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Para combatê-los, o governo goiano, literalmente, chamou a polícia. Numa medida polêmica, a escola Fernando Pessoa, assim como outras 11 da rede estadual no último ano, passou por um processo de “militarização” do ensino, resultado de uma parceria das duas Secretarias (Educação e Segurança) para acabar com a violência no ambiente escolar.
Na prática, os militares assumem a administração da escola, enquanto a parte pedagógica (professores e métodos de ensino) segue sob a alçada da Secretaria de Educação.
Os resultados da mudança implantada no início deste ano, segundo a escola e o governo goiano, foram satisfatórios. O diretor do agora Colégio Militar Fernando Pessoa, capitão Francisco dos Santos Silva, afirma que, implementando os princípios básicos militares de “hierarquia e disciplina”, a escola conseguiu acabar com os casos de violência e virou um “sonho” para os moradores da cidade.
“Aqui, aluno fumava droga dentro da escola e batia em professor. Eu cheguei a ter de tirar uma professora da aula. Ela estava em um estado tão grande de depressão, que eu tive que tirá-la da sala”, conta o capitão à BBC Brasil. “Agora, é outro mundo, os próprios professores perguntam como nós conseguimos. Antes, eram os alunos que mandavam na escola”, diz.
Entre os pedagogos e especialistas, porém, o modelo militar é bastante questionado. “Resolve a violência por causa do medo da repressão. Mas não resolve o problema real”, defende a doutora em Ciência da Educação e coordenadora do Observatório de Violência nas Escolas do Brasil, Miriam Abramovay.
A escola se tornou militar em janeiro deste ano e, segundo o capitão Santos, conseguiu manter 80% dos alunos após as mudanças – eram 680 alunos até então. Agora, o colégio tem quase o dobro de estudantes (1.100) e atuam nele um total de 13 oficiais militares, 38 professores – a maioria mantida do modelo antigo da escola, com apenas algumas trocas daqueles que “não se adaptaram ao novo esquema” -, além de uma psicóloga, uma psicopedagoga e outros funcionários.
Entre as funções dos militares, estão as de cunho administrativo – o comandante e o sub-comandante fazem parte do corpo diretivo – e também as de “coordenadores de disciplina”, que são responsáveis por fazer com que os alunos cumpram as regras da cartilha militar.
“O ser humano se adapta ao meio. Quando você tira o meio violento, as palavras pesadas, eles mudam, o linguajar muda, o falar muda, a gente trabalha a consciência deles”, diz o capitão Santos. “Os alunos receberam muito bem, teve três ou quatro pais que não ficaram satisfeitos. Mas para a região aqui é um sonho para esse povo, muita gente queria e não tinha oportunidade.”
O dia a dia do aluno do Fernando Pessoa já começa diferente ao sair de casa para ir à escola. Antes, bastava colocar a camiseta do colégio, agora é preciso vestir o uniforme militar completo de estudante e cuidar para que tudo esteja “nos trinques” – uma camisa para fora da calça já pode gerar uma chamada de atenção.
O corte de cabelo dos meninos agora é “padrão militar”, e as meninas devem manter o seu preso. Esmalte escuro é proibido, assim como acessórios muito chamativos. Mascar chiclete, falar palavrão ou se comunicar com gírias (“velho”, “mano”, “brother”) também são práticas banidas da escola desde que ela se tornou militar.
Ao chegarem à escola, o tradicional “bom dia” foi substituído por uma continência. “Ela é a nossa saudação, para o professor ou entre os alunos, é um jeito de dizer ‘bom dia, como vai?’”, explica o capitão Santos. Daí vem o perfilamento em formação militar seguido da revista de um “coordenador de disciplina” para evitar que alguma regra seja desrespeitada. Uma vez por semana, há também a formação geral para cantar o hino nacional e o hino à bandeira, enquanto a mesma é hasteada conforme manda o protocolo militar.
Além dos novos hábitos, os alunos da Escola Fernando Pessoa ganharam também novas aulas. O currículo do Ministério da Educação (MEC) é mantido, mas os militares adicionaram à grade aulas de música, cidadania, educação física militar, ordem unida, prevenção às drogas e Constituição Federal.
“Nós trabalhamos o respeito com o próximo, a responsabilidade com horários, a reverência aos mais velhos. E a convivência”, conta o diretor, que garante também não aplicar punições severas aos alunos que quebrarem as regras.
Desde que os militares passaram a administrá-la, a Escola Fernando Pessoa passou por reformas e teve sua aparência transformada. “A escola era toda pichada, toda deteriorada, banheiros quebrados. Tirei oito caminhões de lixo daqui, era uma coisa muito triste. Agora, reformulamos, pintamos, pusemos climatizador nas salas, sistema de câmera, não tem mais nada de violência”, diz o diretor.
