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  • Renovação da CNH: Condutores de veículos devem ficar atentos ao calendário

    Renovação da CNH: Condutores de veículos devem ficar atentos ao calendário

    Com a entrada em vigor da resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) autorizando a retomada dos prazos para a regularização das carteiras nacionais de Habilitação (CNHs), vencidas após 19 de fevereiro, é preciso ficar atento ao calendário para renovação do documento.

    A medida revogou uma resolução publicada em março pelo órgão, que suspendeu os prazos para a renovação das CNHs, aplicação de multas, transferência de veículo, o registro e licenciamento de veículo novo, entre outros, em razão da pandemia do novo coronavírus.

    Segundo a nova resolução, que começou a valer desde a última terça-feira (1º), os documentos de habilitação vencidos em 2020 ganharam mais um ano de validade. A medida inclui também a Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC) e a Permissão Para Dirigir (PPD), documento provisório utilizado no primeiro ano de habilitação do condutor.

    Pelo texto, a renovação ocorrerá com base no mês de vencimento do documento. Assim, por exemplo, a CNH que perdeu a validade em junho de 2020 deve ser renovada no mesmo mês de 2021.

    O objetivo é evitar aglomeração de pessoas. Além disso, a orientação é de que as pessoas só devem procurar o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) em casos emergenciais.

    Ainda de acordo com a resolução, para fins de fiscalização, qualquer documento de habilitação vencido em 2020 deve ser aceito até o último dia do mês correspondente em 2021.

    A resolução também determinou que, a partir de 1º de dezembro de 2020, fossem retomados os prazos para serviços como transferência veicular, comunicação de venda, mudança de endereço, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

    Validade CNH

    Outra mudança relacionada à CNH foi a que alterou o CTB para ampliar a validade do documento, entre outros pontos. Atualmente a validade máxima da CNH é de cinco anos para condutores de até 65 anos. Acima dessa idade, a validade máxima passa a ser de três anos, ou conforme laudo médico.

    Com a alteração, a validade do documento será de dez anos para condutores de até 50 anos de idade; cinco para os de 50 a 70 anos e três anos para condutores acima de 70 anos

    Os novos prazos só entrarão em vigor em abril de 2021, quando termina o prazo de 180 dias da publicação da lei no Diário Oficial da União. Ou seja, os documentos de habilitação expedidos antes de a lei entrar em vigor permanecerão com o prazo de validade atual.

    Fonte EBC

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    Roger Campos

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  • A “ERA COLLOR” – JOGO DE VAIDADES: TRIUNFO E DERROCADA DE UM “PRESIDENTE DE APARÊNCIAS”

    A “ERA COLLOR” – JOGO DE VAIDADES: TRIUNFO E DERROCADA DE UM “PRESIDENTE DE APARÊNCIAS”

    INTRODUÇÃO

    O Brasil estava se reabrindo para a democracia. Os brasileiros foram às urnas e sedentos por uma guinada na política nacional, viram em Fernando Collor de Mello, então Governador de Alagoas, um político bem diferente dos demais para a sua época. 

    Estamos falando de meados de 1989. Collor era jovem, considerado bonito, um esportista de apenas 39 anos de idade, que fazia cooper, andava de jet ski, estampava frases de impacto e que prometia acabar com os marajás. Por tudo isso, Fernando Collor de Mello foi eleito Presidente da República, empossado em 15 de março de 1990, dando início ao que na época foi chamado de “A Era Collor”. 

    Após graves escândalos de corrupção, para evitar o seu impeachment, Collor renunciou em 29 de dezembro de 1992.

    Todo o processo gerou inúmeras especulações, teorias de conspiração, lendas urbanas que ainda geram dúvidas e interesse até os dias atuais. Por isso, resolvemos mergulhar nos calabouços do Governo Collor de Mello.

    ARTIGO DE OPINIÃO

    JOGO DE VAIDADES: TRIUNFO E DERROCADA DE UM “PRESIDENTE DE APARÊNCIAS”

    Vaidade: substantivo feminino

    1. qualidade do que é vão, vazio, firmado sobre aparência ilusória.
    2. valorização que se atribui à própria aparência, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros.

    Há 28 anos, o primeiro presidente eleito após o fim do regime militar, perdia o seu cargo. Em 29 de setembro de 1992 a Câmara Federal aprovava o afastamento do então Presidente da República Fernando Collor de Mello, homem declaradamente vaidoso, após graves denúncias de corrupção. E para evitar o impeachment, renunciou no final de dezembro daquele ano.

    Fernando Collor de Mello, representava a expectativa de mudança na política nacional e os anseios de milhões de brasileiros, que viram nele não apenas um homem jovem e vaidoso, mas principalmente alguém que trazia um discurso incisivo contra os os chamados marajás.

    Talvez o “feitiço tenha virado contra o feiticeiro” e como peixe, Collor acabou “morrendo pela boca”. Naquilo que ele mais combatia, acabou se lambuzando. A começar que, segundo José Bonifácio, diretor da Rede Globo, a emissora “tramou contra Lula, seu principal adversário, no último debate eleitoral da emissora, feito todo com ‘cartas marcadas’”. Ou seja, Collor era apresentado ao universo das manipulações e do jogo de interesses do qual não seria apenas uma peça de xadrez, mas o verdadeiro Rei. Um rei com suas ambições e vaidades.

    A Era Collor, na minha opinião, começou a desmoronar quando a mesma imprensa que o apoiava, acabou retratando-o como inimigo n.º 1 da República nas páginas de jornais e revistas e também na televisão.

    Para piorar, teve ainda a condução polêmica da economia, através da então Ministra Zélia Cardoso de Mello, que confiscou a poupança dos brasileiros do dia para a noite. Teve também os escândalos do então tesoureiro, PC Farias, que mais tarde seria assassinado. Mas a cereja do bolo abatumado foi o desentendimento, seguido de graves denúncias feitas pelo próprio irmão de Fernando, Pedro Collor. Briga de irmãos (Caim e Abel), briga de vaidades exposta à Nação.

