Um homem foi baleado na rua Italo Tomagnini, no centro de Três Pontas, na manhã desta quinta-feira (19). A vítima, ainda não identificada oficialmente, não resistiu ao ferimento e morreu no local.
A Polícia Militar foi acionada para realizar as primeiras investigações. Uma ambulância do SAMU esteve no local e recolheu o corpo.
No momento peritos da Polícia Civil estão no local. Há ainda muita informação desencontrada.
Até o momento não há uma confirmação da autoria do crime e nem de sua motivação. O Conexão Três Pontas está apurando o fato junto as autoridades e trará mais informações a qualquer instante.
Um casal de idosos foi vítima de um furto em Três Pontas, de acordo com a Polícia Militar. O ladrão teria entrado na residência do casal e levado cerca de R$ 7.000,00 em dinheiro.
Assim que os idosos retornaram para casa perceberam que haviam sido vítimas de algum criminoso e acionaram a PM.
A própria Polícia Militar, enquanto fazia uma verredura no imóvel, se surpreendeu ao encontrar um aparelho celular (que não pertencia aos idosos) destravado e com uma página de um perfil do facebook aberta.
Com o esquecimento do aparelho por parte do ladrão “trapalhão foi fácil identificar o suspeito do furto que, mais tarde, acabou sendo preso pelos militares no bairro Santa Inês.
O levantamento Anuário de Segurança Pública mostra mudanças nos dados da violência no Brasil no contexto da pandemia de COVID-19: crimes contra o patrimônio diminuíram, mas os assassinatos voltaram a subir.
Uma mala e outras pequenas bolsas ficaram sobre a cama. Para a polícia, o quarto desarrumado era um indício de que Rosana* estava de saída. Mas não deu tempo. Seu marido invadiu a casa antes, quebrando o cadeado da porta. O boletim de ocorrência (BO), produzido pela Polícia Civil de Mato Grosso, narra que Rosana, de 46 anos, ainda tentou se trancar no quarto. Mas o marido, de espingarda, disparou contra a esposa, atingindo-a no lado esquerdo do peito. Ela ainda se sentou na cama, colocando a mão no local do tiro. Segundo vizinhos, em meio aos tiros, o suspeito ainda gritou: “É, Rosana, eu já te amei…”
Esse feminicídio ocorreu em agosto deste ano, durante a pandemia de COVID-19, em uma cidade do interior de Mato Grosso. O principal suspeito do crime, segundo a investigação, é o marido da vítima, que fugiu. Ironicamente, o assassinato aconteceu no mesmo mês em que a polícia, coletivos e conselhos de direitos humanos faziam campanha para diminuir a violência doméstica no contexto do isolamento social, no chamado Agosto Lilás.
No primeiro semestre deste ano, os feminicídios aumentaram 2% no país em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O relatório é produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública a partir de dados fornecidos por secretarias estaduais.
De janeiro a julho, 648 mulheres foram assassinadas no Brasil em episódios classificados como feminicídio — quando o crime é motivado por violência doméstica ou discriminação por gênero.
Para especialistas e profissionais que atuam no combate a esse tipo de crime, o isolamento social fez aumentar os delitos cometidos dentro de casa, como agressões, abusos e assassinatos. Isso teria ocorrido por causa de uma maior proximidade entre vítimas e agressores, além de uma maior dificuldade de realizar denúncias.
Mas outros tipos de crimes também foram influenciados pela pandemia, segundo o relatório. Alguns deles, como roubos, diminuíram consideravelmente. Já outros, como homicídios, voltaram a crescer depois de um período em queda.A BBC News Brasil listou alguns desses delitos. Confira abaixo.
1 – Feminicídio em alta, registros de violência doméstica em queda
Os dados de violência doméstica parecem contraditórios. Enquanto os feminicídios aumentaram 2% e as chamadas de emergência subiram 3,8%, os registros de agressões feitos em delegacias diminuíram 10% no primeiro semestre deste ano.
“É preciso tomar muito cuidado ao analisar esses dados, porque eles indicam claramente que houve um aumento da violência doméstica durante a pandemia, mas também um crescimento da subnotificação”, explica Silvia Chakian, promotora de Justiça na área de violência doméstica contra mulher do Ministério Público de São Paulo.
