Categoria: Tragédia

  • Oito barragens da Vale em Minas podem se romper

    Oito barragens da Vale em Minas podem se romper

    Pelo menos oito barragens da Vale em Minas Gerais correm “severo risco de rompimento”, conforme ação encaminhada à Justiça do Estado. O documento, que tramitava em sigilo e foi publicado ontem, lista reservatórios de Barão de Cocais, Nova Lima, Ouro Preto e Brumadinho, onde o desastre ocorrido há 19 dias deixou até o momento 165 mortos. Somadas, as populações desses municípios ultrapassam 239 mil pessoas.

    A mineradora sabia do perigo de acidente na Mina do Córrego do Feijão desde outubro de 2018, segundo o Ministério Público (MP). À época, documentos internos elaborados pelo setor de gestão de risco geotécnico da Vale apontavam que, dos 57 reservatórios da companhia, dez estavam em “zona de atenção”. Dentre eles, as barragens I e IV-A, que estouraram em 25 de janeiro.

    De acordo com o relatório, todas as estruturas mencionadas estão perto de núcleos urbanos. Ou seja, “não há tempo suficiente para intervenção das autoridades competentes em situações de emergência, de forma que as pessoas têm que se salvar sozinhas”.

    A Vale disse que o documento entregue à Justiça aborda “fatores probabilísticos” e “não determinantes” sobre as barragens.

    Cenário de Riscos

    O biólogo Diego Lara, que atua na área de consultoria ambiental há 12 anos, observa que as mineradoras precisam ser mais conservadoras diante de cenários de riscos. Ele destaca que muitos estudos mostram a possibilidade de rompimento, mas, às vezes, os planos de emergência elaborados não estão à altura.

    “Dessa forma, é possível oferecer aos moradores que vivem próximos às barragens a opção de continuar ou não vivendo no local”, diz. “O que temos visto é que a população, muitas vezes, não tem conhecimento dessa ameaça”, ressalta Lara.

    Professora dos cursos de engenharia civil e de minas das Faculdades Kennedy, Rafaela Baldí Fernandes explica que todas as medidas de segurança devem estar rigorosamente estabelecidas pelas empresas a partir do início das operações. “Mas é preciso lembrar também que a fiscalização pode detectar e cobrar essas mudanças”, destaca.

    Prevenção

    Várias ações protetivas foram impostas à Vale. Dentre elas, a contratação de auditoria independente para emitir relatórios de estabilidade das oito estruturas em risco e de todo o complexo minerário em que elas se situam. Em caso de descumprimento, conforme decisão judicial de 1º de fevereiro, a multa prevista é de R$ 1 milhão por dia.

    Até esta terça-feira (12), segundo o Ministério Público, nenhuma ação havia sido adotada pela Vale, que já acumulava de R$ 12 milhões em autuações.

    Outra obrigação prevista é a contratação de uma empresa que consiga “firmar compromisso nos autos de trabalhar como perito do juízo e realize vistorias in loco para verificação dos parâmetros necessários à assegurar ou não a segurança das estruturas”.

    Por nota, a Prefeitura de Nova Lima disse que não foi comunicada sobre a necessidade de intervenção das barragens Capitão do Mato, Dique B e Taquaras, nem de decisões tomadas pelo MP.

    Chefe do Executivo de Ouro Preto, Julio Pimenta também afirma não ter sido notificado. Ele diz que as barragens Forquilha I, II e III estão longe do Centro da cidade, sem distritos adjacentes, mas próximas à vizinha Congonhas. “Criamos uma comissão para identificar a situação e pedimos que nenhuma barragem seja alteada. Também solicitamos o cronograma de descomissionamento delas”.

    Nenhum representante da Prefeitura de Congonhas foi localizado. Já as administrações municipais de Barão de Cocais e Brumadinho não responderam se foram comunicadas sobre os riscos.

