Categoria: Minas Gerais

  • MAIS UM: Cemig negocia reajuste nas contas de luz

    MAIS UM: Cemig negocia reajuste nas contas de luz

    Representantes da Cemig e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) têm a primeira reunião no próximo dia 18 para discutir um possível reajuste na conta de luz. Documento com todo os dados operacionais e números da estatal foram encaminhados para a Aneel na semana passada. Dirigentes da Cemig disseram ser prematuro apontar reajustes e até mesmo se o reajuste acontecerá. A decisão será anunciada na segunda quinzena de maio – e a nova tarifa será adotada a partir do dia 28. No ano passado, o reajuste médio na conta de luz dos mineiros foi de 23,19%. Os percentuais de aumento variaram de 18,53%, para consumidores residenciais com baixa renda, a 35,56%, no caso das indústrias.

    Uma série de fatores influencia na decisão sobre as tarifas aplicadas ao consumidor, entre eles, a conta CVA – que representa a diferença entre o valor gasto com a compra da energia e o arrecadado com a distribuição. O valor que em dezembro foi de R$ 730 milhões, no ano passado chegou a R$ 1,1 bilhão. Outro ponto levado em consideração na aprovação de um reajuste e a definição do índice é a chamada “perda não técnica”, especialmente com os chamados “gatos”.

    De acordo com dados divulgados ontem pela Cemig, no último trimestre de 2018 a perda da Cemig com as ligações ilegais de energia elétrica chegou a R$ 92 milhões. Embora grande parte da perda seja vinculada a fraude, há ainda um índice pequeno causado por defeitos no medidor. “Nem tudo é fraude, mas é importante cada vez mais o combate a essas perdas por meio da fiscalização”, afirmou o Antônio Carlos Velez Braga, superintendente de relações com investidores da Cemig.

    Lucro

    A Cemig anunciou ontem um lucro líquido de R$ 1,7 bilhão em 2018 – valor 70% superior ao ano anterior. Somente entre outubro e dezembro o número chegou a R$ 1 bilhão.

    *EM

    Oferecimento:

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    Roger Campos

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  • IRRESPONSABILIDADE DA VALE: Barragem de Barão de Cocais (MG) pode desalojar 6 mil pessoas

    IRRESPONSABILIDADE DA VALE: Barragem de Barão de Cocais (MG) pode desalojar 6 mil pessoas

    A Defesa Civil de Minas Gerais divulgou um mapa com a mancha de alagamento prevista e com a sinalização dos pontos de encontro que vão receber as cerca de 6 mil pessoas que podem ser afetadas caso a barragem Sul Superior da mina Gongo Soco, da Vale, em Barão de Cocais (MG), venha a se romper. 

    Segundo o tenente-coronel Flávio Godinho, coordenador adjunto da Defesa Civil de Minas Gerais, o total de moradores de Barão de Cocais a serem evacuados é de 6.054, em vez dos 9 mil anunciados anteriormente. As cidades de Santa Bárbara e São Gonçalo do Rio Abaixo também podem ser atingidas pela lama.

    Estudos feitos pela Defesa Civil apontam que as pessoas nesta área tem, em média, cerca de 1 hora para procurar abrigos nos pontos de encontro. Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais estão em alerta para qualquer necessidade de uma operação de evacuação.

    Na sexta-feira, uma reunião foi feita na cidade para conscientizar a população do local dos protocolos de segurança em caso de uma urgência e um treinamento está previsto para ser realizado.

    “O plano está sendo qualificado para ter precisão melhor. Estamos falando de 6 mil pessoas. Mas se acontecer nesse exato momento, a polícia militar tem toda a condição de retirar essas pessoas. Os protocolos de segurança estão bem estabelecidos, com tropas da PM, da Defesa Civil e dos bombeiros para fazer a evacuação emergencial”, afirmou a Defesa Civil de Minas Gerais por meio de nota enviada ao R7.

    Mais duas cidades, e não apenas Barão de Cocais, podem ser atingidas pela lama de rejeitos da Barragem Sul Superior da mina de Gongo Soco, da Vale, caso a estrutura se rompa.

