Médico ‘trespontano’, referência em cirurgia, é um exemplo de de amor pela profissão e de dedicação aos seus pacientes.
Dr. Eduardo Vasconcelos Camargo, médico cirurgião, que atuou como diretor nos momentos mais desafiadores que o Hospital São Francisco de Assis viveu durante o auge da pandemia de coronavírus, deixando um legado de ótimos serviços prestados à comunidade, está comemorando o fato de ter sido ‘promovido’, subido de posto junto ao Colégio Brasileiro de Cirurgiões, agora se tornando membro titular.
Na premiação, que ocorreu na sede da Associação Médica de Minas Gerais, em Belo Horizonte, no último dia 12 de março, o médico, que atua em Três Pontas na Santa Casa, no Hospital Unimed e em seu consultório, esteve acompanhado de sua esposa, Josilene Cascardo Camargo.
Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Um grupo de 28 cirurgiões liderados por Antônio Benevides Barboza Viana se reuniu no prédio do antigo Sylogeau Brasileiro, no centro do Rio e fundaram, em 30m de julho de 1929, uma entidade médica nos mesmos moldes do American College of Surgeons. Nasce, nesse momento, o Colégio Brasileiro de Cirurgiões. O primeiro Estatuto foi aprovado no mês seguinte por 58 cirurgiões reunidos na sede do Hospital da Cruz Vermelha.
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No dia 11 de setembro, na Academia Nacional de Medicina, aconteceu o I Congresso Brasileiro de Cirurgia. Já em 1941, durante a II Gerra Mundial, o CBC atendeu o convite do Corpo de Saúde do Exército para um Curso de Emergência destinado a preparar médicos que seriam convocados. Em 1956 o cirurgião urológico, Juscelino Kubitschek, na época presidente da república, abriu o V Congresso Brasileiro de Cirurgia, onde foi empossado como Membro Honorário do CBC. O certificado está exposto no Museu JK em Brasília.
Ao comemorar 30 anos, o CBC já era uma das maiores entidades médicas do Brasil, com mais de 600 membros. No ano de 1970 foi criado o prêmio CBC, concedido anualmente aos cirurgiões brasileiros que tenham contribuído para o ensino e desenvolvimento da cirurgia. Já em 1986 foram criados os congressos regionais em todo o país. Pulando para 1991, o Colégio Brasileiro de Cirurgia passa a integrar a Associação Médica Brasileira (AMB), como Departamento de Cirurgia Geral.
Uma grande conquista veio em 2013: a inclusão de procedimentos por videocirurgia no novo rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS) e na Tabela SUS foi uma conquista do CBC em ação conjunta com outras entidades cirúrgicas. No ano de 2017 aconteceu a criação do Programa de Capacitação em Cirurgia Geral.
Dr. Eduardo de Vasconcelos Camargo
Eduardo de Vasconcelos Camargo nasceu em Itajubá no dia 20 de março de 1977. É filho de José Eduardo Camargo e Rosane Maria Vasconcelos Camargo. Tem como irmãos Flávio de Vasconcellos Camargo, Danielle de Vasconcelos Camargo e Gabriel de Andrade Vasconcelos Camargo.
É casado com Josilene Cascado Camargo desde 27 de junho de 2003 e desta feliz união nasceram os filhos Maria Eduarda Cascardo Camargo, Túlio Cascardo Camargo e Vitor Cascardo Camargo.
Doutor Eduardo, ou simplesmente Edu, como é carinhosamente chamado pelos amigos, é uma pessoa extremamente querida, dedicada a sua profissão demonstrando diariamente profundo amor à Medicina, ao dom de salvar vidas.
É formado em Medicina. Atua com grande capacidade em Cirurgia Geral e ainda é pós-graduado em Medicina Intensiva. Tem uma grande atuação no Hospital de Três Pontas. Sábio, fala mansa, poucas palavras as vezes, é uma pessoa centrada e de capacidade incontestável. É muito querido por seus pacientes e colegas de trabalho.
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Eduardo também se destaca por sua grande preocupação e atuação nas questões sociais.
Iniciou os estudos na Faculdade de Medicina de Teresópolis, no Rio de Janeiro, no ano de 1997. Depois se transferiu para Faculdade de Itajubá, onde se formou no ano de 2003. Já no ano seguinte iniciou a sua especialização em Cirurgia Geral na Santa Casa de Itajubá. Esses estudos foram concluídos em dezembro de 2006 e logo em seguida iniciou as suas atividades como Cirurgião Geral na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis.
Dentre os seus hobbys preferidos estão a pesquisa e o contato com assuntos filosóficos, mas ressalta que é difícil encontrar pessoas com o mesmo gosto para que possam refletir juntamente. É um apaixonado pelo judô mas se diz decepcionado pela modalidade não ser tão difundida atualmente em Três Pontas mesmo se tratando de uma modalidade olímpica. Atualmente tem procurado a natação nos poucos horários vagos que lhe restam.
Dr. Eduardo Vasconcelos Camargo, trespontano de coração e de ofício, de suor e dedicação, de carisma e competência, hoje integra o CBC como membro titular, o que enche Três Pontas de orgulho e seus pacientes de confiança e tranquilidade, afinal de contas sabem eles que, se porventura, precisarem, contarão com um médico altamente capacitado, que estarão em boas mãos.
Também está em operação a entrega de outras 308,8 mil doses do imunizante para adultos
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) está distribuindo mais uma remessa de vacinas da Pfizer pediátrica contra a covid-19. O lote com 114.160 unidades é destinado à aplicação de segunda dose (D2) para a população de 5 a 11 anos de idade. A remessa integra o 94º lote de vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde.
Além dos imunizantes para a população infantil, também estão em distribuição outras 308.880 vacinas da Pfizer para aplicação de segunda dose (D2) para pessoas com 12 anos ou mais de idade, referentes ao 93º lote recebido pelo Estado.
Para melhor preservação, os imunobiológicos para adultos permanecerão armazenados na Central Estadual da Rede de Frio e as Unidades Regionais de Saúde irão realizar a retirada do quantitativo de doses necessário para os municípios de jurisdição.
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Até o momento, o Governo de Minas já vacinou quase 1,1 milhão de crianças contra a covid-19. Ao todo, já foram administradas mais de 41,2 milhões de doses de imunizantes na população com mais de 5 anos de idade. Esta é a maior operação de vacinação da história de Minas Gerais.
Clique aqui para verificar a quantidade de doses destinadas a cada município mineiro da remessa de Pfizer pediátrica do lote 94.
Confira o cronograma de distribuição de doses do lote 94 para as Unidades Regionais de Saúde (horário previsto de retirada na Central Estadual da Rede de Frio)
Vacinação e qualidade no atendimento oferecido em Três Pontas garantem esses números.
A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (15) trazendo a confirmação de vários novos casos de coronavírus no município.O total de óbitos segue em 184. Não há nenhuma pessoa internada na Santa Casa com a doença e ninguém está hospitalizado com suspeita naquela unidade de saúde. Recuperados seguem em alta e já passam dos dez mil!
Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estavam melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. Mas, infelizmente a variante ômicron vem se alastrando de forma assustadora, principalmente após as festas de final de ano. E os casos seguem ‘explodindo’, com desaceleração nas últimas duas semanas. Mas o feriado de carnaval volta a preocupar!
Última morte por covid-19 em Três Pontas, no ano de 2021, havia sido registrada no dia 13 de setembro. Depois de 123 dias o município voltou a registrar um óbito por complicações decorrentes do coronavírus no dia 13 de janeiro, então a primeira de 2022, seguida por outras, infelizmente.
Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 10.709 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 10.479 já se recuperaram e, infelizmente, 184 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 56 pessoas estão com o vírus.
Números Atuais
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Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.
O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 38.946.
Nenhuma pessoa está internada com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Nenhuma pessoa (confirmada) encontram-se hospitalizada; 56pessoas se encontram em isolamento.
O Conexão Três Pontas faz um estudo constante que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 698 dias. Isso dá uma média de 15,34 novos casos a cada 24 horas.
A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.
Uma liderança da Santa Casa de Três Pontas disse ao Conexão que todas as mortes por complicações da covid-19 em 2022 envolvem pessoas que não se vacinaram ou que tomaram apenas uma dose.
“De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”
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ÓBITOS
POR SEXO:
_ 100 Homens
_ 84 Mulheres
POR IDADE:
_ 10 a 19 anos – 01
_ 20 a 59 anos – 59
_ 60 a 79 anos – 85
_ 80 anos ou mais – 39
COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)
_ Diabetes – 57
_ Hipertensão – 44
_ Hipertireoidismo – 01
_ Doença Cardiovascular Crônica – 66
_ Doença Renal Crônica – 12
_ Epilepsia – 01
_ Obesidade – 10
_ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03
_ Doença Neurológica Crônica – 08
_ Câncer – 01
_ Síndrome de Down – 02
_ Doença Hepática Crônica – 03
_ Autismo – 01
_ Outra Pneumopatia Crônica – 06
_ Hipotireoidismo – 01
_ Asma – 04
_ Sequela de AVC – 01
_ Lupus – 02
_ Varizes Esofagianas – 01
_ Alzheimer – 02
_ Mialgia – 01
_ Reumatismo – 01
_ DPOC – 01
_ Fibromialgia – 01
TEMPO DE INTERNAÇÃO:
_ 0 a 7 dias – 80
_ 8 a 15 dias – 61
_ 16 a 21 dias – 14
_ 22 ou mais – 17
Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.
Diabetes e o Coronavírus
Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.
Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.
Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.
As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).
Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.
Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus
O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?
Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.
O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.
As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.
O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.
Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.
Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.
A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.
A NOVA VARIANTE ÔMICRON
Ômicron é a variante do coronavírus que apresenta mais mutações, por isso colocou o mundo em alerta. Ela possui cerca de 50 mutações em comparação com o vírus original, das quais 26 são exclusivas dele.
Desde que foi detectada em 24 de novembro na África do Sul, os cientistas começaram uma corrida contra o tempo para descobrir se a ômicron (originalmente conhecida como B.1.1.529) é mais contagiosa, mais letal ou capaz de “driblar” o efeito das vacinas.
Algumas evidências preliminares sugerem que a ômicron pode facilitar a reinfecção. Ela tem uma velocidade de contaminação muito maior que as anteriores, porém com sintomas mais brandos, na grande maioria dos casos.
A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou em sua página oficial nas redes sociais uma alteração nos atendimentos ortopédicos que eram realizados no PAM. “Para garantir mais comodidade e segurança aos usuários da Ortopedia do Pronto Atendimento Municipal (PAM), os atendimentos como consultas e exames de Raio X foram transferidos para o Hospital da Unimed, local preparado e estruturado para receber esses pacientes”, disse o comunicado.
Ainda conforme a nota da Prefeitura, “essa ação visa desafogar e melhorar o atendimento do PAM, além de garantir segurança para os usuários, que não precisarão mais ficar expostos a outros tipos de doenças”.
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A secretária municipal de Saúde, Teresa Cristina Rabello Corrêa falou sobre a alteração: “Nós levamos para a Unimed o atendimento ambulatorial da Ortopedia, que era realizado no Pronto Atendimento Municipal. Ou seja, as consultas, as fraturas, situações de urgência e de emergência nós transferimos para o Hospital da Unimed no intuito de desafogaria o PAM e também oferecer mais segurança aos pacientes no sentido de não se misturarem com outras enfermidades”, pontuou.
Também foi explicado que a transferência desse atendimento inclui, não somente os pacientes que procuram o Pronto Socorro, mas também aqueles que passam pelo Centro de Especialidades Médicas da Santa Casa.
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O prefeito Marcelo Chaves Garcia disse que apesar da distância, do hospital da Unimed, a mudança trará melhoria no atendimento tanto do Pronto Atendimento Municipal, que ficará menos sobrecarregado, quanto nos atendimentos ortopédicos que passam a ser feitos no Hospital da Unimed, com toda estrutura de primeira. “A Unimed tem sido sempre uma grande parceira do Município. E nos preocupamos também com a locomoção dos pacientes e estamos intensificando a circulação de ônibus pelo local. É uma importante conquista, um avanço na Saúde em favor dos trespontanos”, disse o gestor municipal, cuja fala foi replicada pelo vice-prefeito Luis Carlos da Silva (foto capa).
O Hospital da Unimed está localizado na Avenida Nilson José Vilela, na entrada do município, próximo à MG 167.
Em reportagem esclarecedora, Dr. Eduardo Marcondes Lemos aborda o tema de grande interesse das mulheres.
Quais os riscos, os perigos e também os cuidados que se deve ter em dois contextos que envolvem gestações: na adolescência e também acima dos 40 anos? Procurado por nossa reportagem, diante de uma série de pedidos de leitoras solicitando um enfoque mais detalhado sobre o assunto. O renomado ginecologista e obstetra, Dr. Eduardo Marcondes Lemos, que atende em Três Pontas, falou ao Conexão.
O índice de gravidez na adolescência no Brasil está acima da média mundial. Em 2020, registrou-se que, a cada mil brasileiras entre 15 e 19 anos, 53 tornam-se mães. No mundo, são 41, conforme relatório lançado recentemente pelo Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa).
“As gestações nos extremos da idade reprodutiva da mulher, em geral, apresentam piores desfechos para a mãe e para o bebê. No entanto, apesar de haver riscos gestacionais, gestantes saudáveis com idade menor do que 15 e maior do que 35 anos podem ser acompanhadas em pré-natal de baixo risco na própria unidade de saúde, exceto quando há intercorrências clínicas que motivem o encaminhamento para outros níveis de atenção”, disse o profissional.
Ainda conforme o Dr. Eduardo, a informação é fundamental para um desfecho mais saudável e feliz para todos.
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Adolescentes:
Gestantes adolescentes merecem atenção especial durante a assistência pré-natal, pois apresentam maior frequência de pré-natal inadequado (menor número de consultas e maiores índices de faltas) e riscos elevados para comorbidades associadas a gestação como:
– Pré-eclâmpsia,
– Anemia
– Nascimento de bebês prematuros ou com baixo peso.
“Outro ponto relevante é que frequentemente as gestações em adolescentes não são planejadas, o que pode aumentar riscos de transtornos físicos, psicológicos e sociais para esta população. Estes fatos podem eventualmente expor a esta jovem ao consumos de medicamentos, álcool, tabaco e outras drogas”, ponderou o ginecologista e obstetra.
Mães Tardias:
Com o passar dos anos, a maternidade vem sendo adiada cada vez mais pelas mulheres. Antes, era comum que a gravidez acontecesse na casa dos 20 anos, mas o comportamento mudou e, atualmente, a busca pela construção de uma família vem acontecendo depois dos 30 anos de idade.
