Categoria: Saúde

  • CORONAVÍRUS: Mês de abril de 2021 foi o mais letal desde o início da pandemia em Três Pontas, com 24 óbitos.

    CORONAVÍRUS: Mês de abril de 2021 foi o mais letal desde o início da pandemia em Três Pontas, com 24 óbitos.

    CONEXÃO FAZ UM RAIO-X DAS MORTES POR COVID-19 NO MUNICÍPIO

    O mês de abril de 2021 foi o que mais registrou mortes por covid 19 em Três Pontas desde o início da pandemia, em março de 2020. De lá para cá, até hoje, 03 de Maio de 2021, 79 pessoas morreram em decorrência de complicações provocadas pelo coronavirus no município. É o que afirma o Boletim Epidemiológico da Prefeitura Municipal de Três Pontas.

    A primeira morte provocada pelo coronavirus no município, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ocorreu no dia 17 de abril de 2020, vitimando uma idosa de 72 anos. Já o segundo registro se deu no dia 23 de julho, tirando a vida de uma mulher de 43 anos. No final daquele mês de julho outras duas mulheres (73 e 48 anos de idade) morreram. A quinta morte havia sido confirmada no início do mês de agosto (dia 03). Uma idosa de 66 anos foi a vítima.

    Como se pode observar, da primeira para a segunda morte houve um intervalo de pouco mais de três meses (abril 2020 a julho 2020). Três Pontas atingiu a décima morte por coronavirus no dia 5 de outubro de 2020. Naquela ocasião apenas duas pessoas estavam internadas na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Na mesma data, 66 pessoas estavam em isolamento e havia 3378 casos de síndrome gripal.

    A vigésima morte por covid-19 foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas no dia 4 de janeiro de 2021. Isso mostra que da décima para a vigésima morte se passaram 3 meses, uma média de 3 mortes mensais.

    Mas ainda em janeiro deste ano, os casos de coronavirus com agravamento e consequentemente com mais óbitos, aceleraram de forma bastante preocupante. No dia 25 do mesmo mês o número total de mortes já chegava a 31, sendo 3 no mesmo boletim.

    No dia 11 de fevereiro do corrente ano a estatística de mortes em decorrência da covid-19 em Três Pontas saltou para 40. Já eram 2464 casos confirmados naquela oportunidade, com 516 casos em isolamento, 3 pessoas internadas com suspeita do vírus, além de 6 internações confirmadas. Também explodia ali o número de casos de síndrome gripal, que batia a marca de 10541 notificações.

    O registro de 50 mortes foi atingido no dia 12 de março. O Boletim Epidemiológico do dia 5 de abril, uma segunda-feira, trouxe a confirmação de mais duas mortes, totalizando na ocasião 57 vidas perdidas em decorrência da pandemia. E agora no mês de abril é que os números atingiram um patamar inédito, ainda mais trágico e que acende o sinal de alerta no sentido de que, a exemplo do que acontece em diversas cidades do Brasil, Três Pontas começa a colapsar a sua saúde, tendo a enfermaria e a UTI da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis completamente lotadas no dia de hoje, 03 de maio.

    De 55 mortes (final de março) saltamos para 77 (final de abril) e 79 (início de maio). São 24 mortes em cerca de 1 mês. Quase uma morte a cada 24 horas.

    Os números de hoje, segundo o Boletim Epidemiológico da Prefeitura Municipal de Três Pontas, são alarmantes,  a ponto das autoridades de saúde confirmarem que o HSFA está entrando em colapso. São 3765 casos de coronavirus no município, com 3216 recuperados e 79 mortes. Enfermaria e UTI da Santa Casa local têm hoje  26 pessoas internadas com covid-19, além de quatro suspeitas. Os números de hoje demonstram ainda que 470 pessoas estão com o vírus neste momento, sendo 444 em isolamento domiciliar e as demais hospitalizadas. Já são 15295 casos de síndrome gripal, cerca de um quarto da população trespontana.

    Pessoas Vacinadas em Três Pontas

    Alerta

    As novas cepas do coronavirus, além de mais potentes, são mais letais e têm acometido cada vez mais pessoas com menos idade, inclusive bebês e crianças. Já não é de hoje que o coronavirus deixou de ser uma “doença de velho”, como se imaginava. O tempo de recuperação é maior, as internações perduram mais (o que esgota as vagas), assim como as sequelas e a incapacitação. Todo cuidado é pouco! 

    As autoridades municipais de saúde reforçam a necessidade de manutenção do distanciamento social, de se evitar aglomerações e reafirma a necessidade do uso da máscara e também do álcool em gel. 

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    Roger Campos

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  • COLAPSO: Pacientes com Covid-19 lotam Enfermaria e UTI da Santa Casa de Três Pontas; Mortos sobem para 79

    COLAPSO: Pacientes com Covid-19 lotam Enfermaria e UTI da Santa Casa de Três Pontas; Mortos sobem para 79

    Número total de casos é de 3.765 positivados. Curados já somam 3.216.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (03) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais duas mortes. Um dos dados que mais preocupa as autoridades de saúde é a superlotação da Santa Casa de Três Pontas. UTI e Enfermaria já enfrentam colapso.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.765 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 3.216 já se recuperaram e, infelizmente, 79 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 470 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 470 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 15.295.

    Quatro pessoas estão internadas com suspeita de covid-19. Vinte e seis casos confirmados encontram-se hospitalizadosna Santa Casa de Três Pontas. Há 444 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 382 dias. Isso dá uma média de 9,85 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 40 Homens

    _ 39 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 17

    _ 60 a 79 anos – 42

    _ 80 anos ou mais – 19

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 31

    _ Hipertensão – 19

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 44

    _ Doença Renal Crônica – 07

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 04

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 04

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 02

    _ Autismo – 01

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 01

    _ Asma – 01

    _ Hipotireoidismo – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 36

    _ 8 a 15 dias – 27

    _ 16 a 21 dias – 06

    _ 22 ou mais – 09

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • CONEXÃO INVESTIGAÇÃO: Coronavírus segue matando, assim como outras tantas doenças e causas. Mas por que ninguém fala nada?

