Categoria: Política

  • VEREADOR GERALDO COELHO CAUSA REVOLTA EM COLEGAS LEGISLADORES POR CONTA DE FALA POLÊMICA

    VEREADOR GERALDO COELHO CAUSA REVOLTA EM COLEGAS LEGISLADORES POR CONTA DE FALA POLÊMICA

    Primeira fala foi na semana passada; Ontem ele reforçou suas declarações e clima segue instável

    Na reunião ordinária da segunda-feira da semana passada, 15 de junho, da Câmara Municipal de Três Pontas, o Vereador Geraldo Coelho, durante o Pequeno Expediente, fez uso da palavra e dentre os pontos abordados trouxe à tona a questão das casas populares que, segundo ele, teriam sido prometidas por alguns políticos trespontanos.

    A fala, contundente e polêmica, gerou revolta entre alguns colegas legisladores que, imediatamente, fizeram uso da palavra, contestando os dizeres de Coelho.

    A FALA DE COELHO

    Segundo Geraldo Coelho, alguns políticos prometeram entregar casas populares para famílias carentes da cidade e mentiram:

    “Eu fui cobrado novamente nas ruas e toda vez que eu for cobrado eu trarei esse assunto aqui. O vereador Antônio já foi cobrado e o vereador Roberto também. Eu não tenho nada com isso e não prometi nada.

    Teve uma reunião nessa Casa, vai fazer mais de um ano, e eu trouxe fotos para mostrar.

    Eu quero que a imprensa mostre, o Prefeito Luisinho estava presente, vários vereadores, representantes do Creas, do Cras, a imprensa, várias pessoas… Eu não prometi casa para pessoas de baixa renda. Eu não prometo!

    Então quero pedir às pessoas, já que o Luisinho prometeu, alguns vereadores prometeram, que procurem essas pessoas. Venha no gabinete dos vereadores e vá lá na Prefeitura.

    Eu aceito a cobrança, mas estou cobrando o Prefeito aqui. Faz um ano e quatro meses dessa promessa. Não é Minha Casa Minha Vida, e que também não vai sair do papel. Já estive no Ministério do Desenvolvimento em Brasília, Ministério das Cidades, e não tem nada de casa para Três Pontas, para a baixa renda. Eu morro de dó, mas é mentira! A mentira não é minha, nem do Antônio e nem do Roberto.

    Peço ao Prefeito que explique porque prometeu e cadastrou 3700 pessoas. Vergonhoso! É mentiroso o senhor Prefeito! E quem estava junto e também prometeu também é mentiroso!

    Brincar com o sentimento da população, daquelas pessoas carentes, É vergonhoso. Falem a verdade! Vocês falaram isso para ganhar na política.

    Eu não prometi! Quem prometeu foi o Prefeito e outros vereadores que estavam na foto aqui. Encheram a casa aqui ainda… Por que não levaram para o gabinete do Prefeito?

    Eu fico triste com uma administração ruim, péssima. Mentirosa. Mente, mente, mente…

    Quero ver aqui vereador que vai me contestar e dizer que não prometeu… Semana que vem eu vou trazer óleo de peroba para passar na cara de todo mundo…”

    _____continua depois da publicidade________

    RESPOSTAS

    Imediatamente o presidente da Câmara, Myller Bueno de Andrade, questionou a fala de Coelho:

    “Vereador, eu não sei se o senhor estava aqui no dia, mas o vereador Roberto estava. O senhor disse que todos os vereadores prometeram e o senhor está equivocado. Nós abrimos aqui a Casa do Povo, para receber as pessoas, já que no gabinete não caberia. E como bons hospitaleiros a gente estava aqui representando a Câmara de Vereadores para não deixar o Prefeito sozinho aqui com a população. Nós ficamos juntos e não houve promessa de vereadores. Já que o senhor disse que houve promessa de vereadores o senhor deve incluir o vereador Roberto que também estava aqui. O senhor não deveria falar isso já que não estava aqui no dia. Essas fotos mostram apenas nós acompanhando a reunião. Eu prometi casa para alguém senhor vereador? O senhor tem que falar as coisas com propriedade”, respondeu…

    Na sequência foi a vez do vice-presidente da Câmara, vereador Rodrigo Silva:

    “Pela ordem, senhor Presidente! Quando o vereador (Coelho) diz que os vereadores prometeram casa, alto lá senhor Vereador! Eu não estava aqui e não estava na foto. Quando o senhor se refere, ‘eu, Roberto e Antônio somos cobrados’, não exime os três de responder aos anseios da comunidade. E quando o senhor diz que os vereadores prometeram casa isso é uma falácia! Não é verdade, eu não prometi casa para ninguém! Quando o senhor fala que trará óleo de peroba, o senhor está tratando os demais vereadores com falta de zelo. Nós temos que manter um ambiente pelo menos harmonioso. Na sua fala o senhor incluiu todos nós e não é bem assim…”.

    Na sequência, a vereadora Valéria Evangelista também se pronunciou:

    “Eu também não prometi casa para ninguém. Eu estava presente, como o senhor presidente explicou, apenas acompanhamos a reunião do Prefeito com as pessoas. Eu também não me coloco nesse meio…”

    _____continua depois da publicidade________

    O vereador Professor Popó também comentou:

    “Eu acho que se alguém sair daqui de Três Pontas e for em qualquer Ministério em Brasília não vai achar nada para Três Pontas mesmo não! É preciso explicar que existe um processo, que começa com um levantamento, onde teve cerca de 3.000 inscrições. Escolhe-se os terrenos e se abre uma licitação. Quando chega em Brasília já tem que ter definido qual empresa irá construir as casas. Apareceram duas empresas e elas não entregaram os papéis. Abriu-se uma comissão para tentar entregar os papéis e não foi aprovado e então abriu-se uma nova comissão. Na hora que nesse chamamento aparecer a empresa qualificada e der o aval, aí tentará a aprovação de 97 casas. O processo é esse. Quem está me procurando eu estou simplesmente falando a verdade. Nenhum vereador promete casa, quem faz seleção é a Caixa Econômica Federal. Vamos falar as coisas certas, não é assim não…”

    O vereador Daniel Rodrigues também foi outro que se mostrou insatisfeito com as falas de Coelho. Daniel Rodrigues, assim como Matheus Dias Silva, têm sempre usado o Pequeno Expediente para expor suas ideias e ações, em alguns momentos discordando de determinadas falas ou ataques.

    Coelho voltou a pedir a palavra e disse que não citou o nome de ninguém…

    “Eu cutuquei a ferida? Por que vocês ficaram muito bravos? Será que eu tô mentindo?”, finalizou…

    O vereador Maciel Ramos também mostrou indignação com a fala do vereador Coelho afirmando que isso é simplesmente falar mal das pessoas e reforçou que ninguém prometeu nada…

    “Você olhar numa foto e falar esse tipo de coisa, Isso sim é vergonhoso!”

    COELHO DO BAR VOLTOU AO TEMA ONTEM, NO PLENÁRIO DA CÂMARA

    O polêmico vereador Geraldo Prado, popularmente chamado de Coelho do Bar, voltou a causar sentimentos distintos na Casa Legislativa, após reiterar algumas colocações da semana anterior e emendar com novas falar apimentadas:

    “Eu ando com as minhas próprias pernas e que não tem amizade com os vereadores de primeiro mandato aqui não! Lá fora da Câmara podemos tomar um café com todos, mas dentro da Casa Legislativa só tenho amizade com os vereadores antigos. Os vereadores novatos fizeram várias reuniões, grupo no whatsapp e excluíram os antigos”, declarou, passando a mensagem de que há um racha no Poder Legislativo em Três Pontas. Será?

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • Santa Casa avança na luta por novos leitos de UTI e reforça papel estratégico na saúde de Três Pontas e região

    Santa Casa avança na luta por novos leitos de UTI e reforça papel estratégico na saúde de Três Pontas e região

    Apoio de parlamentares para novos investimentos é fundamental!