Segundo dados da sociedade Brasileira de reprodução assistida SBR a, em 10 anos, a quantidade de gestantes com 35 a 39 anos de idade aumentou em 63,3% no Brasil. Entre as mulheres de 40 a 44 anos, o número de partos subiu em 57%. Já as mulheres com mais de 50 anos, a alta foi de 55%.
Mães com idade avançada apresentam dificuldade de concepção devido a diminuição da fertilidade materna após os 35 anos.
“Há, também, maior risco de abortamentos espontâneos e de cromossomopatias (doenças genéticas, como a Síndrome de Down)”, revela.
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É também após esta faixa etária que as mulheres apresentam com maior frequência doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes, hipotireoidismo e obesidade.
“Assim elas estão mais propensas a desenvolverem condições que podem afetar a evolução da gestação, bem como aumentam riscos de morte materna e fetal”, conclui o Dr. Eduardo.
O acompanhamento também pré-natal é de suma importância, através dele conseguimos reduzir:
– A mortalidade materna e fetal no parto e puerpério;
– O número de abortos espontâneos;
– O número de partos prematuros;
– O número de recém-nascidos de baixo peso
– As complicações de saúde materno durante e após a gestação.
Dr. Eduardo Marcondes Lemos, médico ginecologista e obstetra, atende em Três Pontas.
Serviço
Quer saber mais? Agende uma consulta com o Dr. Eduardo.
Diretor científico da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (Ammentra), Alysson Coimbra, expõe a importância dos cuidados para dirigir na chuva
Mesmo com algumas cidades cancelando os eventos do carnaval, devido ao aumento dos casos de COVID-19, as rodovias brasileiras estão movimentadas neste feriado. Segundo o diretor científico da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (Ammetra), Alysson Coimbra, algumas informações de segurança são necessárias ao dirigir em estradas, principalmente nesta época, em que ocorrem fortes chuvas.
Além de alguns dispositivos, como o cinto de segurança e capacetes, os equipamentos usados para transportar crianças e animais de estimação são importantes para reduzir os riscos e a possibilidade de multas.
“O motorista deve obedecer às especificações da lei para o transporte adequado de crianças conforme o peso e faixa etária. Já ara para os animais, as medidas necessárias serão avaliadas por meio do porte e peso do pet”, explica Alysson.
A manutenção do veículo também é indispensável. De acordo com o diretor científico da Ammetra, é importante que o condutor cheque os níveis de água e óleo, calibre os pneus e avalie os itens de segurança, como o macaco, o triângulo, e se o estepe está calibrado.
“Não se pode esquecer de analisar o funcionamento dos faróis, lanternas, setas e luz de freio”, completa o especialista.
Alysson assegura que o motorista deve ter atenção com o excesso de velocidade, já que é, na maioria das vezes, responsável pelos acidentes mais graves. “Com as vias menos obstruídas, muitos motoristas dirigem em alta velocidade, o que aumenta os riscos de acidentes. É indispensável seguir o limite de velocidade estipulado pela via e não fazer ultrapassagens em locais proibidos”, alerta o especialista.
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Cuidados são indispensáveis antes e durante a viagem
Segundo Alysson Coimbra, o condutor precisa estar preparado para longas viagens, pois o fator humano é responsável por cerca de 90% dos acidentes.
“É preciso que o motorista tenha dormido o suficiente à noite e esteja descansado. Não indicamos que quem iniciou algum tratamento recentemente faça uso do medicamento e dirija, já que há remédios que podem interferir diretamente na capacidade de concentração e reação. Na dúvida, consulte seu médico”, disse.
Em época de chuvas e enchentes, dirigir requer uma série de cuidados para evitar novas tragédias e, por isso, é recomendável um estudo prévio da rota antes de sair de casa.
“Tenha um plano extra em caso de obstruções da via e mantenha sempre alguma reserva de água potável e alimentos para consumo imediato, caso fique preso em alguma interdição do percurso”, orienta o especialista.
Utilizar o GPS, mesmo que conheça o trajeto, também é preciso, pois notifica sobre as interdições e desvios por conta de alagamentos. “Jamais atravesse pontos alagados em ruas, estradas e rodovias, pois em muitos casos podem existir crateras. Não dirija se o volume de água cobrir metade da altura da roda e, em caso de enxurradas, sendo possível, não saia do veículo”, completa o diretor científico da Ammenta.
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Além disso, Alysson explica que, quando a pista estiver molhada, o motorista deve reforçar a atenção para evitar a aquaplanagem — momento em que uma camada de água se forma entre pneu e o solo.
“Nessa situação a recomendação é parar de acelerar, manter o volante em linha reta e jamais acionar os freios, pois isso pode fazer o veículo perder o controle e sair da pista”, reforça.
Em caso de chuva, o motorista deve estar em uma distância segura (de 4 segundos) em relação ao veículo da frente. “Para calcular o tempo, escolha um ponto fixo à frente e comece a contar depois que o outro carro passar por ele. Use faróis baixos para melhorar a visibilidade, nunca a luz alta. Quando a pista estiver molhada, o ideal é transitar em uma velocidade de até 80% do limite permitido na via”, acrescenta.
Confira as dicas para dirigir em segurança
Utilize equipamentos de segurança, como cinto e capacete, em caso de motocicletas Confira os níveis de água, óleo, calibre pneus
Confira o funcionamento das luzes de freio, ré, faróis e lanternas
Verifique os itens de segurança obrigatórios: triângulo, macaco e se o estepe está calibrado
Durma bem e só pegue a estrada se estiver descansado
Tenha reserva de água e comida para o caso de interdições de pista ou congestionamento
Em caso de chuva
Use GPS mesmo que conheça o caminho, eles avisam sobre interdições e desvios seguros
Em caso de chuva intensa, procure lugar seguro para parar o carro
Não dirija se o volume de água cobrir metade da altura da roda
Não saia do carro em caso de enxurrada
Mantenha distância segura do veículo à frente
Use farol baixo
Reduza a velocidade gradativamente e não freie bruscamente
Em caso de aquaplanagem, mantenha o volante reto, pare de acelerar e não freie
Jamais estacione no trecho de circulação da via, dando preferência para acostamento ou vias marginais.
Em caso de interdição de pista: se não existir local seguro para estacionar, acione as luzes de alerta e abandone o veículo, buscando abrigo em local seguro
Em casos de chuva forte e descargas elétricas, não busque abrigo embaixo de árvores
Se possível, faça a sinalização para que os demais motoristas possam reduzir a velocidade e evitar colisões
Transporte adequado para crianças
Bebê conforto: crianças de até um ano de idade e até 9kg, posicionado em sentido contrário ao painel do veículo.
Assento conversível: crianças de até um ano de idade e até 13kg posicionado no sentido contrário ao painel do veículo até a criança completar 1 ano de idade.
Cadeirinha: crianças de 1 a 4 anos de idade, que tenham entre 9 e 18 kg, posicionamos de frente para o painel do veículo.
Assento de elevação: crianças de 4 a 10 anos de idade que não tenham atingido 1,45 m de altura, com peso entre 15 e 36 kg, sempre conectado ao cinto de três pontos.
Banco traseiro e dianteiro somente com o cinto de segurança: crianças com mais de 10 anos de idade e/ou estatura superior a 1,45.
Transporte adequado para animais de estimação
Caixa de transporte: deve ser fixada pelo cinto de segurança do veículo no banco traseiro e precisa ser ventilada e estar de acordo com as dimensões do animal.
