Categoria: Saúde

  • Três Pontas registra mais uma morte por coronavírus; Total é de 40 óbitos

    Três Pontas registra mais uma morte por coronavírus; Total é de 40 óbitos

    Número de casos segue acelerado com 2.464 positivados. Curados já somam 1.905.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quinta-feira (11) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu, com a confirmação de mais uma morte, divulgada hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 2.464 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.905 já se recuperaram e, infelizmente, 40 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (11 de fevereiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 519 pessoas estão com o vírus.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 10.541.

    Seis pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros três casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 516 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 301 dias. Isso dá uma média de 8,18 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Óbitos

    Por Sexo:

    _ 22 Homens

    _ 18 Mulheres

     

    Por Idade:

    _ 20 a 59 anos – 08

    _ 60 a 79 anos – 21

    _ 80 anos ou mais – 11

     

    Comorbidades (Doenças Pré-Existentes)

    _ Diabetes – 14

    _ Hipertensão – 07

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 24

    _ Doença Renal Crônica – 04

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 02

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 02

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 01

    _ Doença Hepática Crônica – 01

     

    Tempo de Internação:

    _ 0 a 7 dias – 20

    _ 8 a 15 dias – 15

    _ 16 a 21 dias – 02

    _ 22 a 30 dias – 03

     

    40ª MORTE

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (20 de janeiro) que o novo óbitos causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítimas:

    _ Homem, 93 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica. Ele faleceu no domingo (07), mas a confirmação se deu nesta quinta-feira.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Três Pontas registra mais duas mortes por coronavírus; Total é de 39 óbitos

    Três Pontas registra mais duas mortes por coronavírus; Total é de 39 óbitos

    Número de casos segue acelerado com 2.404 positivados. Curados já somam 1.830.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunta-feira (08) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu, com a confirmação de mais duas mortes, divulgada hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 2.404 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.830 já se recuperaram e, infelizmente, 39 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (08 de fevereiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 534 pessoas estão com o vírus.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 10.389.

    Uma pessoa segue internada com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros quatro casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 531 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 298 dias. Isso dá uma média de 8,06 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Óbitos

    Por Sexo:

    _ 21 Homens

    _ 18 Mulheres

     

    Por Idade:

    _ 20 a 59 anos – 08

    _ 60 a 79 anos – 21

    _ 80 anos ou mais – 10

     

    Comorbidades (Doenças Pré-Existentes)

    _ Diabetes – 14

    _ Hipertensão – 07

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 23

    _ Doença Renal Crônica – 04

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 02

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 02

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 01

    _ Doença Hepática Crônica – 01

     

    Tempo de Internação:

    _ 0 a 7 dias – 19

    _ 8 a 15 dias – 15

    _ 16 a 21 dias – 02

    _ 22 a 30 dias – 03

     

    38ª e 39ª MORTES

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (20 de janeiro) que o novo óbitos causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítimas:

    _ Homem, 67 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica. Estava internado havia 18 dias e faleceu nesta segunda-feira pela manhã;

    _ Mulher, 84 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica. Estava internada havia 6 dias e faleceu no último sábado;

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    Número de Vacinados em Três Pontas

    (Dados da Secretaria de Estado da Saúde – Governo de Minas Gerais)

    https://coronavirus.saude.mg.gov.br/vacinometro

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Três Pontas registra mais uma morte por coronavírus; Total é de 37 óbitos

    Três Pontas registra mais uma morte por coronavírus; Total é de 37 óbitos

    Número de casos segue acelerado com 2.377 positivados. Curados já somam 1.819.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (05) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu, com a confirmação de mais uma morte, divulgada hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 2.377 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.819 já se recuperaram e, infelizmente, 37 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (05 de fevereiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 521 pessoas estão com o vírus.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 10.293.

    Duas pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros dez casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 511 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 295 dias. Isso dá uma média de 8,05 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    37ª Morte

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (20 de janeiro) que o novo óbitos causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítimas:

    _ Homem, 74 anos de idade, que sofria de diabetes, doença cardiovascular crônica e doença renal crônica. Estava internado havia 8 dias e faleceu na última quinta-feira;

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • INSPIRADOR: No Dia Mundial do Câncer Carla Machado celebra a vida e fala ao Conexão

    INSPIRADOR: No Dia Mundial do Câncer Carla Machado celebra a vida e fala ao Conexão

    Empresária querida na cidade está lutando e vencendo um câncer de mama. Ela decidiu compartilhar a batalha diária em suas redes sociais.

    Depois de um 2020 marcado pela evasão dos pacientes dos consultórios médicos, especialistas estimam que o número de pessoas com câncer em estágio avançado vá ser ainda maior nos próximos dois anos. Levantamentos feitos por entidades médicas apontam que, nos primeiros meses da pandemia, 70% das cirurgias oncológicas foram adiadas. Além disso, há cerca de 75 mil brasileiros que deixaram de receber diagnósticos no período. No Dia Mundial do Câncer, lembrado nesta quinta-feira (4), o recado é que, apesar da situação sanitária, os cuidados com a doença não devem ser deixados de lado. A empresária trespontana Carla Machado tornou pública, através de postagens frequentes em suas redes sociais, a sua luta contra um câncer de mama. Uma mulher de fé, foco e força, assim podemos definí-la. Aproveitando o Dia Mundial do Câncer e a necessidade maciça de conscientização sobre a prevenção e os tratamentos, Carla Machado contou um pouco da sua luta que, graças a um tratamento eficiente, a fé dela própria e as orações dos trespontanos, vem sendo vencida com coragem, vontade de viver e um exemplo de coragem poucas vezes visto. Vale a pena acompanhar a reportagem especial.

