EM TRÊS PONTAS, DESDE 2016, VÁRIAS LOJAS TAMBÉM ENCERRARAM SUAS ATIVIDADES. ESPECIALISTAS ANALISAM.
O comércio varejista brasileiro teve o pior ano da sua história em 2016. O setor bateu recordes de fechamento de lojas, de demissões e de queda nas vendas. Entre aberturas e fechamentos, 108,7 mil lojas formais encerraram as atividades no País no ano passado e 182 mil trabalhadores foram demitidos, descontadas as admissões do período, revela um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC). O ano superou os resultados negativos de 2015 tanto na quantidade de lojas desativadas como em vagas fechadas. Em dois anos, o comércio encolheu em mais de 200 mil lojas e quase 360 mil empregos diretos. Em Três Pontas, nos últimos anos, muitos comércios também têm fechado suas portas. Nos últimos dias, apenas na região central da cidade, 5 lojas encerraram suas atividades, reflexo da crise econômica do país.
“Foram três recordes negativos em 2016”, ressalta Fabio Bentes, economista da CNC e responsável pelo estudo, feito a partir de dados das empresas informantes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O tombo nas vendas até novembro, o último dado disponível do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, foi de 8,8% no ano e de 9,1% em 12 meses para o comércio ampliado, que inclui veículos e materiais de construção (o IBGE divulga os números finais do varejo brasileiro amanhã). Como o Natal, a principal data para o varejo, foi fraco, a chance de se ter atingido no fechamento do ano um resultado menos pior que obtido até agora é pequena.
Bentes observa que, dos três recordes negativos, o mais dramático e preocupante, na sua opinião, é o de fechamento de lojas. “O comerciante só fecha loja quando está desesperançoso com a situação e não volta abrir tão cedo.”
O desânimo do varejo é visível nas ruas de comércio sofisticado e popular. É grande o número de lojas fechadas com placas de aluga-se. “O que chama a atenção é que as placas de aluga-se não eram comuns nas regiões mais nobres”, diz Jamile Ribeiro, coordenadora de marketing da Associação de Lojistas dos Jardins, reduto de lojas de luxo da capital paulista.
A situação não é diferente nas ruas do Bom Retiro, bairro paulistano que reúne lojas de confecção. “Nos últimos dois anos, 10% das lojas fecharam por causa da crise”, observa a secretária executiva da Câmara dos Dirigentes Lojistas do Bom Retiro, Kelly Cristina Lopes.
EM TRÊS PONTAS
Foto Arquivo – Rede de departamentos encerrou suas atividades recentemente em Três Pontas.
Dentre os últimos fechamentos de lojas em Três Pontas, confirmados nos últimos dias, estão uma loja de rede de departamentos na Praça da Fonte, uma loja de confecções femininas então localizada na Rua Coronel Domingos Monteiro de Resende, uma loja de calçados com filiais em outras cidades que funcionava na Rua Dona Isabel, além de dois outros pontos comerciais, um ao lado do outro, na Rua Pedro Augusto Meinberg, em frente a Biblioteca Municipal.
Tradicional loja de calçados do sul de Minas fechou na última semana na Rua Dona Isabel em Três Pontas.
Nossa reportagem apurou que nos últimos 3 meses cerca de 12 estabelecimentos comerciais fecharam definitivamente suas portas em Três Pontas apenas na região central da cidade. Se contarmos os bairros esse número certamente é ainda maior.
Alguns pontos comerciais no centro de TP encerraram suas atividades ou mudaram de endereço.
Para o Presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, que não tem medido esforços para defender e fortalecer o comércio trespontano, isso é preocupante, porém não foge do que tem acontecido em anos anteriores.
