Categoria: Saúde

  • Adesão de Três Pontas ao Plano Minas Consciente provoca mudanças nas políticas de combate ao coronavírus

    Adesão de Três Pontas ao Plano Minas Consciente provoca mudanças nas políticas de combate ao coronavírus

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas publicou nesta quinta-feira (30), em suas redes sociais, novas informações sobre a adesão da cidade de Três Pontas ao Plano Minas Consciente, do Governo do Estado de Minas Gerais, que trata das políticas de combate ao coronavírus. Conforme a Assessoria de Imprensa do Executivo Municipal, alterações estão ocorrendo no enfrentamento à pandemia, conforme texto abaixo:

    “Por força de decisão judicial os Municípios Mineiros foram obrigados a aderir ao Plano Minas Consciente, não podendo mais editar decretos municipais sobre a matéria.

    Atualmente, o Comitê Estadual é quem edita as regras a serem seguidas quanto ao funcionamento do comércio local, retirando a prerrogativa do comitê municipal. O Minas Consciente, do Governo do Estado de Minas Gerais, passou por uma reformulação anunciada nesta quarta-feira (29), dando maior autonomia aos Municípios, que podem optar pelo enquadramento nas ondas (módulos) de acordo com macrorregiões e microrregiões.

    Dentre as principais alterações estão o funcionamento de bares, restaurantes e academias e a redução do número de ondas restritivas.

    A partir de agora bares e restaurantes poderão funcionar com consumo no local desde que o município esteja integrado às ondas verde e amarela, respeitando as orientações do protocolo disponível no site do programa. Em relação às academias, o funcionamento será liberado aos municípios que estiverem na onda verde.

    O Município de Três Pontas aguarda sua nova posição de acordo com a microrregião. Dados relacionados à ocupação de leitos de UTI, número de internações e atendimentos no Pronto Atendimento Municipal relacionados ao COVID-19 estão sendo monitorados diariamente pela Secretaria Municipal de Saúde, podendo o Munícipio adotar medidas mais restritivas no intuito de resguardar a vida e a saúde dos munícipes.”.

    Três Pontas chegou na última quarta-feira (29) a 4 óbitos em decorrência do coronavírus, todas mulheres e com comorbidades. E nesta quinta-feira foram computados mais 7 casos de covid-19, totalizando 132 positivados. Felizmente 93 pessoas se recuperaram.

    Importante, segundo as autoridades de saúde, não relaxar nas políticas de prevenção e enfrentamento ao vírus:

    _ não particpando de aglomerações

    _ mantendo o distanciamento social

    _ higienizando bem as mãos

    _ evitar de levar as mãos aos olhos, boca e nariz

    _ usar máscara e álcool em gel.

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    Roger Campos

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  • URGENTE: TRÊS PONTAS CHEGA A 4 MORTES POR COVID-19: TODAS MULHERES

    URGENTE: TRÊS PONTAS CHEGA A 4 MORTES POR COVID-19: TODAS MULHERES

    Sul de Minas passa de 225 mortes; casos se aproximam dos 9 mil, aponta Estado

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (29) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados e de curados, mas, infelizmente, também o crescimento do número de óbitos, que agora totaliza 4 pessoas, todas mulheres. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde o Sul de Minas está vivendo o pico de contaminações do coronavírus e os casos já beiram as 9 mil confirmações com mais de 225 mortes.

    A Prefeitura de Três Pontas, através da sua Assessoria de Imprensa, publicou nesta quarta-feira os novos números da pandemia no município. A publicação foi postada às 10h09 trazendo os seguintes dados:

    Número de casos confirmados: 125

    Número de pessoas curadas: 88

    Número de óbitos: 4

    Casos em isolamento: 31

    Internados: 2

    Síndrome gripal: 1.371

    Ainda conforme os números atualizados pela Prefeitura Municipal, dos 125 casos confirmados 65 são do sexo feminino. Com relação à faixa etária, os dados revelam que o coronavírus já atingiu pessoas de todas as idades em Três Pontas.

    0 a 9 anos: 3

    10 a 19 anos: 2

    20 a 39 anos: 50

    40 a 59 anos: 47

    Maior de 60 anos: 23

    Isso demonstra que os jovens não estão imunes ao vírus, como muitos acreditavam. Também revelam que, por conta do desrespeito ao distanciamento social, visto frequentemente em eventos e festas particulares, sempre frequentadas por pessoas entre 20 e 45 anos, é justamente este público quem mais tem sido vítima da covid-19. Em contrapartida, os considerados mais frágeis e que, por isso, têm ficado mais em casa ou mantido mais o distanciamento social, os idosos, não representam um volume muito elevado de casos positivados.

    De acordo com a Prefeitura Municipal as 4 vítimas fatais são mulheres e todas apresentavam comorbidades (outras doenças). As duas mais recentes mortes são de uma senhora de 73 anos de idade que sofria de diabetes e hipertensão e uma moça de 44 anos que também era diabética.

    A boa notícia fica por conta do número de recuperados que já totaliza 88 pessoas. Além disso, o número de pacientes internados na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis que no início da semana totalizava 5 pessoas agora caiu para 2.