Segundo ela, a alta de assassinatos de mulheres e ligações de emergência à polícia indicam uma intensificação das agressões. “Normalmente, a vítima ou alguma testemunha liga para a polícia quando a situação fica violenta. No caso do feminicídio, é mais difícil haver subnotificação, embora em alguns lugares a polícia ainda tenha dificuldade para classificar esse crime”, diz.
Por outro lado, a queda dos boletins de ocorrência apontam uma dificuldade maior das vítimas em conseguir formalizar uma denúncia à polícia, segundo Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Antes da pandemia, as ocorrências só eram produzidas pessoalmente, na delegacia. Em alguns Estados, isso continua.
“Com as medidas de isolamento social, as mulheres em situação de violência ficaram confinadas com os agressores, sem possibilidade de sair de casa, e de circular para ir até uma delegacia. Além disso, a pandemia afetou também a polícia, com inúmeros casos de agentes afastados por doença, gerando uma alteração no atendimento das delegacias”, diz.
Para Silvia Chakian, medidas como boletins de ocorrência produzidos pela internet facilitam as denúncias. “Na pandemia, o Estado de São Paulo abriu a possibilidade de BO online, mas essa não é uma realidade no país inteiro. As pessoas não conseguem denunciar. É preciso fortalecer esses canais para facilitar que mulheres em situação de violência possam pedir ajuda”, diz.
2 – Homicídios voltaram a crescer
Nos últimos dois anos, o número de crimes contra a vida no Brasil estava em queda. As mortes violentas intencionais (MVI), por exemplo, tinham caído 17,7% no ano passado, em comparação com 2018 — no total, 47.773 pessoas foram assassinadas no país em 2019.
Mas agora o cenário se inverteu. Esse tipo de crime cresceu 7,1% nos primeiros seis meses de 2020, quando 25.712 pessoas foram vítimas de mortes violentas intencionais — uma morte a cada 10 minutos.
Em parte, o crescimento foi puxado pelo Ceará, que registrou 96,6% de alta em relação ao ano anterior. O Estado viveu, no início do ano, uma grave crise de segurança pública, quando policiais militares ficaram em greve por 13 dias.
Para Luiz Fábio Paiva, professor de Sociologia e pesquisador do Laboratório de Estudos da Violência da Universidade Federal do Ceará, a pandemia também teve uma influência na produção de homicídios.
“Em relação ao Ceará, a pandemia chegou num momento em que havia uma reorganização do crime e um reajuste da relação de forças entre as facções criminosas. A pandemia mudou a dinâmica econômica dos mercados ilegais. Os grupos armados tiveram que fazer ajustes em sua atuação, inclusive para sobreviver durante a pandemia, o que pode ter gerado tensões e incremento de conflitos”, explica.
Samira Bueno concorda que a alta de homicídios pode ter a ver com mudanças provocadas pela covid-19. “A pandemia mexeu com os negócios ilícitos, como o tráfico de drogas, que precisou se adaptar. É possível que o tráfico tenha tido mais dificuldade para se reabastecer, ou novas disputas tenham ocorrido. Algo pode estar acontecendo nesses mercados, e é provável que só saibamos o que ocorreu no futuro”, explica.
Por outro lado, as mortes em decorrência de operações policiais também cresceram — 6% nos primeiros seis meses do ano, com 3.181 vítimas. Os policiais também morreram mais neste período — foram 110 novas mortes, alta de 19,6%.
3 – Menos assaltos a casas e comércio
Já os crimes contra o patrimônio tiveram uma queda considerável no primeiro semestre deste ano.
Roubos a pedestres, por exemplo, diminuíram 34%, segundo o Anuário da Segurança Pública. Assaltos a carros caíram 22,5%, e roubos de cargas, 25,7%.
Já os assaltos a residências registraram uma queda de 16%, enquanto houve 18,8% menos roubos ao comércio.
“A diminuição dos crimes contra o patrimônio é uma clara influência da pandemia. Como o comércio estava fechado e havia menos pessoas circulando nas ruas durante a fase mais restrita da quarentena, os criminoso tiveram menos oportunidades para agir. O isolamento dificultou a ação de pessoas que atuam nessa área”, explica a pesquisadora Samira Bueno.