    *R7

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    Roger Campos

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  • Rio-Minas: Trem Turístico Interestadual está prestes a fazer viagem

    Rio-Minas: Trem Turístico Interestadual está prestes a fazer viagem

    Você gosta de viagens de trem ou desde pequena sonhou em fazer um passeio desse tipo? Então, prepare-se para conhecer uma novidade no Brasil, isso porque o Trem Rio-Minas está prestes a fazer a sua primeira viagem!

    A locomotiva vai sair da cidade de Cataguases, em Minas Gerais, passando pelos municípios de Leopoldina, Recreio, Volta Grande, Chiador, Além Paraíba e Sapucaia, chegando em Três Rios, no estado do Rio de Janeiro. Ao todo, serão 168 km de passeio pelos trilhos da região.

    A inauguração da linha está prevista para o 2º semestre de 2019. Os organizadores não falam em datas específicas para não gerar ansiedade e até mesmo porque o trem precisa de autorização e laudos técnicos da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para realmente dar início aos passeios.

    Pelo projeto, os passeios serão realizados aos sábados, domingos e feriados, e terá 6 horas de duração. Os trens poderão transportar até 850 passageiros por dia de funcionamento. As composições partirão simultaneamente de Cataguases e Três Rios. Os turistas poderão fazer o trajeto completo de ida e volta ou retornar para a origem trocando de trem na metade do caminho.

    Investimento

    O investimento total para que o trem turístico possa operar é de R$ 1 milhão. O projeto pode contribuir para a geração de 500 empregos diretos e indiretos, além ajudar a manter preservado o patrimônio histórico das cidades.

    *EM

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    Roger Campos

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  • Miss Minas Gerais Júlia Horta vence o concurso Miss Brasil 2019

    Miss Minas Gerais Júlia Horta vence o concurso Miss Brasil 2019

    A Miss Minas Gerais Júlia Horta venceu o concurso Miss Brasil 2019 na noite deste sábado (9) em São Paulo. Jornalista, apresentadora, blogueira e influenciadora digital, Júlia Horta, de 24 anos, natural de Juiz de Fora, irá representar o Brasil no Miss Universo.

    A modelo Luana Lobo, de 24 anos, que representou o estado do Ceará, ficou em segundo lugar. Em terceiro lugar ficou a também modelo, estudante de direito e Miss São Paulo Bianca Lopes, de 22 anos.

    O concurso reuniu 27 candidatas no Centro de Exposições São Paulo Expo.

    A nova Miss Brasil recebeu uma coroa em ouro branco, cravejada de pedras e uma esmeralda, avaliada em R$ 52 mil, das mãos da amazonense Mayra Dias, Miss Brasil 2018, e também ganhou um cruzeiro pelo Nordeste. As três finalistas também ganharam joias e uma semana em hotel de luxo em Campos do Jordão, no interior de São Paulo.

    Das 27 candidatas, 15 seguiram na disputa após a primeira etapa: Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paul, Sergipe e Tocantins.

    Na segunda eliminatória, seguiram na disputa as representantes de Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

    As cinco semifinalistas foram as misses Ceará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.

    Elas tiveram de responder a perguntas dos jurados. A Miss Ceará respondeu sobre diversidade de gênero. A Miss Rio Grande do Sul falou sobre a legalização do aborto. A Miss São Paulo respondeu sobre estratégias para ganhar o Miss Universo. A Miss Rio Grande do Norte falou sobre os diferentes tipos de formação familiar. Miss Minas Gerais respondeu sobre como descrever o atual cenário do país para um estrangeiro.

    Na final, foram classificadas as representantes do Ceará, Minas Gerais e São Paulo, cuja classificação ficou assim:

    • Miss Minas Gerais – 1º lugar – Miss Brasil 2019
    • Miss Ceará – 2º lugar
    • Miss São Paulo – 3º lugar

    *G1

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    Roger Campos

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  • Adolescente mata a avó, esconde corpo e dá festa na casa em BH

    Adolescente mata a avó, esconde corpo e dá festa na casa em BH

    Uma adolescente de 17 anos teve a internação provisória determinada pela Justiça, nesta quarta-feira (6), após ser acusada de matar a avó em janeiro e esconder o corpo em um cômodo da casa em que moravam, no condomínio Villa Borghese, no bairro Santa Amélia, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte.

