Categoria: Opinião

  • CURTO & GROSSO: A Perigosa Inversão de Valores mata mais que tiro ou facada!

    CURTO & GROSSO: A Perigosa Inversão de Valores mata mais que tiro ou facada!

    Nesses meus 34 anos de carreira, pude trabalhar em vários veículos de comunicação, em várias cidades, dentre elas uma cidade que gosto muito: Varginha. Lá, trabalhei em diversos veículos impressos e foi uma época muito bacana. Mas, separando o joio do trigo, novamente preciso explicitar a minha revolta, a minha indignação, o meu profundo lamento, a minha repulsa e os meus porquês diante de tanta desassociação da realidade em diversas matérias jornalísticas de muitos veículos daquela cidade.

    Não, não é de hoje que eu falo isso. Há tempos que eu tenho notado o engessamento da imprensa de Varginha, a distorção dos fatos, a preguiça de uma boa apuração, a falta de lisura, de transparência e a busca pela defesa da Justiça.

    Querem um exemplo? Caso Davi Miranda Totti. Imprensa calada, publicou apenas o arroz com feijão, não cobrou, não exerceu o papel de ser a extensão dos olhos e da voz da sociedade.

    E o caso da mulher que contratou uma moto uber, foi encontrada com muitos ferimentos e acabou perdendo a vida? Cadê as cobranças? Cadê a neutralidade? Cadê a coragem? Vão sair do distanciamento das salas e dos estúdios, do ar condicionado, vão tirar o paletó e vão arregaçar as mangas quando?

    A população de Varginha já não confia como antes na imprensa de lá. Passou da hora de reverem isso.

    Podem torcer o nariz, podem fazer campanha, podem me colocar na geladeira. Não tô nem aí para o que eles pensam. Mas o trabalho jornalístico que eles fazem me envergonha! Mas não são todos!

    Agora, um caso em que imagens mostram dois indivíduos numa moto, de madrugada, entrando no estabelecimento sem qualquer revista, com a placa da moto tampada, e com um objeto numa das mãos que teria colocado muita gente em pânico e em perigo.

    Aí, um homem da lei (para os ignorantes, é preciso dizer que policial é policial 24 horas por dia e tem o direito de estar armado 24 horas por dia) defende a sociedade evitando que inocentes possam ser atingidos, alvejados, por aquele tal objeto, ou pelo que poderia sair dele, e aí a distorção de valores coloca o policial como errado e o indivíduo como vítima da sociedade.

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    Tenho muito respeito pela família de todos os envolvidos nesses tipos de caso. Mas quem parece não respeitar a dor da família é o próprio ente… Deveria ter pensado antes, né?

    Pior do que algumas pessoas publicarem isso nas redes sociais, é ver a imprensa escrota, tendenciosa, manipulada, parcial, escrever um título para a reportagem desta forma: “jovem de 22 anos morre após ser baleado por policial de folga em Varginha”.

    Quem escreveu esse título deu a entender para os seus leitores que o policial praticou um homicídio de forma fria, sem motivação, sem revelar a tônica da situação. É como dizer que a banana estava comendo o macaco.

    Vai ver, essa imprensa deve ser composta somente por estagiários no primeiro dia de trabalho. Tenham a santa paciência!

    Vai ver, o barbeiro que estava na garupa da moto (que poderia sim ter sido uma pessoa boa durante toda a vida praticamente, e que apenas se desviou do caminho, como muitas pessoas comentaram), estava carregando numa das mãos uma máquina de cortar cabelo. Sim! Do jeito que a imprensa de Varginha relata os fatos, vai ver, ele deixou a família em casa e foi às 5 horas da manhã fazer um trabalho social naquele local para cortar muitos cabelos de graça… Aí um sujeito despreparado resolveu esvaziar a sua raiva num cidadão que não se portava de forma ameaçadora contra inocentes…

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    Ah me poupe!

    O que está acontecendo aí imprensa de Varginha?

    Tantos bons profissionais aí e o que muitos de vocês têm entregue na imprensa me envergonham. Me causam perplexidade.

    Sei que infelizmente a lei impede que nós, profissionais do Jornalismo, usemos determinados termos contra os coitadinhos foras da lei, mesmo em flagrante. Mas é preciso deixar a conivência, os interesses pessoais, o comodismo, talvez até não colocarem na primeira prateleira o poder do dinheiro e das influências.

    Lamento profundamente!

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    Roger Campos

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  • R$ 2,7 MILHÕES: O QUE ESSE DINHEIRO PODERIA TRANSFORMAR EM UMA CIDADE COMO TRÊS PONTAS?

    R$ 2,7 MILHÕES: O QUE ESSE DINHEIRO PODERIA TRANSFORMAR EM UMA CIDADE COMO TRÊS PONTAS?

