Categoria: Minas Gerais

  • Segundo Governo apenas 3% dos leitos de UTI em MG estão ocupados com casos da covid

    Segundo Governo apenas 3% dos leitos de UTI em MG estão ocupados com casos da covid

    Estado tem 67 pessoas internadas em UTI e outras 380 em enfermaria com sintomas do novo coronavírus; mas ocupação geral dos leitos ultrapassa 51%

    O Governo de Minas divulgou, nesta semana, que a média de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do SUS (Sistema Único de Saúde) pela covid-19 no Estado está, até o momento, em 3%.

    De acordo com o último registro feito pela SES-MG (Secretaria de Estado de Saúde), no sábado (18), Minas Gerais possui, ao todo, 51% dos 2.013 leitos de UTI da rede pública de saúde ocupados. Desses, apenas 67 estão com pessoas internadas com diagnósticos do coronavírus ou sob a suspeita da doença, o que representa 3% da ocupação total de leitos disponíveis.

    Ainda de acordo com o Executivo, o número de enfermarias ocupadas também se mantém estável, com 55% das 11.622 vagas preenchidas: os 380 pacientes internados em leitos clínicos por covid-19 ou suspeita da doença representam 3% da ocupação total no Estado.

    O governo afirmou, ainda, que o número de pedidos de internação de pacientes com sintomas da doença vem caindo nas últimas semanas, juntamente com a projeção do pico das contaminações, que foi adiado para o final de maio.

    O governador Romeu Zema (Novo) destacou a importância das ações de prevenção e combate ao coronavírus em Minas para o controle da proliferação da doença.

    — Temos uma das situações mais bem administradas do país. Isso mostra que as medidas que adotamos surtiram efeito. Estamos trabalhando um protocolo para dar segurança às decisões municipais, sempre tendo como norte os dados colhidos junto à Secretaria Estadual de Saúde.

    Números

    De acordo com o governo, até o momento, Minas Gerais dispõe de 2.013 leitos de UTI em hospitais do SUS, e outros 50 leitos da Fhemig (Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais). Além disso, o Estado conta com 1.083 leitos de UTI na rede privada de saúde.

    Em relação ao número de leitos de enfermaria, há 11.622 leitos clínicos.

    Estes números não incluem, ainda, o Hospital de Campanha de Minas Gerais, construído no Expominas, onde serão disponibilizados 740 leitos de enfermaria e outros 28 de estabilização. A expectativa do Governo de Minas é de que a estrutura esteja preparada para receber pacientes, caso seja necessário, no fim de abril.

    Fonte R7

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    Roger Campos

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  • Coronavírus: Governo de Minas suspende aulas na rede estadual

    Coronavírus: Governo de Minas suspende aulas na rede estadual

    O governo Romeu Zema (Novo) vai paralisar as atividades nas escolas estaduais a partir desta quarta-feira (18) para conter a proliferação do novo coronavírus, causador da COVID-19. A medida se estende até o próximo domingo (22), ou seja, os alunos ficarão três dias sem aulas.

    A medida foi definida pelo Executivo estadual neste domingo (15), quando a administração também criou o Comitê Gestor do Plano de Prevenção e Contingenciamento em Saúde do COVID-19.

    “O intuito da paralisação de atividades é o de concentrar esforços no diálogo com as unidades e na elaboração de medidas adicionais, sempre monitorando a evolução da transmissão”, informou o governo.

    O Executivo estadual também ressaltou que não há situação de contágio comunitário em Minas Gerais até o momento. A proliferação local só é registrada no Brasil nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

    A medida, novamente conforme o estado, “está em sintonia com as determinações do Ministério da Saúde”.

    Até o último balanço da Secretaria de Estado de Saúde, Minas Gerais tem quatro casos do novo coronavírus confirmados, nas cidades de Patrocínio (Alto Paranaíba), Ipatinga (Vale do Rio Doce), Juiz de Fora (Zona da Mata) e Divinópolis (Centro-Oeste). Há outros 297 em investigação.

    Fonte Estado de Minas

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  • Bombeiros encontram corpo de menino desaparecido em Juatuba

    Bombeiros encontram corpo de menino desaparecido em Juatuba

    Foram mais de 50 horas de buscas desde o sumiço de Eduardo. Nesta manhã, quando os bombeiros estavam a caminho do local para retomar os trabalhos, um morador viu o corpo de uma criança boiando em uma lagoa

    O desaparecimento do pequeno Eduardo Ferreira de Oliveira, de 2 anos, terminou de forma trágica. Após quase 50 horas de buscas, o Corpo de Bombeiros confirmou o encontro do corpo da criança em um lago no município de Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

    Dudu, como também era chamado, sumiu na manhã da última quarta-feira. Ele tinha sido visto pela última vez brincando no quintal de casa na Alameda Flamboyant, no Bairro Vila Maria Regina. A suspeita é de que ele tenha saído pelo portão de casa.

