Tag: Crime

  • CRIME: Policial é caçado depois de matar ex-mulher e fugir com a filha em Minas Gerais

    CRIME: Policial é caçado depois de matar ex-mulher e fugir com a filha em Minas Gerais

    O soldado do 9º batalhão matou a ex-mulher e fugiu de carro pela rodovia BR-040 com a filha do casal. A Polícia Rodoviária Federal foi acionada e a PM também o rastreia.

    Depois de uma briga o soldado da Polícia Militar Gilberto Novaes, lotado no pelotão de Santos Dumont, na Zona da Mata, em Minas Gerais, matou a ex-mulher a tiros e levou a filha de 4 anos. Ele está sendo perseguido pela PM e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), pois sua rota de fuga foi pela rodovia BR-040.
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    De acordo com informações da PM, o soldado está armado e foge num automóvel Fiat Palio, de placa GWK-1390, cor cinza escuro. A corporação informou que as brigas entre o casal eram frequentes e por esse motivo as viaturas da polícia faziam visitas frequentes numa atitude que a PM classifica como “visitas tranquilizadoras”.
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    Fonte EM

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  • PONTO DE DROGAS É ‘ESTOURADO” PELA POLÍCIA NO BAIRRO PADRE VITOR EM TP

    PONTO DE DROGAS É ‘ESTOURADO” PELA POLÍCIA NO BAIRRO PADRE VITOR EM TP

    Uma grande quantidade de drogas foi apreendida no fim da tarde desta sexta-feira (13) no bairro Padre Victor em Três Pontas. Numa operação conjunta das polícias Civil e Militar um ponto de tráfico de drogas foi “estourado”, resultando na prisão de dois indivíduos, além da apreensão de um menor. Uma quantia em dinheiro também foi encontrada.

    Cumprindo mandados de busca e apreensão as polícias Civil e Militar agiram rápido e de forma eficiente, logrando êxito na prisão e apreensão dos elementos envolvidos e também na apreensão de entorpecentes e de dinheiro.
     
    A ação ocorreu na Rua Cuiabá, no bairro Padre Victor. Na residência foram presos dois indivíduos maiores de idade e apreendido um menor de apenas 16 anos. Dentre as drogas apreendidas estão maconha, cocaína e crack. No endereço há, segundo a polícia grande e constante movimentação de usuários de drogas.
     
    No total 63 papelotes de cocaína, mais de 100 pedras de crack, 32 buchas de maconha e cerca de R$2.250,00 em dinheiro foram apreendidos.
     
    Gustavo Serafim e Raian Pereira foram presos e levados até a sede da Delegacia da Polícia Civil em Três Pontas. O adolescente e alguns usuários que estavam nos arredores da casa também foram conduzidos pelas autoridades.

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  • CONDENADO: Alessandro dos Reis pega 12 anos pelo homicídio de Renato Batista

    CONDENADO: Alessandro dos Reis pega 12 anos pelo homicídio de Renato Batista

    “EM REGIME FECHADO ELE DEVE FICAR NO MÁXIMO 4 ANOS” DIZ ADVOGADO DE ACUSAÇÃO.

    Os sete jurados chegaram a um veredicto há poucos instantes sobre o julgamento de Alessandro dos Reis, acusado de matar o vizinho Renato Batista com um tiro na nuca. O réu foi declarado CONDENADO pelo homicídio e pegou uma pena de 12 anos.

    De acordo com o advogado de acusação Francisco Braga Filho, Alessandro cometeu crime hediondo e pegou 12 anos de prisão. “A pena total é de 12 anos mas acredito que ele cumprirá, como determina a lei, apenas 2/5 da pena em regime fechado, ou seja, ficará “trancado” por aproximadamente 4 anos. Depois disso poderá gozar do benefício previsto por lei e cumprir regime de albergue”, declarou ao Conexão.

    O julgamento aconteceu desde às 09h50 desta terça-feira (10), na sala de juri do Fórum Dr. Carvalho de Mendonça em Três Pontas.

    O Crime

    A Polícia Militar de Três Pontas registrou no início da madrugada do dia 27 de julho de 2016 um homicídio praticado por uso de arma de fogo. Renato Batista, então com 28 anos de idade, motoboy, foi assassinado com um tiro na cabeça na entrada de sua casa, no bairro Bom Pastor, em frente a Maçonaria, atrás do Cemitério Municipal. O acusado foi Alessandro Pereira dos Reis, um comerciante então com 44 anos que teria envolvimento com o jogo do bicho, segundo a Polícia Militar.

    Vítima de homicídio, Renato Batista.

    O crime aconteceu por volta das 00:30 daquela quarta-feira (27). Tudo teria acontecido porque Alessandro, residente na Rua José Gonçalves da Costa nº 93, que já teria um histórico de desentendimento com o vizinho Renato, residente ao lado, no número 103, estaria incomodado com o som alto vindo da casa debaixo.

    Foi quando Alessandro dos Reis teria decidido, de posse de uma arma de fogo, ir até a casa de Renato. Ao chegar se deparou com a mãe da vítima. Renato residia na casa da frente e sua mãe na moradia dos fundos. Assim que Renato foi chamado pela mãe acabou levando um tiro certeiro e fatal na nuca, vindo a cair na entrada da residência.

