Categoria: Minas Gerais

  • Governo de Minas anuncia escala de pagamento de servidores referente a dezembro de 2018

    Governo de Minas anuncia escala de pagamento de servidores referente a dezembro de 2018

    O governador Romeu Zema (Novo) anunciou, nesta terça-feira (8), a escala de pagamento de servidores de Minas Gerais referente a dezembro de 2018.

    Veja a escala

    • 14/01 –até R$ 2 mil, para ativos e aposentados/pensionistas
    • 21/01 – R$ 1 mil para servidores da Saúde e Segurança Pública que recebam acima de R$ 2 mil
    • 28/01 – quitado restante do salário para todas as carreiras

    O anúncio foi feito pelo oficial do governador nas redes sociais. No vídeo, gravado ao lado do secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa, Zema falou um pouco sobre as finanças do estado.

    “Ainda estamos tomando pé da situação financeira do estado, mas já temos condição de passar o cronograma do pagamento do salário de dezembro”, disse.

    Os salários do funcionalismo vêm sendo pago de forma escalonada desde fevereiro de 2016 e, ainda assim, ocorreram atrasos. Em dezembro do mesmo ano foi decretada situação de calamidade financeira. Ela permite ao estado manter os serviços públicos essenciais à população.

    O governador, que assumiu o Poder Executivo do estado no dia 1º de janeiro, disse ao Bom Dia Minas, no dia seguinte à posse, que o 13º salário dos servidores de 2018 não será pago “tão cedo”.

    *G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

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  • IPVA em Minas Gerais começa a vencer na semana que vem.

    IPVA em Minas Gerais começa a vencer na semana que vem.

    Quem for pagar em parcela única terá redução de 3% no valor do imposto. Fazenda em MG ainda dá desconto extra no IPVA para ‘bom pagador’.

     

    Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)começa a vencer no dia 14 de janeiro, para os carros com placas com finais 1 e 2 (veja tabela abaixo). Quem for pagar em parcela única terá desconto de 3%.

    De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda (SEF), o motorista que estiver com todos os seus débitos (imposto, taxas e eventuais multas) de 2017 e 2018 em dia terá outros 3% de redução no valor do IPVA. A iniciativa, batizada de “Bom Pagador”, pode beneficiar cerca de 2,8 milhões de veículos (29% da frota), de acordo com a SEF.

    O contribuinte ainda pode pagar o imposto em três vezes, nos meses de janeiro, fevereiro e março. O valor mínimo para parcelamento é de R$ 150. O pagamento já pode ser feito em terminais de autoatendimento autorizados com o Renavam do veículo. Você pode baixar a guia de arrecadação pela internet.

    Além do IPVA, o contribuinte deve ficar atento ao vencimento da Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículo (TRLAV), com valor de R$ 102,41. O prazo máximo para o pagamento deste tributo é 1º de abril.

    Redução

    O Governo diz que houve redução de 3,17% do IPVA em relação a 2018. O estado deve arrecadar R$ 5,44 bilhões para um total de 9,7 milhões de veículos emplacados até 19 de outubro.

    *G1 Sul de Minas

     

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    Roger Campos

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  • Zema toma posse em Minas Gerais e prevê ‘tempos difíceis’

    Zema toma posse em Minas Gerais e prevê ‘tempos difíceis’

    Romeu Zema (Novo) tomou posse como governador de Minas Gerais na manhã desta terça-feira (1º) na Assembleia Legislativa, em Belo Horizonte. Em seu discurso, ele pediu união de todos, falou em sacrifícios, e enfatizou que medidas devem ser tomadas para que o estado se recupere da crise financeira.

    “Passaremos por tempos difíceis, em que reformas administrativas e fiscais terão de ser levadas adiante, para que os servidores possam receber seus salários conforme determina a lei. O mais tardar até o quinto dia útil. Para que as prefeituras possam voltar a receber os valores que têm por direito. E para que possamos ter condições de investir no que deve ser as prioridades do estado, que são: segurança, saúde, educação e infraestrutura”,

    disse no plenário da Casa.

    Pela primeira vez, a transmissão do cargo, que antes era realizada no Palácio da Liberdade, ocorreu na sede do Legistivo. O Grande Colar da Inconfidência foi entregue a Zema por Fernando Pimentel (PT), que foi vaiado por algumas pessoas que assistiam à solenidade. “Vai com Deus, Pimentel”, gritou um dos presentes. Logo em seguida, o petista deixou o plenário.