    Com a maior testagem, a avanço do coronavírus e ainda o desrespeito às normas de segurança, a tendência, infelizmente, segundo especialistas, é que os números ainda sigam avançando pelas próximas semanas. Por isso, todo cuidado é pouco.

    Conforme o balanço da SES-MG, Pouso Alegre lidera a lista de casos da região com 864 registros, sendo 15 mortes. Extrema tem 826 casos, com oito mortes. Poços de Caldas tem 403 registros, com 11 mortes e Itajubá tem 374, com quatro mortes.

    Ao todo, Minas Gerais tem 119.934 casos confirmados de coronavírus, sendo 2.608 mortes por Covid-19. Conforme a secretaria, 89.795 pessoas já estão recuperadas da doença.

    Os número de casos suspeitos e confirmados divulgados pela SES-MG têm sido diferentes dos que estão sendo anunciados diariamente em boletins de prefeituras.

    Mantenha o distanciamento social, higienize as mãos e use máscara sempre que sair de casa!

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Anvisa aprova mais dois testes de vacinas contra covid-19 no Brasil

    BOA NOTÍCIA: Anvisa aprova mais dois testes de vacinas contra covid-19 no Brasil

    No mesmo dia em que os testes da vacina chinesa Coronavac iniciaram no estado de São Paulo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou mais um ensaio clínico para verificar a eficácia de duas vacinas contra o novo coronavírus. Com isso, quatro diferentes testes de potenciais imunizações contam com voluntários brasileiros na corrida para encontrar métodos eficazes de combate à pandemia.

    As duas novas vacinas (BNT162b1 e BNT162b2) serão testadas dentro de um mesmo estudo e elas estão sendo desenvolvidas pelas empresas BioNTech e Pfizer. Ambas são baseadas no RNA da covid-19 que, ao ser introduzido pela dose, provoca a formação proteína do vírus para que, assim, o corpo produza a resposta imunológica.

    O ensaio clínico que testará as duas vacinas no Brasil terá duas fases, a dois e a três. Na segunda, a vacina é administrada em pessoas que são a população-alvo. “Nessa fase é avaliada a segurança da vacina, imunogenicidade, posologia e modo de administração”, explica a Anvisa.

    Já na terceira fase, a vacina é administrada em uma quantidade maior de indivíduos, para que os especialistas possam avaliar se a imunização é capaz de proteger a população com a menor reação adversa possível.

    De acordo com a agência, dados das etapas anteriores, como testes em animais e estudos in vitro, foram analisados para verificar a segurança da vacina. “Os resultados obtidos até o momento demonstraram um perfil de segurança aceitável das vacinas candidatas”, disse a Anvisa em nota.

    No Brasil, serão selecionados mil voluntários em São Paulo e na Bahia para a fase 3 de testes. O ensaio, assim como o de Oxford e o da chinesa CoronaVac, será feito por estudo randomizado. Em metade do grupo será aplicada a potencial imunização e na outra, uma injeção placebo.

    Com mais este estudo, três ensaios clínicos de diferentes vacinas serão realizados no Brasil. O primeiro estudo aprovado foi o estudo da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido. Além dele, a vacina CoronaVac, produzida pela empresa farmacêutica chinesa Sinovac, também já começou a ser testada no Brasil. Nesta terça-feira (21/7), os primeiros voluntários já receberam a dose do imunizante dando início ao estudo que será conduzido pelo Instituto Butantan.

    Fonte Correio Braziliense

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  • Três Pontas conta agora com o trabalho de um Farmacêutico Clínico

    Três Pontas conta agora com o trabalho de um Farmacêutico Clínico

    João Chaves de Figueiredo Neto atende na Drogaria Líder

    Vindo de uma família especializada em farmácia, sendo filho do farmacêutico Cléber Márcio de Figueiredo e Lúcia. Estudioso, João Chaves também formou-se em Farmácia, já há 16 anos e atua na Drogaria Líder, empresa da família, que desde 1965 atende seus clientes com responsabilidade e carinho. Desde novembro de 2019 João Chaves de Figueiredo Neto desenvolve mais um trabalho importante da Drogaria Líder: a função de farmacêutico clínico. Você sabe o que esse profissional faz?

    A Farmácia Clínica reconectou o farmacêutico com a área da saúde, elevando esse profissional a um novo patamar e reaproximando-o da figura central, o paciente, trouxe um novo sentido para a profissão farmacêutica.

    O farmacêutico clínico é o profissional responsável por promover o uso racional de medicamentos, através da educação em saúde, dispensação segura de medicamentos, otimização da farmacoterapia, garantindo segurança e efetividade no tratamento farmacológico, além de ser o profissional responsável pela identificação e resolução de Problemas Relacionados aos Medicamentos (PRM). Dessa forma, atuando junto à equipe multidisciplinar, o farmacêutico promove, saúde e qualidade de vida para os pacientes.

    Por esses motivos, o farmacêutico clínico tem papel de grande relevância na saúde sendo necessário difundir conhecimento sobre a importância de se ter esse profissional atuante nos serviços de saúde junto à equipe multidisciplinar.