    Segundo os bombeiros, uma equipe estava a caminho da região para dar continuidade às buscas nesta manhã. Porém, por volta das 6h30, chegou a informação de que um morador da região teria visto o corpo de uma criança boiando em uma das lagoas do bairro. A corporação seguiu para o local, confirmando a denúncia, e o pai reconheceu o Eduardo.

    Ainda não é possível afirmar se a criança foi vítima de afogamento. A perícia foi acionada. Por meio de nota, a Polícia Civil informou que a lagoa onde o corpo da criança foi encontrada fica a 50 metros da casa dele e foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Betim. “Outras informações referentes ao caso e as investigações serão apenas divulgadas em momento oportuno”, informou a instituição.

    A Polícia Militar (PM) foi chamada pouco antes das 11h dessa quarta-feira. Uma das irmãs mais velhas de Eduardo, que tem 15 anos, ligou para o 190. Segundo o boletim de ocorrência, ela contou aos policiais que mais cedo tinha ido a um laboratório no centro de Juatuba com o menino e a outra irmã, de 14 anos, para passar por exames. Ao voltar para casa, elas começaram a assistir televisão enquanto o caçula brincava no quintal.

    Em determinado momento, a adolescente disse para a irmã que Eduardo estava muito quieto e saiu da casa para ver o que estava acontecendo. Foi quando elas viram que o portão estava aberto e começaram a procurar a criança. Como não encontraram, a polícia foi chamada.

    O pai deles estava trabalhando em uma empresa, enquanto a mãe fazia faxina em uma casa do bairro. De acordo com a PM, ela chegou em casa desesperada e confirmou que o menino estava aos cuidados das irmãs enquanto ela trabalhava.

    Como o bairro tem muita vegetação e lagoas onde é possível chegar a pé, o Corpo de Bombeiros foi chamado.

    Vizinhos disseram que Eduardo costumava brincar na rua e se esconder em alguns locais. As buscas se estenderam até ao imóvel de uma vizinha, que permitiu a entrada da polícia, mas não houve sucesso. Policiais Civis também compareceram ao bairro e ouviram algumas pessoas na 1ª Delegacia de Polícia de Juatuba.

    Desde então, as buscas foram quase ininterruptas. Só ontem, mais de 20 bombeiros participavam dos trabalhos, percorrendo toda a região a pé, mergulhando nas lagoas e conferindo cisternas. Drones também foram usados para imagens aéreas. Moradores também se mobilizaram para encontrar o menino, tanto fazendo buscas por conta própria quanto compartilhando a foto dele nas redes sociais.

    Fonte Estado de Minas

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  • Sobe para 60 o número de mortes provocadas pelas chuvas em MG

    Sobe para 60 o número de mortes provocadas pelas chuvas em MG

    Último óbito ocorreu em Caxambu no Sul do Estado. Quase 200 cidades estão em situação de emergência.

    Sessenta pessoas morreram por causa da chuva em Minas Gerais em menos de um mês, de acordo com a Defesa Civil estadual. Os registros aconteceram entre 24 de janeiro e esta quarta-feira (12).

    O último óbito confirmado foi de uma mulher que tentou buscar um tanque em uma casa interditada em Caxambu, no Sul de Minas.

    Uma mulher de 58 anos morreu soterrada no final da tarde desta terça-feira (11) no bairro Santa Tereza, em Caxambu (MG). Segundo a prefeitura, a mulher morreu enquanto tentava salvar um tanquinho de lavar roupas após a casa em que ela morava ter sido interditada.

    Segundo a prefeitura, quando a equipe da Defesa Civil saiu do local para buscar equipamentos, a moradora retornou à residência e aconteceu o deslizamento.

    A mulher ficou soterrada e não resistiu. O corpo de Sandra Regina Parede foi levado para o IML de São Lourenço.

    A cidade com mais mortes neste período foi Belo Horizonte. São 13 vítimas na capital mineira, 12 delas morreram em deslizamentos e desabamentos nos bairros Vila Bernadete, Região do Barreiro, e Jardim Alvorada, na Pampulha.

    Na Região Metropolitana as mortes aconteceram em:

    • Betim (6)
    • Contagem (2)
    • Esmeraldas (1)
    • Ibirité (5)
    • Nova Lima(1)
    • Sabará (1)

    As demais mortes ocorreram em 17 cidades do interior do estado (veja abaixo listagem com todas as mortes).

