Categoria: Minas Gerais

  • MINAS PODERÁ TER 3 DIAS DE FERIADO PARA AJUDAR A “COMBATER” O CORONAVÍRUS

    MINAS PODERÁ TER 3 DIAS DE FERIADO PARA AJUDAR A “COMBATER” O CORONAVÍRUS

    Carta conjunta do Governo de Minas e da Assembleia Legislativa pede ainda a contratação emergencial de mais pessoas para a saúde, incluindo aposentados e estudantes.

    Em nota conjunta à imprensa assinada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais e pelo Governo do Estado, destacando o que eles chamam de “cenário de guerra” poderes pedem medidas extremas para auxiliar na pior fase que o estado atravessa diante da pandemia de coronavírus. Veja o que diz o documento:

    “Discussões realizadas nos últimos dias entre o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Agostinho Patrus, e o governador de Minas, Romeu Zema, resultaram na elaboração de um conjunto de medidas emergenciais para enfrentamento ao estado de calamidade pública decorrente da pandemia de covid-19 no estado.

    As novas medidas incluem a ampliação dos serviços de saúde por meio da convocação de profissionais voluntários; contratação de estudantes da área de saúde; contratação de serviços de saúde por meio de credenciamento de pessoa física ou jurídica; e a contratação temporária de profissionais da área de saúde aposentados.

    Além disso, serão antecipados para os dias 5, 6 e 7 de abril de 2021 os feriados estaduais de 21 de abril de 2021, 21 de abril de 2022 e 21 de abril de 2023 – com objetivo de intensificar as ações de distanciamento social.

    As medidas serão apreciadas pela ALMG por meio do Projeto de Lei (PL) 2.591/2021, de autoria do presidente Agostinho Patrus, e têm como objetivo fazer frente à grave situação do aumento no número de internações por covid-19, que pressiona drasticamente a estrutura hospitalar em todas as regiões do estado.

    Minas Gerais passa, hoje, por um cenário de guerra, com um alarmante índice diário de mortes, o que exige dos Poderes Estaduais a adoção de medidas ainda mais enérgicas de combate à pandemia. A tramitação do PL se dará de maneira extraordinária, com apreciação pelos parlamentares, apresentação de emendas e votação em reunião extraordinária de Plenário ainda nesta terça-feira (30/3).

    Assembleia Legislativa de Minas Gerais

    Governo do Estado de Minas Gerais”

    Fonte Agência Minas

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    Roger Campos

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  • CORONAVÍRUS: EMPRESÁRIOS MINEIROS TOMAM VACINA ÀS ESCONDIDAS E GERAM POLÊMICA

    CORONAVÍRUS: EMPRESÁRIOS MINEIROS TOMAM VACINA ÀS ESCONDIDAS E GERAM POLÊMICA

    Segundo a Revista Piauí “grupo do setor de transporte teria importado o imunizante da Pfizer e, violando a lei, já que não fez a doação para o SUS e vacinou familiares a 600 reais pelas duas doses.

    Um grupo de políticos e empresários, a maioria ligada ao setor de transporte de Minas Gerais, e seus familiares, segundo a Revista Piauí, teriam tomado na terça-feira, dia 23, a primeira das duas doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19, em Belo Horizonte. “Eles compraram o imunizante por iniciativa própria e não repassaram ao SUS (Sistema Único de Saúde), como prevê a lei. A segunda dose está prevista para ser aplicada nas cerca de cinquenta pessoas daqui a trinta dias. As duas doses custaram a cada pessoa 600 reais”, disse a publicação replicada em diversos órgãos da imprensa nacional.

    O laboratório nega que tenha vendido seu imunizante no Brasil “fora do âmbito do programa nacional de imunização”.

    O Congresso aprovou há cerca de vinte dias um projeto de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que autoriza a compra de vacinas pela iniciativa privada, mas determina que todas as doses devem ser doadas ao SUS até que os grupos de risco – 77,2 milhões de pessoas, de acordo com o Ministério da Saúde – tenham sido plenamente imunizados em todo o país. O Brasil vacinou menos de 15 milhões de pessoas até agora.

    Mesmo depois da imunização dos grupos prioritários, as vacinas compradas pela iniciativa privada devem ser divididas meio a meio com o SUS, numa operação fiscalizada pela pasta.

    O Ministério da Saúde enviou uma nota na qual diz que “as doses contratadas pela pasta da Pfizer/BionTech ainda não chegaram ao Brasil. A previsão do laboratório é entregar a primeira remessa a partir de abril ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) – que é a base da vacinação de todos os brasileiros contra a Covid-19”.

    Investigação

    Em nota, a Pfizer disse que “nega qualquer venda ou distribuição de sua vacina contra a COVID-19 no Brasil fora do âmbito do Programa Nacional de Imunização. O imunizante COMIRNATY ainda não está disponível em território brasileiro. A Pfizer e a BioNTech fecharam um acordo com o Ministério da Saúde contemplando o fornecimento de 100 milhões de doses da vacina contra a COVID-19 ao longo de 2021”.

