Categoria: Trânsito

  • Caminhoneiros sinalizam paralisação nacional em 16 de dezembro

    Caminhoneiros sinalizam paralisação nacional em 16 de dezembro

    O líder dos caminhoneiros autônomos, Marconi França afirmou nesta sexta-feira (6/12) que, à 0h da próxima segunda-feira (16/12), “pelo menos 70%” dos cerca de 4,5 milhões de profissionais autônomos e celetistas vão parar em todo o país. O motivo é a insatisfação da categoria com o governo, que, segundo França, não cumpriu o que prometeu aos trabalhadores.

    “O governo não cumpriu nada do que prometeu. O preço do óleo diesel teve 11 altas consecutivas, em 2019. Não aguentamos mais ser enganados pelo governo que protege o agronegócio e diz que o caminhoneiro só sabe destruir rodovias”, reclamou França ao Blog do Servidor, do jornal Correio Braziliense. O líder do movimento disse ainda que a duração do protesto não foi definida, ou seja, não se sabe se será prolongado por mais dias.

    Caminhoneiros divididos

    O líder dos caminhoneiros foi à sede da Central Única dos Trabalhadores no Rio de Janeiro (CUT-RJ) pedir apoio para o movimento. Lá, o caminhoneiro gravou um vídeo pedindo apoio da população. “De todos que usam gasolina, óleo diesel e também gás de cozinha. Jair Bolsonaro esquece que quem transporta os produtos das indústrias e do agronegócio somos nós”, reforçou.

    O movimento nacional dos caminhoneiros tem o apoio do presidente da CUT/RJ, Sandro Alex de Oliveira Cezar. O líder sindical destaca que ainda existe um racha na categoria dos caminhoneiros. “Cerca de 30% ainda acreditam no governo e no presidente da República. Mas nós temos certeza de que vão se conscientizar da necessidade de melhores condições de trabalho”, destacou Cezar.

    Texto publicado no ‘Blog do Servidor’, do Jornal Correio Braziliense 

    (https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2019/12/06/interna_nacional,1106534/caminhoneiros-anunciam-paralisacao-nacional-em-16-de-dezembro.shtml?fbclid=IwAR0vsYj9qZOpLZrhWl_-0pJsVPNye1cZW8P3wCrMffAr0HcjWoaxsWl7Zr4)

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  • Mais de 1,3 milhão de motoristas ainda devem IPVA em Minas Gerais; Débitos podem ser parcelados

    Mais de 1,3 milhão de motoristas ainda devem IPVA em Minas Gerais; Débitos podem ser parcelados

    Para quem está em atraso a multa é de 20% sobre o valor devido, além de juros

    Em Minas Gerais, somente em 2019, mais de 1,396 milhão de motoristas ainda não quitaram o IPVA, cujo calendário de pagamento terminou no final de março. O montante devido chega a R$ 410,7 milhões. Os contribuintes com débitos podem fazer o parcelamento da dívida pela internet, pelo site da Secretaria da Fazenda (SEF).

    A ferramenta, disponibilizada para desburocratizar serviços e oferecer agilidade e comodidade ao cidadão que queira regularizar sua situação, também funciona para débitos de ICMS e ITCD, imposto que incide sobre herança ou doação de bens.

    Segundo o superintendente de Crédito e Cobrança da SEF, Leonardo Guerra, os parcelamentos de IPVA podem chegar a 12 vezes, desde que o valor da parcela seja de no mínimo  R$ 200. A multa é de 20% sobre o valor devido, além da incidência de juros (taxa Selic, atualmente em 5% ao ano).

    Guerra ressalta a importância de o contribuinte regularizar o débito para evitar sanções e transtornos futuros. “Após o pagamento da primeira parcela, o débito tributário tem a sua execução fiscal suspensa, se já tiver inscrito em Dívida Ativa. No caso de ele ter sido protestado, o protesto é liberado, desde que sejam pagas as taxas e custas devidas ao cartório. Quanto à certidão de débitos tributários, ela passa a ser positiva, com efeito negativo, ou seja, o cidadão limpa seu nome junto ao Estado, e aí pode voltar a contratar com o Estado, além de realizar outras operações financeiras e eventuais”, afirma.