    Segundo a Polícia Militar, a jovem revelou que matou a avó, identificada como Elizabeth Martins Augusto de Amorim, 57 anos, a facadas após as duas discutirem, em janeiro. A adolescente é filha de uma mulher adotada pela vítima.

    O corpo de Elizabeth foi encontrado por uma outra filha da vítima, que não conseguia contato com a mãe e foi até a casa com um chaveiro. O cadáver estava enrolado em lençóis dentro de um cômodo fechado com uma lona na tentativa de minimizar o odor.

    A adolescente, localizada na casa de um tio no bairro Fernão Dias, região nordeste de Belo Horizonte, disse à polícia que agiu sozinha. A suspeita da PM é que a jovem tenha dado uma festa na casa há 15 dias, enquanto o corpo já estava escondido.

    A família da vítima identificou compras feitas com o cartão de crédito de Elizabeth e que, por várias vezes, tentou contato com a adolescente, mas não obtiveram retorno.

    A decisão, segundo o G1, partiu da juíza Junea Benevides Souza Bueno, da Vara de Infância e Juventude, que avaliou a gravidade do crime. A jovem foi encaminhada para Centro Socioeducativo Feminino São Jerônimo, no Bairro Horto, onde irá aguardar a audiência que definirá a medida socioeducativa definitiva.

    *G1

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  • CADÊ O DINHEIRO? Falta de repasses do Estado irrita prefeitos.

    CADÊ O DINHEIRO? Falta de repasses do Estado irrita prefeitos.

    Em audiência na ALMG, prefeitos cobram recursos e dizem que Zema, ao iniciar mandato, já repetiu mesmo erro de Pimentel.

    Os representantes do governo estadual e da Associação Mineira de Municípios (AMM) ainda não assinaram o acordo com as condições para pagamento dos repasses atrasados aos municípios. O subsecretário do Tesouro Estadual, Fábio Rodrigo Amaral, afirma que os recursos de fevereiro já foram pagos, mas aprevisão para começar a quitar os atrasados, por enquanto, é fevereiro de 2020.Os recursos devidos, segundo a associação, chegaram aos R$ 6 bilhões, no final da gestão de Fernando Pimentel. Em janeiro, Romeu Zema, no entanto, teria feito a mesma coisa que seu antecessor ao se apropriar de cerca de R$ 1 bilhão, provenientes principalmente da arrecadação da parte de ICMS e IPVA que seriam dos municípios.

    O assunto foi debatido em audiência pública da Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na manhã desta quarta-feira (27/2/19). O requerimento para realização da audiência foi da presidente da comissão, deputada Rosângela Reis (Pode), motivado por pedido do prefeito de Betim, Vittório Medioli.

    De acordo com os números da AMM, somente de Betim foram retidos, em janeiro, pelo governo estadual, mais de R$ 50 milhões. Durante a audiência, prefeitos e vereadores, de várias partes do Estado, relataram o caos que estão vivendo em suas cidades, algumas com hospitais e escolas fechando as portas, sem dinheiro para as despesas básicas.

    Vittorio Medioli fez questão de citar que a Constituição Federal garante que 25% do ICMS arrecadado no Estado deve ir direto para os municípios. “A Constituição determina isso, e uma lei complementar garante o automatismo do crédito. É preciso restituir a legalidade urgentemente”, reforçou. Na opinião dele, o Decreto 47.296, de 2017, que criou o Comitê de Acompanhamento de Fluxo Financeiro do Estado foi usado como “desculpa para roubar o dinheiro das prefeituras”.

    Segundo o prefeito, um acordo entre o Estado e o Banco do Brasil gerou também uma fraude dentro do sistema bancário, ao mandar o dinheiro das prefeituras para uma conta que não era dos municípios.

    Impeachment – Vittorio Medioli chegou a dizer que, se a Assembleia Legislativa quisesse, já poderia pediu o impeachment do governador Romeu Zema, com base na retenção dos recursos do mês de janeiro.

    *ALMG

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  • Vale pagará até 998 reais por mês a moradores de Brumadinho por um ano.

