Categoria: Saúde

  • BOA NOTÍCIA: Minas anuncia contratação de profissionais para a vacinação contra a covid-19

    BOA NOTÍCIA: Minas anuncia contratação de profissionais para a vacinação contra a covid-19

    Profissionais de Saúde poderão se inscrever para o processo seletivo a partir de 18 de janeiro; remuneração pode chegar a R$ 4.955,15

    governo de Minas abriu o Processo Seletivo Simplificado (PSS) para a contratação de 79 profissionais para contribuir com a viabilização do plano de vacinação contra a COVID-19.

    São 32 vagas para profissionais de nível superior e 47 vagas para profissionais de nível médio/técnico. As áreas de formação abrangem enfermagemfarmáciabiomedicinaciências biológicasgestores de serviços de saúde e patologia clínica/análises clínicas.

    Os contratados deverão atuar em Belo Horizonte e Unidades Regionais de Saúde de Minas Gerais.

    De acordo com o governo, o recrutamento, seleção e a contratação de profissionais por tempo determinado atende à necessidade de excepcional interesse público, não se caracterizando como concurso público. De acordo com o Edital SES/MG nº 01/2021, as inscrições são gratuitas e poderão ser feitas no site, das 8h de 18/1 até 17h de 29/1.

    A remuneração pode chegar a R$ 4.955,15.

    Etapas

    O processo seletivo será realizado em duas etapas, de caráter eliminatório e classificatório: análise curricular e entrevista. Os contratos temporários terão vigência de 6 meses a partir da sua assinatura, podendo ser prorrogados pelo prazo necessário à superação do estado de calamidade pública decorrente da pandemia causada pelo novo coronavírus, declarado pelo Decreto Estadual nº 47.891/2020.

    A aprovação neste processo de seleção não gera direito a imediata contratação, mas sim possibilidade, observada a necessidade e conveniência da administração pública. Todas as informações podem ser conferidas no edital.

    Serviço Processo Seletivo Simplificado

    Inscrições: das 8h de 18/1 até 17h de 29/1
    Remuneração: até R$ 4.955,15

    Informações:  saude.mg.gov.br/processoseletivo 

    Fonte EM

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  • Covid-19: Secretaria de Saúde confirma mais duas mortes em Três Pontas e totaliza 22 óbitos

    Covid-19: Secretaria de Saúde confirma mais duas mortes em Três Pontas e totaliza 22 óbitos

    Ainda há uma morte suspeita ocorrida no dia 30 de novembro sob investigação. Número de positivados segue acelerado. Curados já somam 1.231!

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (11) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (1.514), mas também o número de curados, que chegou a 1.231. O total de óbitos subiu para 22, com a confirmação de mais duas mortes, divulgadas hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 1.514 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.231 já se recuperaram e, infelizmente, 22 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (11 de janeiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 261 pessoas estão com o vírus.


    * No dia 21 de dezembro de 2020, Três Pontas tinha 99 pessoas contaminadas pelo coronavírus. Hoje, esse número saltou para 261, ou seja 162 casos a mais.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 7.913.

    Oito pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Cinco casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 256 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 270 dias. Isso dá uma média de 5,60 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    21ª e 22ª Mortes

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde desta segunda-feira (11 de janeiro) que o vigésimo primeiro óbito causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima uma mulher de 62 anos de idade. Ela não tinha nenhuma comorbidade. Estava internada na Santa Casa desde o dia 23 de dezembro e faleceu no último sábado, dia 09 de janeiro. No mesmo dia também faleceu a 22ª vítima do coronavírus. Um homem de 74 anos de idade que ficou internado por 6 dias. Ele tinha como comorbidades diabetes e doença cardiovascular crônica.

    Caso se confirme a morte ocorrida no dia 30 de novembro de 2020, que segue como suspeita e sendo investigada pela Secretaria de Estado da Saúde, o número subirá para 23 mortes em Três Pontas.

    * As duas mortes mais recentes ocorreram 7 dias após a divulgação do 20º caso.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Governador Zema sanciona lei que garante vacinação contra Covid-19 em Minas Gerais

    Governador Zema sanciona lei que garante vacinação contra Covid-19 em Minas Gerais

    O governador de Minas, Romeu Zema (Novo), sancionou, nesta sexta-feira (8), em medida publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), lei que garante à população do Estado o acesso à vacina contra a Covid-19 quando o imunizante for aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    A decisão determina que idosos, profissionais da saúde, quilombolas, indígenas, acautelados, servidores que tenham contato com o público, além de outros grupos de risco para a doença, terão prioridade em receber as doses.

    A lei prevê, também, que a vacinação será facultativa, gratuita e será incluída no calendário do programa estadual de imunizações.

    Outro ponto destacado na norma é que enquanto não houver vacina contra a COVID-19 com registro na Anvisa, o Estado deve adquirir imunizantes aprovados por instituições internacionais.

    A lei garante autorização excepcional e temporária para a importação e distribuição de medicamentos e outros insumos considerados essenciais para auxiliar no combate à pandemia do novo coronavírus.

