Categoria: Meio Ambiente

  • Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente. O que você tem feito por ele?

    Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente. O que você tem feito por ele?

    O que podemos fazer pela qualidade do ar?

    Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente e, neste ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu como tema a poluição do ar. O objetivo da ONU é chamar a atenção para este grave problema que pode ser evitado pelo poder público e, também, com a ajuda do cidadão. Para isso, em primeiro lugar, precisamos saber qual a carga de poluentes contida no ar que respiramos.

    As estações de monitoramento da qualidade do ar medem as quantidades de poluentes presentes em um determinado volume de ar. Mas, no Brasil, menos da metade dos governos estaduais realizam este acompanhamento, uma responsabilidade que compete a eles.  Por isso, parte da população brasileira nem sequer tem meios para saber a qualidade do ar que respira. Para termos um quadro mais completo da qualidade do ar, é necessário que as autoridades responsáveis expandam as redes de monitoramento.

    Na Plataforma de Qualidade do Ar, do Instituto de Energia e Meio Ambiente, é possível consultar a existência e a localização de estações de monitoramento da qualidade do ar e, ainda, pesquisar o histórico de dados registrados. Depois de saber como está o ar, é preciso identificar quais as fontes emissoras de poluição. Aí entram em cena os inventários de emissões atmosféricas, que nos indicam quem, o quê, quando e onde emitem poluentes. Sem isso é impossível planejar medidas de redução de emissões apoiadas sobre bases científicas. Por exemplo, o Inventário de Emissões Atmosféricas do Transporte Rodoviário de Passageiros no Município de São Paulo mostra que automóveis e ônibus são grandes responsáveis pelas emissões de material particulado e óxidos de nitrogênio, dois poluentes que causam danos à cidade. Entretanto, poucas cidades no Brasil têm inventários de emissões.

    Geralmente, nos grandes centros urbanos onde há monitoramento e inventários, como é o caso de São Paulo, as evidências indicam que a má qualidade do ar está associada, em sua maior parte, às emissões de poluentes dos automóveis, ônibus e caminhões. Assim, duas maneiras possíveis e complementares de se reduzir as emissões são: tecnologias e fontes energéticas menos poluentes e transportar pessoas e mercadorias de modo mais eficiente, usando menos veículos automotores.

    O uso de tecnologias e fontes energéticas menos poluentes vem sendo gradualmente implementado desde o final dos anos 1980 pelo governo federal, por meio do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE). Neste caso, os veículos elétricos tendem a ter um papel no futuro mais limpo, pois o PROCONVE está relacionado à aplicação de tecnologia. Já o transporte de pessoas e mercadorias de modo mais eficiente, diz respeito à mobilidade urbana e, portanto, ao cotidiano do cidadão.

    Além de poluir mais, o crescente número de automóveis nas cidades tem levado ao aumento do tempo perdido em congestionamentos, à ocupação excessiva de espaços públicos e aos acidentes de tráfego. Com todos esses danos, o uso excessivo do automóvel pode e deve ser evitado. Assim, políticas públicas para a melhoria do transporte público e do transporte ativo como caminhada, uso de bicicleta e de patinetes melhoram a vida em coletividade nas densas cidades.

    Fonte Metrópoles

    OFERECIMENTO

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • COMITIVA TRESPONTANA COBRA MELHORIAS NO LAGO DE FURNAS EM ENCONTRO EM BRASÍLIA

    COMITIVA TRESPONTANA COBRA MELHORIAS NO LAGO DE FURNAS EM ENCONTRO EM BRASÍLIA

    O prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia, está em Brasília participando de uma importante reunião para tratar de assuntos ligados à Furnas. Ele também assinou uma carta pedindo explicações junto com outros 38 prefeitos referente ao nível das águas. Por telefone, ele conversou com nossa reportagem.

    O evento em Brasília no dia de hoje é uma sessão solene em comemoração aos 72 anos de Furnas, sendo presidido pelo Deputado Federal Alessandro Molon, defensor antigo da empresa e membro da Frente Parlamentar Mista em Defesa de Furnas.

    Vários deputados discursaram sobre a importância de Furnas e a luta contra sua privatização. Esteve presente como integrante da mesa o deputado federal majoritário em Três Pontas, Diego Andrade, membro da frente parlamentar em questão, que representou os prefeitos mineiros das cidades banhadas por Furnas.