    Em coletiva, o gerente-executivo da Vale, Lúcio Cavalli, disse que o relatório aborda “fatores probabilísticos” e não “determinantes” como as análises de uma empresa terceirizada, que realizou inspeções na estrutura que se rompeu em Brumadinho. Segundo Cavalli, parecer dos engenheiros contratados, datado de setembro do ano passado, indicou que o fator de segurança da barragem da Mina do Córrego do Feijão era adequado. Das 17 recomendações listadas pelos técnicos, oito já haviam sido concluídas e nove estavam em andamento.

    *Hoje em Dia

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    Roger Campos

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  • TRAGÉDIA: Jovens atletas do Flamengo morrem em incêndio no Centro de Treinamento.

    TRAGÉDIA: Jovens atletas do Flamengo morrem em incêndio no Centro de Treinamento.

    SONHOS DE 10 JOVENS ATLETAS E SEUS FAMILIARES SÃO INTERROMPIDOS.

    Jovens atletas do Flamengo estão entre os dez mortos em um incêndio em um alojamento no Ninho do Urubu, na Zona Oeste do Rio, no início da manhã desta sexta-feira (8). O Fla-Flu deste sábado, válido pela semifinal da Taça Guanabara, deve ser adiado.

    As chamas atingiram as instalações onde dormiam jogadores entre 14 e 17 anos que não residiam no Rio. Ainda não há identificação dos mortos. Os bombeiros chegaram a dizer que todos eram adolescentes, mas não há informações oficiais.

    Três adolescentes ficaram feridos, um deles em estado grave, e foram levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra:

    1. Cauan Emanuel Gomes Nunes, 14 anos, de Fortaleza (CE);
    2. Francisco Diogo Bento Alves, 15 anos;
    3. Jonathan Cruz Ventura, 15 anos, em estado mais grave.

    Às 8h40, Jonathan foi levado às pressas para o centro cirúrgico. Ele sofreu queimaduras em 40% do corpo e será transferido para o Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz.

    Segundo mães de atletas, o treino desta sexta fora cancelado, o que liberou os jovens que moram no Rio para dormir em suas casas. Desta forma, só pernoitaram no alojamento adolescentes que vieram de fora, como Cauan Emanuel.

    No Ninho do Urubu, em Vargem Grande, treinam o time profissional do Flamengo e as equipes de jovens atletas. O incêndio começou por volta das 5h10 e foi debelado às 6h30.

    Alexandre Sanz, preparador físico do Flamengo, acha que não tem clima para a realização de um Fla x Flu neste sábado (9). “Fica difícil ter o jogo porque houve uma situação emocional muito forte”.

    O Centro de Treinamento Presidente George Helal, conhecido como Ninho do Urubu, conta com um módulo profissional, dois campos, campo de treinamento para goleiros e estruturas para musculação e fisioterapia.

    Em 2018, ano de inauguração do novo módulo profissional, a estrutura pré-existente foi deixada para as categorias de base e, para o futebol profissional, foi disponibilizado um novo módulo, com novos alojamentos, um parque aquático, academia e mais um campo de futebol (totalizando cinco).

    *G1

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  • Após tragédia, fundação considera Rio Paraopeba como ”completamente morto”!

    Após tragédia, fundação considera Rio Paraopeba como ”completamente morto”!

    A constatação foi feita depois que integrantes da SOS Mata Atlântica percorreram o manancial.

    “Um  rio completamente morto”.  Esta é a constatação sobre a condição do Rio Paraopeba por integrantes de uma expedição da Fundação SOS Mata Atlântica, que percorre o manancial, após a tragédia da barragem 1 de rejeitos da Mina Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho, ocorrida em 25 de janeiro. A contaminação do rio por metais pesados também foi confirmada por análises  feitas pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM).

    “A água (do Paraopeba) tem variado entre péssimo – ou seja, (mostrando) o rio completamente morto – e ruim,  (com o rio) também completamente morto do trecho próximo de onde ocorreu o desastre até Pará de Minas, onde  foi feito uma barreira de contenção, tentando conter os rejeitos, mas ainda que ainda não deu resultado”, afirmou nesta segunda-feira a especialista em recursos hídricos da Fundação SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro,  que coordena a Expedição Paraopeba.