    A posse, prevista para as 9h, começou com cerca de 45 minutos de atraso. Este atraso, segundo a Assembleia, ocorreu por causa da chuva forte que caiu sobre Belo Horizonte, causando atraso na chegada dos convidados.

    Antes de seguir para o plenário, Zema fez um pronunciamento aos jornalistas no Hall das Bandeiras, foi saudado pelos Dragões da Inconfidência e recebido por uma comitiva de deputados. “Agora temos que abrir a caixa-preta das finanças do estado. Arrumar a casa, renegociar a dívida com o governo federal para colocarmos as contas em dia”, afirmou logo na chegada.

    Em seu discurso, Zema reafirmou que expectativa de déficit no estado é de R$ 30 bilhões em 2019 e diz que, se nada for feito, passará de R$ 100 bilhões no próximos anos. Ele também pediu união de todos e foi aplaudido ao dizer que é preciso voltar a pagar funcionalismo em dia.

    Da Assembleia, Zema seguiu para a Cidade Administrativa, sede do Executivo mineiro, onde foi recebido com honras militares e passou a tropa em revista. Com a cerimônia, foi iniciada oficialmente a gestão de Romeu Zema à frente do governo mineiro.

    *G1

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  • Governo de Minas anuncia que servidores não receberão o 13º neste ano.

    Governo de Minas anuncia que servidores não receberão o 13º neste ano.

    TRABALHADORES CONTINUAM DE “PIRES NAS MÃOS” E PIMENTEL “JOGA A BOMBA” PARA ZEMA.

    Os servidores públicos de Minas Gerais terminarão o ano sem receber o 13º salário. Em nota divulgada nesta sexta-feira, o governo informou que lamenta o não cumprimento do abono de Natal, “apesar de todos os esforços financeiros realizados, não conseguiu viabilizar o seu pagamento no exercício de 2018”.

    “Foi aguardado até o último momento um crédito de R$ 200 milhões, por parte do governo federal, referente à ‘compensação financeira em função da perda de receita decorrente da desoneração de ICMS sobre exportações de bens e da concessão de créditos nas operações anteriores’, aprovada no Congresso Nacional (PLP 511/2018). O Governo Federal informou que este crédito só será repassado em 2019”, diz a nota.

    Ainda de acordo com o texto, outra importante perda de recursos ocorreu com o leilão da securitização das dívidas; Como não houve oferta com o desconto permitido, o estado deixou de arrecadar R$ 200 milhões. Os valores, segundo o governo, seriam suficientes para quitar o décimo-terceiro de todos os servidores ativos e inativos do Executivo.

    O pagamento da segunda parcela da folha de novembro foi quitado nesta sexta-feira para todos os servidores. A primeira parcela foi paga no dia 13.

    Reação 

    Em nota divulgada à imprensa, o deputado estadual Rogério Correia (PT) e a deputada estadual eleita Beatriz Cerqueira – que já presidiu o Sindicato Único dos Trabalhadores na Educação em Minas Gerais (SindUte) – criticaram o não pagamento do abono de Natal para os servidores.

    Fonte EM

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  • Propostas do PJ Minas viram emendas ao Orçamento e ao PPAG.

    Propostas do PJ Minas viram emendas ao Orçamento e ao PPAG.

    Ações sugeridas buscam fortalecer o combate à violência contra as mulheres, tema debatido pelos estudantes em 2018.

    Sugestões recebidas pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) durante o Parlamento Jovem de Minas de 2018 foram transformadas em emendas aos Projetos de Lei 5.405/18, do Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG) e 5.406/18, da Lei Orçamentária Anual (LOA), válidos para 2019.

    Três Propostas de Ação Legislativa (PLEs), todas relativas ao tema Violência contra a Mulher, debatido pelos estudantes neste ano, foram acatadas pela Comissão de Participação Popular e geraram uma emenda ao PPAG, três emendas à LOA e mais 13 requerimentos. O relator foi o presidente da comissão, deputado Doutor Jean Freire (PT).

    Três Pontas se destacou no Parlamento Jovem 2018 em Belo Horizonte.