Cestinhos ou cadeirinhas: recomendadas para animais de pequeno porte que não se adaptam em viajar nas caixas de transporte. São projetadas para serem utilizadas com os animais utilizando coleiras do tipo peitoral e devem ser fixadas no encosto de cabeça do banco traseiro e retidas com o cinto de segurança do veículo.
Cinto de segurança: recomendado para cães de porte médio ou grande na posição central do banco traseiro, com os adaptadores presos às coleiras peitorais, e fixados no encaixe do cinto de segurança do veículo.
Grades de contenção: indicada para animais de grande porte e têm a função de limitar a circulação do animal dentro do carro e impedir o cão de saltar pela janela.
Capa protetora para banco traseiro: pode ser usada com o cinto de segurança, minimizando o risco do animal de sofrer ferimentos em desacelerações bruscas, por exemplo.
Margareth Dalcomo destaca ainda que infecção simultânea de gripe e Covid era esperada, mas ainda não apresentam sinais de piora no quadro de saúde dos pacientes
A variante Ômicron pode significar o começo do controle da pandemia de Covid-19, segundo a avaliação da pneumologista da Fiocruz Margareth Dalcomo. A médica afirmou que a característica das viroses respiratórias é elas se tornarem menos letais e menos capazes de causar doenças severas, como parece ser o caso da nova cepa descoberta inicialmente na África do Sul e que já circula no Brasil.
“Ela [a variante] está cumprindo um papel historicamente muito relacionado a viroses de transmissão respiratória. Então, é possível que a pandemia esteja perdendo a força pelo aparecimento de uma variante muito transmissível, porém, menos letal”, afirmou.
Margareth Dalcomo reforçou, porém, que para o controle da pandemia é essencial que se alcance um porcentual de população vacinada no mundo que ainda está distante.
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No caso do Brasil, a pneumologista afirmou que a situação é razoavelmente confortável porque a população sabe da importância da vacinação. Mais de 67% dos brasileiros estão plenamente vacinados com as duas doses, mas é preciso avançar na aplicação da dose de reforço, aplicada em mais de 26 milhões de brasileiros, cerca de 12% da população.
“Eu creio que nós teremos muitos casos [da nova variante] no Brasil, mas não creio que teremos pressão no sistema de saúde no sentido de precisar internar. Não creio que teremos mortes, a não ser em situações de uma comorbidade prévia.”
A médica da Fiocruz ainda pontuou que a cepa original do coronavírus causava pneumonias, que desencadeavam em tromboses e embolias – causas de mortes de muitos pacientes. Já a Ômicron tem características peculiares, com sintomas nas vias aéreas superiores e muito menos letal.
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“Por isso os testes têm carga viral alta, porém, nós não temos internados pacientes, mesmo os mais idosos, até o momento pelo menos, com quadro de pneumonia grave. Completamente diferente das cepas anteriores”, disse a médica.
Dalcomo entende como plausível a divulgação de casos de pacientes contaminados com a influenza e com o coronavírus. Isso porque a cepa Ômicron e a nova variante da gripe (a H3N2 variante Darwin) apresentam sintomas muito semelhantes como coriza, dor de garganta e febre.
A médica recomenda que todos façam os testes para o diagnóstico e o estabelecimento do isolamento, que não é menor do que sete dias.
Vacinação e qualidade no atendimento oferecido em Três Pontas garantem esses números de recuperados.
A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta terça-feira (22) trazendo a confirmação de vários novos casos de coronavírus no município.O total de óbitos saltou para 182. Há quatro pessoas internadas na Santa Casa com a doença e uma hospitalização com suspeita. Recuperados seguem em alta e já passam dos dez mil!
Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estavam melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. Mas, infelizmente a variante ômicron vem se alastrando de forma assustadora, principalmente após as festas de final de ano. E os casos seguem ‘explodindo’, com desaceleração nas últimas duas semanas. Mas o feriado de carnaval volta a preocupar!
Última morte por covid-19 em Três Pontas, no ano de 2021, havia sido registrada no dia 13 de setembro. Depois de 123 dias o município voltou a registrar um óbito por complicações decorrentes do coronavírus no dia 13 de janeiro, então a primeira de 2022.
Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 10.476 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 10.079 já se recuperaram e, infelizmente, 182 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 215 pessoas estão com o vírus.
Números de Hoje
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Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.
O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 38.156.
Uma pessoa está internada com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Quatro pessoas (confirmadas) encontram-se hospitalizadas; 211pessoas se encontram em isolamento.
O Conexão Três Pontas faz um estudo constante que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 678 dias. Isso dá uma média de 15,45 novos casos a cada 24 horas.
A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.
Uma liderança da Santa Casa de Três Pontas disse ao Conexão que todas as mortes por complicações da covid-19 em 2022 envolvem pessoas que não se vacinaram ou que tomaram apenas uma dose.
“De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”
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ÓBITOS
POR SEXO:
_ 99 Homens
_ 83 Mulheres
POR IDADE:
_ 10 a 19 anos – 01
_ 20 a 59 anos – 59
_ 60 a 79 anos – 84
_ 80 anos ou mais – 38
COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)
_ Diabetes – 56
_ Hipertensão – 43
_ Hipertireoidismo – 01
_ Doença Cardiovascular Crônica – 66
_ Doença Renal Crônica – 12
_ Epilepsia – 01
_ Obesidade – 10
_ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03
_ Doença Neurológica Crônica – 08
_ Câncer – 01
_ Síndrome de Down – 02
_ Doença Hepática Crônica – 03
_ Autismo – 01
_ Outra Pneumopatia Crônica – 06
_ Hipotireoidismo – 01
_ Asma – 04
_ Sequela de AVC – 01
_ Lupus – 02
_ Varizes Esofagianas – 01
_ Alzheimer – 02
_ Mialgia – 01
_ Fibromialgia – 01
TEMPO DE INTERNAÇÃO:
_ 0 a 7 dias – 80
_ 8 a 15 dias – 60
_ 16 a 21 dias – 13
_ 22 ou mais – 17
Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.
Diabetes e o Coronavírus
Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.
Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.
Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.
As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).
Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.
Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus
O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?
Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.
O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.
As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.
O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.
Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.
Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.
A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.
A NOVA VARIANTE ÔMICRON
Ômicron é a variante do coronavírus que apresenta mais mutações, por isso colocou o mundo em alerta. Ela possui cerca de 50 mutações em comparação com o vírus original, das quais 26 são exclusivas dele.
Desde que foi detectada em 24 de novembro na África do Sul, os cientistas começaram uma corrida contra o tempo para descobrir se a ômicron (originalmente conhecida como B.1.1.529) é mais contagiosa, mais letal ou capaz de “driblar” o efeito das vacinas.
Algumas evidências preliminares sugerem que a ômicron pode facilitar a reinfecção. Ela tem uma velocidade de contaminação muito maior que as anteriores, porém com sintomas mais brandos, na grande maioria dos casos.
Conexão explica medidas de saúde que devem ser adotadas após mordida de cães ou gatos e também explica a questão legal (jurídica). Cabe processo?
De acordo com apuração do Conexão Três Pontas, a criança mordida por um cachorro no centro de Três Pontas, onde as imagens foram captadas por uma câmera de vigilância eletrônica e repercutidas ontem, quinta-feira, 03 de fevereiro, felizmente passa bem. Ela tem aproximadamente 4 anos de idade e foi socorrida junto ao Pronto Atendimento Municipal. Nesta reportagem especial o Conexão explica as providências tanto no âmbito da saúde (socorro) quanto na questão jurídica (cabe processo ao dono de um animal que morde alguém?).