    Desde quinta-feira passada, o governo do estado informou que os “resultados iniciais” de monitoramento do Rio Paraopeba, após o recebimento dos rejeitos de minério da barragem de Brumadinho, apontaram que a água do manancial “apresenta riscos à saúde humana e animal”.

    O governo estadual também divulgou que, diante dos resultados e, “por segurança à população”, os órgãos responsáveis pelo monitoramento “não indicam  a utilização da água bruta do manancial para qualquer finalidade, até que a situação seja normalizada.”

    Na quinta-feira passada, também foi iniciada a Expedição da Fundação SOS Mata, com o objetivo de percorrer 336 quilômetros do ponto que o Rio Paraopeba recebeu a lama de minérios, no município de Brumadinho até foz no reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias, situada no Rio São Francisco, no município de Felixlândia, na Região Central do estado. Até esta segunda-feira, a equipe de estudiosos percorreu cerca de 120 quilômetros, chegando no município de Pará de Minas.

    Malu Ribeiro ressalta que ao longo do rio constatou a devastação provocada pela lama de rejeitos de minério. “O rio ficou  completamente morto. Foi perdida uma grande quantidade de Mata Atlântica – quase 200 hectares de mata nativa foi arrastada, assim também toda  fauna aquática e toda biodiversidade da região. Isso prejudica não somente o ecossistema, mas também as atividades econômicas”, alertou a especialista, lembrando que a contaminação do rio também impede o uso da água do rio para o consumo humano e animal para diversas outras finalidades.

    Para  a representante da Fundação SOS Mata Atlântica, o desastre de Brumadinho é “uma tragédia socioambiental sem parâmetros no mundo”. “Trata-se de uma das maiores tragédias decorrentes  de atividades minerárias do mundo”, avalia.

    AMBIENTE DE GUERRA

    Ela ressalta também as perdas humanas que se somam aos danos ambientais. “É como se a gente tivesse vendo uma ferida exposta, um verdadeiro ambiente de guerra mesmo, um grande  esforço de todos os socorristas e das pessoas, de forma voluntária, em prestar ajuda e solidariedade às vítimas”,  afirma Malu Ribeiro.

    “É uma enorme comoção das famílias e amigos das vítimas  e mesmo das pessoas que atuam de forma voluntária, com muito pesar. Esta tragédia não pode ficar impune”, conclama a ambientalista.

    Em novo boletim sobre o monitoramento da qualidade da água do Rio Paraopeba, divulgado na noite do último domingo, o IGAM informou que  as concentrações de metais pesados no manancial diminuíram, porém ainda permanecem acima dos limites permitidos.

    O monitoramento do Paraopeba, após o desastre da barragem de Brumadinho, é feito pelo IGAM, juntamente com a Copasa, o Serviço Geológico do Brasil  (CPRM) e a Agência Nacional de Águas (ANA), responsável pela divulgação do boletim.

    *EM

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  • CHOCANTE: Vídeo mostra rompimento da barragem da Vale em Brumadinho.

    CHOCANTE: Vídeo mostra rompimento da barragem da Vale em Brumadinho.

    VÁRIAS PESSOAS FORAM “ENGOLIDAS” PELA ONDA DE LAMA NAS IMAGENS.

    Uma câmera de segurança registrou o momento exato em que a Barragem 1 da Mina Córrego do Feijão, da Vale, se rompeu em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. As imagens a que a TV Globo teve acesso foram cedidas pela mineradora a autoridades que investigam a tragédia.

    Em nota divulgada nesta sexta-feira (1º), a Vale informa que disponibilizou as imagens às autoridades um dia depois do rompimento da barragem – o que aconteceu em 25 de janeiro – e que não divulga vídeos da ocorrência “para não prejudicar as investigações e, sobretudo, em respeito aos atingidos e familiares” (leia a íntegra abaixo).

    Eram 12h28min25s de sexta-feira (25) quando a parte inferior do reservatório começou a ceder e liberou uma avalanche devastadora de rejeitos de mineração.

