Tag: Câmara

  • FERVEU: Vereadores rejeitam abertura de crédito para Cultura e Natal deverá não ter enfeites

    FERVEU: Vereadores rejeitam abertura de crédito para Cultura e Natal deverá não ter enfeites

    Com exceção do Vereador Sérgio Silva todos os demais vereadores rejeitaram um projeto de lei de autoria do Executivo que pedia abertura de crédito para a Cultura no intuito de criar dotação orçamentária visando custear despesas de material de consumo para as festividades Natalinas no valor de 45 mil reais.

    Houve muita discussão e alguns vereadores lembraram que a própria população que reclama a falta de eventos na cidade, ali representada, pedia a rejeição do projeto que deixará, possivelmente, o Natal sem enfeites este ano.

    O clima esquentou e alguns vereadores que defendiam o projeto do Executivo acabaram votando contra pela pressão popular.

    Resta saber se essa economia representará o cancelamento das festividades de Natal na cidade e saber onde os mais humildes comemorarão já que nos clubes o valor é inviável para a classe operária.

  • 90% CONCLUÍDAS: Vereador Francisco Botrel fala sobre a situação das 316 moradias do MCMV

    90% CONCLUÍDAS: Vereador Francisco Botrel fala sobre a situação das 316 moradias do MCMV

    O assunto Minha casa Minha Vida voltou à tona depois que o Conexão, nos últimos dias, através do quadro “X da Questão” abordou o tema cobrando explicações sobre algumas questionamentos feitos por parte da população ainda sem resposta, como a data da entrega, quem são os selecionados, quais os critérios usados, se terá outras casa totalizando 500 unidades como foi alardeada, etc. O Prefeito Paulo Luís falou ao Conexão sobre o tema. E agora quem abordou o assunto foi o Vereador Francisco Botrel, durante sua fala na tribuna, no Pequeno Expediente da Câmara.

    Segundo o vereador petista, ele e outros colegas vereadores estiveram no Loteamento Jardim das Esmeraldas, onde as 316 casas populares estão sendo construídas. “Quero lembrar a todos que só existem essas casas em fase final de construção porque a Presidenta Dilma investiu 18 milhões e 900 mil reais aqui em Três Pontas, através do Programa Minha Casa Minha Vida. E quanto às obras, elas já estão 90% concluídas, faltando detalhes de água, luz e pintura. Aguardamos para breve a entrega dessas casas que beneficiarão 316 famílias”, disse.

    Também fazem parte desse importante projeto a Construtora Cheren, Caixa Econômica Federal e Prefeitura Municipal de Três Pontas.

  • BATE BOCA: “Vocês precisam criar vergonha na cara e votar coisas de interesse do povo”, disse manifestante ao Presidente da Câmara

    BATE BOCA: “Vocês precisam criar vergonha na cara e votar coisas de interesse do povo”, disse manifestante ao Presidente da Câmara

    Luís Carlos da Silva ameaçou tirá-lo do Plenário. PM foi acionada

    Embora muitos não acreditassem, parece que, de fato e de direito, o povo acordou. E a referência é para a população trespontana. Depois dos dois recentes episódios de manifestações na Câmara Municipal de Três Pontas contra o aumento dos salários dos políticos locais e também contra o número de vereadores, pedindo-se a redução de cadeiras, mais uma vez, embora em bem menor número, o povo foi até o Plenário Presidente Tancredo Neves e soltou a voz.

    Alguns manifestantes que estão liderando todos os movimentos em prol da moralidade, da ética e da decência na política, continuaram tirando os vereadores da chamada “zona de conforto”. Estiveram nesta segunda-feira (14) novamente na reunião ordinária cartazes de protesto, nariz de palhaço e até um vidro de óleo de peroba, uma forma bem humorada de dizer que muitos vereadores são “caras-de-pau”.

    Durante todo expediente, os manifestantes rebateram as falas dos vereadores, o que é proibido de acordo com o Regimento Interno da Casa Legislativa. Um dos mais exaltados era o funileiro Geovane Ribeiro. O representante do povo chegou a bater boca com o Presidente Luís Carlos da Silva. Um dos motivos foram os constantes elogios ao deputado Dimas Fabiano que alocou verbas na ordem de 250 mil reais para o Campo do TAC.

    Os manifestantes questionaram porque essa verba não veio para a Santa Casa. A aprovação de um projeto que autoriza a Prefeitura a gastar cerca de 8 mil reais em publicidade, enquanto outro projeto também aprovado libera o investimento de “apenas” 7 mil reais para a Saúde, irritou profundamente os presentes. Luizinho teve que pedir várias vezes para a população não se manifestar. Geovane não escondeu sua revolta e continuou cobrando seriedade por parte dos políticos, ao lado de outros manifestantes.

    A Polícia Militar foi chamada, depois que o Presidente ameaçou tirar o rapaz do Plenário, ou seja, um ato que, em tese, contradiz os preceitos da democracia.

    Um projeto que também homenageará um idealizador de concursos de miss, de autoria da Vereadora Valéria Evangelista foi a gota ´d’água para muitos que deixaram o recinto. “Ao invés de votarem coisas de interesse das pessoas, ao invés de reduzir os próprios salários, ao invés de defenderem o povo e até homenagear pessoas que realmente merecem, como servidores da Santa Casa, eles ficam agindo desta forma. É revoltante. Essa Valéria tá de brincadeira”, disse um manifestante.

    A expectativa é de que o Plenário volte a estar lotado na próxima segunda-feira, quando o segundo turno da votação da redução do número de vereadores (de 15 para 11) deva ser votado. Ele foi aprovado em primeiro turno.

  • TROCA DE ACUSAÇÕES: Antônio do Lázaro e Sérgio Silva esquentam a temperatura na Câmara

    TROCA DE ACUSAÇÕES: Antônio do Lázaro e Sérgio Silva esquentam a temperatura na Câmara

    Durante o Pequeno Expediente da Reunião Ordinária desta segunda-feira (14), na Câmara Municipal de Três Pontas, os vereadores Antônio Carlos de Lima (Tonho do Lázaro) e Sérgio Eugênio Silva se alternaram na tribuna. O clima esquentou. Antônio, como sempre, fez duras acusações ao Executivo Municipal. Logo depois, Sérgio saiu em defesa da Prefeitura, rebatendo o colega vereador.

    Em sua fala, Antônio do Lázaro disse que um fato lamentável está ocorrendo no Saae. “Apenas a diretora Marisa Cainelli pode colocar seu carro dentro do Saae, os outros servidores não podem e com isso roubaram mais um carro na porta do Saae. Foi o segundo caso. Porque ela pode e os outros não? Isso tá errado. Mas também quero falar sobre o grande número de contratados por essa atual Administração, do Sr. Prefeito Coronel Paulo Luís. São 386 pessoas, funcionários temporários que continuam em suas atividades enquanto os concursados estão parados, aguardando a boa vontade pra assumir seus cargos por direito”, disparou.

