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  • CRÔNICA DA LOUCURA por Nilson Lattari

    CRÔNICA DA LOUCURA por Nilson Lattari

    Afinal que loucura é essa que anda pelas mentes, essa vontade irresistível de mudanças? Como é ser louco em um mundo cada vez mais distante do humanismo que deveria permear todas as nossas ações?

    Que faz um louco que diz coisas insanas como querer menos desigualdades, a bradar pelos ares que devemos ser mais iguais, menos egoístas, menos ambiciosos na forma de buscar novas formas de viver, mas de acumular coisas, como se fôssemos viver eternamente e nossos destinos seriam o de alugar galpões de fundos intermináveis?

    Enquanto um louco sorri sozinho, de si mesmo, de seus devaneios, esses loucos que lutam por novas formas de viver são as vítimas dos sorrisos daqueles que passam e os ouvem a bradar pelas praças, a empunhar faixas e cartazes, de que a vida tem de mudar. São loucos a pedir o término da loucura.

    Loucos são aqueles que buscam uma vida mais simples, que procuram formas mais naturais de se alimentar, de consumir, dentro dos seus limites, estabelecendo uma nova forma de entender a felicidade, que mesmo restrita a uma casa, a um quarto, a uma mente descolada, apenas são vistos como os loucos, os diferentes.

    A diferença é a loucura dos visionários, e não a indiferença que está dentro de nós – que mundo louco, meu Deus!

    No final do século XIX ficou estabelecido que loucos seriam aqueles que não obedeciam às normas sociais. E quantas coisas foram feitas aos loucos que apenas queriam mostrar no presente as mudanças possíveis no futuro? Quantas vezes as ideias loucas por um mundo mais justo foram consumidas nas fogueiras, escondidas e guardadas em livros que se empoeiraram nas bibliotecas e nos porões sujos, protegidos pela onda de normalidade que assaltou alguns de nós.

    Enquanto os loucos querem um outro mundo possível, livre das amarras e das ideias já estabelecidas e prontas para aqueles que estão vindo, há os que obedecem ao sistema pronto e desfilam suas normalidades e falsas aparências.

    Como não estabelecer um muro divisório físico, real e outro dentro de nós mesmos? Todos têm medo dos loucos e das suas loucuras. Quem sabe eles mesmos nem têm ideia aonde as suas loucuras os vão levar? Mas vão, mas se sentirem medo ou dor, vão assim mesmo.

    Cada louco com sua mania, cada louco com seu sonho. Como é a sensação dos normais olharem por cima dos muros e rir da loucura dos outros? Será que riem ou gracejam do outro ou riem de si mesmos por não serem corajosos em embarcar na loucura do futuro possível, são os risos dos nervosos e claudicantes.

    Loucos são os revolucionários, que quando veem suas ideias sucumbirem no caudaloso rio da subserviência são somente loucos e que a eles não se deve dar atenção. Ou então são os heróis do futuro, aqueles que propuseram uma nova forma de vida, não tão nova, porque queiramos ou não ela está dentro de nós, espremida pela loucura de viver um mundo para o qual não fomos forjados para viver e a nossa zona de conforto.

    Quantos loucos de verdade saíram para as ruas a defender heróis forjados na primeira hora, quantos serviram de loucos para resguardar a loucura do egoísmo de poucos? Quantos foram taxados de loucos por defender alguma coisa contrária?

    Se ficamos louco de amor, fazemos coisas além de nós: pulamos muros, convenções, preconceitos, apenas pela vontade pura de exercer nossa paixão. Loucos são assim, mas somente os amantes são adorados e os revolucionários quando são vitoriosos. Amar é uma forma de loucura. Se todos nós somos capazes de amar, por que não nos permitir outras loucuras?

    Mbuki-mvuki é uma expressão do bantu (África) que é intraduzível, e remete àquela vontade irresistível de tirar as roupas enquanto dança. Pense na palavra, no seu jeito, e se imagine. Embarque nas palavras e nas ideias loucas que o mundo dos loucos te dá. Tenha o seu momento de loucura.

     Nilson Lattari

     

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  • Comentando… Aos Mestres com carinho!

    Comentando… Aos Mestres com carinho!

    Hoje é Dia do Professor e eu quero homenagear todos eles, verdadeiros heróis nacionais, aqueles que ensinam e que educam, muitas vezes cumprindo papel de pai e mãe, enfrentando dificuldades, incompreensões, injustiças, baixo salário, péssimas condições de trabalho, etc.

    Ser professor nesse país não é fácil. Hoje em dia virou praxe agredi-los verbal e fisicamente. O aluno é repreendido, fica irritado, bate no professor e ainda tem o apoio dos pais. Mas o grande tapa na cara do professor quem dá é o governo que não o reconhece com o devido retorno e a comunidade com o merecido status. Não há meritocracia para o professor. Todos ganham muito abaixo do que realmente valem.