    Mas, para isso, é preciso ter registro das autoridades sanitárias e que tenham distribuição comercial autorizada nos Estados Unidos, União Europeia, Japão ou na China. Quanto à aquisição das vacinas, a lei determina que a prioridade é daquelas que puderem ser fornecidas no menor prazo.

    Por fim, a lei sancionada determina ainda que o Estado também deve promover campanhas para esclarecer à população sobre os benefícios da vacinação.

    Projeto de Lei aprovado

    Em dezembro, deputados estaduais aprovaram o Projeto de Lei (PL) nº 2.230/2020 que garantiria obrigatoriedade ao governo de Minas em disponibilizar vacinas contra a Covid-19 para a população. Um mês depois, o governo estadual aprovou o texto e sancionou a lei.

    A medida é de autoria do parlamentar André Quintão (PT) e começou a tramitar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no fim de outubro do ano passado.

    Fonte EM e Hoje em Dia

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  • Covid-19: Três Pontas fecha a semana totalizando 137 casos a mais que na segunda-feira (04)

    Covid-19: Três Pontas fecha a semana totalizando 137 casos a mais que na segunda-feira (04)

    Número de positivados segue acelerado e totaliza 1.454. Curados já somam 1.212!

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (08) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (1.454), mas também o número de curados, que chegou a 1.212. O total de óbitos segue em 20 registros. Nesta semana foram 137 novos casos de coronavírus com 74 novos curados.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, que ocorreu no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 1.454 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.212 já se recuperaram e, infelizmente, 20 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (08 de janeiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 159 pessoas estão com o vírus.


    * Em 21 de dezembro de 2020 Três Pontas tinha 99 pessoas contaminadas pelo coronavírus. Hoje, esse número saltou para 222, ou seja 123 casos a mais, o que dá uma média de 6,83 novos casos a cada 24 horas.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 7.913.

    Oito pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros oito casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 214 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 267 dias. Isso dá uma média de 5,44 novos casos a cada 24 horas.

    20ª Morte

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na manhã desta segunda-feira (04 de janeiro) que o vigésimo óbito causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima uma mulher de 72 anos de idade. Ela tinha como comorbidade doença cardiovascular crônica. Ficou internada na Santa Casa por 4 dias e faleceu na última quinta-feira (31), mas o registro foi oficialmente confirmado hoje (04).

    * A morte mais recente ocorreu 20 dias após a divulgação do 19º caso.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Fiocruz solicita à Anvisa liberação emergencial da vacina de Oxford

    Fiocruz solicita à Anvisa liberação emergencial da vacina de Oxford

    Solicitação contempla dois milhões de doses importadas da Índia; resposta pode levar 10 dias

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) solicitou, nesta sexta-feira (08/01), à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a liberação emergencial da vacina contra a COVID-19 produzida pela Universidade de Oxford e a AstraZeneca. O processo faz parte dos trâmites necessários para a aplicação do imunizante.

    O prazo da Anvisa para avaliar uso emergencial de vacinas é de até 10 dias. Portanto, a expectativa é que a autorização pedida pela Fiocruz saia até o próximo dia 18. Dois milhões de doses devem ser importadas da Índia. A tendência é que a carga chegue, justamente, em no máximo 10 dias.

    Também nesta sexta, a Anvisa já havia recebido, do Instituto Butantan, o pedido para utilização emergencial da CoronaVac, composto de origem chinesa produzido pela entidade paulista.

    “As primeiras 24h serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e checar se os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode solicitar as informações adicionais ao laboratório”, diz a Agência.

    Se as primeiras doses de Oxford e a autorização da Anvisa cheguem até o dia 18, o país terá condições de iniciar a vacinação na data mais otimista do plano federal de imunização: 20 de janeiro.

    Fiocruz mira produção nacional

    Posteriormente à entrega das doses vindas da Índia, com ingredientes farmacêuticos ativos (IFAs) importados, a Fiocruz iniciará a produção, em solo nacional, do imunizante pensado por Oxford e AstraZeneca. A previsão é que o primeiro milhão de doses fabricado no Brasil seja entregue ao governo entre 8 e 12 de fevereiro.

    A partir do dia 22 do segundo mês do ano, a estimativa é que 700 mil doses diárias fiquem prontas para uso.

    O governo investiu cerca de R$ 2 bilhões para a compra de doses e transferência de tecnologia para a Fiocruz. A ideia é aplicar doses da vacina britânica em cerca de 50 milhões de brasileiros de grupos prioritários ainda no primeiro semestre.

    O governo considera que uma vantagem da vacina de Oxford/AstraZeneca é a facilidade de armazenamento, que exige temperaturas de 2 a 8 graus. Trata-se do intervalo já utilizado na rede de frios do Sistema Único de Saúde (SUS). No Reino Unido, o composto britânico tem sido ministrado em duas doses.

    Fonte EM

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Covid-19: Brasil chega a 200 mil mortes

    Covid-19: Brasil chega a 200 mil mortes

    Órgãos manifestam pesar; Brasil se prepara para iniciar vacinação

    O Brasil bateu a marca de 200 mil mortes em razão da pandemia do novo coronavírus. A atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quinta-feira (7) informa um total de 200.498 mortes em decorrência de covid-19.