4 – Polícia rodoviária apreendeu mais drogas
Outra estatística possivelmente afetada pela pandemia de covid-19 foi a apreensão de drogas ilegais.
A Polícia Federal (PF), que fiscaliza aeroportos, fez menos apreensões de drogas, provavelmente por causa da diminuição do número de voos. Porém, o volume de maconha apreendido quase dobrou em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 217 toneladas. Em relação à cocaína, houve uma queda de 2,3%.
Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atua em estradas e rodovias, aumentou bastante suas apreensões. No primeiro semestre, o volume de cocaína apreendida pela PRF cresceu 56,7%, atingindo 14 toneladas. Já a quantidade maconha presa pelo órgão aumentou 128%, chegando a 316 toneladas.
Para Samira Bueno, um fluxo menor na quantidade de carros e caminhões nas estradas pode ter influenciado o incremento das apreensões.
“Com isolamento social e rodovias mais vazias, a PRF conseguiu ser mais efetiva na fiscalização. Uma hipótese que trabalhamos também é que, com menos voos, houve uma diminuição do tráfico por esse meio, e um aumento do transporte de drogas por vias terrestres”, afirma.
Para Marcelo Campos, professor da UFGD e do Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos, da Universidade Federal Fluminense, o aumento das apreensões não significa que o uso de drogas ilegais tenha caído.
“Esse aumento de apreensões ocorre há certo tempo, mas não há uma correlação de que apreender mais diminua o uso, como mostrou a guerra às drogas nos Estados Unidos. Um horizonte de mudança na política de drogas e no proibicionismo, como vem ocorrendo em vários locais dos Estados Unidos, é o que nos faz ter esperança (de diminuição da violência), e não o aumento de apreensões”, afirma.
Já perdi as contas de quantos acidentes aconteceram naquele trecho extremamente mal projetado no Trevo Padre Victor, uma das principais vias de acesso e de entrada para a nossa cidade. Eu mesmo já registrei jornalisticamente mais de 20 acidentes. Recentemente havia sido um caminhão carregado de cimento.
O que eu quero entender é por que até agora não foram tomadas as providências necessárias? E não é questão de apontar ou culpar prefeito A ou B ou outros órgãos. Até porque ali é jurisdição do Governo do Estado de Minas Gerais. E certamente o DER possa solucionar a questão.
Se eles enrolarem pra fazer, como de costume, penso que o Município poderia, através de seus deputados, cobrar uma ação junto ao Governador Romeu Zema. Não dá pra esperar mais. Uma vergonha para a nossa cidade, na “cozinha da nossa casa”.
Muitos passaram pelo cargo de prefeito e o problema não foi solucionado junto ao Estado. Será que agora vão resolver? Tomara que sim! O atual gestor municipal é um cara bem intencionado e espero que não faça vistas grossas. Que ele cobre junto aos órgãos competentes os reparos devidos no local. E se o Estado não quiser fazer, que o Município pegue uma autorização e faça ele mesmo!
Antes muitos cobravam: “vão esperar morrer alguém para que se faça algo?” E agora que uma mulher morreu? E de uma maneira absurda, ridícula e que poderia ser totalmente evitada? Certamente os familiares entrarão com pedido de indenização. Embora a indenização não traga a pessoa amada de volta.
O Acidente Fatal
Janice Maria Nogueira, de 56 anos (cheia de vida, residente em Boa Esperança) estava no banco de trás de um carro que seguia de Varginha para Boa Esperança no último domingo, quando o automóvel, ao fazer o contorno do Trevo Padre Victor, saiu da pista de rolamento e caiu numa vala.
É fato que muitos motoristas entram no trecho de forma imprudente e acelerando, ou já imprimindo alta velocidade. E foi o que ocorreu nesse caso. O motorista de 29 anos de idade fez, segundo a Polícia Rodoviária Estadual, teste do bafómetro que deu negativo.
Além do condutor estavam três mulheres no veículo. Duas sofreram ferimentos leves, mas Janice não resistiu e, depois de ser encaminhada ao Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas, pelo SAMU, acabou falecendo.