    Aristóteles dizia: “O verdadeiro discípulo é aquele que supera o mestre.”.

    Como é linda a profissão de um professor. Seja ele de que grau for, de que matéria for. Esses mestres do saber transformam nossas vidas, nos abrem horizontes e oportunidades de crescimento, sucesso e felicidade. Nos levam ao imaginário, brotam sonhos em nós.

    Ser professor é exercer a mais sublime das missões, a única que nos ensina outras profissões, que nos transmite muito mais que conhecimento e experiências. Nos transmite vida!

    “Todo profissional é prosa. Só o professor é poesia.”, afirmava Leonardo Lisbôa Bcen.

    O professor exerce seu trabalho com todo amor possível e imaginável. Ultrapassa a árdua jornada diária levando tarefas, provas e afazeres para casa. Vive mais “os filhos dos outros” que os próprios.

    Três Pontas e o Sul de Minas têm excepcionais professores e eu sei que cometerei o pecado do esquecer alguém, mas vou me arriscar e destacar todos os meus professores, aqueles que passaram pela minha vida e deixaram marcas, ajudaram na minha construção como ser humano, desde as primeiras séries (em São Paulo), passando pela adolescência no Estadual Teodósio Bandeira (escola maravilhosa, que merece reconhecimento e valor) até os dias atuais na Faculdade (UNIS – Varginha).

    Minha amada Tonha Mello, Gina, Eneuzira, Consuelo, Nanci Reis, Euza, Nanci Tiso, Pelói, Dominguinhos, Padre Sebastião, Paulo, Camilo, Galvão, Vilma Reis, Celso Macário, PC, Jane Mary, Carminha, Gilda, entre outros…

    Hoje na Faculdade: Marco Antônio Azze (gênio), Gisele, Fernanda, Romilson, Joel, Stefano Lopes, Marcão, Rafael (Parada), Humberta, Lucas, Márcia e os de EAD.

    Para C. S. Lewis “a tarefa do educador moderno não é derrubar florestas, mas irrigar desertos.”.

    Ensinar não é só colocar a matéria no quadro, mas sim, tocar o coração de cada aluno e abrir a mente para o conhecimento, para o novo, para um futuro mais promissor. E é isso que vocês fazem, queridos professores!

    Eu sei bem o que é ser professor, afinal fui durante 10 anos professor de Legislação de Trânsito. Participei da luta e aprendizado de centenas de novos motoristas, jovens e mais velhos, homens e mulheres. Cada um deixou sua marca, sua história. Como é bom “comandar uma sala”, repassar conhecimento. Dividir experiências…

    George Lichtenberg ressalta que “um professor não educa indivíduos. Ele educa uma espécie.”, tamanha sua importância, nutrida no dom e no talento, na dedicação e no amor.

    Meu aplauso a cada professor. Se orgulhem do papel vital que exercem. Se orgulhem da nobre missão e de cada gota de suor e conhecimento transmitido. Vocês já foram aprovados com nota máxima, com louvor, na faculdade da vida e nos nossos corações!

    Daquela que deu a vida, morrendo queimada, para salvar seus alunos (Heley de Abreu) a cada um dos nossos (passado e presente) que se doara e se doam de corpo e alma em prol da Educação, meu muito obrigado!

    Deus lhes pague!

    “A primeira fase do saber é amar os nossos professores.”, pontuava Erasmo de Rotterdam. Essa é a primeira e grande lição!

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  • MODA: FIGURINO DO SÉCULO com GABRIELA PETRUCCI ESTREIA NO CONEXÃO

    MODA: FIGURINO DO SÉCULO com GABRIELA PETRUCCI ESTREIA NO CONEXÃO

    O Conexão Três Pontas, ampliando sua cobertura de matérias/assuntos, renovando e aprimorando seu conteúdo, está agregando muito valor ao seu trabalho com a chegada de novos profissionais que passam a fazer parte do time de colunistas. E uma delas é a jovem promissora Gabriela Petrucci, estudante de jornalismo e apaixonada por moda. Cabe a ela a assinatura da coluna Figurino do Século, que falará sobre moda, um assunto cada vez mais em alta.

    Vamos ao primeiro tema:

    SUSTENTABILIDADE NÃO É UMA TENDÊNCIA, É UMA NECESSIDADE!

    A Revista Vogue reuniu varias grifes e marcas que vêm procurando dar um novo significado à moda, criando roupas com princípios de sustentabilidade, produção justa, economia, desenvolvimento social e empoderamento feminino. A coordenadora de moda do Sebrae Fabiana Pereira Leite, que está a frente do projeto Moda Sustentável conta que acompanhou 40 grifes durante 15 meses para ajuda-las a criar os cinco pilares de sustentabilidade. São eles: social, ambiental, econômico, territorial e cultural.

