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  • EDITORIAL: VIDA, POEIRA DE ESTRELAS por Roger Campos

    EDITORIAL: VIDA, POEIRA DE ESTRELAS por Roger Campos

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    O que é a vida? Como vivê-la? O que tirar de proveito? O que aprender, o que guardar, o que repassar o que esquecer?

    A vida é rasa, é curta, breve, passageira. No meu entendimento: única! Por isso deve ser vivida ao extremo, aproveitando cada segundo, acordando todas as manhãs e agradecendo a Deus pela janela que se abre, pelos olhos que enxergam aquele lindo sol brilhando e iluminando nossos dias. Devemos abraçar nossos filhos enquanto os temos diante de nossa companhia, debaixo de nossas asas. Beijar e pedir “a bênção” aos nossos pais, envelhecidos pela dureza e ensinamentos do tempo. Devemos colecionar amigos, bons amigos. Semear o amor e a solidariedade. Ajudar a quem precisa. Deitar e antes de dormir rezar ou orar para agradecer todas as dádivas dadas pelo Senhor.

    A vida é algo palpável ou absolutamente abstrato. A vida é chegada, não deve ser partida. A vida é encontro, não deve ser separação. A vida é sonho e realização, não pode ser derrota e lamentação.

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    Mas a vida é vizinha da morte, essas duas “senhoras” convivem lado a lado. E quando menos se espera a vida se esvazia e a morte toma o centro do palco e com ela vem a dor, a terrível dor da alma, funda, que abre uma cratera no peito e que nunca cicatriza, apenas estaciona com o passar dos meses, anos…

    Não dá pra explicar a vida, tão pouco decifrar a morte. Entendê-la é utopia plena. Ainda mais quando vem assim, como nessa tragédia do avião do Chapecoense e de tantos colegas jornalistas, de repente, de supetão, chutando a boca do estômago, atirando a esmo, sem nos preparar, sem pedir licença.

    Triste ver tantos jovens jogadores que viviam a maior glória profissional de suas vidas e que a eles faltava apenas aquela cereja do bolo. O último jogo, a última disputa, talvez o último gol, o apito final e a consagração mundial, embora naquela cidade de interior eles já eram mais que jogadores: eram heróis.

    Mas a história, o destino, a tragédia, a morte ou essa coisa arteira da vida brincar com a gente e da gente brincar com ela, nos causa perplexidade mais uma vez. Jogadores de um time pequeno em seu momento internacional inédito. Certamente muitos voltariam não com apenas a conquista de um troféu, mas também da afirmação profissional, da realização pessoal, de tornar real o desejo de menino de ter um carrão importado ou simplesmente de dar um teto para seus pais. Isso não vai mais acontecer. Vidas, sonhos e novas vidas dilaceradas, interrompidas nessa relação vida e morte que é o limiar, fio de uma navalha.

    Colegas jornalistas, Vinte e um deles se foram no exercício pleno da profissão. Como dói perder colegas que escolheram o mesmo caminho na vida que eu e outros tantos. Uns com o idealismo de contar histórias, outros de produzir grandes reportagens, outros de captar as melhores imagens.

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    Mas vale recordar as jogadas felizes, matar a saudade do peito e driblar a emoção. Impedidos para sempre, esse elenco parou. Como erguer os braços e correr pro gramado, fazendo tabela com os sonhos que não se realização? Apenas no videotape que a história gravou, não é mesmo Moacyr franco, em sua Balada nº 7.

    O jogo acabou! O campeonato se foi. Essas vidas não voltam. Se vão as pessoas, ficam a saudade e as memórias, a revolta da dor que queima o peito e que mais tarde virá entendimento e ainda mais fé nos desígnios de Deus.

    Infelizmente não haverá prorrogação. O narrador não vai encher o pulmão e soltar a voz num grito de gol da Chape. O grande Juiz (Maior de todos) pôs a bola debaixo do braço e encerrou o jogo.

    Não há cores mais, não há torcidas rivais, não há disputa. Hoje somos Jornalismo Futebol Clube e Associação Chapecoense de Futebol. Todos com o mesmo distintivo gravado no peito: o coração cheio de amor, saudade, aplausos e dor.

    Não há vitoriosos. Hoje, pelo menos, todos perderam… Mas para sempre balançará na rede dos nossos corações, das nossas lembranças, a narração daquele último gol…

    Fecham-se as cortinas e termina o jogo, a fase do sangue e suor. Restaram as lágrimas.

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    Roger Campos

    Jornalista Conexão Três Pontas

    (MTB 09816)

     

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  • DESPEDIDA: Honras militares marcaram o enterro do policial Diego em Três Pontas

    DESPEDIDA: Honras militares marcaram o enterro do policial Diego em Três Pontas

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    Muita dor e emoção marcaram o velório e o enterro do Policial Militar Diego Alexandre Souza em Três Pontas, na última segunda-feira (07). O Cemitério Municipal estava lotado durante o enterro. Com honras militares e a presença de policiais, bombeiros, socorristas e agentes penitenciários de diversas localidades Diego, que faria 30 anos de idade no próximo dia 01º, teve uma despedida digna de sua bravura. O policial militar era trespontano, trabalhava em São Paulo há 4 anos e morreu vítima de um acidente de trânsito.

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    Diversas homenagens foram feitas a esse grande policial militar trespontano. Assim que o caixão coberto com a bandeira do Brasil saiu do Velório e adentrou no cemitério, sendo carregado por familiares e amigos de farda, a emoção foi grande. Um corredor formado por militares e homens fardados foi formado. Todos batendo continência em honra a Diego.

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    Centenas de pessoas acompanharam o trajeto até o túmulo onde seu caixão foi colocado. Militares de São Paulo, colegas de companhia, amigos e familiares leram textos e falaram da pessoa, do homem e do militar Diego Alexandre Souza. Mesmo os mais durões fardados não conseguiram conter as lágrimas, inclusive a imprensa (Conexão Três Pontas) que cobria respeitosamente a despedida.

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    Um justa homenagem ao jovem militar que realizou o sonho de ser policial e defendeu a sociedade com bravura, honestidade e amor.

    ENTENDA O CASO

    Três Pontas acordou neste domingo (06) de luto, principalmente familiares e amigos do Policial Militar Diego Alexandre Souza. De acordo com as primeiras informações, divulgadas nas redes sociais, ele foi vítima de um acidente de trânsito na capital paulista e acabou falecendo.