    HISTÓRIA

    A Farmácia Clínica, que teve início no âmbito hospitalar, nos Estados Unidos, a partir da década de sessenta, atualmente incorpora a filosofia do Pharmaceutical Care e, como tal, expande-se a todos os níveis de

    atenção à saúde. Esta prática pode ser desenvolvida em hospitais, ambulatórios, unidades de atenção primária à saúde, farmácias comunitárias, instituições de longa permanência e domicílios, entre outros.

    A expansão das atividades clínicas do farmacêutico ocorreu, em parte, como resposta ao fenômeno da transição demográfica e epidemiológica observado na sociedade. A crescente morbimortalidade relativa às doenças e agravos não transmissíveis e à farmacoterapia repercutiu nos sistemas de saúde e exigiu um novo perfil do farmacêutico.

    Nesse contexto, o farmacêutico contemporâneo atua no cuidado direto ao paciente, promove o uso racional de medicamentos e de outras tecnologias em saúde, redefinindo sua prática a partir das necessidades dos pacientes, família, cuidadores e sociedade.

    O QUE É A FARMÁCIA CLÍNICA?

    Existem várias definições para farmácia clínica. Apesar disso, compreendem as mesmas características. A definição a seguir foi estruturada por Robert Miller, em 1968: “A Farmácia Clínica é a área do currículo farmacêutico que lida com a atenção ao paciente com ênfase na farmacoterapia. A Farmácia Clínica procura desenvolver uma atitude orientada ao paciente. A aquisição de novos conhecimentos é consequência do desenvolvimento de habilidades de comunicação interprofissional e com o paciente.”

    Segundo a Sociedade Americana de Farmacêuticos Hospitalares (ASHP), a Farmácia Clínica pode ser definida como “a ciência da saúde cuja responsabilidade é assegurar, mediante a aplicação de conhecimentos e funções relacionadas ao cuidado dos pacientes, que o uso de medicamentos seja seguro e apropriado; necessita, portanto, de educação especializada e treinamento estruturado, além da coleta e interpretação de dados, da motivação pelo paciente e de interações multiprofissionais”.

    É possível verificar que todas as definições enfatizam o caráter multiprofissional da Farmácia Clínica e colocam o paciente como objeto principal das atividades do farmacêutico clínico. O medicamento passa a ser um instrumento utilizado em benefício do paciente. A Farmácia Clínica pressupõe que o farmacêutico garanta resultados clinicamente apropriados para a farmacoterapia, estabeleça relacionamento interprofissional ativo com médicos e enfermeiros e exerça atividades em ambiente clínico, junto ao paciente.

    As atribuições do farmacêutico clínico foram definidas pela resolução nº 585 de 29 de agosto de 2013, Mas antes, é importante destacar alguns conceitos que aparecem no decorrer do texto da resolução.

    CUIDADO CENTRADO NO PACIENTE

    Relação humanizada que envolve o respeito as crenças, expectativas, experiências, atitudes e preocupações do paciente ou cuidadores quanto as suas condições de saúde e ao uso de medicamentos, na qual o farmacêutico e paciente compartilham a tomada de decisão e a responsabilidade pelos resultados em saúde alcançados.

    USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS

    A Organização Mundial de Saúde diz que há uso racional de medicamentos quando pacientes recebem medicamentos apropriados para suas condições clínicas, em doses adequadas às suas necessidades individuais, por um período adequado e ao menor custo para si e para a comunidade.

    PLANO DE CUIDADO

    Planejamento documentado para a gestão clínica das doenças, de outros problemas da saúde e da terapia do paciente, delineado para atingir os objetivos do tratamento. Inclui as responsabilidades e atividades pactuadas com o farmacêutico, a definição das metas terapêuticas, as intervenções farmacêuticas, as ações a serem realizadas pelo paciente e o agendamento para retorno e acompanhamento.

    CONSULTA FARMACÊUTICA

    Atendimento realizado pelo farmacêutico ao paciente, respeitando os princípios éticos e profissionais, com a finalidade de obter os melhores resultados com a farmacoterapia e promover o uso racional de medicamentos e de outras tecnologias em saúde.

    CONSULTÓRIO FARMACÊUTICO

    Lugar de trabalho do farmacêutico para atendimento de pacientes, familiares e cuidadores, onde se realiza com privacidade a consulta farmacêutica. Pode funcionar de modo autônomo ou como dependência de hospitais, ambulatórios, farmácias comunitárias, unidades multiprofissionais de atenção à saúde, instituições de longa permanência e demais serviços de saúde, no âmbito público e privado.

    O papel do farmacêutico clínico foi definido nas atribuições destacadas para esse profissional na resolução. São atribuições clínicas do farmacêutico relativas ao cuidado à saúde, nos âmbitos individual e coletivo:

    I – Estabelecer e conduzir uma relação de cuidado centrada no paciente;

    II – Desenvolver, em colaboração com os demais membros da equipe de saúde, ações para a promoção, proteção e recuperação da saúde, e a prevenção de doenças e de outros problemas de saúde;

    III – Participar do planejamento e da avaliação da farmacoterapia, para que o paciente utilize de forma segura os medicamentos de que necessita, nas doses, frequência, horários, vias de administração e duração adequados, contribuindo para que o mesmo tenha condições de realizar o tratamento e alcançar os objetivos terapêuticos;

    IV – Analisar a prescrição de medicamentos quanto aos aspectos legais e técnicos;