    As marcas que têm este propósito e ter uma tag que discrimina todos os custos de cada peça, dos aviamentos aos impostos e valores operacionais. têm como objetivo despertar no cliente o interesse e a preocupação com o que ele consome. Assim estará incentivando praticas mais éticas. Natália Paes, da grife carioca Augustana, conta que está sendo incluída nas etiquetas das roupas a procedência das matérias-primas (se são 100% brasileiras, biodegradáveis, veganas, etc.).

    No Brasil há uma parceria com a Malha (espaço no Rio de Janeiro que conecta designers, empreendedores, produtores, fornecedores e consumidores em prol de criações colaborativas, locais e sustentáveis) com o intuito de ações como incubação de jovens marcas e cursos para reverberar inovações. O sistema fashion está cada vez mais rápido e descartando produtos com igual velocidade.

    Leslie Johnston diretora executiva global do instituto afirma que “é preciso mudar a maneira de olhar a moda, com peças que são, desde a perspectiva do design, criadas para fluir, não morrer”.

    Gabriela Petrucci

    Estudante de Jornalismo

    Especializada em Moda

     

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  • O SUCO DA CLASSE MEDIA por JUAREZ ALVARENGA

    O SUCO DA CLASSE MEDIA por JUAREZ ALVARENGA

    Se de um lado a vida nos impõe adversidades, de outro nos cabe enfrentá-las, sobrevoando nosso campo de atuação, guiado pelo radar, que nos permite identificar nossas estratégias, com coragem e determinação.

    A denominada, classe média, hoje, mais que ontem, não está no paraíso sonhado, o que a leva buscar, com determinação e realismo, reabilitar-se.

    O homem nasceu para ser engenheiro e pedreiro de seus sonhos, ou seja, a ele cabe elaborar a planta e executá-la; vez que suas construções vivências devem se revestir de durabilidade permanente.

    A vida é feita de motivos, seja para viver ou morrer, cabendo à classe média, penetrar no eldorado vivencial, tirando da vida a sustentabilidade da lógica natural, agarrando às oportunidades, com afinidades,  buscando a felicidade e transpondo as adversidades.

    O tempo está a indicar uma nova roupagem, neste vestuário cotidiano, cabendo ao homem  jorrar perfumes neste novo espaço.

    O suco de laranja, da classe média, está petrificado, os relacionamentos estão estremecidos, o entusiasmo sufocado, e, os sonhos, enterrados. Diante deste quadro, entendemos ser o momento de trocar as laranjas, adicionando, com carinho, o tempero que dará sabor ao liquido vivencial, para que possa fluir sem obstáculos.

    Sonhar é preciso, mas tais sonhos devem estar no horizonte atingível, não só para o sonhador, como para as pessoas que amam. Daí, caber aos pais idealizar o futuro dos filhos, com alegria e otimismo, mesmo porque, os sonhos nos conduz às realizações.

    A classe média tem o direito de sonhar, mesmo que para isto, tenha que enfrentar as tempestades, com resignação e acreditar que pode contemplar o arco íris a todos os instantes.

    Finalmente, entendemos que o suco da classe média, tem que ser temperado com sonhos, maneira única, de enfrentar a guerra cotidiana, matando, com eficiência o espantalho que distancia suas realizações.

     

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    JUAREZ ALVARENGA

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  • COMENTANDO… DUAS INDEPENDÊNCIAS DO BRASIL

    COMENTANDO… DUAS INDEPENDÊNCIAS DO BRASIL

    Hoje é um dia muito especial para todos nós brasileiros. Neste sábado, 7 de setembro, são comemorados os 197 anos da Proclamação da Independência do Brasil. E é preciso destacar, nesta data tão importante, as “duas independências” que o País celebra:

    A primeira delas, ocorreu no dia 07 de setembro de 1822.

    A Independência do Brasil é o feriado em que se celebra a emancipação brasileira do reino de Portugal.

    O Dia da Independência do Brasil se comemora no dia 7 de setembro de 1822, data que ficou conhecida pelo episódio do “Grito do Ipiranga”.

    A Independência do Brasil deu os primeiros passos às margens do riacho Ipiranga, hoje atual cidade de São Paulo. O Príncipe Regente Dom Pedro ordenou aos soldados que o acompanhavam que jogassem fora os símbolos portugueses que levavam nos uniformes.

    Em seguida, gritou “independência ou morte” e a partir desse momento, simbolicamente, o Brasil não era mais uma colônia de Portugal.

    A segunda delas ocorreu no dia 28 de outubro de 2018, quando Jair Messias Bolsonaro, do PSL, foi eleito o 38º presidente da República ao derrotar em segundo turno o petista Fernando Haddad, interrompendo um ciclo de vitórias do PT que vinha desde 2002.

    Foram 16 anos de “petismo vermelho” no poder. Anos que começaram com muita esperança, afinal o filho de nordestinos, pobre, humilde, que era transportado em caminhões velhos chamados de “pau de arara”, o semianalfabeto chegava ao cargo máximo do poder nacional.

