Deputado e radialista trespontano Mário Henrique Caixa será um dos palestrantes convidados pelos alunos de Jornalismo
Entre os dias 17 e 21 de maio de 2021 acontece o VII Congresso Internacional do Grupo Unis, com o tema principal: “Empoderar gente para transformar realidades”.
Essa temática foi escolhida por estar diretamente relacionada com o momento em que vivemos e com o que acreditamos ser uma das principais motivações para a educação: impactar e empoderar pessoas.
Trazendo palestras, oficinas, minicursos, workshops, debates e práticas, o Congresso conta com atividades relacionadas a mais de 10 áreas do conhecimento como Desenvolvimento Humano e Regional; Representações Sociais; Direito; Educação; Engenharias; Inovação; Saúde, e muito mais. Tudo isso com a participação e experiência de profissionais de 18 países diferentes.
Contando com 30 convidados diretamente de países como Angola, Argentina, Índia, Japão, Moçambique, Portugal, Romênia, e muitos outros, esta edição do Congresso leva em conta o cenário atual e a necessidade de desenvolver capacidades nas pessoas para que elas possam se reinventar e superar as dificuldades.
O deputado estadual e radialista Mário Henrique Caixa participará explanando sobre o tema “Talento Fora da Caixa, do Futebol à Política”. A palestra dele e também de outros três convidados, com trabakhos relevantes do jornalismo nacional, foram organizadas pelos alunos de jornalismo (5º ao 8º Período) do Grupo Unis.
Esses graduandos de jornalismo criaram a página “Jornada na Web” no Instagram, com o nome de usuário “congreweb“. No Twitter basta digitar @congreweb. Para visitar a página no Facebook o link é Jornada na Web | Facebook Há ainda outras plataformas com conteúdos da Jornada na Web, em vídeo ou podcats. Quem quiser acessar encontrará mais informações sobre as quatro palestras ligadas aos jornalismo. Bora participar?
A programação completa do Congresso Internacional do Grupo Unis pode ser acessada clicando aqui.
No dia 23 de abril, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), divulgou os resultados do Índice Geral de Cursos (IGC) de 2019, um indicador que o MEC utiliza para avaliar a qualidade das Instituições de Educação Superior no Brasil.
Nos resultados divulgados as unidades do Grupo Unis do Centro Universitário do Sul de Minas (Varginha), a Faculdade Três Pontas (Fateps), as Faculdades Integradas de Cataguases (FIC) e o Unis Pouso Alegre alcançaram a nota 4 no índice, e o Unis São Lourenço a nota 3.
O IGC é uma média ponderada da avaliação da graduação por meio do Conceito Preliminar de Curso (CPC) e dos cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado). A escala vai de 1 a 5. Nela, 1 e 2 são avaliações consideradas insatisfatórias, 3 é regular, e 4 e 5 são satisfatórias.
Mas como se chega a esse resultado? Funciona assim: os alunos realizam a prova do Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), que serve para avaliar a qualidade técnica de seus estudantes. Além de analisar o preparo do universitário para o mercado de trabalho, o MEC leva em conta critérios como infraestrutura, corpo docente e as respostas dadas pelos alunos sobre a Instituição em que eles estudam. Desse montante sai a nota do CPC. Depois disso é hora do MEC sentar e avaliar ambos os resultados. Nasce daí o IGC, o Índice Geral de Cursos.
Esses resultados reforçam o compromisso do Grupo Unis em todas suas unidades, de oferecer aos alunos a melhor experiência acadêmica, em busca de garantir o espaço de todos os nossos futuros profissionais no mercado de trabalho, com uma formação baseada na experiência prática e no contato direto com a realidade profissional.
Taxa de ocupação exclusiva para Covid-19 também está em queda. Três Corações e Três Pontas, conforme os dados do Estado, são as únicas cidades que estão no limite de 100% de ocupação.
As ocupações gerais de leitos de UTI e dos leitos exclusivos para tratamento de pacientes da Covid-19 estão em queda nesta semana no Sul de Minas, conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde. A taxa atual é a menor desde a semana do dia 18 de março.
Segundo os últimos dados atualizados nesta quarta-feira (21), a ocupação geral da região hoje é de 86,04% em leitos gerais de UTI e de 84,40% nos destinados ao tratamento da Covid-19.