    Após a publicação da reportagem da Piauí, o deputado estadual João Vítor Xavier (Cidadania), presidente da CPI dos Fura-Filas da Vacina na Assembleia de Minas, afirmou estar ouvindo o Ministério Público, corregedoria e ouvidoria do governo. O objetivo é averiguar se a CPI tem competência para investigar o caso.

    Fonte Piauí / UOL / G1 / O Globo

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  • URGENTE: Governo de Minas decide prorrogar Onda Roxa até o dia 4 de abril

    URGENTE: Governo de Minas decide prorrogar Onda Roxa até o dia 4 de abril

    O governo de Minas prorrogou a Onda Roxa do Minas Consciente até o dia 4 de abril, domingo de Páscoa. O objetivo, de acordo com o Secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, é estender o tempo de isolamento para melhorar os indicadores sobre a evolução da pandemia – que estão em queda em sua maior parte, mas numa proporção muito lenta. Segundo o secretário, é cedo para falar em qualquer tipo de flexibilização.

    “O isolamento de Minas e do Brasil vem subindo, mas de uma forma muito lenta. As regiões que estão em Onda Roxa há mais tempo vêm já sentindo o impacto, só que a ocupação de leitos ainda não”, afirmou em entrevista coletiva. Atualmente, 714 pessoas aguardam vaga em leitos de UTI em Minas. Com a prorrogação da Onda Roxa, o objetivo é reduzir o número de casos e a fila por internação.

    Os resultados, segundo Baccheretti, só serão percebidos nas próximas semanas. “É muito cedo para qualquer tipo de flexibilização”, disse o secretário. Ele ressaltou que aderir às restrições é uma decisão humanitária que deve ser compartilhada por todos os municípios de Minas.

    Vacinação

    Fábio Baccheretti reforçou que as medidas de isolamento associadas ao crescimento da velocidade de vacinação são fundamentais para garantir o controle da pandemia. Segundo o secretário, o lote mais recente de imunizantes enviados pelo Ministério da Saúde será distribuído aos municípios entre esta quarta (24) e esta quinta (25).

    Recorde

    Nesta quarta-feira, Minas Gerais bateu recorde de mortes pelo coronavírus em 24 horas, com 374 registros. O número de casos contabilizados da doença também foi recorde e chegou a 13.796.

    O impacto que as medidas terão na economia, nos empregos em Minas Gerais, não foram abordadas pelo Governo o estado.

    Fonte O Tempo

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  • EM NOTA, PREFEITURA CONFIRMA TRÊS PONTAS NA ONDA ROXA COM FECHAMENTO DOS SERVIÇOS NÃO ESSENCIAIS POR 15 DIAS

    EM NOTA, PREFEITURA CONFIRMA TRÊS PONTAS NA ONDA ROXA COM FECHAMENTO DOS SERVIÇOS NÃO ESSENCIAIS POR 15 DIAS

    Primeiro item das recomendações diz que “serviços delivery ou com retirada no local – qualquer tipo de comércio, o que inclui lojas)” estão permitidas

    Durante todo dia de hoje (16) população em geral e diversos comerciantes, mais especificamente, aguardaram com apreensão e ansiedade a divulgação de um posicionamento oficial por parte da Prefeitura Municipal de Três Pontas sobre a adesão ou não à chamada Onda Roxa, fase mais restritiva do Programa Minas Consciente do Governo de Minas Gerais.

    Até o final da tarde a PMTP não havia soltado nenhum comunicado informando os trespontanos sobre o assunto.

    No início da noite a Prefeitura postou em sua página oficial no facebook uma nota reafirmando que Três Pontas, assim como todas as demais cidades mineiras estão na fase mais restritiva do Programa Minas Consciente e lembrou que as cidades que, porventura, não respeitarem as determinações de governo de Minas Gerais seus gestores poderão sofrer processos na justiça.

    Veja o comunicado na íntegra:

    “A Prefeitura Municipal de Três Pontas, após reunião com representantes da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais e com o Ministério Público local, esclarece que a determinação do Governo de Minas Gerais é de cumprimento obrigatório. Ou seja, não existe opção quanto ao cumprimento das normas do Minas Consciente,  em especial da ‘onda roxa’.

    As cidades que não cumprirem as ordens estatais serão acionadas juridicamente, segundo o Ministério Público de Minas Gerais.

    Desta forma, seguem as orientações do Minas consciente, válidas a partir do dia 17/03/2021 até o dia 31/03/2021.

    Pedimos a colaboração de toda a população, para que possamos superar mais rápido este momento tão difícil para todo país.”

    Romeu Zema colocou impositivamente todo estado de Minas Gerais na Onda Roxa por conta do agravamento dos casos de coronavírus e, principalmente, pela falta de leitos de UTI em grande parte das cidades mineiras. A ideia do governador é que um lockdown (fechamento de todas as atividades não essenciais por 15 dias), a partir de amanhã (17), entre em vigor em todas as cidades.

