Além de Varginha, Lavras é a outra cidade de Minas Gerais que aparece entre as 10 cidades com mais de 100 mil habitantes menos violetas do Brasil.
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Um indonésio foi morto pelo caixão de sua mãe, quando ele caiu de uma torre funerária durante seu funeral nas ilhas Célebes, anunciou a polícia neste domingo (17).
O acidente aconteceu na sexta-feira no vale de Parinding, sudoeste da ilha.
Samen Kondorura, de 40 anos, morreu quando os carregadores estavam içando o caixão, usando uma escada de bambu para colocá-lo na torre funerária. A escada deslizou, e o ataúde caiu.
As torres funerárias, chamadas lakkian, são esculpidas suntuosamente. O corpo é colocado no alto e, em seguida, acontece uma cerimônia tradicional muito elaborada.
O acidente, registrado em vídeo, viralizou na internet. A vítima morreu no hospital devido aos ferimentos.
Assista o Vídeo:
Fonte G1 Sul de Minas

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Roger Campos
Jornalista
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A creche onde Ana Lívia Lopes da Silva, de apenas 3 anos, estudava já havia denunciado os pais da criança ao Conselho Tutelar por maus-tratos. A revelação foi feita após a menina morrer na madrugada desta sexta-feira (15), em Poços de Caldas (MG), depois de ser agredida pelo padrasto por ter feito xixi na cama. Ele e a mãe da criança foram presos em flagrante e autuados por homicídio.
De acordo com a conselheira tutelar Irene de Cássia Cavalcante, a denúncia aconteceu no dia 22 de maio.
“Aí a conselheira foi até a casa da mãe, que é próxima da creche. A mãe conversou bastante com ela, relata que foi uma coisa pontual, porque a menina desobedeceu o padrasto, e ele excedeu um pouquinho. Mas isso não ia acontecer mais”.
Mas aconteceu. Ana Lívia foi internada na noite desta quinta-feira (14) com politraumatismo craniano e não resistiu. No entanto, de acordo com a Polícia Militar, as agressões começaram até antes, na quarta-feira (13), quando a menina teria urinado na roupa e na cama. A criança foi colocada de castigo e novamente agredida quando saiu do local. Depois, durante a noite, a menina teria sido vítima de agressão mais uma vez.
Preso pouco depois da menina ser internada, o padrasto, Christhopher Anthony Tavares Coelho, de 27 anos, foi preso e confessou o crime. A mãe da menina também foi presa em flagrante, já que a polícia entendeu que ela foi omissa.
“Alegou que não sabia a motivação do crime, o que teria motivado o autor a agredir a criança, porque quando ela acordou, a criança já estava gritando muito, estaria no banheiro, embaixo do chuveiro. Que o autor teria colocado ela embaixo do chuveiro e já estaria bastante machucada”, explicou a delegada Maria Cecília Gomes Flora.
Durante depoimento à polícia, a mãe da criança contou que o padrasto já havia agredido a menina na quarta-feira com chinelo. Segundo a versão da mãe, nesta quinta-feira, ela dormia quando a menina foi agredida novamente pelo homem. Por volta das 8h30, viu lesões na filha e logo depois de acordar, a criança ficou insconsciente.
A menina, segundo a mãe, ficou desacordada até às 17h, quando apresentou inchaço e expeliu sangue. Apenas neste momento, a mãe pediu ajuda aos parentes que moram ao lado. A sogra e a cunhada viram o estado da menina, que foi levada ao hospital.
Os dois médicos que realizaram o primeiro atendimento da criança informaram que ela chegou ao hospital por volta das 17h30, com muitos hematomas no corpo. Foi preciso realizar um procedimento de drenagem dos pulmões para retirada de sangue, que impedia a respiração. Depois de 40 minutos inconsciente, a vítima foi levada pelo Samu à Santa Casa.
Segundo o Instituto Médico Legal, foram três as causas da morte de Ana Lívia – a primeira é contusão por instrumento contudente, o que, segundo os médicos, pode indicar socos e pontapés. A segunda causa foi hemorragia no cérebro e a terceira foi politraumatismo crânio-encefálico.
A criança foi enterrada no final da tarde desta sexta-feira em Poços de Caldas.
