Tag: Política

  • Artigo de Opinião: DEFINITIVAMENTE, A POLÍTICA EM TRÊS PONTAS NÃO É PARA OS FRACOS

    Artigo de Opinião: DEFINITIVAMENTE, A POLÍTICA EM TRÊS PONTAS NÃO É PARA OS FRACOS

    Três Pontas é uma cidade com características muito próprias — comportamentos peculiares, movimentos políticos que nem sempre seguem uma lógica linear e, principalmente, uma dinâmica que desafia qualquer análise superficial. Aqui, muitas vezes, a pergunta mais básica continua sem resposta: quem, de fato, é quem nesse jogo?

    Porque, em determinados momentos, a sensação é exatamente essa: depois da meia-noite, o príncipe vira sapo… e a carruagem, inevitavelmente, vira abóbora.

    Este não é apenas mais um artigo de opinião. É um convite — ou melhor, um alerta — para que observemos com mais atenção o que está acontecendo nos bastidores da política local. Porque há sinais. E eles não são poucos.

    O cenário atual é, no mínimo, intrigante. E talvez até preocupante.

    O tabuleiro está montado, mas as peças parecem estar se movendo de forma atípica. Ou pior: estão trocando de posição sem aviso prévio. E aí surge uma dúvida inevitável — isso é reorganização… ou subversão?

    Hoje, já não é simples identificar quem é rei, quem é torre, quem é bispo. E mais: não se sabe sequer se o jogo está sendo jogado de forma transparente — ou se o xeque-mate já está sendo preparado nos bastidores.

    Vamos aos fatos:

    Uma das mudanças mais visíveis — e que não passa despercebida para quem acompanha de perto as reuniões da Câmara — está na postura de um dos nomes historicamente mais alinhados ao atual grupo político: o vereador Antônio Carlos de Lima, o Tonho do Lazo.

    Sempre foi um defensor declarado da base. Sempre esteve entre os mais fiéis. E continua, formalmente, dentro desse grupo.

    Mas há algo diferente.

    E não é impressão isolada.

    Nas últimas semanas, seu discurso mudou. E mudou de forma clara. O tom, antes predominantemente de defesa, passou a incorporar críticas frequentes, questionamentos diretos e, em alguns momentos, até desconforto com decisões da própria gestão que ele integra.

    Ele está errado em criticar? Não. Muito pelo contrário. Fiscalizar é função básica de qualquer vereador.

    Mas aqui entra o ponto que merece atenção — e investigação política mais profunda:

    _ Desde quando a base começa a falar como oposição?
    _ E por quê?

    A reunião mais recente da Câmara trouxe um elemento ainda mais sensível. Ao afirmar que está atuando em conjunto com outro vereador em uma investigação, Tonho acende um sinal amarelo — ou vermelho.

    Porque não se trata de qualquer vereador.

    Trata-se, justamente, de um dos principais nomes da oposição ao governo atual.

    E isso não é um detalhe menor.

    _ Não é comum.
    _ Não é trivial.
    _ E definitivamente não é irrelevante.

    Aliança pontual? Estratégia? Ruptura silenciosa? Ou apenas coincidência?

    As respostas ainda não estão claras. Mas as perguntas estão cada vez mais evidentes.

    E Tonho não está sozinho.

    Se voltarmos um pouco no tempo recente, veremos que o primeiro sinal público de desgaste dentro desse grupo político veio de alguém que muitos consideram peça-chave da engrenagem: o professor João Victor Mendes.

    Para muitos — inclusive para este jornalista — João Victor não é apenas um nome. É estratégia, articulação e, em muitos momentos, direcionamento político.

    E foi ele quem, de forma aberta, começou a expor insatisfações com a condução da atual gestão.

    Não nos bastidores.

    Mas publicamente.

    E isso muda tudo.

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    Sua recente manifestação não foi pontual. Hoje foi totalmente estruturada. Listou falhas, sugeriu soluções, apresentou caminhos. E, sobretudo, deixou implícito algo que não pode ser ignorado:

    _ Há ideias sendo ignoradas.
    _ Há propostas sendo descartadas.
    _ Há um distanciamento entre quem pensa e quem executa.

    E quando esse tipo de ruptura acontece dentro de um grupo político, historicamente, o resultado raramente é simples.

    Na sequência, outro nome de peso reforça esse cenário: o empresário e provedor da Santa Casa, Michel Renan Simão Castro.

    Sua fala é ainda mais direta.

    E mais dura.

    Ele aponta, sem rodeios:

    • falta de planejamento
    • decisões atropeladas
    • desperdício
    • ausência de liderança inspiradora

    E aqui está talvez o ponto mais sensível de todo esse cenário:

    _ A crítica deixa de ser pontual e passa a ser estrutural.

    Quando aliados começam a questionar liderança, direção e capacidade de gestão, o problema deixa de ser episódico.

    Passa a ser sistêmico.

    E isso exige resposta.

    Mas… há resposta?

    Ou há silêncio?

    Ou pior: há negação?

    Diante disso tudo, surge uma pergunta que ecoa nos bastidores — ainda que muitos evitem verbalizá-la abertamente:

    _ O governo está sob pressão interna?

    E mais:

    _ Há risco real de ruptura política?

    Quando se fala, ainda que em tom de especulação, sobre uma possível saída do prefeito Luisinho, não se pode tratar o tema apenas como boato.

    Porque, na política, rumores recorrentes raramente surgem do nada.

    E aqui cabe o registro: questionado diretamente por mim, o Prefeito foi categórico:

    “Deus me colocou lá e somente Deus tem o poder de me tirar.”

    Resposta firme. Direta. Mas que, ao mesmo tempo, não encerra o debate.

    Porque a política não se move apenas por convicções pessoais.

    Ela se move por forças, pressões, alianças e interesses.

    E esses elementos estão, claramente, em movimento.

    Luisinho carrega um histórico importante. Como vice-prefeito, participou de uma gestão amplamente reconhecida — para muitos, a melhor da história recente da cidade.

    Mas agora, como prefeito, o cenário é outro.

    E a pergunta inevitável surge:

    _ O peso da melhor gestão do passado virou cobrança no presente?
    _ A expectativa virou pressão?
    _ Marcelo Chaves, ex-prefeito, de inspiração virou um fantasma que tem aterrorizado por conta das comparações?
    _ Ou existe algo mais acontecendo que ainda não veio à tona?

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    Três Pontas não é, nunca foi e provavelmente nunca será um ambiente político simples.

    Aqui já vimos de tudo:

    _ Poder concentrado e poder fragmentado,
    _ Lideranças fortes e lideranças questionadas,
    _ Gestões admiradas e gestões contestadas,
    _ Ditadores e políticos do diálogo,
    _ Perseguidores e perseguidos.

    E agora, mais uma vez, estamos diante de um momento de transição — ou talvez de tensão.

    E não podemos nos esquecer da figura do atual vice-prefeito. Maycon Douglas Vitor Machado. Esse é o nome mais forte, tido como o ‘futuro da política em Três Pontas’, ao lado de Myller Bueno de Andrade, atual presidente da Câmara. Notável como ex-vereador e ex-presidente da Câmara, querido por grande parte da população,  respeitado por diversas correntes políticas, inevitavelmente Maycon chegará à cadeira máxima do Executivo. E por merecimento! Resta saber se nas próximas eleições ou se ainda nesta atual gestão.