    Até ontem, o sistema de dados sobre a pandemia marcava 198.974 óbitos. Ainda há 664.244 pessoas infectadas em acompanhamento. Outras 7.096.931 pessoas – 89,1% do total – já se recuperaram da doença.

    Nas últimas 24 horas foram registrados 1.524 novos óbitos. Foi o 2º dia com mais mortes notificadas durante todo o período de pandemia, perdendo apenas para 29 de julho, quando foram confirmadas 1.595 novas vítimas. Ainda há 2.543 óbitos sob investigação.

    O total de casos acumulados se aproxima de 8 milhões. Conforme o balanço do Ministério da Saúde, o Brasil chegou a 7.961.673 pessoas infectadas desde o início da emergência sanitária. O número de casos acumulados ontem estava em 7.873.830.

    Entre ontem e hoje, foram confirmados 87.843 novos diagnósticos positivos, o maior número em toda a pandemia. O dia com mais casos acrescidos às estatísticas havia sido 16 de dezembro de 2020, com 70.574.

    Na lista de estados com mais mortes, o topo é ocupado por São Paulo (47.768), Rio de Janeiro (26.292), Minas Gerais (12.366), Ceará (10.096) e Pernambuco (9.763). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (793), Acre (821), Amapá (956), Tocantins (1.257) e Rondônia (1.890).

    Repercussão

    O Ministério da Saúde divulgou nota em que se solidariza com as “famílias que perderam entes queridos”. No comunicado, a pasta diz que está “trabalhando incansavelmente para para garantir vacinas seguras e eficazes à população” e destaca o papel dos profissionais de saúde no combate à pandemia.

    “É importante ressaltar que é a força de cada um dos profissionais de saúde – como médicos, enfermeiros, cuidadores, técnicos e demais profissionais – que fazem o Sistema Único de Saúde (SUS) funcionar”, destaca o Ministério.

    O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) classificou o fato como “triste marca”. De acordo com os secretários, o Sistema Único de Saúde mostrou o quanto é necessário para a população. Mas a entidade alerta que há vários desafios pela frente.

    “Precisamos estar atentos a todas as providências para aquisição de insumos essenciais ao sucesso da iniciativa, com seringas e agulhas. Neste momento, há um estoque suficiente para atender as demandas da primeira fase da iniciativa. É essencial, porém, que uma compra nacional, pelo Ministério da Saúde, seja realizada em quantidades que garantam a vacinação contra covid-19 e a reposição de estoques que necessitaram ser remanejados”, pontua a nota do Conass.

    Ontem, em pronunciamento de rádio e TV, Pazuello afirmou que o governo garantiu a disponibilidade de 354 milhões de doses de vacinas, de três laboratórios, para imunização da população brasileira em 2021.

    Além disso, o ministro afirmou que estão disponíveis atualmente cerca de 60 milhões de seringas e agulhas para iniciar a vacinação da população ainda neste mês de janeiro”, disse o ministro. “Temos, também, a garantia da Organização Pan-Americana de Saúde [Opas] de que receberemos mais 8 milhões de seringas e agulhas em fevereiro, além de outras 30 milhões já requisitadas à Abimo [Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos], a associação dos produtores de seringas.” 

    O Conselho Nacional de Saúde (CNS), colegiado que reúne governos, gestores, profissionais e associações de pacientes, divulgou hoje nas redes sociais que a entidade lamenta o sofrimento de brasileiros e brasileiras.

    “Nossas entidades manifestam o seu mais profundo pesar pelas vidas perdidas, muitas das quais evitáveis e resultado da inação e da irresponsabilidade dos mandatários da nação para o enfrentamento da pandemia. Sentimo-nos entristecidos pelo sofrimento incalculável dos milhões de brasileiras e brasileiros infectados e mortos pela covid-19 e de seus familiares.”

    Fonte Agência Brasil

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  • BOA NOTÍCIA: Saúde anuncia compra de 100 milhões de doses da Coronavac

    BOA NOTÍCIA: Saúde anuncia compra de 100 milhões de doses da Coronavac

    Pasta anunciou que Brasil terá até 354 milhões de doses em 2021

    O Ministério da Saúde anunciou assinatura de contrato com o Instituto Butantan para adquirir até 100 milhões de doses da vacina Coronavac contra a covid-19 para o ano de 2021, produzidas pelo órgão em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

    O contrato envolve a compra inicial de 46 milhões de unidades, prevendo a possibilidade de renovação com a aquisição de outras 54 milhões de doses posteriormente. Esse modelo foi adotado pela pasta pela falta de orçamento para comercializar a integralidade das 100 milhões de doses. Hoje o Instituto Butantan anunciou que a eficácia da vacina é de 78%.

    Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto hoje (7), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e representantes da pasta informaram o contrato de compra da Coronavac e trataram da situação da vacinação contra a covid-19.

    Pazuello afirmou que a aquisição do lote da Coronavac foi possível graças à medida provisória (MP) editada ontem (6) permitindo a contratação de vacinas antes do registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    “A MP nos permite fazer contratação de vacinas e outros insumos antes mesmo de estar concluído o registro na Anvisa, coisa que não era permitida. Não podia fazer nenhuma contratação que não houvesse incorporação anterior no SUS [Sistema Único de Saúde] para poder comprar”, declarou o titular do MS.