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    Diego Alexandre Souza era Policial Militar do Estado de São Paulo, onde residia. Nasceu em 01º de dezembro de 1986. Perdeu o pai em um acidente de caminhão. Sua família reside na Rua Mato Grosso, 365, em três Pontas. Sua mãe se chama Vilma Teresa Souza. Diego era o caçula de um total de três irmãos.

    O Soldado Diego Souza passou em concurso em São Paulo há 4 anos, ingressando naquela Polícia Militar.

    De acordo com Celeste Provenzani, amiga pessoal de Vilma e da família de Diego, estão todos muito abalados. Ela mesma entrou em contato com a Polícia Militar de Três Pontas, comunicando a morte de um colega de profissão. “Eu fiquei muito feliz com a reação da PM de Três Pontas. Eles se solidarizaram, disseram que por ser um colega de profissão que cuidarão de tudo e darão todo apoio para a vinda do corpo e o velório do Militar. Eles inclusive estiveram na casa da Vilma, prestando solidariedade”, comentou ao Conexão.

    O Acidente

    O Policial Militar Diego Alexandre Souza, que era solteiro, teria sofrido um acidente de trânsito numa das principais avenidas de São Paulo, quando estaria levando sua namorada para casa, mas acabou tendo a vida interrompida após colidir contra um poste de energia elétrica, vindo a quebrar o pescoço.

    Um Policial preocupado com todos

    Diego era um excelente militar, querido por todos e pelos amigos de farda. Além de zelar pela segurança dos cidadãos, também procurava sempre cuidar e proteger seus amigos e companheiros de farda. E quando se deparava com situações que fugiam seu controle, ele mostrava o tamanho do amor que tinha à profissão e aos policiais, como nessa postagem de 26 de agosto de 2015, em seu perfil no facebook:

    “Trabalhar uma noite inteira, prender vários vagabundos, e quando você acha que vai pra casa de manhã e tudo estará bem, você vê um irmão de farda baleado… Agora em coma… Lutando contra a morte… E o pior é ver que pra essa sociedade ingrata, isso passa despercebido… Mas quando o tiro que fere sai da arma de um policial tudo mudo de figura.

    Só Deus pra nos fazer suportar tudo que passamos todos os dias… Eu nasci pra ser polícia… Mas isso dói de passar… Poderia ser comigo… Com qualquer um…”.

    Orgulho da Farda e do Trabalho

    Diego orgulha-se muito de sua profissão. Era um policial militar apaixonado pelo que fazia e fazia com honras, com louvor e com muito amor. Em uma de suas postagens, deixou explícito o que sentia por baixo da farda e do dever de salvar e proteger o cidadão:

    “Para muitos a nossa profissão é vista com maus olhos, a policia é acusada de truculenta e violenta, gostam de generalizar sempre para o mal… Essa é a profissão que escolhemos, e que exercemos com dignidade e com muito orgulho, não é para qualquer um e por isso muitos nos criticam porque nunca conseguirão ser. Ficamos muito mais orgulhosos quando vemos que os nossos esforços não são em vão. Sabemos que não podemos mudar tudo ou acabar com os crimes e a bandidagem, mas saber que a Companhia onde você trabalha, Polícia Militar de Pirituba, é a primeira do Estado de São Paulo em diminuição de crimes, é simplesmente reconfortante em meio a tudo o que passamos! Porque reconfortante? Porque na situação em que a policia vive, sendo atacada por todos os lados, inclusive por aqueles que deveriam defendê-la, conseguir um feito desses com reconhecimento é ótimo. Podemos dizer que é ótimo para o ego sim, porque isso incentiva cada policial militar a trabalhar com mais afinco e a defender essa sociedade e esse governo que a cada dia nos dão mais as costas!!! Parabéns a todos os policiais da 3ª Cia de Policia Militar do 49 BPM!”, destacou.

    HOMENAGEM CONEXÃO TRÊS PONTAS

    Ser Policial,

    Uma das mais antigas, nobres e honrosas profissões.

    Uma missão árdua, difícil e muitas vezes injusta.

    O Policial Militar, assim como o Soldado Diego Alexandre Souza,

    não é filho apenas de alguma mulher, da Dona Ivone, mas é filho da pátria e irmão de toda uma nação.

    Corretos aplicadores da lei, defensores da sociedade, caçadores de marginais.

    O Policial Militar é um legítimo patriota, um guerreiro, um servidor…

    Aquele que dá a própria vida para defender a dos outros.

    A paixão pela profissão fala mais alto que qualquer coisa.

    Vivo ou morto, o brasão e os ideais estão lá, no peito, no coração e nas lembranças…

    Obrigado Bravos Policiais Militares

    Obrigado Soldado Diego Alexandre Souza!

    Roger Campos

  • COMOÇÃO: Despedida do PM Diego é marcada pela dor, saudade e orgulho daquele que amava servir a comunidade.

    COMOÇÃO: Despedida do PM Diego é marcada pela dor, saudade e orgulho daquele que amava servir a comunidade.

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    PMs de São Paulo, Policiais Militares de Três Pontas, Corpo de Bombeiros, Exército e homens do SAMU e Anjos Socorristas se juntaram nas homenagens ao Soldado Diego Souza.

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    Muita dor e emoção na chegada do corpo do Policial Militar Diego Alexandre Souza em Três Pontas, no início da madrugada desta segunda-feira (07). Diego, que faria 30 anos de idade no próximo dia 01º, trespontano, trabalhava em São Paulo há 4 anos e morreu vítima de um acidente de trânsito.

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    Militares de diversas corporações acompanharam o translado do corpo para Três Pontas. Uma mega carreata foi registrada por nossa reportagem. Buzinaço e os “gemidos” das sirenes das viaturas alertavam toda população que o corpo de um grande homem, um excepcional policial militar estava passando.

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    Diversos carros da Polícia Militar de São Paulo, do Corpo de Bombeiros, do SAMU, dos Anjos Socorristas e, claro, da Polícia Militar de Três Pontas puxaram a carreata que se iniciou no alto da Avenida Ipiranga.

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    Centenas de veículos de amigos e familiares do Soldado Diego também participaram. A homenagem póstuma seguiu em direção a Rua Mato Grosso e parou em frente a casa da família de Diego Alexandre Souza.