    Em três minutos, tudo que estava abaixo da barragem foi completamente engolido pela lama, ao longo de uma distância de quilômetros.

    Rapidamente, o “tsunami” destruiu parte do centro administrativo e do refeitório da Vale, máquinas de mineração, trem, uma ponte, casas, pousadas e currais. A vegetação e rios foram atingidos.

    O mar de lama causou uma tragédia humana.

    Números da tragédia (até ontem)

    115 mortos confirmados – 71 identificados

    248 desaparecidos

    192 resgatados

    395 localizados

    108 desalojados ou desabrigados

    Os corpos resgatados até o momento em Brumadinho estavam em regiões superficiais. A partir de agora, o trabalho das equipes de resgate dependerá de escavação. A operação precisará da estabilização do solo, o que deve torná-la mais lenta.

    Desde sábado (26), não são achados sobreviventes. Para os bombeiros, é muito pequena a possibilidade de achar alguém vivo em meio ao mar de lama.

    Veja o vídeo:

    *G1

     

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  • Fim dos trabalhos para os israelenses em Brumadinho: Delegação deixa o Brasil nesta quinta-feira

    Fim dos trabalhos para os israelenses em Brumadinho: Delegação deixa o Brasil nesta quinta-feira

    Os militares israelenses que estão em Brumadinho ajudando no trabalho de resgate às vítimas do rompimento da barragem da Vale deixarão o Brasil nesta quinta-feira (31). O comunicado foi feito pela manhã. Eles já deixaram a cidade onde ocorreu a tragédia da semana passada. Em Belo Horizonte, os integrantes da tropa do Exército de Israel, receberam uma homenagem do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais manhã desta quinta, no quartel do 12º Batalhão do Exército Brasileiro.

    O grupo vindo de Israel contava com 136 pessoas e chegou ao Brasil na noite de domingo (27), trazendo 16 toneladas de equipamentos. No Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, os militares analisaram mapas e fotografias para entender a topografia da área e, no fim da manhã de segunda-feira (28), partiram para o local da tragédia, em Brumadinho.

    Na equipe israelense havia médicos, engenheiros, bombeiros especialistas em busca e resgate e integrantes da unidade de missões submarinas da Marinha israelense. Eles trouxeram aparelhos que detectam sinais de celular e que conseguem identificar um corpo humano na lama, por exemplo.

    Abaixo, a íntegra do comunicado:

    “Em coordenação com as autoridades no Brasil e com o comandante da operação de resgate no Brasil, foi decidido que a missão da delegação israelense chegou ao seu fim com sucesso nesta etapa da operação de resgate. Os comandantes brasileiros elogiaram a delegação israelense pela grande e importante contribuição profissional para a operação de resgate. A delegação israelense transferirá a responsabilidade de maneira ordenada para a equipe de resgate brasileira e retornará a Israel. 

    A embaixada israelense deseja parabenizar as forças de resgate brasileiras e israelenses por seu trabalho e por traduzir de palavras para ações a profunda amizade entre o povo brasileiro e o israelense.”

    *G1

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  • Bombeiros de Varginha, Lavras e região atuarão nas buscas por sobreviventes em Brumadinho

    Bombeiros de Varginha, Lavras e região atuarão nas buscas por sobreviventes em Brumadinho

    Nesta quinta-feira, dia 31, várias unidades do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais auxiliarão nas tentativas de resgate de sobreviventes e mortos após o rompimento da barragem de Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.

    Os bombeiros militares especialistas neste tipo de busca e salvamento de Varginha, Poços de Caldas, Itajubá, Pouso Alegre e Lavras, na região do Sul de Minas, participarão da operação.

    A saída das três viaturas será às 12h de Varginha, sede operacional do 9º Batalhão de Bombeiros Militar.