    O PJ Minas é um projeto de educação política direcionado a estudantes do ensino médio, realizado em parceria com as câmaras municipais. Por meio de diferentes atividades, os jovens são estimulados a entender a dinâmica do Parlamento e a importância da participação popular nesse espaço de poder.

    Em 2018, a 15ª edição do projeto reuniu 81 municípios mineiros, distribuídos em 16 polos, e teve a participação de mais de dois mil estudantes. O documento final, aprovado na ALMG em setembro, trouxe 12 propostas em três subtemas.

    No lar – A PLE 222/18 trata do 1º subtema, “Violência Doméstica e Familiar”, e trouxe duas propostas. A primeira, que visa implementar e expandir a Casa da Mulher Brasileira, gerou emenda ao Orçamento no valor R$ 200 mil para uso em Belo Horizonte.

    A Casa da Mulher Brasileira, projeto do governo federal, é um espaço de acolhimento, assistência e apoio às vítimas de violência e seus filhos, caso também necessitem. A iniciativa busca, ainda, promover a autonomia econômica dessas mulheres.

    A segunda proposta, de implantação do “Código Lilás” no protocolo de atendimento às mulheres agredidas, gerou requerimento. Com esse símbolo, a vítima relataria seu caso apenas uma vez e ele seria replicado pela rede de saúde e segurança, sem que ela precisasse repeti-lo e reviver o trauma.

    Câmara Municipal de Três Pontas incentiva o conhecimento político para os jovens trespontanos através do PJ.

    O relator, Doutor Jean Freire, solicitou ao Executivo prioridade na regulamentação da Lei 22.256, de 2016. Ela institui a Política de Atendimento à Mulher Vítima de Violência e contempla as propostas da PLE 222/18.

    A norma prevê, por exemplo, o estabelecimento de critérios para o preenchimento de registros e boletins policiais a fim de caracterizar a violência contra a mulher. E também garante a criação de casas para abrigo emergencial para as vítimas de violência.

    Fonte ALMG
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  • Conselho de Defesa Agropecuária passa em 1º turno.

    Conselho de Defesa Agropecuária passa em 1º turno.

    Plenário da ALMG aprova Projeto de Lei 4.876/17, do governador, que reforça cuidados com rebanhos e lavouras em Minas.

    Projeto de Lei (PL) 4.876/17, do governador Fernando Pimentel, que dispõe sobre a Política Estadual de Defesa Agropecuária e cria o Conselho Estadual de Defesa Agropecuária de Minas Gerais (Cedagro), foi aprovado em 1º turno nesta terça-feira (4/12/18), na Reunião Ordinária do Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A proposição foi aprovada na forma do substitutivo 3, da Comissão de Administração Pública, e seguirá agora para a Comissão de Agropecuária e Agroindústria para receber parecer de 2º turno.

    O projeto define os princípios, os objetivos, as ações e os instrumentos dessa política e estabelece competências institucionais para o desenvolvimento da atividade no Estado. A proposição conceitua defesa agropecuária como o conjunto de atividades sistematicamente desenvolvidas pelo poder público estadual com o objetivo de preservar, por meio da expansão e do aprimoramento da inspeção e fiscalização de produtos agropecuários e agroindustriais, a sanidade dos rebanhos e a fitossanidade das lavouras, as condições higiênico-sanitárias da produção de origem animal e vegetal e a garantia dos direitos da comunidade.

    Cedagro – Em seu artigo 10º, o projeto de lei institui o Cedagro, vinculado à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com vistas a assegurar a participação dos agentes de produção e de comercialização, bem como dos consumidores, na formulação do planejamento e no acompanhamento da execução da política de defesa agropecuária.

    Entre as atribuições do Cedagro, destacam-se a definição da política estadual, o estímulo à criação de conselhos regionais de defesa agropecuária e a articulação com esses conselhos regionais com vistas à implementação de programas destinados a estimular o aprimoramento da defesa agropecuária mineira.

    Mudanças – O substitutivo da Comissão de Administração Pública consolidou as mudanças dos substitutivos anteriores, apresentados pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e de Agropecuária e, ainda, atendeu a solicitação do próprio Poder Executivo, alterando o parágrafo único do artigo 8º, que dispõe sobre as atribuições da Cedagro.

    Passou, portanto, a determinar que “em casos excepcionais, de emergência sanitária ou de normas preestabelecidas federais e internacionais de defesa agropecuária, o diretor-geral do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) poderá editar norma referente ao controle sanitário”.

