Tag: Polêmica

  • INVESTIGAÇÕES SOBRE A COVID-19 REACENDEM DEBATE NOS EUA E COLOCAM ANTHONY FAUCI NOVAMENTE NO CENTRO DA POLÊMICA

    INVESTIGAÇÕES SOBRE A COVID-19 REACENDEM DEBATE NOS EUA E COLOCAM ANTHONY FAUCI NOVAMENTE NO CENTRO DA POLÊMICA

    SERÁ QUE FOMOS ENGANADOS ESSE TEMPO TODO? SERÁ QUE, PELO PODER, BRINCARAM COM A VIDA DE 7 MILHÕES DE PESSOAS?

    Mais de seis anos após o início da pandemia de Covid-19, que mudou a história da humanidade e deixou milhões de mortos, os Estados Unidos voltaram a colocar a condução da crise sanitária sob intenso escrutínio político e jurídico. No centro das investigações está o imunologista Anthony Fauci, ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) e principal rosto da resposta americana à pandemia.

    Nos últimos dias, Fauci compareceu ao Senado dos Estados Unidos para prestar depoimento diante da Comissão de Segurança Interna, presidida pelo senador republicano Rand Paul. Durante a audiência, ele invocou repetidamente a Quinta Emenda da Constituição americana, recusando-se a responder a mais de uma centena de perguntas sob a alegação de que qualquer declaração poderia ser usada contra ele em futuras ações judiciais.

    A decisão provocou forte repercussão política. Parlamentares republicanos afirmam que a recusa reforça a necessidade de aprofundar as investigações sobre a condução da pandemia, enquanto democratas classificam a audiência como uma ofensiva de caráter político contra um dos principais cientistas da saúde pública americana.

    Outro ponto que alimentou a controvérsia foi a divulgação de documentos e anotações pessoais de Fauci, obtidos durante as investigações e usados pelos senadores para confrontar declarações públicas feitas por ele durante a pandemia. Os republicanos sustentam que esses registros revelariam divergências entre discussões internas e posicionamentos apresentados à população. Fauci, por sua vez, nega qualquer irregularidade e afirma que os documentos não comprovam prática criminosa. Até o momento, não houve decisão judicial que conclua pela responsabilidade criminal do ex-assessor.

    As investigações também voltaram a discutir a origem do SARS-CoV-2. O governo americano atual e um relatório da comissão da Câmara dos Representantes passaram a considerar um acidente laboratorial como a hipótese mais provável, embora reconheçam que ainda não existe prova conclusiva. Outros setores científicos continuam defendendo que a origem natural permanece plausível diante das evidências disponíveis.

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    Enquanto o debate político continua, os números da pandemia permanecem como um dos capítulos mais dramáticos da história recente.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, a Covid-19 provocou mais de 7 milhões de mortes oficialmente registradas no mundo, embora estudos indiquem que o excesso de mortalidade possa superar 20 milhões de vidas perdidas globalmente. No Brasil, o Ministério da Saúde registrou mais de 715 mil mortes, colocando o país entre os mais atingidos pela doença.

    Mesmo anos depois do auge da crise sanitária, perguntas fundamentais continuam sem respostas definitivas. A origem do vírus, as decisões adotadas durante a emergência, a transparência das autoridades e as responsabilidades individuais seguem alimentando investigações, debates científicos e disputas políticas que ainda estão longe de um consenso.

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    Opinião

    Exigiram lockdown e nos mandaram ficar em casa! Ameaçaram a economia e milhões de empregos. Estabelecimentos fecharam, empresas faliram, empreendedores cometeram suicídio! Criaram a fórceps vacinas sem o tempo necessário para a devida investigação, a eficácia e os efeitos colaterais. Casos de miocardite e trombose dispararam. Será apenas coincidência? Tudo sobre a necessidade de atender uma questão emergencial. Proibiram as pessoas de circular em determinados locais caso não estivessem vacinadas. Contestaram e ridicularizaram aqueles que defendiam a eficácia da hidroxicloroquina e da ivermectina. Nos obrigaram a usar mascaras. Artistas e a imprensa tiveram papel central no convencimento. Chamaram quem pensava o oposto de genocida, de terraplanista, de fascista e de negacionista.

    Outra situação preocupante é o fato do então presidente americano Joe Biden ter preventivamente (antes do ocorrido) dado perdão presidencial ao Sr. Anthony Falci. Ou seja, perdoou antes do crime, perdoou sabendo que lá na frente ele precisaria desse perdão para não ser condenado. Será que foi uma troca de favores? Não é, no mínimo, estranho alguém ser perdoado antes de praticar um crime? Isso não mostra, inclusive, que o ex-presidente tinha conhecimento de que um crime seria posteriormente cometido?

    Mas agora, no senado americano, o que vem à tona é estarecedor e pode mudar completamente tudo o que sabíamos sobre a maior pandemia da história da humanidade. Quem será o genocida de verdade? Quem serão os negacionistas? Será que brincaram com a nossa cara e a vida de 7 milhões de pessoas? Tudo, simplesmente, por dinheiro e poder?

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  • APURAÇÃO: CONEXÃO BUSCA A VERDADE SOBRE MORTE DE BEBÊ NA MATERNIDADE EM TRÊS PONTAS

    APURAÇÃO: CONEXÃO BUSCA A VERDADE SOBRE MORTE DE BEBÊ NA MATERNIDADE EM TRÊS PONTAS

    Publicações de grande gravidade repercutiram nas redes sociais aqui em Três Pontas nesses últimos dias. O teor cita o falecimento de um bebê, num parto de gêmeos, onde algumas pessoas questionam a atuação do médico responsável e a estrutura da Maternidade de Três Pontas.

    Numa das publicações nas redes sociais que obteve vários compartilhamentos, a autora do comentário disse o seguinte:

    “POR ERRO MÉDICO, INOCENTES PAGAM…

    Venho através dessa mostrar a minha indignação e tristeza com a Maternidade de Três Pontas! Até quando vamos ter que passar por isso? Nem todas as mães têm condições de ter um parto normal e por outro lado nem todas têm condições de pagar uma cesárea e é aí que acontece um absurdo desse, os médicos induzem o parto normal e muitas vezes o bebê perde a vida.

    E hoje foi um dia triste onde uma mãezinha saiu de casa grávida de gêmeos e tentaram fazer um parto normal nela. Aí vocês já imaginam o que aconteceu né?

    Um dos bebês perdeu a vida e o outro bebê foi transferido para o hospital de Alfenas, de helicóptero.

    É muito triste saber de tudo isso! Vamos nos unir para que nenhuma mãezinha passe por isso! Vamos melhorar Três Pontas!

    Todas as mães deveriam ter direito de escolha do parto. Indignada! Mais uma vez um bebê paga com a própria vida!”

    Diante da repercussão do caso e da gravidade das denúncias, a nossa reportagem procurou ouvir todos os envolvidos.

    Conseguimos contato com o tio dos bebês. O irmão da mãe Lívia, Luan Rodrigues, falou com nossa reportagem:

    “Minha irmã estava grávida de gêmeos e com 27 semanas ela foi fazer um ultrassom e descobriu que o cólo do útero dela estava fino. Mas bem antes disso ela fez vários outros ultrassons e estava perfeito. Meus sobrinhos estavam saudáveis, tudo certo.

    Aí com 27 semanas ela foi fazer ultrassom e descobriu que tava o cólo do útero estava fino para segurar os bebês.  Ela fez tudo que os médicos pediram, repouso, tomou os medicamentos, cumpriu as ordens do médico, tudo…

    Domingo agora, dia 26, ela começou a sentir dor de contrações e foi para o hospital. Chegando lá ela foi avaliada pelo Doutor Eduardo Marcondes. Ela estava com três dedos de dilatação e ele disse que era normal e que ela podia voltar para casa. Aí minha mãe, com medo, falou para ele transferir ela para outra cidade, porque aqui não tem recurso nenhum na Maternidade. Ele falou que podia ir para casa. Minha mãe falou pro Doutor no dia da cerclagem que ela não podia ganhar aqui. Mas o Doutor Eduardo falou que ela podia sim, porque ele que era o médico e não foi só ele que falou isso. Outros três médicos falaram isso, que ela podia voltar para casa. Ele ainda fez várias piadas para minha mãe, com muita falta de educação…

    E na terça agora, dia 28, minha irmã veio sentir mais dor e voltou para o hospital. Chegando lá ela já estava com nove dedos de dilatação e entrou em trabalho de parto. Tentaram fazer um parto normal, na primeira contração, junto com meu sobrinho que tava com o coração fraco e depois mudou para uma cesária às pressas. Aí foi feito e começaram os problemas. E se você ver como nasceu o meu sobrinho, tão perfeito, formado… Minha irmã carregou eles por 33 semanas com muito amor.

