Tag: Saúde

  • Covid-19: Sul de Minas recebe novo lote com mais 94 mil vacinas

    Covid-19: Sul de Minas recebe novo lote com mais 94 mil vacinas

    Novo lote é referente à 33ª remessa enviada pelo Ministério da Saúde.

    As regionais de Saúde do Sul de Minas recebem nesta terça-feira (3) mais um lote de vacinas para prosseguimento da campanha de imunização contra a Covid-19. As regionais vão receber mais 94.290 mil doses dos imunizantes da Pfizer, Astrazeneca e Coronavac.

    O Governo de Minas recebeu 641.200 doses de vacinas contra a covid-19 às Unidades Regionais de Saúde, que, por sua vez, farão a distribuição aos municípios. Segundo o estado, esse lote é referente à 33ª remessa envida pelo Ministério da Saúde.

    A remessa será destinada à aplicação da primeira e da segunda dose em caminhoneiros e trabalhadores industriais dos municípios que ainda não concluíram a vacinação desses grupos. Os imunizantes também contemplam adultos de 50 a 54 anos e a segunda dose de pessoas com comorbidade e pessoas com deficiência permanente grave.

    Confira a distribuição das doses nas Unidades Regionais de Saúde do sul de Minas:

    • Alfenas: 12.194 doses
    • Passos: 14.523 doses
    • Pouso Alegre: 38.321 doses
    • Varginha: 29.252 doses

    Fonte G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • Três Pontas registra uma morte por covid-19 nos últimos 7 dias

    Três Pontas registra uma morte por covid-19 nos últimos 7 dias

    BOA NOTÍCIA: Número de recuperados segue subindo, enquanto há queda no índice de pessoas internadas.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (02) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmações de mais uma morte em comparação com o boletim de 7 dias atrás. A gravidade dos novos casos também é um fator preocupante.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 6.989 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 6.698 já se recuperaram e, infelizmente, 159 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 132 pessoas estão com o vírus.

    Números de uma semana atrás

    Números de Hoje

    Gangorra: No dia 01º de fevereiro de 2021 Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. Hoje o número é maior, com 326 casos. Número chegou a cair para 52 e depois subiu drasticamente. Nos últimos 35 dias retomou o ciclo de queda. Apresentou ligeiro aumento nos últimos dias e aponta nova desaceleração.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 25.120.

    Quatro pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros sete casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 125 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 472 dias. Isso dá uma média de 14,80 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Evolução nos números dos últimos 7 Dias

    Confirmados +98

    Recuperados +88

    Óbitos +1

    Casos em Isolamento +10

    Internados  -1

    Com suspeita: igual

    Síndrome Gripal +509

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 87 Homens

    _ 72 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 53

    _ 60 a 79 anos – 74

    _ 80 anos ou mais – 31

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 50

    _ Hipertensão – 39

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 59

    _ Doença Renal Crônica – 08

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 08

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 07

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 02

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 01

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 01

    _ Mialgia – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 73

    _ 8 a 15 dias – 51

    _ 16 a 21 dias – 12

    _ 22 ou mais – 14

    Obs.: 09 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

    Curta a página do Conexão Três Pontas no facebook

    www.facebook.com/conexaotrespontas

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • BOA NOTÍCIA: Brasil bate recorde de vacinação em Julho com 41 milhões de doses aplicadas

    BOA NOTÍCIA: Brasil bate recorde de vacinação em Julho com 41 milhões de doses aplicadas

    Felizmente a vacinação contra Covid-19 no Brasil começa a andar a passos mais largos e Julho bateu recorde, foi o melhor mês até agora em quantidade de doses aplicadas.

    No total, foram aplicadas 41,1 milhões de doses, 8,6 milhões a mais do que o registrado em Junho. O aumento foi de 26.56%.

    A média diária de aplicações no Brasil em julho ficou em 1.326.917 doses, um aumento de 22.48% com relação ao mês anterior!

    Nos dias úteis a média de aplicações foi de 1,6 milhão de doses, enquanto nos finais de semana foi de 543 mil doses.

    Pelo “comparativo da distribuição das aplicações no mês de junho e julho, podemos observar o avanço nas segundas doses, bem como a aplicação das vacinas de dose única da Jannsen!”, disse em entrevista ao Só Notícia Boa Leonardo Medeiros, um dos colaboradores do projeto independente @coronavirusbra1.

    O portal usa dados do CONASS, Ministério da Saúde e Secretarias Estaduais de Saúde para fazer a pesquisa.

    Mas apesar do resultado da pesquisa, ainda é preciso melhorar. Mais da metade da população brasileira ainda não recebeu sequer a primeira dose.

    Primeira e segunda doses

    Foram administradas em julho 26,2 milhões de primeiras doses (63.86%), 11,1 milhão de segundas doses (27.10%) e 3,7 milhões de vacinas de dose única (9.04%)

    “Tivemos 22 dias onde foram registradas mais de 1 milhão de aplicações, e 15 dias com mais de 1,5 milhão registros”, afirmou.

    A maior vacinação diária no mês foi no dia 22, com 1,9 milhões de doses!

    Recordes de Vacinação

    • 17/06/21 – +2.259.621
    • 22/07/21 – +1.932.002
    • 29/06/21 – +1.898.996
    • 21/07/21 – +1.883.486
    • 20/07/21 – +1.882.101
    • 30/07/21 – +1.836.041
    • 28/07/21 – +1.786.585
    • 23/04/21 – +1.782.040
    • 07/07/21 – +1.728.372

    Até o final desta reportagem o portal totalizava 142,6 milhões de doses foram aplicadas no Brasil, e 41,6 milhões (19,64%) de pessoas totalmente imunizadas.
    E 100,1 milhões (47,7%) de pessoas já se vacinaram com pelo menos uma dose.