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    Casa da família do policial militar.

    Em seguida desceu toda Avenida Ipiranga e rumou em direção ao Cemitério Municipal, onde uma multidão já esperava, emocionada, a chegada do cortejo.

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    Militares paulistas tiraram o caixão do carro funerário e encaminharam à sala onde acontece o Velório. Assim que a tampa foi aberta uma comoção geral tomou conta do ambiente.

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    A Mãe Vilma Souza e os irmãos estavam desesperados e lamentaram muito a perda do jovem sonhador e idealista, um policial que carregava no peito não apenas o amor em ser policial, mas o amor em servir e proteger a sociedade.

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    Frequentemente nos deparávamos com homens de farda, colegas de serviço, Policiais Militares, do Exército, da Guarda Civil Municipal, dos serviços de resgate e do Corpo de Bombeiros, parados, atônitos, com os olhos marejados, olhando fixamente para aquele caixão. O que mostra a união entre os profissionais que zelam pela segurança da população. Uma cena realmente triste.

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    Durante a manhã desta segunda-feira (07) centenas de pessoas já passaram pelo local para dar o último adeus ao Soldado Diego. De acordo com informações obtidas no local, o enterro de Diego Souza será às 17 horas e muito possivelmente terá honras militares, com salvas de tiros.

    O Caso

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    Três Pontas acordou neste domingo (06) de luto, principalmente familiares e amigos do Policial Militar Diego Alexandre Souza. De acordo com as primeiras informações, divulgadas nas redes sociais, ele foi vítima de um acidente de trânsito na capital paulista e acabou falecendo.

    Diego Alexandre Souza era Policial Militar do Estado de São Paulo, onde residia. Nasceu em 01º de dezembro de 1986. Perdeu o pai em um acidente de caminhão. Sua família reside na Rua Mato Grosso, 365, em três Pontas. Sua mãe se chama Vilma Teresa Souza. Diego era o caçula de um total de três irmãos.

    O Soldado Diego Souza passou em concurso em São Paulo há 4 anos, ingressando naquela Polícia Militar.

    De acordo com Celeste Provenzani, amiga pessoal de Vilma e da família de Diego, estão todos muito abalados. Ela mesma entrou em contato com a Polícia Militar de Três Pontas, comunicando a morte de um colega de profissão. “Eu fiquei muito feliz com a reação da PM de Três Pontas. Eles se solidarizaram, disseram que por ser um colega de profissão que cuidarão de tudo e darão todo apoio para a vinda do corpo e o velório do Militar. Eles inclusive estiveram na casa da Vilma, prestando solidariedade”, comentou ao Conexão.

    O Acidente

    O Policial Militar Diego Alexandre Souza, que era solteiro, teria sofrido um acidente de trânsito numa das principais avenidas de São Paulo, quando estaria levando sua namorada para casa, mas acabou tendo a vida interrompida após colidir contra um poste de energia elétrica, vindo a quebrar o pescoço.

    Um Policial preocupado com todos

    Diego era um excelente militar, querido por todos e pelos amigos de farda. Além de zelar pela segurança dos cidadãos, também procurava sempre cuidar e proteger seus amigos e companheiros de farda. E quando se deparava com situações que fugiam seu controle, ele mostrava o tamanho do amor que tinha à profissão e aos policiais, como nessa postagem de 26 de agosto de 2015, em seu perfil no facebook:

    “Trabalhar uma noite inteira, prender vários vagabundos, e quando você acha que vai pra casa de manhã e tudo estará bem, você vê um irmão de farda baleado… Agora em coma… Lutando contra a morte… E o pior é ver que pra essa sociedade ingrata, isso passa despercebido… Mas quando o tiro que fere sai da arma de um policial tudo mudo de figura.

    Só Deus pra nos fazer suportar tudo que passamos todos os dias… Eu nasci pra ser polícia… Mas isso dói de passar… Poderia ser comigo… Com qualquer um…”.

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    Orgulho da Farda e do Trabalho

    Diego orgulha-se muito de sua profissão. Era um policial militar apaixonado pelo que fazia e fazia com honras, com louvor e com muito amor. Em uma de suas postagens, deixou explícito o que sentia por baixo da farda e do dever de salvar e proteger o cidadão:

    “Para muitos a nossa profissão é vista com maus olhos, a policia é acusada de truculenta e violenta, gostam de generalizar sempre para o mal… Essa é a profissão que escolhemos, e que exercemos com dignidade e com muito orgulho, não é para qualquer um e por isso muitos nos criticam porque nunca conseguirão ser. Ficamos muito mais orgulhosos quando vemos que os nossos esforços não são em vão. Sabemos que não podemos mudar tudo ou acabar com os crimes e a bandidagem, mas saber que a Companhia onde você trabalha, Polícia Militar de Pirituba, é a primeira do Estado de São Paulo em diminuição de crimes, é simplesmente reconfortante em meio a tudo o que passamos! Porque reconfortante? Porque na situação em que a policia vive, sendo atacada por todos os lados, inclusive por aqueles que deveriam defendê-la, conseguir um feito desses com reconhecimento é ótimo. Podemos dizer que é ótimo para o ego sim, porque isso incentiva cada policial militar a trabalhar com mais afinco e a defender essa sociedade e esse governo que a cada dia nos dão mais as costas!!! Parabéns a todos os policiais da 3ª Cia de Policia Militar do 49 BPM!”, destacou.

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    *Nossas condolências aos familiares e amigos. O Conexão Três Pontas se solidariza neste momento de dor e, ao mesmo tempo, destaca e parabeniza a bravura e o amor do policial militar Diego Alexandre Souza, que muito dignificou sua profissão.

    HOMENAGEM CONEXÃO TRÊS PONTAS

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    Ser Policial,

    Uma das mais antigas, nobres e honrosas profissões.

    Uma missão árdua, difícil e muitas vezes injusta.

    O Policial Militar, assim como o Soldado Diego Alexandre Souza,

    não é filho apenas de alguma mulher, da Dona Ivone, mas é filho da pátria e irmão de toda uma nação.

    Corretos aplicadores da lei, defensores da sociedade, caçadores de marginais.

    O Policial Militar é um legítimo patriota, um guerreiro, um servidor…

    Aquele que dá a própria vida para defender a dos outros.

    A paixão pela profissão fala mais alto que qualquer coisa.