    Vale lembrar que débitos com taxa de licenciamento, seguro e multas de trânsito não podem ser parcelados. Segundo a SEF, estão em vigor atualmente 48 mil parcelamentos relacionados ao IPVA, num total de R$ 77 milhões.

    A receita estimada com o IPVA para este ano é de R$ 5,2 bilhões. Até 30 de setembro, o valor arrecadado com o tributo chegou a R$ 4,8 bilhões. Historicamente, o índice de inadimplência anual é na casa dos 5%.

    Passo a passo

    Para simular ou solicitar o parcelamento do IPVA ou de outro imposto, basta entrar no site da SEF e clicar na aba “Empresas”. Em seguida, acessar o item “Parcelamento”. Então, o contribuinte escolhe ali o tributo específico: ICMS, IPVA, taxas ou ITCD. O sistema vai retornar com os débitos e apresentar as opções de pagamento previstas na legislação.

    Caso ainda haja dúvida, nessa mesma página o contribuinte obterá as orientações sobre como proceder. Outros esclarecimentos podem ser obtidos também por meio do Fale Conosco, na página principal da SEF na internet.

    Ao aderir ao parcelamento, o contribuinte emitirá o Documento de Arrecadação Estadual (DAE) para pagamento da primeira parcela. Os DAEs correspondentes às parcelas seguintes serão enviados pelos Correios, podendo ainda ser emitidos na página da SEF.

    Fonte Vol

     

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  • Bolsonaro assina medida provisória que extingue o Dpvat

    Bolsonaro assina medida provisória que extingue o Dpvat

    Pela proposta, os acidentes ocorridos até 31 de dezembro de 2019 continuam cobertos pelo Dpvat

    O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (11) medida provisória (MP) extinguindo, a partir de 1º de janeiro de 2020, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, o chamado Dpvat. De acordo com o governo, a medida tem por objetivo evitar fraudes e amenizar os custos de supervisão e de regulação do seguro por parte do setor público, atendendo a uma recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU).

    Pela proposta, os acidentes ocorridos até 31 de dezembro de 2019 continuam cobertos pelo Dpvat. A atual gestora do seguro, a Seguradora Líder, permanecerá até 31 de dezembro de 2025 como responsável pelos procedimentos de cobertura dos sinistros ocorridos até a da de 31 de dezembro deste ano.

    “O valor total contabilizado no Consórcio do Dpvat é de cerca de R$ 8,9 bilhões, sendo que o valor estimado para cobrir as obrigações efetivas do Dpvat até 31/12/2025, quanto aos acidentes ocorridos até 31/12/2019, é de aproximadamente R$ 4.2 bilhões”, informou o Ministério da Economia.

    De acordo com a pasta, o valor restante, cerca de R$ 4.7 bilhões, será destinado, em um primeiro momento, à Conta Única do Tesouro Nacional, em três parcelas anuais de R$ 1.2 bilhões, em 2020, 2021 e 2022.

    “A medida provisória não desampara os cidadãos no caso de acidentes, já que, quanto às despesas médicas, há atendimento gratuito e universal na rede pública, por meio do SUS [Sistema Único de Saúde]. Para os segurados do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social], também há a cobertura do auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e de pensão por morte”, acrescentou o ministério.

    A MP extingue também  o Seguro de Danos Pessoais Causados por Embarcações, ou por sua carga, a pessoas transportadas ou não (DPEM). Segundo o ministério, esse seguro está sem seguradora que o oferte e inoperante desde 2016.

    Fonte Agência Brasil

     

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  • Ônibus bate em caminhão em congestionamento de acidente com seis mortos na Fernão Dias

    Ônibus bate em caminhão em congestionamento de acidente com seis mortos na Fernão Dias

    Batida foi na manhã desta segunda-feira (28). Ônibus com feirantes seguia para São Paulo.