    Vale pagará até 998 reais por mês a moradores de Brumadinho por um ano.

    Valor será de um salário mínimo para adultos, meio para adolescentes e um quarto para crianças; Brumadinho tem cerca de 39 mil habitantes.

    Mediante acordo com o Ministério Público (MP), a Vale pagará mensalmente o valor equivalente a um salário mínimo a cada morador adulto de Brumadinho durante um ano, a título de auxílio emergencial. Quase um mês após a cidade ter sido atingida pelo rompimento da barragem da mineradora, em Minas Gerais, a empresa concordou nesta quarta-feira, 20, com parte das propostas dos procuradores, de representantes dos atingidos pela tragédia e do governo.

    Duas tentativas de acordo anteriores haviam fracassado. Nesta nova negociação, o valor será, por mês, 998 reais (um salário mínimo) por adulto, 499 reais (meio salário mínimo) por adolescente e 249 reais (um quarto de salário mínimo) por criança. O município tem cerca de 39 mil habitantes, conforme o dado mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Até quarta-feira, havia tinha 171 mortos e 139 desaparecidos em decorrência da tragédia.

    Os valores são retroativos a 25 de janeiro, quando ruiu a barragem. Mas não há data para o início dos pagamentos, o que depende de cadastramento. Segundo o Ministério Público Federal, o acordo envolve ainda moradores que vivem às margens, até um quilômetro, do leito do rio Paraopeba, poluído pelos rejeitos. Esse acordo vale até a cidade de Pompéu (a cerca de 200 quilômetros de Brumadinho), área onde o rio atinge o reservatório da hidrelétrica de Três Marias, região central do Estado.

    O acordo inicial previa 40 cláusulas. Conforme o promotor André Sperling, os outros pontos continuarão sendo discutidos. Para o representante do Movimento dos Atingidos por Barragens, Joceli Andreoli, “a Vale teve de ceder”. Diretor jurídico da Vale, Alexandre D’Ambrósio negou que a empresa tenha sofrido pressão do juiz para fechar o acordo de hoje. “Sairia de qualquer forma”, afirmou. “Não foi uma imposição.” As audiências foram realizadas na 6ª Vara da Fazenda Pública, em Belo Horizonte. Houve protesto na porta do prédio durante a reunião.

    *Veja 
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    Roger Campos

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  • Deputados de Minas vão perder auxílio-moradia

    Deputados de Minas vão perder auxílio-moradia

    Sem argumento jurídico que justifique o pagamento de R$ 4.377,73 mensais para custear a moradia de todos os 77 deputados estaduais em Belo Horizonte, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa apresenta nesta semana deliberação em que acaba com a verba para os parlamentares que tenham imóvel na capital. A regra vale também para aqueles cujos cônjuges sejam proprietários do bem. Para se ter uma ideia, em janeiro a Casa gastou com o benefício R$ 173.640,55. O número de deputados que receberam o auxílio-moradia, no entanto, não foi informado pela Assembleia.

    Desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu liminares que garantiam o pagamento do auxílio-moradia aos juízes e desembargadores, o Legislativo ficou sem justificativa legal para pagar a mesma regalia para os deputados. É que os contracheques e benefícios entre os poderes são vinculados, conforme determina a Constituição Federal. Em conjunto com a Procuradoria da Casa, o texto da Mesa Diretora deverá seguir à risca as normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que em dezembro do ano passado limitou o acesso à verba pelos juízes e desembargadores a partir de 1º de janeiro.

    Assim como no Judiciário, o benefício não poderá ser pago para aquele deputado que tiver imóvel em Belo Horizonte ou que resida em moradia registrada em nome do cônjuge. Também está vedado o pagamento da verba para quem resida com alguém (cônjuge ou mesmo os pais) que recebam ajuda de custo para moradia ou auxílio-moradia. Seria o caso, por exemplo, de parlamentar que more com um membro do Judiciário ou Ministério Público que receba o benefício.

    O recebimento da indenização corresponderá àquele apresentado em nota que comprove a despesa com aluguel de moradia ou hospedagem em hotel, vedada a utilização para o custeio de despesas com condomínio, telefone, alimentação, impostos e taxas de serviço. Atualmente, o parlamentar pode optar por não apresentar comprovação do gasto, mas, nesse caso, a verba passa a ser considerada remuneratória e há o desconto do Imposto de Renda sobre os R$ 4.377,73.

