Categoria: Meio Ambiente

  • Responsabilidade ambiental: Cocatrel destina resíduos da torrefação para programa municipal de revitalização das áreas verdes de Três Pontas

    Responsabilidade ambiental: Cocatrel destina resíduos da torrefação para programa municipal de revitalização das áreas verdes de Três Pontas

    Como parte dos projetos ambientais da Cocatrel em parceria com a Prefeitura Municipal de Três Pontas, foram entregues na última segunda-feira (03/05) os resíduos do processo de torrefação dos cafés da cooperativa. A iniciativa visa contribuir para o processo de revitalização da flora trespontana, trabalho desenvolvido pela Secretaria de Meio Ambiente do município desde o ano passado. O primeiro local escolhido para destinação destes resíduos foi o Parque Municipal do Vale do Sol, que vem sendo revitalizado desde julho de 2020.

    Após o processo de torra dos cafés, os resíduos gerados são ricos em matéria orgânica e, de acordo com Francisco de Paula Vitor Miranda, diretor técnico-industrial da Cocatrel, a composição destes resíduos, ricos em potássio por exemplo, são fundamentais na nutrição das plantas. Ainda segundo o diretor, a aplicação deste material pode ser feita diretamente no solo, ou adicionado a composteiras.

    O secretário Municipal de Meio Ambiente de Três Pontas, Marcelo Figueiredo, ressalta a importância desta parceria e do reaproveitamento da matéria orgânica disponibilizada pela Cocatrel. “Nosso solo é muito pobre em matéria orgânica e nutrientes e, como estamos fazendo recomposição da flora, há a necessidade muito grande desse tipo de material para trabalharmos na recuperação de áreas verdes do município.’’ Os resíduos acumulados semanalmente serão distribuídos de forma gratuita à prefeitura e aplicados nos parques municipais, viveiro e também nas praças da cidade.

    Por meio desta e outras parcerias, a Cocatrel reafirma seu compromisso com a comunidade e mantém seu propósito de colocar em prática as responsabilidades nos municípios onde está inserida, seja através de práticas ambientais, econômicas, culturais e sociais.

    Fonte Cocatrel

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

     

  • Brumadinho: Governo de Minas e Vale fecham acordo de R$ 37 bilhões

    Brumadinho: Governo de Minas e Vale fecham acordo de R$ 37 bilhões

    Rompimento de barragem da mineradora na cidade da Região Central de Minas matou 259 pessoas em janeiro de 2019

    governo de Minas fechou nesta quinta-feira (04/02) um acordo de R$ 37,68 bilhões com a mineradora Vale por conta da tragédia em Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019. À época, uma barragem de rejeitos minerais se rompeu e matou 259 pessoas, além de deixar outras 11 desaparecidas e causar danos socioeconômicos, estruturais e ambientais.

    O valor foi possível após diversas reuniões e audiências no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), local onde o martelo foi batido nesta quinta. O governo trata o acordo como o maior da história do estado.

    Os entendimentos ocorreram por meio de duas ações do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e uma do Estado. O trato não contabiliza ações penais, danos desconhecidos e direitos individuais.

    Segundo apurou o Estado de Minas, o governo pretende aplicar o dinheiro do acordo na reforma de dois hospitais administrados pelo Estado em Belo Horizonte: o de Pronto-Socorro João XXIII e o Eduardo de Menezes.

    Ainda na área da saúde, a ideia da gestão do governador mineiro Romeu Zema (Novo) é investir na construção de cinco hospitais regionais para atender, sobretudo, as cidades mais atingidas pela catástrofe de 2019.

    Há, ainda, planejamento em prol de melhorias na Fundação Ezequiel Dias (Funed), localizada no Bairro Gameleira, Reigão Oeste de BH. O governo também quer sustentar a construção do Rodoanel, na Região Metropolitana da capital mineira.

    Outra obra prevista é a reforma das escolas estaduais das 28 cidades atingidas pela contaminação do Rio Paraopeba. Além do auxílio às famílias prejudicadas pelo rompimento da barragem.

    O recurso ainda poderá servir para garantir a segurança hídrica da Região Metropolitana de BH. Nos planos, também, a compra de helicópteros para as forças de segurança do Estado.

    Presenças

    A oficialização do acordo teve, além de representantes da Vale e do governador Zema, a presença do Procurador-geral da República, Augusto Aras. A reunião foi conduzida pelo desembargador Gilson Soares Lemes, presidente do TJMG. O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Mauri Torres, também participou, fora outras autoridades.

    Zema ressaltou que órgãos como o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a Assembleia Legislativa vão acompanhar a aplicação dos recursos.

    “A população de Brumadinho e os representados foram escutados exaustivamente. Temos de lembrar que, numa situação como essa, existem pessoas à procura de holofotes, que não representam, efetivamente, os atingidos”, disse.

    “As obras serão executadas o mais rapidamente possível, em prol do povo mineiro“, assegurou o governador.

    Atingidos protestam

    Nas imediações do TJMG, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) protestou contra os termos do acordo, classificado como “injusto” por eles. “Vale e Estado fazem acordo injusto e violam direitos dos atingidos” e “Vale criminosa: dois anos de impunidade e violação de direitos”, diziam algumas das faixas levadas pelo grupo.