    Sérgio Silva contradisse: Esses cargos que o colega citou de forma equivocada e lembro que o vereador tem sempre a obrigação de falar a verdade para o povo, são para professores da educação. São 135 cargos. Dentre os cargos amplos são 52. Já os cargos restritos são 28 e os comissionados são 55. E muitos cargos comissionados são de secretários que são servidores concursados”, pontuou.

    Ainda durante sua fala, Antônio também disparou contra o Vice-Prefeito Erik Roberto: Durante as eleições, quando esteve lá no Quilombo, o Erik disse que tinha família que queria mandar lá. O que ele não disse é que o campo de futebol está largado, uma lástima. E que a antena de telefonia da Vivo, implantada pela ex-prefeita Luciana Mendonça, está parada. Eu estive no Ministério Público em novembro do ano passado e até agora nada. Até quando poucos serão beneficiados por essa Administração?”, concluiu.

  • VOTO DE PROTESTO: Vereador José Henrique Portugal não concorda com condução de votação e explica porque foi contra a emenda de redução de 15 para 11 legisladores

    VOTO DE PROTESTO: Vereador José Henrique Portugal não concorda com condução de votação e explica porque foi contra a emenda de redução de 15 para 11 legisladores

    “Se for para um vereador não ganhar nada eu permaneço, eu me candidato com muito mais honradez. Sou o primeiro candidato favorável ao vereador não ganhar nada, ser um trabalho voluntário”.

    Cerca de 80 pessoas lotaram o Plenário Presidente Tancredo Neves, na Câmara Municipal de Três Pontas, na noite desta 5ª feira (10) para acompanhar a reunião ordinária e pressionar os vereadores para que aprovassem a redução do número de vereadores para a próxima legislatura.

    Os manifestantes soltaram o grito e munidos de cartazes pediram a redução dos salários e também do número de cadeiras, que atualmente é composto por 15 vereadores.

    O vereador Sérgio Eugênio Silva apresentou um projeto pedindo a redução para 13. Os vereadores Francisco Fabiano Diniz (Popó) e José Henrique Portugal apresentaram uma emenda pedindo a extinção de 4 vagas, totalizando 10 vereadores a partir de 2017. Mas, por fim, o vereador Paulo Vítor da Silva apresentou uma outra emenda pedindo que o Legislativo seja composto por 11 vereadores. E como essa, segundo o Presidente Luís Carlos da Silva, foi a última emenda apresentada, acabou sendo votada e aprovada pelos vereadores.

    José Henrique Portugal (PMDB) em forma de protesto não votou favorável a emenda e falou ao Conexão, respondendo questões de interesse coletivo:

    POPULAÇÃO QUERIA REDUÇÃO PARA 9 VEREADORES

    “Eu não vi nenhuma emenda por parte da população pedindo a redução de 15 para 9. Eu vi manifestações em torno disso. Eu e o vereador Popó fizemos uma emenda de redução para 10 vereadores e acabou sendo votada a emenda do vereador Paulo Victor que pedia uma redução para 11. Eu penso que deveríamos começar no menor número e se não fosse aprovada iria subindo até se aprovar. Eu já venho defendendo uma redução para 10 vereadores há muito tempo, desde 2010. Em 2011 foi votada a minha emenda e não fomos atendidos. O Legislativo no país é muito caro e o povo não aguenta pagar tantos impostos. Acho que é hora de tomar um rumo e se organizar. O povo está de parabéns e aqui é a Casa do Povo. O povo deve vir sempre. Eu faço as coisas aqui e quase sempre o Plenário está vazio, é preciso que tenha esse público sempre.

    NÚMERO PAR (10). PODE?

    “Eu fui presidente desta Casa por 4 anos e eram 10 vereadores e nunca houve problema, todas as votações correram normalmente. A Legislação permite isso. Se pegarmos o bolo das matérias que chegam para votação, elas não ficam enroscadas por conta de número par de vereadores. Eu fiquei frustrado e como forma de protesto pela não entrada e votação da minha emenda em parceria com o vereador Popó eu preferi ficar sentado e não votar. Achei errado como foi feito. Eu defendo a redução para 10 e não para 11. Tinha que iniciar a votação com 10. Ficou ilógica a coisa.”

    NECESSIDADE DO SEGUNDO TURNO DE VOTAÇÃO

    “Em se tratando de uma Lei Orgânica, ela, mesmo sendo aprovada aqui como foi, não vai para a sanção do Prefeito. A Lei  Orgânica é votada em dois turnos aqui na Câmara. Daqui 10 dias esse projeto aprovado hoje vota em votação para o segundo turno. Depois disso, se aprovada, será promulgada pelo presidente da Casa Legislativa e entra em vigor apenas para a próxima legislatura, a partir de 2017.”

    VEREADORES PREOCUPADOS COM A IMPROVÁVEL REELEIÇÃO?

    “Eu não sei! Eu particularmente estou com minha consciência tranquila. Eu prefiro estar num corpo de 10 vereadores do que com 15. Quanto aos colegas, se eles estão com medo por conta das manifestações, eu não posso responder por eles, é difícil falar de um colega. Eu estou aqui porque amo e digo mais: se for para um vereador não ganhar nada eu permaneço, eu me candidato com muito mais honradez. Sou o primeiro candidato favorável ao vereador não ganhar nada, ser um trabalho voluntário”.

    REDUÇÃO DOS SALÁRIOS

    “Não tenho conhecimento se o Prefeito já assinou alguma coisa, em que pé está essa situação. Sinceramente não sei responder. Eu acho que o Brasil vem atravessando uma grave crise econômica onde fomos jogados nela pelo Governo Federal que já fala em novos aumentos. O povo precisa estar atento. E acompanhar seus representantes. Eu sou a favor à redução dos salários dos vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários de governo.”

  • PRESSÃO POPULAR: Trespontanos lotam Plenário da Câmara novamente e “forçam” vereadores a reduzir número de cadeiras

    PRESSÃO POPULAR: Trespontanos lotam Plenário da Câmara novamente e “forçam” vereadores a reduzir número de cadeiras

    A população trespontana esteve representada por cerca de 80 pessoas que lotaram o Plenário Presidente Tancredo Neves, na Câmara Municipal de Três Pontas, na noite desta 5ª feira (10) para pressionar os vereadores numa tentativa de ainda reduzir os salários dos políticos locais, aprovado recentemente.

    O assunto não esteve em pauta. Mas dificilmente haverá uma reversão impedindo que, a partir de 2017, o próximo prefeito, vice-prefeito, secretários de governo e vereadores recebam os novos vencimentos com a correção.

    Mesmo assim, os manifestantes soltaram o grito e mostraram, mais uma vez, que quem manda é o povo. Com diversos cartazes pedindo a redução dos salários e também do número de vereadores em Três Pontas, os manifestantes soltaram o verbo durante a reunião ordinária, marcada pela discussão e aprovação de um projeto que muita interessa o povo: a redução do número de legisladores que atualmente é composto por 15 cadeiras.