    Ele exaltou a importância da empresa e da manutenção da cota mínima para o desenvolvimento do turismo na região. Segundo o Prefeito Marcelo Chaves, parlamentares e prefeitos estão em busca de respostas sobre o nível de água em Furnas, uma vez que há tempos não existia um período chuvoso tão intenso na região.

    “Furnas é importantíssima, mas precisamos preservar a contrapartida pela concessão do espaço pelos municípios para sua instalação, e uma das contrapartidas importantes é o turismo gerado quando há um nível desejado de água na represa. Lutaremos por isso “, declarou o mandatário trespontano.

    Ainda conforme Marcelo Chaves, também foram feitas reivindicações sobre a hidrovia para escoamento da produção, das melhorias na infraestrutura (estradas e pontes) e modernização das balsas.

    Por telefone direto de Brasília, o prefeito de Três Pontas disse ao Conexão que as melhorias que foram prometidas ainda não vieram, mas que continuará lutando pelos direitos do município, bem como das cidades banhadas pelo Lado de Furnas.

    A chefe de Gabinete e secretaria municipal de Indústria e Comércio, Melissa Chaves Garcia, também acompanha os trabalhos.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • Prefeitos questionam baixo nível do Lago de Furnas

    Prefeitos questionam baixo nível do Lago de Furnas

    PREFEITO DE TRÊS PONTAS ESTÁ EM BRASÍLIA COBRANDO DE FURNAS MELHORIAS PROMETIDAS.

    Prefeitos de 39 cidades banhadas pelo Lago de Furnas no Sul de Minas pedem explicações para o baixo nível do reservatório. A geração de energia caiu, mas apesar da chuva, a água não subiu na mesma proporção. Em uma carta, eles afirmam que a água de Furnas está sendo desviada para abastecer a Hidrovia Paraná-Tietê.

    Em 2011, o lago atingiu a sua cota máxima, com 99,05% de volume útil em média. No mês seguinte, o vertedouro chegou a ser aberto para liberar o excesso de água. Desde então, isso nunca mais aconteceu.

    No mesmo ano, a geração média de energia foi de 668 megawats por mês. Já em 2018, esse número caiu para 269 megawats por mês, queda de 59,7%. Mesmo assim, o reservatório não tem se recuperado e atualmente está com pouco mais de 42% da capacidade.

    A situação afeta a maior parte dos municípios banhados pelo lago.A preocupação é que agora com a estiagem, a água possa secar e trazer mais prejuízos.

    Por isso, prefeitos de 39 cidades da Associação de Municípios do Lago de Furnas (Alago) divulgaram uma carta em que pedem uma explicação sobre a queda no volume do lago e afirmam que a água tem sido desviada para abastecer a Hidrovia Paraná-Tietê.

    “Nós fizemos as contas e, pelo que nos mostra aqui, não precisa mais que 19% do lago para produzir energia. E onde está indo o resto dessa água? Essa é a grande pergunta nossa: onde está indo o resto da água?”, questiona Hideraldo Henrique Silva, presidente da Alago.

    A carta foi encaminhada ao Ministério de Minas e Energia e para agências federais.

    TRÊS PONTAS

    Por telefone, direto de Brasília, onde participa de uma importante reunião também para tratar de assuntos ligados à Furnas, o prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves Garcia, que também assinou a carta pedindo explicações junto com outros 38 prefeitos, disse ao Conexão que está cobrando melhorias que foram prometidas e que ainda não vieram, dentre as quais 500 km de hidrovias, melhorias na balsa e também em algumas estradas. O chefe do Executivo de Três Pontas conta, nessa visita à capital federal, com o apoio do Deputado Federal Diego Andrade, que engrossou o coro das cobranças à Furnas.

    *G1

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • IRRESPONSABILIDADE DA VALE: Barragem de Barão de Cocais (MG) pode desalojar 6 mil pessoas

    IRRESPONSABILIDADE DA VALE: Barragem de Barão de Cocais (MG) pode desalojar 6 mil pessoas

    A Defesa Civil de Minas Gerais divulgou um mapa com a mancha de alagamento prevista e com a sinalização dos pontos de encontro que vão receber as cerca de 6 mil pessoas que podem ser afetadas caso a barragem Sul Superior da mina Gongo Soco, da Vale, em Barão de Cocais (MG), venha a se romper. 