    E a Maternidade está tentando tampar o buraco. No registro de identificação do meu sobrinho estão colocando que ele estava com 39 semanas, mas não foi isso! É que com 39 semanas o parto poderia ser feito aqui. Mas foi com 33 semanas apenas.

    Trataram minha mãe com muita falta de educação. Deixaram elas sem jantar e aí ela foi atrás dos enfermeiros porque estavam com fome.

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    Foi uma fatalidade muito grande para a nossa família. Doutor Eduardo Marcondes é médico de alto risco né? Ele sabia que ela não podia ganhar aqui, que aqui na maternidade não tem suporte nenhum. Tinha que transferir e eu acredito que se tivessem transferido ela no domingo, meu sobrinho estaria vivo e a gente não ia precisar passar por isso.

    Estamos muito abalados, minha irmã tem 17 anos apenas e ele sabia que era alto risco. Três dedos dilatados, eles tinham que transferir ela já no domingo. Ele me falou que tem diploma né, mas não serviu pra nada…”, declarou.

    O QUE DIZ A SANTA CASA

    Levamos as denúncias até a Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Em contato com a direção, o que nos foi passado foi o seguinte:

    “É importante esclarecer que todos os procedimentos aconteceram dentro dos protocolos, sendo cumpridos rigorosamente.

    A mãe esteve na Maternidade, examinada, avaliada e ainda não era o momento para a realização do parto, foi dada alta pelo médico, com a recomendação que havendo alguma mudança, dores ou qualquer sintoma retornasse para nova avaliação. No retorno na terça-feira e após avaliação foi constatada a necessidade de cesariana devido a avançada dilatação. O SAMU não mais poderia fazer o resgate devido o risco a mãe e aos bebês. Foi feito cesariana com nascimento dos bebês. Foi acionado SAMU e após grande demora devido problemas técnicos no transporte um bebê teve parada cardiorrespiratória, dentro ambulância, em seguida por 2 horas tentada a reanimação. O outro bebê foi transferido para Alfenas, já que a Santa Casa de Três Pontas não possui este serviço de UTI neonatal.

    Tudo que poderia ser feito foi realizado dentro das normas técnicas, protocolos de segurança, primando pela saúde e segurança da mãe e dos bebês. As acusações de que orientamos ou exigimos pela realização de partos normais ou de cesáreas, não condizem com a verdade e, juntamente com outras afirmações errôneas, serão frutos de medidas judiciais.

    Os partos são feitos de acordo com a necessidade, independente do custo ser mais alto para a Santa Casa ou não, pois sempre prezamos pela segurança do paciente.

    Através das redes sociais, e sem nenhum controle sobre elas, por vezes reputações de profissionais ou instituições são maldosamente atingidas.

    Nos sensibilizamos profundamente com a perda do bebê e afirmamos que mediante avaliação certificamos que não houve erro ou imprudência em todo processo”, disse o HSFA.

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    PROCURAMOS PELO MÉDICO CITADO

    Nossa reportagem também conversou com o ginecologista e obstetra Dr. Eduardo Marcondes Lemos. Ele destacou que todas as medidas necessárias foram tomadas e que estão distorcendo os fatos, culpando-o pelo ocorrido e por situações que não condizem com a verdade, já que ele afirma não ter sido ele quem fez o parto e que sequer estava na Santa Casa naquele dia. Ele também afirmou que não deu alta para a paciente antes do parto.

    “A informação mais importante é que há um grande equívoco no que foi falado, já que não fui eu que fiz o parto. Eu não estava na Maternidade naquele dia. E nem fui eu quem deu alta para ela antes do parto, na segunda-feira. Eu acompanhei o pré-natal. Mas o parto foi outra profissional. No momento oportuno, seguindo as orientações dos meus advogados, que estão tomando todas as providências cabíveis, nós iremos nos pronunciar. Estamos tranquilos e convictos de que o resultado não se trata de erro médico”, revelou.

    Nossa reportagem ainda segue apurando e acompanhando os desdobramentos desse caso e trará, de forma profissional e responsável, novos detalhes e informações.

    Nos colocamos à disposição de todos os envolvidos para novos esclarecimentos.

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  • VÍDEO: POLÍCIA MILITAR PRENDE HOMEM APÓS DANIFICAR VEÍCULO E RESISTIR À ABORDAGEM EM SANTANA DA VARGEM

    VÍDEO: POLÍCIA MILITAR PRENDE HOMEM APÓS DANIFICAR VEÍCULO E RESISTIR À ABORDAGEM EM SANTANA DA VARGEM

    PROCURADO PELO CONEXÃO, COMANDO DA PM EXPLICA AÇÃO POLICIAL E NEGA ABUSOS.

    As imagens são fortes. Nelas vemos um homem sendo contido por policiais militares e por seguranças contratados durante a realização de um evento gastronômico em Santana da Vargem. O indivíduo é contido com a utilização de uma espécie de taser (arma de choque ou de incapacitação neuromuscular), cai e leva alguns golpes de cacetete e chutes. Imagens que circulam nas redes sociais e que repercutiram em muitos portais de notícia mostram apenas um trecho de toda ocorrência que, segundo a PM, teria começado após o homem causar tumulto e problemas no evento e resistir à prisão. “Não houve nenhum abuso policial, agimos dentro dos rigores da lei para neutralizar um indivíduo que, descontrolado, insistiu em não se entregar e causar mais problema”, disse o comando da PM com exclusividade ao Conexão Três Pontas.

    A própria Polícia Militar, após contato da nossa reportagem, nos encaminhou um resumo dos fatos e do Boletim de Ocorrência:

    “Na madrugada de 25 de julho de 2026, durante o Festival Gastronômico realizado no município de Santana da Vargem, a Polícia Militar foi acionada por populares, que relataram que um homem estaria danificando um micro-ônibus Mercedes-Benz estacionado na lateral do palco do evento.

    Ao chegarem ao local, os militares encontraram o autor em visível estado de exaltação e agressividade. Alguns seguranças do evento conseguiam mantê-lo naquele local, impedindo que ele se afastasse, porém ainda não haviam conseguido dominá-lo ou fazer cessar seu comportamento agressivo.

    Quando a equipe policial se aproximou para realizar a prisão, o homem passou a proferir palavras ofensivas contra os militares, recusou-se a cumprir as ordens legais e adotou postura de combate, com os punhos cerrados e em posição de luta, desafiando os policiais para confronto físico.

    Durante a intervenção, o autor investiu contra os seguranças e contra os policiais militares, oferecendo intensa resistência ativa à prisão e desferindo socos e chutes. Diante das agressões e do risco à integridade física dos profissionais e das demais pessoas presentes, foi necessário o emprego progressivo da força.

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    Inicialmente, foram utilizados bastão de madeira e espargidor de agente de pimenta, contudo esses recursos não foram suficientes para cessar a agressividade. Em seguida, foi empregada uma arma de incapacitação neuromuscular, que possibilitou a queda e a contenção do autor.

    Mesmo no solo, durante o procedimento de algemação, o homem continuou se debatendo e resistindo à prisão, sendo necessário novo emprego do espargidor de agente de pimenta e a contenção de seus membros inferiores, até que fosse possível concluir sua imobilização com segurança.

    Durante a resistência, o autor agrediu um policial militar, causando-lhe inchaço na testa e um corte na região do nariz. Um segurança do evento também sofreu lesão na mão direita.

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    Após a prisão, o autor foi conduzido à Unidade Básica de Saúde de Santana da Vargem, onde recebeu atendimento médico e teve retirados os dardos da arma de incapacitação neuromuscular. Posteriormente, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

    O homem foi preso pelos crimes de dano, desacato, desobediência, resistência e lesão corporal praticada contra agente de segurança pública”, explicou a nota da Polícia Militar.

    O caso seguirá sob investigação e as providências legais.

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  • VEREADOR GERALDO COELHO CAUSA REVOLTA EM COLEGAS LEGISLADORES POR CONTA DE FALA POLÊMICA

    VEREADOR GERALDO COELHO CAUSA REVOLTA EM COLEGAS LEGISLADORES POR CONTA DE FALA POLÊMICA

    Primeira fala foi na semana passada; Ontem ele reforçou suas declarações e clima segue instável

    Na reunião ordinária da segunda-feira da semana passada, 15 de junho, da Câmara Municipal de Três Pontas, o Vereador Geraldo Coelho, durante o Pequeno Expediente, fez uso da palavra e dentre os pontos abordados trouxe à tona a questão das casas populares que, segundo ele, teriam sido prometidas por alguns políticos trespontanos.

    A fala, contundente e polêmica, gerou revolta entre alguns colegas legisladores que, imediatamente, fizeram uso da palavra, contestando os dizeres de Coelho.

    A FALA DE COELHO

    Segundo Geraldo Coelho, alguns políticos prometeram entregar casas populares para famílias carentes da cidade e mentiram:

    “Eu fui cobrado novamente nas ruas e toda vez que eu for cobrado eu trarei esse assunto aqui. O vereador Antônio já foi cobrado e o vereador Roberto também. Eu não tenho nada com isso e não prometi nada.