    Fonte Agência Brasil (Apud CoronavirusBra1)

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    Roger Campos

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  • Covid-19: Escolas reiniciam ensino presencial em nove estados

    Covid-19: Escolas reiniciam ensino presencial em nove estados

    Especialistas alertam para cuidados que devem ser tomados

    No segundo semestre deste ano, mais escolas públicas e particulares deverão retomar as atividades presenciais. A volta às salas de aula ocorrerá de forma diferente em cada localidade. O ensino remoto ainda deve seguir, mesmo que junto com o presencial, para evitar aglomerações. Para que as escolas sejam reabertas da forma mais segura possível, segundo especialistas, além de cumprir os demais protocolos de segurança, uma atitude faz toda a diferença: que todos usem máscaras da maneira correta, cobrindo o nariz e a boca.

    Segundo levantamento feito pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), atualizado na última quinta-feira (26), pelo menos nove estados e o Distrito Federal definiram os calendários ou sinalizaram a volta ao ensino presencial ao menos para uma parcela dos estudantes neste segundo semestre. Esses estados são Acre, Alagoas, Ceará, Sergipe, Goiás, Piauí, Roraima, Tocantins e Mato Grosso do Sul.

    Eles se somam a Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que já retomaram este ano alguma atividade presencial. Os demais estados ainda estão sem definição. As redes públicas estaduais concentram as matrículas do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental, do sexto ao nono ano.

    Entre as redes municipais, o último balanço divulgado pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) mostrou que cerca de 16% das redes já retomaram o ensino presencial em 2021. A maioria em modelo híbrido, ou seja, mesclando aulas presenciais com o ensino remoto. As redes municipais são responsáveis, por sua vez, pela creche, pré-escola e ensino fundamental até o quinto ano.

    Entre as escolas particulares, a reabertura, de acordo com balanço da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), já é permitida em todos os estados. Cabe às escolas, de acordo com o contexto local, definir como se dará a retomada conforme as necessidades dos alunos e das famílias.

    Orientações para a reabertura

    Visando orientar escolas e redes de ensino no retorno às atividades presenciais, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, em julho deste ano, um parecer com esclarecimentos sobre cumprimento de carga horária, formação de professores e outras questões. O documento, aprovado por unanimidade, aguarda a homologação do Ministério da Educação (MEC).

    “O CNE reconhece, em primeiro lugar, que a pandemia não acabou”, disse o conselheiro Mozart Neves Ramos. “A primeira [recomendação] é o controle sanitário e a vacinação, para o retorno seguro ao presencial. Recomendamos fortemente esse retorno presencial, porque os danos de aprendizagem que estão aí são muito preocupantes”, acrescentou.

    O Conselho recomenda, ainda, que seja feita uma avaliação diagnóstica para saber a situação de cada estudante e o que pode ser aprendido até o momento. A orientação é que as escolas sigam a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que reúne o mínimo que deve ser aprendido a cada ano, como o essencial que deve ser passado aos estudantes.

    O ensino remoto, segundo Ramos, deverá permanecer, seja para que estudantes intercalem aulas presenciais com a distância para evitar aglomeração, seja para recuperar conteúdos que não foram aprendidos até o momento. Para isso, os professores devem também ser formados.

    “Uma recomendação forte do CNE para o ensino híbrido [que mescla presencial e remoto]. Não dá para fazer como se fez no ano passado. No ano passado, era o que tinha. Os professores foram para a luta sem estar preparados. A consequência foi, mesmo para quem teve a oportunidade de acesso ao ensino híbrido, situações muito a desejar, porque não tínhamos nem material adequado para isso”.

    Uso de máscaras

    Usar máscaras de boa qualidade e da maneira correta, bem justas ao rosto, cobrindo o nariz e a boca, reduz o contágio por covid-19 nas escolas significativamente, de acordo com estudos do projeto ModCovid19. Por meio de simulações, o grupo de estudos concluiu que, sem os devidos cuidados, com o uso de máscaras de pano finas que não retêm as partículas apropriadamente, o risco de contrair a doença aumenta 1.141%.

    Caso os professores utilizem todos máscaras do modelo PFF2, adequadamente, cobrindo o nariz e a boca, e os estudantes usem corretamente máscaras de pano de boa qualidade – mais grossas, com duas camadas de tecido – o percentual de contágio cai para 39%.

    “Se estamos em um ambiente fechado, como são muitas salas de aula, a maior linha de infecção é inspirando partículas virais que estão no ar”, explicou o bolsista Marie Curie, na Universidade de Roma Guilherme Goedert, que integra o grupo de estudos e é responsável pelo desenvolvimento do modelo de simulação. “É a nossa recomendação de ouro, tudo que a gente testou funcionou muito melhor com professores com PFF2”, ressaltou.

    Goedert disse que os professores circulam entre as turmas e são também os que mais falam em voz alta, expelindo mais partículas no ambiente e facilitando a disseminação da covid-19 caso sejam contaminados, por isso precisam dessa proteção.

    A recomendação para os alunos é uma máscara de tecido grosso que se ajuste bem ao rosto. “Pode usar [máscara] de pano, mas tem que ser de boa qualidade e tem que se ajustar bem ao rosto, senão não é efetiva. Se puderem, havendo de pano e descartáveis, juntando ambas, estudos mostram que aumenta bastante o poder de filtragem com o uso das duas máscaras juntas”.