As ocorrências que ali se consumam são conduzidas pela PRE que, por se tratar de uma rodovia estadual, tem jurisdição sobre a via. O problema já deveria ter sido resolvido há tempos, antes de uma morte ser consumada.
Muitas pessoas se mostraram indignadas com o ocorrido, dentre elas um comerciante de gás da cidade. Ele lamentou a tragédia, disse que um grande manifesto deveria ocorrer ali e que, inclusive, colocaria seus caminhões para apoiar o protesto. “Aquilo ali é um absurdo, uma vergonha, e o que aconteceu agora é inadmissível. Uma armadilha para matar gente inocente, isso é triste demais e me revolta muito”, disse ele.
Será que agora, depois do leite derramado, ou pior, do sangue derramado, de uma morte confirmada, vão resolver o problema? Problema que parece ser de fácil solução, segundo alguns especialistas. Cadê o Governo de Minas?
Por que ninguém resolveu esse problema há 15, 10, 5 anos ou depois que aquele caminhão tombou nos últimos dias?
A terceira pista entre Três Pontas e Varginha virou uma arma eleitoreira e nunca se concretizou. Ninguém acredita mais. Será que o mesmo ocorrerá no Trevo Padre Victor?
Com a palavra aqueles que são responsáveis pela vida, ou melhor, pela “vala”…
Bombeiros foram acionados na tarde desta quarta-feira (27) para resgate de uma vítima que teria se afogado na região do Pontalete. De acordo com as primeiras informações um rapaz estava nadando num determinado ponto da represa de Furnas quando teria imergido.
Equipes dos bombeiros militares estiveram no local. Mergulhadores de Varginha fazem buscas. A identidade da pessoa não foi divulgada nem pelos bombeiros nem pela Polícia Militar.
Uma moradora da região relatou ao Conexão que a vítima era seu conhecido. “Realmente teve um afogamento. O moço deixou a moto no porto de Eloi Mendes, nadou até a ilha e quando estava quase chegando na ponte mais próxima ele afundou. Um amigo ainda tentou salvá-lo mas não deu. Os bombeiros estão do outro lado fazendo a busca”, relatou a mulher durante a operação desencadeada pelo Corpo de Bombeiros.
Em contato com o Corpo de Bombeiros, foi passado para nossa reportagem, pelo Segundo Sargento Macedo, que de fato dois amigos sairam para nadar na Represa de Furnas. “Eles tentaram atravessar de um determinado lado até outro. E chegando na margem, a cerca de 50 metros, um deles começou a se sentir mal, dizendo que estava muito cansado e que não iria conseguir nadar mais. O amigo tentou segurá-lo pelo braço e não conseguindo acabou indo até a margem e pegando um pedaço de pau no intuito de resgatá-lo. O amigo fez o que podia fazer, mas não evitou que o amigo afundasse e se afogasse, temendo também pela própria vida. Ele então saiu para buscar ajuda”, revelou o Sgt. Macedo.
Além dos homens dos Bombeiros por terra, uma aeronave ajudou nas buscas (5 militares ao todo). Foram utilizados diversos equipamentos de mergulho, como máscaras e roupões. Ainda conforme o chefe da operação de resgate o corpo de Renato Reis Oliveira, natural de Elói Mendes, 26 anos de idade, foi encontrado e resgatado. “Ele estava há apenas 7 metros de distância da margem e há cerca de 2 metros e meio de profundidade. Infelizmente mais uma vida perdida”, concluiu o bombeiro militar.
O serviço de perícia foi acionado e posteriormente o corpo foi liberado para a funerária.
Um grave acidente de trânsito foi registrado pela Polícia Militar de Três Pontas na noite da última segunda-feira (26) na região da Fazenda Pinheiros, zona rural da cidade. De acordo com as informações dos profissionais de resgate um veículo Voyage, com placas de Campos Gerais, acabou capotando e tirando a vida de seu condutor.
José Afonso Mesquita, de 58 anos de idade, estava sozinho no veículo e não utilizava o cinto de segurança. Com o capotamento seu corpo foi parcialmente arremessado para fora, sendo comprimido pelo automóvel.
Ainda segundo o resgate a vítima teria sofrido esmagamento do crânio e também do pescoço.
