Categoria: Saúde

  • Coronavírus: Vacina da Pfizer reduz os casos sintomáticos em 94%

    Coronavírus: Vacina da Pfizer reduz os casos sintomáticos em 94%

    Os resultados no “mundo real” estão de acordo com o ensaio clínico realizado pelos fabricantes

    A vacina da Pfizer/BioNTech contra a covid-19 é capaz de reduzir os casos sintomáticos de covid-19 em 94% uma semana depois da aplicação da 2ª dose. O imunizante também diminui em 92% o risco de desenvolver um caso grave da doença e em 87% as hospitalizações. É o que mostra um estudo de larga escala feito em Israel. Os resultados foram publicados nessa 4ª feira (24.fev.2021) no The New England Journal of Medicine. Eis a íntegra (539 KB), em inglês.

    O estudo ainda mostrou que uma única dose da vacina tem 57% de eficácia depois de duas semanas da aplicação.

    A pesquisa foi conduzida pelo Clalit Research Institute em parceria com especialistas da universidade de Harvard e do Boston Children’s Hospital. Até o momento, os dados de eficácia do imunizante haviam sido obtido em ensaios clínicos –feito com menos pessoas e em condições controladas.

    A última fase de testes da vacina da Pfizer/BioNTech, por exemplo, foi feita com 43.000 participantes. Esse é o 1º estudo que mostra o efeito dessa vacina no “mundo real”.

    A pesquisa foi realizada de 20 de dezembro, quando Israel começou a vacinar a sua população, até 1º de fevereiro. Incluiu aproximadamente 1,2 milhão de pessoas com mais de 16 anos, das quais 596.618 já haviam sido vacinadas com as duas doses. Um número equivalente de participantes não imunizados fez parte do grupo de controle.

    Cerca de 22.000 vacinados tinham mais de 80 anos. O estudo não encontrou nenhuma queda na eficácia da vacina entre os idosos.

    Israel registrou, no período analisado, uma alta nos casos de infecção pelas novas variantes do coronavírus, em especial a britânica. Segundo os pesquisadores, a vacina da Pfizer/BioNtech mostrou “eficácia média” contra as novas cepas. Eles, no entanto, afirmaram que não podem “fornecer uma estimativa de eficácia específica”.

    O resultado apresentado no novo estudo é semelhante ao obtido na última fase de ensaio clínico do imunizante da Pfizer/BioNTech. Segundo as empresas, a vacina apresentou 95% de eficácia.

    Israel tem uma das campanhas de imunização mais eficazes do mundo. Mais da metade dos quase 9 milhões de habitantes do país receberam a 1ª dose, e mais de 1/3 já foi vacinado com as duas doses da vacina.

    Fonte Poder 360

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    Roger Campos

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  • Três Pontas chega a 45 óbitos por coronavírus

    Três Pontas chega a 45 óbitos por coronavírus

    Número total de casos é de 2.622 positivados. Curados já somam 2.282.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (24) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais uma morte.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 2.622 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 2.282 já se recuperaram e, infelizmente, 45 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, quarta-feira (24 de fevereiro), em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 295 pessoas estão com o vírus.

    Boa notícia: No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. Nesta quarta-feira, 24, o número é bem menor, com 295 casos.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 11.267.

    Duas pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros quatro casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 291 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 315 dias. Isso dá uma média de 8,32 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Óbitos

    Por Sexo:

    _ 25 Homens

    _ 20 Mulheres

     

    Por Idade:

    _ 20 a 59 anos – 08

    _ 60 a 79 anos – 25

    _ 80 anos ou mais – 12

     

    Comorbidades (Doenças Pré-Existentes)

    _ Diabetes – 17

    _ Hipertensão – 10

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 29

    _ Doença Renal Crônica – 04

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 03

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 02

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 01

    _ Doença Hepática Crônica – 01

    _ Sequela de AVC – 01

     

    Tempo de Internação:

    _ 0 a 7 dias – 22

    _ 8 a 15 dias – 16

    _ 16 a 21 dias – 02

    _ 22 ou mais – 05

     

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • Cientista brasileira encontra proteína chave para tratamento da Covid

    Cientista brasileira encontra proteína chave para tratamento da Covid

    Uma cientista brasileira, professora de biologia celular da Universidade de Southwestern, no Texas, EUA, lidera uma pesquisa que encontrou uma proteína chave para o tratamento da Covid-19. Beatriz Fontoura está à frente do estudo que identificou a forma como uma proteína de coronavírus chamada Nsp1 bloqueia a atividade de genes que promovem a replicação viral.