    CONEXÃO INVESTIGAÇÃO: Coronavírus segue matando, assim como outras tantas doenças e causas. Mas por que ninguém fala nada?

    Reportagem especial mostra que há muito com o que se preocupar, além do vírus chinês.

    O Brasil segue vivendo diariamente o drama provocado pela maior pandemia de sua história. E não é uma exclusividade nacional. O coronavirus tem provocado caos e mortes mundo afora. Está diariamente em todos os veículos de comunicação. É assunto inesgotável. Está em todos os lugares, o tempo todo. A questão que deve ser levada em consideração é que, não desmerecendo e não tratando o coronavirus como uma mera gripe, há outras diversas causas de mortes diárias no Brasil que não são levadas em conta, não são informadas, dando a impressão de não terem a menor importância ou relevância. Neste 22 de abril, Dia do Descobrimento, ousamos buscar descobrir a verdade dos fatos.

    O Brasil é um país continente, com mais de 220 milhões de habitantes. tem suas características próprias, Como o clima, ocupação por metro quadrado, distribuição de renda, acesso à educação e à saúde muito dificultados, extremos dentro do próprio território e uma série de situações, como a velha política, que tornam tudo aqui mais moroso, difícil e polêmico. 

    A Itália tem hoje 62 milhões de habitantes. A França tem 67 milhões. A Espanha tem 46 milhões. Argentina tem 44 milhões. E Portugal, pouco mais de 10 milhões de habitantes. O Brasil tem praticamente a população de todos esses países juntos. Lógico que tudo aqui no Brasil toma uma proporção maior. Vacinar 220 milhões de pessoas é muito mais complicado do que vacinar 40 milhões. O governo federal já distribuiu mais de 50 milhões de vacinas.  quantidade que seria suficiente para vacinar toda a Espanha ou toda Argentina.

    Aqui no Brasil, neste nosso lindo país continente,  apesar dos índices elevados de contaminação e de mortes pela covid-19 o coronavirus está longe de ser o único vilão. Veja o levantamento feito pelo conexão Três Pontas sobre outras causas de mortes no Brasil em 2020:

    _ Mortes no Trânsito

    De acordo com o Portal do Trânsito em 2020, 80 pessoas morreram por dia em consequência de acidente de trânsito no país. 

    _ Mortes Violentas

    O Brasil teve uma alta de 5% nos assassinatos em 2020 na comparação com 2019, após dois anos consecutivos de queda. É o que mostra o Índice Nacional de Homicídios. No ano passado, foram registradas 43.892 mortes violentas, contra 41.730 em 2019. Ou seja, 2.162 mortes a mais. Estão contabilizadas no número as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.

    _ Mortes por Câncer 

    O Câncer é a principal causa de morte e uma importante barreira para aumento da expectativa de vida em todos os países do mundo. De acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2019 e 2020 o câncer foi a primeira ou segunda causa de morte antes dos 70 anos em 112 dos 183 países e ocupa o terceiro ou quarto lugar em mais 23 países. O crescente destaque do câncer como uma das principais causas de morte reflete, em parte, declínio acentuado nas taxas de mortalidade por doenças do cérebro e cardiovascular, envelhecimento e crescimento populacional e as mudanças na prevalência e distribuição dos principais fatores de risco, vários dos quais são associados ao desenvolvimento socioeconômico. Os dados publicados de expectativa para 2020 registraram uma incidência de aproximadamente 19 milhões de casos de câncer em todo mundo, com 10 milhões de mortes. Mais de 60% dos casos de câncer se concentram nos 10 tipos mais frequentes, sendo responsáveis também por 70% de todas as mortes. 

    Uma pesquisa divulgada, feita pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (Iarc na sigla em inglês), mostrou um panorama da doença em todo o mundo. Segundo o levantamento, 2020 chegará ao fim com 19,3 milhões de novos casos registrados e 10 milhões de óbitos. A agência intergovernamental faz parte da Organização Mundial de Saúde das Nações Unidas (OMS). A entidade calcula que mais de 690 mil pessoas morreram de câncer em 2020. 

    Atualmente, 7,6 milhões de pessoas no planeta morrem em decorrência da doença a cada ano. Dessas, 4 milhões têm entre 30 e 69 anos.

    No Brasil, o número de novos casos foi de 522.212, com aproximadamente 260.000 mortes por câncer em 2020.

    _ Mortes por Tuberculose

    O Brasil ainda registra 200 novos casos de tuberculose por dia, segundo dados do Ministério da Saúde. A tuberculose é uma doença grave e está entre as 10 causas de morte no mundo: são 10 milhões de casos por ano e mais de 1 milhão de óbitos.

    No Brasil, em 2019, foram registrados 73.864 mil casos novos da doença. A taxa de mortalidade caiu cerca de 8% na última década.

    _ Mortes por Dengue

    Os casos de dengue registrados no Brasil em 2020 aumentaram 600%, com mais de 800 mortes. De Janeiro até 24 de agosto de 2020 foram registrados 1,4 milhão de casos, 6 vezes mais do que o registrado no mesmo período de 2019, quando foram registrados 205.791 casos. Pelo menos 14 estados brasileiros estiveram em situação de epidemia. Em Minas Gerais o índice foi de 2.200 casos a cada 100 mil habitantes, o pior índice de todo Brasil.