O SAMU e os Anjos da Vida Socorristas Voluntários estiveram no local. Profissionais da Polícia Civil realizaram o serviço de perícia.
Um médico de 53 anos que atua em Governador Valadares foi preso na quarta-feira (30) por ter cometido o crime de injúria racial contra um trabalhador de uma obra da prefeitura local. Ao ser interpelado pelo encarregado, o médico bradou: “saia daqui, seu preto!”
O médico passava pela calçada da Ilha dos Araújos, local onde pessoas fazem caminhadas, viu a obra e foi se informar sobre o andamento dos trabalhos.
Segundo relatos dos policiais militares que registraram a ocorrência, o médico interpelou de forma ríspida um grupo de trabalhadores, perguntando quando a obra seria concluída. Disse que sempre passava no trecho em obras e não entendia porque estava demorando tanto a conclusão da obra. Ainda acrescentou que nunca via os homens trabalhando.
Nesse ponto da conversa, um trabalhador tentou explicar ao médico o que estava sendo feito na obra. Os policiais relataram que o trabalhador afirmou que o médico se dirigiu a ele e disse: “saia daqui, seu preto, não entra na conversa, não!”
A Polícia Militar foi chamada ao local e o médico negou as acusações. Disse, segundo o relato dos policiais, que apenas perguntou quem estava pagando os salários deles. Mas como algumas testemunhas do ato de injúria racial se mantiveram firmes na acusação, os policiais levaram o médico para a Delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado pela delegada Lilian de Cales.
A delegada ouviu o médico e as testemunhas do ato injurioso e afirmou que não teve dúvidas em autuar o médico por injúria qualificada, conforme determina o parágrafo terceiro do art. 140 do Código Penal, que considera crime a injúria com utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência. A pena de reclusão varia de 1 a 3 anos e multa.
Seguindo os procedimentos legais, a delegada arbitrou uma fiança para o médico pagar e ter o direito de responder o processo em liberdade, mas ele se recusou a pagar. Com a recusa, a delegada Lilian determinou que o médico fosse levado para o presídio, onde ficará até o dia da audiência de custódia na justiça.
O CASO MAIS RECENTE FOI NA MANHÃ DESTA QUINTA-FEIRA (24) ENVOLVENDO UMA CARRETA CARREGADA COM CIMENTO.
Um novo acidente de trânsito foi registrado no fim da manhã desta quinta-feira (24) no Trevo Padre Victor, entrada para Três Pontas. Novamente um motorista de caminhão perdeu o controle de direção provocando um tombamento.
Nossa reportagem esteve no local e acompanhou os trabalhos, coordenados inicialmente pela Polícia Militar de Três Pontas – que isolou o trecho – até a chegada da Polícia Rodoviária Estadual. Felizmente os perdas foram apenas materiais. O único ocupante da carreta Scania sofreu ferimentos leves e não precisou de atendimento médico. Conforme nos relatou a PM de Três Pontas o motorista alegou que o veículo, que estava carregado com 640 sacos de cimento, totalizando 32 toneladas de carga, perdeu o freio e não conseguiu contornar o trajeto acentuado da curva e acabou tombando.
“A sorte foi que não havia passageiro na cabine da carreta, pois o lado do passageiro ficou bastante danificado e certamente colocaria a vida de quem estivesse ali em risco”, ressaltou a Polícia Militar.
Ainda conforme a PM tanto a carreta quanto o condutor estavam com as documentações em dia e o teste do bafômetro não acusou uso de bebida alcoólica por parte do motorista. O veículo saiu de Itaquara e seguia para Ribeirão Preto. O seguro da empresa foi acionado.
O trecho é perigoso, com uma curva muito acentuada (para alguns especialistas é mal projetada) e constantemente registra acidentes de veículos leves e, principalmente, pesados. Mesmo com a colocação de redutores de velocidade os acidentes, que diminuiram, é verdade, seguem ocorrendo. Para as autoridades de trânsito a maioria dos registros tem como culpados os motoristas que entram na curva excedendo o limite de velocidade.
