira a lista de passageiros do avião que levava a Chapecoense

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    Ao menos 22 jogadores da Chapecoense estavam no avião que caiu na noite da última segunda-feira (29) no município de La Ceja, perto de Medellín, onde a equipe catarinense disputaria a final da Copa Sul-Americana.

    Dos atletas, sobreviveram o goleiro Jackson Follmann, o lateral Alan Ruschel e o zagueiro Neto. Todo o restante morreu na tragédia. As vítimas do elenco são o goleiro Danilo; os laterais Giménez, Dener e Caramelo; os zagueiros Marcelo, Filipe Machado e Thiego; os meio-campistas Josimar, Gil, Sérgio Manoel, Matheus Biteco, Cleber Santana e Arthur Maia; e os atacantes Kempes, Ananias, Lucas Gomes, Tiaguinho, Bruno Rangel e Canela.

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    Alguns atletas não embarcaram com a delegação, como Neném, Hyoran, Martinucico, Nivaldo, Rafael Lima e Demerson, que não vinham sendo usados pelo técnico Caio Júnior, que também faleceu. O prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, estava na lista de convidados do clube, mas não viajou.

    Entre os 72 passageiros, além dos 22 jogadores, havia 18 membros da comissão técnica, oito da diretoria, três convidados, incluindo o presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim Peixoto Filho, e 21 representantes da imprensa, inclusive o ex-jogador e ex-técnico Mário Sérgio, comentarista dos canais “Fox Sports”.

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    Confira a lista de passageiros do voo:

    Atletas:

    1. Danilo

    2. Gimenez

    3. Bruno Rangel

    4. Marcelo

    5. Lucas Gomes

    6. Sergio Manoel

    7. Felipe Machado

    8. Matheus Biteco

    9. Cleber Santana

    10. Alan Ruschel

    11. William Thiego

    12. Tiaguinho

    13. Neto

    14. Josimar

    15. Dener

    16. Gil

    17. Ananias

    18. Kempes

    19. Follmann

    20. Arthur Maia

    21. Mateus Caramelo

    22. Aílton Canela

    Comissão técnica:

    22. Caio Júnior

    23. Duca

    24. Pipe Grohs

    25. Anderson Paixão

    26. Anderson Martins

    27. Dr. Marcio

    28. Gobbato

    29. Cocada

    30. Serginho

    31. Serginho

    32. Adriano

    33. Cleberson Silva

    34. Maurinho

    35. Cadu

    36. Chinho di Domenico

    37. Sandro Pallaoro

    38. Cezinha

    39. Giba

    Diretoria:

    40. Plínio D. de Nes Filho

    41. Nilson Folle Júnior

    42. Decio Burtet Filho

    43. Edir de Marco

    44. Ricardo Porto

    45. Mauro dal Bello

    46. Jandir Bordignon

    47. Dávi Barela Dávi

    Convidados:

    48. Delfim Peixoto Filho

    49. Luciano Buligon

    50. Gelson Meisão

    Imprensa:

    51. Victorino Chermont

    52. Rodrigo Gonçalves

    53. Devair Paschoalon

    54. Lilacio Júnior

    55. Paulo Clement

    56. Mario Sergio Pontes de Paiva

    57. Guilher Marques

    58. Ari Júnior

    59. Guilherme Laars

    60. Giovane Klein

    61. Bruno Silva

    62. Djalma Neto

    63. Adré Podiacki

    64. Laion Espindula

    65. Rafael Henzel

    66. Renan Agnolin

    67. Fernando Schardong

    68. Edson Ebeliny

    69. Gelson Galiotto

    70. Douglas Dorneles

    71. Jacir Biavatti

     

    Fonte G1

     

  • TRAGÉDIA: Quase todos os jogadores da Chapecoense morrem em queda de avião.

    TRAGÉDIA: Quase todos os jogadores da Chapecoense morrem em queda de avião.

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    Jornalistas brasileiros famosos também estavam no vôo e perderam a vida.

    As autoridades colombianas confirmaram a morte de 76 pessoas no acidente aéreo com a delegação da Chapecoense na madrugada desta terça-feira (29), na cidade de La Unión, próximo a Medellín, na Colômbia. Ainda não há confirmação oficial do nome das vítimas.

