
Roger Campos
Jornalista
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Roger Campos
Jornalista
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O Conexão Três Pontas conversou com o político Carlos Alberto e sua esposa, a Deputada Federal Dâmina Pereira, que estiveram no Município durante a Vesperata promovida pela Secretaria Municipal de Cultura. Eles falaram de emendas e investimentos para o Município.
Carlos Alberto, ex-deputado, é um dos mais expressivos políticos do sul de Minas. Dâmina, deputada federal, tem forte atuação em favor de Três Pontas. Aqui no Município são representados pelo assessor Deivis Victor, chefe de gabinete do prefeito Luiz Roberto Dias.
Carlos Alberto falou sobre a construção de um dique, um sonho de Três Pontas, que fortalecerá o abastecimento de água na cidade, fortalecendo também o turismo.
“O dique é a realização de um sonho da cidade de Três Pontas porque nós vamos criar um lago que dará um grande diferencial no setor cultural, que é muito forte aqui devido a música, Milton Nascimento e a fé através do Padre Victor, além de fortalecer a área turística. Nós faremos um grande armazenamento de água, o que garantirá o abastecimento de água por muitos anos. Trata-se de uma grande conquista para Três Pontas.
Também estamos fazendo um grande empreendimento lá que tornará a região mais agradável, visitada e, enfim, fortalecendo todo sul de Minas”, comentou.
Sobre o trabalho pró Três Pontas de sua esposa Dâmina Pereira enquanto deputada, Carlos Alberto se mostrou empolgado:
“Há trabalhos e investimentos da Dâmina nas áreas de Saúde e Infraestrutura. Nós estamos agora vivendo o primeiro ano de administração do nosso prefeito Luiz Roberto Dias e sei que ele, o Marcelo, nosso representante Deivinho, encaminharão as demandas até nós para que a gente possa continuar lutando por essa cidade que é muito importante para nós. Estamos a disposição e vamos aplicar recursos aqui para ajudar a cidade a se desenvolver, inclusive na Educação, na segurança e no Meio Ambiente.
O lago permanente, que estamos construindo, cria uma condição de abastecimento ininterrupto, sem que haja falta. E isso dá a condição de mais qualidade de vida e um clima melhor em toda região”, emendou.
A deputada Dâmina Pereira falou do carinho para com os trespontanos e da vontade de trabalhar mais por essa gente:
“Eu gosto muito de Três Pontas e fico muito feliz com a forma carinhosa como sempre sou recebida aqui. Temos vários projetos e estamos abertos a receber todas as demandas para lutarmos pelo crescimento do Município. Sou uma deputada de Minas e da região. E essa parceria com o Dr. Luiz Roberto dará ótimos frutos.
A saúde está um caos em todo Brasil e eu quero poder ajudar muito a Santa Casa de Três Pontas. Em Lavras nós estamos construindo um Centro Oncológico que irá ajudar toda região, inclusive pacientes de Três Pontas. Assim vamos melhorar a vida de muitas pessoas”, explicou Dâmina.
Esse Hospital Oncológico será o único no interior de Minas Gerais com atendimento pediátrico. “É um grande trabalho que estamos conseguindo, uma realização de um sonho e isso nos deixa muito felizes”, emendou.
MIRANTE DO PADRE VICTOR
“Recebemos uma solicitação através do assessor Deivinho para a construção do Mirante do Padre Victor. Um primeiro estudo arquitetônico já foi feito e pedimos uma parceria para trazermos um dos arquitetos mais renomados do Brasil para que esse projeto maravilhoso saia do papel.
Então quero dizer aos trespontanos que esse projeto irá acontecer e Três Pontas terá o Mirante do Padre Victor. E não pára por aí. esse mesmo arquiteto já desenvolveu o projeto de um grande violão de Milton Nascimento que será colocado na Praça Travessia. São duas obras dentro da cultura, dois trabalhos fantásticos que deixarão a cidade de Três Pontas ainda mais linda e atraente aos turistas”, concluiu.
Carlos Alberto e Dâmina estão juntos há 42 anos e demonstram não só um entrosamento matrimonial, mas também na política em prol de várias cidades como Três Pontas.
Rumores dão conta de que Carlos Alberto possa lançar seu nome como pré-candidato ao governo de Minas Gerais.
Dâmina Pereira (PMN), esposa do ex-prefeito de Lavras e ex-deputado Carlos Alberto Pereira, foi eleita Deputada Federal com 52.679 mil votos nas últimas eleições.