    A Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, em Três Pontas, recebeu na última semana a visita dos deputados Luizinho e Reginaldo Lopes, que estiveram na instituição para acompanhar de perto as necessidades do hospital e discutir medidas voltadas ao fortalecimento da saúde pública no município e em toda a região.

    O encontro foi articulado pelo prefeito Luisinho Silva e pelo ex-vereador e ex-secretário municipal Chico Botrel, reunindo representantes políticos, gestores e lideranças ligadas à área da saúde em torno de uma pauta considerada estratégica para o futuro da assistência hospitalar regional.

    Durante a visita, os parlamentares conheceram diversos setores da Santa Casa, considerada uma das principais referências em atendimento hospitalar do Sul de Minas, recebendo pacientes de Três Pontas e de cidades vizinhas. Também participaram da agenda o secretário municipal de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Cultura, Sérgio Nogueira, e o vereador Paulinho Araújo, de Santana da Vargem.

    Um dos assuntos centrais da reunião foi o processo de credenciamento de sete novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O pedido já foi protocolado junto ao Ministério da Saúde e, caso aprovado, representará um importante reforço na capacidade de atendimento da instituição, especialmente para pacientes que necessitam de cuidados intensivos e tratamento de alta complexidade.

    _____continua depois da publicidade________

    A ampliação dos leitos é vista como uma conquista importante para a rede regional de saúde, que frequentemente enfrenta desafios relacionados à disponibilidade de vagas especializadas. A expectativa é que a medida contribua para reduzir a pressão sobre o sistema e ofereça mais agilidade no atendimento de casos graves.

    Além das discussões sobre a expansão da estrutura hospitalar, os deputados ressaltaram os investimentos já destinados à Santa Casa. Segundo informações apresentadas durante o encontro, a instituição recebeu R$ 1,5 milhão em recursos voltados para a compra de equipamentos, modernização da estrutura física e custeio dos serviços prestados à população.

    Os investimentos têm possibilitado avanços importantes na ampliação da oferta de exames, cirurgias eletivas e atendimentos especializados, fortalecendo a capacidade operacional do hospital e contribuindo para uma assistência mais eficiente e humanizada.

    _____continua depois da publicidade________

    A visita reforçou a importância da parceria entre o município, a direção da Santa Casa e os representantes parlamentares na busca por melhorias permanentes para a saúde pública.

    O objetivo comum é ampliar o acesso da população aos serviços médicos, fortalecer a estrutura hospitalar e garantir que a instituição continue desempenhando seu papel fundamental no atendimento de milhares de pacientes de Três Pontas e de toda a região.

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • MAIORIDADE PENAL AOS 16 ANOS AVANÇA NA CÂMARA E REACENDE UM DOS DEBATES MAIS POLÊMICOS DO BRASIL: JUSTIÇA OU ILUSÃO?

    MAIORIDADE PENAL AOS 16 ANOS AVANÇA NA CÂMARA E REACENDE UM DOS DEBATES MAIS POLÊMICOS DO BRASIL: JUSTIÇA OU ILUSÃO?

    Poucos temas provocam tanta divisão entre os brasileiros quanto a redução da maioridade penal. Para uns, trata-se de uma medida urgente para combater a criminalidade e acabar com a sensação de impunidade. Para outros, a proposta representa uma solução simplista para um problema complexo, capaz de empurrar adolescentes para um sistema prisional já considerado falido. Nesta quarta-feira (10), o assunto voltou ao centro do debate nacional após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovar a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. A proposta recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários e agora segue para novas etapas de tramitação no Congresso Nacional.

    A discussão não é nova. Há décadas, o Brasil se divide entre aqueles que defendem punições mais severas para adolescentes envolvidos em crimes graves e aqueles que acreditam que o caminho está no fortalecimento da educação, da assistência social e das medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
    O texto aprovado na comissão prevê que adolescentes de 16 e 17 anos possam responder criminalmente como adultos em casos considerados de extrema gravidade, como crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. Atualmente, menores de 18 anos são submetidos exclusivamente às medidas socioeducativas previstas pela legislação brasileira.

    O avanço da proposta ocorre em um momento em que a violência continua sendo uma das maiores preocupações da população. Pesquisas realizadas nos últimos anos por diferentes institutos têm mostrado que uma parcela significativa dos brasileiros é favorável à redução da maioridade penal, especialmente diante de casos de crimes violentos praticados por adolescentes. O sentimento predominante entre os defensores da medida é de que jovens envolvidos em assassinatos, estupros e latrocínios já possuem consciência suficiente para responder por seus atos.

    Do outro lado, especialistas em segurança pública, direitos humanos e infância alertam que a redução da idade penal não ataca as causas estruturais da violência. Argumentam que adolescentes representam uma parcela relativamente pequena dos autores de crimes violentos no país e que o encarceramento precoce pode aumentar a reincidência criminal ao expor jovens às organizações criminosas que atuam dentro dos presídios.

    _____continua depois da publicidade________

    O debate se torna ainda mais intenso porque mexe com uma questão sensível: o limite entre proteção e responsabilização. Afinal, aos 16 anos o jovem brasileiro pode votar, trabalhar formalmente e tomar decisões importantes sobre seu futuro. Mas estaria preparado para responder integralmente perante a Justiça Criminal como um adulto?

    Enquanto parlamentares favoráveis afirmam que a mudança atende ao desejo da maioria da população e fortalece o combate à impunidade, os opositores classificam a proposta como uma resposta emocional ao problema da violência, sem garantias concretas de redução da criminalidade.

    A aprovação na CCJ representa apenas o primeiro passo. Antes de virar realidade, a PEC ainda precisará passar por uma comissão especial e ser aprovada em dois turnos pelo plenário da Câmara dos Deputados, com apoio mínimo de três quintos dos parlamentares. Em seguida, o texto seguirá para análise do Senado Federal.

    _____continua depois da publicidade________

    O fato é que a votação recolocou na mesa uma pergunta que há anos desafia governos, juristas, especialistas e a própria sociedade: punir mais cedo significa combater melhor o crime?

    A resposta continua dividindo o Brasil

    E talvez justamente por isso a discussão sobre a maioridade penal permaneça sendo uma das mais explosivas, emocionais e controversas da história recente do país.

    E você, leitor do Conexão Três Pontas? A redução da maioridade penal para 16 anos representa um avanço no combate à violência ou apenas transfere para adolescentes um problema que o Estado ainda não conseguiu resolver? O debate está aberto.

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • “TRABALHAR PARA VIVER OU VIVER PARA TRABALHAR?”: APROVAÇÃO DO FIM DA ESCALA 6×1 INCENDEIA O BRASIL E DIVIDE PAÍS ENTRE ESPERANÇA E MEDO

    “TRABALHAR PARA VIVER OU VIVER PARA TRABALHAR?”: APROVAÇÃO DO FIM DA ESCALA 6×1 INCENDEIA O BRASIL E DIVIDE PAÍS ENTRE ESPERANÇA E MEDO

    O Brasil amanheceu mergulhado em um dos debates mais explosivos, polêmicos e transformadores das últimas décadas no mundo do trabalho. A Câmara dos Deputados aprovou o avanço da PEC que prevê o fim da tradicional escala 6×1 — modelo em que milhões de brasileiros trabalham seis dias para descansar apenas um — e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. A proposta agora segue para novas etapas de votação e, posteriormente, para análise do Senado.

    A discussão ultrapassou os corredores de Brasília e tomou conta das redes sociais, empresas, sindicatos, indústrias, supermercados, shoppings, restaurantes e pequenos comércios em todo o país. De um lado, trabalhadores comemoram o que classificam como uma conquista histórica. Do outro, empresários alertam para riscos econômicos, aumento de custos, desemprego e fechamento de vagas.

    O tema se tornou um verdadeiro campo de batalha ideológico, econômico e social.