    O suspeito fugiu do local possivelmente em um Fiat Pálio Azul ou em uma motocicleta e tomado paradeiro incerto. A Polícia Militar fez rastreamento, inclusive na zona rural, na Fazenda Carapuça, mas não o encontrou. Desde então Alessandro permaneceu foragido.

    A Polícia Civil conseguiu efetuar a prisão de Alessandro dos Reis no dia 23 de dezembro de 2017. Ele foi preso em São Paulo e veio para Três Pontas, sendo apresentado ao Delegado de Plantão e levado para o Presídio de Três Pontas, onde aguardou o julgamento.

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  • JULGAMENTO: Esposa de Alessandro disse que foi agredida por Renato.

    JULGAMENTO: Esposa de Alessandro disse que foi agredida por Renato.

    “NÃO VOU ABAIXAR O SOM SUA VAGAB…, SUA PU…”, afirmou Franciane dos Reis diante do Juiz, se referindo a suposta agressão verbal que teria antecedido um tapa em seu rosto, desferido pela vítima de homicídio.

    Os julgamento de Alessandro dos Reis, acusado de matar o vizinho Renato Batista com um tiro na nuca, está acontecendo desde às 09h50 desta terça-feira (10), na sala de juri do Fórum Dr. Carvalho de Mendonça em Três Pontas. A primeira testemunha arrolada foi a esposa do réu. A Sra. Franciane dos Reis respondeu as perguntas do advogado de defesa de seu marido. Foram vários questionamentos feitos pelo Dr. Fábio Gama. O advogado de acusação, Dr. Francisco Braga também sabatinou a testemunha ocular do crime. Conforme a Sra. Franciane dos Reis, Renato bateu a mão no braço do Alessandro para ele abaixar a arma, momento em que, segundo ela, o revólver teria disparado acidentalmente. “Ele estava irônico e certamente embriagado. A mãe não estava no local na hora”, disse ela.

    A esposa de Alessandro dos Reis – acusado de ter matado Renato Batista com um tiro na cabeça – em seu depoimento no julgamento que acontece agora no Fórum Dr. Carvalho de Mendonça, em Três Pontas, disse que foi agredida pela vítima de homicídio. Sabatinado pelo advogado de defesa do acusado, Dr. Fábio Gama, a Sra. Franciane dos Reis disse que foram várias tentativas amigáveis de pedir para a vítima abaixar o volume do som, mas que Renato se negava e, pior, teria passado a ameaça-la:
    “Sua vagab… Sua pu… Se você fizer o dono da casa que eu alugo me tirar daqui vou matar você. Essas foram as palavras do Renato na hora que tudo ocorreu. E ele ainda socou a mão na minha cara. Meu marido Alessandro apontou a arma e Renato bateu a mão no revólver que disparou. Ele caiu e a mãe dele chegou gritando. Ou seja é mentira que a Dona Renilda tenha visto o disparo”, declarou a depoente.
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    A Sra. Franciane relatou como foi o dia do crime para seu marido Alessandro, que estaria nervoso por conta da morte de um tio e do estado de saúde de sua mãe.
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    “Meu marido estava trabalhando e foi informado da morte de seu tio. Ele saiu mais cedo e foi até a casa de sua mãe, que é uma pessoa doente, para dar a notícia. Ele ficou muito nervoso com medo da reação de sua mãe. Ele chegou em casa depois que a mãe dele foi tranquilizada e por volta das 23 horas fomos deitar. Mas o som alto começou de novo. Era festa quase todo dia. Uma verdadeira algazarra. Mulheres gritando, garrafas quebrando e móveis sendo arrastados. Até de dias da semana tinha isso. Foram oito meses de inferno. Vários vizinhos reclamaram. Então meus filhos foram no meu quarto reclamar que não conseguiam dormir. Foi então que de pijama fui até vá casa do Renato, ao lado da minha. Cheguei e toquei duas vezes a campainha. A mãe dele veio e eu percebi que Alessandro estava do meu lado. Pedi pra chamar o Renato e ela gritou ele duas vezes. Ela entrou pra prender seu cachorro e o Renato chegou irônico. Só depois do tiro acidental é que a mãe dele voltou e uma mulher saiu de dentro da casa e vendo Renato no chão disse que chamaria o Samu”, emendou.
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    A depoente ainda acrescentou: “Meu marido ficou desesperado e disse: Nossa é agora? Falei pra ele sair pra fugir do flagrante. Alessandro foi embora e ficou preocupado comigo e com os filhos, com nosso padrão de vida. Foi pra São Paulo para trabalhar. Ele queria se entregar. Foram várias conversas pra ele se entregar. Mas o delegado Dr. Andrei não aceitou. Alessandro começou trabalhando como manobrista e virou gerente. Repito, ele não se apresentou porque nossos filhos passariam aperto, não tínhamos como nos manter. Foi um acidente o que aconteceu. A gente não queria isso. Só queríamos resolver”, enfatizou.
    O advogado de acusação, Dr. Francisco Braga também fez perguntas para a Sra. Franciane. Um dos questionamentos foi: “Se sua versão é verdadeira, por que nunca registrou um Boletim de Ocorrência?” A esposa do acusado então disse que chamou a Polícia Militar várias vezes e que não fez B.O. porque a PM alegou que não tinha viatura para se deslocar até sua residência. “Quando o Renato me ameaçou não fiz B.O. pois achei que, após falar com o dono da casa pedindo que ele resolvesse essa situação e ele colocar placa de venda, Renato iria se mudar”, finalizou.
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    O julgamento ainda está acontecendo e nossa reportagem segue acompanhando.