    “Jamais esconderia a doença. E já que estou com ela, que eu possa ajudar outras a encararem com mais leveza o tratamento. Ninguém consegue imaginar o que passamos. Mas temos que encarar com esperança no tratamento.”

    Conexão – Carla, hoje é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Recentemente você foi diagnosticada com câncer de mama. Como você enxergava a doença, todo universo do câncer, antes e como vê agora?

    Carla Machado – A doença era algo distante da minha realidade, era o que eu acreditava. Mas quando recebi o diagnóstico, primeira pergunta que me fiz foi: “por que não comigo?” E daí entendi que eu não teria opção alguma que não fosse acreditar e lutar pra me curar. O câncer é uma doença que mexe muito com tudo na gente. Com o psicológico, na parte da insegurança do tratamento; na vaidade pois os cabelos caem e unhas se tornam algo fraco. Na parte física porque inchamos muito. E a gente aprende a separar a dor física da dor da alma.

    Conexão – Como foi a descoberta da sua doença?

    Carla Machado – Sempre fiz todos os exames preventivos. Todos. Fazia-os anualmente. Em setembro do ano passado, fiz todos e estavam todos bem. Neste ano senti algo estranho no seio mas achei que poderia ser do silicone que tenho há 8 anos. Não era. Na mamografia não acusou mas no ultrassom apareceu. Após realizar todos os exames, tive a certeza que se tratava de um câncer raro.

    Conexão – Sabemos que o diagnóstico precoce é fundamental, assim como toda prevenção. Você acredita que tenha “falhado” na prevenção? E você acha que as mulheres ainda não dão a devida importância a esses cuidados?

    Carla Machado – Não acredito que tenha falhado. Acho que todas as mulheres deveriam fazer a mamografia e o ultrassom sempre. A falha de um se assegura no outro. Nem todos os cânceres são diagnosticados só na mamografia, o que foi o meu caso.

    Conexão – Você é uma pessoa muito conhecida e querida na cidade. E resolveu encarar a doença de frente, inclusive postando passo a passo seu tratamento. Fale sobre essa experiência, o carinho das pessoas para com você e ainda nos diga de onde vem essa força que você demonstra?

    Carla Machado – Dizer que é fácil, não. Não é fácil. Mas eu poderia encarar a doença de duas maneiras: ou sofrendo, revoltada, com depressão ou aceitar mais esta luta na minha vida de uma forma mais leve, mais calma, entendendo e aceitando todo o processo. Jamais esconderia a doença. E já que estou com ela, que eu possa ajudar outras a encararem com mais leveza o tratamento. Ninguém consegue imaginar o que passamos. Mas temos que encarar com esperança no tratamento. E o bom humor alivia bem os sintomas do tratamento. Existe ainda muito preconceito sobre a doença e eu quis mostrar a todos o que acontece comigo também. Afinal, por que não comigo? É esta a pergunta que a gente sempre tem que fazer. Se pode acontecer com o outro, pode acontecer comigo também. Quanto ao carinho de todos, as orações, eu agradeço diariamente a todos pois nem imaginam a força que me dão. Leio cada mensagem e me fortaleço com cada palavra que recebo. Eu precisava desse excesso de amor na minha vida.

    Conexão – Sua relação com Deus mudou com a doença?

    Carla Machado – Minha relação com Deus sempre foi das melhores. O Deus que eu creio é o Deus bom, que não castiga, que não maltrata. É o Deus que me põe no colo e me consola. É o Deus que me abraça e me segura. De vez em quando eu o chamo na conversa e digo a Ele: “Uai, Deus, parece que agora o Senhor exagerou, né?”. Aí rimos muito e ouço a voz Dele dizendo que eu aguento. E eu sei que eu aguento. Meu Deus é este. Esta sempre ao meu lado me fortalecendo. Eu sou Ele e Ele sou eu. Sinto Ele em mim o tempo todo.

    Conexão – Uma mensagem para todas as pessoas que sofrem com esta doença, mas que, cada vez mais, têm obtido cura.

    Carla Machado – A mensagem que deixo a todos que passam por esta doença e aos que vierem a passar é que acreditem na força divina que há em cada um de vocês. Nosso corpo físico adoece. O que não pode adoecer é o nosso corpo espiritual. Então, a força que existe em mim, existe em todos vocês. Basta a gente entender que ou encaramos a doença numa boa (o que é difícil) ou nos fazemos de fracos e deixamos ela nos dominar. Eu optei por ser forte e encarar. A opção da escolha, está em cada um. Lembrem-se sempre: Deus está no comando das nossas vidas. É a Ele a quem devemos dobrar nossos joelhos e agradecer. Somos seres em construção. Que sejamos nosso melhor nos melhores e nos piores momentos. Gratidão pelas palavras. Gratidão pelas orações. Deus abençoe cada um de vocês.

    Estimativa

    O Brasil deverá registrar 625 mil novos casos de câncer para cada ano do triênio 2020/2022, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer). Se descontados os casos de câncer de pele não melanoma, serão 450 mil novos registros da doença para cada ano. O cálculo global corrigido para o sub-registro, segundo Mathers et al. (2003), aponta a ocorrência de 685 mil casos novos.