No último domingo (18), a taxa geral de ocupação de UTI da região era de 88,14% e a de ocupação de leitos para pacientes de Covid-19 era de 89,68%. Na ocasião, a taxa havia registrado aumento em relação à semana anterior.
Ocupação por município
Conforme os dados do Estado, nenhuma cidade da região tem no momento 100% de ocupação de leitos gerais de UTI. São Lourenço (97,33%), Três Corações (96,67%), Guaxupé (96,15%), Poços de Caldas (94,12%), Três Pontas (93,33%) e Varginha (92,42%) seguem com a ocupação acima de 90%, mas ganharam um respiro nos últimos dias.
Por outro lado, São Sebastião do Paraíso (70%), Itajubá (71,95%) e Pouso Alegre (72,73%) apresentam agora as menores taxas de ocupação geral de UTI da região.
Em relação aos leitos exclusivos para tratamento da Covid-19, Três Corações e Três Pontas, conforme os dados do Estado, são as únicas cidades que estão no limite de 100% de ocupação. Varginha (96,67%), Poços de Caldas (96%), Lavras (95%), Guaxupé (94,12%) e São Lourenço (93,10%) aparecem em seguida com taxas acima de 90%.
Passos (68%), Pouso Alegre (70,69%) e Alfenas (73,33%) são as cidades que neste momento estão com a menor taxa de ocupação de UTI para pacientes de Covid-19.
Leitos de enfermaria
Já em relação a leitos de enfermaria, o Sul de Minas registrou aumento na taxa de ocupação desde o fim de semana. Neste momento a taxa geral é de 51,13%, acima dos 48,76% do último domingo (18).
Já a proporção ocupada por pacientes de Covid-19 hoje é de 15,09%. No último domingo, essa taxa era de 15,16%.
Pelo menos 10 prefeituras publicaram decretos proibindo a venda de bebidas.
Para conter o avanço da disseminação da Covid-19 e coibir as festas clandestinas, várias cidades do Sul de Minas já publicaram decretos proibindo a venda de bebidas alcoólicas nas últimas horas.
O anúncio da proibição levou moradores a formarem filas em supermercados. Em Congonhal (MG), a movimentação começou na manhã desta sexta-feira após a divulgação do decreto de proibição em Pouso Alegre, cidade vizinha.
Conforme apuração do G1 junto a estabelecimentos locais, as filas se formaram por volta de 7h e permaneceu por duas horas, até o próprio município também proibir a venda de bebidas alcoólicas para evitar aglomerações.
Os decretos proíbem a venda, a distribuição e o fornecimento de bebidas alcoólicas por quaisquer pessoas e estabelecimentos, inclusive supermercados e congêneres, e por qualquer sistema de vendas, inclusive delivery.
Decisão do juiz Wagner Aristides Machado da Silva Pereira foi proferida na noite desta sexta-feira (26). Decretos da prefeitura com restrições seguem em vigor.
A Justiça negou a ação do Governo de Minas contra Varginha e permitiu que a cidade continue fora da onda roxa. A decisão do juiz Wagner Aristides Machado da Silva Pereira foi proferida na noite desta sexta-feira (26). Os decretos com restrições publicados pela prefeitura seguem em vigor.
Na decisão, que ainda cabe recurso, o juiz da Comarca de Varginha, destacou que a realidade da cidade permite a atitude que foi tomada pela prefeitura.
“Não se mostra razoável e tampouco proporcional deferir a tutela de urgência, nos moldes em que foi proposta, se as circunstâncias, a realidade de nossa cidade, permitem a atitude adotada pelo município, que foi feita dentro da legalidade e seguindo as diretrizes federais”, escreveu o juiz na decisão.
O juiz concedeu 15 dias para que o Governo de Minas apresente contestação.
Fora da onda e ação
A Prefeitura de Varginha informou que não iria aderir à onda roxa do Minas Consciente no dia 16 de março, data em que a fase mais restritiva do plano estadual teve início e foi imposta para todos os municípios mineiros.
A administração municipal publicou três decretos próprios neste período, com medidas restritivas elaboradas pelo comitê da Covid-19 da cidade. O último documento foi emitido na quinta-feira (25), com novas imposições para restringir o comércio local.