    Vivo ou morto, o brasão e os ideais estão lá, no peito, no coração e nas lembranças…

    Obrigado Bravos Policiais Militares

    Obrigado Soldado Diego Alexandre Souza!

    Roger Campos

  • LUTO: Policial Militar trespontano morre de acidente em São Paulo.

    LUTO: Policial Militar trespontano morre de acidente em São Paulo.

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    “Eu nasci pra ser polícia…”, dizia o militar trespontano demonstrando todo seu amor pela profissão.

    Três Pontas acordou neste domingo (06) de luto, principalmente familiares e amigos do Policial Militar Diego Alexandre Souza. De acordo com as primeiras informações, divulgadas nas redes sociais, ele foi vítima de um acidente de trânsito na capital paulista e acabou falecendo.

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    Diego Alexandre Souza era Policial Militar do Estado de São Paulo, onde residia. Nasceu em 01º de dezembro de 1986. Perdeu o pai em um acidente de caminhão. Sua família reside na Rua Mato Grosso, 365, em três Pontas. Sua mãe se chama Vilma Teresa Souza. Diego era o caçula de um total de três irmãos.

    O Soldado Diego Souza passou em concurso em São Paulo há 4 anos, ingressando naquela Polícia Militar.

    De acordo com Celeste Provenzani, amiga pessoal de Vilma e da família de Diego, estão todos muito abalados. Ela mesma entrou em contato com a Polícia Militar de Três Pontas, comunicando a morte de um colega de profissão. “Eu fiquei muito feliz com a reação da PM de Três Pontas. Eles se solidarizaram, disseram que por ser um colega de profissão que cuidarão de tudo e darão todo apoio para a vinda do corpo e o velório do Militar. Eles inclusive estiveram na casa da Vilma, prestando solidariedade”, comentou ao Conexão.

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    O Acidente

    O Policial Militar Diego Alexandre Souza, que era solteiro, teria sofrido um acidente de trânsito numa das principais avenidas de São Paulo, quando estaria levando sua namorada para casa, mas acabou tendo a vida interrompida após colidir contra um poste de energia elétrica, vindo a quebrar o pescoço.

    Um Policial preocupado com todos

    Diego era um excelente militar, querido por todos e pelos amigos de farda. Além de zelar pela segurança dos cidadãos, também procurava sempre cuidar e proteger seus amigos e companheiros de farda. E quando se deparava com situações que fugiam seu controle, ele mostrava o tamanho do amor que tinha à profissão e aos policiais, como nessa postagem de 26 de agosto de 2015, em seu perfil no facebook:

    “Trabalhar uma noite inteira, prender vários vagabundos, e quando você acha que vai pra casa de manhã e tudo estará bem, você vê um irmão de farda baleado… Agora em coma… Lutando contra a morte… E o pior é ver que pra essa sociedade ingrata, isso passa despercebido… Mas quando o tiro que fere sai da arma de um policial tudo mudo de figura.

    Só Deus pra nos fazer suportar tudo que passamos todos os dias… Eu nasci pra ser polícia… Mas isso dói de passar… Poderia ser comigo… Com qualquer um…”.

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    Orgulho da Farda e do Trabalho

    Diego orgulha-se muito de sua profissão. Era um policial militar apaixonado pelo que fazia e fazia com honras, com louvor e com muito amor. Em uma de suas postagens, deixou explícito o que sentia por baixo da farda e do dever de salvar e proteger o cidadão:

    “Para muitos a nossa profissão é vista com maus olhos, a policia é acusada de truculenta e violenta, gostam de generalizar sempre para o mal… Essa é a profissão que escolhemos, e que exercemos com dignidade e com muito orgulho, não é para qualquer um e por isso muitos nos criticam porque nunca conseguirão ser. Ficamos muito mais orgulhosos quando vemos que os nossos esforços não são em vão. Sabemos que não podemos mudar tudo ou acabar com os crimes e a bandidagem, mas saber que a Companhia onde você trabalha, Polícia Militar de Pirituba, é a primeira do Estado de São Paulo em diminuição de crimes, é simplesmente reconfortante em meio a tudo o que passamos! Porque reconfortante? Porque na situação em que a policia vive, sendo atacada por todos os lados, inclusive por aqueles que deveriam defendê-la, conseguir um feito desses com reconhecimento é ótimo. Podemos dizer que é ótimo para o ego sim, porque isso incentiva cada policial militar a trabalhar com mais afinco e a defender essa sociedade e esse governo que a cada dia nos dão mais as costas!!! Parabéns a todos os policiais da 3ª Cia de Policia Militar do 49 BPM!”, destacou.

    O Velório

    O corpo do policial militar deverá chegar em Três Pontas por volta das 19 horas e será velado no Cemitério Municipal. Há a possibilidade de homenagens, com honras militares e uso do caminhão dos bombeiros, mas nada ainda confirmado.

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    *Nossas condolências aos familiares e amigos. O Conexão Três Pontas se solidariza neste momento de dor e, ao mesmo tempo, destaca e parabeniza a bravura e o amor do policial militar Diego Alexandre Souza, que muito dignificou sua profissão.

  • DIA DE FINADOS: Familiares prestam homenagens aos falecidos em Três Pontas

    DIA DE FINADOS: Familiares prestam homenagens aos falecidos em Três Pontas

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    O Dia de Finados ou Dia dos Mortos é comemorado anualmente em 2 de novembro. No Brasil, o Dia de Finados é considerado um feriado nacional. A data é celebrada principalmente pela Igreja Católica em muitos países, homenageando os entes queridos que já morreram. Em Três Pontas milhares de pessoas passaram pelo cemitério Municipal no dia de hoje (02). O comércio de flores foi muito grande e alguns floristas disseram ao Conexão que as vendas estão dentro das expectativas.

    Nesta data, o movimento nos cemitérios é intenso, pois muitas pessoas vão deixar flores e fazer orações nos túmulos de familiares ou amigos.

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    A religião protestante não reconhece o feriado do Dia dos Finados como uma celebração, pois alegam que a data não está presente na Bíblia, consequentemente eles não têm motivos para comemorar ou homenagear.

    Em inglês, o Dia de Finados é traduzido para All Soul’s Day (“Dia de Todas as Almas”, na tradução literal para o português).

