Categoria: Mulher

  • Pandemia do coronavírus impõe novas formas de celebrar o Dia das Mães

    Pandemia do coronavírus impõe novas formas de celebrar o Dia das Mães

    Uma data especial que não pode passar em branco. O Dia das Mães ganha novos significados em tempo de coronavírus. Em muitas famílias, essa será a primeira vez em que a ocasião é experimentada à distância. Fundamental é perceber que o afastamento social não é o mesmo que isolamento emocional. Sentimentos como o respeito, a admiração, o carinho e o amor incondicional parecem potencializados quando não se está por perto – se tornam ainda mais importantes, urgentes. Quando o beijo e o abraço apertado não podem fazer parte do presente, mães e filhos reinventam as formas para estar juntos, ainda que separados.

    “Está chegando o Dia das Mães e muitos filhos e mães vão passar separados. Alguns por morarem em cidades diferentes, mas muitos que estão na mesma cidade e não podem se encontrar por conta do coronavírus. Muitas mães, inclusive, fazem parte do grupo de risco para a doença. Um data tão especial e não poder estar perto – isso tem causado angústia e ansiedade”, diz a psiquiatra Jaqueline Bifano.

    Importante é que as pessoas se conscientizem e entendam que esse tem sido um ano atípico, e que o distanciamento físico é uma medida de proteção fundamental diante da pandemia. “O isolamento é um ato de solidariedade com todo mundo, não só entre os familiares. Mas é momentâneo, tudo vai melhorar, ainda que não exista uma perspectiva clara de tempo para isso acontecer”, opina Jaqueline.

    A psiquiatra lembra que o isolamento social não precisa significar um isolamento emocional. “Vamos fazer uma vídeo conferência, ter um contato visual, conversar, tentar minimizar esse afastamento. Ver se o outro está bem, dar um beijo e um abraço virtual, o que também é uma demonstração de carinho. Não deixar de dizer à mãe o quanto é amada”, pontua. Para Jaqueline, essa é uma situação a ser superada. “É hora de um incentivar o outro. Todos estamos aprendendo e vamos tirar daqui uma lição. Pela ausência física, cada vez mais percebemos o valor em estar presente, em contato com quem amamos.”

    O coronavírus ensina para as pessoas o valor das verdadeiras coisas que dão sentido à vida, como os laços familiares, a relação com os amigos, o carinho, a importância de que todos estejam bem, na opinião da neuropsicanalista Priscila Gasparini Fernandes. “Devemos valorizar a família, os amigos, o trabalho. Com toda essa crise e o isolamento, tenho certeza que muitos valores mudarão. As pessoas deixarão de dar importância para coisas pequenas, como o consumo excessivo, e realmente focar no que vale a pena: o amor e a liberdade”, salienta.

    Nesse contexto, o Dia das Mães ganha um novo significado. “Muito maior que o presente é o desejo de que ela esteja bem e segura, sem o risco de se contaminar. Não é hora do abraço físico, mas podemos ter um contato virtual, mostrar todo o carinho e preocupação, com a certeza de que, quando tudo isso passar, as visitas físicas serão ainda mais valorizadas”, pondera Priscila.

    A neuropsicanalista lembra que hoje a tecnologia é uma boa aliada. “Dentro do possível, filhos e mães podem fazer uma reunião virtual, conversar, talvez até almoçar virtualmente juntos, o que irá amenizar a falta da presença física. De alguma forma, estar presente e compartilhar este dia, tentando tirar o melhor proveito da situação com alegria e otimismo”, aconselha.

    Para Priscila, o isolamento social, afora todos os transtornos, convida a refletir. “Pensar na vida, nas pessoas que amamos, nas preocupações que temos, e também sobre como podemos nos adaptar nesse período. Quando tudo isso passar, tenho certeza que haverá uma exaltação das relações presenciais, que serão muito mais prazerosas. Por enquanto, vamos nos prevenir, preservar quem amamos, para que possamos, em um futuro bem próximo, nos encontrar e desfrutar com alegria a presença da família e dos amigos”, diz.

    Fonte Estado de Minas

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  • Mulher de 68 anos dá à luz gêmeos após 43 anos tentando engravidar!

    Mulher de 68 anos dá à luz gêmeos após 43 anos tentando engravidar!

    Uma mulher de 68 anos superou todas as expectativas e deu à luz gêmeos! A nigeriana Margarett Adenuga e seu marido Noah, 70 anos, realizaram o sonho de se tornarem pais após 43 anos tentando engravidar!

    Os gêmeos nasceram em um hospital em Lagos na Nigéria no dia 14 de abril. Os pequenos vieram ao mundo por meio de um parto cesárea e mãe e filhos passam bem. Os gêmeos são um menino e uma menina.