“Quero agradecer a oportunidade e explicar alguns pontos. Sobre a empresa de calçados Mattos Calçados seu proprietário já estava até residindo em Três Pontas mas como não houve acordo contratual em relação ao imóvel onde a loja funcionava ele a transferiu para a cidade de Brasópolis. Quanto a Loja Xavier explico que a saída se deu devido a ‘ajustes na rede’. Ou seja, não foi um fechamento apenas em Três Pontas, outras unidades da rede em outros municípios também foram fechadas e a empresa está readequando suas unidades. E aqui em Três Pontas temos um comércio de lojas de departamentos bem forte com o Magazine Luiza, EletroZema, Lojas IM, Edmil, entre outras.
Isso é corriqueiro acontecer e Três Pontas não tem muita rotatividade em abertura e fechamento de empresas. Temos um histórico de empresas com muita força. Não há motivos para temor. Já é tradicional que muitas empresas no Brasil passem muitas dificuldades nos primeiros anos.
Com relação ao final de ano quero dizer que vários fatores sinalizam para um incremento nas vendas e isso é muito bom. O primeiro fator é que muitas pessoas que estavam negativadas e que não podiam comprar, agora estão de volta e consumindo mais. Mais pessoas estão aptas ao mercado de consumo. Segundo pesquisas do SPC e do Serasa o mercado está dizendo que haverá um aumento nas vendas natalinas. Acredito que esse número será de cerca de 15%, o que é muito bom para o comércio e para a economia do Município, bem como de outras cidades.
Finalizando sobre empregos, quero lembrar que em 2015 e 2016 cerca de 2 milhões de empregos foram fechados a cada ano no Brasil. Esse ano os números já são positivos em torno de 150 mil vagas. Temos boas expectativas para o final de ano. Ressalto que a maior empregadora em Três Pontas ainda é o agronegócio. Em termos econômicos o agronegócio cai para o quarto lugar em Três Pontas, tendo a sua frente o setor de serviços em primeiro lugar, em segundo lugar o comércio e em terceiro a indústria”, pontuou.
Michel Renan Simão Castro, presidente da AcaiTP.
Segundo o comerciante e atual Secretário Municipal de Indústria e Comércio de Três Pontas, Sebastião de Fátima Cardoso (Tiãozinho Vermelho), a situação realmente é preocupante.
“A situação do país é complicada e aqui em Três Pontas não é diferente. Está faltando dinheiro e com isso ele está em escasso no mercado. O dinheiro não está circulando. Muitos se iludiram com crediários, fizeram muitas contas e agora estão com o pé no freio. Abriram muito a guarda. Agora, próximo ao Natal, o consumidor retém seu dinheiro e deixa pra gastar mais perto do fim de ano.
Quanto ao fechamento de alguns pontos comerciais quero dizer que realmente isso é muito ruim para Três Pontas. Assim o consumo vai diminuindo e empregos caindo. Três Pontas tem as suas particularidades, dentre elas a dependência em torno do café. Diria que até já dependeu mais, mas o café ainda ocupa local de muita importância. Hoje em dia o comércio emprega muito mais que há anos atrás. E ressaltar que quando o café está bom a cidade sempre positivamente, mas quando não está amargamos o consumo menor.
Sobre inadimplência quero dizer ao Conexão que ela vem caindo nos últimos anos. Há uma nova visão com juros diminuindo, inflação mais baixa e uma luz no fim do túnel. Sempre nessa época do ano a inadimplência cai. Eu diria que o número de pessoas que não saldam seus compromissos vem caindo. As pessoas estão mais conscientes. Finalizo dizendo que a Secretaria Municipal de Indústria e Comércio tem lutado para trazer novas indústrias e teremos boas notícias, novidades nas próximas semanas”, explicou Sebastião Cardoso.
Sebastião Cardoso, secretário municipal de Indústria e Comércio.