Nesta sexta-feira (11) às 18hs, a Polícia Militar, após receber informação de que o autor de 24 anos estaria utilizando sua borracharia em Três Pontas para guardar armas de fogo que seriam vendidas ilegalmente, inclusive nesta data seria vendido um revólver, se deslocou até o local e procedeu a abordagem ao autor em via pública.
Ele confirmou que teria 01 revólver calibre .38 guardado numa caixa d’água dentro da borracharia, que acabou sendo localizado, com numeração suprimida e 05 munições intactas do mesmo calibre, que foram recolhidos. Ele negou que estivesse vendendo ou emprestando armas de fogo para que fossem utilizadas em outros crimes.
O autor, que já foi preso por posse irregular de arma de fogo em 2019, foi novamente preso e conduzido para a delegacia de plantão para demais procedimentos.
REPORTAGEM ESPECIAL: AUMENTO NO NÚMERO DE ACIDENTES PREOCUPA E CHAMA A ATENÇÃO DOS MORADORES; CONEXÃO FAZ LEVANTAMENTO.
Mais um acidente de trânsito foi registrado na cidade de Três Pontas nesta quarta-feira (09). De acordo com as informações apuradas pelo Conexão um caminhão da Prefeitura Municipal de Três Pontas teria avançado um cruzamento vindo a colidir com um veículo de passeio que acabou capotando. Nas últimas semanas houve um aumento de mais de 300% nos acidentes de trânsito no municípío, grande parte provocada por erros humanos.
O capotamento ocorreu no bairro Padre Vitor. Conforme a Polícia Militar, um caminhão da Prefeitura que descia pela Rua Pará, no início da tarde de hoje, não teria parado no cruzamento, vindo a atingir um automóvel Golf que trafegava pela Rua Espírito Santo, sentido trevo.
Foto Redes Sociais
Com a força da batida o veículo de passeio acabou capotando e ficando com as rodas para cima. A Polícia Militar registrou a ocorrência. Moradores disseram para nossa reportagem que o cruzamento em questão é perigoso e que frequentemente acontecem acidentes ali. Felizmente o condutor do Golf não se feriu.
Aumento dos Acidentes na Cidade
Nos últimos 30 dias houve um aumento considerável, em torno de 300% no número de acidentes, tanto dentro do perímetro urbano quanto nas proximidades das entradas da cidade, na MG 167, tanto em direção à Varginha quanto à Santana da Vargem. Inclusive com registro de morte.
Arquivo Conexão
Ainda conforme o levantamento feito por nossa reportagem nas últimas semanas foram registrados, em média, 4 acidentes a cada 7 dias, um número três vezes maior em comparação com o mesmo período do ano passado e também mais que o dobro do mês anterior. As causas são as mais variadas, porém a grande maioria apontam para a distração, a pressa, a imperícia, a imprudência e a negligência de muitos condutores. Veja os principais fatores que causam acidentes em Três Pontas:
_ Desrespeito às sinalizações de trânsito, tanto vertical (placa) quanto horizontal (inscrição no pavimento);
_ Uso de bebida alcoólica;
_ Uso de celular enquanto dirige;
_ Excesso de velocidade;
_ Não guardar distância de segurança;
_ Defeito mecânico;
_ Falta de habilitação (CNH);
_ Sinalização deficitária ou inexistente
Art. 28. (CTB) O condutor deverá, a todo momento, ter domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito.
Arquivo Conexão
Também nas últimas semanas nos deparamos com várias reclamações e flagrantes de populares informando a pane no funcionamento de alguns semáforos na Avenida Ipiranga, uma das principais vias de acesso de Três Pontas, sendo também uma das mais movimentadas. A queima da sinalização semafórica nas proximidades da antiga Fiat teria sido provocada por um reparo na iluminação pública feito por uma empresa terceirizada pela Cemig. Foram vários dias do semáforo operando apenas na sinalização de alerta (amarelo intermitente), o que, além de potencializar as chances de colisões naquele cruzamento, também gerou indignação e muitas reclamações nas redes sociais, por parte de moradores e usuários das vias.