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  • CONEXÃO ACOMPANHA A CHEGADA DE ALESSANDRO AO FÓRUM. Julgamento de homicídio está acontecendo agora em Três Pontas.

    CONEXÃO ACOMPANHA A CHEGADA DE ALESSANDRO AO FÓRUM. Julgamento de homicídio está acontecendo agora em Três Pontas.

    Os julgamento de Alessandro dos Reis, acusado de matar o vizinho Renato Batista com um tiro na nuca, está acontecendo desde às 09h50 desta terça-feira (10), na sala de juri do Fórum Dr. Carvalho de Mendonça em Três Pontas. Vinte e cinco jurados foram designados, mas apenas sete acompanham os trabalhos. O crime aconteceu em julho de 2016 e teria sido motivado por uma discussão por conta de som alto que teria vindo da casa da vítima, o que estaria incomodando o acusado. Alessandro chegou ao Fórum por volta das 09h15._________________

    O juiz do caso é o Exmo Dr. Enismar Kelley de Freitas, Juiz de Direito da Vara Criminal e da Infância e da Juventude desta Comarca. Ele conversou com a imprensa, solicitando que não fossem registradas imagens dos jurados e nem do réu na Sala do Júri. Alessandro está sendo representado por três advogados: Dr. Fábio Gama Leite, Dr. Álvaro Custódio e Dr. Jhonatan Armando Lopes. Dr. Francisco Braga é o advogado de acusação.
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    Alessandro dos Reis foi preso pela Polícia Civil no dia 23 de dezembro de 2017, após ficar foragido desde a consumação do crime.____________

    Relembre o Caso

    A Polícia Militar de Três Pontas registrou no início da madrugada do dia 27 de julho de 2016 um homicídio praticado por uso de arma de fogo. Renato Batista, de 28 anos de idade, motoboy, foi assassinado com um tiro na cabeça na entrada de sua casa, no bairro Bom Pastor, em frente a Maçonaria, atrás do Cemitério Municipal. O acusado é Alessandro Pereira dos Reis, um comerciante de 44 anos que teria envolvimento com o jogo do bicho, segundo a Polícia Militar.

    O crime aconteceu por volta das 00:30 daquela quarta-feira (27). Tudo teria acontecido porque Alessandro, residente na Rua José Gonçalves da Costa nº 93, que já teria um histórico de desentendimento com o vizinho Renato, residente ao lado, no número 103, estaria incomodado com o som alto vindo da casa debaixo.

    Foi quando Alessandro dos Reis teria decidido, de posse de uma arma de fogo, ir até a casa de Renato. Ao chegar se deparou com a mãe da vítima. Renato residia na casa da frente e sua mãe na moradia dos fundos. Assim que Renato foi chamado pela mãe acabou levando um tiro certeiro e fatal na nuca, vindo a cair na entrada da residência, diante dos olhos da própria mãe.

    O suspeito fugiu do local possivelmente em um Fiat Pálio Azul ou em uma motocicleta e tomado paradeiro incerto. A Polícia Militar fez rastreamento, inclusive na zona rural, na Fazenda Carapuça, mas não o encontrou. Desde então Alessandro permaneceu foragido.

    A Prisão de Alessandro

    A Polícia Civil conseguiu efetuar a prisão de Alessandro dos Reis, acusado de matar com um tiro na nuca seu vizinho Renato Batista, no dia 23 de dezembro de 2017.

    Alessandro, que teria envolvimento com o jogo do bicho, foi preso em São Paulo e veio para Três Pontas. Ele foi apresentado ao Delegado de Plantão e será levado para o Presídio de Três Pontas, onde aguarda o julgamento.

    No dia 02 de agosto deste ano o Conexão recebeu a informação de que o acusado desse homicídio estaria sendo rastreado e que estaria perto de ser preso. O trabalho da inteligência e investigação da Polícia Civil foi preponderante para a localização e prisão de Alessandro dos Reis, após quase 18 meses de fuga. O acusado teria estado em vários locais até ser encontrado em São Paulo.

    “Desde que o crime aconteceu nós estamos trabalhando muito atrás de informações. Mas infelizmente as dificuldades estavam sendo grandes. A população em si poderia nos ajudar dando pistas, informações e isso não aconteceu. As pessoas se calam. Mas graças ao grande trabalho de toda equipe da Polícia Civil, nosso setor de investigação, nós estamos cada vez mais perto de capturar o autor desse homicídio”, disseram os policiais ao Conexão no mês de agosto deste ano.

    A Polícia Civil também disse ao Conexão que recentemente seu advogado entrou com pedido de Habeas Corpus, para evitar a sua prisão, então decretada. Também comentou que o julgamento do caso ganhou celeridade e que sairia rapidamente.

    Chegada em Três Pontas

    Era por volta das 20 horas do dia 23 de dezembro de 2017 que as viaturas trazendo Alessandro dos Reis chegaram até a sede da Delegacia da Polícia Civil em Três Pontas. Eles vieram de São paulo – SP, do bairro de Santana, na zona norte, onde Alessandro foi encontrado trabalhando como porteiro. Sem resistir a prisão, Alessandro que se preparava para passar o Natal com sua família, que viajou para a capital paulista, se mostrou surpreso com a chegada da equipe da Polícia Civil de Três Pontas, com o apoio da polícia paulistana.