    Pelo texto aprovado, a redução da jornada acontecerá de forma gradual. Sessenta dias após a promulgação da futura emenda constitucional, os trabalhadores já passariam a ter direito a dois dias de descanso remunerado por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos. Após um período de transição de 12 meses, a jornada máxima cairia definitivamente para 40 horas semanais, sem redução salarial.

    A votação na Câmara teve ampla aprovação. Em primeiro turno, a proposta recebeu 472 votos favoráveis e apenas 22 contrários, demonstrando forte pressão popular sobre os parlamentares.

    Mas afinal: o fim da escala 6×1 representa evolução social ou ameaça econômica?

    Essa é a pergunta que hoje divide o Brasil.

    A FAVOR

    Os defensores da proposta afirmam que o atual modelo de trabalho é desumano, ultrapassado e incompatível com a realidade contemporânea. Parlamentares favoráveis classificaram a escala 6×1 como “extenuante”, “escravocrata” e prejudicial à saúde física e mental dos trabalhadores.

    O argumento principal é que o trabalhador brasileiro perdeu qualidade de vida. Milhões de pessoas vivem praticamente sem tempo para os filhos, lazer, descanso, estudos ou cuidados com a própria saúde. Em setores como supermercados, comércio, telemarketing, serviços gerais, logística e alimentação, muitos profissionais relatam rotinas de exaustão extrema.

    Dados apresentados durante os debates indicam que mais de 38 milhões de trabalhadores formais atuam acima das atuais 44 horas semanais.

    Especialistas favoráveis à mudança argumentam que jornadas menores podem aumentar produtividade, reduzir afastamentos médicos, combater burnout, ansiedade e depressão, além de melhorar o ambiente corporativo. Países europeus que experimentaram modelos mais flexíveis observaram ganhos em saúde ocupacional e eficiência em determinados setores.

    O próprio governo federal sustenta que a medida poderá gerar uma nova lógica econômica, baseada em produtividade e não apenas em tempo excessivo de permanência no trabalho.

    Nas redes sociais, trabalhadores passaram a compartilhar relatos emocionantes. Muitos afirmam que “sobrevivem” e não vivem. Outros relatam que trabalham seis dias seguidos para descansar apenas um, geralmente usado para lavar roupas, limpar a casa e resolver pendências, sem qualquer tempo real de recuperação física ou mental.

    Mas enquanto uma parte do país comemora, outra acende o sinal vermelho.

    _____continua depois da publicidade________

    CONTRA

    Entidades empresariais, representantes do comércio, da indústria e do turismo demonstraram enorme preocupação com os impactos financeiros da proposta. Setores que operam praticamente 24 horas por dia afirmam que a redução da jornada poderá elevar drasticamente os custos operacionais.

    O principal temor do empresariado é simples: para manter o funcionamento das empresas com menos horas trabalhadas, seria necessário contratar mais funcionários ou pagar mais horas extras. Isso, segundo críticos da PEC, pode pressionar pequenas e médias empresas, justamente as que mais geram empregos no país.

    Um estudo citado durante o debate aponta que, sem ganho equivalente de produtividade, a mudança poderia gerar impacto de aproximadamente R$ 77 bilhões no Produto Interno Bruto brasileiro.

    Empresários também alertam para possível aumento da informalidade. O argumento é que algumas empresas poderiam deixar de contratar formalmente para reduzir custos trabalhistas, ampliando relações informais de trabalho.

    Outro ponto levantado pelos críticos é que o Brasil ainda enfrenta juros elevados, crédito caro e baixa competitividade industrial. Para parte do mercado, reduzir a jornada sem uma ampla reforma tributária e econômica poderia agravar o chamado “Custo Brasil”.

    Parlamentares contrários ao texto chegaram a afirmar que a proposta cria uma “proibição formal de trabalhar seis dias”, sem garantir que o trabalhador terá efetivamente maior renda ou estabilidade.

    _____continua depois da publicidade________

    EM TRÊS PONTAS

    Em cidades do interior, como Três Pontas e diversas regiões do Sul de Minas, o tema também provoca discussões intensas.

    A economia regional é fortemente sustentada pelo comércio, pela cafeicultura, supermercados, bares, restaurantes, transportes e serviços. Muitos empresários locais observam o debate com cautela, especialmente diante das dificuldades enfrentadas após anos de inflação alta, custos operacionais elevados e aumento das despesas trabalhistas.

    Por outro lado, trabalhadores da região enxergam na proposta a possibilidade de mais convivência familiar, descanso e dignidade.

    A verdade é que o debate sobre a escala 6×1 escancarou uma ferida antiga do Brasil moderno: o equilíbrio entre produtividade econômica e qualidade de vida.

    A aprovação da PEC não encerra a discussão. Pelo contrário. Ela apenas abriu oficialmente uma das maiores disputas sociais, econômicas e políticas do país nos últimos anos.

    O Brasil agora tenta responder uma pergunta que ecoa em escritórios, fábricas, lavouras, supermercados e corredores do Congresso Nacional:

    Até onde vale sacrificar a vida pessoal em nome da sobrevivência profissional?

    E talvez a resposta mais dura seja justamente esta:

    Nenhuma economia se sustenta eternamente quando o trabalhador perde o direito de viver além do trabalho.

    Será mesmo?

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • Em noite histórica e emocionante, Câmara de Três Pontas homenageia mães que se tornaram exemplos de amor, força e legado familiar

    Em noite histórica e emocionante, Câmara de Três Pontas homenageia mães que se tornaram exemplos de amor, força e legado familiar

    Em uma noite marcada pela emoção, reconhecimento e valorização da família, a Câmara Municipal de Três Pontas realizou, nesta segunda-feira (11), uma das mais belas e sensíveis homenagens já promovidas em celebração ao Dia das Mães.

    O evento reuniu autoridades, vereadores, familiares, convidados e representantes da sociedade trespontana em uma solenidade que transformou o plenário da Casa Legislativa em um verdadeiro cenário de afeto, gratidão e memória.

    Com organização impecável, ambiente cuidadosamente preparado e uma condução marcada pelo respeito e pela sensibilidade, a cerimônia emocionou o público presente do início ao fim. Mais do que uma homenagem protocolar, o encontro se transformou em um tributo à essência da maternidade, celebrando mulheres que representam gerações de luta, amor, renúncia e dedicação absoluta às suas famílias e à comunidade.

    A solenidade contou com a presença do vice-prefeito de Três Pontas, Maycon Douglas Vitor Machado, além de vereadores, lideranças comunitárias e convidados especiais. Um dos momentos mais emocionantes da noite aconteceu ainda antes da abertura oficial da 64ª Sessão Ordinária, quando as mães dos vereadores foram convidadas a ocuparem simbolicamente as cadeiras dos filhos parlamentares. Já os vereadores que não possuem mais suas mães vivas receberam flores brancas, em um gesto silencioso, porém profundamente simbólico, representando saudade, respeito e a permanência eterna do amor materno.

    Na sequência, um vídeo exibido nos televisores do plenário trouxe depoimentos emocionantes de mães dos vereadores, respondendo à pergunta: “O que significa ser mãe?”. O conteúdo arrancou lágrimas, aplausos e emocionou grande parte do público presente, reforçando o tom humano e acolhedor da cerimônia.

    Durante a noite, três mulheres foram homenageadas oficialmente como “Mães do Ano”, representando diferentes instituições da cidade, mas unidas por trajetórias de vida inspiradoras e marcadas pela dedicação ao próximo.

    _____continua depois da publicidade________

    Representando o Rotary Club de Três Pontas, Dona Ione Araújo Reis Chaves recebeu reconhecimento por uma vida inteira construída sobre valores sólidos, fé e amor incondicional à família. Aos 94 anos, ela foi celebrada como símbolo de força, sabedoria e legado familiar, cercada pelo carinho de filhos, netos e bisnetos. Sua trajetória emocionou os presentes e reforçou a importância das mulheres que sustentam famílias inteiras com amor silencioso e permanente.