    Teve uma reunião nessa Casa, vai fazer mais de um ano, e eu trouxe fotos para mostrar.

    Eu quero que a imprensa mostre, o Prefeito Luisinho estava presente, vários vereadores, representantes do Creas, do Cras, a imprensa, várias pessoas… Eu não prometi casa para pessoas de baixa renda. Eu não prometo!

    Então quero pedir às pessoas, já que o Luisinho prometeu, alguns vereadores prometeram, que procurem essas pessoas. Venha no gabinete dos vereadores e vá lá na Prefeitura.

    Eu aceito a cobrança, mas estou cobrando o Prefeito aqui. Faz um ano e quatro meses dessa promessa. Não é Minha Casa Minha Vida, e que também não vai sair do papel. Já estive no Ministério do Desenvolvimento em Brasília, Ministério das Cidades, e não tem nada de casa para Três Pontas, para a baixa renda. Eu morro de dó, mas é mentira! A mentira não é minha, nem do Antônio e nem do Roberto.

    Peço ao Prefeito que explique porque prometeu e cadastrou 3700 pessoas. Vergonhoso! É mentiroso o senhor Prefeito! E quem estava junto e também prometeu também é mentiroso!

    Brincar com o sentimento da população, daquelas pessoas carentes, É vergonhoso. Falem a verdade! Vocês falaram isso para ganhar na política.

    Eu não prometi! Quem prometeu foi o Prefeito e outros vereadores que estavam na foto aqui. Encheram a casa aqui ainda… Por que não levaram para o gabinete do Prefeito?

    Eu fico triste com uma administração ruim, péssima. Mentirosa. Mente, mente, mente…

    Quero ver aqui vereador que vai me contestar e dizer que não prometeu… Semana que vem eu vou trazer óleo de peroba para passar na cara de todo mundo…”

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    RESPOSTAS

    Imediatamente o presidente da Câmara, Myller Bueno de Andrade, questionou a fala de Coelho:

    “Vereador, eu não sei se o senhor estava aqui no dia, mas o vereador Roberto estava. O senhor disse que todos os vereadores prometeram e o senhor está equivocado. Nós abrimos aqui a Casa do Povo, para receber as pessoas, já que no gabinete não caberia. E como bons hospitaleiros a gente estava aqui representando a Câmara de Vereadores para não deixar o Prefeito sozinho aqui com a população. Nós ficamos juntos e não houve promessa de vereadores. Já que o senhor disse que houve promessa de vereadores o senhor deve incluir o vereador Roberto que também estava aqui. O senhor não deveria falar isso já que não estava aqui no dia. Essas fotos mostram apenas nós acompanhando a reunião. Eu prometi casa para alguém senhor vereador? O senhor tem que falar as coisas com propriedade”, respondeu…

    Na sequência foi a vez do vice-presidente da Câmara, vereador Rodrigo Silva:

    “Pela ordem, senhor Presidente! Quando o vereador (Coelho) diz que os vereadores prometeram casa, alto lá senhor Vereador! Eu não estava aqui e não estava na foto. Quando o senhor se refere, ‘eu, Roberto e Antônio somos cobrados’, não exime os três de responder aos anseios da comunidade. E quando o senhor diz que os vereadores prometeram casa isso é uma falácia! Não é verdade, eu não prometi casa para ninguém! Quando o senhor fala que trará óleo de peroba, o senhor está tratando os demais vereadores com falta de zelo. Nós temos que manter um ambiente pelo menos harmonioso. Na sua fala o senhor incluiu todos nós e não é bem assim…”.

    Na sequência, a vereadora Valéria Evangelista também se pronunciou:

    “Eu também não prometi casa para ninguém. Eu estava presente, como o senhor presidente explicou, apenas acompanhamos a reunião do Prefeito com as pessoas. Eu também não me coloco nesse meio…”

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    O vereador Professor Popó também comentou:

    “Eu acho que se alguém sair daqui de Três Pontas e for em qualquer Ministério em Brasília não vai achar nada para Três Pontas mesmo não! É preciso explicar que existe um processo, que começa com um levantamento, onde teve cerca de 3.000 inscrições. Escolhe-se os terrenos e se abre uma licitação. Quando chega em Brasília já tem que ter definido qual empresa irá construir as casas. Apareceram duas empresas e elas não entregaram os papéis. Abriu-se uma comissão para tentar entregar os papéis e não foi aprovado e então abriu-se uma nova comissão. Na hora que nesse chamamento aparecer a empresa qualificada e der o aval, aí tentará a aprovação de 97 casas. O processo é esse. Quem está me procurando eu estou simplesmente falando a verdade. Nenhum vereador promete casa, quem faz seleção é a Caixa Econômica Federal. Vamos falar as coisas certas, não é assim não…”

    O vereador Daniel Rodrigues também foi outro que se mostrou insatisfeito com as falas de Coelho. Daniel Rodrigues, assim como Matheus Dias Silva, têm sempre usado o Pequeno Expediente para expor suas ideias e ações, em alguns momentos discordando de determinadas falas ou ataques.

    Coelho voltou a pedir a palavra e disse que não citou o nome de ninguém…

    “Eu cutuquei a ferida? Por que vocês ficaram muito bravos? Será que eu tô mentindo?”, finalizou…

    O vereador Maciel Ramos também mostrou indignação com a fala do vereador Coelho afirmando que isso é simplesmente falar mal das pessoas e reforçou que ninguém prometeu nada…

    “Você olhar numa foto e falar esse tipo de coisa, Isso sim é vergonhoso!”

    COELHO DO BAR VOLTOU AO TEMA ONTEM, NO PLENÁRIO DA CÂMARA

    O polêmico vereador Geraldo Prado, popularmente chamado de Coelho do Bar, voltou a causar sentimentos distintos na Casa Legislativa, após reiterar algumas colocações da semana anterior e emendar com novas falar apimentadas:

    “Eu ando com as minhas próprias pernas e que não tem amizade com os vereadores de primeiro mandato aqui não! Lá fora da Câmara podemos tomar um café com todos, mas dentro da Casa Legislativa só tenho amizade com os vereadores antigos. Os vereadores novatos fizeram várias reuniões, grupo no whatsapp e excluíram os antigos”, declarou, passando a mensagem de que há um racha no Poder Legislativo em Três Pontas. Será?

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  • TREM FANTASMA: Justiça condena envolvidos em esquema que teria desviado recursos públicos em Três Pontas; penas passam de 65 anos de prisão

    TREM FANTASMA: Justiça condena envolvidos em esquema que teria desviado recursos públicos em Três Pontas; penas passam de 65 anos de prisão

    DEFESA CONTESTA DECISÃO: “A JUSTIÇA PRECISA EXPLICAR PONTOS CONTRADITÓRIOS E OMISSOS!”

    Uma das investigações mais impactantes da história recente de Três Pontas acaba de ganhar um novo e decisivo capítulo. Após anos de apuração, perícias, denúncias, prisões, recursos e intensa movimentação judicial, a Justiça condenou seis pessoas apontadas pelo Ministério Público de Minas Gerais como integrantes de um esquema que teria desviado recursos públicos da Prefeitura Municipal por meio de contratos relacionados à aquisição de peças automotivas.

    A decisão judicial, resultado das investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), reconheceu a prática de crimes como organização criminosa, peculato e embaraço às investigações. Somadas, as condenações ultrapassam 65 anos de prisão, além de centenas de dias-multa e indenizações ao município.

    A OPERAÇÃO

    O caso ficou conhecido como Operação Trem Fantasma, nome que remete à principal suspeita levantada pelas investigações: a existência de compras e registros de fornecimento de peças automotivas que, segundo a acusação, nunca teriam chegado aos veículos e máquinas da Prefeitura.

    Segundo o Ministério Público, o esquema funcionava através da emissão de documentos que indicavam a entrega de peças e insumos para veículos da frota municipal, embora diversos desses veículos estivessem sucateados, parados ou até mesmo sem condições de utilização. Em alguns casos, as investigações apontaram que veículos fora de circulação teriam recebido formalmente peças, combustíveis e serviços que jamais foram comprovados fisicamente.

    As suspeitas começaram a ganhar força em 2018, após denúncias que chegaram ao Ministério Público. O estado de conservação de veículos públicos e inconsistências em registros administrativos despertaram a atenção dos investigadores, que passaram a cruzar informações, documentos, notas fiscais e relatórios internos.

    O resultado foi uma das maiores operações de combate à corrupção já realizadas em Três Pontas.

    O QUE SIGNIFICAM OS CRIMES APONTADOS PELA JUSTIÇA?

    Embora os termos jurídicos possam parecer complexos, o entendimento é relativamente simples.

    Organização criminosa

    A Justiça entendeu que existia uma associação estruturada entre pessoas com funções definidas para a prática de crimes.