    Atualmente no estado, existem 26.299 desalojados e 7.581 desabrigados. Sessenta e oito pessoas ficaram feridas.

    Levando em consideração o início deste período chuvoso, desde outubro de 2019, são 71 mortes em Minas, conforme a Defesa Civil.

    Segundo a Defesa Civil, 196 cidades estão em situação de emergência em Minas. A medida vale por 180 dias e possibilita ações mais céleres para a recuperação dos estragos e auxílio à população. Todos os órgãos estaduais estão autorizados a atuar nos trabalhos sob coordenação da Defesa Civil de MG.

    Mortes por cidades desde 24/01

    • Alto Caparaó (4)
    • Alto Jequitibá (3)
    • Belo Horizonte (13)
    • Betim (6)
    • Carangola (1)
    • Caratinga (1)
    • Caxambu (1)
    • Conselheiro Lafaiete (1)
    • Contagem (2)
    • Divino (1)
    • Divinópolis (2)
    • Esmeraldas (1)
    • Ibirité (5)
    • Luisburgo (5)
    • Manhuaçu (1)
    • Nova Lima (1)
    • Olhos D’água (1)
    • Pedra Bonita (3)
    • Sabará (1)
    • Santa Margarida (1)
    • Santana Do Riacho (1)
    • Simonésia (3)
    • Tabuleiro (1)
    • Tocantins (1)

    Mortes de outubro de 2019 até 1º janeiro de 2020

    • Belo Horizonte (1)
    • Guapé (3)
    • Ibirité (1)
    • Januária (1)
    • Muriaé (1)
    • Santa Rita Do Sapucaí (1)
    • Sete Lagoas (2)
    • Viçosa (1)

    Fonte: G1

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  • Adolescente de 14 anos mata o pai com 23 facadas em MG

    Adolescente de 14 anos mata o pai com 23 facadas em MG

    Segundo a polícia, suspeito disse que se defendeu do pai e, ao entregar o celular a eles, relatou ter consultado na internet como matar uma pessoa usando faca

    Um homem de 48 anos foi assassinado na madrugada desta quarta-feira no Bairro Jardim Colonial, em Ribeirão das Neves, Região Metropolitana de Belo Horizonte. O filho dele, de 14 anos, foi apreendido após dizer à Polícia Militar (PM) que era responsável pelo crime. O homem levou 23 facadas e o adolescente afirmou que se defendeu do pai durante uma discussão.

    De acordo com a corporação, militares do 40º Batalhão que estiveram no endereço encontraram o adolescente na rua, na companhia de uma vizinha. Ele alegou, segundo o boletim de ocorrência, que após um bate-boca com o pai, ele se armou de uma faca e o homem de outra, sendo que desferiu golpes contra ele “em legítima defesa” e correu para a rua.

    Ainda segundo a PM, ele entregou o celular aos policiais e relatou ter consultado na internet como matar uma pessoa usando faca. O corpo do homem foi encontrado na sala, onde a televisão estava ligada. Havia uma faca ao lado dele, mas sem sinais de uso. Ao todo, a vítima tinha 18 perfurações nas costas, três na cabeça e duas no tórax.

    A faca que teria sido usada no homicídio também foi apreendida. O adolescente foi levado para a Delegacia de Plantão em Ribeirão das Neves.

    Fonte Estado de Minas

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  • Aulas nas escolas estaduais começam com greve em Minas

    Aulas nas escolas estaduais começam com greve em Minas

    Conexão faz levantamento sobre a possível adesão ao movimento de greve por parte das escolas estaduais de Três Pontas.

    Os professores da rede estadual de Minas Gerais estão de greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira (11). A informação foi repassada pelo Sind-UTE/MG (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais).

    A decisão foi tomada pelos trabalhadores em uma reunião realizada no último dia 5 de fevereiro, no pátio da Assembleia Legislativa, no bairro Santo Agostinho, na região Centro-Sul da capital. A Secretaria de Estado de Educação (SEE) informou que tem mantido diálogo com a categoria.

    Professores aderiram ao movimento de greve no Estado.

    Próximos passos

    Os professores vão se reunir novamente na sexta-feira (14) para discutir o rumo do movimento. Veja algumas ações que foram feitas pela categoria e os próximos eventos marcados:

    • 11/2: início da greve por tempo indeterminado.
    • 12 e 13/2: mobilização nas escolas e realização de assembleias locais e regionais.
    • 14/2: realização de Assembleia Estadual.

    O que diz o governo?