PRESIDENTE DA ACAI-TP TAMBÉM FALA DAS PERSPECTIVAS PARA O NATAL
O hábito dos brasileiros, de encher cofrinhos, tira de circulação um terço das moedas emitidas no país por ano. Para desespero de comerciantes, caixas e cobradores de ônibus, a população guarda até 7,4 bilhões de unidades que deveriam estar no mercado, facilitando o troco e viabilizando transações. As medidas para driblar a falta de moedas passam pelo apelo aos clientes e até recompensas para os consumidores que pagam com o dinheiro de metal. Para piorar, o custo de produção das moedas é maior do que o das cédulas e, na maioria delas, o valor não paga o gasto com a confecção.
Conexão entrevistando o presidente da Acai-TP, Michel Renan Castro.
Aqui em Três Pontas a situação não é diferente. O comércio tem enfrentado muitas dificuldades com a falta de moedas, tanto que o presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, solicitou ao Conexão que abordasse o tema. Acompanhe a entrevista que também aborda os preparativos e perspectivas para o Natal deste ano:
Situação é pior nos bairros
Nos mercados menores, distantes de bancos, é comum ter cartazes pedindo por troco e até oferecendo dinheiro para compra. Segundo alguns comerciantes muitas vezes não basta ir até o banco para conseguir trocar cédulas por moedas. “Muitas vezes, o banco também não tem. A gente precisa fazer um agendamento para as trocas. Não é fácil”, alerta. Outro problema é quando saem moedas comemorativas, como na época das Olimpíadas. “A situação fica ainda mais crítica. As pessoas colecionam”, diz.
O comércio ambulante é um dos pontos fortes na tradicional Festa do Padre Victor, que acontece em Três Pontas no dia 23 de setembro, data em que os fiéis relembram sua morte e o reverenciam. E neste ano, depois de ser beatificado, a estimativa, assim como em 2016, é de que o número de romeiros seja ainda maior, podendo chegar a 50 mil pessoas vindas das mais diversas localidades. Soma-se a isso o fato do dia 23 cair num sábado, o que facilita ainda mais a vinda de turistas ao Município. Os “barraqueiros”, como são chamados popularmente os comerciantes ambulantes, começaram a chegar na tarde desta quinta-feira (21). A Avenida Oswaldo Cruz, principal via de acesso da cidade já está cheia de caminhões e barracas espalhadas no trecho em que o comércio será realizado.
Uma grande mudança desde o ano passado é que o dia 23 de setembro não será mais visto pelo comércio local como feriado, e sim como ponto facultativo, ou seja, qualquer comerciante de Três Pontas que queira manter sua loja ou estabelecimento aberto poderá fazê-lo. Uma forma de fortalecer o comércio local.
As barracas poderão permanecer na Avenida Oswaldo Cruz até a segunda-feira, dia 25.
Arquivo Conexão
PONTOS NEGATIVOS
Além das ocorrências de furtos e roubos registradas aos montes todos os anos na Festa do Padre Victor, o comércio ambulante que aporta na Terra do Café também é visto com maus olhos pelo comércio local, já que o dinheiro vai todo embora nesses dias e quem amarga o prejuízo, a queda gritante nas vendas são os logistas trespontanos, aqueles que empregam, geram renda e divisas para o Município.
A população se divide quanto a vinda da feirinha popular. Uns aprovam outros contestam. O fato é que ela está de volta.
A Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, através de seu presidente Michel Renan Simão Castro, apresentou ao Conexão os escolhidos que serão homenageados como o Empresário do Ano e também a Empresa Revelação. A entidade promove a mais aguardada premiação do setor comercial trespontano para a entrega dos prêmios. A 19ª edição da Festa do Empresário acontecerá no dia 21 de outubro, no Clube de Campo Catumbi (CCC) e reunirá comerciantes, comerciários, empresários, diretores da Associação Comercial, políticos e convidados.
Para a edição de 2017 a grande atração artística será o cantor Emerson Nogueira, conhecido por ter um dos shows mais aclamados pelo público e crítica, reunindo grandes sucessos nacionais e internacionais de diversos astros da música.