    Segundo o tenente-coronel Flávio Godinho, coordenador adjunto da Defesa Civil de Minas Gerais, o total de moradores de Barão de Cocais a serem evacuados é de 6.054, em vez dos 9 mil anunciados anteriormente. As cidades de Santa Bárbara e São Gonçalo do Rio Abaixo também podem ser atingidas pela lama.

    Estudos feitos pela Defesa Civil apontam que as pessoas nesta área tem, em média, cerca de 1 hora para procurar abrigos nos pontos de encontro. Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais estão em alerta para qualquer necessidade de uma operação de evacuação.

    Na sexta-feira, uma reunião foi feita na cidade para conscientizar a população do local dos protocolos de segurança em caso de uma urgência e um treinamento está previsto para ser realizado.

    “O plano está sendo qualificado para ter precisão melhor. Estamos falando de 6 mil pessoas. Mas se acontecer nesse exato momento, a polícia militar tem toda a condição de retirar essas pessoas. Os protocolos de segurança estão bem estabelecidos, com tropas da PM, da Defesa Civil e dos bombeiros para fazer a evacuação emergencial”, afirmou a Defesa Civil de Minas Gerais por meio de nota enviada ao R7.

    Mais duas cidades, e não apenas Barão de Cocais, podem ser atingidas pela lama de rejeitos da Barragem Sul Superior da mina de Gongo Soco, da Vale, caso a estrutura se rompa.

    *R7

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • Vale pagará até 998 reais por mês a moradores de Brumadinho por um ano.

    Vale pagará até 998 reais por mês a moradores de Brumadinho por um ano.

    Valor será de um salário mínimo para adultos, meio para adolescentes e um quarto para crianças; Brumadinho tem cerca de 39 mil habitantes.

    Mediante acordo com o Ministério Público (MP), a Vale pagará mensalmente o valor equivalente a um salário mínimo a cada morador adulto de Brumadinho durante um ano, a título de auxílio emergencial. Quase um mês após a cidade ter sido atingida pelo rompimento da barragem da mineradora, em Minas Gerais, a empresa concordou nesta quarta-feira, 20, com parte das propostas dos procuradores, de representantes dos atingidos pela tragédia e do governo.

    Duas tentativas de acordo anteriores haviam fracassado. Nesta nova negociação, o valor será, por mês, 998 reais (um salário mínimo) por adulto, 499 reais (meio salário mínimo) por adolescente e 249 reais (um quarto de salário mínimo) por criança. O município tem cerca de 39 mil habitantes, conforme o dado mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Até quarta-feira, havia tinha 171 mortos e 139 desaparecidos em decorrência da tragédia.

    Os valores são retroativos a 25 de janeiro, quando ruiu a barragem. Mas não há data para o início dos pagamentos, o que depende de cadastramento. Segundo o Ministério Público Federal, o acordo envolve ainda moradores que vivem às margens, até um quilômetro, do leito do rio Paraopeba, poluído pelos rejeitos. Esse acordo vale até a cidade de Pompéu (a cerca de 200 quilômetros de Brumadinho), área onde o rio atinge o reservatório da hidrelétrica de Três Marias, região central do Estado.

    O acordo inicial previa 40 cláusulas. Conforme o promotor André Sperling, os outros pontos continuarão sendo discutidos. Para o representante do Movimento dos Atingidos por Barragens, Joceli Andreoli, “a Vale teve de ceder”. Diretor jurídico da Vale, Alexandre D’Ambrósio negou que a empresa tenha sofrido pressão do juiz para fechar o acordo de hoje. “Sairia de qualquer forma”, afirmou. “Não foi uma imposição.” As audiências foram realizadas na 6ª Vara da Fazenda Pública, em Belo Horizonte. Houve protesto na porta do prédio durante a reunião.

    *Veja 
    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • Após tragédia, fundação considera Rio Paraopeba como ”completamente morto”!

    Após tragédia, fundação considera Rio Paraopeba como ”completamente morto”!