    Conexão Três Pontas apura quantas melhorias, realizações e obras poderiam ser feitas com esse valor milionário, supostamente desviado dos cofres da Prefeitura.

    Quando se fala em quase R$ 3 milhões, muita gente tem dificuldade de imaginar a verdadeira dimensão desse valor. Para um município do porte de Três Pontas, essa quantia representa recursos capazes de financiar obras, ampliar serviços públicos e melhorar diretamente a qualidade de vida da população. Caso esse dinheiro estivesse disponível para investimentos públicos, seria possível realizar dezenas de ações nas áreas da saúde, educação, infraestrutura, assistência social e proteção animal, entre outras.

    Saúde

    Construção de uma Unidade Básica de Saúde (UBS)

    Projetos recentes do Ministério da Saúde mostram que uma UBS Porte I custa, em média, entre R$ 2 milhões e R$ 2,5 milhões. Com R$ 2,7 milhões, ainda sobrariam recursos para equipar a unidade com consultórios, mobiliário e equipamentos médicos.

    Cirurgias de catarata

    Segundo contratos do SUS e tabelas estaduais, uma cirurgia de catarata custa, em média, entre R$ 2.500 e R$ 4.000.

    Com quase R$ 3 milhões seria possível realizar entre 700 e 1.200 cirurgias, devolvendo a visão para centenas de idosos que aguardam em filas.

    Cirurgias ortopédicas

    Dependendo do procedimento, cirurgias ortopédicas custam entre R$ 8 mil e R$ 20 mil na rede pública contratualizada.

    R$ 2,7 milhões poderiam financiar aproximadamente entre 120 e 320 cirurgias ortopédicas, reduzindo filas de pacientes com dores crônicas e limitações de mobilidade.

    Ambulâncias e equipamentos

    Esse valor também permitiria adquirir:

    • diversas ambulâncias de suporte básico;
    • aparelhos de ultrassom;
    • eletrocardiógrafos;
    • consultórios odontológicos completos;
    • monitores multiparamétricos;
    • respiradores e outros equipamentos hospitalares.

    Educação

    Construção de uma creche

    Projetos do FNDE mostram que uma creche municipal custa entre R$ 2 milhões e R$ 3,5 milhões, dependendo da capacidade.

    Com R$ 2,7 milhões seria possível praticamente construir uma creche completa, beneficiando centenas de crianças.

    Também seria possível:

    • reformar diversas escolas;
    • climatizar salas de aula;
    • renovar mobiliário escolar;
    • construir quadras cobertas.

    Infraestrutura

    Com base em obras executadas por municípios brasileiros:

    R$ 2,7 milhões poderiam pavimentar entre 3 e 6 quilômetros de ruas, incluindo drenagem, meio-fio, calçadas e sinalização.

    Também seria possível:

    • revitalizar praças;
    • construir ciclovias;
    • instalar milhares de luminárias de LED;
    • modernizar espaços públicos.

    Habitação Popular

    Programas habitacionais mostram que uma casa popular possui custo médio entre R$ 140 mil e R$ 180 mil, dependendo do projeto.

    Quase R$ 3 milhões poderiam construir aproximadamente entre 16 e 20 casas populares, oferecendo moradia digna para famílias em situação de vulnerabilidade.

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    Proteção Animal

    Projetos municipais de proteção animal mostram que um Centro de Acolhimento para cães e gatos, equipado com:

    • centro cirúrgico;
    • consultórios veterinários;
    • canis;
    • gatil;
    • área de recuperação;
    • espaço de adoção,

    custa aproximadamente entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões.

    Com R$ 2,7 milhões seria possível construir um abrigo moderno e ainda manter seu funcionamento por meses, financiando castrações, vacinação, microchipagem, alimentação e campanhas permanentes de adoção.

    Em muitas cidades brasileiras, um investimento dessa magnitude praticamente resolveria grande parte do problema dos animais abandonados.

    Assistência Social

    Uma Casa de Passagem destinada ao acolhimento temporário de pessoas em situação de rua pode custar entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões, dependendo da estrutura.

    Com quase R$ 3 milhões seria possível implantar uma unidade completa contendo:

    • dormitórios;
    • refeitório;
    • lavanderia;
    • atendimento psicológico;
    • assistência social;
    • qualificação profissional.

    Além da construção, ainda haveria recursos para ajudar no custeio inicial da operação.

    Lazer e qualidade de vida

    O investimento também permitiria:

    • construção de parques;
    • academias ao ar livre;
    • revitalização de áreas verdes;
    • centros esportivos;
    • espaços de convivência para idosos e crianças.

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    O verdadeiro peso de R$ 2,7 milhões

    Embora esse valor represente apenas parte do orçamento anual de um município, trata-se de uma quantia suficiente para deixar um legado permanente para milhares de pessoas.