     

    *Lavras 24H

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  • Tragédia com barragem da Vale em Brumadinho pode ser a pior no mundo em 3 décadas

    Tragédia com barragem da Vale em Brumadinho pode ser a pior no mundo em 3 décadas

    Segundo relatório da ONU, a pior tragédia por rompimento de barragem dos últimos 34 anos foi na Itália, em 1985, quando 267 pessoas morreram. Em Brumadinho, número de mortos alcançou 65 e há quase 300 desaparecidos. Com o número cada vez maior de mortes confirmadas em Brumadinho (MG), o Brasil pode vir a se tornar a sede da pior tragédia humana provocada por rompimento de barragens de minério das últimas três décadas.

    Relatório da Agência de Meio Ambiente das Nações Unidas registrou os maiores rompimentos de barragens ocorridos desde 1985. Só nos últimos 5 anos, ocorreram oito grandes acidentes pelo mundo.

    O Brasil, lamentavelmente, tem destaque nessa lista por ser o país com o maior número. Foram três acidentes com perda humana ou grave dano ambiental de 2014 para cá: rompimento de uma barragem da Herculano Mineração, em Itabirito (MG), em 2014, com três mortes; o vazamento na barragem do Fundão, em Mariana (MG), em 2015, com 19 mortes; e, agora, a tragédia com grande perda de vidas, em Brumadinho.

    *Uol

     

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  • Indonésia: tsunami mata integrantes de banda; vídeo mostra queda de palco.

    Indonésia: tsunami mata integrantes de banda; vídeo mostra queda de palco.

    MAIS DE 220 PESSOAS MORRERAM.

    Ao menos três integrantes da banda indonésia Seventeen morreram no tsunami que atingiu o show do grupo na praia de Tanjung Lesung, no estreito de Sunda, na Indonésia. A banda se apresentava quando uma repentina onda atingiu com força o palco e arrastou a estrutura contra o público (veja vídeo abaixo).

    Além de membros da banda, espectadores também morreram em razão do tsunami. Ao menos 222 pessoas morreram em razão do tsunami que aconteceu no estreito de Sunda, entre as ilhas de Sumatra e Java. Autoridades atribuem a causa do tsunami a um possível desprendimento de terra produzido pela erupção do vulcão Anak Krakatau, o que não ativou os alarmes por não ter sido registrado um terremoto. A situação foi agravada pela maré alta devido à lua cheia.

    O grupo se apresentava no Tanjung Lesung Beach Resort, no extremo oeste da ilha de Java, quando o local foi atingido por uma imensa massa de água. No vídeo, é possível observar os espectadores aplaudindo os músicos antes de chegada repentina da onda, por trás do palco, que arrasta os equipamentos e avança sobre o público que acompanhava o show. A banda tinha shows programados na praia da ilha de Java de 21 a 23 de dezembro.

    O vocalista do grupo, Riefian “Ifan” Fajarsyah, publicou na manhã deste domingo (23) um vídeo onde confirmava a morte do baixista e do produtor da banda, além do desaparecimento de outros integrantes da banda, enquanto começava a chorar. “Quando o incidente aconteceu muitos turistas estavam nas praias ao longo de [a cidade] Pandeglang, em Java”, disse o porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB), Sutopo Purwo Nugroho.

    Em um vídeo, publicado por Sutopo no seu perfil do Twitter, pode-se ver a destruição de várias estruturas próximas ao litoral afetado, onde a potência das ondas arrastou vários veículos para o litoral.

    Pandeglang é a área mais danificada pelo desastre natural, onde se contabilizou o maior número de vítimas, assim como graves danos em 400 casas, nove hotéis e dez embarcações. Outros distritos muito afetados foram os de Lampung do Sul e Serang.

    O porta-voz da BNPB disse que a causa do tsunami vai ser verificada, embora tenha afirmado que o mais provável é que tenha sido causado por um desprendimento de terra submarino produzido pela erupção do vulcão Anak Krakatau e ressacas devido à lua cheia. Aparentemente, uma combinação de ambos os fatores motivou o tsunami que atingiu a costa.