Roger Campos
Jornalista
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Maravilhoso! Assim muitos fãs e participantes do 5º Encontro de Motociclisatas definiram a apresentação da banda Creedence Cover Brasil realizada no último sábado em Três Pontas, no sambódromo Jaime Abreu. Mas o ritmo não foi o do pandeiro e sim da guitarra, baixo, bateria e muita história. Gerações distintas, motociclistas dos 18 aos 80 anos, mulheres e filhos, todos participaram, dançaram, cantaram, viveram um momento único de amizade e celebração. E essa banda, acredite, já arrancou elogios de dois integrantes do lendário Creedence Clearwater Revival.
Centenas de trespontanos e motociclistas vindos de diversas partes do Brasil se encontraram em Três Pontas para celebrar, fazer um culto ao bom e velho rock n’ roll, cada vez mais sumido da mídia. O próprio vocalista do Creedence Cover Brasil disse que ‘os encontros de motociclistas mantém o rock vivo na alma e no coração dos amantes do pai dos ritmos’.
O show começou por volta das 22 horas e foram 150 minutos de muito rock n’ roll, com canções históricas como Who’ll Stop the Rain, Proud Mary, Have You Ever Seen the Rain e tantas outras.
O Creedence Cover Brasil é conhecido como a melhor banda cover do Brasil e uma das melhores do mundo, tanto que dois integrantes da banda lendária da califórnia, Stu Cook e Doug Clifford conheceram os mineiros e elogiaram muito, posaram juntos para diversas fotos e disseram que o som é perfeito, muito fiel ao original. O que engrandeceu ainda mais a escolha dessa banda como a atração principal por parte do Motoclube Chacais, no 5º Encontro de Motociclistas.

CREEDENCE COVER
A história do Creedence Cover, tem início em 1990, quando a onda de bandas “covers” estava em pleno auge. Em Minas, principalmente em BH, havia todo tipo de “cover” atuando, mas faltava um, de uma das maiores e principais bandas que já existiu na música pop: o “Creedence Clearwater Revival”.
A dificuldade de um vocal parecido, de uma guitarra bem tocada e de um baixo com uma bateria bem entrosados, era o que tornava difícil a existência desse “cover”, mas foi aí que Marcelo Dilla, um dos maiores fãs do CCR no Brasil, teve a feliz idéia de unir o útil ao agradável, pois:
Então, em Novembro de 1990, ele convidou seu irmão, Felippe Dilla (teclados e percussão); Marcos Boechat (contrabaixo), Ruy Montenegro (bateria) e Beto Arreguy (guitarra solo). A partir daí, vieram os ensaios, e depois de muito trabalho, a coisa começou a rolar, atraindo muita gente ‘’curiosa’’ que duvidava da possibilidade de um “cover” bem parecido com o CCR.
Em 1995, a banda já bem conhecida em Minas Gerais e com um grande público, fez uma pequena mas valiosa alteração: convidou para a guitarra solo Sandro Ramos, que deu à banda um novo ânimo. A experiência adquirida em anos de estrada e o crescente sucesso, fez com que em 1999, o Creedence Cover ganhasse seu presente: Um encontro inédito com o Creedence Clearwater Revisited aconteceu em sua 1ª turnê pelo Brasil.
Em 2000, o Creedence Cover esteve durante 3 meses, em aparições numa Propaganda da CMT (Country Music Television) para toda a América do sul. Além disso, vale lembrar que o Creedence Cover ao longo de sua existência, tem dividido palco com grandes nomes da música brasileira ,tais como: Charlie Brown Jr., Celso Blues Boy, Titãs, Bruno e Marrone, Biquini Cavadão, Ratos de Porão e IRA, entre outros.
Em 2002, o Creedence Cover lançou seu 1º CD: “Back on the bayou” com músicas inéditas e desconhecidas da maioria do grande público, relativas ao período pré-Creedence, gravadas entre 1964 e 67, quando a banda americana se chamava “The Golliwogs”. São canções com a nítida influência da “invasão britânica” nos EUA, mas também em algumas, já é possível notar os ‘’riffs’’ que anunciavam os primeiros acordes, daquele que seria o som definitivo do CREEDENCE CLEAWATER REVIVAL.
Em 2003, mais um grande prêmio para o Creedence Cover: Durante 45 dias, a banda mineira esteve presente na página de JOHN FOGERTY (vocalista e líder) na internet, aparecendo numa foto, onde se lia: CREEDENCE COVER BRASIL.
Creedence Clearwater Revival foi uma banda de country rock californiana formada por John Fogerty (guitarra e vocais principais), Tom Fogerty (guitarra), Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria), que, sob outras denominações, tocavam juntos desde 1959.