    “A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) respeita o direito constitucional de greve dos servidores da Educação do Estado e reitera que tem mantido um diálogo franco e aberto com representantes sindicais. Várias agendas foram realizadas, ao longo de 2019, com os representantes das entidades sindicais e do Governo do Estado nas quais assuntos da área da educação foram debatidos. A SEE/MG reforça que os canais de diálogos continuarão abertos para que as reivindicações da categoria possam ser apresentadas e debatidas. 

    A SEE/MG acompanhará, ao longo do dia, a adesão das unidades escolares da rede à paralisação das atividades convocada pelo sindicato que representa a categoria da educação. O balanço com os números da paralisação será possível no fim da tarde. 

    A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) informa, também, que vem recebendo e dialogando com representantes dos sindicatos de todas as categorias. Até o momento, 70% dos servidores da Educação receberam o 13° salário integral. Para concluir o pagamento e pôr fim ao parcelamento de salários por seis meses, o Governo do Estado conta com a operação financeira do nióbio.

    A Seplag informa ainda que a remuneração inicial na rede estadual é de R$ 2.135,64 para a carga horária vigente de 24 horas semanais. Considerando a proporcionalidade sobre o valor do vencimento básico, equivale a R$ 3.304,23 para uma jornada de 40 horas, atendendo à legislação nacional”.

    Três Pontas

    Nossa reportagem entrou em contato com a direção da Escola Estadual Deputado Teodósio Bandeira. Nos foi informado que os professores daquela unidade de ensino, embora cientes da paralisação no Estado, ainda não aderiram ao movimento e as aulas seguem normalmente até segunda ordem.

    A Escola Estadual Professora Marieta Castro também informou através de sua direção que não houve até o momento adesão dos professores, mantendo assim as aulas dentro da normalidade.

    O mesmo acontece na Escola Estadual Cônego José Maria. Sua direção confirmou a não adesão ao movimento de greve. Aulas prosseguem.

    A Escola Estadual Monsenhor João Batista Da Silveira informou que o assunto (greve) nem foi citado e que não haverá interrupção nas aulas.

    Na Escola Estadual Presidente Tancredo Neves e também na Escola Estadual Maria Augusta Vieira Corrêa, conforme suas direções, a situação também é igual. Ou seja, até o momento sem paralisação e aulas transcorrendo normalmente.

    Não conseguimos contato com a direção da Escola Estadual Jacy Junqueira Gazola.

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  • Bolsonaro anuncia liberação de R$ 1 bilhão para Sudeste combater estragos da chuva

    Bolsonaro anuncia liberação de R$ 1 bilhão para Sudeste combater estragos da chuva

    O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), anunciou na tarde desta quinta-feira, a liberação de R$ 1 bilhão para toda Região Sudeste. A verba será destinada a municípios que sofrem com as fortes chuvas nos últimos dias, principalmente nos estados de Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

    Bolsonaro anunciou a medida depois de sobrevoar seis cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte, incluindo a capital mineira. Depois, o presidente se reuniu com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sete ministros, seis prefeitos, deputados e outras autoridades de nível municipal e estadual.

    “São dias difíceis para Minas Gerais, também para Espírito Santo e Rio de Janeiro. O Governo Federal se solidariza com os familiares das vítimas e se coloca ao lado do sofrimento do povo de Minas Gerais. Trouxemos sete ministros para cá, apresentar medidas do plano federal. Primeiro, cumprimentando nosso governador, que deu pronta resposta ao ocorrido. É um momento difícil do estado, dos municípios atingidos, e disponibilizamos então, hoje, R$ 1 bilhão para esta Região Sudeste, atingida”, disse, durante o pronunciamento que deu no Aeroporto de Confins, em BH.

    Na reunião desta quinta, Bolsonaro editou Medida Provisória que abre crédito extraordinário, no valor de R$ 892 milhões, em favor do Ministério do Desenvolvimento Regional ao Sudeste. Soma-se ao montante do crédito extraordinário os valores já repassados pela pasta por meio de recursos ordinários, totalizando o valor citado pelo presidente.

    O ato assinado será publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira. No complemento do anúncio, Bolsonaro afirmou outras medidas federais, mas sem dar maiores detalhes.

    “Também, com os demais ministros, da Infraestrutura, vamos ajudar nas rodovias que estavam bloqueadas. A Caixa Econômica Federal também, com liberação do FGTS, a Saúde, bem como os demais ministérios. Estamos trabalhando ombro a ombro para buscar, então, mitigar os problemas ocorridos com essa catástrofe que aconteceu nos últimos dias”, completou.

