Tag: Café

  • CAFÉ: Cocatrel incorpora a M Coffees e amplia Departamento de Exportação e Cafés Especiais

    CAFÉ: Cocatrel incorpora a M Coffees e amplia Departamento de Exportação e Cafés Especiais

    Há alguns anos a Cocatrel vem incentivando seus cooperados a produzirem com qualidade, com foco nos cafés especiais. Além disso, passou a prospectar compradores e negociar os cafés de seus cooperados para o exterior, dando início às exportações.

    Com o mercado de café cada vez mais exigente, é importante ter as ferramentas certas e pessoas chaves para alcançar o sucesso. Pensando nisso, a Cocatrel não poupou esforços para reforçar seu time de colaboradores, incorporando a MCoffees.com, uma empresa já consolidada e com experiência no mercado de cafés especiais e exportação.

    Gabriel Miari,  que é trader, explica que “a Mcoffees.com é uma empresa especializada em conectar os produtores a torrefadores e importadores de cafés, principalmente especiais, no mundo inteiro. Temos uma ampla rede de contatos em 39 países. Há um ano e meio trabalhamos na prospecção e desenvolvimento dessa cartela e desses relacionamentos, que agora passam a ser da Cocatrel, que absorveu todo o know-how da Mcoffees.com, para beneficiar o produtor e conseguir uma remuneração melhor na venda de seus cafés para o mundo”.

    A partir dessa ousada e importante aquisição, a Cocatrel visa conectar o produtor ao comprador que, com a chamada “terceira onda do café”, está cada vez mais interessado na origem dos cafés e em conhecer a história de quem ele está comprando.

    O novo departamento da Cocatrel vai trabalhar com exportações (cafés finos comerciais e especiais) e está localizado junto à cafeteria, em Três Pontas. “Daremos foco aos produtores que estejam fazendo um trabalho diferenciado com seus cafés, buscando qualidade”, afirma Gabriel.

    A Cocatrel, agora dona da marca Mcoffes.com, continuará utilizando a mesma para aproveitar da expertise e do nome já consistente no mercado, visando a valorização do produtor e da cooperativa, que se fortalece, ainda mais, no Brasil e no mundo.

    Da esq p/ dir: Os diretores da Cocatrel Jorge, Francisco Miranda e Manoel Piedade.

    Segundo Manoel Rabelo Piedade, superintendente comercial da Cocatrel, “a diferenciação impulsionada pela exigência de Cafés Especiais do mercado externo, agrega valores e traz oportunidades de negócios. É pensando nisso, que a Cocatrel está desenvolvendo este novo sistema de comercialização de cafés especiais. Contamos hoje com uma equipe de profissionais especializados que passarão a ir de encontro aos produtores, em suas propriedades, os auxiliando na condução e manejo dos especiais. Há uma enorme variedade de cafés diferenciados em nossa região e possuímos ótimo clima, tipo de solo e altitude para produzir estes cafés. A Cocatrel já vem selecionando cafés com alta pontuação e procurando exportar diretamente para consumidores finais, agregando, assim, preços mais justos para os cooperados. Se você tem cafés diferenciados, procure nosso departamento, anexo à Cafeteria, ao lado da Loja Matriz”.

    Para mais informações, os novos colaboradores Gabriel, Hugo e Iandra estarão à disposição dos cooperados no Laboratório de Cafés Especiais da Cocatrel, localizado atrás da Cafeteria.

    Fonte Cocatrel

     

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • FECOM: VEM AÍ 3ª FEIRA DE NEGÓCIOS COCATREL MINASUL

    FECOM: VEM AÍ 3ª FEIRA DE NEGÓCIOS COCATREL MINASUL

    A 3ª FECOM – Feira de Negócios Cocatrel Minasul já tem data para ser realizada. Nos dias 12, 13 e 14 de setembro, todas as unidades das duas cooperativas irão receber seus 11 mil cooperados para conhecer as novidades do mercado e ajudá-los a melhorar as tecnologias aplicadas no campo para beneficiar os produtores de café e grãos.