    A constatação foi feita depois que integrantes da SOS Mata Atlântica percorreram o manancial.

    “Um  rio completamente morto”.  Esta é a constatação sobre a condição do Rio Paraopeba por integrantes de uma expedição da Fundação SOS Mata Atlântica, que percorre o manancial, após a tragédia da barragem 1 de rejeitos da Mina Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho, ocorrida em 25 de janeiro. A contaminação do rio por metais pesados também foi confirmada por análises  feitas pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM).

    “A água (do Paraopeba) tem variado entre péssimo – ou seja, (mostrando) o rio completamente morto – e ruim,  (com o rio) também completamente morto do trecho próximo de onde ocorreu o desastre até Pará de Minas, onde  foi feito uma barreira de contenção, tentando conter os rejeitos, mas ainda que ainda não deu resultado”, afirmou nesta segunda-feira a especialista em recursos hídricos da Fundação SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro,  que coordena a Expedição Paraopeba.

    Desde quinta-feira passada, o governo do estado informou que os “resultados iniciais” de monitoramento do Rio Paraopeba, após o recebimento dos rejeitos de minério da barragem de Brumadinho, apontaram que a água do manancial “apresenta riscos à saúde humana e animal”.

    O governo estadual também divulgou que, diante dos resultados e, “por segurança à população”, os órgãos responsáveis pelo monitoramento “não indicam  a utilização da água bruta do manancial para qualquer finalidade, até que a situação seja normalizada.”

    Na quinta-feira passada, também foi iniciada a Expedição da Fundação SOS Mata, com o objetivo de percorrer 336 quilômetros do ponto que o Rio Paraopeba recebeu a lama de minérios, no município de Brumadinho até foz no reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias, situada no Rio São Francisco, no município de Felixlândia, na Região Central do estado. Até esta segunda-feira, a equipe de estudiosos percorreu cerca de 120 quilômetros, chegando no município de Pará de Minas.

    Malu Ribeiro ressalta que ao longo do rio constatou a devastação provocada pela lama de rejeitos de minério. “O rio ficou  completamente morto. Foi perdida uma grande quantidade de Mata Atlântica – quase 200 hectares de mata nativa foi arrastada, assim também toda  fauna aquática e toda biodiversidade da região. Isso prejudica não somente o ecossistema, mas também as atividades econômicas”, alertou a especialista, lembrando que a contaminação do rio também impede o uso da água do rio para o consumo humano e animal para diversas outras finalidades.

    Para  a representante da Fundação SOS Mata Atlântica, o desastre de Brumadinho é “uma tragédia socioambiental sem parâmetros no mundo”. “Trata-se de uma das maiores tragédias decorrentes  de atividades minerárias do mundo”, avalia.

    AMBIENTE DE GUERRA

    Ela ressalta também as perdas humanas que se somam aos danos ambientais. “É como se a gente tivesse vendo uma ferida exposta, um verdadeiro ambiente de guerra mesmo, um grande  esforço de todos os socorristas e das pessoas, de forma voluntária, em prestar ajuda e solidariedade às vítimas”,  afirma Malu Ribeiro.

    “É uma enorme comoção das famílias e amigos das vítimas  e mesmo das pessoas que atuam de forma voluntária, com muito pesar. Esta tragédia não pode ficar impune”, conclama a ambientalista.

    Em novo boletim sobre o monitoramento da qualidade da água do Rio Paraopeba, divulgado na noite do último domingo, o IGAM informou que  as concentrações de metais pesados no manancial diminuíram, porém ainda permanecem acima dos limites permitidos.

    O monitoramento do Paraopeba, após o desastre da barragem de Brumadinho, é feito pelo IGAM, juntamente com a Copasa, o Serviço Geológico do Brasil  (CPRM) e a Agência Nacional de Águas (ANA), responsável pela divulgação do boletim.

    *EM

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • Barragem da Vale rompe em Brumadinho, região metropolitana de BH

    Barragem da Vale rompe em Brumadinho, região metropolitana de BH

    Uma barragem de rejeitos da empresa mineradora Vale rompeu na tarde desta sexta-feira (25) na cidade de Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

    A Defesa Civil do estado e o Corpo de Bombeiros enviaram equipes ao local para avaliar a extensão do problema. Aeronaves das corporações sobrevoam o local. Ainda não há informações confirmadas sobre vítimas. Em nota, a Vale confirmou o rompimento e disse que acionou um plano de atendimento a emergência. “As primeiras informações indicam que os rejeitos atingiram a área administrativa da companhia e parte da comunidade da Vila Ferteco. Ainda não há confirmação se há feridos no local”, diz o texto.