    Desde a última semana, somente em Minas, 55 pessoas morreram em decorrência das catástrofes provocadas pela chuva, que escancara os problemas de planejamento urbano das cidades mineiras. No Espírito Santo, 10 pessoas morreram pelo mesmo motivo. No Rio, a chuva também castiga algumas regiões do estado, onde foram registradas pelo menos duas mortes.

    Fonte Estado de Minas

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  • Alerta Máximo: Chuva de granizo pode atingir diversas cidades mineiras; Sul de Minas está na rota segundo a Defesa Civil

    Alerta Máximo: Chuva de granizo pode atingir diversas cidades mineiras; Sul de Minas está na rota segundo a Defesa Civil

    FEVEREIRO TERÁ CHUVAS AINDA MAIS FORTES NO ESTADO

    Moradores de Minas Gerais devem ficar atentos e tomar os cuidados necessários para se protegerem da chuva. A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) emitiu alertas na manhã desta quarta-feira (29), para a possibilidade de chuva intensa. A precipitação pode ser acompanhada de ventos fortes, raios e até granizo.  Os alertas valem para diferentes regiões de Minas Gerais, inclusive a Região Metropolitana de Belo Horizonte e o Sul do Estado.

    Municípios localizados nas regiões Central, Norte, Centro-Oeste, Noroeste, Sul, Alto Paranaíba Triângulo, Zona da Mata, Grande BH e Vale do Jequitinhonha podem ser atingidos por fortes tempestades. Coqueiral, Campo Belo e outras 7 cidades do Sul de Minas podem ser atingidas.

    Veja a relação das cidades:

    Itinga (Vale do Jequitinhonha)

    Virgem da Lapa (Vale do Jequitinhonha)

    Araçuaí (Vale do Jequitinhonha)

    Itaobim (Vale do Jequitinhonha)

    Medina (Vale do Jequitinhonha)

    Jequitinhonha (Vale do Jequitinhonha)

    Pedra Azul (Vale do Jequitinhonha)

    Almenara (Vale do Jequitinhonha)

    Águas Vermelhas (Vale do Jequitinhonha)

    Berilo (Vale do Jequitinhonha)

    Chapada do Norte (Vale do Jequitinhonha)

    Joaíma (Vale do Jequitinhonha)

    Divisópolis (Vale do Jequitinhonha)

    Ninheira (Norte)

    Ponto dos Volantes (Vale do Jequitinhonha)

    Francisco Badaró (Vale do Jequitinhonha)

    Minas Novas (Vale do Jequitinhonha)

    Caraí (Vale do Jequitinhonha)

    Padre Paraíso (Vale do Jequitinhonha)

    Jaboticatubas (Central)

    Baldim (Central)

    Taquaraçu de Minas (Central)

    Santana dos Montes (Central)

    Cristiano Otoni (Central)

    Caranaíba (Central)

    Carandaí (Central)

    Capela Nova (Central)

    Lamim (Central)

    Rio Espera (Central)

    Brasilândia de Minas (Noroeste)

    Pirapora (Norte)

    Engenheiro Navarro (Norte)

    Várzea da Palma (Norte)

    Coração de Jesus (Norte)

    Icaraí de Minas (Norte)

    São Romão (Norte)

    Catas Altas da Noruega (Central)

    Itaverava (Central)

    Jenipapo de Minas (Vale do Jequitinhonha)

    Ferros (Vale do Aço)

    Candeias (Centro-Oeste)

    Camacho (Centro-Oeste)

    Buritizeiro (Norte)

    Vargem Bonita (Central)

    São Roque de Minas (Centro-Oeste)

    Centralina (Triângulo)

    Bandeira (Vale do Jequitinhonha)

    Presidente Olegário (Alto Paranaíba)

    Tapiraí (Centro-Oeste)

    Bambuí (Centro-Oeste)

    Desterro de Melo (Zona da Mata)

    Santa Bárbara do Tugúrio (Zona da Mata)

    Mercês (Zona da Mata)

    Paiva (Zona da Mata)

    Barbacena (Campo das Vertentes)

    Rio Acima (Grande BH)

    Barão de Cocais (Central)

    Nova Era (Central)

    São Domingos do Prata (Vale do Aço)

    Divino (Zona da Mata)

    Vieiras (Zona da Mata)

    Barroso (Campo das Vertentes)

    Alvinópolis (Central)

    Antônio Dias (Vale do Aço)

    Coronel Fabriciano (Vale do Aço)

    Igarapé (Grande BH)

    Itatiaiuçu (Central)

    Mateus Leme (Grande BH)

    Pará de Minas (Centro-Oeste)

    Igaratinga (Centro-Oeste)

    Itapecerica (Centro-Oeste)

    Pedra do Indaiá (Centro-Oeste)