    _ Mortes por Doenças Cardiológicas

    Até o dia 20 de abril de 2020 foram 121.620 no Brasil. Por mês são cerca de 22.100 mortes. Por dia são, em média, 1.092 mortes. AS DOENÇAS CARDIOVASCULARES MATAM UMA PESSOA A CADA 90 SEGUNDOS NO BRASIL. POR QUE NÃO SÃO CONSIDERADAS UMA EPIDEMIA? 

    De acordo com o Cardiômetro da Sociedade Brasileira de Cardiologia, de 01/01/2020 a 05/04/2020, cerca de 104 mil pessoas foram a óbito em decorrência de alguma doença relacionada ao aparelho cardiovascular no Brasil. Ou seja, a cada 90 segundos uma pessoa morreu em decorrência das doenças cardiovasculares em nosso país. Nesse mesmo período, a infecção pelo coronavírus levou a óbito cerca de 62.784 pessoas no mundo inteiro, de acordo com o relatório da OMS.

    Não é difícil perceber que as doenças cardiovasculares mataram, somente no Brasil, quase o dobro do que o coronavírus matou no mundo em 2020. O mesmo raciocínio pode ser aplicado para outras doenças como a tuberculose e a malária, e para causas externas como violência e acidentes de trânsito. Esses números permitem entender o questionamento feito inicialmente: por que essas doenças, em especial as doenças cardiovasculares, também não são consideradas uma epidemia?

    De acordo com um estudo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Hospital Alberto Urquiza Wanderley e da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o número de mortes por doenças cardiovasculares cresceu até 132% no Brasil durante a pandemia.

    _ Mortes por Doenças Cerebrais

    A cada seis segundos alguém, em algum lugar, morre de AVC. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o acidente vascular cerebral AVC é a segunda maior causa de morte no mundo, ficando atrás da doença isquêmica cardíaca.

    ​São seis milhões de mortes a cada ano. No Brasil o AVC é a segunda causa de morte e incapacidade, com um enorme impacto econômico e social. Cerca de 30% das pessoas que sofrem um AVC não retornam ao trabalho depois do acidente vascular cerebral e 50% ficam dependentes de outras pessoas no dia a dia.

    Conclusão

    A conclusão que se pode chegar é que uma série de fatores, como interesses político-eleitorais e financeiros, acentuaram fortemente a divulgação e a forma como o coronavirus é tratado no Brasil se comparado com outras causas de morte. parece ser interessante tanto para boa parte da classe política quanto para a imprensa que se instaure o caos, que se propague o medo a qualquer custo, simplesmente para devolver ou manter o poder àqueles que não vivem sem ele. 

    A pandemia de coronavírus, frisamos, é a mais grave da nossa história e deve ser encarada desta forma, mas sem distorcer sua realidade, seus dados e seu combate. Tão importante quanto continuarmos mantendo o distanciamento social, usando máscara e álcool em gel é que parem de politizar a pandemia, alguns parem de fingir que estão aplicando a vacina, parem de transferir responsabilidades, parem de inflacionar o número de mortes, parem de atestar “todas” as mortes tendo como causa a covid-19, parem de pensar nas eleições de 2022 e comecem realmente a cuidar do povo brasileiro. Afinal de contas, eleitor morto por covid-19, por câncer, por AVC, por acidente de trânsito, pela violência ou por qualquer outra causa não vai às urnas e não vota. Pelo menos não oficialmente.

    Fontes de Pesquisa: Portal do Trânsito / Atlas da Violência / Ministério da Saúde / OMS / Gazeta / BBC / Exame / G1 / Instituto do Coração / Instituto de Oncologia / BandNews / Denatran 

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    Roger Campos

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  • Coronavírus: Após 11 dias sem registros, Boletim Epidemiológico confirma mais 2 óbitos em Três Pontas

    Coronavírus: Após 11 dias sem registros, Boletim Epidemiológico confirma mais 2 óbitos em Três Pontas

    Número total de casos é de 3.558 positivados. Curados já somam 3.100.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (26) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais duas mortes.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 3.558 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 3.100 já se recuperaram e, infelizmente, 74 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 384 pessoas estão com o vírus.

    No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. hoje o número é menor, com 384 casos. Número chegou a cair para 52 e agora, gradativamente, volta a subir e de forma preocupante.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 14.767.

    O Boletim de hoje não apresenta o número de pessoas internadas com suspeita de covid-19. Dezenove casos confirmados encontram-se hospitalizadosna Santa Casa de Três Pontas. Há 365 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 375 dias. Isso dá uma média de 9,48 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 39 Homens

    _ 35 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 15

    _ 60 a 79 anos – 40

    _ 80 anos ou mais – 18

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 28

    _ Hipertensão – 17

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 42

    _ Doença Renal Crônica – 07

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 04

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 04

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 02

    _ Autismo – 01

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 01

    _ Asma – 01

    _ Hipotireoidismo – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 32

    _ 8 a 15 dias – 26

    _ 16 a 21 dias – 06

    _ 22 ou mais – 09

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • Três Pontas “fecha a semana” sem nenhuma morte por covid-19; São 9 dias sem novos óbitos

    Três Pontas “fecha a semana” sem nenhuma morte por covid-19; São 9 dias sem novos óbitos

    Apesar disso a Santa Casa de Três Pontas segue com 100% de ocupação.

    As ocupações gerais de leitos de UTI e dos leitos exclusivos para tratamento de pacientes da Covid-19 estão em queda nesta semana no Sul de Minas, conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde. A taxa atual é a menor desde a semana do dia 18 de março. Infelizmente ela não se aplica em Três Pontas.

    Segundo os últimos dados atualizados na quarta-feira (21), a ocupação geral da região era de 86,04% em leitos gerais de UTI e de 84,40% nos destinados ao tratamento da Covid-19. No último domingo (18), a taxa geral de ocupação de UTI da região era de 88,14% e a de ocupação de leitos para pacientes de Covid-19 era de 89,68%. Na ocasião, a taxa havia registrado aumento em relação à semana anterior.

