Uma lei aprovada em Joinville, Santa Catarina, permite que estabelecimentos como restaurantes, supermercados e lanchonetes doem alimentos não consumidos. Um passo para combater a fome e o desperdício.
De acordo com o texto, aprovado na Câmara Municipal, os alimentos doados deverão apresentar padrões de identidade e qualidade de consumo de acordo com as regulamentações vigentes.
Além disso, a entidade que receber a doação deve ter um profissional de segurança alimentar capacitado para receber os alimentos e manipulá-los de acordo com as normas de segurança alimentar e nutricional.
A proposta aprovada no último dia 17, teve o texto final redigido nesta segunda, 2 e agora vai para a última votação na Câmara.
Depois ela segue para a sanção do prefeito de Joinville. A expectativa é de que ele aprove porque o vereador autor da lei é da base governista.
A lei também detalha normas para a doação de alimentos preparados, ou seja, alimentos manipulados e preparados em serviços de alimentação.
No caso desses alimentos, a entidade doadora deverá indicar os ingredientes utilizados, o prazo de validade e as condições de transporte e armazenamento necessárias à conservação do padrão de qualidade para consumo.
Fim do desperdício
Segundo o vereador Fábio Dalonso a lei pretende evitar o desperdício de alimentos.
“O projeto acaba com o temor que os estabelecimentos comerciais tinham de doar os alimentos não consumidos, ou não comercializados. Muitas vezes os alimentos são jogados fora por falta de uma segurança jurídica que permita a doação”, afirmou.
“Só dá valor a esse projeto quem passou fome”, afirmou o vereador Natanael Jordão.
Com informações do OM e Câmara Municipal de Joinville
O projeto foi elaborado para permitir que um cadeirante faça alguns passeios de forma fácil, pois é só se aproximar-se da bicicleta e se sentar.
Esta invenção foi uma “adaptação” que Bill fez para conseguir levar sua esposa Glad, que sofre de Alzheimer, para passear livremente ao ar livre. Ele fez isso por amor a ela, contudo, o invento se tornou em um grande sucesso, por permitir que pessoas com mobilidade reduzida, em especial os cadeirantes, tenham boa companhia para passear e curtir a vida.
A bicicleta parece muito com um triciclo, o projeto foi elaborado para permitir que um cadeirante faça alguns passeios de forma fácil, pois é só aproximar-se da bicicleta e se sentar, enquanto outra pessoa pedada. Assim como a imagem acima demonstra, a bicicleta permite que o cadeirante fique à frente, sentado, apreciando a paisagem enquanto outra pessoa o conduz, essa é a bicicleta da amizade.
O bom deste invento é que a cadeira onde o “passageiro” se senta, não precisa de pedal, possibilitando assim que pessoas com dificuldades de mobilidade (Cadeirantes e outros) saiam de casa e apreciem as ruas e parques. Pessoas que antes não podiam sair de casa devido suas dificuldades de locomoção são as grandes beneficiárias, este invento permite a interação social e principalmente a saúde emocional, essa é uma ideia genial.
As expectativa agora é que esse invento ganhe produção em escala mundial e chegue ao Brasil em breve ou que, pelo menos, a ideia seja “comprada” e algum brasileiro resolva confeccionar as bicicletas inclusivas. Mas a boa notícia é que já há modelos parecidos sendo fabricados e/ou vendidos no Brasil, principalmente pela internet.
Cientistas britânicos, da Universidade de Cardiff, no País de Gales, descobriram “por acidente” uma célula imune que pode mudar a forma como o câncer é tratado ultimamente.
O estudo, publicado nesta segunda, 20, na revista científica Nature Immunology, mostra que a equipe desenvolveu um novo tipo de célula T que pode encontrar e matar uma grande diversidade de células cancerígenas, como de próstata, mama, pulmão, pele, sangue, cólon, osso, ovário, rim e câncer cervical.
“A nossa descoberta aumenta a perspectiva para os tratamentos contra o câncer. Este tipo de célula pode ser capaz de destruir muitos tipos diferentes de câncer. Antes, ninguém achava que isto fosse possível. Esta foi uma descoberta acidental, ninguém sabia que esta célula existia”, contou Andrew Sewell, responsável pelo estudo, ao The Telegraph.
“Por acidente”
Os pesquisadores estavam analisando sangue de um banco no País de Gales, procurando células imunológicas capazes de combater bactérias, quando encontraram um tipo totalmente novo de célula T.