    O parto ocorreu no Lagos University Teaching Hospital. Margarett engravidou após o casal ter realizado um tratamento de fertilização in vitro. Na realidade, aquele foi o quarto tratamento feito pelo casal. A fertilização in vitro consiste em um procedimento no qual o óvulo é fertilizado com o espermatozoide fora do útero e após alguns dias é implantando na mulher.

    O casal decidiu insistir nas tentativas de gravidez após Noah ter tido um sonho em 1996 de que eles conseguiriam ter filhos e seriam conhecidos no mundo inteiro por isso. Os tratamentos para engravidar que o casal realizou foram feitos em uma clínica privada. Em entrevista para o canal britânico BBC, Noah relatou que os médicos chegaram a alertá-los sobre os riscos da gravidez em idade avançada, mas que eles decidiram seguir com o tratamento mesmo assim. Ele ainda ressaltou que a decisão de engravidar ou não ao final foi do casal e os médicos acabaram aceitando.

    Margarett passou por um parto cesárea com 37 semanas de gestação. O médico responsável pelo parto, Dr. Adeyemi Okunowo, considerou o nascimento um milagre. Ele também ressaltou em entrevista para a BBC que o casal correu grande risco com esta gestação.

    Não foi revelado se o casal utilizou os próprios óvulos e sêmen para conceber os gêmeos ou se foram doados. Em outros casos de gestações nas quais o casal tem idade avançada foi relatado o uso de óvulos e sêmen doados.

    Fonte Bebê Mamãe / R7

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  • Violência Psicológica Contra a Mulher é Crime de Lesão Corporal – Gabriel Ferreira

    Violência Psicológica Contra a Mulher é Crime de Lesão Corporal – Gabriel Ferreira

    O que? Mas como assim? Agressão psicológica contra a mulher no âmbito da violência doméstica e familiar é crime de lesão corporal?

    Sim, é o que passaremos a tratar nesse texto, sendo esse um tema debatido, porém novo na aplicação nos juizados que cuidam da violência contra a mulher.

    O que será tratado aqui é que o dano psíquico é capaz de gerar lesão corporal na mulher vítima de violência doméstica, sendo este um fato impeditivo até para que as mulheres vítimas abandonem essa relação conflituosa.

    Dessa forma, entendendo o Juiz que aquele que causa agressão psicológica à companheira, ou a alguém da relação doméstica, e, que lhe causa danos, pode ser condenado pelo artigo 129, do Código penal, que trata da Lesão Corporal.

    Para melhor entender esse conceito, iremos trabalhar a partir de perguntas e respostas numa tentativa de clarear ao público que vem buscar informações nesse texto.

    1 – O que é violência psicológica?

    A violência pode ocorrer de várias formas, é o caso da violência física, sexual, negligência e a psicológica.

    Esta última, que é a que nos interessa, é toda ação ou omissão que causa ou visa causar dano à autoestima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa. Inclui: ameaças, humilhações, chantagem, cobranças de comportamento, discriminação, exploração, crítica pelo desempenho sexual, não deixar a pessoa sair de casa, provocando o isolamento de amigos e familiares, ou impedir que ela utilize o seu próprio dinheiro.

    Para a Organização Mundial de Saúde (1998), a violência psicológica ou mental inclui: ofensa verbal de forma repetida, reclusão ou privação de recursos materiais, financeiros e pessoais. Para algumas mulheres, as ofensas constantes e a tirania constituem uma agressão emocional tão grave quanto as físicas, porque abalam a autoestima, segurança e confiança em si mesma.

    A principal diferença entre violência doméstica física e psicológica é que a primeira envolve atos de agressão corporal à vítima, enquanto a segunda forma de agressão decorre de palavras, gestos, olhares a ela dirigidos, sem necessariamente ocorrer o contato físico.

    Esse é um tipo de violência mais difícil de ser provado, pois, enquanto na violência física ou sexual é bastante um laudo do IML para demonstrar os danos, a violência psíquica depende também de laudos profissionais, que não são tão fáceis de interpretar.

    Por isso, pode-se considerar que a violência doméstica psicológica é muito negligenciada pelas autoridades, e que precisa tratamento mais especializado.

    Menciona-se que a violência psicológica bem como a física, não atinge só a vítima, mas alastra-se até outros sujeitos da relação, imagine a mãe que todos os dias é xingada e humilhada pelo companheiro

    tendo suas crianças como plateia, imagine o dano causado a esses menores que presenciam e são também vitimizados.

    Além das políticas públicas necessárias ao combate dessa violência, novos entendimentos jurídicos devem nascer para que haja condenação por lesão corporal como é o caso do que tratamos aqui.