    Mas Luisinho ainda está lá e está por mérito, por uma votação histórica, sendo ele um homem do povo, um trabalhador humilde e de bom caráter. Um cara do bem! E muito forte politicamente. A urna corrobora com esta minha afirmação!

    O que vem pela frente ainda é incerto.

    Mas uma coisa é clara:

    _ O jogo mudou.
    _ As peças estão se mexendo.
    _ E nem todos os movimentos estão sendo feitos à luz do dia.

    Resta saber até onde isso vai.

    E quem vai resistir.

    Porque, no fim das contas, uma verdade permanece:

    Três Pontas não é para os fracos.
    E a política, muito menos.

    E nessa história — como em toda boa trama política — o mais importante ainda está por vir.

    Quem viver… verá…

    Jornalista Roger Campos
    MTB 09816-JP

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  • “DINHEIRO JOGADO FORA” X “PROJETO ESSENCIAL”: ‘BOTA FORA’ PROVOCA CONFRONTO DIRETO E ELEVA TOM NA CÂMARA DE TRÊS PONTAS

    “DINHEIRO JOGADO FORA” X “PROJETO ESSENCIAL”: ‘BOTA FORA’ PROVOCA CONFRONTO DIRETO E ELEVA TOM NA CÂMARA DE TRÊS PONTAS

    A sessão ordinária da Câmara de Três Pontas deixou de ser apenas mais um encontro legislativo e se transformou em um palco de confronto político direto, com críticas duras, respostas inflamadas e um debate que escancarou divergências profundas sobre o uso do dinheiro público.

    O estopim foi o projeto “Bota Fora”.

    Imagem criada por IA

    Durante o Pequeno Expediente, o vereador Antônio Carlos de Lima, conhecido como Tonho do Lazo, subiu à tribuna e fez uma crítica contundente à iniciativa, sem suavizar o discurso e nem tentar amenizar o impacto das palavras.

    Em sua fala, ele afirmou:

    “Primeiramente queria fazer aqui uma crítica construtiva e vou explicar o porquê. Primeiramente a questão do Bota Fora. É dinheiro jogado fora! Eu pedi para que o secretário ou alguém da confiança dele fosse no bairro Antônio de Brito. Lá já foi feito o Bota Fora. Está cheio de móveis velhos de novo, jogados fora. É preciso usar um pouco de inteligência e essa Casa deveria investir ou pedir para a Prefeitura investir em tentar educar as pessoas. Tem que conscientizar as pessoas. Aí sim eu concordo da Prefeitura gastar dinheiro.

    Vai num bairro na sexta-feira e recolhe tudo. Chega na segunda-feira está aquela anarquia de novo. Dinheiro público tem que ser mais bem aproveitado e respeitado. Isso é dinheiro que o povo paga imposto. Não pode ficar fazendo graça com esse negócio de Bota Fora, filmando e postando…

    O resultado a gente tá vendo. Faz 15 dias que recolheu tudo no Antônio de Brito e já está uma anarquia novamente.

    Vamos conscientizar primeiro a população e criar algum projeto de multa, para depois pensar em Bota Fora”

    A fala caiu como uma bomba no plenário.

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    O tom direto, a acusação de desperdício e a crítica à forma como o projeto vem sendo executado geraram reação imediata. O ambiente, que até então seguia dentro da normalidade, rapidamente mudou.

    Outros vereadores se manifestaram, como Daniel Rodrigues e Matheus Dias, ambos favoráveis ao Projeto. Mas foi o vereador Maciel Ramos quem levou o debate para um nível mais elevado de confronto, respondendo de forma firme e sem esconder a irritação.

    Em sua fala, ele rebateu:

    “Isso eu não admito!

    Eu queria falar do projeto Bota Fora. Quem não acompanha, eu acho que nem deve falar! Opinião cada um tem a sua. Agora, você falar que um projeto que recolhe cem caminhões de entulho, você Antônio falar que um projeto desse não é viável, que não é bom, tá errado! Se a população já passa esse sufoco com a dengue e outros problemas, sem esse projeto de limpeza, que já recolheu mais de cem caminhões de lixo, de objetos velhos, a coisa estaria bem pior. Se o projeto passou hoje e limpou tudo e amanhã as pessoas jogam novamente, não é problema nosso! Agora você imagina se não fosse nós para tirar esses caminhões e aí quando chove, tudo vira um caos.

    Eu queria que um dia você participasse com a gente. Aí sim você poderia falar. Caso contrário, eu não admito! Falar de um projeto que todo mundo reconhece sua importância. Então a tua opinião eu tenho que respeitar, mas não concordo!”

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    A resposta, além de defender o projeto com base no volume de material recolhido, trouxe um elemento que ampliou ainda mais o embate: a crítica direta à legitimidade da fala do colega, sugerindo falta de acompanhamento da ação. Falta de conhecimento e boa vontade em participar.

    O episódio revelou mais do que um simples desacordo.

    Escancarou duas visões opostas sobre política pública:

    _ De um lado, a cobrança por eficiência, resultado duradouro e responsabilidade no gasto;
    _ Do outro, a defesa de ações imediatas como forma de conter problemas urgentes, especialmente ligados à saúde pública.

    No centro da discussão está o “Bota Fora”, um mutirão de limpeza que permite aos moradores descartarem materiais como móveis velhos, colchões, pneus e objetos inutilizados, recolhidos posteriormente por caminhões da Prefeitura.

    O que deveria ser consenso virou divisão.

    E o que começou como uma crítica virou confronto aberto.

    No fim, o debate levanta uma questão que vai além da Câmara:

    _ O projeto resolve o problema — ou apenas administra as consequências?

    A resposta não está apenas na tribuna.

    Está nas ruas.

    E, principalmente, nas mãos de quem realmente sente o impacto dessas decisões.

    Porque, no final das contas, não são os vereadores que dão a palavra final.

    São os moradores.

    São os contribuintes.

    São os verdadeiros juízes da política.

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  • BOA NOTÍCIA: Três Pontas avança no saneamento básico com autorização para construção de Estação de Tratamento de Esgoto

    BOA NOTÍCIA: Três Pontas avança no saneamento básico com autorização para construção de Estação de Tratamento de Esgoto

    Investimento de R$ 55 milhões integra programa de revitalização hídrica e deve beneficiar cerca de 55 mil moradores

    O município de Três Pontas, no Sul de Minas Gerais, dará início a uma importante etapa na área de saneamento básico com a autorização para construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). A assinatura do termo ocorre nesta terça-feira (31), na sede do Ministério de Minas e Energia, em Brasília.

    A iniciativa representa um avanço estrutural significativo para o município, ao enfrentar um passivo histórico relacionado ao tratamento de esgoto. Atualmente, os efluentes urbanos são lançados sem tratamento em cursos d’água que deságuam no Lago de Furnas, o que compromete a qualidade dos recursos hídricos e gera impactos ambientais relevantes.

    Estrutura e capacidade do projeto

    Com investimento estimado em R$ 55 milhões, o projeto contempla a implantação de uma Estação de Tratamento de Esgoto com capacidade para atender aproximadamente 55 mil habitantes, considerando a demanda projetada para os próximos 20 anos.

    A obra inclui ainda:

    • Construção de 4,6 quilômetros de interceptores;
    • Intervenções nos córregos Araras e Candongas;
    • Implantação de sistema completo de coleta e tratamento de efluentes sanitários.

    O início das obras está previsto para o mês de abril, com prazo de execução estimado em 24 meses.