    O câncer de pele não melanoma é o mais incidente no país, com 177 mil novos casos estimados. Ele corresponderá a 27,1% do total de casos de câncer em homens e 29,5% em mulheres.

    Considerando-se todos os demais tipos de câncer, os mais frequentes na população serão mama e próstata (66 mil casos cada), cólon e reto (41 mil), pulmão (30 mil) e estômago (21 mil).

    Por gênero, os tipos de câncer mais comuns em homens são próstata (29,2%), cólon e reto (9,1%), pulmão (7,9%), estômago (5,1%) e cavidade oral (5%). Nas mulheres, o câncer de mama lidera (29,7%), seguido por cólon e reto (9,2%), colo do útero (7,4%), pulmão (5,6%) e tireoide (5,4%).

    “Eu optei por ser forte e encarar. A opção da escolha, está em cada um. Lembrem-se sempre: Deus está no comando das nossas vidas. É a Ele a quem devemos dobrar nossos joelhos e agradecer.”

    Campanha de Conscientização

    O movimento global União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) lança este ano o Desafio dos 21 dias, pelo Dia Mundial do Câncer, lembrado hoje (4). O desafio faz parte de uma campanha lançada em 2019, com o título “Eu sou, eu vou: Juntos, todas as nossas ações são importantes”, e destaca que o “eu” não significa somente indivíduos, mas qualquer cidade, organização ou entidade que queira participar do esforço de conscientização e educação sobre a doença. A campanha estimula também iniciativas que diminuam os índices de câncer no mundo.

    “Afinal, por que não comigo? É esta a pergunta que a gente sempre tem que fazer. Se pode acontecer com o outro, pode acontecer comigo também.”

    No Brasil, a campanha da UICC conta com o apoio da Fundação do Câncer, que está lançando também hoje sua campanha 21 ações para 2021.Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde, também aderiu à campanha global. A instituição vai divulgar em sua página na internet os 21 desafios, um a cada dia, com o objetivo de melhorar a saúde dos brasileiros, apoiar alguém com câncer e entender melhor a doença.

    A partir de hoje (4), durante 21 dias, será colocado um desafio por dia na página do Inca. Serão dadas dicas para cada desafio, diariamente, pela equipe do instituto. “Se todo mundo experimentar uma coisa diferente, nem que seja por um dia, quem sabe se anima a mudar o comportamento para sempre em sua vida. Essa é a ideia da campanha”, informou a chefe da Coordenação de Prevenção e Vigilância do Inca, Liz Almeida.

    Os 21 desafios estabelecidos na campanha da UICC são: Coloque cor no seu prato, Cheque sua caderneta de vacinação, Pratique meditação em movimento, Não esqueça o protetor solar, Faça um brinde saudável, Se conheça!, Durma bem, Treine como campeões, Abra seus ouvidos, Elogie alguém, Ria em voz alta, Aposte na salada, de olho na sua saúde, Dedique-se às amizades, Faça algo diferente, Quem canta seus males espanta, Mexa-se, Relaxe, Coloque fibra em sua vida, Não faça nada e Agradeça.

    Esta reportagem é uma homenagem tanto à empresária Carla Machado, quanto a todos aqueles que estão enfrentando e que, com as bênçãos de Deus, vencerão o câncer.

    Como detectar o Câncer de Mama?

    Nosso corpo apresenta diversos sinais quando algo não vai bem em nossa saúde. Por isso, é importante estar sempre atento a alterações no organismo.

    No caso do desenvolvimento do câncer de mama, não é diferente: diversos sintomas e sinais podem ser percebidos logo no início da doença. E quando falamos de câncer de mama, quanto mais cedo descoberto, maiores são as chances de cura.

     A detecção precoce é fundamental e a melhor estratégia para vencer a doença. A Mamografia é o exame mais importante no combate ao câncer de mama, deve ser realizada anualmente em mulheres com mais de 40 anos, idade em que o risco de desenvolvimento do câncer de mama começa a aumentar.

    A mamografia é capaz de diagnosticar o tumor quando ele ainda tem menos de 1 centímetro, tamanho em que o nódulo ainda não está grande o suficiente para ser percebido no autoexame. Quando percebido nesse estágio inicial, o câncer de mama tem chance de cura em até 95% dos casos.

    O sintoma mais comum do câncer de mama é o aparecimento de um nódulo, porém sem dor associada ao caroço – geralmente, as dores só são sentidas no mamilo. Os nódulos   que podem ser indolores, duros e irregulares ou macios e mais arredondados, mas apenas um especialista poderá examiná-lo precisamente.

    Por isso, se notar qualquer diferença no aspecto e aparência da sua mama durante o autoexame, é importante ir ao médico com urgência.

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  • ESPECIAL: Movimento global lança desafio no Dia Mundial do Câncer

    ESPECIAL: Movimento global lança desafio no Dia Mundial do Câncer

    Campanha tem participação da Fundação do Câncer e do Inca

    O movimento global União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) lança este ano o Desafio dos 21 dias, pelo Dia Mundial do Câncer, lembrado hoje (4). O desafio faz parte de uma campanha lançada em 2019, com o título “Eu sou, eu vou: Juntos, todas as nossas ações são importantes”, e destaca que o “eu” não significa somente indivíduos, mas qualquer cidade, organização ou entidade que queira participar do esforço de conscientização e educação sobre a doença. A campanha estimula também iniciativas que diminuam os índices de câncer no mundo.