    Supermercados podem ter local próprio para produtos da agricultura familiar

    Os deputados também aprovaram em 1° turno o PL 3.854/16, do deputado Gil Pereira (PP), que trata da obrigatoriedade de disponibilização de produtos provenientes de agricultura familiar nas gôndolas dos supermercados, hipermercados, atacadistas e estabelecimentos varejistas congêneres.

    O projeto foi aprovado na forma do substitutivo n° 1, da CCJ, e com as emendas n° 1 e 2 da Comissão de Desenvolvimento Econômico. O texto aprovado passa a prever que os supermercados deverão dispor de local específico para a venda de produtos da agricultura familiar. O descumprimento desse comando implicará sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor. Além disso, observa, os estabelecimentos comerciais terão prazo de 90 dias para se adaptarem a essa nova exigência.

    A emenda n° 1 acrescenta artigo ao projeto, estabelecendo que a futura lei somente produzirá seus efeitos a partir da implementação, por parte do Estado, de programa de certificação de produtos agropecuários provenientes da agricultura familiar. Já a emenda n° 2 prevê que a norma entrará em vigor na data de sua publicação, e não 90 dias após a publicação, como previa o substitutivo.

    O projeto segue para a Comissão de Agropecuária e Agroindústria, para análise de 2° turno.

    Fonte ALMG

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  • IPVA: Minas dará desconto extra a quem pagou em dia nos últimos 2 anos

    IPVA: Minas dará desconto extra a quem pagou em dia nos últimos 2 anos

    Proprietários de automóveis que pagaram o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e a Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículos (TRLAV), de 2017 e 2018, rigorosamente em dia terão desconto de 3% sobre o IPVA que será cobrado em 2019. A informação foi divulgada pelo governo de Minas Gerais e detalha que a aplicação do desconto valerá para quem também quitou em dia outros débitos, como multas e seguro Dpvat.

    Esse tipo de abatimento do imposto é cumulativo para quem realiza o pagamento do IPVA em parcela única, que já tem desconto de 3%. Ou seja, quem pagou os tributos anteriores em dia e quitar de uma só vez o IPVA em 2019 terá um desconto total de 6%.

    O governo esclarece ainda que o programa não tem prazo de validade. Isso significa que o proprietário de veículo que, porventura, não esteja apto a receber o desconto em 2019, poderá requerê-lo no futuro – desde que regularize a situação por dois anos consecutivos.

    O desconto é dado pelo número do Renavam, ou seja, acompanha cada veículo, e não o proprietário. Isso quer dizer que quem comprar um automóvel cujo dono anterior manteve-se em dia com o Estado poderá usufruir do benefício.

    Condições

    Em relação a 2017, será considerado em situação de total adimplência o contribuinte que tenha quitado o IPVA e a TRLAV e teve seu veículo licenciado até 31 de outubro de 2017. Já relativamente ao ano de 2018, o contribuinte deve ter abatido sua dívida até o prazo estipulado pela Portaria 406/2018 do DETRAN/MG, que estabeleceu o cronograma de cobrança do documento de 2018.

    O desconto de 3% será concedido automaticamente. Por causa disso, não haverá necessidade de o proprietário fazer qualquer solicitação prévia.

    Fonte VOL

     

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  • ELEIÇÕES: Romeu Zema é o novo Governador de Minas Gerais

    ELEIÇÕES: Romeu Zema é o novo Governador de Minas Gerais

    Romeu Zema do Partido Novo acaba de ser eleito Governador de Minas Gerais. Ele já havia surpreendido ao contrariar as pesquisas de intenção de votos e aparecer em primeiro lugar na disputa ao governo do Estado  no resultado de “boca de urna”, com 41% dos votos, divulgado minutos após o fim da votação no primeiro turno.

    Ainda na primeira fase da disputa eleitoral, Zema obteve 612.342 votos, o que correspondeu a 44,73% dos votos válidos. Já Antônio Anastasia (PSDB) obteve 471.233 votos, o que correspondeu a 34,42% dos votos válidos. Fernando Pimentel (PT), atual governador, somou 199.983 votos, ou 14,60% dos votos válidos da região. Pimentel havia vencido em apenas duas cidades do Sul de Minas.