    O então presidente do Supremo, Sidney Sanches, preside comissão de impeachment no Senado para julgar se Collor cometeu crime de responsabilidade.

    Hoje, quase três décadas após o fim da Era Collor, um dos principais capítulos da história da política brasileira, muitas lições ainda servem de espelho para que outros presidentes não caiam nos mesmos erros e armadilhas, principalmente na tal vaidade a frente do cargo. Vaidade e ambição que podem enfraquecer os pilares de um aparente governo sólido.

    A conclusão que eu chego é que tudo poderia ter sido diferente se Collor não tivesse, através da sua vaidade gritante, desafiado e incomodado tanta gente, de todos os lados, inclusive ex-aliados.

    Talvez ele tivesse boas intenções. Mas isso se perdeu diante de um mar aberto e cheio de oportunidades (escusas) que aquele “verão” lhe propiciou. Collor deveria ter pensado menos na sua imagem física e mais na imagem “corporativa”, de todo o seu governo.

    Hoje, Collor, ao olhar no espelho, deve enxergar o quanto toda aquela “maquiagem” lhe custou não apenas o cargo máximo da Nação, mas a moral, a história imaculada e a popularidade galopante.

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    A minha reflexão sobre a política brasileira ainda remonta os anos que formaram a Era Collor. Collor, de queridinho de todos, virou persona non grata, alguém que teve que se acostumar não com os elogios e aplausos, mas com as críticas, a desconfiança e as acusações de corrupção. O caçador de marajás estava na alça de mira, no pelotão de fuzilamento da opinião pública. E como foi duro pra ele ter que, literalmente, manter aquele topete impecável, a pose de um homem correto e de virtudes. Fernando lutou, isso não se pode negar. E talvez algo que deva ser salientado é que a companheira Rosane Collor sempre se manteve ali, ao lado, literalmente de mãos dadas, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, no poder ou fora dele.

    Collor passou, mas as marcas ficaram e certamente muitos aprendizados. Como diria o grande e saudoso empresário Antônio Ermírio de Moraes, “política no Brasil é a arte de pedir dinheiro aos ricos, voto aos pobres e depois de eleito enganar a ambos”.

    A política no Brasil – que deveria ser simplesmente instrumento de transformação e desenvolvimento – é, sem dúvida, algo extremamente controverso e de certa forma mal utilizado tanto pelos eleitores que preferem trocar os seus votos por favores pessoais, quanto pelos políticos que, após o êxito nas urnas, parecem se esquecer de suas promessas, de seus planos de governo, tornando-se “mais do mesmo”, “farinha do mesmo saco”, na eterna ciranda político-eleitoral onde se muda candidatos e partidos mas não o modus operandi da velha e acéfala, em muitos momentos, política tupiniquim.

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    Roger Campos

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  • MEC SE REÚNE COM REITORES PARA DISCUTIR PORTARIA QUE DETERMINA VOLTA ÀS AULAS NAS UNIVERSIDADES

    MEC SE REÚNE COM REITORES PARA DISCUTIR PORTARIA QUE DETERMINA VOLTA ÀS AULAS NAS UNIVERSIDADES

    O ministro da Educação, Milton Ribeiro, se reuniu nesta sexta-feira (6) com representantes das universidades públicas e privadas para debater a portaria publicada na quarta, em que determina a volta às aulas presenciais nas instituições de ensino superior a partir de 4 de janeiro de 2021.

    A medida foi criticada por reitores, que afirmaram ser preciso considerar a situação local da pandemia antes de reabrir as salas de aulas.

    Em nota divulgada após a reunião, o Ministério da Educação (MEC) afirmou que “a maioria dos representantes das entidades se mostrou favorável a necessidade do retorno das aulas presenciais”, desde que observados os protocolos de segurança e a autonomia das instituições.

    O texto diz ainda que o ministro da Educação se comprometeu a se pronunciar “em breve” sobre a portaria, que ainda não foi revogada.

    A nota afirma também que “em breve” o MEC deve se pronunciar sobre outros pontos abordados na reunião, como a homologação da resolução 15 do Conselho Nacional de Educação (CNE) que prevê o ensino remoto até dezembro de 2021.

    A resolução do CNE foi aprovada em outubro, por unanimidade. O conselho é responsável por assessorar o governo em políticas de educação, e contém representantes do MEC. Caso o texto já tivesse sido homologado, a portaria do MEC não seria necessária.

    Flexibilidade

    Edward Madureira, presidente da Andifes, entidade que representa os reitores das universidades federais, afirmou que a prorrogação das aulas remotas permitira que as universidades adequassem seus calendários e orçamentos para a reabertura das salas de aulas.

    “As entidades ali representadas, bem como o Conselho Nacional de Educação, argumentaram com o ministro a importância de homologar a portaria 15, que flexibiliza a utilização de atividades remotas até 2021 e, assim, cada instituição poderá de acordo com as condições epidemiológicas e objetivas de planejamento, definir de forma mais adequada e segura o retorno às atividades presenciais”, afirmou Madureira.

    “Todos nós somos unânimes em dizer que queremos voltar às aulas presenciais, desde que garantida a segurança”, afirmou. “Mas existem questões: não posso colocar 40 alunos dentro de uma sala de aula, precisa ser 15 (cerca de 30%). Isso vai triplicar os custos com professores, limpeza”, estima.

    Celso Niskier, secretário executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular, afirma que defende a volta às aulas com segurança e que apresentou sugestões de aprimoramento da portaria, para que permita “maior flexibilidade e autonomia das instituições”. Ele também defendeu a homologação do parecer do CNE.

    Jadir José Pela, presidente do Conif, conselho que representa os reitores dos institutos federais de educação profissional e tecnológica, afirmou que também defendeu a homologação do parecer do CNE. “Nós não somos contra o retorno das atividades presenciais. Queremos e estamos discutindo e nos posicionando é com relação a segurança dos nossos alunos”, afirmou.