    Já o Clube Conviver e Crescer homenageou Dona Maria Thereza Ferreira Abreu, conhecida carinhosamente como “Vó Thereza”. Sua história, marcada pela superação, inteligência prática, fé e dedicação à família, foi uma das mais impactantes da noite. Costureira, dona de casa, mãe, avó, bisavó e referência comunitária, Dona Thereza foi descrita como uma mulher que transformou simplicidade em grandeza e trabalho em demonstração diária de amor. O plenário ouviu atentamente cada detalhe de sua história de vida, construída com coragem, criatividade e uma capacidade admirável de cuidar das pessoas ao seu redor.

    A terceira homenageada da noite foi Dona Tereza Pulcheria da Silva Brito, escolhida como “Mãe do Ano” pelo Centro de Convivência do Idoso Lourenço Siqueira. Sua trajetória foi apresentada como exemplo da mulher mineira simples, forte e dedicada à família. Casada há 66 anos, mãe de quatro filhos, avó, bisavó e tataravó, Dona Tereza recebeu aplausos calorosos ao ter sua história narrada diante do plenário lotado.

    _____continua depois da publicidade________

    O presidente da Câmara, vereador Myller Bueno, conduziu os trabalhos da noite e, diante da importância da homenagem, suprimiu o Grande Expediente para dedicar integralmente o encerramento da sessão à solenidade especial. O gesto foi elogiado por diversos presentes e reforçou o caráter humano e afetivo da cerimônia.

    O evento foi amplamente elogiado pela organização, pela sensibilidade do roteiro e pela forma respeitosa como as homenageadas tiveram suas histórias contadas. Em tempos em que a sociedade enfrenta tantos desafios sociais e emocionais, a solenidade promovida pela Câmara Municipal resgatou valores fundamentais como família, gratidão, respeito às raízes e reconhecimento àquelas que dedicaram suas vidas a cuidar, educar e amar.

    Uma noite memorável, que ficará marcada não apenas pela beleza da homenagem, mas pela capacidade de emocionar e tocar profundamente o coração dos presentes.

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • Artigo de Opinião: DEFINITIVAMENTE, A POLÍTICA EM TRÊS PONTAS NÃO É PARA OS FRACOS

    Artigo de Opinião: DEFINITIVAMENTE, A POLÍTICA EM TRÊS PONTAS NÃO É PARA OS FRACOS

    Três Pontas é uma cidade com características muito próprias — comportamentos peculiares, movimentos políticos que nem sempre seguem uma lógica linear e, principalmente, uma dinâmica que desafia qualquer análise superficial. Aqui, muitas vezes, a pergunta mais básica continua sem resposta: quem, de fato, é quem nesse jogo?

    Porque, em determinados momentos, a sensação é exatamente essa: depois da meia-noite, o príncipe vira sapo… e a carruagem, inevitavelmente, vira abóbora.

    Este não é apenas mais um artigo de opinião. É um convite — ou melhor, um alerta — para que observemos com mais atenção o que está acontecendo nos bastidores da política local. Porque há sinais. E eles não são poucos.

    O cenário atual é, no mínimo, intrigante. E talvez até preocupante.

    O tabuleiro está montado, mas as peças parecem estar se movendo de forma atípica. Ou pior: estão trocando de posição sem aviso prévio. E aí surge uma dúvida inevitável — isso é reorganização… ou subversão?

    Hoje, já não é simples identificar quem é rei, quem é torre, quem é bispo. E mais: não se sabe sequer se o jogo está sendo jogado de forma transparente — ou se o xeque-mate já está sendo preparado nos bastidores.

    Vamos aos fatos:

    Uma das mudanças mais visíveis — e que não passa despercebida para quem acompanha de perto as reuniões da Câmara — está na postura de um dos nomes historicamente mais alinhados ao atual grupo político: o vereador Antônio Carlos de Lima, o Tonho do Lazo.

    Sempre foi um defensor declarado da base. Sempre esteve entre os mais fiéis. E continua, formalmente, dentro desse grupo.

    Mas há algo diferente.

    E não é impressão isolada.

    Nas últimas semanas, seu discurso mudou. E mudou de forma clara. O tom, antes predominantemente de defesa, passou a incorporar críticas frequentes, questionamentos diretos e, em alguns momentos, até desconforto com decisões da própria gestão que ele integra.

    Ele está errado em criticar? Não. Muito pelo contrário. Fiscalizar é função básica de qualquer vereador.

    Mas aqui entra o ponto que merece atenção — e investigação política mais profunda:

    _ Desde quando a base começa a falar como oposição?
    _ E por quê?

    A reunião mais recente da Câmara trouxe um elemento ainda mais sensível. Ao afirmar que está atuando em conjunto com outro vereador em uma investigação, Tonho acende um sinal amarelo — ou vermelho.

    Porque não se trata de qualquer vereador.

    Trata-se, justamente, de um dos principais nomes da oposição ao governo atual.

    E isso não é um detalhe menor.

    _ Não é comum.
    _ Não é trivial.
    _ E definitivamente não é irrelevante.

    Aliança pontual? Estratégia? Ruptura silenciosa? Ou apenas coincidência?

    As respostas ainda não estão claras. Mas as perguntas estão cada vez mais evidentes.

    E Tonho não está sozinho.

    Se voltarmos um pouco no tempo recente, veremos que o primeiro sinal público de desgaste dentro desse grupo político veio de alguém que muitos consideram peça-chave da engrenagem: o professor João Victor Mendes.

    Para muitos — inclusive para este jornalista — João Victor não é apenas um nome. É estratégia, articulação e, em muitos momentos, direcionamento político.

    E foi ele quem, de forma aberta, começou a expor insatisfações com a condução da atual gestão.

    Não nos bastidores.

    Mas publicamente.

    E isso muda tudo.

    _____continua depois da publicidade________

    Sua recente manifestação não foi pontual. Hoje foi totalmente estruturada. Listou falhas, sugeriu soluções, apresentou caminhos. E, sobretudo, deixou implícito algo que não pode ser ignorado:

    _ Há ideias sendo ignoradas.
    _ Há propostas sendo descartadas.
    _ Há um distanciamento entre quem pensa e quem executa.

    E quando esse tipo de ruptura acontece dentro de um grupo político, historicamente, o resultado raramente é simples.

    Na sequência, outro nome de peso reforça esse cenário: o empresário e provedor da Santa Casa, Michel Renan Simão Castro.

    Sua fala é ainda mais direta.

    E mais dura.

    Ele aponta, sem rodeios:

    • falta de planejamento
    • decisões atropeladas
    • desperdício
    • ausência de liderança inspiradora

    E aqui está talvez o ponto mais sensível de todo esse cenário:

    _ A crítica deixa de ser pontual e passa a ser estrutural.

    Quando aliados começam a questionar liderança, direção e capacidade de gestão, o problema deixa de ser episódico.

    Passa a ser sistêmico.

    E isso exige resposta.

    Mas… há resposta?

    Ou há silêncio?

    Ou pior: há negação?

    Diante disso tudo, surge uma pergunta que ecoa nos bastidores — ainda que muitos evitem verbalizá-la abertamente:

    _ O governo está sob pressão interna?

    E mais:

    _ Há risco real de ruptura política?

    Quando se fala, ainda que em tom de especulação, sobre uma possível saída do prefeito Luisinho, não se pode tratar o tema apenas como boato.

    Porque, na política, rumores recorrentes raramente surgem do nada.

    E aqui cabe o registro: questionado diretamente por mim, o Prefeito foi categórico:

    “Deus me colocou lá e somente Deus tem o poder de me tirar.”

    Resposta firme. Direta. Mas que, ao mesmo tempo, não encerra o debate.

    Porque a política não se move apenas por convicções pessoais.