    Vieram os programas assistenciais que fizeram o povo acreditar na defesa de seus direitos, na valorização da classe trabalhadora e na inserção, daqueles que sempre foram esquecidos, à chamada classe média. Mas vieram os escândalos nunca vistos em proporção sistêmica. A economia rateando, a Petrobrás, orgulho dos brasileiros, quebrada e saqueada, muitas empresas fechando as portas, empresários dando, literalmente, tiro no ouvido, recessão, crise e uma operação da Polícia Federal inédita em nossa história. O sonho virou pesadelo. A presidente deposta e o chefão preso.

    O povo se mostrou cansado, descrente e com um desejo latente de mudança. Fizeram uma grande faxina. As últimas eleições mudaram muito. Embora alguns ‘tumores da política tupiniquim” ainda permaneçam crescendo no grande organismo chamado Brasil.

    Bolsonaro chegava com o discurso incisivo, duro e de promessa de uma revolução. A “segunda independência do Brasil” obteve a confirmação às 19h18, daquele 28 de outubro de 2018, quando, com 94,44% das seções apuradas, Bolsonaro alcançou 55.205.640 votos (55,54% dos válidos) e não podia mais ser ultrapassado por Haddad, que naquele momento somava 44.193.523 (44,46%). Com 100% das seções apuradas, Bolsonaro recebeu 57.797.847 votos (55,13%) e Haddad, 47.040.906 (44,87%).

    Se o atual presidente fará ou não tudo que prometeu, se realmente libertará o país da corrupção, se vai devolver o “Brasil aos brasileiros”, resgatando a tão alardeada soberania (mesmo pecando muitas vezes no verbo, naquilo que fala e depois “desfala”), são outros quinhentos. Mas inegavelmente uma grande ruptura, uma grande mudança aconteceu.

    O país-continente descoberto em 1.500 está sob nova direção. E tomara que reencontre de fato o rumo, navegando em águas tranquilas e atracando num porto muito seguro…

    País sem ordem nunca terá progresso.

    Viva a liberdade, viva a independência!

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    Roger Campos

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  • VISIBILIDADE DOS SONHOS por JUAREZ ALVARENGA

    VISIBILIDADE DOS SONHOS por JUAREZ ALVARENGA

    O habitat natural dos sonhos devem ser o terreiro da realidade. Sonhos pequenos camuflam os instintos naturais em reação às potencialidades dos grandes que incomodam a plateia existente.

    É junto com o formigueiro de gente, que diariamente percorrem a MARGINAL DO TIETÉ, em São Paulo, que devemos levar nossos sonhos, para a luta como o boia fria leva o almoço ao serviço.

    Enganam-se aqueles que acreditam que as quimeras devem ter sua gênese na cama. No conforto das cobertas, nossas utopias devem saltar, para o sereno das madrugadas, pois lugar ideal aos sonhos é dentro das verdades da logísticas grandiosas que nos aproximam dos horizontes traçados.

    As táticas e as estratégias de nosso empreendimento só locomovem, com a rotatividade das ações em permanentes transformações.

    Colocar qualquer projeto grandioso em ação, é como percebemos as grandezas dos elefantes em mata explorada pelo homem. Sonhos, com potencial tem a visibilidade dos elefantes pela plateia. Por isto, fica exposto às criticas e tiros destruidores de acabar com nossas utopias antes de colocarmos ações em evidencia. Mas, este é o risco que devemos correr  a reação natural das plateias aos grandes sonhos, principalmente, aos iniciantes é de censura e reprovação. Cabe  nós, donos dos sonhos, manusear as distanciam de nossas utopias, com a realidade, na destreza perfeitas dos animais selvagens que acredita na fertilidade explosiva de seus instintos naturais.

     

    Os sonhos, são quando o egoísmo encontra sua autenticidade. É um ato isolado e personalizado. Ignorar a plateia, quando nossas fantasias estão visíveis distantes da realidade é ser convicto timoneiro de seu próprio caminho.

    A distancia deve ser medida por atos de valentia épica cegando pela visibilidade da plateia. Os espaços devem ter a grandeza, onde nossas utopias possam desenvolver com desenvoltura de nossa ideia fixa.

    Se tiver alguns sonhos do tamanho dos elefantes, em uma mata descoberta, além de enfrentar as intempéries das quimeras tem que cegar, pelas criticas, de uma plateia extremamente observadora.

    Para você vacinar contra a visibilidade de seus sonhos pela plateia devem caminhar com passos seguros no chão, porém com olhos fixo as alturas das águias.

    Se acreditares, seguramente, nas realizações de suas utopias, não incomode definitivamente, com a visibilidade de seus sonhos pela plateia antes das realizações. Espere e confie em seus atos, pois a critica da plateia, antes da realização transformará em aplausos consistentes por ter caminhado, soberbamente, em tempo de desconfiança incomodativa.

