Tag: Café

  • Cocatrel Coffee Pay: Cooperativa inova com app para fazer transações financeiras em qualquer hora e lugar

    Cocatrel Coffee Pay: Cooperativa inova com app para fazer transações financeiras em qualquer hora e lugar

    A Cocatrel lançou o “Cocatrel Coffee Pay”, um aplicativo que facilitará a vida dos cooperados na hora de receber os pagamentos pela venda do café, leite ou outros cereais, e possibilitará fazer transações financeiras em qualquer hora e lugar. Pelo novo app, é possível realizar transferências via Pix e TED, pagamentos diversos, emitir boletos e até recarregar o celular.

    O Cocatrel Coffee Pay foi desenvolvido utilizando o conceito das fintechs, uma abreviação para financial technology (tecnologia financeira, em português), e chega como uma solução oferecida pela Cocatrel para que os cooperados controlem suas operações financeiras utilizando somente o celular – uma alternativa mais prática e moderna para os serviços tradicionais dos bancos.

    Segundo o presidente da Cocatrel, Marco Valério Araújo Brito, “a Cocatrel está inovando cada vez mais, não só na melhoria das lojas, armazéns e outras estruturas, mas também nas soluções financeiras e tecnológicas. O Cocatrel Coffee Pay vem para impulsionar a agilidade de pagamentos, e, mais do que isso, marca a entrada da Cocatrel em um segmento novo, modernizando a cooperativa sempre com foco no cooperado.”

    O novo aplicativo não tem custos de manutenção, e num primeiro momento será liberado apenas para cooperados e colaboradores. Em poucos meses pretende-se incluir novas funções que facilitarão ainda mais as operações financeiras das pessoas físicas, fazendas e empresas.

    O que o Cocatrel Coffee Pay pode fazer:

    • Transferências para quem também tem Cocatrel Coffee Pay, ou outras contas via TED ou Pix
    • Pagamentos de boletos, tributos e contas (luz, telefone e outras) – mais rápido, fácil e sem filas
    • Carregamento de celulares de diversas operadoras
    • Acompanhamento de extrato de pagamentos, transferências e recebimentos
    • Recebimento de dinheiro através de Pix ou boletos
    • Pagamento de compras, amigos ou transferências para outras contas via Pix
    • Emissão de boletos para cobrança utilizando o seu CPF ou CNPJ
    • Acesso ao Portal do Cooperado

     

    Como aderir ao Cocatrel Coffee Pay?

    O aplicativo já está liberado para alguns usuários desde a fase de testes, e quem deseja fazer o download pode entrar em contato o time da Cocatrel Coffee Pay (telefone 35 3661-2994). Em breve, ele estará disponível para download nas lojas de aplicativos Google Play e Apple Store.

    Fonte Cocatrel

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    Roger Campos

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  • Três Pontas se despede de um dos maiores incentivadores da cafeicultura: Gilson Ximenes

    Três Pontas se despede de um dos maiores incentivadores da cafeicultura: Gilson Ximenes

    Faleceu nesta sexta-feira um dos maiores nomes da cafeicultura de Três Pontas e do Brasil. Gilson José Ximenes Abreu deixou um legado como profundo conhecedor do café e uma liderança que sempre fez a diferença dentro do agronegócio, defendendo a luta do setor, nos representando na política nacional do chamado ouro verde, uma das principais bases de nossa economia. Ele tinha 76 anos.

    Gilson Ximenes tem uma longa trajetória, uma história de vida na cafeicultura. Foi presidente da Cocatrel e da Unicoop, além de ter comandado o Conselho Nacional do Café. Foi presidente do CNC de 1995 a 2001 e de 2007 a 2011. Culto, inteligente, de fala fácil, um líder nato que serviu de exemplo para tantos no meio do café, desde produtores até os políticos que adotaram a cafeicultura como uma de suas principais bandeiras.

    Mineiro de Três Pontas, Gilson tinha cadeira cativa nas principais mesas de negociação da cafeicultura.  Nosso jornalismo, por vezes, entrevistou Gilson Ximenes e a cada pauta ele brindava nossos leitores (ou telespectadores, à época) com informações precisas, um jeito simples de falar, com grande poder de convencimento e um notório amor pelo café.

    Ele tinha diabetes associada a outras doenças e estava hospitalizado. Gilson deixa esposa e três filhos.

    Defesa da Cafeicultura

    Gilson Ximenes sempre usou de seu talento, influência e liderança para defender a cafeicultura. Das lavouras ao cenário político, ele lutou intensamente para que o café voltasse a ter lugar privilegiado nas principais mesas de negociações, em Belo Horizonte, São Paulo e em Brasília. Mesmo sem um mandato político de fato, esteve sempre presente ao lado de figuras conhecidas da política brasileira que representavam o café, como Carlos Melles e Silas Brasileiro.

    Liderança e Conhecimento

    Num de seus artigos publicados no site Página Rural, em 04 de agosto de 2008, Gilson Ximenes sintetizou com perfeição como deveria ser feita a defesa da cafeicultura, texto que mesmo tendo sido escrito havia 13 anos, segue atual e cai como uma luva diante do atual cenário da cafeicultura, num ano todo prejudicado pela severa geada:

    “O Brasil não precisa de ‘lobos travestidos de vovozinhas’. Está na hora dos segmentos do agronegócio café assumirem claramente seus interesses individuais, negociando, de forma madura, soluções que atendam a todos sem perder de vista o interesse maior, o coletivo. O interesse daqueles que produzem para alimentar a mesa dos brasileiros e gerar divisas, emprego e desenvolvimento para o Brasil.”

     

    A notícia da morte de Gilson Ximenes segue repercutindo nas redes sociais e entre os principais órgãos da cafeicultura do país. O CNC, publicou:

    “Lamentamos profundamente, e ressaltamos o legado deixado Gilson Ximenes, não só na instituição como também na cafeicultura nacional, em todos os seus locais de atuação.  À família e amigos deixamos nossos mais sinceros sentimentos, na certeza de que suas ações e memórias estarão para sempre conosco. Que o Espírito Santo console o coração de todos por esta perda irreparável. A família CNC e a cafeicultura brasileira estão de luto.”