    A perspectiva da pasta é que sejam disponibilizadas em 2021 até 354 milhões de doses. Este total deve ser formado por dois milhões de doses importadas da Astrazeneca da Índia, 10,4 milhões produzidas pela Fiocruz até mês de julho, 110 milhões fabricadas no Brasil pela Fiocruz a partir de agosto, 42,5 milhões do mecanismo Covax Facility (provavelmente da Astrazeneca) e as 100 milhões da Coronavac oriundas do contrato com o Instituto Butantan.

    A Coronavac custará cerca de US$ 10 por dose, demandando duas doses para cada pessoa a ser vacinada. Já a da Astrazeneca tem preço de US$ 3,75 por dose. Desta última, o ministro Eduardo Pazuello afirmou que seria aplicada apenas uma dose.

    O ministro Eduardo Pazuello atualizou os três cenários de início da vacinação anunciados anteriormente. No melhor caso, o processo começaria em 20 de janeiro se os laboratórios conseguirem autorização em caráter emergencial juntamente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Nesta hipótese, estariam disponíveis oito milhões de doses. A imunização ocorreria com as vacinas que estivessem disponíveis, sejam elas as do Instituto Butantan ou as importadas da Astrazeneca da Índia.

    O segundo cenário seria entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. Já o terceiro seria entre 10 de fevereiro e início de março. Pazuello comentou que a estimativa é que os dois produtores nacionais, Butantan e Fundação Oswaldo Cruz, cheguem ainda neste ano à capacidade de fabricação de 30 milhões de doses por mês.

    O ministro contou que a equipe do órgão continua negociando com a Pfizer, farmacêutica que já teve vacinas compradas por outros países. Contudo, argumentou que a empresa apresentou exigências mal recebidas pelo MS, como a desresponsabilização por qualquer efeito colateral, a designação dos Estados Unidos como foro para resolver eventuais ações decorrentes de problemas como este e obrigação de o Brasil fornecer o material para diluir o imunizante.

    “Não paramos de negociar com a Pfizer. E o que queremos? Que ela nos dê o tratamento compatível com o nosso país, que ela amenize essas cláusulas. Não podemos assinar desta forma. Ela ofereceu 500 mil em janeiro, 500 mil em fevereiro e 2 milhões em março, 2 milhões em abril, 2 milhões em maio e 2 milhões em junho. Pensem se isso resolve o problema do Brasil. Toda a vacina oferecida pela Pfizer no primeiro semestre vacina a metade da população do Rio de Janeiro”, sublinhou o ministro.

    Seringas

    Os representantes do Ministério da Saúde falaram também sobre o fornecimento de seringas. Um pregão foi realizado, tendo concluído com 3% do total previsto. O presidente Bolsonaro afirmou que suspenderia a compra de seringas até que os preços baixassem novamente.

    O secretário executivo da pasta, Élcio Franco, colocou que há 80 milhões de seringas passíveis de mobilização imediata para o início da vacinação, incluindo as existentes em estados e municípios. Ele acrescentou que o Ministério obteve juntamente a fabricantes 30 milhões de seringas por meio do instrumento de requisição administrativa.

    Outras 40 milhões podem ser adquiridas por meio de uma compra internacional da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), das quais 8 milhões podem chegar entre o fim de janeiro e o início de fevereiro.

    Fonte Agência Brasil

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  • URGENTE: AGÊNCIA TRÊS PONTAS DO ITAÚ É FECHADA PARA “DESINFECÇÃO” DO CORONAVÍRUS

    URGENTE: AGÊNCIA TRÊS PONTAS DO ITAÚ É FECHADA PARA “DESINFECÇÃO” DO CORONAVÍRUS

    Nossa reportagem recebeu diversos pedidos por parte de leitores e usuários bancários para que averiguássemos a razão do fechamento da agência do Itaú hoje (07) em Três Pontas. De acordo com leitores, a agência está fechada e há na porta um aviso dizendo que a “agência se encontra temporariamente fechada e que voltará às atividades assim que a situação estiver normalizada”.

    A leitora Vânia Vallim nos relatou o que presenciou: “Você sabe o porquê do banco Itaú estar fechado? Aqui tem um aviso que tá pedindo para pessoa ir para Boa Esperança, agência mais próxima, E você precisa de ver o tanto de gente aqui esperando. Até o caixa eletrônico está fechado. Eu acho uma falta de consideração muito grande. Pelo que eu saiba não teve aviso em lugar nenhum. Pessoas da roça que estavam na porta do banco, uma senhora disse que o dinheiro que ela veio era o que tinha e como ia fazer para voltar? Isso é caso para fazer um B.O. penso eu”, declarou.

    No aviso ainda há a orientação para que os usuários do Itaú em Três Pontas, caso precisem, procurem a agência em Boa Esperança. Nossa reportagem conversou agora pela manhã com Eduardo Andrade, gerente do Banco Itaú em Boa Esperança. Segundo ele, o fechamento em Três Pontas se deve a disseminação crescente do coronavírus e a confirmação de alguém positivado pela covid-19 ter passado pelo interior da agência, podendo causar contaminação em outras pessoas.