    O grupo de pesquisadores, do qual faz parte a cientista brasileira, analisou como impedir a ação dessa proteína que faz com que o vírus se multiplique o que dá esperança para novos tratamentos.

    O estudo foi publicado agora em fevereiro na Science Advances .

    “Quando um vírus infecta uma célula, a forma como a célula hospedeira reage é alterando as vias celulares de certa maneira que neutraliza a infecção viral”, disse Beatriz Fontoura a EurekaAlert. “Os vírus podem atingir muitas dessas vias para favorecer sua própria replicação”, explica.

    Vírus da Gripe

    Os pesquisadores da UT Southwestern acrescentaram outra peça a esse quebra-cabeça.

    “Estudamos a proteína NS1 do vírus influenza que bloqueia a ação na célula. Decidimos, então, testar a proteína do coronavírus”, disse Ke Zhang, Ph.D., pesquisador de pós-doutorado.

    O Nsp1 do coronavírus foi descrito como uma proteína multifuncional capaz de alterar a replicação viral e suprimir a produção de outras proteínas, algumas das quais estão envolvidas na resposta imune.

    O grupo de Beatriz Fontoura procurou saber como o Nsp1 faz isso e se usa um mecanismo semelhante ao da proteína NS1 do vírus influenza.

    Os cientistas descobriram que a proteína do coronavírus suprime a capacidade que a célula tem de responder à infecção viral, permitindo que o SARS-CoV-2 se replique.

    Os pesquisadores se perguntaram o que aconteceria se Nsp1 pudesse ser impedida de realizar uma dessas funções?

    Em um experimento, eles infectaram células com SARS-CoV-2 e adicionaram um excesso de NXF1, que é sintetizado dentro do núcleo das células, para ver se isso bloquearia a replicação do vírus.

    Surpreendentemente, foi exatamente o que aconteceu.

    Reforço celular

    Quando as células tiveram acesso a mais NXF1 do que o vírus SARS-CoV-2 poderia suprimir, elas foram capazes de impedir a multiplicação do vírus.

    “Se você encontrar uma maneira de bloquear a interação entre Nsp1 e NXF1 ou aumentar a quantidade de NXF1 na célula, obterá mRNAs do núcleo e poderá obter um efeito protetor, como sugerido por nossos experimentos”, diz Fontoura.

    Os tratamentos COVID-19 se concentram no gerenciamento dos sintomas enquanto o corpo luta contra a infecção com suas defesas naturais.

    Mais estudos

    Uma área chave de interesse nas terapias virais é direcionar as células infectadas para impedir a replicação do vírus.

    Focar em Nsp1 ou sua interação com NXF1 representa uma maneira possível de fazer isso.

    “Ainda precisamos saber mais, como a estrutura do Nsp1 ligada ao NXF1, o que esclareceria como isso bloqueia a exportação de mRNA e como podemos revertê-la”, diz Zhang.

    “A pesquisa é promissora, mas para desenvolver terapias no futuro, primeiro precisamos entender melhor o mecanismo”, garantiu Zhang.

    Mesmo com a chegada das vacinas, o vírus continua se espalhando e há necessidade de desenvolver essas terapias alternativas.
    Os cientistas esperam conseguir isso estudando como o SARS-CoV-2 infecta as células e se propaga, neutralizando o sistema imunológico natural do corpo.

    Com informações do SNB (Apud EurekAlert)

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  • Ministério da Saúde compra mais 54 milhões de doses da CoronaVac

    Ministério da Saúde compra mais 54 milhões de doses da CoronaVac

    O governo federal corre contra o tempo para vacinar a população. O Ministério da Saúde confirmou a compra de mais 54 milhões de doses da vacina Coronavac, do Instituto Butantan.