    “Haverá momentos de alta e depois de baixa. A tendência é caminhar para uma estabilidade”, destacou o Diretor Clínico da Santa Casa de Três Pontas, Dr. Eduardo Vasconcelos

    De acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Três Pontas o município não registra oficialmente nenhuma nova morte desde o dia 13 de março. Nesta sexta-feira se completa 10 dias sem nenhum óbito em decorrência da covid-19.

    Entre março e o começo de abril tivemos 21 mortes. Estávamos tendo praticamente 1 morte a cada 1 dia e meio. Graças a Deus e a luta incansável dos órgãos de saúde, dos profissionais dedicados da saúde, graças a vacinação e ainda graças as pessoas que têm consciência, respeito e empatia, Três Pontas está, passo a passo, tentando vencer a pandemia.

    Números da covid-19 hoje em Três Pontas, segundo o Boletim Epidemiológico da Prefeitura Municipal:

    Ocupação por município

    Conforme os dados do Estado, nenhuma cidade da região tem no momento 100% de ocupação de leitos gerais de UTI. Três Pontas tem 93,33% de ocupação, para o atendimento a qualquer enfermidade. Em relação aos leitos exclusivos para tratamento da Covid-19, Três Pontas, segundo a SES, está no limite de 100% de ocupação.

    Outras cidades:

    _ Varginha (96,67%)

    _ Poços de Caldas (96%)

    _ Lavras (95%)

    _ Guaxupé (94,12%)

    _ São Lourenço (93,10%)

    _ Passos (68%)

    _ Pouso Alegre (70,69%)

    _ Alfenas (73,33%)

    Leitos de enfermaria

    Já em relação a leitos de enfermaria, o Sul de Minas registrou aumento na taxa de ocupação desde o fim de semana. Neste momento a taxa geral é de 51,13%, acima dos 48,76% do último domingo (18). Já a proporção ocupada por pacientes de Covid-19 hoje é de 15,09%. No último domingo, essa taxa era de 15,16%.

    Voltando a falar especificamente de Três Pontas, Dr. Eduardo destacou a imprevisibilidade do coronavírus:

    “O que está acontecendo é estamos lidando com um vírus, com uma pandemia. E nas pandemias há momentos de mais calmaria e outros mais complicados. O que está acontecendo neste momento em Três Pontas é um pequeno sinal de estabilidade em relação aos óbitos, mas, infelizmente, eles ainda continuarão ocorrendo.

    Há vários pacientes internados com covid-19 na Santa Casa e felizmente ainda estamos conseguindo atender a todos os casos sem fila de espera. Há um rodízio, com casos mais leves e outros mais graves. Os ‘capacetes’ que foram adquiridos têm ajudado bastante. Muitos pacientes que utilizam acabam não sendo entubados, mas outros casos infelizmente são inevitáveis”, pontuou o médico.

    Ainda segundo o Dr. Eduardo, é prematuro se fazer qualquer diagnósticoou previsão, mesmo com a chegada da vacina.

    “Sobre a vacina ainda é cedo para falar de resultados, mas o grupo que mais sofre com a gravidade do coronavírus está sendo imunizado e a tendência é que haja um equilibrio, uma estabilidade de casos e de mortes daqui algum tempo. Mas, repito, ainda é cedo para avaliar qualquer situação. É tudo muito volúvel, varia muito, com altas e baixas constantes.

    O H1N1, o vírus da gripe, por exemplo, continua matando também. E não nos livramos dele. Precisamos vacinar a cada ano. O mesmo acontecerá com a covid-19. Não digo que venceremos a pandemia, mas nos acostumaremos com ela, com medidas de prevenção constantes e vacinação contínua”, acrescentou o diretor clínico da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos ao Conexão Três Pontas.

    O provedor Michel Renan,. o diretor clínico do PAM Dr. Lucas Erbst, o diretor técnico da Santa Casa Dr. Geovanni de Barros Pereira e o diretor clínico do HSFA Dr. Eduardo Camargo Vasconcelos, juntos, na linha de frente do combate ao coronavírus.

    Importante, lembra o médico especialista, “que todos continuem mantendo o distanciamento social e utilizando a máscara e o álcool em gel”.

    *Com informações do G1 Sul de Minas e SES

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  • Taxa de ocupação de leitos de UTI cai para 86% no Sul de Minas, menor nível em um mês

    Taxa de ocupação de leitos de UTI cai para 86% no Sul de Minas, menor nível em um mês

    Taxa de ocupação exclusiva para Covid-19 também está em queda. Três Corações e Três Pontas, conforme os dados do Estado, são as únicas cidades que estão no limite de 100% de ocupação.

    As ocupações gerais de leitos de UTI e dos leitos exclusivos para tratamento de pacientes da Covid-19 estão em queda nesta semana no Sul de Minas, conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde. A taxa atual é a menor desde a semana do dia 18 de março.

    Segundo os últimos dados atualizados nesta quarta-feira (21), a ocupação geral da região hoje é de 86,04% em leitos gerais de UTI e de 84,40% nos destinados ao tratamento da Covid-19.

    No último domingo (18), a taxa geral de ocupação de UTI da região era de 88,14% e a de ocupação de leitos para pacientes de Covid-19 era de 89,68%. Na ocasião, a taxa havia registrado aumento em relação à semana anterior.

    Ocupação por município

    Conforme os dados do Estado, nenhuma cidade da região tem no momento 100% de ocupação de leitos gerais de UTI. São Lourenço (97,33%), Três Corações (96,67%), Guaxupé (96,15%), Poços de Caldas (94,12%), Três Pontas (93,33%) e Varginha (92,42%) seguem com a ocupação acima de 90%, mas ganharam um respiro nos últimos dias.