    “Esse fechamento é um procedimento de praxe que o Itaú tem tomado quando detecta-se que o vírus possa estar circulando no interior de determinada agência. Essa agência é então fechada por um ou dois dias para desinfecção, para depois reabrir em totais condições de segurança”, explicou.

    O gerente Eduardo Andrade informou não poder precisar o prazo em que a agência de Três Pontas ficará fechada para desinfecção. Mas disse que todos os usuários do banco poderão se dirigir a qualquer agência mais próxima. “Estamos à disposição aqui em Boa Esperança, mas há agências em outras cidades, como Varginha, que também estão abertas”, concluiu.

    Agência Itaú Boa Esperança

    Rua Presidente Getúlio Vargas, 786 – Centro – Boa Esperança.

    Telefone: (35) 3851-1999

     

    Agências Itaú Varginha

    Praça Doutor José de Resende Paiva, 50 – Centro – Varginha.

    Telefone: (35) 3219-4828

    Rua Deputado Ribeiro de Resende, 287 – Centro – Varginha

    Telefone: (35) 3221-4103

     

    Foto (Arquivo Itaú)

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  • O médico fez uma requisição, mas o plano negou? Saiba o que fazer

    O médico fez uma requisição, mas o plano negou? Saiba o que fazer

    Paciente pode recorrer administrativamente antes de decidir pelas vias judiciais.

    Você que se esforça para quitar seu plano de saúde em dia, pode ficar indignado quando ocorre uma negativa da operadora de plano de saúde, após uma requisição médica, por exemplo.

    Muitas vezes, as operadoras usam como desculpa para a negativa do tratamento, a técnica recomendada pelo médico não ser prevista contratualmente, o que constitui prática abusiva, conforme posição já sedimentada na justiça brasileira.

    Confira o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo:

    Súmula 95: “Havendo expressa indicação médica, não prevalece a negativa de cobertura do custeio ou fornecimento de medicamentos associados a tratamento quimioterápico.”

    O médico, portanto, tem total autonomia para prescrever o melhor tratamento ao seu paciente, devendo a operadora de plano de saúde arcar com os custos ali decorrentes.

    Além disso, não pode o plano negar a cobertura pelo simples fato daquela indicação médica não ter previsão no rol da ANS (AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE), visto que aquele rol de procedimentos é meramente exemplificativo. Confira o julgado do STJ.

    1. Descabida a negativa de cobertura de procedimento indicado pelo médico como necessário para preservar a saúde e a vida do usuário do plano de saúde. 2. O fato de o procedimento não constar no rol da ANS não significa que não possa ser exigido pelo usuário, uma vez que se trata de rol exemplificativo. (AgInt no AREsp 1442296/SP, Rel. Ministro PAULO DE TARSO SANSEVERINO, TERCEIRA TURMA, julgado em 23/03/2020, DJe 25/03/2020)

    Atualmente o rol da ANS inclui mais de 3.195 procedimentos e configura o mínimo que as operadoras são obrigadas a oferecer aos seus usuários.

    No caso de negativa, a primeira recomendação que se faz ao paciente é que documente toda a situação desfavorável, provando a relação contratual, o pagamento das mensalidades do plano da saúde, cópia da receita ou prontuário médico, NÚMERO DO PROTOCOLO DE ATENDIMENTO, entre outros documentos necessários.

    Importante salientar que a negativa deve vir por escrito, justificada em linguagem clara e indicando a cláusula contratual que fundamenta a decisão, sob pena de multa.

    Com os documentos em mãos, o consumidor pode optar em recorrer, primeiramente, aos órgãos públicos de reclamações, como o site https://www.consumidor.gov.br/, onde é possível realizar todo tipo de reclamação contra ilegalidades realizadas por empresas.

    A reclamação fica visível para todas as pessoas, além de poder ser utilizada para aplicação de multas administrativas, conforme dispõe a legislação consumerista.

    Além da reclamação usual nos órgãos públicos, o consumidor pode acionar alguns sites de reclamações não oficiais, como o https://www.reclameaqui.com.br, que representa mais um meio de coerção para o cumprimento das obrigações legais.

    Outro órgão bastante utilizado é o PROTESTE, que faz a defesa judicial consumerista para todos os seus associados, após cadastro através do site https://www.proteste.org.br.

    Outra ação necessária do paciente deve ser a de denunciar o caso à ANS, agência reguladora que fiscaliza às operadoras de planos de saúde. A denúncia pode ser feita através do site https://www.ans.gov.br (PELA MINHA PRÁTICA, ESTE É O MEIO MAIS EFICAZ).

    A depender do caso, a seguradora pode sofrer as punições previstas na resolução normativa nº 124 da ANS, que pode culminar em multas de mais de R$ 80 mil e inclusive, em sua extinção.

    Se, mesmo assim, não for possível obter uma solução satisfatória para o caso, pode o consumidor ajuizar ação na justiça, anexando todos os documentos necessários, com a prova do pagamento não custeado ou pedindo uma liminar, no caso de urgência, para que o juiz determine a feitura daquele tratamento.