    Somando com outras 46 milhões de doses já adquiridas do mesmo Butantan, o governo federal vai totalizar 100 milhões de doses da CoronaVac.

    O contrato de compra da vacina contra Covid-19 – desenvolvida pelo instituto em parceria com o laboratório chinês Sinovac – foi assinado no último dia 15, após anúncio feito em janeiro.

    A informação saiu na Agência Brasil, a agência oficial do governo federal.

    Pelo contrato para a inclusão da vacina no Plano Nacional de Imunização (PNI) as primeiras 46 milhões de doses da CoronaVac serão entregues até 30 de abril. Já o novo lote deve ser entregue até setembro.

    Doses já compradas

    Além da Coronavac, o Ministério da Saúde afirma que o Brasil vai receber até dezembro mais 42,5 milhões de doses de vacinas fornecidas pelo Consórcio Covax Facility.

    O governo também diz que contratou da Fundação Oswaldo Cruz mais 222,4 milhões de doses que começaram a ser entregues mês passado.

    O Ministério da Saúde deve assinar ainda os contratos de compra com a União Química, que deverá entregar 10 milhões de doses da vacina Sputnik V, entre março e maio, e com a Precisa Medicamentos, que pretende entregar, no mesmo período, mais 30 milhões de doses da Covaxin.

    Tudo isso somado, chega a 400,9 milhões de doses de imunizantes para 211 milhões de brasileiros.

    Já vacinados

    Até este Carnaval, o Brasil vacinou pouco mais de 5 milhões de pessoas, o que equivale a menos de 3% da população.

    Com informações doSNB (Apud G1 e Agência Brasil)

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  • BOA NOTÍCIA: Brasil autoriza compra das vacinas Sputnik V e Covaxin sem licitação

    BOA NOTÍCIA: Brasil autoriza compra das vacinas Sputnik V e Covaxin sem licitação

    O governo brasileiro corre contra o tempo pra conseguir comprar vacinas para toda a população. O Ministério da Saúde autorizou, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), a compra das vacinas Sputnik V, da Rússia, e Covaxin, da Índia, sem licitação.

    A decisão saiu no DOU desta sexta, 19. Os extratos de dispensa de licitação informam que a compra de vacinas será no valor de R$ 693,6 milhões para o imunizante da Rússia e de R$  1,614 bilhão para a vacina indiana.

    No total, o governo brasileiro pretende gastar R$ 2,3 bilhões com a compra dos dois imunizantes e de insumos destinados à vacinação contra o novo coronavírus.

    A dispensa de licitação foi autorizada pela Medida Provisória 1.026, que trouxe medidas excepcionais relativas à aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços de logística destinados à vacinação contra a covid-19.

    As publicações no DOU não especificam o volume de doses contratadas.

    A Sputnik V e a Covaxin ainda não tiveram seu uso autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

    Até o momento, a Anvisa só autorizou a aplicação de dois imunizantes contra a COVID-19: a CoronaVac – da chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan – e a vacina de Oxford/AstraZeneca, fabricada no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

    Sputnik V

    A eficácia da Sputnik V é de 91,6%, segundo dados publicados na The Lancet.

    No Brasil, ela será produzida no Distrito Federal em parceria com União Química Farmacêutica Nacional.

    Covaxin

    A vacina da Índia está em uso emergencial no seu país de origem, mas tem dados de eficácia ainda desconhecidos.

    A Covaxin é fabricada pela Bharat Biotech, representada no Brasil pela Precisa Medicamentos.

    ​As entregas

    Pelo cronograma do ministério, serão entregues a partir de março 20 milhões de doses da Covaxin e 10 milhões da Sputnik V.

    Na quarta-feira (17), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou, em reunião com governadores, que 230 milhões de doses de vacinas serão entregues até 31 de julho. O número apresentado por Pazuello considera a negociação das vacinas Sputnik V e Covaxin.

    Fonte SNB (Apud R7 e Agência Sputnik)

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  • Três Pontas chega a 44 óbitos por coronavírus; Casos confirmados em isolamento despencam

    Três Pontas chega a 44 óbitos por coronavírus; Casos confirmados em isolamento despencam

    Número de casos segue acelerado com 2.590 positivados. Curados já somam 2.264.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (19) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmação de mais duas mortes nos últimos dias.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 2.590 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 2.264 já se recuperaram e, infelizmente, 44 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, na sexta-feira (19 de fevereiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 282 pessoas estão com o vírus.