    “Vamos seguir exatamente o que diz a resolução do CNJ. Mas é justo que quem não tenha imóvel receba o auxílio-moradia”, informou o deputado Alencar da Silveira Júnior (PDT), terceiro-vice-presidente da Assembleia. Embora tenha imóvel na capital, o parlamentar optou por receber a verba neste mês, mas assegurou que vai doar o valor para uma associação de deficientes em Itabirito. Assim que a deliberação for apresentada, o auxílio-moradia estará suspenso para todos os deputados. Quem comprovar que tem direito e quiser receber a verba terá que apresentar um requerimento à Casa.

    Para disputar as eleições, todos os candidatos tiveram que apresentar a relação de bens ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG). A reportagem fez levantamento no site do TRE mineiro e verificou que, entre os 77 eleitos, 21 não relataram imóveis na declaração. Os outros 56 afirmaram ter o bem, mas não informaram em qual cidade. A legislação brasileira não traz essa obrigatoriedade. Apenas dois deputados – Bartô (Novo) e Mário Henrique Caixa (PV) – declararam ter apartamento em Belo Horizonte. Já Glycon Franco (PV) e Inácio Franco (PV) têm imóveis em Conselheiro Lafaiete e Pará de Minas, respectivamente.

    Restrição

    O auxílio-moradia ficou restrito na Assembleia entre janeiro de 2014 e fevereiro de 2015. Diante da pressão popular e após o Estado de Minas mostrar que muitos dos beneficiários tinham imóveis luxuosos em BH e cidades do entorno da capital, a Casa editou norma restringindo o benefício, que passou a ser exclusivo para deputados que comprovassem não ter moradia na capital ou na região metropolitana.

    O texto ainda proibia o pagamento para aqueles que tivessem residência em nome do cônjuge, mas foi retirado na redação final.

    Em fevereiro de 2015, no entanto, em uma votação relâmpago no plenário da Assembleia. Os parlamentares aprovaram a volta do benefício para qualquer deputado, mesmo aqueles que tinham casa própria. E dois meses depois, em 13 de abril, a Mesa Diretora, sob o comando do então presidente Adalclever Lopes (MDB), reajustou o valor de R$ 2.850 para R$ 4.377,73, mesma quantia que passou a ser paga aos integrantes do Judiciário e do Ministério Público.

    *EM 

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  • Oito barragens da Vale em Minas podem se romper

    Oito barragens da Vale em Minas podem se romper

    Pelo menos oito barragens da Vale em Minas Gerais correm “severo risco de rompimento”, conforme ação encaminhada à Justiça do Estado. O documento, que tramitava em sigilo e foi publicado ontem, lista reservatórios de Barão de Cocais, Nova Lima, Ouro Preto e Brumadinho, onde o desastre ocorrido há 19 dias deixou até o momento 165 mortos. Somadas, as populações desses municípios ultrapassam 239 mil pessoas.

    A mineradora sabia do perigo de acidente na Mina do Córrego do Feijão desde outubro de 2018, segundo o Ministério Público (MP). À época, documentos internos elaborados pelo setor de gestão de risco geotécnico da Vale apontavam que, dos 57 reservatórios da companhia, dez estavam em “zona de atenção”. Dentre eles, as barragens I e IV-A, que estouraram em 25 de janeiro.

    De acordo com o relatório, todas as estruturas mencionadas estão perto de núcleos urbanos. Ou seja, “não há tempo suficiente para intervenção das autoridades competentes em situações de emergência, de forma que as pessoas têm que se salvar sozinhas”.

    A Vale disse que o documento entregue à Justiça aborda “fatores probabilísticos” e “não determinantes” sobre as barragens.

    Cenário de Riscos

    O biólogo Diego Lara, que atua na área de consultoria ambiental há 12 anos, observa que as mineradoras precisam ser mais conservadoras diante de cenários de riscos. Ele destaca que muitos estudos mostram a possibilidade de rompimento, mas, às vezes, os planos de emergência elaborados não estão à altura.