    Ele também ressaltou o entrave financeiro do retorno às atividades presenciais. “Nós temos que duplicar a nossa vigilância, triplicar insumos para nossas aulas, especialmente nós que [temos] mais de 60% da nossa oferta de cursos técnicos, e tem muita [aula] prática.”

    Volta às aulas em janeiro de 2021
    Além de determinar a volta às aulas em 4 de janeiro para as instituições federais de ensino, a portaria de quarta-feira também revoga a permissão para que as atividades on-line contem como dias letivos, o que é autorizado até dezembro de 2020.

    O MEC condiciona o retorno às aulas presenciais ao cumprimento de protocolos de biossegurança e prevê uso de ferramentas de tecnologia para complementar eventuais conteúdos que foram perdidos na pandemia.

    O MEC definiu que é responsabilidade das instituições de ensino fornecer recursos para os alunos acompanharem as atividades, mas o orçamento do MEC para 2021 prevê cortes de R$ 1,4 bilhão, o que também deverá afetar as instituições de ensino superior.

    O MEC na pandemia

    Em 2020, o MEC se absteve de protagonizar uma articulação com as redes de ensino para minimizar os impactos da pandemia. Um relatório da Comissão Externa da Câmara, que acompanha as ações do MEC, fez críticas à falta de liderança da pasta e à ausência de diálogo em decisões tomadas no período.

    Em julho, o governo afirmou que forneceria chips e pacote de dados a 400 mil alunos de baixa renda das universidades e institutos federais. Em agosto, quando foi detalhar o programa (que ainda não havia sido implementado), o ministro da Educação, Milton Ribeiro, chegou a reconhecer que a ajuda chegou “um pouquinho tarde”.

    A portaria desta quarta-feira se refere apenas às instituições federais de ensino. As redes públicas estaduais e municipais ainda seguem sem definição sobre o tema.

    Leia a íntegra da nota:

    A reunião para tratar da Portaria MEC 1030, de 01 de dezembro de 2020, transcorreu de forma positiva, construtiva e com cordial.

    O ministro Milton Ribeiro fez a abertura agradecendo a participação das entidades e seus representantes que reservaram tempo em suas agendas para este momento.

    Reforçou o compromisso do MEC com o diálogo principalmente em temas tão relevantes para a educação.

    O ministro fez um breve relato dos objetivos da portaria que trata do retorno das aulas presenciais, da importância de observar os protocolos de segurança, da preservação dos grupos de risco e de particularidades locais ou regionais, destacou ainda que diversos outros países estão retomando o ensino presencial e o Brasil não pode ficar para trás.

    Todas as entidades e seus representantes tiveram a oportunidade de falar, de expor as suas posições, perspectivas e apreensões, além de sugestões gerais e pontuais sobre o retorno as aulas e sobre a portaria.

    A maioria dos representantes das entidades se mostrou favorável a necessidade do retorno das aulas presenciais na maior brevidade possível, obviamente respeitando se os protocolos de segurança, a autonomia já prevista às instituições de ensino superior e as particularidades de caráter local e regional.

    Da mesma forma, outro importante aspecto foi o entendimento de que o ensino remoto não substitui o ensino presencial.

    Não houve rejeição a natureza da portaria. Todos os pontos mencionados, sugestões e observações, por parte das entidades, foram anotadas pelos representantes do MEC presentes à reunião.

    O próprio ministro comprometeu se, na maior brevidade possível, que o MEC vai se pronunciar sobre a portaria e sobre outros pontos abordados na reunião, incluindo a homologação parcial do parecer CNE/CP 15/2020.

    Fonte ABMES

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    Roger Campos

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  • Organize suas Finanças – Robson Moreira

    Organize suas Finanças – Robson Moreira

    Olá meus amigos e amigas! Semana passada em minha primeira matéria falamos um pouco sobre como e de onde começar sua organização financeira, comentei sobre os três primeiros passos, mais agora a cada semana vamos começar a aprofundar cada passo e assim espero muito poder contribuir para sua mudança de vida e a cada vez chegar mais perto de seu sonho na prática.

    Primeiro passo é saber como está sua saúde financeira e como fazer isso? Na ponta do lápis mesmo! Sabia que a maioria das pessoas não sabe quanto gasta mensalmente? Pois então, como se ter uma saúde financeira se não sabemos o quanto gastamos mensalmente, e não falo somente de gastos essenciais como aluguel, supermercado, financiamentos, agua, luz, telefonia, escola, cartão de crédito e outros, pois esses são até mais fáceis de saber para onde o nosso dinheiro está indo, falo também dos gastos com o cafezinho, promoção, descontos imperdíveis, taxas de bancos, juros etc…

    Por exemplo: Uma pessoa que gasta 30,00 por semana com o cafezinho da tarde, ela gasta por mês 120,00 e por ano 1440,00, um dinheiro que você passa todo dia na padaria e gasta e acha que é pouquinho todo dia vira um montão! Daí você vai me perguntar, mas você quer que eu corte o meu café de todo dia? Não é isso o que quero nesse primeiro passo é que você saiba onde está indo o seu dinheiro e esse é um exercício que depende somente do seu comprometimento, pois ele deve ser feito minuciosamente com todos os seus gastos durante 30 dias. Queremos identificar todos os gastos principalmente os pequenos. Sabia que se você gastar 27,40 por dia você gastará 10.000,00 no ano?