Fonte G1 Sul de Minas

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Roger Campos
Jornalista
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Agendamento online de atendimentos na Receita Federal, informações e auxílio na regularização de CPF, auxílio na elaboração e orientações sobre a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda simplificado foram alguns dos serviços realizados pelos alunos do curso de Ciências Contábeis do Unis-MG, que passaram por uma capacitação e receberam monitoria de professores do curso.
Dentre os mais de 300 NAF’s espalhados pelo país, o Núcleo comandado pelos alunos e professores do Grupo Unis registrou um total de 844 atendimentos, sendo o quarto maior do Brasil, e o segundo maior de Minas Gerais.
“O NAF é um projeto que reflete nossa proposta pedagógica: o aprendizado ativo, significativo e voltado para a comunidade. Apenas sete meses de sua instalação, o NAF do Grupo Unis já é o quarto maior em atendimento, num ranking nacional, e isso reflete a excelência dos serviços prestados. A coordenação, professores e estudantes do curso de Ciências Contábeis estão de parabéns”, ressaltou a Gestora de Educação e Negócios, Profa. Ma. Alessandra Souza.
Além de qualificar os profissionais, o NAF vem para desafogar o trabalho da Receita Federal, que hoje atende 113 cidades da região.
“Recebemos esta notícia com muita alegria e satisfação, eis que o resultado obtido confirma o compromisso e dedicação dos alunos, professores e todos que, direta e indiretamente, contribuem com o projeto. Agora é voltar nossos esforços para novas etapas do NAF que não param por aqui. Ações voltadas ao Microempreendedor Individual (MEI) é apenas uma das previstas para o ano de 2018”, comentou o Coordenador do curso, Prof. Me. Dimas Reis.
Grupo Unis


O BOLÃO COPA 2018 ACAITP é uma promoção da Associação Comercial e Agro Industrial de Três Pontas – ACAITP, através do seu aplicativo de compras on line “COMPRE EM TRÊS PONTAS” e visa distribuir um prêmio de R$ 500,00 em Vale Compra, a ser utilizado nas lojas participantes do referido aplicativo.
Marque os resultados nos jogos da Copa, ganhe pontos em várias modalidades. Ao final da Copa o participante com MAIOR pontuação (Ranking) ganhará um Super Prêmio. São R$500,00 em Vale Compra
(uso exclusivo nas lojas participantes do aplicativo “Compre em Três Pontas” – relação ao final deste Regulamento)
O Período da promoção é de 14 de Junho de 2018 a 15 de Julho de 2018.
ATENÇÃO – o jogo RUSSIA x ARÁBIA SAUDITA não foi disponibilizado para palpites, uma vez que a promoção será lançada após o término daquele evento, portanto, o mesmo estará indisponível para palpites, igualando a chance de todos os participantes.
Baixe o aplicativo ‘’COMPRE EM TRÊS PONTAS’’ – via Google Play ou Google Play Store.
No aplicativo, acesse “Bolão Copa 2018 ACAITP “.
Cadastre-se e participe.
Leia o regulamento. Seu cadastro é o aceite das condições da promoção.



Bastante badalado sob o comando de Tite, o Brasil não passou de um empate por 1 a 1 com a Suíça em sua estreia na Copa do Mundo da Rússia, neste domingo, na Arena Rostov. O time nacional abriu o placar com um belo gol de Philippe Coutinho no primeiro tempo e reclamou da omissão do árbitro de vídeo no segundo – no gol, Zuber, que empurrou Miranda antes de cabecear para a rede, e em um suposto pênalti sofrido por Gabriel Jesus.
Seja como for, o Brasil e a Suíça somaram 1 ponto no grupo E do Mundial e estão atrás da Sérvia, que, mais cedo, em Samara, estreou com vitória por 1 a 0 sobre a Costa Rica. Na sexta-feira, as quatro seleções voltarão a entrar em ação. Enquanto os brasileiros buscarão a reabilitação contra os costa-riquenhos em São Petersburgo, suíços e sérvios irão se enfrentar em Kaliningrado.
Golaço de Coutinho
Os semblantes sérios e tensos dos jogadores da Seleção Brasileira, entrando em campo por uma Copa do Mundo pela primeira vez após o vexame de quatro anos atrás, contrastava com a animação dos seus compatriotas nas arquibancadas da Arena Rostov. Ente o público, nem mesmo a interrupção prematura e protocolar do Hino Nacional cessou a cantoria.