Irmãos médicos e a namorada de um deles “nasceram de novo”, disseram os socorristas
Um acidente de trânsito gravíssimo envolvendo 8 veículos deixou cinco feridos na manhã desta quinta-feira (25) na Rodovia Fernão Dias, em Extrema (MG). Se envolveram no grande engavetamento três carretas, um caminhão e quatro automóveis, sendo que um deles, um veículo de passeio, de cor branca, acabou sendo “espremido” entre duas carretas. Nele estavam os médicos trespontanos Dr. Pablo Girardelli e seu irmão Tácio Girardelli Mendonça Mesquita, além da namorada de Tácio, Kátia.
Quem viu as imagens do acidente, pessoas que estavam no local e os próprios agentes de salvamento ficaram surpresos com o fato dos três ocupantes do carro branco terem sido retirados com vida e conscientes.
Conforme a Arteris, concessionária que administra a Rodovia Fernão Dias, as causas do acidente ainda não foram reveladas e serão investigadas. Uma vítima (Tácio Girardelli) teria sido socorrida pelo Helicóptero Arcanjo do Corpo de Bombeiros/SAMU. Outras, que ficaram feridas com menor gravidade, também foram levadas para hospitais de Extrema (MG) e de Pouso Alegre (MG). Além dessas, outras três pessoas, com ferimentos leves, recusaram atendimento médico.
O acidente ocorreu sentido São Paulo, no KM 946,8 e provocou a interdição da pista e um congestionamento de cerca de 10 km. O tráfego foi desviado para a alça de acesso àquela cidade.
O Conexão Três Pontas conversou com socorristas que estiveram no local. Conforme o COBOM de Extrema “graças a Deus, por um milagre, foram vítimas não tão graves, a maioria leves. Teve todo acompanhamento, apoio do Corpo de Bombeiros, do AC3, suporte do Arcanjo; foram levados para hospitais da região e felizmente estavam todos bem”.
Também conversamos com pessoas próximas às vitimas (trespontanas) do acidente. Há ainda muitas informações desencontradas e neste momento toda prudência nas informações é fundamental.
As últimas informações do quadro clínico das vítimas do acidente mostram que elas ainda passam por alguns procedimentos e inspiram cuidados. Seguimos acompanhando o estado de saúde dos três e informaremos a qualquer momento.
Irmãos Médicos
Dr. Pablo Girardelli é um dos mais conceituados médicos nefrologistas do Sul de Minas, com atuação nas capitais mineira e paulista. Cirurgião de muito talento, atua em Itajubá no acompanhamento clínico e também no setor de hemodiálise. Em 4 de setembro de 2016 Dr. Pablo sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral), correu sério risco de morrer e provocou uma grande comoção por toda cidade. Depois de muito esforço, reassumiu aos poucos seu trabalho como médico, seguiu cuidando de gente e salvando vidas.
Tácio Girardelli é médico cardiologista, visto como “de raro conhecimento e talento”. Bastante querido por pacientes e colegas da área da saúde, assim como o irmão mais velho, tem feito um trabalho marcante em Três Pontas.
Orações
Assim que o acidente foi confirmado e as fotos “impressionantes” começaram a circular juntamente com as identidades das três vítimas trespontanas, a cidade iniciou, assim como em 2016 após o AVC do Dr. Pablo, uma grande corrente de orações. “Médicos queridos, assim como a Kátia. Pedimos a Deus e à Nossa Senhora que cuidem deles e os cure. Eles nasceram de novo, sem dúvida receberam um grande milagre. Rezemos para que tudo corra bem nas próximas horas, nos procedimentos que estão sendo realizados”, disse uma pessoa próxima aos irmãos.
Fotos: Redes Sociais
Registro da Ocorrência (ATUALIZAÇÃO):
Local doa cidente: BR 381, km 947, Extrema – MG
Acidente envolvendo 03 caminhões e 03 veículos de passeio, com total de 5 vítimas, sendo três graves
encarceradas e duas vítimas leves. As vítimas encarceradas estavam em um veículo Honda Civic. O veículo foi
prensado entre dois caminhões, ficando totalmente sob os mesmos.
Todas as três vítimas estavam encarceradas e foram retiradas das ferragens pela GU BM e repassadas para os médicos que triavam as
vítimas, sendo médicos da Artéris e o Aeromédico do BOA. A vítima em estado mais grave, homem de 38 anos, foi repassada a equipe do Arcanjo do BOA e encaminhada para o Hospital de Pouso Alegre. As outras duas vítimas em estado grave, uma mulher e um homem, foram conduzidas pela equipe da USA para o Hospital São Lucas em Extrema. As vítimas que estavam em estado leve foram encaminhadas para o Hospital São Lucas pelo SAMU e Artéris.