    Como faremos esse exercício? Em uma folha eu gostaria que você anotasse os seguintes dados: Data/Compra/Valor/Como pagou? Só esse exercício te ajudará a mudar muito suas compras, pois só o hábito de anotar seus gastos te fará pensar se vale a pena gastar naquele cafezinho, comprar aquela blusinha na promoção etc…

    Mas lembre-se o exercício aqui é, por enquanto somente identificar para onde está indo seu suado dinheiro e como já escrevi acima dependerá exclusivamente do seu comprometimento, porque preciso que anote todos os seus gastos mesmo, mesmos que seja aquele um real de bala, estacionamento, aqueles dois reais que deu para alguém que lhe pediu, tudo mesmo! Seja sincero e minucioso, tire um extrato de sua conta, um exercício que poucos fazem é olhar todas as taxas e descontos que são feitos em sua conta, anote essas despesas também e no final dessas anotações quero que anote suas despesas fixas aluguel, financiamentos, agua, luz, telefone, etc. Lembre-se qualquer omissão aqui irá comprometer seu orçamento, pois vamos cuidar do seu dinheiro e fazê-lo valer mais, fazer com que você aprenda a usar seu dinheiro a seu favor.

    Espero que você inicie esse exercício e espero que esteja aqui semana que vem para continuarmos a saga para uma vida financeira nova. Conte comigo! Abraço!

    Robson Moreira é Formado em Processos Gerenciais

    MBA EM GESTÃO DE PESSOAS E RECURSOS HUMANOS

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  • AS MELHORES COISAS DA VIDA – Nilson Lattari

    AS MELHORES COISAS DA VIDA – Nilson Lattari

    Muito se fala sobre as coisas da vida, as melhores coisas da vida. Enumeramos várias delas e damos, no final das contas, o nome de coisa. Que coisa é essa que chamamos de as melhores da vida. Quando, simplesmente, coisas da vida não sejam coisas, produtos comuns, acontecimentos comuns?

    Banalizamos nossas situações bem vividas, ou mal vividas, como objetos comuns, quando deveríamos considerar em todos os sentidos que o que nos acontece na vida são construções bem-feitas, mesmo que elas aconteçam sob condições difíceis, ou sejam difíceis de conseguir.

    As melhores coisas da vida não são simples. Se são melhores, a própria citação se contradiz. Bons acontecimentos, situações felizes existem para serem lembradas. As piores coisas da vida fariam mais sentido. Porque acontecimentos ruins são coisas, e esquecidas para sempre.

    Se nossas lembranças nos conduzem para o passado dos acontecimentos, aquelas coisas que lá ficaram guardadas não podem ser reduzidas a agrupamentos, ou objetos entulhados em uma prateleira escura, de uma sala escura, que o nosso olhar interno vai iluminar e reaparecer para nós.

    Coisas são objetos que jogamos em qualquer canto, sem cuidado algum. As melhores coisas da vida, por serem boas, nunca devem ser ignoradas e colocadas na prateleira comum da coisificação.

    Coisificar nossas lembranças, os bons acontecimentos é banalizar nossas aventuras terrenas. Os melhores acontecimentos em nossas vidas são aqueles que nos levam para o futuro, e mesmo os piores, verdadeiras coisas a nos assombrarem, nos traz algum conhecimento para sobreviver.

    Deitar em uma cama para dormir, e chamar nossas melhores lembranças para embalar nossos sonhos mostra que aquilo tudo que nós vivemos, revivemos e recontamos sob novas perspectivas não são coisas, são verdadeiros tesouros que temos guardados para relembrar.

    Ninguém relembra coisas que ficaram à solta. Coisas são os nomes que damos para qualquer …. coisa, mesmo. A palavra é errada, usada de forma errada, mas lugar comum em todos aqueles que têm lembranças guardadas.

    Aquela coisa que me aconteceu, droga, nem quero lembrar dela, por muito tempo. Aí sim temos uma coisa real.

    Mantenha os melhores acontecimentos na sua vida, aquela aventura que merece ser revivida, porque ela não é uma coisa, ou, pelo menos, qualquer coisa para ser tratada com desprezo.

     Nilson Lattari é Escritor

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  • BARZINHO DA MODA – Juarez Alvarenga

    BARZINHO DA MODA – Juarez Alvarenga

    É sexta à noite, dia de distanciamento da realidade. Contemplar a vida com fervor e otimismo deve ser nossa tarefa. Mergulhar dentro da semana em busca de perolas construtivas de nosso futuro são metas e obsessões que devem erguer nossas trajetórias.

    Aprendi também que a vida não é só realidade, é mais que realidade. Descompromissar com os fatos e contemplar a existência com suavidade é missão que sacramenta com alegria nossa paixão pelo bem viver.

    Aproveitando as luzes de mercúrio caímos na sexta feira à noite num barzinho da moda. Novos vencedores, novos valores, os emergentes enchem as mesas de sonhos realizados. São os novos personagens desta nova historia brasileira. O médico recém saído da faculdade, formado com o crédito educativo, tem como meta junto com sua namorada conquistar toda a região até os quarenta anos. E aproveita o descanso para descansar da ambição. O líder emergente ainda solteiro distrai na noite porque sabe que durante o dia tem que raptar da claridade solar toda racionalidade sedutora capaz de conduzir o átrio do sucesso.

    O barzinho da moda superlotado de pessoas bem sucedidas imprime no seu estilo paixão pelo êxito que contamina todo mundo à volta.

    O artista emergente que canta no barzinho sonha em ver sua profissão deslanchar, mas caso contraria isto não aconteça já está garantida a saída do anonimato como jurista de âmbito regional.

    Os emergentes no barzinho da moda olham para cima e ver o céu estrelado e lua resplandecendo, iluminando com intensidade toda felicidade conquistada. Mas bem sabem eles que já houve época de tempo de tempestades e que enfrentaram com barco frágil, mas soube navegar nas adversidades e por isto chegaram a porto seguro.

    Não existem vitórias sem adversidades e não existem vencedores sem sonhos, que são os combustíveis que levam a realidade. E se hoje este barzinho da moda está como Maracanã cheio é porque seus personagens no vazio da noite souberam arquitetar com êxito seus sonhos retidos até infiltrar com toda intensidade nas batidas do relógio ao meio dia.

    Juarez Alvarenga é Advogado e Escritor

    R: ANTÔNIO B. FIGUEIREDO, 29

    COQUEIRAL    MG

    CEP: 37235 000

    FONE: 35 991769329

    E MAIL: [email protected]

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  • Três Pontas passa dos 1.000 casos de coronavírus; Curados somam 923.