    Divinópolis (Centro-Oeste)

    Formiga (Centro-Oeste)

    Coqueiral (Sul)

    Andradas (Sul)

    Albertina (Sul)

    Ouro Fino (Sul)

    Jacutinga (Sul)

    Monte Sião (Sul)

    Bueno Brandão (Sul)

    Campo Belo (Sul)

    Monte Santo de Minas (Sul)

    Fevereiro Assustador

    A população de Minas Gerais deve se preparar para o retorno, ainda mais forte em fevereiro, do fenômeno meteorológico que causou, segundo o boletim mais recente da Defesa Civil Estadual, 52 mortes e a retirada de mais de 17 mil pessoas de suas casas nos últimos dias no Estado.

    A informação foi confirmada pelo professor e pesquisador em meteorologia Ruibran dos Reis. De acordo com ele, os sistemas meteorológicos já previam, há pelo menos seis meses, que a Zona de Convergência do Atlântico Sul, a ZCAS, ocorreria em Minas em janeiro e, com mais intensidade, em fevereiro de 2020.

    Essa estimativa, porém, não apresenta as regiões onde a precipitação será mais mais intensa. Um estudo mais específico só poderá ser feito uma semana antes da ocorrência do fenômeno. “Não sabemos ainda onde ele irá se posicionar. Em 2011, por exemplo, o mesmo fenômeno se posicionou na região serrana do Rio de Janeiro, causando tragédias”, relembrou.

    Para o especialista, a volta intensa da ZCAS pode ocorrer no Sul, Norte ou parte do Leste de Minas, pegando ainda parte de São Paulo. “A maior probabilidade é que não se repita aqui na Central e Zona da Mata, regiões onde ele já atuou. É muito difícil o sistema se repetir”, disse.

    “Vai chover em todo o Estado e ainda mais forte em fevereiro do que em janeiro. A princípio, vai ocorrer, mas não tem nada indicando que será na mesma região. A população fica com medo, mas a probabilidade de se formar no mesmo local é muito pequena. Normalmente, a ZCAS demora anos para se repetir no mesmo local”, afirmou. “Por isso, o mais importante é que a população se prepare e acompanhe as atualizações”, complementou.

    ZCAS 

    A Zona de Convergência do Atlântico Sul é um sistema meteorológico que transporta umidade da Amazônia até o Oceano Atlântico, próximo à costa da região Sudeste do país. O fenômeno funciona a partir da variação de pressões: de forma simplificada, a água amazônica é atraída até o litoral e, nesse caminho, ao passar pela zona de convergência da frente fria, precipita-se, causando fortes chuvas. Outros fatores podem intensificar o processo.

    Fonte O Tempo / Hoje em Dia / Defesa Civil

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  • Três casos suspeitos de coronavírus são registrados; Um deles em Minas Gerais

    Três casos suspeitos de coronavírus são registrados; Um deles em Minas Gerais

    Conexão explica a nova doença que tem deixado o mundo em alerta. Saiba como se prevenir.

    Dois pacientes com suspeitas de coronavírus estão internados em Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), de acordo com informações obtidas pelo Correio com uma fonte do governo. Ambos apresentam sintomas da doença e estiveram recentemente na China. Os casos estão sendo acompanhados de perto pelas autoridades.

    Com essas duas notificações, sobe para 3 o número de pacientes que se enquadram nas definições de suspeitas de infecção pelo vírus 2019-nCoV, que causa uma epidemia na China, com 81 mortes confirmadas e 4550 pessoas contaminadas. Em Belo Horizonte, uma jovem de 22 anos foi internada após apresentar febre e dificuldades para respirar.

    A paciente esteve na cidade de Wuhan, na China, epicentro da epidemia. Nos casos de Porto Alegre e Curitiba, os pacientes, que não tiveram a identidade revelada, apresentaram febre, tosse e dificuldades para respirar. Além disso, estiveram em território chinês nos últimos 14 dias, período de latência do vírus – tempo até que os primeiros sintomas apareçam.

    Confira a nota do Ministério da Saúde sobre os casos:

     

    “O Ministério da Saúde informa que foi notificado de outros dois casos suspeitos do novo coronavírus no Brasil. Assim, no total, três casos suspeitos da doença são monitorados pelas autoridades de saúde brasileiras. Eles estão localizados em Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR), além de Belo Horizonte (MG), noticiado nesta manhã. Os pacientes se enquadraram na atual definição de caso suspeito para NCOV-2019 (o novo coronavirus), estabelecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde), ou seja, apresentou febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório, e esteve na região de contato ou com pessoas suspeitas ou confirmadas da doença nos últimos 14 dias.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) aumentou o nível de alerta para alto em relação ao risco global do novo coronavírus, por isso, o Ministério da Saúde orienta que viagens para a China devem ser realizadas em casos de extrema necessidade. Com quase três mil casos confirmados, segundo o último boletim da OMS, todo o território chinês passa a ser considerado área de transmissão ativa da doença.”