    Ela se move por forças, pressões, alianças e interesses.

    E esses elementos estão, claramente, em movimento.

    Luisinho carrega um histórico importante. Como vice-prefeito, participou de uma gestão amplamente reconhecida — para muitos, a melhor da história recente da cidade.

    Mas agora, como prefeito, o cenário é outro.

    E a pergunta inevitável surge:

    _ O peso da melhor gestão do passado virou cobrança no presente?
    _ A expectativa virou pressão?
    _ Marcelo Chaves, ex-prefeito, de inspiração virou um fantasma que tem aterrorizado por conta das comparações?
    _ Ou existe algo mais acontecendo que ainda não veio à tona?

    _____continua depois da publicidade________

    Três Pontas não é, nunca foi e provavelmente nunca será um ambiente político simples.

    Aqui já vimos de tudo:

    _ Poder concentrado e poder fragmentado,
    _ Lideranças fortes e lideranças questionadas,
    _ Gestões admiradas e gestões contestadas,
    _ Ditadores e políticos do diálogo,
    _ Perseguidores e perseguidos.

    E agora, mais uma vez, estamos diante de um momento de transição — ou talvez de tensão.

    E não podemos nos esquecer da figura do atual vice-prefeito. Maycon Douglas Vitor Machado. Esse é o nome mais forte, tido como o ‘futuro da política em Três Pontas’, ao lado de Myller Bueno de Andrade, atual presidente da Câmara. Notável como ex-vereador e ex-presidente da Câmara, querido por grande parte da população,  respeitado por diversas correntes políticas, inevitavelmente Maycon chegará à cadeira máxima do Executivo. E por merecimento! Resta saber se nas próximas eleições ou se ainda nesta atual gestão.

    Mas Luisinho ainda está lá e está por mérito, por uma votação histórica, sendo ele um homem do povo, um trabalhador humilde e de bom caráter. Um cara do bem! E muito forte politicamente. A urna corrobora com esta minha afirmação!

    O que vem pela frente ainda é incerto.

    Mas uma coisa é clara:

    _ O jogo mudou.
    _ As peças estão se mexendo.
    _ E nem todos os movimentos estão sendo feitos à luz do dia.

    Resta saber até onde isso vai.

    E quem vai resistir.

    Porque, no fim das contas, uma verdade permanece:

    Três Pontas não é para os fracos.
    E a política, muito menos.

    E nessa história — como em toda boa trama política — o mais importante ainda está por vir.

    Quem viver… verá…

    Jornalista Roger Campos
    MTB 09816-JP

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • “DINHEIRO JOGADO FORA” X “PROJETO ESSENCIAL”: ‘BOTA FORA’ PROVOCA CONFRONTO DIRETO E ELEVA TOM NA CÂMARA DE TRÊS PONTAS

    “DINHEIRO JOGADO FORA” X “PROJETO ESSENCIAL”: ‘BOTA FORA’ PROVOCA CONFRONTO DIRETO E ELEVA TOM NA CÂMARA DE TRÊS PONTAS

    A sessão ordinária da Câmara de Três Pontas deixou de ser apenas mais um encontro legislativo e se transformou em um palco de confronto político direto, com críticas duras, respostas inflamadas e um debate que escancarou divergências profundas sobre o uso do dinheiro público.

    O estopim foi o projeto “Bota Fora”.

    Imagem criada por IA

    Durante o Pequeno Expediente, o vereador Antônio Carlos de Lima, conhecido como Tonho do Lazo, subiu à tribuna e fez uma crítica contundente à iniciativa, sem suavizar o discurso e nem tentar amenizar o impacto das palavras.

    Em sua fala, ele afirmou:

    “Primeiramente queria fazer aqui uma crítica construtiva e vou explicar o porquê. Primeiramente a questão do Bota Fora. É dinheiro jogado fora! Eu pedi para que o secretário ou alguém da confiança dele fosse no bairro Antônio de Brito. Lá já foi feito o Bota Fora. Está cheio de móveis velhos de novo, jogados fora. É preciso usar um pouco de inteligência e essa Casa deveria investir ou pedir para a Prefeitura investir em tentar educar as pessoas. Tem que conscientizar as pessoas. Aí sim eu concordo da Prefeitura gastar dinheiro.

    Vai num bairro na sexta-feira e recolhe tudo. Chega na segunda-feira está aquela anarquia de novo. Dinheiro público tem que ser mais bem aproveitado e respeitado. Isso é dinheiro que o povo paga imposto. Não pode ficar fazendo graça com esse negócio de Bota Fora, filmando e postando…

    O resultado a gente tá vendo. Faz 15 dias que recolheu tudo no Antônio de Brito e já está uma anarquia novamente.

    Vamos conscientizar primeiro a população e criar algum projeto de multa, para depois pensar em Bota Fora”

    A fala caiu como uma bomba no plenário.

    _____continua depois da publicidade________

    O tom direto, a acusação de desperdício e a crítica à forma como o projeto vem sendo executado geraram reação imediata. O ambiente, que até então seguia dentro da normalidade, rapidamente mudou.

    Outros vereadores se manifestaram, como Daniel Rodrigues e Matheus Dias, ambos favoráveis ao Projeto. Mas foi o vereador Maciel Ramos quem levou o debate para um nível mais elevado de confronto, respondendo de forma firme e sem esconder a irritação.

    Em sua fala, ele rebateu:

    “Isso eu não admito!

    Eu queria falar do projeto Bota Fora. Quem não acompanha, eu acho que nem deve falar! Opinião cada um tem a sua. Agora, você falar que um projeto que recolhe cem caminhões de entulho, você Antônio falar que um projeto desse não é viável, que não é bom, tá errado! Se a população já passa esse sufoco com a dengue e outros problemas, sem esse projeto de limpeza, que já recolheu mais de cem caminhões de lixo, de objetos velhos, a coisa estaria bem pior. Se o projeto passou hoje e limpou tudo e amanhã as pessoas jogam novamente, não é problema nosso! Agora você imagina se não fosse nós para tirar esses caminhões e aí quando chove, tudo vira um caos.

    Eu queria que um dia você participasse com a gente. Aí sim você poderia falar. Caso contrário, eu não admito! Falar de um projeto que todo mundo reconhece sua importância. Então a tua opinião eu tenho que respeitar, mas não concordo!”

    _____continua depois da publicidade________

    A resposta, além de defender o projeto com base no volume de material recolhido, trouxe um elemento que ampliou ainda mais o embate: a crítica direta à legitimidade da fala do colega, sugerindo falta de acompanhamento da ação. Falta de conhecimento e boa vontade em participar.

    O episódio revelou mais do que um simples desacordo.

    Escancarou duas visões opostas sobre política pública:

    _ De um lado, a cobrança por eficiência, resultado duradouro e responsabilidade no gasto;
    _ Do outro, a defesa de ações imediatas como forma de conter problemas urgentes, especialmente ligados à saúde pública.

    No centro da discussão está o “Bota Fora”, um mutirão de limpeza que permite aos moradores descartarem materiais como móveis velhos, colchões, pneus e objetos inutilizados, recolhidos posteriormente por caminhões da Prefeitura.

    O que deveria ser consenso virou divisão.

    E o que começou como uma crítica virou confronto aberto.

    No fim, o debate levanta uma questão que vai além da Câmara:

    _ O projeto resolve o problema — ou apenas administra as consequências?

    A resposta não está apenas na tribuna.

    Está nas ruas.

    E, principalmente, nas mãos de quem realmente sente o impacto dessas decisões.

    Porque, no final das contas, não são os vereadores que dão a palavra final.

    São os moradores.

    São os contribuintes.

    São os verdadeiros juízes da política.