    Três Pontas passa dos 1.000 casos de coronavírus; Curados somam 923.

    Contaminados hoje somam 64. Número de mortos é de 18.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta terça-feira (08) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados que passou dos mil casos (1005), mas também o aumento no número de curados, que chegou a 923. O total de óbitos segue em 18.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, que ocorreu no dia 17 de abril, a cidade já contabiliza 1.005 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 923 já se recuperaram e, infelizmente, 18 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (08 de dezembro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 64 pessoas estão com o vírus.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje (07) é de 6.238.

    Três pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Cinco casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 59 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 232 dias. Isso dá uma média de 4,33 novos casos a cada 24 horas.

    18ª Morte

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde da terça-feira (01 de dezembro) que o décimo oitavo óbito causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima uma mulher de 56 anos de idade. Ela não tinha nenhuma comorbidade e estava internada na Santa Casa desde o dia 17 de novembro.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • O CRESCIMENTO DOS CRIMES VIRTUAIS E O DESAFIO DA INOVAÇÃO E PROTEÇÃO DE DADOS NUMA ECONOMIA DIGITAL PÓS PANDEMIA – Gabriel Ferreira

    O CRESCIMENTO DOS CRIMES VIRTUAIS E O DESAFIO DA INOVAÇÃO E PROTEÇÃO DE DADOS NUMA ECONOMIA DIGITAL PÓS PANDEMIA – Gabriel Ferreira

    As restrições e necessidades geradas pela pandemia forçou muitos negócios a abraçar um processo de digitalização que talvez ainda pudesse demorar alguns anos em condições normais. E com isso também veio o aumento dos riscos digitais.

    Num curto período de tempo, devido às restrições e necessidades geradas pela pandemia, muitos negócios se viram forçados a abraçar um processo de digitalização que talvez ainda iria demorar alguns anos para que se consolidasse, em condições normais, na maioria dos setores da economia.

    Antes do contexto atual, tanto empresas tradicionais, quanto novos empreendedores que se lançavam no mundo digital, pensavam e faziam propaganda basicamente em torno do mantra da inovação, e a todo momento ouvia-se falar de uma nova startup revolucionária ou de uma grande ideia capaz de transformar radicalmente todo o modelo de negócio de um setor, até mesmo criando necessidades de consumo que as pessoas antes nem sabiam que tinham.

    O grande problema é que, em muitos casos, especialmente no contexto dos micro, pequeno e médio empreendimentos, as grandes sacadas que prometiam virar o mercado de cabeça para baixo com base no digital, rompendo com paradigmas dos modelos de negócio tradicionais, na prática, acabavam se mostrando diversas vezes de difícil concretização por vários fatores.

    Ao esbarrarem em temas da realidade (e que para o consumidor cada vez mais se tornam tão importantes e atrativos quanto as novidades do mercado, como a defesa de sua privacidade e a disponibilidade, com qualidade, dos produtos e serviços quando ele precisa) muitas empresas percebiam que não considerar com o devido cuidado a questão da segurança e sustentabilidade em seus planos de negócio pode se tornar um balde de água gelada capaz de inviabilizar as ideias disruptivas mais quentes.

    Obviamente que o digital não tem mais volta, ainda mais porque hoje, muito mais do que apenas falar em inovação, ele se tornou uma necessidade.

    Por isso, não só para inovar e se destacar, mas para se estabelecer e sobreviver no mundo digital de hoje, é preciso, além de boas idéias comerciais, pensar em segurança da informação, especialmente na questão da proteção de dados pessoais, pois isso afeta diretamente os interesses mais sensíveis de seus clientes.

    E o raciocínio é simples: se inovação é digitalização, digitalização é segurança.

    E as pessoas hoje, cada vez mais, também compram segurança, e muitas vezes antes mesmo de decidirem adquirir um determinado produto ou serviço de um fornecedor. Muitos já pensam em só comprar onde é seguro, pois não estão dispostos a perder dinheiro e um tempo precioso com transtornos com algo que deveria facilitar sua vida.

    O consumidor, aos poucos, tem se tornado consciente do quanto pensar na proteção de seus dados é importante, pois ele tem percebido que com a facilidade também vêm os riscos. E não podemos esquecer que, com tudo o que aconteceu esse ano, muitas pessoas que não tinham o costume de comprar on-line ou utilizar serviços digitais acabou tendo que incorporar esses hábitos em sua vida, e não apenas por um desejo de aderir às inovações, mas por necessidade.

    Por outro lado, para aproveitar a oportunidade, ou mesmo pela necessidade de não sucumbir no mercado, muitos negócios que não pensavam em abraçar o digital, pelo menos por enquanto, foram forçados a investir nele, dando-se conta de que para atender o cliente nesse contexto a preocupação não é só com inovação, mas também com segurança. E isso para preservar os interesses dos dois lados, clientes e empresas.

    A evolução das ameaças digitais antes da pandemia

    Para se ter uma idéia, de acordo com organizações internacionais como o Fórum Econômico Mundial, empresas de cybersegurança como a McAfee e diversos levantamentos feitos por analistas da área, antes da pandemia, riscos cibernéticos e ataques virtuais a empresas mais do que dobraram na última década. Os impactos financeiros com as falhas em segurança digital nas empresas já estavam se tornando um dos principais custos com tecnologia de muitas delas, uma vez que elas geralmente só se

    preocupavam com a questão quando precisavam remediar a situação e lidar com os prejuízos causados por suas deficiências gerenciais e operacionais nesse sentido.

    Desconsiderando a pandemia, que afetou e, de fato, quebrou muitos negócios no Brasil e no mundo, riscos com ataques cibernéticos, fraudes digitais, roubo de dados e suas consequências já eram apontados entre as situações de maior probabilidade de ocorrência e potencial de impacto negativo na economia mundial.