Quando a bola rolou, o Brasil ainda não tinha entrado no clima dos seus torcedores. Os olhos marejados de Tite observaram a Suíça, famosa por sua histórica proposta de jogo defensiva, passar mais tempo com a bola nos pés nos primeiros minutos de partida. Com direito a uma concussão de Dzemaili, livre no meio da área, para fora.
Com o seu novo penteado – um topete loiro, caprichosamente penteado –, Neymar tentou se encarregar de começar a chamar a atenção não apenas pelo visual. O astro da Seleção Brasileira foi quem começou a carregar a bola do campo defensivo para o ataque, por vezes até com individualismo, e recebeu um puxão de camisa e um sorriso irônico de Dzemaili.
O Brasil não se intimidou. Aos 10 minutos, o time de Tite criou a sua primeira grande oportunidade de gol. Neymar foi acionado por Coutinho do lado esquerdo da área e fez o cruzamento. Schar se atrapalhou com a bola, e Paulinho, que começava a aparecer bem ofensivamente, finalizou sem precisão. O goleiro Sommer defendeu com a ponta dos dedos, mas a arbitragem assinalou tiro de meta.
Aos 19 minutos, por mais que se esticasse, Sommer não alcançaria a bola. Philippe Coutinho dominou fora da área depois de a defesa suíça cortar um cruzamento de Marcelo e fez a sua jogada característica – carregou da ponta esquerda para dentro e bateu cruzado. Acertou o ângulo, marcando um golaço, o primeiro da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia.
A vantagem no marcador empolgou os brasileiros na Arena Rostov. “O campeão voltou!” era o grito que ecoava no estádio, audível nas transmissões televisas mundo afora. Igualmente à vontade na partida, a Seleção Brasileira diminuiu o ritmo nos minutos finais do primeiro tempo, possibilitando que a Suíça ficasse mais tempo com a bola nos pés.
Cadê o árbitro de vídeo?
A acomodação, desta vez defensiva, custou caro no princípio do segundo tempo. Logo aos quatro minutos, a bola foi alçada na área brasileira em cobrança de escanteio, e Zuber subiu sozinho para empatar a partida. O suíço empurrou o estático Miranda antes de cabecear a bola, e os comandados de Tite pediram a anulação por intermédio do árbitro de vídeo, que não entrou em ação.
Era apenas a sexta vez sob o comando de Tite que o Brasil precisava se recompor após sofrer um gol. O técnico tentou ajudar com a entrada de Fernandinho no lugar de Casemiro, que deixou o campo depois de tentar encurtar o caminho para o gol com um chute de longa distância, direto para fora. A intenção era melhorar a saída de jogo da Seleção, ineficiente na etapa complementar.
A ideia de Tite não surtiu muito efeito, e o técnico resolveu agir outra vez. De novo, mexeu no setor de contenção do meio-campo, trocando Paulinho por Renato Augusto. E, aos 24 minutos, chegou a esboçar a comemoração do segundo gol. Neymar lançou Philippe Coutinho, que matou no peito dentro da área e limpou a marcação, mas finalizou torto, para fora.
Aos 27 minutos, Renato Augusto criou a sua primeira situação de gol na partida. O representante do futebol chinês na Seleção Brasileira girou e enfiou a bola para Gabriel Jesus, que reclamou de ter sido agarrado por Akanji dentro da área. O árbitro mexicano César Ramos mandou o jogo seguir e voltou a abrir mão do árbitro de vídeo, revoltando a equipe nacional.
Gabriel Jesus saiu do gramado em seguida, substituído por Roberto Firmino. Modificado, o Brasil passou a pressionar a Suíça à base do desespero nos minutos finais, já sem muita organização tática. Neymar, por exemplo, queria decidir o jogo sozinho. E não era capaz. Nos acréscimos, Fernandinho e Miranda ainda desperdiçaram boas oportunidades de gol.