    Além da área de exposição na Cocatrel, em Três Pontas, os cooperados poderão realizar suas transações comerciais nas filiais de Carmo da Cachoeira, Nepomuceno, Santana da Vargem, Coqueiral, Ilicínea e Santo Antônio do Amparo.

    “A FECOM é a grande oportunidade para nossos cooperados adquirirem produtos com os melhores preços e excelentes condições. Além disso, é uma vantagem verem de perto, as novidades e tendências para o mercado do agronegócio e trocar experiências com outros produtores, expositores e com nossos técnicos”, destacou o presidente da Cocatrel, Francisco Miranda.

    No período do evento, os produtores de café, assim como de milho, de soja, de trigo e de feijão, terão a oportunidade de adquirir produtos variados, como adubos, insumos, máquinas e implementos agrícolas, com condições comerciais especiais. Os cooperados poderão optar por compras à vista, a prazo, financiamento em um ano e a modalidade barter, que consiste na troca de produtos pela produção de grãos.

    Fonte Cocatrel

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • POLÍCIA CIVIL prende suspeito de roubo de centenas de sacas de café no Sul de Minas

    POLÍCIA CIVIL prende suspeito de roubo de centenas de sacas de café no Sul de Minas

    Investigado por um roubo de mais de 200 sacas de café, de uma cooperativa agropecuária do município de Coqueiral, Sul do estado, foi preso, na quinta-feira (27), Luciano Pimenta Lopes, 30 anos. O mandado de prisão foi cumprido pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Nepomuceno. O crime ocorreu em março de 2016 e a estimativa do prejuízo causado ultrapassa R$80 mil.
    Segundo as investigações, os suspeitos renderam o vigilante da cooperativa, que fazia ronda no local, bem como um vizinho do estabelecimento. Eles permaneceram reféns por cerca de seis horas, enquanto os envolvidos realizavam o carregamento de um caminhão com as sacas de café.
    Luciano Pimenta Lopes foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da justiça. As investigações continuam para identificar os demais suspeitos de participação no roubo. A prisão do suspeito foi efetuada pelas equipes de Boa Esperança e de Nepomuceno, onde o suspeito foi localizado.

    Foto e Fonte: Divulgação PCMG

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • COLHEITA DO CAFÉ aquece geração de empregos no Sul de Minas

    COLHEITA DO CAFÉ aquece geração de empregos no Sul de Minas

    O início do período da colheita do café reforça a geração de empregos no Sul de Minas. Oportunidade para muitas pessoas que tinham outro tipo de trabalho e que agora estão desempregadas, conseguirem um serviço na área. Segundo a Fundação Procafé, só nesta época, a cadeia produtiva gera cerca de 300 mil empregos na região.

    Muita gente sai até de outras regiões para conseguir uma vaga no Sul de Minas.

    O campo também tem se tornado atraente para muitos que não encontram trabalho na cidade. Na roça, eles tem também todos os direitos de quem trabalha com carteira assinada.

    “Eles têm todos os direitos como 13º salário, férias, remuneração e, principalmente, essa questão de salário na época de produção, que tem um salário melhor do que o salário mínimo”, explicou Arnaldo Botrel, presidente do Sindicato dos produtores Rurais de Varginha (MG).

    Longe das lavouras, a colheita do café também gera emprego. Por onde o café passa, tem trabalho. Uma cadeia de produção extensa, que necessidade de muita mão de bora. Só em uma cooperativa, o número de funcionários aumenta em 50% durante a safra.

    “A cafeicultura não empresa só no meio rural. A cafeicultura emprega na cidade também, emprega nas cooperativas, emprega nos armazéns gerais”, disse o presidente da Cocatrel, Francisco de Figueiredo Filho.

    A maior oferta de emprego é na área de armazenamento e seleção dos grãos. No último mês, quase dobrou o número de contratações.