    O vereador Sérgio Eugênio Silva apresentou um projeto pedindo a redução para 13. Os vereadores Francisco Fabiano Diniz (Popó) e José Henrique Portugal apresentaram uma emenda pedindo a extinção de 4 vagas, totalizando 10 vereadores a partir de 2017. Mas, por fim, o vereador Paulo Vítor da Silva apresentou uma outra emenda pedindo que o Legislativo seja composto por 11 vereadores. E como essa, segundo o Presidente Luís Carlos da Silva, foi a última emenda apresentada, acabou ela sendo votada e aprovada pelos seguintes vereadores:

    _ Itamar Antônio Diniz

    _ Antônio do Lázaro

    _ Geraldo Messias

    _ Valéria Evangelista

    _ Chico Botrel

    _ Vítor Bárbara

    _ Francisco Cougo

    _ Paulo Vítor da Silva

    _ Joy Botrel

    _ Alessandra Sudério

    _ Edson Vítor

    Na sequência o projeto em si foi votado e aprovado, reduzindo provisoriamente de 15 para 11 vereadores a partir da próxima legislatura. Vale lembrar que dentro de 10 dias a votação do mesmo projeto volta para a Câmara para a apreciação em segundo turno. Se for mantida a aprovação, ela entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2017.

    Mesmo assim a população não ficou satisfeita, pois queria uma redução maior de 15 para 9 vereadores. Gritos de ordem foram entoados e a reunião foi encerrada em alta temperatura, apesar da chuva fina.

    Veja algumas fotos da conturbada reunião:

  • POLÊMICA: Presidente da Associação Comercial fala sobre o aumento de salários dos políticos trespontanos

    POLÊMICA: Presidente da Associação Comercial fala sobre o aumento de salários dos políticos trespontanos

    “Propor aumento de gastos foi um ato inconsequente.”

    Desde a aprovação do projeto de lei que corrigiu ou aumentou os salários do prefeito, vice-prefeito, secretários de governo e vereadores, a população trespontana tem se manifestado nas redes sociais e participado de manifestos contra essa elevação, cuja conta, como sempre, será paga pelo contribuinte.

    Algumas autoridades e lideranças, representantes de setores e de classes, expuseram sua opinião publicamente através do Conexão Três Pontas. Um deles foi o atual presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas. Lúcido e objetivo, Michel Renan não ficou em cima do muro:

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    “A apresentação desta lei veio em um momento muito inoportuno, uma ingenuidade, em um momento tão delicado em que o pais atravessa. Propor aumento de gastos foi um ato inconsequente.

    Esta manifestação popular é o indicativo que existe uma insatisfação quanto a postura dos nossos representantes, e esta manifestação assemelha muito com o inicio das manifestações originadas pela questão do aumento das passagens dos ônibus em São Paulo, as quais se alastraram por todo pais. Não foi o percentual de aumento daquela ocasião, tampouco o reajuste dos salários atuais que geraram as manifestações aqui em nossa cidade, pois se analisarmos os reajustes seria R$70,00 em um salário de R$5.450,00.

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    O que existe em meu entendimento é a percepção de que pagamos muito por uma contrapartida muito pequena, acho o valor pago a um vereador hoje é totalmente incompatível com a realidade do nosso Município, mas também não concordo que este valor seja muito pequeno, pois acredito que se um vereador perceber um valor muito pequeno afugentará muitas pessoas capacitadas e que poderiam eleger-se, e se acovardarão mediante as responsabilidades de cumprir um mandato.

    Entendo que a Câmara deveria administrar e destinar com competência o percentual destinado a ela por lei, e não reverter para o Executivo. Ao meu ver é uma demonstração de incompetência. Existe um conflito de atribuições, designações e atribuições de um vereador, que foi eleito para que? Fiscalizar. Fiscaliza? Legislar. Legisla (propõe leis)? Será que a culpa é só deles ou temos uma parcela de culpa por não acompanharmos seus trabalhos? Será que nossas escolhas foram corretas? O vereador é nosso funcionário, temos que cobrar serviços.

    Sobre a questão que precisa ser bem remunerado para que não haja corrupção (dita pelo presidente da Câmara Luis Carlos da Silva ao Conexão), também não concordo, pois quem vende-se, vende-se por muito ou por pouco.

    Vejo que a questão das diárias hoje praticada em nossa Câmara Municipal é muito mais escandalosa e ninguém manifestou, e se partimos para o principio da legalidade, esta dentro da lei mas é imoral, com o dinheiro publico precisa haver transparência, precisa ser prestado conta.

    Vice-prefeito deveria receber como Secretário, desde que ocupasse alguma secretaria, caso contrario, não deveria ser remunerado, ficando disponível caso cumprisse o papel se substituísse o prefeito.

    Em relação aos Secretários acho justo o valor da remuneração, mas desde que sejam pessoas efetivadas, não concordo com Secretários nomeados por acordos políticos.

    Prefeito deve ser bem remunerado também, pois muitas vezes abandona seus negócios para ser nosso Servidor por um período, e na maioria das vezes prejudica seus negócios. O problema que ocorre é que as pessoas acham que deve pagar mal, pois o desenvolvimento do município e muito que foi prometido não ocorreu, mas aí é um ponto mais importante. Será que a pessoa que a população escolheu estava apta a administrar a Prefeitura Municipal? Uma das maiores empresas se não a maior ou mais abrangente e complexa?

    E para encerrar, acho as manifestações populares maravilhosas, mas de maneira ordeira e civilizada, não concordo com xingamentos e grosseria, pois são pais de família e foram escolhidos pelo povo para cumprir um mandato, se não estamos satisfeitos com eles, cabe a nós cobrarmos e exigirmos melhores serviços.

    Não podemos nos absolver das culpas, pois muita coisa errada que acontece na Câmara ou no Executivo é por omissão e ausência do cidadão.

    Que não fique somente nesta manifestação, nossa presença cobrando será a possibilidade de sucesso ou fracasso em nosso futuro”, explanou.

    Nesta quinta-feira (10) acontecerá a reunião ordinária desta semana, transferida em virtude do feriado de 7 de setembro. A promessa é de novas manifestações.

  • MUDANÇA: Câmara Municipal divulga mudança da reunião ordinária desta semana para a próxima quinta-feira

    MUDANÇA: Câmara Municipal divulga mudança da reunião ordinária desta semana para a próxima quinta-feira

    Devido ao feriado de 7 de setembro, a reunião ordinária da Câmara Municipal de Três Pontas, que seria realizada, como de praxe, na segunda-feira, foi alterada para esta quinta-feira, dia 10 de setembro, conforme comunicado enviado ao Conexão:

    “Com respaldo na Portaria nº 038, de 03 de setembro de 2015, expedida pelo Presidente da Câmara, Vereador Luís Carlos da Silva, comunicamos a transferência da 123ª sessão ordinária da Câmara Municipal que seria realizada na data de 07 de setembro, segunda-feira, para a data de 10 de setembro, quinta-feira, excepcionalmente às 18h, no Plenário “Presidente Tancredo Neves”, sede da Câmara Municipal.”

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    E esta reunião promete muito, já que os movimentos contrários ao aumento do salário dos vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários de governo, promete, mais uma vez, lotar o Plenário, fazer muito barulho e cobrar mudanças.