    A Cocatrel também lamentou e homenageou Gilson Ximenes:

    “É com grande pesar que comunicamos o falecimento do Sr. Gilson Ximenes. Cafeicultor, ex-presidente da Cocatrel e do Conselho Nacional do Café (CNC), sempre foi um personagem de luta, que abraçou e defendeu os interesses dos produtores rurais do Brasil. Nós, diretores, conselheiros, colaboradores e cooperados da Cocatrel, prestamos sinceras condolências e nos solidarizamos com toda a família, desejando força nesse momento tão difícil. Nossos sentimentos.”

    Três Pontas teve e continua tendo personagens importantes na cafeicultura. Gilson Ximenes é, sem dúvidas, um dos principais nomes, da busca pela qualidade, valorização e justiça na cafeicultura. Gilson Ximenes ajudou a mudar a história do nosso ouro verde e para sempre será lembrado! Aos familiares e amigos os nossos sinceros sentimentos!

    Homenagem do Conexão Três Pontas!

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    Roger Campos

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  • Grão Sagrado: Entenda quais são os principais motivos para a alta no preço da saca de café

    Grão Sagrado: Entenda quais são os principais motivos para a alta no preço da saca de café

    Insumos, combustível e mão de obra também estão mais caros, o que acaba dificultando o dia a dia do produtor

    Quem acompanha o mercado cafeeiro tem percebido que o preço da saca de café está em alta. Durante o mês de agosto o preço da saca de 60 kg do café arábica tipo 6 bebida dura fechou acima dos R$ 1 mil praticamente todos os dias. Diversos fatores podem fazer o preço subir, mas, especialistas apontam que a elevação atual se deve, principalmente, à quebra de safra.

    O preço do café vem subindo ao longo dos meses e antes mesmo das geadas já era possível observar uma alta, com valores acima de R$ 800 reais a saca já no mês de maio, conforme indicadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA). Isso vem ao encontro da explicação do presidente do Centro do Comércio de Café do Estado de Minas Gerais, Archimedes Coli Neto.

    “Essa alta se deve a uma quebra de safra que nós estamos colhendo e que termina agora em setembro, então isso está se confirmando com uma redução bastante grande com relação à colheita e também a expectativa de uma safra não muito grande para o ano que vem devido às geadas e ao clima seco. Isso vem favorecendo os preços de café e o mercado já está sentindo isso e muito preocupado com a oferta, ele vem subindo e vem mantendo preços firmes”, comentou.

    A quebra de safra é uma redução, geralmente bastante significativa do que estava previsto para a colheita. Geralmente ela acontece devido a fatores climáticos, ataque de pragas ou pela disseminação de doenças nas plantações. Segundo o vice-presidente da Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Poços de Caldas – Café Poços, Marco Antônio Lobo Sanches, a quebra da safra deste ano já era esperada devido à seca prolongada.

    “Faltou água e os cafés apresentaram muito defeito, quer dizer, a escolha e a cata do café aumentou muito, vamos dizer 30%, 32%, com isso vem a quebra, onde os grãos maiores são menores, com defeito, torto, mal formado, grão que poderia dar peneira alta têm um defeito de formação A qualidade se mantém, mas a quantidade de café de qualidade é que cai, então realmente a quebra é significativa”, explicou.

    Apesar do alto preço da saca, para o produtor não há tanta vantagem assim. Segundo Marco Antônio, que também é cafeicultor, não foi só o grão de café que subiu, mas também os insumos, os defensivos, mão de obra e o combustível. Com isso, os produtores continuam com gastos elevados e até mais altos do que no período em que a saca de café estava mais baixa.

    “O produtor está tendo muita dificuldade para comprar insumos. Está muito difícil, o café a R$ 1,1 mil a saca, está pior do que quando estava R$ 550 porque o adubo era R$ 1,5 mil, R$ 1,8 mil. Hoje tem adubo a R$ 2,8 mil, R$ 3,8 mil e tem adubo beirando a R$ 5 mil, quer dizer, o café dobrou e o adubo multiplicou por três, ou mais. E não é só o adubo, tem o insumo contra bactérias, tem os fungicidas, tem os elementos nutritivos, quer dizer, você juntando tudo, mais mão de obra, preço do combustível, tudo subindo. E a produção para o ano que vem é certeza absoluta, nós vamos ter uma quebra bem significativa, a gente não quer isso, mas está ai, é a realidade”, disse.

    Para tentar manter as contas equilibradas, os produtores buscam ‘segurar’ um pouco mais a mercadoria, prolongando os contratos com os compradores. “Ele segura o café e acaba vendendo aos poucos, de acordo com a necessidade dele para pagar colheita, mão de obra, energia elétrica, beneficio do café, secagem. É a mercadoria que ele dispõe no momento para poder quitar uma série de débitos”, apontou.

    Exportação

    Segundo o relatório estatístico do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), as exportações totais brasileiras de café somaram 2.826 milhões de sacas de 60 kg em julho de 2021, primeiro mês do ano safra 2021/22. Esses números representam uma queda de 12,8% com relação ao mesmo período de 2020.

    No acumulado de 2021, ainda de acordo com o relatório, as remessas ao exterior chegaram a 23.737 milhões de sacas, o que representa um aumento de 2,2% em relação aos sete primeiros meses do ano passado. No período de janeiro a julho de 2021, o Brasil exportou café para 115 países, conforme dados do relatório.

    Archimedes Coli Neto explica que o Brasil deve terminar o ano tendo exportado um pouco menos do que exportou em 2020, isso devido à pouca oferta por parte da produção e pelo fato de o mercado ficar um mais travado em relação à comercialização justamente por causa da oferta menor. Mas, ele comenta que com a alta do dólar, o Brasil segue disputando espaço na exportação.

    “O Brasil se torna muito competitivo, com o real desvalorizado as exportações tendem a ficar mais fortes, fica complicada a importação, mas a exportação leva uma vantagem porque o Brasil fica muito competitivo nos preços, então a exportação para todos os produtos fica bastante vantajosa”, afirmou.

    Fonte G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

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  • Fecon 2021: Começaram as oportunidades da Feira Cocatrel de Negócios

    Fecon 2021: Começaram as oportunidades da Feira Cocatrel de Negócios

    Novas oportunidades de negócio começaram com a Fecon 2021 – Feira Cocatrel de Negócios, que acontece de 30 de agosto a 3 de setembro.

    Os cooperados podem aproveitar ótimos preços e condições especiais de pagamentos durante a feira, que é 100% digital e pode ser acessada pelo www.cocatrel.com.br/fecon.