Diretor da Acai-TP e os proprietários da empresa Vimi Cafeteria.
Os homenageados deste ano serão a empresa Vimi Cafeteria, pela sua proposta inovadora na arte de servir café, o verdadeiro ouro verde de Três Pontas, que atrai consumidores de todas as partes do mundo, já que a cidade é a maior produtora. Como empresário do ano o escolhido foi o proprietário da empresa CP Agrícola, Marcos José Lucas.
A venda de ingressos e mesas já está disponível na sede da Associação Comercial de Três Pontas.
As vendas dos Pais são sempre menores que no Dia das Mães.
As datas comemorativas sempre são uma boa alternativa, um respiro para o comércio que durante todo ano vem enfrentando os efeitos da recessão imposta pela economia e pela turbulenta política brasileira. O Dia dos Pais é mais um exemplo, embora não represente um aumento tão bom quanto no Dia das Mães.
Nossa reportagem conversou com o empresário Denilson Lamaita Miranda, um dos proprietários do Moacyr Supermercado. Ele falou sobre as expectativas com as vendas para o Dia dos Pais:
“Olha, o Dia dos Pais não é tão bom quanto o Dia das Mães em termos de aquecimento nas vendas. Posso te dizer que na área supermercadista, se o Dia das Mães eleva as vendas em torno de 10%, o Dia dos Pais não passa de 5% a mais em comparação aos dias comuns. E dentre os itens mais procurados nessa data estão as bebidas, as carnes e os presentes. Não há uma amplitude maior, um leque maior de procura em outros setores. No Dia das Mães o aumento das vendas engloba muitas áreas, e agora elas são mais concentradas”, explicou o empresário.
O Conexão também conversou com o empresário Michel Renan Castro, presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas. Ele falou sobre as vendas na data:
“O Dia dos Pais representa apenas 30% de todo volume de vendas alcançadas no Dia das Mães. Em 2015, em comparação com 2016, houve em Três Pontas uma retração nas vendas em torno de 4%. Se considerarmos no período uma inflação em torno de 9% podemos entender que a queda nas vendas nesse período citado foi em torno de 12 ou 13% em faturamento.
Pelo menos neste ano poderemos comemorar porque teremos um aumento nas vendas, embora pequeno”, explicou.
O Brasileiro sempre deixa tudo para a última hora e a expectativa é de que as vendas aumentem nesta sexta-feira e, principalmente no sábado, véspera do Dia dos Pais. Em média, os produtos estão até 10% mais caros que no mesmo período do ano anterior. Por isso pesquisar sempre é a melhor solução. E a criatividade também!
O comércio trespontano permanecerá aberto até às 17 horas neste sábado, antevéspera de feriado. Isso porque na segunda-feira, 03 de julho, Três Pontas completa mais um aniversário e, claro, o setor comercial estará fechado. Desta forma o horário de funcionamento foi dilatado neste sábado, 01 de julho, para compensar um dia a menos de funcionamento na semana que vem.
A Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, entidade que defende a classe empresarial da cidade, e o Sindicato do Funcionários do Comércio, em comum acordo, já haviam acertado as datas em que haveria o aumento nas horas de portas abertas nos sábados, diante de datas especiais ou comemorativas.
Além disso, julho sempre apresenta um aumento nas vendas devido ao café. Somado a isso estão as promoções que as lojas têm feito no intuito de incrementar as vendas. E os preços e promoções, bem como as condições de pagamento facilitadas têm atraído o consumidor. Um convite perfeito para que os clientes, inclusive da zona rural, com mais tempo, possam se dirigir às lojas e realizar suas compras.
Ainda neste ano, na proximidade das datas comemorativas, como o Dia das Crianças e o Natal por exemplo, também haverá dilatação no horário de abertura do comércio aos sábados.
Lembramos que na segunda-feira, dia 03 de julho, feriado municipal, o comércio permanecerá fechado.