    Varginha, por exemplo, informou no fim da tarde que não acatará a recomendação ou determinação. “Varginha não entrará na Onda Roxa”, disse o prefeito Verdi Lúcio Melo, de acordo com a imprensa local.

    “Chegamos, agora, no momento mais difícil. Os hospitais estão no limite, ao mesmo tempo em que muitas pessoas não estão respeitando as medidas de isolamento. O resultado é que todas as regiões do estado enfrentam, hoje, dificuldades para oferecer atendimento médico. Por isso, ouvindo os especialistas em saúde e o nosso comitê de enfrentamento à COVID, anunciamos medidas mais duras, pensando na proteção de todos os mineiros e para garantir atendimento adequado”.

    Desobediência pode punir prefeitos?

    Se algum prefeito dos 853 municípios mineiros decidir pelo não cumprimento das restrições determinadas pela onda roxa, poderá ser punido posteriormente, uma vez que cabe aos entes federados prezar pela saúde da população.

    “Não vejo consequência prática em caso de descumprimento. Mas qualquer prefeito, como qualquer agente público, está sujeito a ser responsabilizado caso demonstrada omissão ou ação não condizente com cargo público, ou que cause prejuízo à população”, explica Fernanda Silveira, mestre em direito público, doutora em direito tributário e professora da PUC Minas e Escola Superior de Advocacia OAB-MG.

    O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela concorrência dos Executivos nacional, estaduais e municipais para a gestão do combate à pandemia, mas que há uma ‘hierarquia’ nisso. A decisão estadual supera a municipal em caso de conflito.

    A rigor, segundo Silveira, pela natureza do plano Minas Consciente, não há lei aprovada na Assembleia que institua consequências práticas no caso de descumprimento. “O que parece haver é uma coordenação do Poder Executivo estadual, direcionando o que deve ser feito.”

    “Zema não está fazendo nada à revelia dos municípios. Os prefeitos participaram e concordaram com a onda roxa. Importante é compreendermos nosso papel para que o quadro não se agrave. Numa situação como a nossa, não é só o estado que tem o papel de cuidado. Todo cidadão tem que colaborar”, orienta.

    Fiscalização

    A fiscalização será realizada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) e pelas secretarias municipais de Saúde, juntamente com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e o Corpo de Bombeiros.

    As sanções previstas estão de acordo com a Lei 13.317, de 1999, e podem incluir advertência, cancelamento de alvará sanitário e multa, conforme a Deliberação nº 130, de 3 de março de 2021, publicada no Diário Oficial do Estado.

    A Lei 13.317 contém o Código de Saúde do Estado de Minas Gerais, estabelecendo normas para a promoção e a proteção da saúde no Estado. Ela define a competência do Estado no que se refere ao Sistema Único de Saúde – SUS.

    Onda Roxa

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  • Fechando: Romeu Zema anuncia Onda Roxa em toda Minas Gerais

    Fechando: Romeu Zema anuncia Onda Roxa em toda Minas Gerais

    Medida foi comunicada a prefeitos e representantes de consórcios municipais durante reunião nesta segunda-feira (15/3)

    O governador Romeu Zema anunciou, na noite desta segunda-feira (15/3), que a partir desta quarta-feira (17/3), todas as regiões de Minas Gerais entrarão na onda roxa, para conter a disseminação da covid-19. A princípio, a medida terá validade por 15 dias.

    Inicialmente Zema (Novo) sugeriu que os 853 municípios deMinas Gerais sigam a onda roxa, considerada a fase mais restritiva do Minas Consciente, por 15 dias. A proposta foi lançada em reunião virtual fechada com prefeitos. O sinal positivo dos municípios fez com que Zema decidisse editar decreto para colocar todo o estado sob as mais duras regras do programa estadual de combate à COVID-19.

    Pouco depois da reunião, Zema publicou um vídeo confirmando as medidas restritivas. De acordo com o governador, todas as regiões de Minas enfrentam dificuldades em oferecer atendimento médico para quem precisa.

    “Chegamos, agora, no momento mais difícil. Os hospitais estão no limite, ao mesmo tempo em que muitas pessoas não estão respeitando as medidas de isolamento. O resultado é que todas as regiões do estado enfrentam, hoje, dificuldades para oferecer atendimento médico. Por isso, ouvindo os especialistas em saúde e o nosso comitê de enfrentamento à COVID, anunciamos medidas mais duras, pensando na proteção de todos os mineiros e para garantir atendimento adequado”.

    Nesta terça-feira (16/03), o governo de Minas dará uma entrevista coletiva para falar sobre a situação da pandemia no estado, às 7h30. Além de Zema, estará presente Fábio Baccheretti, novo secretário de Estado de Saúde, empossado nesta segunda-feira.