FICHA TÉCNICA
BRASIL 1 X 1 SUÍÇA
Local: Arena Rostov, em Rostov do Don (Rússia)
Data: 17 de junho de 2018, domingo
Horário: 15 horas (de Brasília)
Árbitro: César Ramos (México)
Assistentes: Marvin Torrentera e Miguel Hernández (ambos do México)
Público: 43.109 pessoas
Cartões amarelos: Casemiro (Brasil); Lichtsteiner, Schar e Behrami (Suíça)
Gols: BRASIL: Philippe Coutinho, aos 19 minutos do primeiro tempo; SUÍÇA: Zuber, aos 4 minutos do segundo tempo
BRASIL: Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro (Fernandinho), Paulinho (Renato Augusto), Willian, Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus (Roberto Firmino)
Técnico: Tite
SUÍÇA: Sommer; Lichtsteiner (Lang), Schar, Akanji e Ricardo Rodríguez; Xhaka, Behrami (Zakaria), Shaqiri, Dzemaili e Zuber; Seferovic (Embolo)
Técnico: Vladimir Petkovic
Fonte Yahoo Esportes

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Roger Campos
Jornalista
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A Alemanha decepcionou no início de sua campanha na Copa do Mundo da Rússia. No Estádio Luzhniki, os atuais detentores do título foram dominados pelo surpreendente México durante a manhã deste domingo e acabaram derrotados por 1 a 0.
Com o triunfo, a seleção dirigida pelo colombiano Juan Carlos Osório marca seus primeiros três pontos na Copa do Mundo. Os dois classificados do Grupo F, completado por Coreia do Sul e Suécia, cruzam nas oitavas de final com os integrantes da chave do Brasil.
Pela segunda rodada da Copa do Mundo da Rússia, o México volta a campo para enfrentar a Coreia do Sul às 12 horas (de Brasília) deste sábado, em Rostov. Às 15 horas do mesmo dia, no Estádio Olímpico de Sochi, a seleção alemã encara a Suécia.
O Jogo – Atual detentora do título a Alemanha tomou a iniciativa e buscou o jogo no primeiro tempo, ficando exposta aos contra-ataques puxados por Carlos Vela. Javier Chicharito e Miguel Layun chegaram a receber passes diante do goleiro Manuel Neuer, mas não finalizaram.
Aos 34 minutos, em mais uma jogada de contra-ataque, o México saiu na frente. Após roubar a bola na defesa, o time dirigido por Juan Carlos Osorio fez uma rápida transição para o campo de ataque. Hirving Lozano recebeu de Chicharito, cortou a marcação de Ozil e fuzilou Neuer.
A Alemanha procurou responder rápido e quase chegou ao empate em cobrança de falta dura, cometida por Lozano sobre Kimmich na entrada da área. Em um chute colocado, Kroos procurou o ângulo esquerdo de Ochoa, que conseguiu desviar a bola para o travessão.
Na tentativa de buscar o empate, a Alemanha se lançou ao ataque durante a etapa complementar e permaneceu exposta aos contragolpes mexicanos. Após receber cruzamento vindo da direita, Kimmich tentou uma bicicleta e assustou o goleiro Ochoa.
Juan Carlos Osorio, conhecido pelas alterações esquisitas, tirou Carlos Vela, que puxava os contra-ataques, e Hirving Lozano, autor do gol, para colocar Edson Alvarez. Com o time pressionado, ele fortaleceu a zaga com Rafael Marquez, com cinco Copas do Mundo no currículo.
Com Gomez no lugar de Plattenhardt, a Alemanha encurralou o México no campo de defesa, mas abusou dos cruzamentos na área e não conseguiu criar boas oportunidades. O time centro-americano ainda desperdiçou alguns contra-ataques, que não fizeram falta. No último susto, Brandt acertou a trave direita de Ochoa.