    O congestionamento de uma sequência de acidentes que matou seis pessoas na Rodovia Fernão Dias, em Três Corações (MG), na noite deste domingo (28), provocou um novo acidente na manhã desta segunda-feira (28). Segundo a polícia, por conta do engavetamento, foram 14 quilômetros de congestionamento e lentidão, que provocaram a nova batida.

    O acidente foi por volta das 7h30. O motorista do ônibus que não viu o trânsito parado bateu na traseira de um caminhão carregado de bobinas de aço.

    A carroceria entrou em parte do ônibus, ao lado do motorista. “As pessoas que estavam sinalizando estavam muito próximas dos carros e quando vi já estava em cima dos carros parados”, explicou o motorista do ônibus Luiz Francisco da Fonseca.

    Ainda conforme o motorista, foi preciso desviar de outros veículos para evitar um acidente mais grave. “Tinha os carros pequenos parados na esquerda e eu joguei para cima do caminhão pra livrar o pessoal que estava dentro do carro de passeio, tinha até uma criança de três meses.”.

    O ônibus fretado voltava para São Paulo (SP) com feirantes. “A gente tinha saído da feira durante a noite pra poder retornar da capital, mas já tinha acontecido um acidente à frente, estava parada a pista. Bem na curva, na hora que viramos aqui, já não dava pra ver o trânsito”, explicou o feirante Elias Rafael Dias Paulo.

    Um helicóptero do Corpo de Bombeiros socorreu mãe e filho. A informação é que a criança ficou em estado de choque. Outro homem ficou ferido. Todos já foram atendidos e liberados.

    Os motoristas reclamaram da sinalização usada no congestionamento. “A sinalização estava muito perto aqui, vamos falar a verdade. Só que eu estava muito atento, dois motoristas de bitrem atrás de mim também estavam atentos. Mas sempre acontece essas coisas”, contou o motorista Marcelo Rabelo.

    Seis vítimas

    O primeiro acidente no trecho foi por volta das 21h30 deste domingo. Um caminhão carregado de coco tombou no quilômetro 737, sentido São Paulo. O motorista morreu no local.

    Por volta das 21h40, o motorista de uma carreta freou ao ver o congestionamento para evitar uma batida. O carro com os quatro ocupantes, que seguia logo atrás, foi prensado na carreta por um ônibus que também vinha na rodovia.

    As vítimas são:

    Marcelo Henrique Miranda – motorista do caminhão carregado de coco;
    Fernando Yago Alves – ocupante do carro;
    Joel Cassiano Junior – ocupante do carro;
    Ana Carolina Ribeiro – ocupante do carro;
    Maria Aparecida Mendes – ocupante do carro;
    Marcelo Dias Bezerra – passageiro do ônibus
    Segundo o Instituto Médico Legal, os quatro ocupantes do carro eram de Aguanil (MG). Dois trabalhavam no Hospital Santa Rita, em São Paulo.

    Fontes G1 Sul de Minas / Varginha 24 Horas

     

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  • Motorista morre após carreta tombar na BR-491 entre Varginha e Três Corações

    Motorista morre após carreta tombar na BR-491 entre Varginha e Três Corações

    Um motorista de 57 anos morreu na madrugada deste domingo (27) após a carreta em que conduzia tombar na BR-491 entre Varginha e Três Corações.

    De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu cerca de 1,5 KM da Wallita, sentido Três Corações. Além do motorista, na carreta estava um homem de 37 anos que foi atendido e levado para o Hospital Bom Pastor com ferimentos leves.

    Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, quando a guarnição chegou ao local, o motorista já estava sem sinais vitais. O óbito foi confirmado pelo médico da Unidade de suporte Avançado do SAMU que esteve no local.
    Fonte Varginha Online

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  • Trecho da Avenida Nilson Vilela ganha recapeamento

    Trecho da Avenida Nilson Vilela ganha recapeamento

    Está terminando nesta sexta-feira (25) a operação de recapeamento de um importante trecho da Avenida Nilson José Vilela, em Três Pontas. As obras recuperaram as duas pistas da avenida, que se encontravam com muitos buracos.