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  • ENTRE A VERDADE E A FÉ por Nilson Lattari

    ENTRE A VERDADE E A FÉ por Nilson Lattari

    Fé é um sentimento onde se crê sem nunca ter ouvido, sem nunca ter falado, sem nunca ter visto: a Fé é cega. No entanto, a descoberta da Verdade é a sua procura, é o encontro com seus sentimentos, e, para uns, eles estão à flor da pele, ou escondidos sobre os escombros de interesses os mais mesquinhos. São dois momentos em que nos encontramos atualmente: a escolha entre a Fé e a Verdade.

    Colocar a Fé a serviço de alguém, de alguma instituição é, muitas vezes, a revelação de uma fraqueza, de uma entrega para outrem das atribuições que deveríamos tomar rédea, é se colocar em uma zona de conforto. Entregar-se a discursos radicais, desde que solucionem nossos problemas, levados por nossos interesses pessoais, é ter fé na solução que os outros nos apresentam, desde que seja para submeter aqueles que nós excluímos como indesejáveis, por serem pobres, pretos, sem famílias, sem estruturas, com deficiências mentais, físicas, ou simplesmente têm um coeficiente intelectual que não atendam aos interesses do mercado, ou não nos sirvam.

    A Fé é uma covardia, quando utilizada nos interesses do nosso conforto pessoal, e é por esse motivo que muitos aceitam as soluções vendidas por oportunistas, colocando os excluídos, e nesse instante, aqueles que escolhem seus estilos de viver gêneros, ocupações ou formas de viver. Entregar corações e mentes para discursos discriminatórios é, por isso, a covardia vestida de Fé.

    A Verdade, no entanto, exige coragem para dizer, para defender, para se autocriticar, corrigir rumos, exigir mudanças, é se expor, contrapor, mostrar, e dando a cara para receber críticas. Para ser verdadeiro é preciso ter coragem. Porque o discurso da imposição, do conservadorismo, e, explico, que conservadorismo é mais do que nunca deixar ficar desse jeito, e não mudar o jeito para eu ter que dividir, aceitar aquilo que me ofende, ou que me proporciona esconder o que sinto, e me transforme em uma pessoa “de bem”, é o mais fácil, porque não exige a procura, somente a espera de um salvador, mesmo que espúrio.

    O verdadeiro excluído é aquele que se exclui, que quer se mostrar como o correto, aquele que segue os ditames do bom comportamento, ou o que venha ser isto. E, para isso, tem que ter fé em alguém que faça e diga o discurso sujo onde se possa esconder as reais motivações. É claro que deva ser sempre alguém que possa ser descartado, e que o nome, o nome dos vivandeiros da fé não apareçam.

    A Verdade é o que nos liberta, que nos faz encarar nossos medos, viver com nossos diferentes, aceitar que somos diferentes em algum momento ou lugar dentro de nós mesmos.

    Procura a Verdade e ela vos libertará, mas não é a Fé que te salvará e sim os seus atos, incluindo suas atitudes, suas palavras, suas ações. O que serão atos da Verdade e os atos de Fé? O que o Mestre escolheu? A coragem ou a covardia?

     Nilson Lattari

     

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  • DICOTOMIA DA VIDA por JUAREZ ALVARENGA

    DICOTOMIA DA VIDA por JUAREZ ALVARENGA

             A vida é um palco onde o enredo é delineado pelas circunstancias existenciais.

             A peça humana  é homogênea, para todos os personagens. Ninguém sai ou entra na vida sem passar pelo batismo da alegria ou tristeza. Essa dicotomia sintetiza nossa validade terrena.

             Os picos existenciais, de lagrimas ou sorrisos, distanciam  do equilíbrio de banho maria, natural do cotidiano humano que fomenta as almas inquietas.

             Nos olhos humanos não existem secas, calamitosas e prolongadas, que restringe a diminuir as intensidades de nossas lagrimas atemporais existentes no decorrer de nossas vidas. Pelo contrario, em alguns olhos existem um mar volumoso e indomável instalado abundante potencial de lagrimas, não provocado pela natureza, mais uma pororoca intima implantada dentro do reservado, fórum interior, capaz de desencadear a qualquer momento, dentro do mundo humano movediço.

             O que de surreal existe é que as lagrimas são adubos naturais, em tênues raízes, que só fortalecerá pelos insumos provocativos dos sorrisos. No vale da alma, as lagrimas nos fortalecem, para quando alegria chegar se pulverize no sentido de apagar os rastros de dor, vindo da abundância água do mar. Instalado com o consentimento tácito do, construtor de tragédias, psíquicas tentado cegarem, para felicidade imediata do ciclo existencial.