    Estudos indicavam que os prejuízos com crimes virtuais teriam variado entre US$ 600 bilhões e US$ 1,1 trilhões entre 2017 e 2019. Ainda antes da pandemia, cujos reflexos efetivamente ainda não podem ser calculados, a projeção era de que esses números chegassem a US$ 2,5 trilhões anuais até 2022, o que representa de 1 a 3 % do “PIB” global.

    E o Brasil, infelizmente, é destaque não só em suas iniciativas positivas de digitalização de seus processos nas mais variadas áreas, mas também no “mercado” do cybercrime. Somos o principal alvo de ataques cibernéticos na América Latina e o terceiro alvo no ranking mundial.

    E também somos o segundo país do mundo de onde mais partem esses ataques, e com uma característica interessante, uma vez que na maioria dos países de onde eles partem os alvos estão em outros países, mas no Brasil somos especialistas em produzir ataques que têm como alvo nós mesmos, com golpes que praticamente só existem aqui, como o do boleto falso.

    Como a “digitalização forçada” causada pela pandemia, tem agravado os riscos cibernéticos para pessoas e empresas

    Voltando a falar dos impactos da pandemia, junto com a “digitalização forçada” que ela nos impôs na maioria das nossas atividades, é claro que também vieram os efeitos colaterais dela no ambiente digital, agravando ainda mais a situação.

    Um relatório, da empresa de segurança digital Bitdefender, mostra que metade das empresas estava despreparada e ficou ainda mais vulnerável no meio digital ao tentarem se adaptar ao trabalho remoto.

    A falta de planejamento e organização evidenciou ainda mais brechas que já existiam até mesmo em níveis mais simples em muitos empreendimentos. E isso não foi nenhuma novidade.

    O fator de risco humano continua sendo o elo mais fraco da corrente, e 93% das vulnerabilidades causadas pelo descuido humano ainda são atribuídas a questões básicas como o uso de senhas antigas e fracas.

    E, como dito, isso não é novidade, pois 64% de todas as vulnerabilidades que colocaram ainda mais em risco muitas empresas nesse período já eram problemas detectados entre elas bem antes da pandemia, como exemplo do uso de senhas fracas. Problemas simples, mas persistentes.

    Como resultado, outra pesquisa recente feita pela empresa de cybersegurança, Tenable, estima que 96% das empresas brasileiras tiveram, em algum grau, seus negócios afetados por ataques cibernéticos nos últimos 12 meses. Na prática, em função desses ataques e de outros incidentes de segurança digital, os dados mostram que 46% das empresas tiveram perda de produtividade, 33% tiveram prejuízos financeiros e 32% tiveram problemas relacionados à exposição ou vazamento de dados de seus colaboradores no período.

    Ainda de acordo com esse estudo, 53% dos profissionais de segurança da informação consultados afirma que atividades maliciosas teriam afetado diretamente a integridade e o funcionamento de recursos de hardware e software de controle de processos, dispositivos e infraestrutura de tecnologia em suas empresas, e que, de fato, metade delas não teria considerado as ameaças cibernéticas como um risco específico em suas estratégias de enfrentamento às contingências do período, e das empresas que fizeram algo, 75% admitem que suas ações não foram suficientemente alinhadas.

    Mas, diga-se de passagem, não foram só as empresas que sofreram com incidentes de segurança digital nesse período, ficando notórios os casos de invasão e ataques a órgãos públicos, como ao Superior Tribunal de Justiça, Ministério da Saúde, universidades e até hospitais, incluindo vazamentos de dados sobre pacientes vítimas da COVID-19.

    Um alerta, já que espera-se que tais entidades tenham recursos de segurança digital muito superiores às empresas em geral, e mesmo assim foram alvos que sofreram prejuízos consideráveis com esses ataques e incidentes.

    Incidentes digitais também podem ser crimes e as empresas precisam reagir com lucidez.

    Precisamos lembrar, ainda, que boa parte dos incidentes virtuais que afetam empresas e pessoas não se trata tão somente de uma questão a ser enfrentada pelo setor de tecnologia das empresas, técnicos de informática ou fornecedores de soluções na área.

    Em muitas situações isso também é caso de polícia.

    Só que na nossa cultura atual, em relação à segurança digital, muitas vezes a reação de empresas vítimas de golpes digitais não contribui para o enfrentamento coletivo desse grave problema.

    A subnotificação desses incidentes pelas empresas ainda é um obstáculo para que as autoridades responsáveis pela prevenção e combate a crimes digitais possam fazer frente, em tempo hábil, às estratégias usadas e possam até mesmo identificar, neutralizar e punir os responsáveis por esses delitos.

    Muitas empresas optam por isolar os eventos em que são vítimas e lidar com eles apenas internamente, para que também suas deficiências de processos e capacitação pessoal na área de tecnologia não sejam expostas, tentando preservar sua imagem e até mesmo fazer algo para que os impactos desses incidentes não venham a prejudicar tanto a terceiros, especialmente seus clientes.

    Só que, no fim do dia, muitas acabam não tomando de fato nenhuma providência efetiva para enfrentar o problema com uma resposta à altura e a fim de evitar o máximo possível que ele ocorra novamente.

    Porém é preciso destacar que, embora a princípio não pareça fazer sentido, isso deve mudar com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados e não haverá mais como “empurrar a sujeira pra debaixo do tapete”. Uma das previsões da lei é que a comunicação de incidentes de segurança às autoridades, às pessoas afetadas e ao público pode ser obrigatória, a exemplo do que acontece na Europa com a previsão dessa publicização pelo GDPR, regulamento de proteção de dados pessoais do bloco que inspirou fortemente a nossa LGPD.

    A obrigação de, num certo sentido, expor o problema da empresa, com um incidente digital, não deixa de ser uma punição que afeta sua imagem, mas há um caráter preventivo envolvido, para que autoridades e profissionais conheçam e possam enfrentar as ameaças que circulam no mercado.