    As reclamações dos motoristas e usuários da via eram frequentes. A quantidade de buracos assustava. Mas felizmente esse problema foi resolvido pela Secretaria Municipal de Transportes e Obras, da Prefeitura Municipal de Três Pontas.

    De acordo com o Executivo Municipal as obras foram realizadas graças a uma emenda parlamentar do deputado federal Diego Andrade.

    O recapeamento foi realizado durante toda a semana. Inicialmente ocorreu na pista sentido centro (descida), desde o trevo até a empresa Artvac. E a parte final aconteceu na outra pista (subida) sentido MG 167, atingindo os mesmo pontos já citados.

    As pistas ficaram fechadas durante parte das obras.

    Conforme o secretário municipal de Transportes e Obras, Maquil Santos Pereira, outros trechos da avenida já haviam recebido os cuidados da Prefeitura, inclusive com a colocação de um radar para tentar diminuir a incidência de acidentes e também a instalação de uma passagem elevada de pedestres (em frente ao jornal Correio Trespontano).

    Pista boa, pé no acelerador

    Acidentes, inclusive com morte, já foram registrados naquele trecho da Avenida Nilson Vilela, que é uma das principais vias de acesso da cidade de Três Pontas. Se com a pista em condições razoáveis os flagrantes de excesso de velocidade já eram comuns, imagine agora com esse “tapete” que foi colocado. Segundo especialistas em segurança no trânsito “as boas condições da pista favorecem e encorajam os condutores irresponsáveis a trafegar em altas velocidades, podendo, assim, causar mais acidentes. Por isso toco cuidado é pouco!”.

     

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  • Motorista morre atropelado pelo próprio caminhão entre Três Pontas e Varginha

    Motorista morre atropelado pelo próprio caminhão entre Três Pontas e Varginha

    A manhã desta sexta-feira foi marcada por uma fatalidade que culminou na morte de um homem na MG 167, na altura do km 18, entre Três Pontas e Varginha. Roberto Costa foi atropelado pelo próprio caminhão e morreu na hora.

    De acordo com as informações apuradas pelo Conexão junto a Polícia Rodoviária Estadual, na pessoa da Cabo Ana Paula, o acidente ocorreu por volta das 10h40 desta sexta-feira (25).

    O motorista Roberto Costa encostou seu caminhão, que estava carregado com calcário, no acostamento para tentar resolver um problema mecânico. Ao subir junto ao motor, restabelecendo seu funcionamento, resolveu pular, já que o caminhão não estava devidamente calçado e começou a se movimentar. Roberto, natural de Varginha, 58 anos de idade, acabou caindo debaixo de uma das rodas, sendo esmagado e vindo a falecer na hora.

    Populares pararam no local e tentaram tirar o caminhão de cima da vítima, com a ajuda de outro veículo. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o Corpo de Bombeiros e a Polícia Rodoviária Estadual atenderam a ocorrência.

    Após a liberação pela Perícia da Polícia Civil, seu corpo foi encaminhado para a empresa Luto Pax em Varginha.

    Roberto é de família tradicional de Varginha, filho de Olinto Costa e Antonieta Augusta Miranda. Era divorciado. Um homem querido na cidade. Não há informações sobre o seu velório e sepultamento.

     

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  • Ao fazer baliza em prova, motorista derruba muro do Detran

    Ao fazer baliza em prova, motorista derruba muro do Detran

    Durante teste de baliza para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), um motorista de Curitiba perdeu o controle do carro da autoescola e derrubou o muro do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR).

    A unidade do Detran havia passado por reforma pouco tempo antes e o muro tinha sido levantado há apenas uma semana. Alguns detalhes na estrutura foram finalizados na terça, um dia antes do acidente.

    Apesar disso, o Detran informa que não houve feridos. O funcionário que aplicava o teste estava atrás do carro e conseguiu escapar por pouco.