O relógio marca exatamente 7h15 de uma terça-feira ensolarada quando o toque ritmado da corneta rompe o silêncio no enorme pátio, anunciando a hora de começar mais uma solenidade de formatura semanal no Colégio Militar de Belo Horizonte, na Pampulha. Enfileirados, os quase 700 alunos, de 10 a 18 anos, acompanham, com corpos fixos e cabeças erguidas, o hasteamento das bandeiras e, em seguida, cantam com vozes firmes o hino do colégio. Quando o comandante toma a palavra, autorizando a tropa a “descansar” após 20 minutos de formação, o alívio é imediato. Braços e pernas relaxam, e até mesmo alguns bocejos ecoam, comprovando que, apesar de toda pompa e formalidade, alunos de colégios militares são crianças e adolescentes como quaisquer outros, imersos em um sistema de ensino que se expande a cada ano.
Estranha à primeira vista, a cena é cada vez mais comum no Estado: Minas é o segundo do país em número de escolas militares. Ainda assim, para quem está de fora, o universo envolvendo escolas administradas ou pelo Exército Brasileiro, ou pela Polícia Militar (PM) permanece polêmico. Há os que condenem a metodologia, certos de que o ensino militar doutrina e forma uma massa de seguidores acríticos. Assim como existem aqueles que aplaudem o sucesso na consolidação do respeito como valor para os jovens. Em meio às divergências, um fenômeno curioso, alheio a tudo, tem chamado a atenção: em uma sociedade que busca o conhecimento que liberta, cresce, cada vez mais, a demanda por colégios militares pelo país.
Apenas em Minas, são mais de 20 mil alunos frequentando escolas cujo uniforme remete à farda militar, divididos em 24 colégios, dois do Exército e 22 da PM – dois deles inaugurados neste ano, em Uberlândia, no Triângulo, e em Pouso Alegre, no Sul de Minas. E a intenção é continuar crescendo: Divinópolis, na região Centro-Oeste, também deverá receber uma unidade do Colégio Tiradentes. “Não conseguimos atender 100% (dos interessados). Ainda temos uma demanda reprimida de dependentes de militares”, explica a coronel Rosângela de Souza Freitas, diretora de Educação Escolar e Assistência Social da PM.
O ensino está na UTI. Professores frequentemente ameaçados e agredidos, escolas tomadas pelo tráfico de drogas, alunos desinteressados, ausentes e aprendendo pouco. Algumas escolas que passaram a ter um acompanhamento militar mudaram essa realidade. Mas há quem desaprove a entrada das forças armadas ou da polícia nas escolas.
QUAL SUA OPINIÃO SOBRE A “MILITARIZAÇÃO” DAS ESCOLAS PÚBLICAS?
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Roger Campos
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Brasileiros de todas as regiões do país estão em busca das melhores oportunidades dentro do mercado de trabalho e, para isso, devem terminar os estudos. Uma ótima opção para conseguir concluir os estudos formais é o Encceja 2018! O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos(Encceja) é o principal teste para garantir certificados de Ensino Fundamental e Médio para pessoas de todos os estados federativos. Sabendo disso, selecionamos as principais informações que foram divulgadas recentemente pelo Ministério da Educação (MEC). Saiba como fazer a inscrição e quais são as datas das provas do Encceja.
Foi lançado o edital Encceja 2018! O documento divulgado recentemente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela organização das provas.
A grande novidade da próxima edição está ligada à justificativa de ausência Encceja. A partir deste ano todos os participantes que não comparecerem no dia da aplicação das provas e não justificarem a ausência deverão pagar uma taxa de inscrição na próxima edição.
Isso acontecerá graças ao grande número de abstinências no Encceja 2017. A taxa de ausência alcançou os 60% e isso gera um grande prejuízo aos cofres públicos já que cada prova possui um curso de R$ 45 por candidato.
Também foram divulgadas as datas das provas Encceja 2018. Serão um total de quatro aplicações de provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos.
Os interessados deverão fazer as inscrições Encceja 2018 entre os dias 16 e 27 de abril. Já as datas das provas irão variar de acordo com as modalidades: Encceja Nacional, Encceja Exterior, Encceja PPL Nacional (Pessoas Privadas de Liberdade) e Encceja PPL Exterior.