Apoio no local: 01 equipe do BOA, 03 equipes da Arteris, 01 equipe do SAMU e 01 equipe da PRF.
As vacinas chegaram na manhã desta sexta-feira (26) em Alfenas (MG) e foram entregues para as Regionais de Saúde, que farão as distribuições para os municípios.
Uma nova remessa de vacinas contra a Covid-19 chegou na manhã desta sexta-feira (26) em Alfenas (MG). As doses chegaram por volta de 10h45 no aeroporto de Alfenas (MG) para serem distribuídas para as outras Superintendências Regionais de Saúde da região, localizadas na cidade e também em Passos, Pouso Alegre e Varginha. Representantes de cada regional acompanharam a chegada dos imunizantes.
As doses CoronaVac e AstraZeneca foram distribuídas para as regionais e depois serão entregues aos municípios do Sul de Minas. Segundo o governo de Minas Gerais, as vacinas serão utilizadas para imunizar idosos acima de 80 anos e trabalhadores da saúde.
Na última quarta-feira (24), Minas Gerais recebeu 357.400 doses de vacina contra a Covid-19. A nova remessa contém 220 mil doses da vacina de Oxford (AstraZeneca/ Fiocruz), que devem ser todas aplicadas, e 137.400 da CoronaVac, do Instituto Butantan, que serão divididas para a aplicação de duas doses.
A distribuição dos imunizantes para os municípios deve começar na próxima segunda-feira (1º).
Região superou os 100 mil casos confirmados da doença nesta sexta-feira (26); novos casos caem pela quinta semana, enquanto mortes caem pela segunda.
O Sul de Minas registrou queda de novos casos de Covid-19 pela 5ª semana seguida. As mortes pela doença também estão em queda há duas semanas. É o que apontam os dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (MG). Nesta sexta-feira (26), a região ultrapassou a marca dos 100 mil casos confirmados da doença.
Conforme o levantamento, a região registrou nesta semana 4.036 novos casos da doença, com 82 mortes. Em relação à semana passada, a queda no número de casos é de 1,4% e a de mortes é de 22,6%.
Número de casos registrados na região nas últimas semanas:
Nesta semana: +4.036 casos, com 82 mortes
Há 1 semana: +4.094 casos, com 106 mortes
Há 2 semanas: +4.508 casos, com 168 mortes
Desde o início da pandemia, conforme os dados da SES-MG, o Sul de Minas possui 96.234 registros da doença, com 2.027 mortes.
Estes dados são referentes ao balanço publicado pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais e podem apresentar divergências com os já divulgados por prefeituras, devido a períodos diferentes de fechamento.
Conforme os dados da SES-MG, as cidades que mais registraram casos nesta semana foram:
Itajubá: +317
Pouso Alegre: +289
Varginha: +274
Extrema: +211
Andradas: +186
Poços de Caldas: +180
Passos: +116
São Sebastião do Paraíso: +109
Campo Belo: +100
Alfenas: +98
Já as cidades que tiveram mais mortes pela Covid-19 confirmadas pela SES-MG na semana foram:
Poços de Caldas: +10
Varginha: +8
Itajubá: +7
Guaxupé: +5
Andradas, Campo Belo, Alfenas, Boa Esperança e Alterosa: +3
No boletim divulgado nesta sexta-feira (26), a SES-MG incluiu no balanço mais 16 mortes e outros 689 novos casos da doença no Sul de Minas. As novas mortes registradas pela SES-MG, ocorreram em:
+4 Poços de Caldas
+2 Itajubá
+1 Alterosa, Andradas, Campo Belo, Extrema, Guaxupé, Monte Sião, Nova Resende, Santo Antônio do Amparo, São Sebastião do Paraíso e Varginha
* SES-MG retirou do balanço uma morte já divulgada em Jacutinga. Cidade tem agora 22 mortes confirmadas.