    Além do uso de máscaras, a circulação do ar nas salas, por meio de janelas e portas abertas; a divisão dos estudantes em grupos que se alternam entre aulas presenciais e remotas, para reduzir aqueles que ficam nas salas; e o rastreamento de casos – se houver caso na família, o estudante deve ser afastado por 14 dias. Se o aluno ficar doente, o grupo presencial dele deve ser todo afastado – são medidas que aumentam a segurança no retorno às aulas.

    “Estamos reabrindo as escolas quando uma nova variante está chegando. Precisamos reabrir? Precisamos. Mas, precisamos ter cuidado em como fazer isso”, disse o pesquisador.

    O ModCovid19 é um grupo de estudos formado por pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (ICMC), Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp (Imecc), do Instituto de Matemática Pura e Aplicada do Rio de Janeiro (Impa), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Rio).

    Cuidados com o emocional

    Além de todos os cuidados para evitar a disseminação, outro cuidado será necessário nesse retorno: o emocional. Para a gerente de projetos do Instituto Ayrton Senna e especialista na área de Formação de Educadores, Silvia Lima, a relação entre as escolas e as famílias será fundamental para o processo de readaptação dos estudantes no retorno às atividades escolares presenciais e servirá como importante ponto de apoio no cuidado emocional de todos.

    “Famílias e professores devem considerar não apenas como se dará a retomada dos conteúdos pedagógicos, que estará definida nos planos de retorno e readaptação à rotina escolar, mas também ao cuidado socioemocional. Contudo, será preciso cuidar das emoções e sentimentos da equipe escolar e dos estudantes, retomando os processos de ensino e aprendizagem com base no acolhimento e empatia”, disse.

    Este é, de acordo com Silvia, um momento importante para que se trabalhe nas escolas as chamadas habilidades socioemocionais, que estão previstas inclusive na Base Nacional Comum Curricular. “Sendo as competências socioemocionais as capacidades individuais das pessoas que se manifestam por meio dos pensamentos, sentimentos e comportamentos, é possível aproveitar  para aliar as competências socioemocionais a uma rotina de sala de aula e trabalhar não só com os estudantes, mas também com os educadores. Foco, empatia, respeito, tolerância ao estresse, imaginação criativa, organização e outros [fatores] serão importantes para essa retomada”, explicou.

    O instituto elaborou um guia com dicas para a acolhida pós isolamento social, que está disponível na internet.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • Covid-19: A medida em que a vacinação vai aumentando, números vão melhorando em Três Pontas

    Covid-19: A medida em que a vacinação vai aumentando, números vão melhorando em Três Pontas

    BOA NOTÍCIA: Número de recuperados segue subindo, enquanto há queda no índice de pessoas internadas.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (26) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com a confirmações de mais uma morte em comparação com o boletim de 7 dias atrás. A gravidade dos novos casos também é um fator preocupante.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 6.891 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 6.610 já se recuperaram e, infelizmente, 158 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 123 pessoas estão com o vírus.

    Números de uma semana atrás

    Números de Hoje

    No dia 01º de fevereiro de 2021 Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. Hoje o número é maior, com 326 casos. Número chegou a cair para 52 e depois subiu drasticamente. Mas nos últimos 35 dias retomou o ciclo de queda.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 24.611.

    Quatro pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros oito casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 115 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 465 dias. Isso dá uma média de 14,81 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Evolução nos números dos últimos 7 Dias

    Confirmados +78

    Recuperados +280

    Óbitos +1

    Casos em Isolamento -200

    Internados  -3

    Com suspeita -1

    Síndrome Gripal +594

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 85 Homens

    _ 73 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 53

    _ 60 a 79 anos – 72

    _ 80 anos ou mais – 31

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 48

    _ Hipertensão – 38

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 59

    _ Doença Renal Crônica – 08

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 08

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 07

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 02

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 01

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 01

    _ Mialgia – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 73

    _ 8 a 15 dias – 51

    _ 16 a 21 dias – 11

    _ 22 ou mais – 13

    Obs.: 09 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

    #conexãotrêspontas #notícia #opinião #comentando #polêmica #jornalismo #informação #comportamento #fato #pandemiacoronavirus #uti #rogercampos #minasgerais #suldeminas #Conexão #reportagem #notícias #Covid19 #distanciamentosocial #instagram #twitter #saúde #educação #política #economia #governofederal #trêspontas #vacinacontracovid19 #bolsonaro #coronavac

    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • UNIMED E SANTA CASA: PARCEIRAS NO COMBATE À COVID-19 EM TRÊS PONTAS

    UNIMED E SANTA CASA: PARCEIRAS NO COMBATE À COVID-19 EM TRÊS PONTAS

    Dr. Dilson Lamaita Miranda, presidente da Unimed Três Pontas conversou com o Conexão Três Pontas e falou sobre o apoio que a prestadora de serviço de saúde particular tem dado para a Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis diante da maior pandemia que a humanidade já vivenciou, a covid-19. Ele destaca a união das entidades e a ajuda mútua, elevando a qualidade da saúde prestada no município. Acompanhe:

    “Nós não temos UTI no Hospital da Unimed porque nós somos servidos e muito bem servidos pela UTI da Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Não tinha lógica montarmos uma UTI também no Hospital da Unimed. Afinal de contas não somos excludentes em relação à Santa Casa, somos parceiros. A ideia é complementar, o que é muito diferente de um pensamento empresarial, onde o pensamento seria concorrer, tirar o máximo da Santa Casa para ganhar dinheiro”, comentou.

    Ainda conforme o presidente da Unimed Três Pontas, na questão da covid-19, foi combinado com a Santa Casa que a Unimed iria centralizar os atendimentos e as internações no HSFA e assim foi feito, já que ela é muito bem estruturada.