    Vale destacar que, para que a onda roxa comece a ter efeito em todo o estado, Zema teria que oficializar o ato via decreto. A fase mais restritiva é impositiva, ou seja, a adesão dos municípios é obrigatória, mesmo que não faça parte do Minas Consciente.

    A onda roxa do Minas Consciente foi lançada no dia 3 de março pelo governo de Minas para ser a mais restritiva do programa. Na fase citada, municípios podem autorizar apenas o funcionamento de serviços essenciais, além da imposição do toque de recolher entre 20h e 5h. As cidades também terão que adotar barreiras sanitárias e proibir eventos públicos ou privados, além de vetar reuniões presenciais.

    Atualmente, Minas Gerais conta com cinco macrorregiões na onda roxa do Minas Consciente: Triângulo do Norte, Triângulo do Sul, Noroeste, Norte e Centro-Sul, além de algumas microrregiões (veja todas no fim da reportagem). O padrão é que as localidades sigam a fase mais restritiva por 15 dias. No entanto, se a sugestão de Zema for colocada em prática, os municípios pertencentes às regiões ficarão por mais tempo na fase roxa (veja no fim da matéria as regras).

    Números elevados

    De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-MG) nesta segunda-feira, o estado totaliza 974.594 casos e 20.687 mortes.O estado registrou a segunda maior média móvel no número de casos desde o início da pandemia, 7.147. Até o momento, a maior média foi verificada em 17 de janeiro, com 7.328 casos.

    Desta forma, a curva de transmissão do novo coronavírus segue em alta, com médias acima de 5 mil casos desde 23 de fevereiro.

    O exemplo do avanço vertiginoso dos  casos de coronavirus é verificado em Montes Claros, principal cidade do Norte de Minas. Nesta segunda-feira, de acordo com o boletim epidemiológico, o município somou 434 casos de coronavírus nas últimas 24 horas, o maior número de pessoas contaminadas pela doença em um único dia.

    No mesmo dia, foram registradas 16 mortes provocadas pela doença. Com isso, a cidade totaliza, ate então, 21.895 casos confirmados e 383 mortes causadas pela COVID-19.  Desde o dia 2 de março, os hospitais da cidade enfrentam a ocupação maxima de leitos clinicos e de UTI para pacientes do coronavirus.

    Ocupação no limite

    Várias cidades do estado estão perto do colapso na ocupação de leitos de terapia intensiva para pacientes com COVID-19. Uberaba, no Triângulo Mineiro, por exemplo, está com ocupação quase que total de seus leitos de UTI/COVID. Do boletim epidemiológico do último dia 13 para o dia 14/3, a taxa de ocupação dos leitos UTI/COVID da rede pública registrou um considerável salto de 58% para 87%. No último sábado (13/03), o Hospital Regional José Alencar atingiu os 100% de ocupação destes tipos de leito.

    Em Belo Horizonte, os hospitais da rede privada vivem um colapso. Conforme boletim epidemiológico e assistencial da prefeitura, apenas seis leitos de UTI para pacientes com COVID-19 não estão em uso nessas unidades de saúde. A ocupação é de 98%. A capital mineira dispõe de 305 unidades de terapia intensiva em sua rede suplementar. Portanto, 299 estão ocupadas.

    Onda Roxa

    • Setor de alimentos (excluídos bares e restaurantes, que só podem via delivery);
    • Serviços de Saúde (atendimento, indústrias, veterinárias etc.);
    • Bancos;
    • Transporte Público (deslocamento para atividades essenciais);
    • Energia, Gás, Petróleo, Combustíveis e derivados;
    • Manutenção de equipamentos e veículos;
    • Construção civil;
    • Indústrias (apenas da cadeia de Atividades Essenciais);
    • Lavanderias;
    • Serviços de TI, dados, imprensa e comunicação;
    • Serviços de interesse público (água, esgoto, funerário, correios etc.)
    • Funcionamento apenas de serviços essenciais;
    • Toque de recolher entre 20h e 5h;
    • Proibição de circulação de pessoas sem o uso de máscara, em qualquer espaço público ou de uso coletivo, ainda que privado;
    • Proibição de circulação de pessoas com sintomas de gripe, exceto para a realização ou acompanhamento de consultas ou realização de exames médico-hospitalares;
    • Existência de barreiras sanitárias de vigilância;
    • Proibição de eventos públicos ou privados;
    • Proibição de reuniões presenciais.

    Fonte EM

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  • CRISE DOS COMBUSTÍVEIS: Presidente do sindicato anuncia fim da paralisação de ‘tanqueiros’ em Minas Gerais

    CRISE DOS COMBUSTÍVEIS: Presidente do sindicato anuncia fim da paralisação de ‘tanqueiros’ em Minas Gerais

    Informação foi divulgada em vídeo que circula pelas redes sociais e confirmada pela assessoria de imprensa do Sindtanque.