    Boa notícia: No dia 01º de fevereiro Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. Nesta sexta-feira, 19, o número caiu para praticamente a metade: 279.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 11.093.

    Quatro pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros três casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 279 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 310 dias. Isso dá uma média de 8,35 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Óbitos

    Por Sexo:

    _ 25 Homens

    _ 19 Mulheres

     

    Por Idade:

    _ 20 a 59 anos – 08

    _ 60 a 79 anos – 24

    _ 80 anos ou mais – 12

     

    Comorbidades (Doenças Pré-Existentes)

    _ Diabetes – 16

    _ Hipertensão – 09

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 28

    _ Doença Renal Crônica – 04

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 03

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 02

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 01

    _ Doença Hepática Crônica – 01

    _ Sequela de AVC – 01

     

    Tempo de Internação:

    _ 0 a 7 dias – 21

    _ 8 a 15 dias – 16

    _ 16 a 21 dias – 02

    _ 22 ou mais – 05

     

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • TRÊS PONTAS RECEBE MICRO-ÔNIBUS PARA HEMODIÁLISE

    TRÊS PONTAS RECEBE MICRO-ÔNIBUS PARA HEMODIÁLISE

    CONQUISTA SE DEU ATRAVÉS DE MAIS UMA EMENDA PARLAMENTAR DO DEPUTADO TRESPONTANO MÁRIO HENRIQUE “CAIXA”

    Um dos tratamentos mais penosos, cansativos e que merece uma atenção especial é a hemodiálise. Assim como os tratamentos oncológicos, a hemodiálise, por si só já é bastante desconfortável e desgastante. É um procedimento através do qual uma máquina filtra e limpa o sangue, fazendo parte do trabalho que o rim doente não pode fazer. O procedimento retira do corpo os resíduos prejudiciais à saúde, como o excesso de sal e de líquidos. Também controla a pressão arterial e ajuda o organismo a manter o equilíbrio de substâncias como sódio, potássio, ureia e creatinina. Como se não bastasse toda luta e dificuldade que o tratamento impõe, ainda há, para os trespontanos, a necessidade de deslocamento para Varginha, cidade mais próxima onde há o serviço público da hemodiálise. O transporte é outro fator que torna o tratamento ainda mais sofrido. Felizmente a Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, com apoio da Prefeitura Municipal e Unimed, está construindo o setor de hemodiálise. Enquanto isso, o transporte para Varginha segue sendo necessário. E pensando no conforto, numa qualidade de vida um pouco melhor para os pacientes renais, o deputado estadual Mário Henrique Silva, o “Caixa”, destinou, através de emenda parlamentar, um micro-ônibus novo para transportar os pacientes, que acabou de chegar em Três Pontas.

    Em sua página oficial no Facebook,  a Prefeitura Municipal de Três Pontas confirmou a chegada do veículo:

    “Nessa semana recebemos um micro-ônibus para a Secretaria Municipal de Saúde, que será utilizado para transportar pacientes de hemodiálise entre outras demandas. O veículo, que é fruto de emenda parlamentar estadual, veio equipado com ar-condicionado e elevador, dando mais conforto e acessibilidade aos usuários”, diz o texto.

    O Conexão Três Pontas entrou em contato com a assessoria da Prefeitura Municipal que nos afirmou que o veículo, enviado pelo deputado Caixa, será utilizado pelos 36 pacientes trespontanos que fazem hemodiálise em Varginha.

    Quem necessita fazer esse tratamento?

    A hemodiálise está indicada para pacientes com insuficiência renal aguda ou crônica graves. A indicação de iniciar esse tratamento é feita pelo médico especialista em doenças dos rins (nefrologista). É possível começar o tratamento para insuficiência renal com medicamentos que controlam os sintomas e estabilizam a doença. Nos casos em que os remédios não são suficientes e a doença progride, pode ser necessário iniciar a hemodiálise. Esta decisão é tomada em conjunto com o paciente e o seu médico nefrologista. A diálise não tem como objetivo tratar a doença renal, mas sim, substituir a função dos rins que estão com seu funcionamento prejudicado.