    Em linguagem popular, significa que não se tratava de uma ação isolada de uma única pessoa, mas de um grupo que atuava de forma organizada e coordenada.

    Peculato

    É um dos crimes mais graves praticados contra a administração pública.

    Ocorre quando um servidor público ou alguém ligado ao poder público se apropria ou desvia dinheiro, bens ou recursos que deveriam ser utilizados em benefício da população.

    Em outras palavras, trata-se do uso indevido do dinheiro que pertence aos contribuintes.

    Embaraço às investigações

    Esse crime ocorre quando alguém dificulta, atrapalha ou tenta impedir o trabalho da Justiça, da Polícia ou do Ministério Público.

    Pode envolver ocultação de informações, destruição de provas, omissão deliberada ou qualquer atitude destinada a dificultar a descoberta da verdade.

    QUEM FOI CONDENADO?

    A sentença determinou penas severas para quatro dos réus, que deverão cumprir pena inicialmente em regime fechado.

    _ José Gileno Marinho, ex-secretário municipal de Transportes e Obras, foi condenado a 16 anos, 3 meses e 10 dias de prisão, além de 70 dias-multa.

    _ Roberto Barros de Andrade, ex-secretário municipal da Fazenda, recebeu pena de 17 anos de reclusão e 63 dias-multa.

    _ César de Oliveira Pelegrini foi condenado a 10 anos e 5 meses de prisão, além de 45 dias-multa.

    _ Ronan Penido Reis recebeu pena de 11 anos, 10 meses e 10 dias de reclusão, além de 34 dias-multa.

    Já Ralph Duarte Funchal e Nicésio Campos Silva foram condenados pelo crime de embaraço às investigações, recebendo penas de 5 anos e 4 meses de prisão em regime semiaberto, além de 17 dias-multa cada.

    Além das penas criminais, José Gileno, Roberto Andrade, César Pelegrini e Ronan Penido foram condenados solidariamente ao pagamento de indenização ao município.

    Roberto Andrade também já teve seu nome envolvido em questões policiais por conta de diversas investigações envolvendo irregularidades em postos de combustíveis. 

    Na ocasião, uma grande operação de fiscalização foi deflagrada na manhã de 05 de agosto de 2025, em Três Pontas, tendo como alvo alguns postos de combustíveis. O trabalho conjunto contou com a participação de diversos órgãos, como a Polícia Civil, Polícia Militar, Agência Nacional do Petróleo (ANP), o Instituto de Metrologia e Qualidade do Estado de Minas Gerais (Ipem-MG), a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), o Corpo de Bombeiros e o Procon Municipal. O intuito foi constatar possíveis irregularidades na comercialização de combustíveis.

    Diversas viaturas fizeram o famoso “fecha” num posto localizado na Praça Teodósio Bandeira, no Centro de Três Pontas. E ali, de acordo com as informações que o Conexão Três Pontas obteve junto às autoridades e órgãos envolvidos, teriam sido constatadas diversas irregularidades, como:

    _ combustível adulterado;
    _ fraude na quantidade de combustível em relação ao que se pagava e ao que entrava no tanque;
    _ mistura dos componentes do combustível fora do percentual exigido por lei;
    _ problemas com a documentação legal;
    _ utilização de um tanque de armazenamento de combustível fora dos padrões e exigências.

    O grupo também esteve fiscalizando, até o fechamento desta reportagem, outro posto de combustível do mesmo proprietário, esse localizado na Avenida Oswaldo Cruz, início com a Avenida Nilson José Vilela.

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    MAIS DE MEIO MILHÃO DE REAIS DE INDENIZAÇÃO AO MUNICÍPIO

    O valor estabelecido pela Justiça inclui R$ 8.920,92 referentes aos danos materiais identificados no processo e mais R$ 500 mil por danos morais coletivos causados à sociedade.

    O CASO VOLTOU A GANHAR FORÇA EM 2026

    Mesmo após anos de tramitação, a Operação Trem Fantasma voltou ao centro das atenções em março deste ano.

    Na ocasião, dois investigados foram presos preventivamente após o Ministério Público sustentar que eles estariam adotando medidas para retardar o andamento do processo.

    Segundo a acusação, ambos deixaram de apresentar alegações finais durante longo período, o que poderia comprometer o andamento da ação.

    O Ministério Público entendeu que haveria uma tentativa de provocar a chamada prescrição — situação em que o Estado perde o prazo legal para aplicar eventual punição.

    Com base nesse entendimento, a Justiça decretou as prisões preventivas.

    Dias depois, entretanto, os investigados foram colocados em liberdade após apresentarem as alegações pendentes.

    INSATISFAÇÃO DA DEFESA

    A defesa contestou duramente a interpretação do Ministério Público e negou qualquer tentativa de manobra processual.

    Os advogados afirmaram que apenas exerciam direitos garantidos pela Constituição e que jamais buscaram impedir ou atrasar a atuação da Justiça.

    DEFESA AINDA PODE RECORRER

    A sentença não representa o encerramento definitivo do processo.

    O Conexão Três Pontas apurou que a defesa de alguns dos condenados já prepara recursos contra a decisão.

    O advogado Francisco Braga informou que pretende apresentar embargos de declaração, instrumento jurídico utilizado para solicitar esclarecimentos sobre pontos que a defesa considera contraditórios, omissos ou que necessitam de complementação na sentença.

    Enquanto os recursos são analisados, os condenados permanecem respondendo ao processo em liberdade, conforme decisão judicial já existente nos autos.

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    CORRUPÇÃO SEGUE ENTRE OS MAIORES DESAFIOS DO BRASIL

    Segundo levantamentos de órgãos de controle e instituições especializadas em transparência pública, desvios de recursos públicos continuam entre os principais fatores que comprometem investimentos em áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura e assistência social.

    Especialistas apontam que cada recurso desviado representa menos medicamentos nos postos de saúde, menos investimentos em escolas, menos manutenção de estradas e menos serviços para a população.

    É justamente por esse motivo que operações de combate à corrupção costumam despertar enorme interesse público.

    Quando o dinheiro investigado pertence ao contribuinte, toda a sociedade se torna diretamente afetada.

    A partir de agora, a Operação Trem Fantasma entra em uma nova fase jurídica, marcada por recursos, análises dos tribunais superiores e novos capítulos de um processo que já entrou para a história política e administrativa de Três Pontas.

    O Trem Fantasma continua em movimento nos tribunais. Mas uma coisa já é certa: a decisão desta semana representa um dos mais duros golpes já desferidos pela Justiça mineira contra um esquema de corrupção investigado na história recente do município.

    Serviço:

    *Não perca a entrevista exclusiva com o Advogado Criminalista, Dr. Francisco Braga, que defende alguns dos condenados. É o Conexão ouvindo todos os lados desta história de forma impaprcial, isenta e profissional. Hoje a tarde, ao vivo, no Facebook do Conexão Três Pontas.

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  • MAIORIDADE PENAL AOS 16 ANOS AVANÇA NA CÂMARA E REACENDE UM DOS DEBATES MAIS POLÊMICOS DO BRASIL: JUSTIÇA OU ILUSÃO?

    MAIORIDADE PENAL AOS 16 ANOS AVANÇA NA CÂMARA E REACENDE UM DOS DEBATES MAIS POLÊMICOS DO BRASIL: JUSTIÇA OU ILUSÃO?

    Poucos temas provocam tanta divisão entre os brasileiros quanto a redução da maioridade penal. Para uns, trata-se de uma medida urgente para combater a criminalidade e acabar com a sensação de impunidade. Para outros, a proposta representa uma solução simplista para um problema complexo, capaz de empurrar adolescentes para um sistema prisional já considerado falido. Nesta quarta-feira (10), o assunto voltou ao centro do debate nacional após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovar a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. A proposta recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários e agora segue para novas etapas de tramitação no Congresso Nacional.

    A discussão não é nova. Há décadas, o Brasil se divide entre aqueles que defendem punições mais severas para adolescentes envolvidos em crimes graves e aqueles que acreditam que o caminho está no fortalecimento da educação, da assistência social e das medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
    O texto aprovado na comissão prevê que adolescentes de 16 e 17 anos possam responder criminalmente como adultos em casos considerados de extrema gravidade, como crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. Atualmente, menores de 18 anos são submetidos exclusivamente às medidas socioeducativas previstas pela legislação brasileira.

    O avanço da proposta ocorre em um momento em que a violência continua sendo uma das maiores preocupações da população. Pesquisas realizadas nos últimos anos por diferentes institutos têm mostrado que uma parcela significativa dos brasileiros é favorável à redução da maioridade penal, especialmente diante de casos de crimes violentos praticados por adolescentes. O sentimento predominante entre os defensores da medida é de que jovens envolvidos em assassinatos, estupros e latrocínios já possuem consciência suficiente para responder por seus atos.