    De lá viajaram até a cidade de Varginha onde foi apresentado ao delegado de plantão e em seguida trazido para Três Pontas. Na frente da Delegacia parentes de Alessandro e também de Renato acompanharam a chegada do acusado, que saiu do carro com a cabeça coberta com ama camisa. Questionado por nossa reportagem ele se manteve o tempo todo em silêncio.
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    Versão do Advogado de Alessandro

    O advogado de Alessandro dos Reis, Dr. Fábio Gama também falou ao Conexão. Disse que seu cliente agiu em legítima defesa. ” Ele agiu em legítima defesa já que sua esposa havia sido agredida pela vítima. Isso foi comprovado por testemunhas dentro do curso penal. A informação de que ele teria agido com a intenção de matar não existe no processo. Alessandro vinha sendo constrangido frequentemente na vizinhança. Renato estava frequentemente ameaçando a família de Alessandro de várias formas. E quero dizer que na hora do fato (disparo de arma de fogo) a mãe do Renato não estava do lado dele como foi dito na imprensa”, pontuou o defensor do acusado.

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  • AMANHÃ: Alessandro dos Reis será julgado no Fórum de Três Pontas pela morte de Renato Batista.

    AMANHÃ: Alessandro dos Reis será julgado no Fórum de Três Pontas pela morte de Renato Batista.

    “Ele deu um tiro covarde na nuca do meu filho na minha frente”, diz a mãe da vítima. Defesa do acusado nega e alega legítima defesa.

    Um dos julgamentos mais aguardados dos últimos anos em Três Pontas acontecerá AMANHÃ, terça-feira, na sala de juri do Fórum Dr. Carvalho de Mendonça. No dia 10 de abril, a partir das 09h30 Alessandro dos Reis, acusado de matar o vizinho Renato Batista com um tiro na nuca, se sentará no banco dos réus um julgamento aberto ao público. Vinte e cinco jurados foram designados, cujos nomes já estão afixados na sede do Poder Judiciário local, como mostra o edital de convocação e ainda a pauta do julgamento. O crime aconteceu em julho de 2016 e teria sido motivado por uma discussão por conta de som alto que teria vindo da casa da vítima e que estaria incomodando o acusado.
    O juiz será o Exmo Dr. Enismar Kelley de Freitas. Juiz de Direito da Vara Criminal e da Infância e da Juventude desta Comarca. Alessandro estará representado por três advogados: Dr. Fábio Gama Leite, Dr. Álvaro Custódio e Dr. Jhonatan Armando Lopes. O acusado de homicídio foi preso pela Polícia Civil no dia 23 de dezembro de 2017, após ficar foragido desde a consumação do crime.
    A sala do júri deverá estar lotada. Dentre as pessoas que acompanharão o caso estão a mãe da vítima – que teria sido testemunha ocular do disparo fatal de arma de fogo contra seu filho – e a ex-companheira, mãe de seu único filho.
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    Relembre o Caso

    A Polícia Militar de Três Pontas registrou no início da madrugada do dia 27 de julho de 2016 um homicídio praticado por uso de arma de fogo. Renato Batista, de 28 anos de idade, motoboy, foi assassinado com um tiro na cabeça na entrada de sua casa, no bairro Bom Pastor, em frente a Maçonaria, atrás do Cemitério Municipal. O acusado é Alessandro Pereira dos Reis, um comerciante de 44 anos que teria envolvimento com o jogo do bicho, segundo a Polícia Militar.

    O crime aconteceu por volta das 00:30 daquela quarta-feira (27). Tudo teria acontecido porque Alessandro, residente na Rua José Gonçalves da Costa nº 93, que já teria um histórico de desentendimento com o vizinho Renato, residente ao lado, no número 103, estaria incomodado com o som alto vindo da casa debaixo.

    Foi quando Alessandro dos Reis teria decidido, de posse de uma arma de fogo, ir até a casa de Renato. Ao chegar se deparou com a mãe da vítima. Renato residia na casa da frente e sua mãe na moradia dos fundos. Assim que Renato foi chamado pela mãe acabou levando um tiro certeiro e fatal na nuca, vindo a cair na entrada da residência, diante dos olhos da própria mãe.

    O suspeito fugiu do local possivelmente em um Fiat Pálio Azul ou em uma motocicleta e tomado paradeiro incerto. A Polícia Militar fez rastreamento, inclusive na zona rural, na Fazenda Carapuça, mas não o encontrou. Desde então Alessandro permaneceu foragido.

    A Prisão de Alessandro

    A Polícia Civil conseguiu efetuar a prisão de Alessandro dos Reis, acusado de matar com um tiro na nuca seu vizinho Renato Batista, no dia 23 de dezembro de 2017.

    Alessandro, que teria envolvimento com o jogo do bicho, foi preso em São Paulo e veio para Três Pontas. Ele foi apresentado ao Delegado de Plantão e será levado para o Presídio de Três Pontas, onde aguarda o julgamento.