    Impactos sanitários e ambientais

    A implantação da ETE proporcionará avanços relevantes nas condições sanitárias do município, com a redução da carga poluidora lançada nos corpos hídricos e consequente diminuição de riscos associados à saúde pública.

    Do ponto de vista ambiental, a obra contribuirá para a preservação do Lago de Furnas e para a melhoria da qualidade da água na região, além de fortalecer ações de uso sustentável dos recursos hídricos.

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    Inserção em programa regional

    O projeto integra um pacote de investimentos de R$ 346 milhões voltado à revitalização das bacias hidrográficas dos rios São Francisco, Grande e Paranaíba, reforçando diretrizes de sustentabilidade e gestão eficiente dos recursos naturais.

    Articulação institucional

    A viabilização da obra resulta de articulação entre o Governo Federal, lideranças políticas, como os deputados majoritários em Três Pontas, o federal Diego Andrade e o estadual Mário Henrique Caixa, e a administração municipal do prefeito Luis Carlos da Silva e do vice-prefeito Maycon Machado. O investimento foi estruturado no âmbito de programas federais voltados à recuperação e preservação de recursos hídricos.

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    Eles também contribuíram para o avanço do projeto. Parlamentares que atuaram na interlocução institucional e na mobilização de recursos, além de gestões anteriores do município, que iniciaram o desenvolvimento da proposta técnica. Importantíssima a figura, o papel, a influência e o conhecimento do atual diretor do Saae de Três Pontas, o ex-prefeito Marcelo Chaves Garcia.

    Perspectiva de desenvolvimento

    Com a implementação da Estação de Tratamento de Esgoto, Três Pontas passa a contar com infraestrutura essencial para o desenvolvimento urbano sustentável, alinhando-se às diretrizes nacionais de saneamento básico e promovendo melhorias estruturais de longo prazo.

    A expectativa é de que a obra gere impactos positivos tanto na qualidade de vida da população quanto na preservação ambiental e no planejamento futuro do município.

    *Com informações do Ministério de Minas e Energia

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  • Prefeito sanciona lei que regulamenta ferros-velhos para combater furtos de fiação em Três Pontas

    Prefeito sanciona lei que regulamenta ferros-velhos para combater furtos de fiação em Três Pontas

    O prefeito de Três Pontas, Luis Carlos da Silva, sancionou na manhã da última sexta-feira (27) a Lei nº 007/2026, proposta criada pelo vice-presidente da Câmara Municipal, vereador Rodrigo Alexandre Silva (Investigador – União Brasil). A assinatura contou com a presença de representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Civil Municipal e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, evidenciando a atuação conjunta das forças de segurança no enfrentamento aos furtos de materiais metálicos na cidade.

    A nova legislação determina regras para o funcionamento e fiscalização de estabelecimentos que atuam na compra e venda de sucatas metálicas, especialmente fios de cobre. A medida busca coibir crimes relacionados ao furto de estruturas públicas e privadas.

    Durante a solenidade, o prefeito ressaltou que o município vem enfrentando um cenário preocupante com esse tipo de crime, e destacou a importância da nova lei como instrumento de combate.

    “Temos vivido uma situação difícil com os furtos. A Prefeitura realiza melhorias na iluminação pública e, em poucos dias, os fios são levados. Isso precisa ser combatido também no ponto de venda. Por isso, essa lei é fundamental. Parabenizo o vereador Rodrigo pela iniciativa”, declarou.

    Segundo a justificativa do projeto, houve um crescimento significativo nos casos de furtos de fiação em Três Pontas, afetando construções, residências e serviços públicos. Além dos prejuízos financeiros, a prática compromete a segurança da população e pode causar interrupções em serviços essenciais. O texto também destaca que esses crimes são frequentemente viabilizados pela comercialização irregular dos materiais em ferros-velhos, motivo pelo qual a nova lei exige identificação rigorosa dos vendedores e controle das transações.

    Autor da proposta, o vereador Rodrigo Investigador explicou que o foco da medida é atingir o destino final dos produtos furtados.

    “O objetivo é reduzir e dificultar a ação dos furtadores que prejudicam obras, residências, espaços públicos, além de estruturas da Cemig e do SAAE. Precisamos agir diretamente sobre quem compra esse material, que muitas vezes são os ferros-velhos”, afirmou.

    O parlamentar também destacou que a lei tem um papel educativo, voltado à conscientização dos comerciantes.

    “Queremos reforçar a responsabilidade dos proprietários desses estabelecimentos. Muitos materiais vendidos têm origem suspeita e causam grandes prejuízos, especialmente para famílias que estão construindo suas casas”, disse.

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    Com a lei em vigor, a fiscalização será intensificada e realizada de forma integrada pelos órgãos de segurança e pela administração municipal.

    “A partir de agora, Polícia Militar, Guarda Civil Municipal, Polícia Civil e secretarias municipais vão atuar diretamente na fiscalização. Será obrigatório o cadastro dos vendedores e fica proibida a comercialização de fios de cobre queimados, prática comum para dificultar a identificação da origem”, explicou o vereador.

    Rodrigo também reforçou a importância da colaboração da população e dos comerciantes para que a lei seja efetiva.

    “Precisamos do apoio de todos, principalmente dos donos de ferros-velhos, para que não comprem materiais de procedência duvidosa. É uma questão de responsabilidade coletiva para reduzir esses crimes que impactam toda a cidade”, destacou.

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    Encerrando a cerimônia, o prefeito voltou a enfatizar a importância da integração entre os órgãos de segurança e afirmou que a nova legislação representa um avanço significativo na proteção do patrimônio público e privado.

    “Parabenizo novamente o vereador Rodrigo e todos os vereadores que aprovaram a lei. Também agradeço às forças de segurança pelo trabalho conjunto. Estamos investindo em melhorias, como a iluminação pública, e essa lei vem para reforçar a proteção da cidade. É um passo importante no combate a esse tipo de crime em Três Pontas”, concluiu.

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  • TRÊS PONTAS DIVIDIDA DIANTE DO CAOS: ATÉ QUANDO?

    TRÊS PONTAS DIVIDIDA DIANTE DO CAOS: ATÉ QUANDO?

    Moradores em situação de rua expõem crise social, urbana e moral no coração da cidade; Conexão traz Reportagem Especial

    UM PROBLEMA QUE SAIU DAS MARGENS E FOI PARA O CENTRO

    O que antes era periférico agora está no centro — literalmente. A presença crescente de pessoas em situação de rua na região central de Três Pontas, especialmente na Praça da Matriz, deixou de ser apenas uma questão social e passou a ser um dos temas mais polarizadores da cidade. Diante de todo cenário caótico, um novo problema recente, piora ainda mais a situação: dezenas de ratos têm sido vistos nas imediações da praça Cônego Victor. Será que o motivo é o acúmulo de lixo, sujeira e mal cheiro provocado pelos moradores em situação de rua?

    Uma enquete realizada nas redes sociais do Conexão Três Pontas, contou com respostas de mais de 500 pessoas nos últimos dias e revelou um cenário claro:

    A cidade está dividida, tensa, de mãos atadas e sem consenso!

    ANÁLISE DOS COMENTÁRIOS — O RETRATO DA POPULAÇÃO

    A partir da análise qualitativa e categorização das respostas (mais de 500 interações), foi possível identificar padrões de posicionamento.