Já os novos casos foram registrados em 94 cidades:
+59 Campo Belo
+57 Itajubá
+54 Andradas
+42 Extrema
+36 Varginha
+25 Passos
+24 Três Corações
+19 Poços de Caldas
+18 Muzambinho
+17 Itapeva
+15 Cambuí
+12 Maria da Fé e São Pedro da União
+10 Itaú de Minas e Três Pontas
+9 Caxambu, Itamonte e Jacutinga
+8 São Sebastião do Paraíso, Capetinga e Monte Belo
+7 Guaxupé, Baependi, Cruzília, Guaranésia, Ipuiúna, Lambari, Machado e Virgínia
+6 Monte Sião, Campanha, Paraguaçu, Santa Rita do Sapucaí e São Lourenço
+5 Cabo Verde, Carmo de Minas, Conceição do Rio Verde, Congonhal, Ilicínea, Marmelópolis, Passa Quatro e Pedralva
+4 Bueno Brandão, Cristais, Juruaia e Nepomuceno
+3 Alfenas, Caldas, Campestre, Campos Gerais, Heliodora, Jacuí, Piranguinho e Santa Rita de Caldas
+2 Arceburgo, Bom Repouso, Bom Sucesso, Carmo da Cachoeira, Carmo do Rio Claro, Carvalhos, Conceição dos Ouros, Delfim Moreira, Dom Viçoso, Estiva, Fama, Fortaleza de Minas, Ibiraci, Ijaci, Itamogi, Liberdade, Monte Santo de Minas, Pratápolis, São Sebastião da Bela Vista, São Sebastião do Rio Verde, São Tomás de Aquino e Silvianópolis
+1 Bandeira do Sul, Borda da Mata, Brazópolis, Cássia, Córrego do Bom Jesus, Divisa Nova, Elói Mendes, Gonçalves, Ibitiúra de Minas, Natércia, Olímpio Noronha, Ouro Fino, São João Batista do Glória, São José da Barra, São Tiago, São Vicente de Minas, Turvolândia e Wenceslau Braz
Quadrilha era responsável por 95% dos furtos e roubos em propriedades rurais no último ano.
Uma mega operação da Polícia Civil de Minas Gerais contra roubos e furtos em propriedades rurais no Sul do estado ocorreu na manhã de hoje (09) em quatro cidades da região, dentre elas Três Pontas. Três pessoas foram presas.
A Delegacia da Polícia Civil de Três Pontas foi usada como base da operação que ocorreu em Varginha, Boa Esperança, Nova Resende e Três Pontas. Também na sede da mesma delegacia uma coletiva de imprensa realizada no fim da manhã de hoje, dia 9, trouxe mais informações sobre os resultados da Operação Faroeste.
Um trabalho detalhado da Polícia Civil, envolvendo diversos homens, começou a desmantelar na manhã de hoje uma quadrilha especializada em roubos e furtos em propriedades rurais no sul de Minas Gerais. Como saldo preliminar, três pessoas foram presas e um quarto mandado de prisão segue em aberto com um elemento foragido.
A Operação Faroeste está vivendo a sua terceira fase, tendo sido iniciada toda investigação há cerca de um ano. De acordo com a Polícia Civil, a quadrilha investigada e parcialmente presa seria responsável por cerca de 95% dos furtos e roubos em propriedades rurais da região no último ano, agindo em aproximadamente 8 cidades.
Além das prisões foram apreendidos maquinários, materiais e armas. Ainda conforme a PC a quadrilha causou um prejuízo estimado em cerca de R$ 800.000,00 para proprietários de diversas localidades rurais. As vítimas tiveram cafés, maquinários e implementos agrícolas furtados ou até mesmo roubados.
Investigador Gustavo Felipe Domingos Campos.
De acordo com o inspetor da polícia civil Gustavo Felipe Domingos Campos esta operação recebeu o nome de “faroeste” por conta do modus operandi, da forma como a quadrilha atuava criminalmente contra as propriedades rurais.
“Esses elementos agiam sempre portando armas de fogo, todos encapuzados e usando sempre de violência. Em algumas situações o uso da violência é claro como numa ocasião em que os moradores da residência foram algemados e colocados num cômodo do local. E diante de todo esse clima de terror que eles causavam nas vítimas nós intitulamos a operação como faroeste”, revelou.
Ao todo 16 pessoas faziam parte dessa quadrilha que começou a ser desmontada agora.
Hierarquia do Crime
A quadrilha demonstra ser especializada, agindo de forma meticulosa e extremamente organizada, onde 4 bandidos são os líderes e os demais dividem-se em várias funções como os executores, que são aqueles que vão nas fazendas cometer os crimes, os receptadores que adquirem os objetos furtados ou roubados para revenda, os informantes, fundamentais no repasse de informações sobre o movimento nas fazendas e locais que se tornavam alvos da quadrilha, e, por fim, os transportadores. Conforme a Polícia Civil eram dois receptadores, um especializado na receptação de cafés furtados ou roubados, que eram posteriormente levados para Varginha, e outro receptador especializado em máquinas agrícolas e implementos que eram levados para Nova Resende.