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • BOA NOTÍCIA: Três Pontas avança no saneamento básico com autorização para construção de Estação de Tratamento de Esgoto

    BOA NOTÍCIA: Três Pontas avança no saneamento básico com autorização para construção de Estação de Tratamento de Esgoto

    Investimento de R$ 55 milhões integra programa de revitalização hídrica e deve beneficiar cerca de 55 mil moradores

    O município de Três Pontas, no Sul de Minas Gerais, dará início a uma importante etapa na área de saneamento básico com a autorização para construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). A assinatura do termo ocorre nesta terça-feira (31), na sede do Ministério de Minas e Energia, em Brasília.

    A iniciativa representa um avanço estrutural significativo para o município, ao enfrentar um passivo histórico relacionado ao tratamento de esgoto. Atualmente, os efluentes urbanos são lançados sem tratamento em cursos d’água que deságuam no Lago de Furnas, o que compromete a qualidade dos recursos hídricos e gera impactos ambientais relevantes.

    Estrutura e capacidade do projeto

    Com investimento estimado em R$ 55 milhões, o projeto contempla a implantação de uma Estação de Tratamento de Esgoto com capacidade para atender aproximadamente 55 mil habitantes, considerando a demanda projetada para os próximos 20 anos.

    A obra inclui ainda:

    • Construção de 4,6 quilômetros de interceptores;
    • Intervenções nos córregos Araras e Candongas;
    • Implantação de sistema completo de coleta e tratamento de efluentes sanitários.

    O início das obras está previsto para o mês de abril, com prazo de execução estimado em 24 meses.

    Impactos sanitários e ambientais

    A implantação da ETE proporcionará avanços relevantes nas condições sanitárias do município, com a redução da carga poluidora lançada nos corpos hídricos e consequente diminuição de riscos associados à saúde pública.

    Do ponto de vista ambiental, a obra contribuirá para a preservação do Lago de Furnas e para a melhoria da qualidade da água na região, além de fortalecer ações de uso sustentável dos recursos hídricos.

    _____continua depois da publicidade________

    Inserção em programa regional

    O projeto integra um pacote de investimentos de R$ 346 milhões voltado à revitalização das bacias hidrográficas dos rios São Francisco, Grande e Paranaíba, reforçando diretrizes de sustentabilidade e gestão eficiente dos recursos naturais.

    Articulação institucional

    A viabilização da obra resulta de articulação entre o Governo Federal, lideranças políticas, como os deputados majoritários em Três Pontas, o federal Diego Andrade e o estadual Mário Henrique Caixa, e a administração municipal do prefeito Luis Carlos da Silva e do vice-prefeito Maycon Machado. O investimento foi estruturado no âmbito de programas federais voltados à recuperação e preservação de recursos hídricos.

    _____continua depois da publicidade________

    Eles também contribuíram para o avanço do projeto. Parlamentares que atuaram na interlocução institucional e na mobilização de recursos, além de gestões anteriores do município, que iniciaram o desenvolvimento da proposta técnica. Importantíssima a figura, o papel, a influência e o conhecimento do atual diretor do Saae de Três Pontas, o ex-prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    Perspectiva de desenvolvimento

    Com a implementação da Estação de Tratamento de Esgoto, Três Pontas passa a contar com infraestrutura essencial para o desenvolvimento urbano sustentável, alinhando-se às diretrizes nacionais de saneamento básico e promovendo melhorias estruturais de longo prazo.

    A expectativa é de que a obra gere impactos positivos tanto na qualidade de vida da população quanto na preservação ambiental e no planejamento futuro do município.

    *Com informações do Ministério de Minas e Energia

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • Prefeito sanciona lei que regulamenta ferros-velhos para combater furtos de fiação em Três Pontas

    Prefeito sanciona lei que regulamenta ferros-velhos para combater furtos de fiação em Três Pontas

    O prefeito de Três Pontas, Luis Carlos da Silva, sancionou na manhã da última sexta-feira (27) a Lei nº 007/2026, proposta criada pelo vice-presidente da Câmara Municipal, vereador Rodrigo Alexandre Silva (Investigador – União Brasil). A assinatura contou com a presença de representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Civil Municipal e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, evidenciando a atuação conjunta das forças de segurança no enfrentamento aos furtos de materiais metálicos na cidade.

    A nova legislação determina regras para o funcionamento e fiscalização de estabelecimentos que atuam na compra e venda de sucatas metálicas, especialmente fios de cobre. A medida busca coibir crimes relacionados ao furto de estruturas públicas e privadas.

    Durante a solenidade, o prefeito ressaltou que o município vem enfrentando um cenário preocupante com esse tipo de crime, e destacou a importância da nova lei como instrumento de combate.

    “Temos vivido uma situação difícil com os furtos. A Prefeitura realiza melhorias na iluminação pública e, em poucos dias, os fios são levados. Isso precisa ser combatido também no ponto de venda. Por isso, essa lei é fundamental. Parabenizo o vereador Rodrigo pela iniciativa”, declarou.

    Segundo a justificativa do projeto, houve um crescimento significativo nos casos de furtos de fiação em Três Pontas, afetando construções, residências e serviços públicos. Além dos prejuízos financeiros, a prática compromete a segurança da população e pode causar interrupções em serviços essenciais. O texto também destaca que esses crimes são frequentemente viabilizados pela comercialização irregular dos materiais em ferros-velhos, motivo pelo qual a nova lei exige identificação rigorosa dos vendedores e controle das transações.

    Autor da proposta, o vereador Rodrigo Investigador explicou que o foco da medida é atingir o destino final dos produtos furtados.

    “O objetivo é reduzir e dificultar a ação dos furtadores que prejudicam obras, residências, espaços públicos, além de estruturas da Cemig e do SAAE. Precisamos agir diretamente sobre quem compra esse material, que muitas vezes são os ferros-velhos”, afirmou.

    O parlamentar também destacou que a lei tem um papel educativo, voltado à conscientização dos comerciantes.

    “Queremos reforçar a responsabilidade dos proprietários desses estabelecimentos. Muitos materiais vendidos têm origem suspeita e causam grandes prejuízos, especialmente para famílias que estão construindo suas casas”, disse.

    _____continua depois da publicidade________

    Com a lei em vigor, a fiscalização será intensificada e realizada de forma integrada pelos órgãos de segurança e pela administração municipal.

    “A partir de agora, Polícia Militar, Guarda Civil Municipal, Polícia Civil e secretarias municipais vão atuar diretamente na fiscalização. Será obrigatório o cadastro dos vendedores e fica proibida a comercialização de fios de cobre queimados, prática comum para dificultar a identificação da origem”, explicou o vereador.

    Rodrigo também reforçou a importância da colaboração da população e dos comerciantes para que a lei seja efetiva.

    “Precisamos do apoio de todos, principalmente dos donos de ferros-velhos, para que não comprem materiais de procedência duvidosa. É uma questão de responsabilidade coletiva para reduzir esses crimes que impactam toda a cidade”, destacou.

    _____continua depois da publicidade________

    Encerrando a cerimônia, o prefeito voltou a enfatizar a importância da integração entre os órgãos de segurança e afirmou que a nova legislação representa um avanço significativo na proteção do patrimônio público e privado.

    “Parabenizo novamente o vereador Rodrigo e todos os vereadores que aprovaram a lei. Também agradeço às forças de segurança pelo trabalho conjunto. Estamos investindo em melhorias, como a iluminação pública, e essa lei vem para reforçar a proteção da cidade. É um passo importante no combate a esse tipo de crime em Três Pontas”, concluiu.

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • TRÊS PONTAS DIVIDIDA DIANTE DO CAOS: ATÉ QUANDO?

    TRÊS PONTAS DIVIDIDA DIANTE DO CAOS: ATÉ QUANDO?