    V – Realizar intervenções farmacêuticas e emitir parecer farmacêutico a outros membros da equipe de saúde, com o propósito de auxiliar na seleção, adição, substituição, ajuste ou interrupção da farmacoterapia do paciente;

    VI – Participar e promover discussões de casos clínicos de forma integrada com os demais membros da equipe de saúde;

    VII – Prover a consulta farmacêutica em consultório farmacêutico ou em outro ambiente adequado, que garanta a privacidade do atendimento;

    VIII – Fazer a anamnese farmacêutica, bem como verificar sinais e sintomas, com o propósito de prover cuidado ao paciente;

    IX – Acessar e conhecer as informações constantes no prontuário do paciente;

    X – Organizar, interpretar e, se necessário, resumir os dados do paciente, a fim de proceder à avaliação farmacêutica;

    XI – Solicitar exames laboratoriais, no âmbito de sua competência profissional, com a finalidade de monitorar os resultados da farmacoterapia;

    XII – Avaliar resultados de exames clínico-laboratoriais do paciente, como instrumento para individualização da farmacoterapia;

    XIII – Monitorar níveis terapêuticos de medicamentos, por meio de dados de farmacocinética clínica;

    XIV – Determinar parâmetros bioquímicos e fisiológicos do paciente, para fins de acompanhamento da farmacoterapia e rastreamento em saúde;

    XV – Prevenir, identificar, avaliar e intervir nos incidentes relacionados aos medicamentos e a outros problemas relacionados à farmacoterapia; XVI – Identificar, avaliar e intervir nas interações medicamentosas indesejadas e clinicamente significantes;

    XVII – Elaborar o plano de cuidado farmacêutico do paciente;

    XVIII – Pactuar com o paciente e, se necessário, com outros profissionais da saúde, as ações de seu plano de cuidado;

    XIX – Realizar e registrar as intervenções farmacêuticas junto ao paciente, família, cuidadores e sociedade;

    XX – Avaliar, periodicamente, os resultados das intervenções farmacêuticas realizadas, construindo indicadores de qualidade dos serviços clínicos prestados;

    XXI – Realizar, no âmbito de sua competência profissional, administração de medicamentos ao paciente;

    XXII – Orientar e auxiliar pacientes, cuidadores e equipe de saúde quanto à administração de formas farmacêuticas, fazendo o registro destas ações, quando couber;

    XXIII – Fazer a evolução farmacêutica e registrar no prontuário do paciente;

    XXIV – Elaborar uma lista atualizada e conciliada de medicamentos em uso pelo paciente durante os processos de admissão, transferência e alta entre os serviços e níveis de atenção à saúde;

    XXV – Dar suporte ao paciente, aos cuidadores, à família e à comunidade com vistas ao processo de autocuidado, incluindo o manejo de problemas de saúde autolimitados;

    XXVI – Prescrever, conforme legislação específica, no âmbito de sua competência profissional;

    XXVII – Avaliar e acompanhar a adesão dos pacientes ao tratamento, e realizar ações para a sua promoção;

    XXVIII – Realizar ações de rastreamento em saúde, baseadas em evidências técnico científicas e em consonância com as políticas de saúde vigentes.

    Agora que você já sabe sobre o trabalho importante desenvolvido por um farmacêutico clínico, não esqueça: Três Pontas já tem um desses profissionais. João Chaves de Figueiredo Neto, que atende gratuitamente, na Drogaria Líder.

    Mais informações pelo telefone: 3265-2229

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    Roger Campos

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  • Médicos do Reino Unido recomendam cuidar de plantas para tratar depressão

    Médicos do Reino Unido recomendam cuidar de plantas para tratar depressão

    O tratamento alternativo já virou uma opção em algumas clínicas do país, que defendem os benefícios do contato com a natureza para a saúde.

    Cuidar de uma horta, por menor que ela seja, às vezes não é tão simples. É preciso escolher o local certo, a quantidade exata de adubo, tomar cuidado para não regar demais e por aí vai. Mas (com o perdão do trocadilho) pode render bons frutos: as plantas que você cultiva no sítio, no jardim ou mesmo no seu apartamento podem ajudar no tratamento da depressão.

    A revista Fast Company mostrou que médicos do Cornbrook Medical Practice, uma clínica médica em Manchester, no Reino Unido, começaram a sugerir a prática da jardinagem para pacientes que sofrem de depressão e ansiedade. A recomendação vem da ideia de que o contato com a natureza (mesmo que seja apenas um vaso de planta), pode fazer bem à saúde.

    Na clínica Cornbrook, há um jardim que os pacientes podem frequentar e, ainda, convidar amigos e familiares para ajudar a plantar ervas como a hortelã e a erva-cidreira. O projeto é uma parceria com a ONG Sow the City (algo como “Semeie a Cidade”, em português), que trabalha em conjunto com hospitais, escolas, prefeituras e empresas para desenvolver ações como jardins comunitários, pesquisas sobre agricultura urbana, iniciativas sustentáveis, entre outras.