    Fonte EM

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Parceria com projeto “Amigos da Terra” é mais uma iniciativa da AgroCP pelo desenvolvimento sustentável do Agro

    Parceria com projeto “Amigos da Terra” é mais uma iniciativa da AgroCP pelo desenvolvimento sustentável do Agro

    A AgroCP é parceira do projeto “Amigos da Terra”, da Federação Brasileira de Plantio Direto na Palha. O projeto existe desde 2017 e reúne as principais empresas do agronegócio nacional. O objetivo do projeto é desenvolver ações para sensibilizar os produtores rurais em relação às práticas sustentáveis no campo, principalmente o Sistema Plantio Direto.

    O Plantio Direto na Palha é uma técnica revolucionária, uma forma de manejo do solo que envolve técnicas recomendadas para aumentar a produtividade, conservando ou melhorando continuamente o ambiente de cultivo.

    Suas principais técnicas são a ausência ou mínimo revolvimento do solo, a cobertura do solo com a palhada e a rotação de culturas. Com esse sistema, é possível melhorar o Manejo Integrado de pragas, doenças e o controle de plantas daninhas.

    O projeto é responsável pela realização de diversos fóruns e eventos do setor e produz conteúdos especiais, difundidos para produtores rurais de todo o país. Semanalmente, cerca de 30 mil pessoas recebem o conteúdo exclusivo da FEBRAPDP – Amigos da Terra por e-mail.

    A AGROCP

    A AgroCp está entre as 10 melhores empresa do agronegócio, no setor de fertilizantes, segundo a Revista Globo Rural, pelo segundo ano consecutivo, além de ser a PME (pequena e média empresa) que mais cresceu em 2019 na região sudeste e a 11º no ranking nacional, de acordo com a Revista Exame. A AgroCP se preocupa em oferecer soluções inovadoras e inteligentes, com foco na agricultura sustentável. Todos os produtos da AgroCP são certificados pelo Selo Verde, concedido pelo Instituto Chico Mendes, o que demonstra o comprometimento com o meio ambiente e as práticas sustentáveis.

    Fonte CP Agrícola

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • Deliberação autoriza retomada das buscas em Brumadinho

    Deliberação autoriza retomada das buscas em Brumadinho

    Operações haviam sido suspensas em março para evitar aglomerações. Medidas de prevenção à Covid-19 serão observadas.

    O Comitê Extraordinário Covid-19, do Governo de Minas, publicou nesta quinta-feira (13/8/20), no Minas Gerais, Diário Oficial do Estado, a Deliberação 77, de 12 de agosto de 2020, autorizando o retorno das operações de buscas das vítimas do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (Região Metropolitana de Belo Horizonte). Os trabalhos serão retomados no dia 27 de agosto.

    As operações haviam sido suspensas em 21 de março, após 421 dias de trabalho ininterrupto, e estavam sendo realizadas pelo Corpo de Bombeiros, funcionários da mineradora Vale e empresas terceirizadas. O objetivo da suspensão foi evitar aglomerações durante a pandemia de Covid-19. A realização das buscas, segundo a deliberação, deverá observar as medidas de prevenção e enfrentamento da pandemia.

    O rompimento da barragem B1 da Mina Córrego do Feijão, de responsabilidade da Vale, ocorreu em 25 de janeiro de 2019 e provocou as mortes de 272 pessoas, das quais 11 ainda não tiveram seus corpos localizados.

    Ao longo de 2019, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) atuou na elaboração de uma legislação mais rigorosa para licenciamentos de empreendimentos minerários, na apuração das causas do rompimento da barragem e na busca de medidas que amparem as vítimas.

    Lei 23.291, de 2019, criou a Política Estadual de Segurança de Barragens, que proibiu a construção de barragens de alteamento a montante, como a de Brumadinho, e determinou a adoção de tecnologia mais segura. A Assembleia também cobrou o cumprimento da Lei 22.796, de 2017, que obriga a destinação dos recursos arrecadados com a Taxa de Fiscalização de Recursos Minerários (TFRM) para atividades de fiscalização ambiental.

    CPI – O trabalho dos parlamentares da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Barragem de Brumadinho resultou no pedido de indiciamento da mineradora Vale e mais 13 pessoas. Instituída em março de 2019, a CPI realizou, até setembro do mesmo ano, 35 reuniões e duas visitas à região afetada pelo rompimento da barragem. Foram ouvidos 149 depoimentos, de testemunhas, investigados e especialistas.

    Considerada a mais técnica CPI que a ALMG já teve, a comissão revelou que havia excesso de água na Barragem B1 e falhas no plano de ação de emergência da Vale. A empresa, por ação e omissão, é considerada civilmente responsável pelo rompimento da barragem.

    O conjunto de depoimentos e dados levantados pela CPI indicou que a Vale sabia dos riscos de rompimento da Barragem B1 e que, praticamente, nada foi feito para prevenir a tragédia.

    O fator de segurança da barragem, inferior ao recomendado por normas internacionais, era conhecido há, aproximadamente, dois anos antes do desastre, o que não impediu a Vale de obter dois laudos de estabilidade.