    Inicialmente o general José Acevedo Ossa, membro da polícia local e responsável pelo resgate, e o prefeito de Medellín, Federico Guitiérrez Zuluaga, divulgaram um total de 75 mortos. Posteriormente, porém, o corpo de bombeiros divulgou que mais uma pessoa foi retirada com vida dos destroços e encaminhada ao hospital: o zagueiro Neto. Danilo, que tinha sido resgatado com vida, morreu no hospital.

    “Milagres existem. Temos que tirar todos da aeronave. Encontramos mais uma pessoa viva na aeronave”, disse um dos bombeiros envolvidos, sobre o resgate de Neto.

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    Além do zagueiro, outras seis pessoas sobreviveram à tragédia. Três deles são jogadores da Chapecoense: o lateral esquerdo Alan Ruschel, além dos goleiros Danilo e Follmann. O jornalista Rafael Henzel e a comissária de bordo Ximena Suarez também foram resgatadas com vida. As informações são de hospitais da região e de familiares dos jogadores.

    “Estamos trabalhando também para resgatar os corpos dos mortos e entregar às suas famílias. Conseguimos resgatar cinco pessoas com vida. Quando amanhecer, vamos retirar os corpos e iniciar o processo para enviar ao país de origem das pessoas. O procedimento do resgate de corpos estará a cargo da polícia”, disse Ossa.

    “Socorristas trazem a informação deste lugar de muito difícil acesso. Estou fazendo a coordenação dos transladados dos corpos e chamando a polícia legal. São quase cinco da manhã. Vamos trabalhar toda a noite. Expressamos nossa solidariedade às famílias, estamos de luto. Algumas vítimas têm diferentes nacionalidades. Prestamos solidariedade total. Lamento muito, estamos solidários. É muito duro. Não cabe tanta gente que está querendo trabalhar nos resgastes. Não cabe mais ambulância, mais carros. Temos que valorizar o trabalho de toda essa gente”, disse Zuluaga.

    O presidente do Atlético Nacional destacou solidariedade à Chapecoense à Telemedellín, TV colombiana. “Estamos falando com todos os departamentos administrativos e de crise que temos para ajudar e estamos trabalhando junto aos organismos de socorro. No momento podemos nos solidarizar. Desejamos o melhor. Creio que não temos cabeça no momento (para falar de jogo)”, comentou.

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    No voo estavam 81 pessoas, incluindo 72 passageiros e nove tripulantes. No total, eram 48 membros da Chapecoense, incluindo 22 jogadores, 21 jornalistas e três convidados, além da tripulação.

    O modelo do avião é o Avro Regional Jet 85, também conhecido como Jumbolino, de matrícula CP-2933, produzido pela British Aerospace. O avião tem lugar para 95 pessoas, mas segundo as autoridades colombianas, tinha 72 passageiros e 9 tripulantes no momento do acidente.

    Alguns atletas da Chapecoense não viajaram com a delegação. A lista inclui os seguintes jogadores: Neném, Demerson, Marcelo Boeck, Andrei, Hyoran, Martinuccio, Nivaldo e Rafael Lima. Eles não vinham sendo utilizados pelo treinador Caio Júnior. Entre todo o time, o goleiro Nivaldo é o mais antigo do elenco e está no grupo desde que a equipe estava na Série D.

    Na lista de convidados da Chapecoense para a viagem à Colômbia, o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, não estava no voo. Outros dois membros da delegação, Rodrigo Ernesto e Pablo Castro, também não estavam com o restante da equipe. Ambos cuidam da logística do time, chegaram antes a Medellín e estavam no aeroporto para o receptivo.