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    De acordo com a Paróquia d’Ajuda, os horários de Missas no dia 02 de novembro são os seguintes:

    No Cemitério Municipal:

    _ 06:30, 08:00 e 09:30 (já realizadas)

    Na Matriz Nossa Senhora D’Ajuda:

    _ 18h30

     

  • MORRE Carlos Alberto Torres, o capitão do tri na Copa do Mundo de 70

    MORRE Carlos Alberto Torres, o capitão do tri na Copa do Mundo de 70

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    O ex-jogador Carlos Alberto Torres, capitão do tricampeonato mundial da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970, morreu nesta terça-feira aos 72 anos de idade, vítima de um infarto fulminante. As informações são do Sportv, canal de TV por assinatura onde ele trabalhava como comentarista. Ele é considerado por muitos o maior lateral direito da história do futebol.

    CARREIRA

    Revelado nas categorias de base do Fluminense, onde atuou entre 1963 e 1966, retornando depois para jogar entre 1974 e 1977, Carlos Alberto Torres também vestiu a camisa do Santos, onde se tornou ídolo no incrível time ao lado de Pelé, Coutinho, Dorval e Pepe. Na Vila Belmiro, atuou em 445 partidas e fez 40 gols em uma época completamente diferente, onde o lateral mais marcava do que ia para cima, já que era muito comum a presença dos pontas.

    Com o Santos, conquistou nove títulos e foi onde o Capita mais sagrou-se campeão. Entre eles estão dois Campeonatos Brasileiros e cinco Campeonatos Paulista.  Jogou também no Botafogo e Flamengo. Além, claro, de brilhar na lateral-direita da seleção brasileira de 1958 a 1970. Fora do Brasil, ele também atuou no futebol dos Estados Unidos, no New York Cosmos e California Surf.

    Na seleção, o Capita ficou eternizado ao fazer o quarto gol do Brasil na grande final do Mundial de 70, disputado no México, na goleada por 4 a 1 sobre a Itália, recebendo passe açucarado de Pelé. A jogada é marcante e mostra a tranquilidade de uma das maiores seleções de toda a história, já que a jogada começa ainda na defesa e passa por quase todos os jogadores antes de Carlos Alberto surgir como um raio e fuzilar o gol italiano.

    Após se aposentar, em 1982, no Cosmos, dos Estados Unidos,  o Capita passou a ser treinador e seu primeiro ano fora das quatro linhas, em 1983, o carioca da Vila da Penha já se consagrou Campeão Brasileiro pelo Flamengo. Foram muitos outros os clubes que ele comandou à beira do gramado, como Fluminense, onde conquistou um Campeonato Carioca, Corinthians, Paysandu, Botafogo, onde foi campeão da Conmebol Atlético-MG e Náutico, além de times de México e Colômbia.

    Carlos Alberto Torres foi casado três vezes. Sueli é mãe dos seus filhos Andréa e Alexandre Torres, também jogador; a atriz Terezinha Sodré é uma outra ex-esposa e Graça era sua atual conjugê. Muitos clubes onde o ex-lateral jogou emitiram notas lamentando o falecimento, como Botafogo, Santos e Flamengo, além de Corinthians, onde ele foi técnico. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) também lamentou e anunciou luto. A Fifa foi outra entidade a emitir nota onde fala que Capita “nasceu para ser um líder”.

    Fonte: Esporte – iG @ http://esporte.ig.com.br/futebol/2016-10-25/carlos-alberto-torres-morte.html

     

  • COMOÇÃO: Amigos e familiares dão último adeus a Gabriel Girardelli.

    COMOÇÃO: Amigos e familiares dão último adeus a Gabriel Girardelli.

    Oferecimento:

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    Por decisão da mãe, jovem foi cremado em Varginha.

    Amigos e familiares lotaram o Velório Municipal de Três Pontas na manhã desta quarta-feira (21) para dar o último adeus ao jovem Gabriel Girardelli, que morreu na terça-feira, dia 20, vítima de um acidente de trânsito. O sala do velório estava intransitável e do lado fora, arredores do cemitério, muitos amigos, principalmente jovens, comovidos e chorando copiosamente, prova do carinho que todos tinham por esse jovem que perdeu a vida no asfalto.

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    Muitos estudantes de uniformes escolares passaram a manhã em frente ao velório. A mãe de Gabriel, Lazinha Girardelli, inconsolável, ficou o tempo todo ao lado do caixão lacrado do filho. O avô, Tarcísio Girardelli, figura ímpar, com anos de relevantes serviços prestados aos trespontanos também procurou ficar próximo do neto. Do lado de fora, nossa reportagem se deparou com o pai de Gabriel, Geovane Girardelli. Ainda atônito, comentou que tinha ciência das homenagens que o Conexão Três Pontas fez e disse que por decisão da mãe de Gabriel ele seria levado para ser cremado em Varginha, o que ocorreu por volta das 11 horas da manhã.

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    Não somente a tradicional Farmácia Leal, onde Gabriel trabalhava ao lado de seu pai e de seu avô permaneceu fechada, de luto. A cidade toda de Três Pontas se comoveu. Milhares de mensagens nas redes sociais e, principalmente, na página de Gabriel. Uma sensação de incredulidade e dor profunda.

    O Acidente:

    Morreu na início da noite desta terça-feira (20) o jovem Gabriel Alves Figueiredo Girardelli, de apenas 20 anos de idade, vítima de um acidente de trânsito em Três Pontas. Gabriel que estava de motocicleta chocou-se violentamente contra uma árvore e não resistiu aos ferimentos.

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    No fim da tarde Gabriel teria saído de motocicleta para ir a uma academia de musculação. Na Avenida Nilson José Vilela, principal via de acesso da cidade de Três Pontas ele acabou chocando-se violentamente contra um coqueiro que fica no canteiro que divide as pistas.

    Gabriel Girardelli descia de moto a Av. Nilson José Vilela e atingiu um ciclista de apenas de 12 anos, que estava acompanhado de seu pai. A criança, de mesmo nome, se chama Gabriel Carvalho de Oliveira. Sofreu uma fratura no braço e várias escoriações. Após atingir o ciclista, Gabriel Girardelli bateu violentamente contra um coqueiro. Com o impacto o capacete se partiu e ele teve várias fraturas na face, não resistindo aos ferimentos.

    A criança de nome Gabriel Oliveira foi encaminhada ao Pronto Atendimento Municipal. Ele já foi liberado.