    “Eu ando por hospitais de toda Minas Gerais e também de outros estados brasileiros e posso afirmar que a Santa Casa de Três Pontas merece elogios por conta de sua estrutura. Somos sempre muito bem atendidos e tudo está fluindo muito bem. Sempre que precisamos de internações de UTI e outras internações nós buscamos a Santa Casa de Três Pontas ou outros hospitais que fazem parte da Rede Unimed.

    Santa Casa de Três Pontas (HSFA)

    No sul de Minas a Unimed tem hospitais em Três Pontas, Varginha, Três Corações, Poços de Caldas e Passos. Fora as outras cidades que possuem pronto atendimento. A rede de hospitais da Unimed é a maior, ficando atrás apenas da rede que congrega as santas casas. O sistema Unimed tem cerca de 180 unidades Brasil afora”, revelou.

    A Unimed Três Pontas cuida hoje de cerca de 21 mil clientes de toda região.

    “Oferecemos tudo que uma operadora de saúde deve oferecer. Contamos hoje com cerca de 100 médicos, sendo 80 cooperados e outros que são credenciados, também médicos que prestam serviços à Unimed mas que ainda não são cooperados. Há outros profissionais que também são credenciados, mas que não podem ser cooperados por não serem médicos, como psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos, etc. Profissionais que são necessários, que fazem parte da saúde mas que, pela lei vigente no país, não podem se tornar cooperados de uma cooperativa médica. Ressalto que eles trabalham normalmente com as meninas Unimed através de contratos. Tanto pessoas físicas, quanto jurídicas, como hospitais, laboratórios, podem trabalhar com a Unimed como contratados,” explicou Dr. Dilson.

    Dr. Dilson Lamaita, presidente da Unimed Três Pontas.

    Dr. Dilson é médico ortopedista, diretor da Unimed Três Pontas há 27 anos. A Unimed Três Pontas (cooperativa de primeiro grau) tem 30 anos e o seu primeiro mandato foi como diretor financeiro. Durante esse período, a medida em que foi adquirindo experiência, foi assumindo outros cargos dentro da Unimed e dentro do cooperativismo.

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    Roger Campos

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  • Covid-19: Anvisa libera testes clínicos para duas novas vacinas

    Covid-19: Anvisa libera testes clínicos para duas novas vacinas

    Uma é produzida na China e a outra no Reino Unido

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou hoje (14), em Brasília, a realização de pesquisas clínicas de duas novas vacinas contra o novo coronavírus (covid-19). Uma é desenvolvida pelo Instituto de Biologia Médica da Academia Chinesa de Ciências Médicas (Imbcams, na sigla em inglês), da China, e a outra é produzida pela empresa AstraZeneca.

    A primeira pesquisa realizará ensaio clínico de fase 3, controlado por placebo, para avaliar a eficácia, segurança e a imunogenicidade da vacina do Imbcams, que usa a tecnologia de vírus inativado.

    O estudo, a ser realizado no Brasil, integra parte de uma pesquisa maior que também está sendo realizada na China e em outros países. Farão parte dos testes adultos de 18 anos de idade ou mais que receberão duas doses, com intervalo de 14 dias entre a primeira e segunda dose.

    “O delineamento de um estudo controlado por placebo ainda é considerado metodologicamente adequado para avaliar a segurança e eficácia da vacina, considerando também que ainda há uma grande parcela da população não vacinada, desde que se leve em conta a possibilidade de acesso dos voluntários às vacinas disponíveis em um curto período”, informou a Anvisa.

    Aproximadamente 34.020 participantes serão recrutados no Brasil, Malásia, Bangladesh, China e México. Desse total, 7.992 participarão dos testes no Brasil, que serão realizados no Rio de Janeiro, Goiás, Santa Catarina e São Paulo.

    AstraZeneca

    Já a segunda pesquisa clínica aprovada testará a vacina (AZD2816), desenvolvida pela AstraZeneca com a tecnologia de vetor de adenovírus recombinante, a mesma utilizada no imunizante anterior e que é aplicado no Brasil.

    A vacina será fabricada pela empresa Symbiosis Pharmaceutical Services, sediada no Reino Unido, e é uma nova versão do imunizante aplicado no país (AZD1222). Ele foi modificado para também fornecer imunidade contra a recém-emergente cepa da variante B.1.351 da covid-19, identificada primeiro na África do Sul, em abril.

    O estudo, de fase II/III parcialmente duplo-cego, randomizado, será aplicado em adultos de 18 anos de idade ou mais, previamente vacinados e não vacinados para determinar a segurança e a imunogenicidade da vacina candidata.

    A AstraZeneca quer verificar a eficácia do imunizante, que atuaria como uma espécie de terceira dose para indivíduos soronegativos para SARS-CoV-2, que receberam anteriormente uma vacinação primária de duas doses contra a covid-19  SARS-CoV-2 com a vacina atualmente em uso (AZD1222) ou de uma vacina que utiliza a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) contra a covid-19, como as da Pfizer e da Moderna.

    Também será verificada a eficácia da candidata a imunizante sendo aplicada como vacinação homóloga primária de duas doses para pessoas soronegativas para SARS-CoV-2 que não estão vacinadas.

    Nesse caso, os pesquisadores querem testar uma espécie de esquema misto, com a aplicação de uma primeira dose da vacina da AstraZeneca já utilizada no país e a segunda dose da nova versão do produto.

    A empresa planeja testar esse esquema em 2.475 participantes no Brasil, Reino Unido, África do Sul e Polônia. Aqui está prevista a participação de 800 pessoas no Distrito Federal,  Bahia, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.