Nas imagens que viralizaram nas redes sociais é possível ver a criança, na companhia de sua mãe, sendo atacada pelo animal, que, tudo indica, tem dono, mas o mesmo não foi localizado. Outras pessoas, que presenciaram a cena, correram para ajudar. Um professor de jiu-jitsu ouviu os gritos e correu para salvar a criança. “Nunca vi o cachorro ali. Mas ele estava bem tratado e parece ter dono. Sou faixa preta e professor de jiu jitsu. Não pensei duas vezes, os treinamentos me ajudaram a socorrer a menina, dei um ‘mata leão (golpe tradicional da modalidade) no cachorro e a medida que ele amoleceu, ficou mais fácil fazê-lo largar a região da costela da menininha”, contou Felipe Reis Santos.
O animal da raça pitbull foi encontrado pela Polícia Miliar, amarrado, mas sem ferimentos. Foi levado à zona rural, mas teria fugido. A garotinha foi encaminhada por populares ao PAM local. O dono do cachorro ainda não foi identificado. A PM registrou a ocorrência.
O médico e Diretor do PAM, Dr. Lucas Erbst disse para nossa reportagem que a criança, que não teve a identidade revelada, “não precisou ficar internada e que felizmente não sofreu lesões com gravidade”.
“Nós seguimos todo o protocolo de atendimento que é preconizado pelo Ministério da Saúde em casos de mordida de cachorro, como o ocorrido em questão. Além do atendimento fizemos a completa vacinação contra a raiva. Ela recebeu todo suporte necessário aqui no Pronto Atendimento. E o que podemos dizer, tranquilizando as pessoas que viram o vídeo e a todos, é que a menininha, graças a Deus, passa bem”, disse Dr. Lucas.
Imagem Redes Sociais
Entenda a Raiva
A raiva é uma doença grave e pode levar à morte em quase 100% dos casos. Os principais sintomas em humanos são: coceira, dor de cabeça e coma.
Nos animais, pode haver muita salivação, mudança de comportamento (que deve ser observado por dez dias após a mordida), fuga ou morte. Caso o animal seja desconhecido, é preciso se vacinar. Se tiver com a dose em dia, apenas observe os sintomas e, caso haja alguma mudança, procure um médico ou veterinário.
Segundo a infectologista Rosana Richtmann, os dentes do gato são mais afiados e podem, além de raiva, transmitir tétano e outras bactérias. Se os cortes forem pequenos, não se devem fazer pontos, para evitar complicações.
De acordo com o Ministério da Saúde, o governo federal distribui a todos os estados lotes da vacina antirrábica para animais. A liberação prioriza as regiões com o maior número de casos: o Nordeste, Pará e Mato Grosso do Sul. Em seguida, vêm a Região Norte e algumas cidades do Centro-Oeste.
As doses são aplicadas por agentes dos estados e municípios, que também promovem campanhas de acordo com a necessidade.
Cachorro com a doença da raiva.
Primeiros Socorros em caso de Mordida
Os primeiros socorros em caso de mordida de cachorro ou gato são importantes para evitar o desenvolvimento de infecções no local, pois a boca destes animais normalmente contém um elevado número de bactérias e outros microrganismos que podem causar infecções e até doenças graves, como a raiva, que afeta o sistema nervoso.
Sintomas da Raiva Humana
A raiva humana, também conhecida como hidrofobia, é uma doença viral em que o sistema nervoso central (SNC) fica comprometido e pode levar à morte em 5 a 7 dias, se a doença não for devidamente tratada.
Esta doença pode ser curada quando a pessoa procura ajuda médica logo que é mordida por um animal infectado ou quando surgem os primeiros sintomas.
O agente causador da raiva é o vírus rábico que pertence à ordem Mononegavirales, família Rhabdoviridae e gênero Lyssavirus. Os animais que podem transmitir raiva aos humanos são principalmente cães e gatos raivosos, mas todos os animais de sangue quente também podem ser infectados e transmitir ao homem. Alguns exemplos são os morcegos que consomem sangue, animais de produção, raposa, guaxinim e macacos.
Os sintomas da raiva em humanos começam aproximadamente 45 dias após a mordida do animal contaminado, já que o vírus precisa chegar no cérebro antes de provocar qualquer tipo de sintoma. Assim, é comum que a pessoa já tenha sido mordida há algum tempo antes de apresentar qualquer sinal ou sintoma.
No entanto, quando surgem, os primeiros sintomas costumam ser semelhantes aos de uma gripe e incluem:
_Mal estar geral; _Sensação de fraqueza; _Dor de cabeça; _Febre baixa; _Irritabilidade. _Além disso, no local da mordida também podem surgir algum desconforto, como a sensação de formigamento ou picadas.
À medida em que a doença vai se desenvolvendo, começam a aparecer outros sintomas relacionados com a função cerebral, como ansiedade, confusão, agitação, comportamento anormal, alucinações e insônia. Quando surgem sintomas relacionados com a função cerebral, geralmente a doença é fatal e, por isso, a pessoa pode ser internada no hospital apenas para fazer medicação diretamente na veia e tentar aliviar o desconforto.
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Como acontece a transmissão?
A transmissão do vírus da raiva acontece por contato direto, ou seja, é preciso que a saliva do animal ou da pessoa infectada entre em contato com uma ferida na pele ou com as membranas dos olhos, do nariz ou da boca. Por esse motivo, a causa mais comum de transmissão de raiva é através da mordida de um animal, sendo mais raro que a transmissão aconteça através de arranhões.
Como identificar um animal com raiva?
Numa primeira fase da infecção, os animais infectados pelo vírus da raiva podem se apresentar sem forças, com vômitos constantes e perda de peso, no entanto, esses sintomas acabam progredindo para salivação excessiva, comportamento anormal e automutilação.
Como prevenir a infecção?
A melhor forma de se proteger da raiva é vacinar todos os cães e gatos com a vacina antirrábica, porque assim, mesmo que seja mordido por um destes animais, como estes não ficarão contaminados, a pessoa, se mordida, não ficará doente.
Mordida de Cão ou Gato: procure ajuda médica urgentemente!
Em caso de mordida de cachorro ou gato, o Ministério da Saúde recomenda que as pessoas procurem logo um posto de saúde ou o pronto socorro para tomar a vacina contra a raiva. São aplicadas até cinco doses, dependendo do caso.
Quais os riscos de uma mordida de cachorro?
As mordidas de cachorro podem causar quatro tipo de lesões, sendo elas: arranhão, dilaceração, perfuração ou esmagamento. Todavia, a gravidade da lesão vai depender da raça, força e intensidade do ataque. Assim, cada tipo de lesão exigirá um tipo de tratamento, pois causam diferentes complicações.
Quanto tempo depois de ser mordida por cachorro posso tomar a vacina?
Se a vacina estiver indicada, deve ser dada o mais rápido possível mas pode ser feita até 72 horas da exposição. Se o soro estiver indicado, ele deve ser aplicado o mais rápido possível, antes da vacina e se não for, deve ser feito até 7 dias após o acidente.
Precisa tomar antitetânica para mordida de cachorro?
Na maioria dos casos, o médico recomendará uma vacina antitetânica após uma mordida de cachorro, se você não tiver tomado a vacina antitetânica nos últimos cinco anos.
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Devemos lavar a ferida após ser mordido?