    Fonte Meia Hora

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  • Motorista envolvido em acidente que matou 4 pessoas da mesma família em Elói Mendes é preso por embriaguez

    Motorista envolvido em acidente que matou 4 pessoas da mesma família em Elói Mendes é preso por embriaguez

    Um homem de 43 anos foi preso na noite deste domingo (6) após se envolver em um grave acidente que matou quatro pessoas da mesma família na Zona Rural de Elói Mendes.

    O acidente aconteceu no final da tarde de domingo no bairro da Onça. De acordo com a Polícia Militar, o homem que estava em um veículo Pálio, relatou que estava na casa de um colega próximo ao local do acidente, consumindo bebida alcoólica desde as 13h. Que por volta das 15h, foi levar uma pessoa próxima à Ponte dos Buenos e, ao retornar, desviou de um veículo que vinha em sua direção e bateu de frente com o Fusca.

    As quatro vítimas fatais que estavam no Fusca eram da mesma família. Antônio Reis, 62 anos, seu filho Rafael Teodoro, 24 anos e a nora Flávia Cristina Rodrigues Souza, 28 anos. Kauane Vitória Cirino, de 11 anos, filha de Flávia, chegou ser resgatada com vida. Ela foi levada em estado grave pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros para o Hospital Bom Pastor, em Varginha, mas não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.

    Ainda de acordo com a Polícia Militar, testemunhas informaram que o local do acidente havia sido alterado, sendo que o veículo Fusca foi retirado de cima de uma das vítimas e o Pálio afastado do meio da via, fatos que foram registrados em vídeo e entregues à perícia.

    A Polícia Militar informou ainda que ao chegar ao local, o motorista apresentava sinais visíveis de embriaguez alcoólica, como hálito etílico, odor de álcool nas roupas e olhos avermelhados, além de ter afirmado diversas vezes ter ingerido cerveja durante a tarde.

    O homem identificado como Pedro Nivaldo Henrique, foi levado para o Pronto Atendimento, onde recusou fazer o teste do bafômetro. Ele foi preso e conduzido para a delegacia onde teve o flagrante ratificado.

    Fonte Varginha Online

     

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  • Tragédia: Morre quarta vítima de acidente em estrada rural entre Varginha e Elói Mendes

    Tragédia: Morre quarta vítima de acidente em estrada rural entre Varginha e Elói Mendes

    Kauane Vitória Cirino, de 11 anos, foi socorrida em estado grave, mas morreu no Hospital Bom Pastor.

    Uma menina de 11 anos, que havia sido socorrida em estado grave após o acidente entre dois carros em uma estrada rural entre Varginha e Elói Mendes (MG), morreu no Hospital Bom Pastor, em Varginha. Kauane Vitória Cirino é a quarta vítima da batida que aconteceu no fim da tarde deste domingo (6).

    Além dela, morreram ainda no local:

    • A mãe de Kauane, Flávia Cristina Rodrigues Souza, de 28 anos;
    • O noivo de Flávia, Rafael Teodoro, de 24 anos;
    • E o pai dele, Antônio Reis, de 62 anos

    Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente foi próximo a um local conhecido como Fazenda da Onça. Um carro bateu no outro veículo onde a família estava ao tentar desviar de um carro que vinha na direção contrária.

    “Esse veículo estava cortando o Fusca [onde estava a família], e o Palio vindo na direção contrária. O Palio assustou, tirou o carro, mas não viu o Fusca, vindo a colidir frontalmente com esse carro”, explicou o sub tenente do Corpo de Bombeiros, Paulo Estevan.

    Três equipes dos bombeiros foram até o local, além de helicóptero e de uma ambulância do Samu. “O óbito das vítimas foi declarado no local pelo médico e a menina foi transportada até o Hospital Bom Pastor”.

    Com a força da batida, o carro da família teve a frente completamente destruída. Além das quatro mortes, o motorista do Palio, de 43 anos, ficou ferido e foi socorrido por pessoas que passavam pelo local. O estado de saúde não foi divulgado.