    Fonte Agência Brasil

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    Roger Campos

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  • COVID-19: Novos casos desaceleram e número de mortes em uma semana soma mais 4 registros em Três Pontas

    COVID-19: Novos casos desaceleram e número de mortes em uma semana soma mais 4 registros em Três Pontas

    BOA NOTÍCIA: Número de recuperados segue subindo, enquanto há queda no índice de pessoas internadas.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (19) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com as confirmações de novas 4 mortes em comparação com o boletim de 7 dias atrás. A gravidade dos novos casos também é um fator preocupante.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 6.813 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 6.330 já se recuperaram e, infelizmente, 157 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 326 pessoas estão com o vírus.

    Números de uma semana atrás

    Números de Hoje

    No dia 01º de fevereiro de 2021 Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. Hoje o número é maior, com 326 casos. Número chegou a cair para 52 e depois subiu drasticamente. Mas nos últimos 28 dias retomou o ciclo de queda.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 24.017.

    Cinco pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros onze casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 315 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 459 dias. Isso dá uma média de 14,84 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Evolução nos números dos últimos 7 Dias

    Confirmados +107

    Recuperados +249

    Óbitos +4

    Casos em Isolamento -142

    Internados  -4

    Com suspeita +3

    Síndrome Gripal +514

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 84 Homens

    _ 73 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 53

    _ 60 a 79 anos – 72

    _ 80 anos ou mais – 31

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 47

    _ Hipertensão – 37

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 59

    _ Doença Renal Crônica – 08

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 08

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 07

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 02

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 01

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 01

    _ Mialgia – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 72

    _ 8 a 15 dias – 52

    _ 16 a 21 dias – 11

    _ 22 ou mais – 13

    Obs.: 09 pacientes faleceram em outro município. A SMS não tem o tempo das internações.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • Militares socorrem e salvam a vida de bebê “engasgado” em Três Pontas

    Militares socorrem e salvam a vida de bebê “engasgado” em Três Pontas

    Conexão mostra como os pais devem proceder em casos de engasgamento.

    A Sala de Operações da Companhia de Três Pontas/MG recebeu na última quinta-feira (15/07) um pedido de socorro no bairro Aristides Vieira, onde uma neném de 20 dias havia se engasgado com leite materno. Os pais estavam com dificuldade para prestar o socorro, pois a criança estava ficando sem ar.

    Imediatamente foram despachadas para o local as viaturas que estavam mais próximas, visando prestar o devido socorro e através de ligação telefônica, o atendente foi repassando para a família os primeiros passos para desobstruir as vias aéreas.

    Neste momento, estava próximo ao local dos fatos um militar do Corpo de Bombeiros Militar, que trabalha em Boa Esperança/MG, Cb BM Felipe. Ele prontamente auxiliou as equipes policiais, prestando os primeiros socorros e posteriormente acompanhou o resgate até o Pronto Atendimento Municipal, resultando no sucesso do atendimento.

    A neném foi atendida pelo médico de plantão, Dr. Lucas Erbst e submetida a exames para verificar se houve algum problema resultante do engasgo. Felizmente o bebê passa bem, graças a ação rápida de todos que auxiliaram no atendimento e socorro.

    Sinais de engasgamento no bebê

    Os sinais mais claros de que o bebê engasgou são:

    • Tosse, espirro, ânsia de vômito e choro durante a alimentação, por exemplo;
    • A respiração pode estar rápida e o bebê ficar ofegante;
    • Não conseguir respirar, o que pode pode causar lábios azulados e palidez ou vermelhidão na face;
    • Ausência de movimentos respiratórios;
    • Fazer muito esforço para respirar;
    • Emitir sons incomuns ao respirar;
    • Tentar falar mas não emitir nenhum som.

    A situação é mais grave se o bebê não conseguir tossir ou chorar. Nesse caso os sintomas presentes são pele azulada ou arroxeada, esforço respiratório exagerado e eventual perda de consciência.

    Certos bebês podem parecer ter engasgado mas quando os pais tem certeza de que ele não colocou nada na boca, devem levar a criança para o hospital o mais rápido possível porque existe a suspeita de que ele alergia a algum alimento que tenha ingerido, o que causou inchaço das vias aéreas e está impedindo a passagem do ar.

    Principais causas de engasgo no bebê

    As causas mais comuns que levam o bebê a engasgar são:

    • Tomar água, suco ou mamadeira na posição deitado ou recostado;
    • Enquanto está mamando;
    • Quando os pais colocam o bebê deitado depois dele comer ou mamar sem ter arrotado ou regurgitado ainda;
    • Ao comer grãos de arroz, feijão, pedaços de fruta escorregadias como manga ou banana;
    • Pequenos brinquedos ou peças soltas;
    • Moedas, botão;
    • Bala, chiclete, pipoca, milho, amendoim;
    • Pilhas, bateria ou íman que podem estar nos brinquedos.

    O bebê que engasga de forma frequente mesmo com a saliva ou quando enquanto dorme pode estar com dificuldade para engolir, o que pode ser causado por alguma alteração neurológica e por isso deve-se levar a criança ao pediatra para que possa identificar o que está acontecendo.

    O que fazer quando o bebê engasga?

    1. Peça ajuda médica

    • Ligar rapidamente para o 192 para chamar uma ambulância ou SAMU ou os bombeiro ligando para 193, ou pedir que alguém ligue;
    • Observar se o bebê consegue respirar sozinho.

    Mesmo que o bebê esteja respirando com dificuldade isso é bom sinal, pois as vias aéreas não estão completamente fechadas. Neste caso é normal ele tossir um pouco, deixe-o tossir o quanto for preciso e nunca tente tirar o objeto de sua garganta com as mãos porque ele pode entrar ainda mais profundamente na garganta.