    “Dessa forma, é possível oferecer aos moradores que vivem próximos às barragens a opção de continuar ou não vivendo no local”, diz. “O que temos visto é que a população, muitas vezes, não tem conhecimento dessa ameaça”, ressalta Lara.

    Professora dos cursos de engenharia civil e de minas das Faculdades Kennedy, Rafaela Baldí Fernandes explica que todas as medidas de segurança devem estar rigorosamente estabelecidas pelas empresas a partir do início das operações. “Mas é preciso lembrar também que a fiscalização pode detectar e cobrar essas mudanças”, destaca.

    Prevenção

    Várias ações protetivas foram impostas à Vale. Dentre elas, a contratação de auditoria independente para emitir relatórios de estabilidade das oito estruturas em risco e de todo o complexo minerário em que elas se situam. Em caso de descumprimento, conforme decisão judicial de 1º de fevereiro, a multa prevista é de R$ 1 milhão por dia.

    Até esta terça-feira (12), segundo o Ministério Público, nenhuma ação havia sido adotada pela Vale, que já acumulava de R$ 12 milhões em autuações.

    Outra obrigação prevista é a contratação de uma empresa que consiga “firmar compromisso nos autos de trabalhar como perito do juízo e realize vistorias in loco para verificação dos parâmetros necessários à assegurar ou não a segurança das estruturas”.

    Por nota, a Prefeitura de Nova Lima disse que não foi comunicada sobre a necessidade de intervenção das barragens Capitão do Mato, Dique B e Taquaras, nem de decisões tomadas pelo MP.

    Chefe do Executivo de Ouro Preto, Julio Pimenta também afirma não ter sido notificado. Ele diz que as barragens Forquilha I, II e III estão longe do Centro da cidade, sem distritos adjacentes, mas próximas à vizinha Congonhas. “Criamos uma comissão para identificar a situação e pedimos que nenhuma barragem seja alteada. Também solicitamos o cronograma de descomissionamento delas”.

    Nenhum representante da Prefeitura de Congonhas foi localizado. Já as administrações municipais de Barão de Cocais e Brumadinho não responderam se foram comunicadas sobre os riscos.

    Em coletiva, o gerente-executivo da Vale, Lúcio Cavalli, disse que o relatório aborda “fatores probabilísticos” e não “determinantes” como as análises de uma empresa terceirizada, que realizou inspeções na estrutura que se rompeu em Brumadinho. Segundo Cavalli, parecer dos engenheiros contratados, datado de setembro do ano passado, indicou que o fator de segurança da barragem da Mina do Córrego do Feijão era adequado. Das 17 recomendações listadas pelos técnicos, oito já haviam sido concluídas e nove estavam em andamento.

    *Hoje em Dia

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  • Zema divulga contracheque do 13º para servidores, que receberão em 11 vezes

    Zema divulga contracheque do 13º para servidores, que receberão em 11 vezes

    O demonstrativo do pagamento do 13º salário de 2018 devido aos cerca de 600 mil servidores públicos mineiros foi disponibilizado ao funcionalismo somente nessa terça-feira (5), mais de dois meses depois do previsto. Apesar de o ícone estar na página desde 1º de dezembro, quando era esperado que os dados fossem informados, os contracheques ainda não haviam sido incluídos nos links no Portal do Servidor.

    O pagamento de fato, segundo informou o governador Romeu Zema (Novo), começa no próximo dia 21 de fevereiro e será feito em 11 vezes.

    Servidores se queixam que não houve divulgação do demonstrativo nas redes de comunicação internas do governo. Somente ontem, quando alguns deles consultaram o portal, descobriram que o demonstrativo estava disponível.

    “No dia 1º de dezembro aparecia a folha mensal, que é o contracheque de novembro (pago em dezembro) e o ‘folha 13°’, mas quando a gente clicava nesta segunda aparecia o recado de que a consulta estava indisponível. Desde então todos tentávamos consultar”, disse um servidor.

    Os funcionários do estado também só souberam quando vão receber o benefício natalino, deixado como dívida pelo ex-governador Fernando Pimentel (PT), no dia 28 de janeiro.