    2 – O que é O Crime de Lesão corporal?

    Vamos observar o comando do artigo de Lei:

    Art. 129. Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem:

    Pena – detenção, de três meses a um ano.

    Veja que o texto diz, ofender a integridade corporal, ou a saúde de outrem. É claro que o corpo faz parte da saúde, e vice-versa, mas somente daí extraímos que o legislador entendia e queria proteger o bem jurídico que é a saúde como um todo, inclusive a psicológica.

    O conceito de lesão corporal, como se vê, deve ser entendido não apenas como uma lesão física ao corpo, mas toda e qualquer ofensa que prejudique a integridade física ou psíquica, incluindo, assim, qualquer distúrbio à saúde do ofendido.

    A lesão à integridade corporal é toda aquela que lhe cause alteração, seja ela anatômica ou funcional, como, por exemplo, uma mutilação ou uma fratura.

    Diz-se alteração anatômica aquela que deforma o corpo como a mutilação. Considera-se alteração funcional aquela que prejudica alguma função do corpo humano como, por exemplo, a fratura de um braço que prejudica a função desse membro. A lesão à saúde de outrem se caracteriza por toda ou qualquer alteração fisiológica do organismo ou perturbação psíquica do ofendido.

    O crime de Lesão corporal pode se classificado da seguinte forma.

    Lesão corporal simples: uma agressão que gere vermelhidão, desmaio ou dor não permanente. A detenção prevista é de 3 meses a 1 ano. Porém, a pena pode ser revertida em multa ou trabalhos comunitários.

    Lesão corporal grave: exemplos são ações que deixem a vítima incapacitada de realizar tarefas domésticas, de lazer ou de trabalho por mais de 30 dias ou que gerem risco de vida. Também que cause debilidade permanente de membros, olfato ou sentido do corpo, como visão, paladar, respiração, digestão ou locomoção. Nesses casos as penas variam entre 1 e 5 anos de reclusão.

    Lesão corporal gravíssima: são crimes que geram detenção de 2 a 8 anos. Exemplos são crimes que provoquem uma incapacidade ou deformação permanente, aborto, perda ou inutilização de membro ou enfermidade sem cura.

    Lesão seguida de morte: aplica-se quando o agressor não tinha como intuito gerar a morte da vítima por meio da agressão. No entanto, a circunstância necessita ser evidenciada. Nesse caso, a lesão corporal seguida de morte pune com detenção de 4 a 12 anos.

    3 – A Lei Maria da Penha trata da violência psicológica?

    Sim, cuidou o legislador de trazer o comando que trata-se diretamente da violência psicológica, está no art. 7º.

    Art. 7º São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:

    II – a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, violação de sua intimidade, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação; (Redação dada pela Lei nº 13.772, de 2018)

    Os efeitos deste tipo de violência são imensuráveis e podem ser irreversíveis para o resto da vida, podendo gerar indivíduos que sofrem de ansiedade, angústia, baixa autoestima, depressão, sentimento de incapacidade, sentimento de culpa, perda da memória, diagnóstico de pânico, diagnóstico de fobias, sensação de vazio, perda de sentido da vida, tentativa de suicídio, falta de esperança, dificuldade em confiar e criar laços relacionais saudáveis, dentre outros, que prejudicam inclusive à vida em sociedade.

    Veja que recentemente foi trazida essa alteração, isso em 2018, estamos ainda recentes na descoberta e tratamento jurídico da questão referente a violência psicológica contra a mulher, há muito ainda que avançar.

    4 – Porque violência psicológica pode ser considerada Lesão Corporal? E quais as implicações disso?

    Feitas as considerações anteriores importantes para o esclarecimento, temos agora que responder à importante questão, porque considerar a violência psicológica uma lesão corporal?

    As explicações, feitas até agora, esclareceram o que é uma violência psicológica, e o que é lesão corporal, ou seja, passamos a entender que o crime de Lesão Corporal tenta proteger não só a integridade do corpo, mas de todo o ser do indivíduo, inclusive a saúde mental e psicológica.

    Toda vez que ocorrer violência psicológica contra alguém, está aí configurado o crime de Lesão corporal.

    É claro que não bastará a simples reclamação apresentada no registro de ocorrência, mas claro, a avaliação inclusive psicológica e psiquiátrica, além de outras provas como testemunhas para demonstrarem que o agressor praticou a violência psicológica e que por isso será condenado por Lesão corporal.

    É importante registrar aqui, que as mulheres geralmente procuram a delegacia para registrar ocorrência de violência doméstica quando há lesão corporal capaz de ser detectada pelo laudo do IML, soco, tapas, puxões de cabelo, perfuração por instrumento perfuro contundente, dentre outros.

