Categoria: Saúde

  • Ao menos 11 unidades federativas flexibilizaram uso de máscaras

    Ao menos 11 unidades federativas flexibilizaram uso de máscaras

    Especialistas dizem que medida é prematura

    Ao menos dez estados brasileiros e o Distrito Federal já flexibilizaram suas regras de uso de máscaras de proteção respiratória, autorizando prefeituras locais a seguirem o mesmo caminho. Embora haja, entre os especialistas, quem julgue prematuro o relaxamento da medida de proteção contra o novo coronavírus, os governantes alegam que o avanço da vacinação e o menor número de casos da covid-19 no país tornam seguro que as pessoas voltem a descobrir seus rostos após dois anos de pandemia.

    Entre as 11 unidades federativas consultadas pela Agência Brasil, a última a implementar as novas normas foi Minas Gerais. Desde o sábado (12), o governo estadual tornou opcional o uso de máscaras em locais abertos. A decisão final, contudo, cabe aos municípios, que podem não adotar o que o governo estadual classifica como uma “orientação”, adotada “a partir da melhoria dos indicadores da pandemia” no estado. Qualquer que seja a decisão das prefeituras em relação aos espaços abertos, a máscara deve continuar sendo exigida em locais fechados de cidades onde menos de 70% da população com idade para ser imunizada tenham completado o ciclo vacinal.

    O governo do Rio de Janeiro autorizou que as prefeituras fluminenses liberassem a população da obrigação de usar máscaras em ambientes ao ar livre, desde que observados critérios como o respeito ao distanciamento social e o percentual da população imunizada. Inicialmente, o avanço da variante Ômicron desestimulou muitas cidades a relaxarem as regras. Até que, no começo deste mês, o governo estadual liberou os municípios a flexibilizarem as regras também em lugares fechados. Na ocasião, o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, recomendou às pessoas com sinais e sintomas de quaisquer doenças respiratórias que continuassem a utilizar o protetor ao se aproximarem de outras pessoas. Na capital fluminense, o prefeito, Eduardo Paes, revogou a obrigatoriedade do uso de máscaras na última segunda-feira (7).

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    Além de Minas Gerais e Rio de Janeiro, também já anunciaram regras mais flexíveis que as adotadas nos primeiros meses da pandemia as seguintes unidades federativas: Amazonas; Distrito Federal; Espírito Santo; Goiás; Maranhão; Mato Grosso; Mato Grosso do Sul; Santa Catarina e São Paulo. Outros estados como Bahia e Paraná já informaram que anunciarão novas normas em breve se os números de contágio e, principalmente, mortes, seguirem em queda.

    No Amazonas, desde a última sexta-feira (11), as prefeituras podem tornar facultativo o uso de máscaras em locais abertos. Ainda assim, a Secretaria Estadual de Saúde orienta os municípios que o fizerem a continuarem recomendando o uso do equipamento de proteção, principalmente por quem tem mais de 60 anos de idade, e que a população evite aglomerações.

    No Distrito Federal, onde a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais ao ar livre foi revogada no início de março, a utilização em locais fechados se tornou facultativa na última quinta-feira (10). “A gente espera que a população tenha os cuidados, evitando aglomeração, pois a pandemia ainda existe. Chegou a hora de tentarmos voltar a ter uma vida normal”, declarou o governador Ibaneis Rocha ao anunciar a medida.

    Já no Espírito Santo, só hoje (14) os moradores das cidades capixabas puderam voltar a circular por locais abertos com os rostos à vista. O fim da obrigatoriedade em espaços ao ar livre vale para os municípios considerados como de baixo risco de transmissão da covid-19,. Nas cidades classificadas como de risco moderado, a máscara continuará sendo exigida mesmo em ambientes abertos. Enquanto nas de risco muito baixo, o uso em ambientes fechados é somente recomendado – sendo obrigatório apenas para pessoas que tenham testado positivo para a doença.

    Em Goiás, no último dia 10, o governo estadual recomendou aos gestores municipais a liberação do uso de máscaras em locais abertos, sem aglomerações, em cidades onde ao menos 75% da população a partir de 5 anos já tenham completado o ciclo vacinal. A secretaria continua preconizando os protetores em ambientes coletivos fechados, como, por exemplo, transporte público, aeroportos, rodoviárias, escolas, e em ambientes abertos com aglomeração, e por pessoas imunodeprimidas, com comorbidades de alto risco, não vacinadas e com sintomas de síndrome gripal, mesmo quando em locais abertos e sem aglomeração

    Em novembro de 2021, o Maranhão tornou opcional o uso de máscaras em locais abertos e facultativo em locais fechados de municípios com mais de 70% da população com ao menos duas doses da vacina. No entanto, tal como o Rio de Janeiro, o governo maranhense recuou após o número de casos da doença voltar a aumentar no início deste ano, e retomou o uso obrigatório de máscaras nos ambientes fechados de todo o território maranhense.

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    Já Mato Grosso delegou às prefeituras o poder de decidir sobre a obrigatoriedade em espaços públicos e privados, levando em conta o contexto local. Ao menos 40 localidades mato-grossenses já deixaram de exigir o item, seja em locais abertos, seja em espaços fechados. Na capital, Cuiabá, contudo, o prefeito Emanuel Pinheiro disse, no último dia 8, que ainda manteria a obrigatoriedade em lugares fechados por mais alguns dias. “Nossos números são altamente satisfatórios, mas, ainda não nos permitem retirar as máscaras”, disse. “A tendência é, em poucos dias, colocar como facultativa e cada cidadão decida qual a melhor forma de se defender, de proteger a si e a sua família da covid-19”, completou.

    O governo de Mato Grosso do Sul liberou as cidades do estado a decretarem o fim da obrigatoriedade nos ambientes fechados no último dia 10. Como nos demais casos, a decisão não impede as prefeituras de manterem medidas mais rígidas, caso julguem necessário.

    Em Santa Catarina, o governo estadual publicou um decreto no sábado (12) desobrigando os municípios catarinenses a cobrarem o uso da máscara, em locais abertos ou fechados. Porém, o governo estadual alerta que, em locais onde não é possível manter o distanciamento, tais como no transporte público, bem como em hospitais e centros de saúde, a proteção continua sendo “altamente recomendada devido ao risco de transmissão da doença”.

    O governo de São Paulo mantém a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes fechados, mas, no último dia 9, liberou as prefeituras paulistas para que tornem opcional a utilização em locais abertos. A liberação vale para ruas, praças, parques, pátios de escolas, estádios de futebol, centros abertos de eventos e autódromos. Na ocasião em que detalhou a medida, o governador João Doria mencionou planos de estender a liberação para ambientes fechados a partir de 23 de março – medida ainda em estudo.