    Nas eleições do segundo turno, que acabaram de sacramentar a vitória do Partido Novo nas urnas, a votação ficou assim:

    Votos (100%)

    _ Zema: 6.963.806 – 71,80%

    _ Anastasia: 2.734.452 – 28,20%

    _ Brancos: 476.476 – 3,95%

    _ Nulos: 1.889.459 – 15,66%

    O NOVO GOVERNADOR DOS MINEIROS

    Romeu Zema, 54 anos, é mineiro de Araxá-MG, um empresário bem sucedido na iniciativa privada, sem nenhum vínculo pessoal e familiar com a política no passado, uma pessoa comum e líder considerado ético, com experiência e vivência profissional em gestão.

    O grupo Zema, sob sua liderança empresarial, fatura cerca de R$ 3 bilhões por ano atuando em cidades com pouco mais de 50 mil habitantes. Ele participou do processo seletivo do NOVO para concorrer ao posto de candidato a governador de Minas Gerais e foi aprovado com mérito, colocando-se à disposição do partido por absoluta confluência de ideias, princípios e valores.

    A empresa sediada em Araxá no Estado de Minas Gerais foi fundada em 12 de maio de 1923 por Domingos Zema. Também conta com a Zema Petróleo. A empresa de postos de combustíveis gera mensalmente 50 milhões de litros de combustível para 230 franquias em cinco estados do Brasil. A rede de varejo conta com 440 lojas no interior do estado e mais 360 postos de combustíveis.

    O novo Governador de Minas Gerais informou ter R$ 69.752.863,96 em bens, dos quais mais de R$ 60 milhões são em “quotas ou quinhões de capital”. Zema declarou ter uma casa no valor de R$704.864,25. O restante dos bens foram descritos como depósitos, investimentos, fundos e poupança. Ele informou ainda um veículo de R$ 59 mil.

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  • ELEIÇÕES: Pesquisa Datafolha em Minas Gerais mostra Anastasia com 29% e Pimentel com 20%

    ELEIÇÕES: Pesquisa Datafolha em Minas Gerais mostra Anastasia com 29% e Pimentel com 20%

    Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo de Minas Gerais.

    Cenário sem Marcio Lacerda

    • Antonio Anastasia (PSDB): 29%
    • Fernando Pimentel (PT): 20%
    • Romeu Zema (Novo): 5%
    • João Batista Mares Guia (Rede): 3%
    • Dirlene Marques (PSOL): 2%
    • Claudiney Dulim (Avante): 1%
    • Jordano Metalúrgico (PSTU): 1%
    • Alexandre Flach Domingues (PCO): 1%
    • Brancos/nulos: 28%
    • Não sabe: 10%

    Cenário com Marcio Lacerda

    A Pesquisa foi feita entre os dias 20 e 21 e, por isso, inclui o nome de Marcio Lacerda (PSB), que renunciou à candidatura nesta terça-feira (22).

    • Antonio Anastasia (PSDB): 26%
    • Fernando Pimentel (PT): 18%
    • Marcio Lacerda (PSB): 9%
    • Brancos/nulos: 27%
    • Não sabe: 11%

    A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S. Paulo”. É o primeiro levantamento do Datafolha realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

    Sobre a pesquisa

    • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
    • Quem foi ouvido: 1.214 eleitores de 56 municípios do estado, com 16 anos ou mais
    • Quando a pesquisa foi feita: 20 e 21 de agosto
    • Registro no TRE: MG 09858/2018
    • Registro no TSE: BR 04023/2018
    • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro

    Rejeição

    O Datafolha também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Veja os índices:

    • Fernando Pimentel (PT): 38%
    • Antonio Anastasia (PSDB): 26%
    • Marcio Lacerda (PSB): 17%
    • João Batista Mares Guia (Rede): 13%
    • Claudiney Dulim (Avante): 13%
    • Alexandre Flach (PCO): 11%
    • Dirlene Marques (PSOL): 11%
    • Jordano Metalúrgico (PSTU): 11%
    • Romeu Zema (Novo): 10%
    • Rejeita todos/não votaria em nenhum: 9%
    • Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 4%
    • Não sabe: 12%

    Avaliação do governo

    A pesquisa mostra que o governo de Fernando Pimentel tem a aprovação de 16% dos eleitores entrevistados. O percentual de aprovação reúne os entrevistados que avaliam o governo como “ótimo” ou “bom”.