    Do outro lado, especialistas em segurança pública, direitos humanos e infância alertam que a redução da idade penal não ataca as causas estruturais da violência. Argumentam que adolescentes representam uma parcela relativamente pequena dos autores de crimes violentos no país e que o encarceramento precoce pode aumentar a reincidência criminal ao expor jovens às organizações criminosas que atuam dentro dos presídios.

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    O debate se torna ainda mais intenso porque mexe com uma questão sensível: o limite entre proteção e responsabilização. Afinal, aos 16 anos o jovem brasileiro pode votar, trabalhar formalmente e tomar decisões importantes sobre seu futuro. Mas estaria preparado para responder integralmente perante a Justiça Criminal como um adulto?

    Enquanto parlamentares favoráveis afirmam que a mudança atende ao desejo da maioria da população e fortalece o combate à impunidade, os opositores classificam a proposta como uma resposta emocional ao problema da violência, sem garantias concretas de redução da criminalidade.

    A aprovação na CCJ representa apenas o primeiro passo. Antes de virar realidade, a PEC ainda precisará passar por uma comissão especial e ser aprovada em dois turnos pelo plenário da Câmara dos Deputados, com apoio mínimo de três quintos dos parlamentares. Em seguida, o texto seguirá para análise do Senado Federal.

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    O fato é que a votação recolocou na mesa uma pergunta que há anos desafia governos, juristas, especialistas e a própria sociedade: punir mais cedo significa combater melhor o crime?

    A resposta continua dividindo o Brasil

    E talvez justamente por isso a discussão sobre a maioridade penal permaneça sendo uma das mais explosivas, emocionais e controversas da história recente do país.

    E você, leitor do Conexão Três Pontas? A redução da maioridade penal para 16 anos representa um avanço no combate à violência ou apenas transfere para adolescentes um problema que o Estado ainda não conseguiu resolver? O debate está aberto.

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  • “TRABALHAR PARA VIVER OU VIVER PARA TRABALHAR?”: APROVAÇÃO DO FIM DA ESCALA 6×1 INCENDEIA O BRASIL E DIVIDE PAÍS ENTRE ESPERANÇA E MEDO

    “TRABALHAR PARA VIVER OU VIVER PARA TRABALHAR?”: APROVAÇÃO DO FIM DA ESCALA 6×1 INCENDEIA O BRASIL E DIVIDE PAÍS ENTRE ESPERANÇA E MEDO

    O Brasil amanheceu mergulhado em um dos debates mais explosivos, polêmicos e transformadores das últimas décadas no mundo do trabalho. A Câmara dos Deputados aprovou o avanço da PEC que prevê o fim da tradicional escala 6×1 — modelo em que milhões de brasileiros trabalham seis dias para descansar apenas um — e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. A proposta agora segue para novas etapas de votação e, posteriormente, para análise do Senado.

    A discussão ultrapassou os corredores de Brasília e tomou conta das redes sociais, empresas, sindicatos, indústrias, supermercados, shoppings, restaurantes e pequenos comércios em todo o país. De um lado, trabalhadores comemoram o que classificam como uma conquista histórica. Do outro, empresários alertam para riscos econômicos, aumento de custos, desemprego e fechamento de vagas.

    O tema se tornou um verdadeiro campo de batalha ideológico, econômico e social.

    Pelo texto aprovado, a redução da jornada acontecerá de forma gradual. Sessenta dias após a promulgação da futura emenda constitucional, os trabalhadores já passariam a ter direito a dois dias de descanso remunerado por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos. Após um período de transição de 12 meses, a jornada máxima cairia definitivamente para 40 horas semanais, sem redução salarial.

    A votação na Câmara teve ampla aprovação. Em primeiro turno, a proposta recebeu 472 votos favoráveis e apenas 22 contrários, demonstrando forte pressão popular sobre os parlamentares.

    Mas afinal: o fim da escala 6×1 representa evolução social ou ameaça econômica?

    Essa é a pergunta que hoje divide o Brasil.

    A FAVOR

    Os defensores da proposta afirmam que o atual modelo de trabalho é desumano, ultrapassado e incompatível com a realidade contemporânea. Parlamentares favoráveis classificaram a escala 6×1 como “extenuante”, “escravocrata” e prejudicial à saúde física e mental dos trabalhadores.

    O argumento principal é que o trabalhador brasileiro perdeu qualidade de vida. Milhões de pessoas vivem praticamente sem tempo para os filhos, lazer, descanso, estudos ou cuidados com a própria saúde. Em setores como supermercados, comércio, telemarketing, serviços gerais, logística e alimentação, muitos profissionais relatam rotinas de exaustão extrema.

    Dados apresentados durante os debates indicam que mais de 38 milhões de trabalhadores formais atuam acima das atuais 44 horas semanais.

    Especialistas favoráveis à mudança argumentam que jornadas menores podem aumentar produtividade, reduzir afastamentos médicos, combater burnout, ansiedade e depressão, além de melhorar o ambiente corporativo. Países europeus que experimentaram modelos mais flexíveis observaram ganhos em saúde ocupacional e eficiência em determinados setores.

    O próprio governo federal sustenta que a medida poderá gerar uma nova lógica econômica, baseada em produtividade e não apenas em tempo excessivo de permanência no trabalho.

    Nas redes sociais, trabalhadores passaram a compartilhar relatos emocionantes. Muitos afirmam que “sobrevivem” e não vivem. Outros relatam que trabalham seis dias seguidos para descansar apenas um, geralmente usado para lavar roupas, limpar a casa e resolver pendências, sem qualquer tempo real de recuperação física ou mental.

    Mas enquanto uma parte do país comemora, outra acende o sinal vermelho.

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    CONTRA

    Entidades empresariais, representantes do comércio, da indústria e do turismo demonstraram enorme preocupação com os impactos financeiros da proposta. Setores que operam praticamente 24 horas por dia afirmam que a redução da jornada poderá elevar drasticamente os custos operacionais.

    O principal temor do empresariado é simples: para manter o funcionamento das empresas com menos horas trabalhadas, seria necessário contratar mais funcionários ou pagar mais horas extras. Isso, segundo críticos da PEC, pode pressionar pequenas e médias empresas, justamente as que mais geram empregos no país.

    Um estudo citado durante o debate aponta que, sem ganho equivalente de produtividade, a mudança poderia gerar impacto de aproximadamente R$ 77 bilhões no Produto Interno Bruto brasileiro.

    Empresários também alertam para possível aumento da informalidade. O argumento é que algumas empresas poderiam deixar de contratar formalmente para reduzir custos trabalhistas, ampliando relações informais de trabalho.

    Outro ponto levantado pelos críticos é que o Brasil ainda enfrenta juros elevados, crédito caro e baixa competitividade industrial. Para parte do mercado, reduzir a jornada sem uma ampla reforma tributária e econômica poderia agravar o chamado “Custo Brasil”.

    Parlamentares contrários ao texto chegaram a afirmar que a proposta cria uma “proibição formal de trabalhar seis dias”, sem garantir que o trabalhador terá efetivamente maior renda ou estabilidade.

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    EM TRÊS PONTAS

    Em cidades do interior, como Três Pontas e diversas regiões do Sul de Minas, o tema também provoca discussões intensas.

    A economia regional é fortemente sustentada pelo comércio, pela cafeicultura, supermercados, bares, restaurantes, transportes e serviços. Muitos empresários locais observam o debate com cautela, especialmente diante das dificuldades enfrentadas após anos de inflação alta, custos operacionais elevados e aumento das despesas trabalhistas.

    Por outro lado, trabalhadores da região enxergam na proposta a possibilidade de mais convivência familiar, descanso e dignidade.

    A verdade é que o debate sobre a escala 6×1 escancarou uma ferida antiga do Brasil moderno: o equilíbrio entre produtividade econômica e qualidade de vida.

    A aprovação da PEC não encerra a discussão. Pelo contrário. Ela apenas abriu oficialmente uma das maiores disputas sociais, econômicas e políticas do país nos últimos anos.

    O Brasil agora tenta responder uma pergunta que ecoa em escritórios, fábricas, lavouras, supermercados e corredores do Congresso Nacional:

    Até onde vale sacrificar a vida pessoal em nome da sobrevivência profissional?

    E talvez a resposta mais dura seja justamente esta:

    Nenhuma economia se sustenta eternamente quando o trabalhador perde o direito de viver além do trabalho.

    Será mesmo?

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  • “DINHEIRO JOGADO FORA” X “PROJETO ESSENCIAL”: ‘BOTA FORA’ PROVOCA CONFRONTO DIRETO E ELEVA TOM NA CÂMARA DE TRÊS PONTAS

    “DINHEIRO JOGADO FORA” X “PROJETO ESSENCIAL”: ‘BOTA FORA’ PROVOCA CONFRONTO DIRETO E ELEVA TOM NA CÂMARA DE TRÊS PONTAS

    A sessão ordinária da Câmara de Três Pontas deixou de ser apenas mais um encontro legislativo e se transformou em um palco de confronto político direto, com críticas duras, respostas inflamadas e um debate que escancarou divergências profundas sobre o uso do dinheiro público.