    Para quem preferir ser atendido pessoalmente, todas as lojas da Cocatrel estão aptas para receber, cumprindo os protocolos de segurança para evitar a proliferação do coronavírus.

    Os parceiros Cocatrel estão presentes na Fecon 2021 para garantir aos cooperados as melhores oportunidades de negócio: Adubos RealAgroCPAliança AgrícolaBayerBasfCafé BrasilGiroAgroPinhalenseSantaSafraSyngenta e Unimed. Lembrando que a feira ocorre dentro da 5° Feira Digital Coccamig.

    Reserve sua agenda entre os dias 30 de agosto e 3 de setembro – e garanta bons negócios na Fecon 2021.

    Fonte Cocatrel

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  • AgroCP inaugura fábrica de Fertilizantes Foliares Especiais

    AgroCP inaugura fábrica de Fertilizantes Foliares Especiais

    AgroCP inaugura outra unidade em Santana da Vargem, voltada principalmente para a produção de fertilizantes foliares e especiais, com capacidade produtiva diária de 322 toneladas.

    A AgroCP é uma empresa consolidada no mercado de organominerais há mais de 33 anos e tem como compromisso um modelo de negócios baseado em soluções inovadoras com valores sustentáveis.

    Por isso, com intuito de impulsionar cada vez mais o agronegócio brasileiro com tecnologias competitivas, ambientalmente seguras e que incrementem a qualidade e melhorem a performance das lavouras, a AgroCP inaugura outra unidade em Santana da Vargem-MG, voltada principalmente para a produção de fertilizantes foliares e especiais, com capacidade produtiva diária de 322 toneladas.

    O manejo nutricional vegetal é um dos fatores determinantes para proporcionar máxima produtividade econômica. Desse modo, a fertilização foliar é uma estratégia para suplementar a adubação via solo, e estimular processos fisiológicos, principalmente no que tange a aplicação de micronutrientes para atender a limitação nutricional da cultura, uma vez que alguns elementos essenciais tem a disponibilidade dependente de fatores como pH e umidade do solo, entre outros, bem como apresentam baixa mobilidade no xilema e floema das plantas.

    Assim, esse segmento tem diante um cenário promissor e desafiador, visto que a demanda por fertilizantes foliares e especiais aumentou em 6 e 7,7%, respectivamente, comparado com o ano de 2019, de acordo com dados da Associação Brasileira das Industrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo).

    Nesse contexto, para favorecer a dinamicidade da cadeia de produção de alimentos e de fibras energéticas de forma assertiva, alinhado com as exigências e responsabilidades do agronegócio, a AgroCP investe constantemente na capacitação de seus profissionais, em altas tecnologias e na modernização dos processos com a construção de fábricas 4.0 aptas para fabricação de fertilizantes simples individuais, a produtos mais complexos como formulados especiais para atender a necessidade de diferentes culturas e estágios fenológicos, produção de adjuvantes que tangibilizam as aplicações e operações agrícolas, bioestimulantes e desenvolvimento de produtos com microrganismos simbióticos.

    Com isso, a AgroCP visa proporcionar ao agricultor acesso a diferentes e seguras tecnologias que possibilitem maior eficiência do manejo, rentabilidade e ganhos produtivos.

    A AgroCP investe porque acredita no potencial do Agro brasileiro!

    Fonte AgroCP

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    Roger Campos

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  • Geadas no Sul de MG podem elevar preços do café para safra de 2022; entenda

    Geadas no Sul de MG podem elevar preços do café para safra de 2022; entenda

    Professor afirma que os preços atuais sobem a níveis ‘nunca vistos na história’. Agrônomos ainda contabilizam prejuízos nos cafezais da região.

    As geadas que ocorreram nos últimos dias no Sul de Minas causaram prejuízos nas lavouras da região. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), haverá pouca produção de café no ano que vem já que as floradas foram prejudicadas. O prejuízo total ainda é avaliado por agrônomos, mas a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) já estima que possa ser 7 milhões de sacas de café para a produção de 2022.

    Este tipo de perda traz um impacto forte e faz o mercado cafeeiro econômico reagir de maneira evidente. O professor de economia rural da Universidade Federal de Alfenas, Renato Fontes, destaca que, neste momento, os preços já vêm subindo a níveis “nunca vistos na história”.

    “É um efeito climático que toda produção agropecuária está sujeita. A agropecuária, no caso a cafeicultura, é a indústria a céu aberto e o clima é um fundamento importantíssimo na produção do café. Infelizmente, para aqueles cafeicultores que foram afetados pela formação na geada, não é uma situação positiva para a sua produção futura. Com isso, afetando a oferta do café no mercado, isso faz com que os preços se movimentem. Neste momento os preços vêm subindo a níveis, em reais, nunca vistos na história”, explicou o professor.

    Ainda avaliando os prejuízos, os agrônomos da Cocatrel já comparam os estragos causados na pior geada do Sul de MG, em 1994. A Epamig estima que a área que sofreu danos na região seja de 20% a 30%, principalmente, em lavouras mais novas ou que foram podadas. Teve casos de até 70% de áreas atingidas pela geada. Mas ainda não sabem os prejuízos para a próxima safra. Pode ser, segundo a Epamig, que seja de 50% ou até mesmo 100%.

    O professor de economia rural destaca que as geadas são vistas, entre os produtores, por dois ângulos diferentes: os que não sofreram impactos e os que tiveram prejuízos na plantação. Isso, porque, conforme ele explica, o preço já subiu do ano de 2020 para 2021 para o mercado futuro e para a bolsa de mercadoria, o que faz uma correlação para quando o valor chegar até o mercado físico, que é quando o produtor recebe pela mercadoria.

    “Estamos em uma bienalidade, em uma produção menor aqui no Brasil. Você tem uma diminuição dos estoques o Brasil e também internacional. E o mercado esperava que na próxima safra houvesse um aumento na oferta, principalmente vindo do Brasil. A geada, principalmente no Sul de Minas, que é o maior produtor de café do Brasil e do mundo, é extremamente negativa para a oferta. Isso vai fazer com que os preços, que já se elevaram, mantenham um padrão elevado de preço”, disse.

    “No momento que surjam novas informações do efeito geada na produção, ai o preço vai movimentar novamente. Pode ser para cima, ou estabilizar ou uma pequena queda quando chegar a safra. Isso vai depender de como os técnicos, os profissionais da área, vão avaliar a situação da lavouras cafeeiras”, concluiu.