    Como é feita a hemodiálise?

    A diálise é realizada por meio da filtração do sangue que é retirado pouco a pouco do organismo através de uma agulha especial para a punção da fístula arteriovenosa (FAV). FAV é uma ligação entre uma pequena artéria e uma pequena veia, com a finalidade de tornar a veia mais grossa e resistente para que as punções possam ocorrer sem complicações. A fístula pode ser feita com as próprias veias do indivíduo ou com materiais sintéticos. É preparada com uma pequena cirurgia no braço ou na perna, executada por um cirurgião vascular e com anestesia local. O ideal é que a fístula seja feita de preferência 2 a 3 meses antes do início da hemodiálise.

    A diálise também pode ser feita por meio de um cateter (tubo) inserido numa veia do pescoço, tórax ou virilha, com anestesia local. O cateter é uma opção geralmente temporária para os pacientes que ainda não têm a fístula mas precisam fazer diálise. Os principais problemas relacionados ao uso do cateter são a obstrução e a infecção, o que muitas vezes obriga a sua retirada e o implante de um novo cateter para que as sessões possam continuar. As sessões de hemodiálise são realizadas geralmente em clínicas especializadas ou hospitais, no mínimo 3 vezes por semana e cada uma tem duração de aproximadamente 3-4 horas.

    Há desconforto durante a hemodiálise?

    Na maioria das sessões de hemodiálise o paciente não sentirá nada, mas algumas vezes, pode ocorrer queda da pressão arterial, câimbras ou dor de cabeça. Por estes motivos, a sessão deve ser sempre realizada na presença de um médico e uma equipe de enfermagem. Geralmente esses sintomas acontecem quando o paciente tem muito líquido para remover do seu corpo naquela sessão de hemodiálise. Dessa forma, é importante seguir as recomendações da equipe médica para evitar o ganho excessivo de peso entre os dias das sessões para que haja maior conforto e menos intercorrrências durante sua realização.

    Restrições dietéticas

    A quantidade de líquidos ou de alimentos que pode ser ingerida por pacientes com insuficiência renal varia de pessoa para pessoa e depende do seu estado nutricional, da quantidade de urina que ele ainda produz e de outros fatores, como a presença de doenças associadas (diabetes, por exemplo).

    Vantagens da hemodiálise na insuficiência renal avançada

    Ao iniciar o tratamento o paciente perceberá uma melhora significativa nos sintomas que apresentava, como: falta de apetite, indisposição, cansaço, náuseas, dentre outros. Adicionalmente, serão reduzidas as restrições dietéticas impostas antes de começar a fazer hemodiálise e perceberá, em geral, uma melhora na sua qualidade de vida.

    Pacientes com insuficiência renal necessitam de acompanhamento multidisciplinar, com nutricionistas, enfermeiros, médicos, ou outros profissionais que sejam necessários.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: TRÊS PONTAS REGISTRA O MAIOR NÚMERO DE RECUPERADOS DA COVID-19 EM UM ÚNICO DIA: 208 PESSOAS

    BOA NOTÍCIA: TRÊS PONTAS REGISTRA O MAIOR NÚMERO DE RECUPERADOS DA COVID-19 EM UM ÚNICO DIA: 208 PESSOAS

    Além do recorde de pessoas que estão curadas da covid-19, que venceram o coronavírus, o Conexão Três Pontas também destaca que já passamos de 2.200 CURADOS. São, segundo números do Boletim Epiudemiológico da Prefeitura Municipal, 2.203 recuperados até hoje, 17 de fevereiro.

    Destaca-se toda luta dos profissionais de saúde de Três Pontas que têm se dedicado ao máximo, bem como a diretoria e voluntários da Santa Casa, da Unimed e da Secretaria Municipal de Saúde.

    O número de curados ontem (16) era de 1.995, exatamente 208 a menos.

    A união de forças entre Prefeitura, Câmara e deputados Diego Andrade, Mário Henrique Caixa e outros que também têm destinado emendas para o Município, tem garantido a recuperação de muitos cidadãos trespontanos e impedido que os número de casos e de óbitos seja ainda maior do que o atual.