    Os corpos foram levados ao Instituto Médico Legal (IML). O velório acontece no Velório Municipal de Elói Mendes e os sepultamentos estão previstos para as 17h.

    Fonte G1 Sul de Minas

     

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  • Mortes no trânsito empatam com assassinatos em Minas

    Mortes no trânsito empatam com assassinatos em Minas

    Agressões provocam média de 9,6 óbitos por dia no estado. A violência no tráfego, 9,1. Maioria das vítimas é jovem. Especialistas receitam mais educação e fiscalização

    A violência que assusta a sociedade em forma de homicídios por agressões, facadas, tiros ou por outras maneiras produz em média 9,6 assassinatos todos os dias em Minas Gerais com base nos números dos dois últimos anos fechados no estado.

    Dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) apontam que em 2017 e 2018 houve 7.061 homicídios em Minas. Mas a falta de segurança que assusta a população em seu dia a dia não é diferente de outra epidemia que anda bem próxima dos assassinatos e não provoca o mesmo espanto que uma morte a tiros em plena luz do dia, por exemplo.

    Dados da Seguradora Líder, que administra o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (Dpvat), mostram que nos mesmos dois últimos anos fechados, 6.649 famílias foram indenizadas pela morte de seus parentes no trânsito em Minas Gerais. Isso significa que, nos últimos dois anos, enquanto 9,6 pessoas perderam a vida assassinadas, em média, todos os dias, 9,1 foram dizimadas diariamente na violência do trânsito em ruas, avenidas e estradas dos 853 municípios mineiros. E esse número pode ser ainda maior, já que considera apenas as mortes vinculadas às indenizações pagas pelo Dpvat. Os pagamentos podem ser solicitados até três anos depois do acidente.

    O que mais chama a atenção é que tanto no trânsito quanto nos homicídios o público mais dizimado é o dos jovens. Dados do Dpvat mostram que entre as 6.649 indenizações por morte em dois anos, 2.434 foram para beneficiários de vítimas entre 18 e 34 anos, o que equivale a 36,6%. No caso dos assassinatos esse percentual é ainda maior. Das pouco mais de 7 mil vítimas de homicídios, 3.974 estão na mesma faixa etária, entre 18 e 34 anos, mais da metade dos assassinados em dois anos em todo o estado (56,2%). Isso comprova que tanto nas mortes do trânsito quando da violência o público jovem é o mais afetado.

    Apesar de as mortes no trânsito e os assassinatos estarem praticamente no mesmo patamar, a carnificina em acidentes com carros, motos, ônibus e caminhões não desperta a mesma repercussão dos assassinatos, na avaliação da delegada Amanda de Menezes Curty, que é coordenadora de Educação de Trânsito do Departamento Estadual de Trânsito de Minas Gerais (Detran/MG). Segundo ela, há uma questão cultural que trata os óbitos no trânsito como uma falha, algo que não foi praticado com intenção. “Como as mortes são culposas e não houve a intenção, as pessoas tendem a achar que foi fatalidade e geralmente tentam tirar a culpa, procurando alguma desculpa”, afirma a delegada. Esse cenário carece de uma mudança radical, segundo Amanda Curty. “As pessoas deveriam começar a se conscientizar que a morte no trânsito não é uma coisa fortuita. Ela acontece porque as pessoas têm parcela de contribuição sim, não pode ser tratada como uma coisa inesperada”, acrescenta.

    CONSCIENTIZAÇÃO

    Para mudar esse quadro, a policial defende que a conscientização deve ser forçada pela atuação preventiva, a partir de campanhas educativas. Um das possibilidades que está sendo estudada nesse sentido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) é a adoção da educação para o trânsito como disciplina extracurricular inicialmente nos três últimos anos do ensino médio. Mas o médico e diretor Assistencial da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), Marcelo Lopes Ribeiro, defende que o tema seja obrigatório nas escolas desde a educação infantil. “Quando o aluno chegar no fim do percurso escolar ele já vai saber todas as normas e terá outra cabeça antes de tirar a carteira de motorista”, afirma.