    O Conexão Três Pontas, na árdua função de informar o ocorrido, se junta a dor de amigos e familiares.

  • TRAGÉDIA: Jovem Gabriel Girardelli morre em acidente de moto em Três Pontas

    TRAGÉDIA: Jovem Gabriel Girardelli morre em acidente de moto em Três Pontas

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    Morreu na início da noite desta terça-feira (20) o jovem Gabriel Alves Figueiredo Girardelli, de apenas 20 anos de idade, vítima de um acidente de trânsito em Três Pontas. Gabriel que estava de motocicleta chocou-se violentamente contra uma árvore e não resistiu aos ferimentos. Ele é filho do farmacêutico Geovane Girardelli e de Lázara Girardelli, mais conhecida por Lazinha. É neto do conhecido farmacêutico Tarcísdio Girardelli (foto).

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    De acordo com as primeiras informações, obtidas por nossa reportagem junto ao pai de Gabriel, Geovane, que estava ainda há pouco no Pronto Atendimento Municipal, recebendo a dolorosa notícia da morte do filho, o jovem tinha trabalhado o dia todo com ele na Farmácia Leal, que pertence a família. No fim da tarde teria saído de motocicleta para ir a uma academia de musculação. Na Avenida Nilson José Vilela, principal via de acesso da cidade de Três Pontas ele acabou chocando-se violentamente contra um coqueiro que fica no canteiro que divide as pistas.

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    “Infelizmente o meu filho veio a perder a vida nesse acidente Roger. Possivelmente estaria em alta velocidade”, disse Geovane à nossa reportagem, aparentemente sem se dar conta do fato claramente (sem que a ficha tivesse caído), diante de tanta dor de perder um filho nessas condições.

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    Segundo informações apuradas pelo Conexão junto aos socorristas, Gabriel Girardelli descia de moto a Av. Nilson José Vilela e atingiu um ciclista de apenas de 12 anos, que estava acompanhado de seu pai. A criança, de mesmo nome, se chama Gabriel Carvalho de Oliveira. Sofreu uma fratura no braço e várias escoriações. Após atingir o ciclista, Gabriel Girardelli bateu violentamente contra um coqueiro. Com o impacto o capacete se partiu e ele teve várias fraturas na face, não resistindo aos ferimentos.

    A criança de nome Gabriel Oliveira foi encaminhada ao Pronto Atendimento Municipal. Ele já foi liberado.

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    Gabriel Girardelli residia na Rua Francisco Garcia Jr. Era um jovem feliz, de sorriso largo, cheio de vida e de amigos. Nesse momento em que a notícia de sua morte trágica e precoce se espalha, dezenas de familiares e amigos já se aglomeram no entorno do Pronto Atendimento Municipal.

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    As informações preliminares são de que Gabriel Girardelli teve politraumatismos e faleceu em decorrência da gravidade dos ferimentos. Seu corpo foi levado ao IML (Instituto Médico Legal) de Varginha para ser necropsiado.  A liberação do corpo deverá ocorrer no final da noite e seu velório se iniciará por volta da meia-noite.

    Destacamos mais uma vez o grande trabalho do SAMU e dos Socorristas Voluntários.

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    Gabriel e sua mãe Lázara (Lazinha).

    *Os mais sinceros sentimentos de pesar do Conexão Três Pontas aos familiares e amigos de Gabriel Girardelli.

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  • LUTO: Três Pontas se despede do Padre Cláudio Vanelli

    LUTO: Três Pontas se despede do Padre Cláudio Vanelli

     

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    Vítima de um câncer no pâncreas, o Padre Cláudio Romero Vanelli faleceu nesta segunda-feira (25) em Lavras. O religioso tinha 58 anos e atuava na Paróquia Cristo Bom Pastor, de Elói Mendes(MG) há três anos. Ele ficou conhecido na cidade por celebrar o ritual da queima das cruzes na Sexta-feira da Paixão.

    Cláudio Romero nasceu em Monsenhor Paulo (MG) em 1958. Em janeiro de 1984, foi ordenado sacerdote, em Santana da Vargem (MG), por Dom Luciano Mendes de Almeida. Trabalhou em paróquias nas cidades de Guapé (MG), Campo do Meio (MG), Coqueiral (MG), Cristina (MG) e Lambari (MG).

    Ele é de família daqui, mas foi criado em Santana da Vargem. Estudou e trabalhou aqui antes do seminário. Como seus pais estão enterrados, sua vontade era ser enterrado também aqui.

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    O corpo do Padre Cláudio foi velado na Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda em Três Pontas desde às 23:30 desta segunda-feira. Na manhã de hoje, terça-feira, centenas de fiéis e religiosos foram se despedir ainda na Igreja Matriz, onde o Bispo Dom Pedro celebrou uma Missa.

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    A Igreja estava lotada e muitas coroas de flores homenagearam o sacerdote.
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    Dentre os religiosos presentes estava o Padre Roberto Donizete, muito querido em Três Pontas.
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    Muitos fiéis choraram diante do caixão, mostrando o carinho e amor pelo Padre Cláudio.

    Na sequência, o cortejo em direção ao Cemitério Municipal onde haverá em instantes o seu sepultamento.