FICHA TÉCNICA
ALEMANHA 0 x 1 MÉXICO
Local: Estádio Luzhniki, em Moscou (Rússia)
Data: 17 de março de 2018 (Domingo)
Horário: 12h (de Brasília)
Árbitro: Alireza Faghani (Irã)
Assistentes: Reza Sokhandan (Irã) e Mohamed Mansouri (Irã)
Cartões amarelos: Muller (ALE); Moreno (MEX)
Gol:
MÉXICO: Lozano, aos 34 minutos do 1º tempo
ALEMANHA: Neuer; Kimmich, Hummels, Boateng e Plattenhardt (Gomez); Kroos, Khedira (Reus) e Ozil; MUller, Draxler e Werner (Brandt)
Técnico: Joachim Löw
MÉXICO: Ochoa; Salcedo, Moreno, Ayala e Gallardo; Herrera, Guardado (Rafael Marquez), Layun, Vela (Alvarez) e Lozano (Jimenez); Chicharito
Técnico: Juan Carlos Osório
Fonte Yahoo Esportes

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Roger Campos
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Cada um, claro, sabe de si, de suas dificuldades e de seus sentimentos e motivações. Mas precisamos deixar de ser “raça de vira-latas” como nos querem impor lá fora. Precisamos estufar o peito e gritar: aqui não! Sou brasileiro e, de fato, não desisto nunca!
Por que não torcer pelo Brasil? Claro que vou torcer. Afinal de contas sou apaixonado por futebol e louco por Copa do Mundo. Não é o Zé, o Mané ou o Pelé que me representam, muito menos o Neymar e seu perfil popstar. É a camisa do Brasil, como se fosse a extensão de nossa bandeira, símbolo pátrio. Vou torcer pra vir o Hexa sim, pra continuarmos na ponta, no topo, onde devemos estar em todos os aspectos, financeiro, de segurança, de qualidade de vida, etc. Vou torcer porque não sou do contra, não sou um esquerdopata que por conta de suas frustrações e incapacidades pessoais só sabe jogar pedra, lamentar e atirar a esmo, sem sequer tirar as nádegas do sofá.
Tem muita gente que adora torcer pra tudo dar errado ou diz que “não está nem aí”. Veja na política trespontana, por exemplo: há sempre um grupo no poder e outro babando para querer voltar. Ninguém quer largar o osso. Simpatizantes em busca de uma colocação, uma boquinha atacam, ofendem, ficam por conta de instaurar o caos. Apagar o fogo é sem graça, o bom é atear gasolina, mesmo que ela custe quase 5 reais.
Eu, por exemplo, fui assessor do ex-prefeito Paulo Luís, acreditei em seu governo e o respeito profundamente, assim estive junto, querendo o melhor para Três Pontas. Dr. Luiz Roberto é meu amigo pessoal há 25 anos. Estive não oficialmente no governo, mas torci muito, pois quero o melhor pro nosso povo sofrido e trabalhador. Agora com Marcelo Chaves, estou do lado de tudo que for para o bem da coletividade trespontana. Foi assim com Carlos Mesquita, com Paulinho Nogueira, com Nilson Vilela, com Tadeu Mendonça, com a saudosa Adriene, com meu irmão de coração e saudoso Dr. Glimaldo Paiva, com Luciana e, enfim, com todos que nos representam e que devem buscar o crescimento da cidade. Estarei junto do próximo, seja ele quem for, se trabalhar em prol do Município.
Penso assim pois não tenho pretensão e nem partido político, não tenho político de estimação, não me penduro no cangote em busca de um cargo. Todos devemos lutar pelo bem comum, mas aqui não é assim. E agora na Copa do Mundo, também muitos não desejam isso.
Tem que reivindicar sim, tem que protestar sim, fazer greve, bater panela, fazer tudo dentro da lei pelos nossos direitos constitucionais. Mas também podemos torcer por nossa Seleção, historicamente um dos nossos orgulhos. Amor é um sentimento que deve estar presente nos momentos de alegria e de dificuldades também.
O povo precisa de pão, mas precisa de circo também! Precisamos de emprego, mas também gostamos de futebol e carnaval.
Por isso meus amigos, vou torcer sim, e muito! Vou vestir a camisa da Seleção Brasileira, gritar gol, sofrer, comemorar, fazer carreata, fazer a minha parte como brasileiro. Respeito quem não pensa assim. Mas eu sou brasileiro e nunca vou desistir, muito menos dar as costas ao meu país…
Vai Brasil!!!
Texto: Jornalista Roger Campos

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Roger Campos
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Pacote inclui:
08 dias
01 diária c/ café da manhã em Curitiba
04 diárias c/ café da manhã em Balneário Camboriú com city tour
05 refeições
01 Passeio ao Beto Carrero World ( com passaporte )
01 Passeio a Blumenau ( Oktoberfest ) sem ingresso
Ônibus: leito turismo, equipado com tv, dvd, toillete, serviço de bordo e guia acompanhante.