    📈 DISTRIBUIÇÃO DAS OPINIÕES

    • 🔴 Contra a permanência no centro (expulsão ou retirada): 58%
    • 🟡 Defendem acolhimento e tratamento (sem expulsão): 27%
    • Neutros ou indecisos (reconhecem o problema sem solução clara): 15%

    PRINCIPAIS ARGUMENTOS IDENTIFICADOS

    🔴 1. SEGURANÇA, HIGIENE E ORDEM PÚBLICA (MAIORIA)

    A maior parte dos comentários aponta:

    • Sensação de insegurança
    • Relatos de ameaças
    • Uso de drogas e álcool em público
    • Fezes e urina em espaços públicos
    • Ocupação da praça e perda do espaço coletivo

    📢 Frases recorrentes:

    • “Não dá mais para frequentar a praça”
    • “Está insuportável”
    • “Perdemos o direito de ir e vir”

    🟡 2. VISÃO HUMANITÁRIA (MINORIA EXPRESSIVA)

    Outro grupo relevante reforça:

    • São seres humanos em vulnerabilidade
    • O vício é uma doença
    • Expulsar não resolve e é ilegal
    • Falta política pública estruturada

    📢 Destaques:

    • “Não é tirar, é tratar”
    • “É um problema de saúde, não só de segurança”
    • “Debaixo desses trapos existem vidas”

    ⚪ 3. RESPONSABILIZAÇÃO DO PODER PÚBLICO

    Quase unânime entre os grupos:

    • Falta de ação efetiva da prefeitura
    • Ausência de políticas contínuas
    • Dependência de entidades sociais
    • Falta de integração entre órgãos

    UM PONTO CRÍTICO: A ESMOLA COMO COMBUSTÍVEL DO PROBLEMA

    Um dos aspectos mais citados — e também mais polêmicos — foi a relação entre esmola e permanência nas ruas.

    Diversos comentários indicam que:

    • A ajuda direta em dinheiro mantém o ciclo
    • Facilita o acesso a drogas e álcool
    • Reduz a motivação para buscar tratamento

    📊 Tendência observada:
    ➡️ Crescente percepção popular de que a caridade desorganizada agrava o problema

    DIAGNÓSTICO SOCIAL — O QUE ESTÁ POR TRÁS

    A análise das falas revela um fenômeno complexo, com múltiplas causas:

    FATORES IDENTIFICADOS

    • Dependência química (altamente recorrente nos relatos)
    • Rompimento familiar
    • Transtornos mentais
    • Migração entre cidades
    • Falta de políticas públicas eficazes
    • Assistência fragmentada

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    RISCO FUTURO: ALERTA DA POPULAÇÃO

    Um padrão forte emergiu nos comentários:

    ⚠️ Medo de agravamento rápido da situação

    Termos recorrentes:

    • “Cracolândia”
    • “Vai piorar”
    • “Está só começando”

    O GRANDE DILEMA DE TRÊS PONTAS

    A cidade enfrenta um conflito clássico:

    DIREITO CONFLITO
    Direito de ir e vir x
    Liberdade individual x
    Compaixão x

    CAMINHOS POSSÍVEIS — O QUE PODE SER FEITO

    A análise dos próprios comentários, somada a práticas já adotadas em outras cidades, aponta soluções concretas:

    1. ABORDAGEM INTEGRADA (NÃO ISOLADA)

    • Assistência social + saúde + segurança pública
    • Ação contínua, não pontual

    2. TRATAMENTO PARA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

    • Ampliação de vagas
    • Internação (quando necessária e legal)
    • Acompanhamento pós-tratamento

    3. ACOLHIMENTO ESTRUTURADO

    • Abrigos com regras claras
    • Condições dignas
    • Equipes capacitadas

    4. REINSERÇÃO NO TRABALHO

    • Programas municipais
    • Parcerias com produtores rurais e comércio
    • Incentivos à contratação

    5. CONSCIENTIZAÇÃO DA POPULAÇÃO

    • Campanhas públicas:
      ➤ “Não dê esmola, encaminhe para ajuda”
    • Redirecionamento da solidariedade

    6. IDENTIFICAÇÃO E TRIAGEM

    • Saber quem são, de onde vêm
    • Reaproximação familiar (quando possível)
    • Encaminhamento adequado

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    CONCLUSÃO — UMA CIDADE DIANTE DO ESPELHO

    Três Pontas não está apenas discutindo moradores de rua.

    Está discutindo:

    • seus limites
    • sua responsabilidade
    • sua identidade como sociedade
    • o que fazer diante de um grave problema e leis que impedem ações concretas?

    A praça continua lá.
    As pessoas também.

    Mas agora há algo diferente no ar:
    o incômodo virou debate.

    E o debate virou pressão.

    Três Pontas chegou a um ponto onde não dá mais para ignorar.

    Porque quando o problema ocupa o centro da cidade…

    ele deixa de ser invisível —
    e passa a exigir uma resposta.

    Não só do poder público.

    Mas de todos nós.

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  • CRIME CRUEL GANHA NOME E PUNIÇÃO MAIS DURA: CÂMARA APROVA LEI QUE PODE LEVAR ATÉ 40 ANOS DE PRISÃO

    CRIME CRUEL GANHA NOME E PUNIÇÃO MAIS DURA: CÂMARA APROVA LEI QUE PODE LEVAR ATÉ 40 ANOS DE PRISÃO

    Homicídio usado como arma psicológica contra mulheres entra no Código Penal e expõe uma das faces mais brutais da violência no Brasil

    A Câmara dos Deputados deu um passo decisivo contra um dos crimes mais perversos e chocantes que existem — aquele em que a dor não termina na vítima, mas é direcionada, de forma calculada, para destruir outra pessoa.

    Foi aprovado o Projeto de Lei 3880/2024, que cria no Código Penal o crime de homicídio vicário e inclui o conceito de violência vicária na Lei Maria da Penha.

    Na prática, a medida mira um comportamento brutal:

    👉 quando alguém mata um filho, parente ou pessoa próxima para atingir emocionalmente uma mulher.

    Um crime que não busca apenas tirar uma vida — mas provocar sofrimento profundo, deliberado e devastador.

    ATÉ 40 ANOS DE PRISÃO: O PESO DA LEI PARA UM CRIME EXTREMO

    Com a aprovação, o homicídio vicário passa a ser tratado dentro do contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher — porque, embora a vítima direta seja outra pessoa, o alvo real é a mulher.

    E a punição será severa:

    🚨 pena de 20 a 40 anos de reclusão

    Uma resposta à altura de um crime que especialistas classificam como um dos mais cruéis dentro do ciclo de violência.

    O CASO QUE CHOCOU O PAÍS E ACELEROU A MUDANÇA

    A urgência da proposta ganhou força após um caso que abalou o Brasil. Em fevereiro deste ano, em Itumbiara (GO), um ex-secretário municipal matou os próprios filhos, de 8 e 12 anos, dentro de casa — com um único objetivo: atingir emocionalmente a mãe das crianças. Depois do crime, ele tirou a própria vida.

    Uma tragédia que escancarou, da forma mais dolorosa possível, o que é a violência vicária.

    👉 Um ato que transforma filhos em instrumentos de vingança.

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    UMA VIOLÊNCIA SILENCIOSA, MAS DEVASTADORA

    Segundo parlamentares envolvidos na proposta, esse tipo de crime ainda é pouco notificado — mas extremamente presente.

    A relatora do projeto, deputada Silvye Alves, classificou a violência vicária como:

    👉 “uma das faces mais cruéis e invisíveis da violência no país”

    E não se trata apenas de homicídio.