    Já com essa nova visão, as mulheres que nunca sofreram sequer um empurrão pelo companheiro, mas que são vítimas de violência psicológica, poderão da mesma forma procurar a delegacia de proteção às mulheres e registrarem ocorrência, a delegada de posse das informações poderá fazer a abertura do inquérito que, junto com o laudo psicológico, e outras provas a serem desenvolvidas no âmbito do processo, haverá base para condenar o agressor.

    Em setembro de 2019, o magistrado Marcelo Volpato de Souza, atual titular do Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca da Capital, a partir de laudo psicológico fundamentado, condenou um ex-marido à pena de sete anos de detenção pelos crimes de lesão corporal contra idosa e dano qualificado. O casal conviveu por nove anos, sempre com registros de agressão verbal e psíquica contra a mulher. Destaca-se que a Lei Maria da Penha, em seu artigo 16, traz a possibilidade de audiência de justificação/retratação, para os crimes de natureza pública condicionada, tais como injúria, calúnia e difamação.

    Nessas audiências são possibilitadas às mulheres renunciarem a queixa que fizeram contra os companheiros caso os crimes sejam dessa natureza, ou seja, quando é da vítima a possibilidade de representar ou não.

    Já no caso de outros crimes, como o de Lesão corporal, não é possível retirar a queixa mesmo em audiência designada para tal fim, o que certamente trará a condenação do agressor. Essa é uma das implicações muito importantes para essa adequação da violência psicológica ser entendida como lesão corporal.

    Sendo assim, concluímos que:

    A) Uma mulher, assim entendida na relação (podendo ser a transexual), que tenha sido violentada psicologicamente, pode procurar a delegacia de proteção à mulher e registrar boletim de ocorrência por lesão corporal em desfavor de companheiro ou alguém da família.

    B) A violência psicológica pode ser demonstrada através de laudo psicológico, psiquiátrico, bem como por testemunhas, ou até outros documentos que demonstrem como a vítima era agredida, vídeos, fotos, postagens em redes sociais.

    C) A vítima de violência psicológica, neste ponto de vista, não poderá retirar a queixa, ou renunciar ao processo contra o agressor, tendo em vista que essa é uma ação pública incondicionada, onde o Ministério Público é o titular da ação.

    D) Não é necessário aguardar ocorrer qualquer violência física para buscar a delegacia e relatar o caso às autoridades, basta que esteja enquadrada em uma das hipóteses de violência psicológica já explicada nesse texto.

    E) Mulheres vítimas de violência psicológica podem e devem ser indenizadas inclusive para que sejam tratadas, e consigam recuperar a saúde e voltar à vida normal.

    Gabriel Ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” desde 2006/por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004), Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG.

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  • Mulher que não podia engravidar descobre que está esperando 5 bebês!

    Mulher que não podia engravidar descobre que está esperando 5 bebês!

    Após anos tentando engravidar, um casal descobriu que terá cinco bebês de uma vez e falou sobre sua surpresa.

    Um jovem casal que estava tentando engravidar há dois anos, descobriu que está esperando cinco bebês! Jacob Merton, 22 anos, e sua esposa Hannah, 20, de Ohio nos Estados Unidos tiveram uma grande surpresa ao descobrirem a gestação dos quíntuplos.

    Após pouco mais de um ano tentando engravidar, Hannah buscou ajuda médica e foi diagnosticada com ovários policísticos. A condição realmente pode fazer com que a mulher tenha maiores dificuldades para engravidar.

    Ela então passou por um tratamento hormonal. E em outubro do ano passado, Hannah descobriu que estava grávida!

    No primeiro ultrassom, o casal recebeu a notícia de que teria quíntuplos. “A médica começou a olhar o ultrassom, ela revelou que eu estava esperando gêmeos. Mas aí ela continuou olhando para o ultrassom e medindo e contando e contando de novo! E finalmente, depois de muito olhar para o ultrassom, ela se sentou em uma cadeira, olhou para nós e disse: ‘você vai ter cinco filhos!’. E eu só conseguia pensar: ‘como isto é possível?!’”, relatou Hannah ao canal ABC5.

    Agora, Hannah já está com 20 semanas de gestação. O casal terá dois meninos e três meninas. A gestação de Hannah está correndo muito bem e sem complicações. Contudo, o principal problema será por quanto tempo Hannah irá conseguir manter a gestação. Ela relatou que gostaria de seguir com a gravidez até 30 semanas. Contudo, os médicos temem que o parto tenha que ocorrer com 25 semanas por Hannah ser muito pequena e não conseguir comportar cinco crianças.