    O estopim foi o projeto “Bota Fora”.

    Imagem criada por IA

    Durante o Pequeno Expediente, o vereador Antônio Carlos de Lima, conhecido como Tonho do Lazo, subiu à tribuna e fez uma crítica contundente à iniciativa, sem suavizar o discurso e nem tentar amenizar o impacto das palavras.

    Em sua fala, ele afirmou:

    “Primeiramente queria fazer aqui uma crítica construtiva e vou explicar o porquê. Primeiramente a questão do Bota Fora. É dinheiro jogado fora! Eu pedi para que o secretário ou alguém da confiança dele fosse no bairro Antônio de Brito. Lá já foi feito o Bota Fora. Está cheio de móveis velhos de novo, jogados fora. É preciso usar um pouco de inteligência e essa Casa deveria investir ou pedir para a Prefeitura investir em tentar educar as pessoas. Tem que conscientizar as pessoas. Aí sim eu concordo da Prefeitura gastar dinheiro.

    Vai num bairro na sexta-feira e recolhe tudo. Chega na segunda-feira está aquela anarquia de novo. Dinheiro público tem que ser mais bem aproveitado e respeitado. Isso é dinheiro que o povo paga imposto. Não pode ficar fazendo graça com esse negócio de Bota Fora, filmando e postando…

    O resultado a gente tá vendo. Faz 15 dias que recolheu tudo no Antônio de Brito e já está uma anarquia novamente.

    Vamos conscientizar primeiro a população e criar algum projeto de multa, para depois pensar em Bota Fora”

    A fala caiu como uma bomba no plenário.

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    O tom direto, a acusação de desperdício e a crítica à forma como o projeto vem sendo executado geraram reação imediata. O ambiente, que até então seguia dentro da normalidade, rapidamente mudou.

    Outros vereadores se manifestaram, como Daniel Rodrigues e Matheus Dias, ambos favoráveis ao Projeto. Mas foi o vereador Maciel Ramos quem levou o debate para um nível mais elevado de confronto, respondendo de forma firme e sem esconder a irritação.

    Em sua fala, ele rebateu:

    “Isso eu não admito!

    Eu queria falar do projeto Bota Fora. Quem não acompanha, eu acho que nem deve falar! Opinião cada um tem a sua. Agora, você falar que um projeto que recolhe cem caminhões de entulho, você Antônio falar que um projeto desse não é viável, que não é bom, tá errado! Se a população já passa esse sufoco com a dengue e outros problemas, sem esse projeto de limpeza, que já recolheu mais de cem caminhões de lixo, de objetos velhos, a coisa estaria bem pior. Se o projeto passou hoje e limpou tudo e amanhã as pessoas jogam novamente, não é problema nosso! Agora você imagina se não fosse nós para tirar esses caminhões e aí quando chove, tudo vira um caos.

    Eu queria que um dia você participasse com a gente. Aí sim você poderia falar. Caso contrário, eu não admito! Falar de um projeto que todo mundo reconhece sua importância. Então a tua opinião eu tenho que respeitar, mas não concordo!”

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    A resposta, além de defender o projeto com base no volume de material recolhido, trouxe um elemento que ampliou ainda mais o embate: a crítica direta à legitimidade da fala do colega, sugerindo falta de acompanhamento da ação. Falta de conhecimento e boa vontade em participar.

    O episódio revelou mais do que um simples desacordo.

    Escancarou duas visões opostas sobre política pública:

    _ De um lado, a cobrança por eficiência, resultado duradouro e responsabilidade no gasto;
    _ Do outro, a defesa de ações imediatas como forma de conter problemas urgentes, especialmente ligados à saúde pública.

    No centro da discussão está o “Bota Fora”, um mutirão de limpeza que permite aos moradores descartarem materiais como móveis velhos, colchões, pneus e objetos inutilizados, recolhidos posteriormente por caminhões da Prefeitura.

    O que deveria ser consenso virou divisão.

    E o que começou como uma crítica virou confronto aberto.

    No fim, o debate levanta uma questão que vai além da Câmara:

    _ O projeto resolve o problema — ou apenas administra as consequências?

    A resposta não está apenas na tribuna.

    Está nas ruas.

    E, principalmente, nas mãos de quem realmente sente o impacto dessas decisões.

    Porque, no final das contas, não são os vereadores que dão a palavra final.

    São os moradores.

    São os contribuintes.

    São os verdadeiros juízes da política.

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  • TRÊS PONTAS DIVIDIDA DIANTE DO CAOS: ATÉ QUANDO?

    TRÊS PONTAS DIVIDIDA DIANTE DO CAOS: ATÉ QUANDO?

    Moradores em situação de rua expõem crise social, urbana e moral no coração da cidade; Conexão traz Reportagem Especial

    UM PROBLEMA QUE SAIU DAS MARGENS E FOI PARA O CENTRO

    O que antes era periférico agora está no centro — literalmente. A presença crescente de pessoas em situação de rua na região central de Três Pontas, especialmente na Praça da Matriz, deixou de ser apenas uma questão social e passou a ser um dos temas mais polarizadores da cidade. Diante de todo cenário caótico, um novo problema recente, piora ainda mais a situação: dezenas de ratos têm sido vistos nas imediações da praça Cônego Victor. Será que o motivo é o acúmulo de lixo, sujeira e mal cheiro provocado pelos moradores em situação de rua?

    Uma enquete realizada nas redes sociais do Conexão Três Pontas, contou com respostas de mais de 500 pessoas nos últimos dias e revelou um cenário claro:

    A cidade está dividida, tensa, de mãos atadas e sem consenso!

    ANÁLISE DOS COMENTÁRIOS — O RETRATO DA POPULAÇÃO

    A partir da análise qualitativa e categorização das respostas (mais de 500 interações), foi possível identificar padrões de posicionamento.

    📈 DISTRIBUIÇÃO DAS OPINIÕES

    • 🔴 Contra a permanência no centro (expulsão ou retirada): 58%
    • 🟡 Defendem acolhimento e tratamento (sem expulsão): 27%
    • Neutros ou indecisos (reconhecem o problema sem solução clara): 15%

    PRINCIPAIS ARGUMENTOS IDENTIFICADOS

    🔴 1. SEGURANÇA, HIGIENE E ORDEM PÚBLICA (MAIORIA)

    A maior parte dos comentários aponta:

    • Sensação de insegurança
    • Relatos de ameaças
    • Uso de drogas e álcool em público
    • Fezes e urina em espaços públicos
    • Ocupação da praça e perda do espaço coletivo

    📢 Frases recorrentes:

    • “Não dá mais para frequentar a praça”
    • “Está insuportável”
    • “Perdemos o direito de ir e vir”

    🟡 2. VISÃO HUMANITÁRIA (MINORIA EXPRESSIVA)

    Outro grupo relevante reforça:

    • São seres humanos em vulnerabilidade
    • O vício é uma doença
    • Expulsar não resolve e é ilegal
    • Falta política pública estruturada

    📢 Destaques:

    • “Não é tirar, é tratar”
    • “É um problema de saúde, não só de segurança”
    • “Debaixo desses trapos existem vidas”

    ⚪ 3. RESPONSABILIZAÇÃO DO PODER PÚBLICO

    Quase unânime entre os grupos:

    • Falta de ação efetiva da prefeitura
    • Ausência de políticas contínuas
    • Dependência de entidades sociais
    • Falta de integração entre órgãos

    UM PONTO CRÍTICO: A ESMOLA COMO COMBUSTÍVEL DO PROBLEMA

    Um dos aspectos mais citados — e também mais polêmicos — foi a relação entre esmola e permanência nas ruas.