    Fonte Agência Brasil

     

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    Roger Campos

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  • Pfizer: Quarta dose da vacina contra COVID-19 será indispensável

    Pfizer: Quarta dose da vacina contra COVID-19 será indispensável

    O CEO da Pfizer, Albert Bourla, disse que será necessário uma quarta dose da vacina contra a covid-19. Em entrevista ao programa Face The Nation, da TV americana CBS, Bourla explicou que apesar de a terceira dose ser bastante eficaz contra mortes e hospitalizações, ela ainda não consegue impedir infecções.

     “A proteção que estamos recebendo da terceira dose é boa o suficiente. Na verdade, muito boa para diminuir hospitalizações e mortes, mas não é tão boa contra infecções”, afirmou.

    “Da maneira que vimos, é necessário uma quarta dose“, disse.

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    Bourla destacou que isso acende o alerta sobre a possibilidade de surgimento de variantes que eventualmente possam escapar da proteção oferecida pelas vacinas. “Muitas variantes estão surgindo e a ômicron foi a primeira a conseguir escapar, de maneira habilidosa, da proteção imunológica que estamos dando”, destacou.

    Albert Bourla ainda afirmou que a farmacêutica está trabalhando na elaboração de uma vacina que combata todas as variantes e que tenha eficácia de pelo menos um ano.

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    “Estamos trabalhando de forma diligente nisso, não só para fazer uma vacina que atue contra todas as variantes, incluindo a ômicron, mas também que garanta proteção por pelo menos um ano”, disse.

    No Brasil, imunossuprimidos com mais de 12 anos estão autorizados a tomar a quarta dose da vacina desde fevereiro. Entram nesse grupo transplantados, pessoas que vivem com HIV, em tratamento para câncer ou que usam medicamentos imunossupressores.

    Todos os maiores de 18 anos devem tomar a terceira dose ou o reforço.

    Fonte EM

     

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    Roger Campos

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  • Dr. Eduardo Camargo se torna membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

    Dr. Eduardo Camargo se torna membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

    Médico ‘trespontano’, referência em cirurgia, é um exemplo de de amor pela profissão e de dedicação aos seus pacientes.

    Dr. Eduardo Vasconcelos Camargo, médico cirurgião, que atuou como diretor nos momentos mais desafiadores que o Hospital São Francisco de Assis viveu durante o auge da pandemia de coronavírus, deixando um legado de ótimos serviços prestados à comunidade, está comemorando o fato de ter sido ‘promovido’, subido de posto junto ao Colégio Brasileiro de Cirurgiões, agora se tornando membro titular.

    Na premiação, que ocorreu na sede da Associação Médica de Minas Gerais, em Belo Horizonte, no último dia 12 de março, o médico, que atua em Três Pontas na Santa Casa, no Hospital Unimed e em seu consultório, esteve acompanhado de sua esposa, Josilene Cascardo Camargo.

    Colégio Brasileiro de Cirurgiões

    Um grupo de 28 cirurgiões liderados por Antônio Benevides Barboza Viana se reuniu no prédio do antigo Sylogeau Brasileiro, no centro do Rio e fundaram, em 30m de julho de 1929, uma entidade médica nos mesmos moldes do American College of Surgeons. Nasce, nesse momento, o Colégio Brasileiro de Cirurgiões. O primeiro Estatuto foi aprovado no mês seguinte por 58 cirurgiões reunidos na sede do Hospital da Cruz Vermelha.

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    No dia 11 de setembro, na Academia Nacional de Medicina, aconteceu o I Congresso Brasileiro de Cirurgia. Já em 1941, durante a II Gerra Mundial, o CBC atendeu o convite do Corpo de Saúde do Exército para um Curso de Emergência destinado a preparar médicos que seriam convocados. Em 1956 o cirurgião urológico, Juscelino Kubitschek, na época presidente da república, abriu o V Congresso Brasileiro de Cirurgia, onde foi empossado como Membro Honorário do CBC. O certificado está exposto no Museu JK em Brasília.

    Ao comemorar 30 anos, o CBC já era uma das maiores entidades médicas do Brasil, com mais de 600 membros. No ano de 1970 foi criado o prêmio CBC, concedido anualmente aos cirurgiões brasileiros que tenham contribuído para o ensino e desenvolvimento da cirurgia. Já em 1986 foram criados os congressos regionais em todo o país. Pulando para 1991, o Colégio Brasileiro de Cirurgia passa a integrar a Associação Médica Brasileira (AMB), como Departamento de Cirurgia Geral.

    Uma grande conquista veio em 2013: a inclusão de procedimentos por videocirurgia no novo rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS) e na Tabela SUS foi uma conquista do CBC em ação conjunta com outras entidades cirúrgicas. No ano de 2017 aconteceu a criação do Programa de Capacitação em Cirurgia Geral.

    Dr. Eduardo de Vasconcelos Camargo

    Eduardo de Vasconcelos Camargo nasceu em Itajubá no dia 20 de março de 1977. É filho de José Eduardo Camargo e Rosane Maria Vasconcelos Camargo. Tem como irmãos Flávio de Vasconcellos Camargo, Danielle de Vasconcelos Camargo e Gabriel de Andrade Vasconcelos Camargo.

    É casado com Josilene Cascado Camargo desde 27 de junho de 2003 e desta feliz união nasceram os filhos Maria Eduarda Cascardo Camargo, Túlio Cascardo Camargo e Vitor Cascardo Camargo.

    Doutor Eduardo, ou simplesmente Edu, como é carinhosamente chamado pelos amigos, é uma pessoa extremamente querida, dedicada a sua profissão demonstrando diariamente profundo amor à Medicina, ao dom de salvar vidas.

    É formado em Medicina. Atua com grande capacidade em Cirurgia Geral e ainda é pós-graduado em Medicina Intensiva. Tem uma grande atuação no Hospital de Três Pontas. Sábio, fala mansa, poucas palavras as vezes, é uma pessoa centrada e de capacidade incontestável. É muito querido por seus pacientes e colegas de trabalho.

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    Eduardo também se destaca por sua grande preocupação e atuação nas questões sociais.

    Iniciou os estudos na Faculdade de Medicina de Teresópolis, no Rio de Janeiro, no ano de 1997. Depois se transferiu para Faculdade de Itajubá, onde se formou no ano de 2003. Já no ano seguinte iniciou a sua especialização em Cirurgia Geral na Santa Casa de Itajubá. Esses estudos foram concluídos em dezembro de 2006 e logo em seguida iniciou as suas atividades como Cirurgião Geral na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis.

    Dentre os seus hobbys preferidos estão a pesquisa e o contato com assuntos filosóficos, mas ressalta que é difícil encontrar pessoas com o mesmo gosto para que possam refletir juntamente. É um apaixonado pelo judô mas se diz decepcionado pela modalidade não ser tão difundida atualmente em Três Pontas mesmo se tratando de uma modalidade olímpica. Atualmente tem procurado a natação nos poucos horários vagos que lhe restam.