    Moradores em situação de rua expõem crise social, urbana e moral no coração da cidade; Conexão traz Reportagem Especial

    UM PROBLEMA QUE SAIU DAS MARGENS E FOI PARA O CENTRO

    O que antes era periférico agora está no centro — literalmente. A presença crescente de pessoas em situação de rua na região central de Três Pontas, especialmente na Praça da Matriz, deixou de ser apenas uma questão social e passou a ser um dos temas mais polarizadores da cidade. Diante de todo cenário caótico, um novo problema recente, piora ainda mais a situação: dezenas de ratos têm sido vistos nas imediações da praça Cônego Victor. Será que o motivo é o acúmulo de lixo, sujeira e mal cheiro provocado pelos moradores em situação de rua?

    Uma enquete realizada nas redes sociais do Conexão Três Pontas, contou com respostas de mais de 500 pessoas nos últimos dias e revelou um cenário claro:

    A cidade está dividida, tensa, de mãos atadas e sem consenso!

    ANÁLISE DOS COMENTÁRIOS — O RETRATO DA POPULAÇÃO

    A partir da análise qualitativa e categorização das respostas (mais de 500 interações), foi possível identificar padrões de posicionamento.

    📈 DISTRIBUIÇÃO DAS OPINIÕES

    • 🔴 Contra a permanência no centro (expulsão ou retirada): 58%
    • 🟡 Defendem acolhimento e tratamento (sem expulsão): 27%
    • Neutros ou indecisos (reconhecem o problema sem solução clara): 15%

    PRINCIPAIS ARGUMENTOS IDENTIFICADOS

    🔴 1. SEGURANÇA, HIGIENE E ORDEM PÚBLICA (MAIORIA)

    A maior parte dos comentários aponta:

    • Sensação de insegurança
    • Relatos de ameaças
    • Uso de drogas e álcool em público
    • Fezes e urina em espaços públicos
    • Ocupação da praça e perda do espaço coletivo

    📢 Frases recorrentes:

    • “Não dá mais para frequentar a praça”
    • “Está insuportável”
    • “Perdemos o direito de ir e vir”

    🟡 2. VISÃO HUMANITÁRIA (MINORIA EXPRESSIVA)

    Outro grupo relevante reforça:

    • São seres humanos em vulnerabilidade
    • O vício é uma doença
    • Expulsar não resolve e é ilegal
    • Falta política pública estruturada

    📢 Destaques:

    • “Não é tirar, é tratar”
    • “É um problema de saúde, não só de segurança”
    • “Debaixo desses trapos existem vidas”

    ⚪ 3. RESPONSABILIZAÇÃO DO PODER PÚBLICO

    Quase unânime entre os grupos:

    • Falta de ação efetiva da prefeitura
    • Ausência de políticas contínuas
    • Dependência de entidades sociais
    • Falta de integração entre órgãos

    UM PONTO CRÍTICO: A ESMOLA COMO COMBUSTÍVEL DO PROBLEMA

    Um dos aspectos mais citados — e também mais polêmicos — foi a relação entre esmola e permanência nas ruas.

    Diversos comentários indicam que:

    • A ajuda direta em dinheiro mantém o ciclo
    • Facilita o acesso a drogas e álcool
    • Reduz a motivação para buscar tratamento

    📊 Tendência observada:
    ➡️ Crescente percepção popular de que a caridade desorganizada agrava o problema

    DIAGNÓSTICO SOCIAL — O QUE ESTÁ POR TRÁS

    A análise das falas revela um fenômeno complexo, com múltiplas causas:

    FATORES IDENTIFICADOS

    • Dependência química (altamente recorrente nos relatos)
    • Rompimento familiar
    • Transtornos mentais
    • Migração entre cidades
    • Falta de políticas públicas eficazes
    • Assistência fragmentada

    _____continua depois da publicidade________

    RISCO FUTURO: ALERTA DA POPULAÇÃO

    Um padrão forte emergiu nos comentários:

    ⚠️ Medo de agravamento rápido da situação

    Termos recorrentes:

    • “Cracolândia”
    • “Vai piorar”
    • “Está só começando”

    O GRANDE DILEMA DE TRÊS PONTAS

    A cidade enfrenta um conflito clássico:

    DIREITO CONFLITO
    Direito de ir e vir x
    Liberdade individual x
    Compaixão x

    CAMINHOS POSSÍVEIS — O QUE PODE SER FEITO

    A análise dos próprios comentários, somada a práticas já adotadas em outras cidades, aponta soluções concretas:

    1. ABORDAGEM INTEGRADA (NÃO ISOLADA)

    • Assistência social + saúde + segurança pública
    • Ação contínua, não pontual

    2. TRATAMENTO PARA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

    • Ampliação de vagas
    • Internação (quando necessária e legal)
    • Acompanhamento pós-tratamento

    3. ACOLHIMENTO ESTRUTURADO

    • Abrigos com regras claras
    • Condições dignas
    • Equipes capacitadas

    4. REINSERÇÃO NO TRABALHO

    • Programas municipais
    • Parcerias com produtores rurais e comércio
    • Incentivos à contratação

    5. CONSCIENTIZAÇÃO DA POPULAÇÃO

    • Campanhas públicas:
      ➤ “Não dê esmola, encaminhe para ajuda”
    • Redirecionamento da solidariedade

    6. IDENTIFICAÇÃO E TRIAGEM

    • Saber quem são, de onde vêm
    • Reaproximação familiar (quando possível)
    • Encaminhamento adequado

    _____continua depois da publicidade________

    CONCLUSÃO — UMA CIDADE DIANTE DO ESPELHO

    Três Pontas não está apenas discutindo moradores de rua.

    Está discutindo:

    • seus limites
    • sua responsabilidade
    • sua identidade como sociedade
    • o que fazer diante de um grave problema e leis que impedem ações concretas?

    A praça continua lá.
    As pessoas também.

    Mas agora há algo diferente no ar:
    o incômodo virou debate.

    E o debate virou pressão.

    Três Pontas chegou a um ponto onde não dá mais para ignorar.

    Porque quando o problema ocupa o centro da cidade…

    ele deixa de ser invisível —
    e passa a exigir uma resposta.

    Não só do poder público.

    Mas de todos nós.

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • Justiça solta investigados da Operação Trem Fantasma e decisão reacende debate sobre condução do caso

    Justiça solta investigados da Operação Trem Fantasma e decisão reacende debate sobre condução do caso

    PRISÕES FORAM BASEADAS EM SUPOSTA TENTATIVA DE ATRASAR O PROCESSO; DEFESA CONTESTA VERSÃO E FALA EM EXPOSIÇÃO INDEVIDA.

    A soltura de dois investigados da Operação “Trem Fantasma”, em Três Pontas (MG), poucos dias após a prisão preventiva, reacendeu discussões sobre os limites entre estratégia de defesa, garantia de direitos e a necessidade de assegurar o andamento da Justiça.

    Os dois homens — um ex-secretário municipal de Transportes e Obras, de 69 anos, e um ex-servidor da mesma pasta, de 61 — deixaram o Presídio de Três Pontas na tarde de quinta-feira (26), após decisão judicial que revogou as prisões decretadas no início da semana.

    O que levou às prisões

    As prisões ocorreram na segunda-feira (23), em ação da Polícia Civil a pedido do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Gaeco.

    Segundo o Ministério Público, os investigados teriam deixado de apresentar as alegações finais do processo por cerca de um ano, mesmo após sucessivas intimações. A conduta foi interpretada como uma tentativa deliberada de provocar a prescrição dos crimes — quando o Estado perde o direito de punir.

    Com base nisso, a Justiça entendeu que havia risco ao andamento do processo e decretou a prisão preventiva como forma de garantir a aplicação da lei.

    A versão da defesa: “Não houve manobra!”

    A defesa contesta diretamente essa interpretação.

    Em manifestação pública, o advogado Dr. Francisco Braga afirmou que os investigados foram expostos de forma injusta e criticaram a repercussão do caso desde as prisões:

    “A defesa e os envolvidos do caso foram massacrados pela opinião pública desde segunda-feira. Busca-se somente que direitos e princípios constitucionais básicos sejam respeitados.”