    A importância do pedido de liminar, no caso de urgência, pode ocasionar, muitas vezes, fixação de multas contra as operadoras de saúde por descumprimento da obrigação.

    As multas podem variar de valor, podendo o juiz estabelecer, por exemplo, multa diária de R$500,00 a R$500.000,00 a depender do tipo de urgência e procedimento e irão ser utilizadas para o custeio do tratamento desejado.

    Para exemplificar a situação, muito recorrente nos dias atuais, segue caso real publicado no site do G1 e que decidi resumir aqui pra vocês:

    Seu Reginaldo Olbi, após fazer uma ressonância em uma clínica particular, descobriu que necessitava de tratamento contra o câncer, que foi negado pela operadora (plano de saúde), apesar de estar previsto no contrato.

    Após 3 meses de negativa perante a operadora Amil, o paciente protocolou ação da justiça e em dois dias conseguiu uma liminar que obrigou a operadora a arcar com todos os custos do tratamento.

    A Amil preferiu não se manifestar sobre o assunto.

    Fica aqui registrado, portanto, a importância de cada consumidor, principalmente na área da saúde, em exigir que seus direitos sejam respeitados e ir até o fim para obter uma solução viável para o seu problema.

    Ficou alguma dúvida, fale com quaisquer advogados especialistas.

    Gabriel Ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG

    Atualmente cursando Especialização em “LEGAL TECH, DIREITO, INOVAÇÃO E STARTUPS” PELA PUC/MG.

    PÁGINA FACEBOOK: https://business.facebook.com/gabrielferreiraadvogado/?business_id=402297633659174&ref=bookmarks

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  • ALERTA: COVID-19 NÃO É UMA “DOENÇA DE VELHOS” E TODO CUIDADO É POUCO! – Roger Campos

    ALERTA: COVID-19 NÃO É UMA “DOENÇA DE VELHOS” E TODO CUIDADO É POUCO! – Roger Campos

    CONEXÃO MOSTRA PERFIL DOS INFECTADOS, APRESENTA NÚMEROS E REFORÇA NECESSIDADE DE DISTANCIAMENTO SOCIAL, USO DE MÁSCARA E ÁLCOOL EM GEL.

    Pra quem acha que a Covid-19, provocada pelo coronavírus, é uma doença que só atinge os idosos, os números em Três Pontas mostram que todos nós estamos na alça de mira do vírus chinês. Veja a faixa etária dos contaminados até o dia de hoje:

    TOTAL DE CONTAMINADOS: 1.317

    DE ZERO A 9 ANOS: 22 casos

    DE 10 A 19 ANOS: 69 casos

    DE 20 A 39 ANOS: 544 casos

    DE 40 A 59 ANOS: 469 casos

    MAIORES DE 60 ANOS: 213 casos

    Ou seja, de 1.317 casos (773 MULHERES e 544 HOMENS) 1.104 NÃO SÃO IDOSOS!

    Crianças e adolescentes que pegaram o vírus somam 91 casos.

    Quase metade dos casos confirmados é de “jovens adultos”, pessoas saudáveis e/ou produtivas.

    *91 CRIANÇAS E ADOLESCENTES TIVERAM COVID-19 EM TRÊS PONTAS!

    Com a intenção de alertar outros pais sobre a gravidade do coronavírus entre crianças e jovens, uma mãe britânica compartilhou com o jornal The Sun fotos do seu filho de 3 anos internado em tratamento contra a Covid-19.

    Dos 20 óbitos, 5 não são de idosos (vítimas tinham entre 20 e 59 anos).

    Hoje em dia, com a evolução dos tempos, pessoas entre 60 e 70 anos ainda se mostram muito ativas, não estão no “fim da vida”, como em décadas passadas. Apenas 4 mortes por coronavírus (Segundo a Secretaria Municipal de Saúde) são de pessoas com mais de 80 anos.

    As pessoas hoje vivem mais.

    Das 20 mortes pela Covid-19 em Três Pontas, 11 acometeram mulheres com as seguintes idades: 72, 43, 74, 47, 66, 41, 74, 69, 84, 56 e 72 anos. Já os 9 homens tinham: 88, 65, 55, 76, 67, 85, 90, 64 e  67 anos.


    Das 20 mortes, 18 apresentavam alguma comorbidade. Apenas duas mulheres, de 41 e de 56 anos de idade, não tinham doenças pré-existentes, eram consideradas saudáveis. Veja o quadro que liga as mortes em Três Pontas ligadas à covid-19 e comorbidades:

    Doença Cardiovascular: 11

    Diabetes: 9

    Hipertensão: 7

    Doença Renal: 2

    Obesidade: 2

    Hipertireoidismo: 1

    Epilepsia: 1

    Imunodeficiência/Imunodepressão: 1

    Doença Neurológica Crônica: 1

    Câncer: 1

    Em relação às faixas etárias, os óbitos não há nenhuma morte de pessoas de Zero a 19 anos. De 20 a 59 anos são 5 óbitos. A maioria das mortes compreende pessoas entre 60 a 79 anos: 11 casos. Maiores de 80 anos totalizam 4 vítimas fatais.