    Correria em todos os postos de Minas Gerais em busca de combustíveis. Isso foi o que se viu desde o final da tarde desta sexta-feira (26) em todas as cidades mineiras diante da informação do início de uma paralisação dos tanqueiros de Betim, cobrando redução nos impostos, principalmente no ICMS. Em Três Pontas filas enormes foram vistas em todos os postos de combustíveis da cidade. Filas que perduraram durante toda a noite e que ainda foram vistas na manhã deste sábado (27).

    Apesar do preço elevado dos combustíveis, resultado de aumentos sucessivos neste mês de fevereiro, os donos de veículos automotores, preocupados com o rumor de esgotamento dos combustíveis nas bombas, o que atrapalharia o trabalho e muitas atividades do dia a dia, enfrentaram filas gigantescas, ficando cerca de 2 horas para conseguir abastecer. Mas a última informação divulgada pelo sindicato dos tanqueiros é de que a paralisação foi encerrada após negociação com o governo de Minas Gerais, viabilizando a chegada dos caminhões tanque em todos os postos de combustíveis do estado, garantindo assim a normalidade do abastecimento.

    O Fim da Paralisação

    Está suspensa a paralisação dos “tanqueiros”, em Minas Gerais. A informação foi confirmada no fim da noite desta sexta-feira (26) pela assessoria de imprensa do Sindtanque, que representa a categoria. Com a decisão, os postos voltam a receber combustíveis a partir deste sábado (27). Em vídeo que circula pelas redes sociais, o presidente do sindicato Irani Gomes, afirmou que os “tanqueiros” suspenderam a greve depois de uma reunião entre o Sindtanque, o secretário de governo, Igor Eto, e o secretário de planejamento, Otto Levy, do governo do estado.

    Segundo Gomes, a categoria apresentou a pauta de reivindicações ao executivo estadual. O documento contempla, principalmente, reclamações sobre o aumento do valor do óleo diesel. Ainda de acordo com o presidente do sindicato, o preço equivale a 60% do valor do frete, em Minas Gerais.

    O vídeo ainda explica que o executivo estadual se comprometeu a iniciar negociações com a categoria na próxima semana, mas nenhuma data foi definida.

    Procurado, o governo de Minas disse que “o governador Romeu Zema anunciou, nessa sexta-feira (26), a criação de um grupo de trabalho para buscar alternativas para as insatisfações que levaram à paralisação de motoristas de caminhões tanque”.

    Negociações

    O governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) se pronunciou, na noite desta sexta-feira (26), a respeito da greve dos “tanqueiros” no estado, após postos da Grande BH registrarem filas e falta de combustíveis. Nas redes sociais, ele disse que vai criar um grupo de trabalho na próxima semana para buscar “uma solução dialogada e efetiva para as questões levantadas”.

    No final da tarde, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro), entidade que representa os cerca de 4,5 mil postos de combustíveis do estado, confirmou que muitos já estavam sem combustível.

    Segundo o sindicato, cerca de dois mil caminhoneiros que fazem o transporte paralisaram as atividades no estado.

    Na quinta-feira (25), houve protesto na Região Metropolitana. Os transportadores reivindicam do governo do estado a redução do ICMS de 15% para 12%. Governo disse que aumento de preços é reflexo de política da Petrobras.

    O último reajuste autorizado pela estatal foi em 18 de fevereiro, o quarto do ano, quando a alta do litro da gasolina já chegava a 34,78% desde janeiro.

    Com informações do G1 Sul de Minas

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  • MUITO CARO!!! Valor da 2ª via do RG mais que dobra em Minas Gerais

    MUITO CARO!!! Valor da 2ª via do RG mais que dobra em Minas Gerais

    Valor de cerca de R$ 80 representa quase o dobro do que é cobrado em São Paulo e no Rio de Janeiro

    Quem precisa tirar a segunda via da carteira de identidade em Minas Gerais paga o preço mais caro da região Sudeste, quase R$ 80 reais. A taxa representa quase o dobro do que é cobrado em São Paulo e Rio de Janeiro.

    Os mineiros estão pagando muito caro pela segunda via do RG. Em todo estado o valor cobrado é de R$ 78,88, o maior de toda região sudeste do Brasil, ou seja mais caro, por exemplo, do que em São Paulo e no Rio de Janeiro.

    Em Minas Gerais, enquanto é cobrado quase R$ 80 pela emissão da segunda via da Carteira de Identidade, outros estados da região cobram praticamente a metade como você pode conferir abaixo:

    _ Minas Gerais R$ 78,88
    _ Rio de Janeiro R$ 41,79
    _ São Paulo R$ 41,42
    _ Espírito Santo R$ 61,98

    Para o advogado Bertiê Moura a cobrança é abusiva. “Essa taxa nada mais é do que uma forma de arrecadação, uma receita. E essa arrecadação de receita é que é irregular. Arrecadação de receitas através de taxas não pode representar conforto no caixa do estado e sim para prestar um serviço ao cidadão. Aí fica clara a questão da abusividade da cobrança feita pelo estado de Minas Gerais. O documento que é exigido pelo próprio estado deve ser cobrado sim, mas não de uma forma abusiva como acontece em Minas Gerais”.