    _____continua depois da publicidade________

    O advogado também rejeitou a ideia de que tenha havido tentativa de manipular o processo:

    “Não usamos de artimanha, mas, sim, de coragem para enfrentar o sistema.”

    Segundo a defesa, havia a expectativa de inclusão de novos documentos antes da apresentação das alegações finais. Com a prisão, a estratégia foi alterada e a manifestação foi protocolada mesmo sem esses elementos.

    Para o advogado, a revogação da prisão reforça que a medida era desnecessária.

    Por que a Justiça decidiu soltar?

    Após a apresentação das alegações finais, a Justiça entendeu que o motivo que justificava a prisão — o risco de paralisação do processo — deixou de existir.

    Com isso, a prisão preventiva foi revogada e os investigados foram colocados em liberdade.

    A decisão indica que, ao menos neste momento, o Judiciário considerou suficiente a regularização da fase processual.

    Bastidores: estratégia ou irregularidade?

    O caso expõe uma linha sensível no processo penal:

    👉 até que ponto o comportamento da defesa pode ser interpretado como estratégia legítima ou como tentativa de obstrução?

    De acordo com o delegado da Polícia Civil de Três Pontas, Guilherme Banterli, a avaliação inicial foi de que os investigados estariam adotando medidas para atrasar o andamento do processo.

    Já a defesa sustenta que atuou dentro dos limites legais e que buscava garantir o pleno exercício do direito de defesa.

    A divergência revela um ponto central do caso:

    a disputa de interpretações sobre o mesmo comportamento processual.

    _____continua depois da publicidade________

    Um processo perto do fim — e ainda sob tensão

    Segundo a Polícia Civil, o processo já se encontra em fase final e caminha para sentença.

    Apesar disso, o caso segue cercado de novos desdobramentos.

    Uma nova denúncia está em andamento, envolvendo nove investigados e outros 24 crimes, distintos da fase inicial, que já havia indiciado sete pessoas.

    Isso indica que o alcance da investigação pode ser mais amplo do que o inicialmente apresentado.

    Relembre o caso

    A Operação “Trem Fantasma” teve início em 2018 e apura um suposto esquema envolvendo servidores públicos e empresários.

    As investigações apontam para crimes como organização criminosa, peculato, fraudes em licitações e irregularidades na execução de contratos.

    Na época, os investigados chegaram a ser presos, mas passaram posteriormente a responder em liberdade.

    O que está em jogo

    Com a soltura dos investigados, o caso volta ao centro de um debate recorrente no sistema de Justiça:

    • Prisões preventivas estão sendo usadas de forma adequada?
    • Há risco real de obstrução ou interpretação excessiva?
    • Até onde vai o direito de defesa em processos complexos?

    Enquanto essas questões permanecem em aberto, o processo segue seu curso.

    E a expectativa agora se volta para o próximo passo:

    👉 a sentença!

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO

  • CRIME CRUEL GANHA NOME E PUNIÇÃO MAIS DURA: CÂMARA APROVA LEI QUE PODE LEVAR ATÉ 40 ANOS DE PRISÃO

    CRIME CRUEL GANHA NOME E PUNIÇÃO MAIS DURA: CÂMARA APROVA LEI QUE PODE LEVAR ATÉ 40 ANOS DE PRISÃO

    Homicídio usado como arma psicológica contra mulheres entra no Código Penal e expõe uma das faces mais brutais da violência no Brasil

    A Câmara dos Deputados deu um passo decisivo contra um dos crimes mais perversos e chocantes que existem — aquele em que a dor não termina na vítima, mas é direcionada, de forma calculada, para destruir outra pessoa.

    Foi aprovado o Projeto de Lei 3880/2024, que cria no Código Penal o crime de homicídio vicário e inclui o conceito de violência vicária na Lei Maria da Penha.

    Na prática, a medida mira um comportamento brutal:

    👉 quando alguém mata um filho, parente ou pessoa próxima para atingir emocionalmente uma mulher.

    Um crime que não busca apenas tirar uma vida — mas provocar sofrimento profundo, deliberado e devastador.

    ATÉ 40 ANOS DE PRISÃO: O PESO DA LEI PARA UM CRIME EXTREMO

    Com a aprovação, o homicídio vicário passa a ser tratado dentro do contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher — porque, embora a vítima direta seja outra pessoa, o alvo real é a mulher.

    E a punição será severa:

    🚨 pena de 20 a 40 anos de reclusão

    Uma resposta à altura de um crime que especialistas classificam como um dos mais cruéis dentro do ciclo de violência.

    O CASO QUE CHOCOU O PAÍS E ACELEROU A MUDANÇA

    A urgência da proposta ganhou força após um caso que abalou o Brasil. Em fevereiro deste ano, em Itumbiara (GO), um ex-secretário municipal matou os próprios filhos, de 8 e 12 anos, dentro de casa — com um único objetivo: atingir emocionalmente a mãe das crianças. Depois do crime, ele tirou a própria vida.

    Uma tragédia que escancarou, da forma mais dolorosa possível, o que é a violência vicária.

    👉 Um ato que transforma filhos em instrumentos de vingança.

    _____continua depois da publicidade________

    UMA VIOLÊNCIA SILENCIOSA, MAS DEVASTADORA

    Segundo parlamentares envolvidos na proposta, esse tipo de crime ainda é pouco notificado — mas extremamente presente.

    A relatora do projeto, deputada Silvye Alves, classificou a violência vicária como:

    👉 “uma das faces mais cruéis e invisíveis da violência no país”

    E não se trata apenas de homicídio.

    O projeto também amplia o entendimento da lei para incluir outras formas de agressão praticadas com o objetivo de ferir psicologicamente a mulher, mesmo quando não há morte.

    AGRAVANTES: QUANDO A CRUELDADE VAI AINDA MAIS LONGE

    A lei endurece ainda mais quando há circunstâncias agravantes.

    A pena pode aumentar de um terço até metade se:

    ❗ o crime ocorrer na frente da mulher
    ❗ a vítima for criança, idoso ou pessoa com deficiência
    ❗ houver descumprimento de medidas protetivas

    Situações que tornam o ato ainda mais brutal e inaceitável.

    CRIANÇA NÃO É ARMA: LEI AMPLIA PROTEÇÃO E ANTECIPA DEFESA

    Outro avanço importante do projeto é permitir que a mulher peça medidas protetivas mesmo antes de sofrer agressão física direta.

    Ou seja:

    👉 o Estado passa a agir antes que a violência chegue ao limite.

    Para a deputada Fernanda Melchionna, coautora do projeto, o recado é direto:

    “Os casos são escabrosos e precisam ser punidos. Criança não pode ser usada como arma.”

    _____continua depois da publicidade________

    E AGORA? PROJETO SEGUE PARA O SENADO

    O texto aprovado agora segue para análise do Senado Federal. Se for aprovado sem alterações, vai para sanção presidencial e se torna lei. Caso sofra mudanças, retorna à Câmara para nova votação.

    UM MARCO CONTRA A BARBÁRIE

    A aprovação do projeto representa mais do que uma mudança na legislação. É o reconhecimento oficial de uma violência que sempre existiu — mas que agora passa a ser nomeada, enfrentada e punida com rigor.

    👉 Um passo importante para impedir que a dor seja usada como arma.

    E para deixar claro: crueldade também tem consequência!

    GOSTOU DESTA REPORTAGEM?

    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

    Aproveite e torne-se anunciante! Invista na nossa vitrine para um público de mais de 40 mil pessoas todos os dias.

    Ajude o nosso jornalismo profissional a continuar trabalhando em prol de nossa gente e de nosso município.

    Venha para a Família Conexão Três Pontas.

    Conexão é jornalismo que faz diferença!

    Roger Campos

    Jornalista / Editor Chefe

    MTB 09816JP

    #doadorsemfronteiras

    Seja Doador de Médicos sem Fronteiras

    0800 941 0808

    OFERECIMENTO