    Além da preocupação em relação ao parto, o casal também está preocupado com a criação de seus filhos. Jacob no momento trabalha como caixa em uma rede de supermercado, mas ele está prestes a se formar na faculdade e pretende encontrar um emprego melhor o quanto antes. “Nós precisamos torcer para que tudo vá melhorar. Eu tenho uma grande fé em Deus de que tudo vai ficar bem”, afirmou Hannah.

    Fonte Bebê Mamãe

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  • Se a “moda pega”: Mulher “capa” estuprador com faca

    Se a “moda pega”: Mulher “capa” estuprador com faca

    Mulher decepou o pênis do tarado com uma faca de cozinha.

    Um estuprador invadiu a casa de uma mulher e tentou violentá-la. O caso aconteceu no Paquistão, segundo o jornal britânico Daily Mirror.

    O indivíduo invadiu a casa quando a vítima estava sozinha, de acordo com informações da polícia local cedidas ao jornal. Quando a mulher percebeu que o agressor tentaria estuprá-la, correu até a cozinha e pegou uma faca.

    O estuprador teve que ser levado às pressas para uma unidade de saúde em Faisalabad, na região leste do país, e já recebeu alta na última terça-feira (4).

    Autoridades acreditam que o agressor tenha 28 anos e seria um vizinho da vítima. A investigação está em andamento e a mulher não foi presa.

    Fonte IstoÉ

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  • 7º Concurso Miss Brasil Café tem inscrições abertas até a próxima semana

    7º Concurso Miss Brasil Café tem inscrições abertas até a próxima semana

    Evento acontecerá no final do mês de abril em Três Pontas.

    Três Pontas sediará a sétima edição do prestigiado Concurso Miss Brasil Café, que deverá ocorrer entre os dias 23 e 26 de abril. Jovens de 14 a 18 anos podem participar na categoria teen e mulheres adultas, com idades entre 18 a 28 anos.

    Segundo a organização do concurso, que cabe a Wofse Produções, concorrentes de qualquer parte do Brasil podem se inscrever. O concurso tem como principal objetivo a defesa da causa da mulher e do empoderamento feminino no agronegócio.

    O Concurso Miss Brasil Café acontece sempre às vésperas da tradicional Expocafé, principal feira da cafeicultura no país.

    As inscrições terminam no próximo dia 15 de janeiro. E a final do evento ocorrerá no dia 25 de abril.

    Outras informações sobre o concurso podem ser obtidas pelo telefone (35) 9 9149-2001 ou ainda na página oficial da Wofse Produções no link https://linhotp.wixsite.com/wofseproducoes.

    Fotos Arquivo Wofse Produções

     

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  • Miss Universo é da África: “’Que as meninas vejam seus rostos refletidos no meu.”

    Miss Universo é da África: “’Que as meninas vejam seus rostos refletidos no meu.”

    Zozibini Tunzi, de 26 anos, comemorou o título do Miss Universo 2019 com uma mensagem de exaltação a representatividade negra. Ela venceu 89 candidatas na noite de domingo, (8/12), no concurso de beleza realizado em Atlanta, nos Estados Unidos.

    “Eu cresci em um mundo onde mulheres como eu, com a minha pele e o meu cabelo, nunca foram consideradas bonitas. Já chegou a hora de parar com isso. Eu quero que as meninas olhem para mim e vejam seus rostos refletidos no meu”, respondeu Tunzi ao ser questionada sobre qual seria sua atuação como Miss Universo.

    Zozibini é formada em relações públicas e é a primeira vencedora negra desde 2011, ano em que Leila Lopes, Miss Angola, venceu a edição do concurso realizada no Brasil. A última vez que o país ganhou foi em 2017 com Demi Leigh Nel-Peters. “Que toda garotinha que testemunhou esse momento acredite para sempre no poder de seus sonhos”, comentou.

    Miss Universo

    O segundo lugar do concurso ficou com Madison Anderson, 24 anos, de Porto Rico. Em terceiro ficou a mexicana Sofía Aragón, 25 anos. A brasileira Julia Horta, 25 anos, esteve entre as 20 mais bonitas, mas não foi à rodada final.

    Felicitações

    Raissa Santana, a Miss Brasil 2016, fez questão de parabenizar a vencedora pelas redes sociais.

    “E foi assim que @zozitunzi ganhou o miss Universo! Uma mulher forte, inteligente, linda e com um discurso tão verdadeiro!

    Estou em êxtase!”, escreveu Raissa, que foi a primeira negra a vencer a competição após 30 anos da vitória da gaúcha Deise Nunes.

    Fonte Correio Braziliense / Só Notícia Boa

     

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  • ESPECIAL: Mitos e verdades sobre a gravidez

    ESPECIAL: Mitos e verdades sobre a gravidez

    O ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, autor do livro “Gestação – Mitos e Verdades sob o olhar do obstetra”, desvenda as principais dúvidas sobre a gestação:

    Mulheres que tomam anticoncepcional há muito tempo não engravidam logo em seguida à suspensão do uso?