Adotaram o nome Creedence Clearwater Revival em 1967, com o qual lançaram as primeiras gravações em 1968. O nome surgiu pela junção do nome de um amigo de Tom Fogerty, “Credence Nubal”, com “Clearwater”, uma cerveja da época e Revival, simbolizando a união entre os membros, que já tocavam juntos desde 1959. Ao nome de Credence, adicionaram um outro e para lembrar creed (crença, credo). Em 1968 obtiveram o primeiro disco de ouro, com o álbum de estreia, Creedence Clearwater Revival.
Ao longo da carreira, entre singles e álbuns, conquistaram nove discos de ouro e sete discos de platina, rendendo mais de 26 milhões de discos vendidos apenas nos EUA. Separaram-se em julho de 1972. John Fogerty foi quem teve mais êxito em sua carreira solo. Seu irmão Tom faleceu em 6 de setembro de 1990. Em 1993 o Creedence Clearwater Revival foi introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame.
Recentemente, Stu Cook e Doug Clifford formaram o Creedence Clearwater Revisited, e passaram a excursionar pelo mundo, tocando antigos sucessos da formação original.

Roger Campos
Jornalista
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Ferreira Gullar é considerado um dos maiores poetas brasileiros, nasceu no dia 10 de setembro de 1930, na cidade de São Luiz capital do Maranhão. Filho de Alzira Ribeiro Goulart e de Newton Ferreira, Gullar tinha dez irmãos.
Em entrevista ao portal do jornal Tribuna do Norte, Gullar explicou a utilização do sobre nome do pai e da mãe para criação do seu pseudônimo. Segundo ele, seu nome de origem, Ribamar é muito popular no Maranhão, então decidiu pegar o último sobrenome do pai e soma- lo a grafia alterada do último nome da mãe, que passou de Goulart para Gullar.
“Como a vida é inventada eu inventei o meu nome “, Afirmou Gullar.
O movimento neoconcreto surgiu em 1959, com um manifesto escrito por Gullar, seguido na teoria na teoria de não objeto, este dois textos fazem hoje parte da história da arte brasileira pelo que trouxeram de original e revolucionário, são expressões da arte neoconcreta aos olhos de Lygia Clark e Hélio Oiticica.
Gullar, por sua vez, levou suas experiências poéticas ao limite da expressão, criando o livro Poema e depois, o Poema especial, e finalmente, o Poema Enterrado. Este consiste em uma sala no subsolo o que se tem acesso por uma escada, após penetrar no poema, deparamos- nos com cubo vermelho, ao levantarmos este cubo, encontramos outro, verde, e sob este ainda outro, branco, que tem escrito numa das faces a palavra “rejuvenesça”.
Nessa mesma época 1960 a poesia de Ferreira Gullar, já mostrou um estado de alta tensão psíquica e ideológica, ele abandona as experiências de vanguarda e engajou- se na política por meio do Centro Popular de Cultura (CPC) no Rio de Janeiro, cujo objetivo era defender o caráter coletivo e didático da obra de arte, bem como o engajamento político do artista. Seus textos, independentemente do tema abordado, são participantes isto é engajados, evidenciando a preocupação do poeta com as mazelas suciais e sobre tudo, a preocupação em contribuir para a transformação da sociedade brasileira.
Universitária

O Festival Nacional da Canção abriu as inscrições para a seleção das músicas que serão apresentadas a partir do dia 28 de julho em seis cidades do Sul de Minas. As inscrições que vão até o dia 5 de junho devem ser feitas pelo site do festival, onde os músicos também têm acesso a todas as informações do evento.
O Fenac é considerado um dos maiores festivais de música do país. Em 2016, o evento recebeu cerca de três mil músicas. Artistas de 23 estados brasileiros enviaram suas canções, mas apenas 100 foram selecionadas para as etapas classificatórias.
Neste ano, a primeira cidade a receber o evento é São Lourenço (28 e 29/07). Em seguida, o Fenac segue para Extrema (4 e 5/8), São Thomé das Letras (11 e 12/8), Três Pontas (25 e 26/8) e Guapé (1 e 2/9). A grande final acontece no berço do festival, em Boa Esperança, nos dias 7, 8 e 9 de setembro.
O Festival Nacional da Canção acontece desde 1971. Esta será a 47º edição do evento, que irá distribuir R$ 200 mil em prêmios e promete mostrar a grandeza da boa música brasileira. O vencedor leva para a casa o troféu Lamartine Babo.