Assim que acontecer a mordida, você deve lavar a ferida com muito sabão e água corrente por um período mínimo de cinco minutos. Depois, estanque o sangue com uma toalha limpa e procure ajuda médica. No hospital, o médico vai fazer uma limpeza na ferida e receitar antibióticos, para combater a infecção.
Como denunciar cachorro violento na rua?
As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0800 61 8080 (gratuitamente) ou pelo e-mail para [email protected]. O IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) as encaminhará para a delegacia mais próxima do local da agressão.
Se um cachorro atacar alguém, o dono é obrigado a indenizar?
Tido como melhor amigo do homem, companheiro fiel, protetor e afetuoso, o cachorro certamente não goza do mesmo conceito entre os carteiros. Ele é um dos principais causadores de acidentes de trabalho para os funcionários dos Correios.
CARTEIRO ATACADO POR CACHORRO
Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça – STJ analisou um caso que envolveu o ataque de cão da raça pit bull a um carteiro. Enquanto o carteiro trabalhava, o cachorro pulou o muro da casa onde vivia e atacou o homem de 63 anos, o deixando gravemente ferido. A vítima teve a perna direita muito machucada e precisou passar por cirurgia, e em decorrência das lesões, o carteiro foi aposentado por invalidez.
As despesas médicas – que totalizaram R$ 17.784,15 – foram custeadas pelo plano de saúde dos Correios.
Na tentativa de reaver os valores, os Correios ajuizou ação contra o dono do animal, mas o Tribunal Regional Federal da 4ª Região julgou o pedido improcedente, e a empresa recorreu então ao STJ. O ministro Luis Felipe Salomão, relator do REsp 1.379.885, explicou não ser possível modificar a decisão porque o pedido de ressarcimento dos valores não deveria ter sido feito pela empregadora do carteiro – no caso, os Correios –, e sim pela pessoa jurídica do plano de saúde.
Imagem Ilustrativa
A RESPONSABILIDADE DO DONO DO ANIMAL
Cumpre lembrar que o art. 936 do Código Civil de 2002 descreve a responsabilidade que o dono tem pelos danos e prejuízos causados por seus animais:
Art. 936. O dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior. Por exemplo, se um animal atacar alguém, ou destruir algo de outra pessoa, o dono deverá ressarcir o prejuízo.
A responsabilidade referida no mencionado artigo trata-se de responsabilidade objetiva, ou seja, não há necessidade de prova da culpa do proprietário do animal, basta que o animal cause um prejuízo que seu dono responde.
A lei permite que, se o proprietário provar que houve culpa da vítima, ou que o fato decorreu de força maior, ele não seja responsabilizado.
É importante esclarecer, que no caso analisado pelo STJ, o legitimado para propor a ação de ressarcimento seria o Plano de Saúde, que é o sujeito que realizou as despesas médicas, e não os Correios.
Na linha desse entendimento, cumpre anotar que os Correios, enquanto empregadora, ocupa a posição de estipulante, a quem cumpre, entre outras funções, a fiscalização do serviço prestado pela operadora do Plano, e que sua obrigação tem razão preventiva e assistencial, conforme a legislação de regência (art. 458, § 2º, e IV, da CLT), não se confundindo com a figura do segurador/operador do plano.
CONCLUSÃO:
Portanto, a ação de ressarcimento dos valores despendidos com gastos médicos no caso visto acima, deveria ter sido ajuizada pelo Plano de Saúde, e não pelos Correios.
Mas fique atento, ocorrendo o previsto no art. 936 do Código Civil, é plenamente possível que o dono do animal que causou o dano seja obrigado a repará-lo, salvo se provar culpa da vítima ou força maior.
(Fonte STJ)
Qual a mordida de cão mais forte do mundo?
Kangal. O cachorro com a mordida mais forte do mundo tem origem turca. A força da sua mandíbula pode chegar a 743 PSI, o dobro, por exemplo da mordida de um rottweiller. Há a possibilidade de apresentar até 60 kg e sua altura varia de 65 cm a 78 cm.
*Vale lembrar que cães e gatos são animais dóceis e sobre o comportamento deles pesa fundamentalmente a criação dada pelos seus tutores. Sim, nem todas as raças são iguais, umas mais difíceis que outras, mas os especialistas são categóricos em afirmar que a forma como se educa um cão, independente da raça, definirá sua índole, perfil e comportamento. Enquanto donos, somos responsáveis pela saúde, cuidado e por todas as situações preventivas que envolvem a presença do animal, principalmente em lugares públicos.
SIM!!! Vale muito a pena ter um cão ou um gato, eles preenchem nossas vidas com amor e companheirismo. Desde que tenhamos amor e RESPONSABILIDADE!
Fontes de Pesquisa: JusBrasil, STJ, TuaSaúde, Ministério da Saúde e G1
O pequeno João Pedro Lima, 8 anos, recebeu a primeira dose da vacina contra Covid e, com um cartaz, fez uma homenagem comovente à mãe dele, que morreu da doença em 2020.
“Eu me vacino por mim e pela minha mãe que não teve a oportunidade de se vacinar. Levem seus filhos para se vacinar”, incentivou o menino.
João Pedro é Rio Branco, no Acre. Ele estava acompanhado do primo de 7 anos, que também levou uma foto da tia. Raquel Moraes Lima era assistente social e tinha 37 anos, quando morreu em julho de 2020.
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Ansiosos pela vacina
A irmã de João Pedro, Larissa Moraes Matos, de 20 anos, contou que ele e o primo estavam muito ansiosos para se vacinar. Eles perderam muitos familiares para a doença.
Ela contou que a homenagem foi um meio de alertar as pessoas também.
“Como muitas pessoas ainda não enxergam a importância de se proteger e não acreditam na evolução da ciência, sempre fazemos um manifesto para conscientizar as pessoas”, disse a estudante.
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A falta da mãe
Larissa contou que ela e o irmão sentem muita falta da mãe e que sempre que alguém da família é vacinado, eles comemoram.
Na época, a morte de Raquel comoveu a todos. Ela era servidora de carreira do Instituto Socioeducativo do Acre (ISE-AC) há 11 anos.
Nesse período, atuou como assistente social como membro da equipe técnica, coordenadora técnica em várias unidades da Capital, e foi diretora do Centro Socioeducativo Santa Juliana.
“A forma de se manifestar foi ideia da família em conjunto, até mesmo os próprios meninos. Resolvemos levar isso adiante quando vimos nos jornais os baixos índices de procura pela vacinação infantil”, disse.
Escolas retomam atividades e exigem respeito a protocolos sanitários
Mesmo com a explosão dos casos de covid-19 causada pela disseminação da variante Ômicron, a maioria dos estados iniciou, ou vai começar, o ano letivo com aulas presenciais. É o que mostra levantamento realizado pela Agência Brasil.
Nos estados em que o calendário está mantido com atividades nas escolas, são adotados protocolos como uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool em gel, medição da temperatura dos estudantes e trabalhadores e distanciamento mínimo entre carteiras.
Contudo, alguns estados resolveram adiar o início das aulas em razão do crescimento dos casos de covid-19 e da situação epidemiológica local. Foi a decisão tomada pelos governos do Amazonas e do Rio Grande do Norte.
A vacinação dos alunos é trabalhada na maioria da vezes como recomendação. Alguns estados, como São Paulo, Ceará, Amapá e Paraíba, vão exigir comprovação de conclusão do ciclo vacinal para a frequência às aulas.
Os critérios para exigência de comprovante de vacinação contra covid-19 variam, o que inclui distintas faixas etárias, prazos (imediatos ou com tempo para regularização) e diferentes tipos de consequências (algumas são recomendações, enquanto outras não impedem a participação nas aulas).