             A vida na sua periferia é heterogênea e diferenciada, mas no seu núcleo duro, é instrumento de equidade e igualdade

             Acreditamos que os momentos de dor e alegria, ou seja, de lagrimas ou sorrisos, em qualquer existência humana, é plenamente igualitário.

             Se dentro da existência não existe igualdade real, Deus como principal construtor de destinos, traça para missão terrena, igualdades de lagrimas e sorrisos, independentemente, dos instrumentos dados a todos diferentemente.

             Se as águas do mar procuram seus olhos indefesos, para pulverizar lagrimas, liberte que na mesma intensidade e contrario existem ao seu redor sorrisos fáceis, instalados na clareza solar, que terá o poder mágico, de nos acordar para viver um dia totalmente original.

             Neste ciclo de lagrimas, e, sorrisos proporcionado pela existência tenha sobrevida dos peixes de habitat profundos, que a qualquer momento, será recompensado pelo sorriso natural e cativante de uma adolescente deputante no baile.

             Neste empate existencial, busque equilíbrio nas alturas das cordas da vida, fazendo acrobacias sem proteção por baixo.

             Que seja forte quando as lagrima lacrimejarem com sua dor,  que seja nobre e generoso se o sorriso instalar o seu eu profundo  com intensidade de quem está faminto de felicidade.  

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  • NASCEMOS PARA QUÊ? Por JUAREZ ALVARENGA

    NASCEMOS PARA QUÊ? Por JUAREZ ALVARENGA

             A vida é um mistério, onde colocamos nossos esforços para conquistar nossos sonhos.

    Aprendendo suas  regras, é necessário primeiro submeter à variabilidade excessiva de seus jogos.

    A pergunta que se faz é nascemos para quê?

    A primeira e primordial resposta é para sermos felizes.

    Agradeço a Deus por ter nascido na base da sociedade, por  termos uma visão panorâmica e verdadeira da vida inteira.

    Galgar o degrau da existência com ética, sabedoria e inteligência é necessário primeiro começar pelo primeiro degrau. É façanha logica e natural dos possuidores de garras.

    Sairmos da cama com motivação dos jogadores da seleção brasileira, no dia da final da copa do mundo, e, se sentir o predestinado a fazer o gol do titulo, deve ser a rotina dos verdadeiros vencedores no seio da vida.

    Ninguém nasceu para perder, todos nós nascemos, para conquistar a vida de nosso jeito. Os vencedores são ínfimos em relação ao número significativos de perdedores.

    Por isso, se deduz que o preço da  conquista é, excessivamente, caro não propenso a todos.

    No passado existiam famílias que deitava eternamente em berço esplêndido e a vida um fato consumado ao restante da população.

    Mas, nos dias de hoje, o sucesso passou a ser uma conquista e a derrota um antro de desanimo com filosofia de dinossauro.

    Nascemos, para lutar rusticamente dentro de um processo de evolução ilimitada. Apaixonar pelas adversidades e contornar com elegância, sepultando os problemas com soluções inteligentes.

    Nascemos para digladiar com a vida com sabedoria. Ser polido no enfrentamento e destemido com as grandezas dos problemas. Eles não podem ser mais poderosas do que nossas armas.

    Nascemos, para acordar de manhã, e sob a claridade solar, ver horizontes cada vez mais distantes, porém acelerando os passos na direção do seu termino.

    Nascemos, para apaixonar pela vida e pelos seus encantos, porém se em seus meandros houver adversidades, transpô-los como o cacique manda ordem com naturalidade, para seus índios.

    Nascemos para acreditar na alternância da vida, se ontem acordamos com problemas, hoje, com inteligência e sabedoria delatamos e famintos de felicidades, fabricamos nossa realidade convicta de saídas mirabolantes deste labirinto existencial.

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  • DENTRO DA NOITE por JUAREZ ALVARENGA

    DENTRO DA NOITE por JUAREZ ALVARENGA

    A noite é um espetáculo humano de luzes e paz. É o antro dos casais apaixonados.

    Nos arredores  da vida, existem acontecimentos que perpassam somente um ângulo privilegiado das estrelas brilhantes, que dos alto só vê espaços infinitos, para semear seus sonhos no firmamento noturno.

    Na noite, o homem mostra sua capacidade de diluir estrelas e traçar caminhos, sob o brilho das constelações divinas.

    O caminhar da noite é de menos obstáculos e  mais naturalidade espontânea, onde os passos noturnos exigem mais segurança, porém o atrevimento humano atinge o ápice da ousadia, da grandeza da caminhada.

    Acreditar que é sob a noite que temos uma visão panorâmica de nossos sonhos, é o que nos leva a desarmar nossos arsenais de ceticismo e substituir por motivações  de credenciais de necessidades  racionais.

    É dentro da noite, que os cães vira-latas percorrem as ruas solitárias no frio do inferno, procurando porções de alimentos deixadas pela sobras humanos nos lixos das casas fechadas. Nesta paisagem desumana vemos o outro lado  de cientistas compromissados com o silencio sábio procurando soluções grandiosas,  para a humanidade.