  • PANELA DE PRESSÃO: Trespontanos insatisfeitos com novo salário de políticos prometem lotar plenário da Câmara na próxima segunda-feira

    PANELA DE PRESSÃO: Trespontanos insatisfeitos com novo salário de políticos prometem lotar plenário da Câmara na próxima segunda-feira

    O salário dos vereadores que era de R$ 5.380,00 passou para R$ 5.450,00. Já o prefeito receberá 17 mil mensais, o vice-prefeito R$ 8.500,00 e cada secretário de governo mais de 5 mil reais, a partir de 2017.

    Bastou o Projeto de Lei 036, de 11 de agosto de 2015, ser aprovado por 10 votos a 4 na última Sessão ordinária da Câmara Municipal de Três Pontas, para eclodirem manifestos, protestos, questionamentos nas esquinas na cidade e também pelas redes sociais. Tal projeto permite uma correção do salário do prefeito, vice-prefeito, secretários de governo e vereadores. Mas a população promete fazer ainda mais barulho na tentativa de anular o aumento.

    Adriano Novais.

    Adriano Novais criou um grupo no whatsapp movimentando o assunto e conclamando os membros a irem até à Câmara Municipal na próxima segunda-feira. Os jovens Marcos Scatolino e Marcel Henriques criaram uma página no facebook para movimentar um protesto formal contra esse reajuste, além de organizar um manifesto que deverá acontecer na próxima segunda-feira (31), durante a próxima Sessão Ordinária da Câmara.

    A página do facebook intitulada “#NÃOVAIAUMENTAR – Redução dos salários dos vereadores de Três Pontas já!” convidou mais de 7.400 pessoas para participarem do protesto. Dessas, cerca de 990 pessoas confirmaram presença.

    Na mesma página, os organizadores chegaram a criar uma contraproposta onde as pessoas opinam e até podem sugerir outra possibilidade, conforme texto abaixo:

    “POR FAVOR, OPINEM!

    Galera, temos que elaborar a contraproposta e começar a colher assinaturas o quanto antes! Fizemos algumas contas, deem uma olhada:

    Salario base

    R$ 930,00 + Auxílios

    Auxílio alimentação: R$ 373,00

    Auxílio Transporte: R$ 110,00 (2 passagens de ônibus, ida e volta durante 22 dias, valor da passagem a R$ 2,50)

    Totalizando: R$ 1.413,00

    Ou seja, R$ 1.500,00 tá de bom tamanho!

    Então, vocês concordam? Discordam?

    Participem para chegarmos a uma proposta que conforte a todos!”

    Um outro membro dos manifestos nessa página eletrônica falou sobre o que seria o salário ideal, número de vereadores e sobre os movimentos que serão feitos neste final de semana, antes da fatídica reunião no Legislativo:

    “Fizemos um abaixo-assinado para reduzir o salário e também a quantidade de vereadores.

    Queremos 10 vereadores recebendo R$ 1413,00.

    Para nossa proposta se tornar realidade só precisa de você, sim, você que está lendo isto agora, é você mesmo! Só precisamos de uma assinatura sua, é uma atitude muito simples, mas que faz uma tremenda diferença!

    Então venha, amanhã e domingo, na Praça da Igreja de Três Pontas. Estaremos lá o dia todo com papel e caneta, pois essas são nossas armas para mudar o mundo!

    Me dá um autógrafo?”

    Enquanto em Três Pontas se discute esse aumento, em outras cidades, como Perdões, o salário caiu cerca de 60% e a população ainda espera uma redução muito maior.

    Entrevista Polêmica

    Presidente da Câmara de Três Pontas, Vereador Luis Carlos da Silva.

    Na última segunda-feira (24), após a votação e aprovação do projeto, o Presidente Luís Carlos da Silva deu algumas declarações ao Conexão Três Pontas que colocaram ainda mais pimenta nessa polêmica. Veja alguns trechos:

     _ Nós pegamos os salários atuais do Prefeito, do Vice-Prefeito, dos Secretários de Governo e dos Vereadores e adequamos. Os R$ 5.380,00 dos vereadores passaram para R$ 5.450,00, ou seja, um aumento de apenas R$ 70,00. O motivo foi deixar um número mais exato, mais redondo.

    _ Eu pedi pra votar hoje para que desse tempo de todos saberem desse reajuste e para dar tempo pra todos que queiram se candidatem, sabendo quanto vão ganhar e principalmente para aqueles que acham que podem contribuir com Três Pontas.

    _ A política, o processo eleitoral e aberto a toda população. Aquele que se acha prejudicado, que acha que o vereador ganha muito, e que acha que pode fazer mais, ele deve se candidatar e mostrar o que pode fazer. Aquele vereador que realmente quer trabalhar, ele gasta muito dinheiro do seu bolso em favor da população.

    _ O povo olha muito o salário de um vereador, de um prefeito. Mas porque não olham o salário do Judiciário? O vereador é autoridade! O prefeito é autoridade. Os juízes também. Não vejo como uma situação absurda esse aumento.

    _ Eu acho necessário reduzir um pouco, de 15 para 13 ou 11.  Isso eu acho uma coisa boa, acho que deve ser feito. Agora sobre o aumento desses salários, não há porque polemizar. Olhem os aumentos dos salários do Judiciário.

    _ Se a gente não pagar bem os nossos políticos, nós vamos começar a colocar gente corrupta na nossa frente.

    A Votação

    Dos 14 vereadores que votaram, (o presidente não vota) apenas o Vereador Francisco Popó Diniz se posicionou contrário desde o início, nas reuniões internas. Já durante a votação em Plenário, além dele, outros três vereadores acabaram votando contra o reajuste, sendo eles: Francisco Botrel Azarias, José Henrique Portugal e Sérgio Eugênio Silva.

    Todos os demais votaram a favor da correção.

  • POLÊMICA: Presidente da Câmara solta o verbo sobre aumento dos salários do Prefeito, Vice e Vereadores

    POLÊMICA: Presidente da Câmara solta o verbo sobre aumento dos salários do Prefeito, Vice e Vereadores

    “Se a gente não pagar bem os nossos políticos, nós vamos começar a colocar gente corrupta na nossa frente”.

    Indignação! É assim que a população trespontana tem se manifestado desde a noite desta segunda-feira (24), quando, no Plenário da Câmara Municipal de Três Pontas, foi aprovado o projeto de lei que aumenta os salários do Prefeito, do Vice-Prefeito e também dos Vereadores.

    Diversos manifestos foram postados nas redes sociais. E, além disso, um grupo de pessoas, encabeçadas pelo jovem Adriano Novais, criaram um grupo no whatsapp e uma página no facebook para movimentar um protesto formal contra esse aumento, além de organizar um manifesto que deverá acontecer na próxima segunda-feira (31), durante a Reunião Ordinária da Câmara.

    Sobre o polêmico Projeto 036, de 11 de agosto de 2015, o Presidente da Casa legislativa, vereador Luís Carlos da Silva, falou ao Conexão. Apertado por perguntas duras e objetivas, Luizinho, como é popularmente conhecido, não deixou de responder nenhum questionamento:

    Conexão Três Pontas – Presidente, explique esse aumento aprovado aqui na Câmara que, no mínimo, soa como imoral.