    ENTENDA O CORONAVÍRUS

    Os coronavírus humanos causam infecções respiratórias brandas a moderadas, de curta duração. Não há casos confirmados no Brasil.

    Com o aparecimento dos casos de doença respiratória causada pelo coronavírus na China, o governo brasileiro vem adotando medidas de preparação, orientação e controle para um possível atendimento de casos suspeitos no país.

    A Anvisa integra o Centro de Operações de Emergência (COE) – Coronavírus. Instituído na quarta-feira (22/1) pelo Ministério da Saúde, o comitê tem como objetivo preparar a rede pública de saúde para o atendimento de possíveis casos no Brasil, a fim de responder a eventuais ocorrências de forma unificada e imediata.

    É importante destacar que, até o momento, não há confirmação de casos no Brasil.

    Atuação da Anvisa

    A Anvisa está orientando as equipes que trabalham em portos, aeroportos e fronteiras sobre a detecção de casos suspeitos e a utilização de equipamento de proteção individual (EPI), conforme descrito nos protocolos da Agência em eventos de saúde pública. Além disso, foram intensificados os procedimentos de limpeza e desinfecção nos terminais.

    A Agência está acompanhando as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Até o momento, não há recomendação de restrições de viagem.

    Além disso, a Anvisa preparou informes sonoros com orientações aos viajantes para divulgação em aeroportos.

    O que são coronavírus?

    Os coronavírus (CoV), conhecidos desde meados dos anos 1960, são uma grande família viral comum em animais.

    Quais os sintomas?

    Os coronavírus humanos causam infecções respiratórias brandas a moderadas, de curta duração. Os sintomas mais comuns são tosse, dor de garganta, coriza e febre. Em pessoas com doenças cardiopulmonares, com sistema imunológico comprometido ou bebês e idosos existe a possibilidade de o vírus causar infecções das vias aéreas inferiores, como pneumonia.

    Qual o modo de transmissão?

    A principal forma de transmissão dos coronavírus se dá por contato próximo de pessoa a pessoa.

    Existe tratamento?

    Não existe um tratamento específico. É recomendado procurar um médico para avaliar os sintomas e acompanhar a evolução do quadro.

    Como prevenir?

    Não existe vacina contra os coronavírus. Para reduzir a chance de contaminação, sugere-se evitar o contato com pessoas doentes, lavar com regularidade as mãos por pelo menos 20 segundos, utilizando água e sabão, e evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca.

    Fonte Anvisa / Estado de Minas

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  • Urgente: Chuva volta a castigar Belo Horizonte; 52 já morreram em Minas.

    Urgente: Chuva volta a castigar Belo Horizonte; 52 já morreram em Minas.

    Carros e ônibus ilhados. Parte do teto de Shopping cai durante temporal.

    A chuva forte que atinge Belo Horizonte na noite desta terça-feira (28) já causa estragos na capital mineira. No Bairro São Bento, Centro-Sul da cidade, carros e motos foram arrastados pela força da água na Rua Michel Jeha. Parte do teto do BH Shopping, localizado na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, caiu durante a chuva.

    De acordo com a Defesa Civil, a precipitação muito forte já atingiu as regionais do Barreiro, Leste e Centro-Sul. Alagamentos são registrados em vários pontos da cidade, como, por exemplo, a Avenida Mário Werneck, no Buritis (Região Oeste).

    Além do São Bento, outra área da Região Centro-Sul que está alagada é o Bairro Anchieta. A Rua Vitório Marçola já foi tomada pela enchente.

    Avenida Tereza Cristina já foi bloqueada pelo risco alto de transbordamento dos córregos Ferrugem e Arrudas. O mesmo vale para a Avenida Prudente de Morais na esquina com a Rua Joaquim Murtinho por causa do risco de inundação provocado pelo alto nível do Córrego Leitão.

    A Defesa Civil pede que motoristas evitem a Tereza Cristina desde a Avenida Presidente Castelo Branco até o Anel Rodoviário por causa do risco de transbordamento do Arrudas. A mesma via deve ser evitada entre as ruas Campos Sales e  Fausto Alvim.

    Devido à situação do Ferrugem, a Defesa Civil alerta para que o cidadão evite as avenidas do Canal, Palestina, Sideral e Tereza Cristina.  