    O período da colheita do café deve durar até setembro.

    Com informações do G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • EXPOCAFÉ: Maior feira nacional da cafeicultura tem programação diversificada e melhoria na estrutura

    EXPOCAFÉ: Maior feira nacional da cafeicultura tem programação diversificada e melhoria na estrutura

    Além das novidades em máquinas, equipamentos e insumos para produção do grão, o visitante da 20ª Expocafé, realizada entre os dias 17 e 19 de maio, em Três Pontas, também saberá mais sobre colheita, torrefação, sistemas orgânicos, logística e assuntos fiscais ligados à contabilidade rural.

    Este ano a área da feira foi ampliada para 12,5 mil m2. Outra novidade é que as principais ruas da feira foram pavimentadas para melhoria da estrutura do evento e montagem de estandes dos 150 expositores. Pela primeira vez, a Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas levou seis empresas locais das áreas de manutenção de tratores, seguradora, embalagens, mecanização agrícola e moda. “É uma oportunidade para essas pequenas e médias empresas participarem de um grande evento do segmento cafeeiro”, afirma Hélio de Carvalho Júnior, Gerente de Negócios da Associação.

    Outra empresa que participa pela primeira vez é a MRS Logística e que levou uma nova opção de logística para o setor cafeeiro: transporte ferroviário. “Temos potencial para transportar café para exportação, além de insumos para o setor interno. A empresa conta com baixos índices de sinistro e baixo valor de seguro”, afirma o gerente de contas comerciais agrícolas, Marcelo da Silva de Jesus.

    De acordo com o coordenador técnico da Expocafé, César Botelho, também coordenador do Programa Estadual de Cafeicultura, o setor tem buscado dar mais sustentabilidade ao negócio e qualidade no produto final, assuntos trazidos para a programação do evento. “Além de os cafeicultores conhecerem o que há de mais novo e moderno no mercado em maquinário, teremos a participação de diversos especialistas que trabalham também com tecnologias e inovações para a excelência do produto final, a bebida que chega para o consumidor”, explica.

    Para o presidente da EPAMIG, Rui Verneque, a feira evoluiu junto com a cafeicultura mineira. “Somos os maiores produtores de café do Brasil e do mundo. Nesses 20 anos de feira, a EPAMIG tem buscado levar informações para o dia a dia do cafeicultor, visando contribuir para a permanente evolução da cafeicultura”, relembra o presidente da Empresa, que além de sediar tem sido a organizadora do evento nos últimos anos.

     

    20ª Expocafé

    Encerramento: 19 de maio de 2017

    Campo Experimental da EPAMIG – Rodovia Três Pontas / Santana da Vargem, km 06 – Três Pontas (MG)

    Programação: www.expocafe.com.br

    Fonte: Ascom EPAMIG

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • Expocafé 2017 antecipa equipamentos para o público

    Expocafé 2017 antecipa equipamentos para o público

    Equipamentos que ainda não chegaram ao mercado já podem ser conferidos pelos produtores na Expocafé 2017, que abriu hoje, 17, as portas para o público em Três Pontas (MG). Com foco em pequenos e grandes produtores, as empresas expositoras apresentam soluções para facilitar o trabalho na lavoura e garantir qualidade ao café. Mais de 150 expositores, sendo 30 deles estreantes no evento, estão distribuídos em 200 estandes que, nesta 20ª edição, ocupam área ampliada de cerca de 14 mil m² no Campo Experimental da EPAMIG. A expectativa é receber cerca de 20 mil visitantes até sexta-feira, 19, revela o coordenador-geral da Expocafé, Antônio Nunes.

    Presente desde a primeira edição da feira, a Pinhalense guardou o lançamento da máquina Terrena para a Expocafé, que poderá ser usada ainda nesta safra. A máquina tracionada recolhe o café do solo por meio de cabos de aço, independente do declive ou perfil da propriedade, com destaque para a tecnologia embarcada, que dispensa a esteira.