    MITO: A quantidade de tempo que a mulher tomou anticoncepcional não influi em sua fertilidade. Ela pode engravidar logo após a suspensão do uso. O que ocorre é que algumas mulheres que usaram anticoncepcional por muito tempo, às vezes, ficam com os hormônios da pílula impregnados nas células de gordura. Nesses casos, mesmo com a interrupção do uso, os efeitos do contraceptivo continuam no organismo por algum tempo. Por isso, os médicos consideram normal o período de até um ano de tentativas de engravidar após a suspensão do anticoncepcional.

    Mulheres atletas ou que se exercitam demais podem ter maior dificuldade de engravidar?

    VERDADE: Exercícios extenuantes e muito intensos como corridas de longa distância, maratonas, entre outros, podem resultar no que se chama de “amenorreia secundária” ou ausência dos períodos menstruais. Isso ocorre quando a gordura do corpo cai a níveis inferiores aos necessários para que haja ovulação. Há mulheres que, mesmo com uma rotina de exercícios intensos, continuam a menstruar regularmente. No entanto, mulheres que queiram engravidar devem reduzir suas atividades físicas em níveis mais moderados, justamente para não haver prejuízo na ovulação

    A endometriose impede a gravidez?

    MITO: Não impede, mas pode dificultar. Cerca de 50% das mulheres que têm endometriose apresentam infertilidade. É fundamental entender a diferença entre infertilidade e esterilidade: uma mulher estéril não pode engravidar; uma mulher infértil tem dificuldades para engravidar.

    Se a mulher tem um ciclo menstrual irregular, pode ter dificuldade para engravidar?

    VERDADE: As dificuldades ovulatórias são responsáveis por cerca de 25% de todos os casos de infertilidade feminina. Se o ciclo da mulher é irregular, ela não sabe quando está ovulando, portanto não tem como indicar qual é seu período fértil para programar as relações sexuais e, assim, facilitar a concepção. O melhor a fazer é procurar o ginecologista para que o profissional investigue as causas dessa irregularidade no ciclo menstrual e possa corrigi-las. A partir do momento em que o ciclo volta a ser regular, podemos ter uma noção mais precisa.

    Se as relações sexuais ocorrem todos os dias, as chances de a mulher engravidar são maiores?

    MITO: A quantidade de espermatozoides diminui com a frequência das ejaculações. Normalmente, aconselha-se que, na semana que precede a ovulação, o casal que deseja engravidar tenha relações sexuais dia sim, dia não, desde que o “dia sim” caia na metade do ciclo menstrual da mulher. Dessa maneira, os espermatozoides têm mais tempo para serem repostos e as ejaculações terão maior número deles, o que facilita muito a fecundação. Portanto, para que haja concepção, não adianta o homem ter cinco, seis relações sexuais num único dia, já que na quinta ou sexta relação quase não haverá mais espermatozoides no conteúdo ejaculado.

    Dr. Domingos Mantelliginecologista e obstetra – autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e residência médica na área de Ginecologia e Obstetrícia pela mesma instituição. Dr. Domingos Mantelli tem pós-graduação em Ultrassonografia Ginecológica e Obstétrica, e em Medicina Legal e Perícias Médicas.

    Site: http://domingosmantelli.com.br 

    Redes Sociais:

    Instagram: @domingosmantelli

    https://www.instagram.com/domingosmantelli/

    Equipe Agência Contato Comunicação

    Mariana Durante

    [email protected]

     

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  • Senado aprova PEC que torna feminicídio e estupro crimes imprescritíveis

    Senado aprova PEC que torna feminicídio e estupro crimes imprescritíveis

    Com a imprescritibilidade, o criminoso poderá ser punido mesmo muitos anos após o crime. Proposta ainda precisa ser votada em dois turnos na Câmara

    Senado aprovou nesta quarta-feira (6) uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para tornar imprescritíveis os crimes de feminicídio e estupro. A matéria segue, então, para análise da Câmara dos Deputados.

    tipificação do crime de feminicídio está prevista na Constituição desde 2015. É o homicídio “contra a mulher por razões da condição de sexo feminino”.

    Como havia acordo para a votação da matéria, as votações do primeiro e do segundo turno foram feitas na mesma sessão, uma após a outra. O texto foi aprovado por unanimidade nos dois turnos. No primeiro por 58 votos e no segundo por 60 votos favoráveis.

    Na prática, com a imprescritibilidade, o criminoso poderá ser punido mesmo muitos anos após o crime. Atualmente, a Constituição coloca os crimes de racismo e a ação de grupos armados, civis ou militares contra a ordem constitucional e o Estado Democrático como imprescritíveis.