Essa nova célula imune carrega um receptor nunca visto antes, que age como um gancho, agarrando-se à maioria dos cânceres humanos, enquanto ignora células saudáveis.
Eles ainda não sabem o modo exato como que isso acontece, mas sabe-se que esse receptor da célula-T tem uma interação especial com uma molécula chamada MR1, presente na superfície de todas as células do corpo humano.
Acredita-se que a MR1 seja a responsável por sinalizar ao sistema imunológico o metabolismo disfuncional de uma célula cancerosa.
Andrew Sewell afirmou que a descoberta aumenta a perspectiva de criar uma “terapia universal” contra a doença.
Células T e a imunoterapia
As terapias das células T contra o câncer já existem e o desenvolvimento da imunoterapia contra a doença foi um dos mais importantes avanços neste campo.
Os tratamentos, conhecidos como CAR-T ou TCR-T, envolvem a retirada de células imunes de um doente, que posteriormente são alteradas para que possam prender-se às moléculas que ficam na superfície das células cancerígenas.
No entanto, os tratamentos realizados até agora são úteis apenas em algumas formas de leucemia e não têm os mesmos resultados com tumores sólidos, que são a maioria dos tipos de câncer.
Os pesquisadores da Universidade de Cardiff acreditam que o receptor que encontrou nas células T pode conduzir a um tratamento para todos os tipos de câncer.
Como
A ideia dos pesquisadores consiste em retirar uma amostra de sangue de um doente e extrair as células T para, posteriormente, serem geneticamente modificadas e reprogramadas para produzir o receptor com função de deter o câncer.
As células alteradas seriam cultivadas em grandes quantidades em laboratório e recolocadas no doente.
Testes em humanos
A pesquisa foi apenas testada em animais e são necessários mais testes para confirmar se o tratamento pode ser aplicado em humanos.
Quando injetaram novas células num rato portador da doença e com um sistema imunológico humano, os cientistas encontraram resultados “encorajadores para a eliminação do câncer”.
Os resultados mostraram que as células T dos doentes com câncer de pele, modificadas para expor o novo receptor, podem destruir as células cancerígenas do próprio paciente e também as células cancerígenas de outros doentes.
No caso de o tratamento passar nos protocolos de segurança laboratoriais, a equipe pretende começar já em novembro os testes em humanos com doenças terminais.
A descoberta é considerada promissora até mesmo por especialistas que não participaram da pesquisa.
Um garotinho salvou a vida de uma professora que teve uma queda, dentro da sala de aula do jardim de infância e sofreu traumatismo craniano.
A professora Joyce Darr, que estava substituindo outro profissional, caiu e bateu a cabeça em uma mesa. Max Meza, de 6 anos, entrou em ação porque já havia passado por um treinamento de emergência.
Quando viu a professora inconsciente, Max saiu correndo e pediu ajuda de adultos e os serviços de emergência foram chamados. Os ferimentos de Joyce eram graves.
Ela quebrou o crânio, sofreu um sangramento cerebral e ficou 12 dias na UTI. Agora, a professora está em recuperação e melhorando.
Gratidão
A família de Joyce Darr é grata a Max por salvar a professora. O filho de Joyce ficou tão feliz que comprou um par de sapatos novos para o herói, como agradecimento por ter ajudado a mãe. Joyce e seus parentes não foram os únicos a comemorar a bravura de Max.
Certificado de bravura
O escritório de polícia local fez uma cerimônia especial pra ele na escola. O departamento homenageou Max com um certificado por seus esforços para salvar vidas e deu uma bicicleta ao menino. Durante a cerimônia, o xerife disse: “Ele foi o líder. Ele foi o herói, e estamos orgulhosos dele. Se todos fossem como Max, este seria um mundo melhor. ”
Max é a prova de que as crianças ouvem as lições que aprendem – e são mais corajosas do que pensamos.
Esse garoto corajoso merece todos os elogios que foram dados a ele!
Pelo menos 45 animais foram resgatados com vida da lama em Brumadinho, Minas Gerais. Há bois, galinhas, cães e outros animais na lista.
O trabalho tem sido feito por bombeiros e médicos-veterinários voluntários que deixaram para trás conforto e seus compromissos pessoais para ajudar as vítimas não humanas dessa tragédia causada pela Vale.
A repórter Tábata Poline, que trabalha para a afiliada local da Rede Globo, acompanhou os trabalhos de resgate de animais e ficou impressionada com a história desses verdadeiros heróis que estão ali. Um deles, inclusive, disse a ela que tem um parente desaparecido. Ainda assim, ele está ali se voluntariando pelos animais.