    Depois de muitos treinos, cientistas captam nos laboratórios cosmopolitas nas madrugadas, soluções quase magicas para o destino da humanidade. São lampejos, como aqueles do Neymar num jogo sonolento onde de repente, a genialidade mostra sua capacidade de improvisação  capaz de mudar a trajetória humana, num lampejo também humano.

    A mesma noite, em que o homem maltrata os cães vira-latas, pelos lares acontece que homens especiais, buscam soluções geniais para um novo destino humano. É na noite, onde os antros geniais penetram, com sua curiosidade e nos trás soluções quase magicas. A noite é para os gênios o deleite da contemplação, em busca de soluções diferenciadas.

    As noites são uns instrumentos de silencio sábios, realizações que nascem, sob os estalos mágicos de avanços gigantescos.

    A noite é o paraíso dos sábios, e neste paraíso é que  que a humanidade muda de patamar. Daí, sua soberba necessidade.

    É dentro da noite, que nasce às poesias grandiosas, planos mirabolantes e soluções geniais.

    Por isso, o homem precisa da noite, para interromper suas realidades defeituosas e traçar novos figurinos, para que antigos sonhos se mantenham e só seja destruídos com sua realização no entrar do sol escaldante. Realizando, com retumbantes utopias impulsionadas pela força da noite, que locomove toneladas de obstáculos diurnos estagnados pela monotonia cotidiana.

    É dentro da noite, que plantamos nossos alimentos reais que irão revigorar nossa realidade, com ações da força de um leão, na sua destemida luta para sobreviver.

    É dentro da noite, que as portas da magia os convidam para entrar e  só sairá dela fortalecido pelos instrumentos impulsionadores de gigantesca realidade, de até então estagnada, pela falta de força intima.

    É dentro da noite que chegamos à superfície do mar e colocamos nossa cabeça, para fora e avistamos com os olhos acasalar sonhos noturnos com realidades diurnas.       

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  • NASCEMOS PARA QUÊ? Por JUAREZ ALVARENGA

    NASCEMOS PARA QUÊ? Por JUAREZ ALVARENGA

    A vida é um mistério, onde colocamos nossos esforços para conquistar nossos sonhos.

    Aprendendo suas  regras, é necessário primeiro submeter à variabilidade excessiva de seus jogos.

    A pergunta que se faz é nascemos para quê?

    A primeira e primordial resposta é para sermos felizes.

    Agradeço a Deus por ter nascido na base da sociedade, por  termos uma visão panorâmica e verdadeira da vida inteira.

    Galgar o degrau da existência com ética, sabedoria e inteligência é necessário primeiro começar pelo primeiro degrau. É façanha logica e natural dos possuidores de garras.

    Sairmos da cama com motivação dos jogadores da seleção brasileira, no dia da final da copa do mundo, e, se sentir o predestinado a fazer o gol do titulo, deve ser a rotina dos verdadeiros vencedores no seio da vida.

    Ninguém nasceu para perder, todos nós nascemos, para conquistar a vida de nosso jeito. Os vencedores são ínfimos em relação ao número significativos de perdedores.

    Por isso, se deduz que o preço da  conquista é, excessivamente, caro não propenso a todos.

    No passado existiam famílias que deitava eternamente em berço esplêndido e a vida um fato consumado ao restante da população.

    Mas, nos dias de hoje, o sucesso passou a ser uma conquista e a derrota um antro de desanimo com filosofia de dinossauro.

    Nascemos, para lutar rusticamente dentro de um processo de evolução ilimitada. Apaixonar pelas adversidades e contornar com elegância, sepultando os problemas com soluções inteligentes.

    Nascemos para digladiar com a vida com sabedoria. Ser polido no enfrentamento e destemido com as grandezas dos problemas. Eles não podem ser mais poderosas do que nossas armas.

    Nascemos, para acordar de manhã, e sob a claridade solar, ver horizontes cada vez mais distantes, porém acelerando os passos na direção do seu termino.

    Nascemos, para apaixonar pela vida e pelos seus encantos, porém se em seus meandros houver adversidades, transpô-los como o cacique manda ordem com naturalidade, para seus índios.

    Nascemos para acreditar na alternância da vida, se ontem acordamos com problemas, hoje, com inteligência e sabedoria delatamos e famintos de felicidades, fabricamos nossa realidade convicta de saídas mirabolantes deste labirinto existencial.

           

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  • COMENTANDO… ACIDENTES: A CULPA É DO CABRAL? A CULPA É DE QUEM?

    COMENTANDO… ACIDENTES: A CULPA É DO CABRAL? A CULPA É DE QUEM?