    São recursos que poderiam reduzir filas de cirurgias, construir moradias, criar vagas em creches, salvar animais abandonados, acolher pessoas em situação de rua, pavimentar bairros inteiros ou modernizar a rede pública de saúde.

    No caso investigado em Três Pontas, a Polícia Civil informou que o montante sob investigação ultrapassa R$ 2,7 milhões desde 2020. A responsabilidade criminal dos envolvidos será definida exclusivamente pela Justiça, ao término das investigações e do devido processo legal.

    Independentemente do resultado do processo, essa comparação ajuda a dimensionar o impacto que milhões de reais representam para uma cidade do porte de Três Pontas.

    Fica uma reflexão inevitável: quantas vidas poderiam ter sido transformadas? Quantas cirurgias poderiam ter sido realizadas? Quantas famílias poderiam ter recebido uma casa? Quantos animais abandonados poderiam ter sido acolhidos? Quantas crianças poderiam estar hoje em uma nova creche?

    Além de descobrir, responsabilizar e condenar os envolvidos (caso o crime se confirme), é inevitável que essa fortuna volte para os cofres públicos. Punir apenas o infrator não resolve. Se o dinheiro público saiu do caixa de forma criminosa, sórdida e sorrateira, ele precisa voltar! O povo, pagador de impostos, espera por isso! E a moralidade na política, na coisa pública, também!

    *Pesquisa/Apuração/Reportagem – Jornalista Roger Campos

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  • Artigo de Opinião: DEFINITIVAMENTE, A POLÍTICA EM TRÊS PONTAS NÃO É PARA OS FRACOS

    Artigo de Opinião: DEFINITIVAMENTE, A POLÍTICA EM TRÊS PONTAS NÃO É PARA OS FRACOS

    Três Pontas é uma cidade com características muito próprias — comportamentos peculiares, movimentos políticos que nem sempre seguem uma lógica linear e, principalmente, uma dinâmica que desafia qualquer análise superficial. Aqui, muitas vezes, a pergunta mais básica continua sem resposta: quem, de fato, é quem nesse jogo?

    Porque, em determinados momentos, a sensação é exatamente essa: depois da meia-noite, o príncipe vira sapo… e a carruagem, inevitavelmente, vira abóbora.

    Este não é apenas mais um artigo de opinião. É um convite — ou melhor, um alerta — para que observemos com mais atenção o que está acontecendo nos bastidores da política local. Porque há sinais. E eles não são poucos.

    O cenário atual é, no mínimo, intrigante. E talvez até preocupante.

    O tabuleiro está montado, mas as peças parecem estar se movendo de forma atípica. Ou pior: estão trocando de posição sem aviso prévio. E aí surge uma dúvida inevitável — isso é reorganização… ou subversão?

    Hoje, já não é simples identificar quem é rei, quem é torre, quem é bispo. E mais: não se sabe sequer se o jogo está sendo jogado de forma transparente — ou se o xeque-mate já está sendo preparado nos bastidores.

    Vamos aos fatos:

    Uma das mudanças mais visíveis — e que não passa despercebida para quem acompanha de perto as reuniões da Câmara — está na postura de um dos nomes historicamente mais alinhados ao atual grupo político: o vereador Antônio Carlos de Lima, o Tonho do Lazo.

    Sempre foi um defensor declarado da base. Sempre esteve entre os mais fiéis. E continua, formalmente, dentro desse grupo.

    Mas há algo diferente.

    E não é impressão isolada.

    Nas últimas semanas, seu discurso mudou. E mudou de forma clara. O tom, antes predominantemente de defesa, passou a incorporar críticas frequentes, questionamentos diretos e, em alguns momentos, até desconforto com decisões da própria gestão que ele integra.

    Ele está errado em criticar? Não. Muito pelo contrário. Fiscalizar é função básica de qualquer vereador.

    Mas aqui entra o ponto que merece atenção — e investigação política mais profunda:

    _ Desde quando a base começa a falar como oposição?
    _ E por quê?

    A reunião mais recente da Câmara trouxe um elemento ainda mais sensível. Ao afirmar que está atuando em conjunto com outro vereador em uma investigação, Tonho acende um sinal amarelo — ou vermelho.

    Porque não se trata de qualquer vereador.

    Trata-se, justamente, de um dos principais nomes da oposição ao governo atual.

    E isso não é um detalhe menor.

    _ Não é comum.
    _ Não é trivial.
    _ E definitivamente não é irrelevante.

    Aliança pontual? Estratégia? Ruptura silenciosa? Ou apenas coincidência?

    As respostas ainda não estão claras. Mas as perguntas estão cada vez mais evidentes.

    E Tonho não está sozinho.

    Se voltarmos um pouco no tempo recente, veremos que o primeiro sinal público de desgaste dentro desse grupo político veio de alguém que muitos consideram peça-chave da engrenagem: o professor João Victor Mendes.