    Por se tratar de emenda constitucional, o texto também precisa ser aprovado em dois turnos por 308 deputados, isto é, três quintos da Câmara.

    Inicialmente, o texto tratava apenas da vedação de prescrição para casos de feminicídio. A inclusão do crime de estupro também como imprescritível foi sugestão da presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Simone Tebet (PMDB-MS).

    Durante a votação no colegiado, na semana passada, a senadora lembrou que, em 2017, o Senado já aprovou PEC sobre o assunto e o tema já está na Câmara dos Deputados.

    Segundo Tebet, a sugestão seria apenas uma forma de não prejudicar o texto, caso a proposta que trata do estupro seja votada antes pelos deputados.

    O relator da matéria, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), citou em seu parecer um levantamento feito pelo Núcleo de Estudos da Violência da USP e da Pesquisa Violência Doméstica contra a Mulher, realizada pelo DataSenado, que indica que os casos de feminicídio cresceram em um ano.

    “Portanto, precisamos comunicar aos agressores que a violência contra as mulheres não é admissível e será severamente punida pela ação estatal. Tornar o feminicídio imprescritível é um dos caminhos possíveis para a dissuasão que pretendemos”, justificou.

    Ao fazer um apelo para que os senadores comparecessem ao plenário e votassem pelo texto, a senadora Rose de Freitas (PODE-ES), autora do projeto, disse que essa é uma “luta do país”.

    “Não é a luta de um dia, é a luta de um país. Não é o esforço do presidente Davi [Alcolumbre], é o clamor das mulheres desse país”, disse.

    Fonte G1

     

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  • Setembro Amarelo: depressão pós-parto pode levar ao suicídio

    Setembro Amarelo: depressão pós-parto pode levar ao suicídio

    Tristeza, angústia, ansiedade, excesso de preocupação com o bebê. Todos esses sintomas estão relacionados com a depressão pós-parto que, segundo um estudo feito pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), atinge 26% das brasileiras.

    Segundo a estimativa da ONU (Organização das Nações Unidas), esse número é considerado alto, frente a outros países de baixa renda. Um outro estudo, publicado no Journal of Affective Disorders, confirmou esses dados preocupantes. No Brasil, em cada quatro mulheres, mais de uma apresenta depressão entre o sexto e oitavo mês após o nascimento do bebê.

    Quando a doença é diagnosticada, é fundamental que a mulher procure o mais rápido possível psicólogos ou psiquiatras para direcionar o melhor tratamento. Mas como perceber o problema?

    De acordo com especialistas, a condição pode se manifestar logo após o nascimento do bebê ou em até 12 a 18 meses depois. Entre os fatores que podem desencadear o problema estão quadros pré-existentes de depressão ou outra doença psiquiátrica, perda recente de familiares ou pessoas queridas, perdas gestacionais anteriores, assim com situações inerentes ao puerpério, que incluem privação de sono ou qualquer evento estressante.

    Os principais sintomas e sinais são:

    Tristeza;

    Angústia;

    Ansiedade;

    Excesso de preocupação com o bebê;

    Medo fora do normal de que algo aconteça com a criança;

    Inquietação;

    Desespero;

    Incapacidade de cuidar da criança, de si mesma e de realizar atividades do dia a dia.

    A mulher que sofre de depressão pós-parto também pode ter falta de apetite, insônia, dificuldade de conexão afetiva com a criança, o que provoca culpa, e pensamentos de morte e intrusivos, onde a mãe subitamente se imagina fazendo algo ao filho e isso a apavora pelo medo de vir a colocar em prática.

    Além de causar grande sofrimento à mulher, esse quadro impacta na vida de toda a família e pode causar danos irreversíveis no desenvolvimento emocional e cognitivo da criança. Por isso, é muito importante procurar ajuda precocemente.

    Vale lembrar que o problema também pode atingir o homem, e procurar ajuda de especialistas e pessoas próximas é fundamental para que o problema não leve ao suicídio, pauta da campanha do Setembro Amarelo.

    Fonte Viva Bem (apud UOL)

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  • COCATREL REALIZA II ENCONTRO DAS MULHERES DO CAFÉ

    COCATREL REALIZA II ENCONTRO DAS MULHERES DO CAFÉ

    Foi realizado no dia 15 de março, em Três Pontas – MG, o II Encontro das Mulheres do Café, organizado pela Cocatrel – Cooperativa dos cafeicultores da zona de Três Pontas. Cerca de 120 mulheres compareceram ao evento, que aconteceu no auditório da cooperativa e destacou, sobretudo, o papel da mulher no cenário da cafeicultura, desde a produção e gestão até o consumo final.