    Além da questão preventiva, a delegada Amanda Curty também defende atuação repressiva, a partir das fiscalizações de rua e punições administrativas, que acontecem na esfera dos Detrans em todo o país. Ela considera que o atual formato de abertura de processos administrativos para suspensão das carteiras para os crimes de trânsito e para os motoristas que estouram 20 pontos em multas é suficiente para forçar mudanças de comportamento. Já o médico da Fhemig Marcelo Lopes Ribeiro acredita que essa parte poderia ser mais pesada. “Acho que no momento da renovação da carteira a gente deveria ter prova de legislação. De cinco em cinco anos fazer de novo a prova em vez de apenas passar por um exame médico. E também quando o motorista atingir os pontos na carteira, fazer um novo exame de direção. A pessoa ia ficar muito mais atenta nesse sentido”, diz o médico.

    SENSAÇÃO DE IMPUNIDADE

    A aproximação dos dados de homicídios e mortes no trânsito indenizadas pelo Dpvat em Minas nos últimos dois anos deve ser analisada levando em consideração um fator peculiar do estado, segundo a superintendente da Seguradora Líder, que administra o Dpvat, Maria Valins. Ela lembra que o estado tem a maior malha rodoviária do país, com 272 mil quilômetros de rodovias. Desse total, 9 mil quilômetros são de rodovias federais, que pela posição do estado recebem fluxo do país inteiro. O alto fluxo aliado às condições muitas vezes precárias aumentam os índices de acidentes. Na comparação entre assassinatos e acidentes, ela pontua que no primeiro grupo há uma cadeia de repressão que cobra as responsabilidades. “A falta de fiscalização nas rodovias é um fator que demonstra displicência e certa impunidade. Diferente de um crime de homicídio, que leva a apuração, investigação e punição, no acidente de trânsito a gente não observa o mesmo rigor da lei, gerando essa sensação de impunidade que faz com que nada aconteça”, afirma.

    Para impor um novo cenário, a superintendente da Líder defende a adoção de políticas públicas que mudem a percepção das mortes no trânsito. “Nós na seguradora não apuramos as causas dos acidentes, mas a gente sabe que grande parte é motivada por ingestão de álcool e excesso de velocidade. E no nosso país as campanhas de educação de trânsito não focam tanto na prevenção. Quando acontece, o fato é caracterizado como acidente sem intenção de matar. Então, fica essa sensação de impunidade e as famílias das vítimas não se sentem reparadas”, completa Maria Valins.

    Fonte Varginha Online

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • COMENTANDO…  MAIS UM ACIDENTE NO CRUZAMENTO ENTRE AS RUAS JOAQUIM DE BRITO E ÍTALO TOMAGNINI EM TRÊS PONTAS

    COMENTANDO…  MAIS UM ACIDENTE NO CRUZAMENTO ENTRE AS RUAS JOAQUIM DE BRITO E ÍTALO TOMAGNINI EM TRÊS PONTAS

    Antes de falarmos de mais esse acidente é preciso esclarecer um posicionamento adotado pelo Conexão Três Pontas:

    “Nosso jornalismo decidiu não dar tanto ibope em acidentes “comuns”, infelizmente corriqueiros. Embora nos seja facultado o direito de cobertura de qualquer fato em via pública, respeitando limites éticos e a identidade das pessoas, numa cidade pequena como a nossa, qualquer cobertura jornalística – que é o nosso trabalho e de qualquer profissional da área – acaba gerando muita polêmica. Uns querem apenas se informar, outros adoram ver a “desgraça alheia” e há quem condene esse tipo de cobertura. Se cria inimizade muito facilmente porque as pessoas não entendem o trabalho da imprensa. É realmente pisar em ovos, andar em campo minado.
     