    Vereador Luizinho – Nós pegamos os salários atuais do Prefeito, do Vice-Prefeito, dos Secretários de Governo e dos Vereadores e adequamos. Os R$ 5.380,00 dos vereadores passaram para R$ 5.450,00, ou seja, um aumento de apenas R$ 70,00. O motivo foi deixar um número mais exato, mais redondo. Os salários do Prefeito, Vice e secretários também tiveram uma adequação mínima. O que nós pretendíamos era praticamente manter o salário atual agora para a próxima Legislatura, para os próximos vereadores. 

    Conexão Três Pontas – Porque isso foi votado agora?

    Vereador Luizinho – Por uma questão de lisura desta Câmara. Nós estamos votando agora, para toda a população saber e dar tempo de se filiar até 30 de setembro em um partido político. Eu pedi pra votar hoje para que desse tempo de todos saberem desse reajuste e para dar tempo pra que todos que queiram se candidatem, sabendo quanto vão ganhar e principalmente para aqueles que acham que podem contribuir com Três Pontas. Além disso, nós temos um parecer da Contabilidade da Câmara falando que não vai haver aumento de despesa referente a salário atual, tendo em vista a projeção do reajuste da Câmara que se baseava no INPC, como é feito para todos os servidores do legislativo e do Executivo. Se você pegar o salário de hoje de um vereador em Três Pontas e computar o reajuste de 6% comum no final do ano, vai passar desse valor que foi aprovado. Esse aumento só entra em vigor em 2017, para todos os cargos. 

    Conexão Três Pontas – Vereador e Presidente Luizinho, você não acha uma discrepância, um absurdo, até uma vergonha num país em que o trabalhador ganha apenas R$ 788,00 por mês, trabalhando exaustivamente quase os 30 dias, um Prefeito ganhar 17 mil e os vereadores mais de 5 mil reais?

    Vereador Luizinho – Não acho! A política, o processo eleitoral e aberto a toda população. Aquele que se acha prejudicado, que acha que o vereador ganha muito, e que acha que pode fazer mais, ele deve se candidatar e mostrar o que pode fazer. Aquele vereador que realmente quer trabalhar, ele gasta muito dinheiro do seu bolso em favor da população. Quase todo seu salário vai embora. Só com gasolina é muita coisa. Nós aqui não temos verba de gabinete, verba com gasolina, carro á disposição, etc. Só usamos carro para viagens. Não temos verbas extras. Nós temos que fiscalizar tudo, ir nas obras, ir de encontro ao povo e nós colocamos gasolina do nosso bolso. O vereador é representante do povo e deve se vestir bem também. Agora, aqueles que não trabalham, está na hora de tirar agora nas eleições. E quero dizer também que o povo olha muito o salário de um vereador, de um prefeito. Mas porque não olham o salário do Judiciário? O vereador é autoridade! O prefeito é autoridade. Os juízes também. Não vejo como uma situação absurda esse aumento. Acho justo esse aumento e é aberto a qualquer pessoa que queira se candidatar.

    Conexão Três Pontas – Uma outra polêmica também é o número de cadeiras aqui na Câmara. Você acha necessário termos 15 vereadores para uma população de 60 mil habitantes?

    Vereador Luizinho – Nós temos um projeto protocolado na Câmara de autoria do vereador Sérgio Silva sobre esse tema que será discutido em breve. Já tivemos um outro também do vereador Paulo Vítor da Silva. Eu acho necessário reduzir um pouco, de 15 para 13 ou 11.  Isso eu acho uma coisa boa, acho que deve ser feito. Agora sobre o aumento desses salários, não há porque polemizar. Olhem os aumentos dos salários do Judiciário. Ministro do Supremo passaou a receber 37 mil ao invés de 26 mil. O vereador deve se policiar, investir bem seu dinheiro, fiscalizar e ajudar a população. Eu ponho meu carro na zona rural e em tudo. Muitos vereadores saem do mandato com problemas jurídicos acabam ter que pagar advogado do bolso. Fazemos uma votação achando que estamos fazendo o bem e acabamos sendo processados. E quem nos paga isso?

    Conexão Três Pontas – Vou insistir na pergunta: 17 mil reais para um prefeito de Três Pontas, não é muita coisa?

    Vereador Luizinho – Não é! Olhando os prefeitos da região, estamos bem demais. E se a gente não pagar bem os nossos políticos, nós vamos começar a colocar gente corrupta na nossa frente. A maioria dos prefeitos estão com bens bloqueados, pessoas honestas com problemas em seus CPFs, etc. E o dinheiro que eles gastam com advogado? Precisamos pagar bem para evitar a corrupção!

    Conexão Três Pontas – Quem votou a favor e quem foi contra esse aumento?

    Vereador Luizinho – Foi feita uma reunião com os 15 vereadores e o único vereador que se mostrou contrário foi o Vereador Popó. Na votação outros vereadores também foram contra, mas o único contrário desde o início foi o Popó.

    Conexão Três Pontas – Em alguns momentos o Vereador Paulo Vítor da Silva disse ser esta a pior Câmara que ele já trabalhou. Você, agora na função de Presidente, concorda com ele?

    Vereador Luizinho – Não concordo! O vereador Paulo Vítor fica chateado com atitudes de colegas as vezes. Temos problemas e dificuldades, a população cobrando, gente que leva para questões partidárias, etc. Você faz o local onde você está.

    Ao final, foram 10 votos favoráveis ao aumento e 4 contra. Veja a folha de votação referente ao projeto 036, de 11 de agosto de 2015, que fixa os subsídios para o quadriênio 2017 a 2020:

     

     

     

     

  • MOÇÃO DE APLAUSO: Câmara homenageia Fepesmig (Grupo Unis) pelos seus 50 anos

    MOÇÃO DE APLAUSO: Câmara homenageia Fepesmig (Grupo Unis) pelos seus 50 anos

    Professores Stefano Barra Gazzola e João Victor Mendes foram agraciados

    A Câmara Municipal de Três Pontas prestou homenagens com as entregas de Moções de Aplausos e Congratulações, na última segunda-feira, quando foram reverenciadas personalidades que prestam relevantes serviços à comunidade trespontana e que, assim, de acordo com o Legislativo, merecem o reconhecimento do Poder Público.

    O Plenário da Câmara esteve lotado, composto por cidadãos dos mais diversos da economia, representantes da Fepesmig (Grupo Unis) e políticos.

    Foram homenageados a Fepesmig (Grupo Unis) – Presidente e Professor-Mestre Stefano Barra Gazzola, e ainda o Diretor de Relações Institucionais  da Fepesmig (Grupo Unis)  e Professor – Mestre João Victor Mendes de Gomes e Mendonça.

    A principal razão da homenagem foifazer o reconhecimento do importante trabalho que o grupo Unis presta em Três Pontas e celebrar os 50 anos da Fepesmig.