    O projeto também amplia o entendimento da lei para incluir outras formas de agressão praticadas com o objetivo de ferir psicologicamente a mulher, mesmo quando não há morte.

    AGRAVANTES: QUANDO A CRUELDADE VAI AINDA MAIS LONGE

    A lei endurece ainda mais quando há circunstâncias agravantes.

    A pena pode aumentar de um terço até metade se:

    ❗ o crime ocorrer na frente da mulher
    ❗ a vítima for criança, idoso ou pessoa com deficiência
    ❗ houver descumprimento de medidas protetivas

    Situações que tornam o ato ainda mais brutal e inaceitável.

    CRIANÇA NÃO É ARMA: LEI AMPLIA PROTEÇÃO E ANTECIPA DEFESA

    Outro avanço importante do projeto é permitir que a mulher peça medidas protetivas mesmo antes de sofrer agressão física direta.

    Ou seja:

    👉 o Estado passa a agir antes que a violência chegue ao limite.

    Para a deputada Fernanda Melchionna, coautora do projeto, o recado é direto:

    “Os casos são escabrosos e precisam ser punidos. Criança não pode ser usada como arma.”

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    E AGORA? PROJETO SEGUE PARA O SENADO

    O texto aprovado agora segue para análise do Senado Federal. Se for aprovado sem alterações, vai para sanção presidencial e se torna lei. Caso sofra mudanças, retorna à Câmara para nova votação.

    UM MARCO CONTRA A BARBÁRIE

    A aprovação do projeto representa mais do que uma mudança na legislação. É o reconhecimento oficial de uma violência que sempre existiu — mas que agora passa a ser nomeada, enfrentada e punida com rigor.

    👉 Um passo importante para impedir que a dor seja usada como arma.

    E para deixar claro: crueldade também tem consequência!

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  • SAAE de Três Pontas reforça estrutura com entrega de nove novos veículos e amplia capacidade de atendimento à população

    SAAE de Três Pontas reforça estrutura com entrega de nove novos veículos e amplia capacidade de atendimento à população

    A estrutura operacional do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Três Pontas recebeu um importante reforço nesta quinta-feira. A autarquia passou a contar com nove novos veículos, incorporados à frota para fortalecer o atendimento às demandas da cidade, ampliar a eficiência dos serviços e reduzir custos de manutenção. O investimento representa um avanço significativo para a modernização da estrutura de trabalho do SAAE.

    Renovação da frota fortalece serviços essenciais

    A manhã desta quinta-feira foi marcada pela entrega oficial de nove novos veículos ao Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Três Pontas. Os automóveis passam a integrar a frota da autarquia e serão utilizados nas atividades operacionais e de manutenção dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário do município.

    A iniciativa tem como objetivo modernizar a estrutura de trabalho do SAAE, garantindo maior agilidade no atendimento das ocorrências, eficiência na execução dos serviços e melhores condições de trabalho para as equipes.

    Segundo a direção da autarquia, a renovação da frota também contribui para reduzir gastos com manutenção, já que os veículos que estavam em uso apresentavam desgaste significativo após anos de operação.

    Apoio institucional foi decisivo

    O diretor do SAAE de Três Pontas, Marcelo Chaves, destacou que a conquista foi possível graças ao trabalho conjunto entre diferentes esferas do poder público.

    Ele agradeceu o apoio da Prefeitura Municipal e da Câmara de Vereadores, ressaltando que o Legislativo teve papel fundamental na aprovação do projeto que viabilizou a renovação da frota.

    De acordo com Marcelo, os veículos que estavam em operação exigiam manutenção constante, o que elevava os custos e, em alguns momentos, comprometia a agilidade na prestação dos serviços.

    Com a chegada dos novos veículos, a expectativa é garantir:

    • mais rapidez no atendimento à população

    • redução de despesas com manutenção

    • maior eficiência nas atividades operacionais

    • melhoria na qualidade dos serviços prestados

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    Preparação para novas demandas da cidade

    A renovação da frota também faz parte de um planejamento estratégico voltado para o futuro do município.

    Segundo a direção do SAAE, o fortalecimento da estrutura operacional é essencial diante da ampliação das demandas que surgirão com a implantação da nova estação de tratamento de esgoto, obra considerada fundamental para o avanço do saneamento em Três Pontas.

    Com equipamentos mais modernos e adequados, a autarquia pretende garantir melhores condições para atender o crescimento das necessidades do sistema de saneamento da cidade.

    Recursos viabilizados por emenda parlamentar

    A solenidade de entrega contou ainda com a presença do deputado federal Diego Andrade, responsável pela destinação dos recursos que possibilitaram a aquisição dos veículos por meio de emendas parlamentares.

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    Durante o evento, o parlamentar destacou seu compromisso com o município e afirmou que continuará trabalhando para garantir investimentos que contribuam para o desenvolvimento de Três Pontas.

    Marcelo Chaves também destacou a importância da estrutura atual do SAAE que possibilita, por exemplo, adquirir veículos e novas conquistas com recursos próprios.

    O evento contou com as presenças de diversas lideranças, representantes de diversos setores da economia, dentre eles vereadores, secretários de governo, representantes da Apae, Santa Casa, Polícia Civil, Associação Comercial, entre outros.

    Avanço na estrutura do saneamento municipal

    A entrega dos novos veículos representa mais um passo na modernização da estrutura do SAAE, fortalecendo a capacidade operacional da autarquia e ampliando as condições de atendimento à população.

    A iniciativa evidencia o esforço conjunto entre Prefeitura, Câmara Municipal e representantes parlamentares, como o federal Diego Andrade e o estadual Mário Henrique Caixa, na busca por melhorias permanentes nos serviços públicos e no desenvolvimento da cidade.

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  • REPORTAGEM ESPECIAL: Carnaval, Rodeio e prioridades públicas: Enquete revela cidade dividida em Três Pontas

    REPORTAGEM ESPECIAL: Carnaval, Rodeio e prioridades públicas: Enquete revela cidade dividida em Três Pontas

    UM TRABALHO APROFUNDADO DA REPORTAGEM DO CONEXÃO TRÊS PONTAS TRAZ NÚMEROS, RESULTADOS, OPINIÕES E REFLEXOS E REACENDE ALGUMAS POLÊMICAS

    Uma simples pergunta publicada na página do Conexão Três Pontas nas redes sociais acabou abrindo um debate profundo sobre prioridades públicas, cultura popular e gestão de recursos municipais. A possibilidade de realização da tradicional Festa do Peão/Rodeio após o Carnaval colocou moradores de Três Pontas em lados opostos.

    A análise das 125 primeiras opiniões coletadas mostra um cenário claro: a cidade está dividida — mas com leve predominância de críticas ao investimento público em eventos festivos.

    Resultado geral da enquete

    Classificando as respostas em quatro grupos (favorável, contrário, favorável com ressalvas e neutro), o panorama ficou assim:

    Posição Número de opiniões Percentual
    Contra o rodeio / contra gasto público 56 44,8%
    A favor do rodeio 41 32,8%
    A favor, mas com condições 16 12,8%
    Neutros ou sem posição clara 12 9,6%

    Representação gráfica (opinião da população)

    Contra investimento no rodeio ████████████████████████████ 44,8%

    A favor do rodeio ██████████████████ 32,8%

    A favor com condições ████████ 12,8%

    Neutros / indefinidos █████ 9,6%

    O dado mais relevante é que mais da metade das manifestações (57,6%) demonstram algum tipo de resistência ao uso de dinheiro público na festa, mesmo quando não rejeitam totalmente o evento.