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    Biografia

    Padre Cláudio nasceu em Monsenhor Paulo no dia nove de janeiro de 1958, filho de José Vanelli e Maria Aparecida Silveira Vanelli, naturais de Três Pontas. Em 1960 veio morar em Santana da Vargem onde fez o primário e o ginasial. Durante este período, buscou trabalhar um pouco na roça e também como servente de pedreiro, mais tarde como balconista em um bar. Terminado o ginasial, com muitas dificuldades, morando em Santana, foi cursar o Técnico em Contabilidade, em Três Pontas, cidade próxima, mas o ir e vir todos os dias era penoso por depender de caronas e, muitas das vezes, o retorno era a pé (17km). Em algumas ocasiões perambulava pela praça vazia esperando a aurora chegar para tomar o primeiro ônibus – seis da manhã – e ir para o serviço. Também trabalhou como oleiro na fabricação de tijolos.
    Mais tarde, com tentativas de busca de emprego em Três Pontas, conseguiu por um certo tempo trabalhar como auxiliar de limpeza no Clube Trespontano, depois no comércio de vendas de parafusos e acessórios e no bar da rodoviária. Tudo isto durou pouco até conseguir trabalhar em um escritório de contabilidade, onde pode sentir que ali seria a sua “praia”.
    Ao mesmo tempo, participando do Grupo de Jovens, foi despertado ao reencontro de uma vocação calada desde a infância. Através do Padre Pepê, da Comunidade Magnificat, fez algumas jornadas e experiências em encontros e este o apresentou como candidato ao Seminário de Filosofia, em Três Corações, no ano de 1977. Ali pôde concluir o curso em 1980, dirigindo-se em seguida para Taubaté para o Convento dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, onde cursou Teologia de 1980 a 1984.
    Ordenou-se diácono em julho de 1983, na cidade de Monteiro Lobato – SP, Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso, pelo Bispo Dom Eusébio Oscar Sheid e em janeiro de 1984, no dia 14, foi ordenado sacerdote, em Santana da Vargem, pelo saudoso Dom Luciano Mendes de Almeida.
    Designado para Elói Mendes, Paróquia Divino Espírito Santo, trabalhou por 10 meses; depois em Cristina, também Paróquia do Divino, por 5 anos; fez uma transição por Guapé, Paróquia São Francisco de Assis, por 5 meses; depois nomeado para Campo do Meio, Paróquia Nossa Senhora Aparecida, por 3 anos; Coqueiral, Paróquia Divino Espírito Santo, por 10 anos, até chegar nas Águas Virtuosas de Lambari, aos 27 dias de fevereiro de 2004, completando 9 anos. Posteriormente, foi transferido para a Paróquia Cristo Bom Pastor, de Elói Mendes, permanecendo durante estes três anos, como Administrador Paroquial.

    (Fontes: G1 Sul de Minas e Café Mutuca)

  • HOMENAGEM: Dona Nair se foi, mas deixa um legado, ensinamentos e saudades

    HOMENAGEM: Dona Nair se foi, mas deixa um legado, ensinamentos e saudades

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    Dizem que os grandes homens e mulheres não morrem, pois seus ensinamentos são eternos, seu legado passado de geração em geração e sua saudade sentida mesmo com o passar dos tempos. E está sendo assim com os familiares de Dona Nair d’Aparecida Vinhas Andrade, que faleceu recentemente em Três Pontas.

    O Conexão Três Pontas aproveita a dolorosa ocasião para prestar uma homenagem a essa grande mulher.

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    Nair D’aparecida Vinhas Andrade casou-se com José Barros de Andrade. Mãe de 4 filhos (Fernando, Marina, Deizi e Marcos Aurelio) e avó de 6 netos (Fernanda, Renata, Bethânia, Luís Gustavo, Gabriel e Luana). Deu início a uma grande rede comercial há mais de 50 anos.

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    Nome de exemplo para todos; mulher dedicada, carinhosa, católica e de imenso coração. É com tamanha tristeza que a população de Três Pontas, amigos e familiares se despediram dessa mulher exemplar, que já tem seu nome eternizado.

    Nair, uma grande Mulher!

    Feliz, abençoada e privilegiada é a pessoa que teve a chance de conhecer uma alma tão generosa, sensível e bela como a tua Nair.

    Eternamente gratos serão aqueles por terem vivido ao lado de uma mulher incomparável e inesquecível. Lutadora e guerreira, que agia com o pulso forte de uma gigante, e ao mesmo tempo com a doçura de uma criança.

    Incansável defensora do que é justo e correto, possuía um coração maior do que ela mesma. Zelosa e verdadeira no seu jeito de tratar as pessoas, percebia-se em seu olhar e em suas atitudes o quanto ela era confiável e extremamente fiel aos seus princípios.

    Naturalmente conseguia encantar a todos com a sua personalidade, forte, única e sempre com uma sensatez admirável.

    Apaixonada pela vida, por seus amigos e por sua família, possuía a capacidade louvável de abrir mão de si pelo bem de outra pessoa.

    Trazia no rosto a marca inconfundível de um sorriso lindíssimo e iluminado, que contagiava as nossas almas e trazia paz aos nossos corações.

    Muito obrigado por tudo. Todos os ensinamentos. Por toda a tua vida! Descanse em paz Nair!

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  • LUTO: Mortes de “Renatão” e da jovem Camila provocam comoção e revolta em Três Pontas

    LUTO: Mortes de “Renatão” e da jovem Camila provocam comoção e revolta em Três Pontas

    A cidade de Três Pontas se comoveu com as mortes da jovem Camila Emídio e do popular “Renatão”, uma das figuras mais emblemáticas de Três Pontas. Mistos de dor, saudade e revolta, como no caso de Camila, estão sendo notados nas ruas e nas redes sociais. O Conexão apurou um pouco desse universo e aproveita para homenagear essas duas pessoas que já deixam grandes saudades.

    Camila Emídio

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    De acordo com informações apuradas junto a amigos e familiares de Camila, a jovem noiva de 25 anos de idade, que trabalhava na empresa educacional Cootec, começou a sentir fortes dores e foi encaminhada ao hospital nesta semana, sem saber que estava grávida. Teria descoberto uma gravidez tubária que foi seguida de hemorragia, onde veio a não resistir. Um tremendo choque para familiares e amigos que amavam e amam essa jovem de muito trabalho e grandes sonhos.

    Seu enterro foi marcado por muita emoção e também por revolta, haja vista que alguns acusam um médico de Três Pontas para um possível erro médico, conforme comentário extraído da página de Camila, no facebook, postado por uma prima com os seguintes dizeres:

    “Não são todos os médicos de Três Pontas… Ainda temos os que tem amor a profissão e ao próximo… Mas no caso dela, foi sim negligência do “Doutor”…”

    A informação é de que um dos médicos que a atendeu não teria percebido a gravidade do caso e tratado como crise de gases.

    Uma amiga postou um texto emocionante, relembrando um pouco da personalidade dessa jovem que tinha planos de se casar e constituir família:

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    “Camila Emidio

    Nossa Mamis, aqui não tem nem a metade das nossas fotos.

    São fotos de todos os momentos, você estava sempre ao meu lado e como pode me deixar? Não da pra acreditar ainda!

    Não tenho forças nem palavras somente lágrimas, o qe eu tenho a dizer é que você fez parte dos melhores momentos da minha vida, só isso basta, afinal não consigo dizer muita coisa!