    Os que julgam o governo “ruim” ou “péssimo” são 42%, segundo o Datafolha.

     Fonte G1 Sul de Minas

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  • PROFESSORES REVOLTADOS: Governo de MG derruba liminar que obrigava a pagar salário no 5º dia útil

    PROFESSORES REVOLTADOS: Governo de MG derruba liminar que obrigava a pagar salário no 5º dia útil

    Na decisão, o ministro Dias Toffoli considerou que o estado conseguiu comprovar sua ‘penúria financeira’

    O governador Fernando Pimentel (PT) conseguiu reverter, no Supremo Tribunal Federal, a liminar obtida pelos profissionais da educação que obrigaria o estado a voltar a pagar os salários integralmente no 5º dia útil de cada mês. Professores estão revoltados!

    A decisão foi proferida na noite dessa quarta-feira (25) pelo ministro Dias Toffoli, que alegou que a suspensão do escalonamento estabelecido pelo governo de Minas “pode comprometer o tênue equilíbrio orçamentário obtido pelo estado” e por em risco o pagamento do funcionalismo no futuro.

    A Advocacia Geral do Estado ingressou com um pedido de suspensão de tutela provisória no STF para reverter a decisão obtida pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-Ute) na semana passada.

    A liminar concedida pela desembargadora Maria das Graças Silva Albergaria dos Santos Costa, da 3ª Câmara Cível de Belo Horizonte sujeitava o estado a multa de R$ 30 mil diários, chegando a até R$ 3 milhões, caso o estado não pagasse os profissionais da educação até o 5º dia útil de cada mês.

    Tal decisão excluía os servidores da educação do parcelamento dos salários praticado pelo governo desde fevereiro de 2016. O estado está pagando os servidores em até três vezes e, a partir deste mês, anunciou que a primeira e a segunda parcelas, que eram de R$ 3 mil, passam a ser R$ 1,5 mil para a maior parte dos funcionários. O valor de R$ 3 mil por vez foi mantido somente para a segurança e a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig).

    Toffoli mandou suspender a liminar até o trânsito em julgado da ação civil pública que tramita na 2ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte (MG).

    Penúria

    Segundo o ministro do STF, os documentos apresentados em notas técnicas da Secretaria do Tesouro do Estado “demonstram a penúria financeira por que passa o Estado de Minas Gerais, devida notadamente à queda das expectativas de arrecadação, que não permitem que sequer se faça frente às despesas correntes da administração”.

    O ministro citou jurisprudência do STJ e, em especial, uma decisão da presidente da Corte Cármen Lúcia em relação a um pedido semelhante do Amapá. “Reiteradas decisões deste Supremo Tribunal Federal têm reconhecido que a situação de agravamento da crise econômica que atravessam os diversos entes da Federação, bem como a União”. Segundo ele, o momento “autoriza a tomada de medidas excepcionais, para a superação desse quadro adverso, dentre as quais avultam o escalonamento no pagamento dos salários dos servidores públicos, tal como efetuado, no caso”.

    O advogado-geral do estado, Onofre Batista, afirmou que a decisão já era esperada. “Sentença não cria dinheiro, o STF é sempre sensível a isso”, afirmou.

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  • Filha de Enéas Carneiro é pré-candidata ao governo de Minas Gerais

    Filha de Enéas Carneiro é pré-candidata ao governo de Minas Gerais

     

    Gabriela Enéas, filha do político e fundador do extinto PRONA, Enéas Carneiro, será lançada como pré-candidata ao governo de Minas Gerais na próxima segunda-feira, 16, pelo PMB. Ela é a nona pré-candidatura confirmada ao Palácio da Liberdade.

    A informação foi confirmada pela presidente do partido em Minas, Ana Paula Periquito. “O Dr. Enéas tem um vínculo muito forte e ativo em Minas Gerais. Queremos resgatar essa presença dele aqui no Estado e ela vem para proporcionar essa mudança”, disse.

    Nascida no Rio de Janeiro, Gabriela Enéas é professora e tem 46 anos. Em 2008, ela foi candidata a vereadora na capital carioca, pelo PMN. “A Gabriela vai trazer essa mudança que o Dr. Enéas tanto falava. É para resgatar e ocupar o espaço, que a mulher precisa ocupar na política”, afirmou Periquito.