    Quando é com os outros todos querem ver, mas se envolve alguém da própria família aí muda de figura e somos intimidados, falam mal, fazem cara feita e por aí vai…
     
    Não somos do perfil que mostra pessoas machucadas, corpos, toda desgraça de um fato. Seguimos fielmente o Código de Ética do Jornalismo Profissional. Passamos a adotar cada vez mais uma linha editorial positiva, visando boas notícias e quando as ruins se tornam inevitáveis fazemos a cobertura com uma postura totalmente agregadora.
     
    Fotos, vídeos e até transmissões ao vivo mostrando pessoas mortas ou sendo assassinadas já foram ao ar por outros canais. Mas não é algo que faz parte do nosso trabalho. Se outros fazem, problema deles, não nosso! No Conexão isso nunca será publicado.”

    Mas hoje, mais um acidente consumado e que poderia ter tido sérias consequências, nos obrigou a voltar nesse tema: até quando os acidentes no cruzamento entre as Ruas Joaquim de Brito e Ítalo Tomagnini continuarão acontecendo? Alguma coisa ali tem que ser feita urgentemente!
     
    Vários registros ali já aconteceram. O problema é a falta de visão do motorista que desce pela Rua Joaquim de Brito. Muitos acabam avançando “um pouquinho além da conta” para enxergar se vem um carro na via transversal e aí já não dá mais tempo para evitar a colisão. Outros parecem não saber Regra de Preferência (Circulação e Conduta) e passam direto. Aí só rezando pra tentar aliviar…
     
    Hoje foi assim, Por volta das 15 horas, um Gol preto, placas de Três Pontas que descia pela Rua Joaquim de Brito e um Onix, também preto, igualmente de Três Pontas, acabaram batendo violentamente. Um deles acabou rodando com o impacto e ficando na posição contrária. Os envolvidos felizmente não se feriram gravemente.
     
    Uma mulher, aparentemente em estado de choque, foi imobilizada pelo resgate e levada ao PAM.
     
    A Polícia Militar esteve no local assim como o SAMU que fez o socorro das vítimas, levando-as ao Pronto Atendimento Municipal para a realização de exames, que são praxe nesses casos. Felizmente, pelas informações que apuramos, nada de mais grave ocorreu com os ocupantes dos automóveis.
     
    Alguém estava errado? Certamente que sim. Vi o vídeo de circuito interno. Como Instrutor de Trânsito credenciado ao Detran MG e também pelo Detran SP, tenho minhas conclusões mas não vou apontar erros ou culpados. Isso cabe à Polícia Militar. Não a mim!
     
    Esta publicação não visa apontar o dedo para nenhum dos envolvidos nesse acidente. Mas quer dar um grito e fazer um alerta para que URGENTEMENTE AS AUTORIDADES FAÇAM ALGUMA COISA NAQUELE TRECHO.
     
    Temos um secretário de Transportes e Obras muito competente e um Prefeito que tem buscado melhorias para a cidade. Peço que eles ouçam esse grito que não é só meu. Enquanto estava no local, várias pessoas me pediram para fazer um apelo às autoridades constituídas. Alguns motociclistas (vítimas mais sérias de acidentes em cruzamentos) também me pediram para falar sobre o tema.
     
    Não dá mais para esperar! Alguma providência tem que ser tomada. Um semáforo, redutor de velocidade, faixa elevada de pedestre, enfim… Tudo que venha num pacote que contenha campanhas educativas e mais fiscalização.
     
    E ainda tem quem seja contra a colocação de um radar na cidade. Tem que colocar em todos os locais que comprovadamente tenham índices elevados de acidentes e que podem provocar mortes. Indústria da multa só existe se muitos motoristas continuarem fazendo da via pública uma pista de corrida. Quem anda na lei não teme a polícia, fiscalização ou punição. Quem é contra as melhorias e a busca pela segurança certamente comete várias infrações e crimes no trânsito.
     
    O cruzamento das ruas Sete de Setembro e Afonso Pena era assim, muitos acidentes. Após a colocação de uma faixa elevada de pedestres os índices caíram drasticamente. Que se faça algo ali na Ítalo Tomagnini e na Joaquim de Brito urgentemente.

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    Roger Campos

    Jornalista

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