    Fonte Bol

  • TRESPONTANO: Sete vezes campeão brasileiro, ciclista mira bicampeonato mundial

    TRESPONTANO: Sete vezes campeão brasileiro, ciclista mira bicampeonato mundial

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    Gustavo Mesquita, de 28 anos, venceu nacional nas categorias aro 20 e cruiser de BMX, além de ter conquistado Mundial em 2011

    Sete vezes campeão brasileiro. Quatro vezes campeão mineiro. Quatro vezes campeão paulista. Duas vezes panamericano e duas vezes sulamericano. Campeão mundial em 2011. Vice-campeão mundial em 2016. O currículo do ciclista Gustavo Mesquita impressiona. Aos 28 anos, o atleta de Três Pontas, coleciona títulos e medalhas. Neste ano, além do vice no Mundial, venceu todas as provas nas categorias Aro 20 e Cruiser do Campeonato Brasileiro de BMX. Mas nem sempre foi assim.

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    Gustavo começou a pedalar em 2002, aos 14 anos, “como uma brincadeira”, como costuma destacar. Em vez de pistas de treino profissionais, montinhos de terra nas ruas e em terreiros para poder saltar. Modesto, ele diz que não levava jeito para o esporte.

    – Eu fui criando gosto pela bicicross e foi com muita luta, porque eu não tinha muito jeito com a bike. Tem dois jeitos de você se destacar no esporte. Um é tendo talento, trabalhando esse talento. E o outro é gostar desse negócio e correr atrás até ficar bom. Como eu não tinha esse talento, eu tive que ir na raça. Foi um caminho um pouco mais longo, mas que me ajudou muito a nunca desistir do sonho de me tornar um atleta de nível – conta.

    Com o BMX ainda pouco conhecido na região, Gustavo conta que sofreu com a falta de locais para treinos e teve que enfrentar até a desconfiança da própria família.

    – No começo, eles não gostavam muito, porque achavam que era uma besteira, que não tinha futuro. Mas como eu nunca desisti, agora eles sentem orgulho e me apoiam. Foi uma satisfação para mim. Nem eu acreditava muito no começo e agora estou disputando títulos importantes, viajando pelo mundo – diz o atleta.

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    A “falta de talento”, no entanto, não impediu que o atleta logo fizesse sucesso nas pistas. O primeiro título no Mineiro veio em 2005. A conquista se repetiu em 2007, 2014 e agora em 2016. O primeiro brasileiro veio em 2008, seguido da conquista em duas modalidades em 2010, uma em 2011, uma em 2013 e duas neste ano.

    – A luta foi muito grande, porque na região não tinha muito incentivo, não tinha pista de nível. Para chegar no nível nacional, foi bem difícil.

    Tanto na final da categoria Aro 20 quanto na da Cruiser, Gustavo abriu vantagem logo na primeira reta, deixou os adversários para trás e dominou a prova. O estilo é treinado à exaustão, na maioria das vezes sozinho, em uma pista municipal em Varginha, que fica a cerca de 30 km de Três Pontas.

    – Praticamente 75% do treino é a primeira reta, porque você virar a curva em primeiro aumenta muito as chances de você ter uma vitória. Eu consegui chegar bem e eu consigo fazer a minha pista bem rápido. O treino encaixou bem, eu treinei muito. O segredo é treinar e ter a confiança, porque não adianta nada você estar super preparado se a sua confiança não estiver no mesmo nível.

    O atleta sul-mineiro agora tem mais um objetivo, se sagrar bicampeão mundial na Aro 20, categoria em que venceu a disputa em 2011, em Copenhague, na Dinamarca. Neste ano, em Medellín, na Colômbia, Gustavo ficou com o vice-campeonato.

    – Eu cheguei na competição sem apoio nenhum. Comecei a correr atrás, fiz até uma vaquinha online e, graças a Deus, consegui ir. Agora a meta para o ano que vem é focar o mundial. É o campeonato mais importante e esse ano faltou um pouquinho, bateu na trave. Então para o ano que vem o foco vai ser o mundial nos EUA, onde começou o bicicross – destaca.

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    Para isso, Gustavo sabe que não dá para pensar na preparação mesmo quando está de férias e dá uma dica para quem, assim como ele, deseja chegar longe no esporte.

    – Pra mim, o esporte é tudo. Você treina, se prepara para uma competição e quando você vence ela tem um gosto inexplicável. Aquele gostinho da vitória não tem dinheiro nenhum que pague. O segredo é dedicar e confiar no seu treinamento. 