    A principal crítica: prioridades da cidade

    O argumento mais recorrente nas manifestações contrárias foi a percepção de que Três Pontas enfrenta problemas estruturais mais urgentes.

    Entre os temas mais citados:

    1️⃣ Saúde pública

    Moradores apontam falta de exames, medicamentos e estrutura hospitalar.

    Exemplo citado na enquete:

    “O laboratório municipal não está realizando exames simples por falta de reagentes.”

    Outro comentário sugeriu até um investimento específico:

    “Esse dinheiro poderia ser investido numa máquina de ressonância.”

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    2️⃣ Infraestrutura urbana

    Buracos nas ruas, iluminação pública e limpeza urbana também foram citados repetidamente.

    Principais prioridades citadas pelos moradores

    Saúde pública ███████████████████████
    Infraestrutura urbana ███████████████
    Moradia popular █████████
    Educação ███████

    3️⃣ Habitação

    A crise de aluguel na cidade também apareceu nas discussões.

    “A população precisa de moradia. Só 97 casas populares é muito pouco.”

    O argumento dos favoráveis: economia e lazer

    Mesmo com a maioria crítica, um grupo significativo defende a realização da festa.

    Os argumentos predominantes são três.

    1️⃣ Movimento econômico

    Muitos moradores afirmam que eventos atraem visitantes e geram renda.

    “O rodeio movimenta o comércio, hotéis e gera empregos temporários.”

    Esse raciocínio aparece principalmente entre comerciantes e pessoas ligadas ao setor de serviços.

    2️⃣ Falta de entretenimento na cidade

    Outro argumento recorrente:

    “Três Pontas não tem nada. Se não tiver festa, o povo vai gastar em outra cidade.”

    Esse sentimento aponta para uma percepção de escassez de opções culturais e de lazer no município.

    3️⃣ Tradição cultural

    Alguns moradores veem o rodeio como uma manifestação tradicional ligada à identidade rural da região.

    “Rodeio também é cultura.”

    Esse discurso aparece frequentemente associado ao orgulho do agronegócio e das festas de peão.

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    O grupo intermediário: “pode ter, mas sem dinheiro público”

    Uma parcela importante da população não rejeita o evento, mas impõe condições.

    Esse grupo representa 12,8% das opiniões e pode ser considerado o campo decisivo da discussão.

    As propostas mais citadas foram:

    ✔ Cobrança de ingressos

    Quem quiser participar paga.

    ✔ Parceria com iniciativa privada

    Patrocínios e empresas financiando parte da estrutura.

    ✔ Redução do tamanho do evento

    Menos dias ou atrações mais realistas para o porte da cidade.

    ✔ Transparência nas contas

    Divulgação pública de arrecadação e gastos.

    “Mostra o que arrecadou e com o que gastou que eu dou minha opinião.”

    O fator Carnaval na discussão

    Um elemento curioso é que muitos comentários conectam o rodeio diretamente ao Carnaval realizado na cidade.

    Para parte da população, o raciocínio é simples:

    Se teve Carnaval → deve ter rodeio

    Essa lógica aparece repetidamente nos comentários.

    Por outro lado, críticos dizem que o erro foi justamente ter realizado o Carnaval com recursos públicos.

    Outro tema sensível: maus-tratos a animais

    Um grupo menor, mas bastante vocal, se opôs ao rodeio por razões éticas.

    “O rodeio expõe o animal ao estresse e à dor.”

    Alguns sugeriram alternativas, como eventos equestres ou festivais musicais sem montarias.

    O pano de fundo político

    Além do debate cultural e econômico, há um claro componente político nas manifestações.

    Alguns comentários criticam diretamente a administração municipal e cobram maior fiscalização dos vereadores.

    Outros mencionam:

    • gastos da prefeitura

    • contenção de despesas

    • promessas de campanha

    Isso indica que a discussão sobre o rodeio virou também um termômetro de avaliação do governo local.

    O que a enquete revela sobre Três Pontas

    Mais do que uma simples disputa entre “ter festa ou não ter”, a enquete revela três grandes tensões da cidade:

    1️⃣ Cultura x prioridades sociais

    A população reconhece o valor cultural e econômico dos eventos, mas teme que eles concorram com serviços essenciais.

    2️⃣ Lazer x responsabilidade fiscal

    Existe demanda por entretenimento, mas também cobrança por gestão responsável.

    3️⃣ Tradição x novos valores sociais

    Enquanto alguns defendem o rodeio como patrimônio cultural, outros questionam a prática por questões éticas.

    Conclusão

    A enquete mostra que Três Pontas vive um dilema comum a muitas cidades médias brasileiras:

    Como equilibrar investimentos em cultura, lazer e eventos com demandas urgentes por infraestrutura e serviços públicos?

    Os números deixam claro que:

    Não existe consenso!

    Mas existe algo ainda mais evidente:

    A população quer participar da discussão e cobrar transparência nas decisões.

    E talvez esse seja o resultado mais importante da enquete.

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  • Moradoras cobram explicações da Prefeitura na Câmara e denunciam falta de prevenção contra dengue em bairro de Três Pontas

    Moradoras cobram explicações da Prefeitura na Câmara e denunciam falta de prevenção contra dengue em bairro de Três Pontas

    Uma moradora do bairro Nova Três Pontas foi à Câmara Municipal, acompanhada por outros moradores, e fez um duro pronunciamento cobrando providências do poder público. Em uma carta aberta aos vereadores, ela denunciou a falta de fiscalização de terrenos abandonados, ausência de visitas de agentes da dengue e possível omissão administrativa na prevenção da doença.

    A cidadã Mariana Tiso pediu transparência, apresentação de documentos e até investigação do Ministério Público caso sejam comprovadas falhas graves na execução das políticas públicas.

    Um pronunciamento firme e fundamentado chamou a atenção durante a sessão da Câmara Municipal de Três Pontas nesta semana. A moradora e comunicadora Mariana Tiso utilizou o Plenário para apresentar uma carta de protesto na qual denuncia o que considera falta de ações preventivas do poder público no combate à dengue no bairro Nova Três Pontas.

    Em uma fala marcada por argumentos legais e pedidos formais de esclarecimento, Mariana afirmou que não se tratava apenas de um desabafo, mas de uma manifestação baseada em legislações municipais, estaduais e federais que tratam da responsabilidade do poder público na área da saúde.

    Segundo ela, moradores vêm solicitando providências desde agosto do ano passado, quando ainda não havia cenário de epidemia.

    “Prevenção não começa na epidemia. Prevenção começa antes”, afirmou.

    De acordo com a moradora, foram registrados dezenas de protocolos junto à Prefeitura solicitando medidas básicas de fiscalização e controle, entre elas:

    _ notificação de terrenos abandonados
    _ fiscalização de lotes com restos de obras
    _ aplicação de multas previstas no Código de Posturas
    _ visitas regulares de agentes de combate à dengue
    _ manutenção da área sob a rede de alta tensão que atravessa o bairro
    _ atuação preventiva contínua do poder público

    Ela afirma, porém, que nenhuma dessas medidas teria sido realizada no momento adequado.

     

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    Resposta rápida após anúncio da manifestação

    Durante o pronunciamento, Mariana relatou um episódio que, segundo ela, reforça a necessidade de esclarecimentos.