    São alvos de pedidos de indiciamento empregados do alto escalão da empresa e também empregados envolvidos diretamente nos procedimentos de segurança e estabilidade da barragem.

    Mobilização – Mesmo antes da criação da CPI, a magnitude dos impactos sociais e ambientais mobilizou a Assembleia. Uma comitiva de deputados visitou a área no dia seguinte ao rompimento e praticamente todas as comissões da ALMG atuaram, por meio de visitas e audiências públicas, no sentido de apoiar a população e esclarecer as causas do rompimento.

    Deputados também visitaram a Fazenda Abrigo de Fauna, em Brumadinho, local em que foram abrigados os animais domésticos e silvestres atingidos pela tragédia.

    Outras barragens em situação de risco também passaram a despertar a atenção de parlamentares e foram tema de audiências e visitas de comissões. Entre elas, estão duas da Vale: a Barragem B3/B4, da Mina Mar Azul, no distrito de São Sebastião das Águas Claras, em Nova Lima (RMBH); e a Barragem da Mina Gongo Soco, em Barão de Cocais (Região Central).

    A Assembleia ainda mantém um hotsite com todos os conteúdos relativos ao trabalho da CPI e das demais comissões da ALMG na discussão e apuração dos fatos relacionados à tragédia de Brumadinho.

    Fonte ALMG

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • Médicos do Reino Unido recomendam cuidar de plantas para tratar depressão

    Médicos do Reino Unido recomendam cuidar de plantas para tratar depressão

    O tratamento alternativo já virou uma opção em algumas clínicas do país, que defendem os benefícios do contato com a natureza para a saúde.

    Cuidar de uma horta, por menor que ela seja, às vezes não é tão simples. É preciso escolher o local certo, a quantidade exata de adubo, tomar cuidado para não regar demais e por aí vai. Mas (com o perdão do trocadilho) pode render bons frutos: as plantas que você cultiva no sítio, no jardim ou mesmo no seu apartamento podem ajudar no tratamento da depressão.

    A revista Fast Company mostrou que médicos do Cornbrook Medical Practice, uma clínica médica em Manchester, no Reino Unido, começaram a sugerir a prática da jardinagem para pacientes que sofrem de depressão e ansiedade. A recomendação vem da ideia de que o contato com a natureza (mesmo que seja apenas um vaso de planta), pode fazer bem à saúde.

    Na clínica Cornbrook, há um jardim que os pacientes podem frequentar e, ainda, convidar amigos e familiares para ajudar a plantar ervas como a hortelã e a erva-cidreira. O projeto é uma parceria com a ONG Sow the City (algo como “Semeie a Cidade”, em português), que trabalha em conjunto com hospitais, escolas, prefeituras e empresas para desenvolver ações como jardins comunitários, pesquisas sobre agricultura urbana, iniciativas sustentáveis, entre outras.

    Ecoterapia

    Trocar remédios por sementes parece uma novidade, mas a Sow the City já desenvolve projetos na área da saúde há alguns anos. É o caso do programa “Hospital Beds”, que construiu canteiros na área externa de um hospital de Manchester para pacientes com doenças mentais. O objetivo é aumentar o tempo ao ar livre deles e estimular a socialização. “Há evidências de que pessoas socialmente isoladas têm piores resultados no tratamento”, disse à Fast Company Jon Ross, diretor da ONG.

    Não mora perto de um jardim comunitário? Cultivar plantas dentro de casa pode ser uma boa opção – até a Nasa já falou sobre isso. A agência espacial norte-americana financiou parte da pesquisa do cientista ambiental Bill Wolverton, cujos trabalhos mostram que as plantinhas melhoram a qualidade do ar. Se você desistiu da jardinagem depois de deixar sua suculenta morrer, talvez seja hora de dar uma segunda chance.

    Fonte: Superinteressante

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • Fenômeno “Urban Jungle” viraliza em Três Pontas

    Fenômeno “Urban Jungle” viraliza em Três Pontas

    Cuidado com Flores e Plantas vem crescendo em tempos de pandemia

    O amor pelas Flores e Plantas tem crescido vigorosamente durante o isolamento provocado pela pandemia de coronavírus em todo mundo. E aqui no Brasil não é diferente. O fenômeno chamado “URBAN JUNGLE” (Floresta Urbana) tem atraído pessoas dos mais variados perfis. Gente que diz ter descoberto esta paixão agora e que jamais havia se dedicado ao cuidado com a natureza dentro de casa.

    Com as pessoas mais tempo em casa os cuidados com o lar se tornaram uma grande rotina. Mas o que vem chamando a atenção é a transformação das residências em verdadeiras florestas urbanas, onde adolescentes, adultos e idosos, homens e mulheres, de costumes bem diferentes, se assemelham no cuidado com o verde. Assim, transformam casas e apartamentos em verdadeiros jardins urbanos. Especialistas falam os benefícios que a atividade trás durante a quarentena. “Uma verdadeira terapia, que auxilia corpo e mente, melhorando a qualidade do ar e ocupando o tempo com prazer”.