As prova Encceja 2018 acontecerão, portanto:
Para saber mais, acesse: http://enccejanacional.inep.gov.br/encceja
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Roger Campos
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Com duração de 5 anos, o que diferencia o curso de Psicologia do Grupo Unis dos demais da região são as opções que o universitário tem. Além de concluir o bacharelado, durante os anos finais o aluno poderá dar ênfase à sua formação em áreas distintas: organizacional, educacional e saúde. Isto permite que ele alcance especialização na área que mais se identificar durante seus estudos.
O curso de Psicologia do Grupo Unis já será ofertado no próximo Vestibular. “Esta vai ser mais uma opção de cursos a serem ofertados pelo Grupo Unis, pois sabemos que o Sul de Minas é celeiro de bons profissionais. Nosso objetivo é aliar a qualidade dos nossos cursos com mais essa oferta de graduação”, explica o Reitor do Centro Universitário do Sul de Minas e Presidente do Grupo Unis, Prof. Me. Stefano Barra Gazzola.
Os interessados já podem fazer sua pré-inscrição para o curso. É só acessar vestibular.unis.edu.br
Fonte Grupo Unis
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Roger Campos
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O mês de abril começou e ainda existem contribuintes que não iniciaram os preparativos para a Declaração do Imposto de Renda. O prazo limite se encerra em 30 de abril e para facilitar, os alunos do curso de Ciências Contábeis do Grupo Unis farão um mutirão para auxiliar a população de Varginha.
O atendimento, que acontece diariamente no NAF, o Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal, uma parceria entre o Unis-MG e a Receita Federal, se estenderá para o Via Café Garden Shopping em horário especial de atendimento. O contribuinte que quiser tirar dúvidas e fazer sua declaração pode comparecer ao Via Café Garden Shopping dia 04 de abril, a partir das 19 horas.
O serviço é totalmente gratuito. Os estudantes estarão em regime de plantão para atender a comunidade. É necessário levar cópia de RG, CPF, Título de Eleitor, Comprovante de Residência, além dos informes de rendimento, financeiro, despesas médicas e de instrução.
Vale ressaltar que as declarações serão elaboradas na Modalidade Simplificada.
Fonte Grupo Unis
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Roger Campos
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Já pensou na possibilidade de trabalhar num ambiente compartilhado, onde as pessoas se reúnem num clima inspirador, formulando ideias e o conceito de economia compartilhada? É o Coworking, uma tendência mundial e que acaba de chegar à Varginha.
O Grupo Unis em parceria com o Via Café Garden Shopping está reformulando seu espaço no shopping e abrirá em Varginha o primeiro espaço coworking da cidade. O antigo Stand By passará a ofertar esse modelo de trabalho, que já possui mais de 100 espaços no Brasil e contato com mais de 4.000 no mundo todo.
A ideia é inovadora e parte de um princípio simples: os profissionais independentes procuram um espaço democrático em que possam desenvolver seus projetos sem o isolamento do home office ou as distrações de espaços públicos. È um espaço também que será usado por startups e projetos empresariais.
O Stand By no Via Café Garden Shopping está, desde o início de março, passando por uma reformulação interna.
Grupo Unis

Após o governo decidir atrasar o início do ano letivo, os professores da rede estadual de educação de Belo Horizonte decidiram fazer uma paralisação logo no primeiro dia de aulas, na próxima segunda-feira (19), quando haverá um ato na praça Sete, às 16h. A afirmação foi feita neste sábado (17) pela coordenadora do Sindicato Único dos Trabalhadores da Educação em Minas (Sind-UTE), Beatriz Cerqueira, em entrevista à Rádio Super Notícia FM.
Com isso, o primeiro dia de aulas nas escolas estaduais serão na terça-feira (20). “Este será o dia nacional de luta contra a reforma da Previdência, que ataca a aposentadoria dos professores. É uma situação muito grave, pois se ela passar, vamos concordar com o fato de um professor ficar 49 anos em sala de aula, o que é impossível para uma profissão tão desgastante. Além disso, será uma paralisação de alerta ao governo do Estado por vários motivos: como o parcelamento de salário e do 13º;o adiamento do ano letivo; não cumprimento do piso e dos reajustes e a não negociação com a categoria”, completa a sindicalista.
Além da paralisação, uma assembleia estadual está marcada para o próximo dia 28 de fevereiro, quando a categoria decidirá os rumos do movimento neste ano. “Será uma assembleia com indicativo de greve, que é um instrumento pedagógico de alerta para que o governo se movimente e impeça que uma greve seja deflagrada”, explica Beatriz.