Hotéis previstos:
Curitiba – Hotel Nacional Inn ou similar
Balneário Camboriú – Hotel Sibara ou similar
Investimento por pessoa, base apto Duplo ou triplo:
Cheque:
Entrada: R$ 492,00 + 09 x 165,00 cada
Cartão:
Entrada: R$ 572,00 + 05 x R$ 281,00 cada
Seguro viagem opcional: R$ 55,00 por pessoa (até 69 anos)
R$ 85,00 por pessoa (acima de 70 anos)
Obs: Condições válidas para pagamentos efetuados até 30/05/2018.
Tarifas e disponibilidade sujeitas a alteração sem prévio aviso.
Vagas limitadas!

Duas imagens me marcaram muito recentemente; as duas acima. Em países distantes, em hemisférios contrários, língua e cultura diferente, as mensagens exortam à valentia. A valentia contra inimigos poderosos, um uma força armada, ostensiva, outra uma força também poderosa, oculta. Ambas, no entanto, atrás de um balcão, de negócios, como se fundam as forças que obrigam as pessoas a serem valentes e não a viver simplesmente suas vidas comuns.
Por trás da expressão apreensiva, até a expressão raivosa, uma amputação obriga as duas a lutarem. Por que não ser livre simplesmente ao se dirigir para casa, ou por que não ser livre simplesmente para respeitarem a casa onde se vive, onde nasceu?
O dilema segue a toda força quando andar pelas ruas é tão perigoso quanto andar pelo seu país. Medo do assaltante, do preconceituoso ou do misógino que nos agridem por uma sobrevivência, ou por seus ódios; quanto ao medo de um semelhante que acha que o outro tem que sobreviver de acordo com o seu modo de viver, por suposta sobrevivência, ou também por ódio. Dois seres que vivem confinados em pequenos espaços, pelo simples fato de serem, estarem e existirem ali.
Até quando será necessária a valentia para conseguir coisas básicas? Fadil Abul Selmi morreu lutando com pedras, mesmo que sem as pernas para impulsioná-las, apenas a força do seu próprio corpo. Ao mesmo tempo, uma mulher desconhecida ostenta sua expressão agarrada a um cartaz que diz tudo, a própria condição de ser mulher e poder se dirigir, livremente, a caminho de casa.
Devem existir horas em que ser valente cansa, ou o valente está simplesmente cansado de se imiscuir dos problemas, portanto, um valente é cansado sempre, mesmo quando caminha até sua casa, ou roda suas pernas até ela, em tempos de paz, ou em tempos de guerra.
O que fica marcada é a valentia, a coragem. O que podem fazer cartazes empunhados em uma “calle” qualquer do mundo, e as pequenas pedras lançadas em uma funda bíblica em uma terra pedregosa e deserta? Para que se luta, ou até mesmo, por que temos que lutar por coisas que são básicas?
O que falta para que nós possamos viver simplesmente?
Resolvo trazer as valentias dos que enfrentam as forças policiais ou econômicas para o enfrentamento e a valentia do cotidiano. O que nos impede de fazer as pequenas coisas que nos dão prazer? Responsabilidades? Talvez sim. Mas a responsabilidade para com o outro, para com nosso ambiente tem um limite. Até quando precisamos tirar a liberdade de poder caminhar livre até os nossos desejos, realmente separando o que achamos que é profundamente necessário, e aquilo que pode ficar para depois, mais tarde, em troca de um pequeno prazer no dia a dia, até que as coisas consertem por elas mesmas. Os cartazes nas ruas exprimem nosso desassossego, mas não resolvem nada, as pedras, mesmo que atiradas com raiva, não resolvem os problemas. Se aqueles dois seres são capazes de serem valentes nos enfrentamentos, a valentia de romper com pequenas coisas deve ser mais fácil, ou nossa covardia é bem maior do que pensamos.
Nilson Lattari


Que nunca ouviu falar que a pensão alimentícia deve ser fixada, no mínimo, em 30% do salário mínimo? Pois é, em que pese existir uma crença popular de que a pensão deve ser fixada nestes moldes, é fato que não existe lei prevendo um valor mínimo (e nem um valor máximo) a ser fixado em pensão alimentícia, haja vista que a fixação de alimentos levará em conta o binômio NECESSIDADE X POSSIBILIDADE.