Os animais resgatados estão sendo encaminhados para uma fazenda da região que tem funcionado como hospital veterinário de campo. Embora não tenha sido divulgado nada a respeito, espera-se que esses animais sejam doados para pessoas que amam os animais.
Número de mortes por febre amarela chega a 86 em Minas Gerais.
Três Pontas continua, felizmente, sem nenhuma confirmação de casos de febre amarela. A cobertura vacinal superou as expectativas da Secretaria Municipal de Saúde e já ultrapassa os 99%. Além dos trespontanos que, conscientemente se imunizaram, há também moradores de outras localidades que, visitando o município receberam a vacina. Além disso a SMS visitou empresas e até o Presídio de Três Pontas para ampliar os índices de cobertura.
Não há também registros de macacos encontrados mortos em Três Pontas. Eles também são vítimas da febre amarela e não transmissores, como muitos acreditam.
Da esp. p/ dir.: Dr. Cassiano, Prefeito Dr. Luiz Roberto Dias, Secretária de Saúde Teresa Cristina, Vice-Prefeito Marcelo Chaves e o Chefe do PAM Dr. Lucas Erbst.
Meta de vacinação contra febre amarela é atingida em 17 cidades do Sul de MG
Um relatório divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde apontou que 17 cidades do Sul de MG cumpriram a meta de cobertura vacinal exigida pelo Ministério da Saúde. A orientação é que pelo menos 95% da população seja vacinada nos municípios.
As cidades que ultrapassaram o número de 95% foram Serrania, Itutinga, Ibiraci, Fortaleza de Minas, Gonçalves, Jacuí, São Tomás de Aquino, Guapé e Três Pontas. Além delas, houve oito cidades que ultrapassaram os 100%. Isso acontece quando o município vacina pessoas de outras cidades, além dos moradores.
Foto Ilustrativa
Entre as maiores cidades da região, nenhuma atingiu meta. A que teve melhor desempenho foi Lavras, que ficou com 86,41%. Depois vem Itajubá, Poços De Caldas, Varginha, Passos e, por último, Pouso Alegre.
Confira os números:
86 ÓBITOS EM MINAS
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou que o número de mortes por febre amarela em Minas Gerais chega a 86 desde dezembro do ano passado. Em relação ao informe epidemiológico anterior, divulgado no último dia 15, foram dez novos óbitos.
No total, 222 casos da doença foram confirmados no estado. Outros 505 continuam sob investigação.
Entre os casos confirmados, 199 (89,6%) se referem a pacientes do sexo masculino, e 23, a pacientes (10,4%) do sexo feminino. Em relação aos óbitos, apenas três vítimas eram do sexo feminino.
De acordo com a secretaria, não há relato de vacinação para a febre amarela entre os casos confirmados. A média de idade dos pacientes é de 48 anos. O mais novo tem 3 anos, e o mais velho, 88. A letalidade da doença é de aproximadamente 38,7%.
O balanço divulgado a se refere ao monitoramento da SES iniciado em julho de 2017. Segundo a pasta, entre o início do monitoramento até dezembro de 2017, não foram registrados óbitos.