    Dr. Eduardo Vasconcelos Camargo, trespontano de coração e de ofício, de suor e dedicação, de carisma e competência, hoje integra o CBC como membro titular, o que enche Três Pontas de orgulho e seus pacientes de confiança e tranquilidade, afinal de contas sabem eles que, se porventura, precisarem, contarão com um médico altamente capacitado, que estarão em boas mãos.

    Parabéns!

     

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    Roger Campos

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  • COVID: Minas Gerais distribui mais 114 mil vacinas pediátricas da Pfizer

    COVID: Minas Gerais distribui mais 114 mil vacinas pediátricas da Pfizer

    Também está em operação a entrega de outras 308,8 mil doses do imunizante para adultos

    Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) está distribuindo mais uma remessa de vacinas da Pfizer pediátrica contra a covid-19. O lote com 114.160 unidades é destinado à aplicação de segunda dose (D2) para a população de 5 a 11 anos de idade. A remessa integra o 94º lote de vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde.

    Além dos imunizantes para a população infantil, também estão em distribuição outras 308.880 vacinas da Pfizer para aplicação de segunda dose (D2) para pessoas com 12 anos ou mais de idade, referentes ao 93º lote recebido pelo Estado.

    Para melhor preservação, os imunobiológicos para adultos permanecerão armazenados na Central Estadual da Rede de Frio e as Unidades Regionais de Saúde irão realizar a retirada do quantitativo de doses necessário para os municípios de jurisdição.

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    Até o momento, o Governo de Minas já vacinou quase 1,1 milhão de crianças contra a covid-19. Ao todo, já foram administradas mais de 41,2 milhões de doses de imunizantes na população com mais de 5 anos de idade.  Esta é a maior operação de vacinação da história de Minas Gerais.

    Clique aqui para verificar a quantidade de doses destinadas a cada município mineiro da remessa de Pfizer pediátrica do lote 94.

    Confira o cronograma de distribuição de doses do lote 94 para as Unidades Regionais de Saúde (horário previsto de retirada na Central Estadual da Rede de Frio) 

    Segunda e terça-feira (14 e 15/3) 

    – Uberlândia / Uberaba / Patos de Minas / Itiutaba / Unaí

    – Belo Horizonte (Capital e Regional) / Barbacena / São João del-Rei / Juiz de fora

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    Quinta-feira (17/3) 

    – Pedra Azul: 7h30

    – Montes Claros: 8h

    – Pouso Alegre: 8h30

    – Governador Valadares e Teófilo Otoni: 9h

    – Varginha e Alfenas: 9h30 

    – Diamantina: 10h

    – Ponte Nova: 10h15

    – Divinópolis: 10h30

    – Sete Lagoas: 11h

    Sexta-feira (18/3) 

    – Manhuaçu: 8h

    Segunda-Feira (21/3) 

    – Pirapora: 8h

    – Itabira: 8h30

    Fonte Agência Minas

     

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Três Pontas ZERA número de internados com covid-19

    BOA NOTÍCIA: Três Pontas ZERA número de internados com covid-19

    Vacinação e qualidade no atendimento oferecido em Três Pontas garantem esses números.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta quarta-feira (15) trazendo a confirmação de vários novos casos de coronavírus no município. O total de óbitos segue em 184. Não há nenhuma pessoa internada na Santa Casa com a doença e ninguém está hospitalizado com suspeita naquela unidade de saúde. Recuperados seguem em alta e já passam dos dez mil!

    Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estavam melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. Mas, infelizmente a variante ômicron vem se alastrando de forma assustadora, principalmente após as festas de final de ano. E os casos seguem ‘explodindo’, com desaceleração nas últimas duas semanas. Mas o feriado de carnaval volta a preocupar!

    Última morte por covid-19 em Três Pontas, no ano de 2021, havia sido registrada no dia 13 de setembro. Depois de 123 dias o município voltou a registrar um óbito por complicações decorrentes do coronavírus no dia 13 de janeiro, então a primeira de 2022, seguida por outras, infelizmente.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 10.709 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 10.479 já se recuperaram e, infelizmente, 184 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 56 pessoas estão com o vírus.

    Números Atuais

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    Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 38.946.

    Nenhuma pessoa está internada com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Nenhuma pessoa (confirmada) encontram-se hospitalizada; 56 pessoas se encontram em isolamento.

    O Conexão Três Pontas faz um estudo constante que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 698 dias. Isso dá uma média de 15,34 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Uma liderança da Santa Casa de Três Pontas disse ao Conexão que todas as mortes por complicações da covid-19 em 2022 envolvem pessoas que não se vacinaram ou que tomaram apenas uma dose.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

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    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 100 Homens

    _ 84 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 59

    _ 60 a 79 anos – 85

    _ 80 anos ou mais – 39

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 57

    _ Hipertensão – 44

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 66

    _ Doença Renal Crônica – 12

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 10

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03

    _ Doença Neurológica Crônica – 08

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 06

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 02

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 02

    _ Mialgia – 01

    _ Reumatismo – 01

    _ DPOC – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 80

    _ 8 a 15 dias – 61

    _ 16 a 21 dias – 14

    _ 22 ou mais – 17

    Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    A NOVA VARIANTE ÔMICRON

    Ômicron é a variante do coronavírus que apresenta mais mutações, por isso colocou o mundo em alerta. Ela possui cerca de 50 mutações em comparação com o vírus original, das quais 26 são exclusivas dele.

    Desde que foi detectada em 24 de novembro na África do Sul, os cientistas começaram uma corrida contra o tempo para descobrir se a ômicron (originalmente conhecida como B.1.1.529) é mais contagiosa, mais letal ou capaz de “driblar” o efeito das vacinas.

    Algumas evidências preliminares sugerem que a ômicron pode facilitar a reinfecção. Ela tem uma velocidade de contaminação muito maior que as anteriores, porém com sintomas mais brandos, na grande maioria dos casos.

     

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    Roger Campos

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  • Novidade na Saúde: Atendimentos da Ortopedia do Pronto Socorro são transferidos para o Hospital da Unimed em Três Pontas

    Novidade na Saúde: Atendimentos da Ortopedia do Pronto Socorro são transferidos para o Hospital da Unimed em Três Pontas

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou em sua página oficial nas redes sociais uma alteração nos atendimentos ortopédicos que eram realizados no PAM. “Para garantir mais comodidade e segurança aos usuários da Ortopedia do Pronto Atendimento Municipal (PAM), os atendimentos como consultas e exames de Raio X foram transferidos para o Hospital da Unimed, local preparado e estruturado para receber esses pacientes”, disse o comunicado.

    Ainda conforme a nota da Prefeitura, “essa ação visa desafogar e melhorar o atendimento do PAM, além de garantir segurança para os usuários, que não precisarão mais ficar expostos a outros tipos de doenças”.