Região Norte
Amazonas – O Comitê Intersetorial de Enfrentamento da Covid-19, em reunião realizada em 14 de janeiro, decidiu adiar para 14 de fevereiro o início presencial do ano letivo de 2022 nas escolas da rede pública estadual. “Diante do cenário que nós temos, estamos adiando a volta às aulas, que seria no dia 7, para o dia 14. Naturalmente iremos avaliar como evoluem os casos de covid-19 e outras síndromes respiratórias. Tudo isso é para a segurança dos profissionais da educação, dos alunos e dos pais, neste momento em que estamos em alerta”, disse o governador Wilson Lima.
Acre – A Secretaria de Educação do Acre abriu processo de matrículas no dia 3 de janeiro. Os procedimentos de renovação de matrícula dos alunos que já estavam na rede estadual, a apresentação de documentos pelos novos estudantes e as transferências de escolas municipais para estaduais terminarão no dia 31 de março. As aulas no modo presencial deverão começar em abril.
Amapá – As aulas terão início no dia 7 de março, e a previsão é que as atividades recomecem no formato presencial. Contudo, o governo do Amapá informou, em nota à Agência Brasil, que acompanha os dados sobre a pandemia junto aos órgãos de saúde para eventuais ajustes. A Secretaria de Educação exige o comprovante de vacinação para alunos maiores de 5 anos.
Pará – A Secretaria de Educação do Pará informou à Agência Brasil que a decisão sobre o formato das atividades (presenciais ou remotas) na volta às aulas será tomada levando em consideração o cenário epidemiológico no estado. O início do período letivo de 2022 no Pará está previsto para 8 de março.
Rondônia – O Decreto No 26.462, de 15 de outubro de 2021, definiu o retorno às aulas de forma totalmente presencial e vale para o início do ano letivo de 2022. A norma indica, porém, que as escolas terão que seguir “medidas de biossegurança”, observando o contexto em cada município, bem como desenvolver planos para mitigar os riscos de infecção.
Roraima – A previsão é que aulas comecem no próximo dia 7 somente na modalidade presencial. Contudo, o governo de Roraima informou que acompanha o quadro epidemiológico para avaliar se haverá necessidade de alguma mudança nessa decisão. Segundo a administração estadual, foram aplicados recursos para adoção de medidas como implantação nas escolas de totens de álcool em gel e de pias para higienização das mãos.
Tocantins – Os estudantes voltam às aulas no próximo dia 14. O governo do estado também optou pela manutenção das aulas de forma totalmente presencial. A administração tocantinense informou que vai implementar o Programa de Recomposição de Aprendizagem Recomeçar, iniciativa voltada para enfrentar os prejuízos educacionais causados pela pandemia.
Região Nordeste
Alagoas – A rede pública estadual reinicia as aulas no dia 7 na forma presencial em todas as escolas, respeitando as medidas de enfrentamento à covid-19. A Secretaria de Educação informou que, durante o ano letivo, realizará trabalho conjunto com o Ministério Público de Alagoas, o Conselho Tutelar e secretarias municipais de Saúde, para monitoramento de alunos que ainda não tenham sido vacinados. Segundo a secretaria, a campanha de conscientização e incentivo não impedirá o estudante não vacinado de participar presencialmente das aulas.
Bahia – As aulas começam também no 7, em formato 100% presencial, para todos os estudantes, observando os decretos governamentais e protocolos de biossegurança disponibilizados no Portal da Educação. A secretaria de Educação lembra que a apresentação do cartão de vacina dos estudantes de até 18 anos de idade já era exigida no ato da matrícula desde 2019. “Com a Portaria de Matrícula nº 2043/2021, a apresentação da caderneta de vacinação será solicitada para todos que desejarem se matricular na rede estadual de ensino, mesmo não se tornando impedimento para que o ato aconteça”. Isso não será, porém, impedimento para participação das aulas, diz a secretaria.
Ceará – A rede pública iniciou nesta segunda-feira (31) o ano letivo, com observância de todos os protocolos de segurança sanitária estabelecidos pelo governo estadual. A Secretaria de Educação comprou equipamentos de proteção individual para alunos, professores e profissionais das escolas e exige apresentação do comprovante de vacinação contra covid-19. O estudante que não apresentar o documento terá prazo de 30 dias para apresentá-lo, mesmo que só tenha tomado a primeira dose da vacina, informa o governo cearense.
Maranhão – As aulas serão iniciadas no próximo dia 14, no formato presencial, na rede pública de ensino do Maranhão. Não existe ainda definição sobre a necessidade de apresentação do comprovante de vacinação contra a covid-19 para participar das atividades escolares no estado. Quanto à rede privada de ensino, a maioria das escolas retomou as atividades nesta segunda-feira.
Paraíba – As aulas na rede estadual terão início no dia 7 deste mês, em modelo híbrido, no estado da Paraíba. O comprovante de vacinação contra a covid-19 está sendo exigido no ato da matrícula, para alunos de 12 anos ou mais de idade. Os estudantes que não apresentarem o documento participarão apenas de aulas remotas.
Pernambuco – A volta às aulas será no próximo dia 3, com rigorosa observância de protocolos de segurança contra covid-19 e recomendação de atividades oferecidas preferencialmente de forma presencial, embora se admita o ensino remoto. As escolas da rede privada retomaram as atividades hoje. Segundo o governo de Pernambuco, as secretarias de Educação e Esportes e de Saúde estão em permanente diálogo, acompanhando os números da pandemia no estado, e prontas para anunciar novas medidas que se façam necessárias.
Piauí – O ano letivo terá atividades totalmente presenciais e começará no próximo dia 7. Decreto estadual tornou obrigatória no Piauí a apresentação do passaporte vacinal para qualquer órgão público, incluindo escolas da rede pública, informou a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Educação.
Rio Grande do Norte – O governo estadual comunicou nesta segunda-feira o adiamento do início do ano letivo, previsto inicialmente para 7 de fevereiro. A Secretaria de Estado da Educação, da Cultura do Esporte e do Lazer reordenará o calendário letivo de 2022, em portaria que será publicada na semana que vem, definindo para o próximo dia 14 o início das aulas. A decisão foi tomada por causa do grande número de servidores de escolas e órgãos educacionais infectados. Levantamento feito pela secretaria informa que atualmente estão afastados do serviço 150 servidores da Secretaria de Educação e 2.737 funcionários das escolas.
Sergipe – As aulas nas escolas públicas do estado de Sergipe começam no próximo dia 21 no modelo presencial, com uma semana de acolhimento socioemocional, que se estenderá até o dia 25 deste mês.
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Região Centro-Oeste
Distrito Federal – O início do semestre letivo está marcado para 14 de fevereiro, com atividades 100% presenciais. Segundo o governo do Distrito Federal, os protocolos estão em revisão e serão anunciados posteriormente. O governo distrital discutiu a possibilidade de vacinar crianças nas coordenações regionais de ensino, mas a medida foi abortada após recomendação em contrário do Ministério Público do DF e Territórios.
Goiás – As escolas de Goiás iniciaram as aulas de forma exclusivamente presencial no dia 19 de janeiro. O governo estadual adotou protocolos como aferição de temperatura dos alunos e trabalhadores, uso de máscaras, lavagem constante de mãos e uso de álcool em gel.