    Depois da pressão e paralisação de várias categorias – e de o governo adiar o anúncio por causa do desastre de Brumadinho –, o governador Romeu Zema informou naquele dia em vídeo nas redes sociais que o pagamento será feito em parcelas, sempre ao primeiro dia útil depois do dia 20 de cada mês.

    Pagamento e descontos

    Pelas leis trabalhistas, o 13º deve ter a primeira parcela paga até o dia 30 de novembro do ano trabalhado e a segunda não pode ultrapassar 20 de dezembro. No cálculo da segunda parte deve ser demonstrado um recibo integral. Entram na base de cálculo do benefício salário variável como comissões, gratificações, horas extras e adicionais.

    Segundo uma funcionária, os descontos de contribuição previdenciária, imposto de rende e a taxa do Instituto de Previdência de Minas (Ipsemg) vieram todos no demonstrativo de uma vez. Os servidores não sabem, no entanto, se os valores serão diluídos nas 11 parcelas ou incidirão em algum dos meses.

    Um adicional de R$ 47 pago como vale-refeição não entrará na conta, já que o decreto de Pimentel que o criou previa que os funcionários só receberiam pelos dias efetivamente trabalhados. Com isso, o valor é descontado em folgas, férias, ausências justificadas e licenças médicas.

    governo de Minas foi questionado sobre o pagamento do 13º e os respectivos descontos, mas ainda não retornou ao Estado de Minas.

    Minas Gerais tem 371.786 servidores ativos serão afetados pela medida, além de 256.081 inativos e 52 mil pensionistas. Totalizando 679.867 servidores. Segundo o secretário da Fazenda, Gustavo Barbosa, a folha de pagamento mensal custa cerca de R$ 3 bilhões aos cofres públicos.

    Durante a apresentação da reforma administrativa de Zema nessa terça-feira, Barbosa afirmou que não há previsão para o fim do parcelamento dos salários dos servidores.

    *EM

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  • Após tragédia, fundação considera Rio Paraopeba como ”completamente morto”!

    Após tragédia, fundação considera Rio Paraopeba como ”completamente morto”!

    A constatação foi feita depois que integrantes da SOS Mata Atlântica percorreram o manancial.

    “Um  rio completamente morto”.  Esta é a constatação sobre a condição do Rio Paraopeba por integrantes de uma expedição da Fundação SOS Mata Atlântica, que percorre o manancial, após a tragédia da barragem 1 de rejeitos da Mina Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho, ocorrida em 25 de janeiro. A contaminação do rio por metais pesados também foi confirmada por análises  feitas pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM).

    “A água (do Paraopeba) tem variado entre péssimo – ou seja, (mostrando) o rio completamente morto – e ruim,  (com o rio) também completamente morto do trecho próximo de onde ocorreu o desastre até Pará de Minas, onde  foi feito uma barreira de contenção, tentando conter os rejeitos, mas ainda que ainda não deu resultado”, afirmou nesta segunda-feira a especialista em recursos hídricos da Fundação SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro,  que coordena a Expedição Paraopeba.

    Desde quinta-feira passada, o governo do estado informou que os “resultados iniciais” de monitoramento do Rio Paraopeba, após o recebimento dos rejeitos de minério da barragem de Brumadinho, apontaram que a água do manancial “apresenta riscos à saúde humana e animal”.

    O governo estadual também divulgou que, diante dos resultados e, “por segurança à população”, os órgãos responsáveis pelo monitoramento “não indicam  a utilização da água bruta do manancial para qualquer finalidade, até que a situação seja normalizada.”

    Na quinta-feira passada, também foi iniciada a Expedição da Fundação SOS Mata, com o objetivo de percorrer 336 quilômetros do ponto que o Rio Paraopeba recebeu a lama de minérios, no município de Brumadinho até foz no reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias, situada no Rio São Francisco, no município de Felixlândia, na Região Central do estado. Até esta segunda-feira, a equipe de estudiosos percorreu cerca de 120 quilômetros, chegando no município de Pará de Minas.