    No Brasil, a campanha da UICC conta com o apoio da Fundação do Câncer, que está lançando também hoje sua campanha 21 ações para 2021.

    O médico Luiz Augusto Maltoni, diretor executivo da Fundação do Câncer, disse que o foco da campanha da fundação este ano é incentivar as medidas de prevenção, para que se adotem hábitos de vida saudável. “A gente sabe que isso corresponde a uma proporção muito grande de situações que podem diminuir entre 30% e até 50% os casos novos de câncer anualmente, se todo mundo fizer”, afirmou Maltoni.

    Parâmetros

    A meta para este ano é estimular as pessoas a adotarem esses novos hábitos de vida. “Cada vez mais pensar em uma alimentação saudável, não fumar, quem fuma deixar o hábito, evitar o excesso de bebida alcoólica, agregar atividade física regular. Com isso, você também estará contribuindo para outros fatores de risco que são o sobrepeso e a obesidade”.

    O tema da campanha 21 ações para 2021 é “Eu sou resiliente e vou inovar”, observando que apesar das dificuldades com a pandemia de covid-19, é possível e necessária a busca pela saúde. O diretor da fundação lembrou que além da estimativa de surgimento de 625 mil casos novos de câncer em 2021, no Brasil a população enfrenta uma pandemia de dimensão global.

    A cada mês, a Fundação do Câncer vai divulgar nas mídias sociais e em seu site vídeos, entrevistas, lives e eventos. Haverá também divulgação de histórias de pacientes que conseguiram vencer doenças como o câncer, a partir da mudança de hábitos de vida.

    Inca

    Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde, também aderiu à campanha global. A instituição vai divulgar em sua página na internet os 21 desafios, um a cada dia, com o objetivo de melhorar a saúde dos brasileiros, apoiar alguém com câncer e entender melhor a doença.

    A partir de hoje (4), durante 21 dias, será colocado um desafio por dia na página do Inca. Serão dadas dicas para cada desafio, diariamente, pela equipe do instituto. “Se todo mundo experimentar uma coisa diferente, nem que seja por um dia, quem sabe se anima a mudar o comportamento para sempre em sua vida. Essa é a ideia da campanha”, informou a chefe da Coordenação de Prevenção e Vigilância do Inca, Liz Almeida.

    Exames de rotina

    Até novembro do ano passado, a vida seguia normal para a jornalista Keila Mendes. Apesar de enfrentar um ano de pandemia, com dois filhos em isolamento com ela tendo aulas online, a nova rotina já estava estabelecida e ela continuava a tocar a vida. Mas, aos 41 anos, descobriu um câncer de mama em estágio avançado. Ela conta que, ainda assim, o que a ajudou foi não ter se descuidado dos exames de rotina.

    “Em setembro, apesar de ser um ano de pandemia, eu já tinha agendado a minha consulta de rotina com o meu mastologista/ginecologista. Fiz todos os exames e o meu médico não percebeu todas as alterações, apesar de já ter apresentado nos exames uma pequena alteração na mama direita”.

    Mas Keila começou a ficar incomodada com o volume que estava sentindo. “Comecei a tocar. E aí resolvi ir em outra mastologista, dois meses depois. Ela pediu novamente uma ultrassonografia, no local indicado por ela, pois essa médica já tinha percebido que tinha uma coisa errada. Fiz a ultrassonografia com uma biópsia e dias depois saiu o resultado: dia 9 de novembro eu fui diagnosticada com câncer na mama direita”.

    O exame detectou o carcinoma ductal invasor, grau 3. O grau significa a agressividade e velocidade com que o câncer cresce e a possibilidade de metástase. “Meu oncologista disse que talvez esse tumor não tenha nem seis meses em mim, ele é de rápido avanço mesmo. O câncer estava com o tamanho de 8 cm por 6,5 cm, já estava grande e tinha chegado à axila, tudo bem que lá estava no grau 1, não tem metástase, mas já estava na axila”.

    Cada paciente recebe um tipo de protocolo de tratamento. No caso de Keila, ela faz primeiro as quimioterapias para reduzir o tumor. “Meu protocolo são quatro quimioterapias vermelhas, que são drogas mais fortes, e outras 12 brancas, que são drogas mais fracas. Como o tumor deu positivo para hormônio, terei que fazer um bloqueio hormonal por dez anos [após o tratamento inicial], mas aí já é com comprimido”, detalha.

    Até o momento, ela fez as quatro vermelhas e quatro brancas. “O tumor já está no tamanho de 1cm por 1 cm. No final de março, termino as “quimio” brancas e farei uma cirurgia, provavelmente terei que retirar apenas o quadrante da mama direita e será feito um estudo da axila, para só depois definir se vou precisar esvaziá-la”.

    Com tantos procedimentos, a jornalista tem se cuidado bem para manter também a saúde mental. “Tratar o câncer é um procedimento bastante invasivo, que mexe demais com o emocional, sabe? Conto com o auxílio de um psicólogo e até um psiquiatra que me indicou um remédio para ter uma sobriedade, porque envolve muitos exames, muitas consultas, o processo é muito desgastante, não só de descobrir uma doença tão séria como essa, mas por todo o procedimento que necessita ser feito”.