    Essa transparência, diga-se de passagem, é algo que já faz parte da cultura de segurança digital em nível internacional. O que se espera é que a empresa esteja preparada para uma resposta rápida e efetiva, para quando a situação vier à tona ela já esteja controlada, pois, realmente, dizer que existe um problema mas que não se faz ideia de como enfrentá-lo, aí é que não tem lógica.

    Neste sentido, nem o próprio argumento de que isso vai encarecer custos operacionais e inviabilizar o negócio também se sustenta por muito tempo, pois o fato é que temos uma cultura de economia pouco inteligente quando tratamos do assunto. A pretensa complexidade tecnológica para lidar com essas questões também não é argumento, pois, na maior parte dos casos, segurança digital é muito mais uma questão de cultura e comportamento, gestão e procedimento, do que de infraestrutura propriamente dita.

    Às vezes já temos até estrutura, mas não usamos ou não damos a ela a devida atenção, como o motorista que descumpre a lei e coloca a si e aos outros em risco dirigindo sem usar o cinto de segurança e falando ao celular.

    E nos cenários com os quais cada vez mais iremos nos deparar a lógica é simples: se o investimento em segurança hipoteticamente deixa um negócio menos rentável, “pagar pra ver” pode fazer com que de um dia para outro simplesmente não exista mais negócio.

    Não há como se desenvolver num cenário de economia digital sem pensar em segurança.

    É claro que falar em segurança digital geralmente não é um assunto muito animador, especialmente porque gostamos, devemos e precisamos, mais do que nunca, falar de crescimento, de vendas, de motivação para vencer os desafios e de inovação para superar, especialmente, um ano que foi tão difícil.

    Mas é justamente por isso que falar desse assunto é indispensável. Para inovar nos dias de hoje e, especialmente, estar perto de seus clientes, mesmo em tempos de distanciamento social, não basta colocar um site no ar, ter presença das redes sociais, aderir a um marketplace, desenvolver um super app de vendas ou disponibilizar canais digitais de atendimento.

    Se a empresa não fizer isso de forma segura, todo seu esforço em inovação pode ser prejudicado ou perdido.

    Antes de entrar de cabeça no digital, é preciso também entender a complexidade do seu negócio na vida real.

    Além das questões de segurança e integridade no meio digital, um dos grandes desafios é alinhar seus processos para garantir a seus clientes a disponibilidade dos produtos, serviços e soluções que você oferece a ele.

    O mesmo cliente que cada vez mais se preocupa com segurança ainda espera ser atendido de forma rápida e objetiva.

    Isso é essencial para que ele continue tendo confiança não só na qualidade dos produtos e serviços e na transparência de sua empresa, mas para que possa lembrar que pode contar com ela sempre que precisar ou desejar.

    A desconfiança de um cliente com as inovações digitais que as empresas lançam pode acontecer tanto pelo fato da empresa simplesmente não entregar o que ele esperava nesses novos canais, quanto pela experiência ruim de ter seus dados pessoais vazados na mão de criminosos, ainda mais quando isso ocorre por falhas da empresa na implementação dessas soluções.

    Em um mundo tão competitivo e desafiador, com tantas opções e incertezas, a satisfação de um cliente com as novidades que uma empresa lança, seja no meio digital ou no meio tradicional, precisa ser completa, com a entrega do produto ou serviço que ele busca, com a qualidade que ele exige e com a confiança de que a sua segurança e a privacidade de seus dados envolvidos no processo serão preservados da melhor forma possível.

    O cliente não quer algo apenas moderno. Quer algo que funcione e seja confiável.

    É isso o que seu negócio precisa ser para ele.

    Inovar nem sempre é ruptura, mas surpreender com continuidade.

    Inovar nesse novo cenário muitas vezes não significa fazer o extraordinário, e muito menos fazer isso de qualquer jeito e sem consistência.

    Acompanhar as transformações mesmo que fazendo o simples, mas fazendo o que tem que ser feito e entregando o que tem que ser entregue com segurança e agilidade, já é uma grande inovação.

    Gabriel Ferreira de Brito Júnior – OAB/MG 104.830

    Trabalhou como Advogado na Sociedade de Advogados “Sério e Diniz Advogados Associados” por 13 anos, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Newton Paiva (2006), Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA (2001), Oficial de Apoio Judicial (Escrevente) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais por 10 anos (1996-2006), Conciliador Orientador do Juizado Especial Itinerante do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (ano 2004).

    Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da 55ª Subseção da OAB da Cidade e Comarca de Três Pontas/MG

    Atualmente cursando Especialização em “LEGAL TECH, DIREITO, INOVAÇÃO E STARTUPS” PELA PUC/MG.

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  • Três Pontas tem hoje 59 pessoas com covid-19; Total de casos é de 988 com 911 curados

    Três Pontas tem hoje 59 pessoas com covid-19; Total de casos é de 988 com 911 curados

    Número de mortos subiu para 18 com duas novas confirmações na semana passada.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (07) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados (988), mas também o aumento no número de curados, que chegou a 911. O total de óbitos segue em 18.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, que ocorreu no dia 17 de abril, a cidade já contabiliza 988 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 911 já se recuperaram e, infelizmente, 18 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje (07 de dezembro) em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 59 pessoas estão com o vírus.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje (07) é de 6.143.

    Seis pessoas seguem internadas com suspeitas de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Três casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 56 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 231 dias. Isso dá uma média de 4,27 novos casos a cada 24 horas.

    18ª Morte

    Conexão Três Pontas apurou junto ao setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas, na tarde da terça-feira (01 de dezembro) que o décimo oitavo óbito causado pelo coronavírus – divulgado inicialmente pela Prefeitura Municipal (fonte oficial) em seu site oficial (https://www.trespontas.mg.gov.br/coronavirus?fbclid=IwAR2Db56M3leOEgh2HQTRd6RsnDGmp6jyJ5zdWmjZbnJdeOb_0O_Fau10kT8) – tem como vítima uma mulher de 56 anos de idade. Ela não tinha nenhuma comorbidade e estava internada na Santa Casa desde o dia 17 de novembro.