    Diversas autoridades discursaram, parabenizando os homenageados, dentre eles o presidente da Associação Comercial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, além de vereadores e os próprios agraciados.

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    Veja outras imagens do evento:

    50 ANOS DE FEPESMIG

    O Grupo Unis revolucionou o ensino no Município de Varginha e em todo o Sul de Minas. A instituição, que ficou conhecida pela amplitude e excelência de seu trabalho, este ano tem mais motivos para celebrar: a Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas Gerais – Fepesmig, mantenedora do Grupo Unis, está comemorando seus 50 anos.

    A excelência e empenho no ensino sempre foram prioridades para a Fundação. Hoje, com o título de uma das maiores instituições de Minas Gerais, responsável pela formação de milhares de profissionais, o Grupo Unis celebra muito mais que 50 anos, celebra inúmeras conquistas e transformações resultantes de anos de dedicação e empenho, que resultaram em uma cidade universitária.

    O Grupo Educacional Unis, ao longo de seus 50 anos de atuação, sempre acreditou que a educação é um dos principais pilares para o crescimento e o desenvolvimento das pessoas. É um patrimônio que potencializa a realização de sonhos e contribui para o desenvolvimento da sociedade.

    Através dos valores de prestabilidade, excelência e inovação, cresceu e se consolidou como uma das principais e melhores instituições de ensino superior de Minas Gerais, tendo sempre como foco auxiliar no desenvolvimento do Sul de nosso Estado.

    O Grupo Unis é uma organização sem fins lucrativos composto atualmente por aproximadamente mil funcionários, dez mil alunos e mais de 150 opções de cursos presenciais e a distância entre Graduação, Pós-Graduação e Cursos Técnicos.

    Possui parcerias com mais de mil empresas para oferta de programas de estágios, assessorias e consultorias, bem como relação com instituições educacionais dos Estados Unidos, Europa e América Latina; que viabiliza a oferta de programas de internacionalização (Mobilidade Acadêmica) e intercâmbio. O Grupo também firmou sólidas parcerias com o Exército Brasileiro, a Aeronáutica, o Ministério do Desenvolvimento Social, entre outras instituições privadas e governamentais.

    A Fepesmig surgiu do ideal de educadores que um dia sonharam transformar Varginha no maior centro educacional do Sul de Minas. A entidade privada sem fins lucrativos foi criada em 1965 como Fundação Universidade do Sul de Minas (Decreto Estadual nº 8.496, de 15/7/1965), denominação alterada em 1974 para Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas (Lei Estadual nº 6.387, de em 17/7/1974).

    A princípio os cursos eram ministrados no Colégio dos Santos Anjos. Em 1972, quando da inauguração de sede própria (bloco I, campus I), a entidade foi transferida para a Vila Pinto, à Avenida Coronel José Alves, 256, atual endereço do Campus I.

    Sua história está intimamente ligada ao crescimento e desenvolvimento do Sul de Minas. Desde os primeiros passos, com a formação de professores através dos cursos de Licenciatura em História, Letras, Matemática e Pedagogia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Varginha (Fafi), a Fepesmig cumpriu honrosamente a sua missão diante da sociedade.

    Em 1979, teve início a Faculdade de Engenharia Mecânica de Varginha (Femva). Posteriormente, com a implantação do curso de Engenharia Química, a denominação foi alterada para Faculdade de Engenharia de Varginha (Fenva), sempre visando ao crescimento cultural do município e da região e ao cumprimento de seu papel de fomentadora do desenvolvimento social e humano de toda a comunidade que a cerca.

    Em dezembro de 1991, a administração da Fepesmig é assumida por um grupo de cinco professores e um representante da comunidade, sob a liderança empreendedora do jovem professor Stefano Barra Gazzola, propositor de ações renovadoras das estruturas acadêmica e administrativa.

    Em 1993, em momento de grande turbulência, o professor Stefano Barra Gazzola assume a presidência e impulsiona a Fepesmig com um novo modelo de gestão. Em um processo de expansão jamais visto na história de Varginha, foram criados novos cursos, inauguradas novas instalações, executados novos projetos e iniciada a fusão entre Fafi e Fenva.

    Nesta década, foram criados os cursos de Educação Física (1996), Informática, posteriormente denominado Computação (1997), e Comunicação Social com habilitações em Jornalismo e Publicidade e Propaganda (1999). Paralelamente, a Fepesmig inaugurou o primeiro provedor de acesso à internet do Sul de Minas (1996) e construiu os blocos II (1993), III (1996) e IV (1999) do campus I.

    Essa trajetória nos remete a 21 de novembro de 2000 quando, por meio do Decreto Estadual nº 41.371, de 22 de novembro de 2000, as faculdades mantidas pela Fepesmig passaram a constituir o Centro Universitário do Sul de Minas. O novo milênio foi marcado pelo rompimento das fronteiras do município, com a criação de unidades e cursos fora de sede.

    O Unis-MG nasceu grande e no primeiro ano já inaugurava o segundo campus e criava os cursos de Engenharia de Produção e Nutrição. Administração (Comércio Exterior), Biomedicina, Fisioterapia e Serviço Social, quatro novos cursos em apenas um ano (2002). No mesmo ano, a Fepesmig implantou uma instituição de ensino superior em Três Pontas, primeira fora de sede, com a oferta da Licenciatura em Normal Superior e o Bacharelado em Administração. Posteriormente, criou em Silvianópolis o curso de Licenciatura Normal Superior.

    Esses fatos marcaram um dos períodos mais importantes para o crescimento e desenvolvimento da Fepesmig. Em 2003, o Unis-MG criou o curso de Enfermagem em Varginha e abriu mais um curso fora de sede, o de Licenciatura em Pedagogia em Cabo Verde e Nova Resende. No ano seguinte, a Fepesmig passou a oferecer o curso de Direito em Três Pontas.

    No final de 2004, a família representada pela mantenedora Fepesmig recebia a mantença do Colégio Pio XII – Rede Pitágoras, instituição de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio de Varginha criada em 1956.

    O ano de 2005 foi de extrema evolução no Ensino Superior no Sul de Minas. Mais uma vez de forma pioneira e inovadora, o Unis-MG abriu 8 novos cursos em uma modalidade denominada Graduação Tecnológica, uma proposta de qualificação superior de 2 a 3 anos com formação mais específica.

    Ano após ano, a evolução do Unis-MG era evidenciada em fatos incontestáveis. Em 2006, o Sul de Minas ganhara a sua primeira instituição de ensino credenciada pelo MEC para oferecer cursos de graduação a distância.

    Fora de sede, o Unis-MG implantou novos cursos em Alterosa (Pós-Graduação em Docência no Ensino Superior), Candeias e Guapé, com a Licenciatura em Pedagogia.

    Se as barreiras geográficas haviam caído com a modalidade a distância, novamente seriam derrubadas, pelo menos em relação aos cursos presenciais, restritos até então ao Sul de Minas. Em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi inaugurada pela Fepesmig a primeira instituição de ensino superior fora da região de origem. No âmbito da Pós-Graduação, após duas décadas do início das atividades (1988), a oferta de cursos ligados às áreas de conhecimento dos cursos de graduação esteve sempre em evolução, inclusive fora de sede.