    A Penagos do Brasil escolheu a Expocafé para lançar mundialmente o secador Eco Dryer, já disponível para venda nas versões de 5, 10 e 15 mil litros. Segundo o diretor da empresa, Eduardo Chaves, aliado ao descascador, o equipamento termina o processo de secagem do café em no máximo 24 horas – quatro vezes mais rápido que os tradicionais, segundo Eduardo – e atende pequenas propriedades e microprodutores. “Participamos das principais feiras do Brasil, mas elegemos a Expocafé para as grandes novidades. Aqui está nosso principal público”, ressalta.

    Estreando na feira, a Titã Eletrocomerciais, de Araraquara (SP), trouxe a cafeteira industrial Coffee Line que faz até cinco litros de café moído, utilizando coador de pano para preservar o exigente paladar dos apreciadores de café. A máquina é livre de chumbo, tem isolamento de temperatura e, por isso, permite a adesivagem externa, personalizando a utilização. “Recebemos inúmeras visitas no primeiro dia e nossa expectativa é realizar bons negócios na Expocafé”, espera o gerente comercial Fernando Martinez.

    Fonte Expocafé

     

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • CAFÉ: Produção aumenta 13 vezes em quase 50 anos no Sul de Minas

    CAFÉ: Produção aumenta 13 vezes em quase 50 anos no Sul de Minas

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    Sul de Minas é responsável atualmente por cerca de 30% da produção de café do Brasil, o maior produtor do mundo. No entanto, nem sempre a região teve tanto destaque na produção cafeeira. O controle de doenças, como a ferrugem e um plano com foco em produtividade fizeram a região aumentar sua participação na produção nacional, de 1,2 milhão de sacas, na década de 1970, para 16,3 milhões no ano passado, junto com a região Centro-Oeste, conforme números da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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    Segundo o engenheiro agrônomo pesquisador da Fundação Pró-café, José Bráz Matiello, o café teve forte expansão no Sul de Minas a partir do início da década de 1970, se desenvolvendo a partir de ações de crédito e de assistência técnica, através do Plano Nacional de Renovação e Revigoramento de Cafezais, executado durante a década até o início de 1980.

    Naquele tempo, o parque cafeeiro da região compreendia apenas cerca de 100 mil hectares, com uma produção anual média de cerca de 1,2 milhão de sacas.

    A partir disso, segundo o pesquisador, houve um zoneamento da cafeicultura e foi feito um plano para novos plantios. O que se procurava era fomentar novas variedades, ter espaçamentos mais adequados, para favorecer o controle da ferrugem e implantar cafezais mais produtivos, que suportassem, economicamente, os custos adicionais de controle químico da doença.

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    “Como resultado, o Estado de Minas Gerais, cuja maior região cafeeira era o Sul de Minas, que produzia, em 1969/70, cerca de 2 milhões de sacas de café, com a expansão fomentada pelo Plano de Renovação, passou pra a faixa anual de 10 milhões de sacas produzidas, anualmente, em 1980, apenas 10 anos após, com um acréscimo de mais de 400%. Minas, que na ocasião representava, em 1970, somente 9% da produção brasileira passou para cerca de 30% do total produzido no país”, conta Matiello.

    O surgimento de novas áreas para o cultivo do café e a expansão da mecanização também contribuíram para o aumento da produção. Esse período de crescimento, no entanto, viveu pequenos períodos críticos, como em 1989, quando a os preços caíram para cerca de US$ 40 a saca, devido à extinção das cláusulas econômicas do Acordo Internacional do Café. Períodos de geada também prejudicaram o cultivo, mas a cultura conseguiu retomar o fôlego nos anos seguintes.