Reunião na sede da Associação Comercial debateu o calendário de fechamento aos sábados.
Foi realizada na sede da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas na noite desta terça-feira (23) uma importante reunião com representantes do setor comercial do município para tratar do calendário e horários de fechamento aos sábados em datas comemorativas.
Além das datas tradicionais que já têm o horário estendido, como o Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Dia das Crianças e Natal, há a possibilidade do comércio também ficar aberto aos sábados até mais tarde durante o auge da colheita do café, período em que o dinheiro circula de maneira mais pujante o que estimularia as vendas.
Mas esse assunto ainda não está definido e dependerá da aprovação do Sindicato dos Empregados no Comércio de Varginha e Região (Sindcomerciários). O presidente da AcaiTP Michel Renan Simão Castro lembrou que se isso acontecer será facultativo, ou seja permanece aberto quem quer.
Durante a reunião alguns comentários chamaram a atenção. Os representantes da Casa João Bandoni, empresa com o CNPJ mais antigo da cidade, disseram que já foram denunciados por continuarem atendendo aos sábados depois das 13 horas e se mostraram inconformados. “Nós temos 65 asnos de tradição, tudo é no João Bandoni, somos referência. A partir das 13 horas aos sábados eu fecho as portas mas continuo atendendo quem está dentro da minha loja. Não posso mandar ninguém embora e jamais farei isso. Eu nunca parei pra vigiar loja de ninguém, nunca denunciei ninguém, tenham paciência”, desabafou Rita Bandoni.
Já o empresário Sebastião de Fátima Cardoso, que também é secretário municipal de Indústria e Comércio, disse que sua loja não abre ás 8 horas da manhã aos sábados e sim às 9 e que por isso mantém o comércio funcionado uma hora a mais. “Minha loja abre às 9 horas da manhã, por isso eu fecho no sábado às 14 horas e não às 13. Não tem nada de errado nisso e vou continuar assim, em comum acordo com meus funcionários”, pontuou Tiãozinho Vermelho, como é popularmente conhecido.
Devido as datas comemorativas, sábados que antecedem as celebrações, deverão ter o atendimento estendido. As datas serão encaminhadas ao Sindicato para aprovação, sendo elas 03 de junho, 10 de junho, 08 de julho, 05 de agosto, 12 de agosto, 09 de setembro, 07 de outubro e 14 de outubro.
Estuda-se também a possibilidade de, em todos os sábados de dezembro, devido ao natal, as lojas ficarem abertas até mais tarde.
Cerca de 20 comerciantes participaram da reunião, expuseram suas opiniões e saíram satisfeitos.
Um protesto ativo e silencioso vai baixar o preço da gasolina de R$ 3,39 para R$ 2,14.
A redução por litro será de R$ 1,25, o equivalente a 37%. Sabe pra que? Para mostrar o quanto a gente paga de impostos no Brasil.
O Dia da Liberdade de Impostos será no dia 1º de junho e vai baixar os valores da gasolina no Distrito Federal em 12 estados brasileiros – o preço acima é a média do que é cobrado em Brasília.
Neste dia os empresários do setor vão abrir mão dos tributos, ou seja, não repassarão para os consumidores. A ideia é questionar a alta carga tributária do País e o baixo retorno que temos em serviços públicos.
Abuso tributário
Em 2017, os brasileiros vão trabalhar aproximadamente 153 dias, ou seja, mais de 5 meses apenas para pagar impostos.
Na prática, é como se a população trabalhasse o ano todo, mas só começasse a receber seu salário a partir de junho.
A estimativa é feita pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem) – com base em estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).
“Mais de 40% dos rendimentos são destinados a impostos, e, em nossa opinião, esse porcentual não é razoável, especialmente porque prejudica o poder de compra dos cidadãos”, defende o coordenador da campanha DLI nacional e presidente da CDL Jovem DF, Raphael Paganini.