Fonte G1 Sul de Minas

Roger Campos
Jornalista
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De um certo tempo pra cá a sensualidade vem ganhando muita força em todas as artes. O problema é que o limite e a decência vêm se perdendo e confundem a liberdade com libertinagem. A situação começou a sair do controle com o axé do grupo É o Tchan e degringolou de vez com a onda do funk (que nada lembra a importância cultural e a grandeza do funk norte americano).
Com esse tal funk carioca e seus bailes abarrotados de drogas, armas, brigas, mortes e cenas deprimentes de sexo até no palco, parece que o restinho de moralidade escorreu entre as coxas. Quando não é o tal funk ostentação e o funk pornográfico, que estimula crianças (ingênuas) a imitarem passos que mais parecem a reprodução de atos sexuais. Um verdadeiro Kama Sutra (dicionário do sexo) nos shows.
A mídia apoia, aprova, acha graça, acha bonito. E não se trata de uma crítica velada a uma cantora, como no caso a Anitta (que realmente é linda, sensual e até sabe cantar as vezes) ou a Valeska Popozuda. É geral, o problema é sistemático, endêmico. É um tumor que se espalha rapidamente.
Sei que os fãs amam, idolatram, adoram e eles não têm culpa de nada. Apenas curtem, viajam, embarcam nesses universos, a grande maioria sem qualquer maldade. Mas tudo tem limite!
A Música Popular Brasileira tem história, renome internacional. Não pode ficar nas mãos, dependente de tanta porcaria, verdadeiros lixos auditivos. Pra piorar, carros turbinados de som que espalham esse zumbido horroroso aos quatro cantos. Finalmente a lei vem apertar o cerco e tá mais do que certo. Música no carro se ouve baixo, apenas pra quem está dentro do veículo. Nosso ouvido não é penico…
E essa turminha famosinha acumula milhões e passa uma imagem nada boa lá fora. De que o Brasil é dominado pelo crime e que por aqui, em qualquer esquina se encontra uma meretriz, uma prostituta, uma marafona. Será que estamos no caminho certo?
Antigamente os talentosos cantores e cantoras cantavam com o microfone na mão ou no pedestal. Hoje o microfone parece estar na cadeira, onde se senta em cima e se canta com a nádega. Afinal a bunda, hoje em dia, até nas artes, faz mais sucesso que a garganta e a voz…
Triste realidade de país sem cultura e educação…
Roger Campos
Jornalista Conexão Três Pontas
MTB 09816

A crise financeira que atinge várias prefeituras do Sul de Minas deve comprometer a programação para o carnaval 2017. Em pelo menos duas das maiores cidades da região, as festividades estão canceladas. Tanto em Passos quanto em Pouso Alegre, a decisão se baseou em um único argumento: falta de dinheiro em caixa. Em Três Pontas haverá folia.
“A situação financeira é calamitosa. Não há recursos nem prazo para a licitação de serviços”, explicou a administração municipal de Passos por meio de nota. “A boa notícia é que vamos trabalhar para que tenhamos o carnaval de 2018”, informou. Há um ano, a administração anterior também anunciava o cancelamento da edição 2016 do carnaval devido à falta de verba.
Pensando em 2018
Em Pouso Alegre, planejar o carnaval do próximo ano é um objetivo. A prefeitura declarou, por meio de nota na quarta-feira (11), que o cancelamento das atividades de carnaval foi decidido após reunião com escolas de samba e blocos carnavalescos da cidade junto à Superintendência de Cultura e à Chefia de Gabinete.
“O quadro econômico do município é de tal forma deficitário que sequer os repasses da Lei de Incentivo à Cultura a outros projetos conseguiram ser efetivados. Agravando ainda mais a situação, a dívida herdada pela pasta da Cultura, referente à reforma do Theatro Municipal, sacramentou o quadro de cancelamento do Carnaval”, afirmou a administração.
No entanto, a organização de desfiles que não dependam de recurso público deve contar com apoio estrutural do município, que se dispôs a oferecer segurança e liberação das ruas para os foliões.
Passos e Pouso Alegre passaram por uma mudança de governo depois da eleição de outubro de 2016 e as novas administrações iniciaram uma avaliação das contas públicas assim que assumiram, em 1º de janeiro de 2017. Em Pouso Alegre, o prefeito eleito, Rafael Simões,
Folia garantida em Poços e Varginha
Em Poços de Caldas, apesar da transição de governo, o novo prefeito, Sérgio Azevedo, decidiu manter as festividades carnavalescas e ampliar a premiação dos desfiles para os blocos, o que até 2016 estava restrito às escolas de samba. A assessoria de comunicação informou que, como a administração ainda faz um levantamento da situação das contas públicas, o valor que deve ser investido neste ano durante o evento só será divulgado na segunda quinzena de janeiro.