    Ela conta ainda que além do lado emocional, tem cuidado bem do físico. “Estou com nutricionista especialista em oncologista, fazendo atividade física três vezes por semana, que é de extrema importância, já que as drogas também atingem órgãos saudáveis, como o coração, então é importante manter uma rotina de exercícios e cuidar da mente, porque a cura começa pela mente. A minha [cura] já começou e é dessa forma que prefiro encarar esta minha realidade”.

    Para ela, o suporte emocional é essencial. “Foi importante nesse diagnóstico tão repentino, porque meus exames estavam todos em dia, foi importante primeiro a minha atenção ao tocar a mama, mesmo que meu médico tenha dito que estava tudo ok, por isso acho importante que as pessoas não descuidem da saúde, mesmo sendo um ano de pandemia”.

    Além das precauções para a prevenção contra o novo coronavírus, Keila agora dobra a atenção. “Por ser paciente oncológico, tomo todos os cuidados aonde vou, é super bem estudado isso antes. Mas, apesar desse cuidado todo, as pessoas não podem se descuidar da saúde, mesmo sendo pandemia, precisa sim fazer os exames regulares, precisa se tocar e se conhecer e também seguir o seu instinto”.

    Para ajudar outras pessoas, a jornalista usa o seu perfil no Instagram (@keila.mendes_) a fim de chamar a tenção sobre o tema e sua experiência com a doença. “Tenho feito lives no meu Instagram, não para pacientes oncológicos, mas para divulgar a minha história a pessoas que estão saudáveis. Se você parar para pensar, três meses atrás eu estava bem, minha vida normal e eu achava que a minha saúde estava toda ok, e de uma hora para outra tudo muda. Que esse 4 de fevereiro sirva para alertar a todos da nossa vulnerabilidade, da necessidade que temos de nos olhar como prioridade e de olhar para o outro com empatia. Dias difíceis virão, mas a certeza é de que depois virão dias de muita saúde”.

    Os 21 desafios estabelecidos na campanha da UICC são: Coloque cor no seu prato, Cheque sua caderneta de vacinação, Pratique meditação em movimento, Não esqueça o protetor solar, Faça um brinde saudável, Se conheça!, Durma bem, Treine como campeões, Abra seus ouvidos, Elogie alguém, Ria em voz alta, Aposte na salada, de olho na sua saúde, Dedique-se às amizades, Faça algo diferente, Quem canta seus males espanta, Mexa-se, Relaxe, Coloque fibra em sua vida, Não faça nada e Agradeça.

    Fonte Agência Brasil

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  • DADOS DIVERGENTES DO CORONAVÍRUS DIVULGADOS NA MÍDIA DA REGIÃO CAUSAM “ESPANTO” NOS TRESPONTANOS

    DADOS DIVERGENTES DO CORONAVÍRUS DIVULGADOS NA MÍDIA DA REGIÃO CAUSAM “ESPANTO” NOS TRESPONTANOS

    Dados da Secretaria de Estado da Saúde não batem com os das prefeituras. “Não houve 5 óbitos hoje!” Conexão explica melhor.

    Com o título “Com recorde negativo pelo 2º dia, Sul de Minas tem mais 39 mortes por Covid-19 confirmadas” e o subtítulo “Número divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde é o maior da região para um só dia desde o início da pandemia”, seguidos do corpo da reportagem do G1 Sul de Minas (https://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2021/02/04/com-recorde-negativo-pelo-2o-dia-sul-de-minas-tem-mais-39-mortes-por-covid-19-confirmadas.ghtml) e de outros veículos de comunicação sediados em Varginha onde está registrado QUE TRÊS PONTAS TEVE HOJE MAIS 5 MORTES PELA COVID-19, muitos trespontanos, assustados, procuraram o Conexão Três Pontas para entender o caso, já que no Boletim Epidemiológico da Prefeituira Municipal de Três Pontas não confirma hoje (04 de fevereiro) mais nenhum óbito por coronavírus.

    Última morte por coronavírus foi registrada em Três Pontas no último domingo, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

    Várias reportagens da região estão seguindo a atualização dos dados via Secretaria de Estado da Saúde e não através da divulgação de cada município. Com isto, a divergência de dados é constante, desde o início da pandemia.

    Na reportagem do G1 Sul de Minas há a explicação: “Estes dados são referentes ao balanço publicado pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais e podem apresentar divergências com os já divulgados por prefeituras, devido a períodos diferentes de fechamento. Conforme o boletim da SES-MG, as novas mortes foram confirmadas em diversas cidades, dentre elas Campo Belo e Três Pontas (mais 5 mortes em cada uma delas)”.

    Nossa reportagem conversou com a coordenação da Vigilância Epidemiológica da Prefeitura Municipal de Três Pontas, responsável pela divulgação dos dados diariamente via site da Prefeitura Municipal. Ela negou mais 5 mortes hoje e lembrou que os dados da SES estão defasados. “Lá está constanto 33 mortes em Três Pontas e infelizmente são 36. Mas hoje (04) não tivemos nenhum óbito por covid-19”, afirmou.

    A divergência de informações entre a Secretaria de Estado da Saúde e as prefeituras gera mais pânico e instabilidade na sociedade, já bastante afetada pela pandemia em si.

    O QUE DIZ A SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE MINAS GERAIS

    Os número de casos suspeitos e confirmados divulgados pela SES-MG têm sido diferentes dos que estão sendo anunciados diariamente em boletins de prefeituras.