Esta será a 9ª edição do Dia da Liberdade de Impostos (DLI.
Em Brasília
No dia 1º de junho, a gasolina estará 37% mais barata em três unidades do Posto Jarjour (Asa Norte, Asa Sul e Taguatinga). As vendas começam a partir das 6h30.
Serão vendidos 45 mil litros de gasolina – o maior volume da campanha até hoje – pelo preço que seria cobrado caso não incidissem tributos distritais e federais.
Cada consumidor poderá abastecer até 20 litros, e o pagamento deverá ser feito em dinheiro.
Os empresários que patrocinam a ação não vão repassar aos consumidores os impostos que pagam ao governo.
“Os impostos não deixarão de ser pagos, mas esse custo será bancado pelos [empresários] patrocinadores, e não repassado aos consumidores”, explica Paganini.
A CDL Jovem defende a simplificação tributária no Brasil.
“Apoiamos um imposto único – ou medida similar – que tornaria o cálculo mais fácil, e, consequentemente, os cidadãos teriam recursos para exigir a diminuição da carga. “
Seguem abaixo mais detalhes de ações em outras cidades do País:
Manaus / AM
Amazonas Shopping venderá produtos sem impostos
Fortaleza / CE
Ceará Moda Shopping venderá produtos sem impostos
Vitória / ES
Shopping Vila Velha e Supermercado Extrabom venderão produtos sem impostos
Macapá / AM
Garden Shopping venderá produtos sem impostos
Joinville / SC
Serão vendidos sem impostos: 8 mil litros de gasolina, 1 carro, 150 pizzas e vendas da empresa MeusPedidos.com, além de 50 ingressos pra um evento de empreendedorismo em outubro
Rondonópolis / MT
Serão vendidos sem impostos 10 mil litros de etanol.
Brasília / DF
Serão vendidos sem impostos 45 mil litros de gasolina e 1 carro.
Juazeiro do Norte / CE
Cariri Garden Shopping venderá produtos sem impostos.
Resende / RJ
Serão vendidos sem impostos 2.250 litros de combustível.
Farroupilha / RS
Haverá ações de conscientização em redes sociais e com a imprensa.
Volta Redonda / RJ
Serão vendidos sem impostos 2 mil litros de gasolina.
Salvador / BA
Shopping Barra venderá produtos sem impostos.
Chapecó / SC
Serão vendidos sem impostos 3 mil litros de gasolina.
Belo Horizonte / MG
Serão vendidos sem impostos 5 mil litros de combustível, além de produtos de 440 lojas pela cidade.
Foto meramente ilustrativa
Três Pontas
Nossa reportagem conversou com alguns proprietários de postos de combustíveis para saber se há a possibilidade do Município participar desse protesto em favor da população. Nenhum deles soube dizer e acharam difícil a adesão.
Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa
A tradicional e concorrida Festa do Empresário, organizada anualmente pela Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, reunindo as principais lideranças de diversos setores da nossa economia e que escolhe a Empresa do Ano e o Empresário Revelação contará novamente com um grande nome da música.
Depois de ZoomBeatles, Almir Sater e Biquini Cavadão agora será a vez de Gleison Túlio e o grande Emerson Nogueira, poderoso intérprete que já lançou vários CD’s com regravações em novas roupagens de ícones da música brasileira e internacional.
Suas apresentações sempre arrastam multidões. Um dos shows mais concorridos e elogiados pela crítica. Emerson Nogueira será a atração principal da Festa do Empresário 2017, que acontecerá no CCC (Clube de Campo Catumbi), no dia 21 de outubro a partir das 21 horas.
Os ingressos já estão a venda na sede da Associação Comercial. Mais informações: 3265-1839.