    Ecoterapia

    Trocar remédios por sementes parece uma novidade, mas a Sow the City já desenvolve projetos na área da saúde há alguns anos. É o caso do programa “Hospital Beds”, que construiu canteiros na área externa de um hospital de Manchester para pacientes com doenças mentais. O objetivo é aumentar o tempo ao ar livre deles e estimular a socialização. “Há evidências de que pessoas socialmente isoladas têm piores resultados no tratamento”, disse à Fast Company Jon Ross, diretor da ONG.

    Não mora perto de um jardim comunitário? Cultivar plantas dentro de casa pode ser uma boa opção – até a Nasa já falou sobre isso. A agência espacial norte-americana financiou parte da pesquisa do cientista ambiental Bill Wolverton, cujos trabalhos mostram que as plantinhas melhoram a qualidade do ar. Se você desistiu da jardinagem depois de deixar sua suculenta morrer, talvez seja hora de dar uma segunda chance.

    Fonte: Superinteressante

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  • URGENTE: CASOS DE COVID-19 “ACELERAM” EM TRÊS PONTAS E JÁ CHEGAM A 110

    URGENTE: CASOS DE COVID-19 “ACELERAM” EM TRÊS PONTAS E JÁ CHEGAM A 110

    Também foi confirmado o segundo óbito em decorrência do coronavírus

    Nós últimos dias o número de casos de covid-19 entrou em um ritmo de aceleração com uma média de 6 a 8 novas confirmações a cada 24 horas. Além disso, o número de recuperados que sempre se manteve “colado”, ao total, mantendo uma diferença entre 10 e 12 que se encontravam em tratamento e/ou isolamento domiciliar, hoje, 24 de julho, chegou a quase 30. São 29 pessoas ainda com o coronavirus, lutando contra a doença em Três Pontas. Infelizmente o segundo óbito também foi confirmado.

    Se de um lado temos o declarado relaxamento dos cuidados por parte de grande parte dos cidadãos trespontanos, elevando os riscos de contaminação, do outro temos os profissionais do Pronto Atendimento Municipal e da Santa Casa lutando contra o maior temor que é a superlotação de vagas na UTI, o que representaria um verdadeiro colapso para saúde, mas que, até o momento, felizmente não aconteceu.

    Estamos, tudo indica, vivendo o pico dos casos de coronavirus e portanto, ao invés de relaxar e participar de aglomerações, como em muitas festas particulares, devemos manter o distanciamento social e tomar todos os cuidados contra o vírus chinês.

    Curva Ascendente – A Evolução do coronavírus em TP

    Desde que o primeiro caso de covid-19 foi confirmado em Três Pontas, no dia 17 de abril, as autoridades de saúde e o poder público municipal têm buscado, através de inúmeras ações, controlar a pandemia e frear o seu crescimento. Mas nos últimos dias a confirmação diária de novos casos, através dos boletins epidemiológicos da Prefeitura Municipal, vem aumentando de forma gradativa e cada vez mais veloz.

    O segundo caso foi confirmado em Três Pontas pela Secretária de Estado da Saúde apenas três dias depois, no dia 20 de abril. Uma semana depois, no dia 27 de abril o número já saltava de 2 para 9 casos confirmados.

    Alguns dias se passaram com o número de casos praticamente estacionados. No dia 07 de maio Três Pontas contabilizava 11 casos, 2 a mais em um intervalo de 10 dias. No dia 27 de maio foram positivadas 19 pessoas com covid-19, sendo 11 homens e 8 mulheres.

    No dia 22 de junho já eram 42 casos confirmados de coronavírus no município. O mês de julho chegou com um total de 53 contaminados. No dia 10 de julho o salto foi grande e os números mostravam 70 pessoas infectadas. No dia 20 deste mês foram contabilizados 84 casos. E aí o crescimento começou a atingir um patamar inédito na cidade:

    Dia 21 de Julho: 92 casos com 72 curados e 19 em tratamento

    Dia 22 de Julho: 96 casos com 73 curados e 22 em tratamento

    Dia 23 de Julho: 104 casos com 76 curados e 27 em tratamento

    Dia 24 de Julho: 110 casos com 79 curados e 29 em tratamento

    Isso mostra que o número de recuperados está mais lento do que o número de novas pessoas em tratamento.

    Ainda há um total de 1178 pessoas com Síndrome Gripal que se encontram em quarentena domiciliar pelo prazo de 7 dias. Outros 582 casos suspeitos foram descartados pela rede pública e privada.

    Internados

    De acordo com a direção da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, hoje, 24 de julho, estão internados em Três Pontas 4 pessoas na enfermaria e outros 3 na UTI, todos com covid-19. Segundo o Provedor Michel Renan Simão Castro, há no momento 5 leitos de UTI para os pacientes com coronavírus, podendo chegar 7. Há a possibilidade de serem enviados mais 5 respiradores ao hospital, o que, praticamente, dobrará o número de leitos na unidade de terapia intensiva.

    Coronavírus nos próximos dias

    Nossa reportagem conversou com alguns profissionais da linha de frente do combate ao coronavírus na cidade. Sobre o aumento no número de casos isso reflete algumas situações, dentre elas o relaxamento aos cuidados de prevenção ao vírus, a queda nas temperaturas que provoca mais registros de problemas respiratórios e a maior testagem sendo feita no município.