    A Prefeitura de Brumadinho emitiu um comunicado nas redes sociais pedindo que a população mantenha distância do leito do rio Paraopeba. O vice-prefeito de Brumadinho, Leônidas Maciel, afirmou à Band News que vários lugares do município foram atingidos e inundados, e que o comércio está sendo fechado.

    Situado no município, o Instituto Inhotim, considerado o maior museu a céu aberto do mundo, também está sendo esvaziado. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, informou que uma equipe do governo federal já está a caminho de Brumadinho.

    Tragédia de Mariana

    O caso acontece três anos e dois meses após o rompimento de uma barragem da Samarco em um distrito de Mariana, também em Minas Gerais. A Vale é uma das controladoras da Samarco. Dezenove pessoas morreram na ocasião e milhares perderam as casas em função do vazamento de 40 bilhões de litros de lama.

    Nota da Vale

    “A Vale informa que ocorreu, no início da tarde de hoje, o rompimento de uma barragem na Mina Feijão, em Brumadinho (MG). As primeiras informações indicam que os rejeitos atingiram a área administrativa da companhia e parte da comunidade da Vila Ferteco. Ainda não há confirmação se há feridos no local. A Vale acionou o Corpo de Bombeiros e ativou o seu Plano de Atendimento a Emergências para Barragens. A prioridade total da Vale, neste momento, é preservar e proteger a vida de empregados e de integrantes da comunidade. A companhia vai continuar fornecendo informações assim que confirmadas.”

    *Uol

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • PREFEITURA OFICIALIZA PROJETO “CIDADE LIMPA”

    PREFEITURA OFICIALIZA PROJETO “CIDADE LIMPA”

    Com o intuito de conscientizar os trespontanos, a Prefeitura Municipal de Três Pontas criou o projeto Cidade Limpa. A ideia é a ampla divulgação desse trabalho para que a população se conscientize da necessidade de manter o município limpo, onde haja colaboração de todos na sua manutenção, na coleta correta do lixo e dos materiais recicláveis. O evento aconteceu na noite desta terça-feira (20) no Auditório da Cocatrel.

    Representantes de diversos setores compareceram o lotaram o recinto. Além do prefeito Marcelo Chaves Garcia, secretários de governo, servidores municipais, vereadores e representantes de entidades, empresas e associações participaram desse projeto piloto que “grita” pela conscientização ambiental.

    Maquil dos Santos Pereira, secretário municipal de Transportes e Obras, falou durante o evento.

    O Aterro Sanitário de Três Pontas recebe, em média, de 50 a 60 toneladas de lixo diariamente. E o pior é que a grande maioria não pode ser reciclada. O prefeito Marcelo Chaves Garcia falou ao Conexão que o projeto vem numa hora decisiva, fundamental para a sobrevida do aterro sanitário.

    “O evento foi um sucesso, muita gente compareceu e deixamos aqui o nosso agradecimento à sociedade civil organizada. Para ter esse sucesso é necessário a conscientização da população. Nós precisamos zerar o lixo reciclável no aterro sanitário e isso só é possível graças a colaboração da população trespontana.

    Esse projeto tem o objetivo de organizar a coleta de lixo, fazendo com que as pessoas respeitem os dias em que o caminhão passa fazendo o recolhimento, além de separar os materiais recicláveis, separando o úmido e o seco. Nós mostramos o volume de material que poderia ser reciclado e que está indo para o aterro sanitário. Uma situação grave e que precisa de uma reversão urgente”, destacou.

    Marcelo Chaves Garcia, prefeito de Três Pontas.

    Conscientizar a população para colocar os lixos convencionais nos dias certos, separar os materiais recicláveis, colaborar com a manutenção da limpeza da cidade é um grande desafio, diagnosticado por especialistas.