    No dia 02 de agosto deste ano o Conexão recebeu a informação de que o acusado desse homicídio estaria sendo rastreado e que estaria perto de ser preso. O trabalho da inteligência e investigação da Polícia Civil foi preponderante para a localização e prisão de Alessandro dos Reis, após quase 18 meses de fuga. O acusado teria estado em vários locais até ser encontrado em São Paulo.

    “Desde que o crime aconteceu nós estamos trabalhando muito atrás de informações. Mas infelizmente as dificuldades estavam sendo grandes. A população em si poderia nos ajudar dando pistas, informações e isso não aconteceu. As pessoas se calam. Mas graças ao grande trabalho de toda equipe da Polícia Civil, nosso setor de investigação, nós estamos cada vez mais perto de capturar o autor desse homicídio”, disseram os policiais ao Conexão no mês de agosto deste ano.

    A Polícia Civil também disse ao Conexão que recentemente seu advogado entrou com pedido de Habeas Corpus, para evitar a sua prisão, então decretada. Também comentou que o julgamento do caso ganhou celeridade e que sairia rapidamente.

    Chegada em Três Pontas

    Era por volta das 20 horas do dia 23 de dezembro de 2017 que as viaturas trazendo Alessandro dos Reis chegaram até a sede da Delegacia da Polícia Civil em Três Pontas. Eles vieram de São paulo – SP, do bairro de Santana, na zona norte, onde Alessandro foi encontrado trabalhando como porteiro. Sem resistir a prisão, Alessandro que se preparava para passar o Natal com sua família, que viajou para a capital paulista, se mostrou surpreso com a chegada da equipe da Polícia Civil de Três Pontas, com o apoio da polícia paulistana.

    De lá viajaram até a cidade de Varginha onde foi apresentado ao delegado de plantão e em seguida trazido para Três Pontas. Na frente da Delegacia parentes de Alessandro e também de Renato acompanharam a chegada do acusado, que saiu do carro com a cabeça coberta com ama camisa. Questionado por nossa reportagem ele se manteve o tempo todo em silêncio.
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    Versão do Advogado de Alessandro

    O advogado de Alessandro dos Reis, Dr. Fábio Gama também falou ao Conexão. Disse que seu cliente agiu em legítima defesa. ” Ele agiu em legítima defesa já que sua esposa havia sido agredida pela vítima. Isso foi comprovado por testemunhas dentro do curso penal. A informação de que ele teria agido com a intenção de matar não existe no processo. Alessandro vinha sendo constrangido frequentemente na vizinhança. Renato estava frequentemente ameaçando a família de Alessandro de várias formas. E quero dizer que na hora do fato (disparo de arma de fogo) a mãe do Renato não estava do lado dele como foi dito na imprensa”, pontuou o defensor do acusado.

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  • Acusado de matar Renato Batista, Alessandro Pereira dos Reis será julgado no próximo dia 10 de abril

    Acusado de matar Renato Batista, Alessandro Pereira dos Reis será julgado no próximo dia 10 de abril

    (Postada inicialmente no dia 03 de abril de 2018 e reprogramada para o dia 06)
    Um dos julgamentos mais aguardados dos últimos anos em Três Pontas acontecerá daqui uma semana na sala de juri do Fórum Dr. Carvalho de Mendonça. No dia 10 de abril, a partir das 09h30 Alessandro dos Reis, acusado de matar o vizinho Renato Batista com um tiro na nuca. Vinte e cinco jurados foram designados, cujos nomes já estão afixados na sede do Poder Judiciário local, como mostra o edital de convocação e ainda a pauta do julgamento. O crime aconteceu em julho de 2016 e teria sido motivado por uma discussão por conta de som alto que teria vindo da casa da vítima e que estaria incomodando o acusado.
    O juiz será o Exmo Dr. Enismar Kelley de Freitas. Juiz de Direito da Vara Criminal e da Infância e da Juventude desta Comarca. Alessandro se sentará no banco dos réus e estará representado por três advogados: Dr. Fábio Gama Leite, Dr. Álvaro Custódio e Dr. Jhonatan Armando Lopes. O acusado de homicídio foi preso pela Polícia Civil no dia 23 de dezembro de 2017, após ficar foragido desde a consumação do crime.
    A sala do júri deverá estar lotada. Dentre as pessoas que acompanharão o caso estão a mãe da vítima – que teria sido testemunha ocular do disparo fatal de arma de fogo contra seu filho – e a ex-companheira, mãe de seu único filho.
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    Relembre o Caso

    A Polícia Militar de Três Pontas registrou no início da madrugada do dia 27 de julho de 2016 um homicídio praticado por uso de arma de fogo. Renato Batista, de 28 anos de idade, motoboy, foi assassinado com um tiro na cabeça na entrada de sua casa, no bairro Bom Pastor, em frente a Maçonaria, atrás do Cemitério Municipal. O acusado é Alessandro Pereira dos Reis, um comerciante de 44 anos que teria envolvimento com o jogo do bicho, segundo a Polícia Militar.

    O crime aconteceu por volta das 00:30 daquela quarta-feira (27). Tudo teria acontecido porque Alessandro, residente na Rua José Gonçalves da Costa nº 93, que já teria um histórico de desentendimento com o vizinho Renato, residente ao lado, no número 103, estaria incomodado com o som alto vindo da casa debaixo.