    Além de resgatar a brasilidade, o Urban Jungle ajuda na saúde física e mental dos moradores, pois as plantas trazem um ar de tranquilidade.

    O que é Urban Jungle?

    Urban Jungle é um estilo de decoração que consiste em incluir plantas e elementos ligados ao meio ambiente concentrados no interior das residências. O objetivo é trazer um clima de natureza para moradias urbanas, proporcionando uma sensação de aconchego e bem-estar.

    Esse estilo de decoração não tem um apelo apenas estético. O Urban Jungle nasceu da necessidade de aproximar pessoas que vivem nas grandes cidades do meio ambiente.

    Com o desenvolvimento da tecnologia e o estilo de vida de uma nova geração, o contato com a natureza foi ficando cada vez mais distante.

    Além disso, nos últimos anos houve o aumento da preocupação com a sustentabilidade no mundo todo. Diante desse contexto, o Urban Jungle surgiu como forma de resgatar a relação com o verde incluindo a natureza dentro de casa. E isto foi amplificado por conta da pandemia que obrigou muitas pessoas a ficarem mais tempo em suas casas.

    Assista a reportagem especial do Conexão Três Pontas:

    https://www.facebook.com/conexaotrespontas/videos/1049968362067999/?__xts__%5B0%5D=68.ARASF1TaAuRkZvNJxVfBMpVBM3jFmoEvXdAPpzrKzg5wQA6JkpLdAjDedjxF2mX-SlUMEc3ZepPrR_GHH4xuJWJ-9WVafD-e2n2R2hk9_TbLsiQ_IHyKNrVQ6EGHZyJv1OVInT4hUnP5DIqI7_aU6OXydNZyNlskVSDpCvzatWutD8Psrhdlg6Ufn3JpIqQwiCBVU1aiZyrAl2fDxxmWj1RrZqiNqtz2EcB7VofYki5WLKwwCMzDAGGFYJa4tCwhcFXrw8xTrr8hJc4Bmlik52PzEF7zxxg1SY4gXfzRe1sBWOIq2mpKEGdMdiWC5_lYmecHnK5FlVgbnleqhHKIwbUpReS6YvsXAkVoROzO&__tn__=-R

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • Mancha de poeira ‘Godzilla’ se aproxima das Américas e pode atingir o Brasil

    Mancha de poeira ‘Godzilla’ se aproxima das Américas e pode atingir o Brasil

    O ano de 2020 parece não estar para brincadeira. Além de pandemia, vespas assassinas e nuvem de gafanhotos, mais uma manifestação da natureza surge como alerta: uma gigantesca mancha de poeira que anda em direção ao continente americano.

    Especialistas chamam de “nuvem de poeira Godzilla”. Esse é um fenômeno comum, mas parece estar mais intenso dessa vez. Trata-se de uma massa de ar seco carregada de partículas de areia, que se forma no deserto do Saara quando é final da primavera no Hemisfério Norte (final do outono no Brasil) e em outras épocas do ano.

    É um fenômeno de curta duração, mas a presença de ventos suaves podem fazer com que a nuvem cruze o Atlântico.

    Saúde humana

    O ar seco dessa grande nuvem pode afetar a pele e os pulmões, pois tem cerca de 50% menos umidade do que a atmosfera tropical típica. Pessoas que sofrem de problemas respiratórios podem ter também alergias e irritações nos olhos, o que se torna mais grave com a pandemia do covid-19.

    Fonte IBanhia

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • Nuvem de gafanhotos: governo brasileiro declara emergência fitossanitária

    Nuvem de gafanhotos: governo brasileiro declara emergência fitossanitária

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento declarou estado de emergência fitossanitária no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina devido ao risco de surto da praga Schistocerca cancellata nas áreas produtoras dos dois estados. A portaria com a medida está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (25).

    O estado de emergência tem por objetivo permitir a implementação de plano de supressão da praga e adoção de medidas emergenciais. De acordo com o ministério, a emergência fitossanitária é por um prazo de 1 ano.

    A nuvem de gafanhotos está a cerca de 250 quilômetros da fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina. A preocupação das autoridades do setor agropecuário e de produtores rurais é o dano que os insetos possam causar às lavouras e pastagens, se houver infestação.

    A dieta do inseto varia, conforme a espécie, entre folhas, cereais, capins e outras gramíneas. Segundo informações repassadas à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul, a nuvem é originária do Paraguai, das províncias de Formosa e Chaco, onde há culturas de cana-de-açúcar, mandioca e milho.

    Em nota, o minstério informou que está acompanhando o fenômeno em tempo real e que “emitiu alerta para as superintendências federais de Agricultura e aos órgãos estaduais de Defesa Agropecuária para que sejam tomadas medidas cabíveis de monitoramento e orientação aos agricultores da região.

    De acordo com a pasta, especialistas argentinos estimam que os insetos sigam em direção ao Uruguai. A ocorrência e o deslocamento da nuvem de gafanhotos são influenciados pela temperatura e circulação dos ventos.