    O tempo de internação hospitalar até o óbito:

    0 a 7 dias: 9

    8 a 15 dias: 8

    16 a 21 dias: 1

    22 a 30 dias: 2

    E, independente da idade e de suas doenças pré-existentes, jamais se pode dizer que “faleceu por conta da idade avançada, que é normal…”. Todos devemos nos cuidar e cuidar dos mais frágeis. Pra termos vida longa e saudável.

    E mais um lembrete: você não é super-herói. Ninguém é de aço! “Sou fortão, bonzão, não pego isso e se pegar não passará de uma gripezinha…” Vai nessa!!! Talvez você até não tenha uma situação agravada, mas será que seu pai, sua mãe, seus avós, algum amigo, vizinho, colega de trabalho, terá a mesma “sorte” que você?

    Pense nisto!

    Mas não fique só no pensar.

    Aja de forma responsável!

    Faça a diferença!!!

    USE MÁSCARA!!!

    EVITE AGLOMERAÇÕES!!!

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  • Coronavírus: Secretaria de Saúde confirma 20ª morte em Três Pontas

    Coronavírus: Secretaria de Saúde confirma 20ª morte em Três Pontas

    Número de positivados segue acelerado. Curados já somam 1.138!

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (04) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (1.317), mas também o número de curados, que chegou a 1.138. O total de óbitos subiu para 20, com a confirmação de uma nova morte na última quinta-feira e só divulgada hoje pela Secretaria Municipal de Saúde.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, que ocorreu no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 1.317 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 1.138 já se recuperaram e, infelizmente, 20 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (04 de janeiro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 159 pessoas estão com o vírus.


    * Há 15 dias (21 de dezembro de 2020) Três Pontas tinha 99 pessoas contaminadas pelo coronavírus. Hoje, esse número saltou para 159, ou seja 60 casos a mais, o que dá uma média de 4 novos casos a cada 24 horas.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 7.338.

    Cinco pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Seis casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 153 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 263 dias. Isso dá uma média de 5,07 novos casos a cada 24 horas.

    20ª Morte

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na manhã desta segunda-feira (04 de janeiro) que o vigésimo óbito causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima uma mulher de 72 anos de idade. Ela tinha como comorbidade doença cardiovascular crônica. Ficou internada na Santa Casa por 4 dias e faleceu na última quinta-feira (31), mas o registro foi oficialmente confirmado hoje (04).

    * A morte mais recente ocorreu 20 dias após a divulgação do 19º caso.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • CIÊNCIA: O que há de verdades sobre as vacinas contra a Covid-19?

    CIÊNCIA: O que há de verdades sobre as vacinas contra a Covid-19?

    Brasileira doutora nos EUA diz como vacinas da covid surgiram tão rápido e o que nos espera.

    O mundo aguarda ansioso a chegada das vacinas que vão tirar a gente da pandemia da covid-19. De 11 de março, quando a OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou que o surto causado pelo novo coronavírus era uma pandemia, até 18 de novembro, quando a Pfizer anunciou os resultados da fase 3 da sua vacina — sendo a primeira empresa a conseguir isso— são oito meses. Nunca na história da humanidade uma vacina foi produzida tão rápido. Sobre os esforços de cientistas de todo mundo no combate à pandemia e o que esperar da ciência daqui para frente, a doutora em biologia celular pela Universidade Johns Hopkins (EUA) e pós-doutora em imunologia de câncer pela Universidade de Oxford (UK), a brasileira Denise Golgher esclarece mitos e verdades.

    A cientista, que trabalha há mais de 12 anos na interseção entre ciência e negócios, especificamente em inovação para a saúde humana, participou da conferência Global Pharmaceutical and Biotechnology, promovida pelo jornal britânico Financial Times. Ocorrido entre 9 e 11 de novembro, o evento teve as vacinas como tema central. Pesquisadores, médicos, representantes de governos e executivos das farmacêuticas estiveram presentes.

    Para ela, os resultados sobre a eficácia das vacinas contra a covid-19 são fruto de trabalho conjunto entre o setor público e privado, academia e empresas. “Não foi um milagre, foi um esforço sem precedentes, o que demonstra como podemos alcançar muito mais do que aquilo que normalmente pensamos ser possível”, disse. Ela afirmou ainda que a ciência vai sair da pandemia bem mais preparada “se e quando um novo vírus surgir”. Veja outros pontos abordados por ela:

    Rapidez no surgimento de vacinas contra a Covid-19

    Sim, de fato a vacina foi feita em tempo recorde. As palavras mais comuns entre todos os palestrantes foram, ‘sem precedentes’, ‘parceria’, ‘confiança mútua’ e ‘transparência’. O que impulsionou o desenvolvimento em tempo recorde foi a motivação conjunta proporcionada pelo sofrimento e desespero causados pela doença. Ninguém pôde fechar os olhos para a pandemia, como tantas vezes acontece em epidemias.