Mato Grosso do Sul – As atividades escolares no estado serão retomadas no dia 3 de março, de forma totalmente presencial. Mato Grosso do Sul também adotará protocolos básicos de segurança e prevenção contra a infecção pelo novo coronavírus, causador da covid-19.
Mato Grosso – De forma totalmente presencial, o estado de Mato Grosso inicia as aulas de 2022 no dia 7 deste mês. O governo do estado recomenda a vacinação dos estudantes como medida preventiva contra a covid-19, mas não exigirá comprovante de imunização.
Região Sudeste
Rio de Janeiro – O início do ano letivo no estado do Rio de Janeiro também está previsto para 7 de fevereiro e, “até o presente momento, será de forma presencial”, informa a Secretaria de Estado de Educação. Caso haja alguma orientação para não se retomarem atividades pedagógicas presenciais, a secretaria se diz preparada para o ensino remoto e avisa que está seguindo todos os protocolos sanitários e orientações definidas pelas autoridades sanitárias. Até o momento, não há orientação sobre exigência de comprovante vacinal no estado.
Minas Gerais – O calendário escolar prevê começo das aulas também no próximo dia 7. O retorno será presencial, mas as aulas poderão ser suspensas por cinco dias caso 30% da turma tenha diagnóstico laboratorial positivo para covid-19. A determinação de escalonamento na entrada e saída foi revogada, mas mantiveram-se medidas básicas de proteção como uso de máscaras e higienização das mãos. A vacinação não é obrigatória, mas é “incentivada” e será solicitado cartão de vacinação para propósitos informativos.
São Paulo – O início do ano letivo no estado de São Paulo está previsto para esta quarta-feira (2). As aulas serão presenciais, mas com respeito a protocolos, oferecimento de álcool em gel, exigência de uso de máscaras, aferição de temperatura e higienização das mãos. Os responsáveis pelos alunos devem apresentar comprovante de vacinação. Aqueles que tiverem contraindicação devem apresentar atestado, e o responsável terá até 60 dias para regularizar a situação.
Espírito Santo – O retorno às aulas na rede pública estadual está previsto para quinta-feira (3). De acordo com informação da Secretaria Estadual de Educação do Espírito Santo, o formato será presencial, sem exigência de comprovante de vacinação contra covid-19.
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Região Sul
Paraná – Os alunos voltam às salas de aula no próximo dia 7. As atividades pedagógicas serão 100% presenciais. A única exceção é a regra que permite a alunos com comorbidades permanecer no modo remoto por 30 dias após a conclusão do ciclo vacinal. Serão adotados protocolos como uso de máscara, disponibilização de álcool em gel e aferição de temperatura.
Santa Catarina – A rede pública retoma as aulas no dia 7 deste mês, de modo presencial e com possibilidade de alternativas para alunos com problemas de saúde, que devem ser comprovados com laudo médico. Há novas normas sobre o distanciamento físico nas salas de aula, valendo a observância de 1,5 metro apenas no momento da alimentação na unidade escolar.
Rio Grande do Sul – O início do ano letivo está previsto para 21 de fevereiro, com atividades de forma presencial, no estado do Rio Grande do Sul. Foi aprovada portaria conjunta das secretarias de Educação e da Saúde estabelecendo protocolos de segurança, como os já citados e a preferência por locais abertos e ventilados.
Resolução, que trata também do ensino presencial da rede, foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais
Na rede estadual de ensino de Minas Gerais, o ano letivo começa em 7/2. Todas as escolas estão se preparando para receber, com segurança e acolhimento, os seus estudantes. A participação dos alunos nas atividades presenciais será obrigatória e todas as orientações dos protocolos de biossegurança e sanitário-epidemiológicos vigentes da Secretaria de Estado da Saúde (SES-MG) e das deliberações do Comitê Extraordinário Covid-19 serão seguidas rigorosamente.
Professores e equipe pedagógica das escolas retornam às atividades para o início do ano escolar nesta terça-feira (1/2), uma semana antes dos alunos, para que todos possam organizar e planejar as atividades administrativas e pedagógicas que precisam ser desenvolvidas ao longo do ano letivo.
Considerando a possibilidade de casos de contaminação por covid-19 entre alunos e/ou funcionários, a resolução destaca a importância de prever medidas de controle e definir estratégias pedagógicas e administrativas que a escola deverá desenvolver para que nenhuma turma ou estudante tenha prejuízo no processo de ensino-aprendizagem.
Os alunos que apresentarem resultado positivo em teste para diagnóstico de covid-19 ou que tiverem sintomas característicos de síndromes respiratórias ou, ainda, que tiverem contato próximo com pessoa que testou positivo não devem ir à escola. A medida correta a se tomar é não comparecer ao ambiente escolar, devendo procurar atendimento médico e comunicar a unidade de ensino.
A resolução indica que as ferramentas de tecnologia desenvolvidas ao longo de 2020/2021 pela SEE/MG para o apoio pedagógico podem ser utilizadas sempre que necessário ao longo de todo processo de ensino e aprendizagem, principalmente nos casos de estudantes com afastamento por coronavírus ou outras doenças que precisam realizar atividades domiciliares.
Também serão implementadas medidas voltadas para os professores da rede. No caso de professor em Licença para Tratamento de Saúde por covid-19 confirmada, que apresentar sintomas característicos de síndromes respiratórias ou porque teve contato próximo com pessoa que testou positivo para a doença, a escola deve definir e promover estratégias pedagógicas e administrativas para que nenhuma turma ou estudante tenha prejuízo no processo de ensino-aprendizagem. Caso seja necessário, poderá realizar excepcionalmente a atribuição de extensão de carga horária ou convocação temporária de professor para atendimento às turmas.
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Protocolos
A rede estadual de ensino seguirá todas as orientações da 7ª versão do Protocolo Sanitário de Retorno às Atividades Escolares Presenciais, da SES-MG. O documento relacionado ao ano letivo de 2022 foi aprovado pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes-Minas) e atualizado pela Secretaria de Estado de Saúde.
Em relação à possibilidade de suspensão de aulas, nas turmas que forem constatados mais de 30% dos estudantes confirmados laboratorialmente para covid-19, os alunos pertencentes a turma ficarão afastados do ambiente escolar por cinco dias corridos contados do último resultado. A mesma regra se aplica aos professores exclusivos da turma afastada.
As investigações de surtos caberão às secretarias municipais de Saúde, que contarão com o apoio do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs Minas). O novo protocolo também revogou o escalonamento na entrada e na saída dos alunos, mas mantém a recomendação de controle do fluxo para evitar aglomerações nos momentos de troca de turnos.
Assim como nos demais documentos, a nova versão ressalta a importância de medidas sanitárias, como o uso universal e correto de máscaras, a lavagem frequente das mãos, entre outras. Clique aqui e confira a resolução completa.
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Ano escolar
Nesta terça-feira (1/2), todas as escolas estaduais iniciam o ano escolar, que é quando os profissionais começam o trabalho de planejamento, reuniões e formação continuada para que o ano letivo comece da melhor forma possível. Para auxiliar no trabalho de preparação, a SEE/MG encaminhou para as unidades de ensino documentos com uma série de orientações de fortalecimento das aprendizagens e integração da equipe escolar para a organização da Semana Pedagógica do Ano Letivo de 2022.
Ao longo de toda semana, os educadores discutirão temas como Novo Ensino Médio, Currículo Referência de Minas Gerais, Planejamento Escolar, Intervenção Pedagógica, entre outros. Também haverá um reforço nas orientações referentes ao protocolo sanitário de retorno às aulas presenciais.