A coordenadora do Sind-UTE explicou ainda na entrevista que a motivação do governo de Minas em atrasar o início do ano letivo foi financeira, uma vez que haveria uma economia de cerca de R$ 200 milhões por conta dos salários dos professores contratados. “Minas hoje tem mais de 100 mil contratos temporários, que são professores contratados no início do ano letivo. Além dessa economia com os salário, também houve uma redução nos gastos com alimentação e transporte escolar”, completa.
Entretanto, a medida causou impacto na vida dos professores, uma vez que a medida acarretará em um aumento dos sábados letivos e na diminuição dos recessos ao longo do ano, fazendo com que o profissional trabalhe mais e sem receber por isso. A medida teria sido adotada sem debate com os trabalhadores e nem com a comunidade escolar, que envolve 3 mil escolas e 2,5 milhões de alunos.
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Roger Campos
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As aulas nas unidades do Grupo Educacional Unis já estão voltando, e com elas diversas novidades que tornarão esse ano ainda mais especial para todos os alunos e professores.

Novas Unidades: O circuito das Águas, conhecido nacionalmente por suas famosas estâncias hidrominerais com propriedades medicinais e terapêuticas, poderá contar com mais educação superior de qualidade e conectada ao mercado de trabalho. A Faculdade Victor Hugo agora faz parte do Grupo Unis. Localizada em São Lourenço, a mais nova unidade do Grupo fará parte de um dos maiores Grupos Educacionais de Minas Gerais, que também está presente em Varginha, Três Pontas, Pouso Alegre e Cataguases com educação básica, cursos pré-vestibular, Ensino Superior, Pós-Graduação e Extensão.
Google for Education: O Grupo Unis é pioneiro em mais uma iniciativa educacional no Sul de Minas. A instituição acaba de assinar um convênio com o Google e vai oferecer a alunos e professores o Google for Education, uma solução tecnológica desenvolvida para facilitar a vida acadêmica dentro e fora da sala de aula, podendo ser acessada a qualquer hora e a partir de qualquer dispositivo móvel conectado à internet. A plataforma engloba as mais variadas ferramentas, todas de forma gratuita.
Disciplinas em Inglês: Cursar uma disciplina totalmente em inglês já é realidade para os universitários do Grupo Unis. Desde o ano passado os estudantes tiveram a oportunidade de cursar “Business English” (Inglês para Negócios) e “International Marketing” (Marketing Internacional), aprofundando em terminologias inglesas no mundo dos negócios, além de testar conhecimentos e agregar valor ao currículo. O sucesso foi tão grande que para 2018 a oferta de disciplinas aumentou. Agora estão disponíveis, além da área de Negócios, aulas em Engenharia e Tecnologia e Linguagem.
Metodologias Ativas: As Metodologias Ativas são realidade no Grupo Unis. Nesse processo o aluno é um dos principais agentes na aprendizagem, deixando de ser somente um receptor de conhecimento. O objetivo é aliar conhecimento e prática, afinal, diversas pesquisas apontam que em uma aula expositiva, somente se absorve 30% do que é dito. O papel do professor também serve como referência. O docente sai da condição de transmissor de informações e passa a ser aquele que orienta os estudos, oferecendo oportunidades, materiais e estratégias adequados para a aprendizagem, ao mesmo tempo em que identifica as potencialidades dos estudantes e os ajuda a desenvolvê-las.
As aulas começaram no dia 05 de fevereiro, com diferenciações para calouros e veteranos em determinadas unidades:
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Está previsto o retorno das aulas em Três Pontas, na Rede Municipal de Ensino, para o dia 01º de fevereiro. As creches retornam no dia 05. Já as aulas na Rede Estadual só deverão ocorrer no dia 19. Pelo menos é essa a informação do secretário municipal de Educação, Paulo Vítor da Silva, que falou ao Conexão sobre esse e outros temas, como a questão das vagas nas creches, sempre motivo de muita preocupação por parte das mães trespontanas:
“Está tudo definido. Houve algumas alterações apenas em nível de Estado. No dia primeiro de fevereiro haverá a volta dos alunos na rede municipal, já nas creches acontecerá no dia 05. E na rede estadual será no dia 19 de fevereiro, após o Carnaval”, disse o secretário.
Ainda segundo Paulo Vítor houve um aumento no número de estudantes na Rede Municipal em Três Pontas no último ano, atendendo a cerca de 1500 crianças na rede infantil e 2000 no ensino fundamental.
“Quero dizer também que nós mantivemos e estamos aprimorando o transporte dos estudantes da zona rural. Apesar de todas as dificuldades, já que recebemos apenas a metade do repasse do Estado para manutenção do transporte escolar, de 10 parcelas chegaram apenas 5, fizemos várias reuniões e cobramos do Governo de Minas. Temos 38 veículos e transportamos quase 5 mil alunos/dia. São três turnos, iniciando às 04h30 e encerrando às 01h30 do dia seguinte”, explicou.