    2. Inicie a manobra de heimlich

    A manobra de heimlich ajuda a retirar o objeto que está causando o engasgamento. Para fazer essa manobra deve-se:

    1. Deitar a criança sobre o braço com a cabeça um pouco mais baixa que o tronco e observar se existe algum objeto em sua boca que possa ser removido facilmente;
    2. Inclinar o bebê, com a barriga sobre o braço, para que o tronco fique mais baixo que as pernas, e dar 5 palmadas com a base da mão nas costas;
    3. Se ainda assim não for suficiente, deve-se virar a criança de frente, ainda sobre o braço, e efetuar compressões com os dedos médio e anular sobre o tórax, na região entre os mamilos.

    Mesmo que com estas manobras tenha conseguido desengasgar o bebê esteja atenta a ele, sempre observando-o. Em caso de alguma dúvida leve-o ao pronto socorro. Se não conseguir, ligue para o 192 e chame uma ambulância.

    Se o bebê continuar ‘molinho’, sem nenhuma reação deverá seguir este passo a passo.

    Laila Tavares Barra agradeceu a ação conjunta que salvou a vida do bebê: “Obrigada a todos que nos prestaram prontamente o atendimento, em especial meu vizinho Felipe que salvou nossa princesa!!! Obrigada a PM, que atendeu ao chamado prontamente. Só temos que agradecer, deixo aqui o meu muito, muito, muito obrigada!!!!! ???.”

    Fonte Sentinela do Sul / Tua Saúde

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    Roger Campos

    Jornalista

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  • COVID-19: Novos casos desaceleram e número de mortes em uma semana soma mais 5 registros em Três Pontas

    COVID-19: Novos casos desaceleram e número de mortes em uma semana soma mais 5 registros em Três Pontas

    Número de recuperados segue subindo, enquanto há queda no índice de pessoas internadas.

    A Prefeitura Municipal de Três Pontas divulgou em sua página oficial o Boletim Epidemiológico desta segunda-feira (12) trazendo não apenas o aumento no número de contaminados, mas também o número de curados. O total de óbitos subiu com as confirmações de novas 5 mortes em comparação com o boletim de 7 dias atrás. A gravidade dos novos casos também é um fator preocupante.

    Ao todo, desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus em Três Pontas, onde esse primeiro caso (uma mulher com comorbidades) chegou a óbito no dia 17 de abril de 2020, a cidade já contabiliza 6.706 pessoas contaminadas pela covid-19. Desse total, 6.081 já se recuperaram e, infelizmente, 153 vítimas acabaram perdendo suas vidas. Isso significa que, hoje, em Três Pontas, de acordo com o Boletim da Prefeitura Municipal, 472 pessoas estão com o vírus.

    Números de uma semana atrás

    Números de Hoje

     

    No dia 01º de fevereiro de 2021 Três Pontas tinha 552 pessoas confirmadas com coronavírus em isolamento. Hoje o número é maior, com 472 casos. Número chegou a cair para 52 e depois subiu drasticamente. Mas nos últimos 21 dias retomou o ciclo de queda.

    Deve ser levado em consideração o fato de muitas pessoas, possivelmente, estarem com coronavírus de forma assintomática (sem sintomas) e fora das estatísticas da Prefeitura Municipal.

    O número de pessoas com síndrome gripal hoje é de 23.503.

    Duas pessoas seguem internadas com suspeita de covid-19 na Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis. Outros quinze casos confirmados encontram-se hospitalizados. Há 457 pessoas em isolamento.

    O Conexão Três Pontas fez um estudo que mostra que desde a confirmação do primeiro caso de coronavírus na cidade até hoje se passaram 453 dias. Isso dá uma média de 14,80 novos casos a cada 24 horas.

    A primeira morte atribuída ao coronavírus ocorreu em Três Pontas no dia 17 de abril de 2020, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Conforme a Vigilância Epidemiológica o primeiro caso confirmado de covid-19 no município acabou, lamentavelmente, evoluindo para óbito.

    Números dos últimos 7 Dias

    Confirmados +81

    Recuperados +403

    Óbitos +5

    Casos em Isolamento -321

    Internados  -6

    Com suspeita (igual)

    Síndrome Gripal +382

    “De todos os óbitos por coronavírus em Três Pontas mais da metade tinha Diabetes ou Doença Cardiovascular Crônica!”

    ÓBITOS

    POR SEXO:

    _ 82 Homens

    _ 71 Mulheres

     

    POR IDADE:

    _ 10 a 19 anos – 01

    _ 20 a 59 anos – 50

    _ 60 a 79 anos – 71

    _ 80 anos ou mais – 31

     

    COMORBIDADES (DOENÇAS PRÉ-EXISTENTES)

    _ Diabetes – 45

    _ Hipertensão – 37

    _ Hipertireoidismo – 01

    _ Doença Cardiovascular Crônica – 59

    _ Doença Renal Crônica – 08

    _ Epilepsia – 01

    _ Obesidade – 08

    _ Imunodeficiência / Imunodepressão – 02

    _ Doença Neurológica Crônica – 07

    _ Câncer – 01

    _ Síndrome de Down – 02

    _ Doença Hepática Crônica – 03

    _ Autismo – 01

    _ Outra Pneumopatia Crônica – 02

    _ Hipotireoidismo – 01

    _ Asma – 04

    _ Sequela de AVC – 01

    _ Lupus – 01

    _ Varizes Esofagianas – 01

    _ Alzheimer – 01

    _ Fibromialgia – 01

     

    TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    _ 0 a 7 dias – 72

    _ 8 a 15 dias – 52

    _ 16 a 21 dias – 11

    _ 22 ou mais – 12

    Obs.: 01 paciente faleceu em outro município. A SMS não tem o tempo de internação.