Já em Varginha, o prefeito reeleito, Antônio Silva, anunciou na terça-feira (10) que a cidade terá este ano um dia de pré-carnaval com a volta do tradicional bloco Banho das Dorotéias. Há alguns anos, a cidade já não realizava mais desfiles de agremiações carnavalescas, tornando o evento, em que homens se vestem como mulheres e mulheres trajam roupas masculinas, a principal atração pública do período. Contudo,o vento foi cancelado em 2016.
Prevista para acontecer no dia 18 de fevereiro, a reunião de foliões será na Praça do ET, no Centro, com acompanhamento de banda, DJ e trio elétrico.
Liga carnavalesca é formada para driblar crise
Lavras é outra cidade que não teve evento público de carnaval em 2016. Contudo, as agremiações se reuniram e formaram uma liga para tornar os desfiles independentes de recursos da prefeitura.
“Antes o carnaval era organizado pela prefeitura e era ela quem fazia os repasses de verbas. Quem não estava no cadastro da prefeitura, ficava sem verba”, explica o gerente municipal de Cultura, Marcus Paulus Passos. “Então a comunidade carnavalesca decidiu se juntar no ano passado e criar a Liga de Carnaval Lavrense. Ela que vai organizar tudo e a prefeitura vai entrar apenas com a infraestrutura”, esclareceu o gerente.
A cidade de Lavras vive uma grave crise financeira desde 2015 e a antiga administração chegou a anunciar várias medidas na tentativa de equilibrar as contas: cortou pessoal, diminuiu o horário de atendimento das secretarias e escalonou o pagamento dos salários, o que gerou manifestações e greves dos servidores. Ao assumir, o novo prefeito, José Cheren suspendeu o atendimento ao público para auditar as contas do município.
Em TRÊS PONTAS as reuniões da Secretaria Municipal de Cultura com os blocos caricatos já estão ocorrendo e se planeja a volta de um grande e vistoso carnaval. O Prefeito Luiz Roberto Dias disse com exclusividade ao Conexão Três Pontas que haverá a folia e que inclusive se estuda a volta dos gloriosos desfiles das escolas de samba, coisa que não ocorreu nos últimos anos na cidade.
Com informações do G1 Sul de Minas

Roger Campos
Jornalista
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No próximo Sábado (14) acontecerá um grande evento cultural em Três Pontas: é o 47º Encontro das Folias de Reis. Desta vez com algumas novidades que muito agradaram as companhias de reis, dentre elas o fato do palco ser a Praça Cônego Vítor, de frente para a Igreja Matriz Nossa Senhora d’Ajuda.
E a programação do sábado festivo se iniciará justamente na Igreja Matriz. A partir das 18h30 acontecerá uma missa especial com a presenças de todas as companhias de reis e ainda as outras atrações que fazem parte da programação. Logo após a Santa Missa acontecerá o grande encontro, que agregará as companhias de reis, além de apresentações de congada, entre outras.
Será o primeiro evento promovido pela nova Administração Municipal, que tem o médico Luiz Roberto Dias como prefeito e Dilma Messina como a responsável pela pasta da Cultura. Além do Prefeito, outras autoridades já confirmaram presença.
ENTENDA AS FOLIAS DE REIS
Folia de Reis, Reisado, ou Festa de Santos Reis é uma manifestação cultural religiosa festiva e classificada, no Brasil, como folclore; praticada pelos adeptos e simpatizantes do catolicismo, no intuito de rememorar a atitude dos Três Reis Magos — que partiram em uma jornada à procura do esconderijo do Prometido Messias (O Menino Jesus Cristo) — para prestar-lhe homenagens e dar-lhe presentes.
Essa história é relatada na Bíblia Sagrada, no capítulo 2 do Livro de São Mateus (ou O Evangelho, Segundo Mateus). Fixado o nascimento de Jesus Cristo a 25 de dezembro, adotou-se a data da visitação dos Três Reis Magos como sendo o dia 6 de janeiro.
Em alguns países de origem latina, especialmente aqueles cuja cultura tem origem espanhola, passou a ser a mais importante data comemorativa católica, mais importante, inclusive, que o próprio Natal.

Roger Campos
Jornalista
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Erasmo Carlos e Renato Teixeira que já haviam sido anunciados pela Secretaria Municipal de Cultura, da Prefeitura Municipal de Três Pontas, como grandes shows de fim de ano na cidade, foram recentemente cancelados e noticiados pelo Conexão. Mas na manhã desta terça-feira (06), pelas redes sociais, a secretária de Cultura Débora Andrade anunciou novas atrações.