    Estado de calamidade em Coqueiral

    Devido aos prejuízos causados pelas geadas, a Prefeitura de Coqueiral decretou Estado de Calamidade no Município. Conforme o decreto, os trabalhadores e produtores

    Quase metade das propriedades produtoras de café, segundo a Emater, foram afetadas pela geada. Na cidade, como em outros municípios, há registros de lavouras inteiras que não devem produzir em 2022.

    “[O estado de calamidade] É uma forma de dar mais segurança ao produtor rural, porque o estado de calamidade, na questão de seguro junto aos bancos, por exemplo, é exigido. E o pagamento do seguro, se houver, é mais rápido”, disse o prefeito Rossano de Oliveira (PP).

    O decreto entrou em vigor na terça-feira (20) e segue em vigor pelo período de 180 dias.

    Fonte G1 Sul de Minas

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  • PREJUÍZOS: Prefeitura e Cocatrel se pronunciam após forte geada que atingiu lavouras

    PREJUÍZOS: Prefeitura e Cocatrel se pronunciam após forte geada que atingiu lavouras

    Em algumas localidades foram registradas temperaturas abaixo de -2º C. Para quantificar o tamanho do impacto é preciso esperar mais alguns dias, mas as áreas atingidas são extensas.

    “Cenário desolador!” As temperaturas caíram drasticamente na madrugada do último dia 20, ocasionando geada em diversas regiões produtoras de café no Paraná, São Paulo e Minas Gerais, (sul de Minas e Cerrado mineiro). Os resultados são caóticos para produtores de diversas localidades. A Prefeitura Municipal de Três Pontas, através do prefeito Marcelo Chaves Garcia e a Cocatrel (Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas) se pronunciaram no sentido de demonstrar apoio aos cafeicultores.

    O que disse a Cocatrel

    “Sobre a geada que atingiu a região cafeeira do sul de Minas em 20/07/21
    Caros produtores:

    No dia 20 de julho de 2021, toda a região cafeeira do sul de Minas foi atingida por uma geada. Houve casos de geada moderada, severa e muito severa. Alguns produtores foram atingidos de maneira mais branda, outros tiveram seu parque cafeeiro bastante danificado.

    Nesse momento difícil para os produtores, a Cocatrel está disponibilizando o seu departamento técnico para atender aos cooperados. Estamos fazendo um levantamento da geada ocorrida para entendermos melhor os prejuízos causados. Nossos agrônomos estão visitando propriedades e avaliando a situação.

    Seguindo as recomendações de instituições de pesquisas e também a experiência do departamento técnico da cooperativa, a primeira recomendação é de que é preciso esperar um pouco para qualquer tomada de decisão. Os resultados da geada virão dentro de alguns dias para que, a partir daí, ações assertivas sejam traçadas.

    Devemos levar em consideração que há riscos de novas ondas de frio e novas geadas podem ocorrer. Por isso, esperar e avaliar a reação das plantas é o melhor a se fazer nesse momento. Recomendamos também que você, produtor, conte com o auxílio de profissionais especializados para ajudar a traçar estratégias pós-geada. A qualquer momento você pode entrar em contato com o departamento técnico da Cocatrel. Estamos prontos para atendê-lo.”

    O que disse a Prefeitura Municipal

    “O Prefeito Municipal Marcelo Chaves Garcia, atual presidente do Concafé, vem por meio da presente publicação manifestar o seu pesar pela perda causada em toda cadeia produtiva do café e de outras atividades agrícolas com a geada ocorrida nesta semana em nosso Município e em toda nossa região.

    É importante salientar que desde o conhecimento através da EMATER local da gravidade da situação de produtores rurais, imediatamente foram tomadas medidas como decretar calamidade pública, agendar reuniões com autoridades de todas as esferas e com representantes de bancos e dos próprios produtores para a obtenção de ajuda para vencer este momento difícil para agricultura.

    Fomos prontamente atendidos e amanhã (hoje) acontecerá uma reunião em Alfenas com a Sra Ministra da Agricultura, com parlamentares federais, e demais autoridades para debater a matéria e verificar a possibilidade de utilização de recursos do Funcafé. Juntos somos fortes!”

    A Geada

    As geadas que afetaram áreas cafeeiras do Brasil nesta semana geraram o temor de que produtores decidam pelo “default” nas entregas do café recém-colhido, que foi vendido a tradings de commodities há meses por preços que equivalem à metade dos valores atuais.

    Uma onda de frio incomum, com temperaturas caindo para níveis congelantes em questões de minutos na manhã do dia 20 de julho, atingiu  o coração do cinturão de café do Brasil, danificando lavouras e afetando as perspectivas para as safras do próximo ano.

    Agora, é possível que produtores pensem duas vezes antes de cumprir suas obrigações contratuais na atual safra, disseram operadores e analistas, na esteira de uma disparada dos contratos futuros do arábica negociados na ICE.

    “Esses agricultores venderam café por apenas 500 reais (por saca)”, disse Judy Ganes, analista de soft commodities nos Estados Unidos, acrescentando que a produção de café do Brasil já foi reduzida pela pior seca em 90 anos.

    Antes das geadas, alguns produtores tentaram renegociar preços com tradings.

    “O mercado já falava de ‘defaults’ quando os preços estavam 40 centavos de dólar mais baixos”, disse um operador de café no mercado europeu, que acrescentou que a alta recente “tornou o risco dez vezes mais provável.”

    Os preços do café arábica subiram 10% nesta quinta-feira, para 1,95 dólar por libra-peso, maior patamar em seis anos e meio.

    Um corretor que trabalha com grandes tradings internacionais que obtêm café em Minas Gerais, maior Estado produtor da commodity no Brasil, disse que o mercado físico está paralisado, mas acrescentou que “até agora, não recebemos qualquer notificação formal de produtores dizendo que não vão entregar.”

    Geada em Patrocínio

    Airton Gonçalves, que possui quase 400 mil pés de café em Patrocínio (MG), disse que entregou 1.500 sacas à trading europeia Sucafina nesta semana, um dia antes da geada de 20 de julho.

    Ele havia concordado, há alguns meses, em vender este café por uma média de 640 reais por saca.