    Para as autoridades de saúde, o aumento, apesar de preocupante, ainda está dentro das previsões e também dentro da capacidade de atendimento oferecido pela estrutura local, tanto no Pronto Atendimento Municipal quanto no Hospital São Francisco de Assis.

    Todos os pacientes que solicitarem atendimento no PAM e nas unidades de saúde com sintomas de problemas respiratórios, dor de cabeça ou coriza estão sendo testados. Felizmente muitos positivados estão sendo tratados em suas residências, mantendo isolamento social. Caso haja a necessidade de mudanças, incorporações de novos leitos na Santa Casa será feito. Ou seja, no momento tudo ainda caminha dentro do esperado, mas o sinal de alerta está ligado.

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  • Urologia Hoje: Ansiedade de desempenho e disfunção sexual masculina

    Urologia Hoje: Ansiedade de desempenho e disfunção sexual masculina

    O homem acredita, durante grande parte da sua vida, que pode manter o mito da “máquina masculina”. O homem com dificuldade de ereção foge de qualquer contato, para não lidar com a angústia do fracasso. Em alguns casos, pode até perder o desejo sexual como processo de defesa ao risco da falha. Pior que falhar é a possibilidade de falhar.

    Falam também de um comprometimento de desejo sexual (possível mecanismo de defesa) e que seu problema apareceu de maneira súbita (são capazes de relatar o momento específico em que iniciou o problema). Muitas vezes, um eventual fracasso traz ansiedade de desempenho, o que leva a um novo fracasso, instalando-se um ciclo vicioso: falha à antecipação do fracasso à expectador à angústia crescente à organismo desliga à falha.

    Interessante que, mesmo depois de se ter um avanço extraordinário na medicina sexual, particularmente na sexualidade masculina, ainda há muitos homens com disfunção ligada à ansiedade de desempenho (ou de performance).

    Casos identificados como psicogênicos devem ser tratados por um profissional especializado em medicina sexual, que utilizará a terapia comportamental-cognitiva (de curta duração) como base da terapia sexual. O médico, nesses casos, poderá utilizar medicação oral como terapia coadjuvante, conseguindo mais aderência ao tratamento e resultados mais rápidos. Psicoterapia e farmacoterapia são coadjuvantes essenciais do processo de cura.

    A qualquer sintoma indesejável, procure um médico UROLOGISTA. Cuidar da saúde masculina é fundamental!

    Fonte Portal da Urologia

    Dr. Fernando Gouvea – Médico Urologista

     

     

     

     

     

     

     

     

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina de Oxford é segura e induz imunidade, apontam testes

    BOA NOTÍCIA: Vacina de Oxford é segura e induz imunidade, apontam testes

    A Universidade de Oxford divulgou na manhã desta segunda-feira (20) resultados positivos dos primeiros testes da vacina contra a COVID-19. Os estudos preliminares apontaram que ela é segura e treina o sistema imunológico.

    Trata-se de resultados da fase 1, que envolveram 1.077 pessoas que foram vacinadas e produziram anticorpos e glóbulos brancos com poder para combater o novo coronavírus. O estudo foi divulgado na revista The Lancet.

    É uma descoberta muito promissora, mas ainda é cedo para saber se é suficiente para garantir a eficácia da vacina. Os testes da fase 3 já estão sendo realizados, inclusive no Brasil, desde junho.

    Fonte EM

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  • EMOCIONANTE: Jovem escala parede para ver a mãe internada com Covid-19

    EMOCIONANTE: Jovem escala parede para ver a mãe internada com Covid-19

    O rapaz repetia o gesto de amor e coragem todas as noites. E foi pela janela do hospital que ele viu a mãe morrer

    O coronavírus está nos deixando histórias comoventes, que cortam o coração. O vírus mudou o mundo e as relações humanas, a ponto de não podermos nos despedir de nossos entres queridos na hora de sua morte.

    Não podemos ficar ao lado dos nossos enfermos, não podemos ter contato físico nem acompanhá-los em sua agonia e dor. Mas o jovem palestino Jihad-AlSuwaiti demonstrou que o amor por sua mãe é tão especial e poderoso que rompe barreiras. Ele não se importou com a altura do quarto do hospital onde ela estava internada com Covid-19. Todas as noites, ele escalava a parede do prédio para observá-la através da janela. O que será que o rapaz dizia a ela do lado de fora da janela? Só Deus e ele sabem…

    E foi da janela que ele viu a mãe morrer. Deve ter sido como ver uma vela se apagando lentamente…Muito impactante.

    Eu sempre disse que ficaria louco se minha mãe viesse a faltar. Minha dor seria muito forte. Todos os dias, quando falo com ela, ela me diz para ser forte, para que eu me prepare, que tenho uma missão a cumprir aqui, pois eu sempre falo que morreria com ela. Peço a Deus que me dê forças para quando chegar esse momento.

    Foi por isso que a história desse jovem palestino me comoveu tanto. Talvez eu fizesse o mesmo, subiria até a janela, sem me importar com a altura. Poder acariciar e beijar sua mãe através do vidro já é um motivo para refletir.