De acordo com uma postagem no facebook, Débora divulgou os seguintes shows:
Dia 11 – Paulinho Veronezi (Orla da prainha de Pontalete)
Dia 17 – Maria Cecília e Rodolfo (Parque Multiuso da Mina do Padre Victor)
Os shows são com entrada gratuita. Já sobre os rumores da vinda do prestigiado show “Cabaré” de Leonardo e Eduardo Costa, Débora Andrade disse há algum tempo atrás ao Conexão três Pontas que se trata de uma iniciativa do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) em comemoração aos 50 anos da autarquia municipal. Caso esse espetáculo se confirme também será gratuito.
Roger Campos
Jornalista Conexão Três Pontas
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Leitores de várias cidades da região têm entrado em contato com nossa reportagem indagando sobre a realização dos anunciados shows de Erasmo Carlos e Renato Teixeira no fim de ano em Três Pontas. Diante disso, o Conexão Três Pontas entrou na manhã desta sexta-feira (02) em contato com a Prefeitura Municipal de Três Pontas, através da Secretaria Municipal de Cultura. Esses shows já haviam sido anunciados. mas não vão mais acontecer.


De acordo com a Secretaria Municipal de Cultura, Débora Andrade o cancelamento desses dois shows se deu devido a questões de agenda, já que o projeto para liberação dos recursos teria demorado pra ser votado na Câmara Municipal. Ainda segundo Débora, no dia 11 de dezembro acontecerá um outro show no Pontalete e no dia 17 na Mina do Padre Victor.
“Serão shows com artistas também de renome nacional, mas ainda não dá pra adiantar quem são devido a necessidade de licitação”, explicou a secretária.
Sobre a vinda dos sertanejos Leonardo e Eduardo Costa que, juntos, apresentam o show “Cabaré”, não há nada confirmado e não passa de rumor.
Já sobre os rumores da vinda do prestigiado show “Cabaré” de Leonardo e Eduardo Costa, Débora Andrade disse há algum tempo atrás ao Conexão três Pontas que se trata de uma iniciativa do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) em comemoração aos 50 anos da autarquia municipal. Caso esse espetáculo se confirme também será gratuito.
Roger Campos
Jornalista Conexão Três Pontas
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Sensacional! Emocionante! Um espetáculo de risos e lágrimas. O cantor e compositor Moacyr Franco se apresentou em Varginha no último dia 27 de novembro no Theatro Municipal Capitólio, a partir das 20 horas, para comemorar seus bem vividos 80 ANOS DE VIDA e 50 de carreira com um show sensacional. O Conexão Três Pontas com exclusividade, acompanhou tudo e fez fotos dos fãs, a grande maioria da terceira idade, com essa lenda da música e do humor. Momentos de muita emoção foram registrados.
Moacyr, autor de grandes sucessos da Música Popular Brasileira, é escritor, compositor e intérprete de mão cheia. Não bastasse é um dos maiores humoristas da história do rádio e tevê brasileira. Está toda quinta-feira em A Praça É Nossa, do SBT.
MÚSICA E HUMOR
Moacyr, além de cantar suas composições, também levou ao palco números de humor para interagir com a plateia. Todos os grandes sucessos ( e olha que são muitos) são presença garantida no repertório.
Chitãozinho & Xororó, João Paulo & Daniel, Paula Fernandes e João Mineiro & Marciano são alguns artistas que já gravaram composições de Moacyr Franco.
O artista também acumula experiências na televisão — como apresentador, ator, produtor e roteirista — no teatro e no cinema, tendo conquistado o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante do Festival de Cinema de Paulínia pelo filme “O palhaço” (2012).
BRINCANDO COM O PÚBLICO
Moacyr Franco interagiu o tempo todo com o público, fez uma série de piadas, cantou coisas engraçadas, contou “causos”, sentou no colo de de um expectador e levou o público que lotou o Capitólio ao delírio.
Moacyr também fez a platéia chorar de emoção, quando desceu as escadas do palco e foi até uma fã especial. Ele deu um forte abraço nela, disse que cantaria ali, juntinho, uma canção à ela e as lágrimas, tanto da fã, quanto de todo público foram inevitáveis.