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    “Atualmente a cafeicultura do Sul de Minas conta com uma área de cerca de 642 mil hectares de lavouras, da qual cerca de 22% ainda está em fase de formação. A média das safras atuais se situa em cerca de 15 milhões de sacas/ano, podendo crescer, ainda, com a entrada em produção dos cafeeiros novos, cujo plantio vem sendo feito anualmente, em função da fase favorável de preços, verificada nos últimos anos”, conclui o pesquisador.

    Fonte G1 Sul de Minas

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • CAFEICULTURA: 2º Feira de Negócios Cocatrel Minasul – Fecom será realizada este mês

    CAFEICULTURA: 2º Feira de Negócios Cocatrel Minasul – Fecom será realizada este mês

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    A Cocatrel – Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas e a Minasul – Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha, consolidam parceria iniciada em 2016 com a organização da segunda edição da Feira de Negócios Cocatrel Minasul – Fecom. O evento tem como objetivo, unir forças entre duas grandes cooperativas do Sul de Minas e beneficiar, cada vez mais, os cerca de 11 mil cooperados atendidos pela Cocatrel e Minasul.

    A segunda edição da Feira de Negócios – Fecom, será realizada nos dias 7, 8 e 9 de março de 2017 e vai oferecer exposição e venda de máquinas, equipamentos e insumos; condições especiais para compras à vista; barter (troca por café em até 3 anos) e abertura de linhas de créditos especiais.

    Um público de 10 mil pessoas é esperado para esta segunda edição do evento, que também recebe, cooperados, agricultores, técnicos agrícolas, pesquisadores, representantes comerciais, empresários, empreendedores e demais envolvidos com o agronegócio. Em sua primeira edição, em 2016, o volume de negócios superou R$ 70 Milhões.

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    Serviço

    Evento: FECOM – 2ª Feira de Negócios Cocatrel Minasul

    Data: 7, 8 e 9 de março de 2017

    Horário: 8h às 17h

    Local: Av. Ipiranga, 1745 Três Pontas / MG

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    Fonte Cocatrel

     

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • CAFEICULTURA: Mesmo com safra menor em 2017, café ainda deverá ‘salvar’ economia

    CAFEICULTURA: Mesmo com safra menor em 2017, café ainda deverá ‘salvar’ economia

    UNIS NOVA OFERECIMENTO

    Região produziu 32% da safra em 2016, junto com o Centro-oeste mineiro.
    Especialistas falam sobre perspectivas para o setor no Sul de Minas.

    A produção de café fechou o ano de 2016 com a colheita de 51,37 milhões de sacas de 60 quilos no Brasil, um aumento de 18,8% em relação a 2015, conforme números divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em ano de crise financeira no Brasil, a boa produção e os bons preços pagos ao produtor fizeram com que o café “segurasse as pontas” na economia do Sul de Minas, base para vários municípios que dependem de seu cultivo. Para 2017, especialistas dizem que a produção deverá ser menor e os preços não serão tão animadores, mas a cultura continuará mantendo o bom desempenho.

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    Só o Sul e o Centro-Oeste de Minas, maiores regiões produtoras do país e com tradição no cultivo do café arábica, contribuíram com a produção de 16,6 milhões de sacas em 2016, um aumento de 53,8% em relação ao ano anterior. O aumento da área plantada, a produtividade e a regularidade climática favoreceram a produção em relação à safra anterior, segundo a Conab.

    O ano de safra boa, no entanto, não se refletiu nas exportações brasileiras. Em 2016, conforme números do Conselho dos Exportadores do Café do Brasil (Cecafé), o país exportou 34 milhões de sacas, entre café verde e industrializado. O número representa uma redução de 8,1% em relação ao desempenho de 2015, quando as exportações brasileiras de café fecharam em 37 milhões de sacas.