    O fenômeno é mais comum com temperatura elevada. Segundo o setor de Meteorologia da secretaria gaúcha, há expectativa de aproximação de uma frente fria pelo sul do estado, que deve intensificar os ventos de norte e noroeste, “potencializando o deslocamento do massivo para a Fronteira Oeste, Missões e Médio e Alto Vale do Rio Uruguai”.

    A nota diz ainda que o gafanhoto está presente no Brasil desde o século 19 e que causou grandes perdas às lavouras de arroz na Região Sul no período de 1930 a 1940. “No entanto, desde então, tem permanecido na sua fase ‘isolada’, que não causa danos às lavouras.”

    O ministério informa que especialistas estão avaliando “os fatores que levaram ao ressurgimento desta praga em sua fase mais agressiva” e que o fenômeno pode estar relacionado a uma conjunção de fatores climáticos.

    A Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul orienta os produtores rurais gaúchos a informar a Inspetoria de Defesa Agropecuária da sua localidade se identificar a presença de tais insetos em grande quantidade.

    Fonte Agência Brasil

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • “Trespontana” desenvolve método para produzir etanol a partir de água de petróleo

    “Trespontana” desenvolve método para produzir etanol a partir de água de petróleo

    Trabalho de doutorado recebeu menção honrosa no Prêmio Unesp de Teses de 2019.

    A “trespontana” Juliana Ferreira de Brito obteve grande destaque em sua tese de doutorado defendida na Unesp (Universidade do Estado e São Paulo). Ela conseguiu transformar um dos resíduos da produção de petróleo, chamado água de petróleo, em etanol e metanol, o que traz benefícios econômicos, sociais e ambientais.

    O objetivo do trabalho de Juliana Ferreira de Brito era desenvolver uma maneira limpa de tratar a água de petróleo, reduzindo o dióxido de carbono (CO2) gerado nesse processo. E, ao mesmo tempo, obter etanol, combustível que emite menos poluentes.

    Da esquerda para a direita: professores Tremiliosi Filho (USP), Marcelo Orlandi (Unesp), pesquisadora Juliana Ferreira de Brito, e professoras Maria Valnice Boldrin (orientadora), Lúcia Mascaro (UFSCar) e Michelle Brugnera (UFMT) na defesa da tese de Juliana

    Outro produto gerado foi o metanol, que também pode ser utilizado como combustível, mas de maneira bem mais restrita que o etanol, devido a sua toxicidade em contato com a pele ou se consumido.

    A possibilidade de se produzir metanol a partir da água de petróleo foi uma consequência do estudo que embasou a tese de doutorado da pesquisadora Juliana Ferreira de Brito, intitulado “Sistemas Fotoeletrocatalíticos Baseados em Eletrodos de Ti/TiO2-CuO, NtTiO2-NsCuO, NtTiO2-ZrO2 e GDL-Cu2O Aplicados de Forma Isolada e Concomitantemente à Oxidação da Água, Redução de CO² Dissolvido e Oxidação de Compostos Orgânicos da Água Residual de Petróleo”.

    Todo trabalho de pesquisa da trespontana Juliana teve a orientação da professora Maria Valnice Boldrin, do Instituto de Química da Unesp em Araraquara.

    A pesquisa foi reconhecida em 2019 com o Prêmio Unesp de Teses, cujo resultado foi divulgado em dezembro. O trabalho todo foi iniciado por ela bem antes.

    Sistema de reação criado por Juliana Ferreira de Brito.

    “Eu iniciei as pesquisas apenas de redução de CO2 em 2011, em 2013 fui para os EUA aprender um pouco mais sobre o assunto, com o mesmo financiamento de bolsa BEPE. Assim que voltei dos EUA iniciei o doutorado já com a ideia de realizar o projeto da oxidação da água de petróleo e a redução de CO2 concomitante para gerar etanol e metanol”, revelou.

    “O tratamento da água de petróleo por si só geraria gás carbônico, que é um dos responsáveis pelo aquecimento global, por isso, a importância de se realizar a redução do CO2 junto ao tratamento da água de petróleo. Em nossa pesquisa, para não agravar essa questão, construímos um único dispositivo para realizar a redução fotoeletrocatalítica do dióxido de carbono (CO2) e obter compostos orgânicos enérgicos, como metanol e etanol. Ambos os processos foram realizados simultaneamente pela primeira vez e com sucesso. Foram desenvolvidos os eletrodos que poderiam ser usados em ambos os casos, um reator teste foi montado por mim e as condições de reação foram estabelecidas”, explica Juliana Ferreira de Brito.

    O reator foi desenvolvido depois de trabalhar com um grupo de pesquisa na Itália, por meio da Bolsa de Estágio de Pesquisa no Exterior (BEPE) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Esse grupo estuda a oxidação da água e a geração de hidrogênio em um sistema de dois compartimentos. Durante cinco meses, trabalhou com a oxidação da água para produzir hidrogênio e também com redução do CO2, usando diferentes reatores. Quando voltou ao Brasil adaptou o que tinha utilizado na Itália para conseguir realizar o tratamento do resíduo e a redução de CO2 com geração de metanol e etanol em reações concomitantes.

    Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), o nome técnico da água de petróleo é água de processo ou de produção, que é injetada no reservatório de petróleo com o objetivo de forçar a saída do óleo da rocha.