    “Ouvimos de pessoas que estão há 20 ou 30 anos nesse ramo, como os catadores, onde boa parte já está organizada e melhorando sua renda, que essa ação é fundamental. Se não houver disciplina, data e horário, nunca mudaremos essa realidade. Os caminhões precisam ser reavaliados, passar por manutenção e tudo depende da colaboração de todos”, ressaltou.

    A Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas é uma das entidades que está participando ativamente desse projeto. O presidente Bruno Dixini Carvalho ressaltou a importância da sustentabilidade, do trabalho sério em prol do meio ambiente e da mudança de comportamento por parte dos cidadãos, evitando que o lixo se acumule, gerando assim uma série de problemas para o Município e também para os moradores, inclusive na área da saúde.

    Bruno Dixini Carvalho, presidente da Associação Comercial de Três Pontas.

    Três Pontas conta, desde 2003, com a Associação Trespontana de Materiais Recicláveis (Atremar), que realiza um trabalho considerado excelente e que emprega muitas pessoas. Atualmente são 17 cooperados e uma arrecadação de recicláveis que cresce a cada ano.

    “Importante destacar que esse trabalho da Prefeitura Municipal é feito entre as secretarias de Obras e de Meio Ambiente. Hoje o aterro sanitário está numa situação preocupante, estamos até licitando uma nova plataforma e estamos fazendo de tudo para não termos problemas sérios. Um aterro sanitário que poderia ter uma vida útil de 20 anos pode não passar de 12. E ele é absurdamente caro, por isso precisamos reverter esse quadro e gerar, além da preservação do meio ambiente, economia e qualidade de vida para os moradores da nossa cidade. A população precisa entender isso”, concluiu o prefeito de Três Pontas.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • Agro CP lança projeto sustentável no dia das Crianças

    Agro CP lança projeto sustentável no dia das Crianças

    Na véspera do Dia das Crianças, os alunos do Centro Municipal de Educação Infantil Dona Anita, no bairro Santana, participaram do lançamento do projeto da Agro CP “Mundo mais sustentável pelas mãos de nossas crianças”, que consiste no plantio de 30 mudas de árvores, em torno da escola, com o objetivo de conscientizar o bairro para uma vida sustentável.

    O projeto faz parte das comemorações de 30 anos da Agro CP e ainda contou o apoio da prefeitura municipal, da secretaria de Meio Ambiente, Secretaria de Educação e da empresa Compre Plantas.

    As 30 mudas de árvores plantadas foram das espécies Aroeira Vermelha, Oiti, Quaresmeira, Ipê do serrado, Calistemon, Caroba, Ingá, Pau Brasil, Calicarpa, Eritrina Crista – Galli e Pata de Vaca. Após o plantio as crianças ainda aplicaram o adubo Multfertilizantes Organomineral para que as mudinhas cresçam fortes e rapidamente.

    Além do plantio das árvores, as crianças ainda tiveram uma tarde cheia de atrações e brincadeiras dentro da escolinha, coo cama elástica, algodão doce, pipoca, bolo, suco e todas ganharam uma lembrancinha pelo seu dia!

    Veja outras fotos do evento:

    Prefeito Marcelo Chaves Garcia participou do evento.

    Fonte: Comunicação Agro CP

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • CARROS NOVOS MOVIDOS A GASOLINA OU DIESEL SERÃO PROIBIDOS NO BRASIL.

    CARROS NOVOS MOVIDOS A GASOLINA OU DIESEL SERÃO PROIBIDOS NO BRASIL.

    Avança projeto que proíbe carro novo movido a combustível fóssil a partir de 2030.

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (16) um projeto de lei que proíbe a venda de veículos novos com motor a combustão a partir do ano de 2060. De autoria do senador Telmário Mota (PTB-RR), o PLS 454/2017 segue agora para análise da Comissão de Meio Ambiente (CMA), para decisão terminativa.

    A proposta foi aprovada com relatório favorável do relator, Cristovam Buarque (PPS-DF), que não alterou o texto original. O senador prevê uma mudança gradual: a partir de 2030, 90% dos veículos vendidos poderão ter tração automotora por motor a combustão. O percentual passará para 70% em 2040 e para apenas 10% em 2050. Dez anos depois, a proibição será total. A vedação não se aplica a veículos movidos exclusivamente por biocombustíveis.