    As atividades de Pesquisa e Extensão nunca ficaram dissociadas do Ensino. A Instituição sempre desenvolveu cursos, eventos, projetos, programas e produtos de extensão universitária e incentivou as práticas de iniciação científica. Em 2007, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) classificou o Unis-MG como a instituição privada mineira que mais produziu trabalhos de pesquisa.

    Para a inclusão de um número cada vez maior de pessoas no Ensino Superior, principalmente das classes mais necessitadas, uma das contribuições mais importantes para a comunidade na história mais recente é a participação em iniciativas governamentais como os programas de Financiamento do Ensino Superior (Fies) e Universidade para Todos (Prouni).

    Em 2008 incorporou o Colégio Cetem ao Colégio Pio XII, ampliando o investimento em educação básica. E em 2011, as Faculdades Integradas de Cataguases – FIC, passaram a integrar o Grupo.

    O cumprimento de metas e superação de objetivos institucionais levaram o Unis-MG a traçar caminhos ainda mais audaciosos, como a construção da Cidade Universitária. Inaugurada em Junho de 2013, a obra, idealizada pela presidência da Instituição, teve início em 2008, e é considerada uma das maiores e mais arrojadas da área educacional do Sul de Minas. São mais de 22 mil metros quadrados modernamente construídos. A sustentabilidade também é contemplada no projeto, que capta e trata toda a água da chuva. O campus conta, ainda, com área verde de preservação permanente. O Centro de Convivência é outro grande diferencial, com lanchonetes, restaurante e o stand by, um espaço que conta com área de jogos e descanso.

    O Grupo sempre buscou novas soluções, métodos de ensino e gestão e, a partir de 2013 o Colégio Pio XII passou a se chamar Alpha.  Permanecendo com o sonho de contribuir para transformar o Sul de Minas em uma região ainda mais próspera é que surgiu a necessidade de unir forças com aqueles que comungam desta mesma ideia. O parceiro escolhido para iniciar os primeiros passos nessa trajetória foi o Colégio CRA de Alfenas. E desde setembro de 2014, o Colégio Nova Geração, de Três Corações, também passou a integrar o Grupo.

    Em 2015, o Grupo Unis inaugurou uma unidade em Pouso Alegre. Inicialmente, foram assumidos os cursos de Pós-Graduação do Instituto de Pesquisas Empresariais Limitada – IPEL, somando-se aos cursos já ofertados pelo Grupo Unis na cidade. Em breve serão oferecidos, ainda, cursos profissionalizantes e está em processo adiantado um credenciamento de uma faculdade e cursos de Graduação junto ao MEC para aquele município.

    Esse registro é apenas uma parte da história da Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas, mantenedora do Colégio Alpha (Varginha), Colégio Nova Geração (Três Corações) Centro Universitário do Sul de Minas (Varginha), Faculdade Betim (Fabe), Faculdade Três Pontas (Fateps), Faculdades Integradas de Cataguases (FIC) e Unidade de Pouso Alegre.

    GRUPO UNIS EM NÚMEROS

    Data da primeira ata: 31/07/1965

    Número de alunos do Grupo atualmente: cerca de 10 mil (Ensino Fundamental, Médio, Técnico, Graduação e Pós-Graduação). Obs: Milhares de alunos já se formaram na Instituição.

    Número dos colaboradores atualmente: cerca de 1000

    Cidades onde o Grupo possui sede: Varginha, Cataguases, Betim, Três Pontas, Três Corações e Pouso Alegre.

    Polos Presenciais de Educação a distância: Varginha, Formiga e Betim.

    Colégios: Alpha em Varginha, Nova Geração em Três Corações e Travessia em Três Pontas.

    Número de Cursos oferecidos: mais de 150 opções de cursos presenciais e a distância, entre Graduação, Pós-Graduação e Cursos Técnicos.

    Cidade Universitária: Inaugurada em 2013 em uma área com mais de 230 mil metros quadrados.

    Parcerias para oferta de cursos: Exército Brasileiro, Aeronáutica, Ministério do Desenvolvimento Social, entre outros.

    Parcerias para estágios, assessorias e consultorias: Mais de mil empresas.

    Parcerias Internacionais [programas de mobilidade acadêmica]: Com Instituições de Ensino Superior – IES de Portugal, Estados Unidos, Bolívia, Chile, Paraguai, Espanha, Hungria e Argentina. Permite que os alunos possam conhecer culturas distintas e aprenderem mais sobre sua profissão.

    Alunos Internacionais: Atualmente 22 alunos estrangeiros [Portugal, Argentina, Chile, Paraguai e Bolívia] estão em Varginha e 15 brasileiros estão estudando em instituições estrangeiras [Estados Unidos, Portugal, Bolívia, Chile, Paraguai e Coreia do Sul].

    Rede Acinnet [Academic International Network] – Uma rede de cooperação internacional fundada no ano passado presidida pelo Prof. Me. Stefano Barra Gazzola. A iniciativa integra representantes do Chile, Argentina, Paraguai, Bolívia, Portugal e Espanha. Os trabalhos foram oficializados durante o I Congresso Internacional da Rede ACINNET realizado em maio deste ano na Cidade Universitária com mais de dez mil alunos inscritos nos minicursos e palestras oferecidas.

    Em virtude de todo o exposto e dos relevantes números acima citados é que muito honra a todos nós trespontanos ter em nossa cidade uma instituição de tamanha grandeza.

    Dessa forma, com o intuito de enaltecer todos aqueles que fizeram e fazem parte dessa grande história, apresenta-se esta Moção de Aplauso tornando público o reconhecimento da Casa Legislativa aos relevantes serviços prestados pelo Grupo Unis durante os seus 50 anos.

    Parabéns!

  • POLÊMICA: Pais de alunos da zona rural vão à Câmara e ao Ministério Público contra fechamento de escolas

    POLÊMICA: Pais de alunos da zona rural vão à Câmara e ao Ministério Público contra fechamento de escolas

    Recentemente foi anunciado o fechamento de três escolas na zona rural de Três Pontas: Lolita Brito Dias na Fazenda Caxambu; Walda Tiso Veiga na comunidade das Pitangueiras; e Sobradinho, na Fazenda Sobradinho. A alegação da Secretaria Municipal de Educação é de que essas escolas contam com poucos alunos e uma despesa alta para mantê-las. Assim, de acordo com determinação de um conselho ligado ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), será feita a nucleação do ensino referente a essas unidades, inclusive com horário integral na Escola Prof. Vieira Campos, na Fazenda Bananeiras, para onde os alunos serão levados a partir da próxima segunda-feira, dia 3 de agosto. A Prefeitura afirma que os pais foram comunicados e que, inclusive, aprovaram as mudanças, mediante assinatura de um documento.

    Mas na manhã desta quarta-feira (29), na Câmara Municipal, o que se viu foi bem diferente. Pais desses alunos estiveram no Plenário para cobrar uma resposta por parte da Secretaria Municipal de Educação, que não compareceu, segundo informações colhidas no local, alegando que só compareceria, conforme determina a lei, se recebesse um comunicado oficial.