    Corretores disseram ter tomado conhecimento de ofertas de 1.050 reais/saca em Minas Gerais nesta quinta-feira –que não tiveram vendedores.

    Tamanho Das Perdas, Recuperação Lenta

    Estimativas sobre possíveis perdas para a safra do ano que vem variavam nesta quinta-feira, com o mercado digerindo os danos. Projeções iniciais de perdas de 1 milhão a 2 milhões de sacas rapidamente aumentaram.

    A exportadora de café Guaxupé disse que espera um corte de 4,5 milhões de sacas em estimativas iniciais de quase 70 milhões de sacas para a safra 2022.

    Ganes, que viajou ao Brasil três vezes neste ano para avaliar a seca e as geadas, disse que ainda é cedo demais para especular.

    “Há muitas imagens aéreas circulando. Mas ninguém sabe se essas árvores terão de ser podadas, o que resultará em produção zero no ano que vem, ou se precisarão ser retiradas, o que significaria produção zero por dois ou três anos”, disse ela.

    Eduardo Carvalhaes, veterano corretor de café em Santos (SP), afirmou que viveiros de café também foram atingidos pelas geadas, o que vai dificultar o replantio por parte dos produtores.

    Airton Gonçalves, que acredita que terá de remover cerca de 80 mil árvores queimadas, não tem certeza se conseguirá encontrar mudas.

    “Pode ser que eu tenha de plantar milho nessa área no ano que vem, enquanto espero os pés chegarem ao mercado.”

    Fontes Cocatrel / Prefeitura Municipal de Três Pontas / Cafeicultura

    Geada em Nepomuceno

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    Roger Campos

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  • COMPROMISSO COM A QUALIDADE E COM O COOPERADO NOS 60 ANOS DA COCATREL

    COMPROMISSO COM A QUALIDADE E COM O COOPERADO NOS 60 ANOS DA COCATREL

    Na terra da Música, da Fé e do Café, Cocatrel se destaca, sendo orgulho da nossa gente!

    Três Pontas é, como muitos sabem, uma terra abençoada por Deus e pujante, economicamente falando, através dos olhares especiais e da proteção de Padre Victor e da Nossa Mãe. Assim, a mística do número 3 – que nos remete à Santíssima Trindade – para os trespontanos revelada através daquela serra com as suas três extremidades, nos faz celebrar três pilares incontestáveis na nossa história e desenvolvimento: a música, a fé e o café. E se tem café, tem Cocatrel!

    Na música, somos destaques absolutos no sul de Minas, considerada por muitos o berço da cultura regional. Na fé, um sacerdote humilde, filho de escrava, bem como uma religiosa que simboliza a melhor expressão do amor, sobressaem e nos impulsiona a dias melhores através da esperança e da crença nas forças superiores, em busca de dias melhores. E no café, maior riqueza econômica do município, de onde literalmente brota o sustento de milhares de famílias, a Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas, Cocatrel, ocupa papel fundamental, vivendo atualmente uma fase extraordinária, graças a sua direção que, não somente fortaleceu toda a sua estrutura local, mais também ampliou horizontes, capilarizando toda a estrutura que não para de crescer, de ganhar território, de romper fronteiras, se tornando uma das maiores cooperativas do planeta. Nos seus 60 anos, comemorados agora, o Conexão Três Pontas faz questão de parabenizar, destacar e homenagear a cooperativa que é símbolo de eficiência e orgulho para todos nós.

    Feira de Negócios Cocatrel

    A Cocatrel ainda, como se não bastasse a geração de emprego e renda, a defesa e o fortalecimento do agronegócio, também tem uma enorme preocupação social, onde se destaca na coordenação e/ou apoio em diversas e constantes ações gerando solidariedade, empatia e bons exemplos. A cooperativa também evidencia em diversas cadeias, mas de forma explícita através do projeto Cafeína, a valorização da mulher na cafeicultura, não como coadjuvante, mas como protagonista em diversas frentes.

    A Cocatrel sabe valorizar e reconhecer cada cooperado através de um pool de iniciativas, como a criação da premiação dos melhores cafés, os cafés especiais.

    Projeto Cafeína, valorizando a mulher na cafeicultura

    A Cocatrel também abre seu leque de produtos tornando a marca mais abrangente, multifacetada e aceita cada vez mais longe. Hoje a Cocatrel, assim como nosso Milton “Bituca” Nascimento, é de Minas, do Brasil e do Mundo, sem nunca deixar de ser trespontana, com orgulho!

    “A Cocatrel ganhou o mundo mas não perdeu suas origens, a raiz forte do café de Três Pontas!”

                                                                                                                                        Jornalista Roger Campos

    60 Anos de História

    Em 14 de agosto de 1960, na sede da Associação Comercial de Três Pontas, dezenas de produtores rurais e várias autoridades ligadas ao setor cafeeiro se reuniram para a assembleia de fundação da Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas. O objetivo era defender o cooperativismo e, por meio dele, beneficiar, padronizar, estocar e comercializar a produção de café dos seus cooperados, promovendo e defendendo seus interesses econômicos, profissionais e o bem-estar social. A Cocatrel entrou em operação oficialmente em 18 de julho de 1961.

    Atualmente a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel) emprega cerca de 550 colaboradores e possui 7 mil cooperados, gerando renda e fomentando a economia dos 11 municípios onde está inserida, além de Três Pontas, em Santana da VargemCoqueiralNepomucenoCarmo da Cachoeira, IlicíneaCórrego do Ouro, VarginhaSanto Antônio do Amparo, Guapé Três Corações. Anualmente, a Cocatrel recebe uma média de 2 milhões de sacas de café em seus armazéns, nas modalidades granel, bags e sacarias.

    Com um setor exclusivo para cafés especiais e exportações, o Cocatrel Direct Trade (CDT), a cooperativa conquistou clientes no mundo inteiro, exportando cafés para todos os continentes, e uma indústria de rebeneficiamento com capacidade para preparar até 5 mil sacas de café por dia.

    Cocatrel tem a missão de proporcionar soluções de qualidade e excelência, gerando segurança e sustentabilidade aos cooperados, sendo base para crescer, está perto para ouvir e, acima de tudo, segura para o seu negócio.