    Quantos de nós temos nossa mãe e nosso pai e somos impacientes com eles, falamos mal deles, ficamos sem vê-los, sem abraçá-los e beijá-los! Quanta dor sofreu este jovem que só podia acariciar o vidro frio da janela. Quanta dor passou sua mãe sem saber que seu filho a observava e a acompanhava do lado de fora do quarto! Meus olhos se enchem de lágrimas…

    Não quero ter que esperar até que o vidro de uma janela me separe da minha mãe ou do meu pai, pois Deus perdoa sempre, mas a Covid-19 não tem misericórdia.

    Com informações de OK Diario 

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  • Sindicato elabora protocolo para volta às aulas nas escolas particulares de MG

    Sindicato elabora protocolo para volta às aulas nas escolas particulares de MG

    O Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep/MG), em parceria com a Associação Mineira de Epidemiologia e Controle de Infecções (Ameci), elaborou um protocolo que tem como objetivo nortear as instituições de ensino da rede privada do estado no retorno às aulas. Apesar de não ter uma data para a volta do período letivo, a categoria se mobilizou nos últimos meses na criação do documento para que as unidades se organizem com antecedência.

    O protocolo é opcional, ou seja, as escolas não têm obrigação de segui-lo. Cada instituição deve adaptar o documento conforme o seu tamanho. De acordo com a presidente do Sinep/MG, Zuleica Reis, a criação do projeto de segurança para a prevenção do coronavírus não tem intuito de forçar uma possível volta às aulas.

    “Este documento não é para forçar o retorno (das aulas). Sabemos que estamos num pico alto de contaminação, temos consciência de que não é o momento de retornar às aulas. O que nós tentando com esse documento é que as escolas estão perdidas, sem orientação. Toda hora se fala em flexibilização, mas nunca se fala nas escolas. A gente tem visto muitas escolas, principalmente da educação infantil, encerrando as suas atividades – a gente sabe que o impacto disso pode causar um colapso na educação municipal e estadual, se as escolas continuarem encerrando as atividades -, achamos que poderíamos adiantar esse documento para que as escolas possam segui-lo como base”, explica Zuleica.

    O documento elaborado foi inspirado em protocolos internacionais de localidades que já promoveram o retorno das aulas. No Brasil, Manaus, capital do Amazonas, foi a principal fonte de informações para o Sinep e Ameci. “Dividimos o documento em três itens: a parte de saúde ficou à cargo da Ameci e nós ficamos com as questões pedagógicas e jurídicas”, disse a presidente do Sinep.

    Entre as orientações, está a realização, no primeiro mês de retorno às atividades presenciais, de avaliações diagnósticas para identificar os diferentes níveis de aprendizagem dos estudantes. A partir desse levantamento de dados, a instituição de ensino deve elaborar e implantar programas de atividades recursivas, com foco em habilidades e competências, para que se garanta a recuperação das aprendizagens e o monitoramento do processo pedagógico.

    “É preciso que as escolas tenham um cronograma flexível e alternativo para que os pais possam ter acesso às aulas presenciais ou remotas, pois a gente sabe que nem todos os pais vão querer que os filhos voltem à escola, que é um direito. O pai que não tiver a segurança de deixar o filho voltar, ele pode fazer a opção de assistir as aulas transmitidas remotamente, ou gravadas”, destacou Zuleica.

    O protocolo também orienta que funcionários e professores que façam parte do grupo de risco da COVID-19 sejam protegidos pela escola, com planos definidos para a instituição continuar com o ensino remoto para aqueles estudantes que não possam participar presencialmente. Unidades também devem organizar rodízios com horários alternativos de entrada e saída de alunos, além de recreios e intervalos, quando necessário. Outra recomendação é que refeições e lanches sejam feitos na própria sala de aula, além da distância de 1 metro entre os alunos.

    Diálogo

    De acordo com Zuleica Reis, o protocolo já foi apresentado ao Comitê Extraordinário COVID-19, do governo de Minas, que se comprometeu a marcar uma nova reunião para avaliação do documento. O Sinep/MG, no entanto, cobra um maior diálogo com o prefeito de Belo Horizonte,Alexandre Kalil (PSD).

    A conversa com o chefe do Executivo da capital é importante, segundo Zuleica, uma vez que Belo Horizonte não aderiu ao Minas Consciente – criado pelo governo de Minas para nortear municípios na flexibilização do isolamento. Com isso, mesmo que o estado sinalize uma data para o retorno das aulas, aquele município que não faz parte do programa não fica obrigado a seguir o cronograma.

    “O que a gente mais precisa, no momento, é só uma palavra com o prefeito. As escolas estão se sentindo desprestigiadas. O impacto, hoje, para as escolas particulares, é muito grande. A gente não está querendo pressionar. O documento não é para pressionar. O documento é para nortear, dar condições para a escola ter maior tempo para trabalhar. Então assim, o que a gente gostaria muito é de uma palavra com o prefeito. Temos mais de 1 milhão de alunos na rede particular. Isso é muito significativo. Estamos vendo escolas infantis fechando.”

    Sem data para voltar, a categoria teme demissões, fechamento de escolas e cancelamento de matrícula por parte dos pais. Apesar disso, a prioridade do Sinep/MG, de acordo com Zuleica, é preservar vidas.