    “Essa água entra em contato com o petróleo, que tem alguns componentes tóxicos, portanto a água não pode ser reutilizada para nada, nem pode ser descartada de forma trivial. Ela precisaria ser tratada para ter alguma finalidade”, ressaltou a pesquisadora trespontana.

    Os experimentos foram divididos em dois compartimentos, porém realizados no mesmo reator, o que reduz o gasto de energia. De um lado, a pesquisa conseguiu tratar 70% do contaminante mais resistente encontrado na composição da água de petróleo, um composto aromático conhecido como álcool benzílico. Para cada 100 litros de água de petróleo, 70 são tratáveis.

    “Essa água não pode ser reutilizada para consumo, mas pode ser reutilizada no próprio processo de extração do petróleo, não teria que pegar uma nova água do mar. A água pode ser tratada na plataforma e reutilizada, num ciclo fechado, sem utilização de mais água. A água de petróleo é muito tóxica, é complicado apenas diluir ela na água do mar e descartar”, disse Juliana.

    A pesquisadora trespontana Juliana Ferreira de Brito.

    No outro compartimento, foi feito a redução de CO2 para a produção de combustível. Para cada 100 litros de água, é possível gerar 20 litros de etanol e 1,3 de metanol. A pesquisadora, que hoje trabalha na Universidade de São Carlos, diz que dar um destino atraente economicamente para um resíduo é a única maneira de a indústria ter interesse em tratá-lo.

    “A indústria não vai diminuir a produção, não tem como olhar o resíduo hoje com um vilão, que vamos conseguir não produzir. A gente tem que ver o resíduo como fonte de alguma outra coisa. O objetivo é conseguir, a partir de um resíduo inevitável, algo interessante economicamente e socialmente”, afirmou.

    Como exemplo de atividade que faz uso lucrativo de seus resíduos, ela cita o exemplo da indústria do álcool.

    “A indústria não tem interesse em tratar o resíduo quando é apenas dispendioso, não gera nada em troca. Mas a indústria da cana-de-açúcar e do álcool conseguiu algo interessante: o bagaço, que é o resíduo gerado, é queimado para produzir energia. Para a indústria o resíduo tem que ter algum retorno econômico”, pontuou Juliana.

    VANTAGENS AMBIENTAIS

    Para termos uma ideia do potencial de produção do estudo da pesquisadora trespontana, avaliação publicada em 2009 estima que a produção diária de água de petróleo supera 40 bilhões de litros. Se toda essa quantidade fosse utilizada, seria possível tratar 28 bilhões de litros diariamente e gerar 8 bilhões de litros de metanol e 50 milhões de litros de etanol.

    “As vantagens ambientais são importantes. Além do tratamento do resíduo, gera-se um combustível mais limpo, num processo que não adiciona mais CO2 na atmosfera. Além disso, o combustível gerado não é a partir de alimentos. No caso da cana-de-açúçar, deixa-se de produzir o açúcar para fabricar o etanol”, emendou Juliana Ferreira de Brito.

    Palestra ministrada por Juliana em São Paulo no Encontro da União Internacional da Química Pura e Aplicada

    RECONHECIMENTO

    “Para mim, é revigorante receber um reconhecimento como este porque vivemos em uma época em que parcelas da sociedade e até uma pequena parte da comunidade acadêmica colocam em dúvida o trabalho de pesquisa realizado em programas de mestrado e doutorado. A menção honrosa que recebi foi o reconhecimento de todo o esforço, dedicação e amor investidos ao longo dos anos de pós-graduação”, expressa a pesquisadora, que aprofunda a investigação no pós-doutorado que realiza no laboratório Interdisciplinar de Eletroquímica e Cerâmica do Departamento de Química da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos). No entanto, está afastada temporariamente da pesquisa para cuidar do seu mais novo “projeto”, o filho que nasceu no fim do ano passado.

    Juliana e Miguel Velloso.

    “Eu amo a pesquisa, pretendo continuar trabalhando com ela o resto da vida, mas quero também ajudar na formação de novos pesquisadores. Consegui aprovar, recentemente, a minha primeira bolsa para um aluno oficialmente meu de iniciação científica. Espero que esta seja a primeira de muitas bolsas, não apenas de iniciação, mas também de mestrado e doutorado”, conclui a cientista trespontana.

    Assim que a informação do feito de Juliana começou a ganhar repercussão muitos conterrâneos mostraram-se empolgados e orgulhosos da “filha de Três Pontas”.

    Juliana Ferreira de Brito é natural de São Paulo, mas é trespontana de coração, afinal se mudou para a terra de seu pai ainda criança. Mora atualmente em Araraquara. É filha do casal Antônio Tarcisio de Brito (Papelaria Primeira Mão) e Edna Ferreira Gomes de Brito. Tem um irmão: Gustavo. É casada com Miguel Velloso Lelo e mãe do bebezinho Pietro brito Lelo. Tem 31 anos de idade.

    Estudou na Escola Coração de Jesus em Três Pontas. Depois cursou Química na Universidade Federal de Lavras e no Instituto de Química – Unesp Araraquara. Trabalhou na empresa Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Trabalha atualmente na Universidade de São Carlos.