    Fonte BOL / YouTube

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  • PEDREIRO DE 41 ANOS MORRE APÓS DESLIZAMENTO DE TERRA EM OBRA EM TRÊS PONTAS

    PEDREIRO DE 41 ANOS MORRE APÓS DESLIZAMENTO DE TERRA EM OBRA EM TRÊS PONTAS

    Um homem acabou perdendo a vida em um acidente de trabalho na tarde desta quarta-feira (19) em Três Pontas. Gilmar de Oliveira, de 41 anos, foi soterrado em uma obra de uma empresa da cidade, no bairro Santana. Ele trabalhava como pedreiro.

    Conforme o Boletim de Ocorrências, lavrado pela Polícia Militar de Três Pontas, Gilmar e outros pedreiros trabalhavam na obra na parte da tarde, colocando manilhas da rede pluvial. Máquinas também operavam no local no momento em que Gilmar de Oliveira desceu para recolocar uma manilha, quando foi surpreendido por um deslizamento de terra.

    Colegas de trabalho acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e conduziram a vítima até o Pronto Atendimento Municipal onde foi constatado o óbito. A perícia da Polícia Civil foi chamada e realizou os trabalhos técnicos. O corpo foi levado para IML de Varginha.

    Foto Redes Sociais

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  • TRAGÉDIA: Acidente mata 6 da mesma família em Pouso Alegre

    TRAGÉDIA: Acidente mata 6 da mesma família em Pouso Alegre

    Um trágico acidente de trânsito registrado na madrugada deste domingo (09) em Pouso Alegre acabou ceifando 6 vidas da mesma família. De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária um Fusca invadiu a contramão e bateu de frente em um ônibus, sendo arrastado por vários metros. Três ocupantes foram arremessados para fora do automóvel. O motorista ainda foi atropelado por um Jipe, com placas de Campos do Jordão, que seguia logo atrás.

    O acidente ocorreu no quilômetro 98, numa curva da MG 179, próxima ao bairro dos Afonsos. No veículo VW Fusca estavam seis pessoas da mesma família. Três ocupantes foram lançados para fora do veículo e outros três ficaram presos às ferragens. Todos morreram ainda no local, dentre eles uma adolescente de 14 anos. Os ocupantes do ônibus não se feriram.

    O motorista do ônibus da Viação Santa Cruz, transportava 46 passageiros no momento do acidente. Ele seguia sentido Silvianópolis (MG), quando viu o carro invadindo a pista contrária disse não ter tido tempo de tentar evitar a colisão.

    A polícia teve a informação de que as vítimas do acidente moravam em um bairro próximo ao local do acidente e voltavam de uma festa. O motorista do ônibus foi submetido ao teste do bafômetro, que deu negativo. Já o motorista do Jipe que seguia atrás do Fusca e atropelou uma das vítimas, não quis fazer o teste.

    As vítimas da mesma família já foram identificadas, sendo o casal Ênio Dias Ferreira (35) e Marli Ferreira (34), a filha Mariana Ferreira (14) e a sogra Catarina (64). Também estavam no Fusca os primos Viviane Cristini Gomes (33) e Fernando Santos Barbosa (30). A perícia esteve no local. Todos os corpos foram encaminhados ao IML de Pouso Alegre e já liberados para os funerais.

    Fotos Redes Sociais e Pouso Alegre.Net

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  • TRAGÉDIA: Terremotos e tsunami matam quase 400 pessoas na Indonésia

    TRAGÉDIA: Terremotos e tsunami matam quase 400 pessoas na Indonésia

    O número de mortos deixados pela série de terremotos e pelo tsunami que atingiram a ilha indonésia de Sulawesi subiu para 384 em balanço divulgado pelas autoridades neste sábado (29). O número de vítimas pode subir.

    O porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB, sigla em indonésio), Sutopo Purwo Nugroho, afirmou ainda que dados provisórios indicam que 540 pessoas ficaram feridas e 29 estão desaparecidas.

    “O governo local declarará o estado de emergência”, disse o porta-voz, em Jacarta. Ele frisou também que o mais urgente agora também é restabelecer os serviços de energia elétrica e telecomunicação na área.