    No próprio dia 2 de março, após comunicar que iria à Câmara fazer o protesto, ela recebeu em menos de duas horas uma resposta do secretário municipal de Obras e Transportes informando que equipes haviam ido ao bairro fotografar terrenos abandonados para iniciar notificações aos proprietários.

    Ela destacou que, segundo o procedimento legal, após a notificação o proprietário tem prazo de sete dias para regularizar o terreno, antes que o município possa aplicar multas ou realizar limpeza compulsória.

    A moradora questionou por que esse processo não foi iniciado anteriormente, já que as solicitações teriam sido feitas meses atrás.

    “Se a notificação não é feita, a atuação do poder público fica travada. E isso não é apenas um detalhe administrativo. Isso é política pública de saúde”, afirmou.

    Falta de agentes e campanhas de conscientização

    Outro ponto levantado foi a ausência de visitas regulares de agentes de combate à dengue nas residências do bairro.

    Segundo Mariana, a vigilância epidemiológica precisa ser contínua e preventiva, e não apenas reativa durante períodos de crise. Ela também criticou a falta de campanhas permanentes de conscientização. Para a moradora, o combate ao mosquito não pode depender exclusivamente da iniciativa da população.

    “Contar apenas com a educação espontânea da população é assumir que fiscalização não é necessária. E fiscalização é dever do poder público”, disse.

    Pedido formal de documentos e fiscalização

    Durante o pronunciamento, Mariana solicitou que a Câmara Municipal encaminhe ofícios formais a diversos órgãos municipais e também à concessionária de energia CEMIG. Entre as informações solicitadas estão:

    _ todas as notificações emitidas a proprietários de terrenos no bairro Nova Três Pontas entre 2022 e 2026
    _ datas dessas notificações
    _ multas aplicadas e respectivos valores
    _ registros de visitas de agentes de combate à dengue
    _ cronograma oficial de visitas preventivas
    _ relatórios de inspeção
    _ o Plano Municipal de Combate à Dengue e sua data de implementação providências adotadas na área sob a rede de alta tensão que atravessa o bairro

    Segundo ela, a análise desses dados permitirá avaliar se houve atuação preventiva antes do agravamento da situação.

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    Possibilidade de investigação

    Caso os documentos indiquem falhas graves na execução das políticas públicas, a moradora defendeu que o caso possa ser encaminhado ao Ministério Público para investigação de eventual omissão administrativa.

    “Não estou aqui por política. Estou aqui por responsabilidade”, afirmou.

    Apelo final aos vereadores

    Encerrando sua fala, Mariana pediu apoio dos vereadores para garantir transparência e fiscalização. Ela destacou que o bairro Nova Três Pontas não pode ser lembrado apenas em momentos de crise.

    “A prevenção não começa quando já se enterra gente”, declarou.

    A moradora finalizou solicitando transparência, dados, fiscalização e cumprimento das leis já existentes, afirmando que a cidade precisa de políticas públicas efetivas para evitar que problemas sanitários se agravem.

    Outra moradora que a acompanhou no protesto, se emocionou, chorou ao revelar que tem uma irmã em estado crítico no hospital por conta da dengue e fez um desabafo:

    “Graças a Deus, apesar da gravidade e da complexidade do caso, nós ainda temos minha irmã aqui. Mas não sabemos o que vai acontecer. Mais alguém terá que morrer para que as providências sejam tomadas?”, exclamou.

    O Presidente da Câmara, Myller Bueno de Andrade, demonstrou, em nome de todos os vereadores, acolhimento aos pedidos e disse que cobrará respostas por parte do Executivo Municipal.

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  • POLÊMICA: Câmara autoriza venda de medicamentos em supermercados e projeto segue para sanção

    POLÊMICA: Câmara autoriza venda de medicamentos em supermercados e projeto segue para sanção

    A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta segunda-feira (2), o projeto de lei que regulamenta a comercialização de medicamentos dentro de supermercados. O texto, que já havia passado pelo Senado, agora aguarda sanção do presidente da República para entrar em vigor.

    A proposta estabelece que supermercados poderão vender medicamentos e instalar farmácias em suas dependências, desde que o espaço seja físico e estruturalmente separado da área comum de vendas, exclusivo para a atividade farmacêutica e com a presença obrigatória de um farmacêutico habilitado durante todo o horário de funcionamento.

    O relator da matéria, deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO), argumentou que a iniciativa amplia o acesso da população, sobretudo em municípios de pequeno porte e localidades mais afastadas, onde muitas vezes não há farmácias disponíveis.

    Apesar de poder funcionar sob o mesmo CNPJ do supermercado ou por meio de parceria com uma farmácia devidamente licenciada, o novo modelo deverá cumprir integralmente as exigências técnicas, sanitárias e regulatórias já aplicadas às drogarias tradicionais.

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    O que muda na prática

    O projeto define regras específicas para a comercialização:

    A venda de medicamentos só poderá ocorrer em área exclusiva e devidamente isolada, com farmacêutico presente durante todo o expediente.

    Medicamentos sujeitos à retenção de receita só poderão ser entregues após o pagamento. Alternativamente, poderão ser encaminhados ao caixa em embalagem lacrada, inviolável e identificada.

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    Está proibida a exposição ou oferta de remédios em prateleiras abertas, gôndolas ou espaços sem separação funcional da farmácia instalada no supermercado.

    Farmácias e drogarias autorizadas poderão operar vendas por meios digitais e plataformas de comércio eletrônico, desde que respeitem integralmente a legislação vigente.

    Com a eventual sanção presidencial, a medida passará a integrar o marco regulatório do setor, criando um novo modelo de comercialização que busca ampliar o acesso, mas mantendo as exigências de controle sanitário e responsabilidade técnica.

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  • URGENTE! 49 mortes, 18 desaparecidos e uma pergunta que insiste em ecoar: até quando a Zona da Mata vai enterrar seus filhos?

    URGENTE! 49 mortes, 18 desaparecidos e uma pergunta que insiste em ecoar: até quando a Zona da Mata vai enterrar seus filhos?

    A chuva voltou a cair. E, com ela, voltou também o medo. A Zona da Mata Mineira vive dias de dor que dificilmente serão esquecidos. O número de mortos após os temporais que atingiram a região na noite de segunda-feira (23) subiu para 49 vítimas. Outras 18 pessoas continuam desaparecidas sob a lama, os escombros e a esperança frágil de familiares que ainda aguardam notícias.

    Em Juiz de Fora, foram 43 vidas perdidas.
    Em Ubá, mais seis mortes confirmadas.

    Não são estatísticas. São histórias interrompidas. São mesas vazias. São casas que não voltarão a ser lares.

    A chuva não deu trégua — e a tragédia se aprofundou

    Enquanto equipes do Corpo de Bombeiros seguem nas buscas por 16 desaparecidos em Juiz de Fora e duas pessoas em Ubá, o cenário se agrava. Na noite de quarta-feira, a chuva voltou com força. Avenidas novamente alagadas. Bairros sob enxurradas. O Córrego Santa Luzia transbordou. Sirenes soaram.

    O resgate acontece em meio à lama ainda fresca dos deslizamentos. Há famílias esperando respostas diante de montes de terra que antes eram casas.

    Milhares de pessoas estão desalojadas ou desabrigadas em Juiz de Fora, Ubá e também em Matias Barbosa, onde houve destruição, mas, felizmente, sem registro de mortes.

    Mas o sofrimento não se mede apenas em números.