    Sobre negociações com outros partidos, o PMB tinha um acordo de apoio com a coligação proporcional (deputados federais e estaduais) do Patriotas e PTC, que haviam sinalizado apoio ao pré-candidato Rodrigo Pacheco (DEM). Porém, com a decisão de lançar a pré-candidatura ao governo do Estado, o PMB deve tentar abrir negociação com os partidos novamente. Por enquanto, o partido ainda não tem confirmado nome de senadores ou do pré-candidato a vice-governador.

     

    Fonte EM 

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  • Justiça determina que governo de MG pague servidores da educação até 5º dia útil

    Justiça determina que governo de MG pague servidores da educação até 5º dia útil

     

    O Tribunal de Justiça de Minas Gerais determinou que o governo do estado pague o salário dos servidores da educação até o quinto dia útil de cada mês, caso contrário terá que pagar multa. A decisão é do dia 12 de julho e foi disponibilizada no processo para consulta desde a segunda-feira, 17.

    A liminar é da desembargadora Maria das Graças Silva Albergaria dos Santos Costa, da 3ª Câmara Cível de Belo Horizonte, a pedido do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-ute). A multa diária estabelecida é de R$ 30 mil limitada a R$ 3 milhões.

    “O fracionamento dos salários e o atraso dos pagamentos, sem previsão de normalização, ofendem os princípios da boa-fé, segurança jurídica e dignidade da pessoa humana – também componentes do ordenamento – colocando as classes mais necessitadas do funcionalismo público em situação de franca necessidade”, argumenta a desembargadora na decisão.

    Apesar disso, a Advocacia-Geral do Estado (AGE) afirmou que ainda não foi oficialmente notificada, mas deve recorrer devido a falta de recursos para arcar com a decisão.

    Neste mês, devido as dificuldades em caixa alegadas pelo governo de Minas, o parcelamento do salário passou a ser pago de forma diferente. Até então, não havia diferenciação entre as classes, mas no início de julho a Secretaria da Fazenda informou que servidores da segurança e da saúde receberiam valores maiores nas parcelas e as outras categorias só a metade.

    Essa espécie de “privilégio” foi citado pelo sindicato dos professores no recurso e também o descumprimento, pelo próprio estado, da escala de parcelamento definida para cada mês. “Já se passaram mais de dois anos e o governo não adotou medidas urgentes para regularizar a situação, em total desrespeito com os servidores”, alega o Sindute.

    O parcelamento dos salários começou em fevereiro de 2016. O governo de Minas alegou queda na arrecadação e dificuldades em caixa para justificar a medida, que feio após a decretação de calamidade financeira.

    Por nota, a Secretaria da Fazenda condicionou a normalização dos pagamentos à atuação dos deputados na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, especialmente os da oposição. Até então nenhum projeto havia sido votado pelos parlamentares que mantinham a pauta trancada.

    Na fila para apreciação estão a proposta de securitização das dívidas, que permite que o governo receba antes parte da dívida de empresas com a administração estadual, e a venda de 49% das ações da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig).

    Essas pautas são encaradas pelo governo como possibilidades de permitir suspiro e amenizar a falta de dinheiro em caixa.

    Apesar da alegação da Secretaria da Fazenda, no início do mês, o secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, afirmou que o parcelamento deve durar até o final no ano.

    Segundo ele, a possibilidade de nos próximos meses o escalonamento ser revisto não existe mais. “Poderia, mas não tem mais a mínima possibilidade”, afirmou o secretário ao Estado de Minas.

    Estado vai recorrer

    Segundo o advogado-geral do estado, Onofre Batista, o estado ainda não foi comunicado oficialmente da decisão, mas deve recorrer da medida, pois a dificuldade em caixa é real e o escalonamento ocorre por dificuldades financeiras, a contragosto do governo de Minas.

    “O Governo não escalona salários porque quer, mas porque não tem o recurso. Nesse compasso, seremos obrigados a recorrer, mesmo cientes de que a vontade nossa era a de que tudo ocorresse no prazo. Entretanto, temos uma verdade que suplanta tudo: a realidade financeira do Estado”, afirmou.

    Ainda de acordo com Onofre, ao expor a situação em que se encontra financeiramente o estado, as instâncias superiores devem reverter a medida. “Isso se chama “reserva econômica do possível” e, com certeza, será considerada pelos tribunais superiores”, comentou.

     

    Fonte EM 

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