    Por outro lado, São Sebastião do Paraíso (70%), Itajubá (71,95%) e Pouso Alegre (72,73%) apresentam agora as menores taxas de ocupação geral de UTI da região.

    Em relação aos leitos exclusivos para tratamento da Covid-19, Três Corações e Três Pontas, conforme os dados do Estado, são as únicas cidades que estão no limite de 100% de ocupação. Varginha (96,67%), Poços de Caldas (96%), Lavras (95%), Guaxupé (94,12%) e São Lourenço (93,10%) aparecem em seguida com taxas acima de 90%.

    Passos (68%), Pouso Alegre (70,69%) e Alfenas (73,33%) são as cidades que neste momento estão com a menor taxa de ocupação de UTI para pacientes de Covid-19.

    Leitos de enfermaria

    Já em relação a leitos de enfermaria, o Sul de Minas registrou aumento na taxa de ocupação desde o fim de semana. Neste momento a taxa geral é de 51,13%, acima dos 48,76% do último domingo (18).

    Já a proporção ocupada por pacientes de Covid-19 hoje é de 15,09%. No último domingo, essa taxa era de 15,16%.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • Covid: Variante acelera intubação de jovens e SP orienta procurar ajuda no 1º dia de sintomas

    Covid: Variante acelera intubação de jovens e SP orienta procurar ajuda no 1º dia de sintomas

    O avanço da variante P.1, descoberta em Manaus em janeiro, levou a cidade de São Paulo a mudar sua orientação para todos aqueles que forem infectados por coronavírus. Agora, eles devem procurar uma unidade de saúde assim que surgirem os sintomas, e não mais quando eles se agravarem.

    Segundo a prefeitura, a mudança tem três motivos, todos associados à nova variante: agravamento rápido do quadro de saúde, mais jovens atingidos e tempo de internação maior.

    “Não só o processo de internação é mais longo, a viremia (presença do vírus no sangue), mas o agravamento é muito repentino na P.1. Há relatos do atendimento na ponta de jovens que são internados e em 24 horas já precisam ser intubadas. Literalmente isso”, afirmou o secretário municipal de saúde de São Paulo, Edson Aparecido, em entrevista à BBC News Brasil.

    Levantamentos apontam que a variante, mais contagiosa, já está presente em mais de 80% dos pacientes da Grande São Paulo no início de março. A P.1 tem avançado rapidamente em outras partes do país. No Rio de Janeiro, estima-se que a incidência dela passou de 67% em fevereiro para quase 100% em abril.

    Essa variante do coronavírus é mais contagiosa, entre outros motivos, por causa de mutações que facilitaram a invasão de células humanas. Essa característica pode estar ligada a outras duas hipóteses que estão próximas de serem confirmadas por cientistas: agravamento mais rápido do quadro de saúde e maior letalidade.

    Fonte BBC News

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  • Mais de 133 mil unidades de medicamentos para kit intubação chegam a Minas Gerais

    Mais de 133 mil unidades de medicamentos para kit intubação chegam a Minas Gerais

    Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) recebeu, neste sábado (17/4), mais um quantitativo de medicamentos do kit intubação para atender, de forma emergencial, 20 hospitais que se encontram em níveis considerados críticos. A medida contempla instituições com estoques suficientes para três dias ou menos de cobertura.

    As 133.215 unidades de fármacos são compostas por midazolam, propofol e besilato de cisatracúrio, itens essenciais à sedação dos pacientes. Parte dos medicamentos foi enviada pelo Ministério da Saúde (108.215 unidades) e também houve a aquisição, pelo Estado, de 25 mil unidades de midazolam.

    A maior parte deste quantitativo já foi entregue às instituições de saúde, mas no início da semana que vem, a distribuição dos medicamentos continua, com a inclusão de outras instituições.

    Estoque

    A SES-MG ressalta que o estoque de sedativos utilizados na intubação do paciente de covid encontra-se em nível não recomendável para o enfrentamento da pandemia, mesmo com a chegada destes insumos. As unidades hospitalares, que antes trabalhavam com estoque de 60 dias ou mais, enfrentam dificuldades no abastecimento.

    Para fazer frente a este cenário, Minas Gerais conta com a rede solidária da Saúde Pública, que permite o remanejamento de insumos entre as instituições que observam aumento no consumo destes medicamentos. O objetivo é atender os hospitais mais necessitados e com estoque mais baixos, a partir de unidades que detenham estoques mais estáveis, garantindo, de modo emergencial, a adequada assistência aos pacientes.

    Confira a relação de medicamentos:

    Midazolam – 70.650

    Propofol – 19.865

    Besilato de cisatracúrio – 17.700

    Midazolam – 25.000 (compra pelo Estado)

    Total: 133.215

    Fonte Agência Minas

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  • Governo Federal entrega 701.200 doses de vacinas contra a covid-19 à Minas Gerais

    Governo Federal entrega 701.200 doses de vacinas contra a covid-19 à Minas Gerais

    Minas Gerais distribuiu, no último sábado (17/4), 701.200 doses de vacinas contra a covid-19 às 28 Unidades Regionais de Saúde (URSs). Os imunizantes, enviados pelo Ministério da Saúde, chegaram sexta-feira ao estado e compõem a pauta n.13 do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para operacionalização de vacinação contra a covid-19. São 426.000 doses da AstraZeneca e 275.200 da CoronaVac, para dar prosseguimento à maior operação de vacinação da história de Minas Gerais.

    A segurança e a agilidade da operação logística são garantidas pelo apoio das Forças de Segurança e Salvamento, disponibilizando as aeronaves do Batalhão de Operações Aéreas (BOA), do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), e efetivo terrestre da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e da Polícia Civil (PCMG) para transporte e escolta dos insumos.