    A frente desses pais, estava a proprietária da Fazenda Caxambu, onde está localizada a Escola Lolita de Brito Dias, que já teve a escola fechada. Carmem Lúcia Chaves de Brito, popularmente conhecido por Ucha, soltou o verbo, falou ao Conexão sobre essa situação preocupante na Educação local:

    “Na verdade, desde o dia em que o secretário municipal de Educação, Sr. Erik dos Reis Roberto, foi nas três escolas para fechá-las, nós começamos a nos mobilizar para tentarmos ser ouvidos pela Administração Pública. Na verdade essas mães não foram ouvidas, apenas foram comunicadas de que essas escolas seriam fechadas. Eu estava presente na conversa na minha fazenda e realmente nem houve conversa. Era apenas um comunicado de que de fato aquela escola e outras duas estariam fechando. O Prefeito deu uma série de justificativas, econômicas, administrativas, etc. E ainda disse que quem resolveria essa situação era o Conselho de Educação, que ele não poderia resolver nada. Desde então nós estamos atrás desse conselho que, na própria Secretaria Municipal de Educação, ninguém sabe quem é, se existe, onde está sediado, etc. Mesmo assim nós protocolamos um documento que o Prefeito já deve ter recebido. Alguns vereadores começaram a nos procurar e sugeriram uma reunião e assim pedimos a presença do Prefeito Paulo Luís, desse tal Conselho de Educação e também da Secretaria Municipal de Educação. O objetivo era encontrar um caminho. Na reunião da semana passada os pais compareceram em peso. E ficou decidido que seria realizada uma outra reunião no dia de hoje e que eles (Executivo) seriam convidados mais uma vez, já que na primeira não compareceram. E novamente eles não vieram. Estamos saindo daqui e indo ao Ministério Público”, explicou.

    Ainda segundo a Sra. Ucha, eles estão de posse de um documento federal, Lei 12.960, de 2014, que num parágrafo único trata justamente do fechamento das escolas de campo, escolas indígenas e quilombolas, onde essa lei não estaria sendo respeitada pelo Executivo Municipal. E justamente por isso, se dirigiram até o Ministério Público de Três Pontas para pedir providências nesse caso, já que as aulas, na “nova escola”, como anunciado, começam na próxima segunda-feira (3).

    Sra. Ucha mostrando a lei federal citada na reportagem.

    “A lei diz que ‘qualquer fechamento dessas escolas deverá ser precedido de manifestação no respectivo órgão normativo do sistema de ensino, que considerará a justificativa apresentada pela secretaria de educação, análise e impacto da decisão e a manifestação da comunidade escolar’. Isso é uma lei. E eles (Secretaria Municipal de Educação) não estão seguindo nenhuma linha desta lei. Nós queremos entender. E eles justificaram a não vinda aqui na Câmara para conversar conosco por conta de uma lei municipal, que deveria ser feita uma comunicação preliminar. Disse que o presidente da Câmara está doente, etc. Quer dizer que eles têm uma justificativa para uma lei municipal. Muito bom! Mas porque eles não estão cumprindo uma lei federal? Tomar uma decisão dessas, como eles tomaram, sem ouvir os envolvidos, como os pais de alunos, é simplesmente catastrófico. Que projeto político pedagógico é esse? Tudo que envolve a educação deve ser feito em consenso, sentar com todos e discutir. O projeto é fantástico? A nucleação é importante? Pode até ser, mas quem conhece são somente eles. Nós não conhecemos. Queremos que eles conversem com a gente. Agora, fechar uma escola, ou pior, três, no meio de um ano letivo é um absurdo”, disparou.

    Bem articulada, Carmem Lúcia lembrou ainda que há alguns meses atrás a Prefeitura realizou melhorias nessas três escolas, agora fechadas.

    “Meu Deus! Eles botaram dinheiro público lá. Reformaram as escolas todas, colocaram dinheiro. Segundo algumas comunidades, o Prefeito Paulo Luís esteve presente e fez promessas para as crianças. E no meio do ano, simplesmente fecha as escolas sem conversa, sem nada? O Prefeito me disse que esse fechamento partiu de uma determinação do Fundeb e que ele não poderia fazer nada. Não conseguimos descobrir até agora quem é esse conselho. Há sempre justificativas para não falarem com a gente e a situação só se agrava. Tudo o que a gente quer é conversar com essas autoridades. É o mínimo de respeito e dignidade que eles devem dar às crianças e aos pais de alunos. Muitos deixaram o trabalho na roça pra vir aqui e não foram novamente recebidos. Isso não é justo. Hoje sabemos que o que sobra para o Município fazer é Educação e Saúde, porque o restante já passou pra outras esferas. Temos problemas gravíssimos de transporte com crianças na zona rural. Crianças ficam perdidas na estrada por conta de transporte que não aparece. Ônibus sem cinto de segurança e outros tantos problemas. A nucleação deveria ser feita por regiões onde o homem do campo não optou por estar lá. Mas em regiões habitadas como as nossas, não dá. Estamos minimizando os problemas da área urbana, nos mantendo no campo. Ninguém ouviu se as mães querem os filhos o dia todo na escola”, pontuou.

    Ainda conforme a Sra. Ucha, essas comunidades atingidas pela nucleação somam 178 crianças que já não mais dentro da escola.

    Após o comparecimento à Câmara, a representante Sra. Carmem Lúcia e as mães de alunos se dirigiram até o Ministério Público. Lá foram ouvidos inicialmente pelos atendentes que solicitaram que eles aguardassem a chegada da Promotora Dra. Ana Gabriela Brito Melo Rocha, que tomaria conhecimento sobre os fatos e que posteriormente repassaria alguma decisão à imprensa.

    O que disse o Prefeito?

    Na semana passada, o Conexão conversou com o Prefeito Paulo Luís que deu sua versão para o caso:

    “Ninguém está fechando escola nenhuma. Louco daquele agente público que queira fechar uma escola. É muito bonito as pessoas em época de eleição prometer o mundo e os fundos. Prometem segurança, escola, educação e saúde. Mas fechar escola é inconcebível. O que eu estou fazendo, junto do meu vice Erik dos Reis Roberto, secretário municipal de Educação, é pensar no bem estar do aluno. Como os próprios pais já reivindicaram, nosso desejo é criar escolas de horário integral, para dar mais educação e tirar as crianças e os adolescentes das ruas. Já existe em Três Pontas o período integral. E quero deixar claro que o que nós estamos fazendo se chama nucleação. Nós não temos condições na atual administração de manter uma escola com apenas 22 alunos, como está acontecendo. E lá tem 10 serviçais. E aí tem gente que diz que o governo manda o dinheiro. Cadê? Eu não sei onde está. Nós temos que nuclear e o aluno vem em primeiro lugar. Não estou preocupado com os críticos e sim com os alunos”, comentou.

    Lembrando que as aulas recomeçam na próxima segunda-feira e alguma definição deve acontecer, obrigatoriamente, nós próximos dias.