    Sobre isso, a secretaria informou que assim que o caso suspeito é identificado pelo serviço de saúde, é realizada uma triagem com este paciente de acordo com dados clínicos e epidemiológicos, auxiliando na tomada de conduta de interação ou isolamento domiciliar. O profissional de saúde entra em contato com o CIEVS-Minas ou Unidade Regional de Saúde para discussão do caso.

    Definido como caso suspeito, o município preenche um formulário com os dados do paciente denominado RedCap, específico do Ministério da Saúde. Através deste formulário é gerado todo o banco de dados do Coronavírus no Estado.

    O COES Coronavírus analisa esse banco de dados diariamente, reclassifica os casos, solicita novas informações ao município e faz o cruzamento dos resultados de exames laboratoriais. Após todo esse trabalho, que é realizado até as 13h do dia corrente, é que os dados estarão tratados para fazerem parte do Boletim Diário.

    Dessa forma, é necessário percorrer todo este fluxo de notificação para que os casos sejam incluídos no boletim epidemiológico divulgado pela SES-MG e, por esta razão, divergências pontuais entre os municípios e os casos já computados pela SES-MG, podem ocorrer, tanto em relação a casos suspeitos quanto a casos confirmados.

    Para ter acesso diário ao Boletim Epidemiológico da Prefeitura Municipal de Três Pontas basta acessar o site:

    https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8

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  • Novo lote com 660 doses de vacina contra covid-19 chega à Três Pontas

    Novo lote com 660 doses de vacina contra covid-19 chega à Três Pontas

    VACINAÇÃO OCORRERÁ NESTA QUINTA-FEIRA (04) PARA GRUPOS PRIORITÁRIOS

    O município de Três Pontas recebeu nesta terça-feira mais um lote com 660 doses de vacinas contra a covid-19. Profissionais da Secretaria Municipal de Saúde estiveram na Regional de Saúde de Varginha para buscar os imunizadores. A Polícia Militar fez a escolta.

    Dentre as vacinas que acabaram de chegar estão a da AstraZeneca e também a Coronavac. Esta é a segunda remessa que chega em Três Pontas. A primeira delas, 544 doses, veio no final do mês de janeiro. Foram aplicadas em profissionais da área da saúde, da linha de frente do combate ao coronavírus e também idosos da Vila Vicentina.

    Esta nova remessa também será utilizada como segunda dose àqueles que já foram imunizados, além de atender a outros trabalhadores da saúde, que atuam em hospitais, pronto socorros, SAMU, programas de saúde, funcionários de clínicas médicas e de laboratórios. O que sobrar começará a ser aplicado em idosos em geral que serão divididos por faixa etária.

    Tanto a escolha das pessoas a serem vacinadas prioritariamente, quanto as datas de imunização seguem rigorosamente critérios do Ministério da Saúde, do Governo do Estado de Minas Gerais e SUS.

    A expectativa é que mais doses das vacinas aprovadas emergencialmente para combater o coronavírus cheguem o quanto antes à Minas Gerais e, por sua vez, distribuídas, através das regionais de saúde, para todas as cidades mineiras, levando em consideração o número de casos e de habitantes em cada uma delas.

    De acordo com comunicado da Prefeitura Municipal de Três Pontas, das 544 doses referentes ao primeiro lote, 502 foram aplicadas em profissionais de saúde e outras 42 doses em idosos em instituição de longa permanência, no caso a Vila Vicentina.

    Sobre a vacinação da remessa que chegou nesta semana a Prefeitura informa que ocorrerá nesta quinta-feira, 4 de fevereiro, a partir das 17 horas na Policlínica Municipal apenas para profissionais de saúde da rede privada acima de 60 anos de idade.

    Ainda na postagem da Prefeitura é lembrada a necessidade da apresentação do Cartão de Vacina, CPF, Cartão do SUS e comprovante que atua na área de saúde.

    O governo do Estado de Minas Gerais disponibilizou através da Secretaria de Estado da Saúde o acesso online há uma página na internet denominada de “vacinometro” onde cada cidadão poderá acompanhar o envio das vacinas para a sua cidade bem como o número de pessoas que já foram imunizadas. Para acompanhar basta acessar o seguinte endereço eletrônico:

    https://coronavirus.saude.mg.gov.br/vacinometro

    VACINAS PARA MINAS GERAIS

    VACINAS PARA TRÊS PONTAS

    * Além das 544 da primeira remessa, reafirmamos a chegada de outras 660 doses, totalizando 1.204 doses.

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  • Três Pontas registra mais duas mortes por coronavírus; Total chega a 36 óbitos.

    Três Pontas registra mais duas mortes por coronavírus; Total chega a 36 óbitos.

    Número de casos segue acelerado com 2.257 positivados. Curados já somam 1.659.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (01) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (2.257), mas também o número de curados, que chegou a 1.659. O total de óbitos subiu para 36, com a confirmação de mais duas mortes, divulgadas hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 2.257 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.659 já se recuperaram e, infelizmente, 36 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (01 de fevereiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 562 pessoas estão com o vírus.

    * No dia 21 de dezembro de 2020, Três Pontas tinha 99 pessoas contaminadas pelo coronavírus. Hoje, esse número saltou para 562, ou seja 463 casos a mais.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 10.109.