    Cocatrel em Números

    _ 2.000.000 de sacas de café recebidas em 2020

    _ 11 municípios com estruturas da Cocatrel

    _ Mais de 7.000 cooperados

    _ 13 unidades de armazenamento e recebimento

    _ 400.000 sacas de cereais recebidas em 2020

    _ 20.000 litros de leite recebidos diariamente

    Armazéns e rastreabilidade

    Os cafés recebidos na cooperativa contam com sistema de rastreamento por rádio frequência RFID, o que garante a completa rastreabilidade desses cafés. Os armazéns estão aptos a receber cafés das principais certificadoras nacionais e internacionais, como UTZCertifica Minas4CRainforest Alliance e C.A.F.E Practices.

    Soluções financeiras

    Na Cocatrel o cooperado pode escolher como quer vender seu café. São várias modalidades de comercialização e ainda a opção dele personalizar e vender seu café como e onde desejar. As soluções financeiras que proporciona, como financiamentosadiantamentoscréditos e seguros, dão tranquilidade para o dia a dia dos cooperados. Além disso, suas feiras garantem as melhores negociações para os produtores, que podem adquirir insumos por meio da troca por café (barter).

    Responsabilidade Social

    Dentro dos princípios cooperativistas, está o interesse pela comunidade. Por isso a Cocatrel realiza, participa e patrocina ações de responsabilidade sociaisculturais e ambientais que visam o desenvolvimento das cidades onde atua. Na área ambiental, apoiou a criação da Central de Recolhimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, mantém uma área de reflorestamento, com manejo sustentável para seu consumo de lenha e realiza o tratamento de efluentes da indústria de laticínios. O projeto da Estação de Tratamento de Efluentes da indústria de laticínios é inovador: está voltado também para servir à conscientização ambiental. Em relação aos benefícios sociais, oferece convênio com a Unimed, extensivo às famílias dos cooperados a preços reduzidos e com alto padrão de qualidade. A Educação também recebe apoio, como no projeto de Inclusão Digital, com participação na criação de salas de informática em escolas rurais. A Cocatrel também apoia eventos culturais, sociais e esportivos nas comunidades onde atua.

    Diversificação da produção

    Apoiando a diversificação das atividades dos cooperados, a Cocatrel possui também um silo com capacidade de 300 mil sacas, para recebimento de grãos como milhosojasorgo e trigo. Além disso, a cooperativa conta com uma indústria de laticínios, e recebe de seus cooperados cerca de 20 mil litros de leite, diariamente. Com esse leite, uma linha de produtos é fabricada e comercializada com a marca Cocatrel. São eles: queijos muçarela, parmesãoprato, frescalcobocó e minas padrãoleite pasteurizadomanteigaiogurtesbebidas lácteas e doce de leite. Além dos laticínios, a linha de produtos conta também com os cafés de alta qualidade, comercializados em grãos, torrado e moído, e em cápsulas. A difusão do conhecimento, com a capacitação de cooperados e colaboradores faz da Cocatrel uma cooperativa que valoriza seus recursos humanos e entende que a informação é base para o sucesso de todos.

    Plataforma de serviços

    A cooperativa conta ainda com uma plataforma completa de serviços que dão base e sustentabilidade para o negócio dos cooperados, como assistência técnica especializada, laboratório de análises de solo e folhas, loja de insumospeças e maquinários agrícolasoficina mecânica e aluguel de colhedeiras e torrefação.

    Diretores e Conselheiros

    Diretoria Executiva

    • Marco Valério Araújo Brito – Diretor Presidente
    • Marcelo Botrel Vicentini – Diretor Comercial
    • Francisco de Paula Vitor Miranda – Diretor Técnico Industrial

    Conselho Administrativo

    • Adriana Pereira Silva
    • Francisco de Paula Vitor Miranda
    • Leonardo Sandy Reis
    • Luciano Ribeiro Lima
    • Luiz Eduardo Vilela de Rezende
    • Marcelo Botrel Vicentini
    • Marco Valério Araújo Brito
    • Pedro Augusto Meinberg
    • Vítor Flávio Lorenzon

    Conselho Fiscal

    • Claudio Herodiano Nonato
    • Denilson Antônio Costa
    • Expedito Alves de Oliveira
    • Jacques Fagundes Miari
    • Samuel Antônio Reis
    • Vitor Ramon da Silva

    Palavra do Presidente

    Marco Valério Araújo Brito, um dos nomes mais respeitados na cafeicultura internacional, presidente da Cocatrel e da Coccamig, expôs em seu blog seu pensamento, a melhor definição do trabalho desenvolvido, tradução fiel do que é hoje a Cocatrel e onde ela quer chegar… E chegará!

    Presidente Marco Valério Araújo Brito

    “Quando entrei para a Cocatrel como diretor comercial, sabia que teria um grande desafio pela frente: manter a cooperativa sólida e confiável, porém com crescimento sustentável, apostando sempre na transparência e na segurança. Sabia que seria difícil, mas com o tempo conseguimos mudar culturas, adotar um organograma interno e apostar em uma gestão mais profissional e tecnológica, com planejamento e processos definidos, além de poder contar com lideranças transformadoras.

    Trouxemos a consultoria da Fundação Dom Cabral e definimos ideologia e planejamento estratégico, sempre com o propósito de sermos uma cooperativa próxima, que entende as demandas do produtor e acima de tudo segura para os seus negócios. Sim, batemos sempre nessa tecla porque essa é a nossa visão e, por mais que muitas vezes pareça que estamos distantes, de portas fechadas, na verdade estamos imersos nessa gestão que busca alcançar cada vez mais eficiência na prestação dos serviços e resultados expressivos como os de 2019.

    Cocatrel na Semana Internacional do Café

    Falando especificamente de 2019. Esse foi um ano de bienalidade baixa que nos trouxe conquistas históricas. A Cocatrel faturou quase R$1 bilhão de reais, comercializou 1.750.000 (um milhão e setecentas mil sacas de café) e tivemos como sobra positiva mais de R$16 milhões que, por sugestão do conselho de administração deverá ter 50% desse valor, mais de R$8 milhões, distribuídos aos cooperados.

    Estes números são frutos de muita dedicação de todos e de decisões complexas, que por vezes tendem a desagradar algumas pessoas. Porém precisamos pensar na cooperativa como um todo, pois somos todos donos e temos que agir como tal, com total igualdade nas ações tomadas para o pequeno, o médio e o grande cooperado.”