     

    Fonte G1 Sul de Minas

  • TÍTULO E PANCADARIA: Boa é campeão e torcida do Guarani provoca selvageria em Varginha. (Imagens Fortes)

    TÍTULO E PANCADARIA: Boa é campeão e torcida do Guarani provoca selvageria em Varginha. (Imagens Fortes)

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    Trespontano relata momentos de pânico no estádio. “Só quis proteger minha família”.

    Muita confusão, pancadaria e cenas lamentáveis foram vistas em Varginha, no Estádio Melão e também em outros pontos da cidade, depois que o Boa Esporte venceu o Guarani (SP) por 3 x 0, na segunda partida válida pela final da Série C do Campeonato Brasileiro, na tarde deste sábado (5), sagrando-se assim campeão da temporada 2016. Vários trespontanos estiveram presentes e contaram ao Conexão os momentos de terror no estádio.
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    “Bastou um zagueiro do Guarani ser expulso e agredir o Juiz para que fosse preciso a intervenção da Polícia Militar. Aí a torcida do Guarani, que já estava revoltada com o resultado do jogo e a perda do título, resolveu quebrar tudo, Destruíram muitas coisas do estádio e a confusão se generalizou. Teve tiro de bala de borracha, paulada e muita coisa feia. Eu estava com a minha família e passei momentos de muito terror”,  comentou o trespontano Luis Paulo.
    O rapaz esfaqueado se chama Eduardo Capelosa, 42 anos. Ele está internado no Hospital Bom Pastor, no CTI. O hospital não passou o estado de saúde em que o torcedor se encontra. (Blog do Madeira)

    Pelo menos seis pessoas foram atendidas nos hospitais de Varginha, devido a brigas da torcida do Guarani de Campinas, depois da decisão do Campeonato Brasileiro na cidade, no Estádio Melão, na noite desse sábado (5). Um torcedor do Guarani levou uma facada em um bar no bairro Padre Vítor, depois de uma briga. Outro rapaz foi internado depois de levar um tiro de bala de borracha no rosto, utilizada pela PM para tentar evitar a depredação do Estádio Melão.

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    Ambos continuam internados, agora pela manhã (7h). Os outros casos foram brigas. (Informações Blog do Madeira)

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    O JOGO

    Falou-se tanto do ineditismo que seria ver o Guarani campeão das três principais divisões do Campeonato Brasileiro que o adversário ficou quase em segundo plano. Mas não se pode desprezar um time que ostenta 15 partidas de invencibilidade ou que sequer perdeu em seus domínios. Quer dizer, é bom atualizar esses números, porque jogar em Varginha é fogo!

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    O Boa é campeão da Série C, o maior feito de sua história, muito pelo que conseguiu em casa e pelo jeito que engoliu o Bugre neste sábado, no Dilzon Melo. Fez 2 a 0 com dois gols relâmpagos em 13 minutos e apenas controlou o ímpeto de um adversário que endureceu, mas em nenhum momento deu pinta de que poderia sair de Minas Gerais com a faixa. Kaio Cristian ainda fechou o placar nos acréscimos. A faixa tem dono, e é alguém que merece essa honraria para fechar uma temporada com chave de ouro.

    (Fonte G1 Sul de Minas)

  • FUTEBOL: Trespontanos vão prestigiar o Boa Esporte na final hoje em Varginha.

    FUTEBOL: Trespontanos vão prestigiar o Boa Esporte na final hoje em Varginha.

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    Time de Varginha conquistou o acesso, objetivo principal da temporada, mas agora quer vencer o Guarani para superar marca negativa de 2015 e alcançar título nacional.

    Vans e carros particulares estarão saindo logo mais da cidade de Três Pontas em direção a vizinha cidade de Varginha, onde o Boa Esporte disputará o jogo decisivo que pode lhe dar o título inédito de campeão da Série C do Campeonato Brasileiro, ou seja uma conquista de expressão nacional. Um comerciante trespontano, especializado na venda de ingressos de shows, jogos e eventos diversos está rindo à toa com a procura e a quantidade de ingressos vendidos. “Superou todas as expectativas. Os trespontanos estão animados e na torcida pra ver o Boa ser campeão”, destacou.