Paulo Vitor da Silva também comentou a situação do número de vagas nas creches do Município:
“Nós ampliamos o número de atendimentos nas creches do Município que compreende crianças de zero até 3 anos de idade. Temos sim uma demanda. No momento em que definimos toda programação para 2018 já estávamos com todas as solicitações atendidas. Claro que pais e avós sempre chegam depois dos prazos e na medida do possível nós vamos encaixando e colocando mais crianças nas unidades do Município. Toda demanda foi atendida depois que fizemos algumas alterações. Hoje temos uma demanda que não podemos atender agora, mas estamos construindo dois centros de educação infantil e no menor espaço de tempo iremos atender aos novos pedidos”, concluiu.
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Auxiliar a comunidade de forma gratuita, trazendo orientações e oferecendo assessoria direta em casos que envolvam o Juizado de Conciliação. Esta é a função do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) da Fateps, a Faculdade Três Pontas.
Montado nos moldes de um escritório modelo, o NPJ atende a população carente com auxílio dos alunos. Casos de separação, pensão alimentícia, guarda de filhos e inventário são alguns dos exemplos de atendimento. Ao receber o cidadão é feita uma análise, verificando se ele se enquadra no Juizado de Conciliação e se seu caso pode ser atendido pela resolução do litígio de forma a pacificar o conflito. Quando o caso não pode ser resolvido pelo Núcleo de Práticas Jurídicas, ele é analisado e o cidadão recebe as orientações e o encaminhamento para os setores corretos.
Além de atender a população carente, os cidadãos, independente da situação financeira, podem receber orientações sobre conciliação. “Aqui no Núcleo de Práticas Jurídicas oferecemos assessoria jurídica com orientações ou ajuizamento de ações e pacificação de conflitos, com a realização de acordos através do Juizado de Conciliação. Tudo é feito de forma gratuita através de nossos alunos do curso de Direito, que são orientados por advogados especializados e que acompanham todos os casos de perto”, explica o Vice-Diretor da Fateps, Prof. Me. Ricardo Morais Pereira.
Diversos atendimentos foram feitos em 2017. “Tivemos 100 processos judiciais, numa média de 50 atendimentos com orientação, mas sem ajuizamento de novos processos, além de 40 audiências de conciliação, com uma média de 70% de acordos realizados”, explica.
Os trabalhos deste ano de 2018 já foram iniciados. Os interessados podem procurar o Núcleo de Práticas Jurídicas que funciona no prédio da Fateps (Praça D´Aparecida, 57, Centro de Três Pontas). O horário é de 8h às 12h e de 13h às 17h.
Fonte UNIS
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Roger Campos
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Nielsen de Aguiar Rocha é formado em Direito. Ele, que estudou na Fateps (Faculdade Três Pontas), foi aprovado no Concurso para Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de Minas Gerais. Dos mais de 8 mil candidatos, somente 31 foram aprovados. O concurso foi dividido em 5 fases e Nielsen alcançou a 1ª colocação na prova oral e o 3º lugar na classificação final.
“A prova exige do candidato grande amplitude de conhecimento sobre as mais variadas disciplinas jurídicas. E em meio a livros, legislações, informativos de jurisprudência e questões de provas anteriores, segui uma árdua rotina de estudos sem perder o foco e a motivação, com responsabilidade, disciplina e planejamento”, explica.
A preparação foi fundamental, e começou ainda nos bancos da Faculdade. “Todo grande empreendimento é precedido de uma base sólida, que foi construída na Fateps. O corpo docente qualificado, a excelência no ensino jurídico e o rigor acadêmico contribuíram muito para minha formação como bacharel e, principalmente, como cidadão socialmente responsável e capaz de contribuir para o desenvolvimento do meu Estado”, ressalta Nielsen.
Nielsen fez estágios no Ministério Público Federal e do Estado de Minas. Este foi o maior motivador para a preparação e sucesso no concurso. Ele aproveita para dar um conselho a quem tem o sonho de alcançar sucesso na carreira pública. “Tenham fé. Acreditem que Deus tem o melhor para suas vidas e a seu tempo tudo dará certo. E lembrem-se de que, por mais que pareça impossível, nenhuma dificuldade resiste ao trabalho e à determinação. Estejam dispostos a pagar o preço da dedicação e seus sonhos se tornarão realidade”.
O curso de Direito é uma das opções de graduação que a Fateps oferece. Acesse vestibular.unis.edu.br e inscreva-se.
Fonte Grupo Unis
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