    Córrego Leitão também ameaça transbordar no Hipercentro de BH. O alerta vale para as ruas São Paulo – nos cruzamentos com a Avenida Bias Fortes, Rua Alvarenga Peixoto e Rua Bárbara Heliodora – e Mato Grosso, na esquina com a Rua dos Tamóios.

    Segundo a Defesa Civil de BH, ninguém ficou ferido até o momento na cidade. No entanto, vale lembrar que a capital mineira está em risco geológico até sexta-feira (31).

    Ou seja, imóveis em zonas de risco correm risco de desabar ou deslizar, o que pode ocasionar tragédias como as presenciadas na Vila Bernadete, no Barreiro, onde sete pessoas morreram, e no Bairro Jardim Alvorada, no Noroeste da cidade.

    Fonte Estado de Minas

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  • Minas tem 45 mortes e mais de 17 mil pessoas fora de suas casas

    Minas tem 45 mortes e mais de 17 mil pessoas fora de suas casas

    Em novo boletim divulgado, a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) informou que o número de mortes pelas chuvas de quinta e sexta-feira em Minas Gerais pulou de 37 para 45. Outras 19 pessoas continuam desaparecidas.

    A maioria das mortes está concentrada na Grande BH: 14 em Belo Horizonte, seis em Betim, cinco em Ibirité e duas em Contagem.

    No interior, os óbitos estão concentrados em 10 municípios da Zona da Mata mineira: Alto Caparaó (três), Alto Jequitibá (três), Carangola, Divino, Luisburgo (duas), Manhuaçu, Pedra Bonita (duas), Santa Margarida, Tocantins e Simonésia (três).

    Ainda de acordo com o balanço da Defesa Civil estadual, 17.241 pessoas estão fora de suas casas em Minas: 13.887 desalojadas (6.767 na Grande BH e 7.120 no interior) e 3.354 desabrigadas (850 na RMBH e 2.504 no interior).

    Além disso, 12 pessoas ficaram feridas no estado – seis na Grande BH e outros seis no interior.

    Fonte Estado de Minas

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  • Ministério da Agricultura manda recolher todas as marcas da cervejaria Backer

    Ministério da Agricultura manda recolher todas as marcas da cervejaria Backer

    A proibição se refere a lotes produzidos a partir de outubro. Empresa conta com 21 rótulos de cerveja no mercado.

    A suspeita de contaminação por dietilenoglicol se estende às outras marcas de cerveja produzidas pela cervejaria Backer, além da Belorizontina. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) intimou a empresa a fazer o “recall” de todas as cervejas e chopes de todas as marcas produzidas entre outubro de 2019 e dia 13 de janeiro.

    A cervejaria conta com 21 rótulos. De acordo com o órgão público, a comercialização está suspensa até que seja descartada a possiblidade de contaminação dos demais produtos.


    O Mapa esclarece que não há, entretanto, resultado laboratorial que confirme a presença de etilenoglicol ou dietilenoglicol, substâncias tóxicas usadas em processos de resfriamento, nas demais marcas da empresa. “Os produtos estão sendo analisados e, caso existam resultados positivos, novas medidas serão adotadas”, informa a nota.

    Em coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira, a Polícia Civil (PC) identificou as substâncias tóxicas monoetilenoglicol e dietilenoglicol na linha de produção da cervejaria, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.


    Essas substâncias são usadas na indústria cervejeira na etapa de resfriamento do líquido, para depois haver a fermentação. Elas correm numa espécie de serpentina, na parte externa dos tanques, e não tem contato direto com o líquido.

    Exames de sangue de pacientes internados com a síndrome nefroneural deram positivo para o dietilenoglicol. Até então, são 11 casos suspeitos, mas a PC afirmou pela manhã que eles podem dobrar. Uma das vítimas morreu.

    Em coletiva de imprensa na sexta-feira, a diretoria da Backer informou que não usa esse agente químico no seu processo de fabricação, apenas o monoetilenoglicol.

    Também de acordo com a Backer, os mesmos tanques são usados na produção de todos os rótulos da empresa, sem haver distinção de marcas.

    Confira as marcas produzidas pela cervejaria Backer:

    Belorizontina
    Backer Pilsen
    Backer Trigo
    Backer Pale Ale
    Backer Brown
    Capitão Senra
    Pele Vermelha IPA
    Bravo
    Backer Bohemia Pilsen
    Backer Pilsen Export
    Exterminador de Trigo
    Três Lobos
    Corleone
    Tommy Gun
    Diabolique
    Julieta
    Cabral
    Medieval
    Backer Reserva
    Fargo
    Cacau Bomb

    Fonte Estado de Minas

     

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