    É incrível que ao ver ao falar de você ao escorrer as lágrimas tem sempre um sorriso, você fez o meus dias mais felizes, você não morreu você foi fazer festa em outro ambiente sua vida era uma festa e assim fazia da nossa também!

    Marrenta ela? Nunca kkkk Implicante? Nunca kkk Observadora? Nunca kkk Falava alto? De jeito nenhum. Mais alegre? SEMPRE. Como você me fez rir nessa vida! Mais foi com esse seu jeitinho que você conquistou minha amizade, meu carinho, meu amor.

    E o copo? Ainda continua na mão. Quem me deu o meu primeiro copo de cerveja? Claro que foi ela.

    Nosso lema é: Viva cada momento como se fosse o ultimo. E foi isso que a gente, você fez.

    Nem imagino como será meus dias sem você! Que dor dizer isso!

    Você com certeza já está deixando saúdes, tudo me faz lembrar você, hoje acordei olhei pela janela e claro que lembrei de você Á LÁ MINHA CASA, até hoje não consegui achar hehe

    São tantas coisas pra dizer, são tantos momentos, são tantas fofocas, mais tudo vai ficar aqui na minha memória. Você vivera sempre em meu coração nosso grupo no watts já diz: Friends Parceiras continuará sendo nós 3 você estará de outra forma com a gente vai ser nosso anjo, nossa protetora! Protetora da sua neta Anna Júlia!

    Amigo é coisa para se guardar

    No lado esquerdo do peito

    Mesmo que o tempo e a distância digam “não”

    Mesmo esquecendo a canção

    O que importa é ouvir

    A voz que vem do coração

    Pois seja o que vier, venha o que vier

    Qualquer dia, amigo, eu volto

    A te encontrar

    Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar …

    Te amo para todo sempre!

    Obrigado a todos pelo apoio, carinho e atenção sem vocês não teria força pra enfrentar essa perda tão grande em minha vida”.

    Renatão

    Uma das figuras mais populares de Três Pontas, conhecido pelo chapelão, pela baixa velocidade em que circulava com sua caminhonete e também pela quantidade infindável de histórias e amigos. Esse era Renato Mendonça, o inconfundível Renatão. Ele também faleceu nesta semana em Três Pontas e causou grande comoção.

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    De acordo com a neta Lara Tiso, Renatão tinha 85 anos, nasceu em Três Pontas, foi casado com Jaceline Garcia Miranda Mendonça, numa união que já durava 64 anos. Tinha 6 filhos, 13 netos e 5 bisnetos. Trabalhou como boiadeiro e depois virou fazendeiro.

    Para Lara, Renatão morreu de tristeza, em decorrência da morte recente de um filho.

    “O que mais gostava de fazer era negociar gado, agradar os amigos e familiares. A lição que ele deixou é que a amizade é a coisa mais importante na vida”, comentou Lara.

    O Conexão Três Pontas se solidariza com os familiares e amigos neste momento de dor…

  • LUTO: Morte de taxista jovem comove cidade de Três Pontas

    LUTO: Morte de taxista jovem comove cidade de Três Pontas

    A cidade de Três Pontas se comoveu com a morte do jovem taxista Ronaldo José de Lima, de 41 anos de idade, vítima de infarto nesta semana. Ronaldo que atualmente fazia ponto na Rodoviária da cidade trabalhou por anos na Prefeitura Municipal e era muito querido por todos.

    Ronaldo nasceu em 11 de agosto de 1974 em três Pontas. Filho de Maria José Vieira de Lima e do pai (já falecido) Vicente Corrêa de Lima, era casado e pai de dois filhos, sendo Igor de Souza Lima, de 20 anos (do primeiro casamento) e Yuri Gabriel, de apenas 11 meses, da mulher atual.

    Na Prefeitura exerceu a profissão de motorista de ônibus. Estava no táxi há cerca de 15 anos. Além disso, possuia duas vans, que levam alunos para a faculdade de Varginha.

    Ronaldo e a irmã Raquel.

    Ronaldo tinha um problema de nascença no coração e não cuidava muito de sua saúde, segundo sua irmã Raquel Lima, que falou ao Conexão.  “Ele sentiu uma forte dor no peito na terça feira dia 10, depois de ficar muito nervoso com uns problemas de serviço. Levamos ele pro Pronto Socorro e já mandaram internar, mas na troca de plantão, o outro médico liberou ele depois dele pedir, mas mandou ele procurar um cardiologista urgente. Na quarta-feira (11) foi ao médico. A dor estava muito forte e o médico já mandou ele direto pro hospital para internar, chegando lá desmaiou de dor e já foi direto pra UTI. Foi confirmado um infarto, mas ele estava conversando. Mas na quinta-feira, no horário da visita, teve uma parada cardíaca e já ficou só sedado e não voltou mais. No domingo levaram ele pra Varginha pro Hospital Regional. Na quarta-feira, dia 18, ele faleceu às 13hs30min”, explicou Raquel.

    Ainda conforme a irmã de Ronaldo, ele teve 3 infartos e 3 paradas cardíacas. Ronaldo Lima tem dois irmãos, Rudinei que também é taxista e Raquel, que exerce a profissão de cabeleireira.

    Raquel, Ronaldo, a mãe Maria José e Rudinei.

    Para os familiares, Ronaldo, que tinha muitos amigos, tinha um defeito: trabalhava demais, tendo um perfil explosivo e temperamental. “Ele era muito honesto com suas coisas e não passava por cima de ninguém pra se dar bem. Ele conquistava suas coisas com seu próprio suor. E as vezes acabava sendo vítima da má fé e da inveja de outros profissionais. Ele era um ótimo pai, cuidava muito bem dos filhos pra não deixar faltar nada. Tinha planos de comprar mais uma van e um ônibus, e seu sonho era ver seus filhos formados na faculdade. Não tenho palavras pra explicar tamanha dor. Éramos muito unidos e sempre o amarei demais”, ressaltou emocionada a irmã Raquel.

    O sepultamento foi na quinta-feira às 09hs00. Muitas pessoas que conheciam Ronaldo e que o admiravam como pessoa e profissional foram até o Velório Municipal se despedir. A dor dos familiares e amigos, pela morte repentina, vítima de problemas no coração apesar de muito jovem, era visível.

    A homenagem do Conexão Três Pontas a esse trabalhador e os nossos sentimentos aos familiares e amigos.