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    A secretária municipal de Saúde, Teresa Cristina Rabello Corrêa falou sobre a alteração: “Nós levamos para a Unimed o atendimento ambulatorial da Ortopedia, que era realizado no Pronto Atendimento Municipal. Ou seja, as consultas, as fraturas, situações de urgência e de emergência nós transferimos para o Hospital da Unimed no intuito de desafogaria o PAM e também oferecer mais segurança aos pacientes no sentido de não se misturarem com outras enfermidades”, pontuou.

    Também foi explicado que a transferência desse atendimento inclui, não somente os pacientes que procuram o Pronto Socorro, mas também aqueles que passam pelo Centro de Especialidades Médicas da Santa Casa.

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    O prefeito Marcelo Chaves Garcia disse que apesar da distância, do hospital da Unimed, a mudança trará melhoria no atendimento tanto do Pronto Atendimento Municipal, que ficará menos sobrecarregado, quanto nos atendimentos ortopédicos que passam a ser feitos no Hospital da Unimed, com toda estrutura de primeira. “A Unimed tem sido sempre uma grande parceira do Município. E nos preocupamos também com a locomoção dos pacientes e estamos intensificando a circulação de ônibus pelo local. É uma importante conquista, um avanço na Saúde em favor dos trespontanos”, disse o gestor municipal, cuja fala foi replicada pelo vice-prefeito Luis Carlos da Silva (foto capa).

    O Hospital da Unimed está localizado na Avenida Nilson José Vilela, na entrada do município, próximo à MG 167.

     

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  • ALÔ DOUTOR ESPECIAL: Quais os riscos da gestação nos extremos de idade – adolescentes e mulheres acima de 40 anos?

    ALÔ DOUTOR ESPECIAL: Quais os riscos da gestação nos extremos de idade – adolescentes e mulheres acima de 40 anos?

    Em reportagem esclarecedora, Dr. Eduardo Marcondes Lemos aborda o tema de grande interesse das mulheres.

    Quais os riscos, os perigos e também os cuidados que se deve ter em dois contextos que envolvem gestações: na adolescência e também acima dos 40 anos? Procurado por nossa reportagem, diante de uma série de pedidos de leitoras solicitando um enfoque mais detalhado sobre o assunto. O renomado ginecologista e obstetra, Dr. Eduardo Marcondes Lemos, que atende em Três Pontas, falou ao Conexão.

    O índice de gravidez na adolescência no Brasil está acima da média mundial. Em 2020, registrou-se que, a cada mil brasileiras entre 15 e 19 anos, 53 tornam-se mães. No mundo, são 41, conforme relatório lançado recentemente pelo Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa).

    “As gestações nos extremos da idade reprodutiva da mulher, em geral, apresentam piores desfechos para a mãe e para o bebê. No entanto, apesar de haver riscos gestacionais, gestantes saudáveis com idade menor do que 15 e maior do que 35 anos podem ser acompanhadas em pré-natal de baixo risco na própria unidade de saúde, exceto quando há intercorrências clínicas que motivem o encaminhamento para outros níveis de atenção”, disse o profissional.

    Ainda conforme o Dr. Eduardo, a informação é fundamental para um desfecho mais saudável e feliz para todos.

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    Adolescentes:

    Gestantes adolescentes merecem atenção especial durante a assistência pré-natal, pois apresentam maior frequência de pré-natal inadequado (menor número de consultas e maiores índices de faltas) e riscos elevados para comorbidades associadas a gestação como:
    – Pré-eclâmpsia,
    – Anemia
    – Nascimento de bebês prematuros ou com baixo peso.

    “Outro ponto relevante é que frequentemente as gestações em adolescentes não são planejadas, o que pode aumentar riscos de transtornos físicos, psicológicos e sociais para esta população. Estes fatos podem eventualmente expor a esta jovem ao consumos de medicamentos, álcool, tabaco e outras drogas”, ponderou o ginecologista e obstetra.

    Mães Tardias:

    Com o passar dos anos, a maternidade vem sendo adiada cada vez mais pelas mulheres. Antes, era comum que a gravidez acontecesse na casa dos 20 anos, mas o comportamento mudou e, atualmente, a busca pela construção de uma família vem acontecendo depois dos 30 anos de idade.

    Segundo dados da sociedade Brasileira de reprodução assistida SBR a, em 10 anos, a quantidade de gestantes com 35 a 39 anos de idade aumentou em 63,3% no Brasil. Entre as mulheres de 40 a 44 anos, o número de partos subiu em 57%. Já as mulheres com mais de 50 anos, a alta foi de 55%.

    Mães com idade avançada apresentam dificuldade de concepção devido a diminuição da fertilidade materna após os 35 anos.

    “Há, também, maior risco de abortamentos espontâneos e de cromossomopatias (doenças genéticas, como a Síndrome de Down)”, revela.

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    É também após esta faixa etária que as mulheres apresentam com maior frequência doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes, hipotireoidismo e obesidade.

    “Assim elas estão mais propensas a desenvolverem condições que podem afetar a evolução da gestação, bem como aumentam riscos de morte materna e fetal”, conclui o Dr. Eduardo.

    O acompanhamento também pré-natal é de suma importância, através dele conseguimos reduzir:

    – A mortalidade materna e fetal no parto e puerpério;

    – O número de abortos espontâneos;

    – O número de partos prematuros;

    – O número de recém-nascidos de baixo peso

    – As complicações de saúde materno durante e após a gestação.

    Dr. Eduardo Marcondes Lemos, médico ginecologista e obstetra, atende em Três Pontas.

    Serviço

    Quer saber mais? Agende uma consulta com o Dr. Eduardo.

    (35) 3265-2338.

     

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  • SEGURANÇA NA FOLIA: Confira as dicas de segurança para pegar a estrada no carnaval

    SEGURANÇA NA FOLIA: Confira as dicas de segurança para pegar a estrada no carnaval

    Diretor científico da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (Ammentra), Alysson Coimbra, expõe a importância dos cuidados para dirigir na chuva

    Mesmo com algumas cidades cancelando os eventos do carnaval, devido ao aumento dos casos de COVID-19, as rodovias brasileiras estão movimentadas neste feriado. Segundo o diretor científico da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (Ammetra), Alysson Coimbra, algumas informações de segurança são necessárias ao dirigir em estradas, principalmente nesta época, em que ocorrem fortes chuvas.

    Além de alguns dispositivos, como o cinto de segurança e capacetes, os equipamentos usados para transportar crianças e animais de estimação são importantes para reduzir os riscos e a possibilidade de multas.

    “O motorista deve obedecer às especificações da lei para o transporte adequado de crianças conforme o peso e faixa etária. Já ara para os animais, as medidas necessárias serão avaliadas por meio do porte e peso do pet”, explica Alysson.