    Diversos comentários indicam que:

    • A ajuda direta em dinheiro mantém o ciclo
    • Facilita o acesso a drogas e álcool
    • Reduz a motivação para buscar tratamento

    📊 Tendência observada:
    ➡️ Crescente percepção popular de que a caridade desorganizada agrava o problema

    DIAGNÓSTICO SOCIAL — O QUE ESTÁ POR TRÁS

    A análise das falas revela um fenômeno complexo, com múltiplas causas:

    FATORES IDENTIFICADOS

    • Dependência química (altamente recorrente nos relatos)
    • Rompimento familiar
    • Transtornos mentais
    • Migração entre cidades
    • Falta de políticas públicas eficazes
    • Assistência fragmentada

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    RISCO FUTURO: ALERTA DA POPULAÇÃO

    Um padrão forte emergiu nos comentários:

    ⚠️ Medo de agravamento rápido da situação

    Termos recorrentes:

    • “Cracolândia”
    • “Vai piorar”
    • “Está só começando”

    O GRANDE DILEMA DE TRÊS PONTAS

    A cidade enfrenta um conflito clássico:

    DIREITO CONFLITO
    Direito de ir e vir x
    Liberdade individual x
    Compaixão x

    CAMINHOS POSSÍVEIS — O QUE PODE SER FEITO

    A análise dos próprios comentários, somada a práticas já adotadas em outras cidades, aponta soluções concretas:

    1. ABORDAGEM INTEGRADA (NÃO ISOLADA)

    • Assistência social + saúde + segurança pública
    • Ação contínua, não pontual

    2. TRATAMENTO PARA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

    • Ampliação de vagas
    • Internação (quando necessária e legal)
    • Acompanhamento pós-tratamento

    3. ACOLHIMENTO ESTRUTURADO

    • Abrigos com regras claras
    • Condições dignas
    • Equipes capacitadas

    4. REINSERÇÃO NO TRABALHO

    • Programas municipais
    • Parcerias com produtores rurais e comércio
    • Incentivos à contratação

    5. CONSCIENTIZAÇÃO DA POPULAÇÃO

    • Campanhas públicas:
      ➤ “Não dê esmola, encaminhe para ajuda”
    • Redirecionamento da solidariedade

    6. IDENTIFICAÇÃO E TRIAGEM

    • Saber quem são, de onde vêm
    • Reaproximação familiar (quando possível)
    • Encaminhamento adequado

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    CONCLUSÃO — UMA CIDADE DIANTE DO ESPELHO

    Três Pontas não está apenas discutindo moradores de rua.

    Está discutindo:

    • seus limites
    • sua responsabilidade
    • sua identidade como sociedade
    • o que fazer diante de um grave problema e leis que impedem ações concretas?

    A praça continua lá.
    As pessoas também.

    Mas agora há algo diferente no ar:
    o incômodo virou debate.

    E o debate virou pressão.

    Três Pontas chegou a um ponto onde não dá mais para ignorar.

    Porque quando o problema ocupa o centro da cidade…

    ele deixa de ser invisível —
    e passa a exigir uma resposta.

    Não só do poder público.

    Mas de todos nós.

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    Conexão Três Pontas é um portal de notícias e marketing, criado no ano de 2014 e dirigido pelo jornalista profissional Roger Campos. Tem como linha editorial a propagação das boas notícias e como grande diferencial a busca incessante pela ética e pelo respeito à verdade dos fatos e às pessoas. Nosso jornalismo é feito de forma séria e sempre baseado no Código de Ética dos Jornalistas.

    Por isso, os resultados são sempre bastante satisfatórios, tanto quando o assunto é levar a melhor informação para os leitores quanto na divulgação de produtos, empresas e serviços.

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    Roger Campos

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  • NOVA FASE DO “TREM FANTASMA” EXPÕE MANOBRAS, PRESSIONA JUSTIÇA E PODE LEVAR A NOVAS PRISÕES

    NOVA FASE DO “TREM FANTASMA” EXPÕE MANOBRAS, PRESSIONA JUSTIÇA E PODE LEVAR A NOVAS PRISÕES

    🚨 Prisões recentes reacendem um dos casos mais polêmicos do Sul de Minas e levantam questionamentos sobre tentativas de manipulação do sistema judicial; Conexão faz um Raio-X do caso.

    A chamada Operação “Trem Fantasma”, um dos maiores escândalos envolvendo suspeitas de corrupção em Três Pontas, entra em uma nova e delicada fase — e o cenário agora é ainda mais tenso.

    Nesta segunda-feira (23), o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Polícia Civil, cumpriu dois mandados de prisão preventiva contra investigados que, segundo a acusação, teriam adotado uma estratégia calculada para sabotar o andamento do processo e escapar da Justiça. O primeiro, de 69 anos de idade, era o Secretário Municipal de Transportes e Obras da Prefeitura. O outro, de 61, era funcionário da mesma pasta.

    A decisão não apenas reforça a gravidade do caso, como abre caminho para um novo capítulo: mais investigações, novos nomes e possíveis novas prisões.

    Prisões não foram acaso — Justiça aponta tentativa de “jogo de atraso”

    De acordo com o MPMG, os dois réus presos teriam deixado, de forma intencional, de apresentar suas alegações finais por quase um ano — uma etapa essencial para que o processo avance para sentença.

    Mesmo após diversas intimações, tanto pessoais quanto por meio de advogados, os investigados permaneceram inertes.

    Para o Ministério Público, não se tratou de descuido — mas sim de uma estratégia.

    A suspeita é de que os acusados tentavam provocar a chamada prescrição, mecanismo jurídico que extingue a possibilidade de punição quando o Estado perde o prazo para julgar o caso.

    Diante disso, a Justiça entendeu que havia risco concreto de comprometimento do processo e determinou a prisão preventiva como forma de garantir que a lei seja aplicada.

    👉 A pergunta que fica: até que ponto réus podem usar brechas legais para escapar de condenações?

    ARQUIVO: Em 2018, Praça Tristão Nogueira lotada para acompanhar as prisões dos investigados.

    Bastidores revelam tensão e estratégia silenciosa

    Em entrevista ao Podcafé Podcast, o Delegado da Polícia Civil de Três Pontas, Dr. Guilherme Banterli, trouxe detalhes que ajudam a entender o que aconteceu longe dos holofotes.

    Segundo ele, a prisão não foi repentina — mas resultado de um movimento que vinha sendo acompanhado de forma silenciosa pelas autoridades.

    Os investigados, de acordo com o Delegado, estariam adotando condutas para retardar deliberadamente o processo, apostando no desgaste do tempo como estratégia de defesa.

    A Justiça, no entanto, decidiu agir antes que isso ocorresse.

    Agora, com a prisão decretada, o cenário muda:

    • Os acusados podem tentar liberdade por meio de habeas corpus
    • Ou apresentar novos elementos ao juiz responsável pelo caso para que ele mesmo retire o pedido de prisão e conceda a liberdade provisória

    Mas um ponto é claro: o cerco se fechou!

    Delegado Dr. Guilherme Banterli, durante o Podcafé Podcast, abordando as prisões e os novos passos do processo.

    NOVA DENÚNCIA AMPLIA O CASO: MAIS NOMES NA MIRA

    Se o caso já era grave, ele pode se tornar ainda maior.

    Uma nova denúncia em andamento envolve nove pessoas e outros 24 crimes, ampliando significativamente o alcance da investigação.

    E há um detalhe que chama atenção:

    👉 Nem todos os investigados são os mesmos da fase anterior.

    Isso indica que o esquema pode ter sido mais amplo, mais estruturado e mais duradouro do que se imaginava inicialmente.

    As investigações apontam para novos períodos, novas práticas e possivelmente novos envolvidos.

    A pergunta inevitável é: quantas pessoas ainda podem ser atingidas por essa operação?

    Na denúncia a Prefeitura comprava e pagava (com dinheiro público) por peças automotivas que nunca eram entregues. Um rombo nos cofres públicos, onde, em tese, muitos se fartaram dessa corrupção.

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    RELEMBRE O ESCÂNDALO QUE ABALOU TRÊS PONTAS

    A Operação “Trem Fantasma” teve início em 2018 e revelou um suposto esquema envolvendo servidores públicos e empresários.

    Na época, sete pessoas foram indiciadas por 24 crimes, incluindo:

    • Organização criminosa
    • Peculato (desvio de dinheiro público)
    • Fraudes em licitações
    • Irregularidades na execução de contratos

    O mecanismo era sofisticado:

    💰 peças automotivas eram faturadas — mas nunca entregues

    Na prática, isso significaria o desvio sistemático de recursos públicos.

    Apesar da gravidade, os investigados passaram a responder ao processo em liberdade — até agora.

    ARQUIVO: Em 2018, Praça Tristão Nogueira lotada para acompanhar as prisões dos investigados.

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    O CASO ESTÁ PERTO DO DESFECHO — MAS AINDA CHEIO DE INCERTEZAS

    Segundo as autoridades, o processo já caminha para sentença, o que aumenta a tensão em torno dos próximos passos.

    Mas o surgimento de uma nova fase levanta dúvidas importantes:

    • Haverá novas prisões nos próximos dias?
    • Outros envolvidos ainda não identificados podem surgir?
    • O esquema era maior do que o inicialmente revelado?
    • Houve tentativa sistemática de burlar a Justiça?
    Presos passaram pelo exame de corpo de delito no PAM de Três Pontas, antes de seguirem para o presídio.

    Enquanto essas respostas não chegam, uma coisa é certa:

    👉 O caso “Trem Fantasma” está longe de terminar — e pode revelar desdobramentos ainda mais explosivos.

    UMA HISTÓRIA QUE AINDA NÃO FOI TOTALMENTE CONTADA

    O que começou como uma investigação sobre fraudes pode se transformar em um retrato mais profundo sobre como estruturas públicas podem ser manipuladas — e como o sistema de Justiça reage quando isso vem à tona.

    Agora, com prisões decretadas, nova denúncia em andamento e possibilidade de novos investigados, o caso volta ao centro das atenções.