    De quem é a culpa quando nos deparamos, noticiamos, vivemos e choramos um acidente? É tão comum diante de uma tragédia no asfalto apontar o dedo e bradar: “essa pista é perigosa demais, essa rodovia mata muito, o governo tem que cuidar melhor das vias…”

    Afirmo que, pra mim, não existe pista muito perigosa e rodovia que mata. No tocante aos cuidados por parte do governo, claro que ele deve zelar sim, investir sim, realizar frequentes melhorias sim! Mas jogar o fardo do sangue escorrido no chão quente do trânsito nas autoridades (que hoje em dia, pelo menos 90%, não nos representam com o mínimo de dignidade) é tampar o sol com a peneira, é querer mascarar a realidade, desviar o foco e a verdadeira culpabilidade.

    Como instrutor de trânsito, há 14 anos, digo que é balela dizer que a Rodovia TP/Varginha é perigosa, que a TP/Santana é arriscada. Nenhuma Rodovia é perigosa em demasia. Ela está ali, parada, imóvel, inerte. O perigo está na IMPRUDÊNCIA dos humanos, do excesso de confiança, de bebida, de velocidade, de irresponsabilidade. Quem mata o homem é o próprio homem.

    Vamos aos fatos recentes:
    _ Aquele acidente trágico da semana passada em que duas motos bateram de frente e explodiram, matando os dois condutores. A culpa é da via? Não! Afirmo que alguém desrespeitou regras de segurança, excedeu velocidade, bebeu, colocou a sua vida e de outras pessoas em risco.

    _ Dias depois, no mesmo lugar (próximo à Charneca), entre Três Pontas e Santana da Vargem, outras duas motocicletas bateram. Felizmente ninguém morreu. Mas as autoridades relataram que, além do álcool no tanque dos veículos, havia álcool na corrente sanguínea dos envolvidos. Sério que alguém defenda que a culpa é do trecho, da via?

    _ No domingo uma violinista de Varginha, jovem, perdeu a vida na garupa de uma motocicleta guiada por um inabilitado. Bateram num poste e ela morreu. A culpa é do poste? Da via? Ou do irresponsável que conduzia veículo automotor sem habilitação contrariando o Código de Trânsito Brasileiro e cometendo crime de trânsito?

    _ Uma mulher de 56 anos morreu na manhã desta segunda-feira, após ser atropelada na avenida Minas Gerais, próximo ao Campus da Universidade Federal de Alfenas (Unifal), em Varginha. O condutor do automóvel, recém formado em auto escola, estava na PPD (Permissão Para Dirigir), documento válido por 1 ano, antes da chegada da CNH definitiva. Aí alguém falará: “Más lá não tem calçada, acostamento, etc”. Concordo, deveria ter e deve ser cobrado! Mas se eu sou motorista (responsável pela segurança dos mais frágeis), dirijo numa via sem calçada, onde há pessoas na margem da pista de rolamento, EU DIMINUO A VELOCIDADE, ANDO DE FORMA RESPONSÁVEL, CONSCIENTE, BEM DEVAGAR!

    _ E o principal caso que, mais uma vez, quero recordar: No dia 17 de março, um irresponsável, um criminoso, tirou a vida de um casal muito querido e conhecido na cidade de Três Pontas. A motocicleta em que estavam acabou pegando fogo. Renê Miranda Bernardes e Elaine Tempesta Bernardes morreram ainda no local. O casal Renê e Elaine foi até a cidade de Andradas – MG para comemorar o aniversário de uma amiga. Num outro veículo, de 4 rodas, estavam o motorista e outros 3 passageiros. Nenhum deles se feriu na batida de frente. Todos os covardes, passageiros canalhas, fugiram do local. A colisão aconteceu às 14h30, próximo à entrada do Bairro Jardim Alto da Serra, na BR-146 entre Poços de Caldas e Andradas. O veículo Volkswagen Voyage teria descido a serra e feito uma conversão proibida, atingindo a motocicleta BMW GS800 que trafegava em sentido contrário. Renê Miranda Bernardes tinha 52 anos de idade e Elaine Tempesta Bernardes morreu com 47.

    O autor desse assassinato, Ademir A. S. (embriagado e realizando conversão proibida) certamente gozará sua vida numa boa! Deveria mofar na cadeia! Tirou duas vidas inocentes por total irresponsabilidade. Esse rapaz assumiu SIM o risco de matar! Sendo assim, deveria ficar o resto da vida atrás das grades! Prisão perpétua nele!

    A culpa, senhoras e senhores, nessa tragédia, também não foi da via. Foi de um moleque que tirou sonhos, projetos, a companhia de pai e de mãe de filhos que agora estão órfãos!

    O problema está nas pessoas! E elas se sentem poderosas, protegidas, por leis falhas (piadas) que aumentam a impunidade e inflamam a descrença na justiça dos homens! Felizmente a de Deus não falha!

    Não adianta obras na via. O ser humano precisa de educação!!!

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    Roger Campos

    Jornalista

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