     

    Foi quando Alessandro dos Reis teria decidido, de posse de uma arma de fogo, ir até a casa de Renato. Ao chegar se deparou com a mãe da vítima. Renato residia na casa da frente e sua mãe na moradia dos fundos. Assim que Renato foi chamado pela mãe acabou levando um tiro certeiro e fatal na nuca, vindo a cair na entrada da residência, diante dos olhos da própria mãe.

    O suspeito fugiu do local possivelmente em um Fiat Pálio Azul ou em uma motocicleta e tomado paradeiro incerto. A Polícia Militar fez rastreamento, inclusive na zona rural, na Fazenda Carapuça, mas não o encontrou. Desde então Alessandro permaneceu foragido.

    A Prisão de Alessandro

    A Polícia Civil conseguiu efetuar a prisão de Alessandro dos Reis, acusado de matar com um tiro na nuca seu vizinho Renato Batista, no dia 23 de dezembro de 2017.

    Alessandro, que teria envolvimento com o jogo do bicho, foi preso em São Paulo e veio para Três Pontas. Ele foi apresentado ao Delegado de Plantão e será levado para o Presídio de Três Pontas, onde aguarda o julgamento.

    No dia 02 de agosto deste ano o Conexão recebeu a informação de que o acusado desse homicídio estaria sendo rastreado e que estaria perto de ser preso. O trabalho da inteligência e investigação da Polícia Civil foi preponderante para a localização e prisão de Alessandro dos Reis, após quase 18 meses de fuga. O acusado teria estado em vários locais até ser encontrado em São Paulo.

    “Desde que o crime aconteceu nós estamos trabalhando muito atrás de informações. Mas infelizmente as dificuldades estavam sendo grandes. A população em si poderia nos ajudar dando pistas, informações e isso não aconteceu. As pessoas se calam. Mas graças ao grande trabalho de toda equipe da Polícia Civil, nosso setor de investigação, nós estamos cada vez mais perto de capturar o autor desse homicídio”, disseram os policiais ao Conexão no mês de agosto deste ano.

    A Polícia Civil também disse ao Conexão que recentemente seu advogado entrou com pedido de Habeas Corpus, para evitar a sua prisão, então decretada. Também comentou que o julgamento do caso ganhou celeridade e que sairia rapidamente.

    Chegada em Três Pontas

    Era por volta das 20 horas do dia 23 de dezembro de 2017 que as viaturas trazendo Alessandro dos Reis chegaram até a sede da Delegacia da Polícia Civil em Três Pontas. Eles vieram de São paulo – SP, do bairro de Santana, na zona norte, onde Alessandro foi encontrado trabalhando como porteiro. Sem resistir a prisão, Alessandro que se preparava para passar o Natal com sua família, que viajou para a capital paulista, se mostrou surpreso com a chegada da equipe da Polícia Civil de Três Pontas, com o apoio da polícia paulistana.

    De lá viajaram até a cidade de Varginha onde foi apresentado ao delegado de plantão e em seguida trazido para Três Pontas. Na frente da Delegacia parentes de Alessandro e também de Renato acompanharam a chegada do acusado, que saiu do carro com a cabeça coberta com ama camisa. Questionado por nossa reportagem ele se manteve o tempo todo em silêncio.
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    Versão do Advogado de Alessandro

    O advogado de Alessandro dos Reis, Dr. Fábio Gama também falou ao Conexão. Disse que seu cliente agiu em legítima defesa. ” Ele agiu em legítima defesa já que sua esposa havia sido agredida pela vítima. Isso foi comprovado por testemunhas dentro do curso penal. A informação de que ele teria agido com a intenção de matar não existe no processo. Alessandro vinha sendo constrangido frequentemente na vizinhança. Renato estava frequentemente ameaçando a família de Alessandro de várias formas. E quero dizer que na hora do fato (disparo de arma de fogo) a mãe do Renato não estava do lado dele como foi dito na imprensa”, pontuou o defensor do acusado.

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  • AUDACIOSO: Bandidos encapuzados amarram moradores em Santana da Vargem, levam tratores, moto, televisores e muito mais…

    AUDACIOSO: Bandidos encapuzados amarram moradores em Santana da Vargem, levam tratores, moto, televisores e muito mais…

    Um crime audacioso cometido por homens fortemente armados causaram preocupação na população de Santana da Vargem e acabou envolvendo viaturas e homens da Polícia Militar de diversas cidades, principalmente de Três Pontas. Foi na noite deste sábado (16) que uma quadrilha invadiu uma fazenda, roubou tratores, moto e outros bens. O detalhe que chamou a atenção das autoridades é que, além de todos os criminosos estarem encapuzados, eles saíram dirigindo todos os veículos que foram levados.
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    De acordo com as informações apuradas junto a Polícia Militar, pelo menos oito homens, com sotaque paulista, invadiram uma propriedade em Santana da Vargem na noite deste sábado. Armados com pistolas e armas de grande calibre, eles anunciaram o assalto, renderam as pessoas que lá estavam,  levaram moto serra, celulares, aparelhos de TV, tratores e uma motocicleta.
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    Durante o cerco que se iniciou pela Polícia Militar as informações que chegaram era de que uma carreta (talvez produto de roubo dessa ação criminosa) foi usado para transportar os veículos roubados. Na sequência cogitou-se que os bandidos teriam utilizado a balsa que está operando normalmente na região do município de Fama para fugir.
    “Os caseiros e moradores da casa que fica numa fazenda teriam sido amarrados e a princípio levaram 2 tratores, implementos agrícolas, sacas de café, uma motocicleta CRF, uma carreta, várias máquinas de colher café, moto serra e 4 televisores. O fato ocorreu por volta das 20 horas e os moradores só conseguiram se soltar, por volta das 02h00, quando contactaram o proprietário que, por sua vez, acionou a Polícia Militar de Três Pontas”, explicou a PM.
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    A fazenda fica na região do Morro Cavado, zona rural de Santana da Vargem. A Polícia Militar tentou localizar os criminosos e os itens roubados através de uma grande operação de cerco bloqueio. Mas até o fechamento desta reportagem ninguém havia sido preso.
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    O caso está sendo investigado.
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  • 15 ANOS DE IDADE: PM DE VARGINHA PERSEGUE MENOR INFRATOR E APREENDE MACONHA, COCAÍNA E CRACK