    A manutenção do veículo também é indispensável. De acordo com o diretor científico da Ammetra, é importante que o condutor cheque os níveis de água e óleo, calibre os pneus e avalie os itens de segurança, como o macaco, o triângulo, e se o estepe está calibrado.

    “Não se pode esquecer de analisar o funcionamento dos faróis, lanternas, setas e luz de freio”, completa o especialista.

    Alysson assegura que o motorista deve ter atenção com o excesso de velocidade, já que é, na maioria das vezes, responsável pelos acidentes mais graves. “Com as vias menos obstruídas, muitos motoristas dirigem em alta velocidade, o que aumenta os riscos de acidentes. É indispensável seguir o limite de velocidade estipulado pela via e não fazer ultrapassagens em locais proibidos”, alerta o especialista.

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    Cuidados são indispensáveis antes e durante a viagem

    Segundo Alysson Coimbra, o condutor precisa estar preparado para longas viagens, pois o fator humano é responsável por cerca de 90% dos acidentes.

    “É preciso que o motorista tenha dormido o suficiente à noite e esteja descansado. Não indicamos que quem iniciou algum tratamento recentemente faça uso do medicamento e dirija, já que há remédios que podem interferir diretamente na capacidade de concentração e reação. Na dúvida, consulte seu médico”, disse.

    Em época de chuvas e enchentes, dirigir requer uma série de cuidados para evitar novas tragédias e, por isso, é recomendável um estudo prévio da rota antes de sair de casa.

    “Tenha um plano extra em caso de obstruções da via e mantenha sempre alguma reserva de água potável e alimentos para consumo imediato, caso fique preso em alguma interdição do percurso”, orienta o especialista.

    Utilizar o GPS, mesmo que conheça o trajeto, também é preciso, pois notifica sobre as interdições e desvios por conta de alagamentos. “Jamais atravesse pontos alagados em ruas, estradas e rodovias, pois em muitos casos podem existir crateras. Não dirija se o volume de água cobrir metade da altura da roda e, em caso de enxurradas, sendo possível, não saia do veículo”, completa o diretor científico da Ammenta.

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    Além disso, Alysson explica que, quando a pista estiver molhada, o motorista deve reforçar a atenção para evitar a aquaplanagem — momento em que uma camada de água se forma entre pneu e o solo.

    “Nessa situação a recomendação é parar de acelerar, manter o volante em linha reta e jamais acionar os freios, pois isso pode fazer o veículo perder o controle e sair da pista”, reforça.

    Em caso de chuva, o motorista deve estar em uma distância segura (de 4 segundos) em relação ao veículo da frente.  “Para calcular o tempo, escolha um ponto fixo à frente e comece a contar depois que o outro carro passar por ele. Use faróis baixos para melhorar a visibilidade, nunca a luz alta. Quando a pista estiver molhada, o ideal é transitar em uma velocidade de até 80% do limite permitido na via”, acrescenta.

    Confira as dicas para dirigir em segurança

    • Utilize equipamentos de segurança, como cinto e capacete, em caso de motocicletas Confira os níveis de água, óleo, calibre pneus
    • Confira o funcionamento das luzes de freio, ré, faróis e lanternas
    • Verifique os itens de segurança obrigatórios: triângulo, macaco e se o estepe está calibrado
    • Durma bem e só pegue a estrada se estiver descansado
    • Tenha reserva de água e comida para o caso de interdições de pista ou congestionamento

    Em caso de chuva

    • Use GPS mesmo que conheça o caminho, eles avisam sobre interdições e desvios seguros
    • Em caso de chuva intensa, procure lugar seguro para parar o carro
    • Não dirija se o volume de água cobrir metade da altura da roda
    • Não saia do carro em caso de enxurrada
    • Mantenha distância segura do veículo à frente
    • Use farol baixo
    • Reduza a velocidade gradativamente e não freie bruscamente
    • Em caso de aquaplanagem, mantenha o volante reto, pare de acelerar e não freie
    • Jamais estacione no trecho de circulação da via, dando preferência para acostamento ou vias marginais.
    • Em caso de interdição de pista: se não existir local seguro para estacionar, acione as luzes de alerta e abandone o veículo, buscando abrigo em local seguro
    • Em casos de chuva forte e descargas elétricas, não busque abrigo embaixo de árvores
    • Se possível, faça a sinalização para que os demais motoristas possam reduzir a velocidade e evitar colisões

    Transporte adequado para crianças 

    • Bebê conforto: crianças de até um ano de idade e até 9kg, posicionado em sentido contrário ao painel do veículo.
    • Assento conversível: crianças de até um ano de idade e até 13kg posicionado no sentido contrário ao painel do veículo até a criança completar 1 ano de idade.
    • Cadeirinha: crianças de 1 a 4 anos de idade, que tenham entre 9 e 18 kg, posicionamos de frente para o painel do veículo.
    • Assento de elevação: crianças de 4 a 10 anos de idade que não tenham atingido 1,45 m de altura, com peso entre 15 e 36 kg, sempre conectado ao cinto de três pontos.
    • Banco traseiro e dianteiro somente com o cinto de segurança: crianças com mais de 10 anos de idade e/ou estatura superior a 1,45.

    Transporte adequado para animais de estimação

    • Caixa de transporte: deve ser fixada pelo cinto de segurança do veículo no banco traseiro e precisa ser ventilada e estar de acordo com as dimensões do animal.
    • Cestinhos ou cadeirinhas: recomendadas para animais de pequeno porte que não se adaptam em viajar nas caixas de transporte. São projetadas para serem utilizadas com os animais utilizando coleiras do tipo peitoral e devem ser fixadas no encosto de cabeça do banco traseiro e retidas com o cinto de segurança do veículo.
    • Cinto de segurança: recomendado para cães de porte médio ou grande na posição central do banco traseiro, com os adaptadores presos às coleiras peitorais, e fixados no encaixe do cinto de segurança do veículo.
    • Grades de contenção: indicada para animais de grande porte e têm a função de limitar a circulação do animal dentro do carro e impedir o cão de saltar pela janela.
    • Capa protetora para banco traseiro: pode ser usada com o cinto de segurança, minimizando o risco do animal de sofrer ferimentos em desacelerações bruscas, por exemplo.

    Fonte EM

     

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: Ômicron pode ser o início do fim da pandemia, afirma pneumologista da Fiocruz

    BOA NOTÍCIA: Ômicron pode ser o início do fim da pandemia, afirma pneumologista da Fiocruz

    Margareth Dalcomo destaca ainda que infecção simultânea de gripe e Covid era esperada, mas ainda não apresentam sinais de piora no quadro de saúde dos pacientes

    A variante Ômicron pode significar o começo do controle da pandemia de Covid-19, segundo a avaliação da pneumologista da Fiocruz Margareth Dalcomo. A médica afirmou que a característica das viroses respiratórias é elas se tornarem menos letais e menos capazes de causar doenças severas, como parece ser o caso da nova cepa descoberta inicialmente na África do Sul e que já circula no Brasil.