Uma grande obra de canalização na Avenida Oswaldo Cruz, principalmente na região central da cidade, no cruzamento com a Avenida Ipiranga até em frente a empresa Mundial Tintas, tem provocado também alguns transtornos, como o fechamento da via e alguns desvios que, além de aumentarem os trajetos, aumentam, segundo especialistas em trânsito, a impaciência, os congestionamentos e o risco de novos acidentes. “Quando um motorista acaba desviando seu trajeto, refazendo uma rota, ele precisa estar muito atento, pois acaba pegando um caminho que não é muito habitual e assim precisa estar mais concentrado, o que, na maioria dos casos, não ocorre e alguns acidentes acabam ocorrendo. Motorista atento diminui drasticamente o risco de acidentes”, alertam os educadores do trânsito da Auto Escola Vitória.
Outro dado preocupante no levantamento feito pelo Conexão é o índice em elevação de acidentes envolvendo motocicletas e ciclomotores. “Veículos de duas são alvos fáceis e quando se envolvem em acidentes os danos físicos para condutor e garupa sempre são maiores se compararmos com ocupantes de veículos de quatro ou mais rodas. E vimos alguns acidentes de moto nos últimos dias, inclusive colisão de moto com moto, o que não é muito comum. E quase sempre os envolvidos em acidentes de trânsito ou estavam em alta velocidade ou ingeriram bebida alcoólica ou ainda estavam falando ao celular. A desatenção inflama, reverbera o risco de colisões”, concluem.
A imprudência dos motoristas é a principal causa de acidentes de trânsito. Destes, 30,3% ocorrem por infração às leis de trânsito, enquanto 23,4% indicam falta de atenção do condutor. A “falha humana”, portanto, é a principal causa dos acidentes nas estradas e ruas brasileiras.
Arquivo Conexão
De quem é a culpa afinal?
BATIDA NA TRASEIRA
É oportuno observar, que existe presunção de que a culpa em acidentes em que ocorre colisão traseira é do condutor que choca seu veículo na retaguarda do outro, ou seja, o motorista que abalroa por trás é, em regra, culpado, de modo que o ônus da prova é invertido, cabendo a ele a prova de desoneração de sua culpa, pois popularmente entende-se que, “quem bate na traseira” está errado.
ENGAVETAMENTO
No caso de engavetamento deve prevalecer a presunção de culpa daquele que provocou o primeiro abalroamento. Devendo ser atribuída àquele a culpa pelo evento. Os tribunais brasileiros vêm entendendo que em caso de abalroamento sequencial de veículos, o primeiro veículo a colidir é o responsável por todo o evento.
Porém é preciso lembrar que o art. 29, inciso II, do Código de Trânsito Brasileiro, estabelece que o condutor de veículo deve guardar distância de segurança frontal entre o seu e os demais veículos que seguem adiante na corrente de tráfego. Esta distância de segurança se não for observada pelo condutor, fatalmente atingirá a traseira do veículo à frente, que normalmente em um congestionamento encontra-se parado.
Muitos entendem, portanto, que não isenta da responsabilidade civil, a outra parte não estiver dirigindo com a atenção indispensável à segurança do trânsito, de acordo com o que dispõe o artigo 28 do Código Brasileiro de Trânsito.
Um relatório recente apresentado pelo Detran de São Paulo, mediante amplo estudo, trouxe as seguintes informações sobre o “perfil” dos acidentes: m relação às vítimas, 88,2% das vítimas de acidente de trânsito são homens. Os acidentes costumam acontecer nas quartas-feiras (22,4%) e aos sábados (18,4%), principalmente a noite (58,8% e 71,4%, respectivamente). O condutor de moto é a maior vítima (38,16%), seguido pelo pedestre (25%) e o condutor de veículos leves (18,4%). Os principais fatores são o excesso de velocidade, consumo de álcool, falta de habilitação, e transitar/ convergir em local proibido.
Arquivo Conexão
Os acidentes no trânsito, principalmente em rodovias federais, têm números altos no Brasil. Um estudo realizado pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação mostrou que em 53,7% dos acidentes a causa é a imprudência dos motoristas. Destes, 30,3% ocorrem por infração às leis de trânsito, enquanto 23,4% indicam falta de atenção do condutor. A “falha humana”, portanto, é a principal causa dos acidentes nas estradas e ruas brasileiras.