    A luta continua! Vamos manter o distanciamento social, usar máscara, álcool em gel e fazer nossa parte. Logo venceremos!

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Três Pontas registra mais uma morte por coronavírus; Total é de 42 óbitos

    Três Pontas registra mais uma morte por coronavírus; Total é de 42 óbitos

    Número de casos segue acelerado com 2.538 positivados. Curados já somam 1.995.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta terça-feira (16) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu, com a confirmação de mais uma morte, divulgada hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 2.538 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.995 já se recuperaram e, infelizmente, 42 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (16 de fevereiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 501 pessoas estão com o vírus.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 10.906.

    Cinco pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros oito casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 493 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 306 dias. Isso dá uma média de 8,29 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Óbitos

    Por Sexo:

    _ 24 Homens

    _ 18 Mulheres

     

    Por Idade:

    _ 20 a 59 anos – 08

    _ 60 a 79 anos – 22

    _ 80 anos ou mais – 12

     

    Comorbidades (Doenças Pré-Existentes)

    _ Diabetes – 15

    _ Hipertensão – 08

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 26

    _ Doença Renal Crônica – 04

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 02

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 02

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 01

    _ Doença Hepática Crônica – 01

    _ Sequela de AVC – 01

     

    Tempo de Internação:

    _ 0 a 7 dias – 20

    _ 8 a 15 dias – 16

    _ 16 a 21 dias – 02

    _ 22 ou mais – 04

     

    42ª MORTE

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (20 de janeiro) que o novo óbitos causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítimas:

    _ Homem, 87 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica e que teve sequelas após um AVC. Ele estava internado na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis havia 38 dias e faleceu no sábado (13), mas a confirmação se deu somente nesta terça-feira.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

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    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

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    Roger Campos

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  • RESULTADO COMPROVADO! Mineira se torna referência ao criar shampoo contra calvície à base de café

    RESULTADO COMPROVADO! Mineira se torna referência ao criar shampoo contra calvície à base de café

    Jackeline Souza Alecrim conseguiu criar empresa a partir do produto, que hoje está consolidado no mercado

    Levar as pesquisas científicas para o setor dos produtos e serviços: essa é a missão da cientista mineira Jackeline Souza Alecrim, de 33 anos. A partir de uma pesquisa que durou cerca de quatro anos, ela criou um shampoo à base de café para combater a calvície, e hoje tem uma empresa de cosméticos que, literalmente, nasceu no campo acadêmico.

    O ano era 2017. Jackeline, mãe de um recém-nascido, estava há tempos quebrando a cabeça para produzir aquele que seria o Caffeine’s Therapy, produto hoje referência no tratamento da calvície.

    “Eu amamentava dentro do laboratório”, lembra.

    Nos laboratórios da Faculdade Pitágoras, em Ipatinga, no Vale do Rio Doce, ela conseguiu envolver toda comunidade acadêmica.

    “Eu precisava identificar quais ativos do extrato biotecnológico do café realmente contribuíam contra a queda dos cabelos. Eu e os alunos precisamos trabalhar muito até chegar em um resultado eficiente”, conta a até então professora de cursos da área da saúde, como farmácia e enfermagem.

    Quando finalizou a pesquisa, ela precisou tirar dinheiro do próprio bolso para contratar um laboratório com objetivo de testar a eficácia do shampoo.

    “A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) exige o teste de segurança e eficácia para que o produto esteja aprovado. Ela não faz esse teste. Fiquei literalmente falida, mas consegui 100% de eficácia no efeito antiqueda”, afirma.

    Isso quer dizer que todos aqueles que usaram o shampoo perceberam diminuição na queda dos cabelos com um mês de uso. “Foi como um gol em uma final de Copa do Mundo. A faculdade estava em êxtase”, relembra a empreendedora.

    O shampoo Cafeine’s Therapy hoje está nas gôndolas de todos os estados brasileiros e de 11 países, como Japão, Argentina e Alemanha.

    Ciência como serviço

    Para Jackeline Alecrim, o shampoo à base de café serve como referência para os colegas pesquisadores.