    E a sociedade acompanha, cada vez mais atenta.

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: Carnaval, Rodeio e prioridades públicas: Enquete revela cidade dividida em Três Pontas

    REPORTAGEM ESPECIAL: Carnaval, Rodeio e prioridades públicas: Enquete revela cidade dividida em Três Pontas

    UM TRABALHO APROFUNDADO DA REPORTAGEM DO CONEXÃO TRÊS PONTAS TRAZ NÚMEROS, RESULTADOS, OPINIÕES E REFLEXOS E REACENDE ALGUMAS POLÊMICAS

    Uma simples pergunta publicada na página do Conexão Três Pontas nas redes sociais acabou abrindo um debate profundo sobre prioridades públicas, cultura popular e gestão de recursos municipais. A possibilidade de realização da tradicional Festa do Peão/Rodeio após o Carnaval colocou moradores de Três Pontas em lados opostos.

    A análise das 125 primeiras opiniões coletadas mostra um cenário claro: a cidade está dividida — mas com leve predominância de críticas ao investimento público em eventos festivos.

    Resultado geral da enquete

    Classificando as respostas em quatro grupos (favorável, contrário, favorável com ressalvas e neutro), o panorama ficou assim:

    Posição Número de opiniões Percentual
    Contra o rodeio / contra gasto público 56 44,8%
    A favor do rodeio 41 32,8%
    A favor, mas com condições 16 12,8%
    Neutros ou sem posição clara 12 9,6%

    Representação gráfica (opinião da população)

    Contra investimento no rodeio ████████████████████████████ 44,8%

    A favor do rodeio ██████████████████ 32,8%

    A favor com condições ████████ 12,8%

    Neutros / indefinidos █████ 9,6%

    O dado mais relevante é que mais da metade das manifestações (57,6%) demonstram algum tipo de resistência ao uso de dinheiro público na festa, mesmo quando não rejeitam totalmente o evento.

    A principal crítica: prioridades da cidade

    O argumento mais recorrente nas manifestações contrárias foi a percepção de que Três Pontas enfrenta problemas estruturais mais urgentes.

    Entre os temas mais citados:

    1️⃣ Saúde pública

    Moradores apontam falta de exames, medicamentos e estrutura hospitalar.

    Exemplo citado na enquete:

    “O laboratório municipal não está realizando exames simples por falta de reagentes.”

    Outro comentário sugeriu até um investimento específico:

    “Esse dinheiro poderia ser investido numa máquina de ressonância.”

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    2️⃣ Infraestrutura urbana

    Buracos nas ruas, iluminação pública e limpeza urbana também foram citados repetidamente.

    Principais prioridades citadas pelos moradores

    Saúde pública ███████████████████████
    Infraestrutura urbana ███████████████
    Moradia popular █████████
    Educação ███████

    3️⃣ Habitação

    A crise de aluguel na cidade também apareceu nas discussões.

    “A população precisa de moradia. Só 97 casas populares é muito pouco.”

    O argumento dos favoráveis: economia e lazer

    Mesmo com a maioria crítica, um grupo significativo defende a realização da festa.

    Os argumentos predominantes são três.

    1️⃣ Movimento econômico

    Muitos moradores afirmam que eventos atraem visitantes e geram renda.

    “O rodeio movimenta o comércio, hotéis e gera empregos temporários.”

    Esse raciocínio aparece principalmente entre comerciantes e pessoas ligadas ao setor de serviços.

    2️⃣ Falta de entretenimento na cidade

    Outro argumento recorrente:

    “Três Pontas não tem nada. Se não tiver festa, o povo vai gastar em outra cidade.”

    Esse sentimento aponta para uma percepção de escassez de opções culturais e de lazer no município.

    3️⃣ Tradição cultural

    Alguns moradores veem o rodeio como uma manifestação tradicional ligada à identidade rural da região.

    “Rodeio também é cultura.”

    Esse discurso aparece frequentemente associado ao orgulho do agronegócio e das festas de peão.

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    O grupo intermediário: “pode ter, mas sem dinheiro público”

    Uma parcela importante da população não rejeita o evento, mas impõe condições.

    Esse grupo representa 12,8% das opiniões e pode ser considerado o campo decisivo da discussão.

    As propostas mais citadas foram:

    ✔ Cobrança de ingressos

    Quem quiser participar paga.

    ✔ Parceria com iniciativa privada

    Patrocínios e empresas financiando parte da estrutura.

    ✔ Redução do tamanho do evento

    Menos dias ou atrações mais realistas para o porte da cidade.

    ✔ Transparência nas contas

    Divulgação pública de arrecadação e gastos.

    “Mostra o que arrecadou e com o que gastou que eu dou minha opinião.”

    O fator Carnaval na discussão

    Um elemento curioso é que muitos comentários conectam o rodeio diretamente ao Carnaval realizado na cidade.

    Para parte da população, o raciocínio é simples:

    Se teve Carnaval → deve ter rodeio

    Essa lógica aparece repetidamente nos comentários.

    Por outro lado, críticos dizem que o erro foi justamente ter realizado o Carnaval com recursos públicos.

    Outro tema sensível: maus-tratos a animais

    Um grupo menor, mas bastante vocal, se opôs ao rodeio por razões éticas.

    “O rodeio expõe o animal ao estresse e à dor.”

    Alguns sugeriram alternativas, como eventos equestres ou festivais musicais sem montarias.

    O pano de fundo político

    Além do debate cultural e econômico, há um claro componente político nas manifestações.

    Alguns comentários criticam diretamente a administração municipal e cobram maior fiscalização dos vereadores.

    Outros mencionam:

    • gastos da prefeitura

    • contenção de despesas

    • promessas de campanha

    Isso indica que a discussão sobre o rodeio virou também um termômetro de avaliação do governo local.

    O que a enquete revela sobre Três Pontas

    Mais do que uma simples disputa entre “ter festa ou não ter”, a enquete revela três grandes tensões da cidade:

    1️⃣ Cultura x prioridades sociais

    A população reconhece o valor cultural e econômico dos eventos, mas teme que eles concorram com serviços essenciais.

    2️⃣ Lazer x responsabilidade fiscal

    Existe demanda por entretenimento, mas também cobrança por gestão responsável.

    3️⃣ Tradição x novos valores sociais

    Enquanto alguns defendem o rodeio como patrimônio cultural, outros questionam a prática por questões éticas.

    Conclusão

    A enquete mostra que Três Pontas vive um dilema comum a muitas cidades médias brasileiras:

    Como equilibrar investimentos em cultura, lazer e eventos com demandas urgentes por infraestrutura e serviços públicos?

    Os números deixam claro que:

    Não existe consenso!

    Mas existe algo ainda mais evidente:

    A população quer participar da discussão e cobrar transparência nas decisões.

    E talvez esse seja o resultado mais importante da enquete.

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  • POLÊMICA: Câmara autoriza venda de medicamentos em supermercados e projeto segue para sanção

    POLÊMICA: Câmara autoriza venda de medicamentos em supermercados e projeto segue para sanção

    A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta segunda-feira (2), o projeto de lei que regulamenta a comercialização de medicamentos dentro de supermercados. O texto, que já havia passado pelo Senado, agora aguarda sanção do presidente da República para entrar em vigor.

    A proposta estabelece que supermercados poderão vender medicamentos e instalar farmácias em suas dependências, desde que o espaço seja físico e estruturalmente separado da área comum de vendas, exclusivo para a atividade farmacêutica e com a presença obrigatória de um farmacêutico habilitado durante todo o horário de funcionamento.

    O relator da matéria, deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO), argumentou que a iniciativa amplia o acesso da população, sobretudo em municípios de pequeno porte e localidades mais afastadas, onde muitas vezes não há farmácias disponíveis.

    Apesar de poder funcionar sob o mesmo CNPJ do supermercado ou por meio de parceria com uma farmácia devidamente licenciada, o novo modelo deverá cumprir integralmente as exigências técnicas, sanitárias e regulatórias já aplicadas às drogarias tradicionais.

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    O que muda na prática

    O projeto define regras específicas para a comercialização:

    A venda de medicamentos só poderá ocorrer em área exclusiva e devidamente isolada, com farmacêutico presente durante todo o expediente.

    Medicamentos sujeitos à retenção de receita só poderão ser entregues após o pagamento. Alternativamente, poderão ser encaminhados ao caixa em embalagem lacrada, inviolável e identificada.

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    Está proibida a exposição ou oferta de remédios em prateleiras abertas, gôndolas ou espaços sem separação funcional da farmácia instalada no supermercado.

    Farmácias e drogarias autorizadas poderão operar vendas por meios digitais e plataformas de comércio eletrônico, desde que respeitem integralmente a legislação vigente.

    Com a eventual sanção presidencial, a medida passará a integrar o marco regulatório do setor, criando um novo modelo de comercialização que busca ampliar o acesso, mas mantendo as exigências de controle sanitário e responsabilidade técnica.

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