    Minas Gerais também se destaca negativamente como o estado com a maior taxa de ICMS nos combustíveis e também em impostos na conta de luz.

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    Roger Campos

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  • RESULTADO COMPROVADO! Mineira se torna referência ao criar shampoo contra calvície à base de café

    RESULTADO COMPROVADO! Mineira se torna referência ao criar shampoo contra calvície à base de café

    Jackeline Souza Alecrim conseguiu criar empresa a partir do produto, que hoje está consolidado no mercado

    Levar as pesquisas científicas para o setor dos produtos e serviços: essa é a missão da cientista mineira Jackeline Souza Alecrim, de 33 anos. A partir de uma pesquisa que durou cerca de quatro anos, ela criou um shampoo à base de café para combater a calvície, e hoje tem uma empresa de cosméticos que, literalmente, nasceu no campo acadêmico.

    O ano era 2017. Jackeline, mãe de um recém-nascido, estava há tempos quebrando a cabeça para produzir aquele que seria o Caffeine’s Therapy, produto hoje referência no tratamento da calvície.

    “Eu amamentava dentro do laboratório”, lembra.

    Nos laboratórios da Faculdade Pitágoras, em Ipatinga, no Vale do Rio Doce, ela conseguiu envolver toda comunidade acadêmica.

    “Eu precisava identificar quais ativos do extrato biotecnológico do café realmente contribuíam contra a queda dos cabelos. Eu e os alunos precisamos trabalhar muito até chegar em um resultado eficiente”, conta a até então professora de cursos da área da saúde, como farmácia e enfermagem.

    Quando finalizou a pesquisa, ela precisou tirar dinheiro do próprio bolso para contratar um laboratório com objetivo de testar a eficácia do shampoo.

    “A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) exige o teste de segurança e eficácia para que o produto esteja aprovado. Ela não faz esse teste. Fiquei literalmente falida, mas consegui 100% de eficácia no efeito antiqueda”, afirma.

    Isso quer dizer que todos aqueles que usaram o shampoo perceberam diminuição na queda dos cabelos com um mês de uso. “Foi como um gol em uma final de Copa do Mundo. A faculdade estava em êxtase”, relembra a empreendedora.

    O shampoo Cafeine’s Therapy hoje está nas gôndolas de todos os estados brasileiros e de 11 países, como Japão, Argentina e Alemanha.

    Ciência como serviço

    Para Jackeline Alecrim, o shampoo à base de café serve como referência para os colegas pesquisadores.

    “Eu consegui mostrar que a pesquisa acadêmica pode ter resultado prático também. Envolvi os alunos nesse projeto para que eles acompanhassem e percebessem que era possível desenvolver algo para o mercado”, diz.

    De acordo com ela, o Brasil tem reconhecimento em pesquisa científica, mas sem sempre a aplica a favor da população.

    “As pessoas demandam isso. Elas querem saber informações sobre essas pesquisas. Hoje, dou capacitação para minhas revendedoras para que elas, mesmo sem curso superior, possam ler artigos e adquirir conhecimento”, afirma.

    A empresa criada por ela, a Magic Science, hoje tem uma linha com produtos para o cabelo e com itens para a pele. Essa segunda área é a aposta para 2021.

    “O que queremos é que o produto se adapte ao cliente, não o contrário. Não queremos que o consumidor precise de trocar de produto depois de um determinado tempo”, explica.

    Fonte EM

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  • Brumadinho: Governo de Minas e Vale fecham acordo de R$ 37 bilhões

    Brumadinho: Governo de Minas e Vale fecham acordo de R$ 37 bilhões

    Rompimento de barragem da mineradora na cidade da Região Central de Minas matou 259 pessoas em janeiro de 2019

    governo de Minas fechou nesta quinta-feira (04/02) um acordo de R$ 37,68 bilhões com a mineradora Vale por conta da tragédia em Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019. À época, uma barragem de rejeitos minerais se rompeu e matou 259 pessoas, além de deixar outras 11 desaparecidas e causar danos socioeconômicos, estruturais e ambientais.

    O valor foi possível após diversas reuniões e audiências no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), local onde o martelo foi batido nesta quinta. O governo trata o acordo como o maior da história do estado.

    Os entendimentos ocorreram por meio de duas ações do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e uma do Estado. O trato não contabiliza ações penais, danos desconhecidos e direitos individuais.

    Segundo apurou o Estado de Minas, o governo pretende aplicar o dinheiro do acordo na reforma de dois hospitais administrados pelo Estado em Belo Horizonte: o de Pronto-Socorro João XXIII e o Eduardo de Menezes.

    Ainda na área da saúde, a ideia da gestão do governador mineiro Romeu Zema (Novo) é investir na construção de cinco hospitais regionais para atender, sobretudo, as cidades mais atingidas pela catástrofe de 2019.