Um fato que chamou a atenção dos policiais na investigação é que um dos acusados tinha uma quantidade de café em seu nome em uma cooperativa do Sul de Minas num volume muito acima do que seria produzido em sua lavoura (o que representaria algo em torno dos R$150.000,00). Isso chamou a atenção dos policiais que passaram a acompanhar toda a movimentação desse indivíduo até que a operação fosse deflagrada hoje.
Os três elementos presos serão levados para o presídio de Elói Mendes.
Ao todo 60 policiais da polícia civil participaram da operação faroeste em sua fase 3.
Dados da Secretaria de Estado da Saúde não batem com os das prefeituras. “Não houve 5 óbitos hoje!” Conexão explica melhor.
Com o título “Com recorde negativo pelo 2º dia, Sul de Minas tem mais 39 mortes por Covid-19 confirmadas” e o subtítulo “Número divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde é o maior da região para um só dia desde o início da pandemia”, seguidos do corpo da reportagem do G1 Sul de Minas (https://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2021/02/04/com-recorde-negativo-pelo-2o-dia-sul-de-minas-tem-mais-39-mortes-por-covid-19-confirmadas.ghtml) e de outros veículos de comunicação sediados em Varginha onde está registrado QUE TRÊS PONTAS TEVE HOJE MAIS 5 MORTES PELA COVID-19, muitos trespontanos, assustados, procuraram o Conexão Três Pontas para entender o caso, já que no Boletim Epidemiológico da Prefeituira Municipal de Três Pontas não confirma hoje (04 de fevereiro) mais nenhum óbito por coronavírus.
Última morte por coronavírus foi registrada em Três Pontas no último domingo, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.
Várias reportagens da região estão seguindo a atualização dos dados via Secretaria de Estado da Saúde e não através da divulgação de cada município. Com isto, a divergência de dados é constante, desde o início da pandemia.
Na reportagem do G1 Sul de Minas há a explicação: “Estes dados são referentes ao balanço publicado pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais e podem apresentar divergências com os já divulgados por prefeituras, devido a períodos diferentes de fechamento. Conforme o boletim da SES-MG, as novas mortes foram confirmadas em diversas cidades, dentre elas Campo Belo e Três Pontas (mais 5 mortes em cada uma delas)”.
Nossa reportagem conversou com a coordenação da Vigilância Epidemiológica da Prefeitura Municipal de Três Pontas, responsável pela divulgação dos dados diariamente via site da Prefeitura Municipal. Ela negou mais 5 mortes hoje e lembrou que os dados da SES estão defasados. “Lá está constanto 33 mortes em Três Pontas e infelizmente são 36. Mas hoje (04) não tivemos nenhum óbito por covid-19”, afirmou.
A divergência de informações entre a Secretaria de Estado da Saúde e as prefeituras gera mais pânico e instabilidade na sociedade, já bastante afetada pela pandemia em si.
O QUE DIZ A SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE MINAS GERAIS
Os número de casos suspeitos e confirmados divulgados pela SES-MG têm sido diferentes dos que estão sendo anunciados diariamente em boletins de prefeituras.
Sobre isso, a secretaria informou que assim que o caso suspeito é identificado pelo serviço de saúde, é realizada uma triagem com este paciente de acordo com dados clínicos e epidemiológicos, auxiliando na tomada de conduta de interação ou isolamento domiciliar. O profissional de saúde entra em contato com o CIEVS-Minas ou Unidade Regional de Saúde para discussão do caso.
Definido como caso suspeito, o município preenche um formulário com os dados do paciente denominado RedCap, específico do Ministério da Saúde. Através deste formulário é gerado todo o banco de dados do Coronavírus no Estado.
O COES Coronavírus analisa esse banco de dados diariamente, reclassifica os casos, solicita novas informações ao município e faz o cruzamento dos resultados de exames laboratoriais. Após todo esse trabalho, que é realizado até as 13h do dia corrente, é que os dados estarão tratados para fazerem parte do Boletim Diário.