    Premiação dos melhores cafés

    Destacamos e homenageamos também cada colaborador da Cocatrel, seus antigos diretores, bem como aqueles que souberam e sabem usar a política como instrumento de inclusão e de defesa da cafeicultura, que, cada vez mais, precisa voltar a ter assento, cadeira cativa nas mesas de negociações da política/economia brasileiras. E a Cocatrel tem um peso enorme nessa luta.

    Parabéns pelos 60 anos de história! Que venham outros 60 de sucesso!

    Governador Romeu Zema no estande da Cocatrel na SIC.
    *Com informações da Cocatrel
    Fotos: Arquivo Cocatrel / Arquivo Conexão Três Pontas / Redes Sociais

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    Roger Campos

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  • COCATREL: A questão da situação dos “cafés em análise”, que aparecem no extrato do cooperado

    COCATREL: A questão da situação dos “cafés em análise”, que aparecem no extrato do cooperado

    A partir da safra 2021, a Cocatrel passou a utilizar em seus extratos a denominação de cafés “em análise” para alguns casos específicos e esse informativo tem o propósito de esclarecer o que isso significa.

    Já há três anos a cooperativa tem realizado o procedimento de classificação em apenas um dia, procedimento esse que visa liberar o café para que seja comercializado, o que permite ao cooperado aproveitar oportunidades de boas vendas, já que o mercado de café tem como característica a grande oscilação dos preços.

    Em função disso, a cooperativa faz uma análise criteriosa, que é feita por dois provadores e classificadores, o que aumenta a credibilidade do processo. Nesse sentido, consegue-se classificar e avaliar um café seguindo os padrões definidos pela Classificação Oficial Brasileira (COB), que classifica os cafés quanto à bebida, da melhor para a pior nas possibilidades: estritamente mole; mole; apenas mole; dura; riada; rio e rio zona.

    Para cafés que apresentem potencial de bebida superior, identificados inicialmente na classificação em apenas um dia, é necessário mais uma etapa no processo de avaliação, o que é feito por meio dos critérios da Associação de Cafés Especiais (SCA).

    A metodologia SCA faz uso de critérios específicos em relação à torra e moagem, e segue a avaliação pela “roda de sabores”, que considera onze atributos em termos de análise sensorial. Nesse caso, os cafés são pontuados com notas entre 0 e 100 pontos, sendo a regra: “quanto mais alto, melhor o café”. Essa metodologia exige mais tempo para a classificação do café, e não consegue ser feita em apenas um dia.

    Por isso, quando aparecer no extrato a classificação “café em análise”, significa que ele será preparado para passar pelos critérios de classificação da SCA e poderá obter uma avaliação superior ao apresentado inicialmente (na classificação em apenas um dia).

    Recomenda-se que o produtor aguarde essa etapa da classificação, que pode melhorar a avaliação de seu café. O ideal é que o produtor realize a venda de outros cafés e não desse, visto que, caso obtenha-se uma classificação superior, o café pode receber um preço diferenciado em relação aos cafés convencionais.

    Fonte Cocatrel

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  • SUCESSO: Cocatrel acumula resultados positivos nas duas feiras realizadas em 2021

    SUCESSO: Cocatrel acumula resultados positivos nas duas feiras realizadas em 2021

    As Feiras Cocatrel de Negócios alcançaram o montante de R$76 milhões em negociações

    Neste ano, as feiras realizadas pela Cocatrel, de maneira virtual, mantiveram a animação dos cooperados em conseguir bons negócios durante os eventos. A mais recente, a Expocafé, que aconteceu entre os dias 18 e 21 de maio, incluiu palestras, debates, dicas técnicas, apresentação de novas tecnologias e estandes virtuais para exposições e comercializações de equipamentos e insumos para a cafeicultura. A Cocatrel finalizou a feira com o expressivo resultado de R$50 milhões em negócios.

    Além disso, o grupo Cafeína Cocatrel teve destaque no evento Expocafé Mulheres, que foi um quadro da feira que trouxe em debate o tema “Rumo a equidade no mercado de café” e reuniu profissionais que se tornaram lideranças no segmento para falarem para as cafeicultoras de todo o país.

    “É um orgulho muito grande saber o quanto a cooperativa vem contribuindo para a evolução da cafeicultura na região, principalmente através de eventos como as nossas feiras, que sempre trazem as principais novidades em maquinários, pesquisas e tecnologias, fazendo com que os produtores tornem-se cada vez mais profissionais e tecnificados,”, afirma Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    Mesmo com a pandemia que ainda atinge o país, o setor agrícola não parou suas atividades e a Cocatrel manteve seu cronograma anual de eventos, garantindo a participação ativa dos cooperados. As Feiras Cocatrel de Negócios são programadas para acontecerem em períodos chave para o produtor, que é sempre o maior beneficiado, pois consegue comprar bem os produtos necessários para a sua produção e ainda tem a garantia de poder utilizá-los na hora certa em suas lavouras. Além disso, através do barter ele pode pagar por estes insumos na sua moeda, o café.

    Em 2021 a Cocatrel intensificou o barter para maquinários e implementos agrícolas, possibilitando ao cooperado, principalmente através das feiras, o contato com diversas marcas e produtos, o que dá a ele a opção de pesquisar, cotar e decidir a mais adequada para sua necessidade no dia-a-dia da fazenda.

    “Entendemos que os momentos de feira são essenciais para os produtores, que também já se adaptaram a eles e estão cada vez mais participativos e demonstrando fidelidade com a cooperativa. Na realidade, quanto mais os cooperados compram na Cocatrel, mais volume negociamos junto às empresas e conseguimos melhores preços. Isso é o cooperativismo na prática e estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos nas Feiras Cocatrel de Negócios e, por isso mesmo, em nenhum momento pensamos na hipótese de deixar os cooperados desamparados. Fomos inovadores, resilientes e as feiras digitais nos trazem grandes resultados também”, pondera Marco Valério Araújo Brito, presidente da Cocatrel.

    Importante ressaltar que, somando as duas Feiras Cocatrel de Negócios realizadas em 2021, a cooperativa chega ao montante de R$76 milhões comercializados entre insumos e maquinários agrícolas. A participação da Cocatrel é decisiva para garantir aos cooperados as melhores condições para negociação e aquisição dos produtos necessários à atividade no campo, pois além de obter preços mais baixos, ainda baliza o mercado.