    “A secretaria orienta municípios e gestores de Saúde conforme o Programa Nacional de Imunização (PNI): todas as doses entregues aos municípios devem dar continuidade às campanhas de vacinação observando a cobertura dos públicos prioritários”, explica a coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Josianne Gusmão.

    Públicos prioritários 

    Conforme Informe Técnico emitido pelo Ministério da Saúde, esta etapa da campanha deve distribuir as doses 2 relativas ao esquema vacinal dos trabalhadores da Saúde (2%) e da população de 65 a 69 anos (23%).

    Será entregue, ainda, a dose 1, direcionada aos grupos de trabalhadores de Saúde, de pessoas de 65 a 69 anos e dos grupos das Forças de Segurança e Salvamento e Forças Armadas. Idosos entre 60 a 64 anos são contemplados por esse novo lote.

    Grupos atendidos até o momento, no Brasil

    • 100% das pessoas idosas (igual ou superior a 60 anos) residentes em instituições de longa permanência (institucionalizadas) – ILPI;

    • 100% das pessoas com deficiência, vivendo em residências inclusivas (institucionalizadas), maiores de 18 anos;

    • 100% da população indígena aldeada em terras homologadas, maiores de 18 anos;

    • 100% das pessoas com 90 anos ou mais

    •      100% das pessoas com 85 a 89 anos

    •      100% das pessoas de 80 a 84 anos

    •      100% das pessoas de 75 a 79 anos

    •      100% das pessoas de 70 a 74 anos

    •      100% das pessoas de 65 a 69 anos

    •      2,4% das pessoas de 60 a 64 anos

    •      100% da população quilombola e ribeirinha

    •      100% dos trabalhadores de saúde seguindo os critérios de prioridade.

    •      18% das Forças de Segurança e Salvamento

    Fonte: Plano de Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19

    URSs que receberão as vacinas em seus aeroportos

    – SRS Alfenas

    – SRS Diamantina

    – SRS Governador Valadares

    – SRS Juiz de Fora

    – SRS Manhuaçu

    – SRS Montes Claros

    – SRS Patos de Minas

    – GRS Pedra Azul

    – SRS Teófilo Otoni

    – SRS Uberlândia

    – GRS Unaí

    URSs que retirarão as vacinas nos aeroportos de cidades polo

    – SRS Barbacena

    – GRS Ituiutaba

    – GRS Januária

    – GRS Leopoldina

    – SRS Passos

    – GRS Pirapora

    – SRS Ponte Nova

    – SRS Pouso Alegre

    – GRS São João del-Rei

    – GRS Ubá

    – SRS Uberaba

    – SRS Varginha

     

    URSs que retirarão as vacinas na Central Estadual de Rede de Frio

    – SRS Belo Horizonte

    – SRS Coronel Fabriciano

    – SRS Divinópolis

    – GRS Itabira

    – SRS Sete Lagoas

     

    Acompanhe o quantitativo de cada remessa

    1ª remessa

    577.480 doses da CoronaVac em 18/1/2021

    2ª remessa

    190.500 doses de AstraZeneca em 24/1/2021

    3ª remessa

    87.600 doses da CoronaVac em 25/1/2021

    4ª remessa

    315.600 doses da CoronaVac em 7/2/2021

    5ª remessa

    220.000 doses da AstraZeneca e 137.400 doses da CoronaVac em 23/2/2021

    6ª remessa

    285.200 doses da CoronaVac em 3/3/2021

    7ª remessa

    303.600 doses da CoronaVac em 9/3/2021

    8ª remessa

    509.800 doses de CoronaVac em 17/3/2021

    9ª remessa

    86.750 doses da AstraZeneca e 455.800 doses da CoronaVac em 20/3/2021

    10ª remessa

    116.600 doses de AstraZeneca e 359.000 doses de CoronaVac em 26/3/2021

    11ª remessa

    73.250 doses de AstraZeneca e 943.400 doses de CoronaVac em 1/4/2021

    12ª remessa

    257.750 da AstraZeneca e 220.400 da Coronavac, em 8/4/2021

    13ª remessa

    426.000 da AstraZeneca e 275.200 da Coronavac, em 16/4/2021

    Total: 5.841.330 doses

    Fonte Agência Minas

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  • BOA NOTÍCIA: ONU antecipa entrega de 4 milhões de doses de vacinas para o Brasil

    BOA NOTÍCIA: ONU antecipa entrega de 4 milhões de doses de vacinas para o Brasil

    Governo Federal comprou 42,5 milhões de doses de vacinas do consórcio Covax Facility

    A ONU – Organização das Nações Unidas – anunciou nesta sexta, 16, que vai antecipar a entrega de 4 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para o Brasil

    As vacinas chegarão ainda neste mês de abril por meio do consórcio Covax Facility, co-liderado pela Organização Mundial da Saúde – OMS.

    E mais: a ONU informou que há a possibilidade de se antecipar o envio de outras 4 milhões de doses via Covax. Portanto, no total, serão 8 milhões de doses antecipadas.

    Na próxima semana, o consórcio vai definir se doses serão da vacina da Pfizer, ou da vacina de Oxford.

    Reunião

    O anúncio do repasse foi feito em reunião virtual de dirigentes da ONU e da OMS com 22 governadores e 4 vice-governadores do Fórum de Governadores do Brasil nesta sexta.

    O país tem atravessado nas últimas semanas o pior momento da pandemia, com elevados registros de mortes, novos casos de Covid, colapso nos sistemas de saúde com falta de leitos de UTI, escassez de medicamentos do chamado kit intubação e a demora na imunização.