    “Ela [a variante] está cumprindo um papel historicamente muito relacionado a viroses de transmissão respiratória. Então, é possível que a pandemia esteja perdendo a força pelo aparecimento de uma variante muito transmissível, porém, menos letal”, afirmou.

    Margareth Dalcomo reforçou, porém, que para o controle da pandemia é essencial que se alcance um porcentual de população vacinada no mundo que ainda está distante.

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    No caso do Brasil, a pneumologista afirmou que a situação é razoavelmente confortável porque a população sabe da importância da vacinação. Mais de 67% dos brasileiros estão plenamente vacinados com as duas doses, mas é preciso avançar na aplicação da dose de reforço, aplicada em mais de 26 milhões de brasileiros, cerca de 12% da população.

    “Eu creio que nós teremos muitos casos [da nova variante] no Brasil, mas não creio que teremos pressão no sistema de saúde no sentido de precisar internar. Não creio que teremos mortes, a não ser em situações de uma comorbidade prévia.”

    A médica da Fiocruz ainda pontuou que a cepa original do coronavírus causava pneumonias, que desencadeavam em tromboses e embolias – causas de mortes de muitos pacientes. Já a Ômicron tem características peculiares, com sintomas nas vias aéreas superiores e muito menos letal.

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    “Por isso os testes têm carga viral alta, porém, nós não temos internados pacientes, mesmo os mais idosos, até o momento pelo menos, com quadro de pneumonia grave. Completamente diferente das cepas anteriores”, disse a médica.

    Dalcomo entende como plausível a divulgação de casos de pacientes contaminados com a influenza e com o coronavírus. Isso porque a cepa Ômicron e a nova variante da gripe (a H3N2 variante Darwin) apresentam sintomas muito semelhantes como coriza, dor de garganta e febre.

    A médica recomenda que todos façam os testes para o diagnóstico e o estabelecimento do isolamento, que não é menor do que sete dias.

    Fonte Band News

     

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  • BOA NOTÍCIA: Três Pontas ultrapassa marca de 10 Mil curados da covid-19

    BOA NOTÍCIA: Três Pontas ultrapassa marca de 10 Mil curados da covid-19

    Vacinação e qualidade no atendimento oferecido em Três Pontas garantem esses números de recuperados.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta terça-feira (22) trazendo a confirmação de vários novos casos de coronavírus no município. O total de óbitos saltou para 182. Há quatro pessoas internadas na Santa Casa com a doença e uma hospitalização com suspeita. Recuperados seguem em alta e já passam dos dez mil!

    Inegavelmente os números em Três Pontas, assim como em todo Brasil, estavam melhorando por conta do avanço da vacinação, mas também pelos cuidados adotados pelas autoridades de saúde e cumpridos por grande parte da sociedade. Mas, infelizmente a variante ômicron vem se alastrando de forma assustadora, principalmente após as festas de final de ano. E os casos seguem ‘explodindo’, com desaceleração nas últimas duas semanas. Mas o feriado de carnaval volta a preocupar!

    Última morte por covid-19 em Três Pontas, no ano de 2021, havia sido registrada no dia 13 de setembro. Depois de 123 dias o município voltou a registrar um óbito por complicações decorrentes do coronavírus no dia 13 de janeiro, então a primeira de 2022.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 10.476 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 10.079 já se recuperaram e, infelizmente, 182 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 215 pessoas estão com o vírus.

    Números de Hoje

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    Deve ser levado em consideração o fato de outras pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 38.156.

    Uma pessoa está internada com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Quatro pessoas (confirmadas) encontram-se hospitalizadas; 211 pessoas se encontram em isolamento.

    O Conexão Três Pontas faz um estudo constante que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 678 dias. Isso dá uma média de 15,45 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Uma liderança da Santa Casa de Três Pontas disse ao Conexão que todas as mortes por complicações da covid-19 em 2022 envolvem pessoas que não se vacinaram ou que tomaram apenas uma dose.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

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    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 99 Homens

    _ 83 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 59

    _ 60 a 79 anos – 84

    _ 80 anos ou mais – 38

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 56

    _ Hipertensão – 43

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 66

    _ Doença Renal Crônica – 12

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 10

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 03

    _ Doença Neurológica Crônica – 08

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 06

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 02

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 02

    _ Mialgia – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 80

    _ 8 a 15 dias – 60

    _ 16 a 21 dias – 13

    _ 22 ou mais – 17

    Obs.: 12 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    A NOVA VARIANTE ÔMICRON

    Ômicron é a variante do coronavírus que apresenta mais mutações, por isso colocou o mundo em alerta. Ela possui cerca de 50 mutações em comparação com o vírus original, das quais 26 são exclusivas dele.

    Desde que foi detectada em 24 de novembro na África do Sul, os cientistas começaram uma corrida contra o tempo para descobrir se a ômicron (originalmente conhecida como B.1.1.529) é mais contagiosa, mais letal ou capaz de “driblar” o efeito das vacinas.

    Algumas evidências preliminares sugerem que a ômicron pode facilitar a reinfecção. Ela tem uma velocidade de contaminação muito maior que as anteriores, porém com sintomas mais brandos, na grande maioria dos casos.

     

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  • Passa bem criança mordida por cão em Três Pontas; Ataque foi registrado por câmera de vigilância

    Passa bem criança mordida por cão em Três Pontas; Ataque foi registrado por câmera de vigilância

    Conexão explica medidas de saúde que devem ser adotadas após mordida de cães ou gatos e também explica a questão legal (jurídica). Cabe processo?

    De acordo com apuração do Conexão Três Pontas, a criança mordida por um cachorro no centro de Três Pontas, onde as imagens foram captadas por uma câmera de vigilância eletrônica e repercutidas ontem, quinta-feira, 03 de fevereiro, felizmente passa bem. Ela tem aproximadamente 4 anos de idade e foi socorrida junto ao Pronto Atendimento Municipal. Nesta reportagem especial o Conexão explica as providências tanto no âmbito da saúde (socorro) quanto na questão jurídica (cabe processo ao dono de um animal que morde alguém?).

    Nas imagens que viralizaram nas redes sociais é possível ver a criança, na companhia de sua mãe,  sendo atacada pelo animal, que, tudo indica, tem dono, mas o mesmo não foi localizado. Outras pessoas, que presenciaram a cena, correram para ajudar. Um professor de jiu-jitsu ouviu os gritos e correu para salvar a criança. “Nunca vi o cachorro ali. Mas ele estava bem tratado e parece ter dono. Sou faixa preta e professor de jiu jitsu. Não pensei duas vezes, os treinamentos me ajudaram a socorrer a menina, dei um ‘mata leão (golpe tradicional da modalidade) no cachorro e a medida que ele amoleceu, ficou mais fácil fazê-lo largar a região da costela da menininha”, contou Felipe Reis Santos.