    Perspectivas para 2017

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    O presidente do Centro de Comércio do Café de Minas Gerais falou sobre as perspectivas para 2017: “Não acredito em fatores negativos não, acredito que a safra possa ser um pouco menor do que foi em 2016, porém nós não devemos ter preços muito ruins não, acho que a tendência lógica são os preços se manterem em níveis remuneradores, pois dizer que o preço vai subir ou cair é muita especulação. O produtor deve ter bons momentos, o café dá oportunidade para o produtor vender bem todo ano, ele tem que aproveitar esses momentos de alta e vender. A demanda do café brasileiro deve continuar boa, o Brasil é um país bastante competitivo porque tem qualidade, quantidade e preço, então se torna um produto bastante importante para os importadores” – Archimedes Coli Neto.

    Fonte G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • SUCESSO: Japoneses visitam Três Pontas e se encantam com a VIMI Cafeteria

    SUCESSO: Japoneses visitam Três Pontas e se encantam com a VIMI Cafeteria

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    Um grupo de executivos e grandes empresários do setor de cafés especiais do Japão, passou por Três Pontas e se encantou com a VIMi Cafeteria Gourmet, que simboliza a renovação e a qualidade extrema em torno do nosso ouro verde: o café.
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    Os japoneses Mr. Nobuo Oda, Ms. Naoko Oguma e o Mr. Shinji Sekine, o último sendo o presidente de uma associação de cafés especiais no Japão, acompanhados pela representante da MSC Coffee, Sra. Dircéia, que os trouxe para Três Pontas, visitaram as fazendas Caxambu e Aracaçu, da produtora de cafés especiais Carmem Lúcia Chaves de Brito, a Ucha, de quem compram esses cafés e levam para a terra do sol nascente.
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    Eles vieram ao Brasil para as Olimpíadas do Rio de Janeiro e decidiram vir à Três Pontas conhecer a produção de cafés especiais.
     
    Um dos japoneses é dono de mais de 350 delicatessens no Japão.
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    De acordo Ucha, os japoneses ficaram encantados com sua fazenda, com a produção de cafés especiais e destacaram a visita a VIMI Cafeteria Gourmet, que na ocasião contou com música ao vivo.
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    “Eles gostaram muito. Acharam, tudo incrível”, disse a produtora Ucha.
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  • ROUBOS DE CAFÉ: Cafeicultores cobram segurança do governo mineiro

    ROUBOS DE CAFÉ: Cafeicultores cobram segurança do governo mineiro

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    Preocupação com criminalidade é destaque em carta de reivindicações que será apresentada ao governador.

    Apesar de reconhecerem que a cafeicultura vive um bom momento nos últimos três anos, produtores de café do sul e sudoeste de Minas estão assustados com a criminalidade e pedem providências do governo estadual também com relação à qualificação e divulgação do produto mineiro, além de elevação do preço mínimo garantido pelo poder público.

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    Essas questões foram destaque em audiência pública realizada pela Comissão de Agropecuária e Agroindústria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no Centro de Excelência do Instituto Federal do Sul de Minas, localizado no município de Machado (Sul). Participaram os deputados Emidinho Madeira (PSB) e Antônio Carlos Arantes (PSDB), autores do requerimento, além do deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB).

    Durante a reunião, um documento com reivindicações a serem encaminhadas ao governador do Estado foi apresentado e discutido com os cerca de 200 participantes. A carta foi elaborada pelo Consórcio Público para o Desenvolvimento do Café do Sul e Sudoeste de Minas (Concafé) e endossada pela Comissão de Agropecuária e Agroindústria.

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    O Concafé foi criado há cerca de um ano e que reúne hoje 40 prefeitos de municípios cafeicultores, com mais 20 em processo de filiação. O objetivo é auxiliar os produtores de café na elaboração e execução de ações de marketing do produto estadual, difusão de informações qualificadas, interlocução setorial e captação de recursos.

    Fonte: ALMG

  • PREJUÍZOS: Uma semana após geada empresário trespontano contabiliza perdas

    PREJUÍZOS: Uma semana após geada empresário trespontano contabiliza perdas

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    No último domingo dia 17 de julho, uma mudança brusca de temperatura acabou ocasionando prejuízos para alguns produtores de café em Três Pontas e também em Santana da Vargem. O empresário Antônio Lúcio, proprietário da Terra Café, produtor há 15 anos, sofreu severas perdas e falou ao Conexão.