    No dia 21 de março, o Brasil recebeu o primeiro lote com 1 milhão de doses de vacinas da AstraZeneca/Oxford contra Covid-19 por meio do Covax Facility.

    O programa oferece auxílio especialmente a países em desenvolvimento, permitindo que eles vacinem profissionais de saúde e outros grupos em alto risco, mesmo se seus governos não conseguiram garantir vacinas com os fabricantes.

    No caso do Brasil, foram adquiridas pelo Governo Federal via Ministério da Saúde 42,5 milhões de doses de vacinas por meio do programa.

    Fonte SNB (Apud Money Times e CNN)

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    Roger Campos

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  • Onda Roxa termina neste sábado no Sul de Minas e em algumas outras regiões

    Onda Roxa termina neste sábado no Sul de Minas e em algumas outras regiões

    Após um mês de restrições mais severas, Três Pontas avança para a onda vermelha; Conexão faz comparativo dos números do período de onda roxa

    O governador Romeu Zema (Novo) confirmou que a Macrorregião Sul de Saúde, onde estão a maior parte dos municípios do Sul de Minas, vão avançar para a onda vermelha do Plano Minas Consciente. Segundo a Assessoria de Imprensa do Governo, a mudança começa a valer neste sábado (17).

    Segundo o secretário de Saúde, Fábio Baccheretti, o avanço para a onda vermelha se deve à melhora de índices de incidência de novos casos de Covid-19 e queda de internações. Além do Sul de Minas, avançam para a onda vermelha as macrorregiões de Saúde Norte, Sudeste e Jequitinhonha, além das microrregiões de Betim, Belo Horizonte/Nova Lima/Caeté, Vespasiano, Contagem, Curvelo e Manhuaçu.

    Conforme o governo, na última semana, Minas Gerais registrou aumento de 4,01% no número de casos e 6,81% nos óbitos, o que justifica a progressão de onda apenas nas regiões que apresentaram melhores resultados na incidência da doença e também na ocupação dos leitos. A positividade da covid-19 está em 44% em todo o Estado.

    O secretário de Saúde afirmou ainda que os cuidados devem ser mantidos para que não seja necessário o retorno para a onda roxa. Ainda conforme o novo secretário, uma nova remessa de medicamentos deverá chegar até o fim desta semana para que sejam repassados aos hospitais, que nos últimos dias, sofreram com a falta de estoque.

    A onda vermelha não proíbe o funcionamento de nenhuma atividade, mas exige um funcionamento com maior nível de restrição. Fica a cargo das prefeituras seguirem as orientações recomendadas pelo governo à macro ou microrregião.

    Onda roxa e menor incidência de casos

    A onda roxa foi implementada no dia 17 de março no Sul de Minas e completaria um mês no próximo sábado (17).

    Conforme estudo divulgado pela Unifal-MG, desde a semana passada, há tendência de diminuição de novos casos da doença em todas as regionais de saúde. Mas, a mortalidade, embora estável, continua alta, reflexo da alta de casos das semanas anteriores.

    Efeitos positivos sobre internações e óbitos só devem ser observados dentro de uma a duas semanas.

    MEDIDA FOI COMUNICADA A PREFEITOS E REPRESENTANTES DE CONSÓRCIOS MUNICIPAIS DURANTE REUNIÃO EM 15/3

    O governador Romeu Zema anunciou, na noite de 15 de março, que a partir da quarta-feira (17/3), todas as regiões de Minas Gerais entrariam na onda roxa, para conter a disseminação da covid-19. A princípio, a medida teria validade por 15 dias. Foi prorrogada duas vezes e durou 1 mês. Coincidentenmente após a confirmação de uma CPI para apurar as gestões do presidente da República, de governadores e prefeitos diante da pandemia.

    Inicialmente Zema (Novo) sugeriu que os 853 municípios deMinas Gerais seseuissem a onda roxa, considerada a fase mais restritiva do Minas Consciente, por 15 dias. A proposta foi lançada em reunião virtual fechada com prefeitos. O sinal positivo dos municípios fez com que Zema decidisse editar decreto para colocar todo o estado sob as mais duras regras do programa estadual de combate à COVID-19.

    Pouco depois da reunião, Zema publicou um vídeo confirmando as medidas restritivas. De acordo com o governador, todas as regiões de Minas enfrentavam dificuldades em oferecer atendimento médico para quem precisava.

    Um Mês de Onda Roxa em Três Pontas: Quais os resultados?

    Um dia após o decreto estadual da onda roxa em todo estado, a população de Três Pontas e, especificamente diversos comerciantes, aguardaram com apreensão e ansiedade a divulgação de um posicionamento oficial por parte da Prefeitura Municipal de Três Pontas sobre a adesão ou não à chamada onda roxa, fase mais restritiva do Programa Minas Consciente do Governo de Minas Gerais. No início daquela noite a Prefeitura postou em sua página oficial no facebook uma nota reafirmando que Três Pontas, assim como todas as demais cidades mineiras estariam na fase mais restritiva do Programa Minas Consciente e lembrou que as cidades que, porventura, não respeitassem as determinações de governo de Minas Gerais seus gestores poderiam sofrer processos na justiça. Fato que acabou ocorrendo com Varginha.

    Nossa reportagem fez um comparativo sobre as publicações dos Boletins Epidemiológicos por parte da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas. A primeira delas é datada de 15 de março, dia em que Romeu Zema decretava a onda roxa em todo estado. E a segunda é de hoje, último dia da onda roxa (16 de abril):

    Casos Confirmados:

    15/03 – 2.809

    16/04 – 3.345

    Pessoas Recuperadas:

    15/03 – 2.689

    16/04 – 3.010

    Óbitos:

    15/03 – 51

    16/04 – 72

    Casos em Isolamento:

    15/03 – 60

    16/04 – 244

    Internados:

    15/03 – 09

    16/04 – 19

    Síndrome Gripal:

    15/03 – 12.069

    16/04 – 14.134

    Internados com Suspeita de Covid-19:

    15/03 – 04

    16/04 – 05

    De acordo com os dados acima comparados, mesmo com todas as restrições da onda roxa, todos os indicadores tiveram uma elevação considerável. Em um mês de onda roxa Três Pontas teve mais 536 novos casos confirmados (uma média de 17,29 novas confirmações à cada 24 horas).