    📊 Os números assustam — e revelam um alerta ignorado

    Em apenas três horas, Juiz de Fora registrou:

    • 102,9 mm na Cidade Universitária

    • 96,3 mm em Graminha

    • 85,5 mm na região Central

    O município enfrenta o fevereiro mais chuvoso de sua história: já são 589 milímetros acumulados, mais de três vezes o volume esperado para o mês (170 mm).

    O Instituto Nacional de Meteorologia mantém alerta de “grande perigo” para a região.

    Mas a pergunta inevitável é: sabíamos que eventos extremos estavam se tornando mais frequentes — então por que continuamos tão vulneráveis?

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    🏚️ Tragédia natural ou desastre anunciado?

    As mudanças climáticas são realidade. Os eventos extremos estão mais intensos. Mas o impacto devastador não é apenas obra da natureza.

    Encostas ocupadas irregularmente.
    Drenagem insuficiente.
    Falta de contenção de taludes.
    Córregos assoreados.
    Planejamento urbano falho.

    Quando a água encontra descaso, ela não apenas alaga — ela destrói.

    A cada verão, repetimos o mesmo roteiro: alerta, chuva intensa, deslizamento, luto, promessas. E, quando o céu abre novamente, a urgência evapora.

    Até o próximo temporal.

    🕯️ 49 vidas que exigem mais do que homenagens

    As equipes da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e voluntários seguem mobilizadas. Abrigos foram improvisados. Solidariedade não falta.

    Mas solidariedade não substitui prevenção.

    É urgente discutir:

    • Investimento robusto em drenagem urbana

    • Obras estruturais permanentes

    • Monitoramento eficaz de áreas de risco

    • Política habitacional que retire famílias de encostas vulneráveis

    • Planejamento urbano baseado em dados climáticos atuais, não nos de décadas passadas

    Prevenir não dá manchete. Mas salva vidas.

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    🌎 A chuva vai voltar. Estaremos preparados?

    A Zona da Mata chora seus mortos enquanto ainda ouve o barulho da água caindo sobre telhados frágeis.

    Cada vítima representa um alerta que não pode ser ignorado.

    Não podemos normalizar a tragédia.
    Não podemos aceitar que todo verão tenha sua contagem de mortos.
    Não podemos tratar como fatalidade aquilo que é, em grande parte, consequência de omissão.

    Que a memória das 49 vidas perdidas em Juiz de Fora e Ubá não se dissolva quando o sol reaparecer.

    Porque quando a próxima tempestade chegar — e ela chegará — a pergunta continuará ecoando:

    vamos lamentar de novo… ou finalmente agir?

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  • O Brasil Só Trabalha Depois do Carnaval? Enquanto Você Espera, o Governo Já Levou 5 Meses do Seu Ano

    O Brasil Só Trabalha Depois do Carnaval? Enquanto Você Espera, o Governo Já Levou 5 Meses do Seu Ano

    🎭 A Verdade Sobre Impostos, Feriados e Produtividade no Brasil

    Todo ano é a mesma história: o Brasil parece funcionar em “modo espera” até o fim do Carnaval. Só depois da Quarta-feira de Cinzas é que o país, oficialmente, começa a trabalhar. Mas será que essa cultura do “ano novo pós-Carnaval” é apenas folclore ou tem impactos reais na economia, na produtividade e no bolso do brasileiro?

    Se você acha que isso é só uma piada cultural, os números mostram que a conversa é muito mais séria.

    Quanto o brasileiro paga de impostos?

    O Brasil possui uma das maiores cargas tributárias entre países emergentes. Dados oficiais indicam que a carga tributária brasileira gira em torno de 33% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo estatísticas consolidadas da Receita Federal e comparações internacionais.

    Mas quando o cidadão comum sente isso no dia a dia?

    De acordo com estudos do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o brasileiro precisa trabalhar, em média, cerca de 149 dias por ano apenas para pagar impostos. Isso significa que praticamente cinco meses do ano são dedicados exclusivamente ao pagamento de tributos federais, estaduais e municipais.

    Traduzindo: enquanto muitos ainda estão esperando o “ano começar”, metade do esforço do trabalhador já está comprometida com impostos.

    E em 2026, com a implementação gradual da reforma tributária sobre o consumo, o cenário passará por mudanças estruturais. A promessa é simplificar o sistema. A dúvida é: vai pesar menos no bolso?

    📅 O Brasil tem feriados demais?

    Outro tema que sempre volta à discussão é o número de feriados no Brasil.

    O país possui oficialmente 9 feriados nacionais fixos, além de pontos facultativos e datas móveis como Carnaval e Corpus Christi. Quando somamos feriados estaduais e municipais, algumas cidades podem ultrapassar 12 ou 13 dias de paralisação ao longo do ano.

    Comparativamente:

    • Países como Estados Unidos possuem 11 feriados federais.

    • Alemanha tem cerca de 9 a 13, dependendo do estado.

    • Japão possui 16 feriados nacionais.

    • Índia e Filipinas chegam a ultrapassar 20.

    Ou seja: o Brasil não é o campeão mundial de feriados. O problema não está apenas na quantidade — mas na cultura de baixa produtividade combinada com alta carga tributária.

    Feriado não é o vilão. O problema surge quando há pouco retorno em eficiência, serviços públicos de baixa qualidade e ambiente difícil para empreender.

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    📉 Produtividade: o verdadeiro desafio

    Segundo dados da OCDE, a produtividade do trabalhador brasileiro é significativamente menor do que a de países desenvolvidos. Trabalha-se muitas horas, mas produz-se menos valor agregado por hora trabalhada.

    Isso não é culpa exclusiva do trabalhador. Envolve:

    • Complexidade tributária

    • Burocracia

    • Baixo investimento em inovação

    • Infraestrutura deficiente

    • Educação técnica insuficiente

    Mas também envolve mentalidade.

    Enquanto se espera que “o governo resolva”, o tempo passa. E o crescimento não acontece por decreto.

    💰 Reforma Tributária 2026: esperança ou ilusão?

    A reforma tributária aprovada prevê a substituição de vários impostos sobre consumo por um IVA dual (CBS e IBS), com transição prevista a partir de 2026.

    O objetivo é:

    • Simplificar o sistema

    • Reduzir litígios

    • Dar mais transparência

    Mas nenhuma reforma compensa a falta de produtividade e de iniciativa individual.

    Imposto alto somado a baixa eficiência gera estagnação. E esperar que apenas mudanças políticas transformem o país é ingenuidade econômica.

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    🚀 O Brasil precisa parar de esperar

    Se o “ano começa depois do Carnaval”, então que ele comece com atitude.

    Não adianta reclamar da carga tributária sem:

    • Cobrar transparência

    • Exigir eficiência

    • Votar com consciência

    • Empreender

    • Buscar qualificação

    • Produzir mais valor

    O Brasil não cresce apenas com discursos. Cresce com trabalho inteligente, responsabilidade fiscal e cidadãos que fazem sua parte.

    🎯 Conclusão: o verdadeiro ano novo é agora

    O Carnaval acabou. A fantasia ficou.

    Agora começa o ano real — aquele que exige ação.

    O brasileiro já trabalha quase cinco meses só para pagar impostos. O restante do ano precisa ser usado para crescer, inovar e construir algo sólido.

    Menos espera.
    Menos desculpa.
    Mais produtividade.
    Mais responsabilidade individual.

    O Brasil não precisa de mais um recomeço simbólico. Precisa de atitude!

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