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    “Os prejuízos que tive foram na fazenda Trocadeiro e Fazenda Ponte Alta em Santana da Vargem. A Fazenda Trocadeiro possui uma área de lavoura de quatro anos, lavouras novas, com aproximadamente noventa hectares. A geada foi verificada na madrugada de domingo pra segunda, onde eu recebi fotos de termômetro às seis horas da manhã onde a temperatura estava zero grau. E constatando que o café já estava com gelo nas folhas, onde a geada foi formada”, comentou.

    Sobre o tamanho do prejuízo causado pela geada, Antônio Lúcio emendou:

    “O meu prejuízo nesta propriedade, avaliado com Gps, que a geada atingiu, queimou o café em torno de trinta e três por cento, o que significa trinta hectares. Só o que a gente vê, estes cafés que não vão produzir café o ano que vem, a lavoura terá que se recuperar durante dois anos, para produzir café apenas em 2018. Apenas parte da lavoura que é um pouco mais alto não queimou. A própria friagem, prejudica traz um desequilíbrio fisiológico, e planta também reduz drasticamente a produção. Então não é só a planta afetada pela geada, mas sim os talhões que foram afetados pelo excesso de frio. Também vai haver uma queda na produção muito grande. Então as pessoas olham e falam na minha propriedade queimou cinco, dez por cento, mas o prejuízo é sempre o dobro disso”, ressaltou.

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    O prejuízo de Antônio Lúcio é em torno de duas mil e quinhentas sacas de café. “Consideramos uma geada mais severa na Fazenda Trocadeiro, já na Fazenda Ponte Alta uma área menor, mas também com severidade, eram áreas novas, lavouras novas, brotas, então vai deixar de produzir em torno de duas mil e quinhentas sacas para o próximo ano. É um prejuízo muito grande. Sou um produtor recente, faz quinze anos que sou produtor, mas tá muito difícil trabalhar com a cafeicultura, porque em 2013 nos tivemos uma boa safra, mas os preços estavam abaixo de R$250,00 reais, e em 2014 tivemos uma seca e com isso teve uma má formação, a baixa “granação” dos grãos. Já em 2015 a safra foi prejudicada pela seca de 2014, onde não teve a florada adequada. Quando chegou 2015 para 2016, tivemos uma boa condição de chuva só que chegou o excesso de chuva fora de hora. Chegou junho choveu e o café foi todo pro chão. Então trinta a quarenta por cento da safra ficou no chão. Este café é difícil de recolher, fica caro e temos que vender a preços baixos, desvalorizado. Agora pra 2017 a safra já está prejudicada por causa da geada e o excesso de frio”, concluiu.

    Também conversamos com o especialista Eduardo Chaves sobre o tema:

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    “A geada é condição climática, de tempos em tempos, segundo as estatísticas em torno de dez em dez anos acontece uma geada forte na região. Isto é climático, a única prevenção que o produtor pode ter em relação a geada é não plantar o café em lugares baixos, porque são lugares passíveis de acontecer a geada. No entanto não tem muito o que se fazer. O que aconteceu com a geada desta semana, ela visualmente parecia não ser de grande porte e também as lavouras estavam num estado vegetativo bom, por causa das chuvas, estavam com folhas novas, então pegam uma queda de temperatura muito grande. De domingo pra segunda a gente não consegue avaliar os reais prejuízos, visualmente não foi um prejuízo muito grande, mas isto pode interferir nos pontos de crescimento pra próxima safra. É isto que está sendo avaliado agora. Então o prejuízo desta geada vai ser refletido na próxima safra porque a geada queima as folhas. Nesta colheita deste ano não interfere porque os grãos já estão sendo colhidos, os grãos já estão prontos”, explicou.