    Diabetes e o Coronavírus

    Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), os organismos de saúde de todo o mundo apontam uma relação de gravidade maior nos casos de infecção em pessoas com diabetes e outras condições pré-existentes, como as cardiovasculares.

    Pessoas com diabetes não têm maior probabilidade de contrair Covid-19 do que a população em geral. O problema que elas enfrentam é, principalmente, a gravidade da doença. Esses pacientes têm apresentado taxas muito mais altas de complicações graves e morte do que as pessoas sem diabetes. Além disso, quanto mais condições pré-existentes de saúde alguém tem, a exemplo de doenças cardíacas, maior a chance de complicações graves.

    Se a diabetes for bem gerenciada, o risco de ficar gravemente doente com o Covid-19 é quase o mesmo que a população em geral. Já quando o problema não é bem controlado e os indivíduos experimentam açúcar no sangue flutuante, correm o risco de sofrer uma série de complicações relacionadas porque a capacidade do corpo de combater uma infecção no diabético está comprometida.

    As infecções virais podem aumentar a inflamação ou inchaço interno em pessoas com diabetes. Isso também é causado por açúcar no sangue acima da meta e ambos podem contribuir para complicações mais graves. Quando doentes com uma infecção viral, esses pacientes enfrentam um risco aumentado de cetoacidose diabética (CAD), que pode tornar difícil gerenciar a ingestão de líquidos e diminuir os níveis de eletrólitos, fundamentais no gerenciamento da sepse (infecções).

    Os pacientes diabéticos devem ficar mais atentos quanto aos sintomas, que são os mesmos da população em geral, porque podem evoluir de forma mais grave. Se sentirem febre, cansaço com atividades corriqueiras, queda da oxigenação e elevação da pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, devem procurar imediatamente a Emergência de um hospital ou o seu médico para uma avaliação.

    Doença Cardiovascular Crônica e o Coronavírus

    O novo coronavírus pode se manifestar de diferentes formas dependendo da pessoa. Desde os primeiros registros da doença causada por ele alguns grupos de risco já foram identificados, como os cardiopatas. Mas afinal, qual a relação entre a Covid-19 e doenças cardiovasculares?

    Em primeiro lugar é preciso compreender que quando se fala em grupo de risco não estamos nos referindo às pessoas com maior probabilidade de contrair o vírus, que é igual para todos que tenham contato com uma pessoa infectada. Os grupos de risco da Covid-19 são as pessoas com maior probabilidade de manifestar sintomas graves da doença, podendo levar a óbito.

    O American College of Cardiology divulgou um boletim sobre os pacientes hospitalizados com a doença: 50% deles possuíam doenças crônicas, sendo que 40% tinham doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais, 86% tinham problemas respiratórios e, destes, 33% tinham acometimentos cardíacos associados, enquanto 7% tinham acometimento cardíaco isolado.

    As pessoas que já possuem algum tipo de doença cardíaca podem ter alterações no seu sistema imunológico, além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a manifestação da doença. Vale ressaltar que este não é um fator de risco isolado para a Covid-19, mas também para outras doenças respiratórias causadas por vírus. Em pandemias causadas por estes microrganismos a mortalidade por doenças cardiovasculares ultrapassou todas as causas.

    O risco é ainda maior para pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e alguma doença cardíaca como infarto. Também apresentam mais perigo as pessoas que passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tenham insuficiência cardíaca.

    Além disso, em outros episódios de epidemias respiratórias, como no caso da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), as doenças causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão. Isso significa que o novo coronavírus, por ter características semelhantes, também possa infectar o coração isoladamente.

    Além de manter um estilo de vida saudável para evitar doenças cardiovasculares, é importante agir preventivamente quanto à saúde do seu coração. Cardiopatas e pessoas com histórico de doença cardiovascular na família devem estar em dia com as consultas médicas e a realização de exames, inclusive de diagnóstico de imagem.

    A recomendação de medidas de isolamento, distanciamento, higiene e uso de máscara permanecem para todas as pessoas. Porém, o cuidado deve ser ainda maior com aquelas que se enquadrem em um grupo de risco, como os pacientes cardíacos. Cuide-se. Com responsabilidade e prevenção podemos nos proteger da Covid-19.

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    Medidas de Segurança

    As medidas de segurança (uso de álcool em gel, uso de máscara e o distanciamento social) precisam continuar sendo respeitadas para que se consiga achatar a curva de contaminação. Outra grande preocupação das autoridades de saúde, além do número de confirmados com covid-19, é o número de pessoas com complicações que venham a precisar de internação no Hospital local, já que o número de leitos disponíveis segue restrito.

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    Roger Campos

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  • SEGUNDO MILAGRE: Trespontano afirma cura da Doença de Crohn após beber água de Mina de Padre Victor

    SEGUNDO MILAGRE: Trespontano afirma cura da Doença de Crohn após beber água de Mina de Padre Victor

    Possível segunda intervenção do Beato é analisada pelo Vaticano. Caso é mantido em sigilo

    O Vaticano avalia um suposto segundo milagre atribuído ao Beato Padre Victor. O trespontano William Rosa de Oliveira afirma que foi curado da Doença de Crohn, há dois anos, quando tomou a água da Mina de Padre Victor. Ele e a família, devotos ferrenhos de Francisco de Paula Victor, atribuem a cura ao Beato.

    Quando tinha 18 anos, Willian começou a ter dores abdominais fortíssimas, vômitos e sangramentos constantes. Ele começou a fazer tratamentos médicos e enfrentou diversas internações. As crises começaram a ser cada vez mais frequentes e o diagnóstico só aconteceu quando ele tinha 25 anos.

    Ao longo do tratamento, Willian diz que teve que tomar remédios que afetaram até a saúde dele. Mas ele conta que, quando tomou a água da Mina de Padre Victor, foi curado. O caso já foi encaminhado para estudo no Vaticano e segue em sigilo.