    Há, ainda, planejamento em prol de melhorias na Fundação Ezequiel Dias (Funed), localizada no Bairro Gameleira, Reigão Oeste de BH. O governo também quer sustentar a construção do Rodoanel, na Região Metropolitana da capital mineira.

    Outra obra prevista é a reforma das escolas estaduais das 28 cidades atingidas pela contaminação do Rio Paraopeba. Além do auxílio às famílias prejudicadas pelo rompimento da barragem.

    O recurso ainda poderá servir para garantir a segurança hídrica da Região Metropolitana de BH. Nos planos, também, a compra de helicópteros para as forças de segurança do Estado.

    Presenças

    A oficialização do acordo teve, além de representantes da Vale e do governador Zema, a presença do Procurador-geral da República, Augusto Aras. A reunião foi conduzida pelo desembargador Gilson Soares Lemes, presidente do TJMG. O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Mauri Torres, também participou, fora outras autoridades.

    Zema ressaltou que órgãos como o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a Assembleia Legislativa vão acompanhar a aplicação dos recursos.

    “A população de Brumadinho e os representados foram escutados exaustivamente. Temos de lembrar que, numa situação como essa, existem pessoas à procura de holofotes, que não representam, efetivamente, os atingidos”, disse.

    “As obras serão executadas o mais rapidamente possível, em prol do povo mineiro“, assegurou o governador.

    Atingidos protestam

    Nas imediações do TJMG, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) protestou contra os termos do acordo, classificado como “injusto” por eles. “Vale e Estado fazem acordo injusto e violam direitos dos atingidos” e “Vale criminosa: dois anos de impunidade e violação de direitos”, diziam algumas das faixas levadas pelo grupo.

    Fonte EM

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  • Estado lança terceira fase do Minas Consciente e autoriza funcionamento de atividades não essenciais

    Estado lança terceira fase do Minas Consciente e autoriza funcionamento de atividades não essenciais

    A Secretaria de Estado de Saúde (SES) anunciou nesta quarta-feira (27) mudanças no Minas Consciente, plano elaborado pelo Executivo mineiro para garantir a retomada segura da economia durante a pandemia. A partir de agora, todas as atividades vão poder funcionar nas cidades que aderiram ao programa, contemplando inclusive as que estão paradas desde o início da pandemia de Covid-19. Os protocolos a serem adotados vão variar conforme a onda, que tem a vermelha como a mais restritiva.

    “A primeira versão do Minas Consciente, lançada em abril, tinha o objetivo de controlar todo e qualquer risco de grande explosão naquele momento. Já a segunda fase, entre julho e agosto, visou manter o controle sanitário, o controle da epidemia com algum grau de compatibilização das atividades econômicas. Agora, com a chegada do início da vacinação, nós trazemos a terceira proposta de aperfeiçoamento, que tem o objetivo, se tudo correr bem, de ser mais para o longo prazo, acompanhando todo o momento da vacinação enquanto nós tivermos a necessidade de manter o plano”, explicou o secretário de Saúde, Carlos Eduardo Amaral.

    Com a nova versão, o comércio e os eventos, por exemplo, serão liberados mesmo que a cidade esteja na onda vermelha, mas terão que seguir algumas regras, pensando na saúde, no distanciamento e evitando qualquer risco acentuado para a sociedade.

    A fase 3 do plano também traz a restrição de algumas atividades que correspondem aos serviços essenciais, como padarias, bancos, farmácias e supermercados.

    “Nos serviços essenciais, tínhamos um distanciamento linear de 2 metros na onda vermelha. Nós passamos para 3 metros. Então, isso já é uma vez e meia a mais de restrição. Em relação à metragem quadrada, é importante lembrar que se temos um supermercado de 1.000 metros quadrados, no máximo 100 pessoas podem estar ali. Esse tipo de mudança é o que vai trazer impacto. Então, contamos que os proprietários passem a ter esse controle, vendo quantas pessoas estão lá dentro, porque isso que vai permitir que ao longo do tempo a gente tenha todas as atividades funcionando e com o critério sanitário maior ainda”, recomenda Amaral.

    Ainda de acordo com Amaral, apesar de liberar o funcionamento de todas as atividades, as mudanças no Minas Consciente vão resultar em maior restrição à circulação de pessoas. “Nós teremos restrição para 2,9 milhões de pessoas, que corresponde a 86% dos vínculos empregatícios. E ampliação para 470 mil pessoas, o que corresponde a 14% dos vínculos. 308 mil trabalhadores que poderão trabalhar pela primeira vez desde o início das medidas restritivas”.

    Vínculos de trabalho

    A modernização do Minas Consciente permitirá que 79 mil empresas comecem a funcionar pela primeira vez desde o início do plano e que 308 mil trabalhadores possam trabalhar pela primeira vez desde o início das medidas restritivas da epidemia. Atualmente, as atividades essenciais correspondem a 70% dos vínculos trabalhistas.