    “Eu consegui mostrar que a pesquisa acadêmica pode ter resultado prático também. Envolvi os alunos nesse projeto para que eles acompanhassem e percebessem que era possível desenvolver algo para o mercado”, diz.

    De acordo com ela, o Brasil tem reconhecimento em pesquisa científica, mas sem sempre a aplica a favor da população.

    “As pessoas demandam isso. Elas querem saber informações sobre essas pesquisas. Hoje, dou capacitação para minhas revendedoras para que elas, mesmo sem curso superior, possam ler artigos e adquirir conhecimento”, afirma.

    A empresa criada por ela, a Magic Science, hoje tem uma linha com produtos para o cabelo e com itens para a pele. Essa segunda área é a aposta para 2021.

    “O que queremos é que o produto se adapte ao cliente, não o contrário. Não queremos que o consumidor precise de trocar de produto depois de um determinado tempo”, explica.

    Fonte EM

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  • BOA NOTÍCIA: Estudo inédito indica benefícios do própolis no tratamento da Covid-19

    BOA NOTÍCIA: Estudo inédito indica benefícios do própolis no tratamento da Covid-19

    Trabalho feito por pesquisadores brasileiros mostrou que o extrato de própolis reduz em 50% o tempo de internação e diminui danos renais

    Um estudo brasileiro e inédito indica que o extrato de própolis é benéfico no tratamento da Covid-19. A pesquisa mostrou que a administração da substância em pessoas infectadas é capaz de reduzir em 50% o tempo de internação e diminuir os danos renais.

    Os pesquisadores chegaram a essa conclusão após avaliar o impacto da substância em 124 pessoas com Covid-19 entre junho e agosto de 2020.

    Todos os voluntários tinham cerca de 50 anos, comorbidades similares, apresentavam sintomas havia cerca de oito dias e o mesmo grau de acometimento pulmonar – em torno de 50%.

    Os participantes foram divididos aleatoriamente em três grupos: o primeiro era composto por pacientes que foram submetidos ao tratamento hospitalar padrão para a doença. Já os outros dois receberam, além do protocolo padrão, doses diferentes de extrato de própolis, 400 mg ou 800 mg por dia.

    Os resultados mostraram que os pacientes que receberam extrato de própolis se recuperaram mais rápido, com um período de internação 50% menor do que aqueles submetidos apenas ao tratamento padrão.

    Além disso, aqueles que tiveram acesso à substância apresentaram índice menor de lesão renal aguda. Em pacientes que receberam a dose maior, o risco foi de 4,8%; já entre os que receberam a dosagem menor, o risco atingiu 12,5%. Por fim, no grupo que recebeu o tratamento convencional do hospital, o risco atingiu 23,8%.

    “Ainda sobre a questão renal, todos os pacientes que receberam as cápsulas de própolis não apresentaram necessidade de diálise, diferentemente dos outros que tiveram o tratamento padrão. Além disso, a pesquisa mostrou ainda uma tendência entre os pacientes que receberam extrato de própolis de precisar menos de intubação”, disse Marcelo Silveira, pesquisador clínico da Apis Flora e do Instituto D’Or, responsável pela condução do estudo.

    A pesquisa foi aprovada pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e é uma parceria entre Apis Flora, Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino e Hospital São Rafael, de Salvador. Vale ressaltar que os resultados são preliminares. O trabalho foi publicado recentemente na plataforma de pesquisa médica medRxiv e ainda precisa ser revisado por outros especialistas. As instituições informaram que irão conduzir um novo estudo, com um número maior de participantes.

    “O fato de se tratar de um produto facilmente acessível por toda a sociedade também representa um ganho importante no combate à doença”, comenta o David De Jong, pesquisador do grupo e da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo.