    Em entrevista ao Conexão Três Pontas, Juliana falou de sua felicidade com a repercussão grande de sua pesquisa, inclusive em Três Pontas:

    “Fico muito feliz com o reconhecimento do meu trabalho, foram muitos anos de pesquisa para chegar nestes resultados. O carinho dos meus conterrâneos é com certeza muito gratificante, é lindo ver a repercussão que a pesquisa teve nas redes sociais graças a eles.”

    Parabéns pela importante pesquisa, pelos relevantes resultados e pelo merecido reconhecimento. Provas de que somente a Educação tem tamanho poder de transformação e conquistas.

    Miguel, Juliana e o pequeno Pietro.

    Fonte: Jorge Marinho (Sputnik) e Unesp

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Boa Notícia: Chuva cai pelo 2º dia e ajuda bombeiros a apagar fogo na Austrália

    Boa Notícia: Chuva cai pelo 2º dia e ajuda bombeiros a apagar fogo na Austrália

    As chuvas fortes que caíram na Austrália nesta sexta, 17, pelo segundo dia seguido, estão ajudando os bombeiros a vencer o fogo dos incêndios que devastam o sul do país.

    As chuvas mais intensas em dez anos caíram em algumas das regiões próximas aos incêndios mais importantes, uma “excelente notícia”, segundo o Corpo de Bombeiros Rural de Nova Gales do Sul.

    A perspectiva de um clima mais úmido dá esperanças para a equipe no resgate de coalas no leste e no sul do país.

    Muitos dos animais afetados tiveram seus habitats destruídos. Desta forma, especialistas alertam para o risco de extinção de algumas espécies.

    Os coalas concentram grande parte da atenção do mundo, e as fotos desses animais salvos das chamas se espalharam rapidamente pelas redes sociais.

    Do fogo para água

    Na manhã desta sexta-feira, alguns coalas e outros animais do parque de répteis da Austrália, na costa leste de Nova Gales do Sul, tiveram de ser resgatados das águas.

    “É incrível, na semana passada tivemos reuniões diárias sobre o perigo iminente dos incêndios. Hoje, toda equipe está no terreno, encharcada, lutando para proteger os animais e proteger o parque da água. Não temos inundações assim há 15 anos”, disse o diretor do parque, Tim Faulkner.

    Incêndios

    Apesar disso ainda há pelo menos 30 incêndios fora de controle. Dezenas estão ativos no estado vizinho de Victoria.

    A chuva não caiu na Ilha Kangaroo, um verdadeiro santuário para uma fauna e flora excepcionais, localizada ao sul, na costa de Adelaide.

    As chamas devastaram o parque nacional desta ilha, matando grande parte da população de coalas e ameaçando erradicar completamente algumas espécies de pássaros e marsupiais.

    A temporada de incêndios na Austrália foi agravada pelo clima particularmente quente e pela ausência de chuva nos últimos meses neste imenso país, devido às mudanças climáticas.

    Os incêndios começaram em setembro e foram sem precedentes pela magnitude e duração.

    Deixaram 28 mortos, destruíram centenas de casas e mataram mais de 1 bilhões de animais.

    Além disso, a Austrália perderá bilhões de dólares em receitas de turismo.

    Por causa dos incêndios, muitos visitantes estrangeiros cancelaram suas viagens ao país.

    Fonte Só Notícia Boa (Apud Isto É)

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

     

  • Causador do vazamento de petróleo é descoberto pela Polícia Federal

    Causador do vazamento de petróleo é descoberto pela Polícia Federal

    Navio Bouboulina, da empresa Delta Tankers, causou o grande dano ambiental nas praias do Nordeste.

    O navio mercante Bouboulina, de bandeira grega e propriedade da empresa Delta Tankers LTD , é o responsável pelo petróleo vazado que contamina a costa do Nordeste. Esta é a informação da Polícia Federal (PF) que consta na decisão do juiz federal Francisco Eduardo Guimarães Farias, da 14ª Vara Federal em Natal.

    O juiz determinou busca e apreensão na empresa Lachmann Agência Marítima , que foi agente marítimo da Delta Tankers no Brasil. Outra empresa foi alvo de busca e apreensão autorizada pelo juiz, a Witt O’Brien’s. Ambas as empresas ficam no Centro do Rio. A Lachmann é a representante da Delta Tankers no Brasil, e a Witt O’Brien’s faz recomendações e cuida de planejamento para a empresa em casos de acidentes no mar.

    Foram cumpridos nesta sexta-feira dois mandados de busca no Rio em sedes de representantes e contatos da empresa grega responsável pelo navio.

    A partir de informações fornecidas pela Marinha, foi constatado que a Delta Tankers tinha um agente marítimo no Brasil, a Lachmann Agência Marítima, e que o navio grego Bouboulina tinha um “indivíduo qualificado” no Rio, a Witt O’Brien’s. Esta última empresa atua no ramo de riscos e orienta empresas marítimas sobre planos de contingência e procedimentos a serem adotados em desastres, conforme a PF.