    O animal da raça pitbull foi encontrado pela Polícia Miliar, amarrado, mas sem ferimentos. Foi levado à zona rural, mas teria fugido. A garotinha foi encaminhada por populares ao PAM local. O dono do cachorro ainda não foi identificado. A PM registrou a ocorrência.

    O médico e Diretor do PAM, Dr. Lucas Erbst disse para nossa reportagem que a criança, que não teve a identidade revelada, “não precisou ficar internada e que felizmente não sofreu lesões com gravidade”.

    “Nós seguimos todo o protocolo de atendimento que é preconizado pelo Ministério da Saúde em casos de mordida de cachorro, como o ocorrido em questão. Além do atendimento fizemos a completa vacinação contra a raiva. Ela recebeu todo suporte necessário aqui no Pronto Atendimento. E o que podemos dizer, tranquilizando as pessoas que viram o vídeo e a todos, é que a menininha, graças a Deus, passa bem”, disse Dr. Lucas.

    Imagem Redes Sociais

    Entenda a Raiva

    A raiva é uma doença grave e pode levar à morte em quase 100% dos casos. Os principais sintomas em humanos são: coceira, dor de cabeça e coma.

    Nos animais, pode haver muita salivação, mudança de comportamento (que deve ser observado por dez dias após a mordida), fuga ou morte. Caso o animal seja desconhecido, é preciso se vacinar. Se tiver com a dose em dia, apenas observe os sintomas e, caso haja alguma mudança, procure um médico ou veterinário.

    Segundo a infectologista Rosana Richtmann, os dentes do gato são mais afiados e podem, além de raiva, transmitir tétano e outras bactérias. Se os cortes forem pequenos, não se devem fazer pontos, para evitar complicações.

    De acordo com o Ministério da Saúde, o governo federal distribui a todos os estados lotes da vacina antirrábica para animais. A liberação prioriza as regiões com o maior número de casos: o Nordeste, Pará e Mato Grosso do Sul. Em seguida, vêm a Região Norte e algumas cidades do Centro-Oeste.

    As doses são aplicadas por agentes dos estados e municípios, que também promovem campanhas de acordo com a necessidade.

    Cachorro com a doença da raiva.

    Primeiros Socorros em caso de Mordida

    Os primeiros socorros em caso de mordida de cachorro ou gato são importantes para evitar o desenvolvimento de infecções no local, pois a boca destes animais normalmente contém um elevado número de bactérias e outros microrganismos que podem causar infecções e até doenças graves, como a raiva, que afeta o sistema nervoso.

    Sintomas da Raiva Humana

    A raiva humana, também conhecida como hidrofobia, é uma doença viral em que o sistema nervoso central (SNC) fica comprometido e pode levar à morte em 5 a 7 dias, se a doença não for devidamente tratada.

    Esta doença pode ser curada quando a pessoa procura ajuda médica logo que é mordida por um animal infectado ou quando surgem os primeiros sintomas.

    O agente causador da raiva é o vírus rábico que pertence à ordem Mononegavirales, família Rhabdoviridae e gênero Lyssavirus. Os animais que podem transmitir raiva aos humanos são principalmente cães e gatos raivosos, mas todos os animais de sangue quente também podem ser infectados e transmitir ao homem. Alguns exemplos são os morcegos que consomem sangue, animais de produção, raposa, guaxinim e macacos.

    Os sintomas da raiva em humanos começam aproximadamente 45 dias após a mordida do animal contaminado, já que o vírus precisa chegar no cérebro antes de provocar qualquer tipo de sintoma. Assim, é comum que a pessoa já tenha sido mordida há algum tempo antes de apresentar qualquer sinal ou sintoma.

    No entanto, quando surgem, os primeiros sintomas costumam ser semelhantes aos de uma gripe e incluem:

    _Mal estar geral;
    _Sensação de fraqueza;
    _Dor de cabeça;
    _Febre baixa;
    _Irritabilidade.
    _Além disso, no local da mordida também podem surgir algum desconforto, como a sensação de formigamento ou picadas.

    À medida em que a doença vai se desenvolvendo, começam a aparecer outros sintomas relacionados com a função cerebral, como ansiedade, confusão, agitação, comportamento anormal, alucinações e insônia. Quando surgem sintomas relacionados com a função cerebral, geralmente a doença é fatal e, por isso, a pessoa pode ser internada no hospital apenas para fazer medicação diretamente na veia e tentar aliviar o desconforto.

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    Como acontece a transmissão?

    A transmissão do vírus da raiva acontece por contato direto, ou seja, é preciso que a saliva do animal ou da pessoa infectada entre em contato com uma ferida na pele ou com as membranas dos olhos, do nariz ou da boca. Por esse motivo, a causa mais comum de transmissão de raiva é através da mordida de um animal, sendo mais raro que a transmissão aconteça através de arranhões.

    Como identificar um animal com raiva?

    Numa primeira fase da infecção, os animais infectados pelo vírus da raiva podem se apresentar sem forças, com vômitos constantes e perda de peso, no entanto, esses sintomas acabam progredindo para salivação excessiva, comportamento anormal e automutilação.

    Como prevenir a infecção?

    A melhor forma de se proteger da raiva é vacinar todos os cães e gatos com a vacina antirrábica, porque assim, mesmo que seja mordido por um destes animais, como estes não ficarão contaminados, a pessoa, se mordida, não ficará doente.

    Mordida de Cão ou Gato: procure ajuda médica urgentemente!

    Em caso de mordida de cachorro ou gato, o Ministério da Saúde recomenda que as pessoas procurem logo um posto de saúde ou o pronto socorro para tomar a vacina contra a raiva. São aplicadas até cinco doses, dependendo do caso.

    Quais os riscos de uma mordida de cachorro?

    As mordidas de cachorro podem causar quatro tipo de lesões, sendo elas: arranhão, dilaceração, perfuração ou esmagamento. Todavia, a gravidade da lesão vai depender da raça, força e intensidade do ataque. Assim, cada tipo de lesão exigirá um tipo de tratamento, pois causam diferentes complicações.

    Quanto tempo depois de ser mordida por cachorro posso tomar a vacina?

    Se a vacina estiver indicada, deve ser dada o mais rápido possível mas pode ser feita até 72 horas da exposição. Se o soro estiver indicado, ele deve ser aplicado o mais rápido possível, antes da vacina e se não for, deve ser feito até 7 dias após o acidente.

    Precisa tomar antitetânica para mordida de cachorro?

    Na maioria dos casos, o médico recomendará uma vacina antitetânica após uma mordida de cachorro, se você não tiver tomado a vacina antitetânica nos últimos cinco anos.

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    Devemos lavar a ferida após ser mordido?