    Existe uma preocupação por parte do público quanto à segurança dessas novas vacinas, que, como você mesmo disse, estão sendo desenvolvidas em tempo recorde. Será que as empresas não tomaram atalhos que podem se revelar perigosos mais adiante?

    Não se sacrificou a segurança. A diferença desta vez foi que a concorrência (muitas vezes entre empresas rivais) deu lugar à colaboração. A inércia cedeu seu lugar à ousadia e à coragem para implementar o novo. Finalmente, a ignorância foi diminuída pela transparência, divisão e difusão dos resultados. Claro que isso tudo só foi possível pelo esforço hercúleo de muita gente, que tornou possível o que há um ano parecia impossível.

    Resultado da Pfizer/BioNTech

    O resultado obtido e divulgado foi maravilhoso. É muito difícil fazer previsões com o novo. Como bem disse uma das palestrantes, se o resultado é conhecido, não é inovação. O vírus é novo e que bom que conseguimos resultados em tão pouco tempo.

    Mas vacinas não são previsíveis. Encontrar uma vacina nova não é uma garantia. Nunca conseguimos, por exemplo, fazer uma vacina para o HIV, mesmo depois de muita pesquisa e conhecimento gerado. Portanto, era perfeitamente possível pensar que vacinas contra a covid-19 não funcionariam. Ainda bem que não está sendo o caso.

    Outros Estudos

    Os participantes do evento estavam todos muito felizes com os resultados da Pfizer/BioNtec. Resultados positivos com uma vacina são bons indicadores de que as outras também terão, talvez com mais ou menos eficácia. Precisamos aguardar.

    Lembremos que precisamos vacinar o mundo inteiro e nenhuma empresa sozinha tem a capacidade de atender a uma demanda como esta. Muitas das vacinas precisarão de mais de uma dose por indivíduo. Todos precisam trabalhar para conseguirmos sair desta pandemia.

    Existe espaço para o otimismo?

    Sim, a notícia da vacina é fantástica, mas eu acho que existe uma notícia maior que é ainda mais maravilhosa. Durante um ano de tanto sofrimento, temos um experimento gigante, que demonstrou que trabalhando juntos, o público e o privado, a ciência e os negócios, as agências reguladoras e organizações sem fins lucrativos, conseguem gerar resultados incríveis para o bem da humanidade.

    Não foi um milagre, foi um esforço sem precedentes, o que demonstra como podemos alcançar muito mais do que aquilo que normalmente pensamos ser possível.

    O que a ciência vai tirar desta pandemia?

    Nossa, muitas coisas. Novamente, existe uma quantidade enorme de conhecimento científico gerado. Com certeza, estaremos mais bem preparados se e quando um novo vírus surgir. Além disso, o que este esforço global tem demonstrado é que é possível, a partir da ciência básica, gerar novos produtos de uma forma bem mais ágil. As vacinas da BioNTech/Pfizer e a da Moderna foram feitas em uma plataforma inteiramente nova, o mRNA.

    A validação dessas vacinas será também a validação de uma nova categoria de medicamentos e de outras vacinas, e mais possibilidades em tratamentos de doenças crônicas, como por exemplo o câncer e as doenças neurodegenerativas. A humanidade ganha.

    Entretanto, acho também que a pergunta pode ser invertida. O que o mundo tira da ciência que foi feita? A pandemia, e a resposta a ela, mostrou o quão importante é a ciência, como é fundamental para a solução dos problemas complexos que a humanidade deve enfrentar.

    O anúncio da vacina significa que podemos relaxar? Que o pior já passou?

    Tanto a vacina da BioNTech/Pfizer quanto a da Moderna ainda precisam passar por algumas etapas, os dados precisam ser revisados pelas agências regulatórias e elas precisam ser aprovadas para comercialização.

    Não sou epidemiologista, mas entendo que ainda é muito cedo para saber qual parcela da população precisa ser vacinada e quantas doses serão necessárias, se a imunidade promovida pelas vacinas vai durar meses ou anos. Quando estudarmos as respostas imunológicas das vacinas em indivíduos de faixas etárias diferentes, teremos uma ideia melhor.

    As vacinas de mRNA (como é o caso da BioNTech/Pfizer e da empresa de biotecnologia Moderna) precisam ser armazenadas a -70°C e -20°C respectivamente, isso é um grande desafio para a sua distribuição. Outras vacinas não precisarão desta temperatura tão baixa.

    Existem, claro, muitos obstáculos para a manufatura e distribuição de tantas doses de vacinas, mas há também muitos profissionais trabalhando no momento, para que todos os países do mundo tenham acesso às vacinas. Inclusive, muitas empresas optaram por não ter margens de lucro na venda de vacinas, enquanto a pandemia durar.

    Difícil saber o que será necessário para que a covid-19 não assombre mais a população. Eu acredito que sairemos desta pandemia, mas pode ser o novo vírus passe a ser como outros vírus que convivem conosco, como o da gripe, o da dengue etc. Precisamos aguardar. A pandemia vai passar; o que não pode passar é a certeza de que a colaboração, a transparência, a confiança e o trabalho conjunto podem gerar resultados tão promissores.

    Fonte Tilt

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    Roger Campos

    Jornalista

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