    “Um amigo de Belo Horizonte me levou junto de minha mãe, que é muito devota do Padre Victor até a mina e disse: ‘Você vai beber três goles daquela água, daquelas três bicas’. Eu bebi. Naquele dia que bebi, alguma coisa aconteceu em minha vida, porque um vento começou a ultrapassar meu corpo. Da mesma forma que eu lembro daquele dia, como se acontecesse agora. O meu corpo foi transformado pela fé. Uma manifestação de fé ali aconteceu. Hoje, dois anos depois, estou aqui vivendo esse milagre. Eu bebi a água naquele dia e, naquele dia em diante, nunca mais tomei nenhum remédio. A doença desapareceu. Fiz vários exames depois e não consta nada. Me sinto realizado”, disse William.

    O caso de Willian pode ser o segundo milagre atribuído a Padre Victor. O primeiro milagre foi reconhecido por meio da gravidez da professora Maria Isabel, de Três Pontas em 2015.

    Ela e o marido tentaram todos os métodos possíveis para realizar o sonho de ter um filho. Em um destes tratamentos, ela descobriu que tinha uma trompa obstruída. Isabel então recebeu o diagnóstico de que não poderia engravidar.

    Em 2009, durante a Missa da Novena de Padre Victor, ela escreveu o pedido para ser queimado no último dia de celebrações. A fumaça daquele papel seria levada até o céu e intercederia a favor dela para que fosse mãe.

    Em 2010, a Isabel começou a sentir sintomas, procurou a médica, que suspeitou que fosse qualquer outra alteração hormonal, mas na hora do ultrassom a gravidez foi comprovada. E foi quando o coração da filha da Isabel foi ouvido.

    A enorme Fé de Lia Rosa no Padre Victor

    Lia Rosa, mãe de William, é conhecida em Três Pontas pela fé fervorosa no Beato padre Victor. Ela publica diariamente vários posts demonstrando todo seu amor pelo filho de escravos que adotou Três Pontas como a sua cidade e que caminha rumo a honra dos altares. Em uma das suas publicações, Lia Rosa falou sobre a cura de seu filho onde reafirma a ação milagrosa de Padre Victor:

    “O Senhor é a força da minha vida. Agradeço a Deus e ao Santo Padre Victor pelo dia de hoje, que é o dia em que o Santo Padre Victor intercedeu a Deus pela cura do William Rosa”, escreveu.

    Em outra publicação, Lia Rosa comentou:

    “Uma fé em Deus te faz ir além das suas forças. DEUS E O SANTO PADRE VITOR ME CONCEDERAM CRER ALÉM DAS DIFICULDADES. O MAIOR ACONTECEMENTO FOI O MILAGRE DA VIDA, A CURA DO WILLIAM ROSA. DIA 4 DE JULHO A VIDA FOI DADA DE VOLTA ATRAVÉS DA FÉ EM DEUS E NO SANTO PADRE VITOR. Hoje é o dia de comemorar o MILAGRE DA VIDA! Só tenho a agradecer a Deus e ao Santo Padre Vitor por tudo! Hoje, na Mina meu FILHO foi curado da Doença de Crohn. Deus e Santo Padre Vitor devolveu a ele a vida. OBRIGADO SENHOR pela água que ele bebeu! EU TIVE FÉ E VENCI! CONFIA! GRATIDÃO POR TUDO!”, declarou.

    Foto Arquivo Conexão TP

    Com informações do G1 Sul de Minas

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    Roger Campos

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  • BOA NOTÍCIA: MAIS DE 1.000 NOVAS DOSES DE VACINAS CONTRA A COVID-19 CHEGARÃO AMANHÃ EM TRÊS PONTAS

    BOA NOTÍCIA: MAIS DE 1.000 NOVAS DOSES DE VACINAS CONTRA A COVID-19 CHEGARÃO AMANHÃ EM TRÊS PONTAS

    ESTIMATIVA É VACINAR PESSOAS A PARTIR DE 48 ANOS DE IDADE EM DATA A SER MARCADA

    O Conexão Três Pontas entrou em contato com o setor de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, da Prefeitura Municipal de Três Pontas no tarde desta quarta-feira (07) e nos foi confirmado com nesta quinta-feira (08) chegarão mais de 1.000 novas doses e que serão aplicadas em data ainda a ser marcada. Também nos foi passado que o ritmo de vacinação está seguindo acelerado e que nos últimos meses tem chegado vacinas todas as semanas. “Felizmente não tem falhado nenhuma semana, todas as semanas chegam mais vacinas e a estimativa é que essas novas doses imunizem pessoas a partir dos 48 anos de idade”, informou.

    Sobre a polêmica causada pelo jornal Folha de São Paulo, através de uma reportagem inverídica, onde foi afirmado que mais de 26 mil pessoas tomaram vacinas vencidas, incluindo uma pessoa em Três Pontas, ficou esclarecido pelo órgãos de Saúde do Brasil todo e aqui de Três Pontas também que nenhuma dose vencida foi aplicada e que o problema se tratava de questão de atualização de dados, fato que o experiente periódico paulistano não soube ou não quis apurar corretamente, causando instabilidade, insegurança e desespero na população.

    “Nós sabíamos desde o início e informamos no Conexão Três Pontas que não havia o menor risco de termos aplicado qualquer vacina vencida. E isto se confirmou. Fazemos um trabalho sério e coerente. Encontramos a pessoa que para o jornal poderia ter tomado vacina vencida e conferimos tudo novamente e realmente não houve o problema, a informação da Folha não foi verdadeira”, esclareceu.

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