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes!”

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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  • Mundo tem menor número de casos diários de Covid-19 em quase um mês

    Mundo tem menor número de casos diários de Covid-19 em quase um mês

    Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que no último dia 02 de dezembro foram registrados 460.376 novos casos de Covid-19 no mundo, sendo o menor número de novas notificações desde o dia 10 de novembro, quando o total de novos casos foi de 451.430. Os registros aconteceram no quarto dia consecutivo de queda no número de contaminados registrados no mundo.

    Segundo a OMS, o último dia de alta foi no último domingo, 29, quando foram registrados 636.665 casos. Na última terça, também foram notificadas 8.001 novas mortes, 22 a menos do que no dia anterior. O número de óbitos também está no quarto dia consecutivo de queda.

    Desde o início da pandemia, o total de casos de Covid-19 registrados até 02 de dezembro era de 63.360.234. As Américas são a região mais afetada pela doença, com 26,8 milhões de infecções e 727.679 vítimas fatais. A Europa, com 19,05 milhões de casos e 426.892 óbitos é o segundo continente mais afetado.

    Brasil é o terceiro país com mais casos, tendo 6,3 milhões de contaminados, e o segundo com mais mortes, mais de 175.000 vítimas fatais.

    A OMS informou ainda que o número de curados é de 44,7 milhões. Além deles, existem 18,2 milhões de casos ativos, com 0,6% deles sendo pessoas em estado grave ou crítico por conta da doença.

    Fonte Jovem Pan

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  • Carro cai em barranco de 15m às margens da rodovia Mg 167 entre Três Pontas e Varginha

    Carro cai em barranco de 15m às margens da rodovia Mg 167 entre Três Pontas e Varginha

    Um homem sofreu ferimentos leves após se envolver em um acidente na manhã de ontem, domingo, (06), na MG 167 entre Três Pontas e Varginha. De acordo com as informações divulgadas pela Polícia Rodoviária, o veículo caiu em um barranco de aproximadamente 15 metros de altura, às margens da rodovia, próximo ao quilômetro 17.

    De de acordo com um familiar do condutor foi passado à Polícia Rodoviária que o mesmo transitava pela rodovia sentido Três Pontas quando teria sido surpreendido por um veículo de passeio saindo de uma estrada rural e entrando bruscamente na rodovia, obrigando a vítima do capotamento a frear fortemente o automóveç, vindo a derrapar na pista de rolamento por conta do acúmulo de lama, caindo na ribanceira.

    Assim que a polícia chegou ao local a vítima já havia sido resgatada por populares e encaminhada até o Pronto Atendimento Municipal de Três Pontas. Em seguida a PRE se dirigiu até o PAM para tentar ouvir o homem, mas ele já havia sido liberado pelo médico de plantão, apenas com escoriações.

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  • BOA NOTÍCIA: Especialistas apostam em cenário favorável para café no pós-Covid

    BOA NOTÍCIA: Especialistas apostam em cenário favorável para café no pós-Covid

    Essa não é a primeira crise econômica que o setor cafeeiro atravessa. Visto como um produto que traz alegria às pessoas, a venda se manteve durante a pandemia e as perspectivas são boas para os próximos anos. Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé, Bill Murray, presidente da Nacional Coffee Association e Rachel Muller, diretora de cafés Nestlé participaram do painel “Cenário de café pós-pandemia: oferta e demanda” na Semana Internacional do Café 2020 e fizeram uma análise do que esperar nos próximos anos.

    O café é atualmente o quarto maior produto do agronegócio brasileiro, o país caminha para conquistar 40% da fatia do mercado global e exportou grãos para 147 países nos últimos cinco anos. “Tudo indica que nós vamos ter um mercado fantástico nos próximos anos. Tudo indica que em 2030 os cenários são muito positivos”, aposta Nelson Carvalhaes.

    A desvalorização do real frente ao dólar foi um dos fatores que favoreceu todo agronegócio brasileiro e o café não ficou de fora. Mas é a qualidade e sustentabilidade do produto que tem aberto mais mercados e garantido valores cada vez mais significativos oferecidos pelo café brasileiro.

    E o país vem investindo forte para tornar sua produção cafeeira mais sustentável. Com leis ambientais bastante severas, determinado até 30% de reservas ambientas nas fazendas de café, o país conquista seu espaço. “A sustentabilidade é hoje uma é questão de civilidade. O Brasil é um dos países produtores que maios investe no desenvolvimento de pesquisa e tecnologia cafeeira, aumentando a produtividade e diminuindo a área de plantação”, diz Nelson.

    Bill Murray, presidente da National Coffee Association dos Estados Unidos, ressalta que o Brasil é um parceiro estratégico de seu país, disputando com a Colômbia a primeira posição para a importação de café.

    A bebida gera mais de 1,6 milhões de empregos nos Estados Unidos em toda a cadeia, desde a produção até atendimento nas cafeterias. “A boa notícia é que os americanos não mudaram seus hábitos de consumo de café por causa da pandemia. Eles ainda bebem muito café”, diz Murray.

    No Brasil, a venda de cafés também se manteve estável, com um aumento de 30% no consumo doméstico. Rachel Muller, diretora de cafés da Nestlé, avalia que a pandemia motivou os consumidores a escolherem cafés com qualidade superior e que essa é uma tendência que deve permanecer.

    “Nós vimos, como nos Estados Unidos, o crescimento do consumo do café dentro de casa, com destaque para a categoria premium. As pessoas estão querendo saber mais sobre café e nós queremos abrir as portas para esse mundo dos cafés especiais, que é tão incrível”, revela.

    Para Raquel, a “premiumnização” dos cafés no Brasil está só começando. “Ainda teremos muitas oportunidades de nos encontrarmos para tomar um bom café”, finaliza.

    Fonte Notícias Agrícolas

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