    Em uma breve apresentação, a jornalista da Cocatrel, Ana Luisa Leite, falou sobre a cooperativa e também sobre o grupo Cafeína, formado por suas cooperadas, que atualmente somam 21% do quadro social da cooperativa, com o objetivo da troca de informações, conhecimento, capacitação e maior aproximação da gestão da Cocatrel.

    Além disso, o diretor técnico industrial da Cocatrel, Francisco de Paula Vitor Miranda, entregou o prêmio de “Cafeicultora Inspiração do ano” à cooperada Giovana Benassi, que com uma história de muitos desafios, motivou todas as mulheres presentes no encontro.

    A primeira palestra foi proferida por Aline Teixera, cooperada da Cocatrel que reside há anos na Austrália e que, que no clima de um bate-papo bem descontraído e motivador, falou sobre a importância de uma boa gestão, gerenciamento da produção e sucessão na cafeicultura.

    A segunda palestra foi ministrada pela Diretora Presidente da AMECAFÉ Mantiqueira, Iraci de Fátima Carvalho, que trouxe consigo mais de 40 mulheres da AMECAFÉ para assistirem ao ciclo de palestras. Iraci, que é produtora e formada em Geografia, falou sobre o tema: Mulheres e Negócios.

    Na sequência, Paula Magalhães da Fazenda Recanto, formada em Comércio Exterior, Q-grader e parte da 5ª geração da família, na fazenda, deu seu relato sobre sua experiência e os resultados que obteve por lá.

    Apresentando um case de sucesso da Fazenda Recanto, em relação à pós colheita, Paula mostrou que é extremamente importante para a cafeicultura, a troca de experiências e as boas práticas entre os produtores.

    Dando continuidade, a palestra ficou a cargo de Cintia Matos, presidente da Aliança Internacional das Mulheres do Café (IWCA), que trouxe para o ciclo de palestras ainda mais informação, falando sobre as ações da IWCA e motivando ainda mais as mulheres com a palestra: Mulher em Ação e Reação. Ela também apresentou as líderes da IWCA no SUL de Minas.

    A professora, jornalista e socióloga Isabelle Anchieta e a produtora rural Mariselma Sabbag serão as responsáveis por unir as mulheres da região (produtoras rurais, trabalhadoras rurais, qgraders, baristas, donas de cafeterias, dentre outras ligadas ao café, com o objetivo de fortalecer o contato entre elas, trocar experiências, oferecer capacitações e oportunidades de negócio.

    Para concluir o evento, Mariana Proença, especialista em café, diretora de redação da Revista Expresso e curadora da semana internacional do café, falou sobre o tema: “a trajetória das mulheres no café – como podemos fazer a diferença”, Mariana Proença contou um pouco da sua experiência com o grão e falou sobre as últimas tendências de consumo.

    O resultado desse segundo encontro superou as expectativas dos participantes e garantiu espaço para debates e boas colocações envolvendo as mulheres na cadeia do café, deixando um gostinho de quero mais. O próximo evento do grupo Cafeína Cocatrel deverá acontecer em maio, em Três Pontas, durante a maior feira do agronegócio café, a Expocafé.

    *Cocatrel

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  • TRESPONTANA Gabriela Vilela é eleita Miss Brasil Café 2019 representando Pouso Alegre

    TRESPONTANA Gabriela Vilela é eleita Miss Brasil Café 2019 representando Pouso Alegre

    A estudante de Arquitetura e Urbanismo Gabriela Vilela foi eleita Miss Brasil Café 2019 neste sábado (16), em Três Pontas. Gabriela foi eleita entre 10 candidatas que desfilaram ao longo dos últimos quatro dias em um clube da cidade.

    Este foi o primeiro ano do concurso como Miss Brasil Café. Até 2018, a escolhida era nomeada como Rainha Expocafé, que representava a coroa durante os dias da feira de café no Sul de Minas.

    Além dela, Camila Roberta, de Extrema (MG), levou o título de Miss Teen Terra Minas Gerais e representará o estado no Miss Teen Terra Brasil. O evento deve acontecer em Curitiba (PR) no segundo semestre de 2019.

    O vice Miss Brasil Café 2019 ficou com a candidata Gislaine Silva, de Alto Rio Doce, e o título de Girl Coffee International com Thalyta Alves, de Sete Lagoas. Tânia Rodrigues foi eleita Miss Teen.

    Gabriela é trespontana, participou de diversos concursos representando sua terra natal. Ana Elisa Brito foi a representante de Três Pontas, tendo se classificado entre as 10 mais belas.

    Ela foi maquiada pela profissional Alexia Sacho Make Up.

    *G1

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