Dessa forma, é necessário percorrer todo este fluxo de notificação para que os casos sejam incluídos no boletim epidemiológico divulgado pela SES-MG e, por esta razão, divergências pontuais entre os municípios e os casos já computados pela SES-MG, podem ocorrer, tanto em relação a casos suspeitos quanto a casos confirmados.
Para ter acesso diário ao Boletim Epidemiológico da Prefeitura Municipal de Três Pontas basta acessar o site:
Sentença foi divulgada na manhã deste sábado (30), após quase 20 horas de julgamento. Caso aconteceu há mais de 20 anos em Poços de Caldas, no Sul de Minas. Condenados não poderão recorrer em liberdade.
A Justiça condenou dois dos três médicos que estavam em julgamento, acusados pela morte do menino Paulo Veronesi Pavesi, em abril de 2000, em Poços de Caldas, no Sul de Minas Gerais. O julgamento, que começou nesta quinta-feira (28), foi retomado na manhã desta sexta-feira (29) e só terminou na madrugadadeste sábado (30).
José Luis Gomes da Silva e José Luis Bonfitto foram condenados a 25 anos de prisão e não poderão recorrer em liberdade. Já Marco Alexandre Pacheco da Fonseca foi absolvido pelo júri. O pai da vítima estava presente no momento da leitura da sentença.
De acordo com a Justiça, os médicos que foram julgados fizeram o atendimento à criança na emergência. O primeiro dia foi marcado pelo depoimento do pai da vítima, em plenário, e outros 12 depoimentos foram gravados e transmitidos por vídeo.
Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o outro médico acusado que ainda não foi julgado, lvaro Ianhez, teve o processo desmembrado por causa de um recurso que ainda não foi julgado.
O caso foi desmembrado e transferido de Poços de Caldas para Belo Horizonte em agosto de 2014, a pedido do Ministério Público, para evitar a influência econômica e social dos médicos sobre os jurados. Na época, uma associação de médicos da cidade fez uma campanha publicitária para anunciar a “inocência dos médicos”, o que, conforme o MP, comprometia a integridade do júri.
Depoimento do pai
Conforme divulgado pelo TJMG, Paulo Airton Pavesi, pai da criança, afirmou que doaria os órgãos do menino, caso houvesse morte cerebral. A decisão foi compartilhada com os médicos depois que soube da piora do estado de saúde do filho.
O homem ainda contou que presenteou os médicos com placas de metal pelos cuidados prestados ao filho pelos profissionais. Mas descobriu o crime após analisar a conta do hospital, que listava tratamentos incompatíveis com o estado de saúde da criança.
Ainda de acordo com o TJMG, Paulo Airton informou que os procedimentos realizados no hospital visavam manter a saúde dos órgãos para doação irregular, e uma exumação posterior constatou a retirada de órgãos que ele não tinha autorizado.
O pai do menino ainda contou que as denúncias que foram feitas a partir do caso motivaram a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), em Brasília, e que sofreu perseguições que o fizeram se refugiar na Itália.
Interrogatórios
Os médicos foram questionados sobre as condições em que a criança chegou ao hospital, os tratamentos a que foi submetida e momento da constatação da morte cerebral. Além disso, José Luis Gomes da Silva e José Luis Bonfitto disseram que o próprio pai foi quem sugeriu a doação de órgãos e que, antes disso, fizeram todo o possível para salvar o menino.
Caso Pavesi
O caso Pavesi teve como início o ano 2000, quando os médicos José Luis Gomes da Silva, José Luis Bonfitto, Marco Alexandre Pacheco da Fonseca e Álvaro Ianhez foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado de Paulo Veronesi Pavesi, que na época tinha 10 anos.
Conforme a Justiça, os quatro médicos teriam sido responsáveis por procedimentos incorretos na morte e remoção de órgãos do garoto, após ele cair de uma altura de 10 metros no prédio onde morava. O exame que apontou a morte cerebral teria sido forjado e o garoto ainda estaria vivo no momento da retirada dos órgãos.
Na decisão que marcou a data do julgamento, o ministro Ribeiro Dantas explicou que não há controvérsia a respeito dos fatos denunciados e reconhecidos na sentença que foi anulada pelo TJMG, pois, tanto para o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) quanto para as instâncias ordinárias, os médicos removeram os órgãos da vítima, causando-lhe dolosamente a morte como consequência.