    15 ANOS DE IDADE: PM DE VARGINHA PERSEGUE MENOR INFRATOR E APREENDE MACONHA, COCAÍNA E CRACK

    Em Varginha, nesse domingo, 11, a Polícia Militar apreendeu entorpecentes e uma motocicleta, após intensa perseguição de um adolescente infrator.

    Por volta das 15 horas a PM realizava a Operação de Trânsito no bairro Minas Gerais, quando visualizou uma motocicleta Honda Bros, conduzida por um adolescente, que ao perceber que seria abordado acelerou e fugiu em alta velocidade. Durante a perseguição, ele acabou perdendo o controle direcional e foi detido. Na abordagem, o menor conhecido como “Sacolinha”, de 15 anos, foi localizado com R$ 81,00 em dinheiro e confessou que escondia drogas em sua residência, no bairro Damasco.

    Os policiais militares dirigiram-se então ao endereço, onde após buscas encontraram um tablete de maconha, quatro porções de cocaína, um tablete médio, duas porções e 13 pedras de crack. Ao final da ocorrência o adolescente foi apreendido e a motocicleta foi removida ao pátio credenciado.

    As informações são do 24º Batalhão da Polícia Militar.

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  • POLICIAL: Táxi é parado e homem é preso com drogas em Três Pontas

    POLICIAL: Táxi é parado e homem é preso com drogas em Três Pontas

    Um empresário de 48 anos, residente em Belo Horizonte, recebeu voz de prisão por parte de uma guarnição da Polícia Militar de Três Pontas na noite desta terça-feira (27). Ele estava em um táxi que foi parado no bairro Santana. Com o rapaz foram encontradas pedras de crack.

    Policiais militares desconfiaram de um passageiro de um táxi que se encontrava no bairro Santa Inês na noite desta terça-feira. Ele tentou esconder o rosto assim que avistou a viatura policial. Foi quando os militares se aproximaram. O táxi seguiu em alta velocidade e foi parado no bairro Santana. Lá, durante a abordagem, foram encontradas vinte pedras de crack com o passageiro Wilson Borges Júnior, além de um aparelho celular e R$127,00 em dinheiro.

    O homem estava hospedado num hotel de Três Pontas. Em seu quarto mais três pedras de crack foram encontradas. Wilson Borges Júnior  foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Varginha.

     (Foto Ilustrativa)
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  • POLICIAL: Vereador recupera veículo tomado de assalto em TP.

    POLICIAL: Vereador recupera veículo tomado de assalto em TP.

    BENÍCIO BALDANSI É VEREADOR EM TRÊS PONTAS E TEVE UMA CAMINHONETE DE SUA EMPRESA DE BEBIDAS ROUBADA. FUNCIONÁRIOS FORAM FEITOS DE REFÉNS.

    O comerciante e vereador Benício Donizete Baldansi conseguiu recuperar a caminhonete de sua empresa que foi levada por assaltantes na Zona Rural de Três Pontas, na tarde do dia 31 de janeiro. Felizmente os dois funcionários levados como reféns foram encontrados sem ferimentos em um cafezal. Os marginais ainda não foram localizados.
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    O veículo Fiat Strada foi localizado entre as cidades de Ilicínea e Guapé. Estava, segundo os proprietários, num matagal em perfeito estado de conservação. A Polícia Militar de Três Pontas foi quem avisou o casal Benício e Ivone Baldansi sobre a localização.
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    “Quero aproveitar a agradecer a todos os trespontanos pelas orações, mensagens de apoio e compartilhamentos ajudando a dar um final feliz para essa história”, disse Ivone Baldansi.