    Fonte Veja

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  • TRÊS PONTAS SEGUE ORIENTAÇÃO DO GOVERNO DE MINAS E EXEMPLO DE OUTRAS CIDADES E NÃO CONSIDERARÁ PONTO FACULTATIVO NOS DIAS QUE SERIAM DE “CARNAVAL”

    TRÊS PONTAS SEGUE ORIENTAÇÃO DO GOVERNO DE MINAS E EXEMPLO DE OUTRAS CIDADES E NÃO CONSIDERARÁ PONTO FACULTATIVO NOS DIAS QUE SERIAM DE “CARNAVAL”

    Para muitos trespontanos uma medida correta, cautelosa e que zela pela saúde pública, pelo bem comum dos cidadãos. A decisão da Prefeitura Municipal de Três Pontas, através do Comitê de Enfrentamento à Covid 19, acaba de definir que “não será concedido ponto facultativo nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, sendo então, expediente regular no município de Três Pontas, em consonância com o Governo Estadual”. Ou seja, não terá carnaval em Três Pontas, haverá expediente normal e a Polícia Militar coibirá qualquer tipo de aglomeração.

    A grande preocupação do Governo de Minas Gerais é para com o grande aumento no número de casos de coronavirus no país, no estado e na maioria das cidades mineiras que enfrentam uma espécie de segunda onda de contaminação. Após as eleições os casos aumentaram muito em todo Brasil. O mesmo aconteceu durante as festas de Natal e Réveillon. E para que não aconteça pela terceira vez, em proporções muito provavelmente ainda maiores, é que o governador Romeu Zema orientou os municípios mineiros a “trabalharem normalmente” durante os dias em que seria realizado o carnaval, cancelado em praticamente todo o país.

    Para alguns especialistas se o carnaval de 2020 tivesse sido cancelado ainda no início da pandemia, ou pouco antes dela ser deflagrada, muito provavelmente os resultados quanto ao número de casos e de óbitos não teria a proporção atual.

    Depois que várias cidades do Sul de Minas resolveram seguir a orientação do Governo de Minas Gerais, cancelando o ponto facultativo nos dias que seriam de carnaval, a expectativa ficou por conta do que seria definido pelo prefeito de Três Pontas Marcelo Chaves Garcia e por todos os profissionais que compõem o Comitê de Enfrentamento à Covid-19. E na tarde desta sexta-feira (29), a Prefeitura Municipal divulgou a sua deliberação:

    Música nos bares/restaurantes

    Será autorizada música ao vivo em forma de entretenimento em estabelecimentos no município a partir do dia 18 de fevereiro de 2021;

    Fiscalização carnaval

    A Polícia Militar realizará blitz e operações na cidade de Três Pontas e nos distritos do Pontalete e Quilombo Nossa Senhora do Rosário no intuito de conter qualquer tipo de aglomeração;

    Unidades de saúde

    Todas as unidades de saúde do município estarão em funcionamento nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro de 2021.

    Toque de recolher

    Permanece instituído o Toque de Recolher às 22 horas

    As informações são da Secretaria Municipal de Saúde, bem como do Comitê de Enfrentamento à Covid-19.

    Questionamentos

    O Conexão Três Pontas vem recebendo nos últimos dias vários questionamentos por parte de leitores/cidadãos trespontanos no tocante a alguns pontos que ainda não estão claros ou, pelo menos, não se obteve as devidas respostas por parte das autoridades constituídas, como:

    _ As chamadas “casas de piscina” têm gerado muita preocupação e denúncias por parte de vizinhos que relatam, em alguns casos, além de outros problemas como som alto e baderna, constantes aglomerações. O que será feito neste sentido?

    _ Aqueles que organizarem “festas particulares ou luau” serão orientados a seguir que protocolos? Há limite de pessoas? Essas festas serão de fato evitadas pela Polícia Militar? Quais os critérios para permitir ou barrar uma festa, mesmo que familiar?

    _ Nos acessos da cidade haverá algum trabalho de conscientização ou fiscalização?

    _ Os “laranjinhas” (desaglomeradores) poderão estar nas ruas ajudando na manutenção do distanciamento social, bem como na distribuiçãod e álcool em gel?

    _ Locais sempre de maior concentração de pessoas serão PREVIAMENTE desinfectados pela Prefeitura Municipal?

    _ Responsáveis por qualquer infração quanto às normas de prevenção ao coronavírus serão penalizados de alguma forma?

    Aguardamos respostas por parte das autoridades constituídas para que o trabalho, de fato, dê bons resultados, ja que a informação leva à conscientização, que por sua vez, gera segurança e estabilidade.

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    Roger Campos

    Jornalista

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