Foto Arquivo Conexão TP
MORTES EM MINAS POR FEBRE AMARELA
As mortes confirmadas se referem a pacientes das seguintes cidades:
*seis em Nova Lima, na Região Metropolitana;
*seis em Mariana, na Região Central;
*quatro em Barão de Cocais, na Região Central;
*quatro em Juiz de Fora, na Zona da Mata;
*três em Belo Horizonte;
*três em Brumadinho, na Região Metropolitana;
*três em Caeté, na Região Metropolitana;
*três em Conceição dos Ouros, Sul de Minas;
*três em Ouro Branco; na Região Central;
*três em Rio Preto, na Zona da Mata;
*três em Santa Bárbara, na Região Central;
*duas em Barra Longa, na Zona da Mata;
*duas em Lima Duarte, na Zona da Mata;
*duas em Piau, na Zona da Mata;
*duas em Piranga, na Zona da Mata;
*duas em Ponte Nova, na Zona da Mata;
*duas em Porto Firme; na Zona da Mata;
*duas em Rio Acima, na Região Metropolitana;
*uma em Aguanil, Centro-Oeste de Minas;
*uma em Alvinópolis, na Região Central;
*uma em Belmiro Braga, na Zona da Mata;
*uma em Belo Vale, Região Central;
*uma em Bicas, na Zona da Mata;
*uma em Caranaíba, na Região Central;
*uma em Carmo da Mata, no Centro-Oeste;
*uma em Ervália, na Zona da Mata;
*uma em Goianá, na Zona da Mata;
*uma em Itabira, na Região Central;
*uma em Itaverava, na Região Central;
*uma em Jeceaba, na Região Central;
*uma em Lagoa Dourada, na Região Central;
*uma em Mar de Espanha, na Zona da Mata;
*uma em Maripá de Minas, na Zona da Mata;
*uma em Mateus Leme, na Região Metropolitana;
*uma em Matias Barbosa, na Zona da Mata;´
*uma em Paraisópolis, no Sul de Minas;
*uma em Passa Tempo, no Centro-Oeste;
*uma em Poço Fundo; no Sul de Minas;
*uma em Presidente Bernardes, na Zona da Mata;
*uma em Raposos, na Região Metropolitana;
*uma em Rio Manso, na Região Central;
*uma em Rio Novo, na Zona da Mata;
*uma em Santa Rita de Jacutinga, na Zona da Mata;
*uma em Santo Antônio do Aventureiro, na Zona da Mata;
*uma em Santos Dumont, na Zona da Mata;
*uma em São Tomé das Letras, na Região Sul;
*uma em Senhora de Oliveira, na Zona da Mata;
*uma em Simão Pereira, na Zona da Mata;
*uma em Viçosa, na Zona da Mata.
O QUE É A FEBRE AMARELA?
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos infectados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados Haemagogus e Sabethes. Nas cidades, a doença pode ser transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa.
Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.
Brasileiros trabalham para descobrir um remédio contra a leucemia, uma doença maligna originada na medula óssea, local onde as células do sangue são produzidas.
Um grupo formado por professores e alunos da UFF, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), está pesquisando três moléculas capazes de combater a leucemia, o mais comum câncer do sangue.
A equipe vem trabalhando desde 2009 com as quinonas – substâncias orgânicas coloridas presentes na natureza – e buscando aprofundar o conhecimento de suas atividades biológicas, principalmente anticancerígenas.
Além da esperança, o estudo é um embrião de um trabalho ainda maior, que pretende descobrir um novo medicamento.
O grupo formado pelos professores Fernando de Carvalho da Silva e Vitor Francisco Ferreira, do departamento de Química Orgânica, do Instituto de Química da UFF, vem investigando a atividade dessas moléculas frente a células leucêmicas.
O remédio
Segundo Fernando Carvalho da Silva, o Grupo de Síntese Orgânica tem uma de suas linhas de pesquisa voltada para a busca de novos fármacos.
“Nós sintetizamos moléculas de baixo peso molecular que tradicionalmente possuem funções responsáveis por determinadas atividades farmacológicas”.
As naftoquinonas, por exemplo, têm propriedades microbicidas, tripanomicidas, viruscidas, antitumorais e inibidoras de sistemas celulares reparadores, processos nos quais atuam de diferentes formas.
Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o trabalho contou também com parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que fomentou a bolsa dos alunos de pós-graduação envolvidos na pesquisa.
Além dos benefícios que vem trazendo para a universidade, como a propriedade intelectual em si, explica Carvalho da Silva, o trabalho serve para mostrar a sociedade, “que é quem nos financia, que estamos trabalhando na direção de melhorar a qualidade de vida das pessoas na busca de novos fármacos”.
A pesquisa, que pode ser lida na íntegra acessando o link do European Journal of Medicinal Chemistry –http://dx.doi.org/10.1016/j.ejmech.2014.07.079 – ainda não serve de base para nenhum tratamento utilizado atualmente, porque, segundo o professor, “precisa vencer muitas etapas para que se torne um medicamento para combater a leucemia. Entretanto, estamos formando recursos humanos voltados para a pesquisa e mobilizando alunos da UFF na execução do trabalho.”
O trabalho faz parte da tese de doutorado da aluna Mariana Cardoso, do Programa de Pós-Graduação em Química da UFF, que reuniu também as alunas da UFF de iniciação científica, Illana da Silva e Isabela Santos.
Leucemia
A leucemia atinge os glóbulos brancos (leucócitos).
Essas células atingidas, que passam a se reproduzir de forma descontrolada, ocasionam os sinais e sintomas da doença, que se divide nas categorias mielóide e linfóide, de acordo com a célula envolvida.