A Associação dos Supermercados de Minas Gerais, neste domingo (16), divulgou que o setor encerrou a Páscoa 2017 com uma queda de 12% nas vendas em relação ao ano passado. O montante vai ao encontro das previsões iniciais de vendas desenhadas pelos empresários do ramo supermercadista para o feriado santo. Aqui em Três Pontas a queda foi um pouco menor.
De acordo com o empresário Denilson Lamaita Miranda, proprietário do Moacyr Supermercado, dono das maiores vendas de chocolates na Páscoa em Três Pontas, as redes efetuaram uma compra de ovos de Páscoa menor, em volume, na comparação com o ano passado, o que garantiu uma sobra de produtos muito pequena nas prateleiras a partir desta segunda-feira.
“Ao contrário dos outros anos, o varejo e a indústria analisaram cuidadosamente os desejos dos consumidores e definiram com precisão o mix e a quantidade de ovos expostos. Enquanto em anos anteriores a sobra de ovos de chocolate após o domingo de Páscoa chegava a 4%, neste ano a sobra não ultrapassou 2%”, explica Denilson.
Segundo o empresário, barras de chocolate e caixas de bombons ganharam representatividade na preferência dos consumidores, em detrimento dos tradicionais ovos de chocolate. “O setor comercializou mais caixas de bombons e quando escolheu pelo ovo, acabou levando um tamanho menor.
A queda em Três Pontas foi de 10%. Denilson Miranda lembrou ainda que desde 2015 as vendas de ovos de Páscoa vêm caindo. Com relação ao preço, os ovos estavam entre 5 e 10% mais caros que em 2016.
Pescados – Até a véspera da Sexta-Feira Santa, o setor comercializou menos pescados, em comparação com anos anteriores, além de vinhos e de azeites. Para o domingo de Páscoa, a procura por carne para churrasco, cervejas, refrigerantes e sobremesas teve grande crescimento no sábado de Aleluia.
Com a presença de autoridades municipais e empresários, a Associação Comercial de Três Pontas (Acai-TP) inaugurou o Posto Avançado de Conciliação Extraprocessual (Pace) em sua sede no dia 21 de março. Na ocasião, a juíza da Comarca Raíssa Figueiredo Araújo afirmou que a iniciativa valoriza a pacificação social e deverá ser bem-sucedida, porque foi implantada com profissionalismo. Ela também mostrou sua expectativa de que o novo serviço contribua para desafogar o volume de processos protocolados diariamente no fórum.
Para o presidente da Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, Michel Renan Simão Castro, o Pace é um avanço, na medida em que proporciona ao credor oportunidade de recuperar créditos considerados perdidos ou que demandariam muito tempo para reaver dentro de trâmite judicial.
Por sua vez, o gerente de Negócios da entidade, Hélio de Carvalho Júnior, ao assinalar que os acordos celebrados no Pace são homologados e têm valor legal, sustentou que, além de evitar o desgaste que acompanha os processos que ingressam na Justiça, quem usufruir do posto vai economizar, já que os serviços são gratuitos.
O Pace é decorrente de parceria entre a Federaminas, o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) – através da Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem Empresarial (Cbmae), e o Sebrae.
Da esq para dir. o comerciante Kiko, a juíza Dra. Raíssa, o presidente da AcaiTP Michel Renan, o prefeito Dr. Luiz Roberto Dias e o vereador Benício Baldansi.
A Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas enviou um comunicado para a imprensa informando sobre o horário estendido de funcionamento das papelarias que quiseram ampliar o período de comercialização dos materiais escolares na proximidade da volta às aulas.
Esse horário estendido foi acordado entre a Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas e algumas papelarias da cidade, com o intuito de fomentar, fortalecer as vendas de material escolar já que as aulas na rede particular se iniciaram na última segunda-feira e na rede pública começarão na próxima segunda-feira, dia 6.
As papelarias Criativa, Ferreira, Auge, Universal, Voo Livre, Primeira Mão e Copycentro estão participando e ficarão abertas nos próximos sábados (4 e 11) até às 17 horas.