    Para muitos — inclusive para este jornalista — João Victor não é apenas um nome. É estratégia, articulação e, em muitos momentos, direcionamento político.

    E foi ele quem, de forma aberta, começou a expor insatisfações com a condução da atual gestão.

    Não nos bastidores.

    Mas publicamente.

    E isso muda tudo.

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    Sua recente manifestação não foi pontual. Hoje foi totalmente estruturada. Listou falhas, sugeriu soluções, apresentou caminhos. E, sobretudo, deixou implícito algo que não pode ser ignorado:

    _ Há ideias sendo ignoradas.
    _ Há propostas sendo descartadas.
    _ Há um distanciamento entre quem pensa e quem executa.

    E quando esse tipo de ruptura acontece dentro de um grupo político, historicamente, o resultado raramente é simples.

    Na sequência, outro nome de peso reforça esse cenário: o empresário e provedor da Santa Casa, Michel Renan Simão Castro.

    Sua fala é ainda mais direta.

    E mais dura.

    Ele aponta, sem rodeios:

    • falta de planejamento
    • decisões atropeladas
    • desperdício
    • ausência de liderança inspiradora

    E aqui está talvez o ponto mais sensível de todo esse cenário:

    _ A crítica deixa de ser pontual e passa a ser estrutural.

    Quando aliados começam a questionar liderança, direção e capacidade de gestão, o problema deixa de ser episódico.

    Passa a ser sistêmico.

    E isso exige resposta.

    Mas… há resposta?

    Ou há silêncio?

    Ou pior: há negação?

    Diante disso tudo, surge uma pergunta que ecoa nos bastidores — ainda que muitos evitem verbalizá-la abertamente:

    _ O governo está sob pressão interna?

    E mais:

    _ Há risco real de ruptura política?

    Quando se fala, ainda que em tom de especulação, sobre uma possível saída do prefeito Luisinho, não se pode tratar o tema apenas como boato.

    Porque, na política, rumores recorrentes raramente surgem do nada.

    E aqui cabe o registro: questionado diretamente por mim, o Prefeito foi categórico:

    “Deus me colocou lá e somente Deus tem o poder de me tirar.”

    Resposta firme. Direta. Mas que, ao mesmo tempo, não encerra o debate.

    Porque a política não se move apenas por convicções pessoais.

    Ela se move por forças, pressões, alianças e interesses.

    E esses elementos estão, claramente, em movimento.

    Luisinho carrega um histórico importante. Como vice-prefeito, participou de uma gestão amplamente reconhecida — para muitos, a melhor da história recente da cidade.

    Mas agora, como prefeito, o cenário é outro.

    E a pergunta inevitável surge:

    _ O peso da melhor gestão do passado virou cobrança no presente?
    _ A expectativa virou pressão?
    _ Marcelo Chaves, ex-prefeito, de inspiração virou um fantasma que tem aterrorizado por conta das comparações?
    _ Ou existe algo mais acontecendo que ainda não veio à tona?

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    Três Pontas não é, nunca foi e provavelmente nunca será um ambiente político simples.

    Aqui já vimos de tudo:

    _ Poder concentrado e poder fragmentado,
    _ Lideranças fortes e lideranças questionadas,
    _ Gestões admiradas e gestões contestadas,
    _ Ditadores e políticos do diálogo,
    _ Perseguidores e perseguidos.

    E agora, mais uma vez, estamos diante de um momento de transição — ou talvez de tensão.

    E não podemos nos esquecer da figura do atual vice-prefeito. Maycon Douglas Vitor Machado. Esse é o nome mais forte, tido como o ‘futuro da política em Três Pontas’, ao lado de Myller Bueno de Andrade, atual presidente da Câmara. Notável como ex-vereador e ex-presidente da Câmara, querido por grande parte da população,  respeitado por diversas correntes políticas, inevitavelmente Maycon chegará à cadeira máxima do Executivo. E por merecimento! Resta saber se nas próximas eleições ou se ainda nesta atual gestão.

    Mas Luisinho ainda está lá e está por mérito, por uma votação histórica, sendo ele um homem do povo, um trabalhador humilde e de bom caráter. Um cara do bem! E muito forte politicamente. A urna corrobora com esta minha afirmação!

    O que vem pela frente ainda é incerto.

    Mas uma coisa é clara:

    _ O jogo mudou.
    _ As peças estão se mexendo.
    _ E nem todos os movimentos estão sendo feitos à luz do dia.

    Resta saber até onde isso vai.

    E quem vai resistir.

    Porque, no fim das contas, uma verdade permanece:

    Três Pontas não é para os fracos.
    E a política, muito menos.

    E nessa história — como em toda boa trama política — o mais importante ainda está por vir.

    Quem viver… verá…

    Jornalista Roger Campos
    MTB 09816-JP

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