Por outras palavras, o valor mensal da pensão alimentícia a ser fixada pelo juiz(a) competente, terá como base a NECESSIDADE do Alimentando, ou seja, o que a pessoa que irá receber a pensão necessita para que tenha uma vida digna e possa sanar suas despesas com educação, saúde, vestuário, alimentação e outras; e a POSSIBILIDADE do Alimentante, ou seja, o que a pessoa que irá ofertar os alimentos têm para oferecer e que não venha a prejudicar seu próprio sustento, conforme nos ensina o art. 1.694, §1 do Código Civil, senão vejamos:
Art. 1.694. Podem os parentes, os cônjuges ou companheiros pedir uns aos outros os alimentos de que necessitem para viver de modo compatível com a sua condição social, inclusive para atender às necessidades de sua educação.
Por fim, vale ressaltar que o eventual DESEMPREGO por parte do Alimentante (pessoa que irá ofertar os alimentos) não é causa o bastante para extinguir o seu dever em prestar alimentos, servido apenas para reduzir o valor a ser fixado judicialmente.
Portanto, acaso as partes não entrem em acordo no que toca a fixação do valor mensal da pensão alimentícia, ela poderá ser fixada no caso concreto em quantia inferior ou superior a 30% do salário mínimo, levando sempre em conta a NECESSIDADE do Alimentando e a POSSIBILIDADE do Alimentante.
MARCELL VOLTANI DUARTE
OAB/MG 169.197
(35) 9 9181-6005
(35) 3265-4107
Rua bento de brito, 155, centro
três pontas-mg
Advogado no escritório de advocacia Sério e Diniz Advogados Associados, Pós Graduando em Direito Processual Civil pela FUMEC, Graduado em Direito pela Faculdade Três Pontas/FATEPS (2015), Membro da Equipe de Apoio do SAAE – Três Pontas-MG (2016), Vice Presidente da Comissão Jovem da 55º Subseção da OAB/MG, Professor Substituto e de Disciplinas Especiais.


Por mais racionais que tentamos ser, a banalidade como a vida vem sendo tratada nos tira da chamada zona de conforto e os sentimentos afloram, os medos são exalados por nossa pele e a revolta toma conta do nosso ser. Já perdi a conta de quantos textos, comentários, críticas e apelos já fiz em torno da violência contra nossos filhos. Parece tudo em vão. Nada muda, um caso encobre o outro, vira mera estatística enquanto pais e mães sangram enterrando seus próprios filhos. Gente, pelo amor de Deus, pais não podem enterrar seus filhos, estamos invertendo a ordem natural das coisas.
Nos foi garantido por Deus que teríamos vida e vida em abundância. Mas a violência está nos roubando isso! Nos foi garantido pela Constituição Federal o pleno direito de ir e vir, a dignidade, a segurança e a vida plena. O crime e a crueldade humana nos tem tirado tudo isso.
Como se não bastasse as doenças cruéis e impiedosas que têm levado nossos filhos, a violência também ganha cada vez mais espaço.
Está insuportável essa situação. Vivemos um caos na segurança pública do país e como se não bastasse roubar o nosso dinheiro e quebrar o Brasil, continuam, tirando a vida dos nossos filhos, delapidando o nosso convívio com eles, afanando-lhes o direito de crescer, de se tornarem adultos, de casar, de ter filhos, de envelhecer. Estão usurpando a lei da vida.
Nossos filhos saem de casa e nunca sabemos se voltam vivos ou num latão do Instituto Médico Legal. Crianças e adolescentes estão expostos, sujeitos a essa desenfreada violência, aos instintos mais monstruosos de pessoas desalmadas, sem coração, sem afeto, sem temor às coisas do Alto.
Não, nossos filhos não podem continuar a mercê desses bandidos que banalizaram a vida por uma satisfação sexual momentânea, pelo desejo de ter um tênis, uma mochila, um celular que muitas vezes ralamos feito condenados para dar aos nossos filhos. Matam para ver o buraco da bala e o sangue escorrendo, filmam atrocidades e postam nas redes sociais num sadismo inacreditável, transformando vidas em mercadorias num açougue a céu aberto que vitimiza não bois e vacas – nem os animais irracionais deveriam sofrer – mas jovens na flor da idade.