    Ainda não é possível afirmar se digital ou presencialmente, mas a próxima Feira Cocatrel de Negócios será realizada na primeira semana de setembro.

    Fonte Assessoria de Imprensa Cocatrel

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  • Borra de café é usada na produção de xícaras e copos reutilizáveis de… café!

    Borra de café é usada na produção de xícaras e copos reutilizáveis de… café!

    Não é só no Brasil que o café é uma paixão nacional. Dois bilhões de xícaras são tomadas, por dia, globalmente. O café só perde para a água, no ranking mundial de bebidas: ele é a segunda mais consumida no planeta.

    E nada mais conveniente do que passar rapidamente na loja de rua e comprar um café para ir tomando pelo caminho. As redes de cafeteria tiveram um boom nas últimas décadas e viraram mania nas grandes cidades. Entretanto, com elas, surgiu um novo problema ambiental: o descarte inadequado de seus copos.

    Estima-se que, todos os anos, 58 bilhões de copos vendidos nestes locais sejam jogados fora. Feitos de uma mistura de plástico e papel, geralmente são usados uma única vez e por aproximadamente, 30 minutos.

    Para fabricá-los, milhões de árvores são derrubadas. Sozinha, a rede americana Starbucks, que nos últimos 30 anos, abriu duas lojas a cada dia no mundo, utiliza 4 bilhões de copos por ano.

    Incomodado com esses números e sabendo que assim como ele, muita gente adora um cafezinho, o designer alemão Julian Lechner encontrou no próprio café a solução para o problema: fabricar copos e xícaras com borra de café, resíduo orgânico e compostável, proveniente da produção da bebida e que invariavelmente é jogado no lixo.

    Pois na startup Kaffeeform, em Berlim, isso não acontece. A borra de café se transforma em matéria-prima. Lechner fez parceria com diversas cafeterias da capital alemã e coleta os resíduos que seriam descartados.

    Em 2018, a Kaffeeform foi vencedora do prêmio internacional Red Dot Design na categoria Inovação de Produto.

    Borra de café: mil e uma utilidades

    A utilização da borra de café na economia circular não é novidade.  No ano passado falamos sobre a Recoffee, marca brasileira que usa o resíduo na fabricação de biojoias e objetos de decoração.

    Então, da próxima vez que você tomar seu cafezinho, lembre-se que o lugar da borra não é no lixo. Se você não é um designer criativo, use-a, pelo menos, na compostagem.

    Fonte: Conexão Planeta
    https://conexaoplaneta.com.br/blog/borra-de-cafe-e-usada-na-producao-de-xicaras-e-copos-reutilizaveis-de-cafe/?fbclid=IwAR3qVylxsRbd_QHrV_0aGREYZyADUZQlRy7bW3lC_x0CQWcdkY6B9dsvUfk#fechar)

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  • AGRONEGÓCIO: Cocatrel marca presença na assembleia do ConCafé em Três Pontas

    AGRONEGÓCIO: Cocatrel marca presença na assembleia do ConCafé em Três Pontas

    Na última terça-feira (18/05) Três Pontas foi sede, pela primeira vez, da assembleia do Consórcio Público Para o Desenvolvimento do Café – ConCafé. O prefeito de Três Pontas, Marcelo Chaves, é o atual presidente do consórcio, que busca integrar, desenvolver e valorizar a cafeicultura da região Sul e Sudoeste do estado de Minas Gerais. O evento contou com a presença de prefeitos das cidades associadas, deputados federais e estaduais, e da Cocatrel, representada pelo Presidente Marco Valério Araújo Brito. A principal temática abordada foi a discussão das perspectivas futuras para o mercado de café. O evento também marcou o início da Expocafé 2021, a principal feira da cafeicultura no Brasil.

    O consórcio que une os municípios da região Sul e Sudoeste busca dar mais voz aos produtores de café, para que suas demandas possam ser atendidas pelas autoridades legislativas federais. O presidente da Cocatrel, Marco Valério, destacou a importância da iniciativa do ConCafé, “estamos num mundo de muita divisão e esse encontro é um exemplo da união do técnico com o político e é o que faz a diferença para que o produtor tenha incentivo para investir cada vez mais no aprimoramento do café produzido. De forma remota, o presidente do Senado brasileiro, Rodrigo Pacheco (DEM), reafirmou o seu compromisso em levar para apreciação da casa projetos que visam beneficiar os agricultores.

    A assembleia teve participação da atual diretora da Associação Brasileira de Cafés Especiais – BSCA, Vanusia Nogueira, que destacou pontos importantes para o futuro do mercado cafeeiro mundial. Para ela o consumo de café mudou de forma sensível durante a pandemia essa tendência pode ser duradoura. “A prática do home office, o fechamento de cafeterias e restaurantes aumentou ainda mais o consumo de café nos ambientes domésticos, o que elevou a qualidade e um boom de venda de cápsulas de café, que garantem consistência e padrão na bebida”. Outro apelo feito por Vanusia foi sobre a necessidade de educação dos cafeicultores principalmente na gestão das fazendas, “da mesma forma em que o produtor se preocupa com a qualidade final do café, ele deve priorizar uma gestão eficiente de seus recursos, o que garantiria, por exemplo, a rastreabilidade do café, agregando ainda mais valor ao grão.”

    A Cocatrel também desempenha o importante papel de orientar os produtores em relação à gestão de seus negócios. Durante o evento, Marco Valério destacou que “a Cocatrel vem cumprindo sua missão de proporcionar soluções que tornem os cooperados cada vez mais competitivos, isso inclui os cursos de gestão e qualidade, as soluções financeiras, as orientações sobre o mercado de café e as cafeterias, que além de locais agradáveis, conectam produtores e consumidores, e os estimulas a conhecerem e o consumirem cafés de qualidade.”

    As participações dos Deputados Federais Diego Andrade (PSD) e Emidinho Madeira (PSB) e do Deputado Estadual Mário Henrique Caixa reafirmaram o compromisso dos parlamentares em dar atenção às pautas do ConCafé nos níveis federal e estadual. Para o presidente da Cocatrel, Marco Valério, a presença dos deputados teve grande importância  para o evento. ”A capacidade do produtor aliada com a capacidade de ser representado no congresso só é possível graças à união e participação destes parlamentares em eventos como esse do ConCafé, o principal benefício é que a voz do produtor reverbere em Brasília e seja atendida.”

    Fonte Cocatrel

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