    Relembre o Caso

    Uma caminhonete Fiat Strada, de cor vermelha, da empresa Atacadão Baldansi, que pertence ao comerciante e vereador Benício Baldansi foi tomada de assalto na tarde da quarta-feira (31 de janeiro) na Zona Rural de Três Pontas, por volta das 17hs. Dois funcionários que estavam no veículo foram levados como reféns. A Polícia Militar foi chamada e iniciou um cerco bloqueio nas principais vias de acesso e em cidades vizinhas.
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    De acordo com as informações apuradas pelo Conexão, dois funcionários da empresa Atacadão Baldansi foram levar uma entrega de bebidas para um cliente já conhecido, como faziam regularmente. Mas na região conhecida como Figueira (sentido à Córrego do Ouro), nas proximidades da Escola Agrícola, a caminhonete em que estavam cruzou com um outro veículo (possivelmente um Fiat Uno), que deu meia volta e abordou os trabalhadores.
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    Já rendidos, um criminoso entrou na caminhonete e fugiu, acompanhada pelo outro veículo, tomando rumo desconhecido. Um grande temor se deu, pois não se tinha notícias dos dois funcionários, que acabaram sendo levados como reféns pelos bandidos. A Polícia Militar foi acionada e rapidamente esteve no local, assim como o vereador Benício Baldansi. Ele comentou ao Conexão que estava muito preocupado pois não se sabia do paradeiro dos funcionários. Mas pouco depois, num novo contato, revelou que os dois haviam sido amarrados e largados em um cafezal. Eles estão bem. Benício foi até o Quartel da Polícia Militar e também à Delegacia da Polícia Civil onde passou mais informações sobre o veículo roubado.

    Foram levados no assalto o veículo Fiat Strada, a carga de bebidas e dois celulares. O veículo não tem seguro.

    A Polícia Militar fez rastreamento em busca dos criminosos.

     
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  • ‘MACACADA’: Vereador Antônio do Lázaro é acusado de Injúria Racial e gera revolta no CAPS

    ‘MACACADA’: Vereador Antônio do Lázaro é acusado de Injúria Racial e gera revolta no CAPS

    De acordo com relatos de populares que estavam na sede do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Três Pontas, na manhã desta quinta-feira (08) o vereador Antônio Carlos de Lima (Antônio do Lázaro) teria desferido xingamentos contra os pacientes que ali estavam e cometido crime de racismo ou injúria racial. Uma mulher afirmou ter sido chamada de ‘vagaba’ e alega que o ‘representante do povo’ disse “vai procurar um pau pra subir”… Além disso, segundo os denunciantes, Antônio do Lázaro teria xingado os pacientes de ‘macacada’.

    Isso gerou grande revolta nos populares e um homem chegou a ir atrás do vereador dizendo que chamaria a polícia. Apesar de não demonstrar temor, o legislador teria entrado no carro e ido embora. Nossa reportagem foi chamada e colheu os detalhes.
     
    A Polícia Militar esteve no local e registrou o Boletim de Ocorrência. Vera Lúcia disse que levará o caso até as últimas consequências. “Vou processá-lo”, emendou. A professora Ana Cristina de Abreu se mostrou indignada com o acontecido.
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    Esta não é a primeira vez que o vereador Antônio do Lázaro se envolve em acusações por xingamentos e ofensas. Em 2015 ele foi condenado a pagar uma indenização de R$3.000,00 a uma funcionária da Câmara que ele acusou ter desviado presunto da sede do Poder Legislativo para sua casa.
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    Nossa reportagem tentou contato com o vereador Antônio Carlos de Lima (Antônio do Lázaro) por telefone mas caiu na caixa postal. Continuamos à disposição para que ele possa se pronunciar e dar a sua versão dos fatos.
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    Veja o vídeo:
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    CRIME DE INJÚRIA RACIAL E RACISMO

    Embora impliquem possibilidade de incidência da responsabilidade penal, os conceitos jurídicos de injúria racial e racismo são diferentes. O primeiro está contido no Código Penal brasileiro e o segundo, previsto na Lei n. 7.716/1989. Enquanto a injúria racial consiste em ofender a honra de alguém valendo-se de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem, o crime de racismo atinge uma coletividade indeterminada de indivíduos, discriminando toda a integralidade de uma raça. Ao contrário da injúria racial, o crime de racismo é inafiançável e imprescritível.

    A injúria racial está prevista no artigo 140, parágrafo 3º, do Código Penal, que estabelece a pena de reclusão de um a três anos e multa, além da pena correspondente à violência, para quem cometê-la. De acordo com o dispositivo, injuriar seria ofender a dignidade ou o decoro utilizando elementos de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência.

    Em geral, o crime de injúria está associado ao uso de palavras depreciativas referentes à raça ou cor com a intenção de ofender a honra da vítima. Um exemplo recente de injúria racial ocorreu no episódio em que torcedores do time do Grêmio, de Porto Alegre, insultaram um goleiro de raça negra chamando-o de “macaco” durante o jogo. No caso, o Ministério Público entrou com uma ação no Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS), que aceitou a denúncia por injúria racial, aplicando, na ocasião, medidas cautelares como o impedimento dos acusados de frequentar estádios. Após um acordo no Foro Central de Porto Alegre, a ação por injúria foi suspensa.

    Já o crime de racismo, previsto na Lei n. 7.716/1989, implica conduta discriminatória dirigida a determinado grupo ou coletividade e, geralmente, refere-se a crimes mais amplos. Nesses casos, cabe ao Ministério Público a legitimidade para processar o ofensor. A lei enquadra uma série de situações como crime de racismo, por exemplo, recusar ou impedir acesso a estabelecimento comercial, impedir o acesso às entradas sociais em edifícios públicos ou residenciais e elevadores ou às escadas de acesso, negar ou obstar emprego em empresa privada, entre outros. De acordo com o promotor de Justiça do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Thiago André Pierobom de Ávila, são mais comuns no país os casos enquadrados no artigo 20 da legislação, que consiste em “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

     

     
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