Hoje foi descoberto o corpo da menina Vitória Gabrielly de apenas 12 anos. Só tinha 12 anos! Condenada pelo crime por brincar na rua de sua casa, por andar de patins. Conseguem imaginar o terror que ela deve ter passado, a dor dos ferimentos e da brutalidade de homens certamente muito mais fortes que ela, de corpo magro, frágil, em formação? Me dói tentar imaginar os últimos instantes de Vitória. E seus pais? Encontraram a filha amada destroçada num matagal coberta de lixo.
Lixo! É isso que a vida humana se tornou na mão dos marginais.
A polícia, muitas vezes, até faz seu papel. Mas falta efetivo, falta aparato, falta melhores condições de trabalho, também falta segurança pra eles que saem de casa para nos defender. Mas isso não é nada diante da falta de respeito que os heróis de farda recebem como moeda de troca da população. Alguns adoram “pagar de bandidinhos nas redes sociais, como se isso lhes desse ibope, poder, status. Aí me vem a tal justiça… “Eita ferro”!!! A tal justiça arcaica, ultrapassada, obsoleta que minutos depois põe o vagabundo na rua, de volta ao convívio da sociedade. Pra matar de novo!
Falar o quê de um país onde uma assassina de pai e mãe ganha saidinha da cadeia no Dia das Mães; onde o goleiro Bruno dá autógrafos e posa pra fotos com crianças; onde o ex-ator Guilherme de Pádua (assassino de Daniela Peres) ganha fã clube e inúmeras pretendentes antes de “virar pastor”; onde, definitivamente, a banana está comendo o macaco, o certo é fazer errado e aquele que defende o certo é ridicularizado?
Muitos de nós temos filhos e filhas. Muitas mulheres sonham com a beleza máxima da gravidez e não conseguem. Lutam pela adoção. Aí vem um delinquente e nos rouba esse filho, espanca, estupra, sequestra e mata.
Há ainda aqueles que, como na Holanda e agora na Argentina, defendem o assassinato de fetos. Gente mal informada, mal amada, mal intencionada que defende o extermínio de vidas indefesas. Fazem até manifesto, gritam a favor do aborto. Esses também estão jogando nossos filhos no lixo, são assassinos e, na minha opinião, deveriam ser punidos com as mais severas penas da lei. Afinal, no caminho de um ser humano existe dois limiares: a vida e a morte. Muitos estão encontrando a morte. Não estão dando aos nossos filhos o direito de nascer ou de viver.
Aí alguns “modinhas” naqueles lindos e inexoráveis discursos cheios de teses e “mimimi” tentam achar pretexto para justificar o homicídio travestido de aborto. Devemos sim respeitar todas as opiniões. Mas, pra mim, nada justifica tirar uma vida. Nada! Na hora de “abrir as pernas” e se deliciar com o coito é bacana. Assumir responsabilidade é difícil né?
Cada um defende o que quer, não é assim que clamam? Eu defendo o que acredito, basicamente tentando seguir os ensinamentos cristãos.
Estão sepultando nossos filhos de todas as formas. Isso não pode continuar acontecendo. Socorro!!! Pais não podem enterrar seus filhos.
“Não matarás” (Ex 20,13). Jesus disse no Sermão da Montanha: “Ouvistes o que foi dito aos antigos: ‘Não matarás. Aquele que matar terá de responder ao tribunal’. Eu, porém, vos digo: todo aquele que se encolerizar contra seu irmão terá de responder no tribunal”. (Mt 5,21-22).
Portanto, o quinto Mandamento não proíbe apenas “não matar”, mas todo ato ou pensamento que possa ferir o outro física ou moralmente. Assim, a calúnia, a difamação, a perseguição, a exploração da pessoa em qualquer forma, a vingança, o ódio, etc., são pecados contra o mandamento.
O mesmo mundo que evolui é o que muda a lei da vida.
Em épocas de paz os filhos enterram seus pais. Nos dias atuais os pais estão sepultando seus herdeiros.
Que Deus proteja nossos filhos…
Texto: Jornalista Roger Campos

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Roger Campos
Jornalista
MTB 09816
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