Veja a galeria de fotos dessa noite super especial que levou fãs de todas as idades, adolescentes, adultos e muitos, muitos idosos, alguns com 90 anos de vida, ao Teatro Capitólio, onde todos puderam abraçar e tirar foto com o ídolo de décadas:
Agradecimento:
Inhá Music – Marcos
Roger Campos
Jornalista Roger Campos
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Uma das maiores festas empresariais da região contará com uma grande apresentação: a banda Biquini Cavadão, ícone do rock nacional nos anos 80 e 90. É a 18ª Festa Empresário do ANO – 2016, realizada pela Associação Comercial e Agroindustrial de Três Pontas, que será realizada no Clube de Campo Catumbi (CCC).
Mais de 600 cidades já viram os 1900 shows realizados pela banda desde o seu surgimento. Neste ano, é previsto eles chegarem ao show de nº 2000! O Biquíni é hoje uma banda contemporânea hiper-representativa do pop e rock brasileiro, antenada com as novas tecnologias e querida de norte a sul do país. Um grupo que acompanhou todas as décadas sem ficar perdido no tempo, orgulhosos do seu passado mas atentos ao futuro.
Surgido em 1985, o Biquíni Cavadão nasceu do encontro, ainda em colégio, de Bruno Gouveia (vocal), Miguel Flores da Cunha (teclados), Sheik (baixo) e Álvaro Birita (bateria). Descobertos por Carlos Beni – ex-baterista do Kid Abelha – contaram com a ajuda de Herbert Vianna, dos Paralamas do Sucesso, na gravação de sua primeira música – “Tédio” – cuja execução na Rádio Fluminense FM lhes rendeu o primeiro disco na Polygram.
De Herbert também veio a sugestão do nome da banda e não demorou muito para eles completarem a formação com Carlos Coelho nas guitarras. Já no primeiro ano, “Tédio” se destacou entre as melhores canções de 85 e a banda ganhou prêmios como revelação.
O primeiro LP trouxe ainda mais participações especiais: Celso Blues Boy e Renato Russo abrilhantaram Cidades em Torrente, eleito um dos dez melhores discos de rock de 1986, e que ainda trazia sucessos como “Timidez”, “Múmias” e “No Mundo da Lua”.
Primeira banda a participar do célebre Projeto Pixinguinha, o grupo percorreu o Brasil de norte a sul em tournée, enquanto compunha seus novos trabalhos. “A Era da Incerteza”, lançado em 1987, chamou a atenção da crítica, enquanto Zé (89) apresentava um banda que amadurecia diante de seu público, expondo-os em letras sobre críticas sociais, confissões pessoais e uma certa apologia à pessoa comum.
O Biquíni era uma banda essencialmente jovem dentro do Rock Nacional. Alçaram o estrelato com apenas 18 anos, mas dividiam histórias comuns a todos. Este poder de síntese e a capacidade de falar a língua do cidadão comum é que gerou seu quarto disco Descivilização. “Zé Ninguém” entrou nas rádios em momento delicado do país. Seu refrão acabou sendo usado nas ruas pelos estudantes que pediam a saída do presidente Collor.
Outras músicas do disco tocaram, como “Impossível” e “Cai Água, Cai Barraco”, mas foi “Vento Ventania” que consagrou a banda. A música foi mais a executada nas rádios em 1992. Ganharam novos prêmios, destaques e um convite para abrir show do Red Hot Chili Peppers no Hollywood Rock, em janeiro do ano seguinte. Os shows seguiram intensos por todo país.
Em pleno auge, mudaram-se para a Sony, lançam o quinto disco, Agora, e “Chove Chuva”, um clássico de Jorge Benjor, ganhou uma nova roupagem pela banda.
Sem nunca parar de dar shows, entre 1994 e 1998, os integrantes ainda tiveram tempo para investir em projetos pessoais, lançar um livro de partituras, apostar em estúdios de gravação, tocar nos Estados Unidos, produzir discos de diversos artistas – do rock ao erudito – e ingressar pioneiramente na Internet.
Com o primeiro email para contato dos fãs, primeiro site oficial de uma banda, fecham acordo com a UNISYS e lançam um CD que visava, já em 1998, a inclusão digital, contendo um kit de acesso à Grande Rede e uma faixa interativa. O nome do disco não poderia ser outro: biquini.com.br.
Lançado pela BMG, “Janaína” logo se destacou como novo hit, seguido de Sabor do Sol. As coletâneas com os maiores sucessos da banda também chegaram às cem mil cópias, e eles fizeram shows e apresentações em Portugal.
Imersos na tecnologia, gravam o disco seguinte com transmissão de fotos diretamente do estúdio, além de incluírem um diário de todo o processo – isto quase 5 anos antes de alguém falar em blog, fotolog ou redes sociais. Escuta Aqui, que teve apoio da Apple, trouxe mais uma faixa interativa, sucessos como “Quando Eu Te Encontrar”, “Você Existe, Eu Sei” e a faixa título. Neste ano, completaram mil shows mas tiveram sua primeira baixa. Sheik, o baixista, saiu no fim de 2000.