    Mudança será gradual, estabelece a proposta aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos

    O objetivo é diminuir o consumo de combustíveis fósseis (como gasolina e óleo diesel) e, consequentemente, a emissão de poluentes atmosféricos. O texto altera a Lei 8.723, de 1993, que trata da redução das emissões de poluentes por veículos automotores.

    Ao justificar o projeto, Telmário afirma que a frota nacional de veículos passou de 32 milhões em 2001 para 93 milhões em 2016. É preciso, na opinião dele, reduzir o emprego do combustível fóssil e estimular o uso de veículos elétricos ou que usam biocombustíveis.

    Segundo o autor, países como França, Reino Unido, Áustria, Noruega e Holanda já estão planejando proibir a venda de carros novos a diesel ou gasolina em um futuro próximo.

    Depois da aprovação do projeto na CAE, o relator comparou o prazo para a substituição da gasolina e do diesel com o da Europa, que é mais curto — França e no Reino Unido, por exemplo, anunciaram o fim da venda de carros a diesel e gasolina a partir de 2040; na Noruega, a previsão é 2025.

    — Eu teria colocado prazo mais curto, para 2030 — destacou Cristovam.

    Impacto

    Para Telmário, restringir a venda de veículos movidos a combustíveis fósseis é uma das medidas necessárias para reduzir o aquecimento global causado pelas diversas atividades humanas.

    Além disso, a medida deve reduzir doenças causadas pela poluição atmosférica, especialmente em crianças e idosos, nos grandes centros urbanos. “Devemos lembrar que o Brasil possui uma produção de eletricidade relativamente limpa e a troca dos veículos movidos a combustíveis fósseis por veículos elétricos, nesse contexto, será ambientalmente vantajosa”, afirma Telmário.

    Em seu relatório favorável, Cristovam informa que dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostram que o setor de transportes é responsável por 15% das emissões de gases do efeito estufa no mundo. Para o relator, o Brasil precisa acelerar a produção dos carros elétricos “não só para induzir um maior desenvolvimento da indústria brasileira, como também para apoiar a sustentabilidade do meio ambiente”.

    Fonte Agência Senado

     

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • DESTAQUE: Estudante trespontano apresenta projeto no Japão

    DESTAQUE: Estudante trespontano apresenta projeto no Japão

    Dois alunos do campus Varginha do CEFET, dentre eles um trespontano, participaram da 3ª edição da Conferência Water is Life nas cidades de Tóquio e Chiba, no Japão. Pedro Montuani (à direita) é trespontano, filho da agente de viagens da Silveiratur, Thais Montuani. Ele cursa o 3º ano de Informática. Ao lado de Guilherme Prado, aluno do 3º ano de Mecatrônica, apresentam pesquisas ligadas a importância de valorização dos recursos hídricos e sustentabilidade.

    Os estudantes estão, desde o último dia 23, acompanhados pela professora Cristina Roscoe, apresentam trabalhos desenvolvidos no campus relacionados à sustentabilidade e ao uso de recursos hídricos. Eles ficam no Japão até o próximo domingo.

    As pesquisas “Práticas sustentáveis: alternativas para um problema complexo” e “Impacto da precipitação ácida no desenvolvimento de plantas para consumo humano” foram selecionadas após análise de resumos e artigos previamente submetidos. As apresentações dos alunos do CEFET-MG são feitas oralmente e na sessão de pôsteres.

    Para o trespontano Pedro Montuani, a participação em um evento desse porte se apresenta como uma oportunidade de divulgação dos projetos, além de desenvolver uma visão mais ampla de sustentabilidade em meio aos participantes. “As pesquisas possuem grande pertinência quanto a resolução de problemas relacionados, diretamente ou não, aos recursos hídricos que possuímos na região e que também se apresentam em diversas outras partes do mundo. As dificuldades que enfrentamos com o solo do cerrado, por exemplo, são muito similares com as que são observadas no solo das savanas africanas para a produção agrícola”, correlaciona.

    Guilherme acredita que a troca de conhecimento entre os participantes e a possibilidade de divulgar a pesquisa em um evento internacional fazem com que as expectativas sejam as melhores possíveis. “Esperamos uma recepção muito boa e que nossos projetos sejam destaque durante as avaliações e premiações, assim, poderemos passar todo nosso conhecimento de uma forma bem didática e explicativa”, disse antes da viagem.