    Malu Ribeiro ressalta que ao longo do rio constatou a devastação provocada pela lama de rejeitos de minério. “O rio ficou  completamente morto. Foi perdida uma grande quantidade de Mata Atlântica – quase 200 hectares de mata nativa foi arrastada, assim também toda  fauna aquática e toda biodiversidade da região. Isso prejudica não somente o ecossistema, mas também as atividades econômicas”, alertou a especialista, lembrando que a contaminação do rio também impede o uso da água do rio para o consumo humano e animal para diversas outras finalidades.

    Para  a representante da Fundação SOS Mata Atlântica, o desastre de Brumadinho é “uma tragédia socioambiental sem parâmetros no mundo”. “Trata-se de uma das maiores tragédias decorrentes  de atividades minerárias do mundo”, avalia.

    AMBIENTE DE GUERRA

    Ela ressalta também as perdas humanas que se somam aos danos ambientais. “É como se a gente tivesse vendo uma ferida exposta, um verdadeiro ambiente de guerra mesmo, um grande  esforço de todos os socorristas e das pessoas, de forma voluntária, em prestar ajuda e solidariedade às vítimas”,  afirma Malu Ribeiro.

    “É uma enorme comoção das famílias e amigos das vítimas  e mesmo das pessoas que atuam de forma voluntária, com muito pesar. Esta tragédia não pode ficar impune”, conclama a ambientalista.

    Em novo boletim sobre o monitoramento da qualidade da água do Rio Paraopeba, divulgado na noite do último domingo, o IGAM informou que  as concentrações de metais pesados no manancial diminuíram, porém ainda permanecem acima dos limites permitidos.

    O monitoramento do Paraopeba, após o desastre da barragem de Brumadinho, é feito pelo IGAM, juntamente com a Copasa, o Serviço Geológico do Brasil  (CPRM) e a Agência Nacional de Águas (ANA), responsável pela divulgação do boletim.

    *EM

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  • Zema anuncia que 13º dos servidores de Minas será pago em 11 vezes a partir de fevereiro

    Zema anuncia que 13º dos servidores de Minas será pago em 11 vezes a partir de fevereiro

    O governador de Minas, Romeu Zema, anunciou na noite desta segunda-feira como será pago o 13º salário para os servidores. Em vídeo, publicado em suas redes sociais, ele anunciou que a forma encontrada foi parcelar o valor em 11 vezes ao longo do ano. A primeira delas será depositada em fevereiro. Os depósitos serão feitos sempre no primeiro dia útil após o dia 20 de cada mês.
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    “Estudamos todas as possibilidades para pagar o décimo terceiro que não foi feito pelo governo anterior e a única forma viável, hoje, é parcelar em 11 prestações, de fevereiro a dezembro.O valor será pago sempre no primeiro dia útil após o dia 20 de cada mês. Vamos continuar trabalhando pra tirar Minas do vermelho.”, afirmou no vídeo.
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    Ao todo, 371.786 servidores ativos serão afetados pela medida, além de 256.081 inativos e 52 mil pensionistas. Totalizando 679.867 servidores.

    A previsão inicial era de que a forma de pagamento do 13º salário fosse anunciada na sexta-feira da semana passada, mas, devido ao rompimento da barragem de rejeitos da Mina da Córrego do Feijão, em Brumadinho, o anúncio foi adiado.

    No domingo, durante visita às vítimas do rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho, no hospital João XXIII, o governador foi questionado por servidoras sobre quando o pagamento seria feito. Zema respondeu que teria uma posição nesta segunda-feira.

    As definições sobre o pagamento do 13º salário dos servidores mineiros se arrasta desde o final do ano passado. Depois de idas e vindas ao longo do mês de dezembro, o ex-governador Fernando Pimentel (PT) divulgou nota em 28 de dezembro que não seria possível pagar o 13º salário em 2018. Sindicatos de várias categorias do funcionalismo protestaram contra as indefinições e cobraram do novo governo uma posição sobre o assunto.

    Dias após tomar posse, Zema afirmou que os valores seriam parcelados, mas não deu garantidas de quando o pagamento seria feito. Na semana passada, após movimento dos prefeitos pela regularização dos repasses estaduais, o vice-governador Paulo Brant (Novo) afirmou que a situação difícil dos cofres públicos tornava impossível atender às demandas dos prefeitos e dos servidores ao mesmo tempo.

    *EM

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