Os quatro negam qualquer irregularidade, tanto nos exames, quanto nos transplantes aos quais o garoto foi submetido. O caso foi desmembrado e transferido de Poços de Caldas para Belo Horizonte em agosto de 2014, a pedido do Ministério Público, para evitar a influência econômica e social dos médicos sobre os jurados.
O júri popular desses quatro médicos aconteceria no dia 6 de abril de 2016 em Belo Horizonte, mas foi suspenso.
Sentença anulada de outros três médicos envolvidos
Outros três médicos acusados de participação no caso, Sérgio Poli Gaspar, Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, chegaram a ser condenados em 1ª instância em 2014 por participação no caso, mas a sentença foi anulada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais em maio de 2016 e o processo retornou para Poços de Caldas.
Os três médicos foram condenados em janeiro de 2014 a penas que variam de 14 a 18 anos de prisão em regime fechado por participação no caso. Eles não foram a júri popular.
Os médicos Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes chegaram a ficar presos por 30 dias e ganharam na Justiça o direito de recorrer da sentença em liberdade. Já Sérgio Poli Gaspar ficou foragido por um mês e após se entregar passou apenas um dia preso. Ele também poderia recorrer em liberdade.
Mês ainda não acabou, mas número de casos já superaram o mês passado em 109,5%; mortes também aumentaram em 60,8%.
O mês de janeiro ainda não terminou, mas o número de casos de Covid-19 registrados neste início do ano no Sul de Minas já é o dobro do que foi observado durante todo o mês de dezembro na região. Até esta terça-feira (26), a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) ja havia registrado 25.293 casos no Sul de Minas neste mês, com 288 mortes. O aumento é de 109,5% de casos em relação a dezembro e 60,8% de mortes em relação ao mês passado.
A situação crítica reflete nas ocupações de leitos de UTI em hospitais. Hoje, conforme a SES-MG, o Sul de Minas tem 75% de seus leitos de UTI ocupados, sendo que 37,94% são para pacientes de Covid-19, os maiores níveis registrados desde o início da pandemia.
Segundo os especialistas, os feriados de Natal e Ano Novo contribuíram para essa alta registrada durante o mês de janeiro. Durante a semana do Natal, o Sul de Minas teve 1.963 casos registrados. Praticamente um mês depois, na semana passada, a região registrou 8.404 novos casos, um salto de 328,12%.
“Pela trajetória dos números quando a gente observava grandes feriados e 10, 12 dias depois, o número de casos aumentava cinco, seis vezes, é completamente e infelizmente coerente, porque além de nós termos o feriado do Natal, nós em menos de uma semana tivemos o de Ano Novo, então esse efeito que era os feriados ajudando aglomerações, facilitando o contágio, ele foi potencializado, então os casos que ocorreram no Natal e Ano Novo, eles já se resolveram, mas eles alimentaram a chamada curva epidêmica e nós estamos vendo isso agora, eles deram um impulso muito forte para o aumento de casos que nós estamos observando”, disse o professor de Epidemiologia da Unifal-MG, Sinézio Inácio da Silva Júnior.
Na mesma proporção, o número de mortes também vem aumentando muito. Só na última semana, foram 97 na região, quase três vezes mais do que a média registrada em dezembro, de 36 mortes por semana.
“Do dia 15 de janeiro pra cá, no Sul de Minas, o crescimento da média móvel de mortes passou de -2% no dia 15 e no dia 16 esse crescimento da média semanal de mortes aumentou em 26% e hoje está em 123% a mais, então nós estamos observando o que é esperado na epidemiologia. Mesmo que os casos comecem a diminuir, mas lembrando, eles estão em nível alto, as mortes ainda estarão aumentando por um tempo nós vamos observar esse aumento”, disse o professor.
Para ele, a situação somente poderá ser contida com a adoção de medidas mais rigorosas.
“Comerciantes em uma legítima preocupação com a sobrevivência econômica deles, com os empregos, eles têm protestado, tem sido muito difícil para eles, assim como muito difícil para muita gente, crianças fora de casa, então se a gente pelo menos pegasse 10 dias e de uma maneira firme a gente fizesse esse distanciamento social, nós conseguiríamos provavelmente diminuir esse contágio e colocar essa curva, esse número de casos, em uma descendente, para sair desse novo patamar que nós estamos entrando, em cima do qual podemos dizer que se continuar, e a situação somada nos vários municípios ao mesmo tempo, vai ser uma situação bastante crítica para o sistema de saúde”, completou o professor Sinézio.