    Guilherme e a professora Cristina são da cidade de Varginha.

    Water is Life

    A conferência Water is Life busca criar uma consciência profunda e urgente em relação à segurança e à sustentabilidade da água. Entre os objetivos do evento estão o desenvolvimento e o compartilhamento de inovação científica em tecnologias de água; a formação de redes colaborativas para projetos de intercâmbio e pesquisa; e o desenvolvimento de habilidades de liderança e diplomáticas nos participantes.

    A programação inclui palestras e apresentações de estudantes. Cristina explica que “a conferência, além de ser um simpósio científico, é uma competição acadêmica que busca criar redes de cooperação internacional para desenvolvimento de projetos e intercâmbios científicos culturais e a conscientização de jovens sobre o gerenciamento sustentável dos recursos hídricos”.

    Estudante trespontano de 18 anos, Pedro Montuani.

    PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS: ALTERNATIVAS PARA UM PROBLEMA COMPLEXO – Apresentada por Pedro Montuani

    A pesquisa visa à recuperação do solo degradado do cerrado, em especial o da região onde o campus Varginha foi construído, utilizando as práticas sustentáveis de desenvolvimento de composteiras de baixo custo, com minhocas vermelhas e resíduos orgânicos domésticos para a produção de adubo e biofertilizante; e de plantação de 14 variedades de feijão inoculadas com bactérias fixadoras de nitrogênio no solo (diazotróficas).

    Por meio da pesquisa foi possível comprovar a eficácia da utilização do húmus para a recuperação de solos ácidos e pobres de nutrientes, assim como a substituição de fertilizantes químicos pelos biofertilizantes na agricultura. O foco a partir de agora é avaliar os resultados da junção dessas práticas com o plantio de leguminosas associadas a bactérias fixadoras de nitrogênio.

    IMPACTO DA PRECIPITAÇÃO ÁCIDA NO DESENVOLVIMENTO DE PLANTAS PARA CONSUMO HUMANO – Apresentada por Guilherme Prado

    O trabalho mostra como as chuvas ácidas podem influenciar na produtividade do plantio de milho, feijão e ervilha, amplamente produzidos no Sul de Minas e com grande importância econômica para a região.

    A chuva ácida é um fenômeno ocasionado pela emissão de gases poluentes, principalmente nos países com processo de desenvolvimento desordenado das indústrias. A pesquisa constatou que a irrigação ácida prejudica o crescimento e a produtividade das plantas da ervilha, por exemplo.

    Fonte VOL
    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

  • Nível do Lago de Furnas em fevereiro se aproxima de anos de ‘seca extrema’ em MG

    Nível do Lago de Furnas em fevereiro se aproxima de anos de ‘seca extrema’ em MG

    O nível do Lago de Furnas registrado neste mês só não é menor do que os níveis de 2001 e 2015 no mesmo período. A chuva não tem sido suficiente para que o lago possa recuperar o nível. Em alguns pontos da represa, o cenário ainda é de seca, totalmente sem água.

    Hoje o nível é de 756 metros, o que representa 33% do volume útil da represa ou seja, 1/3 do que cabe de água no reservatório. Nos anos de 2001 e 2015, que ficaram marcados pela seca no lago, os níveis estavam em 755,9 e 753,7 metros.

    Já no mesmo período do ano passado, o nível estava bem melhor: 760,5, quatro metros a mais. Isso representava 58,33% do que a represa consegue armazenar. Já em agosto, o reservatório chegou a ficar com apenas 29,26% de seu volume útil.

    Segundo o Instituto Somar Meteorologia, a chuva na região tem sido insatisfatória para encher os reservatórios. Só em Varginha, por exemplo, a média esperada de chuva era de 265,5 milímetros, mas choveu apenas 177,8.

    Neste mês de fevereiro, são esperados 204,8 milímetros, mas até agora, até a metade do mês, choveu apenas 12,8 milímetros.

    Fonte G1 Sul de Minas

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

    12729255_119502638436882_132470154276352212_n

    Roger Campos

    Jornalista

    MTB 09816

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808