    Após dois rebaixamentos, o Boa Esporte já deu a volta por cima e conseguiu o objetivo principal da temporada, que era o acesso de volta à Série B do Campeonato Brasileiro. Agora o time de Varginha luta para bater o Guarani na final da Série C e conquistar o primeiro título nacional do clube.

    Agora, além do título, o Boa pode também aproveitar o jogo para deixar outra marca ruim no passado: a sequência de 16 jogos sem vencer em 2015. Como o clube já está invicto há 15 jogos, mais um jogo representaria igualar o número do ano passado, mas agora de uma forma positiva.

    – Que bom que a gente chega em uma condição assim, de deixar tudo em campo mesmo. E a consequência de manter essa invencibilidade, vai ser o título. Então, é como eu falo, não tem caminho de volta mais. Acho que a gente criou isso para nós, foi interessante, tanto essa força positiva que a gente tem em casa, também a invencibilidade me casa, a gente trazer a final para cá. Poxa, se a gente tivesse combinado no início do campeonato não seria talvez tão perfeito. Então é aproveitar com responsabilidade, com tranquilidade, para que a gente possa terminar bem – disse o capitão e volante Itaqui.

    A possibilidade é comemorada principalmente pelos jogadores que participaram da campanha em 2015, como o volante e lateral-direito Leonardo.

    – Acho que principalmente para quem estava no ano passado, que viveu aquele momento ruim, aquela fase ruim. Acho que esse momento de hoje, esse momento bom, esse momento de alegria é muito importante e muito honroso pra gente – afirmou o jogador.

    – O acesso à Série B foi o primeiro objetivo alcançado, mas o título seria perfeito, para fechar com chave de ouro. Vai ser uma grande decisão, estamos muito focados em manter nosso nível de exibição em casa e trazer este inédito título para o Boa – completou o meia Tchô.

    (Fonte G1 Sul de Minas)

  • MORRE Carlos Alberto Torres, o capitão do tri na Copa do Mundo de 70

    MORRE Carlos Alberto Torres, o capitão do tri na Copa do Mundo de 70

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    O ex-jogador Carlos Alberto Torres, capitão do tricampeonato mundial da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970, morreu nesta terça-feira aos 72 anos de idade, vítima de um infarto fulminante. As informações são do Sportv, canal de TV por assinatura onde ele trabalhava como comentarista. Ele é considerado por muitos o maior lateral direito da história do futebol.

    CARREIRA

    Revelado nas categorias de base do Fluminense, onde atuou entre 1963 e 1966, retornando depois para jogar entre 1974 e 1977, Carlos Alberto Torres também vestiu a camisa do Santos, onde se tornou ídolo no incrível time ao lado de Pelé, Coutinho, Dorval e Pepe. Na Vila Belmiro, atuou em 445 partidas e fez 40 gols em uma época completamente diferente, onde o lateral mais marcava do que ia para cima, já que era muito comum a presença dos pontas.

    Com o Santos, conquistou nove títulos e foi onde o Capita mais sagrou-se campeão. Entre eles estão dois Campeonatos Brasileiros e cinco Campeonatos Paulista.  Jogou também no Botafogo e Flamengo. Além, claro, de brilhar na lateral-direita da seleção brasileira de 1958 a 1970. Fora do Brasil, ele também atuou no futebol dos Estados Unidos, no New York Cosmos e California Surf.

    Na seleção, o Capita ficou eternizado ao fazer o quarto gol do Brasil na grande final do Mundial de 70, disputado no México, na goleada por 4 a 1 sobre a Itália, recebendo passe açucarado de Pelé. A jogada é marcante e mostra a tranquilidade de uma das maiores seleções de toda a história, já que a jogada começa ainda na defesa e passa por quase todos os jogadores antes de Carlos Alberto surgir como um raio e fuzilar o gol italiano.

    Após se aposentar, em 1982, no Cosmos, dos Estados Unidos,  o Capita passou a ser treinador e seu primeiro ano fora das quatro linhas, em 1983, o carioca da Vila da Penha já se consagrou Campeão Brasileiro pelo Flamengo. Foram muitos outros os clubes que ele comandou à beira do gramado, como Fluminense, onde conquistou um Campeonato Carioca, Corinthians, Paysandu, Botafogo, onde foi campeão da Conmebol Atlético-MG e Náutico, além de times de México e Colômbia.