    “A angústia das escolas de Minas Gerais, por ter uma representatividade grande nos municípios e no estado, é essa falta de expectativa. Não sabemos quando vamos voltar. Mas não vamos voltar colocando em risco a vida dos nossos alunos, dos nossos professores e funcionários. Nossa opção é, e sempre será, a preservação de vidas. Agora, precisamos de uma sinalização, quando chegarmos na onda amarela (do Minas Consciente), de quando poderemos contar que haverá uma data provável de retorno”, concluiu.

    Fonte EM

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  • Vacina contra coronavírus feita pela Rússia entra em última fase de testes

    Vacina contra coronavírus feita pela Rússia entra em última fase de testes

    A Rússia está mais perto de se tornar o primeiro país a iniciar a distribuição de uma vacina contra o coronavírus para a população. O país anunciou hoje que concluiu parte dos testes clínicos necessários para comprovar a eficácia da imunização desenvolvida por iniciativa do governo russo.

    “A pesquisa foi concluída e provou que a vacina é segura”, disse Yelena Smolyarchuk, chefe do centro de pesquisas clínicas da Universidade Sechenov, à agência de notícias estatal TASS.

    A vacina aprovada foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa para Epidemiologia e Microbiologia Gamalei. Segundo o diretor da instituição, Alexander Gintsburg, a previsão é que a vacina “entre em circulação civil” entre 12 e 24 de agosto.

    Essa distribuição será equivalente a um teste de fase 3, já que as pessoas que receberem a vacina ficarão sob supervisão, informou a agência de notícias RIA. Os testes de fase 1 e fase 2 normalmente verificam a segurança de um remédio antes de este avançar para a fase 3, que testa sua eficácia em um grupo maior de voluntários.

    O Ministério da Saúde russo realizará esses últimos testes bioquímicos da vacina, mas espera finalizar o processo até setembro, mesmo mês para o qual Gintsburg prevê o início da produção em massa por laboratórios privados.

    Globalmente, das 19 vacinas experimentais contra a covid-19 em testes com humanos, só duas estão em testes finais de fase 3 —uma da chinesa Sinopharm e outra da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, que tem parte do teste realizada no Brasil. A chinesa Sinovac Biotech deve se tornar a terceira no final deste mês, e também com testes no Brasil.

    A versão russa

    A vacina russa está perto de ser distribuída porque os testes clínicos começaram em junho. A Universidade Sechenov agrupou 38 voluntários remunerados para o estudo. Parte deles já receberá alta nesta quarta-feira (15), quando terão completado 28 dias em isolamento. A intenção foi protegê-los de outras possíveis infecções.

    Os voluntários têm entre 18 e 65 anos e ainda serão monitorados por mais seis meses.

    Também no mês passado, o exército russo iniciou uma outra frente de testes clínicos da vacina. O estudo vai durar dois meses e segue em andamento.

    A Rússia é o quarto país do mundo com o maior número de pessoas contaminadas pelo coronavírus. Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o país tem mais de 730 mil pessoas infectadas e já passou de 11 mil mortes causadas pela covid-19.

    Fonte Viva Bem

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  • BOA NOTÍCIA: Vacina contra câncer está pronta pra testes em humanos

    BOA NOTÍCIA: Vacina contra câncer está pronta pra testes em humanos

    Cientistas australianos estão prontos para testar uma nova vacina contra o câncer em humanos, após o resultado bem-sucedido de estudos pré-clínicos.

    nova vacina foi desenvolvida por uma equipe da Mater Research, sediada no Translational Research Institute, em colaboração com a Universidade de Queensland, na Austrália.

    A professora e pesquisadora da Universidade, Kristen Radford confirmou que a vacina tem o potencial de tratar uma variedade de cânceres, inclusive no sangue e é um grande avanço para o câncer de mama também.

    “Esperamos que esta vacina possa ser usada para tratar cânceres de sangue, como leucemia mieloide, linfoma não-Hodgkin, mieloma múltiplo e leucemias pediátricas, além de malignidades sólidas, incluindo câncer de mama, pulmão, rim, ovário e pancreático e glioblastoma,” disse Radford.

    “Nossa nova vacina é composta de anticorpos humanos fundidos com proteínas específicas de tumores, e estamos investigando sua capacidade de atingir células humanas enquanto ativamos a memória das células tumorais”.

    Promissora

    A equipe afirma que a vacina apresentou várias vantagens importantes em relação a outras já em desenvolvimento e se mostrou promissora nos primeiros ensaios clínicos.

    “Primeiro, ela pode ser fabricada como uma formulação de grau clínico ‘pronta para uso’, o que contorna os problemas financeiros e logísticos associados às vacinas específicas para os pacientes.”

    Menos efeitos colaterais

    “Em segundo lugar, este protótipo de vacina tem como alvo as principais células tumorais necessárias para o início de respostas imunológicas específicas do tumor, maximizando a eficácia potencial do tratamento, ao mesmo tempo minimizando os possíveis efeitos colaterais.”

    “Nós estamos muito felizes em ver nossa pesquisa publicada em uma revista de prestígio e esperamos que nosso trabalho contínuo para encontrar uma vacina segura e eficaz contra o câncer beneficie os pacientes com câncer no futuro,” finalizou Radford.

    Fonte Só Notícia Boa

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