Reduzidos ao um quarteto, em 2001, o Biquíni voltou para a Universal, participaram do Rock In Rio III e lançaram um disco interpretando sucessos de seus amigos e contemporâneos da década de 80.
As versões da banda para “Carta Aos Missionários” e “Toda Forma de Poder” do disco 80 ganharam força nos palcos, mas foi “Múmias”, do próprio Biquíni, que voltou com tudo nas rádios. A canção trazia a voz original de Renato Russo (falecido há cinco anos) em novo arranjo da banda para os versos “esperamos pela vida vivendo só de guerra” tomou de assalto as rádios coincidentemente na época dos ataques de 11 de Setembro.
Com uma formação diferente no palco, incluindo metais, o grupo foi gradativamente aumentando sua força nos shows pelo país. Uma nova geração veio a descobrir o Biquíni Cavadão, especialmente aquela que ia aos grandes festivais: gente que muitas vezes nem era nascida quando a banda surgiu, mas que descobriu que sabia de cor as canções antigas (embaladas por pais, tios, primos mais velhos).
A novas “Dani”, “Quanto Tempo Demora Um Mês” e “Vou Te Levar Comigo” também cairam na boca do povo. O resultado disso foi gravado em Fortaleza, no Ceará Music, e se transformou em 2005, no primeiro DVD do grupo, celebrando vinte anos com as marcas de CD de ouro e DVD de platina, além de uma extensa tour por todo país e fora dele. Tornaram-se presença obrigatória nos principais festivais e iniciaram em 2007 um novo ciclo, agora independentes.
Gravaram três discos de uma só vez: as coletâneas 1985/2007 vols. 1&2 , o disco de inéditas Só Quem Sonha Acordado Vê O Sol Nascer e não param de colecionar sucessos, como a faixa Em Algum Lugar No Tempo.
Em 2008, entraram no Circo Voador, Rio de Janeiro, no dia 20 de Setembro e gravaram para a Somlivre seu segundo CD e DVD. O sucesso do disco “80” , de 2001, rendeu-lhes o convite para um volume 2, desta vez, ao vivo. Com convidados projetados num telão digital, o Biquini fez uma homenagem ao rock brasileiro trazendo várias participações. O rock da nova geração se fez presente com Tico Stª Cruz (Detonautas) e Egypcio (Tihuana) enquanto Claudia Leitte e Hudson (solando guitarra) provaram que o rock também influenciou artistas de outros estilos. A tournée deste CD varreu o país por mais de vinte estados e mais de cem shows em 2009. Ao mesmo tempo, o primeiro DVD Ao Vivo chegou à marca de diamante com mais de cem mil cópias vendidas, totalizando assim mais de um milhão de discos em sua carreira.
Com presença nos principais festivais do ano (Triângulo Music, Ceará Music, Piauí Pop, Fest Music Belém, Festival de Inverno de Brasília, Festival de Verão de Salvador…) o grupo compôs uma nova música em parceria com Lucas Silveira do grupo Fresno e fez seu lançamento no final de 2009. Decidiram lançar músicas pela Internet ao invés de gravar um novo disco. Assim, foram registrando e ganhando novos fãs a cada nova canção.
Veio a idéia de transformar estas e outras músicas num novo disco que começou a ser gravado em junho. Fizeram um breve desvio na Dinamarca, em meio a mais uma tournée, e finalizaram o disco em meados de 2012. Roda-Gigante chegou ao mercado em 2013 em três formatos: CD, vinil picture disc e no inovador Pen-Drive NEO, uma proposta revolucionária na forma de se ouvir música.
Assinaram com a Warner em Janeiro e a música Entre Beijos e Mais Beijos foi o ponto de partida para a roda-gigante do Biquini Cavadão dar mais uma volta pelo país. Mas foi Roda-Gigante, a faixa título, que deu ao grupo uma indicação ao Grammy Latino na categoria de melhor canção brasileira de 2013.
Aclamado como um dos melhores CDs de sua carreira por crítica e público, o grupo pretende agora gravar um CD/DVD/BluRay para ser lançado ao final de 2014, dando partida à tournée de 30 anos da banda, que será comemorado ao longo de 2015. Será o maior projeto de transmídia que um artista brasileiro já fez.
Roger Campos
Jornalista Conexão Três Pontas
(MTB 09816)