    Carlos Alberto Torres foi casado três vezes. Sueli é mãe dos seus filhos Andréa e Alexandre Torres, também jogador; a atriz Terezinha Sodré é uma outra ex-esposa e Graça era sua atual conjugê. Muitos clubes onde o ex-lateral jogou emitiram notas lamentando o falecimento, como Botafogo, Santos e Flamengo, além de Corinthians, onde ele foi técnico. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) também lamentou e anunciou luto. A Fifa foi outra entidade a emitir nota onde fala que Capita “nasceu para ser um líder”.

    Fonte: Esporte – iG @ http://esporte.ig.com.br/futebol/2016-10-25/carlos-alberto-torres-morte.html

     

  • DOMINGO DO BEM MIARI & CIA: Evento na Praça do Centenário foi um sucesso

    DOMINGO DO BEM MIARI & CIA: Evento na Praça do Centenário foi um sucesso

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    A empresa Miari & Cia, há 88 anos no mercado de varejo de materiais para construção, realizou no último domingo (07), a partir das 08h da manhã, na Praça do Centenário em Três Pontas, o evento Domingo do Bem, oferecendo a toda a comunidade atividades relacionadas à qualidade de vida.

    O evento marcou o fechamento da 3ª edição Semana da Saúde, realizada pela empresa junto aos seus 55 colaboradores. A proposta fez parte da visão da empresa que é promover gestão além do seu propósito comercial, sendo assim uma promotora da consciência sobre saúde, qualidade de vida e bem-estar tanto para seus colaboradores como para a comunidade.

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    “Quando pensamos em propósito, entendemos que este é a condição da existência de qualquer empresa no mundo, sendo um sinônimo de objetivo primário. A Miari & Cia consolidou seu propósito quando se posicionou como empresa forte no ramo da construção. Hoje, uma referência em qualidade produtos e serviços no mercado da construção. O caminho evolutivo é o da gestão que vai além e passamos a dedicar esforços às pessoas”, ratifica a diretora executiva, Letícia Garcia.

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    Cerca de 500 pessoas participaram do evento de Domingo do Bem. A Miari & Cia, para a realização do evento, contou com os parceiros: Prefeitura Municipal de Três Pontas, Guarda Municipal de Três Pontas, e Serviço Autônomo de Água e Esgoto – SAAE de Três Pontas, e os apoiadores empresariais D´Terra, Dodô Esportes, Drogaria Americana, Herbalife, Olimpica Fitness, Estação Saúde, Myller e Juninho, Padre Rogério e Infinity Tour.

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    “Fico muito agradecida pela Prefeitura Municipal e demais parceiros reconhecerem nosso projeto, nos apoiando e oferecendo condições para que ele se repita melhor a cada ano”, completa Garcia.

    Veja mais fotos do evento:

  • OLIMPÍADAS: Trespontana vive sonho como voluntária nos jogos do Rio

    OLIMPÍADAS: Trespontana vive sonho como voluntária nos jogos do Rio

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    A estudante trespontana Sara Menegato Miranda, que no último dia dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016, dia 22 de agosto, completará 20 anos de idade, está vivendo seu sonho: trabalhar como voluntária na maior competição esportiva do planeta, que terá a abertura oficial na noite desta sexta-feira (05).

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    Sara contou que realmente está vivendo uma grandes emoções da sua vida. Ela se preparou para trabalhar como voluntária nas Olimpíadas e revelou estar muito ansiosa para a abertura que acontece a partir das 19 horas desta sexta-feira.

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    Sara é apaixonada por esporte, gosta de futebol, vai, claro, torcer muito para a Seleção Olímpica Masculina ganhar sua primeira medalha de ouro e é torcedora do Corinthians.

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    Ela também disse que a preparação foi muito minuciosa, cheia de cuidados e segredos. Mas que a sensação é incomparável. 
    Sara Menegato é filha de pai Geraldo Afonso Miranda e de Maria Ermelina de M. Miranda.