    Três pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros dez casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 552 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 291 dias. Isso dá uma média de 7,75 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    35ª e 36ª Mortes

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (20 de janeiro) que o novo óbitos causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítimas:

    _ Homem, 69 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica e doença hepática crônica. Estava internado havia 14 dias e faleceu na última sexta-feira;

    _ Mulher, 94 anos de idade, que sofria de doença neurológica crônica. Estava internada havia 8 dias e faleceu na último domingo. 

    Caso se confirme uma morte ocorrida no dia 30 de novembro de 2020, que segue como suspeita e sendo investigada pela Secretaria de Estado da Saúde, o número subirá para 37 mortes em Três Pontas.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Estado lança terceira fase do Minas Consciente e autoriza funcionamento de atividades não essenciais

    Estado lança terceira fase do Minas Consciente e autoriza funcionamento de atividades não essenciais

    A Secretaria de Estado de Saúde (SES) anunciou nesta quarta-feira (27) mudanças no Minas Consciente, plano elaborado pelo Executivo mineiro para garantir a retomada segura da economia durante a pandemia. A partir de agora, todas as atividades vão poder funcionar nas cidades que aderiram ao programa, contemplando inclusive as que estão paradas desde o início da pandemia de Covid-19. Os protocolos a serem adotados vão variar conforme a onda, que tem a vermelha como a mais restritiva.

    “A primeira versão do Minas Consciente, lançada em abril, tinha o objetivo de controlar todo e qualquer risco de grande explosão naquele momento. Já a segunda fase, entre julho e agosto, visou manter o controle sanitário, o controle da epidemia com algum grau de compatibilização das atividades econômicas. Agora, com a chegada do início da vacinação, nós trazemos a terceira proposta de aperfeiçoamento, que tem o objetivo, se tudo correr bem, de ser mais para o longo prazo, acompanhando todo o momento da vacinação enquanto nós tivermos a necessidade de manter o plano”, explicou o secretário de Saúde, Carlos Eduardo Amaral.

    Com a nova versão, o comércio e os eventos, por exemplo, serão liberados mesmo que a cidade esteja na onda vermelha, mas terão que seguir algumas regras, pensando na saúde, no distanciamento e evitando qualquer risco acentuado para a sociedade.

    A fase 3 do plano também traz a restrição de algumas atividades que correspondem aos serviços essenciais, como padarias, bancos, farmácias e supermercados.

    “Nos serviços essenciais, tínhamos um distanciamento linear de 2 metros na onda vermelha. Nós passamos para 3 metros. Então, isso já é uma vez e meia a mais de restrição. Em relação à metragem quadrada, é importante lembrar que se temos um supermercado de 1.000 metros quadrados, no máximo 100 pessoas podem estar ali. Esse tipo de mudança é o que vai trazer impacto. Então, contamos que os proprietários passem a ter esse controle, vendo quantas pessoas estão lá dentro, porque isso que vai permitir que ao longo do tempo a gente tenha todas as atividades funcionando e com o critério sanitário maior ainda”, recomenda Amaral.

    Ainda de acordo com Amaral, apesar de liberar o funcionamento de todas as atividades, as mudanças no Minas Consciente vão resultar em maior restrição à circulação de pessoas. “Nós teremos restrição para 2,9 milhões de pessoas, que corresponde a 86% dos vínculos empregatícios. E ampliação para 470 mil pessoas, o que corresponde a 14% dos vínculos. 308 mil trabalhadores que poderão trabalhar pela primeira vez desde o início das medidas restritivas”.

    Vínculos de trabalho

    A modernização do Minas Consciente permitirá que 79 mil empresas comecem a funcionar pela primeira vez desde o início do plano e que 308 mil trabalhadores possam trabalhar pela primeira vez desde o início das medidas restritivas da epidemia. Atualmente, as atividades essenciais correspondem a 70% dos vínculos trabalhistas.

    “Nós estamos, efetivamente, trazendo uma restrição com uma possibilidade que todos possam trabalhar em todas as ondas. Entendemos que essas mudanças têm condições de serem mais perenes. Permitirão que aquelas atividades que estão fechadas há muito tempo tenham algum fôlego e retornem, inclusive, preservando postos de trabalho, o que é muito importante neste momento da epidemia”, explicou.

    Educação

    Para o setor de Ensino está sendo desenvolvido um estudo individualizado. Assim, as escolas ainda não passarão por mudanças neste momento. Foi aprovada, também nesta quarta-feira (27), pelo Comitê Extraordinário Covid-19, a criação de um Grupo de Trabalho para debater as possibilidades de retomada das aulas presenciais. O Grupo será formado por membros das Secretarias de Estado de Saúde e de Educação, da Sociedade Mineira de Pediatria e da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil e Profissionais Afins.

    Carnaval

    Para evitar aglomerações e viagens durante o Carnaval, previsto para o dia 16 de fevereiro, o Estado não terá ponto facultativo no período. A decisão atende à necessidade atual de desacelerar o contágio da covid-19 e intensificar as ações de combate à pandemia.

    Vacinação

    Até esta quarta, Minas havia somado cerca de 115,2 mil pessoas vacinadas e 496 mil doses distribuídas, possibilitando a imunização de 248 mil pessoas.

    Outras 190.500 doses da AstraZeneca e 87.600 doses da CoronaVac, entregues pelo Ministério da Saúde começaram a ser direcionadas para as Unidades Regionais de Saúde nesta quinta-feira (28/1). As unidades farão a distribuição para os 853 municípios.