A taxa de desrespeito às regras no trânsito indica, em números brutos, 23 mil mortes entre 2007 e 2016. Além disso, a falta de atenção causou 15 mil vítimas fatais e deixou 276 mil feridos no mesmo período.
Solução: A educação no trânsito é mais que importante!
De acordo com Flávio Freitas, da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), se as regras de trânsito fossem respeitadas, seria possível reduzir os acidentes. Atitudes simples já ajudariam, como usar o cinto de segurança, controlar a velocidade e ter maior atenção ao dirigir.
Arquivo Conexão
Freitas defende que a qualidade na formação dos motoristas no Brasil é baixa: “Fizemos um estudo de como são formados nossos motoristas e chegamos à conclusão de que não temos uma formação, mas sim de que somos adestrados a tirar a habilitação. Decoramos placas de trânsito sem saber que atitude devemos ter diante dessa sinalização. Outra coisa que notamos é que não havia nenhum vínculo entre a aula teórica e a prática”.
Especialistas terminam afirmando de forma categórica que “se os motoristas conhecessem e praticassem a Direção Defensiva (Dirigir defensivamente é conduzir um veículo automotor com a intenção clara de evitar acidentes e de respeitar todos os usuários da via de acordo com seu tamanho – maiores responsáveis pelos menores – ou categoria) as estatísticas de acidentes, com ou sem vítimas fatais, cairiam vertiginosamente, reduzindo os números em mais de 70%.”.
Um acidente de trânsito grave na MG-167, entre Três Pontas e Santana da Vargem, na madrugada deste domingo (6), causou a morte de um homem de 53 anos e ainda deixou outras pessoas feridas.
Ao todo 12 pessoas se envolveram no acidente, sendo nove adultos e três crianças.. Elas estavam nos dois automóveis que bateram de frente, próximo ao trevo de entrada da Fazenda Experimental da Epamig.
A vítima fatal é Romildo Francisco de Paula, de 53 anos. Ele estava no banco do passageiro de um dos carros, chegou a ser socorrido para o Pronto Atendimento de Três Pontas, mas não resistiu aos ferimentos. Além dele, outro passageiro também ficou em estado grave após o acidente, sendo levado para o Hospital Bom Pastor, em Varginha.
Diversas viaturas de resgate da região estiveram no local, dentre elas o SAMU, o Corpo de Bombeiros de Varginha e ainda os Anjos da Vida Socorristas Voluntários de Três Pontas e a Guarda Civil Municipal. Os carros envolvidos tinham placas das cidades de Santana da Vargem e Conceição do Rio Verde. A vítima fatal residia na zona rural de Três Pontas.
Segundos a Polícia Civil, vítima, atualmente maior de idade, começou a ser abusada pelo pai quando ela tinha 16 anos.
Um homem de 49 anos foi preso nesta quarta-feira (2) suspeito de estuprar a própria filha em Elói Mendes (MG). De acordo com a Polícia Civil, a vítima, que atualmente é maior de idade, começou a ser abusada quanto tinha 16 anos.
Segundo o delegado Jorge Bruno Barbosa da Silva, o suspeito foi detido ao ser cumprido mandado de prisão preventiva. Ainda de acordo com ele, conforme apurado nas investigações, o homem teria estuprado a filha em 2019.
O delegado destacou que, há alguns dias, uma tia da vítima descobriu os abusos e procurou a delegacia de Elói Mendes para denunciar o caso. A vítima foi ouvida pela Polícia Civil e, de acordo com o delegado, confirmou ter sido abusada pelo pai que, em algumas ocasiões, chegou a mostrar os órgãos genitais a ela.
“Segundo a apuração nos demonstrou, o suspeito começou a abusar sexualmente da filha quando ela tinha 16 anos. Os abusos perduraram até os 17 anos e hoje a filha tem 18 e fugiu de casa para se ver livre dos abusos sexuais perpetrados pelo seu próprio pai”, detalhou o delegado.
O delegado informou, ainda, que a família apresentou à Polícia Civil um áudio no qual o suspeito admite à família que teria importunado a garota sexualmente. De acordo com o delegado, o suspeito será encaminhado ao Presídio de Elói Mendes após ser interrogatório.