    No mesmo período, as mortes saltaram de 51 para 72, um acréscimo de 21 novos óbitos (uma média de 0,67 mortes por dia).

    Nos 31 dias de comparativo, o número de pessoas em isolamento quadruplicou, pulando de 60 para 244 casos, totalizando mais 184 casos.

    Já referente ao índice de internados na Santa Casa, tínhamos 09 pessoas no início da onda roxa e temos 19 hoje (mais que o dobro).

    Em se tratando de casos de síndrome gripal, em 15 de março tínhamos 12.069 casos e hoje, 16 de abril, temos 14.134, ou seja, 2.065 novos casos (uma média de 66,61 novos registros por dia).

    Os casos suspeitos ficaram praticamente inalterados. Tínhamos 04 no começo da fase mais restritiva e hoje temos 05.

    O único índice que demonstra claramente bons números do combate ao coronavírus durante a onda roxa em Três Pontas dizem respeito aos recuperados. Eram 2.689 no dia do decreto do Governador Romeu Zema e hoje já são 3.010, ou seja, mais 321 curados (uma média de 10,35 a cada 24 horas).

    Nas redes sociais, nesta sexta-feira (16), cidadãos de todos os níveis sociais e, principalmente comerciantes e empresários, questionaram a coincidência do fim da onda roxa com a divulgação da confirmação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, de olho nos gestores públicos brasileiros. “Não vimos nenhuma diminuição ou pelo menos a estabilização dos indicadores mais preocupantes dos boletins diários do coronavírus. É a prova de que a onda roxa não cuidou da saúde e só serviu para quebrar a economia mineira e falir muitas empresas?”, disseram representantes de uma importante categoria produtiva mineira.

    Mas será que sem a onda roxa os números não seriam bem piores, o coronavírus não teria “acelerado” ainda mais? O fato é que os números preocupam, tanto para a saúde quanto para a economia. Não há uma clara perspectiva do que virá pela frente a medida em que a vacinação acontece de forma lenta, apesar do Brasil ser um dos países do mundo que mais vacinaram e um dos raros que investiu em ciência, tendo a produção de um imunizante próprio. Parte da população ainda não colabora, parece não ter entendido a gravidade da situação. Enfim, para especialistas, o que nos espera, é totalmente incerto. Só o tempo dirá!

     

     

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    Onda Roxa termina neste sábado

  • ALERTA: Imunização contra covid-19 só é efetiva após receber as duas doses da vacina

    ALERTA: Imunização contra covid-19 só é efetiva após receber as duas doses da vacina

    Cerca de 89 mil mineiros perderam o prazo para receber a segunda injeção e devem procurar imediatamente posto de saúde mais próximo

    Cerca de 89 mil mineiros já deveriam ter tomado a segunda dose da vacina contra a covid-19, conforme dados do Ministério da Saúde. O prazo para receber a segunda aplicação do imunizante deve ser informado no cartão de vacinação no dia do recebimento da primeira dose, de acordo com orientação da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG).

    A diretora de Vigilância de Agravos Transmissíveis da SES, Janaina Fonseca, explica que todos os estudos referentes à eficácia das vacinas AstraZeneca e Coronavac, as duas aplicadas no estado, levam em conta as duas doses do imunizante e, portanto, não é comprovada a eficácia com apenas uma única dose.

    “Essas informações estão, inclusive, na bula dos medicamentos. Se a pessoa esqueceu ou atrasou, não existe um prazo máximo para considerar que perdeu a primeira dose, mas tem que buscar o mais rápido possível a unidade de Saúde mais próxima para colocar essa dose em dia”, orienta.

    É responsabilidade dos municípios orientar os profissionais encarregados da vacinação sobre a necessidade de escrever no cartão de vacina o prazo para recebimento da segunda aplicação. Cada cidadão deve comparecer na mesma unidade de Saúde no prazo estabelecido, para receber a imunização completa.

    Em caso de dúvida sobre o prazo, é recomendado procurar a unidade básica de Saúde mais próxima ou o local onde foi aplicada a primeira dose da vacina.

    Vacinas

    As vacinas contra a covid-19 estimulam as defesas naturais e fazem com que o corpo produza sua própria proteção (anticorpos) contra o vírus causador da doença, o SARS-CoV-2. Isso ajudará a proteger contra a covid-19 no futuro. Conforme a bula dos medicamentos, nenhum dos ingredientes das vacinas pode causar a covid-19.

    Prazos

    A segunda injeção da AstraZeneca pode ser administrada entre 4 e 12 semanas após a primeira aplicação.

    Já para a Coronavac, o esquema de imunização é de 2 doses com intervalo de 2 a 4 semanas entre elas.

    O esquema de vacinação da segunda dose depende da dinâmica estabelecida por cada município, mas, normalmente, a dose 2 é dada no mesmo local onde foi aplicada a dose 1.

    Para que a vacinação seja eficaz, é obrigatório que as duas doses sejam do mesmo laboratório. Ou seja, quando a vacina Coronavac é administrada como a primeira injeção, a mesma (e não outra vacina para covid-19) deve ser administrada como segunda injeção para concluir o esquema de vacinação. O mesmo vale para quem recebeu a dose da Astrazeneca.

    Fonte SES-MG (Apud Agência Minas)

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