    A empresa contratada atuou “no famoso caso de vazamento de óleo da plataforma DeepWater Horizon”, como está reproduzido na decisão. Trata-se de uma plataforma que explodiu no Golfo do México em 2010, matando 11 trabalhadores e derramando milhões de barris de petróleo no mar.

    O Ministério Público Federal sustenta, no pedido de  busca e apreensão  encaminhado à Justiça Federal no Rio Grande do Norte, que a empresa, o comandante do navio e a tripulação foram “no mínimo criminosamente omissos” ao deixar de comunicar o vazamento :

    “É incontestável a existência de fortes indícios no sentido de que navio mercante Bouboulina, da empresa Delta Tankers LTD, foi o navio envolvido com o vazamento de petróleo que gerou uma poluição marinha sem precedentes na história do Brasil”, afirmam os procuradores da República Cibele Benevides e Victor Mariz. “Há fortes indícios de que a empresa Delta Tankers, o comandante do navio mercante Bouboulina e sua tripulação foram no mínimo criminosamente omissos ao deixarem de comunicar às autoridades competentes acerca de vazamento/lançamento de ‘petróleo cru’ no Oceano Atlântico que veio a poluir centenas de praias brasileiras.”

    Investigações

    Em abril, o Bouboulina, que já foi usado pela Petrobras pelo menos uma vez , ficou detido na Filadélfia, nos Estados Unidos, por quatro dias, conforme documento encaminhado pela Marinha à PF. A detenção ocorreu por “incorreções de procedimentos operacionais no sistema de separação de água e óleo descarga no mar”.

    De acordo com as investigações, o navio atracou na Venezuela  em 15 de julho. O Bouboulina carregou 1 milhão de barris do petróleo cru tipo Merey 16 no Porto de José, segundo informações fornecidas pela agência de geointeligência Kpler com base nos dados da Operação Mácula. O derramamento teria ocorrido a 700 quilômetros da costa brasileira entre os dias 28 e 29 de julho. Estudos sobre a rota do navio indicam que ele seguiu para Cingapura.

    De acordo com o site, o óleo Merey 16 é uma mistura de petróleo cru extrapesado extraído do Cinturão do Orinoco, com vários diluentes. Geólogos, engenheiros e químicos afirmam que esse é o tipo de óleo mais prejudicial ao meio ambiente. Além disso, trata-se de um material de difícil detecção por imagens de satélite. Por ser extrapesado, esse óleo é mais denso que a água salgada e fica parcialmente submerso, o que dificulta sua identificação até chegar próximo à costa, onde forma manchas escuras e assume características similares ao piche.

    As investigações foram realizadas de forma integrada com Marinha, Ministério Público Federal, Ibama e as universidades Federal da Bahia (UFBA), de Brasília (UnB) e Universidade Estadual do Ceará (UEC). Também houve apoio de uma empresa privada do ramo de geointeligência.

    A Polícia federal pediu cooperação a cinco países: Nigéria, África do Sul, Cingapura, Venezuela e Grécia. Foi enviado um comunicado ao governo da Grécia e à empresa grega pedindo explicações, de acordo com o “Jornal Nacional”. O Brasil pode abrir um processo criminal no Tribunal Marítimo Internacional pedindo ressarcimento pelos gastos com a limpeza do litoral nordestino.

    A Descoberta

    As investigações estão sendo conduzidas pela Polícia Federal com o apoio da Marinha e outras instituições. Mas a descoberta da mancha original coube a uma empresa privada, a HEX. Especializada em georreferenciamento , a empresa obteve e repassou à Polícia Federal 830 imagens produzidas no local. As imagens, com data e horário, permitiram à polícia e, depois à Marinha, identificar a primeira mancha do óleo derramado e estabelecer o momento provável do crime.

    O comandante do navio e a empresa  Delta Tankers estão sendo investigados por pelo menos três tipos de crime: poluir o meio ambiente, não adotar medidas preventivas para evitar danos ambientais e, por último, não comunicar às autoridades competentes o derramamento de óleo na costa brasileira. Para a polícia, são fortes os indícios de materialidade e autoria, ou seja, já se sabe da prática do crime e quem são seus autores. Falta esclarecer agora as circunstâncias. Ou seja, a polícia precisa identificar se o vazamento foi intencional ou acidental .

    Fonte O Globo

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • PREFEITO MARCELO CHAVES PARTICIPA DE CAMINHADA EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO MEIO AMBIENTE

    PREFEITO MARCELO CHAVES PARTICIPA DE CAMINHADA EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO MEIO AMBIENTE

    Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente, transcorrido hoje, 5 de junho, logo pela manhã, a Prefeitura Municipal de Três Pontas promoveu uma caminhada pelo centro do município.

    A caminhada contou com a participação do Prefeito Municipal, Marcelo Chaves Garcia, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, alunos da rede municipal de ensino e da Atremar.

    O Prefeito destacou a importância da conscientização, da preservação do Meio Ambiente:

    “É importante lembrar que o lixo que produzimos e como o destinamos, influencia diretamente no nosso meio ambiente. A preservação do meio ambiente começa com pequenas atitudes diárias, que fazem toda a diferença.”

    Fonte PMTP

     

    OFERECIMENTO

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808