    “Quando a ameaça surgiu, as pessoas ainda estavam fazendo suas atividades na praia e não correram imediatamente, e se tornaram vítimas. Muitos corpos foram encontrados na costa, devido ao tsunami”, relatou o porta-voz. Para escapar das ondas, algumas pessoas subiram em árvores de seis metros.

    TREMORES

    Na sexta-feira (28), uma série de terremotos abalou a ilha indonésia de Sulawesi. Um deles, de magnitude 7,5, levou à formação de um tsunami com ondas até 2 metros.

    A BNPB confirmou a formação do tsunami depois que vários vídeos foram divulgados nas redes sociais.

    Milhares de casas desmoronaram, além de hospitais, hotéis e comércios. Houve corte de energia. A cidade costeira de Palu foi a mais afetada, seguida de Donggala.

    Técnicos de telecomunicações e transporte aéreo chegaram neste sábado ao aeroporto nacional de Palu, que permanece fechado para voos comerciais.

    A principal cidade que dá acesso a Palu está bloqueada por um deslizamento de terra.

    RESGATES

    Fortes tremores secundários continuam a ser sentidos na ilha. Os resgates continuam, mas estão prejudicados pelo corte de energia.

    Aviões militares decolaram de Jacarta neste sábado levando alimentos e medicamentos para a região de Palu.

    TRAGÉDIA EM LOMBOK

    Uma série de terremotos em julho e agosto matou quase 500 pessoas e deixou cerca de 1,5 mil feridos na ilha turística de Lombok, a centenas de quilômetros a sudoeste de Sulawesi. Milhares de habitantes ficaram desalojados.

    Fonte G1

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  • TRAGÉDIA: Prédio de 24 andares desaba em incêndio no Centro de SP. Veja o vídeo.

    TRAGÉDIA: Prédio de 24 andares desaba em incêndio no Centro de SP. Veja o vídeo.

    Um edifício no Largo do Paissandu, na capital paulista, que era ocupado irregularmente por cerca de 90 famílias, desabou na madrugada desta terça-feira, 01º de maio. Bombeiros fazem buscas por desaparecidos. de acordo com as primeiras informações as chamas começaram por volta da 1h30 no 5º andar do prédio e se alastraram rapidamente. Vídeo mostra o momento em que um morador que já havia sido resgatado pelos bombeiros e que teria resolvido voltar para ajudar a salvar outros moradores some no instante em que o prédio desaba. Imagem chocante.

    O prédio localizado no Largo do Paissandu tinha 24 andares e abrigava uma ocupação irregular de cerca de 90 famílias. Segundo a Prefeitura de São Paulo precisamente 92 famílias estavam morando no local. nesse momento Bombeiros combatem focos de incêndio e buscam desaparecidos.

    Moradores disseram que uma briga de casal, que cozinhava com álcool, ou um estouro de panela de pressão pode ter dado início ao incêndio. “Quando a gente estava lá se divertindo, a gente só ouviu os dois discutindo. Nessa , os dois estavam cozinhando no álcool, álcool de posto, né? Foi nessa hora que pegou fogo em tudo”, afirmou o morador Gabriel Arcangelo.

    Os Bombeiros e os peritos do Instituto de Criminalística ainda analisam o que pode der causado a tragédia.

    “A única certeza até agora que temos é a de houve um incêndio e só análises aprofundadas dirão o que causou”, disse o capitão Marcos Palumbo, porta voz dos bombeiros.

    Cruz Vermelha de São Paulo está recebendo doações de todos os tipos – em especial, água, alimentos não perecíveis, roupas, sapatos e itens de higiene pessoal – para auxiliar as vítimas do incêndio e desabamento.

    As pessoas que quiserem ajudar, devem levar as doações para a sede da Cruz Vermelha, localizada na Avenida Moreira Guimarães, 699, próximo ao aeroporto de Congonhas, onde serão triadas e destinadas às famílias atingidas.

    Fonte Redes Sociais 

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