    “Nós estamos, efetivamente, trazendo uma restrição com uma possibilidade que todos possam trabalhar em todas as ondas. Entendemos que essas mudanças têm condições de serem mais perenes. Permitirão que aquelas atividades que estão fechadas há muito tempo tenham algum fôlego e retornem, inclusive, preservando postos de trabalho, o que é muito importante neste momento da epidemia”, explicou.

    Educação

    Para o setor de Ensino está sendo desenvolvido um estudo individualizado. Assim, as escolas ainda não passarão por mudanças neste momento. Foi aprovada, também nesta quarta-feira (27), pelo Comitê Extraordinário Covid-19, a criação de um Grupo de Trabalho para debater as possibilidades de retomada das aulas presenciais. O Grupo será formado por membros das Secretarias de Estado de Saúde e de Educação, da Sociedade Mineira de Pediatria e da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil e Profissionais Afins.

    Carnaval

    Para evitar aglomerações e viagens durante o Carnaval, previsto para o dia 16 de fevereiro, o Estado não terá ponto facultativo no período. A decisão atende à necessidade atual de desacelerar o contágio da covid-19 e intensificar as ações de combate à pandemia.

    Vacinação

    Até esta quarta, Minas havia somado cerca de 115,2 mil pessoas vacinadas e 496 mil doses distribuídas, possibilitando a imunização de 248 mil pessoas.

    Outras 190.500 doses da AstraZeneca e 87.600 doses da CoronaVac, entregues pelo Ministério da Saúde começaram a ser direcionadas para as Unidades Regionais de Saúde nesta quinta-feira (28/1). As unidades farão a distribuição para os 853 municípios.

    O secretário também falou sobre a possibilidade de a Fundação Ezequiel Dias (Funed) produzir vacinas contra a Covid-19. “O planejamento da Funed é extremamente sério. Não se faz planejamento no serviço público de forma aleatória, nós não podemos comprar vacina que não seja Anvisa. Nós temos contato com várias empresas, que a gente faz memorando de entendimento, que é a possibilidade do poder público conversar com o privado. Nós temos várias vacinas, várias que já nos procuraram, mas é necessário que isso tenha viabilidade dela poder ter uma Anvisa no futuro, poder ser adquirida pelo Ministério da Saúde.”

    Fonte Hoje em Dia

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  • PANDEMIA: Governo de MG decide que não haverá ponto facultativo no carnaval

    PANDEMIA: Governo de MG decide que não haverá ponto facultativo no carnaval

    Objetivo é “desestimular viagens e a ocorrência de aglomerações”; com isso, o expediente no serviço público estadual seguirá normal nos dias de Momo

    O site do governo de Minas Gerais publicou nesta quinta-feira (28/01) nota informando que não concederá ponto facultativo aos 147 mil servidores públicos estaduais, conforme portal da transparência do governo do estado.

    O governo  ancora a decisão na pandemia do novo coronavírus.  Neste ano, o carnaval está marcado para 13, 14, 15 e 16 de fevereiro. Nesses dias, o governo de Minas informa que haverá expediente regular.

    Ainda por meio de nota, o governo de Minas justifica a medida com de objetivo de “desestimular viagens e a ocorrência de eventos que possam gerar aglomeração e provocar o aumento de infecções pelo coronavírus”.

    A nota é encerrada com a seguinte afirmação: “O governo estadual tem como prioridade salvar vidas, e, por isso, ressalta a importância de redobrar os cuidados com a higiene e usar máscaras.”

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  • OLHO POR OLHO: Suposto ‘tarado do Imbiruçu’ é morto a pauladas e pedradas em Betim

    OLHO POR OLHO: Suposto ‘tarado do Imbiruçu’ é morto a pauladas e pedradas em Betim

    Homem suspeito de perseguir mulheres foi encontrado morto na noite dessa segunda-feira (25/1)

    Um homem de 40 anos foi espancado até a morte na noite dessa segunda-feira (25/1) em Betim, na Grande BH. A ocorrência foi registrada na Rua Itaporã, Bairro Imbiruçu. Segundo a Polícia Militar, ele é suspeito de perseguir mulheres na região.

    De acordo com os militares, que foram acionados por denúncia anônima por volta de 23h de segunda, a vítima foi encontrada no chão, próximo ao Parque Ecológico Jardim Perla.

    A perícia concluiu que o óbito foi provocado por agressões com pedaços de paublocos de concreto e objetos condundentes. As lesões se concentravam na cabeça e nas nádegas.

    O homem usava aparelho nos dentes, vestia uma camiseta verde, além de uma bermuda azul. Em um dos bolsos, a PM afirma ter achado um pino de cocaína. Populares disseram aos agentes que a vítima assediava e seguia mulheres nas redondezas do Imbiruçu. Não há pistas dos suspeitos do crime.

    O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte, no Bairro Gameleira, Região Oeste da capital.

    Fonte EM

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