    Assim que acontecer a mordida, você deve lavar a ferida com muito sabão e água corrente por um período mínimo de cinco minutos. Depois, estanque o sangue com uma toalha limpa e procure ajuda médica. No hospital, o médico vai fazer uma limpeza na ferida e receitar antibióticos, para combater a infecção.

    Como denunciar cachorro violento na rua?

    As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0800 61 8080 (gratuitamente) ou pelo e-mail para [email protected]. O IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) as encaminhará para a delegacia mais próxima do local da agressão.

    Se um cachorro atacar alguém, o dono é obrigado a indenizar?

    Tido como melhor amigo do homem, companheiro fiel, protetor e afetuoso, o cachorro certamente não goza do mesmo conceito entre os carteiros. Ele é um dos principais causadores de acidentes de trabalho para os funcionários dos Correios.

    CARTEIRO ATACADO POR CACHORRO

    Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça – STJ analisou um caso que envolveu o ataque de cão da raça pit bull a um carteiro. Enquanto o carteiro trabalhava, o cachorro pulou o muro da casa onde vivia e atacou o homem de 63 anos, o deixando gravemente ferido. A vítima teve a perna direita muito machucada e precisou passar por cirurgia, e em decorrência das lesões, o carteiro foi aposentado por invalidez.

    As despesas médicas – que totalizaram R$ 17.784,15 – foram custeadas pelo plano de saúde dos Correios.

    Na tentativa de reaver os valores, os Correios ajuizou ação contra o dono do animal, mas o Tribunal Regional Federal da 4ª Região julgou o pedido improcedente, e a empresa recorreu então ao STJ. O ministro Luis Felipe Salomão, relator do REsp 1.379.885, explicou não ser possível modificar a decisão porque o pedido de ressarcimento dos valores não deveria ter sido feito pela empregadora do carteiro – no caso, os Correios –, e sim pela pessoa jurídica do plano de saúde.

    Imagem Ilustrativa

    A RESPONSABILIDADE DO DONO DO ANIMAL

    Cumpre lembrar que o art. 936 do Código Civil de 2002 descreve a responsabilidade que o dono tem pelos danos e prejuízos causados por seus animais:

    Art. 936. O dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior. Por exemplo, se um animal atacar alguém, ou destruir algo de outra pessoa, o dono deverá ressarcir o prejuízo.

    A responsabilidade referida no mencionado artigo trata-se de responsabilidade objetiva, ou seja, não há necessidade de prova da culpa do proprietário do animal, basta que o animal cause um prejuízo que seu dono responde.

    A lei permite que, se o proprietário provar que houve culpa da vítima, ou que o fato decorreu de força maior, ele não seja responsabilizado.

    É importante esclarecer, que no caso analisado pelo STJ, o legitimado para propor a ação de ressarcimento seria o Plano de Saúde, que é o sujeito que realizou as despesas médicas, e não os Correios.

    Na linha desse entendimento, cumpre anotar que os Correios, enquanto empregadora, ocupa a posição de estipulante, a quem cumpre, entre outras funções, a fiscalização do serviço prestado pela operadora do Plano, e que sua obrigação tem razão preventiva e assistencial, conforme a legislação de regência (art. 458, § 2º, e IV, da CLT), não se confundindo com a figura do segurador/operador do plano.

    CONCLUSÃO:

    Portanto, a ação de ressarcimento dos valores despendidos com gastos médicos no caso visto acima, deveria ter sido ajuizada pelo Plano de Saúde, e não pelos Correios.

    Mas fique atento, ocorrendo o previsto no art. 936 do Código Civil, é plenamente possível que o dono do animal que causou o dano seja obrigado a repará-lo, salvo se provar culpa da vítima ou força maior.

    (Fonte STJ)

    Qual a mordida de cão mais forte do mundo?

    Kangal. O cachorro com a mordida mais forte do mundo tem origem turca. A força da sua mandíbula pode chegar a 743 PSI, o dobro, por exemplo da mordida de um rottweiller. Há a possibilidade de apresentar até 60 kg e sua altura varia de 65 cm a 78 cm.

    *Vale lembrar que cães e gatos são animais dóceis e sobre o comportamento deles pesa fundamentalmente a criação dada pelos seus tutores. Sim, nem todas as raças são iguais, umas mais difíceis que outras, mas os especialistas são categóricos em afirmar que a forma como se educa um cão, independente da raça, definirá sua índole, perfil e comportamento. Enquanto donos, somos responsáveis pela saúde, cuidado e por todas as situações preventivas que envolvem a presença do animal, principalmente em lugares públicos.

    SIM!!! Vale muito a pena ter um cão ou um gato, eles preenchem nossas vidas com amor e companheirismo. Desde que tenhamos amor e RESPONSABILIDADE!

    Fontes de Pesquisa: JusBrasil, STJ, TuaSaúde, Ministério da Saúde e G1

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • Menino de 8 anos toma vacina e faz homenagem à mãe que morreu de Covid

    Menino de 8 anos toma vacina e faz homenagem à mãe que morreu de Covid

    O pequeno João Pedro Lima, 8 anos, recebeu a primeira dose da vacina contra Covid e, com um cartaz, fez uma homenagem comovente à mãe dele, que morreu da doença em 2020.

    “Eu me vacino por mim e pela minha mãe que não teve a oportunidade de se vacinar. Levem seus filhos para se vacinar”, incentivou o menino.

    João Pedro é  Rio Branco, no Acre. Ele estava acompanhado do primo de 7 anos, que também levou uma foto da tia. Raquel Moraes Lima era assistente social e tinha 37 anos, quando morreu em julho de 2020.

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    Ansiosos pela vacina

    A irmã de João Pedro, Larissa Moraes Matos, de 20 anos, contou que ele e o primo estavam muito ansiosos para se vacinar. Eles perderam muitos familiares para a doença.

    Ela contou que a homenagem foi um meio de alertar as pessoas também.

    “Como muitas pessoas ainda não enxergam a importância de se proteger e não acreditam na evolução da ciência, sempre fazemos um manifesto para conscientizar as pessoas”, disse a estudante.

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    A falta da mãe

    Larissa contou que ela e o irmão sentem muita falta da mãe e que sempre que alguém da família é vacinado, eles comemoram.

    Na época, a morte de Raquel comoveu a todos. Ela era servidora de carreira do Instituto Socioeducativo do Acre (ISE-AC) há 11 anos.

    Nesse período, atuou como assistente social como membro da equipe técnica, coordenadora técnica em várias unidades da Capital, e foi diretora do Centro Socioeducativo Santa Juliana.

    “A forma de se manifestar foi ideia da família em conjunto, até mesmo os próprios meninos. Resolvemos levar isso adiante quando vimos nos jornais os baixos índices de procura pela vacinação infantil”, disse.

    Fonte SNB

     

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    Roger Campos

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