    O secretário também falou sobre a possibilidade de a Fundação Ezequiel Dias (Funed) produzir vacinas contra a Covid-19. “O planejamento da Funed é extremamente sério. Não se faz planejamento no serviço público de forma aleatória, nós não podemos comprar vacina que não seja Anvisa. Nós temos contato com várias empresas, que a gente faz memorando de entendimento, que é a possibilidade do poder público conversar com o privado. Nós temos várias vacinas, várias que já nos procuraram, mas é necessário que isso tenha viabilidade dela poder ter uma Anvisa no futuro, poder ser adquirida pelo Ministério da Saúde.”

    Fonte Hoje em Dia

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  • PANDEMIA: Governo de MG decide que não haverá ponto facultativo no carnaval

    PANDEMIA: Governo de MG decide que não haverá ponto facultativo no carnaval

    Objetivo é “desestimular viagens e a ocorrência de aglomerações”; com isso, o expediente no serviço público estadual seguirá normal nos dias de Momo

    O site do governo de Minas Gerais publicou nesta quinta-feira (28/01) nota informando que não concederá ponto facultativo aos 147 mil servidores públicos estaduais, conforme portal da transparência do governo do estado.

    O governo  ancora a decisão na pandemia do novo coronavírus.  Neste ano, o carnaval está marcado para 13, 14, 15 e 16 de fevereiro. Nesses dias, o governo de Minas informa que haverá expediente regular.

    Ainda por meio de nota, o governo de Minas justifica a medida com de objetivo de “desestimular viagens e a ocorrência de eventos que possam gerar aglomeração e provocar o aumento de infecções pelo coronavírus”.

    A nota é encerrada com a seguinte afirmação: “O governo estadual tem como prioridade salvar vidas, e, por isso, ressalta a importância de redobrar os cuidados com a higiene e usar máscaras.”

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  • Três Pontas registra mais três mortes por coronavírus; Total chega a 34 óbitos.

    Três Pontas registra mais três mortes por coronavírus; Total chega a 34 óbitos.

    Número de casos segue acelerado com 2.203 positivados. Curados já somam 1.635.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (29) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (2.203), mas também o número de curados, que chegou a 1.635. O total de óbitos subiu para 34, com a confirmação de mais três mortes, divulgadas hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 2.203 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.635 já se recuperaram e, infelizmente, 34 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (29 de janeiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 534 pessoas estão com o vírus.

    * No dia 21 de dezembro de 2020, Três Pontas tinha 99 pessoas contaminadas pelo coronavírus. Hoje, esse número saltou para 534, ou seja 435 casos a mais.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 9.996.

    Quatro pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros nove casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 525 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 289 dias. Isso dá uma média de 7,62 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    32ª, 33ª e 34ª Mortes

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta quarta-feira (20 de janeiro) que o novo óbitos causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítimas:

    _ Homem, 59 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica;

    _ Homem, 67 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica e diabetes;

    _ Mulher, 67 anos de idade, que sofria de doença cardiovascular crônica e diabetes. 

    Caso se confirme uma morte ocorrida no dia 30 de novembro de 2020, que segue como suspeita e sendo investigada pela Secretaria de Estado da Saúde, o número subirá para 35 mortes em Três Pontas.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

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  • Boa Notícia: Governo Bolsonaro dá aval para compra privada de vacinas contra a COVID-19

    Boa Notícia: Governo Bolsonaro dá aval para compra privada de vacinas contra a COVID-19

    Aval dado permite que empresas adquiram vacinas para seus funcionários e os vacine gratuitamente.

    Em carta enviada à fabricante AstraZeneca na sexta-feira (22/01), o governo brasileiro deu aval para que empresas privadas brasileiras possam adquirir um lote de 33 milhões de doses de vacina contra a COVID-19, desde que metade do lote seja doado ao SUS (Sistema Único de Saúde).

    No documento enviado, o governo envolve o fundo de investimento BRZ na negociação. O texto é assinado pelos ministros Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União) e José Levi (Advocacia-Geral da União), além de Élcio Franco, secretário-executivo do Ministério da Saúde.

    Ainda em cópia, no documento, aparecem o fundo Black Rock Holdings, que tem ações da farmacêutica anglo-sueca, e Gustavo Campolina, da BRZ Investimentos, com sede em São Paulo.

    Na carta, o governo enumera algumas condições, como por exemplo, que as companhias não podem comercializar os imunizantes e devem aplicá-los de graça em seus funcionários. As empresas ainda devem se comprometer a fazer um sistema de rastreamento das vacinas.

    O assunto teria sido debatido com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na última semana e ele teria autorizado a liberação de compra pelas empresas. Para conseguir efetivar a aquisição, as companhias ainda precisam conseguir uma autorização para importação e para uso emergencial da vacina pela Anvisa.

    Segundo integrantes do governo, o Executivo decidiu não se opor à compra porque o lote que é negociado pelas empresas privadas é muito mais caro do que o que já foi adquirido pelo Ministério da Saúde. A dose, no acordo construído pelas firmas, está na faixa de US$ 23,79, valor muito acima do praticado no mercado.

    Além disso, o governo tem a expectativa de que as empresas doem ao Ministério da Saúde mais da metade do que será adquirido. Ou seja, o governo pode receber mais de 16,5 milhões de doses, suficiente para imunizar 8,25 milhões de pessoas.

    Fonte EM

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